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AULA 6 - GEPO

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021,920 คำ109m readGrade 10
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Água V
Então, então hoje eh, dia 8/08, quinta-feira, é o nosso último encontro do nosso trabalho juntos aí. Eh, esse encontro vai falar sobre os aspectos jurídicos, o cuidado que a gente tem que ter nessa parte que não é fácil, não é simples, é chata de entender, tem muitas nuances, é muito delicado, normalmente envolve muito dinheiro e a gente não foi treinado para isso. Por isso que existe As especialidades de cada trabalho. Os advogados são essas pessoas que devem ajudar e cuidar disso, mas também você precisa saber o mínimo para você poder ajudar o seu advogado no
futuro, se porventura acontecer alguma coisa. Muitas das vezes o que a gente ouve dizer dos nossos advogados é: "Vocês são os melhores clientes que a gente tem, porque vocês são muito organizados com os arquivos, vocês têm tudo que a gente precisa e isso vocês não sabem como Facilita". no nosso trabalho na hora de ter que resolver algum problema, algum BO para vocês mesmos. Então isso é um pouco do que a gente vai falar hoje. Mas pra gente entrar nesse assunto, a gente vai dar uma recapitulada em todos os encontros, né, ao para porque esse é
o o a amarração que vai fazer. Então, se a gente tem uma empresa que é formada por pessoas, se essas pessoas são pessoas que estão engajadas, são pessoas que estão fazendo parte do Seu time, da sua equipe, você oferece treinamento para esses caras poderem se desenvolver, você é aquele cara que apoia, que não é o chefe chato, e sim é o líder, é aquele cara que vai na frente, que mostra o desenvolvimento do negócio, que pega a enchada e mete a mão junto. Você é aquele cara que tá envolvido em cuidar do seu time, em
prosperar, em fazer o seu time prosperar junto com você e você tem documentos, você sabe treinar eles para trabalhar da Maneira com que você quer que seja feita as coisas, né? Você vai ter documentos, você vai ter procedimentos, você vai ter uma metodologia do trabalho. Tudo isso vai facilitando o o seu desenvolvimento. Se você sabe também aonde você quer chegar, se você tem um negócio que eu quero trabalhar com isso, o meu modelo de negócio é esse, eu vou vender esse serviço, esse serviço pode me vincular novos serviços, outros serviços, né? a minha Estratégia é
essa, eu começo com uma coisa pequena para depois poder ganhar a confiança do cara, oferecer um outro serviço para ele, né? As pessoas que eu quero encontrar, eh, seja no campo do projeto ou das obras, pode ser ou os próprios arquitetos ou outros engenheiros ou os clientes finais. E você tem que saber se é o homem da casa que vai eh ter a cartada final ou se é a mulher ou se você tem que conquistar o homem para ele conversar com a mulher, Mas a mulher é que vai dar o OK no final. Você tem
que procurar entender isso, né, para você poder chegar em algum lugar e prosperar com o seu negócio. Eh, você precisa saber se você vai ser uma ONG, qual que é a natureza da sua empresa. A gente falou também sobre os 10 erros que a gente não quer cometer ao abrir a nossa própria empresa, ao começar do zero. Não são coisas que a gente quer evitar. E a gente falou que esse processo também de Melhoria contínua, ele sempre vai existir, sempre vai acontecer, seja em pequenas rodadas, em pequenos ciclos, em um dia no trabalho, esse ciclo
pode acontecer, em um mês isso pode acontecer e em um ano inteiro isso pode acontecer. E a gente com Água Verde completou aí 15 anos e a gente também faz um novo ciclo disso. Eh, a gente já mudou o nosso plano de negócios, o nosso modelo de negócio aí pelo menos duas ou três ou até quatro vezes ao longo desses anos. E Isso faz parte. Por exemplo, se você tá acostumado a tomar um tipo de antibiótico para curar uma doença ou alguma coisa, você não vai ficar podendo tomar sempre aquele mesmo tipo de remédio, porque
aquele remédio uma hora não vai mais fazer efeito para você. Você precisa trocar, você precisa mudar. A pandemia mostrou isso muito pra gente, eh, esse negócio do marketing digital, os cursos online, a questão do home office. Então, isso a gente às Vezes é forçado a fazer mudanças, mas na época da pandemia, por exemplo, quem saiu muito na frente perante aos outros negócios era quem já tava antecipando essa mudança e já tava vendo que o negócio ia ser digital, que as pessoas podiam trabalhar de casa. Então, na época da pandemia, quem já tinha um e-commerce, quem
já tinha um trabalho digital, quem já tinha um marketing de vendas com eh Facebook, Instagram, WhatsApp e tal, sofreu menos e saiu Muito na frente do que os outros e disparou de faturamento. Então, esses ciclos de aprendizado, essas trocas entre o time, esse treinamento todo, a questão da gente falou também muito de de conseguir passar pros novos colaboradores, como que o trabalho deve ser desenvolvido, aqueles erros, os acertos que todo mundo já passou, isso tudo vai somando peso e esforço pro nosso trabalho dar certo, não. A gente falou também dentro do segundo do Segundo encontro,
que não era, na verdade, o módulo três, era o módulo dois, aqui tá um módulo adiante, né? Mas no módulo dois era a parte da espinha dorsal da empresa, né, que a gente falou muito isso assim. Então, qual que é, quais são os setores da empresa? O que que cada o que que cada setor da empresa tem que fazer pro pro negócio dar certo? Como que vocêsam as tarefas? Quem que coordena, o quê? Então, o hoje, nesse serviço que eu tô fazendo Temporariamente aqui na prefeitura, eu tava conversando com o meu chefe falando: "Cara, você
precisa designar um responsável para cada tarefa". Eu tendo que falar pro meu chefe isso, porque não adianta, tipo, ah, tem que fazer o relatório, aí você volta e quem vai fazer o relatório? Quem é que cuida? Então, e cada projeto que entra, ele tem que designar, você é o coordenador do desse trabalho e o outro cara é o apoio. E aí quando entra um outro processo, ao Contrário. Então agora você vai ser o coordenador desse trabalho e esse cara vai ser o apoio para você ter que ter o pai da criança, né? senão fica tipo,
deixa que eu deixo e ninguém faz nada e o trabalho não avança. Então ter essas essas informações documentadas, ter a rastreabilidade dessas informações, a gente comentou muito disso, que isso que eu tô falando que vai culminar com a facilidade do trabalho dos advogados, é isso, é ter as informações que ele Precisa, tá? Mas você falou que o projeto acabou, você entregou um documento que que tinha quitado tudo? Ah, não, ficou no boca a boca. O advogado fala: "Desculpa, você vai ter que assumir isso então, né? Não tem como isso acontecer. Essa questão das pastas, os
arquivos, a nomenclatura das coisas, como você acha os arquivos e as documentações quando você precisa com agilidade, com facilidade, né? Às vezes tá subindo um Elevador ali e o cara, pô, que legal o trabalho que você faz. Me mostra uma foto aí do que você faz, cara. você tem que achar do zero ao 10, você tem que mostrar sua melhor foto ali pro cara em, né, em 30 segundos ali para você conseguir e conquistar o cara. Então, é é ter essa estruturação da espinha dorsal da tua empresa organizada e bem estruturada facilita tudo antes e
depois também. No terceiro módulo, que esse sim foi o Das finanças, a gente falou: "Tá bom, então eu tenho que controlar isso também, né? Quanto dinheiro que entra, quanto dinheiro que sai, o quanto que eu posso investir ou quanto que eu tenho que segurar, o quanto, será que eu tenho dinheiro para contratar uma pessoa a mais ou comprar um computador novo? O quanto de dinheiro se eu ficar dois três meses sem receber, o que que acontece com o meu time? Eu vou deixar, eu vou parar de pagar os caras ou eu que Vou ficar sem
receber? ou eu tenho saúde financeira para pelo menos num período de baixa de 2, 3, 6 meses conseguir manter a minha equipe sabendo que eu vou botar todo mundo para trabalhar no momento que eu tiver baixa de projeto, eu ponho todo mundo para vender, né? Mas eu tenho que segurar a equipe ali. Não adianta na primeira dor de barriga você ter que dispensar todo mundo. Então conseguir organizar, gerenciar as finanças do seu negócio é primordial, Por exemplo, até com os custos previstos e os imprevistos, os não previstos. Contratar um advogado não é uma coisa muito
prevista, mas você tem que saber, por exemplo, na hora de fazer um orçamento de um projeto grande que provavelmente você vai ter que contratar um advogado. Então, quando a gente fazia projetos maiores que passavam de 50, 80.000, 100.000, a gente colocava parte do orçamento era um custo de advogados. Eu Sei que um projeto de 100.000 eu não vou poder levar no gogó. eu tenho que ter um respaldo, eu tenho que ter um controle mais adequado disso. E aí você se precaver com algumas coisas que só porque você já passou por isso é que você vai
conseguir eh evitar essa esse esse outro prejuízo, digamos assim, não? E eu vou até já antecipar um pouco aqui e compartilhar uma foto com vocês nesse nessa nessa nessa gestão aqui ao vivo das coisas para mostrar o que aconteceu Com a gente numa determinada vez, onde a gente foi fazer um projeto numa numas aldeias indígenas. Vocês estão vendo aí a foto? Entrou, né? A gente foi fazer um projeto numa aldeia indígena, que na verdade durou 3 anos esse projeto e durante algumas vezes eu eu fazia com que o pessoal alugasse o carro ao invés de
levar o nosso carro, né? E o pessoal, não, mas é mais caro, não precisa. E eu falava: "Aluga o carro e aluga com Seguro completo, principalmente quando a gente ia nessa aldeia específica, porque a gente tinha que atravessar de barco de um lugar ao outro e o carro ficava abandonado lá num outro lugar. Numa determinada vez, quando a gente voltou, ó o cachorro vermelho aí, ó. Esse é o cachorro vermelho. Nunca tinha visto um cachorro vermelho. Parece um ketchup, sei lá. E quando, ó lá, ele não é marrom não, o cachorro é vermelho, gente. Ou
ele tem muito arsênico, sei lá O que que tinha nesse cachorro. E quando a gente voltou, o carro tava assim, ó. O carro tava desse jeito quando a gente voltou para pegar o carro, né? E eu falei pros caras, ainda bem que não é o seu carro e não é o meu carro, ainda bem que é o carro alugado. Agora você imagina se a gente vai fazer um trabalho e acha que tá tudo bem, sempre vai dar tudo certo e vai com o carro de um dos funcionários da empresa, vai com o carro do estagiário,
pega, ah, estagiário Sempre se ferra, vamos com o carro do estagiário, né? E aí o cara volta com o carro desse jeito. Que que você faz com o estagiário? Que que você faz com o carro, né? como que você gerencia um negócio desse? Então, e assim que o carro ficou no final, né? E os caras pareciam formiga, entrava no carro, assaltava tudo do carro, levava tudo embora, saia correndo. E a gente eh sorte de novo, né? Sorte que a gente já tinha passado por outras situações, Sorte que a gente já tinha previsto tudo isso e
o carro tinha seguro. Então, pronto, né? Na verdade era um carro alugado. A gente ligou pra seguradora, falou: "Ó, destruíram o carro, eu preciso de um carro novo, vocês precisam ver o que aconteceu." Aí chegou um guincho, chegou um carro novo e a gente foi embora feliz, tranquilo, com aquele susto passado, mas porque a gente controlou essa situação de uma maneira antecipada, né? Não adianta você ligar Para advogado depois que aconteceu o pepino, né? Então, e isso e por que isso? Porque a gente já tinha previsto nas finanças, já tinha previsto no orçamento que isso
poderia acontecer, então a gente não teve prejuízo. Mas você imagina de um projeto de R$ 100.000, que é um projeto inteiro, se eu tenho que pagar um carro pro funcionário que aconteceu um negócio desse, os R$ 100.000 R pagou o carro e eu fiquei com R$ 0 e vou ter que entregar o projeto e Vou tirar dinheiro, sei lá da onde, do meu dinheiro para entregar o trabalho, porque eu não me precavi, não pensei no que podia acontecer. Então, nesse sentido, a gente falou também muito sobre isso, né, de como cobrar o serviço, como orçar
o projeto, né, garantir que você tenha uma gestão do seu projeto de saber em que pé que as coisas estão, em que etapa que tá cada trabalho, o que que cada um tá fazendo, que etapa que atrapalha ou facilita o Desenvolvimento do outro ali dentro do seu trabalho, né? Olha, se você não entregar sua parte, eu não consigo fazer a minha e eu já tô em cima do meu prazo. Então, como que a gente vai fazer para garantir isso? Não. Então, você tem normalmente o quê? O coordenador do projeto ou o gestor do projeto, que
vocês todos são iguais. De repente na hierarquia de vocês, o Thiago com Rafael, o Reginaldo é superior aos funcionários dele, ele que manda tudo, Né? a Thaís, de repente, por ter mais experiência, a empresa Sedela mais que a Ariane, mas eu tenho certeza que elas também trocam muito e compartilham muito. Então, eh, o Pamplona com a Raíça e com o Guilherme, que são sócios aí no negócio, o Pamplona é um cara que tem muito mais experiência de vida e tal, com certeza eles também devem escutar o que o Sérgio diz ao mesmo tempo, eh, ter
esse compartilhamento das informações, né? Tipo, ó, tem algumas prospecções Rolando, temos esses projetos, então quando esse for acabando, a gente já tem que tá convertendo novos contratos. Sempre tem que ter um gestor da empresa e você tem o gestor daquele projeto. Então, é o cara que tá focado em cuidar, fazer aquela entrega acontecer. Ele pode não ser o executor de tudo, ele pode executar nada, mas como somos pequenos, provavelmente ele fala: "Ó, eu sou o coordenador desse projeto e dentro desse projeto eu também faço os cálculos, o Desenho e sei lá o quê. E você
é o meu apoio nesse projeto. Você vai cuidar disso, disso, daquilo e junto a gente vai fazer dar certo. A hora que eu tiver gerenciando cinco projetos simultâneos, talvez a gente vá diluir. Então agora o outro cara vai assumir outras coordenações e eu vou virar o apoio dele. Então, eu faço as atas, eu faço as planilhas e eu alimento esse coordenador para que ele possa est gerenciando as entregas, coordenando a compatibilização De tudo isso pro trabalho ser entregue no prazo, com a qualidade que precisa e tudo mais. E aí você vai vendo a partir do
momento que os dois estão atolados ou os três já estão gerenciando vários trabalhos, além de executar partes daquele trabalho, aí pode ser que você tenha que olhar falar: "Gente, temos que contratar mais gente, dá para contratar o financeiro? dá para contratar. Aí tem que começar a fazer aquelas interrelações entre os setores. Não, eu Só posso contratar se eu já sei que tecnicamente dentro do meu setor de projetos eu tô saturado, não tem mais hora homem para trabalhar, a gente já tá sobrecarregado. Então, teoricamente deveria ter algum dinheiro sobrando para poder chamar mais gente. se os
orçamentos foram feitos adequadamente, se vocês estão tendo eficiência na entrega do trabalho, se vocês não estão derrapando, patinando, tendo retrabalho, teoricamente tem que Sobrar algum fundo, alguma coisa daquilo que serviria para expandir, né, que a gente falou da reserva de expansão, a reserva de investimento para você, seja comprar um livro, seja comprar um software, contratar uma pessoa para fazer um trabalho pontual, um estagiário, sei lá qualquer que seja a sua necessidade. Se você consegue engrenar essas coisas, você vai vendo que a tendência é você expandir, é você crescer, né? Tem os Altos e baixos, as
finanças, né? Voltando um módulo para trás, as finanças também vão trazer essa visão do todo pra gente, essas perspectivas de tendências de crescimento ou tendências de baixa, tendências de expansão ou de retração, assim como acontece com a bolsa, com as criptomoedas e e com a nossa vida também, né? Você acorda um dia mais animado, tem um dia que você acorda mais triste, mais cansado e você precisa entender o ciclo da feminino das Mulheres que vai acontecer todo mês, não tem como escapar. Então não adianta falar: "Não, vou marcar uma viagem de três dias na lua,
na minha lua". você sabe que ela vai cansar, vai desgastar, não é o momento mais propício para isso, não. Então, respeitar isso também e jogar o jogo com esses ciclos, eh, faz parte de novo para você poder ter mais chances de sucesso. Então, por exemplo, entre você marcar uma reunião para assinar um contrato ou para apresentar Uma proposta pro seu cliente na LOA menginguante ou da LOA nova para crescente, é muito melhor, muito mais provável que você tenha mais sucesso em tentar fechar negócios da lua crescendo, tá tudo subindo, tá tudo aumentando, tá tudo expandindo,
tá todo mundo mais para fora. é muito mais chance de você converter um trabalho nesse momento do mês do que na contração, né, na descendência do sistema, né, imaginando que tudo é um Organismo agrícola vivo e nós somos vivos também. Então você pode jogar esse jogo também com isso e o calendário Maia é mestre nisso, não. Com a energia do dia você vai programar suas atividades. O Reginaldo que é mais do campo da obra às vezes não tem muita alternativa, mas ele joga com o clima também. Ele olha o clima, olha a previsão do tempo
para ele fazer o jogo jogar a favor dele também e não perder tempo nem gasolina para ir até a obra lá e falar: "Ô, choveu hoje, Hein? Que ruim! Ele já nem vai pra obra no dia que chover se ele tá fazendo um telhado ou ele termina tudo antes, se ele já sabe que vai ter previsão de chuva. Não tem gente de mãozinha levantada aí, pode falar. Não, achei massa essa essa sua sugestão, né, de pensar nos prazos com relação ao ciclo da lua, que é isso de respeitar o ciclo, né, menstrual de de das
parceiras, a gente já tem essa Preocupação assim, né, com a Dezi, que é outra arquiteta da equipe, a Júlia Nicolau, a gente procura, né, evitar os momentos que elas estão no ciclo, né, eh, eh menstruando ou de TPM para fazer visita principalmente, porque é muito desagradável, né, pra mulher. E e aí isso é uma coisa que a gente já leva em consideração. E aí, essas essa coisa, né, de ah, eh, assinar um um contrato ou apresentar uma proposta na Lua nova e na lua crescente. Eu nunca tinha pensado nisso e eu fiquei refletindo assim, tipo,
uma entrega de projeto ou algo assim que poderia ser na lua cheia e na lua minguante seria mais o momento da gente tá elaborando o serviço porque tipo para, né, pra equipe conseguir internalizar os processos. Isso. Achei muito legal isso. Eu porque eu sinto muito assim o ciclo da lua em mim. Quando tá na lua cheia, são dias que é muito difícil eu conseguir dormir Cedo. N geralmente eu adentro à noite assim, trabalhando, arrumando caso, fazendo coisas assim. Mas irado, é só esse comentário mesmo. >> Exato. Tem tem a ver sim, Thagão. Tem a ver.
E você pode, por isso que de novo, né, puxando pro nosso tema de hoje, os advogados da Hav sempre falam assim: "É por isso que a ignorância é uma dádiva, porque se você não sabe daquilo, você não tá jogando nem contra nem a favor. Mas a partir do momento que você sabe Disso e não atua a favor disso, aí você tá jogando contra o seu time, né? Então, é interessante pensar nisso e a gente já teve vários retornos eh que comprovam um pouco isso. Depois a gente entrou no quinto módulo, que foi da semana passada
falando da obra, né, gerenciando obras. Então, a gente falou aqui sobre ter aquela preparação, aquela pré preparação do trabalho com a obra. Então, ter os cronogramas, cronograma físico, cronograma de desembolso de valores de Obra. Se você tá controlando as finanças da obra, inclusive, né, cronograma de contratações também, porque você tem uma obra de 3 meses, você não precisa contratar o calheiro na primeira semana, você vai contratar o cara da estrutura da fundação, depois você vai contratar o cara do telhado e do fechamento, depois o calheiro, né? Então, eh, você tem cronograma físico de obra, você
tem cronograma de desembolso, que é a parte cronograma financeiro, que, né, que o Pessoal chama normalmente de físico financeiro. Muitas das vezes você tem também tem cronogramas de contratações, dependendo da dinâmica da obra. Se você contrata uma empreiteira só, ele faz tudo, beleza? Mas senão você tem esse cronograma também e também cronograma de compra e entrega de materiais. Isso tudo vocês podem estar falando: "Nossa senhora, mas são quatro cronogramas". Você pode conseguir fazer tudo isso em um, mas são coisas Distintas. E dependendo daquilo que você foi contratado para fazer, você vai assumir um ou vai
assumir outro ou não vai assumir nada ou vai assumir tudo. Mas isso é interessante que a gente falou também de deixar claro, de ter nítido qual que é a minha responsabilidade vai até aqui. Se o material, se você não quer que eu gerencie a compra dos materiais, não faça serviço de assessoria do do serviço da obra, né, que é cotar, comprar, Mandar entregar e tal, eu não vou me programar, eu não vou me preocupar com cronograma de compra e de entrega de materiais. Eu vou fazer o quê? Vou cobrar de quem vai fazer isso que
eu tenho esse documento. Cadê o cronograma de compra e de entrega dos materiais? Que eu preciso saber quando vai chegar cada coisa. Ah, não se preocupa que vai chegar na hora certa, não. Então, então eu vou te passar o meu cronograma físico para você saber em qual etapa da obra eu Vou est fazendo cada coisa para você garantir que vai chegar os materiais na hora que eu precisar. E é claro que vocês não vão ficar brigando, vão ficar se apoiando. Mas, ó, se o material não chegar na obra na segunda-feira, que é quando o empreenteiro
vai precisar, de quem que é a responsabilidade, de quem que é a culpa. É, então não adianta falar: "Ah, é do engenheiro, é do arquiteto." Uai, por que que é do engenheiro do? Não fui contratado para Fazer isso. Tá aqui na minha proposta, tá aqui no meu contrato, que a minha responsabilidade é acompanhar tecnicamente a obra. O material tem que tá lá. Para mim não interessa se o material tá ou não tá. Eu quero saber se o telhado tá com 45º de inclinação, como eu projetei. Se a telha chegou, não chegou, para mim não vai
importar. Vai importar para quem? pro empreenteiro, pra equipe de obra que vai ficar parada lá ou vai ficar ociosa gastando seu Dinheiro, sua gasolina, sem o material tá lá. Aí é outro problema, né? [limpando a garganta] Que eu preciso avisar. Olha, se os materiais não chegarem, a equipe de obra vai ficar lá ociosa. Então isso daqui precisa acontecer, né? Você enquanto um gestor da obra. Mas eh eh mais do que tudo é vocês terem claro, até aqui é a minha atribuição, até aqui não é. Se não é a minha, eu não vou fazer nada também.
Eu vou tentar ajudar o cara. a realizar a Tarefa dele com qualidade, mas sabendo que não é a minha responsabilidade. E eu vou relatar, vou documentar isso. Olha, os materiais não estão chegando na hora, os materiais estão todos atrasados, isso vai comprometer o cronograma da obra e eu tô avisando aqui vocês que isso tá acontecendo, né? Se for a minha responsabilidade, eu não vou deixar isso acontecer, por isso eu vou ter menos problema. Se se for de outra pessoa, aí alguém tem que tomar alguma medida Cabível para consertar isso durante a obra, para evitar que
aconteça o que eh outras vezes aconteceu. E e foi inclusive o Reginaldo que mostrou pra gente eh uma saída de alguma coisa quando a gente teve um problema com uma obra e a gente teve que chamar o Reginaldo para consertar, né? Então, por exemplo, eu vou mostrar lá no final isso, mas esse resultado aqui é um, vocês estão vendo agora, é o resultado do de uma obra que foi feita e pelo Empreente isso aqui tava pronto, essa obra aqui tava entregue para ele, né? Olha, olha o nível de acabamento do resultado do trabalho que o
cara tava querendo deixar e falou: "Não, tá pronto para mim tá entregue, ó. Tá aqui a torneira, tá a torneira de reuso de água de chilo tá aqui, tá fixada. Beleza, >> tá pronto? Oi. >> Não tá aparecendo aqui não. Eu pelo menos não tô vendo. Tô vendo você. >> Você tá no celular ou no computador, Raíça? >> No computador. >> Vocês estão vendo, pessoal? Não. >> Muda estamos, estamos. Eh, muda a forma de visualização. R. No canto superior direito, você pode botar side by side gallery. Aí vai aparecer a gente numa coluna na direita
e a apresentação ao lado. Vê se funciona. >> Eh, para mim nem apareceu essa opção. Não tem o speaker. >> Pode ser o speaker também, mas tem slide, né? Não >> tem standard side by side. Ué, só tá aparecendo uma >> show meeting. No show meeting para você aparece isso ou não? Você você tá com eu e apontado, tá com uma agulhinha no canto do meu nome ali, com ping. >> P Não, gente, não. Para mim tá aquele Jeito que aparece quem fala. >> Mas não tá aparecendo. >> Eu vou parar e vou compartilhar de
novo. Me avisa se vai agora. Agora foi. >> Ah, boa. >> Nossa, valeu. >> Era só um charm. Sabia que >> só um charminho do Zoom. >> Então isso daqui era a qualidade da do da entrega. O cara acabou de construir o reservatório e depois que ele constrói Acaba a obra que ele tem que fazer limpar o reservatório e começar o sistema do zero, né? O cara larga tudo sujo, cheio de resto de obra, de bola de massa, as abraçadeiras da tubulação tudo solta, né? E para ele acabou a obra. Aqui nada pintado, nada acabado,
né? O o hidrômetro posicionado na posição ao contrário. A o hidrômetro não queria girar, sempre ia ficar ferrado. Isso se ele não travasse, né? Os restos resíduos de tinta, resíduo de sujeira, vazamento Nas tubulações de sucção e recalque das bombas e tal, né? Tudo vazando, pingando, tudo sujo, né? para ele, ele tinha terminado a obra ali todo respingado de tinta e tal, né? Você lembra disso, Reginaldo? Sian, né? Já tudo roto, tudo quebrado. Era assim que ele que ele falou que tinha entregue, né? Então, se você não tem como como controlar isso, se você não
tem como gerenciar isso, como que você vai cobrar alguma coisa do cara? Se Você não tem o diário de obra, se você não tem uma documentação, né, você não tem como cobrar. Mas a gente tinha. Então, olha aqui, relatório diário de obra. Isso aqui foi um relatório final que a gente foi compilando tudo, mas, ó, dia 2, 3, dia 4, tal, tal, tal, todo dia. Então, ó, dia 8 caras já não vieram, tá vendo? Já deu errado, né? Dia 10, tudo mais. Aí a gente tem tudo organizado e quando ferrou que o cara abandonou a
obra e falou: "Eu vou embora E eu ainda quero 5.000 para não brigar com vocês porque tá faltando me pagar". Eu falei: "Negativo, meu amigo, olha aqui de tudo que você fez, olha tanto de coisa que eu vou ter que refazer." Então, a gente teve que colocar aqui, ó, por exemplo, aqui já entrou a parte assim, ó. Você tinha que fazer isso e você não fez, né? você tinha que fazer tal coisa e não e não fez. Então, a gente começou com base no nosso relatório de obras, com base no nosso Cronograma e com base
no que foi feito e no que não foi feito do memorial descritivo e do projeto, eu fiz um relatório de proporcionalidade, que é o quê? Olha, você tinha 150 itens para fazer dessa obra de acordo com o cronograma. Cortar, cavar, instalar, rebocar, pintar, instalar bomba, tal. Então você tem no cronograma, passo a passo, você tem lá a quantidade de itens, de tarefas, de demandas que o cara vai ter. Dessas 150 tarefas você realizou 80, 100, beleza? Realizou bastante, mas da 100 que você realizou eu vou ter que refazer 50 com outro empreenteiro. Ou seja, dá
150, você realizou 50 do seu contrato, então você deveria receber 33% do valor. Você já recebeu 40 para começar, recebeu mais 30 no meio pro fim. Ou seja, você recebeu 70% e você ainda tá querendo cobrar mais o quê? Aí com essa informação documentada, eu falei para ele, você tem que me devolver 33% do valor da obra aqui, ó. Transfere de volta pro cliente final aqui o que eu vou ter que pagar paraa outra pessoa terminar. Então você vê como muda de figura a coisa. Se eu não tenho a informação, se eu não tenho a
qualidade da documentação que veio lá da minha proposta, que veio lá do meu contrato, que veio lá do meu cronograma, se eu não tenho isso, eu não tenho nada. E o cara ia falar: "Ó, eu quero R$ 5.000 para terminar para para Ir embora sem brigar com vocês". Aí o meu cliente, que era o cliente final, ele falou assim: "Leonardo, eu, a minha instituição não permite que eu seja processado por qualquer coisa. Se o cara vier me processar, eu eu vou processar você." E aí eu falei, ó, A, B, C, D, E. A gente tava
avisando, tava tudo fora do controle. A gente avisou, a gente sinalizou desde o dia tal, tá aqui, tecnicamente o cara vai ter que devolver 35, 40% do valor que foi pago e tudo mais. Aí ele falou: "Não me interessa, a gente vai pagar uma parte do que ele quiser." Então ele queria 5.000. Eu falei para ele: "Você tem que devolver 14". Ele falou: "Não, eu não quero saber". O meu cliente falou: "Eu não quero ser processado". No final eu falei: "Ó, você ia ter que devolver 14, você quer cinco?" Eu falei: "Eu te dou e
você vai embora daqui sem processar ninguém". Ele falou: "Ah, tá bom. Então Eu ia poder perder 5.000, eu queria fazer ele pagar 14. No final eu perdi dois, mas resolvi sem ser processado nem processar ninguém. É ruim? Foi ruim, mas foi melhor do que eu deixar o meu cliente ser processado, do que eu ser processado. E o negócio de 5.000, 2.000 ia virar 100.000, sei lá quantos mil. E eu vou mostrar uns casos aqui do meio pro fim, sinalizando esse tipo de problema, né? Então eu vou passando aqui porque a Gente falou, né? Então você
imagina esse esse tipo de situação, né? A a ponte não combina, a escada toda toda torta, né? Então não tem como fazer. A gente fez esse exercício na semana passada, né? como que vocês estão cuidando e tendo atenção para isso, para de fato a gente chegar na questão jurídica e entender o tamanho da bomba que pode acontecer se você tomar um processo, se o cara cair do telhado, se o outro cortar o pé fora, né? como a gente falou disso, é bem Delicado. E agora sim, então, nesses essa primeira meia hora, a gente sempre investe
nessas retrospectivas e hoje é o último encontro, a gente vai entrar nesse mundo e vai entender no dia de hoje, então, qual que é a diferença entre um PJ e um CLT, o que que é o Código de Defesa do Consumidor ou Código Civil, o que que envolve as leis trabalhistas, o como que eu, o que que é o CREA, o Confea ou Cal dos arquitetos aí agora? né? Essa aula é maçante, ela é Densa porque é duvidoso para nós tudo isso, mas é importante a gente ter atenção com isso mais do que nunca, porque
as pessoas estão cada vez mais perdidas no raciocínio, cada vez menos preocupadas com a ética, com o compromisso, o cara que ah, eu tô, eu tô errado, mas eu vou processar alguma coisa, eu vou ganhar mesmo, né? Não me interessa mais esse aquele negócio do fio do bigode, né? aquela aquela palavra que a gente tinha que antigamente não Existia isso, era você falar: "Eu vou comprar de você o negócio, você compra, vou transferir, você transfere, vai documento vai passar pro seu nome, vai passar pro seu nome e acabou", né? Hoje a gente já sabe que
não é tanto assim. Por isso que nós, enquanto técnicos, né, especialistas formados ou não, né, a gente precisa saber dos aspectos da lei, o que que eu que risco, nem que você corra o risco, mas você tem que saber o risco que você tá correndo. Dependendo Da obra, dependendo do projeto, dependendo da pessoa, do arquiteto que te contrata para fazer tal coisa, você vai dosar isso. Até aqui eu posso ir, mas do que isso eu não posso ir. Eu não posso aceitar um risco dessa magnitude para um projeto, para um trabalho, né? Como pegar meu
carro pro pessoal, ir para uma aldeia, largar o carro no meio da floresta, atravessar de rio e achar que vai ficar tudo bem. Qual que é a probabilidade, qual que é o risco disso Dar errado? É grande. Então eu não posso correr esse risco, né? nem por alguém em risco. Então é isso que a gente vai falar um pouco hoje, né? Tem mais gente querendo entrar aqui, então vou começar até até aí tudo bem. Tudo bem mais ou menos, né? Porque o negócio é sério, tá nada bem, mas é importante. Vou pedir pra gente ficar
junto aí nesse último encontro. No final a gente vai fazer Aquela roda de conversas, a gente vai fazer também uma um vai pedir para vocês preencherem um questionário, uma coisa de avaliação da nossa parte, mas é importante desse tanto, porque enquanto tá indo tudo bem, tá tudo bem, na hora que a porca espanar o rabo, aí a gente tem que minimamente saber o que que pode acontecer, né? Então aquela brincade, pode isso, Arnaldo? Aí o cara fala: "Não, a regra é clara, não pode fazer isso, né?" Então não pode, não pode. E a Gente não
vai querer burlar isso. Então essa questão que todo mundo faz, né? Agora sou PJ, agora sou CLT e tal, tem riscos também. Isso. Por exemplo, o CLT é um cara que tem um regime de trabalho ali definido, tem uma carga, tem as suas atribuições, suas responsabilidades, né? Ele tem seguro desemprego, tem FGTS, NSS, recebe 13º, né? ele rece, tem o desconto do salário dele que indeniza ele caso ele tenha um problema lá, machucou, deu uma lesão, Vai ficar afastado e tal, você tem eh essa burocracia, mas tem também uma certa segurança nesse sentido do CLT,
porque você tá regulamentado dentro das leis trabalhistas do Brasil, né? O que acontece, por exemplo, e para você que é contratado no regime CLT, é que você vai falar que vai receber um salário lá e não vai receber, vai receber uma parte daquele salário, porque justamente esses impostos, esses tributos, eles são todos retidos na Fonte, né? Então sempre se você for ser contratado por algum para ser CLT de algum lugar e o cara falar: "Vou te pagar 10.000", você tem que saber se é os 10.000 bruto ou líquido, porque se é 10.000 líquido, significa que
você vai receber na conta 10.000. 1000, o cara vai pagar 15 para receber 10 você. Ou se você vai receber 10.000 bruto, você vai receber 700, 7500, dependendo do do que for retido na Fonte, né? E se você é PJ, você não tem nada disso. Você tem uma parte disso. Você recebe ali eh o que você emitir de nota fiscal, você vai pagar o seu imposto, por exemplo, se for uma MEI e que é uma taxa fixa mensal e você vai receber 90 e tantos por daquele valor, né? Mas você não tem essas garantias, mas
também não tem esses descontos. Então é importante você saber essa diferença, né? Então no PJ, se você vai ser CLT ou PJ, se você for escolher CPJ, Você tem que pedir para ganhar mais teoricamente como PJ do que como CLT, porque você teria que receber mais para reter esses impostos, para segurar seu INSS, para contribuir para você ter eh seguro desemprego no futuro, tal, e aí receber meio que por igual. Então é importante você saber isso. E é importante saber também que um cara que trabalha no regime PJ, ele não deve não deve ter vínculo,
não deve ter ser ter subordinação. Então no aspecto jurídico Tem isso também. Então, preciso uma doméstica, uma fachineira que tem o dia certo para ir toda semana na tua casa, tem a hora fixa para chegar ir embora, eh, tem que cumprir o dia lá, se ela faltar, você vai reclamar e tal, já configura um vínculo empregatício que você tá pagando ela como uma diarista, mas ela não é, né? Se você é um PJ, mas você tem um e-mail da empresa lá, um [email protected], sei lá o que lá, já configura um vínculo Empregatício. Então eu enquanto
enquanto empregador se eu tiver contratando alguém, eu tenho que saber desse risco que eu vou correr. Se eu abrir um e-mail thago@aguav, no futuro ele vai poder virar contra Águav e falar: "Ô, eu era funcionário dos caras". Pô, como você era funcionário do cara? Você trabalhou num projeto específico, pontual? Ué, mas aqui ó, eu tenho e-mail da Água Veia aqui, ó. Sou o cara me deu camiseta da Água Veia, eu sou funcionário do Quem me garante que eu não sou? Ah, não, mas você não é? Ué, mas para mim eu era. Eu ganhei até camiseta
da empresa. Aí pronto, parou. Aí o até o juiz decidir, ele vai falar: "Você que é o empregador, paga pro cara e depois você vai se resolver, né? Eu já falei isso outra vez e hoje eu vou falar bastante isso, né? É, então na hora de você contratar alguém, você tem que saber disso. O Reginaldo, que é o empreiteiro, que é o Executor de dos projetos, tem que saber isso. ou ele contrata o cara CLT, põe o cara na linha do da regularidade fiscal, tributária, trabalhista e tudo mais e fica pouco mais seguro do que
pode vir a acontecer. Ou ele assume o risco que o cara é uma um diarista lá, um ajudante de pedreiro que recebe 100, 120 por dia, sem documento nenhum, sem vínculo nenhum. Ele vai lá só dar uma camiseta pro cara, um capacete, fala: "Vai". E se o cara cair do telhado, todo mundo vai sofrer. E no caso, se eu fosse um contratante, não sou projetista, mais se eu sou um contratante para contratar uma equipe de obras que vai executar um serviço dentro do da minha instituição ou até da minha casa, eu iria me preocupar e
iria buscar saber se eu tô contratando um cara que tá na linha do PJ ou se o cara tá na linha do CLT. Por quê? Porque se o cara cair do telhado na linha do PJ, o o empreenteiro Tá ferrado e eu tô ferrado. Na linha do CLT, se a empresa é idônea e tem essa regularidade, o problema do funcionário é da empresa. E eu tô totalmente isento desse tipo de problema. E agora eu, enquanto projetista que tô gerenciando uma obra de uma empresa C que é CLT toda regular, ou eu tô gerenciando uma obra
ou fiscalizando, acompanhando uma obra de uma empresa toda irregular com os peão de chinelo e boné e e cigarro na Boca, que é o diarista lá, o ajudante do diarista, eu posso sofrer risco com relação a isso também. E a gente vai adentrar nesse mundo. Então vocês, enquanto gestores e acompanhadores técnicos aí, por a gente ter uma natureza profissional técnica, eu tenho que no mínimo avisar meu cliente, cara, esses caras aqui estão todos irregulares. Você contratou uma empresa que tem o funcionário, não é funcionário de nada. Eu não, eu não Tenho uma documentação que comprove
nada. É um bando de perrapado que foi pego na esquina e tá indo trabalhar dentro da tua casa aí, entendeu? dentro do teu condomínio. Então eu preciso te avisar disso. Isso aqui é uma não conformidade gravíssima, porque aí eu também posso ser corresponsabilizado por aquilo. É, mas você não é o gestor da obra, que é o que eu coloquei lá atrás, que é o de fato, que os advogados sempre falam isso. De Fato, você era o engenheiro ou arquiteto responsável por Cordenal? Ah, eu era. Ou você pode falar que não era, mas o cara do
condomínio, o zelador fala: "Não, mas o engenheiro vinha aqui todo dia. O arquiteto entrava duas vezes por semana aqui, era ele que coordenava o trabalho. É ele que era o contratado. Sim, o cara não vai saber se era um contratado daquele, um contratado do outro, se você não tinha vínculo com ninguém. Ele fala: "Você quer o arquiteto, você quer o Engenheiro, você vai tomar o pau junto comigo, né? Eu não vou eh que sempre aquele cara que vai cair, escorregar na poça, ele já puxa o brother junto, já cai os dois, né? Ele nunca vai
pro chão sozinho. Então, sempre alguém vai querer te levar junto quando a quando der um piripque, né? Então, eh é importante, ó, aqui, ah, eu sabia que tinha esse slide aqui que fala um pouco mais desses benefícios, desses direitos, dessas vantagens ou não, de você ser tá no Regime seletista ou de você tá num regime PJ. Então o cara do PJ, por exemplo, no caso da fachineira, da diarista, se a diarista vier na terça, vier na quinta, vier na quarta, você enquanto contratante PJ da diarista não devia falar nada, você não devia reclamar, porque ela
falou: "Eu não cumpre meu trabalho. Se eu quiser trabalhar da meia-noite às 6 da manhã na tua casa, você não tem que reclamar, porque eu faço meu trabalho na hora que Eu quiser, na hora que eu tiver condições e o que importa é que eu entregue meu trabalho, né? Não interessa como vai ser isso feito. Já no CLT, não. Se o cara chegar 10 minutos atrasado, bater o ponto atrasado, alguém já vai reclamar dele lá, porque o cara de fato tem uma uma responsabilidade muito maior por conta do do da natureza da contratação que esse
funcionário, esse apoiador tem. E aí o que que reflete também nas nossos trabalhos? Se você vai Contratar uma empresinha, microempresa, que é Todo Mundo PJ ou nada, é os ajudantes lá do do mato ou uma construtora, por que que a diferença de orçamento é gritante? por conta disso, porque o cara da construtora tem todo mundo no CLT, tem todo mundo tem seguro de vida, todo mundo tem os seus direitos assegurados, tem o EPI, tem o treinamento. Então, é claro que custa mais caro isso, você manter uma estrutura dessa. O a empresa normalmente Tem o carro
próprio da empresinha que leve trás os caras, né? Eh, e já o PJ lá, os ajudantes deles, vamos lá, sobe aí no carro e vamos embora, né? É importante só saber, vai falar tem certo e tem errado. O certo é ser CLT. O PJ é errado, não é errado, mas você tem que que saber que você tá correndo esse risco. Por exemplo, quando o Reginaldo foi fazer umas obras com a gente lá nas Fazendas em Minas, onde eu tava trabalhando, ele teve que temporariamente virar uma construtora. O jurídico da empresa, da instituição, falou: "A gente
não contrata os caras sem ser funcionário da empresa que tá sendo contratada". Então ele contratou todo mundo CLT num regime de contrato temporário de 3 meses. Se o trabalho continuasse, ele efetivava todo mundo. Se o trabalho acabasse, ele mandava os caras embora e perdia um pouco menos de Dinheiro por ter que mandar embora o funcionário. Tem que pagar todos os proporcionais, as multas reccisórias e tudo mais. Mas é é uma forma, são formas de fazer isso. Então, quando você vai orçar uma obra e vai pegar os orçamentos dos prestadores de serviço da mão de obra
e vê essa disparidade de valores, um cobrou 20, outro cobrou 80, alguma coisa tem. E normalmente é porque esse cara que tá cobrando 80, não é que ele tá ganhando dinheiro monstruoso em Cima de todo mundo. Normalmente esse cara tá um pouco mais estruturado, mais bem preparado. E aí você fala: "Pô, mas você tá na, você é construtora, seus funcionários são registrados, né?" "Ah, são registrados. Então, me manda aqui a documentação desses caras". Outra coisa que acontece também na obra, que tem a ver com aspecto jurídico, é você o quê? Saber quem tá entrando e
quem tá saindo da obra. é pedir o nome desses caras. Vai entrar o carro na Portaria do condomínio, eu tenho que saber de quem que é esse carro, qual que é a placa do carro. Então você vai fazer uma obra lá, você enquanto gestor do trabalho, tem que pedir para eles, eu quero o nome e uma foto do RG de todo mundo que vai entrar nessa obra. Você vai manter o registro disso, né? Vai que o cara é um maníaco, um maluco lá. Você tem que saber isso, né? Você tem que pedir documentação, porque de
novo é você que vai tá lá Respondendo. E não adianta perante a lei dizer que você não sabia daquilo. E [limpando a garganta] a gente vai falar um pouco mais, né? Aqui todo mundo já ouviu falar, né? Código de Defesa do Consumidor, mas ele não trata só de do direito de quem compra, mas também de quem vende as coisas, né? e assim. Então ele fala do de direitos e deveres do consumidor. Então ele quer regular essa relação entre as partes. Um bom contrato, um bom Advogado, uma boa negociação é uma negociação aonde você quer encontrar
o equilíbrio entre as duas partes. Tem advogados que trabalham sempre para ferrar o outro e essa é a natureza do do brasileiro ou do mundo, não sei. E é por isso que tá todo mundo sempre tão desconfiado do outro. Eu trabalho na linha do neutro, da imparcialidade, do que é o justo, do que é o correto, do que é o que deve ser. Então eu não quero fazer um contrato para ferrar o cara e Ganhar em cima dele. Eu não vou pôr a multa só para ele e não vou pôr multa para mim se eu
descumprir a minha parte. Eu quero fazer um negócio que seja justo. E o Código de Defesa do Consumidor também faz isso, né? Então, o que que é importante do Código de Defesa do Consumidor? E aqui o artigo 27 que fala isso, se você tiver alguma algum dano, algum alguma coisa que seja causada por um produto ou um serviço que foi mal feito, Que teve algum dano ou alguma coisa, você é obrigado, é responsável por reparar aquele dano em até 5 anos. Então, se você fizer uma obra, executou o forro lá do do do kiosque da
frente do Copacabana Palace, você não vendeu um projeto, você vendeu uma execução. Então, nessa categoria você vai se enquadrar no Código de Defesa do Consumidor. Se passar 4 anos e 9 meses e o cara quiser reclamar, encher teu saco e mandar você fazer o negócio de novo, Teoricamente, se ele conseguir comprovar isso, você vai ter que cuidar daquele negócio. Então, é uma pulga atrás da orelha, você vai ter que ficar atrás daquilo, né? vai ter que cuidar disso durante muito tempo. Então, quando aí quando você tá fazendo um projeto, que é uma natureza de um
de prestação de um serviço que não se enquadra na execução de alguma coisa, aí você não se enquadra nisso. Aí você pode dar uma garantia que você quiser dar 6 meses, um ano. É claro Que se você emitiu uma RRT ou uma ART, que dos engenheiros é esse, o nome dos arquitetos é o KAL que regulamenta que é a rrt. [suspirando] Aí sim, enquanto você tiver com aquele documento ativo, você também tem uma uma garantia assim, você tem que eh assegurar que aquele projeto que você fez dentre 5 anos também eh não vai ter nenhum
tipo de problema. Mas a sua, a garantia do seu trabalho, você pode dar, gente, é seis meses que eu dou desse negócio aqui. Se Você não reclamar em, por exemplo, quando a gente emite a entrega de um projeto, eu coloco lá no e-mail da entrega ou na apresentação, eu falo: "Ó, vocês têm 15 dias para contestar, solicitar uma revisão ou reclamar de alguma coisa. Se você não falar nada e nem reclamar e nem pedir uma revisão e tal, eu tô considerado que tá entregue, que tá kit, isso daqui vou pra próxima etapa, né?" Aí depois
a pessoa fala: "Ah, mas mudou tal coisa, não é mais Isso?" Você teve 15 dias para falar quando eu entreguei o antiprojeto. Agora já tô no projeto básico, já tô no executivo, agora eu vou tocar isso dessa maneira. Ou a gente vai fazer uma uma negociação para fazer um aditivo, fazer um um adendo, fazer um anexo, fazer um contrato aditivo. Vou fazer uma proposta de um complemento desse trabalho, porque já não é uma revisão, já é uma alteração de escopo, já é uma mudança o que você Tá fazendo. Não é tão simples assim, né? Então,
quem executa vai ficar vinculado ao Código de Defesa do Consumidor e vai ter que garantir que durante os primeiros 5 anos aquele negócio tá funcionando lá. Então, putz, Léo, e agora? Então, talvez você tenha que cobrar mais, talvez você tenha que cobrar mais caro no seu orçamento, porque o cara pode reclamar depois de 4 anos, ele pode contestar aquilo e você vai ter que dar o auxílio, né? E Enquanto projetista, eu tenho a minha natureza técnica do meu serviço, que é como engenheiro ou arquiteto, mas eu não tô enquadrado no Código de Defesa do Consumidor.
Então é essa, e é por isso que, por exemplo, a água V prefere não se vincular com isso. Eu prefiro dar a minha garantia enquanto projetista. Eu prefiro dar a minha garantia de um engenheiro ou de um arquiteto projetista e para por ali. Eu tenho minha RT, tenho minha garantia, Tenho a minha entrega. E acabou. Você imagina que se quebrar algum negócio lá na obra, lá no Mato Grosso do Sul, eu vou ter que ir lá no Mato Grosso do Sul com as minhas custas ver o que aconteceu e resolver aquele negócio. É delicado, né?
Então é importante ter isso em consideração pra gente entender de novo. Lá na minha etapa de orçamento, lá na minha formação de preço, eu vou executar, é lá na ilha grande o negócio, eu tenho que cobrar Mais caro, porque se eu tiver que daqui a três anos ir lá na Ilha Grande de barquinho pagar o café em dólar, eu vou ter que ir. E o cara não tem o que falar. Você pode tentar negociar e falar: "Não, mas paga minha visita e tal. Se o cara não souber disso, ele vai pagar e beleza, você conseguiu."
Mas se ele souber, ele fala: "Negativo, cara, isso aqui tá no Código de Defesa do Consumidor, a responsabilidade é sua, pode vir aqui". E você não vai ter o que Fazer. Se você quiser ser coerente direito e e manter seu nome no na praça, você vai ter que ir. Agora você pode fazer igual os outros caras que é pilantra calhorda. O cara some, foge e larga o cara lá estrepado com o problema dele. Também pode acontecer, né? Mas eu tenho certeza que não é esse tipo de negócio que vocês querem fazer, senão vocês não estariam
nem aqui fazendo esse essa formação com a gente durante todas essas semanas, não. Quem quer falar Alguma coisa aí, pode falar. Não, eu tô eh vendo o estudo de caso aqui, né, da situação que a gente passou e provavelmente ainda vai resolver, né, da cliente que a gente eh fez a visita de reconhecimento do terreno, né, elaborou a proposta de elaboração de projeto e aí quando ela recebeu a proposta, eu tava até lendo aqui agora, né, a resposta que ela me mandou, né, Ela ela tipo falou que ah, o que vocês me Mandaram foi uma,
como é que é? Uma propaganda da dos serviços da firma de vocês. E isso eu já sabia que vocês faziam, não recebi um projeto. Então assim, a pessoa já se equivocou desde o início, né? Tipo, não entendendo que na proposta tá escrito lá, né? tipo o escopo de atuação, as etapas de projeto, cronograma para execução do serviço, elaboração do projeto. E aí deu um calote na gente de R$ 900 e no mesmo dia ela já adicionou o advogado no grupo e o Advogado começou a falar com a gente. E uma das falas dele, ele ele
ameaça, né, tipo, eh, não procurou os órgãos de defesa do consumidor, bem como não manifestou reclamação no reclame aqui. Só que o que você tá me falando que eu queria entender é isso. Eh, o serviço de visita de reconhecimento, ele não seria então enquadrado no Código de Defesa do Consumidor? >> O serviço da o serviço da visita da vistoria, ele tá vinculado a à Elaboração do seu projeto técnico, né? Sim, exatamente. Então não teria nada a ver com o código de defesa do consumidor. A princípio não, mas aí por exemplo, dica do que a gente
já vivenciou. Se ela já meteu o advogado no circuito, você já não responde mais nada, já não fala mais nada e vai botar o seu advogado para falar com o dele e acabou. >> Exatamente. Exatamente. Não é que, pô, eu só eu só resumi muito A história porque é uma aberração essa pessoa, cara. Nossa. É, então >> então a tua mulher tem cabelo azul >> e por isso, e por isso que você tem que estar preparado para isso. Ou ter uma reserva de caixa ou ter uma reserva de emergência pros gastos não previstos, custos variáveis,
que ao longo do ano você vai juntando financeiramente uma reservinha de cada projetinho que deu tudo certo, porque um do ano vai acontecer uma coisa dessa. Se o advogado Falou meia hora com você no telefone, vai custar R$ 500. Se você ficar 2 horas com ele no telefone para ele fazer um relatório, nada, nada. É 2, 3.000, 2, 3.000, 5.000, 8.000, 10.000. Então, tem que tomar muito cuidado com isso, porque daí se você acontece aí, que que você faz? Vai querer você bater boca com o advogado, você vai perder. Então, entrou o advogado no circuito,
pera aí, você já põe seu advogado no circuito, fala: "A partir de agora você só fala com o meu Advogado e você resolve com o seu advogado e advogado com advogado que se conversem e se entendam lá". Não, eh, mas para isso você tem que ter bala, né? E no final, quem tem mais bala vai pagar um advogado melhor e no final das contas vai ter a chance de ganhar o negócio. Então, infelizmente é um pouco isso. O que que acontece nesses aspectos jurídicos que a gente tá falando aqui? Eh, que no final das contas
não tem como você Seimar do risco. Você pode falar: "Cara, mas o o cara caiu do telhado, mas eu tava avisando. Ele recebeu o treinamento, ele teve o EPI, a gente fez o diálogo de segurança da obra, tá aqui meu diário de obra". Eles não tava bêbado porque sei lá o que, sei lá o que, sei lá o quê. Mas o cara caiu mesmo assim. O juiz, o juiz vai falar: "Quem é o mais rico? paga paraa família do cara, depois vocês que se resolvam. E eu vou mostrar aqui agora para para eh elucidar e
a gente ir trazendo exemplos práticos, né? Isso daqui é lá aquele Jus Brasil, todo mundo sabe, né? Vocês estão vendo minha tela aí, galera? Eu vou aumentar um pouco aqui de acordo com dicas e instruções dos meus amigos virtuais. Vou aumentar aqui. Então, esse daqui é o do site do Jus Brasil. A gente tem aqui o o inteiro teor processo, né, que fala isso. Quem passou isso pra gente na Época foi os nossos próprios advogados como cases para mostrar o que que pode acontecer, né? Então, isso aqui é é o o processo todo. E aí
eu vou ler aqui o que que ele fala resumidamente, né? que o que aconteceu? Teve um cara que morreu porque caiu o bate estaca da obra, né? Tá aqui o acidente sofrido pelo marido da recorrente. Então, a esposa do cara que faleceu na obra processou todo mundo, processou por danos morais e tal e e danos materiais, porque o Batstaca Caiu e matou o marido dela. Então você imagina a gravidade do negócio. Então ele fala aqui que os desembargadores por unanimidade, né, e interpõe pela autora e condenam a indenização de R$ 300.000 pra família do cara,
né? Eh, não tem como mantendo a sentença. E por quê? Porque aqui embaixo vai falar isso daqui, né? que tá tá tá tã acidente trágico ocorrido em razão da imprudência e negligência de todos os Demandados. Então o que que acontece? Ó lá, caiu 30 de agosto, bate estaca, responsabilidade do requerido, pesou uma tonelada, tombou, atingiu fatalmente o seu esposo, né? Eh, por parte dos envolvidos na obra, o equipamento tava em estado deplorável, a empresa era irregular, a obra não tinha o alvará da prefeitura e do conselho de engenharia, não tinha sido feita a fiscalização, tal,
tal, tal, ficou demonstrada a negligência e a imprudência dos Requeridos de extrema gravidade e que merecia o aumento da indenização. Porque o que acontece? Ela pediu 300, os caras queriam pagar 100. Aí o advogado tá falando: "Não, tava tudo errado, não tinha, não tinha regularidade à obra, não tinha fiscalização, não tinha nada. O equipamento tava em estado deplorável, tal, tal, tal. Eu quero os meus 300.000, né? Então aí quem vai pagar os 300.000 pra família da tiazinha? É [limpando a garganta] a construtora, é o engenheiro, é quem que vai pagar? No final o juiz vai
falar isso. Entre o engenheiro e a construtora, quem é mais rico? É a construtora. Ô construtora, paga os 300.000 paraa senhorinha aqui e você vai se resolver com o seu engenheiro aí depois. Eu não. A tiazinha é a que menos tem culpa do processo, né? E aí você vai brigar com a construtora. Quem que vai ganhar? A construtora ou você? A construtora, provavelmente. Então o que que você tem que fazer? Você não tem como fugir do risco. O equipamento que caiu e matou a tiazinha, talvez não tivesse nada a ver com o engenheiro, mas só
por ele ser o engenheiro, nem que seja uma empresa terceirizada que foi contratada para fazer a perfuração com Battaca, o cara tem que averiguar. Tá revisado, tá em dia a manutenção do equipamento, me dá o lado dessa porcaria aqui. Eu vou registrar isso e vou colocar no Contrato. O cara tá treinado, o cara não tá bêbado, cadê o aso dele? Cadê o atestado de de saúde? mental do figura que vai operar essa máquina, salva e guarda lá na pasta, né? Porque na hora que acontecer o juiz vai falar: "Ah, você quer?" Então assim, imprudência, negligência,
vai ser condenado. Então, ah, porque eu só fiz o projeto, não fui vistoriar. Mas você não é engenheiro, você não sabe que para fazer um projeto executivo de Alguma coisa, você tem que fazer uma visita no lugar? Como é que você faz um projeto à distância sem nunca ter ido lá? Não dá para fazer. Ah, não, mas dá não. Não dá. Você é engenheiro, você é arquiteto, você sabe que não dá. Então isso daí é o quê? É imprudência sua. Imprudência técnica. Como é que você tá falando que você consegue fazer um negócio? Você nunca
ter ido lá vestorear. Não dá. Ah, mas eu não sabia. Você você tem que Saber. Você não estudou, estudou 5 anos, sabe ler, escrever, fala português, fala até outro idioma. Se bobear, você tem que saber. Primeiro paga, depois você se resolve. né? Então não dá. Eu não tenho 300.000 sobrando para pagar para uma família de um tiozinho para depois eu ver o que que vai acontecer, né? Mais o advogado que eu vou ter que pagar, mais o advogado que eu vou pagar para depois processar a construtora para tentar me reindenizar. Acabou. Quantos anos vai demorar
isso? Quanto tempo você vai ficar para resolver um negócio desse, né? Então não dá. E aí aqui então aonde a gente entra? A gente entra no Código Civil. E se a gente trabalha com água, com esgoto, com engenharia, peraí que o Rafael Tenório tá entrando e tá caindo aqui o tempo inteiro, ele tá entrando de novo. Então, a gente trabalha com serviço especializado, Técnico, às vezes mexe com esgoto, com contaminação, com meio ambiente, vai cortar o bambu, vai fazer um trabalho lá de qualquer natureza desse, né? Então, por exemplo, se você fizer o esgoto cair
lá e tiver contaminando a natureza, você pode ser responsabilizado por isso, né? Você vai ser penalizado ou alguém vai ser e depois vocês se resolvem, né? Então eles falam isso, que, por exemplo, eh, a questão de de de da não ação ou da omissão de fazer tal coisa e causar Danos a terceiros ou ao meio ambiente ou qualquer coisa que seja, você vai ser penalizado, vai ser prejudicado e depois vocês vão ver o que que vai acontecer, né? Basicamente é isso. Então, de novo, né? Não dá para você esperar o negócio acontecer para ver o
que vai acontecer. Então, eh, exatamente essa, esse terceiro parágrafo fala isso e o quarto fala: "Se se a pessoa cair, tropeçar e se machucar, se for uma empresa, se for o meio ambiente, Se for uma comunidade", porque quando você fala de dano ambiental ou dano material ou dano moral, principalmente no dano ambiental, ele ele fala que isso, ó, eh é uma é uma responsabilidade ade objetiva. Você não interessa quem foi, não interessa o que aconteceu, todo mundo vai pagar. Se vazar o esgoto lá e contaminar a natureza e fica comprovado isso, todo mundo envolvido vai
ser processado, vai pagar o pato, todo mundo vai se ferrar, Porque isso não tem como falar: "Ah, foi a culpa dele não. Você tá envolvido, você, você, você". Todo mundo vai pagar o pato junto agora, porque é um dano muito maior do que uma pessoa e tal, que também é gravíssimo, né? Mas se você estourar uma barragem, por exemplo, todo mundo vai ser processado, todo mundo vai assumir o risco, não interessa quem foi. Depois vocês vão entender e vão se justificar lá para alguém, mas num primeiro momento, né, você tem que Reparar [limpando a garganta]
o dano. Você se ficar comprovado isso, né? Eh, ou no primeiro momento, independentemente da existência da comprovação da culpa, todo mundo assume e depois o o laudo, depois o perito, depois a perícia vai lá e tentar ver o que aconteceu, né? Pode falar. >> Não, o exemplo que você deu anterior, né? Ah, eh, chega lá um E aí, pensando no na situação que rolou quando chegou o reator lá, né? A gente contratou uma Empresa, a gente não, né? A gente deu assessoria, cotou o preço de algumas empresas de caminhão Munque, passou pro condomínio, condomínio, fez
a contratação da empresa. Aí, digamos, chegou lá a empresa, né, com o equipamento, com os funcionários. Nesse caso, a gente também deveria se preocupar em fazer essa conferência. Olha, cadê a a revisão do seu equipamento? eh, entendendo que ela já é uma empresa Que já ela primeiro, ela garantia o seguro do equipamento, né? Eh, quem contratou foi o condomínio, né? Mas também ser teria sido importante a gente fazer isso, ó, cadê, né? Tipo, teste de, enfim, esses exemplos que você deu, né? Enfim, eh, teste de sanidade aí do do operador, eh, se a máquina tá
tá revisada, etc. Aqui, ó. Esse é um documento que eu sempre fazia. O cara quando vai me vender um tanque, uma caixa, alguma Coisa, uma bomba, um equipamento mais específico, eu fazia ele me mandar esse documento aqui, ó. Eu atesto que o produto, equipamento está em perfeitas condições de uso. Ele foi testado sobre as condições máximas do manual dele e me responsabilizo por qualquer coisa, por, né, qualquer gasto referente a transporte recorrido da retirada ou da devolução do equipamento, né? Então, por exemplo, o cara me manda uma bomba, a Bomba já veio queimada, já veio
entupida, já veio falhada, já veio com ruído, já veio sei lá o quê. Eu que vou perder meu tempo indo pro correio. Eu que vou pagar o correio ou eu que vou pagar o Uber para levar o equipamento até o lugar lá para chegar rápido e trocar rápido e tal. Eu eu posso até fazer, mas eu vou enfiar tudo na conta dele depois por conta disso. Se eu não tiver isso, eu não [limpando a garganta] tenho como saber e eu não tenho como Fazer nada. E a outra coisa que a gente costuma mandar também é
que é sobre o dia e a hora, né? que nem ele fala aqui, tal, tal, tal, para o dia especificado na entrega, conforme a lei, tal, tal, tal, porque ele sim tá tá dentro da lei do código do consumidor, da proteção do consumidor, porque ele tá me vendendo uma bomba, ele tá me prestando um serviço de transporte de um equipamento pesado com muque para dentro de um guindast, sei lá da onde. Então, esse Cara tá enquadrado na lei do código de defesa do consumidor, porque eu tô comprando dele o negócio. Então ele tem que me
garantir que ele vai est lá. Como eu disse, quando a gente foi transladar os contêiners lá gigantescos para dentro do hospital, você imagina se o material não chega na hora, não chega no dia ou o cara falha. E eu tenho lá um camião muet, 15 pedreiros, mais um um monte de engenheiro lá para receber um negócio Para atravessar o hospital inteiro para entrar do outro lado lá e o cara não aparece. Eu vou falar, meu amigo, é R$ 2600 do MUC. é mais R$ 600 de cada engenheiro que tava aqui, a diária da equipe da
construtora. Então você vai pagar, você entende? Agora depois que aconteceu isso fica mais difícil para mim. Agora, se eu tenho esse documento assinado, ele fala: "Cara, você se comprom e só dele ler isso, ele já vai ficar preocupado. Ele fala: "Cara, não falha com esses caras que esses caras são zica. Vai lá, entrega, cancela o do outro cara lá que é pangua, mas não deixa de entregar às 7 horas da manhã o material desse cara aqui, né? Às vezes, só de eu mostrar esse papel, eles podiam nem assinar, mas eu tinha certeza que só do
cara abrir e ler aquele material, ele já fala: "Puta, mano, não vacila com esses caras, não deixa, não deixa solto, senão vai dar ruim, né?" Então, só só isso já já falava: "Ó, não Vem não vem zoar comigo que eu não tô brincando aqui no meu negócio, entendeu? Você imagina aí, você perdeu um dia inteiro, perdeu uma autorização do de fechar uma avenida lá com a CET e o cara não ir, tem condição disso acontecer, certo? Então é bem importante. Eu queria saber se alguém tem mais alguma pergunta. Tá todo mundo aí cansado de câmera
fechada? Só o Thigo na TV de 60 polegadas aí bombando. Reginaldo, >> é que o assunto é sério, né, cara? Tô tô tô prestando muita atenção, apesar de estar cansado também. Mas é isso, eu tava pensando agora que é, não sei se vocês também têm, mas assim um um checklist, né, cara, do dos materiais de parte jurídica, né, cara, porque é isso, né, tipo, ah, esses dois que você acabou de mostrar, né, o termo de responsabilidade do teste e o o de entrega do equipamento, né, pô, é super Importante. É, não sei a sua a
sua experiência assim, né, de ah, se já tiveram alguns que ah, se recusaram a assinar e aí deram para trás, porque nossa senhora, no Rio de Janeiro as coisas são bem piores do que em São Paulo, né, em outros estados, assim, merda, >> é tudo muito difícil de ser formalizado assim, assinar um contrato já é uma vitória, >> pô. e e e aí trazer mais documentos como Esses, assim, que são importantíssimos, ainda mais se tratando desse exemplo que eu tô trazendo, né? A gente gerindo uma obra de um sistema de tratamento de esgoto de um
condomínio no Alto da Boa Vista, que é um bairro nobre aqui do Rio de Janeiro, né? 120 pessoas moram no lugar. Então assim, a gente tem que tá com as coisas respaldadas, né, para não ter depois dor de cabeça pro nosso lado. Então eu fico, né, tô pensando agora de coisas que realmente faltaram. Eh, assim, deu tudo certo, que bom, né? Mas deveria ter ter tido essas coisas, né? Até tu pensando agora que a gente tem que encomendar as tampas metálicas para fechar os negócios ou já vão mandar esses termos aí? Esses termos tem, né,
no pacote de documentos. Eu posso conferir, mas pelo que eu me lembre, tem sim, cara. Maravilha, maravilha. Então, é, é, é, é isso, assim, eu entendo o que você fala, Thagão, porque é difícil mesmo isso. Eh, a gente sempre Vai tentar, pelo menos da nossa parte, ir no caminho da da boa fé, e no caminho da parceria, no caminho de, pô, preciso do material lá, né? vai por esse lado que é essa essa linha aqui. Eu imagino que você também procura tocar dessa maneira, né, pô? CR do material lá é importante, estamos terminando a obra,
depende disso para terminar, para ficar bonito e tal, pá, pá, pá, né? De repente vale a pena se ir lá, faz uma visita no fornecedor, troca uma ideia com o cara, Faz uma aproximação, né? Mas a partir do momento já começa a ver que tá atrasando, que o cara tá te enrolando, que ele não responde e tudo mais, você aí já tem que ficar mais atento, ficar mais em cima ainda e para evitar que chegue no final, porque no final mesmo o que que pode acontecer? Você perder a credibilidade no mercado ali na região, né?
Você pode ter a chance de pegar vários projetos no condomínio do lado, no outro, no bairro E tal, e um vai falar pro outro e o zelador de um condomínio conversa com do outro e o dono de uma casa conversa com o do lote do vizinho. E isso vira um ponto negativo e ninguém vai falar que foi o serralheiro Osvaldinho que complicou. ele vai falar que foi o arquiteto, que foi o engenheiro, não foi o pedreiro, foi o arquiteto, foi o engenheiro, né, que ferrou com a questão. Eh, porque naturalmente já tem essa, Inconscientemente já
tem esse nível de que eu não gosto disso, mas de superioridade técnica, né? O cara é um arquiteto, o cara é um engenheiro, ele tem que saber, ele tem que coordenar, né? o cara que vai de chinelo paraa obra, às vezes ele nem sabe do risco que ele tá correndo de passar a maquita no dedo dele lá, mas a gente sabe porque a gente foi treinado para isso, né? Então é é importante a gente sempre lembra disso. E de novo isso que você falou, Que bom que deu tudo certo. Agora faz o caminho contrário e
fala: "E se o a Bioet tivesse caído na hora que tá descendo do Mulk, quem vai pagar o pato?" O cara fala: "Não, é, já passou do muro para dentro, a responsabilidade é sua aonde? Calma. >> Não, essa foi essa pelo menos foi uma coisa que a gente falou assim, não, a gente só vai apresentar pro condomínio as cotações de empresas de caminão Munque que asseguram o equipamento. E aí isso tava descrito em contrato. Se tiver qualquer dano, a empresa ia arcar com a compra de um novo equipamento. E aí aí é é uma loucura,
né? Porque o desdobramento disso, eu acho que até teria que ter melhor discriminado, porque não é só o custo do material, né? Tem o tempo perdido de obra, tem, né, um novo frete, tem esse todos esses pormenores, né? Exatamente. Exatamente. Então é muito louco isso porque é um Exercício mesmo e e muitas das vezes você pode ser confundido com o cara que é pessimista, com o cara que é o chatão, que sempre tá vendo, ah, mas você só vê o negativo se existe o risco, se existe a probabilidade disso acontecer, você precisa traçar esses caminhos
e ver até onde isso pode chegar para tentar fazer o quê? para mitigar esse risco. Então, aquilo que eu falei de que você tá dentro de uma obra ou de um projeto Ou de uma relação com o cliente e tal, sempre pode acontecer o risco, o risco dele desistir e parar de pagar na metade do caminho. O que que acontece se isso acontecer? O risco, no caso da nossa ilha flutuante, afundar. Quem vai pagar o pato? E se vier uma inundação e destruir a minha instalação da ilha flutuante? Eu que pago por outra, o cliente
paga outra, a natureza paga outra, quem paga o quê? Ou ninguém paga nada, assume que perdeu e beleza. Não Sei. Se a ilha flutuante for levada pela enchurrada, eu vou querer empurrar pro meu cliente, o pato. O cliente vai falar: "Não, o problema é seu". E eu vou falar: "Não, o problema é da natureza". Mas não tem nada a ver a natureza. Então aí tem que tá tudo definido em contrato, tudo definido na relação comercial, né? Então, eh, eu, eu sou esse chato, né? Eu eu faço esse papel de chato na água ver e eu
já ouvi várias vezes na minha vida, você é chatão, Você é o pessimista, você só pensa no que vai dar errado. Eu falo: "Meu, eu trabalhei empresa de análise e gerenciamento de risco de petróleo, de navio de petróleo. Você imagina se dá um piripque no meio do navio lá de petróleo ou se explode um tanque de gasolina de uma Petrobras lá no Rio aí sei lá o quem vai pagar esse pato? Então, o que que você tem que fazer? O meu trabalho era mitigar o risco. Eu tenho que evitar que exploda esse tanque de gasolina,
porque Se explodir vai matar 50 neg aqui dentro e mais 50 lá fora da rua. Então, o que que faz? Ah, tem que ter um sensor, tem que ter uma válvula, tem que ter o alívio, tem que ter o espurgo, tem que ter um sinal, tem que ter um comando, tem que ter uma verificação, tem que ter um mecanismo, tem que ter um procedimento. eu tinha 50 mecanismos de diminuir o risco daquele tanque de gasolina explodir. O cara falava: "Nossa, mas você acha que o cara Vai passar fumando um cigarro do lado do tanque de
gasolina? Vai, ele pode estar querendo fumar um cigarro, ele vai passar lá do lado e vai jogar a bituca, porque todo mundo fuma cigarro e joga a bituca no chão. E aquela daquela bitca vai cair do lado do tanque e vai explodir aquela porcaria lá, né? E pronto, e vai matar 500 caras. Então, pode acontecer. Então, aí você tem o esse risco, né? Então, qual que é a probabilidade daquilo acontecer? E se Acontecer, qual que é a severidade? Qual que é o risco que vai acontecer, né? Então isso chama matriz de risco. Eu vou abrir
ao vivo aqui porque quem sabe faz ao vivo. Pera aí, pera aí. Cadê? E aí a gente vai pro intervalo e eu vou terminar com isso aqui. Vocês estão vendo essa Vocês estão vendo essa minha tela aqui? Então isso aqui chama matriz de risco, ó. A matriz de risco é isso aqui. Então assim, qual que é a probabilidade de Acontecer aquele problema? É muito rara? É pouco provável? É possível? É provável ou é quase certo? E aí na vertical é e se acontecer? Qual que é a severidade? Qual que é a consequência que isso vai
ter? Qual que é a proporção daquilo? É desprezível. Tipo, ah, o cara vai fumar o cigarro. É, vai ser muito raro ele passar fumando um cigarro ali do lado e se ele jogar o cigarro lá não vai acontecer nada. Então é um risco baixo, é um risco mínimo, é aceitável e quanto Mais vermelho for ficando, pior vai ser. Então no caso da Petrobras, qual que é a probabilidade do cara passar fumando um cigarro dentro do tanque da Petrobras? Um funcionário talvez seja treinado e a probabilidade é rara. Mesmo assim o a consequência é extrema, já
virou um risco moderado, quase substancial. Agora, e um terceirizado? E o maluco da internet que entrou dentro da Petrobras e fumou um cigarro lá do lado do tanque de gasolina, ele nem vai saber que Aquilo é um tanque de gasolina. Então, qual que é a probabilidade? é bem provável que isso possa acontecer, que um cara terceirizado entre num lugar, esteja andando num lugar que ele não tava autorizado a entrar e fumou o cigarro e jogou a bitca. E se explodir, qual que é a consequência? Gravíssima, extrema, crítica e tal. Então aí nesse caso você não
pode deixar chegar nisso. Que que você tem que fazer? Diminuir seu risco. Então vamos lá. Fiz um projeto. Fiz um projeto meia boca porque o cara cobrou barato. Tive que cobrar barato porque o cliente não queria. Não fiz visita, fiz o projeto remoto online, né? Mandei lá o projeto, não apresentei, só enviei por e-mail. Aí o cara contratou o peão de obra lá que cuida do do cavalo e foi fazer obra lá, né, sem EPI, sem segurança nenhuma. O maluco caiu e morreu lá de cima. Então você vê que você foi somando vários erros. Não
fiz contrato, não tinha documento, não Regulamentei nada, não fiscalizei a obra, não fiz nenhuma. Então você, se você não vai fazendo isso, seu risco vai aumentando. Você vira uma bola de neve de um problema que podia ser nada, vira um problemão. Então aí isso tudo que a gente fez ao longo dos primeiros cinco encontros e que tá combinando com isso hoje, tudo tem a ver para eu mitigar meu risco. Eu vou diminuir a probabilidade de acontecer. Por quê? Porque eu tinha um contrato bem feito, Porque eu tinha uma documentação em dia, porque eu tenho registro
histórico da obra, porque eu fcalizei, tenho diário de obra e eu avisei, todo mundo tava aqui registrado e pá, o cara caiu, pô. O cara caiu, mas ó, eu fiz tudo que eu podia, tá tudo aqui armazenado e documentado aqui. Tudo que você quiser eu tenho, né? Então você vai fazer o quê? você diminuir o seu risco. Mesmo assim, dentro da matriz de risco, não tem uma categoria aqui zero, não tem Como você não ter risco nenhum, você tem como diminuir seu risco. Então, se o cara caiu e morreu com o batistaca lá, você pode
conseguir se aliviar. Ele fala: "Cara, o problema foi dar terceirizada. Eu avisei que tava errado. Eu fiz a vistoria. Eu vi que não tinha documento. Eu vi que tava errado. Eu avisei o dono da construtora, tá assinado aqui meu diário de obra. Eu avisei a não conformidade. Pá p p pá. Aí o juiz olhar, falava: "Pô, esse cara Tentou fazer, ele não é culpado de fato, o cara tentou. A calha que ele era funcionário da construtora, então se ele fosse contra o dono ele ia ser demitido. Então também tem essa essa relação de subordinação. Pô,
eu eu respondia para meu chefe, eu passei pro chefe, chefe que não fez nada, aí ele vai cair em cima do outro e mesmo assim você não tá livre daquilo. Você tem uma chance de diminuir o seu risco. Eu vou mitigar, mas você não vai Se eximir daquele risco. Não tem como você escapar livre de nada. Você só vai aliviar teu lado. Vamos beber uma água, fazer um xixizinho, 3 minutos aí e voltar. Vamos lá. Lava o rosto aí, Reginaldo. Raíça, tá todo mundo bora. Táíoni tá presente aí também, tá vivo. É isso aí. Quem
sabe faz ao vivo, fazer xixizinho. A gente já volta botar um som aqui. >> [música] [música] [música] [música] >> R [música] >> [música] >> I the [música] [música] [música] rudes não [música] é só cantar o reg. Assim devagar. [música][canto] Serruts é tá na essência da mãe Natureza. [música] Zer ruts não é só deixar as tranças do cabelo crescer. [música] Ser Ruds é olhar para o irmão e ver sempre a beleza [música] de quando o brilho da lua fazer bater forte o seu [música] coração. Quando a pele do seu corpo se regozija [música] nos raios do
sol, quando a dor de o irmão for tão importante [música] Assim quanto a sua, isso [música] é ser luz. [canto] Ai ai [música] ser rud não é só [música][canto] cantar um reg assim bem devagar [música] ser rut é tá na essência da mãe natureza >> [música] >> Ser rudes não é só deixar os dreads do cabelo crescer. Ser Rudes é olhar para o irmão e ver Sempre [música] a beleza de quando o brilho da lua [canto][música] fazer bater forte o seu coração. Quando a pele do [música] seu corpo se regozija nos raios do sol, quando
[música] a dor de o irmão for tão importante assim quanto a sua, [música] isso é เฮ [música] [música] >> [música] >> I [música] [música] ring [canto] Ana [música] R [música] [música] E galera do Pep Break, >> Pip Breaks. Para mim é rápido que eu já viro aqui, faço meu pip break aqui no meu liriozinho. Rapidinho já tô de volta. Oxe, por que que você acha que tem uma planta aqui do lado? É tudo estratégico, Cara. Só falta o caninho aqui, a mangueirinha preta já aqui, ó. Não preciso nem levantar. >> Isso que é permacultura raiz,
mano. >> É a Betinha, né? >> Por isso que ela tá viva desse jeito, ó. Cheio de flor. Ó, tem cinco botões de flor aqui, ó. Comprei a planta. Tava quase morrendo na Lerói Merlin lá, ó. Tá bombando. É isso aqui também, ó. Quem conhece aqui, ó. Bocca, o fermento da vida. Pessoal tá querendo trabalhar com biorremediação agora, né? Tava, eu fui fazer uma vistoria numa numa barragem da Vale do Rio Doce aqui em Minas esses dias aí com o meu chefe semana passada. E aí tudo cheio de esgoto, tudo zoado. E aí chegou um
japonês lá falando: "Não, vou fazer biorremediação, vou despoluir essa lagoa aqui com microrganismo e tal". Aí meu chefe me levou porque ele Tinha perguntado, né? Quem que manja de bioremediação, tal? Quem que já trabalhou com isso? Eu falei que já tinha trabalhado com isso, tal, um pouco, né? Pelo menos conheço um pouco. Aí ele falou: "Vou levar você então lá na Vale". Falei: "Bora". Aí chegou lá, fiz duas perguntas pro japonês lá, já vi que o japonês já ã já tremeu. Aí meu chefe me puxou de canto, falou: "Esse japonês não manja nada, né?" Eu
falei: "Acho que ele tá Começando, chefe". Ele falou: "Acho que não vai dar certo isso daí não, né?" Aí eu levei o bocach lá para ele, levei os levei outras coisas para ele ver que ele não conhecia, né? Aí ele falou: "Eu não vou deixar a prefeitura gastar R$ 1 com esse japonês". >> [risadas] >> Porque você vê o cara querendo gastar enxugar gelo, tipo, vai ficar jogando microrganismo lá até quando dentro da lagoa lá. O problema tá na origem, né? A Origem é que a estação de tratamento de esgoto não tá funcionando. A ET
virou uma caixa de passagem assim, ó. O esgoto entra e sai, não tem tratamento nenhum. E daí eu tinha feito essa vistoria também duas semanas antes. E e a e a Copasa tomou uma multa lá por conta disso, né? Tomou uma multa pesada assim. Inclusive, se eu sumir, desaparecer, você já sabe que a Copasa me veio me buscar. [risadas] Os caras tomaram uma multa de R$ 6 milhões deais lá por causa da vistoria que a gente fez. Não vai, não vai me fazer conversar com a galera aqui da comunidade do Comando Vermelho, né, pelo amor
de Deus, para ir te proteger aí em Nova Lima, né? [risadas] >> Mas é, então você vê e aí quão é importante esse trabalho que a gente fala do documento, né? Então você vai para um lugar, você volta, no mesmo dia, Você faz o relatório de vistoria, todo mundo assina, você faz uma ata da reunião, aí você manda a ata por e-mail e [limpando a garganta] todo mundo tem que assinar a ata e essa ata fica anexada na pasta do processo, né, para dizer, ó, eu fui lá, eu vistoreei, eu fiz uma reunião, apresentei, todo
mundo assinou, então tudo fica lá documentado. Quando eu mando uma uma pergunta ou mando uma resposta para um cara que protocolou um processo na prefeitura lá, O que que eu tenho que fazer? Eu tenho que imprimir o e-mail, anexar na pasta, dizendo: "Olha, hoje eu mandei o e-mail e se ninguém me responder, aí ele fala: "Pô, você não respondeu ainda o processo? O cara tá lá me cobrando?" Eu falou: "Não, respondi". Ó, a bola tá com ele agora. Tá aqui o e-mail. respondi, eu mando e-mail, imprimo o e-mail e coloco no processo. Se o cara
vai ao vivo no boca a boca, eu faço uma ata da reunião. Ou se só é uma conversa rápida, Eu falo: "Não, tá bom, beleza. Ah, combinamos isso. Eu volto pro meu computador e mando um e-mail para ele, formalizando aquilo que eu falei do boca a boca para ele, né? Então, o que que acaba acontecendo? Eh, você perde mais tempo fazendo isso, né? Essa burrocia que a Raíça falou, ela ela realmente é meio complicada e ela realmente te toma mais tempo, mas lá na frente pode te poupar muitos problemas. Então, vale a pena você parar
e escrever a ata da Reunião, vale a pena você imprimir o papel e assinar e escanear ao invés de só mandar uma mensagem no WhatsApp. Apesar de que hoje em dia o WhatsApp também é é prova, né? Judicialmente, o WhatsApp já vale como prova. Antigamente era só e-mail e antigamente mais ainda era tudo assinado no papel mesmo, né? Agora tem assinatura digital e tudo mais, mas enfim. Eh, todo mundo voltou aí, galera? Como é que vocês estão aí? É isso aí. Eu não tô vendo todo Mundo, mas eu também imagino que os ânimos aí, a
galera já tá cansada, né? Vamos tentar. Se tem alguém me zoando aqui, ó. Essas garrafinhas aí eu tinha desconfiado. Que mancada. [risadas] Taí, Simoni. Taís, mancada. Mas é isso aí. Eu gosto de brincar também um pouco, mas eu nunca fiz urinoterapia, não. Graças a Deus eu não sou tão doido assim. Urinoterapia é pros que estão num nível muito crazy. Os últimos slides que eu vou mostrar para vocês tem a ver com uma parte final e eu vou mostrar alguns cases, alguns outros cases que eu não mostrei e aí a gente vai fazer um uma amarração,
um fechamento, mas lembrando que tudo que a gente falou nesse último dia tem a ver com esse com esse encerramento, com esse fechamento, né? Então eu vou passar aqui um pouco eh que vai falar mais um um Aspecto disso. Eu prometo que eu não vou me demorar muito aqui. É mais um ou dois slides. Eh, quem é do CREA é do CREA. Quem é do CA é do Cal. Eu não, eu não tenho eu não tenho aqui os códigos do CAL, mas vocês que são arquitetos podem ir buscar. Os biólogos vão buscar do CR Bi,
os geólogos também eh é o CREA também, mas cada um vai buscar eh qual que é a sua regulamentação, qual que é a sua habilitação, Até onde que você pode ir ou até onde que você não pode ir, qual que é a sua responsabilidade ou não é, né? Então, eh, aqui que ele fala um pouco que você é você é um profissional técnico, né? a sua profissão é é isso, é técnica e que você tem que valorizar os bens, as pessoas e que ante ao meio você tem que você não pode é vedada, né? Ele
fala aqui no artigo 10, ó, no exercício da profissão são condutas vedadas ao profissional prestar orientação de máfé, Prescrição técnica ou ato profissional que pode resultar em dano ao ambiente. Então, se você propuser um tratamento de água, uma captação de água, um tratamento de esgoto que você sabe que não é suficiente, que você sabe que vai prejudicar, você não pode deixar ou você tem que falar e documentar que não vai dar certo, né? O Reginaldo que vai fazer um telhado, ele tem que falar: "Cara, tem que ser uma viga de 15 para vencer esse vão
aqui. Não dá para ser uma viga De 10, de 11 ou de 12. Antes era 12, virou tudo 11, tá virando 10 agora, né? Mas não dá. Ele tem que falar: "Ah, não dá. Por quê? Não dá porque não dá. Porque uma viga de 12 vence vão de 3,5 no máximo. Passou de 4 m de 16. Passou de 5, 6 m, já tem que ser uma viga de 25, 30. Não dá para ser isso, sabe? Então, por quê? Porque ele é o habilitado, ele é o técnico no campo dele lá. E é claro que ele
não é um engenheiro calculista de estrutura de Madeira, mas a experiência dele, então ele não pode simplesmente virar, fechar o olho e falar: "Danice-se, eu tô sendo pago para fazer, eu vou fazer depois, a hora que cair isso daqui, não vou estar mais aqui." E o problema é na cabeça de quem cair esse telhado. Ele não tem como fazer isso, né? Ele pode, ele só se ele for uma pessoa de má fé, que a gente sabe que não é o caso, mas mesmo um profissional mais esdrúchulo que que seja, deveria Pensar nisso e deveria falar:
"Pô, cara, não sou eu que vou morar aqui, mas e se esse cara tiver um filho ou um cachorro e o telhado cair em cima da cabeça dele?" Então cabe ele falar: "Ô, dona, essa viga aqui você tem que trocar porque o vão é que é muito". Ah, mas o engenheiro que falou: "Olha, eu não vou botar essa viga nesse vão aqui. A senhora liga lá pro engenheiro, pede para ele vir aqui e ele que tira as conclusões dele. Mas eu tô te avisando, Você, a senhora que me contratou, é a senhora que vai morar
debaixo desse telhado. Não dá para fazer isso desse jeito, entende? Vai dar problema mais cedo ou mais tarde vai dar. Ah, mas o engenheiro que falou, então liga lá, chama ele, porque o engenheiro pode não estar nem aí, não é ele que vai morar na casa. Eu me preocupo com a senhora, com a vida da senhora e da sua família. Não dá. Vou fazer outra coisa. Vou fazer avenaria. Vou demolir essa churrasqueira Aqui. Vou fazer outra coisa enquanto a senhora decide com o seu engenheiro aí como vai ficar. Mas esse esse pedaço de madeira aqui
eu não posso pôr, né? Então, então vamos trocar por um. Ah, mas eu não posso pôr. Vamos pôr um pilar aqui no meio. Ah, não quero pilar. Vamos trocar por uma viga metálica, uma viga em I. Ah, imagina, vai ser muito caro. Mas essa madeira aqui não dá para pôr. Vou pôr duas. Vamos reforçar. Vamos fazer alguma coisa. Vamos fazer uma viga Vagão, sei lá o quê, e inventa lá desde ah, mas tem um engenheiro. Ah, então a senhora vai ter que ver isso com o engenheiro. Aí o Reginaldo, por cuidado dele, não tem nem
que se meter, não tem que resolver o problema. Você tem um arquiteto, um engenheiro, vai falar: "Ó, senhora, tem que resolver isso aí lá com o senhor engenheiro, então vou esperar aqui, vou fazer outra coisa, né? Porque daí se ele se mete e vai querer resolver e também não tem a bagagem técnica para Resolver de fato, vai cair em cima dele. Que montou esse telhado? Você não viu que não ia dar certo? Ah, aí sim. Ah, foi o foi o Reginaldo, foi o empreenteiro, né? Então, pela natureza do nosso trabalho, a gente não pode fazer
isso. E se você fizer, você já tá incubido lá de todos os riscos e a negligência e a imprudência, né? E o defato. Então, esses três nomezinhos aí, eles são crica, né? Você foi imprudente, você Cometeu um ato imprudente de fazer um projeto executivo sem nunca ter ido lá no local. Você foi negligente de deixar o cara executar um negócio desse sabendo que ia dar errado, de elaborar um projeto e saber que tá sendo executado o outro e não se manifestar perante ao assunto. Você é conivente, é negligente, você não tá fazendo o que você
sabe que deveria ser feito, né? É esse é nesse grau que o negócio pega. E se você foi lá e Acompanhou de qualquer jeito, então de fato, quem que ia na obra? Ah, era o arquiteto, era o engenheiro, de fato. Era isso aí. Não interessa o que não. Mas eu não fui contratado para acompanhar a obra. Então o que que você estava fazendo lá? Ah, eu ia porque eu passava lá de vez em quando só para ver. Ué, mas você ia lá, você se comunicava com os pedreiros, eu via você tirando foto do relatório, você
passava por toda a obra. Então, de fato, era você que Tava acompanhando o serviço? Não, não era de fato era isso que fica comprovado aqui pelas fotos, que você tava lá duas vezes por semana, acabou, você vai pagar o pato junto com todo mundo lá. Tem uma parte da da legislação ambiental, política do meio ambiente e tal, mas que também vai falar mais ou menos a mesma coisa, né? você, o engenheiro tem que ter boa fé, tem que informar, tem que orientar, né? E Qualquer alteração você tem que eh manifestar, né? Aqui, ó, aí entra
aqui o o de fato, né? E os casos de sucesso. Então, esse daqui, sucesso bem entre aspas, tá, gente? Porque nesse caso aqui, os pedreiros e os azul legistas trabalhavam dentro do prédio da justiça do trabalho e os caras não tinham carteira assinada, não recebiam hora extra, ultrapassava a jornada deles, né? Eh, eles eram trabalhavam para duas empresas, Trabalhava paraa empresa que contratava eles, mas também fazia bico para dentro do tribunal lá quando podia. Era uma uma miscelânia total. E os caras agora tavam processando o tribunal e a empresa que eles trabalhavam para poder receber
todos os direitos deles. Então, ó, cinco trabalhadores movem ações contra o tribunal e contra a empresa que contratara que contratou eles para fazer a obra. Então você imagina qual que é o o problema desse cara, né? Então o Tribunal também é responsabilizado. Por quê? Porque ele não tomou nenhuma atitude, né? que nem o último parágrafo aqui, ó, por ter sido condescendente com as infrações cometidas, né, por ter contratado, feito uma licitação e contratado uma empresa que não tinha a experiência comprovada em obra pública e que não tinha a documentação mínima necessária para poder botar cinco
caras lá dentro da do do prédio deles para trabalhar, o próprio Ministério do Trabalho, né? Então não dá, não dá para fazer isso. E com certeza tomaram pau, né? Então aí sim a conclusão é isso de que você sim vai ser o responsabilizado e a gente vai tomar as medidas cabíveis para tentar mitigar, diminuir, atenuar a nossa responsabilidade, o nosso problema e os riscos para todo mundo, né? De novo, esse problema não é para salvar a tua pele. Esse problema é para você salvar todo mundo, salvar a Obra, salvar o orçamento, salvar a vida do
cara, salvar o funcionamento do teu projeto, do teu sistema, né? Para que quando você ligue lá, não dê um curto circuito, não torre nenhum maluco, né? Porque eletricamente tá tudo bem feito, aterrado, blá blá blá. Então, no final das contas, tudo isso que a gente quer e toda essa parafernalha que a gente falou ao longo desses seis encontros é para você, meu, eu só quero que dê certo. Eu quero que o produto chegue, eu quero que O pedreiro saia vivo, eu quero que eu ligue a bomba e o negócio mande a água lá para cima,
eu quero que o esgoto saia limpo, eu quero que o telhado não caia. Mas para isso que antigamente era simples, que era o fio do bigode lá, né? Tem que fazer essa parada toda de papelada, documentação, informação e tal, porque hoje, infelizmente, tem muita gente que já não atua nessa natureza de trabalho, quer enganar, quer burlar, quer dar golpe, Quer fugir, quer sumir e tudo mais. Então, tudo isso vai ajudar a gente a diminuir um pouco isso, né? Então aqui para encerrar essa parte que eu falei, né, do pedreiro vazou, é o primeiro caso, né?
Esse segundo caso, ah, é, muda, muda só um pouquinho aqui, ó. Tipo, nesse caso aqui, eh, eu, eu já contei isso algumas vezes, né? a pessoa mudou o meu projeto e protocolou lá na prefeitura outro projeto que não era o meu, com a minha assinatura, com o meu ART, com a minha documentação. E quando eu recebi o retorno do cara da prefeitura, eu falei: "U, mas pera aí, você tá reclamando de um negócio que eu tenho certeza que eu não fiz isso?" Aí eu falei: "Pega lá". Aí ó, a informação documentada, né? Falei: "Benjamim, aqui
tá falando que o documento se falou o quê? Rev 03, revisão 3. Aí falei, pega o projeto da revisão dois, pega a revisão anterior, vê se a gente mudou isso mesmo, da dois para três. Aí ele falou, Léo, nem tem revisão três, a gente só entregou revisão dois do documentação os caras estão falando que analisaram o documento revisão.03.pdf. Quem que mudou? Quem que fez uma terceira revisão do projeto? Aí eu descobri que o outro engenheiro pegou o meu AutoCAD, mudou o meu projeto, salvou com a revisão 03 e protocolou outra coisa lá para ser aprovado.
Aí eu já contei isso para algumas pessoas. Eu liguei no CREA, o CREA Falou: "Faz um boletim de ocorrência, o tamanho a gravidade do do assunto, né? O cara adulterou uma documentação. O cara tá falando que eu fiz tal coisa, que não fui eu que fiz, né? Então é isso daí que acontece, né? Clientes classe A. Classe A no caso de ser muito rico, muito chique, né? Então o que acontece é atrasar. Acho que a Thaí outro dia mesmo falou que a a pessoa dela, a cliente dela lá ficou p da vida, que ela atrasou
um dia o negócio e já queria descontar e Já jogou o preço dela do lá no chão e já Então, sabe, [limpando a garganta] precisa ter. Então, olha aqui, como é que você, ah, o que que eu vou fazer com o cliente classe A, quem que vai cuidar disso? Eu vou voltar lá na primeira aula, lá na segunda aula. é o cara de vendas, é o cara que tá prospectando o cliente, que vai ter que falar pro cara que vai formar o preço da cotação, da proposta, falar: "Cara, é cliente classe A, o cara vai
encher o saco, vai ser Crica, vai exigir muito e vai querer pagar pouco, vai chorar desconto para caramba". Então, olha como vai, né? projeto acabar bem lá na obra no final, o cara que foi formar o preço, o cara que fez a visita de diagnóstico, tem que repassar essa informação pra frente. E todo mundo tem que lembrar na cadeia que é um cliente exigente, que é um cara crica, que é um cara que tem um nível de qualidade alto, que vai ser difícil de atender, que vai ter discussão de de Debater, que vai ter negociação
e tudo mais, né? Então, olha como vai longe isso. Esse como vamos voltar, que é o caso do carro da aldeia indígena, que eu contei aí lá no meio do encontro. E esse aqui, né, o o cinco que é ou o céu ou o inferno, né, que foi quando eu fiz a obra em Fernando de Noronha e o e o dono do bar me falou que era um tratamento de esgoto para 100 até 150 pessoas. Eu projetei e acompanhei a Execução de um tratamento de esgoto dentro de um Parque Nacional em Fernando de Noronha, a
30 m do mar, para 150 pessoas. E no primeiro mês o bar tava registrando 450 pessoas, 500 pessoas no bar. E aí, né? Eu tava lá todo bonitão em Fernando de Noronha, suando frio, correndo risco do cara levar uma multa de milhões de reais e eu ser o engenheiro responsável por aquilo. E aí o que que eu tinha? Eu tinha os relatórios que eu pedia pra gerente do Bar. me imprime o relatório do dia do fechamento do caixa, não do dinheiro, mas quantos pratos foram pedidos hoje, quantos drinks foram fornecidos. Então, era uma coisa assim,
10.000 1 drinks por mês, 4000 e sei lá quantos pratos de comida por dia, por mês. A hora que você divide isso dava muito mais do que os 100, 150 pessoas que o cara me falou, mas tava lá na minha proposta, qualquer dado fornecido erroneamente pelo cliente Exime de qualquer forma a água vê, engenharia, pá, pá, pá, né? Se ele tá me falando que o negócio é para 150 pessoas, eu projetei para 150 pessoas. Eu tentei pôr hidrômetro lá, o cara não queria pôr hidrômetro. Eu falei: "Você tá com dúvida? Vamos pôr um hidrômetro aqui
na entrada da água do bar, então eu vou saber quantos 1000 litros gasta de água. Eu vou saber quantos 1000 litros tem de esgoto e beleza, é isso que eu preciso. Não, imagina, não precisa Disso. Eu tô te dizendo que é 100 pessoas que vem pro barco." Eu falava: "Tá bom". Aí eu ia lá, falava com a gerente do restaurante, falava: "Entra me o relatório para mim, eu tenho que ver isso. Não é possível. Eu tô achando que tá muito mais gente frequentando aqui. Passa o dia inteiro aqui 100 pessoas. Eu tô contando agora na
hora do almoço e de manhã e de tarde e de noite, né? Não tem como. Esse bar tá bombando, né? E aí, por conta disso, eu consegui Me precaver, me resguardar. E era isso, foi o céu ou foi o inferno. Eu tive a maravilhosa oportunidade de 10 vezes para Fernando de Noronha e quase fiquei desesperado porque eu ia perder o meu rim lá de ter que deixar uma multa ambiental dentro de um parque federal de Fernando de Noronha por uma gravidade de um erro que não fui eu que cometi, né? Por conta disso, inclusive eu
perdi outras oportunidades de negócio em Fernando de Nor, Perdão, perdão. Por conta disso, eu acabei perdendo outras oportunidades de projetos em Fernando de Noronha, porque a obra não deu certo. Deu certo até a página dois. Depois de um tempo começou a dar problema. Claro, né? Você tem um negócio que tá três vezes menor do que a capacidade, você acha que o esgoto sairá limpo lá na frente? o esgoto saia zoomado lá na frente e eu ainda consegui fazer duas obras para aumentar e aprimorar. Mesmo assim não foi o Suficiente ideal para para poder sanar tudo.
E por conta disso, outras pessoas que poderiam ter me contratado, que poderia virar um cartão de visita da água V em Fernando de Noronha, acabou virando um problema, né? Então esse esse tipo de questão que pode acontecer com a gente, com vocês, comigo, com qualquer um. E e no caso eu poderia fazer o efeito contrário, né? Eu poderia processar ele e falar por conta do seu dado errado e eu tenho como provar que Você me enganou. E eu não sei se ele me enganou porque ele quis ser bobo ou se ele me enganou porque ele
não sabia ou se ele me enganou porque ele queria gastar menos e fazer um negócio pequeno para não gastar tanto e não ocupar tanto espaço. Isso eu não tenho como saber o que que ele queria fazer, mas eu tinha como provar que ele me enganou, que ele fez alguma coisa errada e eu cobrar deles danos morais, porque denegrei o nome, meu nome, denegrei o nome e a Imagem da minha empresa, perdi oportunidades de projetos futuros por conta disso e que não foi falha minha, né? Só que de novo, eu pequenininho e um cara que tem
um bar em Fernando Noronha, quem tem mais dinheiro para pagar o advogado mais fera da galáxia? Eu ou ele? Ele. Então ele vai ter os primeiros 20.000. Eu eu boto lá 20.000 meu, 20.000 dele para pagar o advogado. Eu ainda faço um esforço, boto mais 20. Na Segunda atacada ele põe mais 20. Na terceira eu já não tenho mais nada, ele põe mais 50 e me engole. E eu não tenho o que fazer. Então eu vou ter gastado o dinheiro que eu nem tinha e e vou tomar no e ainda vou ter que pagar o
advogado dele no final, né? Porque quando você passa um processo desse, se seja você, se você ganhar, o outro cara ainda ganha o que você quer, ainda tem que pagar o seu advogado que você gastou. E se eu perder, além de eu Ter gastado o dinheiro que eu não tinha, mas só para querer forçar, ainda ia ter que pagar o advogado dele, que ia custar três vezes o meu advogado, né? Então, por isso que no final qualquer tipo de negociação em processo, em processo, né, judicial mesmo, porque é uma coisa você fazer uma negociação extrajudicial.
Você chama o advogado, o advogado conversa contra o advogado, ele chega num acordo e você faz uma negociação um acordo extrajudicial, fora da justiça. Outra Coisa é quando já tá lá com o juiz, aí você tem que pagar o perito, aí o juiz vai falar: "Ah, é, a obra deu errado, deu certo, tal, tá, quem tá errada, não, ninguém sabe, ninguém vai assumir, manda um perito ir lá fazer a perícia." Aí vai lá o perito custa R$ 10.000 R$ 1.000 o perito. Quem vai pagar o perito? Todo mundo vai pagar o perito, né? Depois resolve.
Quem perder depois paga para outra parte o perito, mas senão bota no bolo lá da conta. Alguém vai assumir no Final esse bolo ló todo, né? Então não precisa passar por isso. Aqui vem o último slide que eu vou eu vou pedir muito para vocês. Eu vou mandar aqui no chat, eu vou pedir muito pra gente 2 minutos clicar no Eu vou mandar no grupo e vou mandar no chat. Eu vou pedir para vocês clicarem e responderem isso em 2 minutos. Juro que dura 2 minutos, né? Mandei no chat. e vou mandar no zap. E
aí quando a gente voltar nos últimos minutos, a gente faz Um fechamento, faz um uma fala final de todo mundo e e a gente volta. Então, por favor, cliquem aí quem consegue acessar. É uns é um questionário da Survio lá tem poucas perguntas, são 10 perguntas, sendo que várias são de múltipla escolha. É só preencher pra gente. É muito importante vocês fazerem isso e quando a gente voltar a gente faz. o fechamento. Vou botar um sonzinho aqui de novo. >> [música] >> Sometimes I go out by [música][canto] myself and I look across the water [música]
and I think of all things and I'll pain a picture [música] since I'm coming all my body [canto] has been and ching hair and the way you to [canto][música] dr you over making out of Why don't you [música] come Valer valer valid [música] [música] you have to go to jail your [música] lawyer >> [música] >> I hope you didn't [canto] tear hope you find the fix for [música] You shing anywh change the color of your hair you be [música][canto] and did you have to pay the fight you were diing all the time you >> [música]
>> Since I'm coming on well my body has been and your gender [música][canto] and the way you stop making a [música] Valza [música] [música] A, vamos ver quem conseguiu responder aí pra gente voltar. Benjamim entrou. Rafael Zan tá aí. Thaís, fica tranquila, responde aí amanhã. O importante é não deixar de fazer, que para nós é bem importante. E agora quem conseguiu terminar aí e puder acionar a câmera aí, só pra gente fazer esse fechamento, né? Eh, acho importante ver com vocês como foi, o que que ficou De lição máxima aí de todos esses encontros. Benjamim
que chegou, Rafael também tá aí chegando. Podem fazer uma fala final depois de todo mundo aí também, fazer uma rodada rápida, só pra gente não fugir do horário e também pra gente entender de vocês aí enquanto tá quente tudo, como foi hoje e como foi tudo, né? Se cada um tiver um minutinho aí para falar, dá dá tempo suficiente. Daí depois o Benjamim faz uma fala dele. O Zan também Tem alguém que sente vontade de começar fazer um fechamento que foi hoje e como foi tudo e a lição, a maior lição, a máxima do que
ficou aí. Bora, Thagão. Tá preenchendo. Só finalizando aqui. É isso aí. Respondi. Guilherme tá com câmera ou tá sem áudio, quer falar com a Raíça? Aí ele mandou a criação dos protocolos, os processos que aceleram a formalização da empresa. Estamos nesse processo e o curso ajudará Muito com isso. Protocolos. Muito bom. Eu não sei se a Raíça tá ainda aí também. Deixa eu ver se ela tá aqui. A Raíça caiu já, né? Tá aí tá se sentindo mal. Quer Ariane tá aí? Tem como comentar? Eh, elas falaram que tão com processo aí das mulheres, faz
parte. Taí está no mudo. Reginaldo. Thagão, quem quer manifestar enquanto as meninas vão abrindo aí, Finalizando? Tá todo mundo no mundo aí, galera. >> Tô até perdido. Tô até perdido aqui com duas telas, mano. Onde é que tá o o cursor? Eh, ah, eu sou suspeito para falar, né? Eu sou aí do fã clube desse curso. Adicionei lá 700.000 1000 pessoas no grupo. Acho que quanto mais gente tá nesse curso, maior é o aprendizado, como você falou no início da aula. Eh, para mim foi uma honra participar de todos os mó módulos dessa vez. Eh,
tava até hoje Mesmo mexendo aqui no nos documentos meus e vi o o documento de compra do pacote organizacional foi em janeiro de 2021. Então, na verdade, o curso foi em dezembro de 2020, se eu não me engano, né? Final de 2020. Então, lá se vão quase 4 anos, né? E de lá para cá sei que muita coisa foi facilitada extremamente pelo pacote organizacional. Eh, o caminho foi muito mais eh agradável e confortável graças a esses Documentos. E agora com essa essa caminhada vivida de, né, de 3 anos de empresa e e, né, vendo aí
os 15 anos que vocês já tão com o os espaços firmados, né, eh a vontade agora é de fato a gente, eu já tava falando com o Rafael, né, hoje o Rafael não pôde tá presente porque teve uma questão de saúde, tá tá precisando dar um dar uma repousada, mas eh talvez dá uma reduzida na marcha para conseguir organizar melhor a casa, né? Eh, e aí sim depois voltar a a caminhar Ainda melhor, né? Tô usando a metáfora da caminhada o tempo inteiro, né? Mas é isso, assim, tô muito, muito feliz, muito satisfeito. Eh, fico,
fico eh muito agradecido de conhecer vocês. Eh, falo para todo mundo que o Léo Tanus para mim é um mentor, é uma pessoa de que eu tenho extrema confiança. Todos os projetos que a gente pode contar com com a consultoria dele, eh, eu não tenho um uma reclamação assim. E se eu tiver também eu vou falar direto para ele. Eh, mas eh eu parabenizo aí a competência e a entrega que vocês têm, porque é muito raro a gente ver pessoas que são tão dedicadas e que se preocupam tanto eh em alcançar excelência se falando especificamente
de Brasil, né? Eh, então assim, pô, eh, gostaria muito que a gente continuasse com essa parceria e sei que ela vai continuar acontecendo e quem sabe em algum momento aí a gente ainda não vai fazer algum trabalho junto. É isso, gente. Abraço. >> Obrigado, obrigado pela confiança aí. Benjamim ouviu tudo aí também. Thí, quer falar antes de você sair para não ficar tarde para você? >> Sim. Eh, ah, eu já falei acho que bastante coisa assim ao longo do curso, né? Então, é só reforçar algumas coisas que foi para mim foi muito bom para eu
me sentir mais segura, porque eu tenho essa coisa do perfeccionismo também, de Excelência, de não sei o quê. Então, eh, como várias dessas coisas eu tô fazendo de primeira, né? empreender é quase tudo de primeira, né? Então, às vezes eu ficava insegura se eu tava fazendo certo, que dava para melhorar, se tinha alguma coisa que eu não conhecia ainda, que eu deveria conhecer, que é da área, sabe? Então, sempre ficava essas dúvidas e e eu senti muita segurança assim, eh, tanto no meu processo de que, tipo, nossa, beleza, eu Tô fazendo tudo certo, tá, tô
indo bem. quanto nas coisas que eu não sabia ou que eu podia melhorar, porque eu me identifico muito com o modelo de vocês, que acho que é muito sério, muito profissional também, tipo que busca excelência, que é, enfim. E aí aquilo que eu não sabia ou que eu não conhecia, eh, foi bom, me trouxe mais segurança ainda de que, tipo, aprendi coisas, né, onde eu posso melhorar com o exemplo que Você trouxe aqui no curso ao longo de todas as aulas, alguma coisa eu aprendi e vou otimizar graças a isso. E aí, não sei, para
mim fez muita diferença mesmo, assim, vai ter um antes e um depois, depois desse curso, assim, como eu vou trabalhar, como vai ser aquiva e assim como o Thiago, eu também pensei em dar um tempo e para organizar a casa assim, né, só para dar uma alinhada. E também foi bom conhecer todos vocês, Fazer essa troca aí, esse networking, tipo, o online é bom assim, as redes sociais, tal, mas você estar com as pessoas e trocar uma ideia e sentir elas como elas são, né, fora de um post aqui conversando livremente. É muito bom também.
E é isso, agradeço. Foi ótimo. Tô triste que vai acabar, [risadas] mas tô feliz com tudo que me agregou, tal. E a gente segue juntos ainda para outras empreitadas aí em outras formas. >> Eu vou eu vou deixar. Obrigado. Eu vou Deixar vou deixar um lembrete. Na verdade que a gente tinha aquelas promoções dos primeiros inscritos. Então vocês têm a opção agora aí de escolher se vocês querem marcar um horário pra gente conversar de alguma coisa específica ou se vocês querem mais desconto nos pacotes dos documentos, aqueles que tiverem intenção, interesse de fazer essa, dar
esse passo aí além, né, que o Thiago já deixou óbvio, como foi próspero e importante para eles, mas A gente sabe que isso tem um custo envolvido e tudo mais, mas a gente fica aberto para deixar vocês optarem aí o que vocês vão preferir de bônus, de brind por terem se cadastrado primeiro, né? E também a gente vai preparar também os certificados para todo mundo que teve mais do que 80% de participação nos encontros e a gente consegue ter os acessos de quem tá vendo no digital também, no virtual. É claro que a gente quer
que todo mundo seja certificado, Né? Ninguém vai bombar no negócio, mas é só um controle que a gente faz. Os conteúdos das aulas vão ficar disponíveis para vocês pelos próximos 2 anos. Então, quem quiser assistir depois, depois de até 2 anos, a senha e o acesso dos links vai tá lá disponível para vocês e o pacote dos documentos também. E quem optar por fazer a consultoria ou quiser os documentos, manda lá mensagem pra gente no privado e a gente vai marcar, vai atender vocês da Maneira que for melhor para vocês. Reginaldo, quer falar aí e
daí o Zan e daí o Benjamin para fechar o assunto. >> Opa. Eh, dar só uma palavrinha. Eu quero agradecer aí vocês aí pela oportunidade de conhecer toda essa turma aí. bacana. Eh, agregou bastante para mim saber que não era só eu que tava patinando, tinha outras pessoas também que tinha certa dificuldade. E assim, esse grupo meio que abriu o leque para todo mundo. Eh, Parabenizar a Águav pelo conteúdo, pelo material que disponibilizou pra gente aí. Tem sido uma bagagem muito importante e vai continuar sendo esses pacotes que você comentou. vai ser bastante interessante. Eh,
tô muito satisfeito e feliz por ter dado mais esse passo e abrir um pouco mais o leque aí de conhecimento aí. Obrigado aí vocês. >> Bom, Reginaldo, vai ganhar certificado. Reginaldo, tá certificado. Quando o Reginaldo foi convidado, eu falei: "Reginaldo, eu vou te mandar um link de um curso, você vai ganhar. Eu vou dar para você o curso." Ele só não sabia que o curso era a gente mesmo que ia dar. Depois [risadas] a gente mesmo que vai dar o curso. Mas você tá, ó, tá inscrito. Você ganhou a inscrição. >> Legal. >> Ai, Reginaldo,
isso é demais. Fala aí. E aí, Zan? para depois o Benjamim falar por último. >> Bom, chegamos aí ao fim do curso, né, galera? Eh, eu não posso deixar aí de agradecer mesmo ao Léo, que nem o Reginaldo falou agora, né? Foi uma oportunidade que ele ofertou para mim e pro Reginaldo, né, de participar desse curso, né, que pra gente acaba sendo quase que um treinamento, né, e sem dúvida uma experiência muito enriquecedora, né, da minha que vai ser muito importante aí para minha trajetória profissional e acho que para De todos aqui do do curso,
né? Legal que ao longo das aulas a gente teve oportunidade de aprofundar conhecimento. Essa troca que teve aí também eu achei muito boa, né? Tipo, são áreas eh que que pelo menos eu não tinha tanto contato com o pessoal aí das outras empresas, né? Então, Reginaldo, apesar de de sair da área de construção civil, então a gente tem acho que uma proximidade de uma facilidade um pouco maior, mas o do resto do pessoal são são De áreas um pouco diferentes da que eu tenho contato, então isso foi muito legal, né? Eu acho que o momento
agora vai ser um pouco de digerir, refletir e manter o contato com todos, né? Isso também muito importante. Eu acho que eh esse momento aí de troca que rolou, manter o contato após isso, acho que é que é enriquecedor para todo mundo, né? E é isso, continuar aprendendo, continuar trocando ideia e seguir. >> Obrigado, Zé. É isso aí. Muito Importante sua participação aí também. E aí, Benja, o dono do Money Money. >> Vixe, se eu sou o dono do Money Money, tomo mal. [risadas] Eh, ai gente, eu, né, eu não consegui participar dessa vez do
curso que nem eu participei do do primeiro aí da forma que eu [roncando] gostaria, mas eu já tinha alinhado isso com o Léo já fazia um tempo. Eu tô fazendo um curso de mestrado que acaba batendo no mesmo no Mesmo horário aí da dos nossos encontros, mas eu sabia que vocês estavam em boas mãos, né? Aí ouvindo aí o relato aí de cada um, por mais que, né, passaram-se quase três anos do do primeiro curso, a gente sabe que a gente segue lutando a mesma batalha, cada um com os seus desafios, cada um das da
sua forma, mas ao mesmo tempo é sempre muito bom eh saber que você não tá sozinho nessa, né? A Thaís comentou isso daí também, né? que, pô, tô aqui, às vezes Eu bato minha cabeça pensando no assunto e assim, não é só você, né? Tem mais um grupo gigante de pessoas que tá ali, eh, tentando empreender nesse país, que é às vezes não tão fácil, não facilita tanto os nossos processos. E o nosso objetivo sempre foi e sempre será, né, tentar passar a informação que a gente já passou, que a gente já sofreu para que
outras pessoas consigam pular essa etapa, né, para que eh nem todo mundo precisa passar pelo que a Gente passou, mas isso não quer dizer que a gente que vocês não vão passar por outras coisas que a gente não passou, né? Então eu acho que isso é o resumo da vida empreendedora, é sempre um desafio, mas ao mesmo tempo é muito gratificante, né, você entregar o seu trabalho ali, eh, ter o seu cliente satisfeito, ter o retorno, não financeiro só, mas o retorno de satisfação pessoal mesmo, de tá fazendo o seu próprio trabalho. Eu acho que
é uma coisa que em muitos Empregos eh vai, vou falar normal aqui, pensando num uma corporação, CLT, que você acaba perdendo ali, porque no final do dia [limpando a garganta] todo mundo tem suas contas para pagar, tem suas responsabilidades, mas conseguir fazer tudo isso e ainda ter essa essa razão sua e pessoal de correr atrás do seu sonho, eu acho que é uma é uma é é uma dádiva para poucos e um desafio para todos, mas o que a gente puder fazer Para ajudar é essa ideia do curso e o grupo vai se manter em
pé. Então, qualquer momento tiverem dúvidas podem falar com a gente. Eh, eu não tenho nada para falar pro Léo, porque eu tenho certeza que ele mudou super bem. Eh, conheço ele há 20 anos já. Então, eu sei que o curso foi feito com muito carinho aí para todos vocês. E queria também agradecer o Léo aí que dessa vez tocou praticamente sozinho porque eu tava fazendo outra coisa. Então, obrigado, Léo, aí também, mas a gente sabe que estamos junto aí nos trancos e nos barrancos da da vida empreendedora. Obrigado, gente, de verdade, de coração. Espero que
mais uma vez tenha ajudado aí um pouco, pelo menos. Se ajudou 1% já tá valendo já. >> É, é. Nossa, B, vou te falar que eu senti falta de uma terceira tela aqui, porque eu tava tipo aqui, meu, o olho no peixe, eu tô no gato aqui para fazer o negócio dar certo. O Zan ajudou bastante Também. Obrigado aí, Rafael Zan, Benjamim, Thaís, o Thago, Reginaldo, todo mundo aí das iniciativas, né, como a gente falou, se não fosse vocês quererem fazer o curso, como foi da primeira rodada, né, de muita gente pedindo pra gente fazer
e dessa vez foi a mesma coisa. Talvez a gente não fosse dar o curso se não fosse vocês pedindo pra gente ter o curso. Então é é um privilégio mesmo. Outro dia esse meu chefe aqui desse trabalho que eu tô Fazendo agora, eh, veio perguntar para mim e entraram no departamento falando: "É, eu quero saber aqui quem é petista, quem é de direita, sei lá o quê". E eu tive e eu fiquei quieto, né? Não sabia o que responder assim na hora. E meu chefe falou: "Aqui a gente trabalha pro saneamento, o nosso partido é
o saneamento básico." E o cara deu essa tacada na cara da mulher que entrou lá mandando essa. E eu senti maior orgulho, sabe? Eu falei: "É isso mesmo. Eu Trabalho paraa água, eu trabalho pra natureza, esse é meu trampo, né? Se eu ganhar dinheiro fazendo isso, melhor ainda. Então, se a gente mantiver a nossa ética, se a gente mantiver o nosso respeito, se a gente mantiver a nossa retidão sabendo que eu tô fazendo, meu, eu tô fazendo o que é o certo, eu tô sabendo que é o que tem que ser, né? Não tem dúvida
disso. Mais cedo ou mais tarde a gente de alguma maneira vai ser recompensado, vai ser valorizado. Alguém Vai ver esse brilho nos nossos olhos e vai deixar a gente ter a oportunidade de crescer, de expandir, né? vocês falando de todos os projetos, de todas as prospecções, de todas as obras que vocês estão fazendo, já é uma maneira de mostrar isso. que a gente precisa melhorar todos nós, eh, se profissionalizar nesse aspecto para conseguir projetos melhores, entregar trabalhos mais bem feitos, mais rápidos e que a gente consiga cobrar melhor pra Gente poder bater no peito e
falar: "Eu sou fera no que eu faço, o preço é esse, porque você não vai encontrar outro cara que faça o que a gente sabe fazer e vai te entregar o que é o ideal, né?" Então, aos poucos a gente vai galgando isso. Todo mundo aqui ainda é jovem. Eu tô vendo meu chefe virou diretor do negócio. O cara tem 67 anos. Eu tô a um passo dele com 37. Então, quem sabe com 40 eu não posso antecipar 20 anos do que o cara demorou para conseguir Conquistar, não. Então isso pra gente já é um
privilégio, porque a gente acima de tudo faz o que a gente gosta, faz o que a gente ama e aí eh a gente tem prazer em fazer e o dinheiro vira consequência disso. E eu acho que todo mundo tá aqui por isso, né? Reginaldo já teve a oportunidade de dar o relato dele também e vocês estão nessa aí também. Então é só um privilégio poder compartilhar aí também com vocês. A aula vai ficar gravada, amanhã vou mandar Tudo para vocês. Agradeço imensamente. Peço para quem não preencheu lá o questionário possa preencher. Vou mandar no grupo
também amanhã isso por e-mail também. E vamos ficar no aguardo de vocês demandarem a gente do que que vocês querem fazer. se vai querer a prefere a consultoria, vai querer a documentação, a gente tá à disposição para atender vocês. Obrigado. Que vocês possam prosperar aí também e chamar outras pessoas, outros parceiros para Continuar fazendo isso, somar esforços disso aí também, certo, Benja? Valeu demais todo mundo aí. >> Obrigada a todos. Foi ótimo. >> Valeu, gente. Prazer vocês, [risadas] >> pessoal. Obrigado. >> Vamos marcar outras reuniões sem ser aula. >> Valeu pela generosidade, Léo. Vocês, eu
acho que valem ouro, principalmente por isso, né? A o pensamento maior na Cooperação e não na competição, né? Bem na base permacultural. Se a gente quiser cada um andar mais rápido, dando rasteira e puxando o outro para trás, a gente não vai chegar a lugar nenhum. É mais fácil todo mundo dar o braço e chegar lá no alto da montanha e curtir a vista junto, né? >> Caramba, Thago mandou muito bem, hein? Parabéns, Thago, as palavras >> nós. >> É da hora. >> Obrigado, Ariane. Tô vendo seus comentários aqui também. É isso aí. Valeu, pessoal.
Bom descanso. A gente vai trocando lá no grupo. Parabéns para todos nós. >> Parabéns, gente. >> Bom descanso. Valeu,
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