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Psi... que? com Felipe Teles – Clínica Infantil Lacaniana: O Atendimento de Crianças com Lacan

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Instituto Berggasse
Certo vamos lá bom primeiro tô supondo que o som tá bom tá gente se tiver muito ruim alguma coisa Assim vocês me falam e eu vejo aqui eh primeiro agradecer a thí e a Instituto pelo pelo convite Fiquei fiquei muito feliz quando a gente a gente definiu essa data acho que mês passado né ou retrasado sei faz um tempo que a gente tá conversando legal que deu certo E e é isso para quem nunca me viu na vida meu nome é Felipe tes psicanalista lacaniano e como a thí falou né quando tô falando nas trocas
qualquer espaço que eu tô eu eu acho legal não necessariamente falar falar e no final para e tem as perguntas eu acho que essa troca constante é legal acho que o movimento do grupo fica mais interessante Então como a thí falou né Eh vocês podem a qualquer momento que eu tiver falando ou levantem a mão ou só Tira o mudo e espera só terminar a linha de raciocínio aí a gente fala sobre esse determinado assunto que eu tiver falando naquele momento e a gente vai trocando aí e sobre esse detalhe com a licença da Thaís
tem uma coisa que eu faço muito nos nos meus espaços que eu sei que às vezes num evento com muita gente e tal Às vezes a gente fica com receio de fazer algumas perguntas famosa acho que tem uma pergunta meio essa pergunta Parece idiota não tem pergunta idiota a Gente sabe disso mas o legal do zoom é que você pode mandar mensagem privada só para mim então assim se você tiver com receio de mandar mensagem quando eu recebo uma mensagem que é só para mim com uma pergunta eu não leio o nome da pessoa é
um jeito de talvez deixar a pessoa mais à vontade de perguntar então fiquem à vontade para perguntar desse jeito só um alerta é que eu vi agora ou antes que tem um outro Felipe tes tem um outro Felipe Teles aqui no meio com dois Helas o meu tem o arroba Então na hora de mandar mensagem em privado só separa isso Felipe é isso né Nada Comum mas só esse esse detalhe que o meu tenho ar e beleza é isso quando quando eu tava conversando com a né ela falou bom eh é um tema que você
quiser e tal e aí aí aí foi um problema porque eu gosto de falar para caramba falo de muo coisa e eu queria trazer um tema que fosse meio não sei se inédito né mas que eu nunca tinha falado nunca tinha falado tinha falado Pouco em espaços assim abertos e eu me lembrei desse assunto que eu quero falar há um tempo que tem gente que acho que nem sabe que eu trabalho com a Clínica Infantil e esse assunto acaba sendo meio quase exclusivo da supervisão infantil supervisão infantil Olha que Nat falhou excelente supervisão individual e
também nos grupos de discussão de caso e e é um assunto que eu gosto muito então achei que seria bom trazer esse tema até porque é um tema não acho polêmico mas Eu acho complexo eh não só no sentido teórico e eu queria começar por ele e e primeiro explicar né porque necessariamente esse tema tem a ver comigo para quem nunca ouu essa história tem são momentos de fofoca porque a fofoca edifica junta a gente traz uma união eh eu comecei pela Clínica Infantil né quando eu começo a estudar a psicanálise a 19 eu eu
me interessei muito pela Clínica Infantil E aí eu resolvi ir atrás né E aí eu fui aqui fui ali fui uma porrada de lugar curso formação grupo de estudo livro apresentação focado nesse sentido acho que eu queria ser o próximo winot mesmo sem ser inglês e foi nesse caminho de estudar muito psicanálise infantil né para quem conhece minimamente eu fui ali pra Melanie Klein eu fui ali pra Ana Freud aquela briguinha que também tem muito foca boa ali e aí nesses estudos todos Da Clínica Infantil Como eu disse né 1900 bolinha eu conhecia franois d
ou dor quem quiser e é uma psicanalista francesa quem não conhece e aíssa do Lacan saíram de mãos dadas da Ipa foram expulsos juntos falou é vamos vamos deixa esses car aí vamos beber um pouquinho só que em francês e a françis tem um trabalho muito bom assim foi eu acho que depois de lac foi a uma das pessoas que eu mais li aí Alguns vão dizer Pô Nem Freud nem Coloco na conta né a gente já perdeu então gosto muito do trabalho dela quando eui fui estudando fui entrando com umas contradições mas ok E
aí o que aconteceu quando eu tô indo na estudando françis AD eu cheguei no lac né não tem como AD seguia ela tava lá nos seminários dele e aí eu falei assim Bom já que a François D foi para Lacan e eu quero estudar François dto Deixa eu só ir aqui um pouquinho pro Lacan e assim que eu entender eu volto E aí faz Anos tentando entender lac e tô nesse lugar e mas Brincadeiras à parte essa era a minha ideia Inicial E aí bom já puxando um gancho do que eu ia falar hoje né
ou seja esse é o meu com então adoro a clínica Clínica Infantil eh supervisão infantil Às vezes você tem que virar para mim e falar Felipe cala a boca que você não deixa falar sem parar hoje a a thí comou comigo tempo e eu achei que era uma hora e eu tava aqui cortando aquilo cortando para Desesperado porque eu falei como é que eu vou conseguir falar uma hora aí ela falou que era 1 hora e me F Ufa pelo menos tenho mais tempo que se deixar a gente sair daqui cesta eu gosto muito desse
tema acho muito legal falar sobre isso eu acho Inclusive a Clínica Infantil uma escola muito boa eu sei que a gente pode entrar né nesse lugar de Ah mas não tem para lacam algo que seja uma clínica infantil uma clínica adulta uma clínica adolescente etc etc concordo do Ponto de vista do da teoria né mas a gente não tá falando só de teoria tá falando de uma Praxis e quando eu falasse em Clínica Infantil é o atendimento em si e crianças Então eu acho que é uma escola muito boa porque às vezes a gente começa
a estudar e a gente estuda pela via da regra né a gente vai pela pela via da regra do tipo ah eu tenho que colocar alguém eu escutei na minha formação que eu tenho que colocar alguém deitado no negócio Que chama de e falar pro pessoal falar o que vem a mente aí chegou uma criança de 5 anos falou tio como é que você vira pra criança e fala assim deita aqui nesse Divan e fala o que vê a mente hum não e aí não tem atendimento E aí tem toda essa discussão eh e aí
eu concordo com uma frase que eu ouvi uma vez do luí boto que ele usou um termo interessantíssimo ele falou entre outras coisas ele disse que a clínica do Lacan é Adulti e não sei se acho que foi essa expressão e eu concordo com isso né Acho que o lacam se preocupou muito pouco em falar dessa dessa diferença eh não gosto de passar pano para Lacan não vou mas se se eu fosse eu ia falar que pro Lacan qu ele tá muito consumida pela própria teoria ele supõe que todo mundo entendeu que aquela teoria pode
ser usada com qualquer indivíduo consequentemente com qualquer estrutura e por aí vai então não sei se Ele não achou fazer esse movimento e é o que acontece muito as pessoas que estão estudando lac gostar de atender criança e vai PR adulto por exemplo né ou outras E aí o meu ponto de vista é que dá para atender sim crianças com Claro não vou falar especificamente de adolescente tudo mais mas vou especificar nessa questão das crianças que é o seguinte deixa só pegar minha colinha aqui para não esquecer de falar nada Como bom e é o
que eu disse n nor a gente vai atender por uma relação regrada eh eu falo isso muito nos espaços de que a gente pode virar e trabalhar com uma clínica regrada o que eu quero dizer regrada né de que coisas muito fixas bom se vocês devem ter ouvido isso se não ouvir vão ouvirem algum momento né bom se tem culpa no discurso é neurose obsessiva se o paciente está falando de dívida é neosa obsessiva E aí isso fica Nesse discurso imaginário que se chega por exemplo numa estrutura histérica te devendo a clínica você fala Putz
eu apostava numa histeria agora tá me devendo tem dívida não pode ser histeria E aí quando a gente não entende a base da estrutura ou a base da teoria fica mais difícil fazer esses movimentos não só com os adultos Principalmente quando a gente tá falando de de um tal de significante né quando a gente vai estudar pela Via Significante a gente escuta entre outras coisas eh Inclusive eu falo isso eh significante tem a ver com fonema tem a ver com o som fosse uma criança de 5 7 anos vai chegar na sua Clínica né e
não vai começar a falar como você vai acessar esses Tais significantes né como que dá ou não dá para atender e aí por isso é importante a gente na base da teoria ent só título de exemplo Lacan seminário um Deão 20 o significante não tem a ver necessariamente com o som o Significante Marca uma diferença essa diferença pode ser marcada pelo som Mas a gente pode ter ess eh e eu vou se for o caso eu entre nesse mérito depois mas H uma criança efetivamente que chega e ela não vai falar como eu vou ter
esse acesso né ou na frase lacaniana bonitinha como eu vou extrair significantes e a gente lembra do brincar quando você brinca com uma criança que inclusive é um tema polêmica Na própria Clínica Infantil Quando você brinca com a criança ou quando a criança brinca no seu consultório ela tá ali fazendo uso fazendo jogo jogo também é um ponto importante colocando em prática ou fazendo funcionar os significantes E então lembro de um paciente meu inclusive há muitos anos né ele tinha acho que se anos na época ficou comigo do seis ao sete eu sempre dou esse
exemplo nos grupos ele chegava toda vez Na sessão muito em silêncio era um era uma criança que eu trabalhava em determinados lugares de atender determinadas crianças de que estavam em ONGs coisas abrigos e tal e a história dessa criança é fazendo determinadas alterações é que a mãe dele e ele moravam debaixo de um viaduto e ele era quase um bebê na época e a mãe se vendia vendia o corpo em troca de dinheiro então parava um carro buzinava a mãe entrava deixava ele lá depois o carro Deixava ela Nesse Mesmo Lugar e é interessante Porque
durante o atendimento com ele Eh toda vez que tocava um barulho de carro ele corria pra janela olhava e voltava corria e voltava e essa cena foi muito interessante né e tem a ver com todo caso e tudo mais mas enfim esse mesmo paciente chegava nas sessões brincava de massinha falava muito pouco brincava de massinha e toda vez ele fazia algo que ele chamava de carro ele fazia montava Um carrinho e ficava brincando passou um tempo ele pegava dava um soco nesse carro e ele fazia isso diversas vezes né Isso é uma relação de significantes
de alguma forma eh na época com muita supervisão cheguei nessa nessa nessa relação de significantes né e tudo mais mas é um uma outra forma da gente acessar esses Tais significantes eh então quando a gente vai para uma base da teoria ou para É eu gosto de Chamar de base eu gosto de chamar de fundamento ou de introdução mas não introdução no sentido da simplicidade sim algo que te introduz no os outros temas e aí a gente consegue atender crianças porque a gente faz um outro estilo para acessar a mesma coisa é igual quando a
gente tem um caso tá fazendo essa Separação com esses nomes é igual quando a gente tem um caso adulto e aí você tem um jeito de trabalhar que a gente vai chamar aqui de estilo o Paciente chega você vai lá fala alguma coisa o paciente vai lá e fala você trabalha com o que ele fala e fica nessa troca aí chega aquele famoso para quem nunca teve vai ter aquele aquele paciente que chega e fica mudo o paciente não fala nada E aí você vai leva pra supervisão e fala ol esse paciente não fala nada
não sei o que fazer com silêncio Bel teoria tal beleza aí tem um outro paciente que não para de falar aí tem um Outro paciente que fala normalmente aí tem um outro paciente que falta muito etc etc ou seja todas essas relações imaginárias todos esses fenômenos que acontecem na clínica adulta vai ter como base uma determinada estrutura e essa estrutura pode ser lida pela teoria então entre outras coisas eu eu separei 1 milhão de livros aqui se deixar eu separo mais um dos livros mais conhecidos né pelo menos galera que estuda comigo que eu sempre
indico é o Livro da Michele Roman a introdução à psicanálise de crianças e o lugar dos pais daqu a pouco eu vou falar sobre os pais e quem já viu esse livro é interessante que a Michele trabalha 80 85% desse livro com a teoria então o livro é estádio do espelho complexo deedo chamando complexo aqui po Freud é alienação e separação não lembro se tem ou seja ela toma boa parte de um livro né que ela se dedica a falar da Clínica Infantil como teoria porque é isso é Isso a teoria né é isso a
lógica de a gente atender crianças eí Claro ah mas tem diferenças tem particularidades Claro que tem a relação de manejo a relação de estilo mas a teoria que você vai usar é a mesma coisa como eu falei agora a pouco né Você não vai colocar uma criança de 5 anos no Divan e pedir para ela falar mas você vai brincar com essa criança e aí a leitura que você vai fazer da brincadeira é a mesma leitura que você faz de um discurso de um Paciente adulto e é por isso que eu digo que a clínica
infantil é muito que é uma escola muito boa é muito bom para aprender que é muito bom para estudar porque e às vezes a gente uma culpabilização nisso que eu vou falar né porque a gente adora comparação ah chicote não sou um bom analista mas não precisa ir para esse lugar eu costumo dizer que se você consegue atender criança não vou nem falar bem porque Seja lá o que é atender bem se você Consegue atender criança você consegue atender adulto o contrário não é a mesma coisa Não não posso dizer a mesma coisa por essas
particularidades no no detalhe do manejo eh só olhar minha colinha só para ir com calma e parcimônia quem quer falar sobre o que eu falei até agora perguntas críticas sugestões que que vocês acham do que eu tô falando Felipe Por que que você quis eh O que que te atraía na na clínica com criança por que que você começou por aí eu fiquei curiosa com isso Boa pergunta que eu poderia te responder que só eu e minha analista sabe mas os os motivos de escolha sempre partem da gente mas porque para ser sincera eu acho
uma resposta meio touca na verdade mas depois eu fiquei pelo pelo interesse de pela dificuldade eh eu sempre gostei muito de criança na época que eu tava estudando psicanálise né Naquelas festas infantis que todo mundo vai num bifê da vida e tem principalmente na sociedade que a gente vive tem o grupinho das Mães o grupinho dos pais e as crianças eu ficava com as crianças o tempo todo então era o tio da festa o tio O tio que brincava com as crianças eu chegava já viha três crianças abraçar isso não é uma regra para atender
criança não é ah você tem que claro você tem que gostar minimamente do que você faz minimamente Não é que entrar na lógica de que Ame o que você faz e nunca vai trabalhar mentira mas enfim porque é isso né Eu primeiro eu me interessei por isso eh porque é isso eu queria entender como funcionavam aquelas cabecinhas foi um interesse também teórico interesse de estudo e a dificuldade o desafio que é atender criança sempre Me interessou porque o que eu falei né Você pode cair sem querer e num começo a gente faz isso né acabei
de falar questão de culpa com Neuras obsessiva e tudo mais oua sintoma no corpo com histeria você é é fácil você cair nisso na clínica adulta né é fácil você receber um paciente e é fácil você atender um adulto durante 2 anos e não movimentar absolutamente nada agora com a Clínica Infantil se você não faz um trabalho não vou dizer certo assim mas interessante que tem a teoria de barai braço a criança vai falar tio na moral tchau foi embora Se você ficar brincando com a Criança só essa criança não tiver nenhum movimento e ainda
que seja complicado falar isso porque os pais é uma outra questão essa criança vai embora sem movimento nenhum se brincar ela brinca em casa Então acho que no sentido do desafio eh é bem legal você atender criança assim porque é como eu falei né Eu aprendi muito eu não aprenderia tanto se eu não eu acho se eu não tivesse começado por essa Clínica mais alguém eu tenho uma questão Oi Oi como que é para você para tem Ender a criança essa relação com os pais dessas crianças ótimo eu acabei de reber essa pergunta aqui no
chat privado também essa essa essa pergunta sempre aparece não tem como eh a maior dificuldade de fato da Clínica Infantil ou a maior complicação são os pais né e eu sempre digo isso né quando você pega esse livro da Michele por exemplo o título é introdução a Psicanálise de crianças o lugar dos pais então outro livro que eu V indicar para vocês que eu gosto bastante que que perou comigo já ouviu que é esse livro aqui de uma psicanalista Argentina que eu também gosto muito chamada Alba flesler chama a psicanal de crianças e o lugar
dos pais ou seja eh os pais são de fato um ponto principal né aí por vários motivos E aí para introduzir isso só para trazer isso a tono eu separei um um Trechinho peço licença para vocês mas eu prometo que é muito curtinho e eu leio rápido e eu separei só algumas partes não separei o até porque ele tem duas páginas eu ainda separei só alguns parágrafos ã é um texto da Michele também vou falar de outras pessoas calma que tá neste livro aqui ó um pouco antigo que chama a criança no discurso do outro
esse livro é muito bom não acho que tem mais deve Ter aí num instante virtual da vida é da cê Edit iluminas iluminuras e ele foi organizado pela Jara você tem Michele Roman jerusal a Julieta o dunker uma galerinha e uma vez lendo ess esse livro até mensagem para mich Nossa olha te achei aqui falou nossa esse livro é tão antigo que eu tinha esquecido que eu tinha colocar esse texto provavelmente ela mesm já Mudou os casos que ela conta aqui ela repetiu alguns lá no livro dela E aí tem uma parte interessante aqui para
falar desse tema para iniciar o tema dos pais que chama o caso Júlia e aí eu separei os parágrafos peço licença para vocês para ler um pedacinho né ela vai dizer assim Júlia tem S anos a época em que é trazida pelos pais pro tratamento este se queam de uma timidez excessiva da menina que quase não se relaciona com outras crianças e fala Muito pouco destacam-se enunci aí tem uma entrevista preliminar destacam-se enunciados da mãe bastante frequentes como tenho medo que ela fique igual a mim não quero que ela sofra como eu sofro que inevitavelmente
remetem a própria história da mãe mais que a da filha assim sendo transcorridas algumas sessões indico lhe um outro an lista função que por estar atendendo a filha julgava não poder ocupar a mãe no Entanto insistia em me mostrar que era Exatamente porque eu atendia sua filha que sua transferência se endereçava a mim a mim era suposto um saber sobre seu sintoma ainda que ele estivesse alienado no corpo da filha não procurou Portanto o analista que lhe indiquei e continuou a se queixar a cões com Júlia desde o início transcorrem quase em absoluto silêncio esse
comportamento de Júlia se mantém por um longo período durante o Qual passa a me questionar se realmente tinha diante de mim um sintoma em ato ou se Júlia não esteria não estaria à sua maneira simplesmente recusando o atendimento esse longo período de atendimento parecia-me suficiente para que se colocasse a questão havia por parte de Júlia algo que constituísse como uma demanda de anala ocorre-me Então perguntar-lhe se queria continuar vindo as sessões a resposta é clara e simples não não Sonoro firme que colocava então um impasse em relação ao próprio atendimento deixei de ouvir esse não
desculpa deixar de ouvir esse não seria tomá-lo como objeto tomá-la como objeto no desejo dos Pais pois seria mantê-la no atendimento unicamente pelo Desejo deles ouvi-lo com uma a única via de intervenção possível que coloca a Júlia como sujeito é levá-los às últimas consequências assim sendo encerra o Atendimento em uma sessão na qual estão presentes Júlia e os pais o pai limita-se a concordar com a situação Júlia bastante sorridente reitera sua posição de não querer continuar a vir e parece aliviar a mãe entretanto chora quase o tempo todo despede-se com um um abraço demorado marcando
mais uma vez que havia aí algo se escutado para finalizar parece ficar claro nessa situação o quanto é Importante situar Desde o Primeiro Momento a demanda de análise uma vez que estamos lidando com a particularidade de que no atendimento de criança não é apenas um sujeito que se apresenta a nós mas que isso mais que isso o pedido nunca é feito inicialmente pela criança o sujeito supostamente questão são os pais de Júlia e até nesse caso Mais especificamente a mãe que se queixam da timidez da menina que não quer dizer necessariamente que a própria Júlia
tem Uma questão em relação a isso ainda que essa timidez seja aparentemente encenada nas sessões da mesma maneira ao considerar que esta fala fosse uma fala sobre a menina deixamos escapar o que havia aí de mais fundamental de que se tratava de algo que era falado na menina é uma frase da adô meio famosinho Até que a criança é o sintoma dos pais e aí eu puxo lacamp vai dizer que o sintoma é uma metáfora e faço aqui uma Brincadeira uma licença poética de dizer que a criança é uma metáfora dos pais e tal qual
eh não foram poucos os casos meus casos que aconteceram cenas parecidas com essa que a Michele marca né de de ch os pais dizer eu não sei se tem uma questão aí de análise né eu eu não sei se se trata dela e e é isso muitas vezes só para vocês terem uma ideia do papel dos Pais acontecem cenas do Tipo Bom eu acho interessante você pros pais né Eu acho interessante você também passar por uma questão né de de análise posso dar uma indicação poss T tal e a gente escuta coisas nesse formato mas
o problema é esse que eu tenho que passar de anl né problema é ela etc e enfim os pais trazem a criança né assim como você pode ter isso também na relação adulta de alguém que diz eu tô aqui porque minha esposa falou para vir supondo que eu falando só de c de Neurose isso Fernanda da da Criança e na criança então essa especificidade Acontece muito nas supervisões individuais quando tô escutando alguém apresentar um caso e pess fala o tempo todo por exemplo da mãe é uma frase que eu uso muito supervisão individual fal assim
tá Espera aí quem é o paciente ou melhor ainda quem você quer que seja o paciente Ah nesse caso eu acho que a mãe Devia passar por uma análise porque se a mãe Não passar por uma análise não vai dar para passar essa criança em análise sim então por que que a gente continua atendendo a criança aí tem motivos para isso e uma coisa que eu brinco né chistosos que não é sou brincadeira e eu falo assim assim é mas essa mãe se eh essa criança não fica ou se eu não faço tal coisa essa
mãe ou esse pai vai tirar a criança vai outra coisa importante uma coisa que eu brinco é você tá mexendo com falzinho da mãe você Tá mexendo com esse objeto de desejo você tá mexendo com isso que diz para ela que ela é a mãe você diz que você tá mexendo com algo que diz que ela ou ele é o pai então é claro que vai ter incômodo não sei se vocês quem atende criança ou ouviu casos de criança a gente escuta muitas coisas do tipo é mas eu acho que tá piorando do ponto de
vista da mãe e do pai se pergunta para a criança a criança supostamente ainda que eu não goste dessa palavra tá melhorando O que significa essas cenas de melhorando e piorando Às vezes a mãe vem e traz assim a criança ou o pai e fala assim tá muito rebelde preciso que ela fique mais tranquila Pare de brigar tanto e essa separação que a teoria diz pra gente que é tão importante essa separação do outro esse lugar subjetivo essa marca de sair falando de um jeito muito simplista tá sair de uma posição de assujeitamento quem conhece
os três tempos do ético seminar cin sair de uma Posição de assujeitado ao outro e efetivamente ficar numa posição de sujeito à linguagem tem esses movimentos que no ponto de vista social vão incomodar os pais então os pais são na minha leitura Clínica a parte mais difícil de atender crianças porque muitas vezes a gente não inclui esses pais porque no campo do adulto né fazendo separação de propósito é quase uma regra a gente não chama o marido e a esposa né atendimento de Casal é uma outra questão que a gente deixa para outro dia para
outra pessoa mas a gente não chama efetivamente uma outra pessoa mas uma coisa que eu uso muito nas supervisões eu digo assim bom chama essa mãe faz sessões conjuntas faz uma sessão conjunta onde você vai vai ter tem alguns exemplos nos livros que eu citei aqui que você vai brincar com essa criança junto com a mãe junto com o pai e a leitura efetivamente que você faz da brincadeira como eu falei agora Há pouco é uma brincadeira de relação com outro e a gente inclui os pais só que incluir os pais não é efetivamente responder
as mensagens que chegam diariamente para você que vão dizer olha ela tirou cinco na prova acho que você devia falar com ela Isso não é um papel de análise mas isso acontece na Clínica Infantil saber fazer essas separações é importante ou seja como a Fernanda lembrou agora que é um termo que a Michele usa saber o que é efetivamente Uma questão para a criança e uma questão para os pais se você está na sua Clínica com a criança tentando resolver a questão que os pais trouxeram você tá tratando essa criança como um objeto e onde
tem objeto não tem sujeito sujeito desejo objeto não e aí só para finalizar essa cena e ver se tem mensagem ou perguntas tanto é que pouquíssimas vezes para uma criança quando ela chega na sessão você pergunta você sabe porque você tá aqui essa pergunta quase uma Heresia Como assim eu vou perguntar isso pra criança sim você tá lidando com uma criança ou você tá lidando com o objeto dos Pais várias coisas sobre isso tem um milhão de de chats aqui gente deixa eu ver [Música] poss posso ir lendo aqui Claro mensagem que apareceu a pergunta
poderia falar também sobre o pagamento do atendimento com crianças a criança Também paga participando dessa parte é uma ótima pergunta e eu gosto do da teoria quem não conhece da D ela chama de pagamento simbólico gosto muito desse conceito que a ador falava de um pagamento efetivamente que a criança faz você não vira para uma criança e fala Olha tivemos um reajuste na celic e a partir de agora a sessão vai não Mas você faz um um pagamento simbólico que tem a ver com as trocas né tem a ver com quanto a criança dá de
si sobre aquilo Então a Doutor dizia olha na na próxima sessão no próximo movimento você também vai pagar igual seu pai ou igual a sua mãe E aí você me traz flores você me traz uma pedrinha você me traz um desenho um objeto ou você pergunta o que que você quer trazer um brinquedo E aí o interessante que a análise posterior a isso era bom tem criança que ela pede uma pedra traz cim tem criança que esquece tem criança que não traz e fala não vou trazer tem criança que traz uma Flor despedaçada um desenho
rasgado um desenho lindo dois desenhos essa análise posterior do acordo feito muito nos interessa mas pic canalis é um trabalho não sei para vocês é uma profissão então a gente recebe para isso então ou seja junto com esse movimento da criança o seu acordo de pagamento é com os pais aí vira uma relação de paguei não paguei outra coisa eh já fazendo uma ponte sobre os pais quem atende criança ou não ou ou ou pretende isso acontece também Né Eh acontece no sentido de uma certa consultoria dos Pais você começa a receber um bombardeio de
mensagens porque os pais vêm você uma solução ou um terceiro elemento a entrada de um terceiro que eu gostaria que entrasse aqui uma intervenção que eu gostaria que entrá E aí você acaba sendo demandado a assumir um lugar então como eu falei agora a pouco você vai receber mensagens do tipo olha aou cinco na prova ó ela Bateu no amiguinho conversa com ela sobre isso essa lógica que que é isso na mãe e do pai é um jeito que eu tenho de participar dessa sessão que não me inclui uma coisa que eu falo muito em
supervisão individual E aí tem essa relação né de de atender ou não os pais o lugar que a criança tem nesse espaço eh esque que eu tava falando que eu me estrai começ Voltei tá o lugar efetivamente que a criança tem na sessão é o seguinte eh olha eu gostaria de conversar com você sobre a fulana Claro vou marcar uma sessão na semana que vem sessão nesse espaço uma troca esse valor é cobrado como uma sessão ou entra na sessão do horário né substitui o horário da criança mas olha que detalhe importante né isso não
tô dizendo como uma regra uma sugestão eh cada um tem a sua Clínica é diferente Você simplesmente virar pra criança e falar assim olha a semana que vem eu vou receber a sua mãe então a gente não vai ter a sessão E aí você pode ainda que você saiba que isso é só Prof forme você vira pra criança e fala assim sua mãe queria ia conversar comigo semana que vem a gente tá pensando em conversar Tem alguma coisa que você gostaria que a gente não conversasse ou tem alguma coisa que você gostaria que ela soubesse
só a resposta sobre isso meio que tanto Faz o que que é importante a criança vai falar Puxa esse espaço então é meu é isso nesse espaço minha mãe não tem uma intervenção nesse espaço eu posso simplesmente falar o que eu quiser e é o que eu chamo de defender o espaço da criança porque ele vai ser invadido entre outras palavras pelos pais ou pelo terceiro o tempo todo criação agora eu falar em lacs tá criação de uma relação diferente com grande outro uma separação da invasão do grande outro é isso que a Criança precisa
tem a a a Sandra pavon psicanalista que eu gosto muito também muito boa com relação à criança uma das primeiras pessoas que eu comecei a estudar ela dá um exemplo muito bom assim né que você recebe uma criança dá a mãozinha para uma criança entra no seu consultório e fecha a porta só o fato de você fechar a porta e a mãe ficar do lado de fora isso já é um ato já é um ato de dizer pra criança esse é seu espaço e aí vocês podem se perguntar se O seu paciente Zinho quiser xingar
os pais falar mal comos pais falar que tá triste com os pais ele pode nesse espaço Será que ele tem essa essa noção ou será que a mãe conversa efetivamente mais com mais com o analista e com a analista do que a própria criança então essa defesa de um espaço terceiro PR criança é importante fazer essa separação e essa e essa duplicidade do pagamento também marca um lugar interessante PR [Música] Criança Oi o deixa só ler uma E aí fala rapidinho só para seguir a ordem [Música] existe corte no atendimento com as crianças Sim a
Teoria é mesmo você pode não efetivamente cortar alguém mas encerrar a sessão no momento que você acha que a criança precisa mas o encerramento é interessante de se pensar Deixa eu só ver se eu consigo acumular para responder tem como repetir o nome Do livro Tem sim Letícia no finalzinho Eu leio todos eles mas o que eu mostrei agora é a criança no discurso do outro se foi esse que você tá falando Michele fala da criança na criança Como disse nesse caso com a demanda da mãe analista pode atender a mãe pode contanto que ela
Decida que a mãe vai ser a a sua paciente a partir daí a criança não é mais é muito comum se a mãe quiser claro o melhor o ideal o presente do Papai Noel seria esta mãe também fazer Análise mas vivemos no país que vivemos e temos que fazer uma clínica de acordo com a realidade do país que vivemos e como se pa falou né como se analistas estivessem imunes a tudo que pode acontecer nessa relação fantasm bom a nata falou é possível tratar os pais por intermédio da análise do criança da criança eu espero
que não porque de novo olha essa frase né se você trata os pais você lida com os pais Através da criança esta criança vira um objeto e exatamente o motivo que essa criança tá em análise se separar de uma de uma posição objeto isso é é comum às vezes que a gente faz sem querer muitas vezes a gente tem mães e E aí a maternidade é um tópico super importante porque às vezes a gente tem mães que acabou de de ter a criança e tá passando por uma série de questões inúmeras mudanças acontecem na vida
da do ponto de vista social Principalmente de uma Mulher elas são muito mais afetadas a gente sabe disso então elas vão chegar num num lugar se queixando muito não porque eu que é o meu marido porque não sei o quê de novo esperando que tenha uma intervenção sobre isso esperando que você salve desse lugar Oi Benjamim desculpa diga lá FIPE eu queria que tu me desse a tua opinião da importância dos métodos projetivos no trabalho com criança por exemplo os desenhos livres os desenhos Dirigidos eh Aquelas imagens onde a criança observa e e diz o
que tá percebendo ou então Aquelas imagens que provocam na criança histórias né dirigidas e tal e até mesmo brincar né E qual a importância assim pra psicanálise e especialmente pro lac para esses métodos projetivos eh vou te responder com a teoria tá a gente pode falar né dessa mesma pontualidade na clínica com Melanie Klein com Ana Freud né meu pensamento pensando em L puxando um pouquinho aqui para doutor é o seguinte que que a gente faz na clínica adulta a gente recebe um conteúdo discursivo né Escuta o paciente e junto com o paciente faz uma
análise daquele discurso para não entrar tanto aqui na teoria a gente tem enunciado enunciação Então a gente tem alguém que diz alguma coisa e ess você De o conteúdo da mensagem e você tem enunciação o fato de ter enviado a Mensagem né o ato de ter enviado a mensagem de ter criado essa mensagem enviado a mensagem lembre da carta roubada Ou seja você não Analisa um conteúdo não é que o conteúdo do discurso que a gente Analisa na clínica adulta só mais fácil de perceber da mesma forma para Lacan na Clínica Infantil a gente não
vai analisar o desenho a criança me mandou um desenho eu falei assim olha esse sol aqui tá muito grande ou coisas do tipo essa Árvore tá muito ereta eu acho que ela quer dizer alguma coisa sexual eu não faço uma análise do discurso eu não faço uma análise do desenho tem um exemplo que eu gosto bastante da do com relação ao desenho que é o seguinte criança fez um desenho Ok casa o clássico solzinho grama casa ávore você pega esse desenho você e a criança sentam você vai ter a suas opiniões o seu ponto de
vista sobre esse desenho e aí você vê da mesma forma acontece na clínica me parece que esse Bom parece para você isso é um entendimento imaginá agora vamos pensar pro paciente que que a gente faz com sonho a gente vira para eles e diz assim no adulto né bom você sonhou com um dragão Isso quer dizer que você quer queimar a toda não a gente não interpreta o sonho que que a gente faz isso a gente fala que que você pensa desse sonho mesma coisa se a gente tá falando de uma formação inconsciente título do
seminário 5 sonho x etc Coloca Desenho a se a criança produziu esse desenho e toda produção expressão ela não é aleatória seminário dois que que eu vou fazer com isso Ô vem cá olha para esse desenho E aí doutor vai dizer assim cadê você nesse desenho Onde você tá aí a criança às vezes se desenhou às vezes não se desenhou Às vezes você vai ter um desenho vai tá escrito embaixo papai eu mamãe você pergunta onde você tá nesse desenho e aí a relação da criança com esse desenho para quem conhece a teoria Vai entender
a relação do eu com o sujeito ou seja como eu falo de mim como eu me produzo como eu me mostro pro mundo vendo como a a Clínica Infantil extremamente didática porque com desenho fica muito mais Óbvio perceber isso é a mesma coisa na relação discursiva o brincar é igual tem um exemplo bom da da clínica de que tinha um paciente que ele chegava ele sempre brincava com aqueles hominhos não sei o nome daquilo bonequinho e ele sempre brincava com os Heróis então ele pegava Superhomem ele pegava o Batman Lanterna Verde eu falei Batman Dev
ter falado Batman até lembro que esse mesmo paciente uma vez falou assim pô qual o mais legal E aí eu ele falou tal ele falou e você a eu falei o Batman ele por quê que é o Batman O que que resposta você D é o Batman fecha a parênteses E aí esse esse esse menininho sempre vinha e pegava né como eu falei Super Homem Batman eterna verde o que que tinha em comum nisso ele sempre Pegava relações masculinos ele sempre falava dessas pões aí o que que ele falava ele pegava na caixa brincava ele
pegava Uma Mulher Maravilha AL Ah não jogava longe aí teve um dia que para testar para entender como ele se relacionava com isso eu tirei dessa caixa todos os os homens né doos superherois e deixei só as mulheres e aí ele foi lá ficou indignado não sabia como fazer não sabia aí ele virou e pediu para mim ele falou D lembrei de um exemplo da Alba fles ele pediu Mas cadê os brinquedos falei estão aí aí ele falou mas Esso eu não quero e foi brincar de uma outra coisa e aí a gente passei a
perceber uma repetição de significantes com ela essa relação de mulheres é a mesma leitura Ok deixa eu ver ah não L mais onde EUA pais tá tem uma mensagem aqui que eu recebi também no anônimo Felipe existe a possibilidade de da Clínica com crianças Online bom eu sou da opinião que dependendo do caso é importante você atender de acordo com as possibilidades se não tiver na minha clínica tá gente se não tiver como tudo bem O online mas eu sempre priorizo inclusive para mim eu sempre eu na minha clínica por exemplo iso é uma regra
né não atendo criança online eh mas existem possibilidades de você atender online tem vários colegas que fazem isso tem jogos online só só do Estilo que dá para fazer melhor do que ficar sem agora preferência que seja presencial preferência que seja presencial Felipe como você explica Marina Como você explica pra criança o que é análise você fala sobre a queixa trazida pelos pais a criança participou ou não do primeiro atendimento com os pais eu adoro essa pergunta e tem um livro aqui ó foi o primeiro livro que eu li da adou eu sou ador quando
os pais se separam um dos Melhores livros dela para quem não sabe aor ela foi muito criticada na época ela respondia perguntas no na rádio na época né tinha um um canal de rádio onde as pessoas ligavam sim jovens antigamente ass que acontecio as pessoas ligavam e faziam perguntas ao vivo para Doutor que gerou o livro isso aqui ó quando os filhos precisam dos Pais respostas a consultas de pais com dificuldade na educação dos filhos ela foi muito criticada por Pensar na psicanálise como uma coisa quase pedagógica pegada mais Ana Ana Freud mas eu acho
isso muito importante nesse sentido né esses dois livros são bem pedagógicos ela fala de questões de separação e aí nesse livro aqui quando quando os pais se separam ela diz né às vezes os pais ficam com muito receio de contar pra criança alguma coisa mas as crianças estão muito mais Preparadas para ouvir algumas coisas do que a gente a gente já tem uma série de sentidos já Tem uma série de suposições então você pode sentar com uma criança seja na frente dos pais ou não e né De acordo com a teoria que a gente tem
e falar olha você sabe porque você tá aqui não e E aí não foram poucos os casos que eu ouvir Não não faço ideia como que é você pega uma criança em casa vamos passear pra ela para um desconhecido barbado e fala assim olha brinca esse esse não saber é muito complicado para criança né É difícil ela conseguir sentir à vontade Ali e aí cada um vai ter o seu estilo na hora de falar bom Sua mãe trouxe aqui porque falou que você tá tendo dificuldades na escola e como eu sou uma pessoa que não
sou nem seu pai nem sua mãe uma pessoa terceira que você pode conversar à vontade você tá aqui para conversar para brincar e esse espaço é só seu como eu falei do fechamento da porta né você simplesmente cria um espaço ali que seja da criança então é possível falar e você fala sobre A queixa trazida pelos pais Principalmente seus pais falaram isso o que que você acha e não precisa ser só no começo pode ser dois anos de análise Aí os pais manda mensagem olha ela não passou na prova você precisa falar com ela olha
sua mãe tá dizendo aqui que você quase um X9 para quem conhece sua expressão quase um dedo duro Ó sua mãe e seu pai estão falando isso você acha esse o que que você acha permite esse giro de sair de uma posição de uso do Outro para eu tenho o meu ponto de vista eu tenho a minha fala ten uma só para só para colocar um parêntese aqui e e fofoca edifica é uma coisa que minha filha diz muito minha filha tem 10 ela falou assim não a professora foi lá e ouvi o outro e
ela me ouviu ela podia ter ouvido minha opinião mas ela ouviu do outro para ela o outro tá bom esse espaço de a criança poder dizer e não entra no campo do certo ou errado é Dizer é falar é usar a linguagem fala até porque em alguns casos se o outro diz por mim eu não preciso dizer e convenhamos falar é crativo quanto menos eu falar menos castrado eu sou Então para que que eu vou querer falar existe entrevista Inicial com os pais se cham os pais em determinados momentos como seria o contrato Inicial Eu
chamo os pais o tempo todo quando achar necessário às vezes de propósito Não se chama os pais porque a frase clássica da psicanálise né Cada caso é um caso mas já teve e a Michele também fala isso né não são poucos os casos que você faz uma entrevista com os pais durante sei lá do TR meses você nunca vê a criança e o sintoma da criança se sh tem casos excelentes disso eu tive caso assim também você não precisa olhar pra criança ver a criança conversar com a criança quando conversa com os pais e aí
eu vou puxar um pouquinho aqui na Teoria a necessidade do sintoma das crianças para dizer alguma coisa pros pais pela Via sintomática não é mais necessário às vezes os pais virarem tô sendo simplista Tá mas às vezes os pais virarem para uma criança e dizer assim você tem alguma coisa para me dizer você quer me dizer alguma coisa lembra o espaço se a criança tem esse espaço para dizer o corpo não precisa dizer E aí às vezes isso acontece muito então sim os casos com entrevista com os pais são Essenciais e e vocês sabem que
tem história né a a François doto por exemplo ela pedia paraas crianças escreverem uma carta Então vamos supor né a gente tá aí a gente tá aqui num numa sociedade patriarcal o que que é mais comum a mãe levar pra análise o pai nunca aparecer tô dizendo comum não uma regra tá falando do ponto de vista agora sociológico não psicanalítico que que aor fazia pede pra criança escrever uma carta pro pai por exemplo olha minha Analista tá falando aqui para você vi paraa análise e tudo mais Porque era importante incluir era importante cham pra teoria
da Ad a Melon Klein por exemplo os pais não não não interessa o meu foco é a criança os pais não querem vir não vem blá blá blá blá blá claro que eu tô sendo Tô brincando nessa relação de fos pais não é o jeito de falar eh ah obrigado pelos livos Felipe análise com crianças terá Com efeito o deslocamento da metáfora para os pais Felipe análise com crianças terá com efeito o deslocamento da metáfora pelos pais a criança já é o resultado da metáfora dos pais que criou uma relação fixa a possibilidade dessa criança
sair desse lugar é a mesma lógica que a gente faz com adulto você já viram a frase de para-choque de Instagram do do caligaris se descobre na análise que a infância é bem menos infantil do que se Pens uma coisa Assim eh não se trata efetivamente da infância éessa lógico assim né assim como a criança fica presa no lugar de objeto e existe uma possibilidade de sair é a mesma coisa com o adulto o que Larissa o que faz como faz hoje no glog o que faz como faz com essa repetição com a criança nesse
exemplo do boneco a mesma coisa que a gente faz com a repetição do adulto importante se for uma repetição sempre da mesmíssima coisa A gente tá falando de um significante colado com possibilidade de p agora se o que se repete se repete de um jeito diferente tá fazendo uma análise tal qual na clínica adulta eh a caixa lúdica é individual o recurso na clínica do na na minha clínica na clínica do ponto de vista lacaniano não faria sentido uma caixa lúdica individual até pela palavra individual nem com individo a gente lida na clínica né Eh
Felipe pensando na clínica com adultos vamos a apontando o lugar da repetição e posição que o sujeito fica com as crianças Nós também fazemos isso certo apontamos esse lugar de repetição que ela fica para depois pensar a partir daí se é isso mesmo como faz esse apontamento o estilo é do jeito que você quiser você pode virar e perguntar para ela desse lugar mas o que que você acha que a sua mãe quer de você por que que você acha que Esse lugar tá parecendo ass Você gosta de ficar nesse lugar você gosta quando sua
mãe Diz essas coisas aí vai um pouco do estilo da sua clínica para conversar com uma criança mas com tanto de novo que a criança possa falar que ela possa dizer é a mesmíssima coisa de um adulto um adulto não diz o que incomoda o corpo diz de novo não é uma regra que eu vou dizer É só um detalhe mas há casos de neros obsessiva que eu não posso dizer Porque eu tenho que dar conta de tudo aí o que acontece quando eu vou transar sexta à noite meia noite e meia depois de trabalhar
em dois turnos eu brocho por quê porque efetivamente o meu corpo tá dizendo irmão você não dá conta que não queria ser eu a te dizer o corpo na psicanálise é essa frase não queria ser eu a te dizer mas tô dizendo o que a análise faz é o que o corpo não diga e sim que a pessoa diga que a criança Também diga sim do sintoma da Criança é muito bizarra e real Qual a sua opinião sobre a clínica com bebês possível eu fiz um tempo de estudos da Clínica com bebês com a a
Sandra Pavoni Julieta jerusalinsky tem outros mas acho possível sim Ach difícil mas acho muit impossível Marcela em caso de contato com os pais segue-se alguma recomendação onde se eles forem separados o contato é separadamente uma frase importante que Infelizmente eu digo em supervisão é eh você é PCI quando eu tô dizendo PS psicanalista psicólogo mas eu tô falando mais para psicanalista que é o lugar que eu consigo falar você é psicanalista não advogado e muitas vezes em caso de criança principalmente em caso de de pais separados você é colocado no lugar de não atendo pai
ou não atenda a mãe porque eh porque ele fez isso isso isso porque ela não liga para criança Porque o seu foco e essa parte dificílima da Clínica é que o seu foco o seu paciente é a criança é esse lugar é essa posição que a criança tem um lugar para falar eu sinto falta da minha mãe que foi embora eu sinto falta do meu pai que foi embora será que agora tô usando um exemplo muito simplista tá mas só para dar uma um estilo do que eu tô falando uma didática e um exemplo Será
que essa criança que é filha de pai separados que foram separados num Processo de briga e blá blá blá vai para lá sei lá Casa dos Avós maternos Será que essa criança pode falar que tá com sentindo falta do pai ou da família do pai às vezes não precisa nem ser separado né Será que esse lugar de poder falar isso existe paraa criança cabe a gente na clínica possibilitar esse espaço Que ela possa falar que ela tenha possibilidade de falar isso e é issoo que volta para Aquilo que eu falei o tempo todo defender o
espaço da criança eh tô indo meio rapidamente por causa do tempo mas a gente pode focar depois né Recebi uma uma mensagem eh privada de criança e sexualidade na clínica de hoje quase um título de artigo ou programa da Globo criança e sexualidade no clínica de hoje é sexualidade a gente vai para um outro Campo três ensaios da teoria da sexualidade Depende muito do do contexto Esse assunto aqui a gente teria que desbravar mais eh FIP se vocês quiserem falar falar em lugar de fala Dá um espaço para falar estô dando espaço para vocês falarem
pode falar também sen não fique só lendo Cristiane Felipe em algum dos seus casos o movimento da criança provocou o movimento dos pais e melhora no relacionamento familiar não sei e tenho como quase com orgulho teórico de dizer que não sei porque se você se preocupa Com isso é horrível pra criança de novo a sua tentativa de manejo ou sua pergunta para uma clínica poderia colocar essa criança numa posição de objeto e eu tô dizendo isso porque não de culpabilizando falando ah porque isso a gente faz sem perceber a gente faz isso com adulto dirá
com criança que é um um serzinho que mal mal que é muito recente tem esqueci o nome dele Felipe a meu deus esqueci sobrenome Desculpa se alguém lembrar aí fala a relação de Criança um mundo criado para criança brinquedos roupas para criança universo infantil é muito recente até há pouco tempo a gente tinha mini adultos pegava a roupa do pai e você ia lá como chama gente aquele povo faz roupa que não é costureiro enfim aquele povo lá aí fazia a roupa do pai e fazia roupa pra criança igual a menina a mãe usava o
vestido a filha lá usava um vestido igual ou seja o universo criança é muito recente coisa agora do século passado Então esse Universo que vem sendo criado para criança às vezes até com muito excesso eh tem que ser defendido inclusive né nesse ponto de vista então a criança ser colocada numa posição de objeto ser usada como objeto é muito perigoso Larissa a frase coração numa psicanálise descob isso obrigado lariss na psicanálise descobres que a vida adulta é sempre menos adulta do que parece ela é pil pilota ou pilotado por restos e rastros da Infância É
isso ou Seja brincando and com a quarta-feira à noite eh todos os seus relacionamentos são Dejavu do relacionamento com os pais metu essa poderia meter essa a andando mas Mateus Felipe alguma recomendação de livro para Clínica com bebês consigo pensar no mestrado não desculpa no doutorado doutorado no doutorado da Julieta jerusal agora assim debate pronto no doutorado da Julieta jos qualquer referência que eu tô dando aqui Pessoal Vocês podem me perguntar depois inclusive sugestões de de estudo sobre a Clínica Infantil a Paula tá aqui presente a Paula tá com grupo depois Paula você ainda tiver
com grupo se não tivesse abre outro né Para nós tá bom para caramb ela tá estudando isso com vários temas semanalmente muito bom eh como funciona a questão da confidencialidade frente à Clínica Infantil qual o limite entre o que pode ser dito e o que não pode ser dito pros Pais acho que tem uma base né de qualquer coisa que coloque a criança em perigo ou pessoas próximas dela deve ser colocada eh dita pros pais né nem que em alguns momentos você faça isso junto com a criança mas eu acho isso importante eu tive algo
quando eu falei né o começo essa coisa de que eu acho que a Clínica Infantil ajuda muito eu não vou dizer sorte mas para mim foi muito bom quando eu atendi durante muito tempo crianças de uma de um de um abrigo porque eu Atendia crianças sem os pais então assim qual a ma dificuldade da Clínica mtil os pais eu atendia crianças sem essa intervenção dos pais mas ao mesmo tempo me ajudou a perceber essa ausência qual é a causa dessa ausência da mesma forma que eu atendia vou dar um exemplo pessoal quarta-feira 10 da manhã
eu atendia várias crianças vindas do Abrigo atendia uma criança que chegava e falava tio hoje eu fiquei crianças de comunidade tio hoje eu fiquei muito Feliz que a minha mãe não não me trocou por um botijão de gás o que que é isso que é uma prática comum na comunidade você tem muito filho etc você faz cuida do meu filho em troca e a criança chegou feliz nesse lugar a próxima criança que chegou tava levou pro pro consultório para me mostrar que ela tá levando um pedaço de vidro para brigar com a menina da escola
que tinha batido na irmã dela E aí eu vou à noite atendendo no meu consultório particular e recebo crianças De de um de um outro contexto de uma de uma uma escola particular que tem questões que meu pai quer muito que eu tiro só nove só que eu não consigo tirar nove eu só tiro sete de novo não tô banalizando de novo eu falei isso hoje não falei isso a tarde eh eu não tô banalizando o sofrimento não tô dizendo que um sofre mais que o outro mas ao se deparar com mais de uma realidade
e consequentemente com pais e não Pais você tem Um é meio que você tem que se virar E aí o que você tem para se virar é a teoria e aí Me obriga mais aí na teoria foi isso que eu quis dizer que a clínica infantil é uma baita escola pelo menos para mim quais hoje Quais os principais motivos da procura da psicanálise para criança quando você coloca hoje a gente colocaria um ponto de vista sociológico né A Teoria seria colocada num lugar temporal não sei as pessoas que atender Criança no geral podem fazer um
top 10 mas questões que acontecem muito de crianças eh enfim crianças como objeto crianças T que passar na prova crianças tem que ser como mini adulto crianças são metáforas dos pais então efetivamente as questões que afetam os pais vão afetar para as crianças às vezes vão aparecer na clínica ah ele tá viciado em Instagram Isso é uma demanda dos Pais Qual a demanda da criança meus pais brigam Tanto que eu me me enfio no Instagram para efetivamente não pensar mais nisso lugar de fala não tenho espaço de de falar sobre isso acho que é no
caso alfat obrigado como é pô a criança adulto na posição de objeto pilotada pilotada não entendi o pilotada Felipe Obrigado nar Felipe R exatamente e quem nunca leu sugira ele fala dessa construção social né da Infância É muito Bom Li ali quando eu tava lendo e eu não entendi o pilotada mas e vou voltar né como é pôr a criança adulta na posição de objeto fazer uso fazer uso no sentido de não importa o que você queira importa o que eu queira isso é efetivamente quando alguém diz que uma criança não interessa eu sou adulto
você é a criança ponto que que isso diz pra criança absolutamente nada porque até porque essa criança vai crescer e aí qual a resposta que vai vir não tem e ela vai Ficar o quê sem resposta Ah e as Crianças são encaminhadas pela escola o PS vai na escola você preciso se o PS achar interessante relevante pra escola ouvir Outro ponto de vista mas uma coisa que eu sempre digo é você tá lidando com a criança seu foco aqui é lidar com a criança aí você vai escutar mãe você não vai escutar Mãe você vai
escutar o paciente pela voz da mãe ponto de vista da Mãe você vai escutar o pai você vai escutar a criança no ponto de Vista do pai você vai escutar a escola você vai escutar a escola no E por aí vai e aí você vai construir e tem Inúmeras coisas que você pode fazer para ter esse movimento às vezes supervisão individual a gente conversa de faz uma sessão com os pais faz meia sessão leva a criança aí metade da sessão vocês brincam junto com a criança depois esses esse pai ou essa mãe sai e você
vai ter esse movimento da saída do pai você vai ter esse movimento da Brincadeira você vai ter a criança sozinha Para quê Para analisar todo esse conteúdo material de conteúdo igual um desenho que você vai analisar junto com a criança você vai analisar todas essas movimentações pilotada ainda era do piloto estav Ah tá como você vê a parte de criança de pais como você vê a parte de orientação de pais no atendimento a crianças já vi opiniões bem diversas eu acho muito complicado na minha visão Clínica eu acho muito complicada a Palavra orientação e ela
é mais da Psicologia não da psicanálise porque é você dizendo PR os pais como serem pais mas com baita asterisco e destaque sobre isso depende do caso porque muitas vezes você vai receber pais e dizer assim ah mas a minha filha disse tal coisa e o que que ela disz quando você perguntou para ela é não conversei com ela achei que você ia conversar eh psicanalista não é bengala a gente não tem que ser usado como terceiro da relação não dá Para você pegar uma malinha aí pra casa da pessoa morar com eles mas você
pode propiciar que eles TM um espaço sozinhos ou entender como lembra do exemplo da Michelle no que eu acabei de ler não foi virar e falar assim fala que você não quer mais vão para uma sessão pai mãe criança na sessão a criança disse não quero mais foi a criança que falou de novo se você fala pelo outro o outro não precisa falar Oi Carla desculpa é curtio Confundi com a mão não faz mal para variar em voz tinha aqui uma pergunta para colocar pergunta reflexão nas situações em que de facto nós percebemos de forma
mais direta ou indireta mas que a criança tá numa situação de perigo seja ele H porque vamos percebendo que H qualquer abuso eventualmente sexual ou às vezes Naquelas situações que algum dos Pais Às vezes isso acontece nos casos dos divórcios e que há um dos pais que está ali numa confusão com aquele fil que há ali uma quase como se fosse al e por muito que se recomenda às vezes que os pais façam terapia e que sejam encaminhados para outros colegas não vão mas nessas circunstâncias e na clínica privada porque é diferente do que na
clínica institucional não é e nós estamos mais livres e mais à vontade Para trabalhar só com a criança mas nessas circunstâncias eu acho que se até estava mais a pensar nas AES de eventuais abusos e que eles às vezes próprios falam nas sessões como é que nós procedemos ou como é que se calhar faz mais sentido dirigimo-nos às instituições aborda aborda-se com os pais ou seja porque depois nós às vezes atendemos os pais e a nossa função junto da criança quando ela também deposita em nós mais a Brincar mais no desenho mais na história mas
que claramente ela não traz aquela aquele o discurso naquela fala que às vezes é declarada é muito clara por exemplo acerca de um abuso enfim é sempre uma linha difícil não sei era mais para pensar Felipe se pudesse ajudar boa é uma linha realmente muito difícil principalmente se para isso não virar regra porque aí a gente vira Obrigatoriamente tem que fazer ou não tem que fazer Eh lembrei de um caso aqui também de não vou entrar nisso de uma escola de psicanálise a mas não vou falar desse lugar eh de novo se a gente perceber
que quando a gente tá atendendo uma criança que com adulto esto e existe a possibilidade de fazer mal a si mesmo ou a um outro no caso da criança né ser afetada faça um mal comigo ou com outro o primeiro ponto é junto com o a criança você ouve não precisa necessariamente dizer primeiro momento mas você conversa Com pai mãe etc e entende a situação mas a gente sempre tem até isso não tem efetivamente obrigação de ser eh lei que tem que obrigar isso assim mas você tem que efetivamente no caso do Brasil não sei
como é que outros lugares você tem obrigação de necessariamente Ligar para conselho tutular alguma coisa e dizer alguma coisa assim depois de entender a situação por quê Porque os órgãos responsáveis vão ter possibilidades que você não tem Ou seja já vi casos onde Desse exemplo por isso que eu falei que eu lembrei de uma de um lugar de uma clínica onde você chama pai e mãe no caso era tio e tio que criava comenta sobre o assunto e essa criança nunca mais volta você nunca mais tem contato você não tem os contatos efetivamente por isso
um dos pontos importantes quando você tá atendendo criança é efetivamente ter é igual um caso por exemplo de você supor que seja Psicose né você ter dados das pessoas você ter Contato de familiares você ter endereço você tem que tá antes de você eu falei isso supervisão antes de você atender o paciente você tem que estar minimamente seguro de alguma forma é é é igual quando uma vez há muitos anos atrás eu atendi uma uma supervisão de um de um órgão público e tinha uma pessoa com caso de Psicose que tinha histórico de esfaquear pessoas
e aí a psi o psi nesse caso um dia tava lá com questões estava indo embora do Trabalho e essa mulher tava parada na porta sem conseguir ir embora perdida e ela se propôs a levar ela para casa e colocou no carro dela lou falou bom isso é extremamente perigoso porque primeiro a gente não tá julgando na relação de né a gente sabe que tem a ver com uma estrutura mas ainda assim uma frase que eu sempre digo é a estrutura sempre vence se algo efetivamente aconteça com ela então a gente tem que necessariamente se
sentir eh eh Defendido ou seguro melhor dizendo para poder fazer alguma coisa eh isso em todos os casos em qualquer lugar mas ter ter o conhecimento inclusive dos órgãos responsáveis é importante pra gente dece receber conversei com mãe conversei com o pai não tem qualquer movimentação sobre isso ou eles não destacaram nada sobre isso a gente tem possibilidade de ligar para um conselho tutelar e e fala sobre isso por exemplo pois em Portugal nós temos o Tribunal de menores comissão de proteção de crianças e jovens em risco e e o que eu penso é que
às vezes quando isso acontece Às vezes até só na conversa com os pais muitas das vezes as crianças porque estamos em consultório privado acabam por desaparecer dasas consultas ou ficam sem a continuidade da análise na sequência disso ou da nossa sinalização destas Organizações e é sempre uma situação complicada a ajuda não é que é Inevitável não fazermos essa sinalização obviamente porque senão acabamos por ser coniventes com aquilo que se está a suceder mas tem sempre este efeito de às vezes poder haver esta perda da criança na análise Eu por exemplo já tive um caso em
que isso aconteceu e depois o tribunal de menores passado algum tempo F ficou baixo alguma coisa meou felor Não não sei o que que Mudou tá melhor assim bem melhor sim ok h eu estava a dizer já tive uma situação que isso aconteceu e de facto os pais depois Tiraram a criança da do acompanhamento da da da análise mas depois o Tribunal menores à medida que foi analisando o caso e depois fez uma intervenção exigiu que ela voltasse e para a mesma analista e ela acabou por voltar para mim para a terapia mas estes casos
aqui são raros e e eu estava a colocar a questão porque às vezes é uma Coisa que me preocupa ainda que se faça a sinalização a criança fica depois sem o acompanhamento pelo menos naquela altura hum sim tem coisas que saem da esfera de uma escuta Clínica e vai para um outro lugar então primeiro a gente garante essa relação da criança ser escut ada mas ser escutada passa a ser secundária importante passa a ser a segurança isso não tem a ver só com a clínica infantil né quando a gente comenta em grupo sobre A a
relação do suicídio por exemplo a gente não faz manejo Celo do tipo ah duvido não é por aí assim né se a gente entende a teoria a gente sabe que a relação por exemplo de um suicídio pro neurótico falando neurótico pro neurótico é uma resposta e o que cabe a gente é uma péssima resposta então a gente como eu costumo dizer desce do salto de analista lida com aquela pessoa como se fosse uma pessoa humano para a par depois que tá num ambiente seguro Para ambos Voltamos ao ponto de vista de análise porque que isso
surgiu Por que que isso apareceu porque que isso é uma questão mas a gente tem que saber entrar e sair da função de analista Esse é o o principal para analista eh como podemos pensar essa Clínica politicamente implicada na infância Felipe das minorias pais lgbtq é mais mais negros de situação de pobreza Não entendi Amanda fale mais sobre Isso me colocando na berlinda eh é que eu eu tenho né feito esse movimento de estudar uma clínica eh atento às questões políticas né Eh eh não branca né então que presta mais atenção às mulheres as população
LGBT as pessoas né negras pardas indígenas enfim e eu penso que como a gente pode pensar isso numa clínica com crianças né quando bom eh a criança ela não é ainda politicamente situada mas a gente é os Pais são e a gente vê determinadas consequências né então eu fico pensando nesses casos assim quando bullying não é bullying É racismo né como é que a gente pode pensar e e minimamente trabalhar com essas questões quando se trata de uma criança eu acho que é uma boa pergunta no sentido do da Clínica Infantil ou do adulto não
vejo nessa diferença porque quando essa criança o que que você vai ter de pontos que podem divergir a Questão da nomeação é importante então por exemplo uma coisa que eu comento lá né nos outros espaços é diferente você virar para alguém tá ouvindo essa pessoa e essa pessoa claramente tá passando por uma situação de racismo um episódio que é nomeado desse jeito e essa pessoa passa por isso mas na clínica ela não nomeia com esse nome ela não marca essa posição esse lugar social se marca nesse lugar social só que você tá ouvindo o contexto
do do caso ou da pessoa você tá Ouvindo o o conteúdo linguístico a sintaxe e essa pessoa sabe efetivamente Às vezes acontece casos assim de ela conta não porque na televisão aconteceu de que o cara que ganhou o Big Brother tal tal tal tava passando por situações de racismo e tal Opa então pera aí ele tem esse léxico ele tem essa palavra E para isso mais importante é caso do adulto por que será que mesmo nesse conteúdo Porque será que ele não nomeou o que ele passou como racismo se ele tem Essa propriedade lógica de
apontar para esse lugar por que que ele não nomeou esse lugar é um lugar de nomeação um lugar de marca de colocar Contorno um lugar simbólico E aí essa ponte me interessa muito mais essim por que que você não pode dizer desse lugar ou pessoas que não chamam aquilo que passaram de abuso sabendo que conhecem efetivamente ou dizem na sessão que uma outra pessoa passou por uma situação muito parecida e nomeou como abuso são Um ponto importante no caso da criança muitas vezes sim mas a própria criança não tem esse conteúdo ela não tem essa
marca ela não tem essa nomeação e aí Eu acho que cabe a gente nomear desse jeito já aconteceu na minha clínica por exemplo não com por causa de racismo Mas acontece muito em clínica de você ler histórias juntos eu tem um livro que eu usava Super Interessante que ele conta metade de uma história e a criança tem que continuar ela vai ela fala não aí Ele pegou essa espada e ela continua nessa produção e aí usando esses livros usando essa essa produção teve uma troca falou bom isso daí você chama tal coisa ela bateu você
acha que pode bater é eu acho que não porque dói né tio Então a gente vai ajudando também essa posição de nomear porque assim a gente tá lidando com a com a teoria a gente tá falando de um serzinho que é resultado do Social ele vai ser o resultado do Social e da cultura daquele momento o Que eu vejo de diferença nesse sentido da adulto infantil é essa questão de nomeação Amanda ti ti eh não no saber fazer mas como podemos pensar uma clínica politicamente implic acho que é o que acab ah foi que acabou
de falar apareceu de novo ah você repetiu desculpa Geovana Ribeiro Menezes vamos lá gosto muito da Perspectiva da Julieta jerusalinsky sobre a importância de se trabalhar nos atendimentos com os pais Com o lugar que a criança ocupa no discurso deles sem esse trabalho paralelo com eles a criança poderá ser reintroduzida ao lugar sintomático a elaborar outras saídas subjetivas com andamento da análise ótimo na Perspectiva dela trabalhar com os pais o que nesse caso não é o mesmo de se tornar analista deles seria tentar possibilitar que a criança tenha chance de ser acolhida nas respostas que
ela inventar nesse sentido seria saber como Você se no contato com os pais o analista intervém pela via do discurso do analista ou dependendo do caso poderia se utilizar do discurso do universitário ou do mestre com os pais posão Deia vai fazer falar você vai produzir significantes você vai efetivamente fazer aquilo acontecer você vai fazer a criança aparecer no discurso dos Pais de umas de várias maneiras já Teve se foi Core você perguntou já teve uma vez que eu tava conversando com um com um pai não era um tio el que ele era chamado de
pai eh que ele tava contando né não aí eu peguei o menino fui lá não sei onde eu peguei o menino fui lá não sei onde mas Ele sempre reclama o que que ele falou sobre essa reclamação Ah então não perguntei porque ele mora comigo ele não tem escolha eu não posso deixar ele sozinho você não pode deixar ele sozinho ou você não tem Ou ele não tem escolha vocês percebem como tem um campo diferente Ou seja esse próprio tio não tava efetivamente falando das dificuldades dele ele estava efetivamente colocando essa criança esse menininho esse
jovem numa posição de objeto para poder segundo ele colocar ele numa posição de segurança para poder cuidar isso tem tudo a ver com ele posição que ele quer que ele quer tá de frente o outro e tudo mais mas nesse sentido com os pais assim como muitos Momentos da Clínica eh inicialmente posição se a gente tá falando dos discursos discurso da esteria que eu gosto de produzir significante mas o detalhe teórico importante é uma análise não funciona nesse Discurso ou nesse discurso ela funciona no movimento dos discursos então toda a análise vai passar hora por
pelo discurso aniversário discurso do mestre discurso do da esteria e discurso do analista então tem todas essas Posições eh Felipe você já lidou com autismo em crianças na clínica não teria alguma sugestão de leitura tenho algumas eu eu eu não L dei por opção tem dois tem vários mas tem dois livros que eu gosto vou trazer três eh e tem outro que eu não trouxe aqui esse daqui eu gosto não esse aqui esse aqui eu gosto bastante o tratamento psicoanalítico de crianças autistas D Depois eu mando tudo isso a thí me Ajuda com ISO Tânia
Ferreira eela vc gosto é que não tá aqui tá no Kindle eu gosto muito do livro da [Música] lasn sobre autismo sugestão de e esse aqui autobiografias do autismo da Marina da editora touro tem vários relatos de n pequenos relatos de vários casos ajuda muito a pensar também marho Felipe tem sugestões de recursos para atendimento infantil por Exemplo livrinho livrinho do deixar de forma pequena livre esse livro aqui é bom TV esse livrinho aqui é livrinho porque é pequeno por isso lembrei atendimento psicanalítico de crianças o que mais me interessa nele que é de uma
coleção prática Clínica eh a organizadora é a dela para quem é de São Paulo aela stopel a Adela gosto muito sou fã para quem é de São Paulo Conhece ela pelo Instituto sed sapiente ela é coordenadora dos cursos de psicanálise infantil lá eh tem muitas falas dela vende aqui em São Paulo e é uma referência quando a gente tá falando de Clínica Infantil aqui em São Paulo pelo menos não sei como é que ela tá por aí vou aproveitar a pergunta e vou falar dos outros livros tá já falei desse atendimento psicanalítico depois tem um
grupo no WhatsApp né thí depois dá para mandar os Livros se se rolar aqui como eu falei né François adto quando os pais se separam eh esse livro é bem interessante né para falar de como funciona essa separação como é a relação com a criança ele não é muito teórico adotou para quem nunca leu ela tem livros extremamente teóricos é super interessante vou mostrar o meu preferido e ela tem livros que é quase no sentido pedagógico não é mas é quase pedagógico então fica leve porque ela Ela escrevia também para pedagogos a Galera que trabalhava
com educação Então esse livro é muito bom tem um capítulo dele que não é tão interessante mas vale como cultura que ela fala do Judiciário lá na França né de como funciona essa questão do Judiciário ela defendia a criação de um espaço né lá lá na França um espaço terceiro como se fossem espaços mesmo né um prédio e tudo mais para que quando você tivesse caso de briga judicial eh isso aqui existe também aqui no Brasil mas um pouco Diferente que essa criança pudesse ser assistida que ela tivesse a convivência ou com o pai ou
com a mãe nesse espaço que ela defendia porque na época não existia assim né tá com questões com o pai não não vi o pai questões com a mãe não vi a mãe ela falou mas é muito importante para essa criança ter o acesso aos pais e tudo mais então tem essa parte do capítulo mais do jurídico de lá o livro que eu já citei que também é bem pedagógico tem a ver com pergunta E resposta praticamente que é quando os os filhos precisam dos Pais infelizmente os livros da D Alguns são bem caros né
porque oferta demanda eh mas PDF tá aí ela já morreu esse livro que é mais antiguinho tem vários artigos Diferentes né a criança no discurso do outro tem muita coisa boa aqui o livro da nossa amiga Michele tá introdução a a psicanálise de crianças este livro é um dos meus preferidos pessoal de supervisão não me aguenta mas Ouvir falar isso é da Alba FL a psicanálise de criança e lugar dos pais a Alba flesler tem vários vídeos dela no YouTube tem aulas palestra que ela deu em vários lugares ela é Argentina mas el ela tá
tão acostumada a falar com outros países que que dá para entender eu tem um outro livro dela que eu gosto mas isso aqui eu fui buscar lá no consultório a tem uma fotinha del cara de buscar na lista né naquele negócio né acabi curtinho Eh que é a criança em análise e a intervenção do analista eu acho que esse livro já saiu em português tenho certeza né de novo né e a criança em porque dis tá em espanhol a criança em análise a intervenção do analista últimos dois para eu não ficar aqui até manhã gosto
muito desse livro saiu recentemente Ah obrigado Maria então ótimo Melhor ainda a Fran do outro tem esse livro Tudo é linguagem esse livro é muito bom Depois que eu li esse livro eu comecei a prestar atenção coisas que eu não queria prestar atenção inclusive no mundo eh porque a gente acessa a linguagem para além do dito isso aqui ajuda bastante esse livro e por último um dos do ponto de vista teórico esse livro é muito bom eh depois que eu li ele foi indicado uma semana depois pela ivonise num num mestrado numa que eu fiz
na USP com de winicott Então tava estudando winot Efetivamente falou da da françis doto que é a criança do espelho é uma é um livro que tem um o estilo dele é uma uma troca dela com násio mesmo sendo com násio é bom tô brincando tem gente que não gosta por isso que eu fal assim eh mas é muito bom esse livro no sentido se eu fosse indicar só um para vocês que trabalha bem a teoria seria esse você entende muito bem a teoria da relação de Constituição do jeito e etc da adout Nesse livro
e ele é é que isso não conta muito na psicanálise né mas Ele é fininho e Vale muita bom olha 8:31 Nunca na história do Brasil tudo bem gente a clínica infantil é sensacional gosto muito sugiro que estudem se vocês quizerem sugestões de curso grupo grupo de estudo livro fiquem à vontade eh na minha instante pouca coisa tem lugar separado exclusivo mas Clínica Infantil tem como eu falei não Estudem Clínica Infantil na minha sugestão e leitura tá por favor não estudem exclusivamente para atender crianças é uma clínica que você aprende muito assim inclusive para você
atender adultos ainda fazendo essa separação a ajuda muito enfim é isso espero ter no mínimo Instigado vocês com esse campo e agradeço assustadoramente a thí por esse espaço principalmente por me deixar falar desse assunto meu Instagram não Vou dizer WhatsApp que se vai demorar para responder mas meu Instagram tá aberto vocês podem e-mail eh de acordo com a possibilidade juro que esse ano respondo e a gente vai trocando tem como fazer uma listinha para mandar no grupo podemos queria te agradecer pela sua generosidade da transmissão acho que os comentários também falam por si mas principalmente
por uma pessoa que te fez O convite em nome do Instituto que com certeza superou muito as expectativas não à toa quando você sugeriu o tema na hora eu falei meu Deus muito bom não conseguiria pensar em algo nada nem foi assim muito interessante porque é um tema eu acho que talvez é pouco abordada eu acho que a clínica com crianças Assim como as outras minorias Acaba ficando um pouco deixada de lado Geralmente eu acho que um espaço pela espaço que nós tivemos Record não conseguia mais entrar No grupo começavam Como é que faz para
eu entrar que atingiu as 100 pessoas aí eles ficaram na espera e um caía e o outro entrava então foi assim eh importante saber que esse espaço foi muito bem utilizado queria te agradecer e ele responde mesmo gente porque que eu mandei para ele essa semana uma coisa que eu tinha conversado com ele há anos atrás anos e ele tinha me respondido muito fofo e muito antes de ser essa figura Conhecidíssima né referência deárea que a gente conhece já era essa simpatia toda então muito obrigada quem tiver no grupo eh tem uma colega não sei
se mais uma que tá mandando os livros em PDF que ela tem então muito obrigada agradecer ela e quem tiver lá quiser mandar alguma coisa nesse sentido quem anotou as coisas que o Felipe também falou o grupo tá lá para isso pra gente conseguir reforçar um pouco mais desse encontro que foi tão bonito poético muito Obrigada por transmitir de maneira tão leve Eu acho que isso é muito importante falta na psicanálise foi o elogio que eu te fiz há muitos anos e agora Eu repito ele que você continua com isso com essa transmissão para além
de didática é leve uma coisa muito o que falta eu acho é que quea vocês conseguem galera vamos lá é possível que a gente aprenda alguma coisa não é algum um dia vocês vão entender você torna palpável uma coisa Que muita gente faz um esforço para deixar tão difícil então muito obrigada muito obrigado Taís e e é isso né n minhas transmissões é sempre nunca vou dizer que é fácil mas é possível a Clínica Infantil dá medo eh eu eu tenho informações tiradas do do nada que cada vez é mais difícil para mim inclusive encontrar
indicação de de análise infantil porque inclusive quanto menor é a idade mais difícil porque temse muito receio mesmo né É difícil às Vezes olha que interessante a gente tem mais receio de lidar com com pessoal barbado de 50 anos do que uma criança de 5 anos porque né uma criança passa a ser assustadora de eu não sei o que fazer eu não sei como extrair dela alguma coisa não sei como ajudá-la e às vezes isso toca a gente de um outro lugar então cada vez menos a gente tem pessoa eh pessoas atendendo criança você tem
que tá né à vontade para atender assim como você pode também escolher não atender Determinados Odessa palavra para psicanálise mas nichos não é assim que a gente sabe mas que como eu falei agora há pouco né só estudar psicanálise infantil só não estudar psicanal de infantil já é muito bom te ajuda muito e se você tiver o interesse curiosidade eh coragem de atender crianças que vale a pena tem muita criança aí precisando de de ajuda eh não querendo terminar com climão Mas se vocês pegarem casos de de suicídio Infantil eles vêm aumentando então é importante
a gente de novo né voltar para simplificar sem demais abrir um espaço para essas crianças existirem para essas crianças falarem para essas crianças deixarem de ser objeto e poder ser sujeito é difícil para quem atende sabe que é difícil porque envolve muita coisa nem sempre o financeiro recompensa isso porque né você tem tem que lidar com pais tem que lidar com uma série de coisas mas é o desafio e de Novo Muito obrigado Taí Muito obrigado a todo mundo que ficou aqui numa quarta até 8:3 e estamos aí tamos junto Obrigadão pessoal obrigado tá is
boa noite
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