a gente utiliza isso aqui, tem reduzido 15% da minha conta na distribuidora. Pelo meu perfil, a conta tem que fechar. Não existe discussão que não fecha a conta econômica.
A conta econômica que ele vai diminuir demanda e ele vai conseguir garantir qualidade pra indústria dele. Ele paga mais no horário de ponta. Normalmente [música] ele tem um gerador.
Eu pegar pensar a substituição do do gerador pelo BE já é uma coisa efetiva. E reduzindo a questão da demanda, ele pode ter um ganho de 20%. Além de garantir a qualidade da energia e disponibilidade dela.
>> Chegamos aqui na cidade de Extrema, Minas Gerais, onde a gente tem a fábrica da UCB, a fábrica e o centro de distribuição. É o maior centro de distribuição de baterias do Brasil. E a gente vai mostrar para vocês, entre outras coisas, a linha de B, os Battery Energy Storage Systems que estão revolucionando o mercado de energia no Brasil e no mundo.
Se você quer ter conteúdo de qualidade, continua aqui com a gente. >> Nós não somos mais uma fábrica de bateria, eu sou um provedor de solução de armazenamento de energia. Então nós temos um grupo de engenharia aqui de produto, de pré-venda que ajuda a conceber o projeto e suportar meu parceiro local.
São mais de 28 pessoas, tá certo, nesse time e o nosso processo é a gente ampliar esse conhecimento para nossos parceiros locais. >> Precisou dessa rede de apoio aqui da UCB? É, como é que é o hotline?
É 247. Fala português. >> É isso, nós falamos português, tá certo?
Meus dinheiros são falam português, né? Tem aqui um processo de capacitação. Nós estamos perto de competências, grande grupo nosso de engenharia aqui da de Itajubá, tá certo?
Também de São Paulo, que estão exatamente drenado nisso para suportar, tá certo? essa questão do ponto de parceiro e o hotline aqui é o seguinte, tem escalation list, cara, me liga, né? A gente não vai deixar cliente sem energia, não faz sentido eu ter bateria e tá sem energia.
Essa é a nossa responsabilidade. >> É mais do que uma porta para bater, né? Uma porta que vai ser batida e vai ser atendida.
>> É isso aí. Porque a gente vai mostrar o seguinte, não pode ter projeto frustrado de B. Projeto a gente precisa de referências positivas.
Então nó estão acompanhando muito perto esse processo de capacitar os nossos parceiros e fazer projeto de sucesso. A gente tá aqui agora basicamente comissionando alguns B. Alguns estão indo pra Goiânia, outro pro Ceará para diminuir a carga dele.
Ele é um cliente industrial. A distribuidora tem desafio de atender ele em determinado horário. Então ele faz isso do ponto de vista de uma qualidade de energia, disponibilidade e principalmente diminuindo a demanda contratada.
Na verdade, então ele não tá nem pensando na economia em si, ele tá pensando em suprimento. Ou ou ele tem uma alternativa externa, né? E aí no caso ele tá usando best, ou ele não vai conseguir produzir ou entregar o >> o produto del produto dele pro cliente.
>> Bem colocado. Eu falo assim, a dificuldade de realidade da energia hoje, ela é permeada do ponto de vista de grandes centros, mas principalmente em algumas regiões ainda do interior, você tá em ponto de dificuldade de atendimento. A conta tem que fechar.
Não existe discussão que não fecha a conta econômica. a conta econômica que ele vai diminuir demanda e ele vai conseguir garantir qualidade pra indústria dele. >> O que mais que esse B para esse consumidor que comprou esse consumidor do Ceará, né, que comprou esse >> Ceará e Goiânia, é isso, >> Ceará e Goiânia, que que eles compraram e que que eles vão conseguir ter de benefício ainda?
Vamos lá. Normalmente esse cliente já tem um desafio que é ele paga mais no horário de ponta. Normalmente ele tem um gerador.
Eu pegar pensar a substituição do gerador pelo B já é uma coisa efetiva. Então essa funcionalidade que a gente tá vendo aqui para deslocamento de carga e tirar dourado de ponta já é viável. Ele já paga o BES por esse processo.
Ele pode também reduzir a questão da contratação da demanda da distribuidora e ele pode ter qualidade de energia pensando como backup e não como no break, colocando efetivamente uma chave de comutação automática. Então consigo resolver redução de custo, disponibilidade de energia, né, tirar ele imediatamente dourado da ponta e ainda conseguir garantir essa questão de confiabilidade do sistema dele. Nós estamos fortemente na Amazônia, já colocado soluções de usina híbrida.
>> Quantos megas tem lá? a gente já tem mais de 10 meg implementado, tem um projeto hoje que a gente tem muito orgulho de ser acho que o maior projeto híbrido do Brasil com uma grande distribuidora, né, no Acre, >> quase divisa com o Peru. E nesse momento nós estamos implementando um bezão na quarta m usina térmica do país chamado MAES.
É uma usina térmica que a gente vai colocar fotovoltaica e bateria para diminuir o consumo de diesel mais de 10%. mostrando a efetividade disso. Então, a gente tem experiências e soluções de missão críticas em regiões remotas.
Então, essa visão de SENAI pra gente tá muito perto do ponto de vista de fazer esse mesmo benefício pro cliente comércio e indústria. A gente tá trazendo uma tecnologia nova, né? E e é interessante como é que isso tá sendo a assimilado pelo mercado.
Eu dizia, a gente como comercial tava tentando provar venda de B pelo PPT. É, então foi muito PPT bonito. OK.
[risadas] A gente saiu do PPT pro Excel, a conta tá fechando, Bruno, né? no boto online para um cliente A4 verde. Algumas regiões do Brasil a ponta fecha.
Agora nós estamos numa outra fase, é pegar produto e colocar isso para funcionar na ponta. E a gente tem um caso real aqui na fábrica. A gente utiliza isso aqui, tem reduzido 15% a minha conta na distribuidora.
Pelo meu perfil, algum perfil de carga pode mudar. A fábrica de vez em quando tem demandas, tá certo? Fora, fora de horário que normalmente eu tinha que utilizar ponta, tinha que utilizar diesel.
Então a conta fecha, a gente tem que tá perto do cliente. Eu sou bom em em em conseguir entender, tá certo, desse produto, dessa tecnologia. Quem entende a dor é meu parceiro que tá perto do cliente.
Então, efetivamente, nossos parceiros convido, tá certo, os integradores a conhecerem o nosso projeto chamado UCB Solutional Partner, parceiros de solução de negócio, aonde que a gente vai conseguir entender isso. Me traga a dor e a gente vai entender como que o BES pode ajudar a implementar e resolver a dor do seu cliente. >> Esse parceiro de Goiás é um integrador.
>> É um integrador, tá certo? trabalhava com energia solar, >> trabalha com energia e viu exatamente isso, como é que ele pode dar um up no negócio dele levando benefício pro cliente dele. >> E qual que é o tamanho do benefício para esse para esse integrador?
Vamos colocar assim, né? O que a gente tem feito é o seguinte, nós temos que colocar uma tecnologia, né, nova, a conta tem que fechar. Então esse projeto prevê uma remuneração, tá certo, da UCB pro meu parceiro, mas grande parte disso é eu conseguir capacitar ele.
Nós estamos criando um plano de treinamento para meu parceiro para ele conseguir agregar serviço a esse cliente final. A maneira de suportar isso aqui é que a UCB seja, sem dúvida nenhuma, o responsável pela tecnologia, um suporte segundo nível, mas que ele consiga o cliente perceber que ele é o parceiro de solução perto, contando com time de engenharia local, com time de vendas apoiando em na processo de convencimento e suporte de produto. Então a gente queria uma cadeia para mim bastante valorosa, aonde que o parceiro vai ganhar dinheiro, levar, tá certo?
Um benefício pro cliente e a a gente ganha como todo mundo. >> Marcelo, e aí, né? No final, o Bez ele tem vários componentes.
Explica pra gente esse ecossistema todo que a gente tem aqui. >> Bacana. É bem bruto.
A gente costuma falar que o B são dividido em quatro grandes subsistemas. Sistema de energia, bateria. Aqui eu tô conseguindo exatamente guardar a energia.
Esse é o grande papel do point B. Eu consegui gerenciar melhor essa energia. Depois eu tenho a questão do PCS, o inversor, o módulo de potência, como eu entrego potência, tá certo?
Pro sistema. Isso tudo através de um sistema inteligente que é o EMS, Energy Man System. Aqui tá a inteligência desse B de eu conseguir fazer aquele orquestre, essa transição de fontes e alternativa de benefício.
E além disso, que a gente chama serviços auxiliares é o contêiner. Esse é um BES que pode ficar outdoor, tá? Com todo o processo de refrigeração líquida e controle de incêndio, né?
Então o processo aqui é um produto que vocês estão vendo robusto, eficiente, que traz um benefício absurdo do ponto de vista do cliente comércio e indústria. >> Falar aqui do EMS, né? O que que exatamente a gente tem aqui?
>> Essa é a parte de software da inteligência do processo. Normalmente eu tenho a BMS Batterman Syst que gerencia o processo da bateria. O MS faz a gestão de energia que hora que o gerador vai sair pro BES entrar, melhor hora de eu fazer a carga das baterias.
como é que eu gerencio essa descarga de uma maneira efetiva para garantir a sobrevida do sistema no longo prazo e garantir a efetividade do de um determinado benefício que eu quero de disponibilidade e qualidade. Então o que tá a inteligência como eu programo efetivamente a utilização desse grande produto, desse canivete suíço. >> Você falou lá da aplicação para economizar no ponta fora ponta, né?
Carrega no horário de fora ponta e descarrega na hora de ponta. >> É aqui que você programa isso? >> Aqui eu program eu posso simplesmente quer dizer colocar o horário que eu quero que ele efetiva, tá certo?
e sabendo se ele tá, se ele, que hora que eu vou colocar ele na melhor custo de energia para carregar de manhã, tá? Então, basicamente é aquela analogia que você fez bem, o canivete suíço. Aqui eu posso tirar a um determinado chave de fenda, tá certo?
O canivete, como é que é o programo para esse benefício dele? Então aqui o ponta fora ponta é o programa aqui >> o backup você falou que tem que ter a chave de transferência, mas aqui também tem que ter uma >> eu programo ele para exatamente ele é um é um conjunto que eu coloco de maneira com eh ele efetiv faço de maneira automática isso. Quando ele sentiu um determinado da a a distribuidor tá caindo, como é que efetivamente ele entra em operação, tá?
>> A a demanda contratada que a gente falou também, né? ele vai entrar aqui também que eu faço essa pramação. >> Exatamente.
E o grande ponto é esse, não é só trazer um produto fora, é entender a característica da nossa matriz energética brasileira, as alternativas de fonte que eu tenho, o benefício que eu quero levar pro cliente. Então é o CB também tem um grupo de engenharia capacitado em customizar isso aqui pra realidade brasileira.