Opa, tudo bem? Eu sou o Luiz Camargo e seja muito bem-vindo. Neste fim de semana, Donald Trump se reuniu com líderes da América Latina cúpula Escudo das Américas.
O objetivo do encontro foi direto, discutir o combate ao narcotráfico na região. E para a surpresa de absolutamente ninguém, Luís Inácio Lula da Silva não estava lá, mas a ausência não parou por aí. Os governos do México e da Colômbia também não foram representados.
Ou seja, dois dos maiores produtores de drogas do planeta e o maior corredor de distribuição da região, o Brasil, simplesmente preferiram ficar de fora. Nesta segunda-feira, todos os veículos de imprensa anunciaram que Trump, contrariando o governo Lula, pretende classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Isso porque neste domingo, depois da cúpula Escudo das Américas, o ministro das relações exteriores, Mauro Vieira, conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rúbio.
Segundo apuração do portal Metrópolis, Vieira buscou convencer o chefe da diplomacia dos Estados Unidos de que grupos como o Primeiro Comando da Capital e o Comando Vermelho não deveriam ser incluídos na lista de organizações terroristas estrangeiras. Essa defesa enfática do PCC e do CV pelo governo Lula pegou tão mal que até a Globo não conseguiu esconder o espanto. >> O que é que muda se essas organizações criminosas, violentas, poderosas dentro do Brasil fossem consideradas terroristas pelos Estados Unidos?
O Brasil, o governo brasileiro nos bastidores diz que seria um desrespeito à soberania nacional caso os Estados Unidos decidissem atuar contra o PCC e contra o Comando Vermelho, mesmo já não sendo novidade, que essas essas facções têm braços fora do Brasil. E o governo brasileiro tenta mostrar pro governo norte-americano que dá conta do recado. A ideia é de fato, demonstrar as ações que o governo brasileiro vem fazendo contra essas duas facções.
Se não for possível esse contato, aí o presidente Lula vai entrar em campo. situação, >> olha, é até constrangedor eh ter de comentar isso, porqueed >> assim, presidente Lula pegar no telefone para ligar pro Trump para dizer: "Olha, veja bem, >> né? Não classifica, não deixa de ser uma tomada de defesa em nome da soberania, mas também trazendo pra mesa dele, >> pros assuntos internacionais dele, duas organizações criminosas perigosíssimas no Brasil.
Já nesta segunda-feira, em sua visita à África do Sul, Lula, visivelmente abatido, fez um pronunciamento em tomicoso, temendo uma possível invasão. >> Aqui na América do Sul, nós nos colocamos como uma região de paz. Aqui ninguém tem bomba nuclear, aqui ninguém tem bomba atômica.
Aqui, aqui os nossos drones é paraa agricultura. para ciência e tecnologia e não para guerra. Então nós pensamos em defesa como dissuação, mas eu não sei se o companheiro Ramapota percebe que se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente.
A verdade é que a retirada da lei magnísk contra o juiz violador de direitos humanos, marido da advogada de 129 milhões, saiu cara demais para o governo Lula. Agora a conta está chegando e o dia do acerto também. É exatamente isso que vamos analisar no vídeo de hoje.
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Para quem não se lembra, Marcos Valério era o publicitário do PT que atuou como operador de pagamentos de parlamentares em troca de apoio no Congresso ao então recém-eleito governo Lula. Escândalo que ficou conhecido como mensalão. Por causa disso, Valério foi condenado a 37 anos de cadeia, a maior pena imposta pelo STF aos mensaleiros.
O publicitário revelou em delação premiada homologada pelo ministro aposentado do STF, Celso de Melo, que o PT mantinha vínculos diretos com o PCC, a maior facção criminosa do país. Os trechos divulgados pela Veja em 2022 resgatam um dos capítulos mais obscuros da história política brasileira. Segundo o Valério, o empresário do ramo dos transportes, Ronan Maria Pinto, chantageava Lula para não revelar o que supostamente poderia destruir o Partido dos Trabalhadores.
No caso, detalhes de como funcionava o esquema de arrecadação ilegal de recursos para financiar os petistas. Valério afirma que soube da suposta chantagem contra Lula após conversar com Silvio Pereira. De acordo com o delator, o então secretário geral petista o informou que Ronan ameaçava revelar que o PT recebia clandestinamente dinheiro de empresas de ônibus, de operadores de transporte pirata e de bingos, e que neste último caso, os repasses financeiros ao partido seriam uma forma de lavar recurso do crime organizado.
Valero é claro ao explicar a quem se referia ao mencionar genericamente crime organizado. o PCC. >> Fui conversar com o seu Silvio Pereira, né?
O Sil virou para mim e falou: "Marco, o assunto de Santo André é que o Ran quer revelar que além dos ônibus a gente recebia dinheiro de bingos, a gente recebia dinheiro dos peruiros e que dentro desse dinheiro de Pincos, tá? E eu conversei com o João Paulo Cunha sobre isso também, conversei com o senhor Vigílio Guimarães sobre isso, tá? E que além disso, no dinheiro dos bingos, os bingos estariam lavando dinheiro do crime organizado e financiando campanha de candidatos a vereadores do PT e deputados do PT em dinheiro vivo, tá?
E crime organizado, lei PCC. Valério disse ainda que Celso Daniel havia produzido um dossiê detalhando quem dentro dos quadros petistas estava sendo financiado de forma ilegal pelo crime organizado e que depois do assassinato do prefeito de Santo André, o dossiê simplesmente sumiu. >> E a pessoa que era responsável para recolher todos os recursos, inclusive empresa de ônibus e tudo que recolhia com os empresários, recolhia era o seu Ronan P.
Ele não entregava dinheiro só da empresa dele, tá? Ele entregava dinheiro de tudo. Aí eu falei assim: "Vale, e que o Celso Daniel não acabou não.
E o Celso Daniel tinha feito um dossiê mostrando quem era do PT, quem tava sendo financiado e quem tinha pedido para ele para manter eh para dar ajuda lá em Santo André. Ele como prefeito tinha feito um dossiê e esse dossiê sumiu. Não sei.
É isso. Eu vi de gente do PT, pô. Aí eu, aí eu pensei comigo, ó, isso aí é rolo, isso ainda vai estourar no meu colo.
Vou sair fora disso. E sair fora disso. Conan Maria Pinto, se ele não fosse pago, ele ia entregar o Lula como mentor do assassinato do Celso Daniel.
Esse é o teor chantagem. E o Lula pagou. Como é que alguém que não tem nenhum envolvimento pagaria?
O Lula pagou, pagou os 12 milhões da chantagem, sim, pro Ronan Maria Pinto cala boca e ficar quieto. Mas enfim, na delação de Marcos Valério, ele deixa claro que a causa principal do assassinato de Celso Daniel é porque ele iria expor a estreita relação entre o Partido dos Trabalhadores e o Primeiro Comando da Capital. Sendo assim, temos que trazer a memória alguns fatos.
O primeiro é sobre o contador de confiança da família do Lula, João Muniz Leite. Segundo as apurações do Denarque, o contador e sua mulher ganharam 55 vezes em loterias federais, somente em 2021. Em uma das vezes, ele dividiu o prêmio de R milhões deais da Mega Cena com o traficante de drogas, Anselmo Bechele Santa Fausta, conhecido como cara preta, considerado um dos principais fornecedores de drogas do PCC, que foi morto em dezembro de 2022.
De acordo com a investigação, o contador usava os prêmios da loteria para lavar o dinheiro do tráfico. João Muniz Leite foi contador do Lula por mais de uma década, fez as declarações de impostos do ex-presidiário de 2003 a 2016. Mas o mais bizarro é que seu escritório atual fica localizado na rua na rua Cunhaago, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, exatamente no mesmo endereço em que Fábio Luiz, Lula da Silva, o Lulinha, mantém suas três empresas.
Outro fato que precisamos trazer à memória se deu em 2019 na operação da Polícia Federal chamada Cravada, que tinha como missão desmantelar o núcleo financeiro do PCC. Os agentes obtiveram mensagens de áudios que demonstravam fortes ligações entre o PCC e o PT. Em trechos da conversa, Elias, o tesoureiro do PCC, reclama das ações do governo Bolsonaro com relação à segurança pública.
Faz duras críticas a Sérgio Moro, que na época era o ministro da justiça, e confessa que antes de tudo era antes era tudo mais fácil, que inclusive mantinha diálogos cabulosos com o PT. que o esse Moro aí, mano, esse cara aí é um filha da Esse cara aí é um filha da mesmo, mano. Ele ele veio para atrasar, ele já começou a atrasar o ele passou do PT.
que o PT com nós tinha um diálogo. O PT tinha um diálogo por nós, cabo. O PT tinha um diálogo por nós, cabo.
>> Assim que Lula assumiu em 2023, uma das principais medidas do então ministro da justiça, Flávio Dino, foi transferir Marcola, chefe do PCC, para Brasília. Uma decisão estranha, tirar o detento mais perigoso do país, de um presídio isolado e levá-lo justamente para o centro do poder político. Depois disso, o PCC intensificou manobras jurídicas, lobby por meio de ONGs e pressão por benefícios carcerários.
Justamente porque em Brasília os advogados e aliados de Marcola t algo que não teriam em um presídio isolado, acesso direto ao coração do poder. Bom, em 2022, Lula subiu o complexo do alemão no Rio de Janeiro para fazer campanha e todo carioca sabe que você não entra ali, tampouco faz um evento político se não tiver permissão do comando vermelho que domina aquela região. Muita gente dizendo que CPX é abreviação de complexos, né?
>> Negativo, não é abreviação de complexos, >> tá? CPX significa cupincha, parceiro do crime, tá? E eu tenho a oportunidade de conversar com diversos policiais do Rio de Janeiro, tá?
Inclusive policiais que atuam em unidade e em unidades especializadas lá na daquela polícia. Temos vários policiais honestos no Rio de Janeiro, vários policiais honrados no Rio de Janeiro que se revoltam com esse tipo de situação. Eu tenho certeza absoluta que se fosse outro candidato naquela condição, ele provavelmente sequer sairia vivo daquele daquele local.
>> A sigla CPX do bonezinho do Lula pode ser a abreviação de complexo, visto que ele estava no complexo do alemão. Inclusive, quem deu o boné para ele foi um morador da região, eh, Renê Silva. jornalista da rádio Voz da Comunidade e que, pelo que se sabe, não é ligado ao tráfico.
No entanto, a sigla CPX, ainda mais escrita em vermelho, como no boné do ex-presidiário, também é um símbolo que os membros do Comando Vermelho usam para designar cupincha, que por sua vez significa aliado, parceiro. Quem não se lembra do então ministro da justiça Flávio Dino entrando na favela da maré sem escolta policial? também uma das áreas mais perigosas do Brasil, completamente dominada pelo Comando Vermelho.
Isso sem falar na primeira dama do tráfico, Luciane Barbosa Farias, mulher do líder do Comando Vermelho, conhecido como tio Patinhas, que foi recebido por duas vezes no Ministério da Justiça por assessores de Flávio Dino e com sua viagem custeada pelo governo. Pois bem, o atual presidente do STF, ministro Edson Faquim, antes de se tornar ministro, era um ferrenho defensor da reforma agrária, advogou para o MST e fez campanha para Dilma Roussef, que depois foi quem o indicou para uma cadeira no Supremo. E foi justamente o Faquim, que em junho de 2022 proibiu operações policiais em favelas do Rio de Janeiro.
Na sua decisão, ele também restringiu o restringiu o uso de helicópteros em voos. sobre os morros, fazendo o narcoterrorismo prosperar e aumentar o seu domínio. Ou seja, temos um ministro da mais alta corte do país, que a vida toda foi simpático ao PT, que anulou todas as condenações de Lula e que foi o responsável por tomar uma decisão que beneficiou o crime organizado nos morros cariocas.
Sendo assim, juntando todos esses fatos, só podemos supor que o PT não é um partido, mas sim uma facção criminosa. Uma facção criminosa responsável por transformar o Brasil em um narcoado. E Donald Trump tem plena consciência disso tudo.
Marshall Bilingues Lia, ex-secretário do tesouro dos Estados Unidos e especialista em combate ao financiamento do terrorismo, afirmou que o regime de Nicolás Maduro usou dinheiro do tráfico para bancar campanhas de esquerda em toda a América Latina, inclusive no Brasil. Durante a audiência no Senado americano, Beles Lia declarou que foi o dinheiro corrupto da Venezuela que espalhou o socialismo no continente, financiando líderes como Gustavo Petro na Colômbia e Lula no Brasil. As denúncias de Blinges Lia coincidem com as revelações de Hugo Elpoio Carvahau, ex-chefe da inteligência venezuelana, que sob custódia do governo americano, entregou ao Departamento de Justiça provas de um esquema bilionário do governo venezuelano para financiar campanhas políticas dos governos que integram o foro de São Paulo.
Trump também tem plena consciência que o governo Lula tem atuado para impedir que as facções como o PCC e o Comando Vermelho sejam enquadradas como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Diante de tudo isso, você acha mesmo que Trump ignoraria esse conjunto de sinais e escolhas e alinhamentos? Nesta foto vemos Trump em 2018 cumprimentando King John 1, encontro histórico que buscava reduzir as tensões depois de anos de ameaças e provocações múltuas.
E aqui temos Trump cumprimentando Lula. O homem laranja sabia exatamente quem era o ditador norte-coreano, assim como sabe quem é o vagabundo que governa o Brasil. O fato é que sob o governo Lula, os Estados Unidos caminhavam para perder o país mais estratégico da América Latina para adversários diretos do Ocidente.
Lula vinha empurrando o Brasil para o chamado eixo do mal, aprofundando alinhamentos com Rússia, China e Irã. Para Trump, cujo objetivo declarado é redesenhar a América Latina, sufocando o avanço do comunismo e de regimes hostis, trazer o Brasil de volta ao campo aliado era absolutamente central. E isso não foi feito pela força como na Venezuela de Maduro, mas pela estratégia.
Se Trump tivesse endurecido fortemente contra Lula, como todos nós queríamos, o efeito seria o oposto. O Brasil mergulharia ainda mais nos braços da China. Por isso, Trump escolheu outra rota, puxou o Lula para perto, amarrou interesses e colocou condições.
Em vez do confronto direto, elevou a pressão com tarifas e sanções, tensionou o ambiente e só então colocou suas exigências exigências. sobre a mesa, oferecendo em troca um recu calculado e aparentemente amistoso. E o que Trump colocou na mesa?
Primeiro, interesses comerciais estratégicos, as terras raras brasileiras. Afinal, o Brasil detém a segunda maior reserva do mundo, atrás apenas da China. Para tornar os Estados Unidos autossuficientes e reduzir a dependência chinesa, o Brasil é peça-chave.
O segundo ponto foi a conectividade via satélite. Em 2024, a Telebáas firmou um acordo com a empresa chinesa Space Sale, prevendo o lançamento de cerca de 15. 000 satélites até 2030.
Na prática, o Brasil caminhava para se tornar um hubia satélite chinesa, quebrando a hegemonia da Starlink, empresa de Elon Musk, que apesar de ruídos pontuais, segue sendo aliado estratégico de Trump. Para Washington, isso era simplesmente inaceitável. A China, avançando ao mesmo tempo sobre terras raras e sobre infraestrutura digital da América Latina, duas linhas vermelhas cruzadas de uma só vez.
Trump precisava das terras raras brasileiras e não podia permitir que Pequim controlasse o futuro da conectividade regional. Mas o Homem Laranja foi além. No pacote incluiu concessões estratégicas.
Recu em impostos contra bigtex. Fim da censura nas redes sociais. Permissão para a Casa Branca monitorar de perto as próximas eleições e cooperação direta no combate ao crime organizado.
Vamos combinar. Estamos falando da resolução dos maiores problemas do país. Afastamento da China, liberdade nas redes, eleições limpas e combate real ao crime organizado.
É preciso compreender o que está em jogo. As ditaduras latino-americanas atuais se sustentam nos tentáculos do narcotráfico. Colômbia, México e Venezuela estão entre os maiores produtores de drogas do planeta e especialmente de pó.
E cerca de 80% do que sai dessas regiões passa pelo Brasil, que opera como uma espécie de distribuidor global. Nas Américas foram justamente os governos brasileiro, colombiano e mexicano que em 2024 não reconheceram a fraude eleitoral ocorrida na Venezuela, que manteve no poder a ditadura sanguinária de Nicolás Maduro. Ditadura essa financiada com dinheiro do narcotráfico.
Os Estados Unidos já enquadraram os principais grupos criminosos da América Latina em atividades passíveis de serem classificadas como terrorismo. Falta o PCC e o Comando Vermelho. Para a Casa Branca, esse detalhe muda tudo, pois no momento em que uma facção é oficialmente reconhecida como organização terrorista, os Estados Unidos passam a ter diante da comunidade internacional carta branca para agir com força militar direta, sem precisar pedir permissão a ninguém.
É a diferença entre tratar bandidos como criminosos comuns ou como inimigos de guerra. E é exatamente isso que desespera o vagabundo que foi colocado na presidência do nosso país. Agora você entende por a retirada da lei Magninsk saiu caríssima para a esquerda brasileira?
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