Bom dia boa tarde ou boa noite bom pessoal hoje a gente vai finalizar então o nosso conteúdo aqui na sexta fase Vamos então trabalhar alguns conceitos relacionados à fisiologia da defecção mais uma vez eu agradeço aqui a contribuição do Professor Eduardo por contribuir aí com parte dos conteúdos Aqui nós temos então nosso plano de aula conteúdo programático a bibliografia básica recomendada e esse é Um conteúdo que ele tem uma associação com o tema de constipação intestinal aí na parte Clínica né que vocês vão vão ter acompanhamento na sequência aqui as observações que vocês já estão
bastante aclarados né então aqui a gente tá lidando com o material que ele foi elaborado para suprir de forma parcial o conteúdo nesse período remoto e mais uma vez lembrando né pessoal que esse conteúdo Aqui não está autorizado Nenhuma forma de cópia regravação Reprodução fora do contexto sem autorização expressa do autor o conteúdo ele não Visa substituir aí as leituras orias de capítulos que poderão embasar aí o conteúdo deste tópico que vocês podem se apoiar aí tranquilamente nos livros textos que nós recomendamos no plano de ensino para este conteúdo aqui especificamente eu confesso que é
mais difícil encontrar material que aborde com profundidade o tema Então nesse capítulo 18 desse livro aqui intitulado fisiologia Clínica do sistema digestório ã esse capítulo aqui ele trata então de patofisiologi do intestino grosso e da defecação a gente encontra alguma coisa aqui e no capítulo 60 fisiologia de a Tá bom mas eu confesso que a quantidade de informações que eu trarei para vocês aqui hoje está num bom nível e se atentando bem que o conteúdo basicamente Só precisa aí de algum complemento por fora tá bom Então fica então a recomendação para que chequem livros textos
eh indicados quando for o caso que acessem por favor o roteiro de estudos dirigidos lá no moodo assim como os materiais complementares tudo bem só reforçando então quando aparecerem esses slides aqui vocês podem optar por fazer uma pause em função da duração do vídeo e a gente inicia aqui então Relembrando alguns aspectos funcionais do intestino Grosso e respostas aí de motilidade colônica tá joia bom a gente já estudou bastante aí a fisiologia do trato gastrointestinal hoje aqui vale para nós a Penas relembrarmos né reforçarmos que o intestino grosso então ele está inteiramente relacionado ao trânsito
e a formação do bolo fecal a gente sabe que segmentos proximais iniciais do intestino grosso estão mais relacionados aos processos absortivos de água e Eletrólitos remanescentes do processo digestiv Lar intestino delgado e a gente inicia então com a transição Il secal o Seco né do latim vem de cego né esse fundo cego e a gente nota então que nesse colum ascendente col transverso a gente vai ter ainda uma grande capacidade de promover aí absorção de nacl como a gente já vi em conteúdos anteriores e essa absorção de NSL ela gera um Gradiente osmótico aí também
para absorção de água portanto Dentro de um trânsito fisiológico normal saudável a gente vai tornando esse kimori do intestino delgado mais viscoso à medida que ele passa pelos colons ascendentes e transverso o Colon descendente ele ainda tem uma atividade absortiva em menor intensidade do que os cólons ascendentes e transversos e ele tem de ser já um um cólon que se direciona aí de fato pra estocagem das fees que primariamente se dá no no no Colon sigmoide tá a princípio as fezes elas não ficam estocadas no reto o reto de fato é uma estrutura chamada suig
gênes né ela tem a sua identidade um pouco diferenciado em relação aos demais segmentos do destino grosso e aqui a gente vai então só reforçar que a estocagem ela tende a ser realizada no Colon sigmoide e quando há uma saturação né quando o seu conteúdo está completamente ocupado a gente começa a ter também acúmulo aí de fezes No Colon descendente é importante lembrar pessoal que o intestino grosso por meio da ação bacteriana a já vista que a gente tem uma uma microflora aqui bastante extensa né é no intestino grosso ela é capaz de metabolizar alguns
remanescentes não digeridos especialmente algumas fibras que são fermentáveis né Eh E com isso a gente pode ter a produção de algumas vitaminas como a vitamina K algumas vitaminas do complexo d e portanto é uma contribuição Importante aí do metabolismo bacteriano ainda Pereira fermentação então dessas fibras não digeríveis né Mas aquelas que são alvos de fermentação que lembrando Nem todas fibras também são fermentáveis algumas vão contribuir aí pr a composição pra formação do bolo fecal literalmente e outras vão contribuir aí para uma ação mais fisiológica no sentido em que as Ao serem fermentadas eh darão aí
a oportunidade para que essas bactérias formem alguns elementos Como por exemplo alguns ácidos grassos de cadeia curta que a gente vai comentar aí na sequência tá então só reforçando então que o intestino grosso ele ainda tem uma contribuição Bastante elementar na nossa fisiologia e por exemplo fornecendo aí por meio de metabolismo bacteriano algumas vitaminas e ácidos grassos de cadeia curta é importante a gente reforçar que o cólon de maneira geral ele é regulado primariamente por vias neurais miogênicos e neuroc né ou Seja aquelas que fazem parte do próprio trato intestinal a gente tá lidando com
aqueles reflexos de alça curta neurônios sensoriais interneurônios e motores que fazem parte dos componentes submucoso e da muscular do intestino e a gente tem a contribuição obviamente aí neurócrina por meio de eh neuropeptídeos e eh moléculas que são secretadas por meio do sistema nervoso entérico tá joia existe aí Alguma contribuição hormonal ã normalmente a gente vai ter a Contribuição da motilina da gastrina até mesmo da colecistocinina eh portanto não é exclusivamente neurócrina aí a modulação né a regulação das funções e motoras do intestino grosso bom muito bem eh o que a gente pode chamar a
atenção aqui para vocês é que existem algumas características muito interessantes eh de conexão entre eh porções mais superiores proximais do intestino com o intestino grosso inclusive algumas conexões de ordem Central essa aqui é um dos exemplos né se a gente pensar nesse reflexo ortocólico é no momento em que a gente acorda no momentoem que a gente desperta a gente pode observar um um estímulo de defecação associado a esse ato de acordar né então a medida que a gente começa a ter um padrão de atividade ao despertar esse padrão de atividade ele pode repercutir em estímulos
aí de defecação O que é bastante comum em uma grande parcela da população que Normalmente tem associado a esse ato de Despertar a o comportamento aí de defecar nós temos alguns reflexos como coloc cólico que é a medida que você tem um aumento do trânsito da motilidade no intestino delgado isso gera um reflexo também para o aumento do trânsito e da motilidade intestino grosso tá joia e o reflexo gastrocólico que é um dos mais eh presentes que é a medida que você tem um aumento da atividade gástrica muito associado ao ato então Das refeições né
de ingerir aí uma refeição a gente normalmente tem associado a este evento o reflexo aí também de eh defecação estimulado e isso é bastante eh coerente né porque seria equivalente a um esvaziamento das porções mais distais finais do intestino associado aí à chegada de mais alimento em porções superiores eh do trato gastrointestinal agora é importante a gente relembrar aqui que Diferentemente Do intestino delgado não existe aquele sistema de complexo eh eh mioelétrico migratório complexos motores migratórios que é aquela onda de dura que é comum Nos períodos interdigestivo ao longo do intestino delgado né que se
inicia lá no estômago e percorre todo o intestino degado até o Seco fazendo então aquela varredura aquela eh limpeza digamos assim do intestino ah de elementos de substâncias ou até de fragmentos que não foram digeridos né o exemplo que eu Sempre dou é se eventualmente a gente faz aí a deção de uma semente né de um caroço esse caroço ele permanece eh no estômago ao longo do processo de esvaziamento gástrico e somente no período interdigestivo esse caroço ele vai ser eliminado aí do estômago por meio dessas ondas de varreduras que são os complexos mioelétricos migratórios
e esse complexo Portanto ele não existe no intestino grosso obviamente né porque do contrário nós faríamos evacuações Associadas a esses compos se eles ocorressem no intestino grosso Aqui vocês têm uma discriminação bastante Clara da estrutura do intestino grosso que já foi bastante trabalhado em anatomia e e basicamente é importante a gente relembrar que quando se trata de musculatura longitudinal nós temos apenas alguns feixes longitudinais que compõem aí as tênias da Joia de tal forma que a gente consegue observar as chamadas austrações Que são essas bolsas associadas a ativação da musculatura circular relacionada a um feixe
perpendicular longitudinal né E a gente já vai entender daqui a pouquinho Qual a função destas austrações então aqui só reforçando a gente tem a transição da válvula Il secal seco Cola ascendente Colon transverso descendente sigmoide e Reto né E lembrando que aqui no reto como eu comentei com vocês é uma estrutura mais su gênes O que significa Que tem um uma disposição uma especialização um pouco distinta em relação às demais partes do intestino e aqui que eu posso chamar atenção é que o reto ele tem um predomínio de fibras longitudinais né porque aqui é importante
que se faça o encurtamento deste tubo no momento da evacuação propriamente dita Lembrando que nós temos esfin tranal interno e o esfin tranal externo sob o controle voluntário cortical que nós também discutiremos aí Ao longo da nossa conversa bom do ponto de vista de padrões motores no intestino grosso a gente tem que entender que basicamente o que se espera nesse nessa porção do do intestino é que a gente mantenha esse remanescente do quimo por um período suficiente para que haja a absorção definitiva de eletrólitos e água tá joia esse trânsito ele tem uma duração muito
variável de indivíduo para indivíduo e até mesmo intra indivíduo né dependendo de estado emocional de uso ou Não de determinadas medicações e até do padrão alimentar ao longo da vida tá joia Bom basicamente o que a gente tem aqui é que essas contrações elas se dão em resposta a condições locais como a própria distensão do intestino e as contrações elas podem ser classificadas em basicamente três tipos a gente vai ter as contrações de curta duração que basicamente são as chamadas contrações de mistura a gente pode ver aqui em um quando a gente tem ativação da
Musculatura circular a gente observa a formação destas bolsas né que são as austrações e ainda eh entre duas fortes contrações circulares pode ter outras microc contrações aqui tá joia Então essa contração ela trabalha no sentido de colocar em contato epitélio com esse remanescente fecal Então ela faz a mistura e faz um forte contato do epitélio portanto com este quimo propiciando aí não apenas a mistura mas oportunizando os processos absortivos de Eletrólitos e de água nós podemos observar algumas contrações de longa duração percebam que a circulares aqui elas já TM um padrão longo né se a
gente comparar com outros tipos de contrações já podem durar em torno de 8 segundos essas contrações aqui envolvendo a musculatura circular agora a gente pode ter contrações de longa duração envolvendo a musculatura circular e também a longitudinal promovendo uma perista só que se a gente tem perista Opostas o que a gente tá fazendo é deslocando esse quimo em uma direção e recebendo obstrução por outra extremidade de tal forma que a gente aqui consegue realmente compactar esse material e sobre essa compactação ainda pode formar uma austração então percebam que são contrações sempre no sentido de colocar
esse remanescente do quimo em contato com epitélio colônico tá joia pessoal bom essas contrações aqui Opostas elas Podem levar aí de 20 a 60 segundos e elas vão mudando de posição ao longo do intestino tá agora nós também podemos encontrar algum padrão de contração que varia aí em até quatro vezes ao dia que são as contrações de propagação de alta amplitude que a gente observa aqui então de fato é uma onda que tende a ser uma onda peristáltica que é uma onda de deslocamento em massa essa onda de deslocamento em massa quando ela é atendida
ela resulta aí do comportamento De defecação e pode chegar até quatro vezes ao dia que é normalmente uma frequência associada Às nossas principais refeições né o café da manhã ali um almoço um café da tarde e o jantar e é importante reforçar que as gorduras elas normalmente Elas têm uma contribuição maior aí em termos de efeitos estimulatória ondas e de contrações de alta amplitude tá bom bom muito bem é importante também a gente apenas lembrar pessoal que o Colon Ascendente e o Colon transverso até mais ou menos essa flexura aqui ele está enervado pelas fibras
vagais tá joia quando a gente pensa em Colon descendente em diante nós estamos lidando aí com o nervo pélvico né o par de nervos pélvicos aqui eu recomendo muito que vocês olhem esses dois links aqui eles são muito interessantes eles mostram o padrão de contração ah visualmente mesmo em porcos tá por Meio de contraste é possível ver o padrão de austrações de contração em massa e até a passagem de gases ao longo do intestino grosso é um vídeo que tem 1 minuto e meio vocês podem encontrar neste link e na sequência tem este link aqui
também que permitiria vocês aí observar esse padrão de contração agora no intestino delgado a joia também por meio de contraste é muito visual é muito esclarecedor portanto eu realmente recomendo a vocês aí tá joia bom esse Epitélio colônico ele precisa ser constantemente reciclado renovado eh isso tem um ponto Positivo né que evitaria a eventual a presença de anomalias ou de defeitos genéticos no momento ali da proliferação celular eh normalmente associado a exposição de toxinas no lumem intestinal como a gente tem um um bolo fecal que tem uma composição química que pode agredir o epitélio essa
digamos configuração química e a presença até de Toxinas bacterianas poderiam aí ser fatores de riscos para mal formação celular portanto essa renovação epitelial é bastante importante nos seres humanos a meia vida de uma célula epitelial colônica na faixa de 25 horas tá bom então a gente pode dizer que diariamente a gente tem renovação aí de basicamente metade de todas as nossas células epipolar e bom essa rápida renovação de epitélio assim como a exposição frequente toxina Sintetizadas pelas bactérias ou oriundas do meio ambiente e torna o intestino grosso também então bastante vulnerável à malidade né então
se por um a gente tem a renovação como um efeito de proteção a renovação em si sempre vai dar oportunidade de eventualmente aparecer ali uma alteração genética induzida pelo ambiente no caso aí bacteriano ou daquilo que nós ingerimos e agindo então aí como de certa forma fatores de risco para a formação de Pólipos esses pólipos normalmente são acompanhados a partir dos 40 45 50 anos deid e hoje já são muito eh recomendados né por meio da colonoscopia e e já são retirados inclusive no ato da colonoscopia em havendo a presença de algum deles tá então
é um é um aspecto bastante importante de ser avaliado ao longo da vida eh especialmente a medida que a gente vai envelhecendo bom esse epitélio colônico por meio da Contribuição do metabolismo bacteriano nós temos a formação de alguns ácidos graxos de cadeia curta que eu sempre comento com vocês e esses aos grassos de Cia curta eles são essenciais para a manutenção da fisiologia da tolerância e da imunologia intestinal tá são eles o butirato propionato e o acetato eles são além de ser fontes de energia para para os colonócitos eles são ligantes que atuem receptores de
membrana e por serem ligantes eles modulam as funções Celulares e normalmente são ácidos grassos de cadeia curta com uma contribuição positiva aqui tá positiva quero dizer uma contribuição saudável para a regulação aí da nossa tolerância e imunidade intestinal Lembrando que são aí oriundos de fermentação de carboidratos não digeridos eh pelo nosso organismo a nossa composição fecal ela de uma maneira bem simplificada ela é resultante de eh material bacteriano né então aqui a a Partir da flora colônica saprófita que são microorganismos que eh extraem eh energia ou que vivem a partir de matéria orgânica em decomposição
a gente vai ter aí 1/3 dessa massa fecal representada também por células descamadas e em torno de 1/3 aí de material não digerível aportado na nossa refeição e normalmente até 200 ml de água dia diluída aí nessas Fas lembrando que quando a gente tem uma quantidade de Secreção copiosa de fezas a gente estaria lidando com incontinência fecal ou diarreia né esse ecossistema bacteriano entérico ele é bastante diversificado e é é muito importante tá ele coexiste de forma simbiótica com o nosso organismo mas obviamente que dependendo do padrão dietético a gente pode estabelecer uma Flora menos
saudável ou mais saudável e aí mais uma vez eu trago novamente aqui aquela discussão relacionada à modificação dos Padrões alimentares eh ultimamente especialmente pela introdução dos alimentos Ultra processados ricos em açúcares refinados em sódio né até pouco tempo em gordura trans e esses componentes eh oriundos dos alimentos industrializados Ultra processados eles tendem a favorecer uma microflora menos saudável mas pensando em alimentos em Natura uma alimentação mais próxima da aquela tidda com alimentação saudável né ela tende a favorecer aí uma composição Bacteriana também mais saudável percebam que a presença de bactérias ela se diversifica à medida
que a gente percorre do epitélio ao lume intestinal a gente chega a encontrar algumas bactérias na transição epitelial eh ali na camada de muco né E especialmente bastante presente no lumem intestinal Lembrando que a gente tá falando de intestino grosso aqui aqui né pessoal que é o intestino que tem pouco trânsito pouca motilidade portanto propcia maior Presença de bactérias nesse e órgão a gente observa que as bactérias elas estão presentes desde a nossa cavidade oral né bocal até o Colon eu já comentei com vocês sobre a presença de bactérias no estômago quando a gente fala
de H piló por exemplo e existe uma uma diversificação que vai além da hpil E à medida que a gente vai se distanciando do estômago vai aumentando a densidade de microorganismos Então a gente vai ter uma grande quantidade de bactérias Efetivamente no intestino grosso Lembrando que ao longo do intestino delgado a gente tem uma dificultação da presença das bactérias aí por meio da acidificação ainda presente do quimo gástrico e da grande quantidade de enzimas de ias que são oriundas do suco pancreático e também aí né pessoal da grande motilidade intestinal tá joia essa digamos flora
bacteriana ela tem a sua composição e a sua consolidação realizada até 2 anos de idade essa Literatura reforça que o primeiro ano aqui é fundamental e muito importante por isso o cuidado com a aleitamento materno e a introdução de alimentos em Natura nesses recém-nascidos né e evitar que de fato os alimentos Ultra processados nesse período a joia o uso de corticoides de forma excessiva e de antibióticoterapia aqui já existe também bastante discussão mostrando que o nascimento se foro de cesárea ele Vai privar esses Bebês de uma consolidação da microflora ao nascer e que os nascimentos
por parto normal eles tendem a ser muito mais saudáveis porque na passagem do feto pelo C cervical e vaginal perdão ele já tem contato com o muco e vaginal E à medida que ele faz a deglutição desse muco ele já começa a compor a sua microflora intestinal tá joia eh bom então algumas alguns fatores que influenciam na composição dessa microflora bacteriana se dá por meio Como acabei de dizer da colonização materna né se Vem de um parto por cesárea ou Nascimento eh por parto normal a dieta que é oferecida a esse bebê as Exposições ambientais
um ambiente mais ou menos eh saudável como por exemplo os os poluentes presentes no ar das grandes cidades conviver com familiares que são fumantes né e as terapias e basicamente antibiótico terapia que influencia bastante a partir desse 1 2 anos de idade que a princípio A diversificação ela seria mantida mas ela ainda pode ser relativamente influenciada pelo padrão dietético tá bom pessoal bom então aqui pra gente fechar esse módulo ainda que não há a indicação pra gente tratar desse tema vou reforçar a questão da incontinência fecal que é digamos assim uma diarreia que estaria associada
à diminuição do padrão de retenção fecal no col transverso que são os grandes segmentos que fazem aquela retenção para Favorecer a absorção de eletrólitos e de água né então alguns contextos contextos que sobrecarregam o Colon ascendente até o Colon sigmóide poderiam estar relacionados a processos inflamatórios por exemplo uma acite proximal né associada a uma hipóxia e edema com prejuízo de absorção no colo ascendente alguma síndrome carcinoide que pode resultar em motilidade acelerada e Menor capacitância também aí do colo Ascendente quando se fala em capacitância é a capacidade dele ser complacente né dele se acomodar em
função de um determinado volume eh de remanescente fecal aí tá joia Então se a gente tiver prejuízos ah nesses colons proximais que estão envolvidos a retenção e lenta né ao processo de movimento lento e desse remanescente e fecal a gente estaria acelerando o trânsito e portanto Isto favoreceria mais um processo de incontinência né a Gente pode ter as incontinências relacionadas a um prejuízo e nas estruturas evacuador Então se vocês observarem agora aqui as estruturas mais relacionadas com a evacuação a gente envolve aí o cormo sigmoide Ret e canal anal né então uma insuficiência anorretal relativa
seria literalmente a capacidade a incapacidade perdão de lidar com excesso de volume fecal que chega né então nós conseguimos Voluntariamente conter a evacuação Mas dependendo da urgência do volume da consistência dessas feses a gente não não tem o controle pleno o que resultaria aí numa insuficiência relativa e a insuficiência an retal absoluta é aquela que está relacionada nada a prejuízos anatômicos que de fato não são capazes de conter H as feses nessas estruturas relacionadas evacuação especialmente Ret canal anal tá bom se vocês olharem aqui Nós podemos ter alguma incontinência passiva que seria aquela descarga involuntária
de gás ou até de fezes sem o conhecimento sem a percepção do paciente isso pode estar associado a uma fraqueza né do es Inter anal interno e ou externo esses por sua vezes e seriam resultantes de neuropatias ou até de uma hipossensibilidade retal né Nós temos a incontinência de urgência que seria aquela descarga fecal Apesar né de uma tentativa de contê-la eh então Aqui mais uma vez envolvendo fraqueza dos esfes anal interno e ou externo nesse caso uma hipersensibilidade retal Ou seja pode ser que a presença de pequenos volumes no reto já sejam suficientes para
que Force a resposta evacuadora e um prejuízo de complacência retal o reto ele não é tão complacente né e normalmente ele não é complacente para reter feses é uma estrutura que uma vez que seja acionada ela responde aí para a eliminação do conteúdo Ah mas Digamos que existe um grau obviamente fisiológico de complac que também pode ser perdido ou reduzido em determinadas situações e por fim aqui a passagem fecal após evacuação né seria a perda de fezes eh ao término da evacuação então não seria a uma evacuação completa né os mecanismos reflexos que resultariam de
uma Evocação eh bastante plena podem estar prejudicados isso está associado a disinergia né uma falta de sincronia Entre esfínteres e respostas contráteis da parede do reto por exemplo tá joia e algumas neuropatias aqui obviamente podem envolver essas disfunções ã então vocês veem aqui que normalmente a gente tem que ter eh a porção final do reto aqui é obstruída né e normalmente na incontinência alguns mecanismos por exemplo de ordens ã anatômicas elas não estão adequadas ou preservadas de forma suficiente para Que se Evite a passagem das feas aqui N E aí a descrição de algumas delas
aqui que coincidem com as que nós já descrevemos Tudo bem então a gente vai trabalhar um pouquinho agora os conceitos de defecação e eu decidi trazer para vocês termos relacionados à constipação daqui PR frente Inés de separá-los do processo fisiológico eu vou acrescentando aos poucos algumas informções a relacionadas aí portanto à constipação bom a primeira coisa que Eu Preciso Dizer para vocês é que as terminações nervosas sensoriais na mucosa anal são as responsáveis pela geração dos reflexos que iniciam a atividade apropriada do spinter externo para reter o conteúdo retal ou permitir a sua expulsão voluntária
Lembrando que do ponto de vista fisiológico uma vez que a gente tem a distensão da parede retal a princípio a gente tem uma resposta reflexa para evacuação isso é normalmente observado de maneira Muito clara nos recém-nascidos nos bebês que ainda não tem o controle digamos voluntário né consciente cortical do esfinter anal externo tá joia pessoal por isso essa afirmação aqui ela é considerando um indivíduo já que tem a capacidade de conscientemente controlar aí o esfinter anal externo tá joia que que a gente observa aqui se num evento em que eu tenho a distensão do reto
se vocês olharem aqui a pressão intr retal a medida que ela aumenta a gente tem um Reflexo que dura fração de segundos com a contração doal interno porque ele já é contraído normalmente existe um tonos ele aumenta essa contração e reflexamente existe uma inibição se nós voluntariamente decidimos por contrair oanal externo o que que ocorre não há o esvaziamento desse conteúdo entr anal interno ele volta a atingir um tonos e a gente mantém essa distensão retal agora peguem essa linha aqui e movam para cá ó a gente vem de um tonos né retal que Estava
e em baixa pressão emetal aumenta a pressão intr retal como vocês veem aqui O esfin tranal interno ele tende a relaxar o esfin tranal externo faz o controle evitando a evacuação dependendo da onda que vem chegando e do volume adicional que é incrementado você tem mais pressão intr retal O esfin tranal interno ele tende a ser menos eh responsivo e aí você vem com mais contração voluntária do sanal externo dependendo da pressão entr retal Lembrando que o retto ele tem baixa complacência e ele é altamente estimulado mesmo que O espin tranal interno é não possa
mais aqui né se adequar a essa condição ou seja fazendo uma recuperação da contração de soton vai depender agora somente da nossa capacidade de controle do anal externo e aí tendo a situação controlada você pode então voluntariamente inir aí o externo ou dependendo da situação né pode resultar Em uma evacuação indesejável dependendo da urgência a obviamente desse volume feal aon essa informação aqui de que quando há um uma urgência Digamos um estímulo defecação obviamente que nós vivemos diante de contextos sociais que não podemos estar sujeitos a evacuação a qualquer situação então podemos sim fazer o
controle né e interromper Esse ato defeco agora se possível é Importante que a gente Atenda esse estulo de evacuação porque a postergação da evacuação ela pode prejudicar a fisiologia e te levar aí inclusive a uma constipação tá joia pessoal então em linhas Gerais o que a gente sabe é com base em observações populacionais nesse estudo aqui com mais de 1500 voluntários em torno de 40% dos homens e 33% das mulheres evacuam uma vez ao dia tá 7% dos homens 4% das mulheres em torno de duas a três vezes Ao dia dia de três até quatro
vezes ao dia e pode ser considerado normal tá ok pessoal E aí a gente tem uma variação entre três vezes ao dia até três vezes à semana tá joia e dependendo então do período em que se fica sem a evacuação obviamente pode se configurar aí a constipação percebo que fisiologicamente os bebês os recém-nascidos quanto mais jovens né Ah maior é a frequência se vocês olharem o percentil 50 aqui vamos arredondar aqui para três né então desde O nascimento até um mês de idade ó em torno de três vezes ao dia podendo chegar a seis evacuações
ao dia e esse é um reflexo meio que gastrocólico porque quando o bebê ele mama ele tem a ativação do reflexo gastrocólico Lembrando que esse reflexo desculpa esse reflexo gastrocólico ele ele envolve aí né pessoal tanto é um circuito vago vagal envolvendo tanto os nervos vagos quanto os pélvicos tá joia bom aqui a medida que o bebê ele se Desenvolve até 5 meses de idade Diminui um pouquinho tá joia vai se desenvolvendo melhor aí o trato gastrointestinal a capacidade de absorção de digestão e aí o percen 50 vamos arredondar aqui para duas vezes ao dia
até um ano de idade se mantém por volta de até duas vezes ao dia podendo chegar aí até quatro ou menos de uma vez ao dia entre 1 a 3 anos de idade uma média aqui de vamos falar assim entre uma duas vezes ao dia a medida que vai Se desenvolvendo vai mudando também a configuração do perfil alimentar né doos alimentos que são eh ingeridos a o desenvolvimento do trato gastrointestinal e perceba que já fica em uma média de área aqui de uma vez ao dia a partir dos 6 anos se mantém idealmente pessoal eh
deveríamos né evacuar aí uma vez ao dia ao menos né Isso seria o mais próximo aí do fisiológico e vocês vão ver que existem inúmeros estímulos para que a gente Evacue pelo menos uma vez ao dia só que a entre o controle do córtex préfrontal a gente voluntariamente suspende interrompe Esse ato podendo portanto eh prejudicar aí né a fisiologia intestinal e resultar em constipação e aqui tem um exemplo a as crianças muito mais pelo acanhamento se vocês verem aqui ó né a o desconforto das Crianças em lidar com o comportamento de defecação o simples fato
delas terem uma aversão ou às vezes serem criadas num contexto em que se Coloca que isso não é algo né assim eh normal natural essas crianças elas criam um certo constrangimento e elas vão treinando a digamos seu comportamento para evitar a evacuação e quando se evita você vai condicionando né o teu intestino a ser menos responsivo a esses chamados de evacuação então percebam que algumas crianças relatam também né alguma dificuldade na passagem das fees até mesmo um desconforto né algum grau de dor isso é muito mais prevalente nas Crianças que relatam constipação do que naquelas
controles tudo isso aqui significativo tá então a constipação ela não é um entre crianças e e é muito importante colocar que aqui a dieta ela vai ter uma contribuição fundamental né a constipação ela pode ser mais prevalente em in dietas ocidentais onde há um predomínio muito grande de carboidratos carboidratos refinados e também a a educação né não mostrar pra criança Que isso é um processo natural e que sim ela pode defecar onde quer que ela esteja em qualquer situação então é importante sempre deixar Claro PR as crianças que esse é um processo natural né E
aqui é que eu coloco para vocês que justamente se a gente associar esse comportamento de constrangimento ou de postergação do ato de defecação a gente pode treinar o nosso intestino a perder de certa forma a sua responsabilidade Então esse aqui é um estudo eh mostrando Que a constipação ela pode ser desenvolvida com dois voluntários é uma quantidade pequena De pesso mas tem a sua validação o estudo com uma duração de duas semanas uma semana com defecação normal e a semana seguinte com uma supressão voluntária o que que se nota quando você passa pela supressão voluntária
posteriormente se tem uma diminuição na frequência de defecação uma diminuição no volume das feses e um aumento no tempo do trânsito colônico Então percebam que né a gente pode influenciar sim e prejudicar sim o processo natural de evacuação tá um outro ponto que é importante trazer aqui e é muito comum nas culturas ocidentais versus orientais ou asiáticas de maneira geral muçulmanas de certa forma é que a gente tem uma cultura para evacuar no vaso sanitário com essa configuração aqui onde eu destaco para vocês mais nessas porções aqui com cultura mais digamos ocidental Né já em
outras culturas é muito comum você trabalhar com essa performance aqui que é literalmente o agachamento que é a forma eh biológica natural de se evacuar né se você pensar num contexto selvagem né se você pensar numa criança ou se você pensar num adulto mesmo que eh tiver que evacuar numa situação eh natural né sem um suporte aí de um de um um de um banheiro eh naturalmente o que a gente faz é isso Aqui é se agachar e quando se agacha você confere a menor resistência à passagem das feses pelo reto tá pelo Canal anal
vocês vão ver na sequência que o músculo levantador e do anos e o pubo retal especialmente Ele nessa posição aqui ele não fica 100% relaxado então isso exige do su jeito que ele faça mais força para evacuar e fazer mais força para evacuar inclusive é fator de risco para hemorroidas né Então essa aqui seria a configuração natural e Mais ideal uma recomendação que é dada é que se coloque um suporte aqui ó tá que eleve os pés Aí você fica com uma relação aqui mais semelhante a uma uma posição de agachamento Então essa é a
recomendação que é dado em alguns trabalhos para se adaptar digamos ao vaso sanitário a centro sanitário que nós temos aí amplamente disseminado eh de forma geral tá então percebam que agachado você precisa de menos tempo para evacuar e quando você a medida que Você vai se distanciando do solo né ó 41 42 cm como nesse exemplo você precisa de mais tempo para evacuar tá então isso é importante que vocês saibam bom E como eu tenho já colocado algumas pistas para vocês aqui a composição dietética ela contribui muito né para um fator mais pró constipação ou
não para uma microflora mais ou menos saudável agora é importante reforçar que o alimento né a ingestão alimentar é o principal estímulo fisiológico paraa motilidade do Intestino grosso então percebam que essa resposta colônica a gente tá falando de intestino grosso a refeição é estimulatória e bifásica né então perceba que existe um pico nos primeiros 10 30 minutos após refeição pessoal isso é bastante comum Tá e é nessa hora aqui que eventualmente do ponto de vista social você está em locais que você evita ir ao banheiro mas idealmente nós deveremos sempre que tivermos aí esse estímulo
né para evacuação É nos Dirigirmos aí a um banheiro né Eh então existe um segundo pico que pode vir aí em torno de 1 1 hora e meia após a refeição que normalmente Então são reflexos aí estão Associados aos momentos em que nós fazemos eh refeição tá eh mais uma vez a os alimentos com teor mais acentuado em gorduras eles são muito mais eficientes em termos de estimular aí a motilidade colônica lembrando que as gorduras são os Principais fatores que estimulam a secreção de colecistocinina no intestino delgado e a colecistocinina Sim ela pode ter aí
uma contribuição né nessa modulação da resposta para a evacuação e a ingestão de proteínas e Álcool apresenta um efeito normalmente mais inibitório da motilidade colônica assim como os alimentos com teorem carboidratos refinados aí açúcares refinados muito elevado tá bom bom do ponto de vista de configuração biológica A gente observa que tanto a idade quanto o gênero ela pode influenciar no padrão de evacuação normalmente diminuindo entre os idosos especialmente nas mulheres pós menopausa portanto há de se ter uma contribuição de hormônios eh relacionados a sexo feminino né no caso estradiol progesterona na motilidade colônica e e
a a a constipação ela é mais prevalente aí também nas crianças no primeiro ano de vida a despeito aí do sexo tá então importante observar que Nessas duas pontas aqui né nos recém-nascidos e na Idade mais avançada tende-se a ter uma prevalência maior aí de constipações tudo bem bom do que se trata exatamente aí a defecação então a defecação tem vários fatores aí que influenciam né a gente tem a fase basal a pré-fatura propriamente dita e o término da defecação se a gente pensar aqui na basal né em repouso esse músculo Levantador do ânus eh
o pubo retal e o esfinter anal interno toda essa musculatura aqui do períneo né ela está com uma tonificação a gente tem uma contração constante docanal interno né E que isso obviamente então evita qualquer escape aí de fragmento ou de resíduos e fecais durante os períodos entre as evacuações tá esse aqui é o músculo pubo retal que eu comentei com vocês que está constantemente fazendo obstrução do Canal anal tá bom e e é ele que fica par ente ativado naquela postura que eu comento com vocês aqui então quando se faz o agachamento se relaxa melhor
aqui esse músculo pubo retal e se promove menos obstrução menos resistência sobre a passagem das fezas tá bom pessoal então na fase de repouso basal entre as evacuações esse conjunto de musculatura distal aqui ao canal anal se encontra ativada tá joia bom E aí nós vamos então para as as ondas contrateis Que podem estar ou não associadas ao estímulo para defecação as contrações fásicas são aquelas que respondem a determinados estímulos portanto ora aá contração ora há menos contração aquelas que são não propagativa são aquelas relacionadas à mistura que são aquelas ondas que formam ali por
exemplo alst trações tá bom que pouco tem a ver aí com o evento de defecação nós temos algumas contrações fásicas eh do tipo propagativa se vocês Olharem o vídeo eh que eu sugeri a vocês com contraste ali no YouTube daquele link ali que apareceu em algum slide vocês vão ver perfeitamente algumas ondas eh do tipo fásica né Elas são ondas contráteis só que são ondas de baixa amplitude o que resulta basicamente em um trânsito de gás e não em um trânsito e digamos consistente de conteúdo fecal tá joia issso pode ocorrer pessoal Olha só de
40 a 120 vezes dia agora existe aquelas Contrações que são as contrações de propagação propriamente ditas elas possuem alta amplitude tá joia e são aquelas que respondem pelo movimento em massa que é a contração de número três em um dos slides que eu apresento para vocês lá na introdução ela tem uma frequência maior em crianças com menos de 4 anos que estaria associado aí inclusive aqueles reflexos gastrocólico né que é mais prevalente nos recém-nascidos bom indivíduos de maneira Geral adultos né Nós temos aí de três a cinco vezes ao dia como eu disse a vocês
está associado aí ao padrão de refeições mais volumosas do dia olia essas aqui são as oportunidades que nós temos normalmente para eh executar aí o processo de evacuação tá joia que deveria ser então acentuado né Eh oportunizado bom existe então como já foi dito né associado a essas contrações de propagação de baixa amplitude um Relaxamento transiente do esfinter anal interno esse relaxamento transiente é o que permite a passagem portanto dos gases e é dito também por alguns como reflexo de amostragem que pode ocorrer aí com uma determinada variação por hora mais uma vez associada ao
perfil dietético né isso pode variar de dia para dia dependendo da refeição a composição da refeição que nós fazemos aquelas refeições que geram mais gases obviamente vão resultar em maior Reflexos aí de amostragem eh essa é uma situação que então é fisiológica é bastante comum e tende a promover então um relaxamento transitório do esfinter anal interno obviamente que esse reflexo de amostragem ele pode ser abortado por meio da ativação do esfinter anal externo tá joia bom uma vez que a gente tem o desejo né o controle voluntário estamos falando aqui de crianças de adultos né
que já tem o esfinter anal externo seu controle a gente vai então Proceder até um um banheiro aonde a gente vai agora eh se preparar para o processo [Música] defecatorio de aferências que trafegam até os nossos eh núcleos centrais Então nós vamos ter aí a conscientização desse ato E aí nós teremos a decisão por evacuar ou não dependendo do contexto em que nós nos enquadramos Então antes da gente trabalhar esse circuito eu queria só mostrar para vocês né na medida que a Gente vai falando aqui de fisiologia trago algumas informações relacionadas à constipação e parece
então que algumas pessoas constipadas elas apresentam entre outros fatores menor pressão colônica frente às contrações de al Ude as contrações de alta amplitude são essas aqui que elas devem chegar em torno aí de 100 mm de mercúrio de pressão intrac colônica né e o que a gente observa aqui é que nós estamos olhando um fluxo dessas ondas Portanto entra aqui o fator é segundos e e as pessoas que normalmente são constipadas no pico então percebam que você tem um Delta aqui né de 800 para vamos dizer assim em 10.000 MM de mercúrio por segundo e
eh a medida que o tempo vai passando essas ondas de propagação de alta amplitude Elas têm um valor absoluto menor nas pessoas constipadas além de eventualmente ter um Delta menor do que aqueles indivíduos que não Eh apresentam problemas de constipação Então vou repetir tanto o valor absoluto né Ele é menor em alguns indivíduos que eh declaram a constipação quanto a amplitude né o delta frente esse reflexo ele pode ser menor nos indivíduos constipados em relação aos indivíduos saudáveis Então se vocês vem esse pico desse ponto até este é muito menor do que um pico deste
ponto até este aqui tá então é um prejuízo aí na amplitude dessas ondas de propagação eh assim como O valor absoluto né pode ser um dos fatores de riscos aí para indivíduos que eh relatam constipação uma outra coisa que pode ser notada é que se vocês olharem que o indivíduos saudáveis existe uma relação direta entre as contrações de propagação de alta amplitude e a necessidade em defecar uma relação que pode estar atenuada em pacientes com constipação aqui a gente tá Olhando em Y né o tempo em minutos olha só que tem pessoas que Podem levar
aqui até 1 hora né para defecarem e aqui a gente tá olhando as pessoas que relatam o problema de constipação e as pessoas que não relatam percebam que nos indivíduos saudáveis toda vez que há uma onda tro de alta amplitude normalmente existe um evento de defecação e essa resposta aqui ela dura menos de 10 minutos ou seja entre ter a onda de propagação de alta amplitude e a defecação esse processo aqui ele é Praticamente imediato já nos indivíduos com chipados parece primeiro que eles perdem essas ondas de alta amplitude que não é o caso aqui
aqui esses indivíduos eles têm as ondas de alta amplitude mas são de menor intensidade agora nesse caso a princípio nem se nota as ondas de alta amplitude né e os indivíduos eles evacuam contando apenas com as ondas contráteis eh de baixa amplitude por exemplo tá joia então percebam que nesse caso na na Deficiência ou na ausência dessas ondas de alta amplitude o indivíduo ele leva muito mais tempo né para evacuar isso aí obviamente está associado a constip ação e nós temos Outro fator que pode estar associado à constipação que seria uma alteração da sensibilidade retal
né então aqui percebam que a hipossensibilidade retal ela responde por menos circuitos reflexos porque se você concorda comigo quando há ativação de mecanorreceptores No epitélio retal isso te devolve uma resposta reflexa defic atria nesse caso aqui indo com uma hipossensibilidade ele não consegue armar devidamente aí esse reflexo de tal forma que se vocês olharem Aqui as pessoas que relatam né defecções diárias elas precisam de um pequeno volume e intr retal para que arme uma resposta reflexa pessoas que e defecam ao menos a cada quatro dias né já seria um grau de constipação aqui moderado você
percebe que precisa de Basicamente o dobro de distensão retal para que se arme uma resposta reflexa e aquelas que evacuam a partir de 4 dias ou seja uma vez à semana elas precisam de duas vezes mais de extensão retal então pode ser que a hipossensibilidade retal de fato ela corresponda a uma menor resposta eh reflexa do ato defecatorio né E aí o que que é importante reforçar é que a supressão habitual da necessidade de fcar pode levar a atenuação desse reflexo e levar Um tipo de um mega reto né Ou seja a medida que você
conscientemente voluntariamente posterga a defecação você tende a represar mais feses no ré essas feses elas precisam se mover retrogradamente ao qual sigmoide mas a medida que ela retorna aqui e fica represada nesse ré você tende a atenuar a a prejudicar acomodar esse circuito reflexo de tal forma que cada vez mais vai lhe exigindo maior quantidade né de fezes para que você acione a resposta Reflexa fisiológica Então tudo isso é muito importante de ser dito né pessoal porque são comportamentos que estão muito presentes na nossa rotina né inclusive como estudante porque você tem que pensar por
exemplo se você eh vai fazer uso de um banheiro público né Qual que é a questão de higiene se esse banheiro tem condições para ele atender e o momento se ele é oportuno ou não então é infelizmente a gente tem inúmeras situações que lhe fazem Postergar esse ato defecatorio mas idealmente não deveríamos tá joia aqui é só para mostrar para vocês eh que existem duas formas da gente iniciar a defecação existe aquela reflexa e ligada por exemplo ao ato de despertar né que é aquele reflexo ortocólico ou al gastrocólico que é quando a gente está
se alimentando E aí você tem um circuito que ele é Central periférico tá joia passando por nervo vá e pelo nervo pélvico aqui Que faz o controle do Cómo descendente em diante agora nós temos a situação que não necessariamente está relacionada a essas duas configurações aqui simplesmente você tem a distensão retal por um movimento de alta amplitude né propagação em massa do bolo fecal do Colon descendente até o ré e uma vez que você tem a distensão retal se arma aí os reflexos para que a gente tenha a evacuação e nesse processo você tem a
conscientização tá joia então pela Conscientização né ativada por meio desses circuitos sensoriais Tais o indivíduo conscientemente se dirige a um local adequado para iniciar aí a defecação bom as fases da defecação basicamente se iniciam pelo reflexo de amostragem na presença de uma necessidade se toma a decisão Consciente e a evacuação é feita tá joia o término você tem um controle semiv voluntário né aquela sensação de esvaziamento mais a contração involuntária do fanal interno E aalo pélvico que fazem aí o fechamento do canal anal tá bom Vale lembrar mais uma vez então que a gente passa
por um circuito sensorial aferente que envolve a os neurônios do sistema nervoso entérico se vocês pensarem em uma pessoa com eh parap lesia ou tetrapen o acionamento da circuitaria entérica tá joia então uma secção que tire a Contribuição dos nervos pélvicos você perde portanto a contribuição aí Ah autonômica e passa a depender somente do circuito que a gente chama de eh alça curta né que são os neurônios aferentes interneurônios neurônios motores da camada muscular externa que uma vez acionados aqui vão eh repercutir com contração do ré eu não sei dizer para vocês se as pessoas
com parap lesia ou triplegia tem algum grau de constipação Pode ser que tenham né um Prejuízo ou não Tá então realmente eu desconheço essa informação mas intuitivamente eh podemos dizer que há uma preservação da resposta evacuatória porém dependendo da configuração eh dessas feses da consistência dessas feses esse circuito eh parassimpático pode fazer falta né E deve ser um cuidado a mais aí que deve se ter com eh indivíduos eh paraplégicos tetraplégicos né a consistência ã alimentar tá a qualidade dos alimentos à então bom vocês veem perfeitamente esse circuito aqui muito bem armado nos bês né
então como eles não têm o controle dos fanal externo eh cabe obviamente apenas a esse circuito aqui a elaboração de um plano eh de defecação tá bom é importante ressaltar que nessa conversa que se dá infração de milissegundos né entre a distensão do reto e essa ascendência né Essa conversa com vias superiores envolve um núcleo aqui Chamado de barrington esse núcleo el fica na formação reticular ali na ponte e esse núcleo ele ele está associado à elaboração de respostas reflexas autonômicas que envolve também a mixão e alguns comportamentos sexuais tá E então esse é um
núcleo que e tudo isso pode estar integrado né esses impulsos sexuais a a a mixão e a defecação e esse núcleo Portanto ele conversa com o núcleo dorsal do váo que a gente encontra aqui e a partir do vago a gente Tem toda a elaboração de respostas motoras que vão atender até o Colon transverso e a gente tem também um outro núcleo que a gente vai ver aqui na sequência que vai lidar com as porções mais distais aí especialmente colum descendente sigmoide canal anal e reto tá envolvendo inclusive o assoalho pélvico então perceba mais uma
vez aqui ó a partir desse núcleo de b então a gente tem a comunicação Estreita com outros três núcleos viscerais E aí eu Vou começar aqui pelos mot neurones somáticos do núcleo diono que a gente observa aqui né E esse esse núcleo aqui ele ele está relacionado ao acionamento da musculatura do aalo pélvico Tá certo então toda a apreensão abdominal todos os as contrações reflexas que ocorrem associada ao processo de evacuação estão sob o controle desse núcleo e pessoal não subestimem porque veja bem dependendo do contexto a aumento da frequência cardíaca aumento da Frequência respiratória
é necessário fazer uma prão abdominal maior obviamente que a pensão abdominal ela está sujeita a um controle voluntário mas quando se trata de óleo pélvico a gente já não tem tanto controle né e frequência cardíaca respiratória é muito menos Então existe uma integração durante o Ato da defecação que conta aí com vias superiores tá os motoneurônios parassimpáticos sacrais aqui em B são aqueles Como eu disse que vão lidar com As porções superiores do intestino grosso até é o Colon transverso eh enquanto Eh esses motoneuron simpáticos eles estão mais relacionados aí ao controle do esfinter eh
eh do esfinter anal interno tá eh se você tiver uma ativação simpática você tende a contrair mais esse eh esfinter anal interno tá então essa orquestração toda ela passa obviamente por uma circuitaria neural que ela embora um plano motor de evacuação muito Bem organizado então em linhas Gerais o que a gente pode dizer aqui é o seguinte a atividade colônica ela propele o conteúdo luminal em diração ao reto né ocorrendo o enchimento retal se for apenas um reflexo de amostragem e a defecação não seja conveniente a contração da sóleo pélvico e do spinter anal externo
após a eliminação do gás se você tem ativação de mecanorreceptores com uma maior intensidade no reto aonde há uma necessidade né de defecação se Faz a postura adequada ocorre o relaxamento do asó pélvico dos esfinteres anais e a pressão retal se torna maior que a pressão anal ocorrendo portanto aí a expulsão tá e o que que se entende por constipação propriamente dito né quando se tem aí em torno de menos do que três defecções por semana como eu disse a vocês isso primariamente está associado a componentes culturais e alimentares muito mais do que qualquer Ultra
de Zório Tá ok vocês podem ver que Há uma prevalência bastante grande de constipação nas sociedades mais ocidentalizadas Inclusive a própria China que vem né adquirindo aí um perfil eh de sociedade eh do ponto de vista de consumo alimentar mais ocidentalizada e o Brasil por exemplo tem um relato aí de entre 15 a 20% da população responde aí com ã a constipação tá bom dentro da constipação tem um agravamento chamado fecaloma que eu vou comentar rapidamente Com vocês aqui o fecaloma é quando a gente tem uma retenção muito grande uma paralisia muito grande das fezes
no intestino e vocês percebam dependendo da paralisia do volume de fezes interrompida suspensa retida no intestino grosso Você pode ter até desordens de ordem urinária a compressão da uretra né a compressão da bexiga eh resultando em incontinência urinária isso é um mau sinal inclusive né quando associado a alguma dor abdominal Eh você tem dependendo eh da intensidade desse fecaloma eh da obstrução desse lumo intestinal Você pode ter por exemplo o aumento da pressão intrac colônica que resulta em compressão dos capilares ali na submucosa e essa isquemia né ela por sua vez vai est associada a
uma inflamação a uma exação de líquidos e aí vejam aqui ó Nesse contexto você tem a chamada diarreia paradoxal ou seja o indivíduo ele não defeca mas ele forma uma evacuação de Líquido tá que é mais resultante de uma inflamação num edema né propriamente dito Nesse contexto como você tem um aumento da pressão uma paralisia Você pode ter perfuração fístula úlcera colite tá joia isso é mais comum naqueles e componentes do intestino grosso que estão mais relacionados a estocagem das feses e aonde as feses são mais duras já são mais ressecadas porque já ocorreu toda
a absorção de líquido né até esse Ponto aí possível e considerando o contexto de paralisia essa absorção ela ela segue Então as feses tendem a se tornar muito menos viscosas ainda né então é mais comum nessa porção aqui há um aumento da distensibilidade então você pode formar o chamado megaon pela paralisia eh Há uma discussão se o megacólon é a causa ou seria consequência se for a causa né uma desordem neural que resulte um megacolon se de fato vai ter um Represamento das feses ali agora não o represamento das feses pode condicionar o meac tá
joia então enfim fica aí né Essa indagação algumas doenças são comuns inclusive no Brasil né a doença de chagas a neuropatia diabética são desordens que acometem a integridade da circuitaria neural e geram aí um prejuízo das respostas motoras Você pode ter um aumento da secreção a secreção de de muco porque a o aprisionamento de fezes nessa porção mais baixa aqui né Quando chega até o reto o reto responde secretando mais muco né agora em alguns casos os pacientes eles fazem as chamadas manobras manuais eles Literalmente retiram com os dedos as feras e nesse momento se
associado a uma desordem neuropsiquiátrica né um paciente que não tem eh muita consciência do plano motor que ele está executando ali voluntário ele pode lesar o anos né E nessa lesão Você também tem a formação de líquido aqui de Adma que Pode estar associada a uma perda né de líquido a essas nessas fezas Mas seria de pouca monta nesse caso porque haveria ainda obstrução para a evacuação propriamente dita e pode ocorrer também algumas desordens do ponto de vista aluminal né então literalmente a obstrução a a obstrução se for pela contenção de fezas é um tipo
de desfecho Agora se a obstrução ela é associada a uma torção do intestino ela é um pouco mais Complexa porque você não poderia fazer uso de laxantes digamos assim né porque a obstrução está mais associada a uma torção e não propriamente dita a distensão decorrente do acúmulo de fezes né Então esse é um ponto que deve ter um diagnóstico diferenciado aí por imagem certamente onde é mais comum fecalomas idosos e pacientes de desordens neuropsiquiátricas né eles possuem menos sensibilidade colônica Vocês já viram lá que pode ter Menos contrações de alta amplitude as contrações de alta
amplitude elas podem ser de menor amplitude n é eh menor grau de atividade locomoção uso de medicações anticolinérgicas e antis serotonergic que são agentes [Música] estimatório né os colinérgicos e serotoninérgicos e Existem algumas complicações associadas a fecalomas que é perfuração no intestino obstrução intestinal ulceração e obstrução uretral Então é um fato bastante preocupante e para vocês verem aqui né eu trago esse trabal para vocês é um relato de casos a ameaça aqui né da a impactação fecal que é uma outra forma de se relacionar aí ao fecaloma então vejam aí como que é a paralisia
desse intestino a distensão né dessa parede intestinal Como que o intestino grosso ele fica aqui é comprimido isso aqui é um homem de 18 anos com histórico de asma e constipação crônica sem febre nem estabilidade Hemodinâmica com distensão exacerbada do abdômen presença de edema e palidez na perna direita se recusou a receber laxante retirada manual após anestesia pessoal Olha só veia ilíaca contraste aqui da veia ilíaca esquerda e a ve ilíaca direita né então a distensão aqui desse intestino ela comprimiu a veia elía daí o edema e a palidez na perna direita tá E aqui
em corte transversal vocês vendo aí a paralisia desse intestino Tá certo eu deixei para vocês Ali nos vídeos complementares do Moodle hum é um vídeo Dá para ver que tá em espanhol né não sei se é no México se é aqui na América Latina se é na Espanha uma cirurgia de fecaloma tá assistam lá vocês vão ver é um vídeo com uma duração de 3 4 minutos real mesmo vocês vão ver lá um um processo de retirar de fecal Ona tá é realmente recomendo então a gente finalizando aqui pessoal na continência fecal né uma situação
que a gente tem uma permanência prolongada no Colo e um das feses e o endurecimento das feses as variedades podem ser aqui ó continência fecal por atividade aumentada do sistema retentor no caso Colon ascendente transverso ou seja uma paralisia menor motilidade é um período de trânsito muito acentuado ali então eh eh Há um um um uma retenção muito duradora das fezes naquele segmento desculpa e a continência fecal por insuficiência do sistema contentor evacuador aqui no caso os reflexos que Acionaram a defecação propriamente dita e eu vou comentar com vocês já na sequência então alguns contextos
endócrinos como hipotiroidismo neurológicos como a parkson esclerose múltipla a gastroparesia né as desordens neuropáticas no dm de ordens neoplásicas infecciosos comportamentais né como dessensibilização do reto pelo não atendimento ao chamado inflamação do reto fés endurecidas hitas alimentares e Com textos mais depressivos tudo Isso pode impactar aí na constipação vejam essa afirmação aqui no início do século XX que interessante a liberdade dos intestinos é uma das mais preciosas talvez a mais essencial das liberdades sem a qual o homem não pode pode atingir a Plenitude é verdade né a gente sabe muito bem que o livre trânsito
o processo de defecação tem que ser atendido quando não ele se torna um transtorno muito grande né então aqui Para não reforçar tudo né pessoal tem algumas características que denotam uma situação de prejuízo no processo de sincronia de reflexo do ato evacuatório que eu vou comentar rapidamente nesse slide aqui você pode ter por exemplo uma situação aonde quando há distensão do reto O sanal interno ele também se contrai muito então é uma dissinergia é uma dessincronia o sing tranal interno aqui ele deveria ficar uma cor clara aqui tá um azul mas o que acontece O
Spint tranal interno ele contrai quando o reto se distende então isso é péssimo né ele tá fazendo exatamente o contrário do que deveria você pode ter uma hipercontração do esfil tranal interno sem a distensão retal ou seja ele é mais proativo é bem semelhante a esse caso aqui né Você pode ter um esfin tranal interno que não relaxa após a distensão retal então e não é que ele aumenta a contração ele não relaxa ele tá constantemente contraído tá E você tem Casos aqui que o reto não se distende e nem o esf não perno Ou
seja pode ser um mega reto né um mega aonde o indivíduo ele ele não consegue aí sinalizar para a defecação tem duas revisões que eu achei muito interessantes colocar para vocês eu não vou detalhar aqui até porque não é minha função né entrar com a parte Clínica mas as causas primárias da patologia fisiopatologia da constipação as secundárias normalmente algumas Medicações obstruções de ordens metabólicas neurológicas né os critérios funcionais para considerar a constipação como muita força feses endurecidas sensação incompleta de evacuação né bloqueio ano retal ou sensação de bloqueio o uso de manobras manuais menos de
três eações por semana enfim a a evacuação ela é Rara mesmo na presença de uso de lch ativos e assim vai tá ordens primárias de Constipação passando pela as constipações idiopáticas de desordens retais ou por baixo trânsito intestinal as secundárias enfim fica aí o convite para que vocês acessem esse material eu agradeço a atenção de vocês a gente chegou aqui a 1:17 é um conteúdo que foi bastante longo né pessoal mas felizmente aqui nós encerramos nosso conteúdo espero que vocês tenham eh gostado aí do conteúdo e mais uma vez foi um prazer aí ter tido
esse momento com vocês mais