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1.4; Multiculturalismo

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03,994 คำ19m readGrade 18
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projeto Anansi
Ah pois bem até agora a gente falou muito sobre como a gente cria imagem sobre o mundo como é que a gente cria sentidos por esse mundo sobre nós sobre os outros sobre a vida em sociedade e como é que essas idéias elas são ligadas a imagens e começa as imagens não fala as contas são móveis elas são ressignificados ao longo do tempo mas uma coisa relevante para nós aqui do ponto que eu quero explorar um pouquinho mais nessa aula é como essas idéias essas imagens elas não são apenas abstratas elas acabam conduzindo relações práticas
com as nossas relações sociais elas são mediadas por essas imagens esses conceitos essas idéias a nossa imaginação sobre o mundo ela acaba tendo raízes muito reais e palpáveis no agora no sentido com que a gente se coloca no G1 E aí [Música] e esse essas imagens Elas têm essa capacidade de nos organizar de nos organizar no mundo a criação dessas imagens é fundamentalmente uma evidência de uma postura política então quando a gente fala da Imaginação a gente tá falando de algo político de relações políticas e as identidades Esteio dos estudos culturais que a gente estava
usando para abordar até agora uma série de novas tentativas de lidar com questões políticas essas novas tentativas são abertas e É nesse ponto que a gente chega no ponto crítico do que a gente vai falando até agora como é que a gente leva em consideração essas ideias vindas lados estudos culturais para tentar organizar práticas políticas existe uma suposição uma ideia sobre a gestão pública que pode ser bem relevante para nós é a ideia de multiculturalismo E aí E aí [Música] e essa noção de multiculturalismo ela foi pensado Originalmente por um filósofo canadense do século 20
um cara chamado Charles Taylor é mais para gente entender o que vem a ser a proposta do Charles Taylor Deus da ideia do multiculturalismo a gente precisa entender Quais são os pressupostos dele o Charles Taylor vai tentar pensar essa relação do sujeito com as imagens que ele queria de mundo e com a implicação disso para modelos Como por exemplo o modelo político democrático ele vai pensar em isso a partir de uma postura muito específica uma postura teórica que vem lá do século 17 e que foi tomando muita força durante esses tempos que é uma ideia
do liberalismo mas o Charles Taylor ele se coloca crítico a esse liberalismo mais clássico aos autores mais clássicos ele aponta algumas ressalvas é como se tentasse pegar o liberalismo lá do século 17 e tentar tirar o máximo a proposta do que o estudante Hall chamava e um sujeito iluminista Ah entendi uma essência algo imutável e indivisível é como se o Charles Taylor ele tentasse atualizar e do liberalismo algumas concepções mais contemporâneos ao sujeito sociológico e ao sujeito pós-moderno então pra gente entender de qual é do Charles Taylor a gente tem entender Quais são esses autores
e quais são essas ideias as quais eles ficam coloca criticamente para tentar redesenhar os Beleza então a gente volta para o Charles Taylor logo logo e vamos dar um Panorama da ideia das noções liberar listas Bora lá ali entre os séculos 17 18 essas ideias liberais elas vão conduzir para uma noção de um indivíduo pleno de um indivíduo capaz de agir no mundo de uma forma autônoma o liberalismo original ele vai estudar e os sujeitos como centrados E aí tá uma das possibilidades de relacionar isso ao que o urso ativar o chamava de sujeito do
ministro o primeiro desses autores liberais é um cara chamado John Locke e e John Locke que viveu no século 17 vem uma morrendo início do século 18 lá em 1704 mas ele é um dos primeiros pensadores nesse sentido o Jonathan que ele faria uma espécie de crítica ao que o Renê de kart propunha Você lembra do de kart né que eu estou de aula e relaciona como um dos pais dessa ideia de um sujeito Iluminista baseado no mais sem ser tudo mais o John Locke levanta algumas ressalvas ao pensamento de de card de cara ele
se vale de uma ideia de um racionalismo de um sujeito que cria conhecimento a partir de si mesmo para chegar a uma verdade universal ele tentava supor ou de kart tentava subir um sujeito que fosse descolado do mundo dos Sentidos beleza por isso o racionalismo. É que o lote ele entende que nós somos constante mudança e essa e em nós ela se dá fundamentalmente com contato com o mundo beleza então para o lote o racionalismo Faria menos sentido do que um empirismo uma percepção das coisas certo você se voltar a observação do mundo coisa que
o de cá descartava no fim das contas esse ponto é uma ruptura entre os dois odecar ele pensa o sujeito com uma coisa única uma coisa indivisível o John Locke ele assume uma ideia de mudança de desvirar de constante transformação desse sujeito de acordo com a sua relação com o mundo mas ainda assim tem um ponto em comum entre John Locke e redecard mesmo de carro ele defendendo uma ideia a racionalista e John ótima ideia a lista existe um ponto em comum o John Locke ele se questiona no seguinte. Se nós somos constante mudança como
é que nós conseguimos nos definir uma coisa só ao longo de nossa vida como é que eu penso em divido como único como homogêneo e centrado ao longo de todas essas mudanças que a gente passa durante a nossa vida percebe que apesar da crítica dele ao de Cássia ele continua ainda nutrindo uma ideia de um indivíduo indivisível de um sujeito único que apesar das mudanças tem algo nele que permanece o mesmo beleza eu tenho trecho da obra do John Locke que eu acho bem interessante nesse sentido olha só o que ele escreve "se acompanharmos a
criança desde o nascimento e observar nos só nos mudanças no decorrer do tempo constataremos que ela fica cada vez mais desperta quanto mais ideias oferecem a mente os sentidos e pensa cada vez mais quanto mais tenha matéria de pensar depois de algum tempo começa a reconhecer objetos que quanto mais familiares mais duradouras e impressões realizam é assim que gradualmente como Instância e efeito de retenção e da distinção de ideias transmitidas pelos sentidos ela reconhece as pessoas de sua convivência diária e distingue as de estranhos observamos assim o gradual aprimoramento da mente e vamos uma exercício
das faculdades de alargar compor e abstrair ideias de raciocinar e refletir sobre elas [Música] e se nota que o John Locke ao contrário de cá ele tenta pensar um desenvolvimento gradual do sujeito nesse trecho ele falando sobre como as crianças a partir do contato com o mundo elas vão criando uma espécie de repertório um repertório que vai meio que empurrando essa criança para um desenvolvimento Beleza então ela não permanece a mesma só que mesmo não permanecendo a mesma digamos assim no meio dessas transformações nós somos capazes de identificar um indivíduo como indivíduo você cruza com
o sujeito que você não vê a muito tempo e você continua entendendo aquele sujeito o mesmo sujeito mesmo apesar de agora ele ser totalmente diferente do que era antes e aqui então dos problemas no João rock com muita gente é capaz de relacionar tantas mudanças a um único indivíduo a noção do John Locke é ideia de a mesma idade e e para o João Roque seria a capacidade de nós nos identificarmos com uma coisa só da gente nos pensar a nós mesmos como abarcando essa transformação então eu sou o mesmo de ontem e de amanhã
ainda que eu transforme a mim mesmo ainda que o Mundo ao Meu Redor Man parte de formas diferentes e E aí a nota que apesar de reconhecer uma ideia de transformação do humano mediado pelo contato com o mundo o John Locke ele continua colocando a a capacidade do indivíduo permanecer um individo ele continua colocando essa capacidade relacionada a um caráter racional do sujeito um sujeito que vai se racionalizando ao longo do tempo da criança que vai assumindo repertórios para se colocar criticamente diante do mundo para se colocar racionalmente diante desse mundo Então apesar de toda
mudança haveria uma Constância e É nesse ponto que o John Locke ele acaba resvalando na ideia de sujeito Iluminista ele supõe Apesar de todas as transformações uma permanência beleza a uma permanência que define esse indivído como indivisível a ideia Liberal lá do século 17 por século 18 ela supunha um sujeito que se transforma mas essa transformação ela Faria tarte do próprio sujeito é um sujeito que se desenvolve lentamente mais a partir de uma mesma idade entendeu uma ideia de permanecer em algum. O mesmo tranquilo depois do John Locke aí já no século 18 para valer
outros autores vão pensar a ideia liberar o segundo outras em outros interesses a gente tem fazer para o clássico Adam Smith que vai pensar essa ideia Liberal a partir de práticas econômicas a ideia do Adam Smith que vai cantar supor esse sujeito que permanece o mesmo é capaz de agir em seu nome certo a capaz de agir segundo o as suas próprias vontades o Adam Smith vai colocar e no final das contas ao economicamente todos nós queremos o nosso bem pessoal a gente entra em concorrência e essa concorrência ela faz com que o bem comum
acabe vindo acontecer não porque ninguém quis fazer o bem comum não porque alguém racionalmente arrumou forma de fazer o bem comum e foi altruísta não segundo Adam Smith o bem comum ele vem como consequência derrotistas da ideia do sujeito pensar no que é bom para ser quando vários Comerciantes tentam lucrar o máximo em nome dos seus próprios interesses e isso faz o preço da mercadoria como a Deus me falar o valor como abaixar pela concorrência e isso faria com que todo coletivo saísse ganhando o que tem aqui no Adam Smith a suposição de que esse
sujeito e dos Comerciantes por exemplo eles são autônomos e que todos os Comerciantes têm um único desejo universal de lucrar e que nenhuma outra variável nenhum outro desejo nenhum outro ímpeto ele interfere na hora de você definir o preço pelo qual se vende ou não sei lá de quem se compro tá quem se vende no final das contas o Adam Smith ele continua baseando no Universal numa idealização de que é o indivíduo e que o todos os Comerciantes como Comerciantes da Claro Oi e aí que tem um negócio para o Charles Taylor ele vai partir
dessa ideia de uma infância e na análise do indivíduo que é uma ideia Liberal mas ele vai reconfigurar o entendimento sobre as indivíduo o Charles Taylor lá no século 20 ele propunha uma espécie de ressignificação em que vem a ser o liberalismo é ideia de que o indivíduo ele não é tão auto-centrado como se supunha a Adam Smith por exemplo que o universalismo aqui ele não pode ser tomado como uma base preço posta se o Adam Smith ele indicava que os sujeitos eles têm um único interesse e portanto você tem que deixar os sujeitos Livres
economicamente no caso para decidir é sobre os seus próprios rumos do Charles Taylor não é bem assim e o Charles Taylor parte da seguinte Ideia se o liberalismo Mc baseia na ideia de deixar a autonomia de escolha dos sujeitos a gente tem que se questionar como é que a gente garante essa autonomia para o Adam Smith é a partir da não intervenção do estado na economia por exemplo e o seria uma forma liberal de dar margem de ação livre para os sujeitos mas Charlie se ele vai trazer uma outra variável Nilson se a gente tentar
evitar universalistas com uma ideia do sujeito Iluminista propunha a gente começa a perceber e essa é a onda do Charles Taylor e nós nos compomos como sujeitos a partir do Diálogo a partir do contato com o veja e é esse contrário é isso é esse estar junto é esse contato essa estrutura dialógica com o outro e com o mundo que vai o que nós somos então eu sou incapaz de ser quem eu sou se não for agregado a outros é a noção de que o indivíduo ele se Funda a partir do contato com o certo
coletivo e aí nesse caso se eu não garanto uma pluralidade de experiências sociais de concepções culturais se a cultura ela se torna uma coisa só monolítica em que todos praticam as mesmas idéias e nutrem as mesmas imagens mentais sobre o mundo eu limito ação dos sujeitos eu paro Charles Taylor para gente garantir a liberdade do indivíduo a liberdade de escolha do indivíduo a gente tem que ampliar as margens de referência desse jeito e isso implica segundo Charles Taylor você abrir a outras experiências e referências culturais aí a quinta ideia do multiculturalismo para o Charles Taylor
a gente só conseguiria garantir a autonomia dos indivíduos se a gente conseguir garantir uma pluralidade de referências culturais para essa galera é ideia do multiculturalismo o multiculturalismo de uma perspectiva o Charles Taylor ele vem como uma releitura do liberalismo porque no final das contas ele parte da ideia assim como a ideia liberal de que a gente tem que garantir as liberdades individuais e A Escolha dos sujeitos o problema para o Charles Taylor é que eu não consigo garantir a liberdade de escolhas apenas pela lei a lei por si só garantindo que as pessoas possam escolher
isso não garante que as pessoas vão ter opções para escolher essas opções elas passam por imagens de mundo diferente e olha o link disso com os estudos culturais se as imagens que a gente cria se essas Abstrações Que Nós criamos sobre o mundo ela se traduzem em práticas quanto mais imagens culturais nós tivermos mais práticas diferentes nós temos à nossa disposição Quanto mais visões de mundo mais possibilidades de ação um indivíduo vai ter e é aqui que toda essa reflexão ela assume uma reflexão política incomodar rezarmos politicamente a nossa sociedade e o Charles Taylor ele
parte de uma ideia de democracia se a democracia ela se baseia a segunda visão dele na possibilidade dos sujeitos se colocarem no debate político e participarem desse debate político de alguma forma essa participação ela só é garantida a partir da Liberdade individual E aí não é apenas a sua liberdade de Votar em quem você quiser mas é a sua liberdade de escolher entre várias referências possíveis de imagens sobre o mundo o Charles Taylor E aí puxando um teórico Democrata do século 19 chamado Alexis de tocqueville o Charles Taylor pula puxa da ideia desse cara a
ideia de que a democracia ela só é capaz de funcionar se a gente conseguir de alguma forma diminuir o que ele chama de individualismo o Islamismo é quando um sujeito ele não se pensa como componente de uma comunidade ele supõe e ele faz assim mesmo que tudo que ele é é fruto do seu próprio exposto e o da sua própria Essência entende que Beira muito essa ideia do sujeito Iluminista sacou a ideia de um sujeito alto sentado em independente a sociedade a comunidade ao seu redor o Charles se ele vai pegar essa ideia e vai
para o seguinte Olha quando nós supomos que nós nos bastamos nós nos transformamos no nosso único mundo é o que ele chama do self a construção do self do eu mesmo esses selfie quando ele é muito auto-centrado ele caiu individualismo e esse individualismo segundo Charles Taylor seria nocivo à sociedade e Oi tia porque quando você se considera como auto-centrado todo mundo ao seu redor ele passa a ser visto como um instrumento para o seu próprio sucesso Então você começa a ter uma lógica instrumental do mundo relações sociais relações amorosas natureza tudo isso começa a ser
visto como um instrumento a ser usado por você um sujeito autocentrado para que você cresça Porque no final das contas esses selfie ele tá quebrado de qualquer relação com o outro de se entender como fundado coletivamente a partir do diálogo com outra com a ressalva que o chá de que ele faz sobre isso ele puxa um cara que nós comentamos como Estávamos falando lá do sujeito sociológico um linguística chamado ferdinan de só seguir se lembra dele o fez E se ele vai para o pô que a nossa língua Nossa linguagem ela não é inventada por
nós tudo que nós falamos Tudo Que Nós pensamos tudo que a gente usa uma língua para compor sentidos não é criado por nós mas vem de uma tradição o que você pensa o que você fala não é exatamente da sua autoria você faria evocando sentidos anteriores a você e que foram criados socialmente quando você fala para uma outra pessoa o seu interlocutor é levado em consideração que você então você molda o que você coloca muitas vezes o que você pensa em relação a esse outro então não existiria para o Fernando só seguir uma língua do
indivíduo a língua um fenômeno fundamentalmente coletivo e histórico e o sujeito puxar Liz Taylor seria mais ou menos por aí o self essa ideia do self do eu mesmo auto-centrado independente autônomo sem um mito no final das contas nós somos frutos de uma selfhood de uma comunidade de um contato com outros e a única forma segundo Charles Taylor para gente conseguir construir um quadro democrático político é reconhecendo esse caráter de selfhood a ideia de que os sujeitos eles se constroem a partir do contato e que o mundo a sociedade o outro relações ou seja lá
o que for não estão aqui como instrumentos do indivíduo como instrumento do Sucesso individual eles são ali como próprio indivíduo o mundo com qual convivo e ajuda a me organizar como eu sou então uma Bom dia segundo Charles Taylor tem que garantir uma pluralidade de possibilidades de self food de sentidos sobre o mundo de imagens sobre o mundo e isso é multiculturalismo a ideia do Charles Taylor é você se fundar na ideia de privilegiar uma multiplicidade de referências culturais sobre o mundo de você garantir essa popularidade como forma de garantir elos entre os sujeitos e
as suas comunidades porque de outra forma a democracia não tem um caminho possível porque você passa a ver o outro como ou seu instrumento para você crescer ou como seu inimigo que tá contrário ao seu próprio crescimento e é como se a gente tentasse de zumbi ligar o ser humano entendi você bebês entrar o ser humano nas palavras que o estúdio ao coloca para o sujeito sociológico no fim das contas a ideia do Charles Taylor é pegar a noção liberal e tentar reatualizado repagina lá segundo uma concepção de sujeito sociológico da ideia de que o
sujeito é composto a partir do diálogo e do contato beleza e aí que tá o Charles fez não tenta pegar todo esse debate e jogar para o âmbito do direito ele coloca isso como uma proposta de intervenção ele define que a ideia de uma igualdade universal de uma igualdade de direitos ela não daria conta do modelo democrático se lembra que a ideia de uma igualdade dos seres humanos de direitos humanos para todos iguais e tudo isso não consta e lá da época do Iluminismo da sujeito Iluminista da cidade que existiria uma essência humana Universal e
independente do seu contato com o mundo um centramento do sujeito puxar se ele vai levantar algumas ressalvas a isso ele pensa que essa noção de direitos iguais universais ela precisa ser repensada com uma ideia de um reconhecimento igualitário não é se estabelecer a uma comunidade a partir do que essas pessoas teriam supostamente e incomum mas reconhecer a dissidência essa norma é você reconhecer a diferença entre sujeitos e isso mudaria todo o escopo do direito o direito ao invés de garantir direitos para todos eles trataria da Necessidade e da garantia a pluralidade de experiências ao invés
de uma igualdade de direitos uma política de igual reconhecimento e É mas ele não joga fora toda a ideia de universalismo mas aí é universalismo no direito que ele propõe não em relação uma essência humana mais uma prática Universal do direito uma definição Universal do direito que garantiria exatamente a pluralidade se os direitos humanos por exemplo espaço em do pressuposto uma essência humana Universal o Charles Taylor meio e corta com isso a ideia do Charles Taylor é uma política de igual reconhecimento beleza é uma política de igualdade de reconhecimento e não de essência é uma
igualdade você reconhecer toda essa multiplicidade cultural por isso multiculturalismo mas ele coloca quem Universal tem que ser colocado não Universal sobre a essência humana mas uma ideia universal de igual dignidade e a igual dignidade é ela caminha junto com essas reconhecimento que significa basicamente eu atrelar uma concepção legal Universal não é Essência humana há uma homogeneidade humana mas exatamente a pluralidade eu preciso reconhecer o direito de todos esses grupos a serem respeitados dentro de uma dignidade que lhes é própria entende nota que quando o Charles Taylor fala dentro do direito de uma concepção universal ele
não está pressupondo o indivíduo um ser humano Universal e tá rompendo com ele a ideia do multiculturalismo caminho por aí é você conseguir usar inclusive formas do estado para intervir nisso para se garantir uma pluralidade de experiências ao máximo possível Oi e aí pensa isso em relação a transmitir do século 18 o Adam Smith ele não colocava que o estado não deveria intervir Nunca na economia o Adam Smith colocava que o estado deveria intervir Em certas situações que situações são essas plantas ventilado do século 18 para o Adam Smith academia o Estado intervir para garantir
a liberdade de comércio Ou seja quando uma rota comercial ela tá indo perigo sendo atacado tal cabe ao Estado intervir militarmente para garantir aquilo quando uma ponte antigos Comerciantes usam para circular ela está em decadência Cadê o estado e lá e arrumar essa ponte o estado agiria segundo Adam Smith apenas para garantir a liberdade de escolha dos Comerciantes de quem se compra para quem se vende Beleza o Charles Taylor pega isso e leva para um outro ponto se a ideia o estado garantir a cidade de escolha a gente tem que garantir repertório de escolhas isso
passa pela garantia de uma multiplicidade de culturas pela garantia por parte do Estado desse sujeito se alinharem se identificarem a grupo diferente e evitar uma homogenização entende o que é profundamente relevante para nós aqui é como é que a proposta de multiculturalismo do Charles Taylor tenta trazer um conjunto de propostas de intervir num extremamente palpável a estudos culturais ele reconhece essa mudança na percepção dos sujeitos humanos EA partir dessa mudança da percepção em tom de um sujeito sociológico por exemplo que o estudante roupão tava o Charles Taylor ele indica uma necessidade de se reconstruir práticas
do direito é uma base para se pensar políticas públicas a partir de uma lógica Liberal mais uma lógica liberal reformulada e significada Isso é uma proposta de intervenção sobre a as coisas palpáveis um bocado diferente em relação ao que a gente assistiu durante muito tempo na história da humanidade ele parte o pressuposto diferente os culturais mas coloca isso em termos práticos de como agir e para isso segundo Charles Taylor a gente passa necessariamente por uma reformulação do direito e das concepções que nós temos de ação do estado E aí
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