Bem-vindos a mais um dos nossos podcast e hoje vamos falar de muita coisa legal. Vamos falar de invasão, testes psicológicos, porque o que esse cara faz tem que ter um psicológico bom, não é verdade? Tem que ter todos os cursos mais conhecido como quem? O impostor da o impostor. Vamos falar de bastidores do Pânico, muitas histórias boas. Ah, mas eu já vi um podcast do Daniel que ele vai falar aqui hoje. É diferente. Exclusividade, bastidores de UFC. Que mais? É isso aí. Vai ter muita coisa, com certeza. Vamos começar a apresentar o dos nossos Daniel
Zuerman. Car, e trotes também, hein? Vamos passar trotes. Eu sei que vocês gostam de trotes. Hoje vai passar. Deixou na responsa já. Ele pediu, ele chegou que eu não quero passar trote, tô de boa hoje. Não sei que vai falar de ser muito honesto, principalmente com a sua audiência, que é uma das coisas mais insuportáveis no mundo, é dar entrevista de podcast, porque você não aguenta mais. Já mandou, já me quebrou na na mensagem. Bô, Verdun, tu tá fazendo podcast ainda, que bosta. Não, todo mundo tem podcast. Só que eu agradeço vocês terem me convidado
porque eu tô com três filhos. Qualquer desculpa para sair de casa. Três filhos. É mesmo, cara. Pode falar uma televisão se tu quiser. É, mas foi isso, cara. Pandemia. Depois eu fui indo atrás do outro, casei de novo, fiz mais dois. Mas é, amo muito meus filhos, é muito cansativo. Mas qualquer desculpa para sair de casa, cara, eu precisava sair, sabe? Tô com saudade, sabe, de pegar um ônibus para Santo Tamaro, chutar um anão, sabe? essas que a gente faz mesmo, porque ô meu a gente fez toda uma não armou, estamos uma semana e meia
armando, vamos fazer uma pegadinha, um cara que faz a pegadinha se vestiu, botou, car tinha tinha que armar para dar certo. Os caras eu chego aqui, o Verdum fala: "Ó, vai pro estacionamento que aqui o prédio é complicado". E é verdade. Quem já deu entrevista aqui sabe, insuportável. As pessoas da recepção tratam muito mal. Você falou para mim também, agora você fala na cara da Márcia que trabalha lá. Essa mulher aí, ela não olha na tua cara. Meu RG é 275, tá brincado? Mas eu entrei normal, o cara vim de táxi, casa, trânsito de São
Paulo e os caras tavam aonde? Tava esperando, tava esperando fazer a pegadinha porque ele ia ser como um valet, né? É, porque a história é a seguinte, na época do pânico, esse cidadão aqui na nossa frente, ele fez uma pegadinha com o ratinho, que ele se fantasiou lá de valid, colocou a boininha e tal. E aí o que que ele fez? Ele pegou o carro do ratinho, tenta botar aí do nosso aí do nosso carro. Ele foi num posto de gasolina, encheu o tanque do ratinho, botou um queijo lá de presente. Eu não acredito. E
aí a gente começou a pensar, falou: "Vamos fazer uma trollagem com o cara das trollagens, é o rei, né? O rei". Faixa preta. Faixa preta, o 01 inspiração inclusive para mim. E aí ele falou assim: "Não, vamos fazer isso. Descemos lá na garagem, botei meu meu término, pô. Fiquei triste que não deu certo, cara. Aí me manda mensagem verd, tô aqui em cima na na porta da tua sala. Fal, não acredito, velho. Estragou tudo. Não, a gente tinha pegado a placa de valeta, colocar por ó, calma aí, só para entender a ideia, você ia ser
meu valet, eu ia entrar no carro, ia dar a chave e aí você ia fazer o que? Eu tava lá, ia falar: "Não, dá chave para ele. Tá na boa, tá?" Aí, aí eu vou, eu vou pegar o que que eu ia fazer. Pera aí, pera aí. E aí, sei lá, o cara vai dar carro, não dar o carro para ele. A gente cont a gente contratou duas garotas, mandamos embora, né? Mandamos emboraas e aí contratamos as duas para fazer uma zoeira. Não, fazer uma zoeira, fazer uma peça no carro. Claro, a gente fazer uma
festa. A gente fazer uma festa no carro. [ __ ] merda. E aí foi engraçado porque elas ficaram, não tô falando sério, não é? Mas eu vou te pagar o cachê lá. Elas cobraram quanto? 45 pila cada uma. [ __ ] mas sem nada. Sem 45 pau e mais o calma aí, desculpa falar, mas com todo respeito, foram as primas mais baratas que você já pagou na tua vida, né? Fazer nada. Porque você lembra que a gente foi no [ __ ] Você deve lembrar dessa história Las Vegas? Não pode falar que você tá casado
agora. 99, 9 bota lá atrás. 99 em 2000. É, foi 99, 9. Eu já fui, aliás, é, é, também não sei se eu tava casado, se eu tava, eu me separei naquela época. Mas é, Las Vegas uma grande decepção, cara, para mim de de tioiro, né? Porque parece que é uma com todiva, não é uma [ __ ] em 3D, né, cara? Você não faz nada, né? Você não tem uma, a mulher dança, mas você não pode encostar, né? O mundo mudou e eu também não sou a favor desses lugares, mas uma vez eu fui
num lugar lá que era strip club, essas coisas, e eu tava com câmera que é muito legal, um abraço pro Giba e e ele falou para mim: "Ô, mano, na boa, cara, eu sou de Bauru, uma hora esse negócio aí não vai dar certo, porque você pega a garrafa, tem tudo isso." E eu achei de verdade, cara, que conversando com a moça que tava lá, que era muito bonita, ela estava inclusive na Califórnia, morava no Havaí, eu falei: "Ah, vai ser legal esse negócio, né?" Ele falou assim: "Cara, a hora que acabar a garrafa de
voda, ela vai embora". Eu falei: "Meu, imagina, eu tô maior amigo dela, a gente tá brother, eu queria comer sushi no dia seguinte". Aí acabou a garrafa, ela falou assim: "Então você precisa me pagar 400". Eu falei: "Como assim?" Nó tava conversando. Eu falou: "Você acha que meu tempo vale quanto?" Falei: "Cara, e grossa? [ __ ] confusão, baixaria, cara. Daí, meu, veio segurança, não sei o quê". Então, assim, não aconselho você que gosta de fazer igual Vedum aí que não vai em tiiros em Las Vegas. Mas voltando. É verdade, tinha umas mesmo. Verdade. Duas
não tinha uma loira e uma morena. Duas sacanagem. O anão não v demorou. Demorou. O anão. Ele ele ele ligou. É o Pedrinho. Pedrinho. Pedrinho. Vi. É que o cachê do Pedrinho era um pouco mais alto. A gente conhece contratou o Pedrinho da Shopee. Mostra, mostra, mostra o que ele fazia. Que ele fazia lá. Mostra para nós aí. Quero ver então. Lá, lá ali ele tá. Não, aqui, aqui do nosso, ó. Ali é só meu retorno. Obrigado. Ah, bom. Que a imagem também tá, tá bem, cara. Isso aqui foi um evento que teve no SBT.
Aí eu tava com o queridíssimo Marcelo Avestruz e a gente pegou o carro do Ratinho na porta. A hora que ele chega, ele tá entrando no evento e aí a gente faz um rolê meio que aleatório assim, ó. Ele nem percebe, cara. [ __ ] isso é muito bom. Aqui eu tô ensinando como é que faz para você passar o volume. Pode baixar o volume. Passar na catraca. Você sabe, né, cara? Quando você vai num shopping ou algum lugar que é estacionamento fechado, se você grudar no carro de trás, você não paga o estacionamento porque
tem um sensor, então você não paga o estacionamento. Umas coisas que eu fazia que é um absurdo. Hoje eu não aprovo nada disso, mas tudo bem. Mas aí pegamos o carro do Ratinho, cara, e aí damos um um rolê e ele adorou, cara. Ratinho é muito legal, né? Eu conheci ele outro dia, eu fui no programa daquele, como é que é? Show gol show. Go show. Fui com o sarro e me enrolaram, batizaram, ganharam 1000, ganh 1000. Não, o ratinho. É, teve a polêmica da Erica Hilton que estava falando aqui nos bastidores, cara que tenta.
Que que você tem a dizer sobre a declaração do Ratinho? Só para ter um primeiro corte aqui. Você que é meio macho tóxico, né, do FC, você apoia a declaração do Ratinho? O ratinho. Bom, o Ratinho foi bem. Foi bem. O Ratinho foi bem. Eu gostei. Eu gostei. Gostei. É que ele é muito autêntico, né, meu? Ele deu a real. E aí tu viu quanto é que ela pediu? 10 milhões. 10 milhões e que ele não participasse mais de nenhum programa na vida. É, ele teve, né? Ele é como você falou, um cara que fala
meu do coração pro povo. E aí, cara, sempre política é difícil, né? Que o cara tenta roubar às vezes a pauta. O cara no caso não falando ratinho, o cara não. Falando o ratinho, puxou o Silvio Santos, conheceu ele, cara? O Silvio Santos é um cara, eh, ele é uma hipnose você conhecer o Silvio Santos, cara, porque ele é uma entidade. Eh, na época a gente fazia muita matéria com o com o Silvio Santos, o Vesgo e o Silvio e conseguiam fazer várias entrevistas com ele. E eu, cara, uma vez ele foi no Jaça e
eu fiz a mesma coisa de pegar o carro, de tentar pegar o carro dele. Deu uma [ __ ] cagada isso daí. Por primeiro Silvio, coisas muito curiosas, cara. Eu peguei o carro, eu tava com um cachorrinho e fiquei na porta do Jassa para tentar abordar ele. Eu fui lá e dei um dinheiro pro Silvio. Já foi muito emocionante. E aí ele tava saindo, indo para ele, sei lá para onde eu falei: "Me dá uma carona". Falei: "Pro, nada a ver, né?" Tentei entrar no carro dele, ele não deixou. Só que eu fui no estacionamento
e fiz a mesma coisa. Essa matéria, até essa parte não entrou muito no ar. Que que aconteceu? Quando entrei no carro do Silvio, cara, tem umas fitas. Muito louco isso. O Silvio, ele fazia aula de espanhol, nada a ver, sabe? É aquelas fitinhas de que tem de inglês, tinha de espanhol. E aí, anos depois eu conheci o Jassa e o filho dele que é o Robson Jassa, que a minha ex-mulher cortava o cabelo lá. Fiquei maior brother, não sei o quê, e encontrei o Silvio fora do ar. O Silvio fora do arremente, tem o Silvio
que vai você, mas é sério, ele ficava fala baixo. E quando você vai tirar foto com ele, ele meio que te posicion, imagina quantas fotos esse cara tirou na vida. É, eu tenho essa mania também da luz. Eu tenho negócio da luz. Aí ele posiciona assim. Então assim, foi muito impactante conhecer ele. E uma vez no Troféu Imprensa, eu acho que eu tava com um vestido de supla e o caramba, e ele falou: "Você tem futuro, hein? Você é bom bom bom ator, bom ator". Então assim, é um cara muito cara assim que não teve,
acho que não vai ter na história da televisão. E a matéria que não foi pro ar que a gente teve com o Silvio, que a gente filmou o Silvio lavando o cabelo uma vez, cara, no Jaça, Ninguém tinha isso. Daí tá guardado, um dia a gente faz essa homenagem. É verdade, é verdade. É essa essa, mas quem tem esse material? Ah, tá, tá guardado alguma coisa? Alguma ideias são tuas, tu que meio que no improviso, vamos indo, vamos, vamos fazer, vamos embora, já era. Como é que era? Eu acho que duas situações. Uma é o
improviso de uma matéria externa, que você vai fazer uma reportagem que você não tem muito controle do que fazer, né? E a outra, o pânico se deve a uma criação coletiva, cara, de pessoas geniais tinha na casa do do Emílio e as pessoas que estavam lá presentes, inclusive um que era muito criativo sempre foi o Bolinha, que é um cara que acho que levantou a bandeira inclusive do UFC no Brasil. Ele sempre gostou muito de luta. E você pegar as primeiras matérias do Pânico, um abraço pro Bolhin. Cara, tem que trazer o Bolinha aqui. Bolinha
dos nosos. Ele é [ __ ] cara. O Bolinha é muito criativo. E e o alfinete também tinham muitos roteiristas. E quando você ia gravar a matéria com alguém, sei lá, gravar a matéria com o vesgo, a gente sentava, escrevia junto com o Edu, todo mundo fazia essa reunião que era criação coletiva e nas matérias você ia desenvolvendo as ideias, tinha o roteiro, tudo, mas não era uma ideia própria. E quem tinha sacada para [ __ ] que vocês sabem, trabalha muito com isso, cara, é editor. Os editores do Pânico, eles moldaram, eu acho que
o conteúdo hoje da internet brasileira. Sim. Dá um exemplo assim, tem um filho de 11 anos, ele assiste, sei lá, canal de YouTube. Se você pegar as intervenções e memes de YouTube, são tudo do Pânico, cara. Sabe esse negócio do Ronaldo, do cavalo, do Faustão? O Lucas é muito bom também. Eu vou te mostrar uns conteú do do Lucas agora. O cara tem, [ __ ] cara, eu respeito muito a edição porque, cara, para você contar uma história e ter uma narrativa que ela é linear, a graça muitas das vezes, cara, sem sacanagem, o editor
ele faz 70% da matéria para mim, cara, porque se o cara pode [ __ ] também, né, obviamente, mas para criar o Pânico era muito bom em ter histórias, então havia sandálias da humildade que pegava, você contava, meu, criava o herói, tinha dificuldade e e isso era feito em equipe. E eu sinto muita falta assim e de criação coletiva, cara, que é muito legal você, pô, você ter uma concepção da ideia ideia na tua cabeça. Às vezes pode ser só uma viagem, mas você colocar ela no papel e realizar aquilo, cara, é impagável. Acontece muito
com os business, né? Porque às vezes tu bota o business no papel, no business plan e não sai do papel, ele fica ali. Por isso que é difícil botar porque acho que a gestão da empresa é o mais difícil hoje, total fazer a gestão, fazer o negócio acontecer, tá? Tá irado aqui, mas quem que vai botar para acontecer? Quem que vai fazer o negócio girar? Não é assim nossos bota que mostrar um negócio que o Lucas fez que deu 16 milhões três dias. Bota no meu Instagram, por favor. Que [ __ ] Meu é é
@minotauro. Bota aí, por favor. Isso eu amo cara. Aliás, eu é uma das coisas mais maravilhosas da internet, é porque, cara, assim, lutador de UFC ou lutador, o cara do esporte, tem muitos, né? E, cara, o Brasil ele teve uma uma fase de grande destaque e as pessoas de fato se é parecido com vários caras. Aí esse filha da [ __ ] vai no na rua, pô, quem que sou eu? Cara, isso é muito Não, mas quem sou eu tenho que te contar para te entender, porque as pessoas não entendem. As pessoas pensam que eu
chego nas pessoas, quem sou eu? Pesso não sei. Vai para [ __ ] parindo, né? Claro, porque a pessoa quando aconteceu foi 5:30 da manhã, primeira vez no aeroporto, tava com um conhecido vindo para São Paulo, não sei para onava indo e o cara chegou, vamos tirar uma foto? Eu falei: "Vamos". Tirei a foto normal, tira. Daí eu falei: "Ó, negócio ele não sabe quem sou eu". Ah, velho, tu tá louco, cara. Tirou foto contigo 5:30 da manhã não vai saber quem é tu. Eu falei, "Não sabe, tem gente". Falei: "Só um pouquinho, deu mais
um tempo, passou e o outro veio, vamos tirar uma foto." Falei, "Vamos". Daí o cara tirou, eu falei, fiz um vídeo com ele, ele falou assim, eu falei: "Quem sou eu?" Ele melhor lutador do mundo. Eu falei: "Não, não, nome o cara". Aí eu comecei a pegar uma técnica do negócio. Eu peguei, comecei aí, comecei, vou te dar opção para o cara, porque o cara quer ir embora da situação, ele quer sair, tá louco para ir embora. Aí eu botava Minotauro, daí eu boto Shogum, ó. Ó, Chogum e Verdum, entendeu? Já complicou. Minotauro, Chogum e
Verdum. Vlei. Então o que eu botar por último, eu já sei já, né? Ou o Minotauro, porque ele conhece o Minotauro e acha parecido. Ou o que eu o último que eu falei, eu botava Silvio Santos, ele fala Silvio Santos porque ele quer ir embora, ele tá cego, ele quer, ele ouviu o Silvio Santo. Tom Cavalcante vai falar Tom. O cara me chama de Josealdo porque eu falei por último, eu falei, eu falei 10 opção, não sei que eu botei Joséaldo, ele falou José Aldo eu falei [ __ ] que par nossa, tá, eu concordo
com ele, né? E aí depois o cara manda mensagem, [ __ ] perdão, desculpa, não sei quê, quero botar aqui, ó, para cima aqui, ó. Deixa eu ver o vídeo de 16 milhões. Bota pr cima. Faz tempo que eu não vejo vídeo. 16 milhões. Tá aqui. Cadê ele? Cadê? Pouquinho mais. É, vai na aba do que eu acho que ele tá fixado. Sobe lá. Sobe volta aqui um pouquinho. É meio desorganizado, né? Para chamar os vídeos aqui já percebi. É. Não, não. Aqui foi no improviso. Não volta para pôr no ar na do wh. Ali
ó. Aí. Ô Belo tá rateando, he? Vai volta em cima. O cabinho parece uma coxa creme também, né? Agora ele tá emagrecendo com mãojaro, mas ele não conta, né? Aqui, ó. Esse aqui da ponta ali, ó. Esse aí ó. Esse aí ó. Ó lá, ó. Bota o som para nós, por favor. Provando que o Brasil. Ah. mostrando que o Brasil é um pio seguro. Bota o som para ver sonzinho. Na hora a gente coloca lá na E aí passa ali, ó. Uma não que com som sai mais legal com som. Volta, volta, volta para sair
com som dos nossos. De repente na televisão aqui que tá sem som. Mas na hora que ele pô editar ele coloca. Ah, tá, tá, tá. Muito bom. Muito bom. Muito bom, [ __ ] Muito bom. [ __ ] sacada. Legal demais. É, é, foi que ele é meu amigo, por isso que ele falou que tá muito bom. Não, eu achei bom mesmo sem sons. Mas quem viu com som achou melhor ainda. Mas a ideia é boa para [ __ ] Assim na hora foi mais engraçado. Milhões porque foi muito rápido na sacada, velho. Foi. Depois
você não acertou mais nenhum, né? É, não foi 200. Mas sabe uma coisa, uma técnica que você falou uma vez num podcast que eu aprendi que isso é muito legal, que eu faço algumas missões também, tipo no estilo que você fazia de invasão e tal, que primeiro ele faz o que der para fazer e depois você grava a cabeça da matéria que é a entrada, a introdução. Ah, sim. Foi com ele que pegou a É, uma vez eu vi você falando isso num podcast e tal e falei: "Puta, isso é muito legal". Conta pr ele
do do Bola lá e do É, eu fiz, eu fiz uma que acho que que é legal que foi nesse estilo que foi no leilão do Neymar. O que que eu fiz? Eu queria muito entrar no leilão do Neymar e tal e eu não tinha convite, não tinha sido convidado para nada. Falei: "Não, eu vou tentar entrar". E aí fui eu e um outro amigo meu que ele também grava conteúdo nessa linha e tal. Fomos lá, tentamos entrar e ficamos tentando, tentando, tentando. Uma hora eu fui no banheiro assim, meio que descobri uma passagem assim
por trás. Falei: "Cara, é agora no que eu saí do banheiro, tinham acho que cinco ou seis pessoas assim meio que se arrumando e era um banheiro antes de uma última entrada que era lá no Monte Líbano, que tem uma escada assim, aí tinha um segurança ali, aí tava num grupo entre seis pessoas, eu falei: "Bom, é agora". E todo mundo de terno, porque o terno ajuda, porque ele não sabe se você tá com pulseiro ou sem. Aham. Aí eu entrei no meio do bonde, assim, todo mundo levantou a mão, eu só levantei a mão
e passei reto. Falei, [ __ ] entrei no leilão e agora que que eu vou fazer? Preciso ter uma missão, né? O objetivo de eu tá aqui. Daí eu fiquei pensando comer os docinhos, sei lá, comecei a pensar em várias coisas. Daí uma hora eu falei: "Não, pegar um autógrafo do Neymar". Boa aí eu fui lá, peguei um papel, dobrei, Autografei o Neymar e aí esse foi. Aí depois a gente gravou a introdução da matéria. Hoje a nossa missão é pegar um autógrafo do Neymar, entendeu? Boa essa coisa.Então primeiro você faz e depois acontecer depois.
Lógico, porque de novo volta na edição, né? você precisa contar uma história. Eu acho que o ponto é nas matérias que eu fazia, que elas eram muito grandiosas, para mim era já era muito legal, por exemplo, tá em Losângeles. Então eu pensava assim, que que eu posso cobrir como bastidor, que eu sempre gostei de backstage, acho que desde moleque assim, eu sou aficcionado por palco, pelo cara da iluminação. Eu gosto muito das coisas assim sendo montadas. Por exemplo, o FC, cara, é muito mágico o evento que esses caras fazem, né? para vegas tudo, o hotel,
a pesagem, o a preparação, vestiário, o lugar onde você vai entrevistar o cara. Tá assim, se eu não tivesse nada para fazer só de já tá lá já era muito grandioso. Então você tá no leilão do Neymar, cara, tá aparecendo algum jogador de futebol, você tá vendo meu pai dele falar um negócio, de repente você vê um jogador que você nunca viu, [ __ ] Então assim, o contexto vale muito, mas para você construir uma narrativa, uma história, você precisa ter algum objetivo. E eu acho, cara, que quando você vai fazer matéria para uma reportagem,
quando você explica no começo, pode ver vídeo que viraliza, né, na internet, o que que os caras fica ensinando a ter gancho, por que que o vídeo tá ele ele vai dar mais audiência, é aquele cara que consegue te prender no começo. A gente fazia uma a matéria do pânico não era um minuto, não era 20, às vezes 15, até meia hora, mas você Precisava contar. Meu objetivo é, já era muito [ __ ] vou entrar no Oscar, [ __ ] já era porrada, mas no FC que eram menos invasões e mais matérias, a gente
sempre tinha um objetivo para fazer, difícil invadir ele também. Os caras são os caras são Deus. É, o UFC aconteceu uma coisa muito diferente no Pânico, cara. Eu acho que ele popularizou muito numa luta que teve do Anderson Silva, que você deve recordar com o Coney, que ele estava com a costela quebrada, o Anderson, e ele vai lá e dá uma chave. Aquela luta para mim parece rock balba, né? 25 minutos. Ele apanhou 25 minutos e aquilo foi o negócio minuto ali, ele foi lá e conseguiu pegar o triângulo, não foi? Ainda mais o triângulo,
Anderson Triângulo, nada ver. Então, mas acho que aí o Ton falou que não bateu isso e já tinha uma polêmica relacionada. E aí, cara, o Anderson começa a tomar uma notoriedade, mas no Brasil o UFC chega pro Pânico e fala assim: "Ah, a gente gostaria que vocês descobrissem. Olha que louar. Como é que tinha moral, hein? Tinha muita moral o UFC. Hoje eles já não chegaram. Foi, hoje eles cagam. Eu tento falar com o Dana White e nunca mais atendeu, mas é por muitas merdas que fizemos inclusive, Né, cara? Teu teu histórias com o Dana
White, eu vou chegar lá. Aí que aconteceu, o Bolinha chegou no Pânico, falou: "Cara, tem um negócio chama UFC que é do caralho". Ele sempre gostou. A primeira matéria do Pânico que acho que teve assim grande audiência foi com o Vanderlei Silva, que era a hora da morte e ele faz com o produtor Diego, que é a ideia do Bolinha, que sempre gostou de luta. Então ele trouxe a pauta, ó, depois de um tempo, ó, Las Vegas agora, os caras do FC querem ir. Ah, quem fala inglês que não sei o quê. Cara, sempre eu
eu me virei no inglês, mas eu nunca tive um inglês assim tão fluente. E eu cheguei e falei: "Não, não, eu falo: "Ah, então você vai". Porque era assim no pânico, né? Se e foi uma [ __ ] aventura, cara. Porque assim, você ir para Las Vegas cobrir um FC pela primeira vez, mesmo que ninguém conhecia tanto os nomes, o Víor era muito conhecido, o Anderson não tinha tanta exposição. Aí eu fui com a Juju Salimeni, sabe? A Jujuim, fom fazer a matéria. Cara, para mim foi uma das coisas mais mágicas que eu já tive
de matéria na minha vida. Primeiro, cara, primeira vez você chega em Las Vegas, você vê, cara, o Bruce Buffer, cara, você vê o cara que anuncia, o cara tá do seu lado, você tem possibilidade de falar com ele nessa matéria a gente entrevista o Dana White, meu. A nem sabe. E o inglês Tabajara época na época, car. Faz quanto tempo isso aí? Foi em 2010, 2011, cara. Velho, ah, sempre me virei, mas assim, cara, o problema assim, Não, hoje tá bem melhor, mas naquela época era mais tabajara ainda. Você vai entender o timing, você que
gosta muito de humor, para você fazer uma piada em inglês, ela é completamente diferente da piada em português. O Rafinha tá [ __ ] né? O Rafinha tá bem. O Rafinha é demais, cara. Vi ele em Nova York, um abraço pro Rafinha, brothers. Você tá arrebentando, cara, na na cena. Mas voltando, quando você vai fazer algumas coisas ou de fazer uma piada de duplo sentido ou uso a careca do car, o cara não entende isso daqui, né? Qual que qual que é a parada? E tem uma coisa que a gente faz muito que é encostar
nas pessoas lá. Se encosta, você não gosta, você sabe, você sabe disso. Encostar num americano, o cara olha meio estranho. A fila os cara tem um espaço na fila. O cara, se tu ficar na fila de perto dele, ele meio que te olhando, tá aí, não tá respeitando meu espaço. É. Aí cara, vou lá, tem o Anderson Silva junto com o Vittor Bfor e aconteceu uma coisa muito louca. O Anderson não é, não tinha a notoriedade ainda no mundo da luta. Olha só, ele foi vaiado quando teve a pesagem. Você tem uma imagem, depois a
gente pode até, é gravado, viu, pessoal? Não sei se vocês sabem. Pode, pode ilustrar. É claro, claro, claro. Vamos ilustrar porque ele pega uma máscara porque ele gostava de um show de dança que o filho dele, ele foi lá, uns caras que fazem apresentação em Las Vegas e deram essa máscara pro Anderson. O Anderson coloca a máscara e chama o Víor de mascarado. Foi vaiado para caramba. E o Vittor era o favorito. Bom, nem precisa falar que ele dá aquele chute lá que é do que ele aprendeu lá com o Steven Seel. É cara. Então
assim, essa matéria especificamente não é que eu tava na luta, eu tava com o Anderson, eu quando acabou a luta, eu tava embaixo, peguei o o Víctor Bford, juntei os dois cara na imagina esse acesso e o que ele o que ele tá falando aí, esse acesso é muito difícil. É, hoje em dia se tu não tem como, é muito, agora tu viu que vai ter uma luta no na Casa Branca, né? Eu vi. Legal, né? É, cara, assim, o que o Jake Paul fez assim para Opa, tu acha que tu tem condições de entrar
na Casa Branca hoje? Cara, eu sempre foi, acho que desafios assim do que daria para fazer que seria impossível. Eu juro por Deus, cara, ten uma despretensão na minha vida e eu mesmo teve uma confiança. Não sei se eu entraria na Casa Branca, mas foi uma coisa que eu já pensei. Como entrar na Casa Branca é uma coisa muito louca, né? Assim, mas se tivesse um evento lá do São 3.000 convidados lá dentro e 80 fora. Fora num vão fazendo uma parte aberta para todo mundo. Vai ter de tudo, mas dentro mesmo aonde vai acontecer
a luta 3.000 pessoas. Tu imagina hoje com toda a guerra, com tudo, vão fazer um um raio X de Imagina, tá louco. É. E lá eles fazem vários perímetros, né? Então só entra. Eu acho que se tu entra na Casa Branca na mesmo mostrando que é humor, alguma coisa, que é uma, eles te prendem. Eu acho que vai preso. Acho que vai preso. Eu acho que tem uma coisa que teve uma transição gigantesca que você citou aqui que não tinha tanto terrorismo no mundo. A gente teve o 11 de setembro, né, que foi em 2001,
né, quando foi o ano de setembro, 2001. E quando eu entrei no Oscar foi em 2010. Uma das coisas que eu tentei fazer foi conversar com brasileiros que moravam nos Estados Unidos quando eu tentei fazer alguma dessas invasões. Eu chegava, tem uma amiga minha que chama Luía, você deve conhecer também. A Luía, ela mora em Los Angeles. Eh, acho que ela ajuda todo mundo, né? ajuda todo mundo. Ela meu, super competente. Ela numa, é, sempre foi nossa produtora. E ela me levou para uma galera que se chama que trabalhava na DreamWorks, brasileiros que editar, como
é que a pronúncia? Desculpa, não. A pronúncia. A pronúncia DreamWKS, ó, viu? Bom, é bom o inglês a oito. A oit depois melhorou. Aí os caras falaram para mim: "Tá, que que você quer fazer?" Eu falei: "Não, tô pensando em entrar no Oscar". Cara, chegou falou assim: "Deixa eu tentar te explicar, cara. Você sabe que tem sniper dentro do em cima de prédio? E se você fizer uma coisa aqui nos Estados Unidos, você pode morrer, Porque, cara, tem um negócio de terrorismo, a segurança. Então, assim, eu comecei a sentir essa dificuldade, que não é o
medo de entrar, porque você vai ser preso, posso ser exilado, é uma merda de fato, mas o meu medo começou a ser do terrorismo. Então eu comecei a entrar numa noia de tem ataque hoje com esse movimento de guerra, cara, é uma coisa assim que eu acho praticamente impossível, porque não é só a entrar, é você me perder seu visto, o cara te prender, te mata, sei lá o que que pode acontecer. E tá muito mais difícil do que na situação que eu tava fazendo naquela época. E outra, cara, não tinham tantos recursos de internet,
por exemplo, hoje tem óculos que filma, tem a câmera que você faz uma live, eh, né? Ó aí o meta, vamos aqui o meta aí pegando aí animal. Então eles estão investindo, cara. Tem um amigo meu trabalha no Facebook lá da França e eu eu acho do [ __ ] que eles estão fazendo com o esporte. Você já viu com tênis, com FC, deve não deve dar porque se deve tomar o soco. Você tomou aquela vez, você o popó não vai ser muito bom. Mas pode ver como o japonês é tão rápido queele japonês no
Pride, lembra do Pride, né? No Pride já tinha o o árbitro com a câmerazinha. Não era o óculos exatamente, mas era a intenção dessa aí. Olha como é que o japonês ponto de vista, né, cara? É o ponto de vista. Isso aí. Isso aí legal para caramba. Mas voltando ao FC, então assim, a gente sempre teve essa eh audácia de fazer as matérias e eu eu acompanhei, cara, também a gente fez muita matéria, como a gente falou em Curitiba sempre. Tem uma coisa que a gente esquece muito, Cara, e eu acho que é uma merda
no Brasil. A gente enaltece pouco os atletas. E não é porque eu tô aqui na tua frente, quero falar sério, mas como eu tenho filho pequeno, eu tento mostrar os ídolos que eu tive, principalmente no esporte. Porque a gente tem uma memória de não nos Estados Unidos, cara, o cara na tem uma [ __ ] de uma estátua eterna, o Michael Jordan, o próprio Ronaldo no FC, cara, vocês é uma coisa assim, o Japão, no Japão, cara é boneco do Vanderle seu, Vanderlei, no Japão, as grávidas pediam para ele botar a mão na barriga para
suar o bebê dentro da barriga. Olha a loucura, velho. É, e é uma coisa muito grandiosa. Então, assim, o que se faz no esporte fora deveria ser uma referência pro Brasil pra gente sentir um pouco do que é isso. Então, assim, sempre foi muito sério. Eu acho assim, a relação do esporte, principalmente, que eu tive mais oportunidade com o FC de fazer essas matérias e eu via a a seriedade, que é a preparação desses caras, de vocês, eu falava: "Cara, eu respeito demais". Só que a gente tava fazendo uma matéria do Pânico. Então, por exemplo,
que que tinha no pânico? Você estava falando que você precisava ter um autógrafo do Neymar pra matéria? Eu precisava ter alguma coisa que era um gancho pro cara assistir a gente. Muito bom, muito bom. Aí eu chegava, falava: "Cara, pô, t o Sony, filha da [ __ ] agora eu gosto dele, mas ele metia o pau no Brasil. Sim, [ __ ] Falava que era país que roubava, mendigo, meu, o cara ia. É aquele trash talk que o cara precisa vender a luta, mas você escutando aquilo dava raiva. Não dá, dá raiva, Pô. O cara
folgado para caramba. Aí teve uma pré, teve uma não foi pré-estreia, como chama quando é nem da pesagem, sei lá, eles foram divulgar a luta no Rio de Janeiro, tava o Anderson, o T Sony e eu fui com a Sabrina. Aí eu falei: "Meu, vamos levar uma caneta que dá choque pra gente pegar um autógrafo do Che Sony, vai ser legal, né?" Imaginei que seria legal, né? Achei que ia ser uma [ __ ] ideia, né? E aí imagina que a gente tá uma construção com FC dessas matérias, desse acesso. Aí vai um animal que
sou eu e dou uma caneta pro tio sorri para ele me dar um autógrafo. Cara, ele toma um [ __ ] choque. Só que o cara é forte. Apertava, né? [ __ ] choque. Dava choque mesmo essa [ __ ] Ele quebra caneta de raiva na minha frente, assim, fica puto. Resumo da história, ele pegou o jato junto com o Dana White, contou história pro Dana White. O FC obviamente ficou puto para caramba. E eu ia cobrir a luta do Anderson, que era a luta com C Sonic. Que que aconteceu? Fiquei sem credencial. Não, não.
Aí, cara, eu juntava as técnicas que eu já tinha meio de invasão para saber cobrir uma matéria. Eu ia no bastidor, eu mostrava o Leão do MGM, mostrava, pô, tem muita coisa do car Las Vegas, mostrar, [ __ ] Por exemplo, você, eu talvez as pessoas não sabem, mas você pode ir numa, num lugar de tiro e você pode pegar as armas do Schnegger e sair, não é? Pega o helicóptero, tem avião que, meu, eu ia fazendo essas coisas, as [ __ ] tudo, né? também essas partes eu eu pulei abas pando de pegar, né?
Pegar, lógico, tinha também, né? Mas uns quartos, né? Que essas festas que isso. E enfim, então eu ia fazendo as matérias mesmos bastidores. Só que que aconteceu? Eu comecei a ficar meio famoso entre os lutadores. Por quê? [ __ ] o cara que foi lá e eu ia com tem uma explicação muito boa. Eu tinha que ir com o com o nariz do Luciano Hul. Por quê? Como o Pânico precisava ter muito conteúdo e eu fazia matéria de impostor, o diretor, o Alan falava: "Meu, vai com o nariz." É a mesma voz, a mesma coisa,
só para ter um outro personagem. Então era uma [ __ ] imagina você chega em Las Vegas, [ __ ] tá calor, eu ten que pegar uma cola, me maquiar só para pôr o nariz para fazer, olha só que incrível, bicho. Estou aqui comerson Silva só para mudar o personagem. Imagina pro gringo, o cara não entendia nada. Eu ia entrevistar o T Sony com o nariz. E aí os caras da imprensa internacional, tem um cara que chama Ariel, que você deve conhecer assim para caramba. É, os caras olhavam assim, tá, mas por que que esse
cara tem um nariz? E eu fiquei, o cara do nariz também. E eu fiquei pros lutadores, era o louco do nariz, porque é o cara que tinha dado a caneta que dava choque e eu ia fazendo as entrevistas. Bom, aí encontra tio o Sony. Meu, dá cagaço, né, cara? Você é lutador. Não, o cara é grande. O cara é grande cabeção, né, meu? Ele é grande. [ __ ] ele é uma manteiga. Ele é um amor de pessoa. O cara foi sangue bom para caramba, riu comigo, deu entrevista, a credencial que eu não tinha, o
cara me abraçou. E aí tem uma transição muito legal nessa nessas matérias que é eu conheço o Ebert, que é empresário na época do Anderson e eu conecto com ele e aí eu consigo ter as exclusivas do Anderson Silva. Só para lembrar desse momento, cara, não tinha internet, a televisão aberta era a Globo, SBT, o Pânico lá na Rede TV e na Band. E eu consigo um acesso com o Anderson que ninguém tinha. Ele me comprou, cara, como amigo. A gente começou então várias matérias. Eu tô lá nos bastidores que eu vou no cinema com
o Anderson, consigo pegar meu a pesagem, vou no quarto que o cara tá e faço tudo e eu vou fazendo essas matérias meio por fora. Aí o FC me chama e fala: "Ó, cara, é muito legal a repercussão que você tá fazendo, pero mas cara tenta não exagerar, tenta não [ __ ] não dá o negócio. Só que meu, você vai na coletiva, você tá para render, Né? Então sei lá, aí era o espírito do programa também. Então assim, eu agradeço muito o UFC, principalmente do Brasil, Davi, não sei se você conheceu Davi Correo, meu
irmão, assim, um cara que ajudou demais, mas o FC Gringo pela cultura e eu até respeito o que aconteceu, eles tiveram uma dificuldade de entender que a gente tá lá para render uma matéria e você tem uma parte que você acaba passando, né, da situação que os caras são mais, não me lembro nas coletivas, tu gritava na coletiva, falava alguma coisa, me lembro, né, tu falava algumas coisas na coletiva, né, os caras gostavam, né, o John Jones, assim, sempre entrava na brincadeira. Aí, só para chegar na final que como eu tava com o Anderson, luta
com Chris Weman. Primeira luta que ele perde que acontece. Chris Wideman, não sei se você conheceu ele também, é um cara assim, nota 1000. Como eu era o cara da caneta que dava choque, cara, não me explica por eu tava com uma caneta na minha mão, mas eu não ia fazer nada, não, cara. Sai uma mata, o o Chris Widman me vê, ele vê a caneta, não sabe se vai dar choque, se eu vou dar na jogular dele, sei lá o que acontece, cara. 10 seguranças do UFC me pegam. Eu achei que ia ser preso
lá. E aí saiu uma matéria que um brasileiro psicopata, sou eu, né? Eu tenho já essa cara e já tenho o histórico, queria matar o cara, velho. Me fodi porque é cara, saí numa matéria gringa, porque o cara que publicou sem maldade me viu numa confusão com uma caneta, né? Que eu tava no meio da loucura, cara. Eu tava no estacionamento do hotel lá naquele win, naquele [ __ ] hotel bonito, irado. E aí depois, cara, várias matérias na sequência a gente consegue uma conversa com o FC e eu fui fazendo mais merdas e eles
foram ficando mais putos, mas ao mesmo tempo entendendo a sacada que era o programa. Que loucura. Mas eu queria contar até quer revoltar um pouquinho do Vanderlei. Tu imagina é que eu vou, na real nunca falei isso na na nunca falei isso. Eu não comentei porque eu tinha uma vergonha. Agora hoje já tô com 48 anos. Não tenho mais vergonha. Daí quando viu, né, as grávidas, né, pediam e era uma coisa assim, o band ali botava a mão, eu me lembro, botava a mão assim, elas, ah, mesmo, por exemplo, que tinha um um orgasmo assim,
mas era um prazer você nunca falou sobre isso. Não, mas agora que vem a parte, não, agora que vem a parte que tu não entendeu. Daí tinha essa o corte é Vandel encostava em grávidas no Japão e as mulheres tinham um orgasmo. Bom, tá bom. Você que caiu nesse corte que tá no TikTok, marca o Vanderlei, o popó e fala: "Que absurdo, é, o Brasil precisa mudar". Mas vamos lá. E agora o corte inteiro, agora vou concluir. E botava assim e eu pensei, puto, quando eu for quando eu ficar famoso no Japão, eu comecei a
ficar famoso. Quando viu, me chegou um trans, velho. Pega no meu guri, pega no meu guri, sabe? Para abençoar o guri dele. Peg, chupou. Só só p não só. E aí ele teve um aí ele teve. Ah, tá. Isso aconteceu um transaponês. Dava muita informação. Comigo também. Foi nenhuma grávida. Foi um trans, né? Meu, que loucura. Como é que pode isso, né, meu? Que loucura. Chamar. Chamar. Mas foi só uma vez. Foi uma vez só. Uma vez só. Foi. Eu peguei a cara nojo assim sem olhar, né? É porque eu queria ver se ia ter
a mesma sensação. Bom, cara. Um Vamos chamar, vamos chamar o o quadro. Não, vamos, vamos. A gente tem um quadro que é o dos nossos OC de cachorro. [ __ ] eu adoro esse quadro que é muito bom, né, para você falar mal de alguém, né? Mas é bom também porque a gente não sabe que vai aparecer porque a gente, a gente quer ter a reação também contigo, entendeu? A gente não, a gente não sabe, eu não quero saber. Então é por isso que a gente quer ter a reação. Então é dos nossos cu de
cachorro. Eu tentei trocar o Filipones, que é meu amigo, ele é meu empresário E ele, pô, não tá, é muito forte, não sei quê, vamos botar é ou não é dos nossos. Daí eu botei, tá bom, vou lá dele, então fui pá, a galera. Ah, não, não, não, não, não. Galera não gostou. Tirar, tirei. Tirei. Voltamos a original cu de cachorro dos nossos dos nossos cu de cachorro, né? E para ficar, eu sei que tu tem um cara, tu não falar palavrão. CDC pode CDC. Bom, tá bom. Muito bom. Eu gosto muito do quadro Lima.
Daniela Lima. Daniela Lima. Eu não conheço, eu não sei quem é. Eu também não. Daniela Lima é uma jornalista que ela trabalhou na CNN, depois ela foi paraa Globo News e agora se eu acredito que ela tá na wall. Cara, eu acho que [ __ ] que é muito ruim falar só mulher cu de cachorro, né? CDC, pode ser CDC. CCDC, né? Cara, eu vi uma entrevista recente dela no Flow que eu achei ela muito boa, né? Falando sobre a entrevista. Só que em algum momento, e eu acho que a gente tem que fazer uma
separação gigantesca aqui, é a militância no jornalismo, cara. Você não pode ter torcida. Então, as relações que ela tem pessoais, e ela trouxe isso, principalmente nas eleições passadas, que falam: "Ah, a economia vai melhorar, Não sei o quê". E aí que você vê que tem uma torcida dentro de um jornalismo partidário, eu não apoio, eu não acho legal. Sim. Boa, boa. Muito bom. Eu só não quero falar cu de cachorro para as mulheres, mas pode ser anos de de de cadela pior. Vai piorando, né? Órgão. As pessoas leva ao pé da letra. Mas é é
uma brincadeira. Mas tu pode xingar um cara de de verdade. Ah, vai te [ __ ] o cu de cachorro. Então, mas sabe que é o ponto assim de novo? Acabei de ver uma entrevista no Flow, achei ela legal como ela se comportou ou ela deu uma didática do caso do Vorcar. Achei muito boas a as análises, mais declarações do passado e eu acho que é uma coisa dela como jornalista, não é o jornalismo que eu gosto. Ponto. Tu parou de falar com Vorcar ou tu é teu amigo dele? Cara, a gente tava naquela festa
em Trancoso, não sei se você lembra, né? Que tava do julho. Em julho a gente tava, eu parei porque, né, depois que saíram as coisas, eu achei mais prudente. Então não era amigo. Amigo, né? Não era amigo não era brother. Conhecido. Conhecido. Ah, tá bom. Então fechou. Conheci. Tem o borcar aí. Não sei, não sei. Vamos pro próximo, então. Vai lá, próximo, Belo. Você pode votar junto aí, Danilo Genti. Gente boa demais, cara. Dos nossos, eu acho que o Gentile, além da competência profissional, ele é um cara que ajuda demais, né, a classe, né, de
comediantes, de humoristas. No programa dele, ele faz isso muito bem. Já fui lá, sempre tratou muito bem, já foi no Pânico um milhares de vezes. E eu acho que ele faz uma coisa que ele tem, é um cara muito generoso com quem tá com ele, cara. Você pode ver que ele tem vários exemplos de pessoas que foderam ele no comedy dele, do cara que ele ajudou, né, velho? E aí acabou roubando ele. E eu também já tive um com, lembra que eu tinha o Beverly Hills que você foi roubado também, né? Porque no bastidor você
não fala sobre isso. O Sarro fala assim, o Sarro Verdum, o o maior golpe não foi do Velasques, foi do Luiz França. [ __ ] é verdade essa história? Não, não é bem assim, mas eu deixo que Deixa assim, deixa para que para ficar engraçado é bom, entendeu? É, recuperei um pouquinho de dinheiro. Falta uns 400, falta só 400.000 para recuperar tudo. Coisa difícil o negócio. Não, não foi roubado. É que ele ele se atrapalhou na gestão. Eu tinha um negócio, morava nos Estados Unidos, ah, vou botar um dinheiro, não sei qual sem pila para
fazer um para montar o comit lá, o Beverly Hills, para reativar ele. Tu lembra do comit? Lógico, óbvio. Do era do Luiz França e do Antes era do antes não era do como é o nome dele mesmo? Por o antes dele ter um comediante também. Tô ligado. Bom pr [ __ ] [ __ ] [ __ ] que chato. Corta para porque vai ficar chato. A gente sabe quem é, mas a gente [ __ ] é bom para [ __ ] Você vê que o Não é que não. Eu queria investir em alguma coisa, só
que eu não estava no Brasil, então não tinha também não tinha a mãha da gestão e ele também zero. O Luiz França, o Luiz França tem a manha da das piadas de de 1802. Só que funciona ele, ele comida dos astros, né? É impressionante. Como é que pode? Eu quero saber até falando sobre isso, tu acha que os comediantes no Brasil, sendo sinceros, são unidos ou não? Ou cada um tem o seu grupo assim? Eu acho que aconteceu um negócio, um fenômeno por causa da política, uma divisão gigantesca na comédia, principalmente dos comedies, né, pelo
que eu acompanho. Então, assim, tem uma treta, acho que não é muito falada, mas eu eu acho que tem uma divisão sim na sua quantos grupos tu tem vários grupos, né? Não, eu acho que não tem vários grupos, cara. Mas primeiro assim é a minha experiência com os caras que eu conheço de comédia, eu não tenho falar nada com os caras. O cara nunca foi um [ __ ] comigo. Inclusive Luiz França que te está falando que te roubou. Nunca me roubou. Não, eu não falei que me roubou. Não, não me roubou, senão vai quebrar
ele. É sim. Ele você quebraria ele, né? Quebraria ele. É. Então não seria muito bom roubar o Verdum, né? Então que ele mal administrou um negócio que você tinha e você perdeu 400.000 e aí você quer bater nele. O salário. O meu salário era 2000, o dele era 18.000 alguma coisa na época. Mas tudo bem, cara. Sabe qual que eu acho que é o grande lance? As pessoas hoje elas vivem através do conteúdo, né? Tem muita gente, você monetiza no Instagram, então muitas pessoas querem ser meio guardião da moral, parecer muito bonito na rede social,
ou para um público, ou para a publicidade, ou pelo dinheiro, ou para agradar uma turma que você faz parte. Então a comédia tem turmas, tem uma galera e você quer fazer a piada para aquela galera ou ter uma aceitação, sabe? É uma coisa muito de pertencimento. Isso [ __ ] muito, mas faz parte da relação com humor. Mas eu acredito, você foi fazer, por exemplo, o Rabim, o próprio Morgado, tem uma parte de generosidade dos caras de quererem ajudar, principalmente quando você tá no palco, o cara quer que a piada aconteça. Por quê? Se você
tem teu show, você quer que o público te aplauda. Então, para aplaudir, se o cara vai bem junto com você, é melhor pro contexto geral. Entendi. Muito bom. Existe uma cena, né, cara, da comédia. Se a comédia vai bem, todo mundo vai bem. Mas existe, como no jornalismo, militância. Então, tem cara que quer não fazer a piada, ele não tem graça, ele quer ter uma bandeira. E é Uma coisa muito ruim quando você tem uma bandeira, principalmente às vezes na política, o político quer roubar a tua arte, cara. Ele quer roubar o que você tem
e aí você vai se decepcionar em algum momento. Eu acho que isso que acontece. Bom, muito bom. Então, o Danilo ficou dos nossos, dos nossos, muito dos ficou com Mazia também. Você me tratou super bem. Não, ele é ele é muito sanguinho. Ele é diferente. Ele é diferente mesmo. O cara fui uma vez no no SBT, lembra quando ele deu aquele aquele rolo lá da dos cones da frente da do apartamento dele? Lembra que ele quebrou uma plá quebrou na rua brab quebrou o pau. Não segura nada, mas foi ficou bravo. Aí o que aconteceu?
Alguns meses depois eu vi que um cara tinha postado para ser convidado para ir na plateia do Danilo. Falei: "Bom, vou lá fazer uma trollagem com ele". Fui lá, assisti o programa, fiquei lá na plateia dança. É mesmo, Gabi Martins cantando, sabia as músicas cantando, tal. Acabou o, acabou o programa, saí, fui lá no meu carro, peguei uma fantasia de cone. Não, maravilhoso, cara. Tem isso, tem. Isso é genial. Instagr e ele ele pegou pilha, Uma fantasia, mas assim, ó, inteira de cone. Eu mandei fazer uma costureira com bambole embaixo assim. E aí eu peguei,
eu fiz um cone machucado, peguei uma tipada isso aí. Maravilhoso. Botar o o belo botar o Instagram dos nossos depois. Não, agora mas deixa deixa novo hora que o Danilo saiu. Ô Danilo, olha em nome dos cones, eu vem fazer as penial. Ele entrou na zoeira falando. Ele tem a mãha, tem os cursos, ele tem a mãha. Vou te contar depois. Vou te contar do a do Tra da Tica, né? Tu essa também foi boa da TV. Foi, foi ele, foi, é ele, é ele. [ __ ] velho. E não convidaram ainda. Tive só 4
milhões. 4 milhões. 4 milões. Bola. Chama aí, pô. Ô, 4 milhões, [ __ ] Tá. Aí depois eles baixaram, aí o Ital Luena foi lá de tanto porque o carioca falou: "Não aguento mais a galera mandando mensagem e tal". Daí ele baixou para dois. Mas ainda assim tá [ __ ] muito [ __ ] Sabe uma coisa disso que eu queria falar? Eu eu acompanhava as lutas do Anderson e quando acabava a luta, com certeza tinha com você que era quer que eu chame ele aqui porque po ele tá não quero saber quero saber é
que assim você tem uma treta com ele que foi uma coisa chata que você errou você sabe o que aconteceu vou falar lá de Abu Dhabi que você errou do car de a é se quer eu falo aqui mas tudo bem eu tava tentando fazer as pazes quer que eu ligue para ele para tentar fazer as pazes porque você errou lá vou te falar Vou te dar uma senha lógico velhits você chamou que ele chamou chamou o cara de playboy que é nosso amigo. Você quer que eu dê mais senha? Não, mais não. O que
eu me lembro foi do abraço que ele eu eu lutei contra o Minotauro. Eu nem sabia. Agora agora se entregou. Qual foi? Só joguei. Se entregou. Foi boa. Ele é bom. Ele é bom. Ele é bom. Qual foi? Não, a do a do ano foi assim, ó. Foi foi assim, ó. Uma foi uma falta de comunicação. Não, eu lutei contra o Minotauro. Minotauro é meu amigão hoje, meu irmão. Eu adoro Minotauro também. Minota, compadre. É Minota. E aí eu lutei com Notauro a segunda vez, ele migou a primeira no Pride, no Japão. E quando a
gente lutou no FC na final do Tuf, eu ganhei dele, eu finalizei ele. E aí o Anderson tava no corner dele como técnico. Então depois da luta, tipo, valeu dos nossos, valeu dos nossos, pá, eu fui abraçar um antes, valeu dos nossos, mas não um abraço comemorando com ele, só um abraço como valeu, lógico. E ele pegou não abraço, não. Ele fez assim, botou a mãozinha assim, não abraço não. Eu falei com eu conheço o Anderson, né? Uhum. E aí quando eu vi eu falei: "Pô, Eu não gostei, né? Porque pô, como abraço não, mas
é só como, pô, valeu dos nossos, acabou". E aí depois engraçado, a gente ficou dois anos sem se falar. Aí também a gente não se ligava, não tinha essa essa aproxima, não era muito próximo também. E a gente ficou daí quando eu vi uma vez a gente foi convidado no Dagistão para fazer uma presença no Dagistão. Olha a loucura. Dagistão. Não, não loucura no Dagistão. Os pais árabes adoram, né? Os shakes eles contratam. Foi e foi uma presença boa. 5.000 para cada um. Cada um com seu em dinheiro ainda, né? E eles ainda davam un
iPhone. Isso. E aí quando viu, eu encontrei ele no em em Los Angeles. Eu morava em Los Angeles também e nós encontramos na na sala VIP de Los Angeles antes de embarcar. Eu, ele joinha, só que é um joinha, né? Presário dele. E nos encontramos e eu, pô, e aí joinha, pá, pá. E aí antes aquela coisa opa, valeu só, só de abraço, não, só assim, ó. E eu falando com o joinha, só que, pô, eu contando as histórias pro joinha, o joinha se mijiando de rin, né? E ele do lado, ele sabia que tem
essa essa tretinha, ele sabia também. Então ele ria, começou a rir. Eu falei: "Ih, qual é que é? Tá querendo, ué, quer fazer amizade de novo?" Começou a rir. E aí quando viu, a gente nem chegou a conversar daquelas, a gente conversou muito rápido sobre isso, né? Eu falei sobre isso e a gente foi pro Dagistão, a gente ficou num lugar assim, Tu não tem noção do nosso Dagstão, a gente chegou com os cara tudo armado aqui. A gente foi, o cara pegou, pegou nós no aeroporto, levou a gente num um hotel. Vai era assim,
ó. Não, um muquifo. É, não é nem uma estrela, é menos uma estrela. Lugarzinho muito ruim. Daagistão é na Rússia. É, no outro evento, no evento que a gente foi irado, evento chique. Você viu que eu mandei da guistão países árabes que eu tô sabendo legal da guistão é. E a nossa e foi isso. E quando eu vi o cara veio no quarto, eu tava no meu quarto ali, um quartinho pequeninho, eu falei: "Que loucura, velho". Mas assim, ó, e como é que fala? A gente tava sendo protegido por alguma coisa que alguma coisa podia
acontecer. E aí quando viu o cara veio, o cara teu dinheiro aí pá, que loucura me deu 25.000. Cara, mas tem uma, desculpa, Dagistão que você estava falando na Arábia Saudita também tem um negócio dos shakes, os caras contrataram lutador de UFC, tem muita academia. O Minotauro já teve academia lá forte a tem ainda lá. É muito forte, né? Os caras gostam, né? Muito do Não, na em Dubai lá é uma é uma matéria na escola fazer o jito, por exemplo. O jitso é obrigatório. É obrigatório o jitso fazer. Só que eu tava na Rússia,
né? E aí foi isso. É muçulmano. É, é, é, é muçulmano. Muçulmano. E aí teve o evento, no outro dia a gente foi embora, 25 pilas, cada um foi pra sua casa e acabou. Cara, que [ __ ] Mas foi engraçado que a gente conversou, Mas a gente conversou assim, mas e eu tava falando, eu tava falando com joinha, mas ele tava rindendo também, ele tava rindo. Então a gente, mas depois a gente, mas acho que teve. Bom, vou chegar no Anderson, eu falo muito dele porque realmente eu queria uma amizade com ele. Foi um
cara que ajudou. Não, sem brincadeira aqui porque é um negócio mais sério, tá? Se eu vi pró já falou do cu de cachorro, você corta aquela parte, tá? Você que me colocou em situações horríveis aqui nesse podcast. Brincadeira. Aí cara, ele tinha, quando acaba a luta, tem um negócio que deve ser um contrato. Eu não sei se você ganha um dinheiro com isso. Você pode me explicar inclusive agora. Agora acabou a luta. Que que acontece? A melhor balada de Las Vegas faz uma festa, um after pary pro lutador. Sim. E eu fui em várias com
alguns lutadores casados que eu quero mandar um abraço. Não vale citar o nome, mas não vou falar um abraço pro Minotor e o Dem Maia. também é muito bom lutador, mas eles não fizeram nada. Aí o cara se [ __ ] É muito ruim, né, eu fazer isso porque o cara é lutador, né? Brincadeira. Eles não tavam. Eles foram embora mais cedo e o Ronaldo tava lá também, põe gelo na minha bunda. Aí uma época que eu nem eu sei se eu posso falar, né? O cara muito corta aí é ao vivo, né? Bom, mas
aí que acontece quando o Anderson acabou essa luta e ele ele perdeu a primeira do Chris Wideman, Todas as festas eu vi o Anderson quando ele ganhava no canto e ele não tava feliz. Então me chamou muita atenção quando ele perdeu, ele tava numa alegria. Foi muito louco para mim quando ele perdeu. Cara, talvez ele nunca tenha falado disso, talvez ele nem saiba que eu tive essa percepção, mas para mim foi, [ __ ] Eu vi assim o Anderson assim feliz. Falei: "Por que que ele tá feliz, cara?" acabou de perder. É. Aí ele me
falou uma parada muito, eu falei: "Cara, você tá bem, né?" Ele falou um negócio assim, cara, sabe o que que não é? Tirar o peso às vezes também de seu número um e deve ser [ __ ] isso, cara. Boa né? O peso de o temp é, virou policial. Mas eu digo, cara, o tempo inteiro que você tá lá numa competição, teu preparo, a o caminhão que vocês carregam nas costas, não é um negócio, né? Você que perdeu muito. Como é que é você, como é que você sente isso? Sei que ganhou algumas, mas ganhou
algumas, mas perdeu mais. Não, e tem razão na real, mas eu não, esse peso eu não sei se eu levaria desse jeito como ele levou. Essa essa consciência dele que pode ser que eu interpretei isso. Eu tava muito louco, tá? Pode ser que eu inventei essa história. Ele chegou a falar isso, ele chegou a falar isso também. É, é, mas eu eu não chego nesse nesse ponto de ter um peso muito gigante, de botar esse peso em cima de mim, porque depende o que tu coloca, né, de tanto peso, essa responsabilidade de ganhar, ganhar, ganhar.
De repente ele de repente foi um alívio para ele mesmo, né? Se livrou por aquilo que ele tinha. Tinha o um grande lutador, deve ser seu amigo também, o Feijão. Você conheceu o Feijão? Bom para [ __ ] gente boa demais. tava sempre junto com vocês. É, ele falou que tinha uma terapeuta psicólogo paraa luta de preparação. Você tinha agora, desculpa entrevistar um pouco, eu faço isso em todos os podcast que eu sou muito curioso para tua tua vida. Tinha essa preparação psicológica também assim depois eu nunca tive. Você não teve de preparo mental? Não,
isso aí eu sempre tive muito forte nessa parte porque através do meu treinamento eu me sentia muito confiante, então eu nunca precisei. Só uma vez que eu tive uma suspensão de 2 anos e para voltar depois foi difícil. Daí eu contratei o Eric Faro e aí contratei e foi um negócio muito legal mesmo. Que é um trabalho de consciência mental mesmo, mental assim, ó. É um trabalho que tu não acredita. Tem coisas que tu vê que tu não acredita. Por exemplo, te dar um exemplo. Eu fiz uma sessão com ele assim no telefone, né? E
aí acabou a sessão, eu vou pra praia com minha família. Minha família tá me esperando na praia e a o nível de consciência que eu tava depois da sessão com ele dos nossos é um negócio por quando eu cheguei assim, cheguei na praia assim, que louco. Eu falei Karine, Carine, eu falei que houve, olha, olha, olha isso, olha só que loucura. Ela falou assim, o que eu não tô entendendo a praia não, não. Olha só, entendeu? Eu tava vendo tudo, tava percepção aumenta não impressionante. Tá vendo até o, como é que é? o translatante tava
lá no canto, Uma coisa assim impressionante. Então, realmente ajuda muito mesmo os os lutadores que são meio fracos de cabeça, porque tem muito, né? Tem cara que é muito bom, é um leão na academia, o cara espanca todo mundo, chegou na competição, não rende, o cara não rende, fica nervoso, adrenalina, não consegue controlar. Então eu sempre tive muito bem isso, até quando eu não estava preparado, fisicamente falando, às vezes eu não consegui treinar o suficiente, machucado, eu não mostrava, eu nunca mostrava pro outro. é que você tem uma característica verdum, que é um cara, a
gente conhece fora do ar, que é uma coisa que maravilhosa, que acho que o teu humor, você é um cara muito do humor, você ver, ele gosta de standup, o caramba. E ele tem uma ironia que eu sou muito fã da tua ironia que é você não sabe se tá se sacaneando. Eu também gosto muito desse lugar. Eu adoro. Então assim, a gente vai em aquele casamento, a gente tá no sarro, você começa a pilhar. Cara, esse cara fez o seguinte, pessoas que a gente não conhecia, a gente fechou negócio que nunca foram pra frente
e ele falou: "Pega o meu Q code". Você lembra disso? Ele passava uns QR codes para uns caras, eu não sei para onde ia esse QR Code, para pessoas aleatórias. falou assim: "Cara, mas depois eu pego o Qod aqui, era um negócio que ele andava com você lembra disso? Para que que aquela grica?" Eu sempre o Capela, Mereles tava, o Capela também tava, cara. Mas que que era aquele carecode? Era nada. Não sei, acho que eu era, não sei, só para brincar, acho que do extintor, de uma Eu tinha ele porque as pessoas pediam uma
foto, eu falei: "Claro, a gente fazer uma foto, faz um vídeo, mas só faz o Pix para nós aqui." Então já tinha ele, eu já tinha ele por entendeu? Fala, não faz o Pix para nós aí. E eu falo sério, né? Não tem uns cara careca, sei lá, sogro do sarro, ele não passa o pega o que arcod muito bom. É, não foi, foi na cara. E eu até gosto, mas a tua ironia eu acho que te ajuda, né, com sei lá, o cara não sabe se tá pronto, não sabe, imagina. Eu fiz o fedor,
o fedor na pesagem, o cara não ri para ninguém. Na pesagem eu fiz a, eu fiz, ah, eu fiz a car, eu fiz a careta para ele, velho. E o cara começou a rir, fet, o cara não imagina, o cara é mais sério, frio. E eu fiz o cara rir. Foi lá, fiz um triângulo depois também. E também já tem tem uma treta sua que eu lembro assim vagamente que uma coisa de YouTube cara que é uma você tá num hotel e você encontra um Ah, sim, sim, sim. Cara, que [ __ ] foi essa?
Que tá no meio de uma de uma entrevista, não foi? Não, não foi assim, ó. Foi, eu tava na Austrália, eu ia lutar na Austrália contra o Tibura e o me esqueci o nome do cara que lutou com Demema Maia, esqueci o nome dele agora, vou me lembrar. E ele lutou e falou muito mal do Brasil. Certo. Não é o Ferguson, essa é, essa é outra, o o Esqueci o nome dele. E ele pegou e falou muito mal do Brasil. E eu fui, eu tinha uma, tenho uma mania de cortar o cabelo direto assim, uma
vez por semana. Eu tava na quinta-feira, eu tava no sábado. Fal m eu falei: "Não, mestre V, ele cortou o cabelo, tava na Austrália, irada, Austrália para não sei quê". Desci no hotel, fui pedir a informação, daí o mestre cutou Calverdum, olha ali o [ __ ] me esqueci o nome do cara, velho. E é o fulano de tal, é o mal do Brasil, falou mal do Brasil, ganhando demais, xingou a gente muito mal. E eu peguei: "Ah, não, mas vamos resolver isso agora." Mas não, não, por favor, não, não viaja, Verdão, não viaja, não
precisa, Verdão. E aí ele pegou, ele olhou o telefone, ele tava olhando o telefone assim, né? Ele me olhou assim, me olhou e deu uma resmungada, falou alguma coisa e eu fui para cima dele assim, dei um tapa no telefone dele, tapou no telefone dele, que deixou cair, que que é? Ele me intimou, né? e me deu um chute. Ele me chutou, só que eu tava, eu ia lutar no sábado, eu tava preparado. Eu bloquei o chute, tava preparado de bloquear o chute, bloquei o chute. E daí foi apareceu na apareceu muito em muitos lugares
porque antes disso acontecer tudo isso, um fã me deu um bumerangue. Pô, Verdum, sou teu fã, tirar uma foto comigo, dá um bumerangue, porque é o símbolo da Australia, né? E tem um bumerangue na sacolinha. Aust E quando eu não conseguia chegar n jogou muito. Não, não, não, não. Vou explicar, vou explicar. E aí quando eu tava ali, eu não conseguia chegar nele porque as pessoas não v não faz isso aí, não sei quê. E ele ali, ele tava com medo, mas tava ali. E aí? É, daí eu pensei na rua, na rua na frente
do hotel. Tem a imagem, tem a imagem. Bota a imagem. Pô, deixa eu ver isso aí, cara. Lembro dis é muito engraçado. E aí eu peguei e daí eu me lembrei, [ __ ] eu tenho um bumerangue na mão assim, né? Mas na real eu nunca joguei um bumerangue. Volta também, né? Mas ó, viu como ele ele é rápido. Eu queria ver se voltava e eu joguei. Joguei o bom. Não voltou porque pegou nele. Então a dica, a dica é quando for testar um tem que não joga na cara de não, não tem que ter
ninguém ninguém na frente, tem aberto, entendeu? Você é para recomendar assim e aí tu não vai acreditar. Estou no meu quarto lá depois de tô com confusão, aquela coisa. Não, não teve briga, não teve nada, só um bumerangue no rosto. Pegou sem querer. Aí voltei pro meu car, nem cortei o cabelo, nem cortei o cabelo. Preocupado cabelo. Far cabeludo. Que merda. Aí voltei pro meu quarto, tô lá tomitado, ó. Eu falei: "Mestre, e aí mestre?" Quando eu abri a porta, dois policiais, nós viamos fazer o o BO, não sei que câmera ligada, estamos gravando. Não
acredito, não. Eu sentei na minha cama, eu me lembro direitinho, sentei na minha cama e os dois na minha frente assim, ó. Não, como é que foi a situação? Daí, daí eu contei a situação, ele me deu um chute, pá, não sei que me xingou. Daí é isso aí. Daí o cara fez, ah, que bom, legal, não sei quê. Daí ele falou assim, ó, tu quer fazer agora ou ou daqui a pouco? Eu falei o quê? O a multa, né? $500, eu te juro. Não, porque você brigou na rua. Claro. Aham. Tu quer fazer agora?
Como é que tu quer fazer? Não sei quê. Aí liguei pro Ali, né? Meu manager. O Ali faz um Pix aí de 2015 ali. O Ali fez. Ali fez. Tem aí o Vamos bota aí. Vamos ver se o cara isso é maravilhoso, cara. Bota lá, ó. Ó lá. É isso aí, ó. Ó lá como ele tá lá. Eu queria só testar, ó. Tinha uns cara na frente e ele tá lá atrás, ó. Toma. Cara, que legal esse vídeo. V não, não voltou, velho. Não consta. Como ele espirra. Por isso que eu digo, não pode ter
ninguém na frente, velho. Ó, cara, que não, mas calma que não acabou ainda. Vai acreditar. Como se fosse o jornal das oito, o negócio mais visto, a televisão mais vista. Homem de 40 anos agride outro, não sei não. Na na TV assim, no Jornal Nacional Jornal Nacional. Carinha se meu, mas é muito engraçado, [ __ ] Ô Verdum, virou virou meu podcast aqui. Muito bom. Eu paguei quando você vai, eu acho que aconteceu muito com o lutador, assim, por você ser Grande, tem muito cara embalada que agora você é um cara que já é um
cara, um tiozão, né? Você não tá casado, filha, o caramba, tá comprando uma escalade aí que vai vender depois. Eh, não vale a pena você, os caras na balada querem tirar muito uma com você assim antes, antes de ser conhecidão assim, a galera os caras te medem. Ele tem aquela medida, né, de olhar quando o cara é grande também, porque eu nunca fui um cara assim muito grande, musculoso assim, né? Sou um cara grande porque eu sou mongolão mesmo, mas o cara te mede, ele te dá aquela medida, se o cara é muito grande, ele
quer saber se ele é maior que tu, ele vem do teu lado, então ele tá, ele fica te medindo. Mas você nunca brigou embalada assim de alguém que depois falou: "Não, não, antes, antes." Aquela lá você não viaja. Conta aí, conta aí. Já. Não, não, não, não. Antes marezia ser lutador. Sim, lutador era direto. Direto. Não, não. Assim, mas não, eu não era bom porque eu não lutava. Mas assim, depois de ser lutador, algum nunca teve briga, mas sempre tem aquela medida. E eu me lembro na muito tempo na Espanha, os seguranças me viam, então
eu chegava neles aí, como é que tá? E quando eu batia no braço do cara e o cara quer mostrar que ele é [ __ ] né? Ele endureceu. Tô bem tudo. Então era muito engraçado. Eu fazia de propósito. E aí, como é que tá? Tudo bom? Tocava nele. Eu bom. E apertada de mão também. O cara aperta a mão e o cara te estraga a mão assim. Ele quer mostrar que ele é forte e não precisa, não precisa. Um cara mão mole, mas também normal. Pode apertar a mão não apertar para mostrar aqui, Entendeu?
E todo mundo que tira foto com você faz um soquinho, não faz sem lutar, né? Não, você faz você é lutador, mas o cara não fazer, eu não gosto da encarada. Por exemplo, a pessoa, por exemplo, tem uma fila de 200 pessoas, aí tu faz encarada com um, acabou, não é? Com todo mundo. Eu fui no seminário, ele viu ontem, né? Ela fui na igreja, ela fazia um seminário que botaram um tatami na igreja e aí eu fui lá tinham quantos 80 pessoas no seminário e aí um autógrafo só um foto. Eu faço foto todo
mundo foto, mas eu sei que vai demorar muito mais já tô programado. Eu me passei um pouquinho, era para fazer uma hora só, fiz quatro. Imagina, eu fiz porque eu gosto, que é muito evento, né? É muito evento e eu gosto da função. Fiquei 4 horas fazendo o seminário e aí o gurizinho veio pedir um autógrafo, pô. Daí foi para todo mundo. Eu não me importo, mas ia ter uma programação, entendeu? Tinha um cara, você nem viu isso aí. Ele tirou, não vou pegar alguma coisa. Ele tirou o chinelo para pegar, foi pegar autógrafo. É,
o cara não tem nada, né, velho? Pegar um guardanapo hoje em dia, né? Então tem umas técnicas que a gente usa que a gente, por exemplo, a encarada não faz porque a encarada é muito difícil, porque tu encara o cara, daí o outro perde, não consegue tirar foto. Só um pouquinho, imagina com todo mundo isso no aeroporto, na fila do Carrefur, Aorto. Aeroporto é o quem sou é direto no aeroporto. Quem sou é direto, direto e fora o que eu não faço, né? Porque as pessoas acertam o nome. Pô, Verdão, vou tirar uma foto. Verdão.
Eu não tenho graça a fazer com a pessoa que acerta. Ah, tá. Só quando a pessoa já tem uma um gatilho, eu já sei como é que é. Vamos tirar uma foto sem falar o teu nome. O cara não falou meu nome. É. É lutador, né? Isso daí eu já concordo. Vou tirar uma foto e entendeu? Já faço muito bom. É porque às vezes você fica meio semifamoso, né? Porque o cara te conhece, te viu da TV, mas ele se parece com alguém. Pra às vezes o cara fala: "E aí, cabeção da Malhação, os caras
às vezes não sabem muito do pânico. Olha o cara fala: "Porra, mas é o rabim". O rabinho ele fez uma piada na hebraica. Não sei se você sabe disso, né? Que eu sou completamente contra porque eu frequento hebraica e minha família tá lá. Inclusive ele falou que as mulheres da hebraica elas eram e um pouco acima do peso. Fez alguma uma piada, né, que eu desaprovo completamente. Foi muito engraçado. E cara, ficou um tempo, eu ia no clube, eu gosto do desaprovo. Desaprovo, desaprov. Eu ia no clube, eu ia no clube, as senhoras me olhavam
meio torto, eu falava: "Cara, por que que essa senhora assim, sei lá, dona Olga com laquê no cabelo tá me tratando meio mal?" Então, durante um tempo vio uma mulher tirar uma senhora tirar satisfação. Não gostei da piada que você fez. Falei: "Porra, mas que piada que eu fiz? Eu nem lembro. Era o rabim. As pessoas me confundem às vezes com o rabim, cara, no clube, cara. É mesmo. É, você já depois eu vou mostrar um vídeo aqui para colocar. O Rabinho tá treinando muito sério. Você já viu o Rabinho treinando? Tá bem, você viu?
Tá bem. Tá bem no comecinho. Tá uns dois dias, né? Porque tá bem ruim. Tá bem ruim. Parece uma coxa creme, né? Tá, tá bonito, cara. Quadrilzão. Quadrilão. Quadril de parideira. Ele tem um negócio assim, parece uma casquinha do sarro emagreceu bastante o sarro. Ah, mas mongjaram pr caramba, né? É aquele negócio, mas também só tomar isso, não treinar ficar flácido, né? E ele tá tá treinando, tá bem? Como sou padrinho, só pedir para ele não sar muito de você, graças a Deus não odeio ser padrinho de alguma coisa que você tem que dar presente,
depois você não tem a menor intimidade com aí se para, né? O sarro também não sei tempo vai durar o car. Aí o sarro ele tá com uma coisa muito ruim. Eu adoro a mulher do sarro, gente boa pr caramba. A Maria ele tá postando foto porque tem um negócio no WhatsApp que é o status do WhatsApp, que é uma coisa bem brega, né? que ser igual stories, mas é do WhatsApp. E ele fica, talvez a mulher dele tá bloqueada, ele posta umas fotos no no espelho da academia, sabe, com o abdô meio trincado assim,
forçando. Por favor, Sarro, pelo amor de Deus, uma coisa muito constrangedora. Eh, enfim, para de fazer, por favor. [ __ ] é horroroso, cara. Vamos fazer uma uma pegadinha. Como é que sea pegadinha? Trot. Pô, posso falar uma coisa? Tem um conteúdo seu que eu gostaria que você voltasse a fazer, porque, aliás, eu adoro churrasco. Sei que você é de Porto Alegre, né? [ __ ] churrasco e papo furado você fez com o Grace. Muito bom nos Estados Unidos. Não foi o primeiro. O Royce Grace foi o primeiro. Foi o primeiro. Maior de todos o
R Gre não meu. Vou te falar aqui que era muito legal. Só que o meu irmão não tá junto e o meu irmão que faz a carne. Ele que então era a combinação de eu conversar com o cara e ele conversar também junto. Pelo amor de Deus contrata um churrasqueiro. Vai tomar casa preguiçoso. Não. O cara parou de gravar porque o [ __ ] do irmão não faz a pic. [ __ ] velho. Você chama um cara, chama Algenor, chama parasão. Ele fazer. [ __ ] cara preguiçoso, ele não quer abrir o carvão. É chato.
Tudo bem, mas é muito. Você ainda tem loja de carne? Não, não tenho mais. [ __ ] mais uma que faliu. Bom negóci. Ó, os patrocínios são bons, tá? Proteína é boa. Patrociném é bom. Vamos lá. O fone que você não usa, mas é bom. Esse tem um retorno. De repente tem um retorno. Ó aqui, ó. Tá rolando o retorno ou tá desligado? Tá completamente desligado. Mas é muito bom. Ele é tão bom que ele isola o som e não funciona também. Você não escuta. Não funciona porque tá desligado. É bom. Ô dos nossos chama
aí então. Olá. Profit está ali, ó, com QR code na tela. Quem gosta, curte, um bom suplemento. Nós temos as melhores linhas do Brasil. Melhor linha do Brasil com mais de 60 produtos, ó. E também tem aquele desconto Verdum 20 ou Vand 20. O Vand, o Vand também é contratado também. Que que tem? Tem a criatiler. Tem. Olha aqui. Olha aqui dos nossos ôega3. [ __ ] você dá para quem vem aqui? Não, não. Isso aí já é só emocionou. Se emocionou. É só [ __ ] Só expresso galera que está começando, ó, o QRcode
tá na tela. É só fazer, não precisa parar de assistir. Faz ali o Qcode, faça sua compra e ó, vem com 20%. Bom, hein? 20%. 20% é um bom. Vai com o cupom do Vanderlei, né, para dar mais engajamento. É verdade. É verdade. E também tem a PC. Todos os, né, nossos monitores, teclados, equipamentos daqui são PCS. Bem chique. E a cadeira que tu animal cadeira é boa. Não dá nada. Não dá nada. Luciano, Luciano, dá um mouse. Dá um mouse. Luciano, Luciano, um abraço para você. Deixa eu aproveitar e falar da Cferrasqueira que eu
faço algumas perguntas na minha casa, cara. Melhor churrasqueira que tem. Tem K churrasqueira gourmet também. Nós temos um negócio que chama Mosquit BR. Se você tem problema de mosquito na tua casa, não deixe de conferir. É muito bom. Vai acabar com esse problema. Cadê o carde? Qcode na tela. Quer code na tela? @danielzukerman. Tem o cupomzuckerman, 20% de desconto. @power.focos também que eu tenho um café. Tô, pô, vários. Eh, Cirela, mandar um abraço pra família aqui. Cirela, que é fantástico. Apartamento é pequeno, mas Orlando, um abraço para você. Ele não é da família Horn, mas
ele é um dos gerentes lá. Ele, Horn, é um homem que revolucionou o mercado imobiliário. Contratem o Verdum para palestras que ele emociona as pessoas também, que é muito bom, não é? [ __ ] velho. Falar tudo aqui. Mas, ó, cafera é boa, velho. É, tô falando sério mesmo? Tô falando sério. Vamos marcar um churrasco, [ __ ] Você gosta de churrasco ou não? Só só para gravar. Ele só gosta com o irmão dele. Se o irmão não tiver, vai. Coitado do irmão. O irmão queimando a cara e o cara só entrevistando. Faz c anos
que eu não como churrasco. Meu irmão não tá aqui. Tá, mor em Los Angeles. É, vamos passar para quem o trote. Para quem você quiser, para algum lutador de UFC, pro Popó, né? Popó. Tá, meu medo. Como ficou a relação do Popó? Ficou meio merda. Ele me chamou de mau caráter, né? Isso é um pouco, mas isso ele tem ruim porque mas não ficou foi um negócio que foi ruim, né? Vamos, ficou meio estranho. Ficou meio estranho a relação não já não tenho. Eu nunca, na real, assim, nunca teve, é o que eu seara muito
amizade de verdade com os conhecidos, né? Então considera ele como um conhecido e não não gostei da situação. Não é cu de cachorro ou ah agora no momento é é cu de cachorro, Né? Não posso dizer um baita é cu de cachorro porque é pequenininho, né? Cu põe aí cu de cachorro. Põe dá para colocar aqui cu de cachorro. Tem um para falar. É, coloca no Google a imagem aí. Vittor BF. Põe Víor BF para mim aqui, ó. Vittor BF. Cu de cachorro dos nossos. Eu vou te passar o telefone do Lioto, tá? Pode ser.
Pode contratar o Lioto pra palestra. Que que o Loto tá falando? Palestra aí, ó. Olha aí, ó. O de cachorro ou dos nossos. É, eu acho, eu acho cu de cachorro também. Tá falando comigo, né? Eu acho cu de cachorro. Não, porque não não condiz do que ele fala com as pessoas assim. E já tem muita história do meio da luta, né? meio da luta, a galera não curte muito ele. Pergunta para qualquer lutador e o Vitor Bfor. Ah, não sei. É, é. Então não é bem quisto no meio da do da luta. E você
foi o os caras da shoot boxing lá de Curitiba. Você você não tá louco. Eu sou shoot box. Tá louco. Tá. Então mas por que que você tem treta com Pelé? Põe Pelé. Pelé. Pelé. Pelé. Pelé. Pelé. Põe Pelé aí. Pelé. Depois a gente coloca Pelé. Pelé é lutador, não é? Pelão jogador o lutador, o jogador morreu já, né? Macaco. E o macaco, meu? Que que tem? O macaco tá bem. Não é que eu não tenho muita contato com macaco também. Só perguntei macaco e o Pelé foi para mim um clássico aqui no Claro, com
certeza. Foi, foi. Chama aí dos nossos f aí. Lioto. Lioto. Vamos ver. Mas se ele atende, né, meu? Cara, que tá fazendo yoga com mulher. Deixa eu falar com ele antes. Não, não, não. Ó, eu ligo. Deixa eu ligar diret não que tem um cara que me ligou de uma palestra, queria falar contigo. Não, não, não. Ele não, ele é, ele é, ele é tanso. Tô te falando. Ele é tos tão. Vamos tentar ligar direto. Se ele não atender, eu falou é. Tá bom. Bota no microfone. Tá muito bom, hein? Rendeu mais do que com
o Henrix. Henrix, muito bom. Podcast do Henrix também. Assista. Lioto, Estados Unidos. Então vai ser contratar uma palestra. É, nem não nem sei. Então vai. A que oração dos Estados Unidos? Tá na P Lioto. E aí, Roberto Black Rock Suplementos. Tá podendo falar, irmão? Roberto, dá para falar daqui a uns 10 minutos tem um compromisso. É, mas eu também tô tô com compromisso. Tem uma reunião forte aqui só para te explicar. Dia 26 eu tava falando, né, a gente tem uma iniciativa muito forte com Las Vegas, a gente vai fazer uma palestra e eu queria
você para a gente caminhar em 2026 e com uma contratação, tá? A gente tá com PG, com algumas marcas grandes, eu não sei se chegaram a falar com você, o Dana Revers, que ele tem é um terreno muito forte e eu queria já meio que ver o budget, se você tem possibilidade. Que dia é? Vamos fazer o seguinte, eu vou te colocar tudo no WhatsApp com o cronograma. Você tem viagem para Copa do Mundo? Você tem a possibilidade de Copa do Mundo? Não tem, mas depende das datas, né? Tá. Ah, iniciativa com a CBF, tá?
Eu tô falando com o Vanderlei Nunes, que é cabeleireiro. Você deve saber quem que tá toda a iniciativa junto com o Roberto. Eu vou te mandar e o escopo. A gente tem 150.000 de budget, mas eh precisava ver o que você tem de entrega. Você tem alguma marca de creatina? Não. De creatina? Não. Você deve lembrar do bone açaí, né? Lembro. Tá. O B a gente, [ __ ] você deve lembrar também do Oscar Schmith, jogador de basquete. Sim, claro. Ele é um dos embaixadores, tá? Sabe quem que é o Renato Perceervejo que treinou em
Curitiba? Não, estou vendo. Talvez tá. É, você depois você dá uma pesquisada. Eh, em março a gente vai ter o desfile da Vai Vai junto com o Royce do Cavaco. E esse ano a gente vai homenagear o UFC. É, é, é um carnaval em Los Angeles, tá? Junto com a marca. A gente tem alguns embaixadores. Eu queria saber se você se interessa, pelo menos pra gente ter um primeiro papo, tá? Você tem alguma restrição com suplemento? Não, não, com suplemento não. Você tem alguma marca que te patrocina? Não, não. Já tive no momento não. Não
tem nenhuma marca de suplemento. Quantos seguidores você tá no Instagram aqui, Marta? Pega para mim o Instagram do Loto, só para eu ver. Você bateu 1 milhão? Não, 1.7. Aí tem. É fraco para lutador. Isso já não interessa. Rede social corta. Vamos fazer você com o nome. Não, é forte. É forte. É, tem pouco. Você precisa trabalhar mais. Ah, legal. O legal que você tem treino de família. Bom, é um I, só tô te falando em off, tá? Eu vou te mandar aí depois você assina o MNA. O que acontece é o seguinte, a gente
tem um IT, né, que você tem toda a história da urinoterapia brasileira e a gente trabalha com gincé coreano, né? Eu tenho essa empresa na Tailândia, Monguaguai, região. Você vai fazer a curadoria para mim do produto. Se você achar interessante, a gente te coloca como garoto propaganda. Você pode fazer publicidade na Rede Globo ou você tem alguma restrição? Posso não, não tenho restrição nenhuma. Como é que é teu inglês? Me explica. Meu inglês é bom. Eu já dei palestra, né? Mas tudo depende assim, né? Eu falo, falo, já fui em podcast e tudo, mas eu
não vou dizer que eu sou um cara aqui, entendeu? Tá, quem cuida para mim é o Stuart Molister. Você dá uma palavra com ele para ver só pra gente desenrolar. Tá bom, Stuart. Very nice to meet you. It's a big pleasure to speak with you. Uh I would like to know about you a big sensation in the UFC and we have a lot of respect with you and you know what you do like to say about your career and can you Speak for me about the UFC and the all the things? né? Ele ele é
porque não pode ter o accent, né? Eu tô falando com com empresário. Vamos desencanar da parte de inglês, tá? O que eu acho que a gente tem uma iniciativa com os tacos mexicanos. Se você quiser falar com o Rossé, porque ele tem, ele tá abrindo uma rede. Rossé, você tem espanhol? Não, fluente ou você fala mais? Ol Joo. Lotão desculpa velho essa barbaridade aqui. Fala é o zuk man. [ __ ] velho. É esse filha da [ __ ] aqui. Verde. Loto, Deus do livro. Não dá pr aguentar. O cara não dá, velho. O cara
não dá. Obrigado, Loto. Sou seu fã, pô. Já gravamos junto. Já tomei mijo com teu pai. Desculpa. [ __ ] que o pariu. Os caras é com o espanhol. Eu vi que tu começou a desconfiar no espanhol, né? Não, já desconfiei logo. Dig, os car de sacanagem. Ai, car. Ô, $.000 é um bom cachê. O cara, eu tô vendo um negócio aqui para mandar uma mensagem, cara, negócio. Liga o negócio, eu não vou atender, não sei nem quem é, cara. Car. Ah, mas ô meu o cara, ele vai improvisando, ele ele é bom. Também é
bom. Ele tem os cursos, né? Fala louco. Desculpa, Loto. Tá no programa aí, tu tá no programa agora? Tô aqui, tô aqui gravando com ele. Aham. Tô aqui gravando. Aham. Ah, legal, legal, legal. Manda um abraço para todo mundo aí, Liot. E pai, eu digo, ea, o bicho é doido do bicho. E o inglês e não sei que espanhol. Não, não, não, não. Para espanhol não, espanhol não. Quando ele falou que o inglês era ruim, eu comecei a achar graça. Então, valeu, valeu. Vai compromisso aí que eu sei que tem, tá ocupado, tá ocupado. Tem
reunião, reunião, reunião. Valeu, Lioto. Valeu, um abraço, irmão. Abraço, abraço. Ah, vai tomar no cu você. Juro com foi muito bom. Valeu, cara. [ __ ] que parab não vou acabar agora. Louco, louco. Tá louco. Foi embora. Não, valeu. Boa, boa, boa. Não vou saidira que tem um mais um quadro. Tem mais um quadro. [ __ ] merda. Para quem você tira o anel? É o novo. Ah, explica aí. Explica aí. Ô, cara, mas obrigado. Que absurdo, né, pô? Desculpa, Loto. Desculpa, cara. Eu me empolguei. Que loucura. Essa o outro jogo, sabe que foi [
__ ] porque assim, você começa com um cara que é empresário, aí depois você quer fazer alguma coisa na Copa do Mundo, tem o menor sentido. Aí Ele tem que falar, é que você que mandou bem para [ __ ] Fala inglês com ele. Aí manda um empresário inglês e aí tem um empresário mexicano para vender taco. Tipo, [ __ ] velho. [ __ ] velho. Vamos ajudar o Lioto, gente, ó. @ Lioto aí, pelo amor de Deus. Dá uma Igor Gu Igor, tá ligado? O Igor, né? Muito bom. Fez o m com ele. Acho
que fez o M, né? Fez o baú. Meu Pois sempre você liga pro Liot aí. Ai, que filha da [ __ ] Falei que ele é bobão. Ele cai sempre. Ai, [ __ ] velho. Bom pr [ __ ] Gente boa de cai. Vamos fazer pro quadro então. Saideira. Saideira agora. Saideira. O quadro demora uma hora, 1 hora e meia. Esse quadro é bem legal. Vamos ao nosso quadro que é o da Chupa. Não, não. Ó, é o manual do arregão. Manual do Argão. A gente chama alguns convidados. Todor qualidade tem direito a botar o
seu manual. O manual quer dizer a verdadeira desculpa, né? Rafael dos anjos, lutador do FC, ex-campeão. Segunda-feira eu começo. Então, pra gente ter entender mais ou menos como é que funciona o quadro. O Marreta falou conversar no meio do treino, entende? Então essa é uma desculpa que de repente tu escutou muitas vezes ou tu fazia. Então é a verdadeira desculpa, né? A Chris Borg, cadê a Chris Borg? Falou aqui, ó, que esqueceu o protobal. Esqueci. Entendeu? Porque foi treinar e esqueceu o protobocal. Não quer treinar. Calma aí, calma aí. O nego falou: "A culpa é
do vento, ele vendi ar condicionado. Pior que pegou, [ __ ] É muita sacanagem com o cara. A culpa é do vento. O cara deu maior golpe de ar condicionado. Posso saber? E a foi bem o gancho. [ __ ] velho. [ __ ] velho. Não tem como. Você se compromete aí, cara. Ai, que loucura. Vai passando aqui dos nossos. Vai passando aqui. Tem 20 páginas. Olha que eu ten que escolher um ou ten que falar? Vieram, ver, olha quantas pessoas já vieram. Olha aqui, olha aqui, ó. A loucura. Olha a loucura. Ol aí dos
nossos. Pode ser mais devagarinho. Ô dos nossos sei amanhã eu termino. Tem vários. Tem vários. Legal porque Ah, manual do arregão, cara. Do arregão. Que aquela eu já sei, cara, minha frase, cara, que é que que mais sabota as pessoas, que é o seguinte, cara. Qualquer disciplina que você vai ter na tua vida, você se [ __ ] muito com isso. Pode ser com dinheiro, pode ser com um regime, pode ser com a [ __ ] que você for, você fala assim: "Cara, eu mereço essa, eu mereço". É o que [ __ ] quando você
tá numa dieta. É quando você fala: "Caralho, vou estourar aqui, pau no cu, tô com a minha família aqui, eu vou gastar tudo que eu tenho, eu mereço". Muito boa. Tá ali, tá ali, ó. É, eu mereço. Eu mereço, [ __ ] Eu mereço. Vai se [ __ ] Trabalhei pr caramba. Vou tomar, vou beber. Daí você fica, se [ __ ] todo. Sabe quem é o o Thales Gomes? Teve aqui outro dia. Lógico. G4. Conheço muito. Se tivesse dinheiro faria. Ó lá, botou lá. Se tivesse dinheiro faresse dinheiro faria. Ah, [ __ ] cara.
Não, muito legal, velho. Pô, tá louco. Eu mereço. É zu r a n. Não sabe sobrenome, mas tudo bem. Pior que é não fala, sou letra. Aí foi. Obrigado. Muito leg. Pô, muito obrigado, pô. Obrigado. Você foi uma tarde maravilhosa, cara. Obrigado. Não é assim, assim. Assim, faz assim. Não é assim. Daí faz aqui, ó. Ah, [ __ ] Bem putão. Bem putão. É, [ __ ] Valeu, velho. Prazer. Saideira. Saideira. Pergunta saidideira. Qual é o sentido da vida para ti? Ah, vai se [ __ ] Não, sério. Vai tomar. O cara virou provocações. O
que é a vida? Vai tomar no cu. O que é a vida? É você marcar um podcast com o cara que você não sabe onde é o elevador, você demora na recepção, o cara não abre a porta para você, tenta fazer uma pegadinha que não acontece. A vida ela é muito filha da [ __ ] cara. Mas você vem num podcast, um cara que você é fã para [ __ ] você gosta, o cara faz você ligar pro Lioto Maxida, dá risada. Car 18 peg. Obrigado, ó. Obrigado pela audiência aí, satisfação, máximo respeito aí pela
tua história. E você também, velho, como se chama? Lucas. Ah, obrigado. Só para anotar aqui, devia apresentar, né? Né? Eu falei do começo, Lucas. Lucas, entra no vídeo que ele vai lá e sacaneia o Bol e o carioca. E eu vou pedir humildemente pro B, pro quer que eu Ah, bom, já, já rendemos, né? Podcast do Taric Tar, [ __ ] Tarecicast. Chama o Lucas que o moleque é muito bom. Valeu. Então, só para finalizar ali, ó. Câmera cinco, tem oito câmeras. Umas 20, velho. É, ó, a gente vou fazer a frase e a gente
faz um hei tá bom, pode ser. Lógico, é tudo nosso e nada deles. Hej.