Vocês pediram, então cá estou na Avenida Paulista para mostrar para vocês que sim, o mercado financeiro por aqui morreu. Mas será que a Paulista morreu? No vídeo de hoje vocês vão ver que não é bem assim.
Então vamos passear comigo para vocês verem na prática, na realidade, que o mercado financeiro pode até ter fugido da Avenida Paulista, mas tem muita coisa bacana acontecendo por aqui. Vem comigo. [Música] Essa parte a você pode cortar, mas agora vai, a gente vai fazer a paulista no a paulista é copiando o casamento.
Começa no paraíso, termina na consolação. Ó lá, a gente não vai cortar >> essa parte. Você pode cortar, senão minha esposa me mata.
Vamos nessa. Começando aqui, ó. A região paulista é mais do que avenida.
Então você tem as paralelas e as transversais que a gente deve considerar. Então a gente começa o nosso passeio aqui por essa paralela que é a Alameda Santos. A gente tem alguns ativos aqui que estão presentes em fundos imobiliários.
Eu queria mostrar para vocês. E já começamos com um prédio aqui, ó, à direita do COR 11. Inclusive, eu trabalhei nesse prédio aí só por 18 anos da minha vida.
Hoje ele pertence a um fundo imobiliário por essas coincidências do destino. A Paulista hoje tem uma vacância, segundo dados da Buing, uma consultoria de mercado que acompanha aí o nível de ocupação em ativos comerciais, shopping, logística, escritório, enfim, a vacância de segundo trimestre de 2025 na ordem aí de 13,5% mais ou menos pra paulista. Se a gente faz um recorte só pros imóveis de alto padrão, no mínimo classe A, A, duplo A ou triple A, aí a gente já tem uma vacância menor ainda de apenas 11%.
Vacância abaixo de 15%, turma, é um nível confortável de vacância. É óbvio que todo mundo deseja vacância zero, mas vacância zero é uma fotografia ali de um momento muito específico. Às vezes São Paulo tem mais ou menos, segundo a Bes, uns 12 milhões de met quadrados de escritório.
A Avenida Paulista, desses 12 milhões, ela tem 2 milhões. De alto padrão, 650. 000, mais ou menos.
É mais raro a gente ver aqueles prédios com 1000, 100, 2000 m² cada andar, cada laje, porque são edificações mais antigas e foram muitas delas modernizadas. a gente já vai ver uma delas que pertence a um fundo imobiliário, mas você não consegue esticar o tamanho da lagem. Isso ajuda a explicar o êxodo do mercado financeiro que era paulista e desceu sentido Faria Lima, porque essa turma começou a demandar um perfil mais moderno de escritório.
Então a gente vai observar em alguns momentos da gravação alguns prédios passando por reforma. São os retrofits tentando deixar melhor esses ativos. A gente tá vendo aqui, ó, esse prédio, por exemplo, passou por retrofit.
Tem um passando aqui agora. Dá para ver, ó. Ele tá até coberto parcialmente.
Mais um prédio icônico em São Paulo. Esse prédio é onde fica o banco central na cidade de São Paulo. Então o Banco Central não fica apenas em Brasília, ele tem escritório em São Paulo também.
Então quando a diretoria ou o presidente Gabriel Galipolo tem agenda em São Paulo, ele pode muito bem dar expediente aqui, que é o prédio do Banco Central na cidade de São Paulo. Estamos aguardando aí um cenário de juro mais favorável. Quem sabe a turma do Banco Central traz boas notícias nos próximos cupons.
Edifícios mais antigos, você não tem o ar condicionado central, né? Então você acaba ficando com essa cena que não é das mais bonitas, né? São os aparelhos de ar condicionado expostos na fachada do prédio, né?
Coisa de prédio mais antigo. Mais um retrofit esse já em fase final. Ficou bonito, na minha opinião.
Ficou bonito. Coloca aí nos comentários se você achou que ficou bonito ou não. Eu achei que ficou bonito.
E agora tá esperando ocupante. Vamos ver que empresa vai se instalar no prédio reformadinho, bonitinho. Eu gostei.
Quero ver seu comentário se você gostou ou não. >> Que que faz uma empresa querer fazer um retrofit? >> A demanda, né?
Quando você moderniza o prédio, você consegue agregar valor na locação. A conta fecha melhor na locação. Ah, eu tô gastando dinheiro, mas eu vou recuperar isso.
Vai. Por quê? Porque você vai ter mais demanda, então você vai ficar menos tempo vago e o aluguel que você vai pegar é um aluguel bem melhor.
>> Tem algum caso de prédios que fizeram retrofit e conseguiram reverter algum caso de vacância? >> O caso da Rio Bravo é clássico, tinha vacância, aí o fundo comprou, começou o retrofit, um retrofit pesadíssimo, muita coisa foi mexida. Já tem um tempo que tá todo ocupado, 2% de vacância, que é nada, né?
Ali eu vejo que foi um case de sucesso gigantesco. Você destravou o valor. Tanto é que o fundo comprou o prédio inteiro e ele vendeu um pedacinho pequenininho, pequenininho, mas foi muito mais uma venda para dar uma clara indicação pro mercado.
Tá vendo? Olha só quanto dinheiro eu já fiz aqui, porque ele realizou um lucro nessa operação importante. Fundo é o RCRB11 da Rio Bravo.
O >> que acontece com os cotistas quando o fundo anuncia que vai passar por uma obra de retrofit? Ele cabe muito bem em portfólios já mais maduros, diversificados. Por quê?
Vamos imaginar que o fundo tenha dois imóveis. Aí um vai passar por retrofit, eles tenham mais ou menos o mesmo a mesma capacidade de geração de receita pro cotista. Durante aquele retrofit, 50% do fundo ele vai deixar de gerar renda.
o dividendo vai sofrer. A prática o cotista quer saber se tá pingando renda ou não. Se não tá pingando renda, muitas vezes, infelizmente, não se importa se ele vai colher no futuro algo muito melhor.
Agora, num portfólio mais maduro, você pega um ativo pequeno, tá fazendo retrofite e ele não machuca a renda, né, a ponto de provocar uma venda desenfreada das cotas, porque o dividendo caiu pela metade, por exemplo. Foi o caso do Rio Bravo, Renda Corporativa com o Bravo Paulista, que é o o edifício que a gente vai ver. É por isso que a indústria precisa estar passando por uma consolidação para você ter menos fundos que sejam muito grandes, porque isso abre espaço pros gestores adotarem estratégias como retrofit que vão além de simplesmente compra o prédio, aluga, paga renda.
Compra o prédio, aluga e paga, paga renda. Essa é uma estratégia que funcionou muito bem, obviamente no começo da indústria, porque você tinha veículos pequenos, mas veículos mais maduros, você pode ter estratégias mais sofisticadas e o retrofit é uma delas. Mais um prédio, esse prédio tem a carinha de paulista aí, ó.
Um prédio bonitinho, fatalmente não nasceu espelhado, passou por um retrofit para ganhar esse espelhinho. Ficou um pouquinho com a carinha mais moderna. Maior concentração de farmácia pro met quadrado essa região é impressionante, cara, o que tem de farmácia.
Mais um stand aí. Estúdios. Você vê tem unidades de 27 m².
Então, por óbvio, você tem um ticket de locação mais aderente, né? >> Esse ainda consegue ser menor do que o exemplo que a gente deu no vídeo de Alphaville, que tinha 28 m². Exato.
Eu tenho convicção que a maior parte das pessoas que trabalha na Faria Lima, se pudesse, não trabalharia na Faria Lima, porque o acesso é horroroso, mas alguém tomou a decisão de colocar lá e aí todo mundo paga por isso. Eduardo, você trabalha aqui no BFC, certo? >> Uns três meses.
>> Uns três meses você trabalha? Maravilha. Quero saber, nesses três meses, você já trabalhava na região ou é primeira vez trabalhando aqui na região?
>> Faria Lima Tower anterior >> você trabalhava lá na Faria Lima. Ótimo. Você era a vítima perfeita para essa entrevista.
Nesse comparativo entre a experiência de trabalhar lá na região da Faria Lima e a experiência de trabalhar aqui na Avenida Paulista, que que você acha? Trabalhar nessa região é legal? estacionamento é mais barato, comida também é mais barata e pr mim que venho lá de Campinas, eu sinto que o trânsito ali é um pouco melhor.
Tô caindo aqui na Titê, eu vou embora um pouco mais rápido. Então, nesses quesitos aí eu prefiro aqui. >> Então, aqui na região, pelo que eu entendi, na sua experiência, a alimentação é mais eclética, atende todos os perfis, você consegue fugir do trânsito mais rapidamente, as saídas são melhores também.
A infraestrutura do prédio, o que que você acha comparando com o que você tinha na Faria Lima? O escritório, andar que eu estou hoje é mais decoradinho. Eh, a infraestrutura eu gostei mais daqui também.
>> Ah, então aqui aqui você pegou um ambiente mais organizadinho, >> tem mais elevadores e tal. Eh, a vista do outro lado ali é bem bonitinha também. Pega um sol ali onde eu tô sentado.
Então eu preferi aqui também. >> Então, Paulista ganhou, ganhou seu coração. >> Maravilha.
Show de bola. Obrigado, Eduardo. Valeu.
Estamos chegando no Bravo Paulista, pertencente ao RCRB11. Rio Bravo, Renda Corporativa aqui, ó. Ó ele aí, ó.
Passou pro Reforma. Tem mais ou menos uns 5700 m², tá com 6% de vacância. A turma da Rio Bravo fez um um case interessantíssimo, né?
O locatário ele já pega pronto para plugar a operação dele, por isso que é plug and play. Neste modelo de locação, o preço pedido de locação tá mais ou menos uns R$ 130 por met². Lembra quando a gente gravou em Faria Lima, a gente tava falando de custo total passando de R$ 300 met² lá.
Quem é o ocupante do Bravo? Destaca-se, por exemplo, empresas do serviço jurídico. A região da Paulista tem muito escritório jurídico.
Muitos desses clientes estão onde? Lá na Faria Lima. Descer aqui para Faria Lima é relativamente rápido.
Então você não precisa estar na Faria Lima, onde o aluguel custa bem mais caro, mas você tá relativamente próximo a Faria Lima. O Parque Santos já é um, ele tem uma característica de menor qualidade em relação ao bravo paulista. Ele é um duplo B, então ele tem um aluguel um pouquinho mais barato, mas tá 100% ocupado.
Quem ocupa o Parque Santos é uma empresa de coworking, que é outra coisa que se destaca aqui na região da Paulista, né? O coworking aluga e depois ele subloca, ele já deixa tudo pronto, mobilo, bonitinho, pra pessoa chegar e operar. E ela pode alugar desde um andar inteiro até uma posição para trabalhar.
A região da Paulista, ela é extremamente eclética. Ainda tem operação do setor financeiro na Paulista. Você tem, por exemplo, o safra, o banco safra tá aqui, não saiu, mas você tem faculdades, você tem hospitais, você tem varejo.
Isso é interessante. Uma vem, as outras falam: "Não posso, não posso deixar só minha concorrente nesse lugar. Eu tenho que estar lá também".
A paulista no passado foi um polo financeiro, hoje não é mais. Ela é um polo muito mais diverso hoje, com uma cara de varejo, com uma veia educacional muito muito forte. Um grande corredor dos mais ecléticos na cidade de São Paulo.
Se não for o mais eclético na cidade de São Paulo. Esse prédio aqui já foi de fundo imobiliário, não é mais. Ele já foi do fundo que hoje é o VPPR11, o antigo XPPR11.
E a gente tá chegando aqui no Parque Cultural, que é mais um ativo de fundo imobiliário do Rio Bravo. Aí renda corporativa. Mais um B, mais um ativo bezinho, mais um ativo ocupado com custo de ocupação super acessível também, cuja ocupação R$ 133.
Ele tem uma vacância de 2%. >> Mais vale pro fundo ter muitos prédios B ou poucos Triple A. >> Ótima pergunta, né?
Uma das coisas mais importantes quando você analisa um fundo imobiliário é a gestão. Par e passo com a gestão, você tem o perfil dos imóveis, localização dos imóveis. Você vai ter um triple A na chácara Santo Antônio ou você quer um B na Avenida Paulista?
Eu quero um B na Avenida Paulista. A vacância na Paulista ela é menor. Então se eu tenho um B, eu tenho uma força de negociação maior do que a chácara Santo Antônio, que tem uma vacância mais alta, então tem uma oferta maior.
Quem quer alugar, fala: "Você não quer alugar para mim nesse valor, tudo bem, eu vou tentar no outro porque ele tá vago. " Você tem que entender onde tá esse B e onde tá esse triple A ou duplo A. Enfim, um B muito bem conservadinho, numa boa localização, você não vai passar raiva com ele, então.
Mas tem mais, tá? Banco da Ecoval também aqui, ó. Muito tempo, muito tempo.
Como vocês podem ver, não é nenhum prédio de 25 andares, laje de 1000 m², nada disso, mas pra finalidade do banco, para o perfil do banco, atende muito bem. Ele escolheu e continua na Avenida Paulista. A gente falou bastante, né, sobre o corredor universitário, que a Paulista vem se transformando também, né?
E aí a gente tá agora na frente de mais uma faculdade aqui na na avenida, a Universidade Cruzeiro do Sul. Então, tem bastante opção de faculdade aqui na região, polo educacional. [Música] Outro ponto interessante também é a rede de hospitais que tem aqui na região, né?
E eu vou além, não são só apenas os hospitais, tem muita clínica, muito consultório, até porque você tá próximo dos hospitais. Então, esses profissionais eles eles trabalham nos hospitais, mas tem os próprios consultórios e eles tentam colocar no entorno para facilitar esse deslocamento. O 9 de julho você tem o Santa Catarina, você tem um pouquinho mais pra frente o Osvaldo Cruz, Círio, todos os perfis.
Falando das questões de modal de transporte, ó, a estação do metrô Paraíso, né? Pega duas linhas, a linha azul e a linha verde, e você já tá aqui na cara da Avenida Paulista. Lembra que eu falei de serviços amênits?
Ó, um minimercado, você tem ali doutor consulta, clínica particular, né? Smart fit, academia. Na hora do almoço, famoso dia do lixo que o nutricionista detesta.
Tome McDonald's. Temos corredor educacional, ó. Não é só faculdade, tá vendo, ó?
O Poliedro tá aqui também. Mais um colégio aqui, ó. Colégio Maria Imaculada.
Tá vendo? Então, a Paulista ganhou esse ar mais diverso, mais plural, não é? Mais há muito tempo o corredor financeiro, perdeu isso para Faria Lima.
Primeiro shopping, se preparem que serão alguns, tá? Shopping Pate Paulista, um baita shopping. Outra coisa importante que tem na Paulista, né, é a veia cultural muito forte.
Tem o o museu do MASP, a Japan House, muito legal. Quem não visitou, eu super recomendo. >> Pelo fato da Paulista ter se tornado um polo cultural muito forte, você acredita que isso pode ter influenciado o mercado financeiro a sair da região e não querer se associar tanto a esse polo mais cultural, diverso?
>> Quem veio primeiro, né, o ovo a galinha foi o mercado financeiro que deixou a região e depois essa veia cultural chegou com muita força ou a veia cultural chegou e acabou fazendo a turma do mercado financeiro preferir se posicionar em outro lugar. A minha leitura é que o mercado financeiro ele preferiu ir descendo e ir para prédios mais modernos. Como essa essa região ela é muito rica em transporte, em em serviços, naturalmente outros outros ocupantes chegaram.
Quando a localização é boa, você não vai ter vácuo de ocupação. Se um perfil deixa, outros vão se interessar por aquilo. Isso resume muito bem o que é a Avenida Paulista, né?
Vacância na Paulista, 13%, considerando todos os perfis de prédios. Mais uma estação de metrô aqui. Agora a gente tá falando da estação brigadeiro, essa linha verde.
Então essa força do modal de transporte, corredor de ônibus, tanto metrô quanto ônibus que levam para todos os cantos da cidade. Então o metrô você tem a linha verde, a gente viu a linha azulá mais lá na frente a gente tem conexão com a linha amarela. Eu falei de cowork, lembra?
Olha mais um aqui, ó. Isso ajuda a popularizar ainda mais a localização, porque às vezes o ocupante ele quer o alugar um espaço ali que 30 m². Ninguém vai lugar 30 m², só que no cowork ele consegue esse espaço que é para ele ali.
O cowork ele abre ainda para uma turma que tava fora do jogo de locação. >> Que que acontece quando um fundo imobiliário vende um imóvel para outro? >> Muitas vezes ele entende que aquele ativo já cumpriu o papel dentro da carteira dele.
Ele quer destravar valor, comprou há muito tempo atrás, tem um lucro imobiliário importante ali que ele ele vai materializar no dia que ele vender. Então ele fala: "Vou, quero dar esse lucro pro cotista, vou vender". E o outro comprador, ele fala: "Tá ocupado, gerando renda.
Quero aqui para mim, pro meu cotista hoje. " A gente precisa tirar essa estigma que negócio bom você tem ganhador e perdedor. Tem negócio que os dois ganham.
O fundo que vendeu, se deu mal em relação ao que comprou, não necessariamente vice-versa. São estratégias. Você tem que avaliar a estratégia de cada um.
Agora a gente tem aqui mais um prédio icônico, né? O prédio da Gazeta na Avenida Paulista. Neste momento a gente tá na esquina.
Olha lá a placa Biel, Paulista com Alameida Campinas, certo? No meu lado esquerdo, se a gente descer um pouquinho mais lá para baixo, tem um prédio que pertence ao HGE11 Paulista Star. Ele é single way, ele é um azinho.
Então ele já já tá no mesmo patamar lá do Bravo Paulista. Shopping Cidade São Paulo. Cotista do XP Malls.
O pedacinho da sua renda vem daí. Naquele momento que o cotista vai no shopping, ele se sente dono. >> O cotista do XP Mols fez compra nesse shopping, ele tem cashback, um pedaço da venda vira aluguel e volta pro bolso dele na forma de dividendo.
Você cotista do XPML11 XP Malls, uma parte importante aí do seu dividendo vem dos aluguéis das lojas, estacionamento, enfim, do Shopping Cidade de São Paulo. É um dos principais ativos do portfólio do XP Mall. Fica aqui na Avenida Paulista.
Então você tá vendo na Avenida Paulista a gente viu o fundo de renda urbana, a gente viu fundo de shopping center, fundo de escritório com ativo aqui na Avenida Paulista. Então Avenida Paulista é muito mais do que escritório, é essa essa mistura, esse mundo de coisas que se o mercado financeiro já deixou para lá, bem, outros importantes segmentos da economia olham e olham com muito carinho para a Avenida Paulista. Brazilian Financial Center.
Aqui você tem WWork e a CNN. E você assiste a CNN, você tá assistindo que é gravado aqui, ó. Um valor de aluguel por metro quadrado, obviamente, um pouquinho mais puxado.
Você tem saudade desse cara aqui? Porque o BFC já foi ativo do BRCR11, não é mais. O fundo do BTG vendeu pro fundo da Valora e hoje ele é ativo do VGRI11.
Então, cotista do Valor renda imobiliária, um pedacinho do seu dividendo mensal vem daqui. É um dos melhores prédios da Avenida Paulista. Disso a gente não tem a menor dúvida.
Você é cotista do VGRI, já tinha visto assim de pertinho esse prédio? E você cotista do BRCR, tem saudade do Brasilian Financial Center no seu portfólio? Coloca aí nos comentários que eu quero saber.
>> Esse sim, com especificações de alto padrão, lajes com mais de 1000 m², enfim. Então tem alto padrão na Paulista também, não é só de B e single A que vive a Paulista. Estamos à frente do Museu do MASP, que é visita obrigatória para quem está na cidade de São Paulo.
Na frente dele o parque, Trianol MASP, um pouquinho de verde nessa selva de pedra. Tem órgão público, tem Justiça Federal. Tá aí, ó.
Olha como é eclético o negócio, ó. Uma loja da Brooksfield aqui na Paulista, ó. O famoso MC1000, todo estilizado, bonitinho.
Setenco Plaza, pertence a quem adivinha? e o Bravo, Renda Corporativa. E no nosso passeio aqui pela Avenida Paulista para mostrar o mercado de escritório para vocês.
Bem, se a gente tá bem na frente do Setco Plaza. Você tem que o Plaza é ativo do Rio Bravo, Renda Corporativa, tá aqui no coração da Avenida Paulista, então não tá em nenhuma paralela, tá na Avenida Paulista de verdade. Já tem um tempo que ele tá na carteira do Rio Bravo, renda corporativa, bem ocupado, gerando renda, não tem aquelas características daqueles prédios super chiques de Faria Lima, mas cumpre muito bem o seu papel, locado, gerando renda.
cotista do Rio Bravo, Renda Corporativa RCRB11, pedacinho do seu rendimento mensal daí. Faculdade NMBI Morumbi. Paulista é um polo educacional.
Aquele que eu chamo do último bastião do mercado financeiro na Paulista, este prédio marrom é o safra. Permanece aí há décadas. Então a Paulista ela pulsa diversos segmentos.
Então para quem tava achando que a Paulista tava caidinha, acho que esse passeio mostrou que a Paulista tá muito viva, né? Calunga, mais uma loja de varejo na Paulista. escolheu a paulista para estar flagship da Centauro, que pertence ao Rio Bravo, Renda Corporativa, aqui na Avenida Paulista, uma das lojas mais importantes do portfólio da Centuro no país e é ativo que pertence ao RBVA 11, fundo de renda urbana da Rio Bravo.
Então você cotista do RBVA, olha lá, ó, quando você vê no relatório, loja da Centauro é aquela ali. É uma loja diferente, bem legal da Centura. Você mencionou sobre compra e venda de um imóvel quando um fundo vende para outro.
Isso tem alguma relação com emissão de novas cotas? >> O fundo para comprar um ativo, ele precisa da grana. Como ele não pode reter muita grana, porque por lei ele tem que distribuir 95% do lucro, a alternativa que ele tem é emitir novas cotas, que ele pega dinheiro novo do cotista para poder fazer a compra do ativo.
O que ocorre muitas vezes é que esse dinheiro novo que ele pegou não é suficiente para fazer a compra do ativo. Nasce uma alavancagem e aí tem que ver que tipo de alavancagem ele fez. Então ele compra o ativo, por exemplo, 80% em dinheiro, 20% é uma dívida que ele vai pagar ao longo dos próximos.
O CRIM normalmente tem um prazo de 10, 15 anos. Ele fez uma dívida que a gente chama de seller finance, que é uma promessa de pagamento. Normalmente isso um, no máximo do anos.
Seller finance normalmente é mais barato. A dívida é corrigida por CDI. Algumas são corrigidas por IPCA puro.
O IPCA puro é quase de pai para filho. Agora, quando você vai num CRI, não, o CRI normalmente é CDI + 1, CDI + 2, CDI + 3 ou IPCA + 5, IPCA + 6, IPCA + 7. Você tem mais prazo, mas é uma dívida mais cara.
Quando chega a hora de pagar essa dívida, lembra, o fundo ele não fica retendo dinheiro. De onde virá o dinheiro para pagar a dívida? de uma emissão.
Ou você faz uma emissão agora para pagar todo, ou você vai fazer emissões ao longo do tempo para ir pagando e nesse interim alguma dívida vai suportando no meio do caminho. >> Então, pro cotista entender, quando houve aquela venda daquele grande prédio, né, >> o VGRI fez uma emissão e captou dinheiro no mercado para poder pagar e inclusive ele pagou um pedaço, o resto foi com dívida. Ele não captou tudo.
Nesse momento o que já tinha esse fundo, ele teve uma opção de ter privilégio de compra. Exatamente. É o que a gente chama de direito de preferência.
Então ele decide se ele vai participar da oferta. No limite, se todos os cortistas do fundo participarem da oferta no limite máximo que ele pode, a oferta nem vai a mercado. Todos os cotistas compram todas as cotas da oferta e fica na mão de dos mesmos.
>> E não entram novos cotistas. >> Não entram novos cotistas. >> Nos nossos relatórios da FL.
Inclusive a gente avisa os cotistas quando vai sair uma nova emissão de cotas, não é? Tanto nos relatórios quanto na comunidade, a gente coloca lá, olha, vai ter emissão, a gente recomenda se entra ou não na emissão. A Carlo, mas eu já sou cotista, vai ter emissão que você vai dizer que não é legal eu entrar?
Sim, mas então é para eu vender o fundo? Não, uma coisa não tem nada a ver com a outra. O fundo é bom você ter, gosto.
A emissão inclusive vai fazer bem pro fundo. Só que por alguma razão o valor da cota no mercado secundário, você abre o home broker, tá mais barato do que na emissão. Para que que você vai comprar na emissão?
Quem é que vai comprar nessa emissão? Pode ser um institucional que quer colocar uma borboleta de 50 milhões e ele não consegue fazer isso no mercado secundário. Então ele topa pagar um pouquinho mais caro na emissão porque ele já resolve a vida dele.
Pode ser que simplesmente essa emissão esteja sendo feita porque ele vai comprar um imóvel e ao invés de pagar em dinheiro, ele vai pagar com quê? Com cota. Ele vai dar essas cotas pro dono do imóvel.
Então o dono do imóvel entrega o imóvel para ele e vira cotista do fundo. Inclusive eu acho uma maneira super inteligente de fundo imobiliário comprar ativo, desde que seja valor patrimonial. Veja que o mercado é super criativo.
O mercado vai encontrando maneiras para ter negócio, mas no final do dia as emissões vão estar aí para que os fundos cresçam. O fundo ele não pode crescer simplesmente retendo lucro porque a legislação não permite. A legislação atual não permite.
Promessa dívida cumpri minha parte. Vocês pediram para eu passear pela Avenida Paulista. O vídeo de hoje foi para isso, para mostrar para vocês a Avenida Paulista na prática, a vida real, o que que tá acontecendo aqui, perfil dos ativos, nível de ocupação, que fundo imobiliário tem ativo na região.
Na Finclass tem a carteira recomendada, eu seleciono os fundos imobiliários e lá você vai descobrir quais fundos imobiliários que eu, Ricardo, selecionei, que eventualmente possuem ativos aqui na Avenida Paulista. A gente falou de alguns hoje. Será que esses que eu falei estão na carteira recomendada na Finclass?
você vai descobrir se juntar aos assinantes da Finclass, link com condição especial na descrição. Será que o XP Mols, que é dono de uma fatia do cidade de São Paulo, está na carteira recomendada da Finclass? Inclusive, uma curiosidade, aqui ficava a mansão Matarazo, que foi derrubada, construído este belo empreendimento que tem torre corporativa e shopping center.
E se você quiser mais detalhes, bem, a Finclass tá aqui para te ajudar. Então, a gente tem a carteira recomendada, tem as lives para tirar dúvida, tem a nossa comunidade onde todo mundo interage. Eu também participo da comunidade colocando informações do mercado para você, um monte de aula só com fera de mercado para você compreender cada vez mais desse mundo dos investimentos.
Tudo isso numa condição super especial. Link está na descrição. Te espero na próxima live.
E eu quero saber nos comentários também que outra região de São Paulo você quer que eu junte a turma e vá visitar, gravar conteúdo para vocês. Coloca aí no comentário. Não esquece do like se você gostou desse conteúdo.
Like não é tributado. Te espero no próximo vídeo. Ciao.
Ciao.