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Módulo 4 - Aula 5

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72,924 คำ14m readGrade 18
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muito bem dando continuidade na nossa formação em composição corporal e mostrando nesse módulo específico nós estamos falando da relação direta da energia da dieta dos carboidratos na dieta e o efeito diretamente nos hormônios nesses hormônios que estão por sua vez com ligados à composição corporal a melhora da massa muscular ou mesmo a sustentação da massa muscular e redução de gordura bom o fato é que os hormônios tireoidianos também são impactados pelo aporte energético da dieta E isso também passa obviamente pelo consumo de carboidratos é interessante que se eu lembrar lá no início do nosso curso
é mostram slide onde eu falo da Visão qualitativa quantitativa e quais são os pilares né quando a gente pensa nessa modificação na composição corporal e saliento né atrás perdão os hormônios e agora nesse módulo nós estamos justamente visualizando isso quando eu falo de hormônios veja muitas vezes nós ficamos atento a pequenos detalhes que por sua vez impacto nos hormônios mas às vezes o mais gritante às vezes é negligenciado que é justamente o aporte energético então por isso é importante é relevante entender o universo do gasto energético do paciente para que nós possamos de uma maneira
mais precisa otimizar a saúde hormonal desse indivíduo Então vamos olhar para os hormônios Claro passando pelo básico que são seus efeitos fisiológicos né está associados ao aumento do Ritmo cardíaco aumento da taxa de ventilação tão importante por exemplo quando se avalia ali o vo2 no indivíduo aumento da taxa metabólica basal Poxa tava discutindo bastante sobre taxa metabólica basal existe sim comprometimento dessa taxa esse gasto de energia nós vamos entender isso quando de fato o impacto né por meio da energia inadequada da dieta alterando de forma significativa essa taxa metabólica basal aumento da densidade de receptores
de catecolaminas nós sabemos que pensando no tecido de pouso nós temos receptores dessas catecolaminas adrenalina e essa recepção essa ligação por exemplo nos receptores betadrenéticos tipo beta 3 que vão estimular então toda aquela resposta aquela Cascata que combina no aumento da concentração do MP cíclico ativação da lipase sensível hormônio né Por sua vezlipinas para que ele passe entre o fato é eu preciso que esses esses receptores sejam então ligados a adrenalina e na hora adrenalina Então veja ignorância né dessa dos hormônios geridianos na densidade desses receptores que são tão importantes para a lipólise né Então
essa tão importante na modificação da composição corporal aumento da atividade sim patética ou seja do sistema nervoso simpático ou seja uma relação Direta com esse metabolismo adrenérgico aumento da oxidação da glicose então Claro se eu falo de aumento de densidade cateconomia atividade simpatética taxa metabólica basal aumentada isso me diz respeito automaticamente da minha eficiência e utilizar substratos energéticos no momento da oxidação da glicose também claro tem uma relação com aumento no catabolismo de proteínas é importante sempre pensar né porque a gente entende essa relação de eficiência energética que a utilização de substratos energéticos para geração
de energia a condição que isso ocorrer vai depender do substrato que esteja ali mais em evidência e aumento também pensando na fertilidade aumento da espessura do endométrio né Então pensa numa mulher pensando pensando em fertilidade né em fertilidade não infertilidade você faz uma uma restrição energética significativa com essa a mulher Olha que interessante vem a história da amenorreia vem a modificação né Desse comportamento dos pulsos de LH e FSH pela hipófise interior e além disso nós vamos ter um comprometimento da espessura do endométrio então importante para então o processo gestacional Então veja que carências energética
estresse crônicos realmente é algo que depõe contra a fertilidade uma vez que isso pode impactar diretamente nos hormônios e por sua vez impactando nesse eixo da fisiologia no ciclo reprodutivo muito bem dado esses efeitos fisiológicos né vamos olhar então para essa tireoide nessa perspectiva que nós estamos buscando que é a dominância glicorregulatória né quando eu erro no aporte energético muito bem vamos olhar para essa imagem vamos entender então pensando no processo fisiológico de síntese dos hormônios tireoidianos a partir lá no tireócito né na célula tireoidiana lá no coloide nós vamos entender então que 80% ali
é produzido na forma de ter quatro né que quando eu somo dois dites eu forma até quatro Lembrando que alguma alguns dados na literatura colocam aí 92 93% na forma de ter quatro no geral aqui para nossa informação oitenta por cento ali no colóide é produz na forma de T4 e 20% na forma de T3 que é justamente o hormônio que gera a resposta biológica alguns dados como eu falei chegam a colocar 7% na forma de T3 93% na forma de T4 muito bem a partir do momento né que nós temos a produção e oferta
desses hormônios da corrente sanguínea nós sabemos que perifricamente nós temos enzimas chamados de Day ou de nazes essas daí onde nasces em especial a d1 é responsável pela conversão do T4 em T3 muito bem esse T4 Então vamos lá 40% de t43 esse T4 pode ser convertido também para ter três reverso pelo uma outra lei ordinária que é ordinária do tipo 3 seja 45% desse T4 é convertido para T3 reverso e nós temos uma degradação direta desse T4 em torno de 15% Ok lembrando ali do lado esquerdo no slide T3 reverso inscrição e competição pelos
receptores de T3 muito bem o que que acontece pessoal cortisol a dominância glicorregulatória impacta diretamente na conversão do T4 para o T3 ou seja Claro que não vou usar uma expressão tão forte que seria silenciamento mas a gente pode dizer que há uma redução na atividade dessa daí ordinária do tipo 1 fazendo então com que eu tenha uma menor conversão de T4 para ter três e uma maior conversão do T4 para o T3 reverso e veja ele compete com os receptores de T3 só que ele não gera resposta biológica do T3 então o T3 reverso
ele vai funcionar como uma espécie de freio de mão no nosso metabolismo como colocar-se o meu organismo num estado de sobrevivência como se fosse um mecanismo standy né ou seja Vamos trabalhar com menor consumo possível de substratos energéticos muito bem isso é uma verdade quando a gente começa a traçar estratégias nutricionais quantidades energéticas da dieta e olhar o comportamento dos hormônios em especial até três livre veja aqui nesse gráfico a gente olha no eixo X as concentrações né de energia por quilograma de peso magro esse L BM lem embora e Messi nós estamos falando de
peso magro ou seja ossos músculos e vístras ou peso isento de gordura nós discutimos isso lá no módulo 1 Então veja o gráfico vem aqui da direita para esquerda e quando chega a exatos 25 calorias por quilograma de peso magro nós observamos então uma redução nessas concentrações de T3 livre Então de fato dietas muito pobres na Perspectiva energética impactam no comportamento do meu hormônio tireoidiano e não só na Perspectiva energética Mas nós vamos ver estudos mais à frente do nosso na nossa formação correlacionando isso diretamente com a parte de carboidratos muito bem e o T3
reverso não chega a ser exatamente a 25 calorias Mas entre 20 e 25 aqui para ser preciso nesse gráfico coloque então olhando da direita para a esquerda quando você tem uma dieta com menos aqui de 20 calorias por quilograma de peso magro o que nós observamos é um aumento do T3 reverso ou seja Posso Dizer para vocês primeiro que não há necessidade uma dieta de 25 calorias por quilograma de peso magro a gente vai perceber que uma dieta que proporciona resultado significativos na composição corporal qualquer coisa menor do que isso vai impactar significativamente nos hormônios
tireoidianos não que a gente vai perceber mesmo nessa busca da composição corporal que tenha prática de exercício físico envolvido nós não vamos chegar a trabalhar com dietas tão pobres quanto essa ok muito bem mas é importante nós entendemos essa concentração a relação que os hormônios tireoidianos com essa concentração de energia nós sabemos que esse cortisol impacta diretamente no TSH o que que nós vamos encontrar num primeiro momento entenda o seguinte vamos pensar num Hipotireoidismo Ok o hipotiroidismo ocorre quando T3 não se liga né ou você tem uma baixa concentração ou fato é que a resposta
biológica dos hormônios que é gerada pelo T3 não está ocorrendo e o feedback que você tem então para hipófise anterior é aumente o TSH porque a resposta biológica não está ocorrendo então o que que nós já sabemos que esse cortisol IMPA na conversão do t43 então se eu tenho menos T3 a tendência é o que o meu TSH aumente caracterizando muitas vezes um Hipotireoidismo subclínico então estresse tem uma relação Direta com Hipotireoidismo subclínico Mas isso é a menor das dos raciocínios e entendemos isso claro se eu tenho baixo de T3 a tendência é o TSH
subir mas esse cortisol ele também pode proporcionar e atenção a isso uma redução do TSH eu vou explicar o porquê a nossa a nosso hepatócito produz aqui essa globulina ligadora vamos colocar assim de hormônios tireoidianos e tem essa que é a tbg tem uma relação direta obviamente pelo transporte afinidade do T3 Então veja o que que acontece esse cortisol ele vai impactar diretamente na produção dessa globulina ligadora de hormônio tireoidianos Por que que ele faz isso o que que ele faz o excesso de cortisol atenção a isso diminui a quantidade ou a produção pelo hepatócito
das minhas Borbulhas ligaduras de hormônio tireoidianos para que para tentar contrapor essa queda do T3 que está sendo gerada por essa baixa conversão de T4 T3 então ele diminui para tentar fazer o quê então diminui até BG para tentar deixar T3 livre disponível para gerar o controle do TSH para não deixar que o TSH suba porque porque se eu tento aumentar a concentração de T3 eu vou ter mais T3 para gerar resposta biológica e consequentemente não deixar o TSH alterar então alterar alterar no sentido de subir então atenção ao que eu falei antes desse slide
o clássico muitas vezes quando a gente vê carências energéticas é muitas vezes ver o TSH subindo foi o impacto do T4 para T3 menos T3 mais TSH mas nesse slide eu tô chamando atenção que isso pode não ocorrer pode ser o contrário até baixar o TSH E por que que isso ocorre porque o estresse o excesso de cortisol ele vai fazer com que o hepatócito diminua a produção de TV para que eu tenha mais T3 livre para contrapor a própria queda do T3 gerada pela baixa conversão de T4 para T3 vejam Isso é uma realidade
por que que eu quero mostrar esse resultado de exame para a gente discutir Observe lá em cima que nós temos um TSH de 0.66 você fala OK é um TSH que está abaixo dos que os valores que são considerados das pessoas indianas mas ainda assim pode ser considerado um valor de normalidade mas Atenção se nós olharmos aqui a concentração de T4 livre ela está baixa e a concentração de T3 livre está baixa então atenção a isso ter três e T4 próximo do limite inferior a tendência é ter um TSH aumentado é o que nós estamos
discutindo baixo de hormônio tireoidiano biologicamente ativo que é o T3 biofeedback para hipófise aumentar a produção de TSH e o que que a gente está vendo aqui baixa produção de T4 baixa produção de T3 com uma baixa de TSH o que alguns dados na literatura até sugere uma possível síndrome eu tiro e deu mas é onde que nós temos que entender isso aqui lá embaixo Olha o cortisol livre na urina Eu particularmente gosto bastante é mais chato é mais trabalhoso né mas é mais fidedigno quando você olha para um corte só o cérebro ou mesmo
para curva de cortisol Então veja a concentração de cortisol em 24 horas estava elevada veja que o limite superior nesse resultado de 214 nós estamos encontrando 219 ou seja o excesso de cortisol que por sua vez a princípio faríamos com que pensássemos que há uma baixa conversão de T4 para T3 e o TSH aumentaria Tá fazendo o quê Tá diminuindo a produção da tbg para fazer essa compensação tentando deixar T3 livre só que deixa sempre olhando para deixa esses essas concentrações maiores mas não muito significativas ou seja deixando ali próximo de limites inferiores o que
eu quero mostrar para vocês é atenção a privação de energia e valores de T4 e T3 No Limite inferior com possível TSH na normalidade atenta esse estresse atenta esse estresse seja o estresse oriundo de obviamente restrições energéticas ou mesmo pensando na resposta fisiopatológica que é a mesma de strass de cunho emocional Então esse é um ponto extremamente importante e que deve ser observado nos exames Claro aqui a gente só vai fazer outro raciocínio se eu tiver aqui dosando então atiroperoxidase atiram globalina e ver e perceber que existe uma resposta de auto imunidade a essas enzimas
aqui nós estamos colocando numa condição onde você não tem alta imunidade estamos olhando esse cortisol aumentado a isso Então veja que essa carência energética ela pode gerar resultados tanto aumentando o TSH quanto diminuindo porém no geral o que a gente vai observar é uma baixa de T3 ok bom veja a relação de hormônio tireoidianos e perda de peso o ponto mais importante que a gente precisa entender é que sim os hormônios tireoidianos impactam nessa perda de peso mas é totalmente passivo fazer com que a pessoa tenha resultados na modificação na composição corporal na perda de
peso se ela seguir um padrão dietético que compense essa possível alteração metabólica mas olha que interessante para a gente entender isso aqui nós temos um processo onde temos dois grupos um considerado com T3 livre elevado acima de 3.34 e o T3 livre baixo abaixo de três então de uma maneira prática a gente pode considerar um T3 livre alto acima de três e até Mercado Livre baixo abaixo de três muito bem o que que eles observaram a perda de peso vejam que os indivíduos a curva azul são indivíduos que tinham que iniciaram o processo de perda
de peso com um T3 livre maior aqui de 3.34 Tô só fazendo uma analogia prática para ficar fácil ou seja um T3 acima de 3 e aqui em laranja nós temos na curva laranja os indivíduos que tem um T3 livre abaixo de três o que que se observou que dentro de seis meses os indivíduos que estavam com T3 livre Ok menor que três tiveram uma perda 30% digamos assim menor do que os indivíduos que tinham T3 livre no início do processo acima de três pontos 34 e quando saiu para o follow up esse follow up
seguiu de 6 meses até dois anos a gente observa uma curva ascendente de ganho de peso Claro mas isso foi em forma mais impactante Vamos colocar assim para os indivíduos que tinham Então esse T3 abaixo de três o que eu quero mostrar é que os hormônios tireoidianos realmente impactam no processo de emagrecimento mas não quer dizer que você não consiga gerar uma boa resposta em perda de peso Mas de fato a que eu trouxe um comparativo para dizer sim que há diferenças e que sobretudo nós temos que ficar de olho em relação a ingestão energética
sobretudo em gestão de carboidratos quando Nós pensamos então nessa saúde tireoidiana quanto então a perspectiva do T3 o fato é nós vimos que a atividade glicorregulatória impacta diretamente nos hormônios tireoidianos e a pergunta que fica né O que fazer para evitar o feedback negativo no eixo hormonal o que nós estamos vendo é que de fato existe um feedback negativo é esperado que esse feedback negativo aconteça em restrições mas nós precisamos entender Qual é o tamanho dessa restrição Por quanto tempo e o que que nós podemos fazer para evitar esse feedback negativo num processo de modificação
da composição corporal Essa é mais uma pergunta de tantas outras que eu já venho fazendo no decorrer do curso desde o nosso primeiro módulo informação que nós vamos responder ao longo do curso então espero que com esse módulo que a gente avaliou os hormônios que eu basicamente dividir ele mais aulas Que fique claro que tenha ficado Claro a importância do gerenciamento energético né do gerenciamento dos carboidratos quanto à saúde hormonal entendermos de uma vez por todas que né calcular dieta não é coisa do passado calcular dieta é algo extremamente atual extremamente importante para esse gerenciamento
nós precisamos fazer com que os nossos pacientes consome uma quantidade de energia que por sua vez pensando na composição corporal favorece um processo de restrição energética como que nós vamos conduzir isso é a grande a grande ciência né como conduzir para que de fato o paciente tem aí resultados significativos né nas suas modificações que por sua vez o Coloque numa restrição mas que coloque numa restrição que não seja Severa que não seja uma restrição que impacte na sua saúde muscular que no impacte de forma na sua saúde hormonal Então é isso acho que é o
grande questionamento Claro é o Que Nós Vamos explorar isso no nosso curso de formação em composição corporal Então até o nosso Próximo módulo
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