ah o ó ah só estou júnior só está visual a nasce no litoral norte de santa catarina cidade de penha estou em florianópolis há quatro anos só a quarta lista mas enfim acaba experimentando outras linguagens dentro das artes visuais já trabalhei com fotografia com gravura instalação com objetos fim mas considero meu trabalho principal aquarel só eu comecei desenhando como qualquer criança o 1 a 1 que teve um ano nada muito diferente assim com 14 anos eu tive meu primeiro contato com o cinema já uma idade bem avançada no escuro morando no interior e não têm
cinema próximo à minha cidade acabei conhecendo mais tarde o cinema que na verdade levou para as artes visuais então quando eu descobri o cinema sei lá uma coisa se abre um mundo acho que dá para dizer que o mundo se abriu para outras possibilidades que não faziam parte do meu meu contexto tanto que eu não tenho nenhuma referência artística em casa porque minha família nunca consumiu nada referente às artes visuais nem cinematográficas no teatro enfim de nenhum tipo mesmo assim acabei conhecendo outras pessoas que também desenhava e tal e enfim começou um pouco por aí
mas eu não tinha muita noção do que fazer com aquilo também justamente por não ter essas informações em casa de amigos dos meus pais eu não acho que é um pouco tá na cultura popular no brasil que é impossível viver de arte assim depois acaba descobrindo que o mundo inteiro tem essa filosofia de que eu acho que não é muito verdadeira mas a gente cresce ouvindo isso e acredita nisso e eu acabei indo para uma outra vertente dentro da levando a minha pintura para ilustração justamente por achar que não existia uma possibilidade outra que não
essa e depois um pouco mais velho eu acabei descobrindo mais velho é bom nem falar com 19 e 20 anos eu comecei a ver que existem outras possibilidades e ver o que aconteceu esse boom da internet os contatos com o mundo inteiro com outros ilustradores com os pintores em galerias e fui vendo que existe sim uma maneira de trabalhar é las e pintou fertis tem viver desse trabalho vai entendendo como funciona esse mercado no processo e tem que ser dito isso é muito bagunçado não existe muito o processo isso é motivo de várias crises na
mina o meu trabalho porque não tem um processo muito definido talvez por não tem nunca ter estudado artes visuais não conseguia organizar isso de uma maneira racional e pensão tema de fazer um trabalho em cima disso costumo dizer que minha e dos meus temas eles são todos os mesmos desde que eu comecei então não tem nada muito que separe acinte começou também a minha carreira muito longa tudo será concluído em 10 12 anos de produção é mas eu acabo pegando referências primeiro memórias minhas sempre são coisas que fazem parte do quadro nem acho que todo
artista são referências próprias e das suas vivências só que não só poderia extrair linha de épocas diferentes para criar uma justamente séries mas não consegue fazer isso acho muito mecânico na minha criação então acaba sempre englobando todos todos os temas que o trabalho como eu cheguei meu trabalho começou a ter uma cara um pouco caricato assim que esses exageros que tem hoje no trabalho mas eles estão um pouco mais lapidados no começo do zero bem mais gritantes e eu comecei uma desconstrução do acadêmico justamente por não conseguir fazer o que eu gostava que eu não
conseguir isso acabou virando um pouco uma marca do trabalho essas informações que acabam aplicando no trabalho nas figuras que o desenho que o pinto acabou virando sei lá um estilo uma marca uma identidade do trabalho na verdade na sétima bom sei lá meu trabalho também tem muito carregado de referências marítimos têm a ver com a história do meu pai que era pescador então durante a infância não tinha muito contato com ele porque ele ficava viajando 23 meses voltavam e detinha figura feminina em casa que era a pessoa que cuidava só da casa dos sítios filhos
o pai aparecia de vez em quando e se torna então tinha essa coisa do mar que trazia o sustento para a família mas ao mesmo tempo tirar de casa tem que se essa fantasia do maracá bolso e impregnado no trabalho um pouco por isso assim desde muito cedo que ia ter cabelo grande desde criança os meus pais obviamente não deixava me amarrar quase nenhuma razão para cortar o cabelo eu chorava porque as despesas geradas e eu tinha mania de eu tenho os trabalhos que são um pouco caso os ninhos são referências de brincadeiras que fazer
com a minha mãe quando ela deitava depois do almoço e ficava brincando no cabelo dela é criar esses ninhas em ficava brincadeira de criança não sei exatamente porque e então acabei trazendo isso para o trabalho também de uma forma bem gritante assim todos os trabalhos está muito presente enfim eu sou muito também de usar coisas sazonais para aplicar no trabalho então tá bom me envolvendo muito com coisas naturais que é o que eu gosto assim que fazendo trilha da cachoeira quando coisas assim então acabo sempre descobrindo um espécie de planta que não conhecia alguma fruta
da época e acaba trazendo esse trabalho obviamente isso acaba ganhando uma simbologia do que estou vivenciando naquele momento também óbvio público quem está vendo o trabalho vai ter a mesma referência que eu não vai entender da maneira que estou aplicando mas sim a arte é um pouco isso traduzindo o meu meio e daí talvez tóquio vem talvez não toque esquece que é assim que acontece na forma da lei eu acho eu fazer artístico é muito solitária assim que meu ateliê é um lugar que eu acabo passando uma parte do tempo do dia continua sendo assim
o cotton café e atacado às vezes têm medo de tomar café aqui e mesmo que ela esteja pintando ou emocionando o fim não esteja uma maneira direta trabalhando eu acho que faz parte do processo também está isolada que tem chance de uma maneira como eu acredito um pouco nisso do ofício que obrigava ao criar também ainda que não fossem quadros mas eu e obrigava aqui no ateliê e por isso a criança se acreditar sempre aqui com dois meses sem ficar nasa esboçando coisas ou pensando quando começa a ver uma coisa do tipo meio doente e
eficaz às 16 horas pinto realmente não só para comer em volta e 31 o dono já vai pensando levando em conta sempre para voltar porque parece que é um meio que uma corrente que eu não posso voltar tem que continuar porque depois de saborear semana vai baixar de novo tanto que todos em máximo que eu puder é claro o trabalho com sensibilidade esse universo que é meu nome é traduzido início da cultura mas na hora de pintar e ela luta no tenso crescer muito uma coisa ao boicote não tem muita influência de familiares em particular
para desenhar porque isso não é legal eu acho que eu nunca tá bom sabe da maneira que eu trabalho foi meio um jeito que fui descobrindo lado não quem inventei a maneira de trabalhar mas encontrei a maneira que eu achava mais fácil mesmo porque não tinha me dizer não se você fizer assim mais e melhor então isso faz com que eu não é tanto e também acho que errar bem relativa ninguém vai poder contar disse isso é errado o que eu acho pouco mecânico processo de ela fazer um trabalho e online ae ap tanga e
não sei o que eu prefiro quando o nome aparece junto com o quadro quando eu penso quando esboçou alguma coisa eu já faço uma anotação que pode ganhar um título pode mas sempre de um jeito muito natural seria uma coisa muito pensado e estruturado numa sombra deixar sentido que dá pra explicar o título é um relacionamento super rápido dos que eu achei que terminou de maneira muito rápido mas o que as pessoas fazem tudo bem vindo muito terminar só que fiquei com um pensamento muito de tipo cara e se todas as outras coisas que eu
podia tive cidade mostrar e em ficar com essa coisa no ar assim do que ainda poderia e mail criou um quadro chamado as coxas que não te darei na verdade esses cadernos com a nintendo durante algum tempo ainda tem mas agora é colocar o trabalho aqui dentro mesmo com os cadernos são 11 uma reunião de idéias e pensamentos ou de referência que eu vou lá grupo ano esses cadernos depois disso na hora de finalizar o trabalho acabo voltando pra eles às vezes volta para cadernos de 23 anos atrás que ela fala hoje que o tempo
de quem fica diferente do tempo de quem vai pra quem não foi o tempo passa muito mais valor do que pra quem foi me queixei falar mas dando aula eu aprendi muito com os alunos porém talvez não tenha estudado eu sei lá cheguei numa maneira de criar e aquilo de pintar e tal vejamos algumas coisas são gente e aplicá los ao jeito como eles resolvem as coisas também não sabendo assim mais uma pesquisa deles me acabou despertando alguma coisa ele quando fui trabalhar bem em algum tempo sem pintar quando eu voltei eu percebi que o
tempo de técnico é trabalhar e evoluir bastante isso são esses os juros que agora estão na exposição então tenho um carinho acho também três se temos uma evolução do trabalho que não tinha a evolução do tempo o