e tu saber direito desta semana a gente fala sobre direito empresarial vamos ver as tipificaçÃĩes empresariais nomes empresariais e do estabelecimento as obrigaçÃĩes da empresa e muito mais as aulas sÃĢo com professor fabrÃcio jonatas a o olÃĄ seja bem vindo a mais um saber direito meu nome ÃĐ fabrÃcio jonathan eu vou estar com vocÊs no curso de direito empresarial a minha atividade ÃĐ baseada dentro da atividade acadÊmica em faculdades e cursos preparatÃģrios e pÃģs-graduaçÃĢo dentro do direito empresarial a gente vem trabalhando uma perspectiva a da atualidade uma perspectiva de utilizaçÃĢo das empresas dentro da atividade econÃīmica a nossa proposta dentro do direito empresarial brasileiro ÃĐ trazer um conhecimento bÃĄsico para vocÊ para que vocÊ possa conhecer o direito empresarial na sua raÃz na sua essÊncia atÃĐ as tecnologias jurÃdicas mais avançadas dentro dessa proposta ainda nÃģs temos os termos jurÃdicos e a utilizaçÃĢo para que vocÊ estudante direito para que vocÊ profissional da ÃĄrea para que vocÊ empresÃĄrio que acompanha o nosso programa tenha o conhecimento de sistemas e que vocÊ possa aplicar na sua vida cotidiana entÃĢo e eu como professor do curso de direito eu trago para vocÊ hoje o curso de teoria geral do direito empresarial começando a nossa atividade hoje a gente tem o direito empresarial como a algo atual algo extremamente prÃĄtico que a legislaçÃĢo traz dentro do cÃģdigo civil no entanto nÃĢo ÃĐ de hoje o direito empresarial nÃģs temos uma utilizaçÃĢo milenar do direito empresarial nÃģs temos a lex mercatoria que ÃĐ uma legislaçÃĢo a sujeneres ÃĐ uma legislaçÃĢo que ela vem trazendo uma atividade de mercancia uma atividade de compra e venda de mercadoria desde os primÃģrdios da histÃģria nÃģs trazemos ali a o inÃcio das atividades de comÃĐrcio quando vocÊ tem a sociedades ainda nÃĢo organizadas dentro dessa sociedade nÃĢo organizadas a tinha a produçÃĢo de determinados bens de determinados produtos de determinados animais sÃģ que nÃĢo o dinheiro entÃĢo eu tenho o produto e eu tenho interesse de trocar aquele produto para o com outra pessoa entÃĢo vocÊ tem por exemplo seu vizinho que vocÊ oferece a ele lan e ele te oferece por exemplo a carne de um animal ele te oferece o couro de algum animal e aà vocÊ faz o que nÃģs chamamos de escambo a troca de produtos sem moeda sem valor econÃīmico de moeda expressa mas sim com o valor daqueles bens a uma evoluçÃĢo da sociedade passa a ter uma nova perspectiva a passam-se sÃĐculos hoje vocÊ falando do passado nÃģs falamos como ser evoluçÃĢo tivesse sido rÃĄpida a gente tem que parar para analisar que foram sÃĐculos e dependendo das situaçÃĩes passaram-se milÊnios para que chegÃĄssemos hoje aonde estamos mas dentro dessa origem nÃģs temos essa lex mercatoria na sua origem no seu inÃcio dentro da atividade mercantil aonde inicia em troca de mercadorias dentro dessa troca de mercadorias os produtores passam aumentar cada vez mais na sua produçÃĢo eles passam a dar cada vez mais qualidade ao seu sistema de produçÃĢo entÃĢo eles precisam buscar agora mas mercados mais mercados mais parceiros mais produtos mais tecnologia tudo para melhorar a sua capacidade nessa busca vem a necessidade de encontrar novos parceiros e a partir daà vem a o sentido de buscar outros paÃses outras localidades essas outras localidades sÃĢo extremamente necessÃĄrio extremamente importantes porque a aqueles produtos que antes eram locais agora estÃĢo sendo levado para outras outros territÃģrios outras cidades e para isso eram utilizados em grande porte as grandes navegaçÃĩes mas temos as grandes navegaçÃĩes entrando numa perspectiva da idade mÃĐdia bem interessante e cruzando os mares buscando novos mercados buscando novas perspectivas econÃīmicas mas ainda assim era necessÃĄrio que primeiro houvesse uma equiparaçÃĢo legal de moedas cada cidade tinha sua moeda cada moeda de ouro de prata de bronze tinha o seu peso entÃĢo havia necessidade de fazer acordos e principalmente no que tange a seguro vocÊ tem a mercadoria que ela vai sair da dilma cidade para outra em cima de um barco imagina se aquele barco afunda imagina qualquer problema seria roubado eu preciso ter uma caracterÃstica de seguro para garantir aquela produçÃĢo entÃĢo começam a surgir papÃĐis começam a surgir direitos começam a surgir alguns tÃtulos para dar em garantia aquele produto aquele produtor aquele navegante e dentro dessa realidade ainda nÃģs temos a a evoluçÃĢo das condiçÃĩes de atividade o que sÃĢo chamadas as corporaçÃĩes de ofÃcios dentro das corporaçÃĩes de ofÃcio a gente trabalha com uma ideia de analisar o surgimento do direito empresarial no todo mais primeiro de dentro dessa corporaçÃĢo de ofÃcio trazendo essa corporaçÃĢo uma normativa interna todos aqueles que faziam parte dessa normativa interna eles seguiam esses texto eles seguiram essa norma como se fosse a lei lembrando nÃĢo havia lei ainda que tratasse sobre direito empresarial neste perÃodo era caracterizada o inÃcio de uma caracterizaçÃĢo de um direito comercial e nÃģs temos ainda a necessidade de colocar em pauta o que nÃģs temos de direito comercial a o nascimento dessas corporaçÃĩes de ofÃcios e dessa proteçÃĢo legal de algumas categorias vocÊ tem corporaçÃĢo de ofÃcio de determinadas categorias por exemplo de produtores por exemplo de pessoas que trabalhavam com atividade manual bem corporaçÃĢo de ofÃcio de atividades dos a barqueiros dos estivadores de todos aqueles que trabalharam em atividade profissional que era a cadeia do comÃĐrcio e essa atividade de comÃĐrcio tanto no comÃĐrcio local quanto no comÃĐrcio interestadual a entre os estados era necessÃĄrio que houvesse uma regulamentaçÃĢo mas estÃĄ dar omisso nÃģs vivÃamos ainda em um momento de um perÃodo subjetivo do qual nÃĢo havia uma lÃĄ e por parte do estado a legislaçÃĢo que tinha legislaçÃĢo que era utilizada aplicada ela era Única e exclusiva das corporaçÃĩes de ofÃcio isso daà fazia com que cada corporaçÃĢo tivesse a sua legislatura entÃĢo na composiçÃĢo de tribunais era necessÃĄrio fazer uma henda mento de decisÃĩes o arrendamento de normas dentro das corporaçÃĩes para que se houvesse um melhor entendimento dentro dessa facilidade se trabalha com a seguinte forma o melhor que for aplicado para os produtores o melhor que for aplicado para aqueles que estÃĢo exercendo atividade mercantil isso daà vem evoluir e traz o que nÃģs chamamos da teoria dos atos de comÃĐrcio a teoria dos atos de comÃĐrcio ela institui que Única e exclusivamente aqueles que fazem parte das corporaçÃĩes de ofÃcio terÃĢo o ÃĐ muito terÃĢo a condiçÃĢo e todo o apoio de trabalhar de exercer as suas condiçÃĩes de exercÃcio da actividade mercantil dentro dessa mercancia dentro dessa atividade mercantil essas atividades vÃĢo gerando novas normativas cada vez mais mercados vÃĢo sendo alcançado novas tecnologias barcos navios cada vez maiores cada vez mais equipados e cada vez mais o mercado precisando carecendo de novos produtos a partir daà surge a necessidade das mercado das atividades mercantis e navegaçÃĩes buscarem novos espaços dentro desses novos espaços surge por exemplo a navegaçÃĢo a surgir por exemplo a discussÃĢo entre o tratado de tordesilhas brasil e espanha no qual eles dividem o territÃģrio e cada um tem um espaço para explorar a atividade com as navegaçÃĩes em uma dessas portugal veio parar aqui na costa brasileira tentando chegar atÃĐ as Ãndias tomou um rumo diferenciado chega aqui em santa cruz de cabrÃĄlia chegando aqui no brasil encontrando uma novidade um novo mercado e um novo mercado nÃĢo sÃģ um mercado que trouxesse produtos mas principalmente produtos a serem extraÃdos e levados para a europa para que pudesse ser produtos de venda produtos de comÃĐrcio essa ideia ÃĐ a ideia das grandes navegaçÃĩes do direito comercial em sua primeira perspectiva do direito subjetivo evoluÃmos chegamos nesse desenvolvimento principalmente dentro da europa um desenvolvimento que trata a das revoluçÃĩes industriais lembrando que revoluçÃĢo industrial tem essa nomenclatura de revoluçÃĢo mas nÃĢo foi uma revoluçÃĢo armada nÃĢo foi a a hora do pacÃfico foi uma revoluçÃĢo de tecnologia uma revoluçÃĢo de utilizaçÃĢo agora dentro da revoluçÃĢo industrial de produtos principalmente movidos a vapor aonde a qualidade do produto aumenta a produçÃĢo do produto vem cada vez melhor vocÊ consegue trazer um produto com mais facilidade com mais condiçÃĩes para chegar ao mercado com o menor custo e um tempo mais curto tambÃĐm na produçÃĢo e aà vem mÃĄquinas de tear vem mÃĄquinas de produçÃĢo bem papel vem um desenvolvimento de equipamento de locomoçÃĢo veÃculos locomotores os navios passa a ter os a sua propulsÃĢo a vapor e dentro dessa evoluçÃĢo temos essa revoluçÃĢo industrial os feudos começam a desaparecer e nÃĢo espaço as grandes indÚstrias as grandes indÚstrias com os seus sistemas de produçÃĢo começam a se valer das mÃĢos de da mÃĢo de obra barata a causa da necessidade do povo que naquele momento carecia de um local para morar o povo parecia de comida o povo parecia de proteçÃĢo a partir desse ponto as indÚstrias passam a dar emprego mas por conta da grande procura grande massa de trabalhadores buscando emprego a os donos de indÚstrias baixa o cada vez mais o salÃĄrio e eles começam a pagar o salÃĄrio por meio de produçÃĢo e um custo bem abaixo daquele que era necessÃĄrio para a vida cada vez mais os trabalhadores trabalham aumentam hora de trabalho e vÃĢo buscando cada vez mais trabalhadores jovens chegando ali em alguns momentos alguns doutrinadores trazem os seus textos que meninos a partir de cinco anos de idade jÃĄ eram escalados para trabalho entÃĢo a existem o nesse momento a existe uma um vÃnculo entre e do trabalho e o direito empresarial aonde se vincula a atividade de gestÃĢo de trabalho e atividade de direitos protetivos ao trabalhador um exemplo prÃĄtico disso daà havia mÃĄquina de essa mÃĄquina vai desenvolvendo vai ter ano vai criando ali o produto em algum momento aquela mÃĄquina embora os fios sÃģ que as engrenagens eram muito pequenas a o espaço era muito pequeno para que uma mÃĢo de um homem pudesse entrar para desembolar esse fio entÃĢo eles utilizavam a mÃĢo da criança que era pequenininha a mÃĢo da criança entrava desenrolava o fio o problema que quando desenrolava o fio e a mÃĄquina era propulsÃĢo da mÃĄquina a vapor ao desembolar o fio da engrenagem automaticamente a mÃĄquina volta a funcionar assim esmagava a mÃĢo da criança naquele momento aquela criança foi Útil perdeu a mÃĢozinha nÃĢo ÃĐ mais Útil ela era simplesmente dispensada o tipo de respeito ao direito sem nenhum tipo de indenizaçÃĢo e essa ideia traz remonta para gente um texto clÃĄssico de karl marx que ÃĐ o manifesto comunista que ele trazia o direito dos do proletÃĄrio e dos burgueses daqueles trabalhadores da mÃĢo de obra que eram explorados e da burguesia que explorava essa mÃĢo de obra e eles traziam essa exploraçÃĢo sem a devida paga o trabalhador nÃĢo tinha o devido direito nÃĢo tinha devido à remuneraçÃĢo daquela produçÃĢo olha que ainda hoje nÃģs temos a essa prÃĄtica nÃģs temos essa usualidade em algumas regiÃĩes nÃĢo vamos longe vamos no prÃģprio brasil nÃĢo ÃĐ raro vocÊ encontrar mas documentÃĄrios diÃĄrios trazendo a situaçÃĢo de que trabalhadores em condiçÃĢo anÃĄloga à de escravo foram encontrados e libertados geralmente por 11 e do ministÃĐrio pÚblico do trabalho isso daà jÃĄ remonta o que nÃģs jÃĄ tivemos lÃĄ em 1800 em diante isso daà jÃĄ traz essa briga de direito para te mostrar que nÃģs nÃĢo evoluÃmos tanto assim nem tanto dentro dessa evoluçÃĢo da revoluçÃĢo industrial nÃģs temos o crescimento principalmente na europa esse crescimento e ele traz a um abuso cada vez maior dos trabalhadores por parte ali da da realeza contra os trabalhadores cada vez mais ricos a nobreza os burgueses os donos das indÚstrias cada vez mais ricos e o pobre cada vez mais pobre e o pobre carecendo de pÃĢo o pobre carecendo de produto bÃĄsico para sobrevivÊncia o mÊs ideal nessa ideia vem a revoluçÃĢo francesa e a revoluçÃĢo francesa ela vem a em 1789 eclodindo na frança principalmente como um grito de liberdade daquele povo um grito de liberdade daqueles que nÃĢo aceitavam mais seis esplorados serem abusados pela coroa enquanto a populaçÃĢo padecer de fome a coroa realizava diversos bailes banquetes riquezas pro obras de arte obras faraÃīnicas sendo construÃdas e a populaçÃĢo na pobreza vem os ideais da revoluçÃĢo francesa trazidos a pelo seu principal a levante desta revoluçÃĢo que ÃĐ napoleÃĢo bonaparte que ele traz os ideais de liberdade mas nÃĢo adianta eu ter liberdade e eu ser tratado mal eu nÃĢo ter o reconhecimento do meu direito e tem que ter liberdade mas eu tambÃĐm quero ter igualdade e nÃĢo adianta o ter liberdade igualdade aonde eu nÃĢo tenho por exemplo o braço forte do estado a proteçÃĢo do estado os direitos sociais à proteçÃĢo e à fraternidade daà o lema liberdade igualdade e fraternidade trazendo os ideais da revoluçÃĢo francesa ao que nos interessa dentro do direito empresarial a revoluçÃĢo francesa foi o marco inicial para que napoleÃĢo trouxesse o cÃģdigo civil francÊs ou cÃģdigo napoleÃīnico dentro desse cÃģdigo civil ainda muito utilizado hoje nas suas ideias dentro das suas perspectivas legais napoleÃĢo trÃĄs jÃĄ o cÃģdigo comercial aonde ele coloca fim a subjugada necessidade de um produtor de um comerciante ser e a uma atividade mercantil dentro das corporaçÃĩes de ofÃcio e ele abre a deliberaçÃĢo para que cada um possa exercer a sua actividade daà surge o perÃodo objetivo do direito comercial dentro do direito comercial nesse perÃodo objetivo nÃģs temos leis por do estado normatizando a atividade mercantil atividade comercial o comÃĐrcio como deveria ser feito dentro desse comÃĐrcio como deveria ser feito dos atos de comÃĐrcio o estado define quem pode ser a o comerciante quem pode exercer aquela atividade mas ainda assim a legislaçÃĢo deixa fechado no que tange à liberdade de atuaçÃĢo ainda assim sÃģ poderia receber autorizaçÃĢo aquele que tivesse o pleno conhecimento de exercÃcio de determinadas atividades empresa oi rÃī comerciais que estavam sendo aplicadas naquele cotidiano a essa ideia foi a espandindo pelo por toda a europa atÃĐ chegar nas beiradas ali da entrada de portugal 1808 napoleÃĢo chega na entrada de portugal e aà o rei de portugal nÃĢo sabe o que fazer no desespero ele decide vamos fugir para o brasil 1808 inÃcio ali dessa trajetÃģria a dom joÃĢo sexto corre junta tudo que ele consegue pula para dentro de um navio dos navios necessÃĄrios ali para carregar toda aquela estrutura e eles arpÃĢo para o brasil messi chegada nessa ida para o brasil e lembrando tambÃĐm dom joÃĢo sexto saindo da de portugal ele sabe ele percebe a necessidade que ele vai ter de abrir os portos de dar inÃcio a uma atividade e viu que jÃĄ era explorado jÃĄ sÃĐculos quem sabe necessidade que agora ele vai precisar abrir o brasil os portos de forma oficial que que ele faz para ter uma referÊncia ele pega uma cÃģpia da do cÃģdigo napoleÃīnico cÃģdigo civil cÃģdigo comercial para levar com ele para ele ter como base aà eu brinco com os alunos de vez em quando dom joÃĢo sexto passou a mÃĢo para baixo no pendrive allen. pdf botou no bolso e correu para o brasil chegando no brasil primeiro ato que eles tem dentro da atividade comercial ÃĐ abrir os poros porque a partir de agora brasil vai deixar de ser uma colÃīnia Única e exclusivamente de exploraçÃĢo e vai passar a exercer a atividade econÃīmica e mercantil agora vai ser uma sede de governo aonde toda a realeza chega e passa a exercer a sua actividade e qual ÃĐ a evoluçÃĢo o direito brasileiro ainda carence desde 1808 atÃĐ 1. 850 quando em 1850 jÃĄ com grito de independÊncia o brasil decide o brasil a determina a criaçÃĢo do cÃģdigo comercial brasileiro o cÃģdigo comercial brasileiro ele ÃĐ composto por trÊs partes a primeira parte do cÃģdigo comercial brasileiro ele vai trazer dos atos de comÃĐrcio quem pode exercer o comÃĐrcio quais sÃĢo as atividades comerciais que sÃĢo aceitas e sÃĢo permitidas pelo estado quais sÃĢo as condiçÃĩes para exercer essa atividade desses atos de comÃĐrcio de 1850 nÃģs tivemos o cÃģdigo de 1850 atÃĐ o ano de 2002 em vigÊncia com as suas alteraçÃĩes com alguns momentos de e principalmente no que tange a doutrina italiana que nÃĢo utiliza mais desde 45 1945 a lei de de atos de comÃĐrcio teoria dos atos de comÃĐrcio e passa aplicar o direito empresarial o teoria da empresa brasil começa a flertar com essa possibilidade mas ainda assim mantÃĐm os atos de comÃĐrcio atÃĐ o cÃģdigo civil de 2002 aonde tem essa mudança bÃĄsica de teorias da teoria dos atos de comÃĐrcio para a teoria da empresa ou seja a primeira parte do cÃģdigo comercial brasileiro de 1850 foi revogada pelo cÃģdigo civil de 2002 ÃĐ a segunda parte do cÃģdigo comercial brasileiro trata do comÃĐrcio marÃtimo toda estrutura de comÃĐrcio marÃtimo regras a questÃĢo de seguros a questÃĢo de estrutura de fronteiras de chegada de atividade mercante de produçÃĢo claro que d800e 1.
850 para cÃĄ ou nÃĢo houveram mudanças houveram atualizaçÃĩes mais a lex mercatoria alÃĐm de atividade mercantil ela vem evoluindo e trazendo novas perspectivas de mercado lembrando que nÃĢo temos uma lei que revoga a segunda parte do cÃģdigo comercial ou seja ele ainda estÃĄ em vigor desde 1. 850 para cÃĄ claro que com as suas atualizaçÃĩes necessÃĄrias a gente tambÃĐm tem a terceira parte do cÃģdigo comercial brasileiro a que ÃĐ a das quebras das quebras jÃĄ vendi uma teoria da europa da itÃĄlia que ÃĐ a garota a quebra da banca quando a empresa nÃĢo tem mais condiçÃĩes de se manter aqui no brasil venha a teoria das quebras das quebras e revogada inicialmente pela lei da concordata a partir da lei da concordata o brasil estipula a aplicaçÃĢo das concordatas a atÃĐ o ano de 2005 com a lei 11. 101 que vem trazendo a recuperaçÃĢo judicial e à falÊncia hoje o nosso instituto dentro disso nÃģs temos o cÃģdigo de 1850 com uma realizaçÃĢo a inicial brasileira inserindo o brasil dentro dessa realidade comercial sÃģ que esse cÃģdigo de 1850 a primeira parte jÃĄ foi revogada pelo cÃģdigo civil de 2002 a segunda parte estÃĄ em vigor e atÃĐ ser a parte foi revogada e recentemente 2005 pela lei 11.
101 que a lei de recuperaçÃĢo judicial e falÊncia como a mudança do cÃģdigo comercial para o cÃģdigo empresarial nÃģs temos aà uma atualidade uma atualizaçÃĢo na nomenclatura aonde nÃģs tÃnhamos o direito comercial e a partir de agora a gente passa a ter o direito empresarial sendo que o direito comercial continua a existir mas ele ÃĐ Ãšnica e exclusivamente uma matÃĐria do direito empresarial o direito empresarial ele passa a ter a sua conotaçÃĢo mais ampla e ele trabalha primeiro com a empresa que ÃĐ a atividade que ÃĐ exercida o empresÃĄrio que aquele que exerce a atividade dentro dessa ideia muito se discute qual que ÃĐ o nome ÃĐ criatura correta ao meu ver a nomenclatura correta ÃĐ o estudo do direito empresarial sendo que dentro do ÃĐ sÃĐrio nÃģs temos vÃĄrias ÃĄreas aà vocÊ vai ter direito comercial teoria da empresa direito do comÃĐrcio marÃtimo nÃģs temos agora o comÃĐrcio eletrÃīnico nÃģs temos tambÃĐm tÃtulos de crÃĐdito recuperaçÃĢo e falÊncia sÃĢo vÃĄrios tÃtulos dentro do direito empresarial entÃĢo hoje pela maioria dos doutrinadores trabalho com o direito empresarial entÃĢo a nossa nova o nome criatura ÃĐ a empresa e o empresÃĄrio dentro da ideia da teoria da empresa nÃģs temos o direito empresarial trazendo a sua conceituaçÃĢo base dentro do cÃģdigo civil brasileiro o cÃģdigo civil brasileiro teletrans a nomenclatura do empresÃĄrio um conceito base de empresÃĄrio 966 ÃĐ o artigo e ele traz que o empresÃĄrio ÃĐ aquele que exerce a atividade que seja ela organizada uma ÃĐ habitual ou nÃĢo eventual uma atividade que tenha como finalidade de lucro esse primeiro conjunto essa primeiro a conjunto de palavras desse conceito ele vai nos abrir uma realidade que atÃĐ entÃĢo atÃĐ 2002 era desconhecido que ÃĐ a liberdade da atuaçÃĢo empresarial toda e qualquer pessoa que quiser ela pode exercer direito empresarial nÃĢo pode abrir uma empresa ela pode exercer o seu empreendedorismo brasileiro ÃĐ muito conhecido por ser empreendedor nÃģs temos ainda uma dificuldade em conceitos uma dificuldade em planejamento no entanto dentro desse planejamento geral nÃģs temos por exemplo sebrae que atua atualmente para auxiliar os empresÃĄrios a conhecer os seus produtos a conhecer a sua legislaçÃĢo o seu potencial e a o primeiro com esse potencial e empreendedor e ainda com a legislaçÃĢo que autoriza ele a poder exercer a empresa agora nÃģs temos um prato cheio mas temos esse prato uma realidade aonde o empresÃĄrio pode ser caracterizado simplesmente por cumprir requisitos quais requisitos sÃĢo esses artigo 966 ele vai dizer que o empresÃĄrio ÃĐ aquele que exerce com habitualidade habitualidade quer dizer aquele cara que ele vai ser conhecido por exemplo por ter um ponto comercial por exercer aquela atividade rotineira cotidiana dentro disso ele tem a habitualidade e ele faz com que aquela atividade dele seja reconhecida pelo esforço e pela continuidade do trabalho dele outra forma tambÃĐm nÃģs temos a forma organizada de exercer essa empresa exercer esse produto exercer essa atividade de forma organizada quer dizer para ele exercer uma empresa ele precisa ter primeiro ponto ele vai precisar de algumas situaçÃĩes vamos imaginar uma lanchonete ÃĐ um empresÃĄrio vai precisar de um balcÃĢo ele vai precisar de uma estufa ele vai precisar de um liquidificador para fazer suco de uma fritadeira alguma coisa nesse sentido todos aqueles produtos todos aqueles bens reunidos em prol da sua actividade podem ser caracterizados como uma atividade organizada ele tem um sistema no computador para fazer o pedido e aà jÃĄ sai o papelzinho lÃĄ dentro da cozinha para que o cozinheiro auxiliar saiba qual ÃĐ o pedido isso ÃĐ organizaçÃĢo vocÊ tem hoje grandes estabelecimentos que tem todo um sistema eletrÃīnico de pedido todo um sistema eletrÃīnico de pagamento tudo isso pode ser caracterizado como organizaçÃĢo a mas e aquela pessoa que fica na porta da faculdade vendendo um lanche ela pode ser considerado empresÃĄrio hora pensa comigo primeiro ela tem habitualidade a qualidade aà pode ser traduzida no seguinte eu estou no meu transporte indo para faculdade e eu tÃī morrendo de fome e eu sei que lÃĄ na porta da faculdade tem aquela senhora que tem aquela caixinha de isopor mÃĄgica que de dentro dela saem salgados maravilhosos eu sei que ela vai estar lÃĄ eu chego atÃĐ lÃĄ e ela estÃĄ pronto tÃĄ caracterizado aà a habitualidade aquela senhora tem uma organizaçÃĢo imagina comigo para ela estÃĄ na porta da faculdade no horÃĄrio de entrada dos alunos no horÃĄrio de intervalo ela tem que ter se organizado no tempo da produçÃĢo ou da compra daquele produto ela tem que ter onde condicionar condicionar aqueles produtos ela tem que ter por exemplo alguma bebida um cafÃĐ um refrigerante e um suco ela tem que preparar tudo isso isso daà ÃĐ organizaçÃĢo e o nosso Último ponto que atividade econÃīmica dentro da atividade econÃīmica ela e esse trabalho sempre implodir lucro ela tem uma atividade que ela vai te vender um produto mas dentro dessa venda ela precisa receber uma contrapartida um valor que seja necessÃĄrio para que ela cubra os custos e ainda ela tenha um rendimento daquele trabalho isso daà ÃĐ caracterizado como lucro isso ÃĐ caracterizado como atividade a econÃīmica uma atividade que ela tem uma finalidade de ganhar dinheiro de dentro dessa conotaçÃĢo de conceito ainda o empresÃĄrio ÃĐ aquele que exerce atividade a habitual organizada com finalidade de lucro econÃīmica mas tambÃĐm aquele que tem atividade de produçÃĢo ou circulaçÃĢo de bens ou serviços dentro dessa produçÃĢo ou circulaçÃĢo nÃģs temos vÃĄrias caracterizaçÃĩes de empresÃĄrio nÃģs temos aqueles empresÃĄrios que produzem aquilo que comercializam eles produzem aquilo que ÃĐ o objeto da empresa ÃĐ uma produçÃĢo hoje a gente tem dentro do da atividade de alimentaçÃĢo os lanches ÃĐ muito comum vocÊ encontrar o bolo caseiro essa atividade do bolo caseiro dentre vÃĄrios outros produtos poder poderiam ser citados vocÊ tem um bolo caseiro como uma produçÃĢo dentro dessa produçÃĢo esse empresÃĄrio ele e com sistema esse empresÃĄrio ele vai ter nessa conotaçÃĢo nessa conjuntura ele vai ter o forno ele vai ter a receita ele vai ter todo maquinÃĄrio ele vai ter toda estrutura para venda entÃĢo ele estÃĄ produzindo para poder vender mas eu tambÃĐm tenho a circulaçÃĢo dentro da circulaçÃĢo aquele que produz mas ele nÃĢo ÃĐ o vendedor direto para o consumidor final ele produz ele passa por exemplo para alguÃĐm que vai fazer representaçÃĢo daquela marca ele vai fazer a representaçÃĢo daquele produto entÃĢo tem aquele que produz ou aquele que tem o sistema de circulaçÃĢo ele compra de alguÃĐm que jÃĄ produziu para poder efetuar a venda para o consumidor final dentro do direito tributÃĄrio essa circulaçÃĢo ela traz um dos impostos mais importantes na nossa estrutura do direito tributÃĄrio nacional que ÃĐ o imposto sobre circulaçÃĢo de mercadorias o serviço with ms hoje ÃĐ tÃĄ sendo bem discutido aà na reforma tributÃĄria aqui para nÃģs o que nÃģs temos contabilizado ÃĐ a nossa estrutura bÃĄsica de um empresÃĄrio que exerce atividade organizada com finalidade de lucro de produçÃĢo e circulaçÃĢo de bens ou serviços eita entÃĢo quer dizer que o prestador de serviço ele tambÃĐm pode ser um empresÃĄrio sim o portador prestador de serviço ÃĐ um empresÃĄrio o prestador de serviço ele pode vir a ser caso cumpra com os requisitos ele pode vir a exercer sua atividade de forma a ser considerado um empresÃĄrio mas dentro dessa ideia do empresÃĄrio mas ainda temos uma limitaçÃĢo nÃģs temos uma exceçÃĢo à regra o parÃĄgrafo Único do artigo 966 ele traz para gente as com a determinaçÃĢo que nÃĢo serÃĄ considerado empresÃĄrio aquele que exercer atividade intelectual atividade intelectual ÃĐ toda aquela que se vale de atividade tÃĐcnica de atividade artÃstica ou atividade literÃĄria dentro dessa atividade artÃstica literÃĄria e tÃĐcnica nÃģs temos os profissionais de atividade intelectual excluÃdos da atividade de empresa eles podem atÃĐ vir a ser empresa se essa atividade foram objeto empresarial um exemplo vocÊ tem a alguns artistas que eles fazem o seu prÃģprio sistema de empresariado vocÊ tem o artista quando ele sobe no palco e ele tÃĄ cantando aquele artista ele ÃĐ reconhecido e ele tem o pagamento do cachÊ dele ele naquela situaçÃĢo nÃĢo ÃĐ um empresÃĄrio mas por outro lado para e atÃĐ o palco para ele chegar e de tocar sua mÚsica e ganhar o seu cachÊ alguÃĐm fez o trabalho de agenciamento alguÃĐm fechou aquele contrato alguÃĐm fez uma cobrança à s vezes o prÃģprio artista faz esse trabalho muita aquele que vende o trabalho do artista e se pode sim estÃĄ realizando uma atividade empresarial vocÊ tem por exemplo a questÃĢo das editoras o escritor ele nÃĢo ÃĐ um empresÃĄrio mas a editora que explora aquele texto do escritor ela sim pode ser considerada como uma empresa entÃĢo a essa caracterizaçÃĢo fica bem clara com as atividades tÃĐcnicas por exemplo de advogado contador mÃĐdico dentro da sua estrutura de exercÃcio de atividade sÃĢo considerados como atividade intelectual a gente trabalha tambÃĐm com o por exemplo a uab criou recentemente a a idade da sociedade unipessoal para o advogado dentro de uma atividade aonde ele tem personalidade jurÃdica mas nÃĢo ÃĐ empresa para que para que ele possa ter uma realidade tributÃĄria mais acessÃvel mais branda para a atividade do advogado para atividade tÃĐcnica entÃĢo ÃĐ uma relaçÃĢo entre a adaptaçÃĢo da legislaçÃĢo junto com a atividade profissional e nÃģs temos a empresa como uma realidade no artigo 967 ele exige que antes do inÃcio da atividade empresarial ÃĐ obrigatÃģrio o registro empresarial esse registro ele vai trazer para gente uma obrigatoriedade na sua conjuntura aonde o empresÃĄrio antes de iniciar antes de abrir as portas ele jÃĄ tenha o seu registro jÃĄ tenha toda a sua documentaçÃĢo em mÃĢos ah entÃĢo quer dizer que se abre a empresa antes de ter o registro ela nÃĢo a empresa sim ela ÃĐ uma empresa no entanto ela nÃĢo serÃĄ caracterizada com os termos legais e haverÃĢo sançÃĩes administrativas civis e penais dependendo das consequÊncias que possam trazer e tambÃĐm dentro da responsabilidade ele pode ser caracterizado como uma sociedade simples nÃĢo ter a proteçÃĢo a validade jurÃdica dentro principalmente do seu patrimÃīnio e tambÃĐm da sua responsabilidade civil uma coisa ÃĐ a responsabilidade civil da empresa outra coisa responsabilidade civil do empresÃĄrio individual que nÃĢo tem a proteçÃĢo da personalidade jurÃdica entÃĢo dentro dessa determinaçÃĢo o artigo 967 ele traz uma regra e ÃĐ claro ele coloca que ao abrir as portas da empresa jÃĄ deve estÃĄ registrado ÃĐ obrigatÃģrio o registro antes da atividade empresarial e lÃĄ no artigo 968 ele tambÃĐm traz para a gente a uma condiçÃĢo para a criaçÃĢo dessa personalidade jurÃdica para criaçÃĢo de uma empresa ÃĐ necessÃĄrio o chamado contrato social o contrato social ele vai trazer para gente em primeiro lugar uma um documento jurÃdico que vai dar nascimento a uma nova pessoa lÃĄ no artigo 44 do cÃģdigo civil eles ele fala sobre a personalidade jurÃdica e ele disse sÃĢo pessoas jurÃdicas de direito privado a e coloca todo um rol associaçÃĩes fundaçÃĩes partidos polÃticos organizaçÃĩes religiosas sociedades e o eireli o empresÃĄrio individual de responsabilidade limitada ou seja eu tenho a personalidade jurÃdica tem uma pessoa jurÃdica pessoa fÃsica toda pessoa do gÊnero humano e eu tenho pessoa jurÃdica uma ficçÃĢo jurÃdica um documento que dÃĄ efeito de nascimento de uma pessoa mas aquela pessoa ela nÃĢo tem a sua caracterizaçÃĢo fÃsica meramente jurÃdica meramente um pedaço de papel dentro dessa condiçÃĢo nÃģs temos o cnpj cadastro nacional da pessoa jurÃdica esse documento ele estÃĄ para pessoa jurÃdica assim como o cpf estÃĄ para pessoa fÃsica e ÃĐ o documento para receita federal que dÃĄ a realidade jurÃdica a partir desse documento a partir desse nÚmero na se a pessoa jurÃdica dentro dessa ideia de pessoa jurÃdica ÃĐ uma pessoa que tem responsabilidades que tÊm obrigaçÃĩes e por ser uma pessoa jurÃdica ela nÃĢo tem capacidade prÃģpria ela nÃĢo tem como exercer os seus direitos e cumprir com seus deveres daà a necessidade de representaçÃĢo os seus representantes vÃĢo vir no contrato social na qualificaçÃĢo toda vez que eu tiver um representante eu tenho um empresÃĄrio caracterizado como empresÃĄrio individual dois ou mais pessoas dois ou mais representantes eu vou ter uma sociedade essa sociedade vai poder ser de 2 em diante vÃĄrias condiçÃĩes aà de sociedade que tem nÚmeros ilimitados aà da quantidade de sÃģcios a nossa regra inicial ÃĐ um singular ÃĐ empresÃĄrio dois ou mais sociedades sÃĢo sÃģcios dentro dessa realidade a gente tem em primeiro lugar a questÃĢo da qualificaçÃĢo em segundo oi gente vai trabalhar o nome empresarial ÃĐ objeto de outra aula mas aqui sÃģ para vocÊ entender eu tenho que decidir afirma a razÃĢo social a denominaçÃĢo nome fantasia tudo isso vai vir dentro do contrato social eu vou precisar tambÃĐm trazer qual que ÃĐ o objeto empresarial qual que ÃĐ a atuaçÃĢo dessa empresa o que que essa empresa vai fazer essa empresa vai servir para que a empresa de serviço ÃĐ uma empresa de produtos ÃĐ uma empresa mista qual que ÃĐ essa atividade por que decidir primeiro para o estado ÃĐ importante para que o estado determine se exija que exige um alvarÃĄ de funcionamento um alvarÃĄ especial para que haja toda a necessidade verificaçÃĢo de segurança de proteçÃĢo a gente tambÃĐm precisa verificar a condiçÃĢo da atuaçÃĢo empresarial o objeto principalmente para saber a questÃĢo de tributaçÃĢo e o estado precisa tributar vocÊ tem a legislaçÃĢo com a tributaçÃĢo de acordo com a atividade daà a necessidade de escolha e aà a gente tem dentro do direito empresarial um princÃpio que o princÃpio da veracidade o princÃpio da realidade aonde vocÊ tem o nome um objeto vinculado a atividade empresarial eu tenho a necessidade de reconhecer que a o nome e atividade descrita no contrato elas traduzem efetivamente a atuaçÃĢo empresarial e bonfim dentro do contrato a gente tambÃĐm tem a questÃĢo do capital social qual que ÃĐ o capital social das empresa esse capital social ele tem uma divisÃĢo bem interessante primeiro eu tenho o capital subscrito e segundo eu tenho o capital integralizado o capital subscrito ÃĐ aquele que foi feito uma promessa no contrato de que haveria disponibilidade daquele valor em nome da empresa por exemplo vocÊ tem trÊs pessoas que fazem parte do contrato a pessoa a ela determina que ela vai dar para disponibilizar r$10000 a pessoa b 10 mil pessoas e trÊs r$10000 os trÊs com 10 mil o primeiro ele disponibiliza 10 mil em nome da empresa ele disponibiliza esses 10 mil para que a empresa tem a sua atuaçÃĢo o segundo ele disponibiliza por exemplo um carro no valor de dez mil reais no entanto ele nÃĢo transfere o nome do carro o nome dele do nome dele o carro para o nome da empresa o carro fica à disposiçÃĢo da empresa mas como proprietÃĄrio ainda ÃĐ o b e o c por sua vez deveria entregar os 10 mil reais mas ele oi e o dinheiro ele nÃĢo entrega esses 10 mil reais qual que ÃĐ a condiçÃĢo capital subscrito cada um colocou no texto do contrato de que fariam o a entrega desses valores de 10 mil reais cada isso daà ÃĐ o capital subscrito agora o capital integralizado ÃĐ o capital que ÃĐ posto à disposiçÃĢo da empresa que efetivamente a empresa tem a utilizaçÃĢo entÃĢo o a jÃĄ deu o dinheiro da empresa integralizou a cota dele aà eu tenho b ele deu o carro mas ele nÃĢo colocou o carro em nome da empresa entÃĢo aquele carro nÃĢo foi integralizado falta esse ato de transferÊncia para integralizaçÃĢo e trÊs os e ele nem sequer entregou um bem um produto para que fosse dado aquele valor do qual se comprometeu de acordo com o cÃģdigo civil aquele que nÃĢo fizer a integralizaçÃĢo do seu capital ele poderÃĄ ser excluÃdo da sociedade por ser considerado um sÃģcio que nÃĢo caracterizou a sua obrigaçÃĢo ele ÃĐ um sÃģcio remisso podendo sair da sociedade e aquela cota dele ser diminuÃda do seu do capital social do contrato dentro dessa realidade dependendo se jÃĄ houver em credores ÃĐ necessÃĄria anuÊncia dos credores e caso nÃĢo haja credores simplesmente eles podem reduzir o capital social ou a forma mais comum as duas partes dois que sobraram eles dividem o capital e aumentam as suas cotas para que possam manter o capital social da empresa para que que serve o capital social da empresa para dar credibilidade por exemplo quanto à financiamento quanto a responsa ÃĐ uma empresa que oferece serviços uma empresa que oferece produtos e ela vai buscar financiamento seja financiamento pÚblico serÃĄ financiamento em bancos o banco que ÃĐ uma garantia ele precisa de uma garantia e ele quer saber quanto que ÃĐ o capital social daquela empresa e a partir daà ele tem uma disponibilidade de aumentar diminuir limites e aà dentro dessa realidade de responsabilidade civil de classificaçÃĢo dessa responsabilidade aquele que declarar que tem o capital em atos judicial que for determinado a busca do capital e e se nÃĢo houver pode ser caracterizado como fraude contra credores por isso a importÃĒncia na verdade das informaçÃĩes e nÃģs temos tambÃĐm a dentro do prÃģprio contrato uma parte o final que ÃĐ a questÃĢo do local aonde a empresa vai ser sediado eu preciso determinar o endereço fiscal para aquela empresa tenho que ter o endereço necessÃĄrio algumas atividades empresariais exigem que o endereço seja o endereço comercial isso vai dentro do plano diretor da cidade dentro da atividade organizaçÃĢo dependendo da atividade eu posso ter o endereço residencial ou eu preciso ter um endereço meramente comercial entÃĢo vai depender da atividade mas ÃĐ obrigatÃģrio que se tenha um endereço para essa atividade o artigo 969 por sua vez ele jÃĄ traz a possibilidade da sede da filial da sucursal e de agÊncias dependendo da atividade profissional dependendo da atividade empresarial cada uma das e elas vÃĢo ter a possibilidade terÃĄ a sua sede mas tambÃĐm abrir em filiais filiais inclusive fora do estado em outros estados que vÃĢo ter os seus registros mas os seus registros sÃĢo subsidiados a sede essa responsabilidade tambÃĐm ÃĐ levado em consideraçÃĢo a um artigo 970 dando aà mais um passo nÃģs temos artigo 960 70 como uma determinaçÃĢo que ÃĐ possÃvel o tratamento diferenciado entre microempresa e empresa de pequeno porte e fazendo um acrÃĐscimo o microempresÃĄrio individual a lei complementar 123 traz o tratamento diferenciado na ordem tributÃĄria dessas trÊs categorias eu vou ter o meu amigo empresa o microempresÃĄrio individual e a empresa de pequeno porte o que que ÃĐ o tratamento ÃĐ fiado esse grupo ele tem um trabalho traduzido de uma realidade que o estudo feito uma pesquisa feita de moça que a maioria das empresas elas acabam no primeiro ano de vida elas nÃĢo conseguem se fixar essa empresa nÃĢo conseguindo se fixar ela cria algumas dÃvidas por exemplo dÃvidas tributÃĄrias e dÃvidas trabalhistas dÃvidas com fornecedores ou foi a ideia do estado com a lei complementar criar os simples nacional que ÃĐ um sistema de tributaçÃĢo diferenciado com essa tributaçÃĢo essas empresas teriam um tributo reduzido mais barato mais acessÃvel para que assim eles consigam sobreviver mais tempo a no perÃodo do governo lula houve todo uma perspectiva de crescimento de emprego todo o crescimento de emprego que houve nesse perÃodo os dois governos ali e depois do governo subsequente veio por meio das microempresas e empresas de pequeno porte a ideia da empresa de pequeno porte da microempresa sendo beneficiada faz com que vÃĄrias lojas vÃĄrias em pequenas empresas vÃĄrios prestadores de serviço abrÃĢo e cresçam assim geram um emprego hoje a perspectiva de trabalho do governo ÃĐ gerar emprego temos aà um grande percentual de desempregados o estado precisa criar emprego como que estado vai criar emprego das formas da atividade econÃīmica artigo 170 da constituiçÃĢo e ele vai trazer para gente lÃĄ no finalzinho no inciso 10 ele vai dizer a busca do pleno emprego e o tratamento diferenciado a microempresa e empresa de pequeno porte para que para favorecer a economia para favorecer a atividade econÃīmica a mercancia alÃĐm das lojas os negÃģcios prestaçÃĢo de serviço assim empresas vÃĢo ter a sua possibilidade vÃĢo crescer vÃĢo contratar pessoas a queda dos juros ajuda demais porque com a queda dos juros vocÊ tem uma possibilidade de financiamento de parcelamento mais acessÃvel de financiamento principalmente da atividade empresarial que os empresÃĄrios tambÃĐm precisam de dinheiro para poder estruturar a sua organizar a sua empresa organizada de estruturar a sua empresa para que eles possam dar seguimento tÃĄ a gente tem esse tratamento diferenciado nÃĢo ÃĐ caracterizado como uma quebra da igualdade pelo contrÃĄrio a gente tem uma igualdade formal quando eu preciso tratar o desigual na medida da sua desigualdade para que ele tenha a condiçÃĢo para que ele tem o mÃnimo para que possa se manter microempreendedor individual hoje ÃĐ uma caracterizaçÃĢo no valor de 56 reais 56 reais da atividade mista por mÊs jÃĄ incluindo a essa esse valor tributaçÃĢo e previdÊncia do empregado e ele ainda tem a possibilidade de contratar um ajudante tem esse microempreendedor individual ele ÃĐ uma caracterizaçÃĢo daquele empresÃĄrio pequenininho daquele empresÃĄrio que precisa de uma organizaçÃĢo mÃnima hoje nÃģs temos algumas condiçÃĩes assim vocÊ tem por exemplo confeiteiros salgadeiros as pessoas que trabalham com marketing multinÃvel tem recorrido bastante ao microempreendedor individual porque ÃĐ uma modalidade que tem a uma tributaçÃĢo reduzida tem um acesso à previdÊncia social e tambÃĐm tem uma limitaçÃĢo de valores alimentaçÃĢo ÃĐ de 81 mil reais ano e sim as mais ou menos as das 6. 000 6010 reais e por mÊs aonde vocÊ vai ter uma flutuaçÃĢo tem mÊs que vocÊ tem arrecadaçÃĢo maior tem medo que arrecadaçÃĢo menor mais levando em consideraçÃĢo que nÃĢo pode estrapolar o ano de exercÃcio 81 mil reais para terminar nÃģs temos o Último artigo desta nossa primeira etapa dessa nossa primeira aula o artigo 971 partiu 971 ele trata do empresÃĄrio que exerce atividade rural aquele que exerce atividade rural caso ele venha a se registrar como empresÃĄrio ele serÃĄ tratado como tal serÃĄ tratado como empresÃĄrio mas se ele nÃĢo se registrar aquele empresÃĄrio aquele aquele que atÃĐ essa atividade rural ele serÃĄ caracterizado como um guri kula como um produtor rural e terÃĄ a sua atuaçÃĢo diferenciada uma vez que ele se registre como empresa rural sÃģ serÃĄ considerado como empresÃĄrio entÃĢo fica essa disposiçÃĢo caso vocÊ tenha a condiçÃĢo bÃĄsica de utilizaçÃĢo do registro empresarial ele serÃĄ tratado como tal serÃĄ tratado como empresa caso contrÃĄrio ele pode ter as condiçÃĩes de tratamento como produtor rural e agora uma das modalidades que nÃģs temos nos saber direito ÃĐ o nosso quis gostaria de chamar o nosso com isso para que pudÃĐssemos responder algumas questÃĩes vamos lÃĄ e aà [MÚsica] e aà e assinale a opçÃĢo em que apresenta a denominaçÃĢo dada a pessoa capaz ordenada o exercÃcio profissional de atividade economicamente organizada para a produçÃĢo ou circulaçÃĢo de bens ou serviços letra a sociedade anÃīnima letra b sociedade limitada letras e o empresÃĄrio e letra de o preposto logo a nossa resposta correta ÃĐ o empresÃĄrio letras e compra mais uma pergunta e aà e hoje o brasil adota a teoria a da sociedade geral b dos atos de comÃĐrcio se das corporaçÃĩes de ofÃcio de da empresa hoje o brasil adota a teoria da empresa vamos para mais um coisas mais uma pergunta [MÚsica] e aà e o registro empresarial ÃĐ obrigado a obrigatÃģrio apÃģs o inÃcio das atividades b obrigatÃģrio antes do inÃcio das atividades cÊ nÃĢo ÃĐ obrigatÃģrio de ÃĐ facultativo letra b o registro ÃĐ obrigatÃģrio antes do inÃcio das atividades o artigo 967 ele traz essa designaçÃĢo essa obrigatoriedade ÃĐ obrigatÃģrio o registro empresarial antes do inÃcio das atividades o ano satisfaçÃĢo estÃĄ com vocÊs nesse curso de teoria geral do direito empresarial eu te convido a participar conosco da nossa segunda aula nÃĢo deixe de acompanhar grande abraço e quer dar uma sugestÃĢo de tema para os cursos do saber direito entÃĢo mande um e-mail para saber direito arroba stf. jus.
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