Uau, que alegria tá aqui mais um dia, né? A gente tá aqui caminhando desde sexta-feira e tem sido maravilhosa essa conferência, como o pastor aí fala, essa vida com Jesus é maravilhosa, não é? É muito boa. Olha, deixa eu só antes da gente começar a palavra, eu só quero trazer algo para você. Saiba de uma coisa, eu vim aqui, eu tô morando aqui há um ano aqui em São Paulo, mas todas as vezes que eu venho aqui, eu sou altamente ministrada. E logo quando hoje eu cheguei hoje aqui, uma princesa pequenininha ministrou na minha vida
sem nem saber. Essa que tá aqui na minha frente, você ministrou na minha vida, ela tá com carerninho na mão, porque isso é o DNA de vocês. Isso já tá impregnado nessa princesa. Isso ministrou na minha vida dizendo: "Olha, olha aqui mais uma filhinha de Jesus. Como ela tá aqui focada, sentada, com caderninho e o lápis na mão. Muito lindo de ver, né, essa entrega de vocês aqui nessa igreja. Parabéns. Sou muito feliz por estar aqui e por tá recebendo desse amor na minha vida, tá? [aplausos] Gente, as palmas foram muito fracas. [risadas] Não, não,
não, não, não, não. Para um pouquinho, para um pouquinho, para um pouquinho, para um pouquinho. Eu vou dar uma oportunidade a você, porque vê só, eh, tem uma música que fala assim: "Pessoal do louvor vai cantar aí, né? Eu te vejo em tudo, não tem?" Você lembra aquela música? Tem alguém do ouvô aí que pode cantar o começo da música? Eu te vejo. Eu não sei cantar não, mas você sabe, né, gente? Se você parar e perceber, você vai ver Deus em tudo. Amém. Em tudo. Porque tem uma criança ali que sentou no chão, pegou
o caderninho dela e tá pronta para receber aquilo que Deus tem. Muitas vezes a gente vem pro culto só por uma obrigação, a gente vem só por um ritual, a gente vem só porque disseram que a gente tem que vir todo domingo, mas a gente não percebe a importância de Deus falar com a gente no mínimo de detalhes. Então, quando eu vejo Deus agindo através da vida de uma criança, e a palavra de Deus fala, né, que tem que ser como criança, eu louvaria isso, eu bateria palmas, eu fal, eu comemoraria isso com alegria assim,
ó, grande, assim, enorme, porque Deus, ele se revela pra gente em tudo e a gente tem que comemorar. celebrar, porque ele tá falando o tempo todo. Muitas vezes é a gente que não tá percebendo, mas ele tá o tempo todo chamando atenção da gente. O tempo todo ele tá querendo mostrar pra gente que ele é real, que ele existe e quer trabalhar na vida da gente. Mas a gente tem que, ó, prestar atenção nisso e celebrar quando ele fala no mesmo detalhes. Parabéns aí pra mãe, parabéns para como é o nome da princesa? Sofia. É
Sofia. Que bom. Eu sou Darel de Márcia. E eu sou Márcia de Dia. Nós seremos casados e felizes para sempre. pra gente ter um privilégio, tá? [aplausos] Eu vou mostrar a foto da minha família aqui para vocês. Eu vi que agora o pessoal tá animado, né? Domingo de manhã, né? A gente se alegra quando tá na casa do Senhor. Ali tá minha filha Emily no meio, tem 27 anos. Emily se formou na Betel Church em Wed, na Califórnia. Uma mentora de mulheres em várias partes do mundo, mora lá nos Estados Unidos. Ao lado dela, tá
Dar filho, um profeta de multidões, um mino que vai impactar a geração dele, levando amor de Jesus em todas as nações. Só um amém, igreja. Amém. Quem é, quem é pai e mãe aqui? Amém. Toda vez que você falar do seu filho, você define o destino profético dele. Você diz para onde ele vai. E se você tiver na igreja, você espera que os irmãos digam amém, porque o que tá ligado na terra tá ligado no céu. Mas só que eu falei, você não disse amém. Mas eu vou dar uma oportunidade, tá? Aqui do lado tá
Dylan, meu filho mais novo. Dylan tem 17 anos, ele vai jogar no Barcelona. Tá tudo certo entre eu, ele e Deus. [grito] Jogador de futebol bom, viu? Bom, bom. Eh, mas o mais importante é que ele é um profeta de multidões. É um menino que vai impactar a geração dele. Leva no amor de Jesus e todas as nações. [aplausos] Vocês aprendem rápido, viu? Duas palmas. três qu c Não, eu eu eu gente para com isso. Eu bateria mais palmas assim, porque você sabe que uma coisa que eu aprendi na minha caminhada cristã é que a
gente só recebe aquela unção que a gente honra. Uau! Quando você tá batendo palmas, não é para mim, porque quem sou eu na fila do pão? Ninguém. Mas você tá celebrando alguém que tá profetizando a vida de um filho e você fala: "Cara, eu tenho que fazer mais isso. Eu tenho que, eu quero receber essa unção. Eu quero profetizar na vida dos meus filhos. que minha boca seja uma boca de bênção e não de maldição. E aí você celebra isso porque você recebeu essa mensagem e você recebe aquela unção que você eh celebra. Então, quando
for para celebrar, celebra de verdade, ok? Amém. Deus tem derramado muita graça pra gente. A gente tem feito um trabalho eh há muito tempo nas redes sociais. Se você for lá @mácia ou se você for no YouTube, tem uma série de vídeos, vai aparecer aqui na tela, tá? eh uma série de vídeos que a gente tem feito para equipar a igreja do Senhor. Mas hoje em específico eu quero falar para você de um dos nossos livros. Eh, inclusive essa mensagem de hoje tá baseada nele. Deus deu a gente 10 livros que a gente lançou nos
últimos 10 anos. Mas esse em específico, ele fala sobre algo que é uma mentira que durante muito tempo toda uma geração repetiu. Pais e mães que num momento de dificuldade, de conflito, em um desafio que viveram com os filhos, um olhou pro outro e falou: "Ah, é assim mesmo, a gente cria filho pro mundo". Quem já ouviu, já falou isso, sabe que essa é uma mentira do inimigo, porque os filhos são herança do Senhor, um presente que ele dá. Os filhos são criados para Deus, para fazer a diferença no mundo e não para o mundo.
Então, tem um momento que a gente tem que dar um basta nessa mentira e começar a viver a verdade de Deus e direcionar nossos filhos para essa verdade. É sobre direcionar os filhos, é sobre viver essa verdade que a gente vai falar aqui com você hoje sobre como construir um legado familiar. E para isso a gente vai ter um texto bíblico que vai embasar essa palavra que tá lá em segunda Reis 20. Segunda Reis 20. Acessem ou abram suas Bíblias, vai passar aqui também e eu vou ler ela para você. Amém. [roncando] Da palavra de
Deus fala assim: "Naquele tempo, o Ezequias ele ficou doente e ele quase morreu. O profeta Isaías, filho de Amós, foi visitá-lo e lhe disse: "Assim diz o Senhor: Põe em ordem a sua casa, pois você vai morrer e não se recuperará." E Ezequias, ele virou o rosto pra parede e orou ao Senhor, falando: "Lembra-te de mim, Senhor, como eu tenho te servido com fidelidade, devoção sincera. Eu tenho feito, ó Deus, o que tu aprovas?" E Ezequias chorou amargamente. Antes de sair, Isaías sair e deixar o pátio intermediário. A palavra do Senhor veio a ele novamente
e disse: "Volte e diga, diga a Ezequias, líder do meu povo. Assim diz o Senhor, Deus de Davi, seu predecessor. Ouvi sua oração e vi as suas lágrimas. Eu o curarei e daqui a três dias você subirá ao templo do Senhor e eu lhe acrescentarei 15 anos a sua vida. Amém. Amém. Amados, você conhece bem essa história. Ela traz muitos ensinamentos para mim e para você. Ela mostra a importância que o rei Ezequias tinha para Deus, ao ponto de Deus dar mais 15 anos de vida para o rei Ezequias. Mas o que eu e Márcia
queremos trazer para você nessa manhã é uma parte onde Deus fala para Ezequias assim, ó: "Põe em ordem a sua casa". Repete comigo só pra gente gravar o que a gente vai aprender aqui hoje. Põe ordem na sua casa. Porque Deus poderia falar de muitas coisas para Ezequias. Ezequias, ele tinha uma grande posição social, ele tinha muito poder, ele tava à frente de um reino. Deus poderia falar para ele avançar no reino, poderia falar para ele cuidar do povo, poderia falar para acontecer várias coisas, mas Deus escolhe falar da casa do rei Ezequias. Talvez, porque
isso seja o mais importante hoje. Hoje também Deus trouxe você até aqui. E Deus poderia falar de qualquer coisa, mas Deus escolheu falar da sua casa, falar talvez para que você cuide de algo que tem dentro da sua casa que talvez você não esteja lembrado, mas Deus te trouxe hoje para cuidar disso. A questão é que quando a gente vê a história do rei Ezequias, a gente vê alguém que tem muito poder, alguém que tem muita realização, mas que esqueceu daquilo que é o mais importante. E eu tenho feito alguns estudos sobre o final da
vida, tentando entender o que as pessoas pensam antes de morrer. E um dos estudos que eu fiz, um dos mais profundos, foi de uma enfermeira austríaca. Durante muito tempo, eh, as famílias ricas ali do Reino Unido entregavam os seus entes queridos para ela cuidar. No momento que os médicos diziam que já não tinham mais cura, que aquelas pessoas estavam no leito de morte, já na fase terminal, as famílias entregavam para ela e ela começou a estudar, entender, pesquisar o que as pessoas se arrependem antes de morrer. E pasmem, ninguém. Ninguém quando tá num leito de
morte pede para ver a escritura dos imóveis. As pessoas quando estão próximas a morrer, ninguém pede para ver a chave de um carro. A pesquisa comprova que quando as pessoas estão no final da vida, ninguém pede o extrato do banco para poder ver quanto tem na conta. E sabe porque as pessoas não pedem para ver essas coisas quando estão para morrer? Porque elas descobrem que essas coisas não têm importância nenhuma no final da vida. Agora, se você parar e pensar, você vai ver que a maior parte de nós passa os 40 principais anos da vida
tentando juntar dinheiro, trabalhando, trabalhando para quando chegar no final ter coisas que a gente descobre que não tem importância nenhuma. É meio que como se a gente ficasse correndo atrás do vento. O estudo comprovou que no final da vida o que as pessoas mais querem é poder dar um abraço numa pessoa da família que estava o tempo todo perto dela, mas ela nunca abraçou de verdade. No final da história, quando as pessoas estão próximas de ir embora, o que elas mais querem é poder dizer um eu te amo. Às vezes para uma mãe, às vezes
para um pai, que ela até amava, mas ela nunca verbalizava. No final da história, o que as pessoas querem é poder dizer um: "Me perdoa, eu errei, eu falei com você". Mas ela foi tão orgulhosa que ela terminou nunca reconhecendo aquilo. E no final da vida ela daria tudo somente para falar para aquela pessoa e já não dá mais tempo. As pessoas descobrem no final da história que as coisas mais importantes não tem preço, mas tem um valor enorme. O rei Ezequias, ele teve mais 15 anos para colocar a casa dele em ordem, para corrigir
todas essas falhas. E no final a gente viu o vai ver, né, e já conhece na Bíblia o quanto ele falhou. Mas a minha pergunta para você é: "E se você tivesse só 30 dias de vida, o que é que você mudaria na sua rotina? Será que você passaria mais tempo com Deus? Será que você passaria mais tempo servindo na igreja? Será que você passaria menos tempo com esse celular? Será que você passava mais tempo com seus pais, com seus filhos? O que você mudaria se você tivesse só 30 dias de vida? Talvez essa pergunta
dê um nervoso, deu um um quentinho no coração, porque realmente é uma pergunta que a gente precisa se responder. Mas tem uma outra que eu quero que vocês se façam. O que que a gente tá construindo para deixar de legado nessa vida? Isso a gente precisa responder, porque a gente precisa deixar algo de valor. Isso é um fato. Mas o que a gente precisa ter forte na nossa mente, no nosso coração, é que a gente precisa impactar essa geração. Mas antes de impactar a geração, deixa eu te falar, a gente precisa impactar a nossa casa,
a nossa família, primeiro de querer ganhar o mundo inteiro, impactar o mundo inteiro. E é justamente isso que a gente vai trazer hoje aqui sobre construção de legado. Quem tá junto conosco aqui nessa manhã? Mas para isso eu queria orar com vocês. Pode ser? Vamos fechar nossos olhos. Deus amado, querido, obrigada por esse tempo. Obrigada por tudo que o Senhor tem para nós. Eu tenho convicção que o Senhor quer falar com cada um dos teus filhos aqui de forma particular. Então, Senhor, nós estamos com coração aberto e rendidos para ouvir o que o Senhor tem
para cada um de nós. Em nome de Jesus, nós te agradecemos. Amém. Então, para construir um legado familiar, a gente vai trazer para vocês alguns princípios que a gente aprende na história do rei Ezequias e serve paraa nossa vida hoje aqui. E quando eu e Márcia tivermos falando aqui de legado familiar, tem a ver com a sua família biológica para você que é pai e mãe, mas tem a ver também com a sua família espiritual, para você que lidera um life group, que lidera um ministério, que trouxe alguém para Jesus e você vai deixar um
legado na vida dessa pessoa. Então, entenda também essa construção do legado naquele que você aproxima de Jesus. E para isso, o primeiro princípio que eu quero compartilhar com vocês nessa manhã é que eu começo por mim. Vai aparecer aqui na tela, eu vou pedir para você repetir para que você se apropie dessa verdade e leve ela com você. Pode ser? Três pessoas. Gente, que participação assim incrível. É muito lindo, né? Ver os irmãos fazendo uns aos outros, né? Se apoiando, tá? Pode ser. Pode ser. Agora vamos lá. 1 2 3 e eu começo por mim.
Segundo a Reis 18:3, a palavra de Deus vai dizer o seguinte: "Seguindo o exemplo do seu antepassado, rei Davi, Ezequias fez aquilo que agrada Deus, o Senhor. Você conhece bem a história, sabe que o rei Ezequias era um homem que buscava Deus. Ele fez profundas reformas religiosas lá em Judá. Ele acabou com a idolatria e assim também tem que ser na minha vida e na sua." Se a gente quer deixar um legado, a gente tem que começar em nós, porque a gente só pode dar o que a gente tem. Não tem como alguém seguir quem
ainda não foi. Então é do que eu me abastecer, do que eu me encher que eu vou poder transbordar nos meus. Principalmente quem tem filhos biológicos sabe o quanto é importante a questão do exemplo. Porque 1 grama de exemplo vale muito mais do que uma tonelada de palavras. Você pode até falar, falar, falar, mas normalmente eles vão repetir aquilo que eles verem você fazer. Então, não tem como eu querer que ele tenha uma vida de oração se eu não tenho uma vida de oração. Não tem como eu querer que meu filho ame e lê a
palavra de Deus se ele não vê eu lendo a palavra de Deus. Então, essa é uma busca que a gente tem que fazer em nós para que a gente possa transbordar nos outros. Eu lembro de uma história de um pai que ele era meio afastado do convívio com os filhos e uma certa tarde ele chegou em casa e ao chegar em casa ele viu uma zoada, uma confusão, palavras duras vindo da cozinha. E quando ele entra na cozinha, ele vê duas crianças, os dois filhos dele pequeno, e era uma gritaria, era um xingamento, tal, e
ele se assusta e fala: "Ei, ei, para, que tá acontecendo?" E o pequenininho olha para ele e fala: "Não é nada não, a gente tá brincando de pai e mãe." Exemplo que a gente às vezes não percebe, mas é o que eles vão repetir. Então, amados, se você quer construir esse legado, começa em você, porque não tem nada demais. E eu quero dizer isso para você, irmã em específico, que no seu tempo de oração, você deixa um pouquinho da porta aberta do quarto, porque vai chegar um tempo lá na frente que seu filho vai ser
um homem adulto, um homem cristão, e ele vai dizer: "Eu sou o homem que eu sou, porque todos os dias eu passava e a minha mãe estava de joelhos ali orando por mim". Amém. Aleluia! Segundo princípio que eu aprendo para construir um legado familiar é que eu cuido da minha casa. E eu queria que você repetisse comigo já profetizando isso como uma grande verdade na sua vida. Vamos lá. 1 2 3. Eu cuido da minha casa. Olha como isso é forte. Sabe lá em Segunda Reis:1 fala: "Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e
não viverás". Você já deve ter ouvido várias vezes. O seu primeiro ministério é a sua casa. Claro que você ouviu, mas não adianta nada a gente ganhar o mundo e perder a nossa casa. Primeiro é a nossa casa, porque a gente precisa entender que primeiro projeto de Deus é a família. Se é o primeiro, é o principal. Tudo precisa começar na nossa casa. É do que tem muito na nossa casa que a gente vai derramar fora dela. Ou seja, se dentro da sua casa tem muito amor, muita paz, muita oração, sabe? muita bondade quando você
chegar no trabalho, quando você já chegar na escola, quando você chegar qualquer lugar que você for, é isso que você vai transbordar na vida das pessoas. Mas em contrapartida, se você na sua casa vive contenda, briga, falta de perdão, assim mesmo acontecerá quando você chegar na escola, na faculdade, em qualquer lugar que você for. É isso que você vai derramar sobre a vida das pessoas. Então, é do que estar muito na sua casa que você vai derramar. E o que eu tenho visto é que muitas pessoas, ah, eu sou um mega empresário, nossa, eu tenho
um várias empresas e na minha empresa lá tem momentos de acolhimento do funcionário. Lá a gente acolhe, lá a gente atende, lá a gente faz integração, lá a gente faz motivação. E aqui nesse nesse lugar em específico, eu tenho visto quantas pessoas estão preocupadas com network, com conexões, vamos conectar com as melhores pessoas, mas deixa eu te dizer, a melhor conexão e o melhor network que a gente precisa fazer dentro da nossa casa. Amém? Dentro do nosso life group. Essa é a melhor conexão que a gente precisa fazer. Isso que Deus quer de mim e
de você. Nós precisamos ter muito cuidado pra gente não levar o nosso melhor pra rua. e deixar o nosso pior dentro da nossa casa. Forte. Isso é muito forte, sabe? Tem algo que há um tempo atrás o pastor Melvin, ele me falou, ele me falou, veja só, mas é quando quando você ouvi uma frase toma para você, você parece que a pessoa falou para você, né? Eu nem conheci ele, mas ele deixou algo no meu coração e eu peguei para mim assim, ó. Uh, eu não sei se você é assim. Quando Deus fala com você,
você fala: "Eu recebo, é meu". Eu vou falar essa frase que ele falou e eu tenho convicção que você vai, algumas pessoas vão dizer assim: "Peguei [roncando] para mim agora". E ele falava assim: "Eu não quero ser como Davi, que ganhou o mundo e perdeu a sua família. E eu também não quero ser como Noé, que ganhou a sua família, mas perdeu o mundo. Eu quero com a minha família ganhar o mundo para Jesus".É. Essa precisa ser o nosso objetivo. Esse precisa ser o nosso foco todos os dias. Eu [aplausos] posso compartilhar algo rapidinho sobre
a minha vida aqui que eu não podia deixar. Posso? Amém. Sabe quando eu conhecia Jesus, minha filha tinha 14 anos de idade. E você imagina o que é conhecer a Jesus quando você já educou seus sua filha de 14 anos, completamente diferente do que a Bíblia fala, do que os princípios falam, do que os valores de Deus diz. E foi muito difícil para mim, porque era como se eu tivesse que desconstruir toda uma vida de 14 anos e fazer de novo. E você imagina a mentalidade de um adolescente que acha que sabe tudo, que acha
que é o que é certo, que os pais e os e os pais são velhos, já estão passados, não sabem o que estão dizendo. E aí eu olhava pra minha filha e eu via algo, atitudes que era completamente divergente. E você sabe, pai e mãe, o quanto é difícil a gente olhar pros nossos filhos e vê-los indo para uma direção errada, para uma direção que você mesmo enquanto pai não soube fazer e fez de jeito errado. E eu olhava pra minha filha Emily e ela tava se vestindo como ela não deveria se vestir. Eu olhava
pra minha filha e eu vi ela se relacionando com pessoas que ela não deveria estar conectadas. Eu olhava para ela e falava com ela. Eu tentava ministrar na vida dela e ela era agressiva comigo. Ela me dava fora e ela, nossa, o quanto aquela relação, ela terminava me repudiando porque eu queria ensinar algo que era totalmente diferente do que tinha na cabeça dela. E foi muito difícil porque eu passei muito tempo querendo puxá-la para perto de mim, para perto de Jesus, mas parecia que eu tava dando murro de ponta de faca. Mas chegou um dia
que eu tava lendo a palavra de Deus e Deus mais uma vez ele falou para mim e ele falou de forma muito forte um decreto, uma declaração, uma promessa. E quando eu li Josué 24:15, ele disse assim para mim: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor eu o quê? Peguei, peguei para mim. E quando eu ouvi aquilo, aquilo entrou como uma verdade. Por mais que eu olhasse e não vi se aquilo era uma verdade já intrínseca dentro do meu coração. E eu corri para Darro e falei: "Dar, você pode estar vendo Emily do jeito
que tá, mas Deus já falou: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor". Foi com força. Eu decretei. Eu não cheguei para ele e disse assim: "Ó, Dra, eu e a minha casa serviremos ao Senhor, tá?" Não, [risadas] eu decretei isso na minha vida. Eu não sei se você, enquanto pai, enquanto mãe, já declarou isso com toda a força do seu ser, mas eu quero te estimular e te desafiar a ficar de pé e declarar isso junto comigo de novo, porque essa promessa não é só para mim, para Darel, essa promessa é para cada um
de vocês também. Aleluia. Vamos declarar isso junto. Eu e a minha família serviremos ao Sen juntos e unidade, porque eu acredito que há poder na unidade. É, você crê? A gente vai falar e declarar isso com toda a força do nosso ser. O céu vai ouvir. Amém. Dois três. Eu e a minha família serviremos ao Senhor. Uhu! [aplausos] Isso é uma verdade. Amém. Pode sentar. Um terceiro princípio que a gente aprende nessa jornada para construir um legado familiar é quando eu treino e discipulo os meus. Vamos se apropriar disso. Todo mundo junto. 1 do tr
e eu treino e discipulo Deus. A igreja de Atos que nos ensina a ser igreja já tinha por hábito inspirar envolver os seus. Em Atos 21:5, a Bíblia diz o seguinte: "Todos os discípulos com suas mulheres e filhos nos acompanharam até fora da cidade e ali na praia nos ajoelhamos e oramos. Era um hábito comum entre eles estarem com os filhos em qualquer lugar e orar, ter esse tempo de comunhão, crescimento e assim também tem que ser na nossa vida. A gente não tem que esperar vir apenas num momento de celebração aqui no campus, mas
a gente numa cafeteria com o nosso life group, a gente num eh numa lanchonete com o pessoal do nosso ministério, a gente abre a Bíblia, a gente louva, a gente fala do Senhor, a gente dá as mãos, a gente ora, a gente com nossos filhos em uma viagem, a gente vai tendo aquele tempo para ter um tempo de discipulado, de treinamento, de preparação. Isso tem que ser um hábito. Isso tem que ter fazer parte do DNA dos que a gente tá querendo deixar um legado. Eu lembro que quando eu comecei o nosso ministério itinerante, viajando
com Mácia pras igrejas, é, os nossos filhos menores tinham ali entre, acho que o menorzinho tinha uns 7, 8 anos, o maior devia ter uns uns 10, 11 anos. E eu lembro que a gente ficava arrumando os livros para levar pras viagens e eu promovi os dois. E eu lembro que o menorzinho de 8 anos, ele ficava de cueca arrumando os livros, o maiorzinho ficava sem camisa ali carregando as caixas. E eu promovi um para gerente de expedição, o outro gerente de estoque, ministério próspero já começou com dois gerentes, um de cueca, um sem camisa,
tal. E muitas vezes eu chegava para ele e dizia: "Filho, papai não sabe quem vai estar lá. Você também não sabe. Mas Deus, Deus já sabe. Deus não precisa nem de mim, nem de você para que esse livro chegue lá e abençoe a vida de alguém. Mas Deus, Deus deu a gente o privilégio de ser um instrumento para que esse livro abençoe alguém.Ém. E desde o começo, fala assim: "Eu vou ser abençoado para você lembrar que você vai levar o livro no final." Então, desde o começo, a gente vai ensinando a eles que servir a
Deus é uma bênção, é um privilégio que a gente tem, porque isso vai entrando no DNA deles como algo que faz parte da vida e eles vão caminhando naquilo que eles estão vendo a gente fazer. Quando a gente avança mais no livro de Atos, a gente vai ver o exemplo de Felipe cuidando também da sua casa. Ele treinava, envolvia, despertava os dons dos seus filhos. Em Atos 218 e 9, a Bíblia vai dizer o seguinte: "Partindo no dia seguinte, chegamos a Cesareia, na casa de Felipe 1 27. Ele tinha quatro filhas virgens que profetizavam. Era
um dom que elas tinham e ele tava ali, ó, estimulando, desenvolvendo. E assim também a gente tem que fazer. A gente tem que preparar, treinar. Se você parar e perceber, você vai ver que essa igreja aqui, quando você vai ver toda a programação da igreja, sabe o que ela tá fazendo todos os dias aqui? Treinando, preparando, capacitando vocês. Aqui é um grande centro de treinamento para preparar vocês para fazerem a diferença lá fora. E sabe como tem que ser na sua casa? Do mesmo jeito. Lá é um grande centro centro de treinamento. Lá você prepara
os seus para fazer a diferença fora. Agora, quem é pai e mãe aqui? Deixa eu perguntar uma coisa. É fácil criar filhos? Sim ou não? Não. É o maior desafio da terra. É o É o desafio que você vai ter as suas maiores alegrias e as suas maiores tristezas. É aquele que você vai ter as noites mais tensas e as manhãs mais felizes. É aquela que no final da história pode ser que você saiba que você, poxa, fiz tudo certo ou você vai ver o quanto você falhou. Mas também é aquela atividade onde a gente
menos se prepara. A gente se prepara para um curso, a gente faz uma faculdade, a gente tem uma profissão, mas muitas vezes para criar um filho a gente não quer nem ler um livro. E a gente vai indo, ó, deixando a vida levar. E por isso, talvez se percam tantas, tantos filhos hoje em dia. Até porque hoje em dia a gente sabe o quanto existe uma guerra do bem contra o mal, o quanto tem todo mundo aí querendo levar os nossos filhos. Por isso a gente precisa direcionar, a gente precisa ter a rédia. Eu sou
de uma época que o pai ele só precisava olhar e a gente já se ajeitava. Quem era essa época? Ô amor, quanta gente velha, [risadas] né? Não, você já se ajeitava, ficava certinho. E hoje em dia, meu amigo, os pais muitas vezes são omissos. Eu tava numa cafeteririnha um dia desse, eu vi uma menina que tinha uns 12 anos, 11 anos, com a mãe, provavelmente uma mãe que não não não, aparentemente, pelo meu estudo que eu fiz, não tinha um relacionamento eh matrimonial. E a filha botava o dedo na cara dela, apontava o dedo para
ela e gritava com ela. E ela ficava meio assustada, não para, para, fala baixo, não sei o que, tal. E a menina quase que ia tá nela. Quase que eu chegava e perguntava: "Ó, a mãe da menina não vem, não é? Porque parecia que a menina não tinha mãe. E a gente tá nessa geração de pais que têm sido omissos, que não tm assumido o seu papel. E uma coisa que eu aprendi, eu tenho minha filha de 27 anos, eu digo a ela: "Você pode ter 30, 40, 50, 60 e eu vou continuar sendo seu
pai. Eu vou continuar falando que tem que falar. Eu vou continuar direcionando que tem que direcionar. Porque na Bíblia quando diz Provérbios 22 6, ensina a criança num caminho, tem dizendo que é até 18 anos. Não é o tempo que foi. Enquanto fori meu filho, eu vou ensinar. Enquanto for meu filho, eu vou direcionar, porque esse é um papel que Deus deu para mim. Pega essa. O rio, ele só existe porque tem margem. Filho saudável só vai existir se tiver limite. E isso é o que eu e você precisamos dar. Porque pai e mãe é
uma função 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, não tem férias, não tem 13º e não pode pedir demissão. Começou, tem que ir até o final. A grande questão é que a gente tem visto uma geração de pais e mães que tm inter terceirizado pro celular, para babá, pra escola bíblica da igreja, mas não tem assumido aquilo pro qual eles foram chamados. E a gente tem que se posicionar em relação a isso. A gente tem que voltar a esse chamado. E eu sei o quanto eles são espertos hoje em dia,
o quanto eles estão muito mais evoluídos. Eu lembro de uma vez que o meu filho Dyan o menor, eu não sei se alguém aqui tem um filho tipo filho gatinho, quando quer alguma coisa, vem feito um gatinho se aproximando do sofá, se chega assim, muda a voz, né, tal, para conseguir alguma coisa. Pronto. E eu lembro que uma certa vez ele chegou, foi se aproximando feito um gatinho, chegou para mim e fez é painho, que é lá de Recife, né, do Nordeste. Quem é alguém nordeste aí sabe o painho, né, como pega, né? Aí fez,
painho, eu posso fazer tal coisa? Aí eu falei: "Não, filho, não pode". Aí ele chegou para mim e falou: "Mas o senhor não disse que era meu amigo? vê o ninja, né, querendo me pegar pela palavra, né? E eu cheguei para ele e fiz: "Eh, filho, seu pai, ele sempre vai ser seu amigo, mas nunca vai deixar de ser seu pai. E como seu pai, eu tô dizendo que você não vai fazer, porque o amiguinho faz aquilo que o filho quer, o pai faz aquilo que o filho precisa." E coloque amor nas minhas palavras. Se
um dia você tiver que escolher entre ser pai e mãe e ser amiguinho dos seus filhos, escolha ser pai e mãe, porque amiguinhos eles vão ter muitos. Pai e mãe é uma função que Deus deu para você e você precisa assumir esse papel. [aplausos] Ezequias foi alguém que não cuidou, alguém que não direcionou, alguém que não colocou a rede. E talvez por isso Ezequias deixou o pior legado da história da Bíblia. E o nosso quarto princípio pra gente construir um legado familiar é que eu abençoo as próximas gerações. Vamos repetir se apropriando disso. 1 2
3. Eu abençoo próximas gerações. Olha o que fala lá em Joel. Presta atenção, gente. Joel 2:28 fala assim: "E acontecerá depois que derramarei o meu espírito sobre toda a carne. Os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão. Os vossos velhos, ah, eles sonharão e os vossos jovens terão visões." O que que Deus tá dizendo para mim e para você? Eu quero todo mundo da sua casa, avô, avó, tio, filho, criança, pequena, adulto, adolescente, de todo mundo. Não é parte. Isso é para mim, isso é para você. Se você chegou aqui, você não tinha esse plano
e essa visão de Deus sobre a sua vida, era o inimigo tentando tirar o que há de mais precioso da sua vida, que é a sua família. Não permita. É você e a sua casa toda, você e a sua casa inteira. Amém. É isso. Mas você também pode estar aí num cantinho amoado dizendo: "Não, Márcia, Márcia não sabe da minha história. Eu tenho um filho de 20 anos, 25 anos. Não, Márcia não sabe. Ele tá perdido. Deixa eu te dizer, ele [roncando] não tá perdido. Ele pode estar afastado, mas Deus não esquece um filho sequer.
E ele não esquece um, a promessa dele não esquece. Então é você e sua casa. Saia com essa verdade. Eu e a minha casa. Sabe, eu aprendi algo muito forte com a vela e eu queria passar isso para você. A vela, ela tem uma função, uma função primordial. Essa é a função primeira da vela, que é trazer luz ao ambiente escuro. E eu vi que muitas vezes hoje, antigamente a vela era para acender, acender e trazer luz, mas foi tudo foi modernizando, modernizando. E hoje vela tem variedades. Vela cheirosa que você coloca no quarto, vela
bonita para decorar. E deixa eu falar algo para você. Quando eu fui ver sobre essa vela, eu vi que eu tava sendo uma vela decorativa dentro da minha casa enquanto mãe. E eu quero voltar um pouquinho na história da minha filha. Eu era uma vela decorativa, eu decorava, eu era bonita, cheirosa, mas eu tava só enfeitando a minha casa. Eu não cumpria a função que Deus me chamou para fazer. Mas quando Deus me encontrou, porque foi ele que me encontrou, quando a gente teve um encontro face a face, quando eu vi a real importância dele
na minha vida, ele me falou algo muito forte: "Filha, acende o pavio da tua vela". Uau! E quando eu imaginei eu acendendo o pavio da minha vela, eu imaginei eu me queimando, eu me derretendo. E ele falou: "Você precisa ser consumida, filha. Mãe, é isso, ser pai é ser consumida." E quando eu acendia o pavio da vela e eu obedecia ao Senhor todas as vezes que eu derretia um pouquinho, que essa vela que era consumida, era quando eu olhava paraa minha filha e eu falava com ela e ela respondia. era grosseira comigo. Era todas as
vezes que eu me calava, quando na verdade eu queria responder, quando eu queria agredir, sacudir, eu voltava para mim e eu me consumia. Era todas as vezes que eu orava ao Senhor, chorando noites e noites, repetindo e repetindo, repetindo, porque minha vontade não era repetir. E a vela mais uma vez se consumia. Era quando eu olhava para ela e via ela indo para lugar que não devia ir. E eu vejo que muitas mães também sentem a mesma coisa. E nesse tempo eu não desisti porque nesse momento quando a vela tava sendo consumida, vinha também a
culpa. A culpa do que eu tinha feito, aquela voz dizendo: "A culpa é sua". E eu tentava afastar e eu afastava aquela aquela mentira porque eu sabia a verdade que Deus tinha sobre a minha vida. Mas deixa eu falar algo para você. Isso durou um processo, um tempo, mas a terra prometida tava na minha frente. Deus disse para mim que eu tinha uma terra prometida. Eu passei pelo processo, mas deixa eu contar para você. Eu virei uma vela que trouxe luz ao ambiente escuro da minha casa e valeu a pena. Eu olho pra Dar e
fala: "Dar, valeu a pena. Tô catoquinha, catoquinha". A vela continua consumindo. Eu tenho um de 20 e um de 17. E eu me, eu continuo me colocando nesse lugar, acesa, sendo consumida, mas eu não desisti porque hoje Emily é uma mulher de Deus. Hoje Emily é uma mentora de mulheres. Hoje Emily é uma esposa que anda no caminho do Senhor e vale a pena. [aplausos] Ezequias, ele teve um filho. O filho, o nome dele era Manassés. Deixa eu te falar, Manassés foi considerado um dos reis mais cruéis daquele tempo. Para você ter uma ideia do
que é um legado errado, mais que isso, Manassés teve um filho, Amã. Amão seguiu o mesmo caminho do pai, filho de Ezequias. Ezequias era um homem que era um homem que agradava a Deus. Assim como eu e você somos bons, fazemos o que devemos fazer. Mas será que a gente tá fazendo o que a gente deve fazer? Chegou o tempo da gente arregaçar as mangas, chegou o tempo de acender o pavio, chegou o tempo de fazer acontecer. Porque se você chegou aqui dizendo que não dá mais, que você não consegue, que já perdeu tempo, Deus
faz nova todas as coisas e ele te trouxe aqui para te dizer: "Filho, acende o pavio, sai daqui que eu vou te dar a direção de como eu vou conduzir a tua casa e como você vai conduzir os seus filhos". Amém. Amém. O nosso quinto e último princípio, a banda pode subir, para construir um legado familiar, é que eu entendo que eu não posso errar na missão. Repete comigo só para você levar essa mensagem paraa sua casa. Eu entendo que eu não posso errar na missão. Em segunda a Crônicas 32:25, a Bíblia vai dizer o
seguinte: "Mas não correspondeu Ezequias aos benefícios que lhe foram feitos, pois o seu coração se exaltou". Quem é que já recebeu um milagre? Eu entendo que receber um milagre não é apenas o privilégio, mas ele também traz responsabilidade. Mas quando a gente olha pra história do rei Ezequias, a gente vê que ele pega o benefício. Deus dá mais 15 anos de vida, mas ele esquece da responsabilidade que Deus deu de pôr em ordem a sua casa. Ezequias era o típico exemplo de alguém que estava preocupado somente com o seu momento, com o seu umbigo, com
a sua vida. Mas Deus, Deus ele sempre é geracional. Se você parar para estudar a história da Bíblia, você vai ver que Deus, ele sempre tá preocupado com as próximas gerações. Mas muitas vezes eu e você também somos parecidos com rei Ezequias. Muitas vezes a gente vem na igreja, a gente louva, adora, a gente faz parte de um life group, a gente serve no ministério. Isso é muito bom. Eu também gosto muito disso, mas a gente vive a nossa vida, o nosso momento e a gente se não se preocupa com o que vai acontecer depois
que a gente partir. A gente não se preocupa o quanto a gente deveria preparar as próximas gerações. Ezequias era tão assim que a Bíblia vai falar que em segundo a Reis que vai lá na frente que ele recebe a visita dos mensageiros da Babilônia. Ele mostra todas as riquezas do palácio. E Deus usa o profeta Isaías para dizer ao rei que vai chegar um tempo depois que ele morrer, que todas aquelas riquezas serão levadas embora, que os filhos deles serão feitos e núcleo, o que naquela tradição eles seriam castrados, Ezequias não teria mais descendência. E
Ezequias ouve aquela profecia e ele fala: "É depois que eu morrer?" Uau, que notícia boa. Tipo assim, não é comigo, cada um com seus problemas. Ezequias estava pouco preocupado com o que acontecer depois dele. E eu, eu e você, como é que a gente tem sido? A gente às vezes reclama de quem tá lá trabalhando, juntando dinheiro e não tá na igreja, mas muitas vezes a gente tá na igreja, mas não tá cuidando da casa da gente. A gente tá servindo, mas não tá prepando os nossos. A gente tá vivendo muitas vezes o umbigo da
gente, esquecendo da próxima geração. E Deus, Deus era muito detalhista no que ele faz. Eu escrevi esse livro e levei a proposta dele pra editora na época e eu fiz uma reunião com eles e eu vou explicar isso para você entender porque que você veio aqui hoje. E quando eu levei, a editora voltou para mim na reunião e falou que não ia deixar a gente lançar esse livro nesse momento e que seria um outro livro de massa voltado para mulheres. A gente saiu, foi embora. 15 dias depois eles ligam para mim e falam: "Olha, a
gente mudou a ideia e a gente queria fazer aquele livro sobre os filhos". E eu: "Tudo bem, ok, vamos voltar pro livro dos filhos". Eles ligam para mim e falam isso. Uma semana depois, a minha filha Emily, que é casada com Pedro, que mora lá nos Estados Unidos, liga pra gente e ela conta pra gente que ela tá grávida e você não imaginava nunca, mas eu sou avô. Vou mostrar aqui a foto do meu neto. Bota aqui a foto dele. Cadê a foto, gente? E a minha cara, fala sério, algumas pessoas falam que é gêmeo,
alguns acham que sou eu na foto, mas é é é a minha cara, é Brian, meu neto. E ela contou pra gente que ela tava grávida. E sabe por Deus fez isso? para que eu pudesse vir aqui e ter propriedade para falar para você sobre uma nova geração, porque Deus me deu uma nova geração. Isso foi mais ou menos em dezembro e quando foi em abril eu fui pra casa dela. A gente estava lá nos Estados Unidos fazendo uma tour de imersões para casais. E quando eu cheguei lá na casa dela, teve uma tarde que
eu vi uma uma voz vindo num cômodo do lado e eu saí. E quando eu chego nesse nesse cômodo, a minha filha tá deitada no sofazinho, ela tá com a barriga descoberta, ela tinha uns 4 meses de gestação. O marido dela, Pedro, tava ali do lado e ela tava com a Bíblia aberta, lendo a Bíblia para Brian. E ela falava, Braia, antes de você conhecer papai e mamãe, você tem que conhecer a Deus, porque é nessa palavra que você vai caminhar. É a mesma menina que quando tinha 12, 13, 14 anos, não queria ir pra
igreja, ela tava ali definindo o destino profético do meu neto. E sabe o que eu entendi naquele momento? Que não tem nada a ver [música] comigo, que Deus quando me salvou, não foi para que eu viesse pra igreja louvar, adorar, ir para um life group, tá com os irmãos. Isso é bom, eu gosto, mas não tem nada a ver comigo. [música] Quando Deus me salvou, foi para dar vantagem para Brian, porque Brian vai ser um profeta de multidões. Ele vai impactar a geração dele, levando amor de Jesus em todas as nações. Não tem nada a
ver comigo, não tem nada a ver com você. Deus, ele tá pensando em gerações, filhos, netos, bisnetos, tataranetos, que vão mudar o destino profético quando você resolver assumir o seu papel de direcioná-los para esse destino. Fica em pé para aparecer que tá acabando, mas não tá acabando, tá? Eu sei, [música] amados. Sabe o que acontece? É que muitas vezes a gente ficou focado naquilo que a gente ouviu as pessoas falarem e repetirem. [música] A gente passou a vida toda ouvindo dos nossos pais, de outras pessoas, que a gente tinha que deixar uma herança pros filhos.
E a gente começou a juntar dinheiro, a gente fez uma poupança, a gente quis ter uma casa, um carro, porque se a gente faltar, não faltaria nada para eles. E sabe o que eu tenho aprendido? É que herança é o que você deixa pros filhos. Legado é o que você deixa nos filhos. A herança muitas vezes pode acabar 24 horas depois que você foi embora. O legado dura até 1000 gerações. A herança pode ser que gerar briga, discórdia entre eles. Quem fica com isso, quem fica com aquilo. O legado vai fazer com que eles estejam
ainda mais unidos, porque você ensinou os princípios, você ensinou os valores, você foi ali semeando, semeando, semeando. Em Deuteronômio 6 a 7, a Bíblia vai dizer o seguinte: "Portanto, ame o nosso Senhor, nosso Deus, com todo coração, com toda a alma e com todas as forças". Ela vai falar para guardar sempre no coração as leis que ele tá dando hoje. E não deixe de ensiná-la a seus filhos. A Bíblia vai dizer assim, ó: "Repitam". Fala comigo assim: "Repitam, repitam". Você sabe o quanto quem é pai e mãe tem que repetir todos os dias? Ei, eu
vim aqui hoje aqui para dizer para você que você precisa continuar repetindo, repetindo, repetindo, porque essa lei que foi ensinada ontem e hoje e é que você vai precisar ensinar até o resto da vida para eles. Eu quero encerrar pedindo a você que estiver com a sua família, você possa abraçar eles aí. Se você não tiver com eles, eu quero pedir que você se conecte em oração [música] com quem tiver da sua família, com quem tiver do seu ministério, do seu life group aqui, mas tenta não ficar só nesse momento. E eu quero encerrar fazendo
para você uma ilustração que Deus me deu sobre a criação de filhos, porque durante muito tempo a gente ouviu aí fora que as pessoas criam filhos pro mundo. Só que Deus ele é muito específico nas coisas que ele fala e muito simples da forma como ele ensina. Em Salmos 127 de 3 a 5, Deus vai ensinar a gente em relação aos filhos e ele diz que os filhos são herança do Senhor. Um presente que ele dá, que como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos nascidos na mocidade. Sabe o que Deus tá falando
para mim e para você nessa pequena parte da Bíblia? Que sim, existe um destino pros filhos. Existe um destino profético pros meus e pros seus filhos. Eles não vão ser jogados ao mundo. Eles vão viver aquilo pro qual eles foram criados. Mas eu e você precisamos assumir o nosso arco, precisamos pegar a nossa flecha, precisamos assumir o nosso papel e enviá-los para esse destino. E hoje, hoje Deus te trouxe aqui para reposicionar, para poder te chamar para esse papel. E é interessante porque naquele tempo era um tempo de guerra. Era um tempo que existiam guerras
físicas e hoje, hoje continua sendo um tempo de guerra. E são guerras espirituais, mas Deus, Deus te trouxe hoje para te armar, te preparar para essas guerras. É interessante porque naquela época as armas eram armas como uma lança, uma espada, eram armas que estavam sempre próximas do guerreiro. Mas Deus quando escolhe um arco e uma flecha, ele fala de algo que vai além de onde o guerreiro vai chegar. Sabe o que Deus tá falando para você nessa manhã? Que seus filhos, netos, bisnetos, eles irão em lugares que você jamais vai chegar, mas você tem que
preparar eles para enviar. E é lindo isso porque você vai ver que sempre uma um arco pega flecha, ele aponta para um lugar mais alto do que o arqueiro está. Ei, Deus veio para aqui para te dizer que seus filhos eles vão ter experiências muito mais altas com Deus. Eles vão estar muito mais perto do céu, porque você vai preparar eles para viver isso. O seu teto começa a ser o piso de onde eles vão começar. E é interessante isso que vai ver que para que o arco seja enviado, o arqueiro precisa fazer força, ele
precisa puxar e envergar. E sabe o que é isso? Isso é o discipulado, isso é o treinamento, isso é aquelas vezes que você tá cansado, cansado, cansado e mesmo assim você tem que pegar a Bíblia e insistir com eles para sabe, muitas vezes eu chego para chegava para eles para exortar, para ensinar e eu pegava uma passagem bíblica e [roncando] eu falava: "Filho, é esse é o princípio, não é o que seu pai acha, é o que a palavra de Deus fala, é o que você vai dar pra vida toda." E eles chegavam para mim
e falavam: "Pai, o senhor vai falar essa história de novo?" E eu [roncando] dizia: "Filho, de novo, de novo e de novo." Porque essa mesma palavra é repetida há milhares de anos e é a mesma que você vai falar pros seus filhos e pros seus netos. Então, a gente tem que fazer força, a gente tem que envergar. Muitas vezes eles estão querendo antecipar uma fase, eles estão querendo viver aquilo que eles não podem viver e você vai precisar puxar. E toda vez que você puxa, às vezes é desconfortável, eu sei que é, mas quanto mais
você puxar para trás, mais altos eles vão. E é interessante a analogia, porque Deus é muito detalhista, né? Porque ele fala o que um arqueiro ele precisa carregar um aljava com as flechas. E eu e você que somos pais, a gente sabe o quanto aljava é pesada, o quanto muitas vezes a gente acha que não consegue carregar essa aljava, mas muitas vezes a gente vive as batalhas e o inimigo quer roubar nossas flechas. Mas tá declarado nessa manhã que nenhuma flecha será roubada, que todos nós quando partirmos vamos ter enviado elas pro destino profético dos
nossos filhos. E eu quero encerrar dizendo para você, a última coisa que eu aprendi que Deus me deu nessa analogia foi quando ele me ensinou que a flecha vai est pronta para ser enviada no momento que eu e você puxarmos essa flecha para perto do coração. É quando a gente amar como Jesus ama. É quando a gente demonstrar esse amor que eles vão estar próximos para serem enviados pro destino profético deles.