Eu tomei um susto assim quando eu saí do do conteúdo, por exemplo, e conheci o Dr. Porque eu começava a ver os criativos e eu falava: "Por que que isso vende?" É tipo uma é uma imagem horrível, qualidade péssima, a pessoa na cozinha filmando uma coisa ridícula. Como que vende? E vende? Aí ele já entra na numa outra coisa que é o hack do corpo, que hack do corpo aí é um universo paralelo à parte que eu nunca Vou entender >> o que que é isso, >> mas funciona. >> Que que é hack do corpo?
alguma parte do corpo, você colocando alguma coisa no seu corpo que chama atenção. Às vezes não tem absolutamente nada a ver com o que você tá falando. >> Tipo o quê? Como assim? >> Colocar alho no pé. >> Ah, >> cebola no pé. >> É cebola aqui no pescoço. Vic tem gente passando Vick na orelha. Vick no pescoço. Na internet, no Instagram você vale uma [ __ ] Por quê? Porque literalmente as pessoas estão aqui com o celular e estão assim. Paola Barbosa. >> Ela decidiu trocar o marketing de conteúdo pelo directo. >> Em apenas
se meses, saiu de copywritter júnior para head de ads, de uma das maiores operações de nutra do Brasil. Que que tu fez para tu conseguir evoluir tão rápido assim, cara, de de tu sair de júnior pra Red em se meses? O que que tu acha que foi o teu segredo? Literalmente eu comecei a trabalhar menos, tão isso daí vai contra meio que o que muita gente fala que você precisa trabalhar 12 horas, 13, 14, 17 horas por dia. Nunca escrever uma linha antes das 10 da manhã. Por exemplo, quem tá começando, eu sempre recomendo fazer
essa tabelinha de modelagem. >> Tabela de modelagem. Fala mais sobre isso aí. >> Por exemplo, se eu vou bater o controle de um anúncio, eu vou lá, pego a cópia e coloco nessa dessa primeira parte da coluna. Então, é assim que eu vou batendo o controle. >> Eu tô sentindo aqui que eu tenho que escrever o anúncio agora, entendeu? Hoje eu vou ter uma conversa com a Paola Barbosa. A Paola, pessoal, ela trabalhava com marketing de conteúdo e Estratégia para algum dos maiores players do mercado digital, mas ela decidiu abandonar tudo e entrar de cabeça
no mundo aqui do direct response e cara, bizarramente, tá, em seis meses, ela saiu de uma copywriter júior para ser head de anúncios de uma das maiores operações de Nutra aqui do Brasil. Grande parte aí da evolução da Paola veio depois que ela escreveu um anúncio que ela chama de unicórnio. Isso porque ele escalou absurdamente e na verdade Ele continua, né, vendendo até hoje depois de um ano. E por isso, pessoal, que no episódio de hoje ela mostrou como que ela fez não só para encontrar esse anúncio aí, mas também o processo que ela usa
para encontrar, modelar e também escrever anúncios que realmente escalam e realmente vendem aí seis, sete até mesmo oito dígitos. Ela também explicou mais um monte de coisa, como por exemplo, por trabalhar menos. Foi um dos fatores essenciais aí que aceleraram a Evolução da carreira dela. E ela também mostrou como que ela tá liderando hoje a equipe dela de copywritters e também treinando eles. Então, cara, se tu quer entender aí como uma operação grande cria anúncios, escala os anúncios e treina seus copywritters, olha, eu acho que tu vai gostar bastante aqui desse podcast. Então, fica ligado
aqui na conversa. E claro, né, caso tu não conheça, esse aqui é o podcast Segredos da Escala. E aqui a gente traz pessoas Que já escalam seus negócios, já escalaram suas ofertas para que você que tá em casa consiga pegar uma, duas, talvez até mesmo três dicas se o podcast for bom para daí aplicar no teu negócio e escalar ele também. E esse podcast aqui foi criado pelo Veturb. O Veturb ele é uma hospedagem de vídeos feita para aumentar a conversão do teu vídeo de vendas. Já são mais de 11.000 empresas que confiam no Veturb
todo santo dia para aumentar a conversão dos Vídeos delas. Entre elas aí, pessoal, por exemplo, a Mind Valley, que é a maior anunciante de vestiários do mundo inteiro. Sem falar várias empresas aqui do Brasil que faturam aí 7, oito, até mesmo nove dígitos por mês, todas elas usando VTURB como a estrutura para hospedar os seus vídeos de vendas. Então assim, cara, se tu tem um VSL, um vídeo de vendas, tu também deve hospedar ele no Veturb. Tu vai ganhar muito mais dinheiro, tá? Se tu fizer isso e para te Ajudar com isso daí, eu vou
te dar 14 dias de teste grátis para tu ver, tá, se o VTub realmente é isso, se ele realmente coloca dinheiro no teu bolso. E depois, tá, desses 14 dias aí, caso tu queira virar cliente do Veturb, tu vai ter 15% de desconto durante 2 meses. Então, cara, se tu quer aproveitar aí a sua oferta, tem um link aqui na descrição, tá? É só tu se cadastrar, já vai ter acesso a todos esses benefícios aí. E eu também vou te dar um Treinamento 100% gratuito, te mostrando como que tu pode aumentar a conversão do teu
vídeo de vendas ainda hoje. Beleza? Mas cara, chega de conversa aí, vamos pro podcast. Paola Barbosa, cara, seja muito bem-vinda aí ao podcast do Veturb. >> Muito obrigada. >> Seja bem-vinda. Tá nervosa? >> Um pouquinho, >> levemente. >> Levemente nervosa, mas daqui a pouco eu me solto. >> O suficiente para dar um conteúdo bom? >> Com certeza. >> Não o suficiente para sortar. >> Exatamente. >> É, tu tinhas que ver eu lá no podcast da QFi, tá, pessoal? Que eu gravei um podcast. Eu gravei dois podcasts lá nafundo, tá? Eu tava bem nervoso que vai
aparecer a thumbnail aí na tela e não parece, mas eu tava. Mas enfim. >> Ah, não vale muito a pena não para ti, não. Tá, já tá muito avançada já. >> Ah, não. Sempre dá para aprender alguma coisa, pô. >> É assim, sempre dá para aprender alguma coisa. >> Eu modesto você, né? >> Eu eu acho, pô. E e tipo assim, ó, apesar de sempre dar para aprender alguma coisa, existem maneiras mais eficientes de se aprender as coisas, né? Exatamente, >> de maneira muito ineficiente. Eu não sei se eu fui tão eficiente lá naquele Podcast.
Eh, mas cara, de qualquer maneira, eu queria te agradecer, tá, por tu aparecer aqui no podcast do Vetorb. >> Eu que agradeço o convite. >> É, como eu te falei, eu te chamei porque o Thagão, o Thiago Filemon, que ele já tem, pessoal, dois ou três podcast aqui no Vetor, vai aparecer aí na tela. Íssimo. >> É que eu não lembro, eu não sei se já vai ter saído outro podcast que eu Gravei com ele, mas caso saiu vai aparecer aí na tela. Mas ele falou que tu era uma pessoa excepcional, excelente, muito boa aí
em ads. >> Caramba, Thagão, moral, hein? >> Eu falei assim, >> excepcional. >> É, da, eu falei, será que é a mesa ou será que é só copia dele? Entendeu? >> Vamos descobrir. >> É, daí eu resolvi te chamar. Mas, cara, primeiro de tudo, eh, eu Queria entender o seguinte e e a gente já vai falar, tá, da parte que me interessa eh bastante, a parte de de anúncios, tal, como é que tu faz para criar, para gerir a equipe de anúncios, porque eu sei, né, que hoje tu é head de copy de ads, >>
então eu vou te perguntar tudo isso daí, mas uma coisa que eu sou curioso é sobre como que é esse início, essa transição para tu entrar no digital e tu começar a seguir carreira e não só isso, mas dar Certo. Porque eu gravei um podcast aqui com a Angélica. >> Uhum. >> É, vai aparecer na tela, tá, pessoal? Com com a com a a Angel e ela ela falou que ela era professora e aí ela saiu, ela ela deixou de ser professora porque ela queria ganhar dinheiro, tal. Eh, cara, tu teve uma coisa mais ou
menos assim também, tu não era professora, não, né? >> Não era professora, apesar que eu já dei Aula de inglês. >> Ah, é. Foi o meu primeiro emprego na vida, assim, da aula de inglês. >> Chique. >> Mas é, aí depois fui cursar jornalismo, aí comecei a entrar no mercado tradicional, trabalhei em multinacional. >> Uhum. >> Fiz várias coisas e aí eu fui vim parar no marketing digital. Então, antes de vir pro DR, eu meio que já tava no digital também. >> Isso aí em que ano? >> Isso foi em 2021 que eu comecei assim,
eu comecei a aprender marketing. Aprendi tudo com Paulo Cuenca, que foi meu grande mentor também. Depois trabalhei com ele, tudo de marketing que eu aprendi foi basicamente com Cuenca. E eu trabalhei com ele uns dois ou três anos, só que aí eu tava nessa outra bolha de marketing de conteúdo. Então era estrategista de marketing de conteúdo focada no Instagram. E nesse meio tempo Eu acabei fazendo várias coisas, fiz post no Instagram, acabei fazendo copy de lançamento. Aí depois virei especialista, tocava um produto High Ticket, que era uma consultoria para Instagram também. Calma aí, tu virou
especialista? Como assim? Tu produzia conteúdo? >> Não produzia conteúdo, eu tinha uma consultoria. Então eu eu era eu era à frente de um produto High Ticket que tinha lá na empresa. Então eu dava Consultoria para outros clientes que queriam de fato ter uma estratégia mais consolidada pro Instagram ali. Então eu dava todo o direcionamento pra pessoa. Aí eu não produzia mais o conteúdo em si. Eu ficava mais nessa parte de mostrar o que que você tem que fazer para fazer o seu Instagram >> crescer. que enfim, eu fazia toda essa parte, dava direcionamento. >> Então,
então se eu te perguntar como é que faz para crescer o Instagram do Veturb, aí tu tu sabe. >> Sei, pode me contratar. >> Ah, é, >> eu faço uma consultoria com você, um precinho eu vou te falar que eu tô precisando, tá? Quer dizer, na real, na real, sem falar mal dein, né, Nick? Que que é a pessoa que vai revisar aqui o episódio. >> Eh, é, mas sim, eu acho que a gente lá a gente é mais forte no YouTube, tá? Sem sombra de dúvidas. Mas cara, deixa eu te Interromper que eu lembro
que eu falei que eu ia te interromper, né? sempre que eu achasse alguma coisa que que eu acho que é que é legal >> e por legal é da minha cabeça, né? Então >> o que que eu achei legal, >> cara? Tu trabalhou lá com o Paulo Cuenca. >> Exato. >> Pessoal, vai aparecer alguma coisa do Paulo aí na tela, Instagram, sei lá, não sei. Um abraço aí pro Paulo. >> Abraço pro Paulo. >> É, ele vai no nos aniversários do Artur aí eventualmente e daí a gente se encontra lá. Mas meio que então tu
viveu os um pouco tu viveu um pouco aí do dos dois mundos, né? O mundo da galera lá do lançamento, de marketing de conteúdo, não sei o quê, orgânico. >> E daí agora tu vive esse outro mundo que é o do direct response, >> entrei nessa falha da Matrix aqui >> e não e não só isso, né? Tu não foi, ah, vou fazer um direct response aqui, não. Tu falou, mano, eu vou fazer nutra na gringa, mano. >> Chegou com os dois pés, entendeu? é a melhor. >> É, então, eh, cara, o que que tu
vê assim de de diferenças principais? É realmente muito diferente a pessoa que se dá bem lá em marketing de conteúdo, lá em lançamento, ela vai se dar bem também aqui no Direct Response? Tu acha Que foi uma exceção? Como que tu vê isso daí? Eu não acho que eu fui uma exceção. Eu acho que assim, de fato, são dois mundos bem diferentes. Então, como eu já tinha eu tinha escrito bastante coisa, COP de lançamento, criativos, escrevi VSL, que era menor, né, no caso. Eh, só que depois quando eu vim pro Direct Response, especialmente Nutra, nos
Estados Unidos, eu percebi que era completamente diferente. Então, quais Foram as vantagens que eu tive? Eu sempre escrevi bem isso desde fato. Eu fui, eu fiz jornalismo justamente porque eu sempre amei escrever. Desde criança. Eu lembro que eu escrevi. Eu tinha, eu tinha um blog na época do blog spot, assim, ó. Talvez até exista esse blog. Blog. >> Aí eu escrevia só porque eu gostava de escrever assim, só. >> Então isso me ajudou. Por que que isso foi uma vantagem para mim? Porque desde Sempre, desde o começo, eu conseguia criar uma história começo, meio e
fim e ligar uma ideia na outra de forma que fizesse sentido. Só que isso no na resposta direta não é o suficiente, porque tem toda uma série de técnicas de você chamar atenção, de você saber criar um hook bem específico, curioso. Essa foi a parte que eu tive que aprender. Então, foi bom por um lado e ruim por outro, porque querendo ou não, eu achei justamente, eu cheguei no direct Responde e response justamente achando que, ah, vou deitar que tô sabendo de tudo. Aí você começa a escrever ali e aí você percebe, >> tu é
da onde mesmo? >> Sou de São Paulo. >> São Paulo. Lá, lá eles falam isso. Vou deitar. >> Eu falei: "Vou deitar". >> Acabou de falar. >> É, é isso daí é significa. Nossa, vou no Goiás eles falam: "Vou amassar. Amassar Que é também mandar muito bem". Como é que tu fala, Gabi? >> Tu que é da do da da nova juventude aí, >> tu escutou o que a gente falou? Não, tu é [ __ ] né? >> É, >> vou amassar >> não, porque vou vou vou deitar. É uma coisa bem comum aqui, né?
É que a gente fala, vou deitar. Fal deitar. Ah, que bom. >> Mas enfim, tu falou que ia deitar e aí? >> Ah, eu não deitei. Que merda. >> Exatamente. Assim, acabei indo bem porque depois eu te falo como que eu entrei na para na BH e tal. Uhum. >> Só que você escreve a sua primeira cópia ali, você acha que tá incrível. E aí Filemon ia lá revisar minha cópia. Você já viu o Filemão revisando CP? >> Não. >> É bem engraçado. Ele gravava uns vídeos E aí ele ficava assim, ó, uma cara assim,
ó. Aí eu falo: "Meu, é com uma cara de brava". Aí eu falava: "Gente, >> eu achei que tava incrível, tá uma bosta". E aí assim, é todo um processo doloroso. Primeiro até você aprender, depois até você acertar. Então não foi tão fácil quanto eu achei que seria. Depois que acertei, parece que abre uma porteira e aí fica >> relativamente fácil, mas até você chegar lá >> Uhum. >> é uma alabuta. >> Mas tu não acha que é aleatório? Aliás, não aleatório, mas muito, a palavra não é aleatório, tá? Mas muito subjetivo esse negócio da
da revisão de COP. >> Pode ser. Na época que eu revisava pelo menos, cara, era muito tipei ou não. Não quer dizer que tá certo, até porque tem muita coisa que a gente não gosta que valida. >> É, mas assim, mas eu acho que até chegar Nesse ponto de ser subjetivo de eu gostei ou não, a gente passa pelo ponto de você tá fazendo tudo errado, você tem que fazer os erros óbvios de quem tá começando. >> Er, entendi, entendi. >> E ainda eu fui começar em VSL, não recomendo também de copior começar em VSL.
Eu achei que também cheguei achando, nossa, se escrever vai ser ótimo, vou escrever VSL, vou tirar de letra. Não, então que chega na parte do Mecanismo ali, nossa, não. Aí, aí eu falei, entrei num buraco sem fundo aqui que eu não consigo mais sair. Uhum. >> Entendeu? Então, a primeira VSL minha, acho que foi assim, uma semana para escrever sofrendo. Depois Thiago revisou, tive que mudar um monte de coisa, duas semanas praticamente assim para conseguir deixar a VSL decente, minimamente decente. Então, não acho que é um caminho muito bom para quem tá começando. VSL, é,
>> eu acho que o pessoal começa mais com anúncio hoje em dia, pelo menos. >> Ah, então aí eu já comecei errando aí nesse nesse aspecto. >> E cara, e tu e tu entrou quando na BH? Em que ano? >> Eu entrei em dezembro. de 2024. Então assim, praticamente 2025. >> Uhum. >> For considerar. >> Então tu evoluiu muito rápido >> que a gente tá a gente tá na metade de 2026. Tu entrou lá. >> É, mas tá falando de um ano e meio, né? >> Sim, pô. E tu já tá aqui, tá maluco. Eu
demorei três anos para fazer uma venda. Demorou um ano e meio para est aqui no podcast já ganhando uma grana. É porque essa essa questão de tempo é muito engraçada, que a gente fica vendo todo mundo falando: "Nossa, acertei em um mês, dois meses, fiz não sei quantos milhões". Então, querendo não, você acaba se comparando e de fato não acho Que é todo mundo que acerta tão rápido assim. Eu não acho que eu acertei rápido, >> por exemplo. >> Tem a parte legal que eu gosto de falar que é eu e é fato, verdade. Eu
virei, eu fui de júnior para Red em seis meses. Aconteceu. >> Só que o que que aconteceu antes desses se meses? Eu fiquei outro outros 8 meses trabalhando muito, batendo na trave, acertando fofo, que é o que eu falo, até Acertava porque não é que eu não acertava nada também, porque não acertar nada aí você não tem como. Mas eu acertava pouco. E aí, graças a Deus tive o Thagão do meu lado ali, que ele sempre viu um potencial em mim. Acho que o Thiago acreditou mais em mim do que eu mesma, assim, eu acho.
>> Ele é bom nisso, né? >> Ele é bom. Cara, tu falou acertando fofo. Eu escutei isso mesmo. >> Exatamente. Acertava fofo. >> Cara, que engraçado, velho. Não, muito bom. Eh, e o que que tu fez para tu conseguir evoluir tão rápido assim, cara, de de tu sair de júnior para R em se meses? O que que tu acha que foi o teu segredo? Olha aí, eu já não acho que é parte técnica, porque assim, antes de eu acertar meu anúncio, que eu falo que foi o meu anúncio unicórnio, foi o anúncio que mudou minha
vida e que ele, na verdade, vende até hoje. A gente tá falando de Quase um ano. Escrevi esse anúncio em agosto do ano passado. >> Hum. >> E até hoje ele, a gente faz variação de avatar, até hoje ele vende em mais de um nicho, assim, é uma coisa >> bizarra. Nem eu entendo como que funcionou tanto isso daí. Antes de eu acertar esse anúncio, eu já tava escrevendo muito bem. Eu vim de um mês que aí eu saí de VSL, depois fui para EDS. E assim, eu não tinha problema Técnico, assim, eu aí eu
já tava treinada, eu já sabia fazer anúncio direitinho, só que eu não tava acertando, eu tava acertando fofo. E aí eu lembro que o Thiago ele ficava me provocando, ele ficava falando assim: "Mas por que que você não tá acertando?" Aí eu ficava até brava com essa pergunta e fala: "Como que você acha que eu sei? Por que que você acha?" Só que aí e ele ficava insistindo nessa Pergunta e aí eu comecei a perceber, eu comecei a me perguntar também, aí começar a me questionar e aí é uma coisa que meio que sai da
técnica, sai da lógica, porque não tinha lógica eu não estar acertando. >> Então eu tive que me questionar algumas coisas de o que está alguma trava existe? >> O que que é, né? Ah, aí eu tive que aprender umas coisas em relação a dinheiro, por exemplo. Acho que eu tinha Algumas travas de bloqueio de dinheiro, um algumas coisas com relação ao próprio mercado. Então eu tinha, por exemplo, muita síndrome do impostor. Isso daí até hoje, até hoje não, já melhorei. Mas assim, eu não me achava boa. Até pouco tempo atrás eu não me achava boa.
Tanto que o Thiago me falou para eu virar R. Aí eu perguntei umas três vezes para ele, falei: "Você tem certeza disso? Porque assim, o que você tá vendo acho que não é a mesma coisa que eu tô vendo. >> Então eu tive que trabalhar várias coisas até eu entender que, pô, eu sou boa. >> E como é que tu fez para trabalhar isso daí? Foi no psicólogo? >> Ah, não, terapia já faço sempre, >> mas eu precisei ficar eu comigo mesma e aí escrever. O Thiago fez até uns desafios de mentalidade que eu fiz
também. >> Ah, ele tem essa parada aí, né? O desafio lá do >> 30 dias 30 dias, né? Da mentalidade. >> Eu fiz aí. Aí tem uma parte 30 dias dias, [ __ ] >> E eu fiz todos os 30 dias. Aí tem uma parte que ele manda você escrever umas 10 vezes umas frases que você tem, por exemplo, uma crença com relação ao dinheiro do tipo dinheiro não nasce em árvore. Aí você tem que quebrar essa crença do tipo, ah, dinheiro é fácil. >> Ah, eu tenho. Putz. >> Aí você tem que escrever 10
vezes essa Frase. Dinheiro é fácil. Dinheiro é fácil. E aí foi engraçado que eu até mandei uma foto para ele assim de um caderninho meu escrito, várias vezes a mesma frase. Eu falei: "Só você para me fazer escrever isso daí". >> Cara, eu nunca, mas nunca vou apresentar esse treinamento aí do Thiago Filemon pra minha esposa. >> Por quê? >> Tá maluco. Se elas começar a achar que Dinheiro é fácil, como é que vai ser essa conta do cartão? >> Mas é, ela é casada com você, o dinheiro é fácil sim, pô. >> Não, para
ela tem que ser um pouco mais difícil. É, >> pelo amor de Deus. >> Para mim pode ser um pouco mais fácil. É, não, tá complicada essa situação aí. tem que economizar, >> não. Você tem que provar pro seu cérebro que o dinheiro vem. E aí quando eu não Sei explicar exatamente assim. E aí foi curioso que foi, eu falo isso para todo mundo, que quando eu não estava acertando, eu tava meio desesperada ali, tava trabalhando muito, tava escrevendo 10 por dia. 10 por dia não é uma quantidade legal para você escrever, mas eu queria
porque eu fazia, me dá mais anúncio aí, me dá mais anúncio. E aí teve um dia que eu tinha terminado assim, era umas 2as da tarde, terminei meus anúncios e aí o Fleemon, eu mandei pro Filemon assim: "Ah, me dá, posso escrever mais aí que eu tô, já terminei". Ele falou: "Não adianta você ficar escrevendo mais porque tem que ter editor, vai ficar parado seus eds". E aí eu lembro que eu falei, "Quer saber?" Então assim, eu vou escrever cinco anúncios por dia, vou dar meus 200% aqui e depois eu não vou mais pirar, eu
não vou mais surtar, eu vou fazer outra coisa, eu vou assistir série, eu vou correr, assim, Literalmente eu vou fazer o que eu posso fazer aqui, vou escrever o melhor anúncio da minha vida. Depois disso tá na mão de Deus e do gestor de tráfego, literalmente. Não tem mais o que eu fazer, >> porque eu ficava desesperada, eu ficava enchendo o saco do editor, aí eu ficava depois enchendo o saco do gestor de tráfego. Artur Salvador, se tiver assistindo isso daí vai lembrar que fala: "Já subi meu anúncio e aí como é Que tá o
anúncio?" E não sei quê. E aí teve uma hora que parece que minha fiz assim na minha mente, eu falei: "Eu vou trabalhar menos e é isso. Eu não vou mais me preocupar. Eu não vou mais me preocupar. A hora que eu fiz isso, eu já tinha acho que escrito meu anúncio unicórnio. Aí duas semanas depois fiquei sabendo que ele estourou de vender. >> Uhum. Uhum. >> Literalmente foi assim, ó. Então eu acredito que é muito também a energia Que você coloca. Tudo que você coloca, acho que qualquer coisa que você faz com a energia
do desespero na sua vida, não vai dar certo. Não tem como dar certo. Pelo menos foi assim comigo. A hora que eu mudei da energia do desespero pra energia da entrega, foi >> Uhum. literalmente >> interessante. Cara, eu tenho uma visão de que de fato, né, se tu tá fazendo alguma coisa e tu tá ansioso, tu tá meio mal, vai transparecer na essa palavra. Existe? >> Existe, >> existe, né? >> Existe. Uhum. >> Que eu não sei, né, pessoal? Porque tu que é jornalista deve saber, mas vai mostrar ali no no que tu tá fazendo,
sem sem sombra de dúvidas, né? >> Uhum. Com certeza. Então, pô, se tu tá meio mal, tu vai fazer uma coisa meio meio meio mal, é normal. >> Eu acho que nem tem como não ser assim. >> Exato. >> É uma coisa que é obrigado a ser assim porque tá saindo de ti. >> Uhum. >> E então assim, a a minha justificativa, aliás, então eu concordo com isso, só que eu tenho uma pergunta. Tu tá querendo me dizer que depois que tu tinha feito as ações, tu fez aquele pack de ações, depois disso, tu resolveu
ficar mais calma. >> Uhum. E aí tu acredita que essa tua Calmaria após tu escrever, isso que te permitiu meio que acessar esse esse resultado? É uma coisa mais ou menos assim que você tá me dizendo? >> Eu acho que sim, porque assim, eu eu já eu já tinha passado por um processo de treinamento, eu não tinha problema técnico, Filemon lia meus anúncios, falava: "Nossa, tá muito bom". Tinha uma época que ele fazia até uma competição com com os copies lá, Warom, que ele chamava, >> e eu ganhava várias vezes assim e aí ele falava:
"Não é possível, o que que tá acontecendo? Alguma coisa tá acontecendo, você não tá acertando". >> Uhum. >> E aí foi quando eu comecei a me questionar também e aí foi quando tudo isso aconteceu. E isso acontece até hoje. Tem, você já já viu alguns alguns copies assim que se você lê a COP tá boa, você vê o vídeo tá incrível, só que o negócio não vende. >> Claro. >> Qual que é a explicação? Não existe explicação aí, por isso que eu falo, não existe explicação lógica. Tem alguma outra coisa? >> Olha o que eu
já fiz de cópia aí, que eu achei que tava excelente e deu errado. >> E o que eu já fiz de cópia, que eu achei que tava uma merda e deu certo. Então >> isso já aconteceu um monte também. É, às vezes eu acho que é tudo aleatório. Eu tenho uma uma crença, >> tem, eu acho que tem um pouco de aleatoriedade, sorte, tem time de mercado, tem muitas variáveis, não dá para falar, tem muitas variáveis, >> mas às vezes o mesmo COP tá diante das mesmas variáveis que o outro COP, um acerto e o
outro não. E a qualidade da COP tá a mesma. >> Sim. >> Então, alguma coisa tem. Olha, eh, eu não consigo opinar sobre isso aí Que tu acabou de falar, mas uma coisa que eu queria falar aqui pra audiência é que, cara, sem dúvida alguma, se tu se acalmar na tua vida >> Uhum. >> a pessoa tende a ter melhores resultados, né? >> Ah, >> mas mesmo assim, esse período aí que tu fez, onde tu não tava calma, onde tu tava aí talvez ansiosa, sei lá, ainda deu certo, né, cara? Porque, pô, Tu foi de
júnior para Red em seis meses. >> Então, assim, >> é, >> eh, tirando tirando essa parte de de de ficar mais calma, como que tu acha que era a tua rotina, os teus os teus processos ali para tu conseguir rampar, tu conseguir ficar realmente boa a ponto de, pô, vira red, o Thagão te recomendar para tu tá aqui. Isso daí foi um feito bem interessante, tá? Quer tu esteja calma ou não. >> Uhum. Esse feito por si só, eu acho ele uma coisa bem ehem bem curiosa e até impressionante, eu diria. >> Exato. E aí,
tem que fazer uma ressalva aqui também, não é que assim, todo o período da sua vida você vai só ficar assim meditando, nossa, calma, não é? Eu passei, tive que passar por períodos de caos também até chegar, especialmente na parte da transição de carreira. Quando eu tava começando a estudar COP, eu tava ainda no meu antigo emprego, tava Fazendo 1 milhão de coisas ao mesmo tempo estudando. Eu não tinha calma nenhuma, literalmente não tinha. Eu tava de fato ali na guerra e era o momento que eu precisei passar. >> A loucura. >> Todo mundo talvez
tenha que passar por esse momento da loucura. O problema é que não dá. A partir do momento que você de fato entende como aí eu o que que eu fiz? Consegui, fiz minha transição, saí de um Emprego, entrei na BH, relativamente deu certo. Aí foi quando eu comecei a já dominei a técnica. Aí foi quando eu falei: "Ó, o que eu estou fazendo até aqui, fazendo 10 anúncios por dia, doida, desesperada, enchendo o saco de todo mundo, não tá dando certo. >> Uhum. >> Eu vou ter que fazer alguma coisa diferente". Que aí foi quando
literalmente eu comecei a trabalhar menos. Então isso daí vai contra meio Que o que muita gente fala que você precisa trabalhar 12 horas, 13, 14, 17 horas por dia, dormir pouco. Não acho que é bem por aí. Eu não, nunca escrevi uma linha antes das 10 da manhã, por exemplo. Eu, porque esse todo mundo tem que se conhecer, né? Tem gente que é mais e noturno, tem gente que é mais diurno, tem gente que gosta de acordar cedo. Para mim não funciona. >> Uhum. Então, para esse foi o meu caminho. E aí tem a parte
mais técnica Também, que é um erro que eu cometi muito lá no começo, era que eu queria ser muito criativa. A criatividade no começo ela só vai te atrapalhar. E eu fui a prova disso e eu sempre fui uma pessoa muito criativa. Eh, a >> O que isso quer dizer? Fala mais sobre isso. Por que por que que a criatividade ela atrapalha no começo? Porque primeiro você não tem o conhecimento. Então, segundo você eh Como você não tem o conhecimento, você não sabe exatamente as coisas que funcionam, que não funcionam. Então, quando eu vou modelar
um anúncio, por exemplo, hoje, se eu for escrever um anúncio hoje, eu sei as coisas que eu posso mexer e as coisas que eu não posso mexer. Um ano atrás, eu não sabia. >> Uhum. Então eu ia querer mudar um monte de coisa e esse monte de coisa que eu ia mudar ia dar tudo errado, porque eu ia sair da essência do anúncio ali, eu ia, Eu não entendi o que fez o anúncio dar certo. Então eu ia querer mudar coisas que obviamente iam dar tudo errado. >> Sim. >> Então eu fiz assim VSL, por
exemplo, aí lá no começo Thiago sofreu para caramba, coitado, assim, pegava mecanismo, mudava tudo, inventava da cabeça. Falei: "Da onde? Como que eu acho que vai dar certo um negócio desse?" É, não, revisar VSL de cop júnior é [ __ ] Eu sofri muito com isso também. Fala, [ __ ] que [ __ ] é Essa? Tu não consegue nem dar feedback, tá? >> Exato. Exato. >> E cara, nada contra os meus copyrighters aí, tá? Que eu já que eu já ajudei a formar, treinar, sei lá. Mas se tu é ruim, tu sabe que tu
era ruim, entendeu? Exato. >> E eu não quero revisar tua BSL não, cara. Tá maluco, já tem um monte de coisa para fazer. >> Não recomendo COP Júnior começar em VSL E nem recomendo contratar COP Júnior para VSL. >> É, >> no caso. >> Não, sem dúvida, sem dúvida. Não, não tem como dar certo. Simplesmente não tem como. >> Cara, quando eu operava e eu era, pô, extremamente copiado, na época não era nem VSL, eram advertoriais, >> que era páginas em texto. Aí, nossa, era muito mais fácil de copiar. Era o cara Da conttrl C
conttrl V. >> É, cont C conttrol V, sobe. >> É, era tipo, era ridículo. Era, era mais rápido de copiar hoje do que naquela época do que com hoje com IA para tu ver. E aí os caras copiavam lá o meu de virtuorial, só que qual que é o 8020 de vertorial? É a headline e a imagem abaixo da headline, >> porque aquilo ali é o que >> é o que chama a atenção da pessoa em Primeiro lugar. Aí o vagabundo é lá, copiava de vertorial e trocava a headline e aí dava errado. >> E
aí dava errado. É claro. >> E eu falava assim, eu pensava: "Caramba, cara, os caras não sabem nem copiar". >> Exatamente. >> Nem copiar tu sabe, mano. >> Exato. >> Que tristeza, né? Exatamente isso. Então não dá para você ir nem por um lado, nem pelo outro. >> É, eu concordo contigo. Sim, sim, sem dúvidas. Mas cara, e mas me fala mais o o o que que tu fez aí para tu virar R em seis meses. Me dá mais detalhes aí. Primeiro comecei a acertar e aí eu acertei esse meu anúncio unicórno. Ele fez no
primeiro mês 4 milhões, depois 8 milhões e foi aí ele começou em diabetes, foi pra memória, visão. Ele valida em vários nichos, já foi mais ripado do que não sei o quê. >> Ele foi. Ah, é. >> É. E aí parece que esse anúncio, não sei, abriu uma porteira. Parece que quando você acerta um assim, você não sei, parece que você manda uma mensagem pro seu cérebro que é, ó, agora eu sei fazer isso daqui e depois vai. E aí comecei a acertar com mais constância outros também. Então, diabetes foi onde eu dominei, Diabetes Memorial.
>> Uhum. >> E aí eu comecei numa sequência de acertar muito assim. E não era só que Foi um anúncio que deu sorte, porque isso acontece muito também. Às vezes tem um copywritter que escreve um anúncio, dá uma sorte, vende 1 milhão dia e depois não acerta mais nada. Isso já aconteceu bastante. Então eu acertei esse e depois acertei outros que não venderam tanto quanto esse, mas também ficou ali, sabe? É, foram foi uma crescente. Então acho que o Thiago viu essa constância tanto de faturamento quanto e tem muito também do da do Empenho que
a pessoa coloca ali também na operação. Então eu sempre fui a pessoa que assim, >> ah, você vai sair de VSL, vai para anúncio. Ah, tá bom. Aí você vai sair desse squad e vai para outro squad. Ah, tá bom. Ah, tem que trabalhar fim de semana, tá bom? Tipo assim, tem a questão técnica, tem a questão de também comportamento assim, do quanto você tá comprometido. Então eu lembro que eu nunca abri minha boca, nunca Reclamei de nada. Eu só falei: "Beleza, vou fazer tudo que me mandar fazer, eu vou fazer". Entendeu? Não vou reclamar
de nada. Tirando a parte do gestor, do gestor que eu ficava enchendo o saco dele, perguntando se subiu o anúncio, não enchi o saco de ninguém. E acho que foi foi isso aí. se você não atrasava a entrega. Acho que ele foi vendo essa sequência de acontecimentos e falou: "Ah, pode ser uma potencial head aqui". >> Uhum. >> Aí foi o que aconteceu. >> Mas como que foi o teu o esse teu treinamento aí? Porque eu tô achando, tá, que a parte mais importante aí disso tudo foi esse teu treinamento, >> porque uma vez que
tu treinou, tu aprendeu, a a próxima etapa da equação foi, cara, tu tu trabalhou, tu foi consistente em soltar anúncios pro mercado. E aí, cara, é um jogo de >> de matemática ali. Se tu solta um anúncio, tens uma chance de acertar. Se tu solta 100, >> tu tem 100 chances. Então, eu acredito que eh a parte mais importante foi o teu anúncio, ele ter a possibilidade de ser bom em primeiro lugar. Isso aí vem do teu treinamento. >> Exato. >> Tu acredita que eh pelo que eu entendi, né, pô, como o Thagão ele era
o teu o teu R lá, o teu o teu e supervisor, Digamos, sei lá, teu chefe. >> É o TIF, J. >> É o Cop Tif lá, ele provavelmente foi o teu mentor, então ele também te ensinou. >> Uhum. Então eu já sei que isso é uma variável que tu teve. Falei: "Cara, mentoria do Thagão. >> Exato. Uhum. >> Tu fez cursos também? É, como que foi esse teu treinamento? E como que tu acha que o pessoal que tá em casa, >> eles podem rampar e se tornar bons Copyrit de anúncio rápido? >> Tá. Aí
eu vou ter que voltar um pouco antes da BH, eh, porque eu fiz >> eu fiz o meu primeiro contato com COP de no Dr. Foi a imersão do Cobata, imersão 10X ou 100X, não lembro que foi a primeira coisa de cópia que eu antes de eu entrar na formação do Thiago, eu estudei anúncios primeiro e aí como que foi a formação do Cobato? Achei que foi muito legal porque ela foi muito prática. Então ele deu umas três aulas, Não lembro, >> era uma imersão online, >> era tudo online. Aí ele deu umas três aulas,
teve uma aula que durou acho que umas 3 horas, ele explicou exatamente tudo que ele faz ali de anúncio e aí depois ele só falou assim: "Agora é com vocês". Então tinha, era uma competição ali, ele ia ou contratar alguns ou divulgar vaga para outras operações. E a sua missão era literalmente escrever cinco anúncios no dia. Eu acho que eram Três corpos, cinco hooks ou inverso, mas era 15 anúncios todo santo dia durante 45 dias. E o cobata, você sabe, né? Do exército, não, não tem essa, é disciplina. E para você conquistar o cobata é
disciplina. Ah, nossa. aconteceu não sei o quê no sábado, né? Se vira, give your jumps. E aí foi exatamente isso. Então, >> do your jumps, >> give your jumps. >> Give your jumps. Boa, >> é, dá seus pulos. Eu amo essas expressões abrasileiradas. Amo, gente. Another 500s também adoro. Uma das minhas favoritas. >> Another 500. 500. >> É, outros 500. Eu amo. >> Boa. >> E aí eu acho que nessa foi essa esse meu intensivo, se é que eu posso dizer, >> de escrever 1 milhão de anúncios todo santo dia. Foi foi ali que eu
aprendi a escrever anúncio. >> Uhum. >> Então, no primeiro dia eu demorei muito. Até o 10o dia eu demorei para caramba. Falei: "Que de acha que eu tô fazendo? Eu achei que eu sabia fazer isso. Eu não sei." E aí vai, vai passando o tempo, você vai ficando melhor. Então você vê que não é mais tão difícil quanto era no primeiro dia. >> Uhum. Então, primeira coisa, se alguém tá assistindo aqui agora e vai começar a fazer a virar COP de anúncios, primeira Coisa que a pessoa tem que fazer é escrever anúncios todo santo dia.
Não importa se você tá numa operação ou não tá. Eu não tava numa operação. Eu não sabia que que ia ser feito com meus eds, provavelmente nada. A minha, o meu único comprometimento ali era aprender a escrever anúncio, só isso. E me destacar. E aí eu acabei até me destacando também assim. E aí é muito engraçado que entre aspas fácil destacar porque sei Lá, umas 200 pessoas fizeram a imersão do cobata, umas 50 se inscreveram para fazer o desafio ali, que você tinha que colocar o nome, era o negócio ali todo controladinho assim. Acho que
cinco terminaram, >> caramba, >> os 45 dias. Aí eu fui mandar cinco e depois o, eu acho que o Cubata disse depois até que ele ia me contratar, só que aí na época eu tava trabalhando num outro lugar e aí eu não quis sair assim, Ah, vou sair semana que vem, tchau, >> na loucura ali. >> É, aí acabou que eu não fui, não entrei na na operação do Cobata, que era W no caso. >> Uhum. >> E depois deu certo de entrar no do Filemon. Então não tem outro jeito de você aprender a não
ser você escrever todo santo dia. >> Uhum. E aí, claro, depois na prática é muito diferente, porque você começa a Escrever, aí os anúncios vão rodar e você tem um e você tem um dado ali do que aconteceu com seu anúncio, não, vendeu ou não vendeu. >> Uhum. >> Então isso daí já é um outro aí é uma segunda etapa, né? >> Uhum. Sim. Legal, cara. E assim, ó, uma vez que tu pegou, aí tu aprendeu, aí tu foi lá, entrou na BH, aí tu começou ali a fazer os anúncios, mesmo estressada aí na loucura
aí com a arma da das metas Ali na cabeça aqui pronta para para atirar. >> Eu sei como é, cara. Já já tive operação. É. >> Uhum. E a aí assim, ó, tu tu tinha um processo que foi esse teu processo eh vencedor aí que te permitiu criar o teu anúncio unicórnio. E cara, que loucura. Eu nunca escutei essa expressão. Anúncio unicórnio. Achei legal, interessante, Né, velho? >> É, dei esse apelidinho. >> É, para quem não sabe, tá, pessoal, o unicórnio é aquele cavalo lá com chifre. >> É. Tá. Mas ele tem, é, mas o
rolê dele é que a gente fala que a unicórnio é uma coisa muito rara de ver, >> que fala que são as empresas que valem mais de 1 bilhão de dólares. >> Ela tem o anúncio unicórnio aqui, o anúncio de 1 bilhão de dólares. >> E foi bobear de reais até que foi, né? Esse anúncio aí se for bear deve ter ido. >> É, quem duvida é doido. >> Mas, cara, eh, e esse teu processo vencedor aí, tá, de criação de anúncio, como que tu executava ele? Qual, qual que era o primeiro passo que tu
fazia quando tu ia criar uma leva de anúncios ou tu ia, sei lá, planejar os anúncios? Eu queria que a gente falasse desse teu processo aí, >> tá? Meu processo ele começa, como? Começa tomando as decisões. Então, a primeira, acho que o 8020 de um bom anúncio são as decisões que você toma. >> Qual a primeira decisão que você vai tomar? Primeiro, qual é o anúncio que você vai modelar? >> Então, num pack de cinco anúncios, você pode modelar um anúncio só e fazer outras mudanças. Então você pega um anúncio, transforma ele em cinco. Ou
você pode pegar cinco anúncios diferentes e fazer uma modelagem ali Basiquinha de cada um deles. As duas formas funcionam. >> Uhum. >> Eu fiz essa segunda, essa segunda opção. Cada todo o pack que eu escrever, eu pegava cinco anúncios ali da biblioteca de anúncios, decidia quais eram os anúncios que eu ia modelar e depois qu outras decisões que eu tomava, qual é o avatar que eu vou usar. Então acho que essa é a segunda a segunda decisão mais importante que você vai tomar. >> Calma aí, deixa eu anotar aqui, tá? Para do avatar, >> tá?
>> Mas cara, ó, eu te falei lá no começo do episódio que eu ia te interromper, não falei? Interromper, mano. >> Você que manda. >> Eu tenho que interromper porque se eu não interromper, pessoal, como é que eu vou aprender aqui nesse nesse podcast, entendeu? >> Você vai escrever anúncio? >> Eu? >> Cara, se o Veturb der alguma coisa aí, eu tenho que ter um >> a minhaência, né, cara? Exatamente. >> Tá maluco. Mas tu falou que uma decisão importante é essa parada aí de de modelar, de escolher qual anúncio que eu vou modelar. >>
Uhum. >> Então, é sempre assim que tu faz. Tu sempre começa com um anúncio de referência. >> Exato. >> Isso é o o Isso é necessário, uma condição necessária para tu iniciar o processo de escrever anúncio. Não existe. Ah, é. >> E e como que tu decide o que modelar em primeiro lugar? Onde que tu vai achar esses anúncios? Com qual critério que tu vai? >> Biblioteca de anúncios. Basicamente tem empresas que tenta outras pessoas para fazer spy, mas eu Acho que >> os swipes >> é, tem os swipes também, mas eu acho que todo
COP deveria fazer anúncio. Fazer anúncio não, fazer spy. Eu acho que é uma prática importante para você não perder. E assim, não é uma coisa que eu gosto de fazer, tá? >> Uhum. >> Faço obrigada, porque eu tenho que fazer. Explica aí, explica aí o pessoal Aí que não sabe. E eu sei que vocês já sabem, tá, pessoal, o pessoal que é mais sênor aí e tal, mas explica pra galera que não sabe o que que é spy e por que tu acha e dá mais detalhes, né, do por que tu acha que os corporales
têm que tá fazendo isso daí. >> SP é quando você vai lá na biblioteca de anúncios do Facebook e coloca uma palavra-chave do seu nicho, então weight loss, Estados Unidos, quem tiver escrevendo para Estados Unidos, você Pode colocar weight loss gelatin, que é um dos mecanismos da BSL. vai aparecer um monte de anúncio que tá que tá escalando ali. E aí, por que que isso é bom? Para você ter uma noção do mercado também. E eu gostava disso porque era como se fosse também um aquecimento >> pro meu cérebro, assim. Então, antes de eu começar
a escrever, eu sempre assistia alguns anúncios ali, tanto do que estavam escalando no Facebook ali no Spy, quanto alguns que já tinham Validado também na própria BH. Então eu sempre gostava de pelo menos assistir alguns dois, três no dia para eu aquecimento. Olha, quando você vai treinar, você faz um aquecimentinho ali, um alongamento. O spy é tipo seu alongamento antes do treino. >> Caramba, cara. >> Eu acho um é acho importante. >> Aquecimento de anúncio. Essa é nova, hein? >> Mas tipo, eh, então, então assim, ó, tu Vai lá na biblioteca de anúncios, tu vai
colocar lá a palavra-chave do teu nicho. >> Uhum. E aí a palavra-chave, no caso, tu falou weight loss, que é perda de peso em inglês, né, pessoal? Inglês. >> Então o cara vai colocar palavrachaves do nicho ali, vai aparecer anúncios e ele pode escolher algum anúncio ali para modelar. >> Exato. >> Tá. Mas como que a gente garante que os Anúncios ali eles vão ser bons em primeiro lugar? Como que tu tem esse esse critério? Aí >> a gente tem que ver a quantidade de replicações. E aí tem até uns, não é aplicativo aquele negócio.
Ah, extensão. Extensão. Eh, é disparo. Tem alguns outros copycat, acho que a Bruna que me ensinou desse Copycat, que ele mostra quantas quantas cópias já foram feitas desse anúncio. Então, teoricamente, quanto mais cópias desse anúncio tiver, Significa que ele tá sendo replicado, ou seja, ele tá indo bem. >> Uhum. Então é o primeiro, quem não tem, por exemplo, uma operação grande, não tem alguém, um spy que faz isso por você, é o primeiro jeito de você descobrir que o anúncio tá relativamente bem. Não dá para garantir que ele tá escalando, porque tem uma série de
outras variáveis, enfim, tem que ver com estrutura de tráfego, >> mas para quem tá ali começando, esse é o Primeiro arroz, feijão para você fazer ali, entendeu? E se você assinar um swipe, é interessante também. >> Uhum. É. E tu falou do, tu falou uma palavra gelatim, >> que é gelatina, né, pessoal? Em, em português, >> pra tu saber isso daí, tu tem que tu tem que ter alguma informação privilegiada. Em primeiro lugar, alguém tem que ter te falado, ó, tá rolando esse mecanismo para tu poder espiar isso aí em primeiro Lugar, né? que tu
não vai >> é ou ele já vem da própria VSL, então eu sei que a VSL vai ser truco da gelatina rosa. Então eu vou no spa, eu vou ver tudo que tá rolando de truco da gelatina rosa ou só truque da gelatina, porque de repente eu vejo que tem uma gelatina amarela. Então não não é porque eu tô escrevendo pra rosa que eu não vou ver o que tá acontecendo na amarela. É muito engraçado. >> É, mas a cópia boa é a cópia cômica. É, >> se tu, se tu lê a tua cópia e
tu não achar engraçado, falar: "Cara, que [ __ ] é essa?" >> Nossa, me divirto muito, eu acho incrível. >> É verdade. É, não, o cara tá maluco. >> As revisões de cópia lá que eu fazer lá com o Thagão, a gente tinha que falar assim: "Cara, essa aqui tinha que dar risada que senão, >> senão". O Dan Kennedy, ele fala isso também, tá? Que a tua oferta >> ela tem que ser o máximo que tu consegue falar sem quebrar o sorriso, tipo, sem dar uma risada, entendeu? Aí, essa é a cópia que ela é
boa. Nas reuniões que eu faço com o meu time, eu sempre brinco com eles, falo: "Gente, se alguém ouvir as minhas reuniões com vocês, ninguém vai entender nada. >> Vou falar que que essa pessoa faz da vida que ela tá falando de E é assim, é de truco de gelatina e vai escalando, né? Vai escalando." >> Cara, que loucura. Mas e aí? Aí tu eh, tu vai lá, tu vai achar anúncios para modelar. E aí tu falou que a maneira que tu faz isso é tu ir lá na na no Facebook Ad Liber, lá na
biblioteca de anúncios, >> vai colocar uma palavra-chave do nicho, tu vai encontrar anúncios que são e anúncios que tu considera legais, interessantes. E tu falou esse critério aí, que é o número de cópias que eles têm. >> Exato. >> E aí esse tu vai ter ali um parâmetro ali para tu modelar. Tu chega a usar ferramentas de espionagem mesmo, como por exemplo deptube? >> Eu já, a gente usou, a gente tem na BH também, usei já bastante essas, é que ela é mais focada no YouTube, né? Então é bem diferente tanto COP quanto edição do
YouTube pro Facebook. >> Uhum. >> Então não recomendo quem tá começando, por exemplo, ir pro DeepTube para Procurar um anúncio para escrever pro Facebook, porque hoje, por exemplo, eu sei as coisas que eu devo mudar para funcionar no no Facebook. >> Uhum. Porque o YouTube tem mais limitações. Eu focaria, se eu tivesse que escolher, tivesse começando do jeito mais fácil, mais focaria mais no Facebook mesmo. >> Uhum. >> Só quem tiver escrevendo para YouTube, Obviamente o Diptube também. >> Uhum. E uma vez que tu tem a referência ali do que modelar, o que que tu
vai fazer depois? >> Aí as outras decisões, o anúncio, o avatar. Aí o que que eu fazia? Eu literalmente transcrevia todo o anúncio e aí eu fazia uma tabelinha de modelagem que eu já tenho até um documento depois disso que eu mostrava pros meus golpes e eu quem tá começando, eu sempre recomendo fazer essa tabelinha de Modelagem. >> Lá no começo, quando eu eu virei >> tabela de modelagem, fala mais sobre isso aí. >> Eu coloco do do você faz a tabelinha ali no doc, duas colunas. Coluna na primeira coluna você coloca o anúncio original.
Na segunda coluna você vai colocar o seu anúncio novo que você vai criar. A partir do do original, >> cada frase é uma linha, uma elemento da tabela, uma célula. >> Não, não, não tem célula nenhuma. É só uma tabela assim. Aí vai escrever no texto corrido. Já fica muito. É, aí ia ficar burocrático demais. Não, não. Ah, já complicou, né? >> Já complicou. É, só que aí o que que eu fazia? >> Eu entendia a estrutura invisível. Várias pessoas já falaram da estrutura invisível, que o Thiago acho que foi um dos criadores. Ou talvez
ele tenha Criado, né, esse método ou foi você. Claro que não. Quem falou isso aí foi o é o que que o brasileiro faz, tá? Vou te contar o segredo. Como é que funciona, ó, pessoal? Vou contar o segredo todo mundo aqui, tá? Segredos da escala. >> É o segredo da escala. Os caras vão lá ver o que que um gringo tá falando e por que o gringo inventou isso para vender curso. >> Uhum. >> Aí o pessoal sofistica A cópia do gringo e traz para cá. >> É. E aí quem, claro, quem quem falou
isso daí a primeira vez, né, de estrutura invisível, foi um rapaz chamado de Allen Sultanic. >> Ah, o Alan Sultan já vi algumas coisas dele. >> Boa. Aí alguém tá que falou isso pela primeira vez que aí sim pode ter sido o Thagão. >> Eu acho que é assim, pelo menos a Primeira vez que eu ouvi. >> Provavelmente. Pode ter sido o Thagão. Eu acho que foi, tá? Acho que foi. >> É, tudo começou com post lá. É que o pessoal é que os gringos não tem noção como que a comunidade brasileira é engajada. E
assim, ó, é todo mundo pá fechado um com o outro ali. Ai, grupo de WhatsApp. >> E todo mundo escuta e presta atenção. >> Eles não tm essa noção. Eles não não sabem que isso acontece. >> Aí o Alan Soltenic postou lá no grupo dele no Facebook que é o Noting Held back. >> Uhum. >> E ele falou: "Existe uma estrutura invisível em cada cópia que você tem que ver tal, porque o que funciona é a estrutura do nicho. E daí ele fala lá que o nicho é é a é o nicho, né? é o
somatório coletivo de desejos privados. Quando muitas pessoas, um um coletivo de pessoas tem um desejo privado de alguma Coisa, muitas pessoas querem emagrecer, surge o nicho. >> Uhum. >> E elas têm o mesmo desejo, geralmente com as mesmas objeções, tipo, ah, vou morrer, tem efeito colateral, não quero ir na academia nem dieta. Geralmente as mesmas coisas na mesma ordem. >> Hum. >> Que elas têm isso daí. Por isso que tem essa estrutura do nicho. Mas foi ele que falou. E daí ele ele faz um post lá no Facebook, aí um brasileiro vê e fala: "Ah,
legal, cria um conteúdo disso daí". E aí bum, espalha, >> gente. E aí ele que vira o criador é igual o Érico Rocha com a fórmula de lançamento. >> Se perguntar para qualquer brasileiro quem que criou o lançamento é o Éco Rocha. >> Só que claro que teve um gringo antes que >> é o Jeff Walker, aí >> e quer ver o último cara que que fez isso aí, cara, que aí tinha que mandar matar mesmo, né? Tinha que mandar dar uma uma surra no cara que foi um dos caras que mais viveu, tá, pessoal?
no marketing digital, é o fundador dos meninos do direct, que hoje ele tá casado, que é o Derick, quando ele falou aquela porcaria lá de CS, ô para quê, cara? Que ele falou: "Não, agora tem a CS, tal, o VSL morreu." Aí geral mandava mensagem para mim: "Ah, o Fetu vai Acabar porque não sei o que, porque o VSL não existe mais. Agora é o CSL". Ô, tu me incomodou, tá, mano? >> Deu trabalho. Ele é fundador dos meninos do direct. Como que é? >> Tu não sabe o que é isso? Os meninos do direct.
Humum. Sabia não. É, >> cara, como é que tá fora desse clubinho, então. >> Então, eu eu também eu também. >> Eu eu queria ter sido >> tanto que é meninos do direct, né? Se Fosse meninas do direct, >> será que tem as meninas do direct? Interessante isso. >> Tem lançar. >> Mas o que que é os meninos do direct, tá? É, é um grupo de meninos que começou com o Derick, >> que eles ganharam muito dinheiro, muito rápido. E aí o que que acontece com um jovem? de 18, 19 anos que ganha muito dinheiro
muito rápido, >> surta. >> É. Aí, cara, é grana, é festa, não sei o quê. >> Sei, >> imagina. >> É, não, ele teve um dia que ele foi parar na casa do Ronaldinho Gaúcho, tá? É desse nível. >> Interessante. >> É, não, essa história é boa, mas eu vou deixar pro Dark contar qualquer dia aí, tá? Mas aí, enfim, ele ele é ele é um Dos meninos do direct. Daí é ele, o Joe Gomes, o Samuel e tinha mais uns lá que que eu não lembro o nome do grupinho deles lá. E daí recentemente
o o último menino do direct que eu vi foi o Xisto, >> que ele fala sobre low ticket, vai aparecer o podcast dele aqui na tela, tá pessoal? Então, enfim, é isso daí, tá? A gente desviou um pouco do assunto, mas esses são os meninos do direct, >> tá? >> Mas, cara, eh, deixa eu voltar aqui, tá? Então, tu vai achar um anúncio para modelar e tu falou que a primeira decisão importante é tu encontrar esse anúncio. >> Uhum. E aí tu falou que tu vai ver ali qual é o maior e o o que
tem mais cópias. Só que depois tu falou essa parada do avatar, que o avatar ele é a segunda parte mais importante. >> Uhum. >> Quando tu quando eh eu escuto avatar, na Minha cabeça é a pessoa que tá falando. >> É isso aí. >> Exato. É. >> Por que que tu acha que isso é a coisa mais importante, a segunda coisa mais importante? >> Porque ele é o primeiro ponto de contato da pessoa com a sua cópia. Ela pode estar falando qualquer coisa, a pessoa vai se identificar de alguma forma com o aspecto físico de
quem tá falando. Então, se eu tô vendo um anúncio que é Uma mulher de 65 anos, eu não vou modelar um anúncio e colocar uma menina de 25 anos. Por quê? Porque essa mulher de 60 anos, ela chamou a atenção de um público específico para falar de dores específicas que deu certo para aquele público. >> Uhum. >> Então, e é provavelmente ela tem uma série de outras dores e questões que fazem sentido para uma mulher de 65 anos. Eu não vou pegar essa mesma COP e Colocar numa menina de 25. Se eu fizer isso, eu
vou ter que fazer muitas mudanças na COP e aí eu já começo a sair do do que deu certo no anúncio, >> entendeu? >> Então esse é o primeiro ponto. Então eu vou escolher o avatar e eu tento entender o padrão do avatar também. Então é mulher, vou pegar, vou escolher uma mulher, uma mulher acima de 60, vou escolher uma mulher acima de 60. Posso mudar algumas coisas, por exemplo, a Mulher do anúncio original é loira, eu posso escolher uma mulher morena. Eu acho que quanto mais nessa primeira etapa, quanto mais fiel você for ao
anúncio original, melhor. >> Tu consegue meter alguma coisa meio bizarra ali no no teu avatar que funcione como um gancho visual, só que não tão conectado assim com a COP. Por exemplo, é uma mulher de 65 anos, beleza? Põe aquela mulher ali, mas cara, >> coloca um tapa olho, ela vai est aqui, ó. Tá ligado? >> Já testaste isso? >> Não, uma boa ideia. Tapa tapa olho a gente nunca fez, mas, por exemplo, o que funciona muito é objetos na mão. Então, assim, tem alguns avatares, por exemplo, que funcionam muito bem, o cara com uma
banana na mão assim. >> É, se eu dei essa risada deve converter o negócio. >> E aí, várias? >> Calma aí. Daí tu aí tu fica variando o que o cara tá segurando. >> Aham. >> Sim. >> Caramba. >> É uma coisa que dá para fazer. Troca banana por maçã. Mas era só fruta >> por diante, não pode ser mel. >> E aí tem aí já entra na numa outra coisa que é o hack do corpo, que hack do corpo aí é um universo paralelo à parte que eu nunca vou entender >> o que que
é isso, >> mas funciona. >> O que que é hack do corpo? A alguma parte do corpo, você colocando alguma coisa no seu corpo que chama atenção. Às vezes não tem absolutamente nada a ver com o que você tá falando. >> Tipo o quê? Como assim? >> Colocar alho no pé. >> Ah, >> cebola no pé. É cebola aqui no pescoço. Vic. Nossa, tem tem até tem uma Vick Vaporubi, sabe? De de tosse. >> Aham. >> Tem mecanismos infinitos também de Vick. Aí tem gente passando Vick na orelha, Vick no pescoço. Tinha um anúncio de
visão que é famosíssimo da colher. Já viu >> que era um cara escolhou muito. É, escavou. Exatamente. O cara da com a colher. Acho que ele batia assim, ó. E aí entre a inteligência artificial, é, aí tinha uma oferta de mirtilo, por exemplo. Aí um dos meus copos pegou uma um cara pegou mirtilo, passava mirtil no olho assim, ó. Entendeu? Muito, >> cara. Que loucura, velho. Assim, aí é onde entra a criatividade, >> a guerra da atenção, né, velho? >> É a guerra da atenção. Exatamente. >> É o Que loucura, né? o o pessoal lá
do do teu outro emprego, eles também são Muito criativos, tá? O pessoal lá do conteúdo lá, eles fazem umas danças, umas coisas. >> Exatamente. É porque inclusive, ó, uma frase que eu aprendi com o próprio Cuenca é: na internet, no Instagram, você vale uma [ __ ] Por quê? Porque literalmente as pessoas estão aqui com o celular e tão assim. E aí você vai aparecer, você vai fazer o seu anúncio ali, você quer que a pessoa pare o que ela tá fazendo, que imagina Você fazendo um anúncio para uma pessoa. O anúncio que você tá
fazendo vai aparecer pra pessoa que ela tá ali deitada no sofá depois de um dia, tá cansada ou tá de saco cheio, ela tá assim, ó, >> tipo assim, você não chamou atenção suficiente, ó, já era, passou o dedo, você tchau, você perdeu. Por isso que é tão importante o o Hul, né, que é 8020 também do anúncio, tanto o Hul visual quanto a COP, quanto avatária. É um Conjunto de fatores que vai fazer a pessoa parar ali. >> Uhum. >> Se você não tiver a capacidade de fazer a pessoa parar o que ela tá
fazendo, isso vale pro orgânico e pro pago também, obviamente. >> Uhum. >> Já era. >> Você perdeu. >> Sim. Não, de fato, >> ela já tá nada. Eh, mas a gente tá aqui então nesse negócio do avatar que eu te perguntei por que isso é importante e aí tu falou: "Cara, cada avatar se conecta com uma pessoa eh de maneira diferente." Concordo contigo, sem sombra de dúvidas, >> faz todo sentido. E tu falou também sobre eventuais outros elementos que o avatar pode estar ou segurando ou fazendo. Depois eu vou te perguntar mais sobre isso, >>
tá? >> Mas em termos de decisões, né, que a gente vai tomar então na hora de fazer o anúncio, o primeiro é qual anúncio vai modelar? falou que é a parte mais importante, depois é o avatar, que eu assumo que é a segunda mais importante e depois >> aí depois tem a COP, finalmente chegamos na COP. E aí tem dois erros que iniciantes fazem. Primeiro, tem gente que literalmente dá contrtrol C, conttrol V, muda uma palavra ou outra. Isso é famoso ripar. Não recomendo que você faça isso, porque se você fizer isso, você pode até
fazer, muita gente faz, você vai tá competindo com esse anúncio que já tá com caminão de dinheiro no Facebook. >> Então você vai perder no leilão de qualquer forma, porque vai ser exatamente a mesma coisa. Facebook vai entregar mais o que tá com mais dinheiro. Então, ponto número um. E aí tem o segundo erro, que é o que eu fazia No começo, que é achar que você sabe muito e você querer mudar tudo. Então o Hulk tá tá falando uma coisa, você vai lá e escreve outra coisa completamente diferente. >> Uhum. >> E aí, pronto,
já era. Aí você perdeu todo o anúncio também. Então, a grande, o X da questão é você encontrar um meio do caminho entre essas duas coisas, entre não ripar e não mudar completamente. >> Uhum. E aí que tá o feeling da parada de você saber o que você pode mudar e o que você não pode mudar. >> Uhum. E o que que pode mudar? O que não pode? >> Você não pode mudar a essência do anúncio. Então, por exemplo, se >> que que é isso, que que é essência? >> Aí a gente vai pra estrutura
invisível. Por exemplo, a gente tem um hul ali que ele é muito impactante, curioso. Vou dar um exemplo, um hook de diabetes, que Inclusive tá escalando. Diabéticos. Você sabia que a cor da sua urina pode revelar o que? O seu A1C teste, seu teste de A1C, que é de um negócio de diabético, não pode. Então esse é que que eu tenho nesse hook? Quando eu falo diabéticos, eu estou qualificando a pessoa. Então qualquer pessoa que tem diabetes vai já vai parar para prestar atenção. >> Uhum. >> Você sabia que a sua urina, isso daí já
Chama muita atenção, como assim minha urina? Então umas coisas meio bizarras assim, podem revelar alguma coisa que o seu exame que você faz sempre não pode? Então isso é muito curioso. Se eu fosse diabético, eu com certeza pararia para ver esse anúncio. Primeiro porque me chamou atenção no começo. Diabético. Opa, eu sou diabética, já vou parar. A cor da meurina. Como assim? Então precisa ter um aquele efeito de estranhamento. Vai revelar o quê? Então obviamente que eu vou continuar no anúncio aí para para assistir. Aí o que que você faz? Se você vê esse Hul,
você entende que ele tem, primeiro, quando eu falo diabético, eu estou qualificando. Então o Hulk, ele tem que qualificar o público. Depois a cor da sua urina tem um impacto ali também, pô, cor da minha urina, se você colocar um efeito visual, então fica incrível. Pode revelar o que o seu exame não pode. Então tem uma curiosidade. Percebe que eu tenho três elementos só nesse hook. É aí que tá a estrutura invisível. Então eu tenho, eu qualifiquei, tenho o impacto e qual foi a terceira coisa? Curiosidade. >> Com quem que tá aprendendo isso aí? >>
Thagão. É, basicamente Thagão e todos os outros podcasts que eu assisti aqui também. E na prática, né? Então, >> estudou mesmo. >> É, é, foi uma todo, foi meus oito meses até eu acertar. Acho que foi ali que eu Aprendi. >> Boa. Essa leitura que tu fez é, eu considero uma leitura avançada, eu diria. >> Muito obrigada, >> né? Porque a pessoa tem que conseguir classificar os elementos ali, né? que que a gente tá falando >> e é uma coisa simples, só que não é fácil. É aí que muita gente erra. >> É porque eu
eu acho que de fato é simples e de fato não é fácil. >> Uhum. >> Eu acredito que é assim, que o motivo pelo qual é assim é porque muitas das coisas elas podem ter elas podem cumprir mais de uma função. >> Exatamente. >> Tem coisas que pode ser curiosidade, que pode ser prova também. >> Uhum. >> E aí às vezes tu vai tirar uma curiosidade, mas aquela curiosidade também é prova. >> Uhum. E aí tu põe uma outra curiosidade, >> é >> que é só curiosidade. >> Exatamente. >> E não é prova. >> É.
E por exemplo, esse hook específico, por exemplo, acho que uma coisa que chama muita atenção é a cor do xixi. >> Então, >> aí às vezes o cop vai modelar isso daí, ele tira justamente essa parte, a cor do xixi. >> É. >> Aí falei, você matou o anúncio, você tirou o que faz a pessoa parar, entendeu? >> E aí, como que você vai sacando isso? Aí é tempo, é tempo e treinamento, que é o que eu passei e é o que eu faço hoje com o meu time também. Nesse anúncio específico aí, tá? Esse
do xixi. E isso daí tu chegou a rodar, >> a gente? Aham. >> Eh, e tu chegou a variar essa cor aí do Xixi? >> Não necessariamente. Aí a gente não fez tanto. De repente pode fazer. E assim, você não precisa que você tem que mostrar o xixi. Às vezes tem uma uma imagem que já escalou também num outro anúncio que é um é um fundo preto com um líquido meio fluorescente assim. Não é xixi, é um negócio sei lá o que que é. >> Uhum. Eu falo, ó, coloca essa imagem aqui que já funcionou
num anúncio, vai funcionar com isso daí. E é uma coisa Meio, né, lembra ali um negócio, mas não é, mas lembra, então fica aquela coisa meio sugestiva. >> Uhum. >> E a gente já usa, já parte de todos os elementos validados, então não tem como dar errado. >> Sim, sim. Eu Tu tu já ouviu falar num conceito chamado de densidade psicológica? Alguém já te falou isso aí? Será? >> Talvez já tenha ouvido falar. >> Eu que inventei isso aí. Isso eu inventei. >> Você inventou? Ah, você não pegou de nenhum gringo, não? Ah, pegou >>
porque foi depois de de pensar muito sobre essa parada aí que você tá falando agora. >> Mas eu eu um conceito que eu inventei que eu nem sei se é verdade, tá? Mas eu inventei, eu falei: "É, já que já que todo mundo >> tá criando vários mecanismos, eu vou Criar um o meu também". E daí eu criei essa parada aí da da densidade psicológica. >> Aí o o que que é? Tá, vê se concorda com o que eu vou falar. Mas o que eu refleti, né, a conclusão que eu cheguei foi que esse início,
esse gancho, esse impacto inicial que a gente vai ter, a gente vai alcançar isso através dos elementos que a gente tá mostrando ali no no anúncio, >> que é o que a pessoa vê e escuta no Primeiro frame ali antes dela dar a [ __ ] que tu falou, >> que envolve daí o que que ela tá vendo, então qual que é a thumbnail ou os primeiros, sei lá, 1 segundo, 2 segundos ali do anúncio mais o áudio. Exato. >> E aí isso daí se tu conseguir eh quanto mais psicologia, quanto mais persuasão tiver ali,
quanto mais denso psicologicamente for esse elemento, mais ele vai cumprir a função dele de converter. Então, um exemplo que tu Falou de a gente vai falar alguma coisa, por exemplo, diabéticos, sabia que seu xixi, não sei o quê, não sei o quê. Se a gente tira os diabéticos, aí a gente diminui a densidade psicológica, >> a gente não tá mais qualificando tanto a audiência. >> Exato. >> Se a gente fala isso, se fala assim: "Ah, o teu, o teu, Sabia que pela cor do teu xixi pode ser que você e que revele uma coisa aqui
que você não sabe?" >> Uhum. Se a gente fala isso, a gente mostra uma imagem de um xixi rosa, a gente aumentou um pouquinho. >> Exato. >> Mas não tanto, porque aquilo não é uma coisa que que gera tanta curiosidade assim, porque é uma coisa que tá fora da realidade da pessoa. >> Exato. >> Mas se a gente coloca ali um xixi que é um pouco mais claro, um pouco mais amarelo ali e um outro com com uma cor Intermediária, algo que a pessoa pensa assim: "Caramba, eu faço esse três aqui". É >> que dependendo
quanto água a pessoa tomou, vai ter uma cor diferente. Aí sim a pessoa, opa, pera aí, mas esses três aqui eu tenho, mas como assim? Qual que é então? Porque isso aqui faz parte da minha vida, é relevante para mim. >> É, >> então a gente aumentou ainda mais o nível de psicologia da parada. >> Uhum. Exatamente. >> E se a gente coloca isso tudo aí e a gente, por exemplo, lá lá no teus diabéticos lá, eh, na na frase, né? Se a gente coloca assim, diabéticos, eh, sabia que aí a universidade tal falou que
o seu xixi é isso, isso, isso? A gente botou prova ali, então aumentou ainda mais a densidade. >> Aí a minha teoria é isso, é que quanto mais disso, quanto maior for a densidade, >> mais funciona, porque mais a gente consegue fisgar a pessoa. Então, >> é assim que a gente bate o controle. Eu poderia também falar diabéticos acima de 60 anos, já posso qualificar ainda mais. Só que aí eu já tomaria um pouco mais de cuidado também para não eh fechar tanto, né, no Hul. >> É, >> mas esse negócio de idade também funciona
muito no no Hook. >> Sim, sem dúvida. Só que o problema Disso, aliás, não sei se é um problema, né? Mas eu não sei se tu concorda comigo, mas isso daí eu acho que é muito mais difícil de tu fazer porque meio que cada anúncio tu tem que analisar ele individualmente. >> Exatamente. >> E aí é eu acho que se eu fosse se eu tivesse fazendo anúncios e eu quisesse ser muito bom, eu acho que eu iria analisar eles cada um individualmente Usando esse filtro aí da da densidade psicológica, porque cada anúncio ele vai ter
alguma coisa específica que não e que não vai estar em nenhum framework. Nenhum anúncio vai est vai falar assim: "Ah, coloca uma imagem aqui de um xixi da Cortal". Não, mano, isso daí não é uma coisa que vai tá que ninguém vai te falar. >> Tu tem que pensar e ver como aplicar esse conceito da densidade psicológica naquele aluno específico ali. >> E aí é teste, é quase uma ciência. A gente testa uma coisa, coloca para rodar, se vender, a gente validou, se não, não validou. Então assim, às vezes é uma, a gente coloca uma
coisa que é uma ideia que a gente acha que nossa, vai dar muito certo, genial, não vende nada. >> Sim, demais. E aí a gente só consegue ter a noção com os dados depois. >> É demais, demais. Mas cara, legal, eh, deixa eu te, deixa Eu te perguntar mais sobre essa parada da cópia aí, tá? Tu falou que a gente não vai ripar tudo. >> Uhum. >> E não vai fazer nada do novo. É, de novo. A gente não vai mudar completamente ali a a COP. >> E tu falou que a gente tem que ter
esse feeling, >> esse eh essa >> expertise em saber o que mudar. >> Uhum. Isso daí, tá, eu tô considerando que já é o como decidir, porque tu falou para mim, cara, a coisa mais importante do dos anúncios é a gente decidir, pessoal, três coisas. Primeira é qual anúncio que eu vou modelar. Segundo, qual que é o avatar. Terceiro, qual que é a cópia. para modelar, tu falou da quantidade de anúncios, ou seja, se ele tá funcionando ou não. >> Então, tem que ter essa informação aí, se ele tá dando certo. Exato. >> Essa é
a primeira coisa que eu peguei. A segunda é a gente conseguir ter um avatar que ele conecta com a audiência. >> Uhum. >> E aí tu falou pra gente dar uma olhada bem no avatar, tipo, ah, uma mulher de 60 anos mais, >> vou usar uma uma mulher e para seguir esse padrão. >> Padrão. >> E finalmente na COP da gente fazer uma coisa que não é completamente eh nova, Só que também não é completamente igual. Então, imagina o espectro, né? 100% novo, 100% igual, tem que ser alguma coisa aqui no meio. >> Exato. >>
E essa coisa aqui no meio, a gente daí tem que fazer essa análise sobre eh o sobre o que alterar ou não. >> Exato. >> Eh, tu tem outro framework, outra dica sobre a gente saber o que que a gente pode alterar ou não pode alterar a nível De COP pra gente passar pro pessoal? >> O framework que eu usaria, na verdade, é essa tabela com a estrutura invisível. E aí é por isso que entra a estrutura invisível. Então, por exemplo, se eu vou bater o controle de um anúncio, eu vou lá, pego a cópia
e coloco nessa primeira etapa da dessa primeira parte da coluna, vou ler essa cópia, eu vou eu preciso entender o que essa COP tá dizendo. Eu preciso entender qual é a psicologia também, a densidade psicológica que você Mencionou da COP. Então eu vou lendo parágrafo por parágrafo e eu entendo, ah, isso daqui ele tá, é uma curiosidade, isso daqui é um impacto. Ah, aqui ele, ah, a Universidade de Harvard disse não sei o quê, não sei o que lá. Ah, colocou uma prova, né? Depois ele quebrou uma objeção. Ah, isso daqui funciona mesmo que você
esteja acima do peso, uma prova. Eu vou fazendo isso no anúncio inteiro. >> Uhum. >> Que que eu faço nessa minha segunda coluna aqui? Eu pego a estrutura invisível e aí eu marco ela até em [ __ ] e verde, qualquer cor assim para chamar atenção. De fato, eu tenho esse documento inclusive que eu já mostrei pro pros meus copos como que eu fiz isso no anúncio que eu bati o controle. >> Uhum. >> Que que eu faço? Eu preciso usar exatamente as mesmas palavras desse primeiro anúncio? Não, mas eu preciso Dizer exatamente o que
ele quis dizer. Então, se ele começa com uma prova, eu também vou começar com uma prova. Só que o que que eu posso fazer? Eu posso deixar essa prova mais forte? Então ele falou: "Ah, pessoas usaram e falaram que funciona muito bem. Eu não preciso usar 25 pessoas usaram e falaram que funciona muito bem." Eu falo, mais de 40.000 pessoas acima de tantos anos testaram isso durante tanto tempo e relataram que Blá blá blá. Percebe que eu ainda já deixei um pouco mais extenso? Eu e eu eu não vou falar só funciona muito bem, eu
vou falar. Relataram que não sentem mais formigamento na mão, no pé, e aí eu vou, eu deixo mais específico, eu gosto de deixar o mais específico possível. E é uma coisa que eu pego no pé bastante também da galera, especialmente no começo, agora já tá todo mundo alinhadinho, porque às vezes tinha uma coisa super específica no anúncio Original, a pessoa queria mudar e ela deixava genérico. Aí eu falei, você pegou um negócio, você deixou pior, >> que merda. Você não deixou melhor, você deixou pior. Então você tem que deixar melhor. Então quando sempre que e
sempre que eu vejo qualquer coisa assim genérica que eu consigo deixar específico, eu deixo específico. >> Uhum. >> Então é assim que eu vou batendo o controle. Então percebe que eu mantive a Estrutura invisível e eu expandi um pouquinho. Aí não é que também que eu vou criar toda uma dissertação em cima desse dessa coisa nova que eu criei, porque aí de fato eu mudo o anúncio >> e aí eu vou pra próxima ideia. Por isso que o texto ele precisa, é uma costura, né? Tem o princípio da costura. Uma ideia leva outra que leva
outra que leva outra. Não dá para você botar um negócio do nada que não tem conexão nenhuma. Então não faz nenhum sentido. Eu vou Fazendo isso parágrafo por parágrafo. Aí eu vejo que no outro no outro parágrafo ele falou: "Ah, de uma curiosidade, tipo, o negócio do xixi, por exemplo, é uma curiosidade. Poderia falar outra coisa que agora não vou não vou lembrar. Vou é uma curiosidade, de repente eu poderia falar outra coisa. Hã, você sabia que quando o seu xixi está dessa cor significa que o seu a1c, seu lá no negócio de açúcar lá
vai bater tantos Por cento? Então, já deixei mais específico. Eu vou fazer isso do anúncio inteiro. >> Uhum. E aí eu posso de repente tirar alguma parte ou eu posso adicionar alguma parte ou eu posso inverter algum. Por exemplo, ele colocou primeiro colocou alguma frase de curiosidade, depois o impacto. Eu posso começar com uma frase de impacto e depois colocar curiosidade. Não preciso seguir exatamente essa ordem. Claro que Você precisa, tudo tem que fazer sentido. >> Então você tem que fazer todo esse Frankenstein aí e aí depois só que depois uma coisa tem que est
amarrada a outra. Uhum. >> Eu posso de repente também colocar um CTA no meio. Tipo, esse esse primeiro anúncio aqui tem um CTA só no final. O meu anúncio vai ter um CTA no meio. Foi exatamente isso que eu fiz no meu anúncio unicórnio também. >> Uhum. >> Então tava falando ali da solução, tal, não sei o quê. Inclusive tem um vídeo gratuito. Se você quiser, clica aqui. Então, como eu estava falando e ainda já meio que voltei no assunto, deixei bem conversacional assim, que no inglês é. Então, como eu estava falando, blá blá blá
blá blá, tipo, >> anyway, >> ele tem esse anyway ali e foi tudo foi pensado, foi proposital. Então eu usei Esse anyway justamente para ter essa >> linguagem bem conversacional e aí depois ele volta e aí depois tem o CTA mais forte no final, entendeu? >> Uhum, entendi. Eh, tu já fez o curso RMBC do Stephan George? >> Fiz. Acho que eu não concluí, mas eu assisti bastante coisa. Então tu, então tu nem chegou a abrir o RMBC2, então que tu sabe que tem o dois, né? >> Aham. >> O RMBC2 com o Stephan George.
Aí pessoal, tem o o primeiro podcast do Vetor foi feito com ele, tá? Vai aparecer aí na tela e também tá pessoal, eu vou botar o Instagram do Stefan aqui na tela aí. Vai lá no Instagram do Stephan e manda uma mensagem para ele falando assim: "Cara, muito top teu podcast do Betubra o número dois". Vai aparecer aí na tela. É, você vocês mandam aí para ele para pra gente poder eh gravar mais uma vez Aí com ele. Mas cara, lá no RMBC2 eu acho que tem um tem um acho que é um bônus tem
lá. Tu sabe quem é o Gary Helbert? >> Uhum. >> Boa. Coloca uma foto aí, Thagão, do Gary Helbert. Coloca o Gary Hbert, certo? Tá, mano, que esses dias eu falei para ele botar o Gary H, ele botou um cara aleatório, eu falei: "Mano, mas não é o Gary Helber". Aí a gente soltou o episódio ainda do do Vetor, foi engraçado. E [ __ ] na real que é a Renata que tá editando isso aqui, né? Na do Thagão. Então, coloca aí, Renata. Cara, que merda >> colocar certo. >> Eu tô falando Thagão aqui um
tempão, mas é Renata, mas enfim. O filho dele é o Bond Hbert. >> Esse daí não conheço não. >> Ele tem um livro que é o Hbertising, que é um, enfim, uns ensinamentos lá do do Pai dele, tá? Bem interessante. Eu estudei, mano, essas paradas de cópia aí, >> uma enciclopédia, né? >> Estudei para [ __ ] muito, porque eu estava na engenharia mecânica, né? >> Uhum. >> Eu falei, cara, me em vez de ler aqui o Sil, coloca o Sil aí de termodinâmica aí na tela aí, pro pessoal ver a treta que é. Coloca
o Fox aí de mecânica dos fluidos também para pr pro pessoal ver o Que que a gente estudava lá. Aí eu pensei, pô, em vez de estudar aqui termodinâmica, bombas de calor, eu posso dar COP, dá muito mais dinheiro. Então eu estudei. Aí o filho dele, o Bond Hubbert, no RMBC2, se eu não me engano, ele tem um framework de revisão de COP, onde ele fala, acho que são oito pontos ali de como melhorar a COP. >> Eu achei muito interessante essa parada que tu falou da especificidade. É um Desses pontos, mas tem mais pontos
lá. tem como como melhorar os benefícios, deixar eles mais dimensionais, emocionais e cara, eu não lembro todos eles, tá? Mas enfim, eu recomendo para tu que tá em casa aí, se tu quer aprender mais sobre esse processo de tu revisar uma cópia que já existe, tornarla melhor, recomendo muito tu procurar isso daí, tá? Se eu não me engano, é um bônus do RMBC2 do Stephan. E até o bond ele fala Que isso que é escrever COP, não é a cópia inicial, é essa parte de revisão, porque tu vai >> Aham. planejando ali os elementos de
persuasão, tal. >> É, >> então eu eu recomendo isso daí. Opa, pera aí, deixa eu interromper aqui o podcast, cara. Se tu pudesse escolher qualquer pessoa no mercado digital para tá aqui no segredo da escala sendo entrevistado por mim, quem que seria? Qual que é a pessoa que tu gostaria de ter aqui abrindo os números, as estratégias, os bastidores da operação dela? Se tu sabe quem que é essa pessoa, cara, a gente criou um formulário que ele é super rápido e tá aqui na descrição para você indicar essa pessoa aí pra gente. Leva só um
minuto para tu preencher. E aí, cara, tu vai colocar o nome da pessoa ali, a gente vai estudar essa pessoa, ver como que a gente pode encaixar e eventualmente aí, se fizer Sentido, a gente vai trazer essa pessoa aqui pro podcast para fazer essa entrevista aí e gerar esse conteúdo aí para você que tá em casa. Então, cara, se tu tem uma pessoa aí que tu acha que vale a pena entrevistar, vai ali na descrição, coloca o nome dela que vai ajudar a gente aí a saber qual tipo de conteúdo que vale a pena criar
para ti. Beleza? Mas então, bora pro podcast. Mas, cara, eu tenho eh uma pergunta para te fazer aqui, tá? Esse processo aqui Que a gente tá falando, ele inicia com esse com tem tem tendo um anúncio para modelar. >> Sim. >> Esse processo foi o que tu seguiu para tu fazer o teu anúncio unicórnio. >> Foi, >> foi exatamente isso aí. Exatamente. Uhum. >> Cara, é legal. Eh, qual, qual tu, tu lembra como é que foi esse processo? O que que tu achou que tu que tu resolveu Modelar? O que que te chamou atenção? Eu
queria explorar um pouco a criação desse anúncio unicórnio em si antes de falar do resto ali do do teu processo. Qual que é o segredo aí? Como que tu fez para tu fazer esse teu anúncio unicórnio? Como é que tava o teu dia? Como é que foi? Então, já me perguntei isso várias vezes, então eu fui até ver como que que que eu fiz nesse dia. Não sei exatamente o que eu fiz nesse dia. Eu sei que foi Dia 4 de agosto que aí eu consegui eh pegar essa informação. >> Cara, meu aniversário, mano. >>
Vai ver que foi isso. >> Não, mentira, mentira. É mentira, >> pô. Eh, e aí eu não tive mais informações assim porque eu lembro que eu não postei nada. Acho que eu tava na meu modo caverna ali, mas que que eu fiz? Peguei essa minha tabelinha, dei peguei o o script do anúncio que eu Ia bater o controle e eu falei: "O que que eu posso melhorar nesse anúncio aqui?" Aí eu lembro que eu fiz duas coisas. Então, uma coisa que eu recomendo para todo mundo que estiver assistindo aqui é que você precisa aplicar as
coisas rápido. Não adianta você ficar vendo 1 milhão de podcasts e estudar um monte de coisa que você vai só criar uma obesidade mental e não vai colocar nada em prática. Então, duas coisas eu coloquei em prática que eu Lembro nesse mesmo dia. Coisa número um, o hook desse anúncio. Eu lembro que eu eu usei exatamente a primeira frase igual, mas a segunda já achei meio fraca. Eu achei que tava meio genérico. E aí, que que eu fiz? Acho que no dia anterior o Thiago comentou de alguma cópia do Stephen George, que era uma cópia
muito boa, que tinha um ângulo bem parecido. Eu acho que era até de outro nicho, não vou lembrar agora. E aí depois eu falei: "Thago, me manda essa Cópia aí que você falou e tal". Ele mandou, a cópia era muito boa. Aí eu peguei essa ideia do Stephan George e juntei com a primeira ideia do do Hul original. Então o que que eu fiz? Eu mudei, mas não mudei tanto. Eu nem copiei contrtrol C, conttrl V, mas eu também não queri um negócio completamente do zero. Eu peguei uma ideia que já estava no original, dei
uma leve desenvolvida na ideia, deixei ela um pouco mais curiosa. >> Uhum. >> E eu fui fazendo isso ao longo do anúncio inteiro. Então eu vi alguma parte que tava meio aberta demais assim do tipo, ah, igual o que eu comentei, ah, você vai se sentir muito melhor. O que é se sentir muito melhor? Eu deixei prático. Eh, então não tinha, por exemplo, prova. Eu fui lá, coloquei a prova, falei: "Ah, minha mãe fez isso por tantos dias e agora ela está perfeitamente bem aqui. Então, já Coloquei a mãe do cara, não tinha a mãe
do cara no anúncio, eu botei a mãe do cara". E aí outra coisa, por isso que eu falei de não criar obesidade mental e aplicar as coisas, foi que naquela semana ou na semana anterior, eu acho, eu assisti o podcast do Anthony Carreiro, que ele veio aqui e ele falou um negócio que eu nunca tinha feito. Ele falou assim: "Ah, às vezes eu coloco um CTA no meio do anúncio". Falei: "Nossa, eu nunca fiz isso. Vou botar um CTA no Meio do anúncio aqui." Então, o anúncio original não tinha, no meu eu coloquei. Então, claro
que eu encontrei uma brecha ali, eu vi um momento que tinha um contexto, não é que você vai só botar um CTA no meio do nada que não tem a ver. Lembrando que tem que uma coisa tem que amarrar na outra. Então, eu encontrei uma brecha, botei um CTA no meio, depois continuei, que foi quando eu falei: "Ah, anyway". E aí continuei contando a história e aí depois botei a mãe, né? Eu Fui desenvolvendo de fato, >> botei a mãe. >> Mães funcionam. Exatamente. E terminei o anúncio e aí acho que o original tinha 300
e poucas palavras, o meu tinha umas 500. >> Aí tu sabe quantas palavras tem? Tem o teu anúncio? Até brava. Então, mas você faz isso sempre? >> Quando eu tô modelando. Sim. Uhum. Para eu entender mais ou menos ali. >> Na média dá quantas palavras um anúncio teu hoje? >> Ah, hoje eu não tô escrevendo, né? Mas na época assim entre 300 e 500 >> por aí, né? É que vai dar isso aí um anúncio que é de uns 2 minutos e meio, 3 minutos, né? >> É, mas depende. >> Por exemplo, teve um teve
um outro anúncio que eu validei meio que sem querer, que foi um dia que foi uma época que a gente tava escrevendo 10 anúncios Por dia. Depois dessa minha fase do caos, que eu já tinha até acertado, a gente não lembro por teve que uma semana que a gente teve que escrever 10 por dia. Foi, é, é tenso, né? 10 por dia. E aí eu acho que esse era meu último anúncio, era o fim do dia assim, eu tava cansada, já falei a gente, aí eu eu usei a meio que a técnica da preguiça, por
isso que tem o fator sorte também um pouco que eu dei sorte nesse. >> Uhum. >> Qual foi a minha lógica? Eu falei, eu vou escolher o anúncio mais curto que tiver na aqui para modelar. Literalmente é isso que eu vou fazer. Peguei um anúncio lá de diabetes, tinha 100 palavras o anúncio, >> [ __ ] >> Aí eu fui lá na minha tabelinha, né, bonitinho. E aí nessa eu até acabei me empolgando um pouco, eu transformei ele em 300 palavras. E assim, foi um anúncio, eu não coloquei muita energia Nele, tipo, eu literalmente fiz
ali o arroz, feijão, tanto que eu ele não tem nada demais, assim, é só um cara falando num podcast assim, sem muito insert, nada, arroz e feijão ali, bonitinho. Esse foi aquele, sabe o anúncio que você falar? >> Sei. >> É, fiz o que eu pude e pude pouco. Foi esse. >> Tu trabalhou com a Letícia Assis? Não, >> ela era uma copyrighter minha que ela Foi pra BH, ela fazia anúncio assim, não vouar fé nenhuma, mas calava. Ah, >> exato. Esse daí não pus fé nenhuma. >> Ele vendeu 1 milhão no fim de semana.
>> Loucura, né? >> Loucura. Tipo, não tem nada demais o anúncio. Ele é só o arroz e feijão bem feito. Não tem >> literalmente assim. E aí vendeu pra caramba. >> Cara, deixa eu te perguntar umas coisas aqui, tá? Eu tô percebendo que tu, o, o Teu nível de, de modelagem aí de criativos, ele é um pouco mais avançado do que o padrão das pessoas. >> Você acha? >> Acho. Hum. >> Porque tu foi buscar lá um negócio lá numa cópia do Stephan que tu viu. >> Uhum. >> E provavelmente tu não viu uma cópia
de anúncio, porque o Stepan é, ele não escreve muito anúncio, ele escreve mais oferta mesmo. VSL. Exato. >> E aí tu pegou um conceito que tinha lá de um VSL e tu trouxe esse conceito do VSL para anúncio. >> Exato. >> As pessoas, eu acho que elas ficam muito presas em modelar anúncio para anúncio >> e só com aquilo ali. Elas não têm recurso para para modelar, não tem repertório, não tem bagagem. E quanto mais a gente estuda, mais a gente tem esse, como eu acabei de falar, repertório, bagagem, enfim, Conhecimento, mas a gente tem
munição para poder de fato modelar e criar coisas novas, de fato, tá, cara? Eh, eu não sei se tu sabe, mas as pessoas já me chamaram de o melhor copywriter do Brasil. >> Já ouvi falar? >> Eu é e agradeço, pessoal. Valeu, que me ajudou a criar minha prova social, que depois eu apontei pro VTUR. Então, pô, é nós. Mas eu nunca me achei bom, não, tá? Mas o que eu sempre achei que que eu Sabia é que, cara, como eu lia muito e estudava muito >> Uhum. >> Eu tinha muita referência. >> É, >>
muita, muita. Eu sei umas cópia muito louca assim, cópies antigas. >> Tu sabe qual que é a cópia mais famosa do do John Cap? Sabe quem é esse cara? >> Uhum. >> Sabe qual qual que é a cópia dele? >> Não. >> Aquela do piano. >> Ah, >> eles riram de mim. Quando é, então é essa, eu sei todas as cópias aí desde lá do começo, sabe? A cópia do do John Calton, do golfista de uma perna. >> Aham. >> Então, eh essas essas cópias aqui, poucas pessoas sabem isso. >> Exato. >> Então, uma coisa
que eu tinha, uma vantagem que eu tinha era que eu podia Fazer exatamente esse processo de modelagem, só que com essas cópias daí. É, >> de fato, tá uma cópia minha que eu fiz que vendeu, acho que uns R milhões de reais, que naquela época, eu sei que hoje vocês fazem isso aí, sei lá, num dia talvez, >> mas na minha época lá era >> é bastante dinheiro. Hoje é bastante coisa também, já >> bast coisa ainda. É, e detalhe, tá, a Minha margem era bem maior que a margem do pessoal de hoje. Então, eu
ganhei bastante dinheiro com isso aí. Talvez isso aí, sei lá, equivale a uns 150 milhões, 100 milhões, não sei. Não, 150 não, mas talvez equivale aí uns 100 milhões de do faturamento americano. Mas tudo que eu fiz foi ir lá tinha um site, um swipe file, que é o swiped. E aí lá lá dentro eu coloquei lá o Weight Loss >> e tinha lá um uma matéria de jornal que Era assim: Mulher de Atlanta >> foi investigada e quase presa por emagrecer rápido demais. Então foi isso aqui, ó. Atlanta Housefe, mas sabe aí é investigada
e quase presa por pereça 73 paus. >> É, >> eu falei: "Caramba, cara, que interessante isso aqui", sabe? E daí eu peguei essa ideia aqui e joguei numa Copa Brasil e bum, >> vendeu muito, >> rasgou de vender. E tu fez a mesma coisa, velho. Exatamente. É. >> Eh, como que tu acha que as pessoas tá, pode tirar, tá, Gab? Volta o logo aí do do Vetub. Como que tu acha, cara, que as pessoas elas podem adquirir isso? Tu acha que tu tem isso em primeiro lugar? Tu acha que eh tipo é é isso que
eu que que que eu falei agora que tu acha que foi o teu >> o teu segredo ali para tu dessa parada? Foi foi uma conexão mental aleatória? Foi, é, eu acho assim que isso foi uma sacada muito boa que juntou com o momento do mercado, com a oferta que casou perfeitamente bem, mas eu já tentei fazer isso outras vezes, por exemplo, não deu tão certo. Tem um outro hook do >> de uma cópia do Stephan também que eu acho fortíssima e eu tentei usar, não dá certo, que é quando ele fala que o o
pai dele apontou uma arma para ele. >> Ah, >> é de memória. Essa daí >> não lembro dessa. Ah, mas essa daí deve ser boa demais. muito boa e eu já tentei umas três vezes em hook de memória, nenhum válid. Então assim, >> deve ter escalado isso aí muito lá, já sofisticou, >> muito. É, ou já sofisticou ou talvez tenha sido uma coisa muito irreal, talvez para um hul de repente no meio do corpo. Podemos testar de novo praticamente. É, dependendo. >> Cara, vou te falar que essa cópia aí, >> ô, ela é muito boa
essa cópia >> bateu até em mim aqui, cara. Pô, teu pai meter uma, apontar uma arma para ti, porque ele tá, que ele não se lembra de ti. >> Caramba. Tem isso, tem isso >> o nível de genialidade do cara. Então assim, eu acho que é muito importante você ter repertório, tanto clássico, isso é uma coisa assim, eu não eu não Acho que eu tenho tanto assim também. Uma coisa que eu faria se eu tivesse estudando cópia hoje, se eu fosse voltar a escrever anúncio hoje, por exemplo, eu leria pelo menos uma copy clássica por
dia. Tem o Gary Albert, tem a newsletter dele também que ele relançou. Eu tenho até salvo ali no meu no meus meus favoritos, mas >> nos som do Gar Benga. >> Isso do Ben se venga. >> Tá. O Robert já se o Gary Helbert que já Morreu lançar a newsletter, eu falei [ __ ] >> é o Ben se venga. >> Bem se venga. >> É, mas assim, você precisa de fato ter uma disciplina para você ler uma por dia e é tudo em inglês, daí já é uma barreira um pouco ali também. Mas se
você tiver pelo menos um repertório assim, se você assistir pelo menos um anúncio por dia do que tá escalando agora ou de alguma coisa que já escalou Até um pouco antes na sua operação, isso já te dá um bom repertório. Então, por exemplo, a minha memória ela é péssima para tudo, mas para texto, se eu der um texto para você e você mudar uma linha no meu texto, eu vou saber que você mudou. É bizarro. Eu não sei qual é o fenômeno que acontece. Eu eu sei. Então, eu vou lembrando de várias coisas. Então, hoje,
por exemplo, tem, eu tenho uma técnica também do Frankenstein. Que que é a técnica do Frankenstein? Eu vou Montando vários blocos de texto de outras coisas que já outros anúncios que já validaram. Então, se eu for escrever um anúncio agora, se for escrever um anúncio hoje do zero, ele não vai ser do zero, porque eu vou pegar um hook que eu sei que já funcionou junto com talvez um outro hook que já funcionou. Aí eu vou começar um meu corpo ali com uma frase que funcionou de um anúncio. Aí eu vou lembrar de outro anúncio
que eu já escrevi, que eu sei que já escalou, vou Colocar também. Então tudo você vai montando ali, só que como que você monta e sabe o que dá certo? Com o repertório que você tem. Claro que se você souber coisas clássicas com Gary Mvenga, Gary Albert, Stephan George vai ajudar, como foi o caso. Sim, mas se você não souber, se você pelo menos tiver um repertório ali de coisas que já escalaram na sua operação ou estão escalando agora, dá para dar certo do mesmo jeito. >> Eu acho que talvez até esse aí seja o
Mais importante, porque é o que tá funcionando hoje. >> Exato. É, >> essas cópias antigas aí, elas te dão ideias muito boas, mas cara, >> não é necessariamente o que tá dando certo agora. >> Exato. >> É, a gente estuda elas hoje porque elas já funcionaram naquela época lá. Por isso que a gente estuda elas hoje, porque elas funcionaram. Mas hoje a Gente tem coisas que estão funcionando agora. >> Então esse agora ele é o mais valioso, sem sombra de dúvidas. >> O que do tiro nunca funcionou do da arma? >> Não, nunca funcionou, por
exemplo. >> Uhum. Uhum. Sim, sem dúvida. Eu tenho outra pergunta, tá? Eh, a gente falou ali, né, que tu que a primeira decisão é sobre tu Encontrar qual anúncio que tu vai modelar. >> Uhum. Porém, no meio aqui do podcast, tu soltou ali umas frases, tal, que que eu anotei aqui, que tu falou assim: "Cara, eh, esse anúncio aqui que eu fiz, ele ele deu muito certo, que a gente pegou e a gente validou isso aqui foi pr para diabetes, mas também foi pra visão e pra memória e para não sei o quê. Lembra que
tu falou isso aí? >> Uhum, sim. >> Tá. Eh, a conclusão que eu tirei então foi, cara, então ela ela meio que pegou o anúncio que era para diabetes e aí tu modelou o teu próprio anúncio para outros nichos, >> para visão e pra memória. >> Como que funciona esse processo de tu fazer essa modelagem internichos? Nesse teu processo de nessas decisões aqui, onde a primeira Decisão é encontrar um anúncio para modelar, ele não necessariamente então precisa ser um anúncio do teu nicho, pode ser um anúncio de outro nicho. >> Uhum. Desde que esse nicho
seja, eu falo que existem nichos primos, por exemplo, diabetes, visão, memória, são nichos primos. Por quê? Porque são nichos que tocam muito mais na dor. Você consegue colocar uma conspiração mais forte ali, tem uma história mais dramática. emagrecimento e rejuvenescimento, por Exemplo, já não tanto, apesar que temos anúncios validando agora com de emagrecimento, com conspiração. Então, assim, tudo é possível nesse mercado, mas se fosse falar assim de uma forma geral, vai debook ali, emagrecimento, rejuvenescimento, você a pessoa não quer saber o que que faz ela engordar, sabe? Qual que é o mecanismo do problema ali
da técnica? Nada. Ela quer saber como que ela emagrece. Ponto. A mulher que quer parecer mais nova também, ela não Quer saber de tanta coisa, tanto >> qual é o mecanismo que vai fazer a pele dela se revivencer. Ela quer parecer que tem 20 anos, é isso que ela quer. Então você tem que focar mais >> no desejo. Esses outros de memória, visão e e diabetes, você consegue falar mais de dor. Então você pode botar um medo, por exemplo. Se você colocar um sentimento de medo num hul de emagrecimento, talvez não funcione muito. >> Uhum.
a menos que alguém, algum gênio, vá lá, valide e você tenta bater o controle, mas nunca vi, entendeu? Então essa é a primeira coisa que você precisa tomar cuidado. Eu modelaria apenas nichos que funcionam ali. Então, por exemplo, basicamente qualquer anúncio de diabetes pode funcionar para memória e visão que a gente já testou. Então, anúncio esse meu unicórnio, ele eu modelei ele paraa visão, ele escalou o ano passado. Aí esse ano rodaram uma Memória de uma uma VCL de visão também que não tem nada não tinha nada a ver com a com a com a
VSL que eu rodei o ano passado desse anúncio. Pegaram só esse anúncio e subiram. O tráfego só subiu e vendeu. E não tinha nada, não tinha congruência. Tava falando do médico X, aí a VSL é do médico Y. Nada a ver. E vendeu. >> Uhum. Então, funciona demais. E o de memória não fui nem eu que fiz, a gente pegou no spy que alguma outra operação Fez. >> Uhum. >> Então, deu certo. >> Muito interessante, cara. E assim, eh, então, então nesse teu processo aí, lá na primeira etapa, né, na na decisão de anúncio para
modelar, não necessariamente a gente tem que botar a palavra-chave do nicho, a gente pode botar palavra-chaves de outros nichos também. >> Sim, dependendo eh >> teu dia a dia aí, tá? Eu eu sei que hoje tu, pô, tu é red de COP, tu revisa ali, tu garante que a produção tá acontecendo. >> Uhum. >> E tu te acalma aí que que eu já vou falar disso, tá? Eu eu não vou deixar tu sair aqui. A gente tem um tempo aí, tá? O jogo do Brasil é só às 9. >> Uhum. >> É 99 9:30, né,
Gabi? Acho que é 9:30. >> Eh, a gente vê lá o pessoal lá, é, Fazendo fazendo a desgraça aí, né, pessoal? Para nosso coração sofrer. >> É, >> tinha que convocar o Obina. Sabe quem é o Obina? >> Humum. >> Sabe quem é Obina, Gabi? Sabe quem é Obina? Vocês não sabem quem é o Obina? Eu tô tão velho assim, velho. Febol. Eu só descobri agora quem era o Hendrick já. >> Ele é melhor que Ah, [ __ ] Aí realmente, então, então, entendi. Entendi. Mas o Obind pessoal, ele era bravo, tá? Ele ele era
melhor do que o Etô. Quem sabe sabe, mas enfim. Tá bom. >> Eh, mas no no teu dia a dia assim, tá, na prática, eh, o quanto que tu fazia ali de tu pegar e tu eh usar a palavra-chave do nicho versus versus outros anúncios, outras palavras-chaves versus o que tu tinha ali eh já no banco da tua empresa? Eh, porque eu acho que no dia a dia ali, Eh, eu não sei se se era exata, aliás, o teu framework, ele é exatamente isso aqui, né, que tu me falou, mas no teu dia a dia,
as fontes que tu usava e elas acabavam variando muito, era sempre palavra-chave do nicho, porque eu percebo que tem muito eh é é um é um é um formato bem artesanal que tu faz a tua cópia. >> Uhum. É mais artesanal. Eu não focava tanto em palavras chave, eu focava mais, por exemplo, em frases que me chamavam Atenção. Então, por exemplo, eu, se eu fosse escrever um anúncio para memória, eu eu tinha lá meu swipe, então eu tinha eh anúncios escalados diabetes, anúncios escalados de visão, anúncios escalados memória. Era meu swipe ali, meu meu tesouro
que eu era meu para onde eu ia quando eu não sabia exatamente >> isso aí veio da da tua operação da BH. É exato. Então eu pegava, sempre que validava um anúncio, eu ia lá, pegava cópia e colocava lá no meu documento. >> Então eu já sabia meio que o que tava funcionando. E aí que que eu fazia? Eu grifava umas frases que eu achava muito fortes. Então, por exemplo, eu tinha uma frase no anúncio de diabetes, de diabetes, não, de memória, que não era, não foi nem meu, da Bianca, uma das minhas melhores cópios
hoje aqui também. >> Abraço aí pra Bianca. >> Abraço pra Bianca, bravíssima. E esse anúncio dela, ela usou uma frase muito forte que era assim: "Se você quer Acabar com a maldição do Alzheimer na sua família". >> [ __ ] >> olha, olha a força dessa frase. Falei: "O quê?" Nossa, eu grifei essa frase e tem várias frases grifadas do Alzheimer na sua família. É forte, [ __ ] >> Nossa, não tem como você não parar. Aí eu peguei isso daí e falei: "Gente, transforma isso aqui num hul. Então, alguém já fez isso, a gente
não não rodou ainda no ou vai rodar, enfim." Só Que eu ia sempre grifando eh frases que me chamavam muita atenção e aí eu já ia guardando o meu HD aqui. Então quando eu ia escrever qualquer coisa, eu poderia pegar se você quer acabar com a maldição da diabetes na sua família, não precisava ser memória, entendeu? >> Então eu já pegava essa frase que eu achei forte e colocava no meu anúncio. >> Uhum. >> Então isso daí me ajudava muito. >> Sim. Não, de fato. Muito bom. Entendi, Cara. Então, essencialmente a gente vai achar um
anúncio para modelar, que pode ou não ser do nicho. O avatar é a segunda decisão que tu toma. Tu falou que é extremamente importante porque a pessoa tem que se conectar. >> Uhum. >> Então, a gente não vai variar muito aqui. Aliás, tem alguma coisa que que vale a pena fazer de diferente ou a mais nessa parte aqui do do avatar? Porque hoje em dia, né, pô, se a gente tá Rodando um VSL aí, aliás, VSL não, um anúncio. >> Uhum. Como a gente pode fazer um CTA que seria mais ou menos assim, ah, e
a pessoa tal gravou um vídeo, a gente pode fazer um CTA para uma outra pessoa, a gente tem muita liberdade de gravar o anúncio. A gente não precisa, precisa necessariamente >> colocar o expert lá do VSL no anúncio. Pode colocar, mas não é uma obrigação, Né? Então, a gente tem muita liberdade para testar o avatar. Exato. >> Eh, isso é uma variável que vocês testam muito. Tem tem alguma coisa eh a mais que eu não perguntei aqui nessa sessão do avatar, porque parece bem fácil de fazer, com bastante possibilidade, né? >> Dentro dessa, agora que
você falou, lembrei, tem uma outra coisa importantíssima que eu não mencionei, que é o formato. >> Uhum. Então tem anúncio, por exemplo, Num podcast, tem anúncio que é formato react, que é ou flutuante, descobri que também chama flutuante, que é o avatar na frente e atrás tá passando um monte de vídeo. Isso é extremamente importante também, porque o mesmo anúncio ele pode validar a mesma cópia com formatos diferentes. >> Uhum. Então, se você pega, já aconteceu isso, várias vezes que a gente pegou anúncios que validaram no ano passado, ressuscitou eles no outro formato, Vendeu de
novo. E aí formato também, eu acho que o ponto que a pessoa poderia ousar um pouco mais é formato. Então, hoje, por exemplo, quando eu falo, eu faço um exercício com os meus copies ali, que eu falo, eu quero que vocês me tragam três anúncios ali, arroz, feijão, dois, eu quero formato novo e é para me surpreender, eu falo: "É para me Me surpreendam". >> É de louco. >> É porque nessa nesses pelo menos esse Acho que 20% do seu do seu pack de anúncios tem que ser uma metação de louco. >> Uhum. >> Pelo
menos porque numa dessas pode dar ruim, obviamente. A maioria das vezes vai dar ruim, mas se der bom, vai dar muito bom. É uma aposta assimétrica, né? Se der bom, dá muito bom. Se der ruim, tu perde um anúncio. Sim. É, mas por perder um anúncio, por perder um anúncio, eu poderia perder também Fazendo arroz feijão. >> Então eu prefiro errar grande. >> Uhum. >> Do que errar pequeno. >> Uhum. >> Então, nesse caso, e a gente vê vários formatos de anúncio, meteção de louca, funcionou. Então, vai lá alguém fala: "Ih, se eu colocar o
Simpson aqui?" Aí você vai ver, deu certo o Simpson. Tinha um anúncio de memória na época quando eu tava escrevendo paraa memória que não Sei se você já viu que era um cara andando numa floresta, um cara velão, cara de mendigo andando na floresta >> sem áudio. >> Não, era ele falando e ele e aí esse eh realmente existe. E era ele falando um monte de baboszeiro, um monte de coisa ali de comoçava sempre assim, ó, coisas que você não sabia, que não sabia. Parte nove era esse. Nunca nunca vou me esquecer. Eu já tava
tendo pesadelo com esse homem de tanto que eu já vi esse Anúncio dele. Como que era? Calma, calma. Como que era a edição disso? Era era olhando ele, ele andando com a floresta atrás e a câmera na cara dele. Como é que era isso? >> Tipo ele, imagina ele você no meio de uma floresta num celular aqui segurando. >> É ele barbudão assim andando, >> fazendo uma um vídeo como formato selfie. Aham. E aparecia, não sei se qual que é desse cara, se ele é meio romuless, eu não sei o que acontece. É Uma figura
curiosa. E aí nem mencionava perda de memória no começo. Nada. assim, tudo que eu falei aqui de tem que qualificar, tem que ser curioso, não tinha isso daí, literalmente. Alguém pegou isso daí e ele ele tava falando um monte de coisa de da cabeça dele ali, de memória, de conspiração, que desde 1900 e não sei quanto, aí ele começava a falar de margarina no meio que você comia muita margarina, uma história, fazia sentido Assim, isso aqui era uma história longuíssima. E aí algum gênio teve a ideia de pegar esse take desse cara, colocar no começo
do anúncio e depois continuou o anúncio com a voz dele e outros insertos. Aliás, já não era mais ele, era só a voz. Vendeu pra caramba. >> Que loucura, velho. >> Então assim, essa foi uma metação de louco de alguém de gênios. Quem quem tivesse feito esse anúncio depois me manda um oi que eu quero te parabenizar. Eu acho que é é de fato >> é criativo. >> Uhum. E >> aí entra a criatividade depois de um certo tempo, acho que você pode usar a criatividade. >> Eu acho que a forma de fazer isso, cara,
é tu consumir conteúdo e tu simplesmente ver o que que te chama atenção. >> Exatamente. >> E quando tu encontrar alguma coisa meio bizarra que chama atenção, tu pode Assumir que, cara, se chama minha atenção, tem um pouco mais de chance. Aliás, tem chance de chamar atenção de outra pessoa também, no mínimo alguma pessoa com a mesma mentalidade barra crenças do que eu. >> Examente. Exato. >> Então, bem legal. Eh, tu conhece a Luía Veloso, né? >> Com certeza. Já assisti o podcast dela, super legal também. Boa, boa. >> Os dois dela, >> pô. Os
dois, caramba. Top, hein? >> Lógico. >> Ô, Renata, coloca aí na tela, cara, os dois podcasts da Luía, tá? Para o pessoal aparecer e dá um destaque aí, tá? Não coloca só rapidinho ali, não. Coloca aí >> e coloca o link da descrição também pra gente poder eh, enfim, divulgar mais aí, tá? O pessoal vê que a gente tá e divulgando. Mas a Luía, ela fez um criativo de ASMR. >> Uhum. Exato. >> Sabe qual é esse criativo? >> Cedo >> é pro pessoal que tá em casa, tá? Ela meio que, aliás, tu tu tu
sabe como é que é esse criativo? Tu consegue explicar pro pessoal de casa? Esse criativo, ele foi é uma atriz, ela tava replicando um modelo de um estilo de conteúdo que funciona demais no conteúdo orgânico, que é o SMR. SMR é esqueci o nome da sigla, mas é quando você faz Sons com a mão. Tem gente que faz live de SMS. Já viu, >> cara? Já no TikTok, né? É tipo um negócio, >> acho agoniante no rol. >> Aí bate assim, ó. Toque toc to. >> É. Aí tipo assim, ó. E aí era um anúncio
que uns 10 segundos era uma mulher só fazendo a receita ali sem falar absolutamente nada e aí pegava o negócio, colocava e fazia assim. Aí só depois que ela ia falar, mas era uns 10 Segundos de absoluto silêncio, só os sons ali acontecendo. >> A primeira vez que eu escutei isso aí, cara, eu falei: "Porra, >> tá vendo? Essa foi a meteção de louco que deu certo". É, foi foi uma meteção surreal, assim, eu fiquei tipo, [ __ ] >> eh, o o como que tu eu não sei se dá pra gente eh tentar falar
sobre isso ou ou tentar criar algum algum tipo de framework, dicas sobre isso. Mas na tua história aí, tu já criou anúncios ou ou na tua equipe com esse negócio da meteção de louco aí que deu super certo? Já aconteceu isso? >> Não foi tanta meteção de louco assim, a gente não é >> gostei desse tema. >> Meteção de louco. >> Esse é o framework, pessoal. Meteu louco. Este é o framework do >> 20%. É meteor louco às vezes funciona Também. Aham. >> Mas uma coisa que funciona muito é, por exemplo, você pegar um formato
que funciona em um nicho e colocar para outro nicho. Então, recentemente, um dos meus cópios, por exemplo, ele fez uma coisa super simples, que era fazer um modelo de tipo vídeochamada, era uma cópia já validada, tipo uma sabe live no Instagram que aparece um em cima e um embaixo, uma conversa ali e super orgânico, sem legenda, sem nada. Ele fez Isso, arrebentou e a gente começa a replicar esse modelo também. >> Uhum. Então, não necessariamente você sempre precisa meter louco. Às vezes é um pouquinho ali, uma coisinha, você muda, você pega alguma coisa, já funcionou,
acrescenta alguma coisa nova, funciona. >> Então tem gente, às vezes você consegue juntar um formato com outro formato. Então eu tô aqui num podcast, alguém pode pegar, recortar o fundo e colocar Um monte de imagem passando aqui que você juntou dois formatos, o podcast e o React. Funciona também. >> Uhum. Uhum. Então é é mais combar ideias, saber como combinar as coisas. Cara, tu acredita que o teu emprego passado lá da época do conteúdo, ele pode ter te ajudado a ser uma pessoa mais criativa, que pensa mais em formatos? Eu tenho certeza. É, tem uma
menina, e eu o nome dela é Hann Franklin. Uhum. Conhece ela? >> Conheço. Uhum. >> Ela tem um produto lá que acho que é formatos virais replicáveis, uma coisa assim. Até o Alef, um abraço aí pro Alef, que é o marido dela, ele vai vir gravar um podcast aqui com a gente, acho que é daqui a duas semanas, sei lá, não sei. >> Ah, que legal. >> É, ele fazia lançamento lá, daí, cara, tava dando ruim. Ele tinha uma meta de faturar tanto, faturou é 1/3 desse tanto aí. Daí, pô, se frustrou, começou a a
ver o podcast do Beturb aqui >> e, cara, parabéns aí para tiar live, porque ele falou que ele aprendeu a fazer VSL aqui no podcast do Beturb e [ __ ] ele fatura muito, entendeu? Com o VSL dele lá. Ele falou até que é é surreal isso daí, porque esse pessoal aí, né, do do do que tu era, né, do Pessoal lá do do conteúdo, eles estão agora tipo, [ __ ] dá para fazer VSL, não é só >> fazer um lançamento aí e tal, agora que eles estão >> examente, dá para vender direto pra
pessoa, cara. >> É, eles estão se se ligando, tá tá elevando o nível de consciência deles para para isso daí. É. >> E aí, eh, a primeira vez que eu vi uma Palestra da Hana num evento aqui em Floripa, a primeira e única, né, ela falou sobre esse conceito dos formatos virais, eh, replicáveis. E eu fiquei pensando, nossa, que interessante. Então, cara, essa menina aí, ela tem todo esse estudo aí de formato, que é essa variável super importante para fazer criativo, só que ela nem tem ideia de que ex de que isso pode ser usado
para fazer criativo. >> Então, eu sempre fiquei pensando assim, Cara, o que que ia acontecer quando ela usasse esse essa parada de formato para fazer criativos para marketing de resposta direta? >> Ela vai arrebentar. >> Ela tá arrebentando. Eu já sei que funciona, entendeu? Então, para ela é muito bom. >> Com certeza. Eh, tu acha que teve essas influências aí também, cara? Se sim, quais as influências? O que que tu acha que que o Pessoal de nós aqui do Direct Response >> que a gente pode aprender com essa galera aí de produção de conteúdo? >>
Eu acho que pelo menos na minha experiência, uma coisa que eu aprendi é identificar padrões, porque uma parte do meu trabalho era entender, a gente fazia uma série de posts ali, cinco posts na semana e a gente pegava as métricas desse post. Alguns posts iam muito bem, outros iam muito mal, ou mais ou menos ali. E aí toda semana eu e meu time a Gente se reunia e fazia uma análise, entendia como que foi a capa desse post, por que que ele foi mal, porque que ele não foi bem, que que tem na legenda, como
que que tem a cor da capa. É uma pessoa. E aí a partir disso a gente vai entendendo alguns cenários. Então, por exemplo, se você fizer um, tem, garanto isso, se você fizer um post em plano, sei lá que plano que é esse aqui, ele vai dar muito melhor, vai ir muito melhor se você postar uma foto sua de Corpo inteiro, >> porque as pessoas se identificam ali mais com contato plano retrato, acho que é isso daí, >> sei lá, velho. >> O olho no olho ele funciona muito mais. >> Hum. >> E se você
colocar uma foto preta e branca, talvez ela performe menos do que uma foto colorida. Isso daí foi coisas que a gente foi analisando ao longo do tempo. >> Uhum. E aí uma coisa que agora eu tava até lembrando é que algumas coisas que eu faço hoje com criativo eu já fazia na época do conteúdo que era modelar. Então, por exemplo, e a gente falou de pegar coisas do dos gringos, né? Teve um post que eu fiz pro pro Que Cuenka que inclusive arrebentou, que sabe o cara do cartaz do with the sign. >> É o
quê? >> Dig. >> Dude with a sign. Cara do cartaz que é Um cara. É, tem o o Brasil o cara do cartaz. Ele modelou esse cara. gringo que é o Dood with the sign, que é literalmente ele com uma coisa de papelão e uma frase ali compartilhável, uma frase, >> uma frase e depois me prove me prove que eu tô errado ou não. Ou só uma frase, prova, só uma uma frase, tipo uma uma lacração ali, uma frase qualquer e aí é muito compartilhável, são frases muito engraçadas. >> Uhum. >> Eu olhei isso daí
e era uma época de a gente tava fazendo um lançamento na época. Eu falei: "Ô, Paulo, pega um papelão, vaiá lá no meio da rua, faz uma foto assim, por favor." Aí ele foi, porque ele comprava minhas loucuras também. Ele foi aí a gente e aí a gente fez um carrossel com essa foto dele assim, a gente tava imitando o cara do cartaz. Claro que era obviamente modelado, né? Que todo mundo sabia que Era referência era clara ao cara do cartaz, pois o ali ele imitou direitinho. É incrível esse post. E aí a gente fez
uma sequência com frases ali compartilháveis do tipo, acho que a primeira era assim: "A culpa não é do algoritmo, seu conteúdo que é ruim". >> Uhum. E aí tinha várias frases ali, no final ainda a gente fazia uma chamada pro lançamento. Esse post, esse post deitou. >> Uhum. >> Ele foi muito bom e depois foi absurdamente replicado e copiado. Vários. Então já a técnica da modelagem eu já usava no conteúdo. >> Uhum. >> Teve um outro que eu peguei um meme, algum meme aleatório que era umas coisas assim, olha pro microfone, aí você olha pro
microfone, tá escrito um negócio. Olha aí, ó, tá escrito olhe pra jaqueta. >> Aí tem uma frase, olha pro tênis. Eu fiz um desse também para ele em lançamento, Foi muito muito bom e aí todo mundo começou também >> replicar. >> Então é é muito tem muito a ver assim, os conceitos são exatamente os mesmos assim de você entender o que tá funcionando >> e replicar. Então >> é, cara, uma coisa que eu penso, tá, eu vou te falar uma coisa que eu quero pegar tua opinião, se tu concorda com isso, mas, pô, os copywritters,
eles Sempre falam pra gente olhar para o orgânico, para as pessoas, pra gente ver >> Uhum. se pra gente ver o que tá funcionando no orgânico, porque a cópia é, né, pessoal, que aquilo que funcionou no orgânico já validou de conseguir chamar atenção, logo quando colocar no pago vai chamar atenção também. >> Uhum. >> A gente só vai amplificar aquele conteúdo. Então a gente tem esse negócio Aí. Isso daí é uma coisa que todo mundo fala no mercado digital, né? É uma coisa bem padrão, todo mundo fala isso, mas o que poucas pessoas falam é
o que eu tô te dizendo agora, que cara, eh, existe um valor em tu entender como que aquele conteúdo orgânico foi criado em primeiro lugar. >> Uhum. >> Porque a pessoa só tá modelando aquilo ali sem entender como que cria aquela parada. >> Exato. >> E aí eu acho, né, que, pô, o caso ideal, se se desse para fazer isso, seria tu pegar e tu criar, porque se tu cria, tu é o primeiro a lançar. >> E beleza, tem a tem tem o o risco ali de dar merda. Com certeza que que isso acontece. >>
É, >> mas a operação que tem essa parada aí e e ela financia essa merda aí, ela sempre vai ter coisa sendo criada nova >> e ela vai agitar a tendência do mercado. >> E eu acho que a gente tem muito o que aprender, tá, com esse pessoal aí de conteúdo, eh, que tá que tá começando a fazer marketing direto agora, inclusive tu, porque esse pessoal aí eles entendem essas coisas, como criar as a essa essas paradas em primeiro lugar. Com certeza. >> E eu fiquei bem impressionado assim quando eu vi que o Alef do
nada ele aprendeu a fazer VL aqui no canal do Vetor VQ. >> Uhum. >> E tá faturando aí muito mais que ele que ele faturava antes e dos lançamentos com marca de resposta direta >> e usando todos os frameworks deles. Então os criativos deles são muito bons, muito originais. É bem interessante isso daí. Só que aí eu já acho que isso funciona mais no Brasil, porque o público que a gente vende nos Estados Unidos é um Público mais específico. Então, por exemplo, não necessariamente uma mulher de 65 anos, 70 anos, que tá procurando qualquer coisa
de memória, visão, diabetes, ela vê TikTok, por exemplo. Então, não necessariamente ela vai se conectar com uma tendência que tá no TikTok. Eu preciso entender o que que ela vê, o que que essa mulher faz o dia inteiro. Muito provavelmente, se eu eu acho, né, posso estar errada, ela fica Vendo televisão. Eu sei que, por exemplo, o formato de notícia é um que sempre dá muito certo nos Estados Unidos, porque as pessoas amam ver notícia. >> Uhum. >> Elas amam ver tipos de de Shark Tank. Tem gente que já fez eh criativo no formato de
Shark Tank ou até mesmo ali uma selfzinha da pessoa na cozinha fazendo receitinha assim, coisa mais. E é muito engraçado que parece que quanto Mais tosco o criativo, mais ele funciona. >> Às vezes quando ele tá muito bonitão assim, >> não funciona. Então essa foi uma das eh eu tomei um susto assim quando eu saí do do conteúdo, por exemplo, e conheci o Dr. Porque eu começava a ver os criativos e eu falava: "Por que que isso vende? É tipo é uma imagem horrível, qualidade péssima, a pessoa na cozinha filmando uma coisa ridícula. Como que
Vende e vende?" Entendeu? >> Uhum. Então não necessariamente toda essa produção, especialmente da Hana, por exemplo, eles têm uma alta produção incrível. Eu acho que no Brasil funciona. Eu não acho que uma autoprodução dessa pode funcionar nos Estados Unidos para nosso mercado Nutra. É, não, acho que não. Também é verdade. No fim das contas, quando eu tentei rodar um funil do Veturb para vender um curso de Opel, Ele deu bom, só que não deu tão bom assim, >> porque eu acho que eu tava seguindo muito os frameworks de >> eh de de não não de
Nutra, mas do desse mercado mais velho, entendeu? >> E não tava sendo tão criativo com essas essas coisas da da moda, digamos. Então assim, ó, sem dúvida alguma, o conteúdo deles funciona porque tá vendendo, mas eh para tu vendo, né, como no fim das contas tudo é com base em Princípios, em fazer um formato que a pessoa acredita que é conteúdo. >> É, e é entender o que a pessoa consome. >> Então não adianta eu colocar uma dancinha do TikTok que é uma pessoa de 60 anos não vai se conectar. Exatamente. Exatamente. E aí, pessoal,
antes da gente prosseguir aqui com o episódio, eu queria agradecer a todo mundo que assiste aqui o nosso canal e se inscreveu no nosso canal, porque a gente conseguiu reduzir o número de 65% Para 38% das pessoas que vem os vídeos aqui no canal, mas não se inscrevem. A nossa meta agora é chegar em 30%. Então, cara, se tu tá gostando aqui do podcast Segredos da Escala, tu quer que a gente continue trazendo convidados cada vez mais bravos para entregar um conteúdo de graça aí para ti, cara, confere se tu já é inscrito. Se tu
não é inscrito, clica nesse botão aí para se inscrever. Isso é rápido, isso é de graça, isso aqui ajuda Demais o canal, porque a gente consegue crescer, tem mais relevância e aí obviamente o conteúdo aqui sempre vai melhorando, beleza? Então, cara, se tu não é inscrito, se inscreve e agora de volta pro episódio. Cara, uma vez que a gente seguiu esse processo aqui, de acordo com o que tá me falando, a gente vai conseguir eventualmente produzir anúncios bons através da repetição. Uhum. >> Vão ter vários que vão ser ruins, o que é normal, e alguns
vão ser bons. E eu até eu até tenho um negócio que eu que eu falo, né, pras pessoas, que a gente tem dois tipos de COP. antes de testar, que é a COP testável e não testável. Não tem COP ruim e Cop boa, tem CP que dá para testar e CP que não dá para testar. Qual que é a COP que não dá para testar? É aquela cópia que tu sabe que tem erro. >> Uhum. >> Uma vez que tu remove os erros, aí ela fica, vira uma cópia testável. Não quer dizer que ela é
boa, é só que tipo, ah, beleza, dá para ver o que que é. >> Depois que tu testou, aí sim, tu vai saber se ela é boa ou se ela não é boa, porque a copia boa é que vende >> examente. É >> maravilha. Eu tô entendendo aqui, tá, que a parte mais importante desse teu Processo aqui é é esse é é esse teu a tua maneira de mexer no detalhe da COP e tornar uma COP melhor com essa pegada mais artesanal de tu olhar o detalhe, tipo, pô, isso aqui eu eu consigo deixar isso
aqui mais específico, eu consigo mudar a cor disso aqui, fazer esse movimento aqui usando aquele conceito que eu te falei da densidade psicológica. >> Uhum. >> Eu não sei nem se tu otimiza para isso, Tipo, ah, ten que fazer o máximo possível, mas pelo que eu conversei contigo aqui, tu mexe nisso. Tu tu tu tenta deixar essa parte dos teus criativos eh melhor. >> Uhum. >> E isso daí foi o suficiente, né, para tu, pô, ganhar uma grana aí, eh, violenta, crescer na tua carreira. E aí uma hora tu pegou e tu virou head de
copia. >> Exatamente. >> Red de anúncios, né? >> Sim. Cara, antes de de falar dos processos aí disso, que eu quero entender como é que tu faz para para gerir essa equipe de de aquisição aí de de anúncios. meio que essa decisão que tu tomou, ela é uma decisão que ela pode ser muito boa, como pode ser ruim também, porque virar uma rede. >> É porque eu, como por exemplo, pô, já tive operação, É uma coisa bem comum assim, a pessoa crescer ali e tal, daí tu pensa, pô, essa pessoa é muito boa, daí tu
coloca ela para ser um gerente, mas ela é um péssimo gerente. >> Exatamente. >> Apesar dela ser um bom executor. E aí tu tomou essa decisão, eu acho, eu acho. Não sei, tá? Não sei. Em anúncios sei que tu é boa. Porque que o Thaagamos falou, eu não sei se tu é uma boa red de anúncios. Eu acho que tu >> pro meu time. É, é porque senão tu não estaria trabalhando mais, né? Eu acho que teria sido demitida. >> Examente. Provavelmente. >> É. Então, então eu acho que eu acho que deu certo essa parte
aí. Mas como que tu enxerga esse essa evolução, cara? Tu tu acredita que tu, especificamente, tu tinha alguma habilidade de gestão que aí tu podia evoluir para ser um uma ré de anúncios? Tu desenvolveu, tu acha que isso é para todo mundo? Não é. É um Movimento natural na carreira de um copywritter que é de anúncio. Fala um pouco mais sobre essa decisão de tu continuar sendo copywriter ou tu virar um ré do setor? >> Tá. Primeiro foi uma grande surpresa para mim, né? Eu não tinha nenhuma intenção de ser red de anúncios, até porque
eu tinha já tido uma experiência de liderança anteriormente, eu percebi, ah, não é para mim, acho que eu sou boa aqui executando, escrevendo, sendo Criativa. Então, eu achei que, nossa, pronto, é isso, sou copywritter senior aqui para ficar morrer fazendo isso que eu amo, ganhar dinheiro. É isso aí. De repente me chega Thiago Filemon e fala: "Ah, você já pensou em cífe?" Ah, eu até me falei: "Ah, não sei, acho que não é para mim não, não sei o quê". E aí meio que aconteceu, foi assim. Então, foi um processo para mim no começo do
ano, foi uma foi uma transição ali, né? Eu eu tava entre escrever, eu ainda tava escrevendo um pouco, só que ao mesmo tempo eu tinha que gerir o time. Então foi um processo de de transição. E aí acho que por que que ele encontrou esse me colocou como red porque primeiro porque eu tava acertando bastante. Segundo que eu acho que talvez eu tenha alguma coisa natural de liderança assim que nem eu sabia. Por exemplo, eu era bem organizada. Então, acho que outras pessoas do, acho que os gestores Falaram: "Ah, a Paola podia ser líder do
squad aqui, porque ela pode, enfim, ensinar para as outras pessoas o que deu certo para ela." Então, acho que foi essa o isso o que eles enxergaram em mim para virar Red. E aí eu falei: "Ah, >> então vamos lá, vai". Eu não tava nem muito convencida, tanto que eu perguntei para ele, você tem certeza? Perguntei umas três vezes para ele, "Você tem certeza que você quer que eu vire Red?" Ele: "Lógico, pô, você é boa, você é Boa, vai lá, não sei o quê". E é claro que durante uns três meses o Thiago me
orientou ali, ele me treinou também como red e aí depois meio que foi natural, foi acontecendo assim. Então a minha primeira missão que eu tive como redar o meu processo de criação de anúncio entre os tinha uns oito copywritters, acho que até mais 10 copywritters abaixo de mim. Falei, eu preciso me multiplicar nesses 10 copywritters. >> É tudo >> não. Alguns eram juniors plenos. Tinha e é um tinha uns dois seniors. >> Aí tu não realizava tudo isso? >> Os dos sniors não. E aí depois aí aí a gente eu foi uma época que eu
tava com muito copywritter, então a gente dividiu o time. Então >> tá maluco. 10 copyritter. É, tinha mais, até mais 14, na verdade. >> Tá doido, tá doido. >> É >> 14 copriter. Pô, eu tinha três júnior já Queria me matar. >> Então, exato. Não, e olha, o mês de janeiro para mim, esse mês, esse ano foi difícil. Eu falei, eu não vou dar conta disso, não, vai dar certo, >> caramba, cara. >> Mas, mas deu certo. E aí, hoje o time tá diferente, então eu não sou a única red do, do interno lá, por
exemplo, da BH. Então, o JPL é outro R. Então a gente dividiu os copes, dei metade dos copos para ele, falei: "Tó eu vou ficar com Esses e é isso." E a gente faz exatamente a mesma coisa. Então eu tenho um squad e o JP tem outro squad. Então hoje tá muito mais fácil. Mas antes disso ainda foram os três meses eu ali na Labuta, >> sozinha com eles. Na labuta. >> Labuta. >> É. >> Sabe o que é isso, Gabi? >> Trabalho na na >> Sabe o que é labuta, Júlia? Você sabe? Tu é
jornalista também? Não, >> não, >> Labuta. Não, >> trabalho. >> No trabalho. É um jeito de falar Labuta. Tô na labuta, tipo, tô trabalhando muito. >> E tu é de Recife? >> De Recife. >> Tá, entendi. Será que é só aqui no Sul que a gente não sabe o que é isso. Labut, >> você tá aprendendo várias palavras novas hoje. >> Trampo. A gente sabe, né? >> Trampo. É >> trampo. Todo mundo aqui fala mesmo. Tá, fechou. >> É trampo. Foi um trampo. Tá bom. Pode ser um trampo. >> Então, o que que eu comecei
a fazer? revisar todas as copies de todo mundo. E aí foi um processo difícil, porque eu entendi que muita Gente estava fazendo aquilo que eu já tava fazendo também, que era inventar coisa e pegar coisa, não sei da onde. E aí foi uma semana que a gente meio que até travou esteira praticamente. Eu falei: "Não vai passar nenhum anúncio, eu vou revisar se >> vai passar nada, >> não vai passar nada". >> Caramba. >> É. E aí foi foi tenso para mim, foi tenso para eles, foi tenso para todo Mundo, mas foi foi um processo
que todo mundo precisou passar. Caramba, pessoal, é a galera do marketing digital aqui do Brasil, os cara criam coisa, né, velho? >> Cara, deixa eu te fazer uma pergunta. >> Eh, quais são as habilidades que tu acha que tu teve eh que desenvolver para tu se tornar uma boa red que tu não tinha quando tu era COP? Primeiro, comunicação. Então, hoje o que eu mais faço na minha meu trabalho hoje É analisar dados, conversar com as pessoas e resolver problemas. Antes era só escrever, tomar. >> Não revisa mais. >> Hoje eu eu reviso, mas o
que eu reviso hoje é justamente aqueles pontos que eu te falei, tomada de decisão, avatar, hook. Eu não olho mais, olha o linha por linha, vírgula, nada, porque eles já, todo mundo já sabe fazer isso daí. É, >> então não olho mais no detalhe. Uhum. >> Lá no começo eu tava olhando o detalhe. >> O que que tu quer dizer com comunicação? Saber dar bom, dar bons feedbacks ou o quê? Que que é isso? >> Não só dar bons feedbacks, mas primeiro você precisa estimular o time, você precisa manter a energia do time legal, você
precisa conversar individualmente com as pessoas. Então eu comecei a fazer isso também. Então eu preciso entender o que que tá passando com você como quando você tá escrevendo uma cópia, o que que Você pensou. Então, o que que eu comecei a fazer? Demorei para fazer isso. Poderia ter começado a fazer antes. Eu comecei a revisar com eles em caller, que eu como eu comentei com você, nosso escritório virtual. Então, o que que eles têm que fazer? 5 da tarde todo dia eles têm que me entregar a COP, tem que tá pronta a COP. E aí
foi uma outra coisa que a gente já teve que ajustar também porque antes tava era meio solto assim, da 10 da noite tava entregando a COP. Falei: "Não, não, não, não é 10 da noite, é 5 da tarde você vai entregar sua cópia. Give your jumps. Então é. E aí dava 5 da tarde, eu falei no G, vem me chama no Gather aqui, a gente vai revisar juntos. E aí lá no começo o que que eu fiz? Eu fazia a pessoa me mostrar o anúncio dela. Então ela, eu não falava nada, ficava lá e que
que você fez hoje e tal. a pessoa vai lá, compartilha a tela e ela mesma ia lendo o anúncio. Isso foi funcionou muito assim, porque Eu ia vendo ali o avatar e aí eu comecei a entender, eu não não só falava assim, troca esse avatar, eu perguntava por que que você usou esse avatar. E aí quando eu pergunto por que que você usou esse avatar, eu espero uma resposta plausível. Não vale, por exemplo, ah, porque eu gostei. Não existe, eu gostei. Uhum. Ah, tem 50 milhões de views no cenouro. Aí eu pergunto, já validou isso
daí em algum lugar? Se a resposta for sim, beleza. Se não, troca. Então, Sempre a gente parte de sempre de elementos validados. Eu quero entender porque que a pessoa usou. Aí eu falei: "Esse hook você tirou da onde?" "Ah, eu criei não sei o qu". Falei: "Não, você vai pegar o hook desse anúncio aqui e vai colocar aqui. Não é esse hook que você vai usar." No começo foi assim. Hoje, conforme você vai avançando, você tem mais liberdade. Então, assim, não faça isso com siior, por exemplo, ele, eu deixo ele >> liberdade, >> tomar as
decisões dele porque ele já acertou. Então, assim, às vezes o tem que deixar o o cop ter o feeling dele também assim. >> Não, nem só sior também, às vezes tem júnior que tá indo muito bem assim, então ele já acertou bastante, tem coisas que eu deixo assim ele criar entre aspas alguma coisa. Só que até então foi esse processinho ali mais mais doloroso. E aí lá no começo eu falava Para eles lerem a COP todinha e ler vai usar para mim. E aí era engraçado que às vezes a própria pessoa vai chega na conclusão.
Então teve uma vez que uma das minhas cópias estava lendo ali e o texto tava super grande assim, ó. tava meio prolixo, meio cansativo. Eu não falei nada, só anotei aqui texto grande. Ela no momento que ela tava lendo, ela falou: "Nossa, tá longo, né?" Eu falei: "Aham, tá longo, então você já sabe o que você tem que fazer". >> Uhum. >> Então isso foi muito bom, tanto para eles quanto pra minha relação com eles, porque nesse processo de revisão a gente ainda tem ideias diferentes. Eu falo: "Nossa, você já fez isso?" Então anota isso
para você fazer no pack de amanhã. E aí surgiam coisas novas, a gente começava a se conectar um pouco melhor também, eu e o meu time individualmente. E o resultado foi incrível, todo mundo se desenvolveu para caramba. >> Tu tem quantos cops? Porque tu faz isso daí, esse processo >> hoje, depois da divisão, estou com seis cops. Só que é só que aí assim o time diminuiu e depois aumentou de novo, porque eu tenho os copies e tenho os editores também. Então, nessa divisão dos squads, eh, cada cop tem um editor e aí os dois
estão na minha gestão. Então eu faço a gestão ali do >> Cada CP tem um editor que trabalha só Com ele, >> dupla. Aham, >> entendi. >> E aí, além disso, a gente tem três editores que a gente chama dos volantes, é, >> três >> que eles pegam às vezes uma demanda extra e às vezes, enfim, várias coisas acontecem, precisa ter três editores ali apostos, entendeu? >> Então, já faço a gestão de toda essa Galera aí. Cara, eh, eu tô eu senti uma um uma certa, como é que eu posso dizer, sem falar mal de
ti aí ou bem, tá? Não sei como é que tu vai tomar isso aí. Eu senti uma, [ __ ] uma [ __ ] como é que eu posso falar isso, cara? E agora >> pode falar real, não vou ficar, >> mas que eu não sei qual que é a real, que tá. Eu eu senti que tu é uma pessoa meio firme assim, é >> incisiva, >> é uma agressividade assim, uma força, entendeu? Tu tu acha que tu é um uma gestora faca na caveira ali de >> no começo >> botar pressão ali? Tipo isso
aqui acabou >> não. No no começo eu tive que ser >> é >> um pouco mais porque as copas não não estavam legais. Então assim eu tive que ser mais >> é tô sentindo aqui que que eu tenho que escrever um anúncio agora, entendeu? Que que tu tá me passando um negócio aqui? Não, mano. >> Se quiser escrever. >> É, agora são 4:17. Eu falei, [ __ ] eu tenho que terminar um ano TS5 aqui, mano. Eu tô senti essa esse negócio. >> Não. E e assim, eu não fico hoje, tá muito mais tranquilo. >>
Não é na base da pressão ali no >> no não não começo. Foi >> a base da pressão. Primeiro cumpri o prazo, então às vezes você precisa ser porque tinha que corrigir um monte de um série de coisas ali que estavam com problema. Então não é 10 da noite, você vai escrever até porque a gente tem um fluxo, tem uma esteira, eu tenho que revisar, se tem que corrigir, depois o editor tem que editar. é uma série de processos. Então, se trava na COP, vai travar em todas as outras etapas e a gente vai deixar
de subir o anúncio. Então, todo mundo vai perder com isso. Então, lá no começo eu tive que ser mais firme porque tava vindo umas cópias assim muito doidas e aí eu tive que literalmente falar, tem até, eu brinco com uma tem uma COP, Luciana, hoje ela acerta para caramba, mas no começo Luciana, bravíssima, >> Alfontes, >> [ __ ] que chique, >> chique chique. >> Abraço aí pr pra Luciana. Alfontes. >> E aí ela até me falou assim: "Eu lembro quando você corrigia lá que os hooks dela estavam muito grandes, aí ela não sei da
onde que tirava os hooks. Eu só deixava um comentário assim: "Que hul é esse?" Vários pontos de interrogação assim, ó. Aí ela mudava o hul, entendeu? >> Uhum. >> Chegou uma hora que eu nem falava mais o que ela tinha que fazer, que ela já sabia, só falava: "Que hul é esse, muda Esse hook." Aí você vai lapidando ali as pessoas. Então ela um hul acho que sei lá, máximo 20. Não é que tem uma fórmula, mas quando eu beijo um hook de um parágrafo não dá. Aí eu falava máximo 25 palavras do Hul se
vira. >> E aí ajustava e hoje ela tá acertando para caramba, entendeu? >> Entendi. Tu chegou a trabalhar com o Rodrigo, acho que é Canta. >> Cantaed. Aham. >> Trabalhou com ele? >> Trabalhei com ele quando eu escrevia a BSL. Ele tava junto comigo escrevendo BSL também. Legal. >> Ele é bem mais processual assim que eu seja, né? >> Sim, sim. O Rodrigo, ele ele entrou junto com o Thiago Filemão na minha empresa. >> Ah, na >> eu contratei os dois, é, na época que eu que eu rodava a operação aí. E aí eu lembro
que ele escrevia umas cópias lá Que eu não gostava da cópia que ele escreveu. >> Uhum. >> Eu dava o feedback para ele e falava: "Cara, acho que a gente tem que mudar isso aqui, mudar tal coisa". E daí ele falava assim: "Tá, mas por quê? >> E como é que é? Mas por que, qual que é a lógica disso aqui? Justificativa. E a verdade, cara, é que muitas das vezes eu não sabia o por que eu tinha que mudar aquilo ali. >> Hum. >> Mas a minha intuição, ela me falava que tinha que mudar.
Eu não sei se é porque eu já tinha lido muita COP e eu já tinha internalizado muita coisa e eu tinha uma competência inconsciente sobre aquele assunto. >> Uhum. ou então se eu realmente não sabia o que eu tava falando, eu só não gostava da COP, mas no meu processo aí como como copchif, eu percebo eu percebi que existia esse essa Parte da ditadura de ser tipo assim, mano, é desse jeito aqui >> porque eu quero e deu. Aí hoje tá na tua gestão, tu tem isso? Se sim, como que tu faz o balanceamento aí
entre a ditadura e ele tipo eu acertei, o negócio é assim porque eu quero que seja. E tem esses padrões aqui que eu acho que que é o que a gente tem que seguir. >> Uhum. >> Versus tu dar o feedback, explicar o por que é o negócio assim e porque é assado. Eh, são dois jeitos diferentes de fazer. Eu acho que o correto, cara, eu acho que o correto é mais o lado coach ali de tu explicar tal, só que pelo menos eu, muitas vezes eu não sabia, velho. >> Aí como é que tu
faz >> hoje? Não, a gente não tem mais a ditadura, né? Teve. >> Por que que teve esse processo? Porque ninguém tava acertando >> e aí de fato alguma coisa tinha que mudar. Então a gente tem os dados, os Números. Você tá fazendo desse jeito até aqui, não tá dando certo. Então você vai agora fazer do meu jeito, porque o meu jeito deu certo. É uma matemática. O seu jeito não deu certo, o meu jeito deu certo, você vai fazer do meu jeito. >> Uhum. >> É, é, foi ali uns dois primeiros meses. Aí o
que aconteceu, galera? Melhorou, começou a acertar. Então, percebemos que eles criaram um jeito também de dar certo. Então, hoje não é vai mudar Porque eu quero. E hoje, basicamente eu não eu não mudo assim nada. Então, tá muito mais eh solto assim. Por exemplo, eu oriento, modela esse anúncio aqui, usa avatares validados. Qual que é a única regra que a gente tem hoje lá? >> Você vai partir de elementos validados. É isso que que você pode fazer quando você quer criar alguma coisa nova? Pega um pedaço de um hook e junta com um pedaço de
outro hook. Beleza? Isso daí você pode fazer criar um hook Completamente novo que eu nunca vi em nenhum lugar validado. Aí eu aí sim eu peço para mudar. Mas ninguém mais faz isso. >> Uhum. >> Quando que você pode criar um hooker completamente do novo na sua cabeça? quando anúncio valida, aí a gente vai fazer várias outros novos hooks, beleza? Bota o hook que você quiser, porque o corpo pelo menos a gente validou. Então, de repente numa dessa dessa ideia que Você tem, entra a questão da meteção de louco, de repente dá certo, entendeu? >>
Uhum. >> Então hoje eles são muito mais, entre aspas, livres para criar, porque o criar não é mais do nada, eles sabem da onde que eles onde eles vão recorrer para criar, entendeu? >> Uhum. Uhum. Então assim, cara, se eles sabem onde criar, eu posso assumir, né? Posso concluir que é concluir? Acho que não. Eu posso assumir que tu tens esses esses materiais aí bem documentados, >> bem expostos ali na pr pra empresa inteira, até porque lá no começo do podcast falou, né, que a gente consegue pegar coisas de outros nichos. >> Uhum. Então isso
aqui eu eu entendi, né, que é um eu acho que a palavra é artefato, não sei se é isso que o pessoal usa, tipo, ah, um negócio da empresa que um um >> arsenal seria de repente não, >> acho que não, mano. Acho que é artefato mesmo, mas vamos chamar de ativo. É que eu acho que essa parada do artefato vem do inglês que o que eles têm lá o >> quando tu cria um documento na empresa, tipo, é um artefato, sabe? é um um processo que um processo é um é uma soma de artefatos,
digamos, enfim, sei lá, [ __ ] Mas, tipo, existe essa parada, esse ativo, que é, cara, a gente tem aqui esse essa estrutura que é muito importante Pra nossa operação aqui rodar. >> Uhum. >> Outra estrutura que é muito importante aí pra tua operação rodar é a gente ter a esteira de anúncios que eu que eu assumo que é um CRM, talvez ali no ClickUP, no Notion, sei lá. >> Exato. >> Maravilha. O que mais que tu tem, cara, de desses materiais, desses ativos, essas coisas, planilhas, eh, CRMs, drives, o o que que Tem ali
que tu acredita que é importante um head de copy T, tá, pra gente ter uma operação ali de anúncios de alto nível? >> Hoje eu, por exemplo, eu faço um controle semanal e mensal de cada cópia. Então, tenho um notion ali que eu eh preencho uma vez por semana, toda segunda-feira e eu inclusive mando individualmente para cada um deles. Então eu vejo ali >> o COP X, Saulo. Deixa eu ver como que foi a performance do Saulo essa semana. Então vou lá, vejo. E aí tem >> o Saulo. Isso é uma pessoa que existe. >>
Sim. Um dos meus copies brabíssimos. >> É. Um abraço aí pro Saulo. Então, >> abraço pro Saulo. Falei. >> Olha só, [ __ ] tu foi chamado de copywritter bravíssimo no podcast do Veturb, velho. >> Exatamente. Meus copies maravilhosos. Boa. >> Tem todas outra. Tem Renata, Renatinho, Bruno, Bruninho, >> Bruno. Mandaram. >> Abraço aí, pessoal. >> Meu, meus queridos aqui. Acho que falei >> boa. >> Se eu tivesse escrevendo, eu pegava vocês, tá? Dava para, >> eu não vou falar o sobrenome para ninguém fazer pit em cima dele. Apesar que é a BH, né? Quem
trocar BH por qualquer outra tá meio meio doido. Eu não trocaria BH não. Então, >> boa, boa. >> Quem entra na porque tem muita gente querendo entrar na BH. Então, ó, você que está aí, >> faça por merecer. >> Como faz? Como é que faz para entrar na BH? precisa me encher o saco bastante. Tô brincando no Instagram. Não, mas ench é enchu. Eu preciso ver que você tá a fim de entrar. Eu não só tô assim formulário mais muito assim aberto, eu gosto mais de indicação. Então assim, o o Dan Inclusive me indicou oncop
que eu tô contratando. Provavelmente na época que for pro ar, eu vou estar com ele. Dandonato. >> Dandonato me indicou um cara brabso, super legal. estará na no nosso time. >> É, tu falou que tu manda lá um papel, um documento, um Noion pro Saulo, >> para cada um deles, né? >> Mas aí >> e aí que que eu coloco? Tem o Faturamento, ruas, tem a assertividade que é quantos foram testados, quantos eds fizeram vendas. Essa é um dado que eu gosto de ver também, assertividade. Tanto que ó, a Luciana, por exemplo, ela teve uma
assertividade bizarra de de janeiro para para abril, março, >> ela triplicou a certividade dela, >> então valeu a pena ser chata com ela. E hoje ela tá já fez sete dígitos, então assim >> Uhum. Eh, então tem assertividade e aí eu coloco até um print do hattack ali para ele ver todos os anúncios dele ali que estão. E aí eu ainda fiz uma outra coisa, fiz um outro documento para eles que é hoje eu peço para eles analisarem a performance pelo pack. Então, o que que é isso? O pack, um pack de anúncio tem cinco
criativos. Então eu pego essa, eu ordeno lá no track p, >> mas aí são cinco mesmo, um gancho, um corpo, >> um gancho, um corpo. Cinco, >> a menos quando é variação. Aí tem mais, mas é um gancho e um corpo. Que que eu falo para eles fazerem? Quando eu coloco no headtrack, eu ordeno não mais por venda, vendeu mais, vendeu menos, eu ordeno por nomenclatura, porque ele vai me dar ali os anúncios certinhos na ordem. E aí, por que que eu faço isso? Porque eu vou entender que o pack X eu Escrevi cinco anúncios,
dois venderam. No pack Y eu escrevi cinco anúncios, quatro venderam. No pack J eu escrevi cinco anúncios, nenhum vendeu. E aí eu falo para eles: "O que que você fez nesse pack J que não vendeu? Que que você fez de diferente no outro pack que vendeu?" Então, já faço esse documento para eles analisarem também >> o que que eles fizeram >> e também até coisas que aconteceram Nesse dia. Às vezes eu falei alguma coisa, às vezes ele tava mais feliz ou mais triste ou ou puto, alguma coisa, alguma diferença teve >> interessante. >> Então eu
vou estimulando que eles analisem ali o que eles fizeram, quais foram as tomadas de decisão que eles fizeram. >> Então é uma página por copywriter. Aham. E aí tu tu uma página e toda semana tu atualiza lá, tipo, ó, essa semana foi Tal coisa. E tu fica colocando ali, então ele tem um histórico de todas as semanas que aconteceu com os prints da performance dele. >> E eu também tenho, >> cara. Isso é muito legal para motivar a galera. >> É, >> isso é muito top. >> Motivar e às vezes falar, vamos lá, né? A
semana passada você foi assim, essa semana você não foi assim, >> que aconteceu? Mudou. Então, e aí tem que identificar o que mudou. >> Uhum. Cara, eu tenho tanto medo de que e assim, ó, e e lógico que eu tô errado, tá? Eu sei que eu tô errado. >> Hum. >> E eu assumo que vocês aí, né, Saulo, a Renata, Renata, >> Renata, Luciana, Bianca, Brun, >> Renata, Luciana, Bianca, Bruno, essa galera aí, eu eu acho, eu acho que vocês vão concordar comigo que eu tô errado, Mas cara, no fundo da minha mente eu tenho
um negócio de que, mano, a gente tá testando um monte de coisa ali e é tudo aleatório, tá ligado? A gente vai botar ali o Facebook, vai decidir se ele vai entregar, se ele não vai, pro Pedrinho, pro Zezinho. A gente sobe o mesmo criativo >> em três conjunto de anúncio. Naquele conjunto funciona, nesse aqui não. Aí a gente sobe em outra conta, a outra conta funciona. Essa aqui não. >> Exato. >> [ __ ] essa, mano. >> Mas eu vou, eu concordo com você. Tem uma questão aleatória, tem outras variáveis, tem conta, tem público,
tem a boa vontade do Zuckerberg também, muitas coisas. Só que eu não tenho controle de nenhuma dessas. >> Não tem. A única coisa que eu tenho controle são os anúncios. Então a gente parte da onde a gente tem controle, que é o que eu consigo mudar ou não mudar, Entendeu? >> E de fato tem algumas conclusões de COP, sim, que a gente consegue tirar. Então nesse documento que eu mando para eles, eles conseguem identificar padrões. Então as próprias análises que eles fizeram já foi interessante. Ele falou: "Ah, eu percebi que aqui eu fiz um monte
de variação de Hul, nas cinco primeiras eu mantive a COP e mudei só o formato, funcionou". Então, de 10 variações de Hulk, só dois não venderam. Então, a Gente já consegue identificar que essa foi uma estratégia que deu certo. >> Entendi. Então assim, cara, na segunda-feira, então, um uma das coisas que tu faz é esse review de performance da semana passada. >> Uhum. >> Que tu faz para todos os teus seis copywritters. >> Uhum. >> E tu envia para eles para para que eles Possam identificar padrões. >> Exatamente. >> Não é feito nenhuma reunião nem
nada, só manda, ó, tá pronto? Só para ele. Aham. >> Pega aí. Entendi. >> A reunião que eu faço é com o time. E aí a gente analisa toda segunda-feira, analisa como foi assim os funis de forma geral. >> Me fala um pouco mais da tua rotina aí, período por período, hora por hora, enfim, me dá mais detalhes dessa tua Rotina de segunda-feira para eu entender como é que é. Segunda-feira é o dia mais corrido, porque tem bastante reunião. Então, 9 da manhã, por exemplo, tem uma calls de COP, que somos eu, JP, o Víor
Furtado e o Rodolfo, que é o Cemon. >> Ó, eu quero falar uma coisa aqui, tá? Publicamente para todo mundo, inclusive para ti aí. >> Pessoal, vocês tem que parar de chamar o Víor Furtado de Víor. Nome dele é João. >> Eu não sabia dessa, não. >> É João, tá? O nome dele é João, Vittor, né, João? E aí o pessoal fica te chamando de outro outro víor. Cara, que [ __ ] é essa? >> Eu te chamo de furtado só para mim é furtado >> aí quer acabar com nós, né, João? É porque assim,
ó, que nunca tem só um João que é João alguma coisa. Eu sou João Eduardo, ele é João Víor. >> Ah, >> mas João, pô, pô João, você chama de João, cara. Ele falou que ele não queria ser chamado de João porque eu sou o João Cop >> e dá sabe o João Cop. Daí o pessoal achar que que sou eu. >> Mas porão, >> vou chamar ele de João, então >> chama João ele, cara. E o outro também chama João. É João Pedro, só que a gente chama ele de JP. >> Ah, pode ser
chamar o João Víor de JV. Fica fica não fica legal. J é porque ele já já é a marca dele. JP. >> O JP para mim é o é o é o João Pedro da Hotmart que é o >> Ah, também. Aham. É. >> É. >> E aí tem o Rodolfo que é gago. Rodolfo Gago. >> Rodolfo Gago. >> Ele não é Gago. >> Ele não é Gago. É >> não. Eu não sei. >> É só o sobrenome dele. Será? >> É o apelido. Não, não, não sei porê. A gente tinha um jogador do do
Havaí que o apelido que o nome dele era Léo Gago, >> mas eu não sei se se ele era Gago de fato, mas enfim. >> Então, 9 da manhã, reunião com os líderes. >> Uhum. >> O que que vocês falam? O que que vocês falam aí? Qual que é o >> A gente define a estratégia da semana, Ver como foram os funis, qual funil a gente vai colocar mais atenção, menos atenção. >> Que que é? Ah, é isso que é a estratégia da semana. Quais funis nós vamos trabalhar? Ah, esse funil aqui tá escalando bem
bem. Vamos escalar mais ele. >> É, quais vão vão testar? Depende. Aí a gente vê como que foi a semana, como foi o tráfego, vamos insistir mais em tal funil ou em outro funil. A gente toma Essas decisões. >> Qual que qual qual que é a decisão correta? Tu tá lá com pô, operação de vocês aí, uma operação gigante aí, sei lá quantas ofertas estão escalando aí no no momento aí, vamos dizer que é, sei lá, cinco. Aí tem cinco ofertas ali, uma tá destruindo, duas estão meio que empatando daquele negócio lá que vai, não
vai. Eh, duas tão bem, tão tipo vendendo um pouquinho ali e uma tá totalmente zoada. >> Aí, tipo, tu tenta, tu foca tudo na melhor, tu tenta salvar algumas que estão empatando, as dumas. É, normalmente coloca sempre, mas energia na melhor, 8020, mas não é que vai desconsiderar as outras. Então, tem algumas que estão às vezes empatando que vale a pena insistir um pouco mais. Às vezes aí uma microlad, por exemplo, junto com o anúncio campeã consegue salvar a oferta. >> Então isso é uma reunião entre todos os Setores. É, é a gala de VSL
de >> Aí tem uma outra segunda reunião que aí é todos os restos de COP mais os restos de tráfego e a gente vê um panorama geral do da semana ali também. >> Então essa aqui das 9 é só os cops, >> só os copies >> de anúncio e vai. >> Uhum. No meio disso ainda tem a reunião que eu faço com o meu time. Aí é engraçado, lá no Gather que a gente vê tem os quatro reds ali reunidos. Aí Depois cada um dos reds vai com seu time. Então o Víor, o Furtado ou
o João, >> João >> reúne os o time dele de afiliados, o JP reúne o outro squad dele e eu reúno o meu squad, cada um na sua sala de reunião e a gente passa ali o como que foi um cenário da semana pro pessoal também. >> Uhum. Uhum. >> E aí depois tem a reunião de uma hora. Então, segunda-feira praticamente quase Só reunião. >> Uhum. >> E aí uma hora tem uma reunião do geral, tráfego, VSL, todo mundo para entender como que >> todo time de aquisição. >> Aham. >> Cara, mas aí você >>
Ah, não, os reds. Só os reds. >> Só os reds. >> Ah, tá. Porque senão ia ser um >> Ah, é a empresa inteira. Aí, não é? >> Aí, [ __ ] bota 100 pessoas na na cor bizarro. >> E quantos RS que que que tem nessa reunião? >> É muito? >> Ah, tem os três R de COP, o CMO, aí tem o R de VSL e os gestores. >> Uhum. de tráfico e de projeto também, >> tá? Mas mas tu focando em ti, no teu trabalho como red de anúncios, a gente tem a reunião
aqui entre os copywriters, tem a reunião do time de aquisição dos Heads. Isso daí eu entendi que a primeira acontece às 9 com os copywriters, a dos heads e às 10. >> Uhum. >> E tu falou que tu tem uma reunião com o teu time, que é para tu passar as informações que que que tu recebeu nas outras, né? Exatamente. >> Tá, entendi. Eh, e depois >> aí segue o dia. Aí eu passo daí deu meio-dia, né, >> praticamente. É. Aí eu é, aí eu tenho que passar a >> os dados ali pra galera. Eu
tento passar antes. Uma coisa que eu fazia é, eu fazia no dom assim, entre domingo paraa segunda, quando virava meia-noite, eu já pegava os dados ali e já mandava pra galera, porque no dia seguinte ele já acordava assim. de domingo >> é porque eu pego de porque eu pego de segunda até domingo, então tem que Esperar fechar o domingo porque >> Tá, deixa eu ver se entendi. Domingo à noite. >> Aham. >> Passou da meia-noite, em vez de estar dormindo, tu tá lá pegando coisa lá no >> Às vezes, não é todo domingo. Eu já
já fiz isso. Quando a segunda-feira tem muita coisa, porque eu gosto que eles comecem o dia tendo essas informações. >> É, eu gosto de gente que trabalha que nem tu, velho. Parabéns, mano. >> É, eu trabalho bastante, tô precisando de férias. É, não é brincando. Mas eu gosto de fazer isso porque é importante para eles, porque se eu depois se eu deixo para fazer só à tarde, eles ficam meio também fica todo mundo já ansioso conversando, você vai mandar, você vai me mandar? Eu vou falei: "Eu vou mandar, mas não agora. Calma, depende do dia.
Às vezes eu consigo fazer isso, às vezes eu tô muito cansada, de fato, eu mando só no dia Seguinte, >> mas eu tento fazer isso daí". Aí eu descobri que no GCAT tem uma função de programar a mensagem. >> Tem no Slack também. Eu amo porque aí eu faço isso domingo meia-noite. Acho que eles nem sabiam que eu fazia isso. Vão descobrir agora. >> Segredo aí, ó. Segredo. >> E aí eu mandava lá bom dia, não sei que programava pra 8:15 da manhã. Só que 8:15 da manhã eu tava tomando meu café De boa. >>
Mano, tu programa para 5:15. Depois os cara fala: "Caralho, Paula acordou 5 da manhã, mano. [ __ ] ela é brava. >> Às vezes acontece de eu esquecer de programar e eu mando." Mas aí a pessoa viu que eu fiquei até meia-noite e pouco também. >> Manda prometer o louco ali e assustar. Tá vendo? Olha como eu trabalho meia de >> A barra, a barra subiu. É, >> a barra subiu. >> É, >> não, mas eu defendo o descanso. Tem que descansar também, >> sem dúvida. Tem que descansar. Eh, >> então, segunda-feira é esse é
esse bastante coisa assim. E aí 5 da tarde aí começa as revisões. Nesse meio tempo eu treino porque se eu deixar para treinar no fim do dia já era também. Vou pra academia, dou umas parecid. 5 da tarde Começa as revisões da COP. >> E vai até que horas? É rápido. Se der bem rápido, porque eu vejo ali porque todo mundo já tá que é rápido 15 minutos por revisão. >> Aham. >> Então tem seis ali. 6 x 10 60 x 5 30 dá 90 minutos. Então 1 hora e meia. >> Tu termina todas as
revisões. >> Não, então é menos, >> tá? 5 minutos cada um. É porque eu só bato o olho ali, é rápido assim. Não, Não, não tenho que mais ficar corrigindo. Todo aquele processo já acabou. >> Uhum. Graças a Deus, todo mundo já tá super afiado, então faço isso. >> E cara, o que que na segunda-feira, tá, tu considera que a parte mais importante que um head de copy ele teria que masterizar? O, pelo que tu falou, tá? Eu acho que assim, eu pelo que tu falou aqui, tá? Eu eu diria que a parte mais Importante
são as decisões estratégicas que a gente vai tomar na semana. Só que eu também eu não sei se essas decisões elas vão partir de ti. Uhum. >> Porque eu tô achando que elas vão partir mais do >> do time como um todo. E cara, real é que eu eu não sei se vai ter tanta coisa assim para decidir, porque a gente vai ver, cara, isso aqui tá vendo, isso aqui não tá, é isso aqui que a gente vai fazer, entendeu? Exato. >> Eu não acho que tem alguma coisa tipo, pô, a gente tem que >>
prático. É automático. >> É, não tem nada tipo, ah, isso aqui é um, pô, qual o que que eu vou fazer, mano? Vai ser bem óbvio que tu vai fazer. Tu vai fazer mais do que tá dando dinheiro. >> Eu assumo que tá correto, né? >> Uhum. >> Maravilha. O que que tu acha que é 8020 aí desse teu dia de segunda-feira que tu Fala, pô, isso aqui que é a coisa que o Redcop ele tem que fazer bem, que é o que eu faço. >> Ele tem acho que eu acho que o mais importante
é a análise de dados, que é o que eu faço com eles, eu compartilho ali com o time para direcionar o time na na produção de por exemplo. Então, eu quero que ele entenda o que funcionou. Ele tem que começar a semana entendendo as coisas que funcionaram e as coisas que não funcionaram. Por quê? Porque ele vai Aplicar nessa semana. Uhum. >> Então, se ele nessa análise de pec, ele viu que ele usou um avatar X, eu não usaria o avatar X de novo, entendeu? Porque nenhum deles que eu ele usou funcionou. >> Uhum. >>
Então ele todo mundo já começa a semana entendo o que fazer. E aí eu mas masterizaria. Sei se tá certo. Masterizar. Você deve masterizar. Mano, tu que veio com a Palavra, qual foi a palavra que ela falou do Lubutã? Como é que é? Labutin. >> Labuta. >> Labuta. >> É >> labuta. >> Nossa, não é uma palavra normal. >> Tá louco, velho. >> Masterizar é muito mais difícil do que labuta. >> Claro que é. >> Aí não, né, mano? Ô, tá maluco. Até eu masterizar o labuta vai demorar. >> Mas tem que masterizar a labuta.
>> É, vai demorar. >> Então, tem que masterizar a análise dos dados para direcionar o time. >> Uhum. para tanto você quanto o time saber o que fazer, o que não fazer. Isso que vai ditar a semana. >> Mas isso daí, tu acredita que é que existe uma questão de habilidade nisso ou é uma questão apenas de processo e Fluxo de informação? Ou seja, tu existe alguma habilidade do Redcop em analisar o que tá funcionando ou é óbvio e tu só tem que mandar para eles? >> Existe por exemplo lá, >> como é que é
essa habilidade aí? Fala, fala mais sobre isso. >> De nada. Você diz >> é o que que é importante aí que o Redcop tem que olhar, analisar, porque na minha concepção ele vai olhar lá e falar: "Cara, isso aqui funcionou". E aí tu vai Falar: "Mano, esse avatar funcionou, faz mais coisa com isso aqui". E pronto, >> tem essa, tem essa primeira análise, pode ter uma segunda análise também de dados, por exemplo. Então, vejo que ali tem um criativo que ele fez vendas, mas ele tá com ruas ali, não muito legal. E aí eu vou
olhar, por exemplo, o CPC. Eu vejo que o CPC já tá alto. Então o que que eu posso tentar fazer? De repente tentar salvar esse criativo. Então vou falar para ele, ó, pega esse criativo Aqui, testa outro avatarno, testa outro hook, pega o hul desse outro anúncio aqui, coloca nesse anúncio e faz algumas outras mudanças ali no corpo. E aí eu deixo livre, falou: "É para você bater o controle >> pra gente tentar >> salvar esse anúncio aqui que já tá querendo morrer." >> Uhum. Então, antes da gente deixar morrer, a gente tenta masterizar. Masterizar.
>> Boa, boa. E esses casos aí que tu falou, eh, eu, eu não sei se tu tens eles, eh, mapeados e e se tu acha que dá para mapear em primeiro lugar, porque essa parada que tu falou aí, por exemplo, é uma coisa que dá pra gente mapear, né, que a gente poderia ter um processo, tipo, pô, >> Uhum. Esse anúncio aqui ele tá meio capinha aqui. O CPC tá alto, a gente pode salvar ele. Então vamos tomar essa decisão aqui. >> Existem vários desses casos mapeados. É uma coisa que faz mais que tipo, ó,
eu vou analisar e ver o que que tem. Qual, como que é esse negócio? Eu acho mais assim, dá para mapear, mas é uma energia muito grande, talvez mapear caso a caso, porque são vários golpes, várias coisas, vários anúncios, não dá para mapear tudo. >> O que eu faço, por exemplo, é em cada tesque ali no Clickup, >> eu coloco ali o exatamente o que eles Têm que fazer. Então, quando é alguma coisa mais direcionada assim, você vai pegar esse anúncio, colocar no hook desse outro anúncio e fazer cinco variações de avatar. Então esse é
o mapeamento que eu sei. E aí depois quando ele for analisar o pack se deu se deu certo ou se não deu certo, ele vai saber que foi exatamente isso que ele fez. >> Uhum. >> Essa é a forma que a gente tem de de Mapear. E aí ele, cada um deles tem o seu mapeamento, a sua organização, uns mais, outros menos. E aí é meio livre assim. É. >> É. É. Cara, eu te perguntei isso aí porque recentemente eu gravei um podcast com um dos fundadores da empresa Viver Red Ia, que é o Rafael
Milagre, que vai aparecer aí na tela, tá, pessoal? E eu conheci ele no mastermind do alta cúpula do Felipe Ferreira, que vai aparecer aí na Tela também, pessoal, os três podcast aí que eu fiz com o Felipe. Esse cara aí, [ __ ] esse veio no Vetur, esse é brabo demais. É, tá louco, >> o dono do master. Aí eu lá no Mastermind, né, o o Rafa ele mostrou a Iris, que é uma IA que ele criou, que usa uma ferramenta chamada de Open Cloud. Já ouviu falar disso? >> Já vi falar de Open Cloud,
mas >> cara, é uma uma parada nova aí que é meio que uma IA que ela é bem autônoma, então ela realmente consegue fazer um monte de coisa. Então, tipo, tu consegue configurar ela, bota no servidor e tu fala no WhatsApp: "Ó, compra passagem, faz tal coisa, faz isso, faz aquilo, ela vai fazendo tudo para ti, >> certo". Vai fazer certo. >> Ela faz certo. Só que aí e existem n coisas com isso daí, tipo, ah, problema de segurança, não sei o quê, tem tem n Fatores, mas a tecnologia funciona. Foi o projeto, eu acho
que o mais favoritado lá no GitHub, que é o o lugar lá, o o marketplace lá de código que os caras colocam lá para para outras pessoas verem. Então o cara desse negócio aí, eu acho que é o Open AI comprou essa parada, não sei, teve algum rolê aí, mas é uma tecnologia muito da moda atual. E daí ele tem um desse, um OpenCloud na empresa dele que ele chama de Iris, que Esse OpenCloud ele simplesmente revolucionou fluxo de comunicação da empresa. Então tudo que eles fazem lá é gravado, eh vai para pro database lá
da empresa. E essa IA ela lê todas as tesques lá do ClickUP, ela cobra as pessoas das tesques na no num canal público e fala: "Ó, isso aqui tá atrasado, não sei o quê. A gente precisa, a gente precisa dessa taça aqui pro Pedrinho fazer tal coisa. Ela manda mensagem no direct das pessoas no Slack Barra no do no GCAT aí que tu falou. Eh, então ela meio que faz toda essa gestão e daí eu fiquei pensando em nisso daí aplicado nesse teu caso, porque essa IA se os casos fossem, claro, >> se os casos
fossem mapeados, ela já poderia chegar com tudo isso pronto, toda essa análise, entendeu? >> Meu Deus, preciso disso agora. >> É, eu acho que isso aí não é impossível de fazer, tá? Eu acho que se, como os casos são mapeados, Uma vez que eles estejam mapeados, tu pode treinar ela e ela vai ler toda essa comunicação aí e vai passar. Então ela mesmo iria lá no hash track, puxava os dados, monta relatório, monta tudo certinho. >> Meu Deus, meu sonho. >> Põe ali. Que ia te perguntar é se tu se tu tá vendo alguma coisa
nesse sentido de IA para melhorar o fluxo de gestão, mas pelo jeito não, né? >> Não sou bem legal, >> mas eu vou querer esse negócio aí, depois me passo contato. >> É que, cara, eu eu eu também quero, tá? Só que eu eu não sei como fazer. Meio que é uma coisa muito de fronteira assim que que a gente que tem que alguém parar para fazer isso daí. >> Mas é muito legal, né? Pô, imagina como isso melhora o fluxo de comunicação da empresa e de análise, porque tudo tudo meio que artesanal assim. >>
É demais. >> Eu acho que tem que ter uma, por mais que tenha Iá, eu acho que você tem que também, enfim, ter a capacidade de olhar ali e tomar suas decisões também. Claro. É, aí a as pessoas falam que ela não vai executar o processo de ponta a ponta, ela é de meio a meio. >> Então ser humano dá um input, aí a executa e dá o output, ser humano revisa. >> Exato. É, >> então é meio a meio, não é ponto a Ponta. >> Pelo menos agora, né, pessoal? Pode ser que em breve
aí, daqui a sei lá, 5 anos aí já virou de ponta a ponta e >> é, >> enfim, vamos ver o que que vai acontecer aí com >> descobri >> é quando os LLMs entrarem nos humanoides. Em teoria a gente vai viver uma área de abundância, tomara. Ou então vai acabar tudo, não sei. >> Descobrir. >> É, vamos ver o que que vai rolar aí, cara. Show de bola. E terça-feira, como é que é teu teu tua rotina? Acabou ali as reuniões, tal, tá o teu primeiro dia aí que tu pode sentar e >> Uhum.
>> e focar. O que que tu faz? mais tranquilo. Aí eu foco mais em revisão, tanto dá porque eu reviso a copy e aí eu reviso o vídeo também. Então eu tenho duas etapas de revisão. >> Então e aí o que acontece? O fluxo é o seguinte, o copy escreve, eu reviso, normalmente já passa direto pro editor, de vez em quando tem que mudar alguma coisinha ainda. Passo pro editor, o editor edita, passa pro copy revisar. Copy revisou, às vezes tem que mudar algumas coisas. o editor muda, depois passa paraa revisão final minha. E aí
quando eu chega na revisão final minha, que que eu tô revisando? Eu tô revisando o trabalho do editor e tô revisando o Trabalho de revisão do COP, porque aí aí lá no no doc da COP mesmo tem uma guia que eles criam chamado ajustes de edição. Então abre essa guia e eu vejo o que que o COP pediu pro editor mudar. Então eu já vejo tudo isso daí. Então, o ideal é que não chegue nenhum erro até mim. E aí se chega algum erro até mim, às vezes erro de legenda, costuma. Hoje os erros que
chegam até mim são coisas assim simples e bobas. E aí que que eu faço? Eu mando lá, a gente tem um grupo, Eu editor, o COP e a Amanda que é gestora de projetos. Então, toda todas as duplas de COP e editor, cada um tem o seu grupinho lá no GCAT e a gente vai centralizando a comunicação ali. Que que eu faço? Aí eu chamo a atenção dos dois, falo: "Ó, cuidado com isso daqui, editor copy, cuidado com isso daqui, não é para deixar, é para você travar isso daqui, não é para passar esse tipo
de coisa." E aí eu faço voltar também. >> Uhum. >> Por quê? Porque assim a gente eleva a régua de qualidade também dos anúncios. >> Entendi. Legal. >> Então tem coisa até meio boba assim que poderia passar. Não, eu não acho que um anúncio vai deixar de validar porque tá com uma legenda errada, a menos que seja uma coisa muito grotesca. Mas às vezes eu volto porque de fato todo mundo precisa prestar atenção, porque se me dá uma dor de barriga um dia e aí o copo precisa revisar tão bem quanto eu. >> Sim, sem
dúvida. Uhum. >> E muda muito, cara, de terça pro resto da semana em termos de atividade que tu faz ou essa rotina aí que tu >> aí é essa rotina. >> Então, o que que tu considera que é o 8020 de tudo? Seria essa parte da revisão, né? Tu garantia que o output ali tá sendo feito? Não necessariamente a revisão. O 8020 eu acho que é, por exemplo, vou te dar uma, são as decisões. Então, na quarta-feira, Por exemplo, uma das reuniões que a gente faz, eu faço reunião, essa reunião do time de segunda-feira, eu
e os COPS e os editores, a gente faz segunda, quarta e sexta. >> Segunda-feira para passar ali o panorama geral da semana, tal, e bora, vamos para cima, não sei o quê, vamos quebrar tudo. É isso, tipo, precisa colocar energia para cima. Quarta-feira é uma reunião que eu chamo de Shark Tank, que eu eu inventei Shark Tank. Que que é essa reunião de Shark Tank? E por que que eu criei isso? Porque todas as reuniões com o time eram muito assim passivas. Só eu falava, o pessoal falava: "Ah, aham, tá bom, legal, de dúvida. Ah,
tchau, acabou." E não, e eu comecei a precisar que eles me trouxessem mais coisas, até pra gente criar mais integração no time, não só eu falar e eles ouvirem. Então eu criei essa reunião Shark Tank que é toda quarta-feira eles têm que me vender a Ideia do pack deles que eles vão escrever no dia. Então eu normalmente dou uma missão. Então por exemplo, eu coloco ali missão do dia. Quem for escrever para memória, bater controle desse anúncio. Quem for escrever para eh weight loss emagrecimento, bater o controle desse anúncio. Diabetes, bate o controle desse anúncio.
Então eles têm uma missão do dia. E aí eu coloco uma pimentinha mais, eu falo: "Eu quero três formato, três, três anúncios, arroz, Feijão, ali, o básico vocês já, já fazem dois formatos diferentes, que aí é o espaço para meteção de louco." E aí cada um deles, todos os copies apresentam, cada um deles abre o doc ali e fala, é tipo, faz o pit da ideia para mim. Nisso eu vou falando: "Ah, muito legal isso daí. Vamos tentar fazer uma coisa". E é muito legal porque aí eu vou tendo outras ideias e aí a ideia
que eu tô dando para você, a Júlia tá ouvindo, vai pegar para ela. E aí é é o o dia que Todo mundo pode roubar a ideia de todo mundo, que a gente não sabe se vai validar. E aí às vezes eu dou uma ideia para todo mundo, uma pessoa pode executar, todas podem executar, só que cada um vai executar da sua forma. E aí dessa forma eu acho que a reunião fica muito mais dinâmica. Eles me trazem realmente coisas muito interessantes porque foi um jeito de também enchacalhar, de todo mundo sair da zona de
conforto. E aí eu sempre mando assim, Eu quero dois formatos diferentes, me surpreendam. Sempre mando assim, me surpreendam. E aí a gente até começa uma hora mais tarde porque eles têm que pesquisar, tem que buscar coisa e aí aparece umas coisas muito boas assim. Eu falo: "Nossa, hoje vocês mandaram bem", né? E aí começou a ser muito mais legal. >> Legal, cara. >> É. Nossa, incrível como sofisticou, velho, o as operações. Essa operação aí, tu é muito mais complexa do que era a Minha. A minha era muito mais simples. >> É porque tudo sofisticou, né?
O público sofisticou. >> Não, o negócio vai ficando cada vez mais. >> A gente tem que acompanhar. >> Sem dúvida. Sem dúvida. >> E na sexta-feira tem uma outra reunião também que eu, a única que eu falo é na segunda-feira, a de quarta e sexta eu só osso. Falo, adoro essa reunião que eu não faço nada, eu só osso. É igual eu Com podcast mesa redonda. >> É, exato. >> É. Só se mata. Só tô aqui para aparecer, mano. >> Exatamente. E aí na na sexta-feira normalmente tem uma missão especial que aí eu passo no
privado de cada um e daí eles me aparecem ali com as coisas que eu falo para fazer. Maioria das vezes é análise de ads. Então cada um faz, eu mando um anúncio para cada um, cada um vai analisar e vai analisar o quê? Hook, Formato. Eu falo para eles analisarem até o insert, então eles colocam ali todos os inserts que aparecem. Por quê? Porque isso serve pros editores, porque aí eu começo a pegar no pé também, porque acontecia de vez em quando de o editor colocar um insert, sabe, para tapar buraco assim, só para deixar,
só que era um insert muito aleatório. Então eu falava: "Não, a gente vai partir, a gente só parte do que já existe." Então você vai analisar esse anúncio aqui que Tá validando, quais são os inserts que a gente usa, que esse anúncio aqui que validou, usou. Então você vai partir desses inserts aqui, entendeu? >> Uhum. Então isso serve tanto pro cópio quanto pro editor. Então eles sempre fazem sacola de sexta-feira analisando e a gente documenta isso também no nosso nosso documento ali que a gente tem secreto. >> Como assim? Ele é secreto mesmo? dependendo eu
posso liberar uma versão Dele. Eu tenho um documento que chama Bíblia dos Eds, >> que aí é onde tem, eu usei ele lá no começo, quando eu comecei a treinar mais o time ali, então tem orientações de como que que tem que ter um hul, como que você vai escrever, como que você vai revisar um anúncio e aí tem um swipe também, tem análise de alguns ads. Então é um documento bem interessante. >> Ah, legal. Eu aceito se eu tiver disposta a >> Posso compartilhar? >> Boa. >> Posso compartilhar? Vou fazer essa. >> Boa. Boa.
Então pessoalação >> tá em algum lugar aí. Tá. Eu vou falou vai aparecer um anúncio agora. Cara, a Paola ela teve a generosidade de liberar a Bíblia dos AdS lá pra nossa comunidade do Veturby. Isso daí, tá, como o nome fala, é uma Bíblia com vários e vários anúncios que ela mesmo criou e colocou lá. Então, se tu se interessa por isso, É um material bem legal. E se tu já é cliente, cara, esse material já tá liberado para ti. É só tu ir lá na Academy, lá em materiais exclusivos e pronto, tu já vai
achar esse conteúdo lá, já vai conseguir ficar por dentro aí de todo o processo que a Paula usa para treinar os copyrights dela e também quais anúncios ali que ela usa para se inspirar e eventualmente modelar para criar novos anúncios. Então, cara, se tu ainda não é cliente, clica aqui no Primeiro link da descrição para daí tu virar cliente e tu poder desbloquear esse material aí da Paola. Beleza? Mas agora aí de volta pro episódio da Paula. Cara, deixa eu te perguntar então uma última coisa ou talvez uma penúltima, não sei. Vamos ver o que
que vai sair aí. Mas eu entendi a tua rotina e eu queria entender agora sobre os teus liderados, tá? Os teus copywriters aí. Eh, eu queria entender e e até perguntando isso, tá? E eu vou falar Mais uma vez, né, do meu primo, o Samuca. Eh, cara, tem um monte de copywriter ali que tu acaba eh convivendo ali no dia a dia, entendendo ali os pontos fortes e fracos de cada um, como que eles funcionam e, pô, consequente eh certamente, né, tu vê eles se desenvolvendo. De fato, >> tu foi um deles. >> Exato. Tu,
pô, foi uma copyrighter que começou lá junho, se desenvolveu, virou R e como tu sabe, né, pô, eu tenho um Primo ali e tal, ele quer ser copywriter, já é de copywriter, apesar de que ruim em teoria, então é, mas a princípio talvez ele já seja bom, né, quando spot quer sair. Não sei. Sim, >> é, vai que ele acertou, >> vai que ele acertou, né? Mas eu acho que até agora não acertou. Não sei. Tu acertou, Samu? Acho que não, né? Senão ele teria me falado no WhatsApp. Mas a princípio ele tá se dedicando
ali e tal, tá evoluindo da mesma maneira Como tu fez no passado e como os teus copyrights hoje fazem também. Então, cara, o que que tu enxerga que é ou um diferencial, uma habilidade eh nesses copyriters aí que se destacam e dão certo, uma vez que todos eles têm acesso ao mesmo material, ao mesmo conteúdo, >> vocês não fazem restrição, né? Tipo, ah não, vocês vão estar só isso, esse CP vai ter só isso aqui. Não, provavelmente a gente tem acesso a tudo, né? >> Tudo. >> Mesmo assim, alguns são diferentes de outros, >> tá?
>> Por quê? >> Tem duas coisas, tem a parte técnica e a parte mental, que eu diria. Parte técnica é as tomadas de decisão. Tem copywritter que ele tem tomadas de decisão ali mais é mais safo, sabe? ele percebe que uma coisa funcionou ali, então ele junta e e cria uma coisa Incrível e dá certo. Então, tomada de decisão, basicamente >> a capacidade de conectar ideias, >> é coisas que já funcionaram, igual eu fiz naquele meu anúncio lá, peguei o gancho validado com uma coisa do Stephan George, juntei e ficou perfeitamente pronto, validou e vendeu
milhões. Muitos já fazem isso, outros ainda precisa dar uma insistida. Então esse é o ponto número um. E ponto número dois é aqui, que é uma coisa que eu falo para todo Mundo, >> a mentalidade. >> A mentalidade, porque eu acho que assim, eh, >> que o pessoal, o pessoal que tá vendo isso aqui no Spotify tá vendo, não, não, ouvindo quanto é isso aqui, cara. [ __ ] que que é? Ah, >> verdade. >> Que que ela falou? >> Verdade. No Spotify não tem, não tem, >> pessoal. Ela, ela fez assim, ó, na Cabeça,
entendeu? É, apontei pra cabeça. É boa. >> Eh, verdade. Esqueci que tá alguém vai ouvir sem >> um conteúdo aqui múltiplas plataformas. >> Exatamente. É muito bom. >> É, tá achando o quê, pô? Tá maluco? >> É de fato você acreditar que aquilo vai dar certo. Eu falo para eles assim, ó, você não tá escrevendo um pack para entregar sua demanda do dia. Você tá escrevendo um anúncio que vai fazer você Comprar sua casa. >> Aham. >> É isso que você tem que pensar. Não é não é um anúncio, entendeu? Entendi. >> E pelo menos
foi assim que eu fiz em todos. Todo anúncio que todo o pack que eu escrevi, eu falei: "Esse anúncio vai comprar minha casa, esse anúncio vai me levar para viajar, esse anúncio vai me deixar rica". Todos, todos. A grande maioria não aconteceu, mas vai ter um que você vai acertar. Você precisa de Um. É um, acho que o Poxal falou isso uma vez, se não me engano, em algum lugar, essa frase nunca saiu da minha cabeça, que ele falou assim: "Você precisa de um anúncio para mudar sua vida." E é um anúncio. >> É um
anúncio. >> Quer desse um anúncio abre uma possibilidade para você acertar vários outros e de fato olha, olha cá onde eu estou. >> É o Russell Branson, ele fala a mesma coisa. Ele fala assim: "Você está a um funil de distância de conseguir o que você quer." >> Exatamente. E foi exatamente assim que eu consegui. Eu um ano atrás eu imaginei que eu estaria na aqui hoje com você. >> Olha. >> Uhum. E era só na minha cabeça. Não tinha nenhuma possibilidade porque um ano atrás não tava acertando nada também. Acho que eu era o
Samuel. Não Sei se eu era Samuel, mas alguma coisa tava acertando, mas né, bem pouquinho ali. E aí, >> então não era Samuel não, que Samuel lá tá, >> é, eu acertava, mas não era nada assim, meu Deus do céu, foi logo depois, mas não parece que não sei, tem alguma, existe um roteirista de cinema que mora dentro do meu cérebro e que eu imagino várias coisas que tudo vai dar certo e acaba dando. E como que faz para Desenvolver isso daí, evoluir nessa parte aí de de mentalidade? Eh, eu sei que tu fez o
treinamento lá do Thiago Filemon sobre isso. >> Que dica tu dá para as pessoas, por exemplo, pro Samuel, para ele desenvolver essa parte, apesar de que ele já é muito resiliente, porque ele ele é do ele fazia triatlon. >> Uhum. >> Então ele com sei lá, 14, 15 anos tava lá nadando, pulando, fazendo essas Coisas aí que eles fazem lá. Então ele, essa parte ele é bom, tá? De disciplina, ele é se bobear melhor que todo mundo que tá aqui nessa sala aqui, porque ele é ferrado nessa parte. >> Pode de fato, talvez ele alguma
coisa ali que ele tem que trabalhar que pode estar travando ele. >> Acho que é só tempo. >> É, ou tempo também de fato. >> Eu eu acho que é porque às vezes eu acho que eu cobro muito ele porque ele ele é Jovem, né? Tem 18, acho 19. >> Ah, então tem tempo para caramba para ele conseguir. >> Mas de qualquer maneira, tá? De qualquer maneira, como que tu fez aí para, não sei se a palavra é se a palavra é blindar a tua mentalidade ou evoluir, melhorar, enfim, como que tu fez para para
ter esse aspecto aí de mentalidade que tu tem hoje? >> Tá, eu faço até hoje, né? Então é um processo de autoconhecimento Intenso e tem vários ferramentas, por exemplo, livros, livros do Joe Spener. Eu acho que todo mundo tem que ler. Eu li, o primeiro que eu li foi o Quebrando Hábito de ser você mesmo. Esse daí eu li, foi no final de 2024, se eu não me engano. É que eu acho que eu tinha acabado de de inclusive entrar na BH, que foi a primeira vez que eu ouvia o termo praticamente manifestação, que para
mim acho que é uma mistura de fé e Consciência, que é você de fato imaginar uma coisa que não tem quase nenhuma possibilidade de acontecer, mas você faz ela acontecer. Então eu comecei a imaginar, por exemplo, eu em Dubai e aí três meses depois, em março, eu fui como copior para Dubai. Tudo bem que eu me virei ali, peguei todo o dinheiro que eu tinha guardado, fui porque eu nem tava acertando, mas eu sentia que eu tinha que ir para Dubai, fui para Dubai. E aí assim por diante com várias outras Coisas. Tem o Peter
Kell, já veio aqui, inclusive vocês falaram sobre isso, né? Eu comprei o livro dele que chama Something Amazing is About to Happen. >> Algo incrível está prestes a acontecer. >> Está prestes a acontecer. >> Essa frase dele é boa, né? É, é incrível essa frase dele. E aí o livro dele é tem um ele contando a história dele ali e tal, né, que ele tava na merda e aí saiu da merda, um monte de coisa que é bem legal a história dele. >> E depois tem um exercício prático. Você já viu esse livro? >> O
o exercício prático dele? >> Não vi. >> Ele manda você escrever por 60 dias, que é aí você tem que responder umas coisas lá. Sou feliz e grato por não sei o quê. E aí você tem que falar coisas que tanto aconteceram quanto que vão acontecer. Eu não lembro agora. Tem quatro perguntas que você tem que responder todo dia e aí você tem que fazer um compromisso. E eu Fiz isso daí, eu levei inclusive para Dubai. Pena que eu eu não sei onde está esse livro. Perdi. Se alguém pegou deve estar lendo tudas minhas coisas
agora. Quem tiver com esse livro que puder me achar, me devolver, agradeço muito. Eu perdi, mas deu certo. >> Onde que tu perdeu? >> Eu não sei. É que eu mor eu morava em Goiânia e eu mudei, voltei para São Paulo. Talvez tenha ficado em Goiânia. Eu não sei onde tá. Eu não sei onde tá. O que importa é que deu certo. Tá no Brasil, mas não tá em Dubai. Não, >> não, não, não tá. Eu sei que eu trouxe de volta pro Brasil. >> O que importa é que deu certo. No máximo alguém vai
estar lendo tudo que eu escrevi lá. >> E talvez nesse nesse livro eu escrevi. Sou feliz e grata porque eu fui na Beturby. >> Caramba. >> Uhum. >> Que chique. >> E aí eu estou na Veturby. Olha só que coisa. Então não é coisa só da sua cabeça. >> Ai ilodida. Pode até ser, mas funciona. Então aí eu falo para todo mundo assim, acho que você tá sempre certo. Se você acha que você não vai conseguir, você não vai conseguir de fato. E se você acha que você vai conseguir, você vai conseguir. Então é isso.
Um ano atrás, quando eu Não tava acertando nada, eu sabia que eu ia acertar. Eu não sabia quando nem quando eu sabia que eu ia ficar rica. Não não tinha a menor ideia de quando ou como isso ia acontecer, mas eu sabia que ia acontecer. >> Uhum. Então, é, acho que tem essa essa questão aí. >> Mas como que a gente faz para isso acontecer de fato? Era essencialmente escrever no tempo presente que tu tem as coisas que tu quer >> e que tá feliz e grato por isso ou tem alguma outra técnica, alguma coisa?
é que é assim, é mais complexo. Então, quem for ler vai primeiro você tem que entender que assim você cria a sua realidade. Isso com base nas coisas que você pensa, que você sente. Aí na no livro eu ten uma série de explicações ali, é bem mais complexo assim, ele explica caminho neural do cérebro de energia. É realmente bem basado assim. >> Uhum. Mas sugiro todo mundo ler Dispensa, tanto quebrando o hábito de ser você mesma quanto o como se tornar sobrenatural. Eu tô lendo agora e comprei pros meus cópios, inclusive para todo mundo. Falei,
ó, >> como se tornar sobrenatural. >> É, é muito bom. E aí tem umas meditações, basicamente é você mudar o seu sistema nervoso, você sair do modo sobrevivência, que é o que eu tava lá no caos, lembra? para você entrar no modo Criativo do vai dar certo, eu não sei como, mas vai dar certo e e dá certo se não >> Uhum. Essa frase que tu falou assim, que quer você queira que você consegue ou você não consegue, em ambos os casos você vai est certo. >> Uhum. Eu >> eu não sei se foi o
John Kennedy, o presidente lá dos Estados Unidos, que falou isso daí, mas eu já ouvi essa Frase antes. >> É, >> é. E faz todo sentido, né? quer, quer você acredite que você tá certo ou, aliás, que você consegue ou você não consegue, em ambos casos você vai tá certo. >> Faz todo sentido. >> Então, se alguém tiver ouvindo tudo isso daqui e falar: "Ah, não é para mim", de fato, não é para você. >> É, mas tu falar que é aí é >> é você vai dar um jeito de fazer ser para você. Cara,
a minha visão sobre isso é que uma vez que tu, aliás, tu já leu o livro Psic Psychos Cybernetics do Max Mo >> sabe que é o Dan Kennedy? >> Não. >> Não sabe o que é o Dan Kennedy? >> Ou ele falou, eu não lembro, >> cara. Como é que funciona? Como é que funciona esse negócio aí? Tá, como é que Funciona o negócio aqui, pessoal? Vou explicar para vocês que estão em casa aí, tá? E para ti também. Eh, existem os gurus. >> Uhum. >> Quem quem quem que é o guru aí que
te ensinou? É o Thagão. >> Uhum. >> Que na época ele não era guru, agora ele tá virando. >> É. >> Mas aí beleza. Aí tem esses gurus. Esses Gurus aprenderam com com outras pessoas. >> Uhum. >> Que é quem? Outros gurus. Quem que é o guru aqui que mais ensinou o Brasil? Digamos, a escola de marketing direto brasileiro, pelo menos da da atualidade, tá? Eh, talvez o Stephan George aí. >> Uhum. >> Entendeu? O Thagão até soltou um um resentemente que ele falou de mim, que ele falou que o mercado tem muito agradecer a
mim. É a mim, né? Ou é a mim. >> A mim, a >> é, eu não sou de essas coisas de, viu? Não sei. Mas ele falou isso porque o porque eu ensinei umas coisas para ele e ele ensinou pro mercado. >> Uhum. >> E é possível. Mas eu aprendi com outras pessoas também. Com quem que eu aprendi? Com copyrights clássicos. Claud Hopkins, Gary Hubert, Gvenga, Robert. Escolhi Essa galera aí. Aí, beleza. Então, todo mundo, tá, todos os gurus, seja do Brasil ou fora, conhece o Russell Branson? >> Uhum. >> Beleza. Eles aprenderam com alguém.
>> Uhum. >> Isso tudo começou com os copywriters clássicos de marketing e resposta direta, tá? Então o o Russell Branson, por exemplo, Aprendeu com o Dun Kennedy. O Dun Kennedy é um desses caras e ele tem uma série de livros que é o No BS, que é no Bullshits. Então tem o no BS Pricing Strategy, tipo estratégia de preço sem palhaçada, bllit, >> sem bullshit. >> Aí tem o Nobs vendendo pra gente rica. Nobs é marketing direto, Nobs não sei o quê. Tem tem uma série, ele foi um dos gurus de marketing direto que mais
disseminou conteúdo. Todos os outros Gurus aí eles eram tipo eu. O cara operava, executava, tinha um resultado legal. Uhum. >> Mas não necessariamente ensinava. Ele fazia no máximo um livro que era tipo fazia uma live no Instagram lá e [ __ ] Sim. O Dan Kennedy não, ele ativamente fazia muito, muito, muito conteúdo. Ele é o mentor do Russell Branson e o Russell, ele ele escreveu aquele livro que é o Ultimate Cells Letter. >> Uhum. >> E ele tem daí, tá? Ele fala muito sobre o livro do Psycho Cybernetics, Psicoocibernética, não sei como é que
é isso em português, tá, pessoal? Ô, Gab, coloca na tela aí, ó, psicoociibernética. Pesquisa aí, põe aí. E aí, eh, ele tem um livro que ele, que ele, ele, aliás, ele acho que ele comprou os direitos do psicoscibernética, sei lá, mas ele tem um audiobook no Audible que ele fala Sobre isso, sobre eh esse livro aí, o Psicociibernética, que é esse aí mesmo, ó, psicoociibernética. Mas aí dá dá um espaço aí no Google aí e pode deixar assim, Gabri, relaxa. Dá um espacinho aí, ó. Escreve D A N dan Aí Kennedy. Espaço de novo. K
N N N E D. Pô, aí mesmo mandou bem isso aí, ó. Isso aí, ó. Abre, abre a capa aí, ó, do a segunda imagem. Pode ser essa aí. Isso aí, ó. The new psychetics. Aí, ó. Dá um zoom aí, ó. >> Não, pô, deixa lá, tá de boa. Pode, pode deixar aí. Pode deixar aí, ó. Uma tecnologia da mente para você viver a sua vida sem limites. >> Ah, legal isso daí, hein? É, e é do com Dan Kennedy, cara, que é um um dos uma das maiores referências aí marketing direto do mundo. >>
E aí ele ensina duas técnicas nesse livro aí. A primeira técnica é o teatro da mente, que é tu imaginar que tá num Teatro, no cinema e tu tá ali parado, vendo a vida que tu quer ter como se fosse um filme. >> Uhum. E aí tu vê ali, tu se imagina ali, pô, no teu caso, pô, eu tô lá no Veturb, aí tu se imagina tu chegando no avião, aí tu parando, o cara indo lá, te pega ali, não sei o que, aí tu senta ali, >> tu veio, tu veio no mesmo avião que
ela não >> não >> não, tu já tava aqui? >> Ela chegou depois. >> É, mas a gente comprou tua passagem também ou tu veio por fora ou tu não sabe? >> Não, eu tava com a >> Tu veio por fora? Ah, tá. A tua foi de graça, né? >> Aham. >> Boa. Tu lembra que tu sentou e tinha um negocinho do teu lado ali, né? Uns biscoitinhos ali, umas coisas. Hum. Sim. >> Então aí tu vai, ué, põe lá, Gabi. Cadê O negócio? Que isso, moleque? Tá doido. Não tô brincando, pô. Faz tu quiser
aí. Mas ó, tu tu se ligou que tu tem um novo trabalho agora também, né, mano? Agora tu foi promovido a meu assistente do podcast. Olha que massa. Só que aí eu te quebrei, né? Porque aí tu tem que ficar com os dedinhos nas câmeras ali e fazer isso aqui também, né? Aí te ferrei, né? Ou não é de boa. >> É, eu posso >> Ah, então tá. Então fechou. Então agora vai ter isso aí também. E daí a primeira é o teatro da mente, que é tu imag e a lógica dele tá que eu
não sei, cara, para mim isso aí fez sentido >> esse negócio. E eu já tinha feito esse exercício antes >> sem nem conhecer esse esse esse livro aí por causa do Frank Curney. Conhece o Frank Cury? >> Hum. Esse é um marqueteiro raiz antigaço. Ele que, pô, ele foi um dos Primeiros caras a fazer lançamento, eh, marqueteiro de internet, assim, bem bem raiz. Mas ele, a lógica é que, cara, que o o sentimento ele gera uma ação. >> Uhum. >> Por que que a gente faz as coisas? Porque a gente sente aquilo ali. O ser
humano é um é um ser emocional. A gente quer alguma coisa, depois justifica pela lógica. Por que que a gente quer alguma coisa? Por causa dos nossos sentimentos. Então, pô, eu tenho a vontade, eu sinto Que eu quero fazer aquilo ali. Aí tu vai lá e faz. E quando tu começa a se ver fazendo, tu gera esse sentimento em ti mesmo. E o teu cérebro, ele não consegue eh diferenciar >> a realidade do do que é sua imaginação. >> É da tua imaginação. Por isso que quando a gente vê filme, a gente tem medo. >>
Exato. Uhum. >> Entendeu? Porque a pr gente é real, tipo, caramba, >> é, >> a gente tá a gente tá num num parque de diversões que é que que tu entra naquela casa mal assombrada lá e, tipo, na prática é seguro, ninguém vai te matar, mas tu ainda toma susto. >> Uhum. >> Entendeu? >> Exatamente. >> Então a gente não consegue diferenciar os sentimentos das da, aliás, a imaginação da realidade. >> Exato. >> Então, conforme tu vai vendo ali, aquele sentimento é transferido para ti. >> Uhum. E tu fica com vontade de fazer aquilo ali
que tu tá vendo. >> Exatamente. >> Então tu tu se vê todo dia, pô, acordando 5 da manhã pra academia. Aí tu fica tum todo dia. Cara, uma hora tu vai ter vontade de acordar 5 da manhã pra academia. >> É. >> E aí o que acontece? Tu acorda e tu vai. >> Uhum. >> Então, pô, se tu faz isso, se tu acorda 5 da manhã, vai pra academia assumindo que tu coma bem e tal, etc., eventualmente tu vai ter, aliás, tu vai ter um corpo melhor, talvez não é o que tu quer ainda, mas
ele vai melhorar, >> com certeza. >> Então, a lógica que ele que que o livro passou foi essa daí. E ele passou essa técnica aí do do teatro eh >> mental aí. >> E tem outra que ele passou também que é o é o é o ensaio. É uma de ensaio. >> Ensaio ensaio mental. >> É, acho que essa daí de Pen fala também. Muito interessante essa de ensaio aumental. >> É essa daí. Tu tu se imagina fazendo. Então não é mais tu olhando. Não é assim pessoal tipo: "Ah, eu tô olhando, eu fazendo, eu
tô num tô num cinema aqui Vendo fazendo." Não, é tu no teu olho aqui, ó. Tu se imagina, eu vou lá, pego aqui minha mãozinha, faço isso aqui, não sei o qu, levanto. >> E essa daí é outra também que que ele que tem essas duas aí. E aí são esse programa aí, tá, que o Gabi colocou aqui, só que ele tirou, eh, são acho que 11 capítulos e cada um tem uma atividade para fazer, cara, é bem bom, bem legal. Então, assim, cara, eu eu não eu, pô, eu sou uma pessoa extremamente cética, tá?
E eu sei que que isso é errado, ser extremamente cético, porque existem coisas no mundo aí que não tem explicação. >> Uhum. >> Porque a gente não sabe. E a gente sempre tá descobrindo coisas novas. E, cara, qualquer tecnologia suficientemente avançada para as pessoas que não entendem é mágica. Se tu mostra um celular aí para uma pessoa 1000 anos atrás, o cara ia te botar na fogueira e Te queimar, porque é mágica. Então, tem coisas que a gente não entende. Porém, isso que eu acabei de falar de tu ver o negócio, seja com o teatro
da mente ou ensaio mental, eh, de tu transferir o sentimento para ti e causar uma ação, para mim, pô, é muito lógico, eu aceitei >> e cara, >> funciona, velho. >> É. E o Joe Spends, ele prova por A mais b com uma série de exames, etc, que não É mágica, é puramente ciência. >> Uhum. A forma como você pensa e sente muda a expressão dos seus genes, assim, é um bem mais >> tem epigenética >> epigenética bem mais avançado assim e e não é questão de acreditar, existe, simplesmente existe. >> Sim, sem dúvida. E
isso daí tá, eu eu assim, ó, eu não li esses livros aí e eu não consigo validar o resto. >> Uhum. >> Lê, >> mas >> é incrível. Eu comecei a ler, mas não me prendeu. Achei chato. >> Segura o sobrenatural ou quebrando o hábito. >> Quebrando o hábito. >> Nossa, eu amei os dois. >> Porque tem um cara lá que ele é muito gente boa, o André German. Um abraço aí para ele que ele trabalhava até na na Bygoods, tal e daí acabou saindo. Acho Que ele foi pra Dig Store, sei lá, fez um
monte de coisa aí. E pô, um cara muito gente boa, sangue bom demais. Abraço aí pro pro André aí. E ele falou assim: "Cara, esse livro aqui é a base de tudo. Esse livro aqui é é o cara é a Bíblia, não sei o quê". E levantou a moral do livro lá em cim falou: "Não, tem que ler isso aqui que tal". >> Aí me passou da Eu comecei a ler, só que eu não, eu eu não não segui. >> Hum. >> Aí e eu tenho argumentos do por não seguir também, tá? que eu que
eu tenho aqui na na minha cabeça que eu que eu que servem para mim, para as pessoas acho que não serviriiam, porque >> também depende muito do momento de vida da pessoa. >> Exato. >> Então, pô, se a pessoa já tá conseguindo o que ela quer, como é que ela vai mudar, sabe? >> Tá funcionando a estratégia dela. >> É exato. >> Então, pô, tá tá dando certo. E se ela botar uma outra variável ali, pode ser que dê mais certo. Pode ser, mas será que ela quer dar mais certo ainda? >> Uhum. Ai, beleza.
Então, por isso que não me prendeu. No entanto, o conceito por cima, eu assumi que é mais ou menos isso que eu te falei e eu e eu pensei, pô, eu já estudei sobre isso aqui e de fato, tá, o primeiro resultado que eu tive Forte assim no marketing digital, ele veio por isso. Eh, e eu usava uma outra técnica que era uma técnica que eu acho que eu aprendi no livro Pense Enriqueça do Napoleon Rio, se eu não me engano. Tá, já leu esse livro? >> Esse não lê. >> Ele fala para tu para
tu escrever assim, ó. Tu faz um um cartãozinho e aí tu escreve: "Eu estou tão feliz e grato agora que". Aí tu fala aquilo que tu Quer no presente. >> Exato. >> Agora que eu tenho tal coisa e eu faço isso e não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. No presente, não futuro, não ano passado, no presente. Aí depois para isso eu estou disposto a E aí tu fala aquilo que tu vai fazer. Por exemplo, eu estou tão feliz e grato agora que eu consigo levantar eh, sei lá, 50 kg.
50 não, vamos somar o peso total mais da Barra aí, tá, pessoal? Agora que eu consigo levantar aqui 120 kg aí, 50 em cada lado, mais 20 na barra do supino. Supino, claro, pai, tá maluco. Eh, para para seis repetições ali e tal, sem falhar. Eh, e eu tô aqui com tanto de gordura corporal. Para isso, eu tô disposto a treinar todo dia e comer essa dieta aqui. Quanto mais específico tu for, melhor. E aí tu escreve esse cartão e tu coloca no teu bolso e tu vai ver tua vida. E aí o que acontece?
Durante o Dia tu vai sentir aquele cartão. >> Uhum. >> Porque tu vai sentar, ele vai encostar aquilo, tu vai botar a mão no bolso. >> Exato. >> E aí quando tu toca naquilo ali, aquela parada volta e tu, ah, tem esse negócio aqui. >> Você lembra disso? E aí tu vai martelando essa esse negócio na tua cabeça e uma hora tu começa a ter vontade de fazer isso. O pessoal que me Acompanha no Instagram há muito tempo lembrava que eu postava uns stories que eu pegava o meu celular assim pessoal e eu postava uns
stories mirando no meu no meu bolso e eu puxava meu cartãozinho para mostrar pro pessoal que o cartãozinho tava. >> O Filemão já falou que você fazia isso várias vezes também. >> Eu fazia, cara. É, então assim, me ajudou bastante esse negócio aí. Bizarramente. Hoje eu não faço mais, Sabia? Parei de fazer. >> Pode fazer alguma coisa você quer? E eu vi um outro podcast também que você precisa ser chama delusional, eludido. Você precisa ser eludido porque às vezes você pode traçar uma meta para você que hoje alguém vai falar: "Tá doida". Por exemplo, a
pessoa ganha R$ 10.000, mas é que ela ela quer em algum momento ganhar R$ 100.000. E as pessoas têm medo de colocar essa meta, porque ela mesma já fala: "Como que eu vou sair de 10.000 Para 100.000?" E aí de fato aí aí a parte que eu falo, tá sempre certo. Se você não achar que é possível, de fato não vai ser possível. Mas quando você de fato acredita, você coloca na sua cabeça, vou ganhar R$ 100.000, vou ganhar R$ 100.000, vou ganhar R$ 100.000. Você vai fazer aquilo acontecer de alguma forma. E mesmo que
você não alcance R$ 100.000, tá bom? 50.000 que seja, você já mandou uma mensagem pro Seu cérebro de, ó, agora eu consigo. >> Uhum. Então, foi mais ou menos isso que foi acontecendo também comigo, assim, na minha escadinha lá, júnior, pleno, sior, sior três, tif, eu fui mostrando pro meu cérebro o que eu consigo. Então, hoje para mim não tem limite. >> Não tem limite. Às vezes eu falo umas coisas para mim mesma que eu falo, não sei como eu vou conseguir, mas eu vou conseguir. >> Então é, é isso. >> É interessante. Mas, cara,
que que tu achou do podcast? Gostou? >> Ô, gostei pra caramba. Achei que eu ia ficar mais nervosa do que eu fiquei. Pois, >> nem gaguejei, né? >> Acho que não, né? Gabi gaguejou nada. Tem certeza? Tava de olho. >> É mesmo? Tu aprova. >> Boa, Gabi. >> Nem sei se vou assistir depois que >> E tu, Paula, tu tu aprovou a performance do Gabi aí? Que que tu achou? >> Mandou bem. Mandou bem pra caramba. >> Tu gostou quando ele botou cois? Fazer sozinho. Gostei, gostei. Pode fazer sempre já, >> viu, mano. Isso aí.
Top demais, cara. Eh, e pô, eu sei que tu, aliás, qual que é o teu Instagram mesmo? >> @barbosapaola. >> Sério? >> Tu pegou o teu nome? >> Sério? Aham. Só que ao contrário, né? É que faz tempo, faz tempo. >> Mas o que deve ter de Barbosa Paola no Brasil aí >> é bastante. >> Deve ter uma uma galera, né? >> É. É, mas Paola Barbosa já não consegui. Pelo menos o Barbosa Paola deu certo. >> Não, eu também, pô. Tal se eu pegasse Campos, mas eu o prefeito recepo. É, vai ficar difícil. Eh,
ele acabou comigo, né? Daí ele dominou a minha ser, Né, pessoal, que eu posso fazer? >> Pode virar prefeito de Florianópolis, de repente você consegue com eh competir com ele. >> É verdade, né? Vou botar no meu meu teatro mental depois. >> Isso. >> Boa. Eh, cara, pessoal, o Instagram aqui tá da Paola é Barbosa Paola, vai aparecer aí na tela. E cara, eu sei que tu trabalha aí na na BH, tal, mas a gente tu comentou lá no, Acho que foi no hotel, não sei que tu que volta e meia tu faz alguma mentoria
quando alguém quer aprender alguma coisa. Eh, me fala um pouco sobre isso daí pras pras pessoas que viram aqui o nosso podcast aqui, eventualmente o cara quer, sei lá, aprender contigo ou quer que tu treine os copyrighters dele ou quer, sei lá, que tu treine o head dele, não sei. Eh, como que funciona para para alguém poder >> engajar profissionalmente aí contigo? É, eu tenho uma mentoria que eu nem assim eu não divulgo muito, até porque eu abro assim uma vaga por mês. Eh, mas é uma mentoria para operação, para quem quiser de fato aplicar
todo esse processo de treinamento, de COP na equipe, toda essa gestão que eu faço aqui no na operação. Então, quem quiser pode me mandar um oizinho lá no >> no Instagram e a gente conversa. É só ir lá então no no teu Instagram no Barbosa Paola >> e falar: "Cara, vi a tua teu tua mentora lá no YouTube lá, do que tu falou, me interessei. Como é que funciona?" >> Exatamente. A gente fez uma escola rapidinha para eu entender ali qual, né? Qual o objetivo ali da operação >> e a gente começa aí um trabalho
bem legal. Boa, boa. Então, pessoal, eh, caso tá na hipótese de tu querer aprender com a Paola, eh, Barbosa Paola, vai aparecer aí no na tela, na Descrição, vai est um monte de lugar aí, tá? Mas tu também é inteligente, né? [ __ ] pode ir lá no Instagram e editar Barbosa Paola é com essa, né? >> Exato. >> Então, pô, mais fácil possível. Então vai lá, coloca lá a Barbosa Paola, clica ali no mensagem e aí fala: "Pô, vim do Veturb aqui e tal, dá uma moral lá para ela lá, caso tu queira eh
fazer algum tipo de de trabalho aí com ela, tu tem essa possibilidade de de ver ali se tem Algum fit. E, cara, eh, façam isso, então." E assim, eu sempre termino aqui o podcast, Paula, deixando o convidado falar alguma coisa pra audiência do Veturb. E aí tu pode falar do que tu quiser, pode falar de futebol, de Deus, do Joe dispens aí, se tu quiser, do Pedrinho, Tezinho, falar do Gabi aí. Eh, enfim, tens um tempo livre, >> pro Samuel, se quiser também, >> pro Samuca, para quem tu quiser, quiser mandar audiência aí pra merda
também. >> Não, imagina, >> mas não faça isso. >> É para olhar para alguma câmera aquela >> Olha para essa aqui, ó. >> Ah, que vergonha. >> Aí, fala alguma coisa legal aí que tu acha que eles que eles vão gostar, >> tá? Alguma coisa legal. Bom, eu espero que se você está no caminho de ser cop ou tentando mudar de vida, como eu falei, você tá sempre certo. Então, se você achar que é para Você, de fato, é para você. Se você achar que não é, não é. Mas eu espero que você ache que
é para você. E eu sou prova de que dá certo. Eu faço bastante teatro mental, sem querer eu faço, mas é que eu faço naturalmente, sabia? Então eu vou imaginando várias cenas na minha cabeça, que eu sou meio viajada assim, acho que eu sou pisiana, deve ser por isso. >> Então isso é mais fácil para mim. Então assim, imagine o que você quiser na sua Vida e faz dar certo. Tem que trabalhar também, obviamente, né? Então >> demais, sem dúvida. Então Paula, muito obrigado, tá, pelo teu tempo, por ter vindo aqui em Floripa compartilhar o
o conteúdo. Espero que você tenha gostado do podcast, viu? Não foi tão ruim assim, né? >> Nossa, foi demais. Foi incrível. É, a princípio ninguém perdeu nenhuma mão, nenhum pé, tá tudo certo aqui, entendeu? >> Est viva. >> Estamos vivo. E pessoal, se tu quer ajudar a gente aqui, o que que tu vai fazer, tá? Olha só esse pessoal que vai aparecer aqui na tela. Tá vendo essa galera? Esse esses prints aqui que a gente colocou? Eu tirei esses prints porque são pessoas que compartilharam o podcast lá no grupo de WhatsApp. Então, se tu quer
ajudar a gente, tem uma setinha aqui embaixo, ó, que é um negócio meio que para enviar assim pras Pessoas. Clica ali. Aí tu clica ali em copiar link. Coloca um tutorial disso aí, Renato, pro pessoal eh ver como é que é. E aí tu joga isso aqui em algum grupo de WhatsApp que tu tem algum networking aí que tu fez, manda para alguém, sei lá, compartilha com as pessoas, porque daí o que que vai acontecer? Esse podcast aqui vai ter mais engajamento e a gente vai conseguir daí chamar mais pessoas para gravar conteúdo aqui para
ti 100% de graça. Cara, fala para mim aí, Paula, tu pagou o teu hotel? >> Não, >> motorista tu pagou para te levar para cá? Almoço? Tudo de graça. >> Tu pagou alguma coisa? >> Tudo na conta da Veturb. >> É tudo de graça, não é? >> Uhum. >> Por qu, cara? Porque é caro, velho. A gente tem que trazer a pessoa lá de longe do do do não sei o quê para vir Para cá para ela dar conteúdo aqui para vocês de graça, mano. De graça. Então, se tu puder fazer isso, eu te agradeço.
Da mesma maneira como isso aqui te ajudou, tu consegue ajudar outro empreendedor também, simplesmente criando aí consciência nele de que isso aqui existe em primeiro lugar. Então, cara, sempre tem de graça. Não, não tem por não fazer. Se tu puder fazer isso aqui, eu te agradeço. Se tu não puder, cara, tá tudo bem também. Eh, tá tudo Certo. Mas se tu conseguir, valeu. Eh, vai ser bom para ti, né? Porque eu vou poder chamar mais pessoas aí para para gravar o o conteúdo aqui. E, cara, obrigado, Paula. >> Eu que agradeço demais e por toda
a mordomia ainda também por cima, né? >> Valeu, nada. Eu que agradeço mais uma vez, pessoal. Barbosa Paola aí no Instagram. Se eu tiver interesse lá em fazer alguma coisa lá profissionalmente com ela, é só mandar uma mensagem. E é isso aí. Esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredo da Escala. Um grande abraço aí pessoal para vocês e valeu cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio de Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb
para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá? Que eu Vou trazer os melhores convidados aqui para passar conteúdo para ti, beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.