เฮ [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] Ah. [Música] เฮ [Aplausos] [Música] [Música] เฮ [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Boa noite. Boa noite. Que alegria encontrar com vocês. Sejam muito bem-vindos à nossa live deste mês de julho, todo dia 8 às 8 horas da noite. A gente tem um encontro marcado, ou seja, sabe, mas não custa lembrar. A gente tem aula ao vivo e gratuita aqui neste bate- canal do YouTube. Vocês estão me ouvindo bem? Tá tudo certo? Deixa eu abrir o chat. Poxa, eu
tava sem o chat aqui, não acredito. Deixa eu dar um alô aqui para Vocês. E hoje a gente tem um tema muito especial e temos uma ocasião toda especial, não é verdade? Porque hoje, ao final dessa aula, a gente vai falar inclusive um pouquinho mais sobre o próximo passo da sua jornada, como é que você pode conhecer o que tem dentro da formação bastidores do digital e você vai entender porque estar na formação é o caminho mais adequado para você dar o seu próximo passo. Deixa ver se vocês estão me ouvindo bem, se vocês estão
me vendo bem pra gente começar já. O som tá baixo. Deixa eu abaixar um pouquinho meu microfone. Aê, melhorou. Me dá aqui. Som tá baixo. O som tá baixo. Pera aí, meu povo. Vamos ver aqui como estamos. Olha, para mim aqui está no máximo. Estamos aqui no máximo. Vocês estão ainda? Imagem tá boa ainda. Está baixo na TV? Não dá para ouvir? Não melhorou? Não melhorou. Pera aí que eu vou chamar ajuda dos universitários. Estamos aqui. Só um minutinho. Vamos fazer o teste. Não mexi no microfone e não mexeu nada. Vamos ligar agora. Cadê o
povo? Vocês estão ouvindo, né? Vocês estão ouvindo? Preciso da sua ajuda. Ninguém me escuta. Tá falando que tá me escutando ao vivo aqui, ó. Tô ao vivo. Tô precisando chamar a produção. Consegue me socorrer? Aê, abaixou mais. Ué, que aconteceu? O povo não me ouve, ó. Tem gente que fala que o som não tá saindo ainda. Tá ruim. Tô falando com o pessoal. Esse daqui é o meu bastidor. Tá vendo? Hoje tô bem de bastidor. Ah, vamos ver. Parabéns, bastidores. Tá vendo, gente, como eu tô vendo de bastidor aqui. Tá funcionando agora. Tá fazendo. Pera
aí. Agora tá estourando. Precisamos do feedback de vocês. Tá estourando. Me digam agora. Matou a gente. Agora tá estourado. Agora tá chiando. É porque eu coloquei aqui no master. Tá calma. Já pera que eu vou resolver. Calma. Agora é hora da gente falar assim mais suave. E agora? Cadê? E aí, tá estourando, time? Dá um retorno para nós agora. Tá melhor. Agora tá, ó. É isso. É com emoção. Tá ótimo. Perfeito. Tá ótimo. Tá baixo. Time falou que tá ótimo. Nosso time falou que tá ótimo. Vocês estão, olha só, ó. Vocês estão, vocês precisam se
decidir o que que vocês estão achando. Te amo. Obrigada, vida. Vocês precisam se decidir agora, tá bom? Então, fechou. Então, agora sim, queridos. Sejam muito bem-vindos à nossa live número 171. Hoje é dia 8, às 8 horas da noite a gente tem sempre um encontro marcado todo santo mês, sempre às 8 horas da noite, no dia 8 de cada mês. Não importa se é segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado ou domingo. Acho que ao longo desses tempos, eu já fiz live em praticamente todos os dias de semana. Tô tentando lembrar que esteve algum dia da
semana que caiu, né, o dia 8it que eu não fiz. Eu não me lembro. Acho que já já percorremos todos os dias da semana. E hoje, nesta terça-feira, temos uma live muito especial. Primeiro porque a gente vai falar de um assunto que honestamente é um assunto quente. É um assunto quente, não é um assunto fervendo. Aliás, né, a gente fala de saturação, eu escuto falar de saturação no mercado faz muito, muito, muito tempo e a gente vai meter o dedo nessa ferida. Vamos colocar o elefante branco na sala. Vamos falar se o digital tá saturado
ou não. E ao final desta live aqui, eu ainda vou contar mais para você sobre a formação bastidores do digital. Então agora que eu sei que vocês estão me vendo bem, me ouvindo bem, acho que a gente pode começar, né? Bom, já dizia para vocês que eh ficou estourado, ficou top agora. Deixa mais longe. Ficou estourado, ficou top. Agora eu tô vendo aqui o o as mensagens do time. Então, o ponto importante agora, gente, é a gente entender exatamente em que momento que nós estamos, em que contexto do mercado a gente tá. E aqui eu
vou abrir meu coração pra gente poder estabelecer um ambiente seguro e eu poder de fato falar para você de uma forma absolutamente transparente a minha leitura. Eu acho que isso que é o mais importante, sabe? É o o ponto aqui é que vocês entendam que eu quero falar com gente grande. A minha conversa vai ser uma conversa madura, porque eu parto do pressuposto que não tem nenhum deslumbrado no mercado digital aqui, que a gente pode falar com sinceridade, que a gente pode colocar esse dedo na ferida, né? Eh, eu comentei com vocês que eu já
escuto falar sobre essa expressão do mercado saturado já tem um bom tempo. Eu entrei no mercado de infoprodutos, no mercado digital em 2012, quando tudo aqui ainda era mato. E Eu entrei no mercado do marketing digital, como a gente conhece, aprendendo a fazer lançamentos ali no finalzinho de 2000 e entre 2014 e 2015 aproximadamente. Então, eu entrei no mercado de infoprodutos em 2012, fazia as minhas vendas de uma forma bastante instintiva, era autoda, eh, enfim, né? Patinava bastante ainda. Eu já vendi infoprodutos, mas não conhecia o mercado do marketing digital e fui conhecer os lançamentos
propriamente ditos ali em meados de 2015. Naquela época a gente não falava ainda de saturação, mas muito se colocava à prova a credibilidade do digital. E por que que eu tô contando isso para vocês? Porque naquela época, quando a gente ouve, né, as pessoas falarem daquela época, a sensação que eu tenho é que as pessoas pensam assim: "Ai, nossa, quem me dera, quem me dera". A gente ainda estivesse naquela época. Muita gente fala assim: "Ai, que saudade daquele tempo em que tudo era mato". Mas a verdade é que ali naquele momento, né, quando a internet
banda larga foi democratizada no país, quando a gente tinha um mercado incipiente, apesar de ser mais oceano azul no sentido da palavra, né, como diz aquele livro, que ficou hypado depois de um tempo, existiam muitas dificuldades. Você não tinha um mercado que tinha credibilidade, era uma aposta. todo mercado, né, que você ainda tá muito naquele começo. Hoje é fácil falar que os os precursores desse mercado foram visionários, porque na época eles eram loucos. Essa que é verdade. Durante muito tempo da minha vida, durante os três primeiros anos, nossa, quanto que eu não patinei. Eu patinei
muito. Eu cheguei a ouvir várias vezes, eh, enfim, de familiares falando assim: "Cara, você tá, você é louca, esse negócio de internet não vai dar certo, isso não existe." Era tudo muito incipiente. Então, por que que eu tô falando isso para você? Porque eu quero mostrar para você que em todas as fases do mercado há dificuldades, atenções e o tempo inteiro você vai ficar ouvindo um grande grupo de pessoas criarem teses, criarem hipóteses sobre dificuldades do mercado. E na verdade, né, a gente não pode negar a realidade. Então, naquela época a gente vivia os problemas
e os desafios de um mercado realmente que estava no início em ascensão ali. Depois de 2015, quando eu aprendi a fazer os lançamentos, comecei a fazer os primeiros lançamentos, eu ainda tava patinando. Aí 2016 eu fiz o meu primeiro bom lançamento, né, que era lançamento propriamente dito mesmo. Fiz Os meus primeiros, os tais dos primeiros seis dígitos em s dias. Aí veio 2017, chegou 2018. Para 2019 eu já frequentava os maiores grupos de mastermind do Brasil, já estava ali entre os grandes players. Deixa eu contar para você que às vezes é meio novato, não conhece
essa história, que ali em meados de 2018, 2019, nós tivemos uma crise no mercado digital. muita gente que até então era gigante, que começou ali 2014, 2015, quebrou em 201819, teve muita dificuldade de se estabelecer no mercado. Grandes players do mercado desapareceram ali ao longo desses anos. Foi um período de dificuldade, não era um período super fácil como muita gente acha que foi, não. Só que o que que aconteceu ali final de 2019, começo de 2020, um pouquinho antes até da pandemia, o digital voltou a crescer, né? Mas e eu tô falando principalmente do mercado
de infoprodutos. Quando eu me refiro dessa dessa forma, né, de digital, eu me refiro a essa bolha, na verdade. Eh, voltou a crescer o mercado, enfim. E aí a grande questão é que veio a alguém lembra que que veio? Pandemia. Exatamente. Aí a gente teve pandemia, né, no seu auge. E quando chegou a pandemia, eu não sei você, se você já tava no mercado digital, mas eu me lembro bem, o Primeiro sentimento, a primeira sensação das pessoas era de muito pânico, era de muito pavor. As pessoas não faziam a menor ideia do que tava por
vir. Realmente foi uma situação horrorosa que a gente viveu. E naquela época quem tava no meio do olho do furacão e trabalhando no mercado digital sabe disso que muito se falou o que vai ser de nós agora, como é que a sociedade vai reagir agora nesse momento de pandemia, todo mundo dentro de casa. O que que vai ser do digital? E no início as pessoas não ficaram empolgadas no sentido de, é claro, esqueçamos do problema de saúde, né, da calamidade pública, se é que é possível esquecer, mas enfim, separemos pelo menos os problemas de saúde
da época. Vamos olhar só para fatores de mercado. Eh, naquela época as pessoas não conseguiam enxergar que com as pessoas em casa haveria talvez mais atenção no para o mundo digital. Num primeiro momento, os infoprodutores ficaram bastante tensos sobre como seria tudo isso, considerando o estado de calamidade pública, em que as pessoas estavam muito preocupadas com a própria saúde. Elas estavam guardando dinheiro, estocando coisas em casa. Eh, muita gente passou por dificuldade, né? Principalmente pessoas que tinham negócios físicos. Enfim, o que que eu quero dizer para você? Percebam, eu falei de 2012, quando eu comecei,
Expliquei na linha do tempo 19, tô contando para você sobre pandemia. Em cada um dos momentos a gente percebe que houve algum tipo de crise, algum tipo de preocupação com o estado do mercado. E aí foi só depois, depois que a pandemia meio que passou, a gente foi vivendo a pandemia e nós vimos que de verdade teve uma curva de crescimento vertiginoso, principalmente com o efeito da pandemia, com todo mundo em casa, muita gente consumindo infoproduto. Eh, e aí depois da pandemia, principalmente ali a partir de 23, 2023, a gente começou a ter um efeitinho
ressaca, né? Essa curva até então super ascendente começou a dar uma estabilizada. Às vezes caiu um pouquinho porque chegou a atingir um pico, chegou a dar uma estabilizada até que a gente chegou em 2025. E fato é que recentemente, principalmente nos últimos seis meses, eh eu tenho sentido uma intensificação de reclamações, de observações de várias pessoas do mercado, sejam grandes players, players médios ou pequenos players, enfim, pessoas que estão entrando no mercado agora. eh intensificação dessas reclamações no sentido de eu acho que tá mais difícil, estou sentindo mais dificuldade para ter resultados, para ter resultados
consistentes ou para escalar, né? E aí, Recentemente eu vi um vídeo do Beto Alenho Hofen. Inclusive eu cheguei a indicar esse vídeo, se não me engano, na última live que eu fiz do dia 8 do mês passado, 8 de junho, tá no canal dele, do Beto. E esse vídeo tem o o acho que o tema do vídeo é justamente o mercado digital saturou, se não me engano, né? Que é um vídeo muito bom que fala sobre a as frutas baixas do mercado, né? Como que a gente consegue, e aí uma lei financeira, ele ele fala
muito sobre isso, como que a gente consegue pegar essas frutas baixas do mercado e depois ficar realmente muito mais difícil, mais caro pegar as frutas mais altas, enfim. E aí o Beto fez esse vídeo, eu mencionei esse vídeo na live passada, esse vídeo ficou na minha cabeça. Eu resolvi trazer uma discussão sobre isso no Parabelum, que é o nosso grupo de mastermind que aconteceu no final de semana passado. Vocês viram, a gente fez até uma cobertura nos no nosso Instagram, no meu e no do Pedro. a gente trouxe, enfim, os maiores players do mercado para
debater a situação de mercado, fazer uma eh uma análise mais objetiva, né, sem histeria, nada disso, mas uma análise bem objetiva. E aí, bom, a moral da história, eu resolvi trazer isso, trazer a minha ponderação, principalmente de tanta pesquisa e da minha experiência dentro da medida, né, Do que posso compartilhar ao longo desses 10, 12, 15 anos de mercado praticamente, porque eu realmente acredito que não é todo mundo que vai sobreviver nesse mercado digital, não é todo mundo que vai sobreviver. E eu quero muito que as pessoas que estão aqui sejam as pessoas que vão
apenas sobreviver, mas principalmente que vão crescer e que vão ser eh os maiores desse mercado digital. Porque eu não acho que é só sobre sobreviver. Eu acho que a gente precisa crescer, né? pensar numa mentalidade de crescimento mesmo. E aí, eh, a grande questão assim, eh, paraa gente analisar é que nenhum negócio ele é autossuficiente. Portanto, as condições do mercado importam e importam muito. E hoje eu queria trazer e começar essa minha reflexão e esse conteúdo que a gente vai trazer com profundidade para você, já abordando essa camada de reflexão. Eu fiz aqui um mapa
mental, vou pedir pro pessoal colocar na tela, por gentileza. Aê, boa. Fiz um mapa mental, né? Vocês vão, a gente vai olhar para cada um desses itens aqui do nosso mapa. Mas vamos nesse primeiro momento, né, entender o fator mercado, que eu acho que é o fator que mais assusta, Principalmente o pessoal que ou que já não começou ainda e que fica com medo de se jogar no digital agora, que tá ouvindo todo mundo falar que tá mais difícil. Ou mesmo você que já colocou o pezinho na água e percebeu que, né, poxa vida, tô
tentando escalar, não tô conseguindo, tô batendo cabeça, não sei se tem alguém aqui que tá com essa sensação, né? Fiz até uma pesquisa aqui no meu Instagram e colhi vários depoimentos diferentes nesse sentido. Enfim, então para você que eh olha pro mercado e tem essa essa sensação, né, que tá difícil, meu Deus, o que que vai ser? e fica com uma sensação meio apocalíptica. É para você que eu queria fazer primeiramente essas análises que eu trouxe. Bom, vamos lá. A primeira coisa que a gente precisa entender que existem ciclos econômicos sazonais. Vamos primeiro nesse item
aqui de cima, né, Priscila? O que que são ciclos econômicos sazonais? Desde que o mundo é mundo, a economia ela não se comporta com linearidade. E por favor, já quero abrir um parêntese. Eu não vou aqui me meter a ser uma pessoa que entende de economia, tá? Eu tô fazendo uma leitura como empresária diante dos estudos que eu faço com no mercado. E a minha linguagem aqui vai ser a menos técnica possível, porque eu quero de fato, como Eu falei, nesse ambiente de segurança só aqui entre nós, conversar com você sobre o que eu tenho
visto. A ideia aqui não é da aula de economia para ninguém, tá? Mas o que a gente sabe é que a economia não se comporta com linearidade. Nós temos ciclos, como tudo na vida, como na natureza, nós temos o quê? Primavera, verão, outono e inverno. Basicamente essas estações, elas acabam representando alguns movimentos. Então, a forma como o mercado se comporta, portanto, não é uma forma estável, linear. E como é que esses ciclos funcionam? E como é que normalmente as empresas, e aqui eu não tô nem falando só do digital, eu tô falando no macro, eu
tô fazendo um zoom out, tá? Pensando com pensamento estratégico de empresário que trabalha com a realidade da economia geral, né? não só com a bolha do digital. Então, quando a gente olha para esses ciclos econômicos sazonais, como é que as empresas, os negócios normalmente se comportam, né? Então, a gente vai ter aqui momentos, eu até fiz a semelhança com as estações do ano, porque eu acho que é uma analogia bastante feliz. Quando a gente tem uma um ciclo de primavera, a gente vai ver que existem as oportunidades Mais abertas, mais claras, mais visíveis. Então aqui
o o os negócios eles percebem, né, que é mais simples de enxergar essas novas ideias, essas novas oportunidades. Aqui a gente tá falando, né, de florescer, florescer de ideias, florescer de visão de grandes oportunidades. Depois a gente vai ter também o verão. O verão é uma fase de crescimento acelerado. Então, se na primavera eu enxerguei as oportunidades e comecei a semear oportunidades, aqui no verão, eu vou começar a trabalhar realmente com a colheita, né, daquilo que foi semeado. Então, eu plantei as oportunidades e aqui eu vou ter um momento muito favorável, porque o mercado vai
estar aquecido. Aqui as vendas vão ser um pouco mais fáceis e a empresa vai escalar mais rápido. que esse crescimento da abundância, né, o momento da da colheita mesmo. Mas nem só de verão vive, né, o negócio. Então, nesses ciclos, a gente percebe que o verão acaba, o verão não dura para sempre. E aí a gente já começa a entrar numa fase de outono. Então, o verão vai acabando, vai entrando o outono e aí o que que vai acontecendo aqui? a gente vai entrando numa fase de ajustes. Aqui algumas coisas vão precisar ser Reestruturadas aqui.
Algumas das apostas que a gente tinha feito lá naquela fase da primavera, né? A gente queria apostar em tudo, tudo parecia uma oportunidade reluzente. Aqui o que que nós vamos enxergar? Nós vamos enxergar que o crescimento começa a desacelerar. ele ainda está presente, mas ele começa a desacelerar e que você vai precisar revisitar algumas das decisões tomadas. Por quê? porque está realmente eh se porque você começa a enxergar alguns desafios se aproximando até que nós chegamos realmente no inverno. Ou para quem ã conhece a o Game of Thrones, né, a gente no finalzinho do outono
é aquela máxima do winter is coming, né? E aí chegando o inverno, o inverno é a batalha mesmo. Lá a gente tá falando de Star Wars, né? O inverno é batalha, inverno é guerra, é uma fase mais de retração da economia. E aqui, considerando as crises externas, e aqui quando a gente fala de crises externas, pode ser considerando fatores macroeconômicos ou pode ser considerando alguns contextos que são complexos em alguns mercados específicos. Então, vamos supor, né, você trabalha especificamente com concurso e de repente aquele Concurso não vai mais abrir porque teve um escândalo, né, num
determinado órgão do governo e aí a gente vai ter uma fase sem concurso durante muitos anos. Então, a gente tá falando de uma crise num contexto complexo de um mercado específico. Então, eu tô falando de fatores macroeconômicos que vão abordar um mercado financeiro inteiro ou tô falando de contextos complexos em mercados específicos que acabam trazendo esse inverno, que acabam permitindo com que a gente sofra mais, que o ambiente ele fique mais hostil. E isso significa que a jornada de compra, ela vai ficando mais cara e mais demorada. Então, se antes eu demorava, sei lá, eh,
um mês para fazer uma compra, um mês para fazer uma venda, talvez agora eu demore 2, 3, 6 meses para fazer uma venda, né? Se antes o meu custo de aquisição custava X, talvez aqui nesse contexto ele vai custar 2, 3, 4, 5x, né? Então é uma fase mais difícil. Então, a gente tem aqui essa realidade. Se você for analisar a economia, você perceberá, né, em alguma medida, num sentido não técnico, como eu acabei de explicar, que a economia tem sim esses ciclos sazonais, fases de crescimento ou um crescimento super abundante ou um crescimento um
pouco mais discreto, enfim, mas ela tem fases de crescimento e tem fases de retração, tem fases ali de recessão, econômica. E aí, é claro, Né? Eu posso ter um inverno mais rigoroso, eu posso ter um inverno um pouco menos rigoroso, que passa mais rápido. Agora eu tenho uma realidade que desde que o mundo é mundo, assim como primavera, verão, outono e inverno, sempre passam, não tem como. É uma lei natural. Isso é uma verdade. Isso não é uma opinião. Todos os ciclos t começo, meio e fim. Todos os ciclos têm começo, meio e fim. Não
tem aquele ditado, não há, como é que é? Não há bem que sempre dure, não há mal que nunca cabe, né? esse que é o ditado. É exatamente isso. Então, da mesma maneira, os ciclos econômicos, eles também vão sempre ter começo, meio e fim. E aí o ponto é em que momento que nós estamos agora. Vamos analisar o mercado. A gente tá no momento de outono inverno, tá? Parece que eu tô falando de coleção de roupa. Também estamos num momento de inverno, né? Tá bem frio, inclusive onde eu estou, não sei se onde vocês estão
também, mas fato é que a gente tá sim num momento de outono inverno. O que que isso significa? Quando a gente vai olhar pro mercado e aí eu vou misturar alguns fatores, né, Externos macro que impactam o mercado num cenário econômico global, no cenário econômico nacional. E também vou colocar aqui alguns critérios também que estão diretamente ligados eh a à bolha do digital. O que que a gente enxerga? Nós temos uma inflação alta, nós estamos vivendo uma taxa de juros bizarramente alta também, ou seja, as pessoas estão sem crédito, o dinheiro tá cada vez um
mais difícil, a capacidade econômica das pessoas tá prejudicada, tá muito ruim. Eh, e aqui, né, já trazendo pros pontos do digital mesmo, desconfiança do consumidor com promessas que parecem enganosas tá muito mais alta, tá? Menos com Bet, né, que foi um strike. Vamos deixar esse asterisco aqui, tá? Eh, mas que é inclusive um ponto polêmico e que a gente já sabe que influenciou inclusive na capacidade econômica prejudicada. principalmente ali de algumas classes. Mas fato é que a desconfiança do consumidor, com algumas promessas que sempre foram feitas de forma extremamente agressiva no mercado digital, eh essas
fases elas são fato, e não tem como a gente negar. concorrência no digital tá muito mais alta. Então, a gente percebe que houve uma corrida muito grande. Eh, muitas pessoas começaram a olhar pro digital porque quando alguém vê uma oportunidade, se arrisca num mercado e Tem resultado nesse mercado, é natural que exista uma corrida. Sempre onde há dinheiro, vai haver uma corrida. Tem os precursores e tem a galera que vai chegando logo atrás. e vem vindo uma galera, entendeu, para cá. Então, hoje é muito difícil você encontrar um nicho de mercado que não há concorrência,
não existe praticamente, né? pode ter uma concorrência de baixo nível, mas o volume da concorrência tá mais alto. A concorrência ainda é muito ruim, mas o volume atrapalha em alguma medida porque cria ruído. Cria ruído. E também é um ponto a se considerar que muitos negócios acabaram já colhendo essas frutas baixas do pé e principalmente os grandes. Quem já tá faturando nesse mercado há um bom tempo, é, tá com mais risco de andar de lado. Por quê? Porque essas pessoas já tiveram ali, né, um processo muito eficiente de, por um custo baixo explorar bem esse
mercado que era mais fácil, essas frutas mais baixas do pé. E aqui eu coloco esse asterisco. Se você não viu o vídeo do Beto Alenho Hoffen, depois vai lá assistir. Depois deixa um comentário. Vim aqui pela Priscila Asilo, porque eu tô indicando bastante gente para assistir e é legal que ele saiba disso. Eh, que é um querido, adoro ele. O Beto é nossa, é um um cara que eu admiro muito. Enfim. E e aí se os grandes, né, Ou as pessoas que já estão no mercado há mais tempo precisam fazer mais esforço para colher esses
frutos mais altos do pé, o que que acontece diante? Veja bem, já é uma missão difícil colher os frutos mais altos, já é mais complicado, já é mais caro, mais complexo, ainda mais quando os outros fatores, fatores de mercado, não estão favoráveis. Então, percebe a missão de colher as frutas mais altas do pé já é difícil. E ainda mais nessas condições, isso faz com que para muita gente esse movimento de sobreviver a esse ciclo de outono inverno esteja extremamente desafiador. Então eu verdadeiramente enxergo que a gente tá assim nesse momento. Ah, Priscila, mas tem gente
que tá crescendo. Claro, com certeza. Nós inclusive estamos crescendo, tá? Eh, mas a questão é, o crescimento ele é mais desacelerado, não dá para comparar de com uma fase de crescimento super acelerada. Por quê? Se você ainda tá num crescimento acelerado nessa fase, é porque provavelmente você é muito iniciante, você pegou muito a veio de um nicho de mercado que você tá conseguindo explorar, mas é provavelmente mais recente você dificilmente tá mais de 2 anos no mercado. Com absoluta certeza, Dificilmente tá mais de 2 anos no mercado. Eh, e tá tudo ótimo. Que bom. Espero
que você continue crescendo, mas fato é que as condições não estão favoráveis e, provavelmente, se elas tivessem favoráveis você estaria crescendo 10 vezes mais rápido, tá? Porque as condições de mercado atuais são essas e isso, como eu falei, são fatores objetivos de análise, não é bem uma opinião, tá? São dados. Isso não significa que o digital vai sumir. Então, quando a gente fala de saturação, dá-se uma impressão de que não é mais possível explorar o mercado e colher bons frutos. E é com isso que a gente tem que tomar cuidado, porque nisso eu discordo. Eu
ainda acredito, e eu vou provar o porquê para vocês, que aqui tem muito fruto para colher e que mesmo com todas essas questões, quando a gente compara com o mercado lá fora, o digital ainda é, na minha opinião, a melhor opção, principalmente para quem não tem rios de dinheiro para investir, quem não tem experiência nenhuma no universo do empreendedorismo. Por quê? Não tô dizendo que é fácil, não tô dizendo que vai ser mamata, nada disso. Eu tô vendendo a verdade aqui Para você. Mas é que quando a gente fala de empreender na economia real e
você compara o que é o universo do digital com uma economia real, não tem como. Não tem como. É, é muito desequilibrado o nível de e a proporção de necessidade de investimento, de necessidade de experiência, de risco, quando tá falando de digital e de economia real. Só que o ponto é que muita gente fica histérico quando escuta falar isso daqui que é a verdade, né? Muita gente fica histérico e pensa assim: "Nossa, mas eh a economia, o digital com essa saturação em alguma medida vai significar que a gente não vai mais conseguir?" Bom, vamos lá.
Como eu falei para vocês, os ciclos eles se repetem, né? Então, sim, é verdade que alguns mercados deixam de existir. Sim, é verdade que apesar dos ciclos da economia no geral se repetirem, alguns mercados eles tendem a saturar de verdade ou até a se tornarem com o futuro inexistentes, porque por diversos contextos da dinâmica da sociedade, alguns desejos deixam de existir, as necessidades mudam. Então, por exemplo, quando a gente fala da Kodak, quando a gente fala lá, né, da Blockbuster, né, aqueles exemplos clássicos que todo palestrante de empreendedorismo cita nas palestras. Sim, alguns mercados deixam
de existir, mas vamos olhar pra economia que a economia sempre volta a crescer, porque os o as estações de de do ano sempre mudam, né? Então, os ciclos de crescimento e retração sempre vão acontecer. E aí quando a gente olha, né, mas será que o digital vai ser a próxima blockbuster? Será que o digital vai acabar ou será que com o retorno de um ciclo de crescimento ele vai continuar aqui? E aí, gente, honestamente não vai acabar. Você consegue enxergar qualquer possibilidade das pessoas abandonarem isso daqui? Vocês acham que as pessoas vão parar de usar
internet para aprender coisas? A verdade é que a tendência de consumo, principalmente sobre experiências online e sobre educação online também, só aumenta. E quando você olha dados, por exemplo, a Hotmart, eu vi esses dados recentemente, eh mesmo com esse ciclo da economia complicado, o digital cresce no macro digital cresce. O que acontece é que tá mais pulverizado, enfim, uma série de coisas, né? a as taxas de conversão, de aprovação de pagamento caem um pouco num ciclo de dificuldade financeira de outon inverno. Mas fato é que a internet e o uso da internet e o Perfil
de consumo da sociedade só aumenta. Então eu não consigo enxergar o digital acabando. Vai continuar existindo, gente. O mercado de cursos online vai continuar existindo, o mercado de educação vai continuar existindo, os lançamentos vão continuar funcionando, agora eles vão se transformando e se adaptando aos novos contextos sociais e as novas necessidades, principalmente na hora de se comunicar com a galera. e os formatos vão se atualizando, mas a gente voltando algumas casas e olhando pro princípio da coisa, o desejo e a necessidade de se educar, enfim, de usar a internet, só vai aumentar. Então, provavelmente o
que que vai acontecer? Vai acontecer uma limpeza. Exatamente. O mercado em fases de outono, de inverno, ele provavelmente vai se reciclar. Provavelmente os players que você hoje conhece daqui a um tempo você vai ver que eles não vão estar. Agora a verdade é a seguinte. Se você conseguir se estruturar para estar no topo, ou seja, se você conseguir em alguma medida, como eu falei, sobreviver a este mercado, pode ter certeza absoluta que no próximo Ciclo de crescimento, sabe o que que vai acontecer? No próximo ciclo de crescimento, você vai ser uma pessoa ou uma empresa,
né, melhor dizendo, muito difícil de alcançar. E aí aqui a gente vai ter provavelmente um cenário em que principalmente os fortes, quanto mais fortes eles ficarem, é o que a gente chama, tem uma expressão em inglês que é o winners take call, né, que basicamente vai se criar um distanciamento muito grande entre as pessoas que vão sobreviver agora, porque todos os outros que não vão vão ser dizimados em alguma medida ou vão ficar tão pequenininhos que vai vai ser aquela coisa, não vai ser muito difícil escalar. E essas pessoas que permanecerem no próximo ciclo de
crescimento, elas vão conseguir surfar uma onda tão grande por terem ficado, porque essa concorrência muito baixa, que hoje é muito alta em volume baixa em em competência, ela vai ser dizimada e provavelmente a concorrência vai cair de novo, entendeu? Então, no próximo ciclo de crescimento, a concorrência ela não estará muito grande, porque os concorrentes pequenininhos e ruins vão ser arrebatados pelas dificuldades do outono e do inverno. E se você conseguir entender esse ciclo agora para se Posicionar, você vai est no topo. Por quê? Porque você vai sobreviver ao outono inverno e o verão vai chegar,
a primavera vai chegar e o verão vai chegar. E aí a pergunta é como está nesse topo, né? O primeiro ponto é justamente fazendo esse alinhamento de expectativas e tendo essa autorresponsabilidade extrema. Priscila, como assim? Não entendi. É o seguinte, gente, enquanto tem muita gente que chora, sempre tem muita gente ganhando dinheiro. Isso é um fato. Enquanto tem muita gente que tá se borrando, tem muita gente que tá olhando para esse momento do mercado em que tá todo mundo com medo e consegue identificar oportunidades para se estabelecer ainda mais. O que que diferencia umas pessoas
de outras? Em primeiro lugar, é a visão nua e crua do mercado. Ou seja, eu olhar o mercado e ter estrutura emocional e ter uma noção de expectativa real, ou seja, o quanto que eu consigo crescer. Quando eu tô no outono inverno, as minhas metas de crescimento, elas precisam estar adequadas ao momento. E eu preciso entender que se eu estou ali, né, é o que tá escrito aqui, se eu tô num momento de ou tô no inverno, o que que eu vou fazer? Eu tenho uma fase de ajustes, eu tenho Algumas coisas que precisam ser
reestruturadas, eu preciso rever algumas das minhas apostas. Então, às vezes, eu tô com um projeto que não tá tão legal, ele tá só ladeira baixo, eu vou desligar esse projeto. Tem um projeto que tem aqui um resultado mais consistente, então vou focar mais nesse projeto, vou reorganizar os meus recursos de maneira inteligente, colocando energia, foco e dinheiro, onde eu sei que é mais, né, e é mais jogo, vai me trazer mais resultado. Enfim, eu preciso adequar as minhas estratégias e revisitar as minhas expectativas de acordo com o momento de mercado. Eu não vou surtar em
posição fetal no escuro no banheiro porque eu não tô dobrando os meus lançamentos lançamento a lançamento, não. Eu tô entendendo o jogo atual do mercado e eu vou olhar pras minhas metas. Eu não vou me contentar com pouco, eu não vou ficar num discurso vitimista culpando o mercado. Não é nada disso. Mas eu vou ter noção do mercado para alinhar as minhas expectativas do que é possível alcançar para que eu não me frustre e ao mesmo tempo eu vou ter autorresponsabilidade extrema. Por quê? Porque eu não vou culpar o mercado pela minha falta de resultados.
Os meus resultados me dizem a verdade. Eles me dizem quais são as competências que eu não tenho e que eu preciso desenvolver. Eu gosto de Pode tirar um pouquinho da tela, Mari, por gentileza. Eu gosto muito eh de fazer, vou colocar aqui um slide para vocês. Eu gosto muito de fazer uma analogia, sabe? Eh, que é essa analogia aqui, ó. Joga na tela para mim, por gentileza. Mari, quando a gente fala de empreender, a gente tá falando de navegar. Basicamente é isso. O barco, a vela é a nossa empresa, né? E a gente não tem
bem um motor aqui. A gente precisa trabalhar com as nossas condições ao redor. O vento e as condições do mar vão representar o quê? O mercado eu não controlo. Às vezes o mar ele tá um pouquinho mais revolto. Às vezes o mar ele tá um pouco mais calmo. Às vezes ele tá me ajudando, né? Ele tá me ajudando ali junto com o vento, né? Ele ele vai me ajudando a a navegar mais fácil pro destino que eu quero. Enfim, então o vento, as condições do mar são as condições externas de mercado. O barco é a
minha empresa, os o destino final são os objetivos do meu negócio. E o que que acontece? Eu vou alinhar as expectativas entendendo as condições de navegação, então o vento e o mar. Mas eu entendo que o barco a vela sendo a minha empresa, ele tá sob o meu controle. Então o que que eu tenho que fazer? Eu tenho que desenvolver as minhas competências de capitão para ajustar as velas do meu barco, entendendo qual é o destino, ou seja, quais são os objetivos do meu negócio e como é que eu vou ajustar as velas do meu
barco para chegar onde eu preciso. Eu vou alinhar a expectativa porque eu sei que a minha velocidade vai ser impactada. Se o vento, se o mar estão desfavoráveis, por mais que eu ajuste as velas e faça tudo que eu puder fazer, eu não necessariamente vou conseguir navegar numa velocidade que eu navegaria se as condições estivessem favoráveis. Mas por um outro lado, depois de alinhar a expectativa sobre a possibilidade de velocidade de navegação, eu também, ao mesmo tempo, preciso desenvolver as minhas competências de capitão com autorresponsabilidade extrema, entendendo que sou eu quem precisa ajustar, né, os
as minhas velas. Sou eu quem precisa eh trazer para mim a responsabilidade de tá indo mais próximo ou mais longe do meu objetivo. Então eu não posso virar e falar assim: "Ah, eu tô, eu tenho que ir para lá com o meu barquinho". E aí eu começo a ser jogada com o vento e com o mar para cá. E aí eu viro e falo assim: "Ah, não, mas a culpa não é minha. A culpa é do mar, a culpa é do vento. De maneira nenhuma. Por quê? Porque um bom capitão, ele não pode contar com
o vento perfeito o tempo inteiro. Ele precisa o quê? Fazer a Manutenção do mar, do barco para que tudo funcione bem, ou seja, da sua empresa para que tudo funcione bem. E ele precisa ajustar suas velas para continuar avançando. Não importa qual seja a velocidade, o importante é estar na direção correta. Pode tirar um pouquinho da tela, Mari, por favor. Então, basicamente essa analogia ela traz justamente esse ponto da do alinhamento de expectativa e da autorresponsabilidade. Aí você vai falar assim pra mim, Priscila, entendi tudo isso, entendi as condições de mercado, mas a grande pergunta
que não quer calar é: uma vez que eu tenho expectativa alinhada com o momento de mercado e eu sei que o ciclo vai melhorar e quando o ciclo melhorar e eu quero poder surfar essa onda porque como uma boa surfista, mentira, eu não sou boa, mas sei mais ou menos. Eu sei que a gente não consegue surfar uma onda se a gente deixar para se preparar e colocar a prancha só quando a gente vê a onda vindo. Pega as melhores ondas quem já tá na posição. Você tem que já tá em cima da prancha. Então,
como é que na autorresponsabilidade extrema eu posso me preparar para esse ciclo de crescimento que vai chegar? Ele vai dizimar esse ciclo de dificuldade de todo mundo que é despreparado, mas ele vai chegar para quem tá preparado. Como É que eu vou me preparar para isso com autorresponsabilidade extrema? E aí é que vem os outros pontos que eu preparei para você, que são basicamente os nove pilares para você estruturar o seu negócio, ou seja, para você ajustar o seu barco, para você revisitar ali todas as fundações do seu barquinho, da sua empresa, do seu negócio
e ter sucesso e permanecer no topo. Então, a gente vai passar por esses noves, esses nove pilares a partir de agora. O primeiro pilar é o entendimento profundo sobre quem você serve. O que que isso quer dizer? Vem comigo aqui, ó. A pergunta é: quem você vai ajudar a resolver? Que problema? A, eu tenho estudado bastante, inclusive coisas bem de fora da bolha, né? E uma das coisas que é muito louco quando você fala com empresários que são de fora dessa nossa bolha e eles sempre perguntam: "Quem que você serve? Qual é o seu público?
Quem que você tá atendendo? Quem são essas pessoas? Quanto de pesquisa você faz para ter profundidade de entendimento sobre quais são os maiores problemas dessas pessoas? Quais são as maiores dores que essas pessoas têm? Quais são os maiores sonhos, quais são os maiores obstáculos, né? O que que esse público alvo, essas pessoas, o que que elas esperam de você? O que que elas esperam também dos outros players do mercado sobre soluções, produtos ou serviços? e quanto que as pessoas estão dispostas a investir em soluções deste mercado. Então, o primeiro ponto é se você quer continuar
vendendo, inclusive em fases difíceis, inclusive em fases de inverno, o que que você precisa? Teruta segurança das pessoas com quem você quer falar? Qual é o seu perfil de cliente ideal? Com quem você quer trabalhar? Em outras palavras, quem você quer servir. Quanto mais genérica for a sua resposta, mais problema você vai ter, porque você não consegue criar conexão com essas pessoas. você não consegue tomar as decisões chave da estruturação do seu próprio negócio. Nenhum dos outros pontos relacionados à estruturação do seu negócio vai ser serão possíveis. Você não consegue tomar decisões no seu negócio
quando você não sabe quem que você tá servindo. Então, o primeiro ponto é justamente a pesquisa. Você fazer uma excelente pesquisa e você aprender a dizer não para determinados públicos. quem você não vai servir. A Gente fica numa paranoia de querer vender para todo mundo. E é assim que a gente começa a fracassar, porque a gente acaba não vendendo para ninguém. Uma vez que eu entendi quem eu sirvo, aí eu vou entrar no posicionamento da marca. E aqui no posicionamento da marca, quando a gente tá falando desse nosso mundo, né, falando de creators, falando de
infoprodutores, enfim, a gente tá falando muito da figura do expert ou do especialista, como você quiser chamar. Outro dia eu vi uma nova expressão que eu gostei dos talentos do digital. Basicamente as pessoas que aparecem na frente das câmeras para monetizarem com soluções que levam muito do seu nome, do seu rosto, da sua expertise. E aqui, quando a gente tá falando de um posicionamento de uma marca no digital que bebe da figura de um especialista, principalmente nesse momento atual, face imprescindível a consideração desses elementos aqui. especialista ruim não vende, principalmente em períodos de outono inverno,
não vende. Então, quando você tem um especialista ruim e atenção você que é um profissional de bastidor, que precisa escolher bem os projetos nos quais você vai trabalhar, é muito difícil sobreviver nesse período, é praticamente impossível. Faça uma boa curadoria dos projetos. E o que que é um especialista bom que vale a pena abraçar inclusive em períodos de outono inverno? Primeira coisa, precisa ser um especialista que tenha um personagem atrativo. Ou seja, você liga a câmera, ele brilha, ele é um personagem mesmo. Não no sentido pejorativo de que ele finge ser alguém que não é.
Não é nesse sentido, não é basicamente uma pessoa que tem uma identidade narrativa, ou seja, ele tem uma história, essa história confere a ele uma autoridade, né? Então é preciso entender se ele tem um estilo de vida, uma história, um background que traz aí uma robustez pra tese que ele vai defender. Quem é esse especialista? Ele tem ali uma filosofia de vida, uma filosofia de trabalho. Ele defende algumas verdades, né? E qual que é o arquétipo dominante dele ou quais são os arquétipos dominantes? Como é que esse essa esse personagem ele vai se apresentando? Aqui
eu não quero entrar numa discussão sobre se eu acho que arquétipo é bom, é ruim. Eu sei que tem muita gente que pira nisso, mas o foco é você entender o princípio por trás do conceito, né? Esse especialista, ele precisa, em alguma medida, defender uma bandeira com muita personalidade, tá? Esse que é o ponto. Se ele é uma pessoa que não tem isso daqui, claro, o que que ele defende, as bandeiras, o tipo de abordagem dele, dificilmente ele vai conectar com as pessoas. Tem que ter carisma, tem que ter algum tipo de estrutura na comunicação,
Tem que ter eh um um tipo de brilho, sabe? Eu chamo isso de star power. A pessoa tem que ter isso. Não dá para você simplesmente colocar. Tem gente que é chata. Eu falo isso na lata assim, tem gente que você coloca na frente da câmera, a pessoa a pessoa não conecta com ninguém, é uma pessoa que não tem aquele, sabe aquele quê. É um dom mesmo, é uma graça. Ah, Priscila, mas pode ser desenvolvido? Pode, mas em períodos de outono inverno, você vai querer se esperar para desenvolver isso? No expert, fica mais difícil, né?
E também tem que ser o que eu chamo de real deal, ou seja, tem que ser uma pessoa que domina aquilo que ela vai ensinar, porque ainda mais nos momentos de outono inverno, as pessoas num momento, inclusive de concorrência de baixa qualidade, em que o mercado fica mal visto, mal falado, né? ai os vendedores de curso, ai olha ali, ficou dinheiro, ficou rico, tá ganhando dinheiro vendendo curso, entrando nesse preconceito, né? Então, quanto mais superficial for o conhecimento desse especialista sobre o tema que eles se propõem abordar, mais complicado vai ficar separar esse especialista desse
caldo comum. Então, tem que ser uma pessoa que domina aquilo que ela fala. Esse especialista também, principalmente diante desse personagem atrativo, ele precisa desenvolver a habilidade de criar comunidade. Prila criar comunidade significa ter um produto de comunidade, por exemplo, comunidade Sobral de Tráfego. Não, não é nada disso. A gente tá falando aqui de criar uma base de fãs fiéis da marca, de criar um grupo de pessoas em volta dessa marca que se identifica tamanhamente com as bandeiras que passam a assumir essas bandeiras como próprias bandeiras de abordagem profissional e até de estilo de vida. E
para isso, o especialista, ele precisa ter um quê? De liderança, ele precisa ter um quê de conexão, ou seja, de ter eh conseguir construir pontes com as pessoas. E ele precisa desenvolver estratégias de tangibilização do movimento. O que que isso significa? Esse movimento, ele precisa ter nome, ele precisa ter filosofias claras, ele precisa ter elementos. Vou dar um exemplo aqui, ó. Vocês viram que eu tô bebendo água? Eu tô até bebendo pouca, não sei vocês. Bebam água nesse inverno, né, gente? Eu tenho tanta dificuldade de beber água. Vocês também? Por que que eu tô falando
da água, ó? Porque esta daqui é a nossa garrafinha, nosso squeeze oficial. Não sei se vai dar para ver, porque o quando eu aproximo muito, né, o Zoom ele ele faz com que não dê para ler. Mas são várias mensagens aqui, olha, nos dias em que faltar inspiração, que sobre disciplina, a gente se descobre no movimento, ou você perde o medo, ou você perde a oportunidade, só dá conta de tudo que a pouco se propõe, trate como se já fosse. As melhores coisas não são as que recebemos, mas as que construímos. enfim, #movimentodosbastidores. E aqui
tem uma série de frases que eu costumo falar bastante nas minhas aulas, né, dentro da formação bastidores do digital, pros meus alunos, pros meus pros meus mentorados. E essas frases se tornaram meio que um símbolo, são muitos mantras. E essa squeeze é uma squeeze exclusiva que só ou quem vai no evento ou quem é nosso aluno tem ou pode comprar, né? Isso daqui é uma maneira de tangibilização do movimento. Vou só tomar um último gole d'água. Pois bem, isso daqui é uma tangibilização do nosso movimento. Então, basicamente, quando a gente tá falando de ter elementos
físicos, camiseta, né, nome do movimento, enfim, Mantras, a gente tá criando, tá, tá tangibilizando esse movimento do abstrato pro plano concreto, pro plano real. O especialista, ele já em condições normais de temperatura e pressão, já deveria produzir conteúdo, mas principalmente quando a gente tá falando de inverno, o ponto é, não dá para produzir só conteúdo, você tem que produzir muito conteúdo. E aqui vale lembrar que o perfil de consumo em cada plataforma é diferente. um momento como que a gente tá vivendo de muito ruído, de muita gente produzindo conteúdo, o especialista ele precisa entender isso
e ou ele vai se adaptar ou ele vai morrer, entendeu? E quando a gente tá falando de redes como Instagram, como TikTok, é importante lembrar desse conceito do infotenimento, que é a mistura da informação com o entretenimento. Então, não dá mais só para produzir aquele conteúdo informativo chato, sabe? Ele precisa ter um qu de entretenimento. Ele precisa ter um qu de ser gostoso, de assistir, de conseguir se enxergar o de pano de fundo a personalidade do especialista. E isso tudo em volume. E o especialista precisa est muito OK, que este é o trabalho dele. Ele
não pode, ai, nossa, eu ainda não consegui descobrir a minha veia da minha linha editorial aqui nessa rede. Ai, ó céus, ó vida. E agora? Nossa. Desanimei. Gente, Especialista não pode desanimar de produzir conteúdo. Essa que é a verdade. Não pode. Se desanima, não é um bom especialista. E esse é um alinhamento de expectativa muito importante de se fazer com os especialistas nessa altura do campeonato, nessa estação do ano que a gente tá. A questão do domínio acessível, basicamente, como a gente falou, né, o especialista ele tem que ser o real deal, ou seja, ele
tem que dominar aquilo, né? Mas o domínio ele não é só para ele. Ele precisa ser um domínio acessível. Ou seja, além de viver o que ele ensina, ele precisa ser bom em explicar o que ele sabe para que aquilo possa transformar a vida de outras pessoas também e não somente a dele. E ele precisa ser bom também em inspirar, então, seja pelo lifestyle, pelas conquistas, pelos resultados, até mesmo na maneira como domina esse conteúdo, esse especialista, ele precisa ser um objeto de admiração das pessoas da sua audiência. Finalmente, o especialista precisa fazer o que
precisa ser feito. Trabalho dá trabalho. Ser especialista não é só por, ah, eu quero ser famoso, não pode ser por isso. Essa motivação é muito rasa. As pessoas não aguentam isso em fases de outono inverno. E esse é um ponto importante de ser sempre alinhado. Se você é especialista, saiba disso. Você vai ter que ser incansável no que você tem que ser do que no que você tem que fazer, que é principalmente criar conteúdo. E é preciso ter mentalidade de Empresário, ou seja, ter visão de longo prazo, encarar a marca como algo maior do que
o seu CPF. A sua empresa não nasceu para servir o seu CPF especialista, ela nasceu para servir a audiência, o público. Então, muitos especialistas nesses anos que a gente tava vivendo primavera, que a gente estava vivendo verão, que a gente teve poucos outonos ao longo dos últimos anos, o ponto é que muita gente ficou mal acostumadinho. Ninguém virou empresário de verdade, entendeu? Então, veio um período um pouquinho mais duro, um pouquinho mais difícil e aí a pessoa já surta. Por quê? Porque ela não vai poder trocar de carro no próximo lançamento. Ela tem que entender
como que ela vai eh reorganizar os recursos, refazer os investimentos. ela não se acostumou a tratar o negócio como empresa. Então, de fato, ou o especialista, ele começa a desenvolver essa mentalidade de empresário, ou, de novo, ele vai estar no grupo dos que não vai sobreviver, dos que não vão sobreviver. E aí, se você é o especialista, saiba disso daqui. Essas daqui são as competências imprescindíveis para você conseguir desenvolver o posicionamento da sua marca, da sua marca pessoal e depois, com o passar do tempo, se você quiser, até da sua marca institucional. E se você
é um profissional de bastidores, Saiba nos negócios de qual especialista você tá trabalhando, tá? E aqui ainda sobre posicionamento da marca, além de ter todos esses elementos, a gente precisa ter aqui agora estratégias de backstage para criar essa base. Então, uma vez que o especialista ele tem todos esses pontos, esses elementos, essas competências, ele dá cheque em todos esses itens, a gente vai precisar no backstage definir a estratégia de comunicação diante da nossa ambição. Ou seja, uma vez que eu entendi qual é o posicionamento que eu quero criar no mercado, ótimo. Então agora eu preciso
criar uma mesa marca diante da minha ambição, diante do espaço que eu quero que a minha marca ocupe no mercado. E aí eu vou criar essa estratégia com uma linha editorial. Vou definir os canais, os formatos, a frequência que eu vou produzir conteúdo. Vou entender como que eu vou fazer distribuição desse conteúdo, vou captar leads o tempo inteiro, vou aquecer a audiência, vou fazer campanhas de alcance, seja com tráfego pago, seja com outros meios, até media offline. Teve um um uma palestra no parabelo falando de mídia offline, gente, né? Então, a gente vai entendendo a
estratégia de distribuição para quê? Pra gente poder posicionar a nossa marca. E, finalmente, também conhecimento dos concorrentes diretos que a gente precisa mapear. Porque se eu quero posicionar a minha marca, quem se posiciona se posiciona sempre em relação A alguma coisa. O posicionamento sempre será uma comparação. Eu preciso entender com quem que eu estou me comparando. E se eu não conheço quais são os meus concorrentes diretos, como é que eles estão posicionados, eu não consigo traçar o meu diferencial competitivo, a minha proposta única de valor. Então aqui tudo isso vai fazer parte das estratégias de
criação de base e eu preciso investir o tempo inteiro em renovar, em oxigenar essa base. Eu não posso só pensar em esgotar essa base, em vender sempre só pras mesmas pessoas. Eu preciso o tempo inteiro investir e oxigenar nessa base fortemente, porque esse é um dos pilares do posicionamento da marca e do crescimento consistente ao longo do tempo. Em em momentos, em cenários de outono inverno, quanto melhor a marca tá posicionada, melhor ela sobrevive ao outono inverno. momentos de eh de eh alta concorrência, quanto melhora o posicionamento da marca, mais os outros vão ficando para
trás. E em momentos de inteligência artificial em que os produtos, as abordagens, as informações vão ficando cada vez mais semelhantes, Posicionamento da marca protege, porque não é mais sobre encontrar informações que podem ser passadas, por exemplo, numa Wikipedia. é sobre eu aprender aquele assunto a partir da abordagem, da visão de mercado, da visão de mundo daquele especialista, daquela marca específica. Eu não quero só mais um produto, eu quero aquele produto, aquela solução que eu tenho confiança de que aquela marca tá me passando, ainda mais num momento de insegurança em que o dinheiro tá escasso, eu
preciso pensar melhor onde que eu vou gastar o meu dinheiro e eu preciso entender se realmente essa solução, esse produto, esse serviço vai me trazer resultado. Então, posicionamento da marca é algo extremamente importante. E aí a gente vai pro nosso terceiro pilar. Então, a gente tá falando aqui de ecossistemas de solução. Opa, deixa eu fechar aqui antes que vocês já vejam todos os spoilers. O que é um ecossistema de soluções? Simples. Você vai pensar qual é a solução que você vai vender para o seu público. Como é que você gera valor pro público? Isso pode
significar produto, Pode significar serviço, você pode desenvolver um SAS, enfim, como é que você resolve os problemas do seu público, com que produtos, com que serviços. E aqui a gente tá falando de sobreviver nesse mercado, principalmente criando não apenas uma solução, mas várias soluções. Só que aí é que está criar várias soluções não é algo tão simples. Basicamente você precisa entender que produtos diferentes, soluções diferentes, precisam ter escopos diferentes. Ou seja, ou elas vão tratar de problemas diferentes ou vão trazer experiências diferentes pros clientes, ou você vai proporcionar níveis de acesso ao especialista diferentes ou
você vai trazer níveis de personalização e de acompanhamento diferentes. Então, quando você tem um leque, um cardápio para vender pro seu público, para vender pra sua audiência, é muito importante que as pessoas entendam a diferença, né, entre os produtos nesse cardio, as soluções oferecidas nesse cardápio. Imagina só, você vai no restaurante, tá escrito bife parmediana 1, R$ 10. Aí depois logo embaixo, bife a parmediana um. R$ 20. Aí depois logo embaixo, bife a parmediana um R$ 1.000. Isso não vai te deixar muito confuso. Você vai virar chamar o garçom. Primeira coisa que você vai perguntar
é qual que é a diferença. Você já vai partir do pressuposto que um é de um tamanho, o outro é de outro tamanho. Sei lá, os ingredientes mudam. Por quê? Porque se você não tem escopos diferentes, você começa a confundir o seu público. Então o ponto é, é importante ter diferentes soluções, mas o que que justifica essas soluções tão diferentes? Um outro ponto importante, esses produtos, esses serviços, essas soluções, elas é importante que elas tenham ticketes diferentes. Então você pode ter um baixo ticket com objetivo de lucrar já no baixo ticket, ou você pode ter
um baixo ticket com objetivo de adquirir novos clientes presteira. Você não quer lucrar logo no fronte, mas você tá adquirindo clientes e você vai continuar vendendo para essas pessoas lá na frente outros produtos. E é nesse lifetime velho, o famoso LTV que o lucro chega, né? Você vai ter tickets mais intermediários, você pode ter tickets altos e aqui eu até coloquei um novo, uma nova categoria que eu chamei de tickets proibitivos, que são os tickets absurdamente altos. que você vai vender para pouquíssimas pessoas. Esse daqui é o VIP do VIP do VIP que ancora toda
a sua esteira, todo o seu ecossistema. E aí o ponto mais importante quando a gente tá falando de ecossistema de soluções é você entender que soluções diferentes precisam ter funções complementares, Né, que se retroalimentam e não que se canibalizam. Lembra que eu falei uma esteira confusa gera muito ruído no mercado e você começa a ter pouco resultado. Se você tem um monte de bife a parmediana no seu cardápio, que que vai acontecer? As pessoas vão acabar comprando o que é mais barato, elas não vão entender a diferença entre um e outro e isso não vai
gerar bons frutos para você no longo prazo. Muito pelo contrário, seus resultados provavelmente vão cair. Esse decrescente tá escrito errado, agora que eu vi, tá? É decrescente. Bom, vamos lá. Entendemos que precisamos de uma um ecossistema de solução. Então, só para retomar, tá? Passamos o terceiro pilar. Vamos lembrar o primeiro. Você precisa, antes de tudo, entender quem você serve. Todo negócio tem que ser customer cented, né? Tem que girar em torno do consumidor, do público. Uma vez que você entendeu quem que você quer servir, aí você vai posicionar a sua marca de maneira estratégica e
você vai criar soluções para esse público. E aí, entendeu qual é o seu ecossistema? Aí agora a gente vai entender o quarto pilar que tá ligado aos métodos de vendas. E aqui, principalmente quando a gente tá falando de digital, não tem muito segredo. Nós temos os lançamentos, então Os métodos de vendas que tem por objetivo realizar um pico de vendas num curto período de tempo. Então a gente usa sempre, né, a questão da sazonalidade simulada. Quem é meu aluno já sabe dessa explicação. Basicamente a gente faz os lançamentos e são muitos os métodos, são poucos
os princípios. Se você domina os princípios, você consegue aplicar praticamente qualquer método. Mas o ponto é, são ótimos métodos de vendas, mas é importante que você saiba da necessidade de fazer um empilhamento de métodos de vendas, principalmente quando a gente tá numa fase de mercado de outono inverno. Então nós não vamos usar só uma ferramenta da nossa caixa de ferramentas. Por quê? principalmente porque eu tenho um ecossistema de soluções. Então é importante que eu tenha mais de um método. Eu tenho que ter repertório de diferentes métodos de vendas para aprender a conciliar esses métodos. E
aí eu posso conciliar com funis perpétuos e importantíssimo ter também um time de comercial ativo que faz a venda no a um para as pessoas. Aqui não tem muito segredo, né? O ponto que eu acredito que seja mais crucial neste momento é o planejamento estratégico. Por no planejamento estratégico eu vou documentar num plano, num documento mesmo, por isso que a gente tá falando de documentar, Né? Vou criar um documento para que a gente consolide um plano para executar a estratégia que foi desenhada. Então, basicamente, olha só como tudo tá ligado, né? O que que eu
vou fazer? Eu entendi quem que eu sirvo, entendi o público para quem que eu quero vender. Aí eu comecei a trabalhar para me posicionar nessa marca, comecei a construir uma audiência. Aí eu vou desenvolver um produto, dois produtos, três produtos para vender. Já conheci os métodos de vendas, mas agora vem para mim, Mari, eu vou precisar encaixar tudo isso. E é no planejamento estratégico que a gente faz isso. Eu olho para um calendário e eu vou procurar entender, volta comigo aqui. Eu vou entender quais são as metas que eu tenho no ano e como que
eu vou chegar lá. Então, eu vou olhar pras minhas metas, desde as minhas metas financeiras, como faturamento, como lucro, enfim, vou olhar para minha minhas metas de branding, vou olhar pras minhas metas de performance da operação em geral, onde que eu quero chegar daqui a um ano, daqui a 12 meses e vou me perguntar como é que eu vou chegar lá. E aí eu preciso fatiar isso num calendário de ações para quê? Para empilhar os métodos de venda. Ou seja, eu vou entender, né? Ao longo do ano. Vamos lá. Eu quero bater essa meta de
1 milhão no ano. Como é que eu vou dividir isso ao longo do ano? Em janeiro, eu vou fazer o quê? Eu vou vender que produto do meu Ecossistema usando que métodos de vendas? Ah, em fevereiro eu vou fazer o quê? Em março eu vou fazer o quê? E aí, mês a mês, eu vou criando esse calendário de ações e vou fazendo esse empilhamento mais ordenado, coordenado, para que eu consiga colocar no mercado cada um dos meus produtos. E a partir disso, a partir desse calendário, montei o calendário do ano, ótimo. Então agora eu vou
cascatear isso no mês a mês. Então, fiz o calendário do ano. Normalmente a gente faz esse esse desenho do planejamento estratégico num exercício do ano, né? Faz pros próximos 12 meses. Ah, Priscila, não consegui fazer o meu de 2025, então faça o seu para agora, pro segundo semestre. E aí você coloca suas metas, cria esse calendário de ações e a partir disso começa a criar os projetos e briefing para colocar a mão na massa e fazer esses lançamentos, desenhar as metas de cada um dos lançamentos. E aí é importante também, né, quando a gente define
o como chegaremos lá, criar os indicadores claros para mostrar pra gente se o nosso negócio tá na direção certa, né? se o nosso barco tá indo mais para cá, tá indo mais para lá, tá no, tá indo pro destino ou não. E aqui é ter revisão periódica da meta versus o realizado. Priscila, eh, o que que isso significa? Significa, gente, que, ó, semana a semana você tem que acompanhar seu fluxo de caixa. Significa que mês a mês você tem que olhar o quanto que você tinha que ter faturado naquele mês, né, de acordo com a
sua meta e o quanto que você conseguiu realizar. tentar diagnosticar o porquê e aí depois traçar as ações necessárias para correr atrás nos próximos meses para você não ser pego de surpresa lá na frente. Meta é o tipo da coisa que se você para de olhar para ela, você se distancia. Pensa lá de novo na analogia do barco. Você tá navegando. Se você para de olhar pra bússola. Você parou de olhar pro mapa e você começou, você fala: "Não, eu sei que é para onde que tem que ir. é um pouco mais para cá, mais
para lá. E aí você para de olhar e fica ali, sei lá, uma semana sem olhar. Que que você acha? Vai chegar uma semana depois, você vai falar: "Meu Deus, olha onde eu tô". Quando você olhar de novo pro mapa, quando você olhar de novo pra bússola fala: "Não acredito que eu tô aqui que droga, que fui pego de surpresa". Então, meta é um troço que você precisa olhar o tempo inteiro paraa meta. Eu acho que o ponto é você olhar semana a semana, você entender, por isso que tá aqui, né? revisões periódicas do meta
versus o realizado. O quanto que você planejou é o planejado versus o realizado. E aqui olhar pros indicadores para que você entenda se você tá chegando ou não para revisitar os seus planos e entender o que que precisa mudar no seu calendário de ações para que você possa bater a meta. Mudou o calendário, aí você depois cascateia Para projeto, coloca o briefing e faz o ponto de colocar a mão na massa, tá? fez esse planejamento estratégico, aí tem que executar. E na execução, né, e no controle principalmente ali das suas finanças, que esse é o
ponto importante que tá aqui, né, implícito no planejamento estratégico, esse controle do seu caixa, que em situações de outono inverno é muito importante, a gente dinheiro não aceita desaforo, não aceita. Então, tem que fazer o controle dos seus custos, tem que saber precificar bem os seus serviços, os seus produtos, tem que tomar cuidado nesse momento. Por isso que é tão importante. Aí a gente vai, uma vez que esteja com esse controle, a gente vai executar aquilo que nós pensamos. E quando a gente tá falando de execução, a gente vai ter esses quatro últimos pontos aqui
que são extremamente importantes. Primeiro, o domínio da construção da narrativa. Aqui a gente vai ter a questão de entender como construir bigidias, como construir e contar boas histórias pra audiência, né? gerando curiosidade, antecipação, gerando essa conexão entre o especialista e audiência, gerando interesse, despertando o desejo. Isso é muito importante, muito importante. E isso daqui faz parte da espinha dorsal de qualquer negócio digital. Você não precisa ser copywritter, mas você precisa dominar pelo menos os fundamentos de como construir essa narrativa, de como construir uma comunicação sexy, uma comunicação envolvente, porque na hora de executar, e aqui
eu tô falando na hora de executar tanto as estratégias de criação de base, né, do posicionamento da marca, como de executar inclusive isso daqui, os métodos de vendas, vai ser importante você dominar a construção da narrativa, tá? Sem narrativa, dificilmente hoje em dia um negócio sobrevive, porque é a narrativa que diferencia a sua marca das demais, o seu produto, a sua oferta das demais. E sem narrativa a gente não atrai atenção. A gente também na hora de executar precisa criar uma lista qualificada. Isso é um ponto de atenção imenso para eu poder me relacionar com
com as pessoas e, portanto, consequentemente poder vender para as pessoas. Eu preciso captar os leads, mas mais do que só criar uma lista e só captar leads, eu preciso entender de lead scoring. Eu preciso entender como atribuir uma pontuação para esses leads captados com base em critérios que vão me indicar de acordo com o conhecimento de quem eu quero servir, quão quente, quão qualificado esse lead tá para comprar. Por quê? Porque a partir disso, eu vou fazer, em primeiro lugar limpeza constante da minha base. Eu vou fazer uma comunicação segmentada. Eu vou entender como que
eu vou tratar cada tipo de lead, né? Cada categoria que eu tenho dentro da minha base. Eu vou criar comunicações mais personalizadas. Para quê? Para que eu consiga gerar mais conexão com essas pessoas. E obviamente eu vou precisar ter um entendimento da minha captação que seja um pouco mais granular. Priscila, o que é que isso significa? Quando eu tô falando de granularidade, né, eh, nesse sentido, eu tô basicamente falando na prática o seguinte, olhar pra geração de leads com uma com uma bússola, né, com um óculos, com uma lente mais analítica e mais estratégica. Quando
eu penso, por exemplo, em eh pode voltar aqui para mim, Mari, por gentileza. Quando eu penso, por exemplo, ah, lá atrás, como é que era esse processo de captação de leads num lançamento? Quando eu penso na criação Da lista, a gente olhava para aquele dashboard e pensava assim: "Ah, eu tenho tanto para gastar, eu quero gastar tanto por lead e captar x000 leads." A gente sempre trabalhou muito dessa maneira. E lá, né, depois a gente foi aos poucos pensando se era público quente, público frio, público amplo, né? E aos poucos a gente foi dividindo também
o orçamento entre as plataformas. Mas hoje essa questão do entendimento da captação com leitura granular quer dizer que cada vez mais a gente precisa segmentar a origem dos leads. Então não é mais sobre o custo médio geral por lead. Eu preciso entender que canais que eles estão trazendo esses leads para mim. Eu preciso entender que campanha, que criativo que tá gerando esse volume de leads, que tipo de comunicação tá gerando esse lead. Porque às vezes quando eu vou entendendo com granularidade da onde tão vindo esses leads e pelo lead scoring, eu entendo que dependendo de
onde vem esse lead, eu posso pagar mais nele ou eu posso pagar menos nele. E aí entra uma ponderação de qualidade versus volume. Porque quando eu entendo pelo meu histórico quais são os canais que eu consigo utilizar para atrair, para captar leads que realmente avançam no meu funil, eu entendo que eu posso pagar mais por esses leads. Então, Onde é que tá a maior taxa de qualificação que faz com que eu tenha taxas de conversão maiores nos meus nas minhas campanhas de venda? Quais são os perfis de comportamento? que eu tenho da minha base de
leads, qual que é o tempo médio entre o lead a ser captado e a jornada dele dentro desse movimento de nutrição que eu vou fazer até que ele converta? Como é que eu consigo analisar isso dentro do meu CRM? Em que ponto que os meus leads, sei lá, eles abandonam o processo dentro do meu funil? Que tipo de lead que vai engajar mais? Então, volta para mim na tela, Mari, por favor. Quando eu tô olhando do eh e eu trago isso do entendimento da captação com uma leitura cada vez mais granular, eu tô falando da
gente entender os custos de aquisição do lead por cluster, de acordo com o lead scoring, entendeu? Então eu não vou tratar só pela média geral, mais eu preciso entender como que eu vou atrair uma lista qualificada, porque numa época em que o custo de aquisição tá cada vez mais caro, como é que eu vou me dar o luxo de comprar leads no escuro? De que jeito? Então, a leitura granular, ela é o oposto desse olhar pro pro número bruto, entendeu? Dessa leitura muito geral, Muito genérica. A gente precisa entender como tratar melhor esses dados e
como é que a gente consegue traquear da onde estão vindo esses leads captados. Vamos para oitavo pilar. Tomar mais uma aguinha aqui. Ixe, vou esperrar. Ai, obrigada. Sei que vocês falaram saúde no chat porque vocês são educados. Bora lá. Oitavo pilar, domínio das ferramentas. Então, quando a gente tá falando de executar tudo isso que foi desenhado, eu preciso dominar ferramentas. E hoje em dia dominar a ferramenta significa dominar WhatsApp, dominar e-mail marketing, CRM, as plataformas de IA, né? Ia é uma ferramenta, gente. Eh, tipo WhatsApp, né? É basicamente isso. Muita gente fala assim: "Ah, como
que eu aplico Iá no meu dia a dia?" Como se Iá fosse uma entidade. Mas a verdade é que Iá, eh existem várias ferramentas de IA. E o foco da IA, assim como o foco de qualquer ferramenta, é você entender como que as ferramentas potencializam o seu trabalho a ponto de, inclusive mudar completamente a mentalidade como você executa o seu trabalho, porque as ferramentas facilitam tamanhamente que Mudam o seu processo, o seu modelo mental na hora de executar o seu trabalho do dia a dia. E aqui a gente vai precisar dominar cada vez mais. Por
quê? Porque o domínio das ferramentas tá ligado a uma palavra chave nesses momentos de outono inverno. Sabe que palavra é essa? É a palavra eficiência. Eficiência. Essa é a palavra. Quem não domina a ferramenta dificilmente é eficiente. Então, vai ter uma outra pessoa que vai conseguir fazer a mesma coisa que você faz com muito menos tempo, muito menos tempo. Vai ter uma um concorrente que vai conseguir eh fazer melhor o que você faz com muito menos esforço, com muito menos investimento. E aí você começa a ser menos competitivo quando não usa bem as ferramentas. Então
o foco aqui é justamente usar bem e dominar bem as ferramentas, senão você definitivamente vai ficar para trás. E finalmente, queridos, o nono e o último pilar, que é o qual? Estômago. Tem que ter estômago. O que que isso significa? É uma luta, não vamos mentir. Existe uma luta que você precisa travar para conseguir ter sucesso. Tudo que é bom precisa ser conquistado. É difícil ter o que é bom. Nada bom é dado de graça. Não se esqueça disso. Só os vícios a gente adquire facilmente. As virtudes não. A gente precisa ter disciplina, ter foco,
desenvolver os músculos da força de vontade. Então não adianta se desesperar. Se você tá aí, ai nossa, mercado, ai que difícil, ai nã. Cara, empreender não é para você, não. Empreender não é para você. Se você tá apavoradinho, pô, ainda tá dando lucro, ainda tem muito espaço para você. Vai, eu falei disso no começo da aula, vai olhar pro mercado tradicional para você ver. Você acha que tá aqui tá ruim, real? Vai olhar que é mais difícil. Tem muita oportunidade ainda. De novo, a gente tá num ciclo específico, mas tem muita oportunidade ainda. E a
concorrência é muito ruim. É muito ruim. Então, é muito mais uma questão de você desenvolver as suas competências, ajustar as velas do seu barco e você saber lutar a luta com dignidade, com sobriedade, com inteligência emocional, sem se desesperar, olhando pros seus resultados, fazendo uma análise honesta, sincera, e entendendo, olha para cá, Olha quanta coisa tem para você ajustar. Provavelmente tem muita coisa aqui para você ajustar. E aí tem um ponto que eu deixei aqui para vocês, né, que é uma observação. A análise quando você não tá tendo resultado, ela não pode ser pontual. Às
vezes você não tá tendo resultado, por exemplo, num lançamento ou o resultado dos seus lançamentos tá caindo. Muitas e muitas vezes você vai olhar para onde? Pro mais óbvio. Você vai olhar principalmente pro seu processo de vendas, né? Então, ah, eu fiz um lançamento. Então, o que que eu vou fazer? Eu vou analisar o funil do meu lançamento, vou entender essa parte da narrativa, depois vou olhar pro tráfego e tal, mas às vezes você esquece de olhar para o para o todo que passa desde será que eu tenho clareza? Eu tenho um entendimento profundo de
quem eu tô servindo? Faz tempo que eu não olho com profundidade para quem que eu tô servindo? Quanto tempo faz que eu perguntei pras pessoas o que que essas pessoas querem comprar? Qual que é o nível de confiança que essas pessoas têm na minha marca? Como é que tá o meu especialista em todos esses requisitos aqui? A gente tá conseguindo executar isso daqui? A gente tá conseguindo oxigenar essa base. Muito lançamento, Várias pessoas que eu vi caindo o resultado. Por quê? Estratégia de criação de base tá ruim, tá ruim. Oxigenação não tá feita com uma
velocidade adequada. E aí você fica colhendo, colhendo, colhendo no lançamento, no método de vendas, só que você não tá oxigenando. Então a mesma coisa, você tá, né, alimentando ali aquela árvore com uma determinada velocidade, com as suas estratégias de criação de base. Ela tem um período de tempo para gerar o fruto até o fruto nascer, até o fruto amadurecer para você colher. Só que que que acontece? Você não consegue num ritmo proporcional alimentar, nutrir essa árvore e esperar os frutos ficarem prontos. Você quer alimentar pouco a árvore, ou seja, oxigenar pouco a base e fazer
muitos lançamentos, um seguidinho do outro. É natural que você vai em alguma medida esgotar. Então, de duas uma, ou você aumenta o fluxo da sua criação de base, ou você diminui o seu fluxo um pouquinho de vendas, ou você cria outras árvores, não tem jeito, entendeu? Aqui você vai olhar pro seu ecossistema de soluções, como é que tem estado a sua esteira, o escopo entre os produtos, as soluções, os tickets, eles estão se complementando, não estão se canibalizando? Como é que tá o seu repertório de diferentes métodos de vendas? Tá conseguindo ter repertório Bastante para
fazer uma diversificação de métodos de lançamento para não cansar de mais audiência? Tá rodando algum funil? Como é que tá seu time comercial? E o seu planejamento estratégico, esse plano, ele foi bem desenhado? Quais são as metas? Você tá com clareza? Você tá de olho na sua performance? Você tá tendo esse calendário e respeitando esse calendário? Você tá acompanhando esses indicadores, você tá fazendo essa revisão periódica de realizado versus planejado, você tá com controle do fluxo de caixa dos seus custos na ponta do lápis. Olha quanta coisa, quanta coisa que dá pra gente ajustar. E
não é uma coisa só. Provavelmente, se você tá tendo problema, não é um único fator que precisa ser arrumado. Provavelmente tem mais de um parafuso para ser ajustado. Essa é a boa e essa é a má notícia. Sempre tem o que possa ser feito. E normalmente são várias coisas, tá? São várias coisas, não é uma coisa só. E aqui você precisa olhar para esse todo urgentemente. Quais são, gente? Deixa eu até compartilhar aqui com vocês, tá? Na minha opinião, deixa eu vou compartilhar os meus slides. Quais são, eu acho, né, realmente e enxergo isso, as
maiores lições que eu quero que vocês saiam daqui com essas lições. As lições são, primeiro, para de comparar o seu ano dois com o ano 10 dos outros. Tem gente que tá jogando um outro jogo e você fica se comparando o tempo inteiro. Cada um tá num momento específico, tá? Passe a avaliar as decisões pelo momento em que o seu negócio tá hoje, sem se comparar com essas outras pessoas, mas também passe a avaliar as suas decisões de agora em diante pelo momento do mercado. Por quê? Porque o momento do mercado é muito importante para
entender o seu nível de apetite ao risco. Se agora é o momento de mais reestruturação, foca em reestruturar, foca em fazer uma boa reserva de caixa, foca em eh investir nas coisas que vão te trazer retorno, que vão realmente garantir para você as ferramentas necessárias para você poder sobreviver. Porque senão, se você não investir, gente, essa que é a verdade, sabe o que que vai acontecer? É a mesma coisa que você eh, você já viu Largados e Pelados? Quem é que já viu esse programa? Eu adoro, faz até bastante tempo que eu não assisto. Mas
quando você vê as pessoas indo pra floresta, né, completamente as Pessoas vão nuas para a floresta, elas ganham algumas ferramentas, elas podem escolher, né, é um facão, aí a pessoa pode escolher alguma outra coisa, tem gente que leva aquela rede lá para não ser picado pelos mosquitos. Enfim, fato é que ninguém vai completamente de mãos vazias. Você tem que ter no mínimo um mapa e você tem que ter algumas ferramentas. Naturalmente os recursos eles não são infinitos. Os recursos eles são escassos. Você não tem tempo infinito, você não tem dinheiro infinito, você não tem energia
infinita, você não tem HD infinito. Então, a gente precisa escolher como é que nós vamos usar os nossos recursos, onde é que a gente vai investir os nossos recursos. E aqui, esse é o ponto, volta no meu slide. Quando você vai tomar as decisões de onde você vai investir os seus recursos, esses são os pontos principais, você avaliar quais são essas decisões dos investimentos dos recursos. Por quê? Porque você vai aprender que crescimento sustentável precisa de tempo e que os seus investimentos e os recursos que você vai decidir investir onde precisam estar diretamente ligados pelo
estágio do seu negócio atual e pelo momento do mercado. Essa que é a verdade. Agora, de novo, nunca, nunca desespere. Se você desesperar em qualquer momento, Se você se render a histeria, que só os amadores sabem bem, né? Eh, o que é esse esse essa manada, esse efeito manada estérico, sabe o que vai acontecer? Você vai sumir. Você vai sumir do mercado. Você não vai aguentar. E eu verdadeiramente quero muito que você aguente. Por quê? Porque a vida é um jogo de xadrez e não de damas. Sempre tem espaço para uma nova jogada, gente. Nunca
se esqueça disso. Sempre existe uma saída. Nós temos todos, todos nós dentro de nós, nós temos um, um instinto de achar que tudo tá perdido, que a gente já tá fazendo de tudo. Você não tá fazendo de tudo. Sempre tem algo a ser feito. Sempre existe uma última jogada a ser feita. E nunca se esqueça, enquanto muita gente chora, sempre tem muita gente do outro lado ganhando dinheiro, encontrando oportunidade. E essas pessoas podem ser vocês. Se vocês souberem se preparar, se vocês entenderem o poder de trazer isso daqui, olha, vou voltar aqui no meu mapa
mental. Se vocês entenderem o poder de trazer isso daqui na análise do plano de Ação a partir de agora para ser não apenas um sobrevivente, mas para ser alguém que vai crescer apesar da crise, não tem como dar errado. Não tem como dar errado. Se você absorver isso daqui, não tem como dar errado. Prila, como é que eu desenvolvo isso, né? O como que eu faço todo esse como? Como é que eu desenvolvo esse entendimento profundo de quem que eu sirvo? Como é que eu identifico quais são as maiores os maiores problemas, dores, sonhos, obstáculos?
Como é que eu eh olho, né, para pro mercado e entendo quem que eu quero servir? Priscila, como é que eu transformo o meu especialista num personagem atrativo? Eu entendo isso daqui, né, de criar comunidade, produzir conteúdo, mastigar o domínio para ele ser acessível, desenvolver mentalidade de empresário. Como é que eu desenvolvo estratégia de criação de base e faço tudo isso que tá aqui? Como que eu executo cada um desses pontos aqui nesse mapa mental para não ser mais uma das pessoas que vai ser cuspida pelo mercado nesses próximos períodos de crise? Eu quero informar
para você que a formação bastidores do digital está a partir de Agora com as inscrições abertas. Exatamente. Por que que eu estou fazendo esse movimento justamente agora? Porque eu verdadeiramente acredito que muita gente vai precisar desenvolver cada um dos pontos que a gente trouxe aqui. E aí eu vou só mostrar para você aqui por que eu tenho segurança que o que eu tô oferecendo para você é de fato o que você precisa para não apenas sobreviver, mas crescer e ter um negócio à prova de crises. Tem uma frase, tem um livro bem legal do Andrew
Grove, que é o cara lá da Intel, enfim, é um livro bem famoso, né, que chama Só os paranóicos sobrevivem. E ele diz mais ou menos o seguinte em um momento, que numa crise, empresas ruins desaparecem, empresas boas sobrevivem e empresas memoráveis se constróem. E aqui, esse é o ponto. Se você não desenvolve raciocínio estratégico, se você não domina esses elementos, é impossível você ser até mesmo só uma empresa boa. Mas eu quero verdadeiramente te dar todos os elementos e todas as ferramentas para você ser uma empresa memorável. Então, joga para mim na tela aqui,
por favor. Mari, eu vou mostrar a formação bastidores do digital por dentro aqui para vocês. Todos os pontos que estão lá No nosso mapa mental. cada um dos pilares, todos os pontos estão aqui nos nossos capítulos. Então, a gente tem aqui o pilar da clareza, principalmente para você que tá meio confuso, tá meio angustiado, você começa por aqui que você não vai se arrepender. Isso daqui já vai te dar muito, bom, o nome já diz, né? O nome já diz tudo, vai dar muita clareza para você entender exatamente qual é o seu lugar no digital,
como é que você desenvolve as virtudes necessárias para ter estômago. Acho que é muito sobre isso esse pilar. E aqui a gente começa a entender muito sobre quem é que eu quero servir, né? Já tratando sobre modelos de negócio, como é que eu vou construir as bases do meu negócio. E aí as bases passa desde a formalização, como abrir sua empresa, como desenhar a estrutura da sua empresa, se você já tem uma empresa com funcionários, se você não tem, não se preocupe, aqui você vai aprender como encontrar, negociar, contratar. Se você não quiser fazer isso,
tá tudo bem também. Você já pode ir direto ao ponto, a gente pode ir diretamente pro planejamento estratégico. Tem um capítulo inteiro sobre como construir um bom planejamento estratégico. Se você tem ou quer construir uma equipe, aqui também tem, ó, como construir boa equipe, um curso inteirinho de liderança. Se você tem colaboradores, se você tem prestadores de serviço e você tem problemas de lidar com pessoas, esse é o capítulo que vai te salvar. como construir processos, Rituais, como organizar o seu dia a dia para não ficar louco, para dar conta de tudo. E aqui como
criar o seu ecossistema. Então, lembra que a gente falou da necessidade de criar produtos, de criar soluções, de criar serviços, enfim. Então, como criar esses infoprodutos para você vender no digital? Como é que você vai vender e posicionar a sua marca? Então, aqui a gente já começa com marketing digital. Aqui, ó, construção de audiência, mídias e formatos, métodos de vendas na internet. Aí a gente vai começar a trabalhar com lançamentos. Aqui a gente tem a parte da teoria geral. Aqui a gente vai ter métodos de lançamento. Tem vários métodos de lançamento aqui. Tem um arcabolso
enorme, desde lançamentos gratuitos, tem aula sobre lançamento pago, enfim. Aqui, olha, um capítulo inteirinho de perpétuo. A gente vai ter também, tem um capítulo inteirinho, ó, de gestão de equipe comercial, como ter uma equipe comercial, como fazer bons processos comerciais de vendas. Aí depois fundamentos de copywriting para você entender como construir as narrativas. E aí a gente vai começar principalmente a falar de ferramentas, né, desde fundamentos de gestão de tráfego pago, páginas, eh, enfim, aqui, ó, pós-vendas, gestão financeira, gestão de projetos, audiovisual, como ser um bom experte, como ser um bom profissional de bastidores e
como fazer inovação e melhoria contínua. Além Disso, a gente tem aqui o replay de todas as minhas lives no YouTube. São mais de 170 lives. Por que que estou falando são mais de 170? Porque essa daqui é a live 171. Então já são 171 lives e todas elas podem ser acessadas aqui. Vai lembrar, nem todas estão no meu canal do YouTube, tá? Enfim, então temos aqui todo o conteúdo da formação. Priscila, qual que é hoje a oferta para entrar na formação? Eu entendi o valor, eu entendi o que que eu levo aqui quando eu entro
na formação. Deixa eu mostrar para vocês a nossa página. Vou pedir pro time jogar aqui o link da nossa página, mas vou mostrar também a página aqui para vocês. Pode soltar aqui para mim, Mário, por favor. Então quando você entrar na página vai tá aqui, né, formação Bastidores do Digital, como construir um negócio sólido e lucrativo, com resultados consistente e a prova de crises. Aqui você vai entender um pouco mais sobre o produto, tá? E aqui vamos para a nossa oferta. Nunca fiz esta oferta antes. Todo mundo que entrar, presta atenção, todo mundo que entrar
nesta turma, especificamente nesta turma, nesta oferta que vai ficar disponível por um período muito curto, pouquíssimos dias, todo mundo vai receber uma consultoria individual, uma consultoria que vai ser uma ligação com um consultor do bastidor. Pro, tá? Eu tenho os meus consultores oficiais. Hoje eles estão eh só com o meu a minha turma de mentoria. Então esse é um entregável do bastidor pro da minha turma de mentoria. Mas a gente vai ter um time que vai entregar uma consultoria para você, uma análise. Então você vai poder entrar, você vai poder olhar para essa pessoa que
é uma pessoa extremamente experiente, treinada por mim, que conhece os meus métodos, que sabe do que eu ensino, que, enfim, tá extremamente preparada, tem resultados no campo de batalha e essa pessoa vai te entregar uma consultoria individual para te dar uma luz, te dar uma orientação, te analisar o seu caso concreto, enfim. Então você vai ganhar uma consultoria de graça, tá? Então esse é um bônus que eu nunca fiz antes, talvez eu nunca mais vai fazer, muito provavelmente que vai ficar disponível só nessa abertura. Além disso, você vai ganhar, claro, a comunidade fechada no Facebook.
A gente tem uma comunidade fechada que é a comunidade Zilo. E neste nesta oferta a gente tá com R$ 1.000 de desconto, então de 3997 por 2997 à vista. E nós temos também agora uma Pode tirar um pouquinho da tela, Mari, para mim, por favor. Nós temos agora também uma condição especialíssima que é o kit lançador. O que é que tem dentro do kit lançador? Uma camiseta. Poxa, a camiseta esqueci de pegar, não trouxe a camiseta, mas é uma camiseta bem legal do lançador que você pode inclusive usar nos eventos para prospectar, se você for
lançador, para prospectar especialista. A nossa Squeez vem no kit lançador. Eu vou mandar fazer um, pera aí que a minha água caiu aqui, um planner personalizado aqui para você que é igual o que eu uso. Esse daqui é o meu, tá? Personalizado com seu nome, com o nome da sua empresa. Vamos mandar paraa sua casa. E esta edição deste livro, que é um dos meus livros favoritos, que tem tudo a ver com o que a gente tá falando aqui, O Lado Difícil das situações difíceis, um dos livros que eu mais gosto do Ben Horvards, que
fala justamente sobre como sobreviver em momentos de tomada de decisão difíceis. As 10 primeiras Pessoas, por iso vai ganhar, não? As 10 primeiras pessoas, os 10 primeiros alunos, os 10 primeiros compradores aqui da formação vão ganhar o kit. Só os 10 primeiros, tá? Então, a camiseta, a Squeeze, o livro e o planner, tá? Vou mandar até uma cartinha com o livro, né, de próprio punho, tá? Então, só para esta turma. Priscila, como assim? Volta para mim, Mari, na tela, por favor. Tô nervosa. Nossa, 2997. Será que não é caro? Olha, deixa eu te falar, caro
é você de fato ficar na selva sem uma faca, né? Eu tô te entregando aqui não só uma faca para você sobreviver ao mercado e você construir de fato a sua, o seu arcabolso de ferramentas para você viver em qualquer momento do mercado e tirar o melhor proveito do mercado. E mais do que isso, você tem a garantia. Então, o curso ele tá 100% disponível, a formação tá 100% entregue. Você pode entrar, você pode acessar todo o conteúdo. Se você não gostar, em 7 dias você pode pedir o seu dinheiro de volta e tá tudo
certo. Se não for para você, não fica, não tem problema. Mas o meu compromisso com você é que provavelmente você vai gostar, Porque o conteúdo que tá lá de verdade acho meio que impossível, mas vai que se você ficou na dúvida, fala assim: "Nossa, não é possível. É, será? Será que é para mim?" Entra, entra e só vai. Já começa ali pelo pilar da clareza. Você vai levar meia dúzia de tapa na cara, vai bater no peito e vai falar assim: "Eu sou o capitão do meu destino. Eu vou fazer resultado? Faça chuva, faça sol,
seja primavera, verão, outono ou inverno, não importa. Eu vou pro fronte, vou fazer com que o meu barco chegue no destino, entendeu? Acho muito difícil você não gostar, praticamente impossível, mas você tem essa segurança porque você não tem risco. O risco tá todo aqui no meu ombro. Se você não eh gostar, simplesmente devolve e tá tudo certo. O risco é meu. Não importa em que momento você esteja, você pode ser totalmente iniciante, você vai conseguir você as aulas e todo o método foi desenvolvido, foi testado no campo de batalha. Não tô no mercado há pouco
tempo. Sei exatamente o que você precisa para ter resultado. Esse não é um curso, não é uma formação que vai te ensinar um hackzinho para você ter resultado rápido. Não, não tô dizendo que você não vai ter resultado rápido, mas eu tô dizendo que precisa mais do seu comprometimento do que das informações que estão aqui. Tem gente que entra, que faz o que tem que ser feito e já consegue resultado muito rápido. Tem gente que demora um pouco mais. Não tô aqui para te prometer isso. Eu tô aqui para te prometer, sabe o quê? Consistência.
Tô aqui para te prometer, ó, isso daqui, um negócio sólido, um negócio lucrativo com resultados consistentes e a prova de crises. Eu quero te preparar pro campo de batalha, não como mais um deslumbrado no digital, mas como um profissional que vai cada vez mais entender esse jogo, se posicionar e quando esse mercado virá, principalmente quando esses novos ciclos vierem e eles vão vir e quando essa concorrência mal preparada for devastada pelo mercado, você vai ser a pessoa que vai est com a sua pranchinha e você vai ser A pessoa que vai escutar daqui a um
ano, daqui a dois anos, sabe o quê? Ah, o fulano teve sorte. Ah, mas pro fulano, pra fulana é fácil, porque ela tava no lugar certo, na hora certa. Sim, porque você posicionou a sua prancha no lugar certo, na hora certa. Por isso, por isso que você vai ter resultado, porque a decisão que você precisava tomar, você tá tomando agora. É por isso que você vai ter resultado lá na frente. Por outro lado, se você não tomar decisão agora, honestamente, eu te desejo boa sorte, porque de verdade eu eu acredito muito nisso que eu tô
contando ao longo de toda essa Aula para você. Eu acredito verdadeiramente que quem não se preparar vai sofrer e vai sofrer bastante. E não é um gatilho mental que eu tô explorando do medo. Não é isso, gente. É uma leitura bem prática e objetiva do que tá acontecendo no mercado. Se você não olhar para isso agora, talvez de fato no dia de amanhã pode ser tarde demais. Enfim, tudo o que eu sei, tudo que eu vivi, toda experiência que eu tenho, eu tô colocando à sua disposição. Ah, mas dá para parcelar? Dá. Se você parcelar,
vou até olhar aqui o valor da parcela certinho, a gente tem 12 vezes, pode jogar na tela, Mari, 12 vezes de 291,99. 12 vezes de 291,99. Que sacrifício você tem que fazer para conseguir arcar com esse valor? Eu não sei, mas eu sei o seguinte, vale. Vale se você tá comprometido, vale. Não espere as condições perfeitas para você começar. Não espere você tá com tempo sobrando, com energia sobrando, com dinheiro sobrando para se movimentar, porque a hora de colocar a prancha e ficar pronto é agora. Então, vou pedir pro time jogar esse link aí no
chat. Clica no chat, faz a sua inscrição agora, clica na página. Se você em alguma medida tem qualquer dúvida, chama o pessoal ali na página você vai ver, joga na tela de novo, Mari, você vai ver que tem os números, né? Dá para falar com o nosso time aqui, ó. Tem todo o contato Do nosso time, você consegue abrir a conversa, dá para clicar também aqui, enfim, você consegue chamar o time, conversa com o time, porque o meu time, o papel do meu time é não deixar você de fora. O papel do meu time é
colocar você para dentro, tá? clica no link, fala com o time, faz a sua inscrição e eu espero você dentro da formação. Deixa eu ver se tem alguma dúvida. Como social mídia já atendendo as pessoas com grandes resultados. O seu curso seria o próximo passo para profissionalizar? Com certeza, Camila. Vai ser uma grande virada de chave. Eu duvido que você não vai entrar e não vai pirar. Eu tenho certeza. As aulas são todas gravadas. Algum encontro ao vivo transmitido online? Emerson, as aulas são todas gravadas. Eu não acredito muito em aula ao vivo, tá? assim,
tirando o que eu faço ao vivo aqui no YouTube, no sentido de ter uma sistematização, ou seja, um conhecimento complexo e você dá, tipo, um curso inteiro ao vivo, assim, só se for num modo de workshop ou de uma mentoria, que aí é um nível de Profundidade diferente. Mas um curso assim, principalmente quando você tem que desenvolver com uma didática que o mais útil para quem vai consumir esse conteúdo é direto ao ponto. Eu não acredito nesse formato, sabe, de curso ao vivo. Eu acredito em workshop, que você coloca a mão na massa, é uma
imersão, talvez, né? Mas um curso assim com vários conceitos complexos, eu prefiro ir direto ao ponto, um curso extremamente sistematizado, metodológico, enfim. Eh, é muito importante que você foque bastante nisso também, na didática do da metodologia que você faz. Eu foquei muito nisso quando eu tava desenvolvendo, tá? Me referir a mentorias ao vivo. Mentoria, eu tenho um bastidor pro, custa R$ 35.000, todas as vagas esgotadas e a gente não tem eh não tem perspectiva de abertura de novas vagas. Eu não faço uma mistureba, sabe? Curso para mim é curso, mentoria é mentoria. De resto, tem
muita gente que dá nome de mentoria, mas não é mentoria não. Então não faço, tá? Para quem não entende nada do digital, mas quer entrar, a formação é ideal, Juliana? Sim. Se você não entende nada do digital, a formação é justamente O que vai te dar todos os insumos, todas as ferramentas para você entrar com segurança. Eh, Flávio, se eu fizer a renovação, vou conseguir participar também. Eh, se você fizer a renovação, você vai garantir o seu acesso à área de membros por mais um ano. Fala com time, Flávio. Acho que vale super a pena,
tá? Vale super a pena, pessoal. É isso. Não deixem de chamar o time. Não se esqueçam, todo mundo que entrar vai ter a mentoria individual, né, que é uma coisa que não vai provavelmente se repetir. Você vai ganhar uma análise, uma consultoria ali individual. Eu falei mentoria, não, uma consultoria individual, uma análise ali no um a um, eh, para entender o seu caso. Eu tenho certeza absoluta que você vai pirar. Eh, não se esqueça também, os 10 primeiros vão levar o kit lançador para casa. E eu, ah, deixa eu responder só a pergunta da Marcele.
Marcele, o curso é para lançar outras pessoas. Se você quiser se tornar lançador e lançar outras pessoas, Marcele, sim, mas nem todo mundo quer lançar outras pessoas. Tem gente que quer se lançar ou que quer aprender a fazer lançamento de marcas no mercado. Então, o curso é para quem quer empreender na internet. E aí você pode construir o seu modelo de negócio ou se tornando lançador e lançar outras pessoas ou fazendo seus próprios Lançamentos, sendo seu próprio lançador ou lançando marcas, tá? Fechei, Everton, entrei. Você é incrível. Poxa, Everton, muito obrigada. Fiquei super feliz. Seja
muito bem-vindo. Espero que você tenha conseguido ganhar o seu kit e que eu possa mandar esse kit especialíssimo aí pra sua casa. Fechou? Meus queridos? Espero vocês dentro da formação. Um beijo grande, fiquem com Deus e até a próxima. Um tchau. Tchau. Eu nunca tive nenhuma habilidade especial ou algum conhecimento que eu dominasse acima da média comparado à maioria das pessoas. Eu sou formada em TI e eu não fazia ideia da existência do mercado digital. Eu comecei nesse mundo digital em 2019 como especialista. Sou cirúrgem dentista de formação. Eu comecei como gestor de tráfego e
logo depois eu fui pro lado de lançamento. Eu não fazia ideia o que era esse mundo de coprodução, de lançamento e tudo mais. Eu trabalho como web designer, né? Eu sou web designer, faço páginas para lançamentos, infoprodutos e eu também queria me lançar. Muito se fala em lançamento, mas para mim aquilo era muito longe. E foi ali que eu percebi que tinha a possibilidade sim de eu encontrar uma profissão que fizesse sentido para mim, uma profissão que fizesse sentido pra vida que eu queria levar. Comecei a estudar sobre qual produção, sobre os bastidores do digital.
Gastei acho que mais de R$ 7.000 em cursos e não tinha confiança, tinha muitas dúvidas sobre como lançar, sobre estrutura de lançamento, sobre tudo isso. Eu comecei a me aventurar ali com lançamentos nesse mercado em 2018, de forma muito amadora, sem profissionalismo. E o resultado de tudo isso foi passar anos fracassando, anos tentando ter resultado, anos tentando ter uma boa parceria e sem sucesso. Eu tive várias buscas até para que eu conseguisse encontrar algo que fizesse sentido para mim. No meio disso, a gente se depare com várias pessoas que às vezes não sabe ali o
que tá falando ou às vezes você acaba sentindo a insegurança da pessoa ali por trás. E na Priscila eu consegui encontrar ali de fato alguém que de fato queria me ajudar de alguma forma. Eu já fazia alguns lançamentos, já tinha alguns pequenos resultados, só que nada assim tão grande, a gente não conseguia escalar. Eu busquei vários e vários treinamentos, fiz algumas formações, mas nada chegou aos pés, podemos dizer assim, de como foi transformador encontrar a Priscila Zilo. Foi quando conheci a Priscila Zilo e a comunidade Bastidores do Digital. A comunidade foi um mapa para que
eu conseguisse colocar o meu produto no ar. E logo de cara mergulhei nas aulas porque eu tava doida para aprender e aplicar. A Pri me ensinou a pensar e não só a seguir uma fórmula. No primeiro Lançamento eu tinha 2700 seguidores e eu já faturei 144.000. É uma formação mesmo, tem todo o material ali dentro mastigado, o passo a passo, você entende exatamente o que você tá fazendo e se você errar, tem uma comunidade ali para te apoiar. Se você tiver algum problema do meio do lançamento, se você precisar de um auxílio, então você não
fica na mão. Uma das coisas que eu mais amo e que para mim é um dos maiores diferenciais da Pria só te ensina a lançar, mas ela te ensina a estruturar o seu negócio do zero, para que você tenha de fato um negócio lucrativo e sustentável. Eu decidi entrar pro formação porque eu já havia comprado um outro curso de lançamento e eu percebi que foi muito superficial. A formação é o curso que mais completo que eu já comprei até hoje. Com certeza. E a hora que eu já comprei de lá para cá, minha vida mudou
da água pro vinho. Hoje eu posso dizer que esse estilo de vida que eu sonhava lá atrás, eu vivo. E é engraçado pensar que muitas vezes a Pri fala que não é sobre lagar tudo e morar na praia. E eu sou a pessoa que larguei quatro ônibus por dia. Larguei um emprego da CLT que não fazia sentido nenhum para mim para justamente morar na praia e trabalhar com que faz sentido. E para quem tem dúvida ainda se vale entrar na formação, se vale a pena se tornar um lançador profissional, cara, eu te digo que foi
uma das melhores coisas que eu fiz na minha vida. Eu não sei em que outro mercado eu ia conseguir ganhar o que eu ganho hoje e ter essa liberdade que eu ganho hoje de trabalhar Aqui de casa ou de qualquer lugar que eu quiser. Hoje eu posso passar dias, né, com as minhas filhas, eu almoço, eu tomo café com elas, eu tô o tempo todo aqui com elas em casa. Hoje, inclusive eu empreendo junto com o meu esposo com os resultados do mercado. Meu esposo também veio pro mercado e a gente se tornou sócio. Ela
foi uma peça fundamental para que eu conseguisse lançar e principalmente para que eu não desistisse do mercado digital, de trabalhar no mercado digital. Se hoje eu tenho uma agência com uma equipe de oito pessoas altamente engajada em fase de crescimento, com seis especialistas de lançamento e perpétu, com clientes de prestação de serviço, em negociação com mais alguns, é porque eu tente chance de aprender com a melhor. Eu e meu marido começamos a trabalhar juntos, formamos uma equipe. Hoje a gente já tem, já tem mais de seis pessoas na nossa equipe, né? Estamos contratando mais. Hoje
eu posso ver meus filhos crescer de perto, né? Meus filhos t uma condição boa hoje, estudam numa escola boa, então vale a pena. No final você vai olhar assim e vai tipo, pô, valeu a pena. Se você tiver dúvidas sobre entrar ou não, tira essa dúvida da sua cabeça e vai para cima que vale muito a pena. [Música] [Música] [Música] เ