Tá, meu nome é Maisa Figueiredo. Eh, eu sou casada com Carlos Figueiredo, que é esse aqui, esse bonitão aqui. >> Tudo bem, >> Carlos Figueiredo, meu marido.
Somos casado há 42 anos, temos uma história de vida muito legal. Nós temos um, nós vivemos um casamento em plenitude, né, amor? >> Sim, com certeza.
Mas o nosso casamento não foi sempre assim, né, filho? >> Infelizmente não. >> Então é sobre isso que nós vamos falar aqui, sobre as nossas experiências de vida.
E eu tenho certeza que com a nossa experiência a gente vai poder ajudar muitas mulheres de família e e todas as mulheres me interessam. Por isso que o nome do nosso canal é Mulheres de Família, porque todas as mulheres têm família, né? Nós somos pais de três filhos, todos três casados, temos dois netos, duas noras e um genro.
E nós temos uma construímos juntos, né, amor? Uma linda família imperfeita. Nossa família não é perfeita.
A gente não tá aqui porque a nossa família é perfeita. Não. E o nosso casamento, hoje a gente vive a plenitude do casamento, mas o nosso casamento foi um casamento muito com muitos conflitos, desentendimento, muita briga, muita discórdia, causamos muito, muitos sofrimentos paraos nossos filhos, com as nossas brigas, né?
Então, se você vive um um casamento assim, se a sua família está desconecta, com certeza nós já passamos por isso, porque casamento, relacionamento conjugal, passa, passam todos pelos mesmos, pelas mesmas vivências, né? E, e o que que acontece? a gente não tem maturidade para lidar com o o casamento, com um relacionamento conjugal, porque são muitas demandas e e nós no começo do casamento a nós somos muito imaturos e nós carregamos muitas eh histórias da nossa família, muita vivência, muitos paradigmas e com isso nós temos muita dificuldade de de viver, dividir um espaço, dividir a vida com outra pessoa.
É, é, nós precisamos aprender a se relacionar. Essa que é a verdade. Então, quando a mulher busca o autoconhecimento, quando o casal começa a se esforçar, a aprender a ser casado, porque quando a gente quer uma profissão, a gente vai fazer um curso.
Ah, eu quero eu eu quero fazer inglês porque eu quero ser professora de inglês. Aí a pessoa vai lá, faz um curso de não sei quantos anos, né, quando a gente quer se formar médico, advogado. Só que a gente quando vai casar a gente se preocupa em preparar tudo, a festa, os convites, o vestido, a cor da roupa das madrinhas.
Só que a gente nem não se preocupa em fazer um curso de noivos, um curso de casal para poder aprender as demandas do casamento. Então a gente não é pego de surpresa. Foi isso que aconteceu com a gente.
Nós fomos aprendendo na prática. Só que chegou um tempo que ficou tão inviável viver juntos que veio, vieram aqueles pensamentos de de separar, de sumir, que todo mundo fic, ah, eu quero sumir, ah, vamos nos separar. Que todo mundo pensa isso.
Ah, não, não dá mais. só o divórcio. Mas aí aquele que que iniciou a boa obra, que que é aquele que idealizou as famílias, aí ele entra com providência.
Então ele foi isso que aconteceu, como eu fui criada nesse contexto de de família, eh eu não tinha vontade de de de separar. Eu tinha vontade de ficar casada, de ter família, porque eu perdi a minha mãe muito cedo. Meu esposo também perdeu a mãe dele cedo.
E nós tivemos uma vida muito difícil, sem uma família, sem mãe, sem pai dentro de casa. E a gente não queria, eu de jeito nenhum queria isso para pros meus filhos. E ali eu comecei buscar ajuda.
É isso que a gente tem que entender, que quando a gente não consegue resolver, a gente tem que buscar ajuda. E, e assim, eh, eu fui buscando ajuda, lendo, assistindo, eh, palestras de psicólogos, de terapeutas, comecei a fazer vários cursos, tive pessoas maravilhosas que eu tenho uma eterna gratidão, que me ajudaram, me orientaram, seguraram na minha mão e assim eu fui fui me transformando, porque a gente tem que entender que a transformação que eu que eu quero no outro começa em mim. E quando quando eu começo a ser transformada, automaticamente o outro vai se transformando.
Porque se eu dou uma palavra boa para ele, eu vou receber uma palavra boa. Se eu dou um grito com ele, ele vai gritar comigo. Então, quando eu comecei a aprender a a a me autoconhecer, a lidar com os meus temperamentos, com com meus comportamentos, com as minhas emoções, então ficou mais fácil, porque conforme eu fui sendo transformada, sendo modificada, sendo ressignificando a minha forma de agir, de dispor minhas emoções, automaticamente ele foi sendo alcançado.
Eh, então, dessa forma eu comecei a edificar a minha casa. Porque quando a Bíblia fala em Provérbios que a que a mulher sábia edifica a sua casa e a tola destrói com as suas próprias mãos, é exatamente isso. Quando eu não tinha sabedoria, apesar que eu fazia tudo que eu achava certo, nossa, mas eu sou uma mulher que eu cuido da casa, dos meus filhos, do de tudo, mas não era Eu não cuidava da maneira certa.
Eu cuidava bem das coisas, mas eu não cuidava bem das pessoas. Porque o que que adianta eu ter uma casa limpa, brilhosa, minhas roupas tudo engomada no cabide? Se na hora que que o meu cônjuge falava comigo, eu dava um grito.
Eu nunca sabia responder com uma resposta branda, quando a Bíblia diz que a resposta branda desvia o furor. E o fato de de quando eu não tinha sabedoria, eu eu não tava edificando a minha casa, pelo contrário, eu tava destruindo. Eu achava que eu tava cuidando, botando tudo brilhando e e que eu tava sendo perfeita, porque eu cozinhava.
Não, não é isso que que muda a vida de ninguém. Ninguém precisa fazer um curso de culinária para para casar. Não precisa.
Isso vai aprendendo no dia a dia. O que a gente precisa ter no nosso relacionamento é respeito, amor, resiliência, companheirismo. E e a e com essa com esses atributos as coisas vão mudando.
Aí a gente vai aprendendo como é bom ser casado. Cara, meu casamento parecia um inferno. Ai, parecia um desgosto, era um peso.
E ali você vai começando, aí você vai aprendendo a desfrutar um do outro com sabedoria, com amor, com paciência. Tudo começa a fluir quando a gente busca o autoconhecimento. É fundamental, gente.
É fundamental. Então, eu tenho certeza que a gente vai passar um tempo muito muito legais aqui, trocando ideia do nosso cotidiano. Eh, muitas coisas que eu faço para ele que agrada ele, muitas coisas que ele faz para mim que me agrada.
Então, eu vou passar para vocês como que vocês fazem ele entender o que você quer, como você se faz ser entendida, né? Porque antigamente eu falava A, ele entendia B e era vice-versa. A gente ninguém entendia o idioma que o outro falava e agora não.
Às vezes num olhar, num num num simples gesto, ele já sabe que eu não gostei, entendeu? E eu já sei que ele não gosta também. Então é sobre isso que nós vamos desenvolver aqui nesse canal.
Nós vamos falar eh de como eh reconstruir a sua família com princípios cristãos e vida de verdade. Aqui não é teatrinho, não. Aqui não é não é televisão não.
Aqui é vida na prática, vida no cotidiano, vida de verdade, assim como a palavra diz que Jesus veio para nos dar vida e vida com abundância. Que abundância é essa? A gente tá falando sobre dinheiro, não, mas abundância também faz parte.
O dinheiro também faz parte da abundância, mas abundância é viver em plenitude. É Jesus veio para nos dar vida e vida de verdade. É essa vida que a gente quer passar para você.
E nós temos experiência de 42 anos de casamento. Então vai ser vai a gente vai responder muita resposta para vocês, dar muitas respostas, só fazer perguntas que a gente vai est aqui para responder, né, amor? Eh, pessoal, eh, nós gostaríamos, antes de mais nada, que vocês se inscrevessem no canal, né, dessem o like e, como ela falou, né, façam perguntas, agreguem, eh, para que nós possamos também, né, eh, falar um pouco, eh, da nossa vida, OK?
>> Nós vamos contar a nossa história eh com tempo, né? Nós vamos, para o vídeo não ficar aqueles vídeos longo, então a gente vai sempre contar um pouco da nossa história desde que de que iniciou, como é que a gente vivia e e como é que a gente foi melhorando, né? Também nós vamos falar o quanto nós prejudicamos os nossos filhos, que isso é muito importante.
Por que que os filhos, as crianças, os adolescentes estão doentes? A, muitos adolescentes tentando suicídio, outros até conseguem se suicidar, né? Há pouco tempo eu acompanhei duas duas adolescentes de 16 anos que tentaram suicídio.
E então, eh, como que o relacionamento prejudica o mau relacionamento, né? não é o bom relacionamento, prejudica os filhos e e os filhos se sentem perdidos, inseguros, desprotegidos. Então é uma responsabilidade que Deus colocou pros pais é cuidar dos nossos filhos.
Os filhos foi dado como presente de Deus, como herança do Senhor, né? É, é a continuidade da nossa existência. Então, nós temos responsabilidade com os nossos filhos.
de zelar por eles, de cuidar bem da integridade emocional deles, de todas as áreas da vida dos nossos filhos. Nós somos responsáveis e tudo sobre tudo isso nós aprendemos. Então fica aqui o nosso agradecimento de antemão, né, filho?
>> É, aguardamos, né, por vocês, eh, tudo que vocês puderem >> interagir, né? >> Interagir, agregar. Eh, será uma coisa muito prazerosa.
>> Sim, >> divulguem e participe que isso é fundamental para nós, porque a gente tá aqui para servir. Então, se se vocês não participarem, aí o nosso trabalho fica inútil. Então, sei que vai ser um tempo bom pra gente compartilhar.
Um beijo no coração. A gente tá esperando vocês aqui. >> Tchau, tchau.