Então, para mim é um desafio, ao mesmo tempo, um grande prazer tá aqui, né, iniciando eh esse novo projeto, essa nova que eu sempre acredito sobre essa comunicação que existe da do especialista com a unidade básica, né, pra gente funcionar como uma rede mesmo. E isso é interessante demais. E eu tenho muita eh muita satisfação, né, de tá aqui, de tá podendo compartilhar com vocês a experiência que Eu tenho, né, dos anos que eu estou na prefeitura e agora já tão chegando a 29 anos na prefeitura, né? Eh, então vamos lá a gente falar um
pouco do manejo das doenças respiratórias e agradecer, tá gente, todo mundo que tá aí. Espero que o tempo de vocês, eh, que vocês estão dedicando, né, a me escutar, seja proveitoso. É o manejo das doenças respiratóas na infância, na adolescência, ela aí, OK, ela começa a ter um destaque maior nesse período do ano, né? O outono eh aqui em Belo Horizonte é uma época linda, né? e pe tudo florido. Você olha pro céu, tá azul, mas tá aquele frio e ao mesmo tempo contrasta com essa imagem, né, do eh dessa poluição, né, desse desse ar
que não eh dessa poluição que não dissipa, né, pra atmosfera, fica na altura da nossa respiração ali. que realmente é um uma sobrecarga, vamos dizer assim, para para nosso sistema Respiratório, principalmente pro nariz, né? Quem não fica com o nariz ruim nessa época do ano, independente se tem asma ou não. Mas a gente falando particularmente da infância, da gente falar assim, olha, a criança na realidade ela tá em descoberta, né? Ela tem movimento o tempo todo. Para isso, para essas descobertas, para esse movimento, para essa inquietude, né? fala assim, criança que não incomoda não é
criança, né? A criança tem que Incomodar, ela tem que ser inquieta, ela, o incômodo é exatamente porque o adulto quer aquela coisa quietinha, paradinha. Talvez até agora a gente tá tendo um pouco essa morte dessa infância, né, que eu lamento demais essa infância aí de movimento ao ar livre dessa dessa alegria de viver, né? E a gente vê muitos diagnósticos aí que a gente tá tendo na infância e isso dói demais, coração. Quando a gente vê a às vezes Chegando no ambulatório lá de pneum quando falam assim: "Ah, tá aumentando os casos ou é só
porque a gente tá tendo mais conhecimento?" Não, eu acho que as telas a gente tem que tá, isso é só um alerta, né? Quem fala em pediatria, quem tem formação pediátrica, não dá para poder não falar sobre isso, mas a gente falar o que a gente tem que fazer sobre essa questão das telas paraa infância, né? É uma distração, porque a mãe, o pai, eh, e todos os cuidadores, eles Ficam tranquilos porque eles têm uma criança em pausa, né? E aí ela não tá inquieta, não incomoda, mas ao mesmo tempo eh ela tá indo embora,
né? a inflância tá indo embora. Então, enfim, eh, o movimento que ele é presente na infância, né, e é o que a gente quer mesmo, ele precisa de fôlego. E aí eu trago uma pergunta que é pra gente refletir. Por que que a asma ainda mata? com tanto com tanto que a gente já sabe que a gente já tem de de Tratamento, de possibilidade de eh de manejo dessa doença e a asma ainda mata. Eu acho que Marcel Prust ele fala exatamente que saber nem sempre permite evitar. É verdade. Você pode saber, nossa, eu preciso
de evitar, não é? Eu sei que cigarro faz mal. Aí permite eu evitar? Não. São escolhas. É vários contextos dentro disso daí. E aí a gente lembrar, gente, que eh que o Mar, o Marcel Prust é daquele autor, né, do em busca do tempo perdido. É um asmático violento, né, assim, uma asma na época que não se tinha tratamento, não se tinha conhecimento de que a asma era um processo inflamatório. É interessante quando ele escreve, eu achei essas cartas, uma carta que ele fez a um amigo e falando sobre, deixa eu só colocar o ponteiro,
fica mais fácil, falando sobre a vida dele. Então, olha só, em 1912 ele falava: "Só posso ser paciente e ter esperança". Em 1919, essa é a carta que ele escreveu pro amigo. Então ele fala assim: "Um asmático nunca sabe se conseguirá respirar. Meus ataques vem e vão". Sem aviso prévio. Então essa característica aqui, ó, vem e vão. Essa é a característica da asma. Eu faço inalações todos os dias. Ele fazia inalação para poder aliviar. E a gente ainda nem tinha beta do seletivo, nada, era ainda tava caminhando essa Descoberta, né, do que que realmente é
a asma. O único descanso que faço frequentemente é adiado até às 4 ou 5 horas da manhã. Olha que interessante, né? Ele durante a noite é quando tudo piora, quando chega pela manhã que começa a aumentar o nosso cortisol fisiológico, que é o pico dele pela manhã, ele conseguia dar um um descanso naquela respiração. Como posso receber alguém? Certamente existem alguns dias menos ruins. Aproveito para Me levantar e sair, mas eu não sei de antemão. Então esse não saber de antemão que a gente não saber assim o que que é que faz disparar essa crise,
o que que faz eu piorar, o que que faz vir a crise e a sintomatologia da asma. Então, olha só, a gente tem aqui eh eu adoro essa essas imagens aqui, porque eu acho que todas as vezes que vocês forem atender, né, estiver na frente de vocês um paciente que tem sintomas de asma, que tá com diagnóstico sugestivo de asma, a Gente lembrar e tentar visualizar o brônquio como que está, dependendo da história que o paciente vai te contando. Esse primeiro, eh, vocês estão vendo essa a ponteira que eu tô colocando na no vídeo? Tá
dando geral? Tá ok? >> Sim, sim. >> Tá beleza. Obrigada. Eh, >> sim, está dando para ver. Então aqui é é um brônquio normal, tá? Então a gente vê a parede do brônquio Normal, mucosa normal. Esse aqui, gente, é a figura típica de um bróquio asmático. Olha, você tem uma inflamação nessa parede, só que dá para poder perceber de que o estreitamento ele não aqui é suficiente para provocar sintoma no dia a dia, não é? Porque o ar passa aqui um tanto que dá para oxigenar paciente normal, mas ele tá inflamado o tempo todo. Então,
gente, a doença ela existe o tempo todo. Quando eu falo na doença asma, eu tô falando que a Inflamação ela está presente o tempo todo. Ah, Geralda, mas eu tenho uma crise, uma crise por ano, quando vira o tempo. Eu tenho essa inflamação o tempo todo, mesmo fora das minhas crises. Sim, a asma é essa característica. Eles descobriram isso quando eh se fizeram, né, na época eh que se fazia o exame pós-me. E aí via que o paciente era asmático ao longo da vida, mas ele não morreu por asma. Mas na hora que eles Foram
lá e fizeram o estudo anátomo patológico, viram que tinha inflamação, mesmo ele não estando em crise, não sendo a doença que causou a morte dele. Aí eles começaram a perceber, olha, existe uma inflamação que tá com o tempo todo. Então, gente, a gente lembrar que todas as vezes que eu tô falando em asma, eu tô falando uma inflamação que está persistente. Mas às vezes essa inflamação ela não é Suficiente, ela não causa nenhum sintoma e nem nenhuma alteração na qualidade de vida desse paciente, porque o ar consegue passar de forma que consegue oxigenar e fazer
o metabolismo normal do paciente, da pessoa. Só que aí você tem uma época que você tem sintomas e esses sintomas é uma exacerbação dessa inflamação. Então, eu tô com brônquio está o tempo todo inflamado, mesmo sem crise, Mas na hora que eu começo a ter sintomas, quer dizer que veio mais alguma coisa que exacerbou essa inflamação. Então, gente, lembrar que a exacerbação é só uma fase pior da doença, tá? Então isso daqui a inflamação está o tempo todo. É asma leve, super leve, uma crise a cada 5 anos. É asmático. É. Então por isso que
eu falo com as vezes dos pacientes, né, que as mães falam assim: "Ah, eu tive asma na infância". Eu falei assim: "Volta, volta ou começa a fumar ou vai para um ambiente que tem alguma coisa que faça essa inflamação piorar e ela o bronco ficar mais sensível. se ficar mais sensível vai voltar a chear tudo de novo. Por isso que a asma ela pode aparecer em qualquer época da vida. Ela pode aparecer porque você é quando você tem contato com algo que a gente dispara, né, como gatilho, chama como gatilho, que dispara, faz com que
essa inflamação se exacere. Então é uma fase Pior da doença. É nessa fase eh na crise, quando você tem sintomas, você tá na fase pior da inflamação. Então vamos lá. A doença asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas inferiores. Essa inflamação, né, não tem dúvida que um local inflamado está hipersensível. Então, e essa hipersensibilidade leva a uma hiperresposta desse brôquio. Se ele respondia de uma determinada forma, quanto mais inflamado eu estiver, Quanto mais inflamado estiver essa mucosa, né, esse epitélio bron, maior sensibilidade ele tem. Então, quando ele tá hipersensível, que é o o
no caso asmático, ele tem o tempo todo essa hipersensibilidade, porque ele tá inflamado o tempo todo, ele tem eh essa hiperresponsividade. Então, olha só que que acontece quando você exacerba. Você tem uma, primeiro uma contração da musculatura brônca, então imediato responsiva a algum agressor, algum Gatilho. Tem o edema de mucosa, que piora o edema que já tinha, processo inflamatório que já tinha, e começa a secretar o moco, essa hipersecreção de moco. Isso tudo faz, gente, fazendo essa obstrução. Olha como que tá esse bronquio normal. Olha como que fica durante o quadro de exacervação. E aí
isso faz com que? Aí nitidamente dá pra gente ver pela essa imagem que tinha uma permeabilidade aqui ao ar e aqui Agora já não tem. Você tem uma limitação ao fluxo aéreo, levando então ao estritamento das vias das vias respiratórias, tá? Dos brôncos. Isso, tá? Então existe um estreitamento na hora que você tem exacervação, esse estreitamento bronco levando a sintomas recorrentes. Quais são os sintomas? São esses quatro, são os típicos, né? eh, típicos, mas não atípicos, porque na infância, olha só, é interessante quando a gente fala sobre sintomatologia da Asma, a gente sempre prestar atenção
o seguinte: olha, são esses quatro sintomas aqui que vem de uma forma recorrente. você estimula, tem o gatilho, dispara a sintomatologia, porque houve um estreitamento do bronco, esse estreitamento levando a sintomatologia, que é a tosse, a chieira, a falta de ar e o aperto no peito. Eh, essa essa tosse, por exemplo, quando a gente fala em tosse na criança, é Muito comum às vezes a criança chegar e a mãe falar assim: "Ele não tem, ele nunca chiou, ele só torce". Isso pode acontecer na infância. É muito comum a tosse vir como sintoma de asma unicamente
isolada. Só ela, só a tosse. Mas às vezes pode vir com a chieira, às vezes pode vir com a falta de ar, pode se somar dois, três, os out, os quatro mesmo. Pouco comum na infância é a sensação de aperto no peito, né? mais comum no adulto, que é uma sensação de Opressão torácica. Agora na tosse na infância é complicado, né? Porque imagina quantas e quantas vezes os meninos têm virose e toda virose vai desencadear uma reação da via respiratória levando a tosse. Aí você fala assim, ele tá chiando ou não tá? Quando a gente
ausculta um cibilo, tá de boa, né? Você vai lá os culto, aos culto sibilo, vê o tempo respiratório prolongado, então você pega ele na fase aguda. É ótimo. Eu, por exemplo, na Pneumologia é complicado, porque normalmente quando eles chegam pra gente eles já tão mais ou menos estáveis, né? não tão em crise. E aí é osculta respiratória completamente normal, exame físico completamente normal, só fico com a história. Então aí eu começo já colocar assim essa conexão da atenção básica com atenção secundária. Gente, um relatório é importante demais que seja bem feito, porque às vezes essa
criança ela chega pra gente com vizinho que pode Ir lá levar, com o pai que nem mora com a criança e nem sabe, falar só a mãe dele sa. Então, quantas e quantas vezes para eu poder saber da história, eu preciso que o pai pegue o telefone, ligue paraa mãe, eu converso, faço uma namnese com a mãe em viva voz ali no telefone. E às vezes quando vem da unidade básica, o que que é que ele já usou? Então, o que que é importante eu saber lá? Eh, porque às vezes ele chega sem, né, assintomático
e mas ele tem a História. O que que é importante eu saber ali? É, quantas crises ele teve num determinado tempo. Então, por exemplo, ele tá tendo crise de eh de tosse cheira todo mês. Então, qual o intervalo de uma crise e outra? Todo mês ele tá tendo. Ah, uma coisa importante, a quantidade de vezes que ele usou predinizolona pela asma, né? Porque o problema que você ainda tem que definir, ah, a criança tomou predinizolona, Eh, todo mês, todo mês ela usa predisolona. Aí você fala assim: "Ah, nesse aí você tem que se sequenciar, né?
Nesse mês de janeiro tomou predinisolon, tomou. Que que ele tava tendo? Dor de garganta. Ué, mas pera aí. Tava chiando, tava com canseira? Não, não tava com nada. Ué, mas por que que usou pr isolando? Ué, por causa da infecção de garganta. Então assim, tá se usando predinisolona para tudo e eu aqui faço o alerta, gente, por favor, vamos reduzir A quantidade de prescrição de prizolona sem a devida necessidade. Uma criança não é igual a um adulto. O adulto ele tem crise. Quando ele chega numa urgência, eu sei que você vai dar predinisolona. A criança
não. A criança você pode fazer o uso do broncochilatador, esperar a resposta para poder usar a predenolona. A única exceção realmente que o menino chegou em crise e você vai usar a Prednizolona na criança é crise grave. É o único que de imediato você usa predinisolona. Lembrando, gente, quando a gente usa predinisolona, por exemplo, duas vezes no período de 6 meses, você já está dando quase que o limite para ele. Por quê? Qual que é o limite que a gente tem na literatura? Apesar de alguns trabalhos colocarem um limite um pouco um um eh maior,
assim, uma quantidade maior de sem consequência de usar a Predinizolona no ano. Mas o que a gente tem de estudo bacana é quatro ciclos de predinisolona por ano. Quando eu faço o uso da predinizolona duas vezes em 6 meses e é por causa de bronxpasmo, eu já estou autorizada a entrar com profilaxia para ele com a beplimentazona. Eu não posso deixar ele para um terceira, uma quarta vez, porque são quatro por ano, ele vai queimar. Se ele queimou isso dois em seis meses, vai ser Fácil ele queimar essa quantidade aí. E lembrando que o uso
da predinisolona, se você usa 5 dias de predinisolona, equivale aproximadamente 1 ano a 1 ano e meio de beclometazona. Só para vocês terem uma ideia do que que significa essa questão de usar a prendisolona, né? E outra coisa chamar a atenção aqui, às vezes a gente eh tem quadros de infecção que você vê o menino evoluir super mal, tava com otite, foi para Umaidite, foi não sei o quê, não sei o quê. Aí você falou assim: "Meu Deus, por que que esse menino evoluiu tão ruim?" Aí pesquisa 100 e uma imunodeficiência e a gente esquece
de perguntar se esse menino tá usando predogenisolona com frequência, tá? Porque se ele tiver usando pregisolona com frequência, é uma chance grande dele tá imunosuprimido e dar fazendo com que essa infecção não seja controlada de uma forma esperada. Tá bom? Bom, eh, eu, eu precisava de falar um pouco sobre essa questão da pregola, que é uma coisa que realmente tá me incomodando. Então, essa questão da tosse é um sintoma muito frequente na infância, eh, e pode cursar só com tosse. Às vezes o menino não chia, mas é uma tosse que vem e vai e responde
ao sol butamol, você começa a pensar: "Olha, esse menino é sugestivo de asma." né? Aí você trata vê se vai necessitar de profilaxia ou não. Agora a tosse já No adulto é mais complicada, né? Porque adulto aí você pode tem que pesquisar uma tosse persistente e pesquisar a tuberculose, né? Outras patologias aí. Então aí é mais eh pouco comum a tosse isolada ser por asma no adulto, mas na criança pode acontecer sim. Lembrando então que asma significa sufocação, tá? E é uma redução desse fôlego que a gente tá querendo tanto que a criança tem. Começo
agora falar sobre essa questão Das mudanças que tiveram, né, na e essas mudanças, eh, foi interessante um colega meu que aí eu fui falar com ele, eu falei assim, ó, desde 2019 já a Gina, né, que são as estratégias globais global internacional de de eh controle da asma, eh, né, e lá eles já falavam, começaram aram a falar já em 2019 sobre o uso do eh corticovide inolatório nas crises de uma asma leve na idade adulta e acima de 12 anos. Aí foi 2020 começou a falar 2020 da que Agora é todo ano sai a
Gina nova. E aí eles fal começaram a falar aí eh já tem o quê? tr para 4 anos, que em maiores de 6 anos, normalmente, gente, a etapa um sempre foi lá no tratamento, no escalonamento, tratamento da asma, sempre foi uso de broncos dilatados do isolado. Então, a primeira coisa, o paciente tem uma asma leve, chia só de vez em quando, ele usava só o broncoilatador na crise. E ponto final, tá tudo certo. Só que Olha só, asma, asma, o que eu falei com vocês, é inflamação. A exacerbação é só uma uma piora nessa inflamação,
né, junto com o bronco espasmo. Então essa piora da inflamação na hora da crise, se eu uso só o bronco dilatador, eu só tô atuando fazendo a broncodilatação. E aí o que que acontece com a inflamação? Piora. E eu não liguei para ela. Aí o paciente tem uma crise. Aquele que era um paciente leve, ele pode se tornar um paciente moderado ou grave, porque eu simplesmente tratei só o sintoma, eu só broncodilatei com o beta2. Então agora em maiores de 6 anos, eu acho que foi o acerto maior até hoje que eu vi essa visão
direcionada paraa criança que a Gina coloca, né? Os maior, por que que a Gente fala a assim, os menores de 6 anos, a gente ainda pode usar só o broncodilatador na crise? Porque eu não tô ainda definindo um quadro de asma. Pode ser que ele seja asmático, pode, mas eu ainda não tenho essa definição, não tenho uma prova de função pulmonar, algo que me defina um pouco mais que realmente entre uma crise e outra não tem que tem inflamação ou não tem Inflamação nesse bronco. Eu não tenho nenhum medidor ali fiel que fala assim: "Olha,
que que é asma? Eu quero saber se realmente esse paciente tá o tempo todo inflamado esse brônquio. Eu não tenho marcador ainda. Ah, fizeram o quê? Óxido nítrico. Exalação de óxido nítrico. Aí a gente via a quantidade que exalava de óxido nitro. Tava mais inflamado ou menos inflamado. Mas ainda não tá. Ainda não foi aquilo que a gente achou que a gente media essa inflamação assim. Eh, Ele não foi um bom marcador, sabe? ainda é usado, mas não é tão assim, não é tão fidedigno dessa inflamação asmática, que a asma agora tem tantos endótipos e
fenótipos que é mais complicado aí. Eh, então é o seguinte, fechando é maiores de 6 anos, etapa um, era só broncodilatador quando precisava. Então é aquele paciente, né? É aquela criança ou adolescente ou adulto até, tá? Que é acima maior de 2 anos. até a idade adulta. Acabou. Se ele é asmático, uma vez que é asma, eu não posso usar mais só bronquilaador. Eu tenho que fazer o uso do corticóide inolatório, mesmo numa crise mais leve. Então, etapa um, aquele que não faz o uso de cortic inolatório contínuo, qual que seria o sentido de usar
apenas broncodilatador? Não tem sentido, porque se eu falei que é uma piora da inflamação e eu só bronco de lato e esqueço da inflamação, não posso. Então é necessário, gente, fazer O resgate anti-inflamatório. E eu posso fazer isso numa crise leve, que não precisa de usar predinisona, eu posso fazer com corticóide inalatório, tá? Eh, quem faz uso de cor aí, vamos lá, que a gente tá falando em uma inflamação que piorou na exacervação. Então, quem já faz uso de corticovide inalatório contínuo, após uma exacerbação, pode ser que eu necessite de fazer um aumento desse corticovide
inalatório, Porque, gente, o que que é que é um fator mais importante que eu tenho que levar em consideração sobre a possibilidade de uma crise asmática. Primeiro fator é se ele teve uma crise anterior há pouco tempo. Por quê? que se ele teve uma crise anterior há pouco tempo, ele inflamou esse bróquio. Esse brônquio já não estava naquele jeito que era o basal dele. Provavelmente depois Dessa crise ele exacerbou essa inflamação. Então ele vai exacerbando essa inflamação, ele vai ficar mais hiper sensível e vai reagir mais. Então qualquer coisinha, por exemplo, menino acabou de ter
uma crise, você tem que ficar vigilante nele. Porque se ele acabou de ter uma crise, ele vai para um determinado lugar aonde que tem mofo, ou vai passear em algum lugar que tem animal de estimação, ou então ele entrou com quadro de virose, que é o que mais Desencadeia crise de broncoespasmo, pronto, ele vai ter uma crise, uma crise pior. Agora, se ele teve aquela crise e eu me preocupei em fazer um corticoide inalatório naquele momento da crise, se ele não usava corticovide inalatório, eu tô protegendo, tô fazendo um resgate antiinflamatório. Ah, não, ele já
usa o corticovide, por exemplo, ele usa 200 por dia, ele usa o de 50, ele usa dois jatos de manhã e dois jatos à noite. Se ele teve uma Crise, principalmente aquela crise que foi pra urgência ou foi pro centro de saúde, você precisou de fazer um ataque, você pensa que essa inflamação piorou. E se essa inflamação piorou, por que não aumentar temporariamente esse cortico inalatório? porque provavelmente eu vou evitar uma nova exacervação próxima daquela e eu também vou evitar a necessidade às vezes de usar corticóide inalatório. Então eu uso falar assim: "Ah, Geralda, mas
como é que eu aumento Aí? Olha, pode passar para 300 por dia, que eh seria três jatos de manhã e três jatos de noite. Um pouquinho só que você aumenta. Mas aí o único problema é o seguinte, que eu tenho que colocar isso para vocês. Não dá para poder ficar fazendo eh eh se eu tô fazendo isso com tanta frequência, quer dizer que a dose de corticovide manutenção para ele não tá sendo suficiente. Aí eu tenho que aumentar e manter durante um bom tempo ali maior para depois eu reduzir a dose. Agora, normalmente o tempo
depois de uma exacerbação que eu consegui controlar, se você usa uns 30 dias essa dose maior, você depois de 30 dias você já pode ter a possibilidade de reduzir. sempre você fala assim: "Olha, exacerbou, você faz aí, diminuiu, quanto mais cedo você conseguir fazer essa redução do corticide inalatório pra dose mais baixa para controlar os sintomas melhor." Então, todas as vezes você vê essa Criança sempre ficar alerta, olha, eu posso reduzir essa dose de corticoide? Aí ficar só atento a uma coisa, né? Porque se a gente for fazer a dose de cor, aumentar a dose
de corticovide e aí eh durante o período e ali de inverno, igual por exemplo o período sazonal que a gente tá vivendo agora, né, que a gente tá entre eh fevereiro até julho ali, março, porque normalmente o período sazonal nosso curso ali de fevereiro até julho. Então, nesse período sazonal, Normalmente a gente não mexe no corticovigen alatório, sabe assim? É difícil a gente reduzir dose nessa época, só se realmente essa dosever alta. Agora, se essa dose tá média ou baixa, a gente mantém até o final do do inverno. Na hora que acabou o inverno, lá
para agosto, setembro, não precisa nem de, né, assim, acabou esse período, já entra, não precisa nem de terminar completamente o inverno, que agosto, setembro já começa a melhorar o tempo Ali, não precisa mais de usar o a dose mais alta, tá? Eh, então que fique bem claro sobre essa questão, sempre lembrar da asma com uma questão inflamatória. E aí, eh, eu queria eh, colocar isso daqui para vocês, é, é um checklist que eu acabei assim, isso daqui é o que tem na literatura médica. A única coisa que eu fiz foi colocar ele, juntar tudo, né?
Era um leque aberto. Eu fechei esse leque pra gente poder e e coloquei como Um memônico pra gente nunca esquecer. Eh, é muito comum, gente, a gente ter alterações aqui, erros vários pontos aqui, não é só um ponto só. Então, por exemplo, um paciente, vamos colocar o exemplo de um paciente que tá lá usando dois jatos de manhã e dois jatos à noite de clenil todos os dias, tá? Então ele chega para mim e fala assim: "Nossa, a mãe fala assim: "Doutora, ele precisou de não urgência isso nos últimos três meses, duas a três vezes
e Usou duas vezes predinizona." Tá usando uma dose que é de 200 mg. É uma dose baixa, mas é uma dose, gente, que mais de 90% dos asmáticos conseguem controlar com dose baixa, tá? Vocês não vêm ficar pensando que vocês aumentando a dose, vocês vão chegar a ficar controlando o paciente. Não. A asma é uma interação da genética com o ambiente. Então a gente tem que tá atento ao tratamento que é não farmacológico, que é o controle desse Ambiente. Então esse checklist ele faz com que a gente identifique o que que tá acontecendo para esse
não controle dessa doença. Então, a primeira coisa, né, é o que a gente chama o checklist med de medicamento. Primeiro é uma medicação inalatória, né? Então, além da adesão ao tratamento que você tem que firmar se realmente essa mãe tá dando todos os dias, você vê o espaçador ou o dispositivo inalatório que tiver usando, pedir para poder fazer Na frente pra gente checar técnica inalatória. Por exemplo, hoje eu atendi uma criança que ela, ah, a mãe falou assim, tá usando 200 microg, fazendo ah a profilaxia direitinho e tal. E aí eu falei assim: "Mas por
que que você levou?" Não, doutor, eu começo a fazer o broncochilatador, o salgamol logo que ela começa torcir, eu começo a fazer o saltamol, mas não melhora. Eu tenho que levar paraa urgência. E lá na urgência eles dão oxigênio, fica com Ela, faz o ataque lá e logo depois do ataque ela melhora e vai embora para casa. Então tem alguma coisa errada. Eu falei assim: "Você trouxe o espaçador?" Trouxe. Quando a gente viu o espaçador tava sem válvulas. Então o que que acontece? quando ela estava usando o bronchilatador em casa, mesmo ela começando no momento
que realmente é necessário usar, que é logo começa que a gente chama na pré-crise, que o salgutamol ele tem mais efeito na Pré-crise, que é quando começa os primeiros sintomas, que o mais frequente é a tosse. Ela começava direitinho, só que a dose que ela tava usando é uma dose, na realidade ficava uma dose baixa, porque quando tá sem válvula, a medicação passa a primeira vez, mas na hora que ela solta o ar e não tá com válvula, ela empurra o ar, a medicação que estava dentro da câmera, ela vai embora, né? Porque ele ela
exala o ar dentro da Câmera. Então é a dose que ela fica praticamente é só com a primeira inalação que ela faz. Então quando ela fica lá respirando, ela não respira o resto. Então assim, o espaçador aí, pronto. Olha só, ela tá indo na urgência direto porque o espaçador dela não dá deposição da medicação adequada no pulmão dela. Ah, tá aqui, o problema tá aqui. Aí o que que a gente faz? Ah, olha, ela teve, ela tá usando 200 micro. Essa dose tá baixa. Não, eu vou ter que Aumentar. Teve crise, então se a gente,
gente, se a gente se deter, simplesmente a sintomatologia teve crise, eu aumento doses de corticóde, a gente vai chegar a 2.000 de declometadona e não vamos controlar, tá? Porque a gente tem que realmente saber se tá sendo depositado ou não a medicação. Então a técnica inalatória é extremamente importante, tá? Adesão ao tratamento e técnica inalatório. 80% dos meninos não controlados estão aqui, não Estão na dose de corticoide inalatório, não, tá? estímulos, porque a asma é uma interação genética com o ambiente. Se eu não tenho, se eu não tenho eh e nada que tá estimulando o
meu brônquio, mas não preciso de me preocupar, né? Não tem nada para poder fazer essa inflamação piorar. Agora quando chega e o menino Tava super bem controlado, de repente o menino começa a ter um punhado de crise. A gente não sabe o que que é. Aí na hora que a gente pergunta, contato com alergo. Ah, chegou um amiguinho no caso que é normalmente um gato, um cachorro, né? ou a mãe, a casa tá cheio de mofo, ou o menino entrou na escolinha, começa a ter virosees direto. Então você vê que o estímulo começou, disparou os
estímulos, disparar os estímulos. Aí você vai ver Se esses estímulos são modificáveis ou não. Então, por exemplo, o menino disparou ter crise, aí a mãe fala assim: "A minha casa tá em reforma, doutor". Ah, então aí que que é que eu vou pensar para aumentar ou não o a profilo né? Se eu subir no step tratamento da asma ou não. É saber o que que é que causou. Ah, não, é um é reforma em casa. Beleza. Então tem lá irritação da via respiratória. Aí o que que eu vou perguntar para ela? Essa reforma já Acabou?
Aí ela fala assim: "Não, já acabou, não tem mais nada, então eu não preciso de aumentar a dose de corticoide inanalatória. Eu tenho a justificativa pelo qual ele inflamou, mas agora tá tudo bem. Eu provavelmente não preciso de fazer um step up na no tratamento, tá? Eh, diagn. Aí, gente, você viu problema aqui no medicamento, você viu o problema aqui no estímulo, você vai procurar Também diagnóstico diferencial ou diagnóstico associado. Você tem que pesquisar as três coisas. O diagnóstico associado seria, por exemplo, uma rinite. Toda vez que você tá vendo as mates, se você não
olhar o nariz dele e vê que o nariz dele tá ruim, essa inflamação, ela vai pra via inferior. Outra coisa, uma criança que tá com o nariz obstruído, ela respira pela boca. Os alergênos vão diretamente, não vão ficar ali na na via aérea superior Causando obstrução no nariz. Vai causar obstrução no pulmão, vai ir direto para lá. Rino sininusite, outro diagnóstico associado e alguns outros diagnósticos que nada assim. Ela ter asma não quer dizer que ela não possa ter outras coisas, né? E um diagnóstico diferencial. Às vezes eu tô tratando um paciente e tá ali
eh fazendo já tratamento há uns 10 anos para asma. Mesmo ele tando fazendo tratamento há 10 Anos, na hora que ele senta na minha frente para mim, eu enxergo um ponto de interrogação para cima dele, para cima da cabeça dele. E aí eu pergunto assim: "É asma? Porque às vezes o sintoma que ele vem para mim, imagina, ele começa a torcir, torcir, torcir e tu a tosse tá persistente, eu tô com tudo controlado ali. Por que que não pode ser uma tuberculose? Hum. Então você tem que perguntar Primeiro, é asma? Se justifica o diagnóstico como
asma? E outra pergunta que agora a gente faz, né, porque tá muito, é muito claro pra gente sobre essa questão agora dos fenótipos e endótipos da asma, pra gente poder selecionar o tratamento correto e adequado paraa criança ou para qualquer paciente, né? A gente pergunta, é asma? E a outra pergunta vem assim: qual asma nesse dia esse paciente está? Porque ele pode estar com uma asma alérgica ou pode estar com uma asma que é a eusinofílica que responde bem ao corticovide inalatório e pode estar com uma asma, pode ser que seja uma asma neutrofílica, mais
infecciosa, de quadros virais de repetição. Então a gente sempre, eu acho que isso daqui vocês guardarem, para mim isso é o segredo de tudo para um bom controle de Asma, sempre antes de mexer na medicação, fazer qualquer mudança vocês colocarem isso aqui na cabeça. Medicação, estímulo e diagnóstico. É, é m d, tá? medir isso antes de mexer em tudo. Umas considerações que eu gosto de fazer, porque isso é muito comum agora nessa época do ano. Nossa, todo mundo compra umidificador porque começa a escutar na rádio que tá falando ali que tem eh a umidade do
ar está a tantos por cento. Gente, a quantidade, a umidade do ar aqui em Belo Horizonte, na nossa região, né, ou regiões vizinhas, aí a gente não tem muito esse problema igual a gente tem em Brasília, não, né? Que você coloca uma bacia d'água num dia, no outro dia de manhã tá seco a bacia. Não, aqui você coloca a bacia d'água, tá do mesmo jeito no outro dia. Tanto que bacia d'água não tem sentido nenhum você colocar, né? Porque ela não evapora assim. O umidificador tem um grande problema paraa criança alérgica, porque um ambiente, pode
proliferar ácaro no naquele quarto, pode proliferar amorfo, que são vilões para como gatilhos para aumentar a inflamação desse brônquio dessa criança. Então, quer dizer, eu tô trabalhando a umidade do ar, pensando que eu tô, né, resguardando e e promovendo uma hidratação das vias respiratórias. Então, não. Primeiro que a o umidificador ele é frio e a via Respiratória ela não aguenta alterações bruscas de temperatura, nem para frio, nem para quente. Então, fala assim: "Ah, esfriou, nossa, esfriou, já sei o tempo, a mãe, a mãe fala, né? O tempo mudou, meu filho muda. É verdade. Ou para
frio ou para quente subitamente, que a via respiratória dele é tão sensível que ele não dá conta de ajustar. Então, nesse ajuste causa o bronco espasmo, sabe? Então, Umidificador não. Ah, Geralda, tá muito, se vocês contarem o tempo de, eh, baixa umidade que seja prejudicial aqui em Belo Horizonte ou na região, vai contar, eu acho que no ano, uma semana e um ano inteiro que tenha o tempo assim que seja prejudicial. Eh, e aí o que que é o ideal? No tempo que tiver mais seco, fala com a mãe para colocar uma toalha úmida estendida
no quarto, tá? Em vez de colocar umidificador, porque aí no outro dia, Quando tá seco mesmo, no outro dia a toalha tá até enrugada, né, de tão seca, aquela água toda foi pro ambiente, mas aquele umidade ela não foi suficiente para umedecer sua parede, para proliferar o acro, igual umidificador, tá? Eh, outra coisa é sobre a questão de animais estimação. É muito comum a gente tá sempre sendo questionada: "Ah, doutora, pode ter um animalzinho?" Porque agora é muito comum falar assim: "Ah, meu filho é altíssimo." Falaram que animal é muito bom, gente. Animal é bom
para qualquer pessoa, né? Animal é, né? esse essa interação com os animais de estimação é super interessante. Mas eu não posso falar isso porque o gato ele tem um alergeno assim o o cachorro você ainda dando banho toda semana e tal, sabe? Tendo cuidado em especial, não deixar no quarto da criança, que quanto maior a exposição, pior é, sabe? Eh, deixa eu só ver o negócio aqui, gente. Desligar esse trem aqui que toda hora tá aparecendo. Só ver aqui, desativar o negócio aqui. Só um minutinho. Ã, OK. Vamos lá. Eh, então o animal de estimação,
ele tem um problema sério sobre essa questão. Eh, quando a mãe quer de qualquer jeito eh ter um animal em casa, então você fala para não colocar no Quarto. Eh, o alergêno que eu tava falando, o alergêno da do gato, ele é um uma o alergêno é uma proteína, né? E é uma proteína bem fina. E ela é e esses alergênos, essa proteína, ela ela é bem pegajosa. Então é por isso que às vezes, por exemplo, você tira um gato de dentro de casa e na hora que você eh se você voltar lá para poder
pesquisar alergêno, seis meses depois ainda tem os alergênos do gato, que é difícil você passar pano Úmido, o alergêno do cachorro, ele é um pouco maiorzinho, então essa proteína é um pouco maior. Então você passando pano úmido, tudo bem. Agora o o do gato não, ele é bem fino, então não é fácil de fazer fazer higienização, né, e retirada desse desses alergênos. E ele é extremamente, né, na realidade prejudicial para algumas crianças, principalmente aquelas que já estão sensibilizadas por esse alergêno. Então qualquer coisa a já é sensibilizada. É, É, é engraçado que uma vez eu
li um artigo ele falando, por exemplo, que você pesquisa eh o Igfico para gato, né, paraa caspa de gato, pelos alergênos. E aí você vê que deu positivo e ele fala, a mãe fala assim: "Nossa, nunca teve contato com gato, ele nem sabe o que que é gato." Mas por quê? Porque esses alergênos, eles são tão finos que o menino tá na escolinha. A, o coleguinha de sala tem gato em casa, então ele leva na roupa e os meninos encostam na roupa O tempo todo, né? Então, transmite essas alergências. Fala assim: "Ah, Geraldo, então não
tem controle?" Ô, gente, quanto maior a exposição, pior é. Então, na realidade, por isso que eu falo, começa pelo quarto, começa a falar assim, no quarto não, tá proibido, né? Porque aí pelo menos você diminui um pouco mais essa exposição em relação à natação, que é muito comum as mães chegaram e falar assim: "Ah, eu vou colocar na natação porque o pediatra Falou assim que é para poder o médico falou que natação é bom". Gente, a natação só vem com essa característica com relação à asma, porque durante uma atividade física aeróbica, você inala um ar
mais seco, não dá tempo de umidificar e e nem de aquecer esse ar. Quando você tá fazendo uma atividade aeróbica, você respira rápido, normalmente respira pela boca, você não faz a umidificação que é feita mais na cavidade nasal. E quando você não respira pelo pelo Nariz, você não umedece e respira rápido também, não dá tempo de umedecer esse ar. E aí você pode provocar bronco espasmo porque esse ar entrou seco para via respiratória inferior. E aí quando você nada, você inala um ar úmido já. Então o que que acontece? a criança tolera mais uma atividade
física na água. Então se começou a ligar isso, essa relação a natação por ama. Não, porque o menino tem um melhor desempenho na água. Agora, o problema está no cloro Que a água tem, né? A água não, que isala na piscina que tem cloro, né? O cloro é aquele vapor, né? E você respira ali o tempo todo. Não é a água que tem, é o vapor que fica naquele ambiente, principalmente as piscinas térmicas, né, que é tudo fechado. E aí irritando o nariz, dá uma rinite ali irritativa e você começa a inflamar o nariz. Inflamar
o nariz, você inflama também a via respiratória inferior. Então a natação só aqueles meninos, ah não, eu amo Natação. Você não vai deixar o menino sem fazer uma atividade física que ele ama. Aí o que que você faz? usa o corticoide inolatório 20 minutos, 1 hora antes dele ir pro pra aula de natação. E o ideal seria uma água que não seja com cloro, né, que seja ozonizada ou salenizada, tá? É o ideal. Eh, pera aí. Ué, não quer ir mais um minuto. Ah, tá. Eu não sei se aí vai conseguir Ver o vídeo. Pera
aí, deixa eu colocar aqui. Vou tirar esse ponteiro. Eh, olha se vocês conseguem eh ver esse vídeo. De deu para ver? Deu, né? Eh, vocês viram o esforço dessa criança? Isso daqui, gente, é uma mãe que gravou. É uma estratégia que eu tenho agora, porque às vezes esse paciente é do interior, ele chega para mim, no dia que ele chega tá ótimo. Aí a mãe fala que Foi na urgência, que precisou de usar oxigênio e na hora que ele chega eu não consigo fazer teste de função pulmonar ainda nele, eu não consigo. E como que
você vai ficar nessa id? usou prediniznisona, a gente nem sabe se realmente precisava de usar prednizona, usa broncilato, a gente nem sabe se realmente tava chiando. Aí eu peço a mãe para poder filmar isso daqui era no celular dela. Olha o esforço dessa criança no dia que ela chegou. Olha, Olha como que ela faz um tempo espiratório prolongado, faz até um balanço, né? Essa aí sim. Olha, eu vejo vejo o tempo respiratório prolongado, isso daqui é obstrutivo. Pronto, né? Eu vou agora caminhar para uma doença obstrutiva, entre elas a asma. Então, é algumas coisas que
a gente faz aqui, desconfigurou um pouco o vídeo, mas tá dando para ver aqui, ó, o esforço, Aqui o outro tá bem. Ó. Pera aí, voltando aqui. Tem mais um outro aqui. Aqui é para vocês perceberem que às vezes é dá um arrancozinho. Quer ver? Ó, vai. Tempo respiratório tá prolongado. Ó, agora vai arrancar. Quer ver? Ó. E puxa o ar. Quer ver? Aí ele faz um parece uma, ele trava e faz a respiração com aquela dificuldade. Toda vez que dá aquela Travada e aquela puxada, aquilo ali existe um forço tentando expulsar o ar, né?
Que a dificuldade primeiro é expiratória. Quando alguém me pergunta, "Me dá um xarope para tos", né? Quer matar pneumologista de raiva, pedi um xarope para tosse, né? Então, eh, sempre lembrar, gente, que o xarope falar assim: "Ah, eu dei o xarope de loratadina para tosse, desloratadina para tosse." Eu fiz: "Gente, mas como Que vai melhorar eh um antistamínico? Não existe tosse alérgica, não existe um mecanismo irritativo. A tosse tem os receptores dele ali, não existe isso não. Por que que responde, né? Mas é a resposta é porque a pesso a coisa chama xarope. Xarope quer
dizer uma coisa doce. E esse trabalho foi feito, né? E o melão e da torse noturna. Então esse trabalho que foi, né, divulgado e muito interessante, até hoje Ele é falado, é real você fazer o uso de mel à noite antes de dormir, chamando atenção que a gente não deve usar abaixo de um ano de idade, tá? por causa do risco de botulismo, mas se quiser um xaropse, aí talvez vocês dê em vez de de usar, porque se você não tem mel, faz um, sabe aqueles meladinho que mãe fazia, né, na na na colocava na
panela e fazia açúcar ali, aí que ele é um melado, né? E isso daí Diminui realmente a tosse noturna. Fora isso, nada de uma coisa que eu queria chamar a atenção de vocês, assim, depois da Covid, houve um problema enorme com rela usar loratadina para tudo. Por quê? Para mim é um problema. Eu tenho meu paciente que ele precisa de usar o bronquidilatador logo logo que ele começa a torcir. Se ele começa a torcir e aí a gente dá Loratadina, atrasa o início do tratamento do bronco espasmo, vai cair lá na predinizolona, porque ele vai,
quando eu não entro com bronquilatador, logo que ele começa com sintoma, ali vai inflamando cada vez mais o processo inflamatório, ele se intensifica até chegar o momento de que na hora que eu entro com bróxido dilatador, só ele não dá conta, aí eu tenho que usar a pregnolona. Então o problema para mim é esse. Entram com loratadina Com necessidade. Ah, tosse não não vou dar aqui o salutamol não. Se o paciente é as mágico, tem nada de dar loratadina não. Loratadina quando você tiver coçando com com realmente uma uma questão alérgica, a loratadina tem a
resposta. Mas pra tosse não. É o cha é é porque é xarope. Por isso que a mãe fala assim: "Melhorou". Melhorou porque é xarope? É doce, né? Aqui, gente, é uma algo que eu um vídeo que eu achei bastante Interessante, um filme chama Porta do Céu, que tava assistindo há muito tempo atrás com meus filhos sobre a questão do preconceito quando a gente fala a palavra asma, né? Porque a asma agora é quase que uma síndrome. Asma não é assim uma doença em si, uma doença única. Cada vez mais a gente tá sempre pensando, aqui,
olha aí o fundamento, betava boa. Eh, eh, bom, esse, eh, filme fala exatamente isso, né? Quando o médico, esse menino, Ele tava torcindo à noite e toda a noite ele torcia. E a avó perguntou: "Nossa, você tá torcindo de novo?" Aí a mãe fala assim: "Antes, né, desse vídeo?" ela fala assim, não é a mesma tosse, então quer dizer, ele não melhorou depois de um quadro gripal, ele prolongou a tosse. Normalmente, gente, num quadro viral, a tosse é a última a desaparecer, mas se ela passa ali de 10 dias, 15 dias e depois de uma
semana você já começa a desconfiar, provavelmente esse menino, a Tosse tá persistindo depois desse quadro viral, ou ele complicou com alguma infecção mesmo, assinusopartia, ou se ele realmente tá com bronqumo pós um quadro viral, né? Aqui então a gente lembrar sobre a questão do tratamento da asma. asma não tem cura, ela tem controle, permitindo uma vida normal. Eh, o tratamento não farmacológico, muitas vezes, gente, eu consigo controlar uma criança só com tratamento Que eu faço eh de cuidados ambientais, sabe assim? Eh, é interessante que a gente pensa que a gente atuando falando assim: "Ô, mãe,
você não pode fumar, fumar perto do seu filho não é só fumar, não fumar perto do seu filho, porque depois que você fuma, você continua respirando." Eh, esse ar que você respira, que você tá falando, respirando, isso é capaz de irritar a via respiratória dele. Muitas e muitas mães param de fumar, sabe? que às vezes É esse estímulo que ela precisa para poder se sentir eh sentir força para poder, né, um um um algo a mais que a vontade em si, né, de parar de fumar. Eh, e aí elas param de fumar, acabou. O menino
não é mais nenhuma, não é mais uma criança que precisa de pneumologista, é uma criança que só de vez em quando, só quando tem algum fator que realmente que a gente fala que são fatores que a gente não consegue modificar. Tipo assim, entrou Pra escolinha vai ter muitas viroses, né? E se tem muitas viroses, pode ter muitos encadear de crise. Eh, então o tratamento não farmacológico é exatamente evitar o contato com fator desencadeantes, tá? Aí são vários. E a gente às vezes identifica esse fator desencadeiante, gente, através do tamanho mesmo falando para você o que
que é que da última, sempre é interessante você tentar ver o que que causou o bronco espasmo naquela criança. Então você perguntar pra mãe: "Olha, eh, você notou o que que teve diferente? Ele gripou? Ele teve contar assim, a quantidade de criança que chega, que a mãe fala que começou a chiar porque foi num churrasco. Então a fumaça ali do churrasco é muit, não sei se vocês têm essa experiência, mas é muito comum acontecer isso, sabe? É um fator que foi desencadeado. Então a mãe achou, então ela não vai ter, eu vou aumentar corticó inalatório,
porque ela não vai fazer Churrasco todo dia, né? O menino não vai no churrasco todo dia, então é um fator que vai, acabou ali, né? Só raramente vai acontecer. E aí o tratamento farmacológico, que eu tenho tratamento farmacológico de resgate e eu tenho o tratamento que é o que a gente usa, particularmente, que a gente usa nas crises quando começa é o saldo do tamol spray, que é o melhor de tudo para poder, né, no mundo inteiro é usado salvamol spray, né, em outros lugares Chamado albuterol. E o preventivo, o preventivo, a primeira escolha, né,
a primeira linha de tratamento são os corticovides inalatórios. Uma vez que eu tô falando que asma é uma doença inflamatória crônica. Então vamos lá. O preventivo, que que a gente tem de primeira linha? Os corticóides inalatórios e as apresentações do corticoide. Então aqui eu coloquei a marca Clenil, gente, Assim, até para eu poder chamar atenção eh do que eu tô vendo. Não sei se vocês estão reparando isso também. O Clenil é uma marca eh eu não gosto nem de falar sobre essa questão de marca, mas é uma marca mais confiável, tá? chegando vários outros no
mercado, né, da Beclometazona e alguns meninos não respondendo. Essa semana passada eu tive uma criança que tava usando uma beclometazona eh Genérica aí, né? E nessa essa beclometazona que ela que a criança tava usando, a mãe, segundo ela, a criança começou a ter uma exacerbação logo depois que ela mudou para esse outro corticódeigolatório e ela começou a ter crise direto. E aí não tinha jeito, é uma relação causa efeito, não tem outro jeito. É realmente isso que aconteceu, foi mudança de uma marca de de de corticóide Inalatório. Então, até isso a gente tem que pensar.
Vamos lá. Eh, tem a apresentação de 50, tem apresentação de 200 e tem apresentação de 250. A de 250 ia sair do mercado, acabou que não saiu, voltou a ser produzida. Porque eles eles fizeram, tinha só de 50 e de 250. A de 200 entrou por causa da da da quantidade de de corticide inolatório que a gente eh administra para cada etapa do tratamento da asma. E aí eles fizeram para poder Ficar igualzinho que a Gina fala, né, que aí é seria de 200, 400 e etc por dia. Então vamos lá. 50. Ele é liberado
pela prefeitura até 11 anos, 11 meses 29 dias. O de 200 ele é liberado pela prefeitura só acima de 12 anos. É porque não pode usar porque é uma dose alta, porque lá no frasco tá falando é uso adulto. Não, gente, é porque a pesquisa quando foi liberado, né, o estudo que foi feito, foi feito com o de 200 para crianças acima de 12 Anos ou 12 anos ou mais. E aí eles colocaram na bula e que laboratório que vai querer mudar essa bula, sendo que eles gastam. Se você for fazer, por exemplo, você quer
usar eh 400 mg por dia, porque o que a gente tem que pensar na becometazona é quantidade por dia. Eu quero usar 400 mg por dia. E quando eu falo sobre 400 mg por dia, eu tô falando per aí, quando eu tô falando de 400 mg por dia, eu tô falando de 50 mg para eu poder Usar 400 por dia, eu tenho que usar quatro jatos de 50 de manhã mais quatro jatos de 50 à noite, porque 4 x 50 dá 200. Eu uso 200 de manhã e 200 à noite, certo? Se eu for usar
o de 200, eu vou dar um jato só de manhã e um jato à noite. Eu tô dando 400 por dia, porque eu me importo é dar por dia. Não tem problema eu dar 200 de uma vez. na realidade até facilita porque algumas crianças são mais difíceis de ser administrado o Spray, não gostam de fazer e tal, tem uma dificuldade grande em relação à aceitação da técnica inalatória. Então você fazer quatro jatos todos os dias num tratamento longo de 6 meses, um ano, isso aí é muito cansativo. Então aí que que eu falo? Eu falo
para poder pegar na farmácia popular o de 200, se eu vou usar 400 por dia, tá? Eh, o de alívio que a gente usa é o salutamol. A apresentação do salut tamamol é 100 microg por jato. Tem Várias marcas. Eh, ah, gente, sempre lembrar depois de fazer o uso da beculetazona, se eles pedirem para lavar a boca e lavar o rosto também em volta da boca, porque em volta da boca, algumas crianças são mais sensíveis, começa a dar aquela aquele exantemazinho, sabe? Umas pápulazinhas vermelhas. Então, logo depois de usar o corticovide é bom você lavar
o rostinho também. O uso do spray desse jeito direto na Boca, para mim tá abolido. Isso não existe, né? Para uma técnica correta, uma deposição correta no pulmão, não existe o uso direto na boca, não. Para mim é apagado isso. O ideal sempre usar através do espaçador. Lembrando essa criança de boquinha aberta, lembrando que a medicação entra pela boca, que às vezes mamãe fala assim: "Puxa, pelo nariz, fecha a boca". Não é o contrário, tem que abrir a boca, tá? A medicação entra pela boca. Melhor deposição Pulmonar com menos efeitos colaterais é com espaçador. Lembrando
que o espaçador ele tem na realidade duas válvulas, tá? Tem a válvula de inalação que a gente chama de válvula inspiratória. Por quê? Porque ela fica aqui do lado aqui de fora. Na hora que o menino inspira ele ela abre. Então a medicação sai da cama e vai paraa criança. E tem a válvula espiratória de exalação que fica ou na máscara ou ela fica aqui no espaçador Também. Na hora que o menino solta o ar, essa válvula aqui fecha, que é de inalação, e essa daqui abre e o menino espia. Então, a a o espaçador
ele tem a função de manter a medicação aqui na câmara enquanto a criança vai respirando. Ela respira, a válvula abre e ele vai inalando a medicação. Aqui, gente, só lembrando sobre o uso que assim, né, a gente teve muito em volga na época da da Covid, a gente às vezes acaba esquecendo, entrando no Período sazonal, da gente lembrar que o Zeutamevi ele tá aí para que tenha a asos pacientes que têm realmente risco maior, a gente lembrar dele logo no início dos sintomas, nos primeiras 48 horas, tá? os pacientes de risco, suspeita de influenza, né?
Ah, um alerta maior quando a gente fala dessa piora da inflamação, que a gente chama da exacervação asmática, a gente lembrar que a morbidade, a mortalidade, elas são frequentemente associadas à Demora em iniciar a terapêutica, demora em começar a tratar. E olha, lembra quando eu falei da Lauratadina, né? A gente evitar porque ela só atrasa o tratamento adequado da exacervação asmática. Dificuldade em reconhecer a gravidade. Aquele vídeo daquela criança, né, que eu coloquei primeiro, essa mãe, ela deixou para poder levar na hora que ele já falou que não tava conseguindo parar em pé, ele tava
caindo. Ele viu o esforço Que ele tava. E aí a gente tem que saber orientar bem a família de quando procurar a assistência médica. primeiro começar a medicação, aquela criança tava virgem de tratamento naquele dia, ela nem começou o tratamento, chegou na urgência daquele jeito. Então, e a não adesão ao tratamento de manutenção, se você não adere o tratamento, você tem uma chance maior de estível esse bronco e na hora de inflamar, inflamar com mais intensidade, tá? Eh, aqui, gente, é um vídeo que é só mesmo para poder mostrar o, deixa eu ver aqui, opção
de ponteiro para mostrar o fluxo de ar quando a gente eh pra gente ver onde exatamente tá o problema da asma. Então ele começa lá no nariz, porque se o nariz não tá funcionando adequadamente também o pulmão vai sofrer com isso, porque quem prepara esse ar lá pro pulmão é o nariz. Então o ar entra. Isso daqui eu uso muito para mostrar pras mães o oxigênio entrando na via respiratória e o gás carbônio sendo exalado. Aqui é pra gente lembrar onde que tá o problema. Então a asma ela é mais nesses brônquios periféricos. Então aqui
dentro, ó, esse é um pulmão. Então vocês viram aqui. Vou voltar aqui. Aqui, ó. é um brônquio que não tem asma, tá? Então esse é um brônquio que não tem asma. O brônquio asmático é um brônquio que tem uma inflamação, certo? Então, oh, pera aí, apertei no lugar errado. Só colocar aqui. Olha, esse daqui é um brôquioasmático. Vocês veem que o ar passa, ainda tem um fluxo de ar bom, né, que dá para poder viver normal ali, né? Às vezes, só quando vou fazer uma corrida, vou exigir um pouquinho mais pulmão. Por isso que 50%
a % dos pacientes que são asmáticos Durante a atividade física, eles podem ter exacerbação. E isso porque aqui tá tudo bem. Se ficar no normal, ele dá conta de, né, fazer tudo na vida sem ter falta de ar e sem ter sintomas. O ar tá passando na crise já. Isso aqui é um broncasmático. Agora, na crise você tem o bronco você já reduz mais, estreita mais a passagem de ar e além dessa inflamação piorar, você tem a hipersecreção de moco. Isso daqui eu sempre coloco, são as moléculas de oxigênio passando por um tubo que tá
mais estreitado. Então, ela tá passando ali com as moléculas de oxigênio com uma dificuldade muito grande para poder oxigenar eh o paciente. E aí essas moléculas de oxigênio passando sempre a gente ter essa visualização na mente da gente do que que tá acontecendo dentro lá do brônquio da criança pra gente poder Saber atuar. Então isso daqui é o que acontece numa crise asmática. Quando você trata, você usa o brôquioador, esse brônquio vai relaxando, vai reduzindo a inflamação e volta ao normal. Então vamos lá. Nessa crise asmática, eh, a gente tem que chamar atenção para alguns
pontos aqui. Durante essas, a gente fala crise, porque assim, tem vários lugares quando a gente vai ler Assim, exacerbação, isso não pega, pega bem na hora que a gente tá estudando, porque a gente lembrar que isso é uma exacerbação de um padro basal. Ataque também parece a gente liga com coisa de coração, né? Mas crise asmática é o que mais a gente usa. Então, uma crise asmática, o asmático, gente, ele morre é de asfixia. O asmático, ele não morre de arritmia cardíaca, tá? Então a gente lembrar que o Broncoilatador tá dando tacardia, mas o que
vai fazer ele morrer vai ser ele não fazer o uso do broncoatador. Beta ele aumenta a mortalidade se usado em dose insuficiente, tá? A prednisolona oral ou venosa, ela começa a agir em 3, 4 horas. Não adianta você usar venoso, IM, que dá muita dor e ainda ainda dá uma hiponecrose quando você usa intramuscular. Não tem sentido você fazer porque ele vai demorar, você quer ação Anti-inflamatória, vai demorar no mínimo 3 a 4 horas para começar a ação do corticoide sistêmico, quer seja você usando oral, quer seja você usando venoso, quer seja usando, então você
não adianta nada usando venoso. Então você e o pico da ação mesmo é 8, 12 horas, mas já começa a agir eh com três, 4 horas, é quando o menino começa a melhorar. Então, nessas três primeiras horas do uso, eh, que você deu, por exemplo, hã, o paciente Chegou lá 9 horas da manhã, você deu o corticide, o menino tava com uma crise muito importante, logo que ele chegou, você entrou, deu o corticode eh eh sistêmico para ele. deu 9 horas da manhã, 9, 10, 11, 12, só meio-dia que vai começar a realmente começar ação
do corticode. Nesse período você só tem que broncodilatar, porque a inflamação em si, ela só vai se resolver com corticovide depois desse tempo. E aí a dose de corticoide que você dá, 1 a 2 mg Por kg por dia, o máximo na criança, 40 mg. Você pode chegar a 50 ou até 60 em alguns trabalhos, mas depois de um de dose de 40, você acaba dando mais efeito colateral do que o efeito realmente necessário para poder desinflamar esse brócolo. Então é 1 a 2 mg. Alguém me perguntou um presencial, falou assim: "Mas não é 2
mg que a gente usa?" Não, gente, 2 mg é o máximo. O ideal é que a gente sempre se aproxime de 1 mg por kg. Então a gente faz assim, 1 mg, você faz A conta com 1 mg. Aí para você ajustar a dose ali do xarope, aí você joga para cima. Então esse até dois é mais se ajustar a dose do que realmente dar 2 mg por kg. Lembrar que se só vai usar venoso se tiver eh impedimento avio oral, quer seja o menino esteja com uma dispinéia tão importante, pode ter risco de aspirar,
né? ou inconsciente. Isso é um quadro muito grave. Você de qualquer jeito teria que pegar um acesso venoso ou vômito incoercível que também tá Desidratado. Fora isso é vioral mesmo. Tem uma boa absorção, uma boa eh não tem problema nenhum com a absorção. Ele é bem tolerado, né? A a o corticóide oral. Eh, e o acesso venoso, a gente lembrar que quando uma criança tá com dificuldade respiratória, ela tem eh a gente tem que poupar a musculatura respiratória dela, porque se eu entrar em fadiga, eu não consigo mais manter a respiração dessa criança. Aí eu
vou ter que usar um CPAP, um VNI, às vezes até Entubar. Então você, o que vai manter a respiração dela até a ação anti-inflamatória e desobstruir esses broncos, vai ser o eh no caso e essa musculatura que tem que dar conta de manter a ventilação. Então o choro, por exemplo, se pegar um acesso venoso, o choro você utiliza a musculatura e aí você desgasta mais, você fadiga mais essa musculatura. eh, da para promover a respiração da criança e aí você entra em insuficiência respiratória mais rápido, Você não ganha tempo nenhum, você só perde com relação
quando você pega acesso venoso. Eh, a dose de beta2 inalatória deve ser reduzida à medida do controle dos sintomas. Isso que que eu quero dizer? Vocês vão ver no protocolo eh que tem do protocolo colaborativo de exacernação asmática, vocês vão ver que tem lá descrito o fluxograma com as doses. Então criança acima de 5 anos, você numa crise asmática grave, você pode usar até 10 jatos por vez. Aí você fala assim: "Nó, Geraldo, então vou prescrever 10 jatos de 20 em 20 minutos". Eu não concordo com isso. Eu concordo que você pode usar 10. Concordo.
Você faz 10 jatos, mas só que você é obrigatoriamente tem que reavaliar essa criança depois da primeira dose de broncofilatador, porque ela tá grave. você vai ver se realmente esse eh esse quadro dela é um quadro que vai eh curtir como maior gravidade é depois que Você faz a primeira dose de bronquilatador. Porque depois que você faz a primeira dose de bronquilatador, você vai ver o tanto que tá inflamado. Porque se eu faço assim, ó, eu dou eh quatro jatos ou quantos de jatos vocês quiserem, dependendo da gravidade. Deu a quantidade de jatos lá. Vamos
supor, quatro jatos de salutamol, 15 a 20 minutos depois é o pico da ação bronquilatadora. Se eu ausculto, então aqui, ó, reavaliar após a primeira dose De bronquilatador de curta duração, após 15 a 20 minutos, que é o pico da ação bronquilatadora, eu vou saber se esse brônquio tá muito, tá tendo muito obstrução, se você tem muito broncoasma ou muito edema. Porque se eu uso o broncodilatador, eu vou relaxar a musculatura. Então, logo depois, na que tiver o pico da ação broncigatadora, eu vou falar assim: "Ó, melhorou um pouco." Aí eu posso terminar o ataque.
Agora, se por acaso eu faço o uso do bronco Dilatador, fiz a primeira dose, reavaliei depois de 15, 20 minutos da primeira dose e eu não vi resposta nenhuma, nada. É como se eu não tivesse feito nada. Aí eu fiz a técnica certinha, branquilatador certinho, não vi, observei resposta nenhuma. Gente, já usem a predinizona, vocês não podem perder tempo. Então, olha só o marcador que eu acho assim, se vocês me falarem, Geraldo, o que que você tem de assim do pulo do gato, né? Ponto chave. Quando eu Estou tratando uma crise asmática, o ponto chave
é, chegou o paciente com crise, você fica, ai meu Deus, tá grave ou tá moderado? Porque assim, o leve tá tudo bem, o grave gravíssimo tá tudo bem, mas o quando fica no moderado, você fica assim, ele tá moderado ou tá grave hoje preciso de usar predinisola ou não preciso de usar predinizola? O que que é que você tem que fazer? Na realidade, gente, se vocês fizerem o uso e aí 15 a 20 minutos do bronco dilatador vocês ao Escutarem e ele teve alguma resposta, vocês podem terminar o ataque de uma forma tranquila e só
no final do ataque decidir se vocês vão usar predinolona ou não. Agora, se vocês deram 15 a 20 minutos depois dessa primeira dose, ele não teve resposta nenhuma. Vocês não percam tempo de terminar o ataque para depois pensar na predinisolona. Se não melhorou nada, você já nada, tá? Nada. Se melhorou um pouco, vocês terminam o ataque. Se melhorou, nada. Ficou do mesmo jeito, já dão a predinizona para ele e terminem o ataque, tá? Então, o segredo do eh do da crise é isso, é a gente saber que horas se a gente deve dar ou não
predisolona. E eu tenho certeza que vocês vão saber se vocês precisam ou não se vocês verem a resposta que ele tem após a primeira dose. Teve resposta é porque tinha uma quantidade de bronco espasmo importante. Você teve resposta porque abriu. Aí você consegue ver melhora nessa criança. Então não tem tanta inflamação. Então eu posso terminar o ataque e ver se eu preciso de usar predinisona ou não. Ai eu dei, não melhorou nada. Então eu broncodilatei e mesmo assim o ar não conseguiu passar é porque tem muito edema de parede. Aí eu tenho que já pensar
no corticóde. Não sei se ficou claro, mas essa ideia eu queria muito se vocês saírem aqui, né, dessa aula já pensando nisso, de vocês reavaliar depois da primeira dose e vocês vão ter Noção de como que esse menino vai evoluir com mais fed dignidade, né? vai ser mais fiel eh saber dessa resposta do que saber do jeito que ele chega. Do jeito que ele chega não quer dizer do jeito que ele vai ficar, tá gente? Às vezes o menino tá virgem lá de tratamento, você usa um bronco dotador, menino v melhora. R X de torque
só na suspeita de complicação mesmo, uso de antibiótico, eh, só se tiver infecção mesmo. O Oxigênio, esse aqui é eu queria hã colocar para vocês sobre essa questão do da saturação de oxigênio. Eh, é o ideal que esteja com a saturação maior que 93. Você dá oxigênio quando é abaixo de 93. Mas olha só, você tá com o menino lá com uma saturação de 95. Ah, beleza. Tá. Então, acima de 93, ela não precisa de dar oxigênio. Mas vocês vão ter que olhar, gente, se esse menino tá com cansaço muito extremo, que antigamente a Gente
nem pensava nesse negócio de ficar olhando saturação, né? Depois da Covid que vem essa história de ficar olhando saturinho, que às vezes até atrapalha, né? eh da gente pensar o seguinte, quando você tá eh us o o o menino tá com um cansaço extremo, ele tá utilizando muito a musculatura e você tem que poupar essa musculatura. Qual que é o que eu posso dar para ele para que ele resolva um pouquinho, Diminua um pouco mais a utilização dessa musculatura acessória? é dar o oxigênio. Então, às vezes, ele tá saturando bem as a custas de, né,
a de um esforço muito importante e eu não posso deixar essa criança ficar com esforço importante, ela vai entrar em uma insuficiência respiratória mais rápido. Então, vamos lá. Eh, viu saturação. A saturação é um marcador Para complementar, não para poder definir se você vai dar oxigênio ou não. Se ele tiver com esforço importante, você não vai olhar quanto que é a saturação, não. Você vai deixar lá. E é interessante que habitualmente essa dessatura de da crise asmática, ela melhora rapidamente. Quer dizer assim, ah, eu vou ter que colocar eh ali, né, pelo menos uma cânula
nasal. Se você for colocar, o menino vai ficar irritado, Às vezes vale a pena. Você pega o látex de oxigênio, basta você aproximar um pouquinho assim, ó, o oxigênio do ambiente do ar que ele tá respirando, a saturação vai lá em cima. Isso confirma praticamente o diagnóstico de asma, porque se aumentou a concentração de oxigênio que tá entrando, você melhora a saturação imediatamente, porque o que você tem é uma relação ventilação, perfusão que tá comprometida. Se você aumenta aí a quantidade de concentração De oxigênio no no tubozinho que tá estreitado, mas você vai mais moléculas
de oxigênio e vai saturar rapidinho. Então basta você chegar ã o oxigênio que você melhora. Isso daí fala a favor de que o menino tem uma crise asmática também, que responde bem a ao oxigênio. Isso daqui é só pra gente chamar atenção, como na criança é complicado. Um edema na criança, gente, de 1 mm, olha como que estreita, porque a parede tem 4 mm, uma parede 4 mm no brônquio e No adulto, nesse mesmo local, esse bróquio tem 8 mm. Olha aqui, quase você não vê. Por isso que adulto na hora que chega na urgência
chega mal, né? E aí por isso que normalmente usa corticoide mesmo. Ele chega super mal. A gravidade da apresentação clínica inicial é esse aqui que eu falei com vocês. Em em especial a resposta primeira dose de broncodilatador inalatório definirão qual o melhor cenário pro manejo da crise asmática. Aí Você vai saber qual que é o manejo da ou não a predinisona, tá? Aqui é só ilustrativo pra gente entender sobre essa questão do oxigênio que eu acabei de falar. numa concentração no ar que é 21%, é, olha a quantidade num tubo que tá assim, né, passando
essa quantidade de oxigênio e chegando lá, né, nos capilares alveolares, olha só essa quantidade de concentração de oxigênio que chega lá. Aí quando você estreita, olha a quantidade que chega em 21%. muito menos moléculas de oxigênio chegam nos capilares. Então, a primeiro sintoma que a criança vai ter vai ser uma tacopineia, tentando compensar e empurrar por minuto uma quantidade maior de moléculas de oxigênio que tá passando nesse local estreito. E aqui, eh, eu falo sobre essa questão dessa tríade aqui, dessa, né, desse triângulo Que a gente aqui, se a gente colocar a crise asmática nisso
daqui, vocês vão entender, porque nada mudou ao longo desses anos. A quantidade de medicação que a gente usa, eh, é praticamente os mesmos medicamentos. Às vezes, né, nas crises mais graves, a gente utiliza eh o eh o sulfato de magnésio, que antes a gente usava tamamol venoso, sabe? Então vamos lá. Primeiro, chegou lá em crise asmática, então o brônquio tá Desse jeito aqui, bem estreitado, tem eh bronco constrição, edema e tem secreção. O oxigênio, gente, o efeito mais imediato de você melhorar esse esforço respiratório e a oxigenação é dando o próprio oxigênio. Esse é o
efeito básico imediato. Você deu, já começa a circular mais, passa mais moléculas de oxigênio e se oxigena mais. O, então esse é o efeito quase imediato, resposta imediata. A segunda resposta que demora 15 a 20 minutos para começar, né, começa A ação com 1 a 3 minutos, mas de 15 a 20 minutos o pico da ação, primeiro beta2 de curta ação, que é que a gente usa aí o salgutamal, né? Esse para poder fazer o relaxamento da musculatura, porque, ó, primeiro é o oxigênio. Aí para poder passar mais oxigênio aqui, você vai relaxar a musculatura
e o terceiro é diminuir esse edema com corticoide. Então, o oxigênio é de imediato, o Relaxamento demora 15 a 20 minutos e o corticovide sistêmico que é pretolona, vocês sabem que vai demorar no mínimo 3 4 horas. Então, olha só, esse início da ação demora esse tempo todo do corticoide. Então, eu tenho que tá agindo com quê? Que que eu tenho que fazer? Eu tenho que fazer o uso do oxigênio, que é o que de imediato eu vou ter, e ir relaxando essa musculatura. Primeiro eu uso broncochilatador de Curta duração. Salutamol, tô lá usando. Nossa,
mas ele ainda continua com esforço muito importante. Então, gente, eu tenho que pensar em relaxar mais que eu vou usar além do beta 2 de purtação. Eu tenho o bromete pratrópico, mas o bromete pratrópio que é o atrovente, eu só tenho sentido de usar nas primeiras 3 horas ali para eu poder evitar a admissão hospitalar. Uma vez já tá internado, não tem sentido ficar usando atrovite, não, tá? Porque esse Medicamento eu tô usando é para relaxar a musculatura ao máximo, que é a única coisa que eu consigo fazer até realmente acontecer o que precisa de
acontecer, que é desinflamar esse bróquio. E só que é demora. Nessa demora eu preciso de ir relaxando. O saltamol não dei conta, eu vou associar o atrovante, o o no caso brometipro. Não melhorou. É aqueles meninos que a gente chama tem que sufatar. tem que sulfatar. Aí eu uso o sulfato de Magnésio venoso, tá? Que esses três aqui eles fazem o mesmo efeito. Eles estão relaxando a musculatura brônca, que é a única ação que eu tenho até que essa inflamação, porque para desinflamar, que é o problema, é a inflamação que piorou, eu não tenho outra
coisa a fazer, a não ser mexer nessa musculatura para que ela não contraia mais. Então assim, ó, o o bronx, o beta2, ele relaxa a musculatura que já está tava contraído. O bromete de pra troca evita dele querer ficar Fechando. E também o o sulfato de magnésio, ele por uma alteração na na na via de cálcio, ele relaxa também a musculatura. Então, esses três medicamentos, eles são usados para relaxar até que o corticovide resolva. Então o tratamento da crise, ele cicla ali, tá? Não é, não tem nada de diferente ali, não. É isso que a
gente tem que pensar aí. Ah, outra coisa que eu queria só chamar a atenção de vocês aqui e colocar, por exemplo, vocês vão Fazer lá quatro jatos, por exemplo, de 20 em 20 minutos de beta 2. vocês vão fazer e depois vocês veem que lá tá escrito assim na primeira hora fazer quatro jatos ou a quantidade lá de 20 20 minutos durante eh 1 hora que dá três doses, certo? Depois disso, depois de uma hora do ataque, você fazer de uma em uma ou de duas em duas horas. Eu vou chamar atenção aqui para um
ponto. Se você tiver diante de uma criança asmática grave, eu gostaria que vocês Pegassem o frasco de salbutamol mais cheio que vocês tiverem. Não peguem frasco no finalzinho porque as últimas 20es é errado que a gente não sabe se realmente tá uma quantidade certinha. Eh, ô, gente, tá perguntando PowerPoint, tem algum problema aí? A, a >> não, Geraldo, pode ir. Se o PDF vai ser disponibilizado, depois vai ser junto com a apresentação, >> tá? Então, beleza. Eh, então, eh, eh, bom, eh, bom, gente, assim vai perdendo que tá falando, mas eh deixa só recapitular aqui
a quantidade. Ah, tá numa criança grave. Então, assim, menino tá grave, aí eu vou usar o bronchilatador. Depois de uma hora, que que eu vou fazer? Eu vou espaçar para de uma em uma, de duas em duas horas. Gente, se o menino chega ver grave, vocês me desculpem. Não dá para poder espaçar. Vocês vão ver Que não vai dar para espaçar. Quando vocês espaçam, uma vez, uma colega minha tava atendendo uma uma crise, uma criança com crise, e aí ela tinha prescrito isso. Protocolo era de 20 minutos três vezes, depois de três vezes passar para
de hora em hora ou de duas em duas horas. Quando elas passou para de hora em hora, eu cheguei lá na sala e aí eu vi uma criança com esforço tremendo. Eu chamei ela, falou assim: "Não, eu passei agora de hora em hora". Eu falei assim: "Ela não dá conta de esperar, não pode dar agora". Aí eu falei: "Não, Geralda, mas e atacar?" Eu falei: "Não, pode dar, porque a única coisa que você tem é o relaxamento dessa musculatura até ter o efeito do corticovide. Se você não usar, aí o que que a gente faz?"
falar: "Ah, Geralda, mas vai dar muita cardia, vai, menina, tá grave, vamos lá, o paciente tá grave, você já deu o corticoide sistêmico e até agir trê essas primeiras 3 horas do Início da ação, você tem que relaxar essa, manter essa musculatura relaxada para ele poder conseguir respirar, porque senão você vai pra ventilação mecânica ou os mecanismos mecânicos mesmo para empurrar o ar lá para dentro, porque a musculatura não vai dar conta. Bom, você tem que administrando o broncodilatador, que é o beta2, mais frequentemente. Então, às vezes você tem que fazer de meia em meia
hora Nessas primeiras 3 horas. O que que é o risco? Há uma taquicardia. Existe esse risco? existe, você tá usando, dependendo da dose que você tá usando, da sensibilidade da criança dela ficar mais taque cárdico. Então vocês vão ficar observando a frequência cardíaca porque eu estou falando de um paciente grave e esse paciente grave você vai ter que estar do lado mesmo. Então antes da próxima dose você fez os três, aí você vai tentar espaçar uma hora. Se você viu que a criança, igual essa paciente da minha colega, tava com 40 minutos esperando, ela já
começou a piorar, você faz com 40 minutos. Então aí você faz às vezes de meia meia hora, de 40 em 40 minutos e vai monitorando a frequência cardíaca. Se ela tiver menos de 180, vai tocando e vai observando sempre a frequência. Ah, passou de 180, que é o risco de chegar a 200 ali, dar um ataque, é melhor que você espace um pouquinho ou reduza a dose. Por exemplo, Se você tá dando lá seis jatos, você passa para quatro jatos. Ah, não. Se eu tô dando de eh meia meia hora, eu vou espaçar ali para
40 minutos ou 45 minutos, o tanto que essa criança tolerar, até que a frequência abaixa um pouquinho para eu poder fazer a próxima dose, tá? Então vocês não podem ficar lá, eu vou esperar agora, eu já dei, eu vou esperar uma hora. Não, vocês estão no centro de saúde até chegar a ambulância e tal, Vocês vão ter que ficar monitorando e fazendo, tá? Eh, aqui, gente, a gente lembrar sobre a questão da técnica inalatória. Eh, eu não sei se vocês vocês vão vocês tão vendo aqui o espaçador Ah, comigo? Não sei. Tá dando para ver
aí, Eduardo, ou não? >> Tá sim. Já >> tá. Isabel. Ó, é o espaçador, gente, a gente vai ter Ter cuidados com relação à válvulas, tá? O espaçador que tá tendo na prefeitura agora, eh, olhem aqui. Oh, aqui, ó. Tá vendo a válvula? São são três fragmentos da válvula. Vocês estão vendo que uma das válvulas, ela tá para dentro aqui. Isso é uma coisa que eu queria chamar a atenção de vocês, tá? A válvula tá para dentro aqui por na hora da mãe lavar e tal, a mãe, deixa eu ver aqui se por acaso assim
fica mais Fácil. Eh, a mãe às vezes deixa a válvula entrar. Se a válvula ficar para dentro, na hora que a criança respirar, essa válvula, em vez dela abrir, porque a criança respira puxando essa válvula para fora. Se ela tiver ali para dentro, ela vai ficar travada e a medicação não passa, tá? Então, sempre olhar essas válvulas, elas têm que estar pelo lado de fora, porque elas abrem nessa direção, elas abrem para cá, tá? Eh, a técnica inalatória, gente, tem que ser adaptado bem no rosto da criança. Normalmente tem muito risco de ficar saindo aqui,
porque a mãe se preocupa às vezes em segurar aqui no nariz e esquece que aqui tá vazando. Então, tem que tá bem adaptada a máscara. Pega o spray, agita bem a medicação, tá? O clenil precisa de agitar? Não. O clenil ele é uma solução, ele não necessariamente precisa de agitar, tá? E no, na realidade não necessariamente Não, ele não precisa de agitar. Só que o salutamol, se você não agitar, ele é uma suspensão, aí você vai dar dose menor. Então, gente, manda agitar os dois, porque agitar o clenil não tem problema, mas deixar de agitar
o salutamol tem muito problema, tá? Então mando agitar os dois mesmo que vocês vão ver que na bula do plenil tá falando que não precisa de agitar. Então primeira coisa, agita bem, tira a tampinha, encaixou, coloca no rosto. O spray, Gente, tem que tá em pé. Existe uma coisa muito eh frequente de se fazer, é na hora que tá fazendo a medicação, tira isso aqui, ó, para agitar. Não pode ficar tirando porque toda vez que você encaixar, ele vai disparar a dose na hora que é acionado ali no spray. E se você toda hora encaixa,
você vai ver que na hora que encaixa não encaixou adequadamente. Então você tem que tirar tudo e agitar bastante. Aqui quando às vezes não tá saindo adequadamente, você tira, por exemplo, ou então o paciente ficou muito tempo sem usar, aí for o salutamol, né, tá bem controlado, não tá usando. Aí a mãe precisou de usar, orientar a mãe, se por acaso não tiver saindo adequadamente dela deixar a água entrar aqui, lavar e deixar a água corrente entrar desse lado e desse lado. Aí deixar secar, porque aí desobstrui o orifício que tem ali dentro, que às
vezes durante o tempo que Ficou parado pode ficar obstruído, tá? Então você agita bem, a coloca no rosto em forma de L, tá? Não pode ser virado, não pode ser. E a criança não pode estar deitada, porque deitada a bombia vai est assim, tá? E a língua fica lá para trás e a língua atrapalha a medicação. Então tem que tá bem adaptado. Acionou o spray, respira de boca aberta e a mãe conta até 10. Devagarzinho. Bom, acabou de fazer um jato, contou até 10, respirou, tira tudo pra criança descansar. Não fica com o negócio lá
e tira aqui, não. Tira tudo. A criança dá aquela respirada, você agita novamente, coloca, adapta e faz a criança respirar novamente. A técnica inalatória correta é dessa forma, tá? Eh, o o a gente tem que ver sobre o material da câmera. A câmera de eh alumínio eh seria a melhor câmera que tem, porque ela não tem carga Eletrostática, então ela não adere as partículas da medicação. Porém, ela tem uma coisa que para mim é é essencial que tenha transparência e ela não tem isso para pra medicação inalatória. Para mim, transparência é essencial. E aí quando
a gente vê o negócio todo opaco e de repente, gente, é muito comum chegar eh formiga dentro do espaçador e a mãe não viu porque como o catarro, né, ele tem glicose, né, e as formigas adoram. Então ali a mãe nem abre às vezes e Fica, mas tinha uma quantidade de formiga, mas inalada, né? Eu tô brincando, mas isso pode acontecer, né? Ainda bem que se não tiver a válvula ali, né? A válvula pelo menos trava isso aí. Uma vez inusitadamente, eu sempre abro o espaçador de alumínio, né? E quando eu abri o espaçador, gente,
tinha uma nota de R$ 10, o menino tava colocando, pensando que era o cofrinho. Aí a mãe tava fazendo a medicação porque ela não tinha visto que ele tinha Colocado a nota de R$ 10 lá. Eh, pena que a foto não tá aqui, porque eu tirei uma foto despistadamente, mas tirei. Então, eh, o material para mim que eu eu particularmente gosto, que tem carga eletrostática, sim, tem aderência da partícula, um pouco da partícula, mas não é tão significativo quanto eu não consegui ver a medicação sendo inalada, tá? como é acontece na transparência. Eh, essa esse
método da gente colocar eh O spray dentro da água, eu queria que vocês eh esquecessem um pouco disso daqui, sabe? Eu não gosto muito disso não, porque acaba ficando eh podendo entrar a medicação eh dentro do do frasco, né? se você a água dentro do frasco eh ia acabar atrapalhando a eliminação da medicação. Então a gente tem que ter o a mãe tem e não sabe olhar porque a gente consegue perceber quando tá mais vazio, né? Mas a mãe quer saber se tá, porque às vezes chega criança com Medicação eh fazendo lá na urgência. Eu
já vi residente me falar que eu não tava melhorando, não tava melhorando. Ah, que eles foram ver o spray da mãe, tava sem medicação. Então, pode acontecer isso. Ela tem dúvida, coloca. Não tem assim, não é bom ficar fazendo isso com tanta frequência. Ou então passa aquele papel filme, né, em volta, um plástico para poder eh testar para não entrar nada ali. Mas eu fico com medo até desse papel ficar ali. Então assim, desse eh Papel filme também ficar ali. Então assim, tentar ver da melhor forma pra gente não precisar de ficar colocando direto isso
na água para ver se tem medicação ou não. Isso daqui é uma foto interessante, porque quando você deixa os, você acabou de agitar, tá, a bombinha, a medicação ela é o a medicação é branca, né? E o propelente transparente. Olha só, a medicação tá toda homogenizada aqui. A partir, passou um minuto, já começa a ficar a medicação Toda lá em cima e o propelente ficar aqui embaixo, onde tá a saída do spray. Aqui, ó, mais ainda, tá vendo? Onde tá a saída do spray? praticamente só tem propelente, a medicação ela sobe. Então, quando você eh
demorou lá eh 60 minutos, 1 hora sem agitar e deixou lá e para poder fazer a nova medicação e não agitou, olha onde que tá a medicação. O salamol tá lá em cima, tá? A medicação mesmo tá lá em cima. Aqui só tem propelente, então você dá praticamente Dose nenhuma pra criança. Vamos lá. Aqui é só para lembrar que o spray, quando você usa o spray, quando você agitou, misturou, a o a medicação, ela tem uma câmera aqui. Essa câmera aqui tem a quantidade certa de medicamento, por exemplo, 100 microg, que é no salbutamol. Na
hora que você aciona essa quantidade de medicação, ela sai, só que ela sai as moléculas hum eh envolvidas no propele. precisa de se ter Essa distância, né, mais ou menos de uns 4, 5 cm na atmosfera para reduzir o tamanho, evaporar e as partículas ficarem individualizadas para poder chegar dentro do pulmão, ser partículas respiráveis, que é de um a 5 micra, elas precisam de reduzir a velocidade também. Então, o fato de precisar de uma distância para eu poder fazer o spray quando eu faço sem espaçador é por causa disso. Precisa de as partículas passarem pela
atmosfera aqui para reduzir o Tamanho e reduzir a velocidade, tá? Aqui, gente, é para lembrar que o espaçador, olha que interessante, as partículas maiores, aquelas que ficariam todas dentro da boca, elas ficam no espaçador, tá? O espaçador para mim é essencial. Toda bombinha deveria de ser vendida com espaçador do lado. Isso aqui jamais ser feito direto, né, na boca de criança ou idoso que não consegue ter a técnica certinha. Agora, um adulto que se recusa a usar espaçador, porque eu Não entendo porquê, mas fazer essa distância aqui, tem que ter essa distância. Então, agita o
spray, tá? O jeito de fazer é você agitar bem, pera aí, agitar bem o spray. Você dá esse espaço mais ou menos 4, 5 cm, tira a tampinha, solta o ar todo, começa a puxar, aperta, segura, conta até 10 e depois respira. Esse é o jeito de fazer sem usar o espaçador. Aqui é só para poder não convencer Vocês, tá? A em quanto em quanto tempo lavar o espaçador? Já vou falar aqui. Lavar o espaçador. Gente, pensa, eh, essa câmara ela tem ela tem uma carga eletrostática ali, então é o ideal que você lave menos.
Então, essa parte aqui do espaçador você deve lavar menos. Sabe quando às vezes fica aquela película branca, não é sujeira, que é da própria medicação que impregnou. Isso é ótimo, porque aí não vai atrair mais partículas. você não vai perder Medicamento no na questão dessa estática lá do plástico, sabe? Então vocês não precisem de lavar com tanta frequência. Então a cada 15 dias, 30 dias, depende do uso da criança também, né? Agora, a máscara ela deve ser lavada com mais frequência, mas ela é tranquila, porque aqui você não pode de jeito nenhum e ficar esfregando
coisas aqui, porque senão você aumenta a carga eletrostática aqui. Então é, às vezes precisa de usar uma bucha, uma bucha macia e depois de Você fazer higienização, a higienização depois que você faz com detergente neutro e de casa só detergente neutro, lá na para reutilizar no posto de saúde, você tem que usar hipoclorito de sódio, né? Aí esse esse o o detergente neutro que é usado em casa, vai lavar normal. E depois que você faz a lavagem normal e enxagou, você vai pegar a câmera, né? Então você pega a câmera do espaçador, você tira a
máscara E esse daqui também. Você pega a cama e deixa ela mergulhada numa solução de detergente. Qualquer proporção? São duas gotas para 1 L de água. Deixa lá mergulhar durante 30 minutos. E isso vai fazer com que faça uma camada aqui que faz ser igual o espaçador de alumínio, não vai aderir mais as partículas porque ele faz aquela camada protetora da estática, tá? Do que o plástico tem. O detergente libre essa carga eletrostática. Então é a cada 15, 30 dias lavar a câmera e a máscara, dependendo se tá suja, pode lavar com mais frequência, tá?
Eh, a técnica inalatória, gente, olha, isso aqui, só para vocês terem noção como que alguém fala que tá usando direto na boca. Olha a quantidade de medicação que fica na boca, fica no isôfago, fica no estômago e pouco fica realmente no pulmão. Fica para tudo quant lugar, né? menos realmente no pulmão e com o espaçador praticamente Não fica nada na boca. A importância de se usar por causa do corticovide para evitar eh moniliase oral, afita na boca por causa do corticovide usar sempre o espaçador, tá? Eh, aqui é só para eh chamando atenção. Olha só,
um brôquio, quando é um brônquio asmático, inflamado, sem controle, sem corticó inolatório, sem tá controlado, imagina a hora que vocês vem aqueles pacientes que chegam, principalmente Adultos cansados, ficam falando entrecortado e para eles a vida tá normal, né? Ó o brônquio como é que tá? Não tá normal mesmo o brônquio. Olha o epitélio brônquio todo assim e irregular, né? destruído. Imagina, gente. Por isso que eu falo com vocês, olha, numa inflamação que tá assim, tá desse jeito. Então, num paciente que inflamou e eu não cuidei da inflamação e esse brôquio tá assim, vocês concordam comigo
que se ele é asmático, se ele é Sensível, aqui tá muito mais exposto aos alergênos entrarem aqui? Então, depois de uma crise, a gente tem que ter muito cuidado com os cuidados não farmacológicos, né, que é o evitar os gatilhos, porque aqui tá muito mais exposto. Por isso que eu falei com vocês, o que que é que prediz que ele vai ter uma nova crise? A o fator mais importante, ai meu Deus, ele pode ter uma nova crise, ele ter tido uma outra atrás. E eu não tive esse, não Resguardei esse brôquio. Do jeito que
ele tá inflamado, eu não usei o corticovide aqui, eu não protegi. Então os alergênos entram com mais facilidade, desencadeiam mais eh inflamação e aí a exacerbação vem. Esse daqui já é um brônquio já após o uso de corticoide inalatório. Olha como que o epitélio fica, tá? Então assim, eh, quando a gente usa o cortico inalatório, ah, é corticogose, tem efeito colateral, mais efeito colateral é a predinisolone e a Gente tá diante de uma uma doença que é inflamatória. Nós temos cuidado dessa inflamação, tá? aqui, eh, pra gente eh para eu lembrar assim a importância de
não retirar o oxigênio durante a inalação com beta 2 de curta duração. Então, menino tá como a não é toda criança, tá gente? A criança que tem eh que eh tá bem, que não tá com esforço tão importante, que você avalia que ela não precisa de usar oxigênio, aí você pega, Bom, você vai fazer o spray lá, você não precisa preocupar com oxigênio, mas imagine aquela criança que já está necessitando de oxigênio. Eu vejo muito isso e vi ultimamente que eu fui na urgência. o pessoal fazer aí tá lá o menino com a cânula nasal
usando oxigênio, né? Aí vai fazer o spray, tira o oxigênio, coloca a máscara aqui para fazer o spray. Não, você não pode tirar o oxigênio no momento que você tá fazendo o spray. Você tem que deixar o o Oxigênio aqui e fazer o spray por cima, o oxigênio no nariz. Se a criança estiver usando oxigênio, você não pode retirar o oxigênio quando ele vai fazer o spray. É isso que é a mensagem que eu quero deixar aqui. Aqui, se vocês observarem, olha, aqui tem um brôquio, então tá em crise. Em crise tá o quê? O
brônquio tá obstruído e o vaso também obstrui porque tá indo pouco oxigênio. Compensatoriamente O nosso organismo faz uma vasoconceção. Isso. Essas duas coisas andam juntas. Quando você usa o sabbutamol, o que que o sabbutamol vai fazer? Vai relaxar a musculatura. A musculatura relaxou, mas se o menino estiver grave, o que que eu falei? A parede tá muito edemaciada. Por mais que eu tenha relaxado, eu não consigo que passa maior quantidade de oxigênio, porque a passagem tá igual quando tava ali, vai demorar um pouquinho para essa Inflamação, para desinflamar e o a quantidade de oxigênio passar
de uma forma adequada ali. Só que o que que acontece? O salvutamol também é vaso dilatador. E essa vasodilatação não tem edema, não tem nada aqui para poder simplesmente relaxa que tem a vasodilatação. Então o que que acontece? faz uma vasodilatação em locais aonde que não está chegando Oxigênio ainda o suficiente. Então, passou, tá passando o sangue aqui, mas não tá sendo oxigenado de forma adequada. Aqui, ó, dá uma cananose perioral na hora que você tá fazendo. Então, menino grave é oxigênio o tempo todo, inclusive durante a administração de beta2, tá? Aqui é o risco
que eu agora que a gente fala sobre a questão de usar o beta 2 isoladamente, o perigo de se tratar a crise só, só o beta2, isso é muito de Antigamente, né? Porque hoje a gente já sabe que é inflamatório que a gente tem que atuar com não corticovide sistêmico, mas a gente sempre pensar que a gente tá dando broncodilatador, a gente dá o corticoide junto. Por quê? Se você usa só o beta2 de curta isolado, você não trata a inflamação subjacente, o risco de pior morte por asma. A gente sabe que se usar mais
de que quatro frasco no ano de sabotamol é um risco de morrer, tá? mais de um frasco por mês Tem risco de exacerbação grave, sabendo e lembrando que mesmo o paciente com asma leve pode ter uma exacervação grave. Então, a gente não atua só na questão do controle da doença, mas a gente tem que também saber orientar quando tem exacerbação, o que fazer, porque pode ser uma exacerbação grave, mesmo ele estando super bem controlado. O risco de pior morte, a redução do efeito com o tempo. Já viu aquelas mães Que falam assim: "Nossa, oamol não
tá fazendo mais efeito". Só saber, tá usando só sabotamol, porque quando você usa com o corticovide, você não tem essa redução na regulagem dos receptores. Quando você usa só o beta 2, tanto você usar, você tem uma regulação para baixo do número de receptores. E na hora que você precisa usar o beta2, você não tem quantidade de receptores ali para responder ao beta 2. Então essa foto aqui é de um paciente meu que veio do Interior, veio com a bombinha dele, ele estilizou, né, ela, né, ó, como é que ele fez isso daqui era para
que ele ficasse com mais comodidade, mais era mais confortável para deixar dentro do bolso, porque ele só usava isso daqui. Ainda bem que ele chegou pra gente poder usar o corticó de inolatório, porque em um momento aí ele não ia responder mais ao beta 2 e poderia vir a óbito. mascaramento do agravamento da asma, né? Porque você tá lá usando, aí eu uso todo Dia o beta 2, eu acho que eu tô me sentindo bem, eu tô sem sintoma, mas o que que tá acontecendo lá? inflamação. Numa hora essa inflamação exacerva, o beta2 não vai
conseguir sozinho. Teria que ser o corticoide, às vezes pode levar um agravamento dessa asma, essa inflamação ficar cada vez pior. Como você usando o cortico inalatório associado, você alivia mais rápido a os sintomas, você trata a inflamação e você reduz o o risco de recorrência de morte, Tá? Isso é o fundamento, por isso que a gente usa corticoide inalatório associado ao betta do mesmo em step um. Aqui é só dando uma pausinha sobre a questão da deposição. Eh, quando você usa o spray com espaçador, que a gente já viu como é que fica. E aqui
com a nebulização, tá vendo como é que dá? Só não dá e fica mais centralizada a deposição, sendo que a doença, a asma, ela é mais periférica, sabe? E aí a deposição e a resposta é Muito menor com a nebulização. Mas eu vou falar da nebulização, mas não gostaria, né, que ninguém fizesse nebulização. Ah, vai fazer nebulização para quê, né? Nebulização era um método que a gente tinha antigamente, que é uma coisa mais passiva, né? E tal. Hoje com os espaçadores que a gente tem, com spray, sabendo fazer a técnica correta, não tem necessidade. Diante
da necessidade de fazer nebilização, sempre lembrar que você não pode fazer um Volume qualquer. Você tem que fazer e e a gente lembrar, né, gente? Porque assim, o o povo na hora que tá fazendo nebulização é é muito interessante quando a gente vê fazer nebulização na na urgência, né? Porque fica um do lado do outro ali com a máscara lá fazendo nebulização, né? Aí fulano falando com outro fica assim: "Pois é sor, você não sabe fulano de tal volta e fica assim, coloca, tira, coloca, tira e às vezes não coloca e não adapta bem. Se
você Afastar, se você afastar a máscara, olha que ridículo isso daqui, né? Tá indo tudo nos olhos da criança, né? Eh, se você afastar um pouquinho a máscara, 1 cm, você perde 50% da deposição pulmonar. quando se afasta 1 cm do rosto. E eu nunca vi nebulização sendo feita direitinho lá nas urgências. Então, e fora isso, né, que tá afastado aqui, se você afastar aqui, ó, a medicação, você tá perdendo a medicação de Deposição e você tá respirando e jogando o vírus para tudo quanto é pessoa que tá ali, o aerosol, né, vai ficar ali
suspenso os vírus todos e a contaminação no sala de observação até no centro de saúde. Então eu não recomendo, mas lembrando que se for extremamente necessário, que é em 3 ml de soro, é uma gota para cada 2 kg de peso, no máximo de salão. Aerolin, a gente usa no máximo 20 gotas. Eh, E agora eu queria fechar com vocês com a questão do nariz, tá? O nariz, gente, é extrema. Eu que eu tô fechando com ele, mas talvez para poder falar que ele é o nosso ator mais importante nesse tempo aí de ar mais
seco e mais frio, porque é ele que faz esse aquecimento do ar, que faz a filtração e umidificação desse ar. Lembrando que o olfato, como é importante, né? Quantas e quantas pessoas perderam olfato na COVID. Eu tinha pavor quando eu tava com Covid de Perder o olfato. Eu devo ter perdido o olfato por umas duas, tr horas, depois voltou, graças a Deus, porque o olfato ele tem muita relação com a questão da memória, sabe? Eh, é o único o único sentido que tem uma relação direta. Ele não transita por nenhum outro lugar, ele vai direto
ali no cérebro, em determinada área. Você viu um cheiro de alguma coisa, imediatamente você já lembra da sua avó que era o cheiro da broa de fubá e tal. Você já liga com Ela, já liga com várias coisas, porque tem uma ligação direta com a memória, tem uma ligação diminuir o estresse também. Quando você respira pelo nariz, você faz um fluxo melhor paraas suas áreas de memória, de cognição, tá? Eh, a narina esquerda, ela tem mais relação com o hemisfério direito das emoções. Então, quando você e tá estressado, você puxar três vezes pela narquida, você
vai ver que você vai sentir mais alívio do que puxando com o Nariz todo ou puxando o ar com boca aberta. Vocês vão ver que é diferente. Quando os bebês são expostos a roupas com odor das suas mães, eles param de chorar. E tem trabalho mostrando que lactantes parecem preferir sabores aos quais são expostos durante a gestação pela dieta de suas mães. Então eu eu costumo brincar, falar assim: "Como que a mãe chega e ela fala assim: "Nossa, meu filho não come nada, ele não come cenoura, ele não comeu uma fala". Mas Você não comeu
com gosto durante a gestação? Se você tivesse, se você durante a gestação, a gente trabalhar com as mães, né? Olha, se você quiser que seu filho come bem, come gosto uma cenoura, mesmo que você não goste, vai comendo e adaptando esse hábito que você quer que seu filho come cenoura, você come durante a gestação e come gosto, porque ele vai sentir perceber isso quando na na cência vai ver que ele vai gostar de Aqui são os benefícios, né, que o nariz faz, gente. O nariz, ele tem estudos que indicam que ele pode aumentar as concentrações
de óxido nítrico o seu nariz, seu nariz e seis da face produzem gás antibacteriano, antiviral, anticogulhante chamado óxido nítrico, tá? E aí você tem isso, ele aumenta a captação de oxigênio, tem vários benefícios e ele aumentando a captação de oxigênio dilata os vasos sanguíneos, o que pode ajudar a reduzir A pressão arterial. Então a gente eh tem atenção com essa respiração nasal, né, que ela é simplesmente menino tá respirando de boca aberta e você deixa lá a gente correr atrasa que a gente pode ajudar. Então a gente lembrar que as vias respiratórias elas estão em
constante contato com o meio ambiente. A gente pergunta: "Ué, por que que a gente não vive doente já que a gente, essa exposição é constante aos microrganismos, né? É lógico, você tem As barreiras físicas, que são os mucos, né, da vias respiratórias, os cílios, o sistema imuninato e adaptativo, a memória imunológica, o equilíbrio da microbiota. Chamando atenção, gente, como a gente estraga microbiota quando a gente usa antibiótico no primeiro ano de vida, sabe? a gente pensar duas vezes quando a gente começa a ver infecção de garganta com menino de um ano e aí você sabe
que eh o estreptogóco do grupo B você não tem nem receptor na garganta Até um ano, 1 ano e meio. Como é que você vê a garganta vermelha? A gente tem que pensar, primeira infecção é viral, né? Pode ter uma infecção bacteriana depois, mas normalmente esses meninos, ah, vou pensar em em febre reumática, menino maior, né? Porque as meninos pequenos acaba se entrando com antibiótico e atrapalhando a microbiota. Aí começa a ter até sibilance por alteração do equilíbrio da flora. Vacinas que é importante, os estilos de Vida, sono, alimentação, atividade física, a higiene, a exposição
limitada, se reduzir a quantidade. O menino tem dois meses, vai sair com ele para uma festa. Não, você tem que evitar, principalmente nessa época do ano, pelo vírus social respiratório, rinovírus, que simplesmente dá uma corizazinha no seu nariz e faz um arraso no pulmão de uma criança abaixo de 2 anos, em especial criança abaixo de 6 meses de vida. Então, o nariz, né, eu brinco que O que que você faz quando ninguém te vê fazendo, né? Antigamente metia dentro do nariz e tirava aquela massinha meio cinzenta, quem nunca experimentou, né? Aí eu brinco e falo
assim: "Se não experimentou, não sabe que tá perdendo, porque isso era ser criança, né? E o fato da gente, dos meninos limparem o nariz e fazer isso, houve até estudos antigamente falava assim: "Olha, melhora a imunidade porque você tira e você infecciona menos porque você tá Limpando." Hoje, em vez da gente limpar o nariz assim, a gente lava o nariz com soro, né? É muito mais do que um simples condutor de ar, que ele prepara o ar para não agredir as vias respiratórias. Ele deixa o ar puro, quente e o ar úmido. Lembrar que a
composição desse muco nasal, gente, ele é muito água, tá? Então a gente tem que estimular as crianças desde pequena, a mãe durante a gestação beber bastante água e depois quando já Tiver em na época da vida dele que já começar a introduzir outros alimentos, a gente começar a estimular da água, sabe? Porque 90% 95 do muco é água. Então se você não bebe água, esse muco vai ficar preguento, né? vai ficar aquele muco mais viscoso, com mais dificuldade de ser eliminado. E nesse muco nasal você tem glicoproteínas, você tem material inorgânico, se tem proteína plasmática,
se tem imunoglobulinar que é importante Anticorpo de mucosa, você tem as lisosinas, lactoferina que tem atividade bacteriostática e bactericida. Então, gente, vamos prestar, vamos ter atenção com relação a essa questão. A lavagem do nariz é necessário a a gente ter prudência e ah da a gente não lavar demais o nariz, porque quando você lava demais, você lava tudo isso, que é o mecanismo natural da via respiratória de se proteger, né? E lembrar, gente, que os cornetos nasais eles estão aqui para fornecer uma certa resistência pro ar passar. Porque para fazer tudo isso aqui, o nariz
tem, o ar tem que passar com uma certa velocidade reduzida, uma certa resistência para poder ir fazendo essa limpeza, umidificando, aquecendo esse ar, né? Eh, e ele precisa de passar por ali. Então, o nariz é uma forma de respirar adequadamente até para poder segurar e proporcionar esse ar mais adequado. Aí Fala assim: "Devo lavar o nariz do meu filho todos os dias, mesmo se não tiver secreção?" Aí você tem que responder. Se você lavar o nariz com soro fisiológico com frequência, você pode acabar removendo a secreções naturais que ajudam a manter a o revestimento nasal
úmido. E isso pode levar a um ressecamento, desconforto, irritação e até sangramento, tá? É um bom senso. Tá precisando, eu lavo, né? Aqui é um vídeo que é interessante, eh, é a gente ver o mecanismo ali dos cílios e da secreção, segurando todos esses vírus e essa eh essa impureza do ar, né? são as células eh calfómicas que produzem o muco. Então, os cílios movimentando e aí o muco que tá ali sempre presente. E esse muco vai varrendo, né? Ó lá os vírus, as impurezas que estão ali, ele vai varrendo. Como é que ele faz
essa varredura aqui, gente? A a da narina. O Que que é o movimento ciliar? Esse movimento é para lá, pra garganta. O movimento do cílio do nariz é pra garganta e do pulmão aqui pra garganta. Tudo vindo aqui pra garganta, né? Pra parte da farine. Então, quando você lava o nariz e a mãe fala assim: "Agora ele já sabe, é só o nariz." Nunca ensine seu filho a só nariz. Isso não é algo natural. Quando você lava o nariz, você tem uma tendência a soar para poder Tirar. Não. Quando você lavou, você tem que fungar,
você tem que puxar o ar, porque aí você acaba de lavar e se ainda tiver alguma secreção ali, você engole o cospe, né? Mas você faz o movimento que os cílios fazem. Os cílios saem a secreção, né, daqui e joga lá para pra farinha. Então você tem que fazer isso também. Se você ao acaba levando alteração no ouvido, né? Você dá até aquele estalo no ouvido e às vezes infecção Aqui, gente, é para mostrar esse mecanismo de defesa. Então, o ar tá passando normal. Aqui você tem a cavidade naval. Aqui você tem a faringe, né?
a naso faringe e aqui atrás tá a adenoide, né? Aqui tá a amídula. Então na hora que o ar tá passando, ele primeiro é o ideal ele passar por aqui, ó. Tudo vai sendo segurado, bactéria, vírus, que não deixa a gente se infectar ou levar para ver. Tem gases, tem muco, tudo para fazer a limpeza desse ar. Se esse A conseguiu passar aqui, ele vai também irritar essa adenoide. de adenoide aumentando. Aqui tem o orifício que tem contato com o ouvido. Se essa adenoide aumenta, ela tampa esse orifício. Aí começa a não ter drenagem adequada
do ouvido. A limpeza normal e natural do ouvido. A secreção fica acumulada no vila, onde que tem no ouvido. Entãoonde que tem essas infecções repetidas e menino que tem o Tite de repetição, você tem que investigar. Provavelmente esse menino é respirador oral. Aqui tá tudo obstruído, não passa nada por aqui, tá obstruído esse essa esteo eh da tuba eh farinja, você acaba levando a infecção de ovinho de repetição ou então aquelas amídalas gigantes, né? É porque a criança não tá respirando por aqui, tudo tá vindo aqui, parando aqui nesse tecido linfóide, aí vai aumentando tanto
eh a as questões infecciosas como os alergênos também são Capazes de fazer esse esse aumento da amíula e da adenoide. Como devo lavar o nariz do meu filho? Gente, você deve deixar a criança sentada ou a criança pode ficar em pé também, mas o ideal é ficar sentada. Ela tem que tá no, o ideal no colo da mãe ou sentada é a mãe fazer com a cabeça um pouco paraa frente, levemente posicionada anteriormente. O adulto ele coloca a mão, então eu vou deixar um vídeo a mão assim na mandíbula Da criança e o resto encosta
na própria bochecha da mãe. E isso daí é um movimento. você faz a lavagem no nariz e lembrar que na hora que você lava o nariz, a gente tem uma tendência na hora de fazer assim da gente colocar nessa narina e inclinar para mesmo lado. Olha aí você tem uma possibilidade de ter motite com maior frequência. Então o que que você tem que fazer? Você tá lavando essa narina, você inclina pra frente, pro outro lado. É o lado Contrário que você tem que inclinar a cabeça em relação à narina que você tá sendo eh você
tá jogando o soro. Então, quando você olha eh eh vamos falar assim, você vai jogar o soro na narina que tiver mais alta, tá? Então aqui, ó, na narina que tiver mais alta, porque aí você sabe a posição da cabeça. Eh, quando tá em pé, você projeta o tronco pra frente e rotaciona a cabeça, igual eu falei, a lavagem do nariz, essa criança aqui, Pera aí. Aqui, ó, a mãe foi lá, ela encosta a cabeça, né, a bochecha ali para firmar. Só precisava de um paninho, né? Mas vocês viram que ela inclinou a cabeça pra
frente e joga o soro e a criança ali feliz da vida, né? Aqui, gente, eu deixei para vocês sobre a Sociedade Brasileira de Pediatria, ela colocou a quantidade de volume, qual o método que você faz melhor para poder Lavar o nariz por faixa etária? Isso é uma dúvida muito comum, né? Então, por exemplo, menor que 6 meses, você vai usar a seringa de 1 ml, tá? 1 ml em cada narinha. Se você for usar o spray, o spray é quatro a seis borrifadas em cada narina. Eu falo sempre assim, não adianta você ficar lá usando
spray um jatim. Você, se o menino tá com a secreção ali, coriza, você vai sufocar ele, afogar ele, você vai jogar mais soro sem lavar. O mecanismo do soro é a Lavagem. É como se fosse uma correnteza de água. O volume e a velocidade é como se fosse uma correnteza de água. Vou fazer uma limpeza, uma lavagem mesmo. O jato contínuo é aquele que você aperta e segura. Enquanto você tá segurando, o jato vai desgando. Então você segura, por exemplo, um jato durante 3 a 10 segundos. A frequência é de duas a três vezes ao
dia. Isso menor que 6 meses, tá? Pra criança de 6 meses a 2 anos, você usa a seringa, vocês colocam um Volume maior. Olha a variação, gente, de 3 a 20 ml. F assim: "Ah, Geraldo, mas você me falou para eu poder fazer o com uma seringa de 5 ml." Aí com outra pessoa falei: "Não, eu faço 10 ml." Gente, é bom senso. Lembra? Vocês olham o tamanho do nariz da criança. Então, assim, você tem que lavar esse nariz todo. Aí, se você acha que 3 ml nessa idade tá ser suficiente, você usa 3 ml.
Senão você vai usar uma um volume maior. Você pode usar até 20 Ml nessa idade, tá? O jato contínuo é do mesmo jeito, dois a três vezes ao dia. Agora, os maiores de 2 anos, o que que vem diferente? O volume da seringa é basicamente a mesma coisa. Pode chegar aí de 5 a 20 ml. A o o spray também do mesmo jeito. O que faz diferença é esse de alto volume, que eu acho assim espetacular, inclusive uma experiência própria que eu tive. Eh, ele é um frasco, né? Eh, esse daqui eu coloquei essa marca
foi a primeira marca no Mercado. Agora tem várias marcas, tá? Eh, pegar, eu falo: "Calma, esse daí não tem problema ser genérico, né? Eh, tem mais baratas". Então, ali vem os chasinhos, né? Com a quantidade certinha para você diluir no infantil em 120 ml e no adulto 240 ml. Então, você pega o frasco, você faz a mesma coisa, né? sempre ter o cuidado para não ser desse lado. Se for assim, é virar sempre e jogar sempre na narina que tiver mais alta. Aí você joga e é bom porque ele Não vai com uma velocidade porque
a seringa agora tem umas seringas que elas têm uma retenção, então você não consegue fazer uma força muito grande, porque senão você faz com a seringa uma força muito grande, você machuca a narina, né? Porque aquele fluxo é estreitinho a saída de se o nariz já tá friável ali, pode sangrar. Eh, e outra coisa, né, com a com a seringa, você introduzindo aquela ponta da seringa, pode machucar que o menino mexe demais, Machucar. Esse daqui não, então ele não entra na narina, então ele fica assim e a velocidade com que você aperta não machuca, tá?
Então eu acho excelente, mas é só acima de 2 anos. Sem quem nunca não teve essa pergunta, né? Como aumentar a imunidade do meu filho? Ele precisa de vitamina, doutora, né? Então assim, a gente lembrar sempre as mães, a primeira coisa, a gente na pediatria, né? chamar a atenção sobre a questão da vacinação, alimentação Saudável, o hábito de beber água desde cedo, estimular isso, porque a criança, principalmente a criança em famílias de alérgico, lembra que ele sempre vai ficar com aquele nariz mais ruinzinho, o muco vai estar ali o tempo todo. Quanto mais fluido esse
muco, melhor, sabe? Eh, a importância do sono, a ler para uma criança, isso é o que eu sempre falo, esse conjunto aí, né, esse tríade amoroso, né, entre alguém e um adulto que ama criança e um livro para Intermediar é tudo de bom, né? Eh, atividade física, o ar livre. Eh, e a gente correndo os riscos aí dos riscos do dos eletrônicos, animais, alimentos processados, os jogos eletrônicos, a exposição à fumaça de cigarro, o ambiente do quarto e as aglomerações, né, evitar nessa época do ano. E esse ambiente do quarto, né, a gente sempre lembrar
de pelo menos retirar os animais de estimação do ambiente do quarto. Quais crianças têm maior risco de infecção? gente, aquelas que têm um sistema imunológico, você sabe que ele, esse sistema imunológico, ele vai fazendo ao longo do tempo, ele vai eh sendo desenvolvido, então na no extremo da infância e lá no outro extremo da idade, que é o idoso, a gente na infância que ainda não desenvolveu completamente, não amadureceu esse sistema imune. E no idoso, quando ele já perdeu esse sistema imune que seja Eficaz. Então, os menores de 6 meses, dependendo muito das defesas transmitidas
pela mãe, os prematuros, os desnutridos, as doenças crônicas, cardíaca, pulmonar, sistema imune, fatores genéticos, maior exposição e fatores socioeconômicos também de mais higiene, mais moradia, né? E aí é só agora para poder terminar, a gente falar um pouco sobre essa questão. A obstrução nasal é muito comum, muito frequente. A presença de muco, a passagem estreita no Bebezinho, sempre pensando na questão do bebezinho, né? Passar, presença de muco, passagem estreita, sistema respiratório se adaptando ao meio externo, um ambiente seco deixa mais muco espesso, a respiração predominantemente nasal, tudo isso eu tô falando do bebezinho. E diante
do bebezinho, quando você o que fazer quando um bebê de 3 meses tá com uma obstrução nasal? Primeira coisa, se certificar se há algo, algum outro fator de risco da idade, além da idade. Então, Assim, a idade tá ali, 3 meses, já é um fator de risco. Tem alguma outra cardiopatia, qualquer outra coisa que uma doença crônica que favoreça a a um pior desfecho dessa obstrução nasal, ficar em alerta. Sem outros sintomas, você vai orientar o quê? Lavagem nasal consoro fisiológico. Chegou com obstrução nasal, você fala assim: "Olha, pode ser uma virose, tá começando, lava
o nariz com soro". Gente, a única observação que eu tenho que fazer aqui Com vocês, isso é importantíssimo. Atenção aos cuidados aos menores de 6 meses, que agora nessa época do ano é os casos de bronquiolite. Primeiro a mãe vai chegar e vai falar: "Doutora, começou com uma coriza, uma febre baixinha, uma tossezinha de vez em quando, uma coisa bem leve e o menino ótimo, mamandoo, tá tudo bem com ele, com ótimo estado geral". Aí você só fala com a mãe, fala assim: "Ah, só lavar o nariz e tá tudo bem, é uma virose, daqui
A pouco passa". Hã, os menores de 6 meses, essa época do ano, além de falar isso, que realmente pode ser uma virose e que realmente tem que lavar o nariz, manter a observação, vocês têm que falar paraa mãe e o pai, os responsáveis estarem alerta ao terceiro ou quinto dia para vigiar o esforço respiratório. Tem que ficar alerta, porque no terceiro pro quinto dia você pode ter um quadro de bronquiolite. Quer dizer, o vírus estava aqui no nariz, enquanto tava Aqui, obstrução lavar nasal lavar o nariz. Só que nos meninos menores que 6 meses, menores
que 2 anos, em especial menores que 6 meses, esse vírus ele sai do nariz e vai pra via inferior, causando a bronquiolite. E é de uma hora para outra, os meninos pioram e deixam de oxigenar. Então eu falo que o vírus cenicial respiratório, ele tem um um processo que eu brinco porque ele tem toque, ele sabe, ele ele faz o ciclo dele exatamente certinho. Normalmente Vocês vão ver, todos os casos vão ser assim, começa com uma coriza, um uma tossezinha, uma fé, fica um, 2, 3 dias, do terceiro pro quarto dia já começa uma tactineia,
um esforço respiratório e pode estar desaturando. Ele fica até mais ou menos o sétimo dia, ele fica num patamar de pior. Então, se ele chegou lá para você no sexto dia de sintoma, você não tem tanta preocupação quanto que ele chegou no segundo dia, porque você não sabe a evolução que ele vai ter. Mas Quando ele já tá lá no sexto dia, ele já tá no pico da eh da piora dele, da gravidade dele. E depois do sétimo dia, ele já vai só melhorando. Mas isso não quer dizer que a tosse vai desaparecer, ela é
a última a desaparecer. E às vezes, gente, você fica com quadro de bronquolite com o menino tocino, assim, eh, às vezes um mês tocino. E aí é assim, o menino vai para você, você diagnosticou, já passou aquela fase de pior, ele não vai Piorar mais, ele vai ficar naquele estágio e depois vai melhorar. Só se ele tiver alguma complicação, né? Mas pela bronqueolite só, ele vai ficar naquilo e vai melhorar. Aí você chega lá, às vezes o pessoal vai na urgência, usa predinizolona, aí não era indicação porque era tudo de bronquiol e era o primeiro
caso de sibilância a bronquiol. Tem sentido usar predinizol, mas usar. Aí ele volta lá para você e nossa doutor, já tem uma Semana e ele nada de melhorar. Você média a saturação tá boa, só tá com o nariz obstruído, já passou desse período que era de só piorar, agora ele vai manter e depois melhorar. Você pode orientar a mãe de manter só a lavagem do nariz, se por acaso tiver qualquer esforço, procurar a urgência para ver saturação de oxigênio, tá? Agora, às vezes o menino volta, aí se o menino tá torcindo ainda, vai lá na
urgência, recebe para isolones de novo. Então Sempre tá alerta disso. Olha, se o menino chega para você com dificuldade respiratória, por favor pergunte quando é que ele usou a última vez prediniz, tá? Se ele usou nesse episódio e não respondeu e tá do mesmo jeito, corticovide não vai adiantar. Você vai dar corticovide extra que só vai causar efeito colateral nessa criança, não vai causar efeito benéfico nela, não, tá? Porque bronquiolite não tem sentido usar corticide, inclusive pode piorar, tá? Eh, vocês talvez tenham alguma pergunta em relação a essa questão, já vou falar, ainda não chegou
pra gente, é o Nirvimab, que é um anticorpo monoclonal, tem uma indicação para imunização contra víruscial respiratório. Na primeira sazonalidade é para todos os lactantes até 1 ano, né? administração recomendada é um mês antes do período sazonal ou durante o período da circulação do vírus social. ajustes são possíveis eh Conforme a realidade epidemiológica local, mas ah na segunda sazonalidade, no caso, né, já passou um ano no segundo ali cursando pro segundo ano na segunda sazonalidade da vida da criança, né, é indicado apenas para as crianças de risco, as crianças que doença crônica, prematuridade, com necessidade
de suporte de oxigênio, fibrocistica, radiopatia não corrigida. e com repercussão hemodinâmica. A vacina conta vida social respiratório, só Lembrar que tem duas, tem a a Arexfi, ela é indicada para idosos, essa é só para idosos e a abrisvo é para idosos, gestante e pessoas com comorbidades acima de 18 anos. Não está disponível ainda, tá gente? Então é só mesmo para poder citar que existe ela. Inclusive assim, se você usa, por exemplo, a gestante é maravilhoso, né? Porque protege a criança aí durante seis meses. A criança nem precisa de receber. Eh, enfim, eu acho que eu
consegui ainda Dentro de um tempo que dá pra gente, vocês fizerem alguma pergunta aí para mim. Eu queria agradecer, desculpar, porque realmente não é minha praia usar essa tela na minha frente. Eu ainda sou, vou ter que aprender ainda muito, mas espero que eu consiga, eh, né, que eu tenha conseguido deixar alguma mensagem que seja importante para vocês estarem eh fazendo o atendimento dessas crianças. Gente, >> Geralda, eh, foi muito bom. Tem duas Perguntas aqui que não foram respondidas. Deixa eu só achar. Uma é sobre a recomendação de colocar a boca no quando for administrar
o salutamol. Pera aí que eu vou achar ele aqui. A técnica utilizada na bula do aerolim recomenda colocar os lábios no bocal. >> Uhum. É, gente, é algo que eu não consigo de jeito nenhum entender porque que eles fazem isso, porque eh, olha só, eu a única explicação que eu tenho é a gente Pensar assim, eh, o stray que a gente tem aqui no Brasil não é partículas extra finas, certo? A gente tem partículas finas. No exterior é partícula extra fina, então ela não vai ficar. Essas partículas elas já estão do tamanho adequado. Agora a
que a gente tem aqui no Brasil ainda não é essa. Então a gente não pode usar direto da boca porque você vai perder medicação. Essa é uma forma assim correta de se fazer. Se Você quer eh um primor mesmo na técnica inalatória, é desse jeito, tendo essa distância. Esse é o jeito corretíssimo. A pessoa não consegue, às vezes você usa aquelas aqueles tubinhos, né, de de borracha, né, uma mangueirazinha que às vezes vem algum spray para poder direcionar um pouquinho, mas para dar esse espaço. Eu concordo que seja dessa forma, por tudo que eu já
li de terapia inalatória e partículas eh da medicação, eu acho que é melhor pro paciente e Menos efeito colateral. Beleza. Tem uma outra aqui perguntando se você pode falar sobre o silêncio respiratório na crise grave de asma, >> tá? Eh, o que que significa o silêncio respiratório? Você viu que a gente tem um bróquio que tá estreitado? Ele tá estreitado pelo edema, pelo broncoespasmo. Quando você inspira, você aumenta o diâmetro ante posterior. Então você consegue, mesmo tando estreitado, você consegue abrir um Pouquinho com essa expansão que você faz do tórax. O ar entra. Quando você
vai expirar, o tórax já fecha e já está estreitado. Então, o primeiro osculta que você vai ter é do cibilo expiratório. Concordam? Porque na hora que tá estreitado, quando eu inspiro, eu consigo abrir. Não tem vibração de parede porque não fica tão estreitado, mas na hora que eu expiro aí faço bom. vai ficando cada vez mais estreitado. E tá tão estreitado e tão Edemaciado que quando eu inspiro e expiro, eu não consigo auscutar Cibilo porque não tem volume suficiente para passar nesse brônquio que faça a parede vibrar e eu escutar o cibilo. Eu não auscuto
o cibilo, eu escuto o ar passando, mas tá tão estreito que não vibra a parede para eu escutar o cibilo. Então eu escuto praticamente o silêncio respiratório. O silêncio respiratório é porque eu não escuto o cibilo, eu praticamente só Escuto um pouquinho de murmúrio, muito porque é o suficiente só para ele poder tá levando um tiquinho de oxigênio lá. Mas eu não escuto o cibilo, porque para eu escutar o cibilo, a parede tem que vibrar. Então tem que passar uma quantidade suficiente de ar para poder vibrar. Então, quando eu estou muito obstruído, nem eu fazendo
muita força, eu consigo abrir o suficiente para passar uma quantidade suficiente para vibrar a parede. É isso. Chama o Silêncio. Então o silêncio é quando agora, gente, uma pessoa para est em silêncio, ela tem que est importantíssimo. Você média de saturação dela tá super baixa, tá? Você não vai ficar só no silêncio respiratório, você vai contemplar com outras coisas, porque se ela não tá, o oxigênio não tá chegando adequadamente lá, a saturação dela tá baixa. >> Outra que a Natália tá pergun tá falando que no centro de saúde que ela tá, os Espaçadores já não
têm mais válvulas. Você recomenda providenciar a troca >> imediatamente, porque senão a gente não vai ter o efeito que a gente Agora, a gente tem que ter cuidado que uma vez uma colega pediatra, ela falou que as mães estavam chegando com espaçador sem a válvula, porque elas achavam que aquilo ali era algum lacre, que aí tinha que tirar pro medicamento passar. E o segredo do espaçador é a válvula. Então, na hora Que prescrever, a gente tem ter dar tem que dar essa orientação pros familiares que essa válvula é essencial e não pode perder nem na
lavagem, né, que às vezes perdem na lavagem. A Naiara perguntou se tem alguma cartilha que você que possa ser disponibilizada de orientações para entregar aos pais das crianças com asma. Você recomenda alguma? >> A gente tem sim eh essa cartilha. A gente pode passar sim. Eu tenho uma que Eu faço porque eh eu dividi numa folha A4, eu coloquei sobre a limpeza do espaçador, a técnica inolatória e o controle do ambiente. A gente pode fazer isso e distribuir para, viu, Isabel, a gente distribuir pra rede. E eu acho que essa era a ideia interessante de
na hora que a gente entregar o espaçador que a gente entregue com essa folha junto, sabe? Deixando a importância. Eh, >> acho que é legal sim. E acho que tem também eh também tem naquele nosso Fluxo, naqueles nossos protocolos, eles têm algumas cartilhas. Era até interessante às vezes você mandar pra coordenação da criança essa sua que às vezes a gente colocava lá também, porque acho que é muito interessante para viabilizar assim. Uhum. >> Mas de repente eles estão pedindo o arquivo, né? Às vezes podemos mandar para imprimir na unidade. Tô sugerindo aqui. Acho que assim,
>> você pode me mandar junto com o arquivo da da aula que eu disponibilizo também quando eu for disponibilizar o vídeo, o arquivo da aula, eu posso disponibilizar o o arquivo também paraa impressão. >> Sim, sim. Alguém colocou aqui como é importante demonstrar pra mãe. Ô gente, o ideal quando vai se fazer a terapia inalatória é fazer a primeira vez com a mãe e é ensinar para ela e ela fazer no próprio espaçador que pegou. Ou então, por exemplo, a mãe vai comprar na Farmácia o espaçador, ela traz até lá a turma da enfermagem que
é exper aí ensinar como fazer do que a mãe só ficar no papel também, tá gente? O gente, é muito interessante também. Até pus um comentário enquanto a Geralda tava falando que é muito importante fazer o treinamento na sala de com os profissionais que ficam na sala de urgência, né? Porque às vezes eles tiram realmente o tubo e balançam por fora, né? Então essas coisas que são pequenas, Mas que fazem a diferença. Ainda mais no momento de crise, é importante levar esse treinamento. Sim. >> Uhum. Concordo plenamente. A técnica inalatória, gente, adesão ao tratamento. 80%
dos pacientes que não eh tão controlados, eles estão aí, tá? Adesão e técnica inalatória eh inadequada. Eu tive um uma paciente que eu vale a pena eu salientar aqui, porque aí tem um, né, médicos Que trabalham com adulto. Chegou uma paciente para fazer a esperometria lá no ambulatório, eh, que eu fico lá no pampadrostar. Aí a paciente chegou, ela tava muito cansada, as meninas me chamaram para eu poder conversar com ela. Eu perguntei para ela: "Você usa bombinha? Como é que é sua asma, doutora?" Minha asma eu tenho ela há 30 anos. Eu moro na
mesma rua do supermercado, mas meus vizinhos Têm que ir no supermercado para comprar medicação, para comprar as coisas no supermercado para mim, porque eu canso de ir só no supermercado. Vivo indo na urgência, porque na hora que eu vou lá, eles fazem aquele ataque e eu melhoro, mas em casa eu não melhoro. Eu falei assim: "Qual medicação que você tá usando?" Ela tava usando medicação na época, era o clenil mesmo. Aí eu falei assim: "Mas quando você tá usando?" Aí ela me mostrou como que ela tava usando Direto na boca. Ela apertava eh o o
agitava assim, apertava o spray e fazia assim e segurava na boca. Eu falei: "Você sempre faz desse jeito?" faço. É desse jeito que me ensinaram a fazer. A minha vida inteira eu usei desse jeito e ela tava muito cansada. Eu peguei um espaçador lá e fiz a peguei a própria medicação dela e fiz no espaçador. Na hora que eu fiz, eu assim, não deu nem um minuto direito, ela tá Assim: "O que que você me deu, doutora? Que remédio que você me deu?" Eu falei assim: "Foi o seu remédio. Olha aqui, eu não tô com
remédio mais nenhum, mas eu tô respirando". Eu, olha, eu tô respirando, eu consigo respirar, o ar tá entrando. Não pode. O que que a senhora fez para poder? Eu falei, é o remédio, é o seu remédio. A única coisa que eu fiz diferente é porque você não tá usando de forma adequada. É com esse espaçador aqui. Eu Tinha até ganhado representante o espaçador. Eu dei para ela, ela me deu um abraço tão forte, sabe? Como se ela falasse assim: "Nossa, você salvou o resto da minha vida". 30 anos se perderam com alguém que não olhou
uma técnica inalatória. Então a gente tá atrás, gente, de imunobiológicos, uma expectativa maravilhosa para alguns pacientes asmáticos, grados, mas eu ainda acredito que a gente consiga controlar com o controle não Farmacológico, né? Com esse cuidado com o ambiente e a gente cuidando de cada detalhe, sabe aquele cheque list? vão fazer aquilo ali. Aquilo ali tá o segredo da gente deixar esses pacientes bem controlados pra gente ter o detalhe de cada coisa, porque às vezes a gente busca imunobiológico, a gente esquece que o saltamol tá sendo feito de forma inadequada e aí vai para uma exacervação
grave até pro topo, porque a gente deixa de se preocupar com as coisas mais Simples e vamos para umas coisas mais complexas. Então vamos fazer um checklist com caminho adequado. Primeiro técnica naória, adesão e vai. >> Eu até com uma ideia que veio em saúde eh Vila Leonina, né? Que às vezes junto com esse material que você traz, Geralda, a gente possa pensar numa caderneta para acompanhamento da asma, com crise de medicamento, alguma coisa mais simples pra mãe da criança ter e levar para onde for. Achei bem Interessante para trazer pra coordenação da criança pra
gente discutir a respeito junto com essas orientações que você traz seja interessantes. >> Eh, eu cheguei a fazer uma época inclusive, gente, porque, por exemplo, a mãe chega e ela não consegue falar com você, quantas vezes que ela usou a predinizona, quantas vezes foi na urgência, quantas vezes usou salutamol. Então, a caderneta era mais ou menos um Calendário, sabe? E nesse calendário a mãe só precisava de fazer um risquinho o dia que usou só tá mal, sabe? Fazer um risquinho quando usou o predinizona. Então era mais fácil paraa mãe. Então eu achei eh interessante. Talvez
eu possa passar essa ideia para vocês. Vocês tentar entender o que >> a Márcia aqui tá falando que precisa de treinamento para técnicos de enfermagem. Não sei se é com você isso aí, Isabel. Eu Posso passar isso para gerar ou não >> é algum centro de saúde específico, gente? Por favor, Márcio, se tiver ainda, escreve o centro de saúde. >> A Juliana perguntando se vai ficar gravado. Vai ficar gravado. Vai ser disponibilizado no site do EAD servidor junto com o material de apoio. >> Gentil Gomes. A Márcio, >> isso, Gentil Gomes. E a a Letícia
falou que o ideal seria para todos os centros de saúde. Conversar com amanhã de manhã. Então, muito obrigado, Geralda, foi muito bom novamente. Obrigado, Isabel. Lembrando para quem ainda tá aqui que essa esse projeto chama Conexões em Rede. A partir do mês de a gente a ideia é que faça um todos os meses. A gente começou com esse tema da pneumologia por conta da época. No próximo mês teremos um tema de reumatologia que é mais Relacionado à fibromialgia. E aí nós vamos fazendo mês a mês. Daqui a pouco a Isabel lá vai mandar para vocês
também para vocês darem opções de temas para que seja eh relevante para vocês também. Não é isso, Isabel? >> Isso. Eu quero agradecer agradecer geral foi cada vez que eu te ouço eu fico maravilhada. Muito obrigada por que isso? >> Eh, e agradeço também a todos vocês, gente, estarem participando e peço para Para ficarem bem atentos mesmo. Conexões em rede, a gente vai estar uma vez por mês andando de acordo com aquilo que vocês identificarem que é importante. É o que o Eduardo falou, né? Então, na próxima mês será fibromialgia, coisa dentro da e aí
assim que vocês forem mandando a gente vai selecionando algumas coisas para trabalhar com vocês, tá bom? Eh, eu queria só terminar agradecendo a atenção à criança, né, por esse convite, Né, e eu me coloco à disposição. Tô sempre lá no pampadroostác, né, que seja até coisas mesmo que particular, vocês podem entrar em contato comigo, terei imenso prazer em poder ajudar, sabe? Acho que a gente tá em controle saber que Belo Horizonte eh foi a primeira cidade no Brasil a ter um programa voltado à assistência pública ao paciente, a criança, né, asmática que começou pela criança.
É uma honra da gente saber disso. A gente não Pode deixar essa peteca cair, gente, porque assim, é muito lindo a transformação que se tem quando você eh consegue deixar uma criança ser criança, né? você permite que a criança se mantenha criança com toda a atividade dela e hoje é possível o contratamento que a gente tem e todo o recurso que a gente tem, né, não só pela prefeitura, mas na farmácia eh popular também a medicação tá disponível. Então agora é mesmo a gente atuar eh nessa Investigação, né, e nesse cuidado que é necessário nessa
criança, não só na questão farmacológica, mas na farmacológica desse cuidado do ambiente também, né, que é o que exacerba todas essas crises, a maioria delas. E nas viroses a gente saber como atuar quando tiver o quadro, que a gente não tem jeito de evitar não ser pela vacina e orientar todas as crianças a vacinarem aí, né? Então eu fico extremamente agradecida todos esses agradecimentos Que eu tô vendo aqui. Assim, eu fico lisongeada quando vocês me agradecem de eu estar aqui, que eu faço com muito prazer. Muito obrigada a todos que estão e que participaram. Obrigada
pelo tempo de vocês.