Seja muito bem-vinda a mais uma semana do nosso projeto Segundas com Foco. Hoje completamos completamos 23 semanas ininterruptas, de muita entrega de conteúdo, de muito foco, de muita constância para fazer realmente acontecer a sua semana. Muita constância.
Perdão, Andreia. Que linda minha mentorada maravilhosa. Hoje estamos aqui, né, na 23ª semana.
O projeto é um projeto que nasceu no meu coração para que você desconstrua se você tem preconceito com a segunda-feira. E hoje vamos falar de algo que rouba silenciosamente a sua energia, os seus resultados e até a sua paz, que é o preço invisível de viver no automático. Eu vou trazer para você hoje insites para você perceber se você já está vivendo no automático e como você vai conseguir sair desse lugar e construir uma rotina intencional, com produtividade e com resultados reais e mensuráveis.
Então fica aqui comigo e não perde esse conteúdo. É um prazer muito grande estar aqui com vocês. Eu sou Karine Carmos, sou mentora de mulheres na construção de disciplina de rotina intencional e que traga resultado.
Eu hoje sou mentora de mulheres nessa área porque minha vida nem sempre foi assim. Eu já fui essa mulher que vivia no automático, que não media seus resultados e que era muito fazedora. Então, eu quero que você entenda que esse lugar aqui, essa live de segunda-feira, é um momento só seu, é um momento onde você pode refletir e é um lugar para você se fortalecer como mulher, para você ajustar sua rota e ter resultados reais, se colocando sempre como o centro da sua vida.
Você aqui vai aprender a não se sabotar e a se amar de uma forma para nunca mais você se abandonar. E aí, eu quero que você que entrou aqui comigo, hoje a live vai ser um pouquinho menor, é aniversário do meu filho. Eu comecei pontualmente ao meio-dia porque a gente vai sair para almoçar e eu quero que você me responda aqui, Andreia, que já entrou.
Você sente que a sua rotina anda pesada, anda corrida e parece que os dias passam e nada muda? Eu tô, tenho muitas amigas que vivem assim, mas quando, quer que eu percebo? Quando a gente tá nesse fluxo automático, a gente mamente tem tempo de avaliar se a gente está nesse ritmo.
Às vezes, quem tá ao nosso redor percebe que a gente não está avançando, percebe que a gente está cansada, mas a gente quando está ali, eu falo por experiência própria, a gente entende que a gente tá dando o nosso melhor e que a gente tá pagando um preço que tem que pagar e aí a gente não consegue ajustar essa rota. Eu demorei muito para sair desse lugar. Eu era uma fazedora insana, eu corria demais e eu achava que isso era produtividade.
Para mim, uma mulher de negócios era uma mulher que corria muito e que não conseguia ter tempo para nada. Eu achava que isso era um preço que tinha que ser pago para ter resultado. E aí o que é que eu percebo?
O que que me colocava mais no automático, que eu acho que muitas mulheres estão lá e permanecem. E eu vou falar isso aqui como um insight, tá? É que você aprende ou muitas vezes negligencia medir resultado.
E quando a gente não mede, a gente apenas quer fazer, a gente quer ir, a gente quer correr. Mas se a gente não mede, a gente às vezes está correndo tanto, sem medir, não está tendo resultado e a gente faz mais, acreditando que é fazendo mais que o resultado vai chegar. E esse fluxo de ser automático, ele só aumenta à medida que você não mede e acha que é fazer no máximo, o resultado vai vir.
Hoje no meu novo negócio, eu avalio muito mais, eu passo muito mais tempo na estratégia do que muitas vezes no operacional, né? Então é medindo, avaliando, vendo o resultado nos detalhes para poder ajustar a rota. E aí parece até quem me vê que tá bem tranquilo, que eu tôciosa, mas é porque eu estou fazendo com uma estratégia bem direcionada e medindo cada passo.
Então é muito mais importante a estratégia, o planejamento do que a corrida. A corrida vai ser só um resultado e o resultado da minha corrida vai depender da minha estratégia, mas nem sempre eu pensei assim. Então, eu já vivi no automático, eu estava sempre produzindo muito, era muito sem tempo, era aquela mulher sem tempo.
Hoje eu vejo muitas mulheres que às vezes é minha aluna e eu indico uma leitura, eu indico um momento que elas têm que ter de pausa e elas de maneira automática respondem para mim: "Cara, eu não tenho tempo". E aí eu fico me perguntando, meu Deus, se a pessoa está numa mentoria para construir uma vida nova, uma nova rotina e ela repete que ela não tem tempo, isso tá tão entranhado nela, que ela pode fazer todo o processo e continuar acreditando que ela não tem tempo, que ela está exausta e não mudar e não ter resultado. E aí investir em um outro produto buscando essa qualidade, mas não mudou ainda a mentalidade, né?
Então, se você tá numa mentoria de disciplina, de constância, de foco, e você continua repetindo isso para você ver que é algo tão automático que você acostuma a repetir sem saber nem porque que isso está dizendo. E aí hoje foi interessante, um colaborador que trabalha aqui comigo na empresa, eu peguei um livro muito bom para começar a ler, eu vou indicar aqui a vocês. Eu peguei um livro e aí eu falei para ele: "Seu Roberto, o seu costuma ler?
" Ele disse: "Eu não tenho tempo de ler. " Eu falei: "Seu Roberto, eu te acompanho aqui na sua rotina, o senhor não teria 10 minutos para ler? " Ele falou: "É, 10 eu teria, eu acho que até mais.
Vocês estão entendendo como é o automático? Até na resposta, a gente se acostumou a dizer que não tem tempo. E muitas vezes para o que é bom e para o que vai realmente mudar a nossa vida.
Porque a leitura ela amplia os horizontes, ela traz oportunidades como atividade física também, mas nós nos acostumamos, infelizmente, a não ter tempo para o mais importante, para não ter tempo para aquele 8020 que vai realmente trazer resultado pra gente. vive aí eh de maneira corrida, apagando incêndio, sem saber muitas vezes nem para onde está indo, sem saber qual é a sua visão de médio, curto e longo prazo. E a mentoria disciplina chegou para ajustar principalmente essa mulher e essas lives aqui.
A ideia é que quem não faça mentoria conseg acessar um conteúdo para que seja realmente um um insight ali para que você para que você entenda que você pode ter uma vida melhor. Não é uma vida parada, mas uma vida com muito mais resultado, que eu acho que é o que todo mundo quer aqui. E aí eu quero mostrar para vocês o que é carinha a vida no automático.
Como é que eu entendia que minha vida ela era no automático? Tem sinais, tá? Eu vou trazer para vocês sinais para que vocês consigam identificar na vida de vocês.
Essa live vai ficar gravada aqui no Instagram, mas esse projeto Segundas com Foco é um projeto que ele é pensado para o YouTube. Então essa live eu faço aqui de maneira intencional. a gente grava essa live e ela fica no nosso canal no YouTube que tá crescendo muito.
Eu convido você a seguir carinho e carma no YouTube. Então, todo esse material vai para lá, o projeto é muito grande e futuramente essa live nem vai acontecer mais aqui no Instagram, mas ela fica aqui por 24 horas no YouTube. Eh, as visualizações estão crescendo demais, a audiência do YouTube tem buscado muito, né, conteúdo de mais profundidade.
Então, quem não assistiu aqui, tem acesso a todo esse conteúdo, que já são 23 lives de segunda com foco, mais cinco lives extras, então tem muito conteúdo lá e a nossa audiência tem crescido muito no YouTube, eu fico muito feliz. Mas agora vamos ao que importa. Por como é que eu percebo o carinho que eu estou no automático?
Como é que eu percebi que eu estava no automático? Eu, carinho percebi porque eu vivia muito cansada. Eu tinha uma exaustão muito grande e eu comecei, olha que coisa grave, eu comecei às vezes quando eu tava dirigindo, né, para ir pro trabalho, pegar menina na escola, eu comecei às vezes a me perder na rota.
Olha que coisa grave, né? Eu passava às vezes direto pela escola. Eu tinha alguns alguns esquecimentos, como se fosse uns apagões.
Não sei se alguém já sentiu isso. Eu tinha uns apagões ali e que eu ficava como se tivesse anestesiada. Então, o meu caso já foi um caso mais avançado.
Nem todo mundo tem esses primeiros sinais. Na verdade, eu acredito que eu tive os primeiros sinais, eu não cuidei e aí foi avançando. Então, era muito automático que as pessoas falavam comigo, eu tava com a mente muito distante, os meninos falavam comigo, eu tava muito distante.
Só que eu achava na época que isso era foco. Então assim, eu tava com a mente no trabalho, a mente numa estratégia, eu estava em casa pensando no trabalho, só que eu achava que aquilo era hiperfoco. Então, na minha cabeça, isso era performance, você está focada de uma maneira tão sobrenatural que as pessoas falam com você e você não consegue nem ouvir o que as pessoas estão dizendo.
Só que o que eu percebia, eu saía do ambiente de trabalho e eu achava que aquilo era um hiperfoco para eu ter um crescimento nesse lugar. Mas o que que acontecia? Quando eu saía dali, eu ia pro meu ambiente familiar, o trabalho me acompanhava de uma forma e eu não conseguia desligar.
Então aí que eu percebi que eu só pensava em trabalho, para mim só tinha prazer no trabalho. Eu queria ser muito grande. Eu queria ser, na época eu fazia parte de uma mastermide, de dentistas, empresários.
Então tinha uma questão também competitiva ali de ego muito grande. Eram clínicas nacionais, né? Então eu queria estar no ranking das maiores.
Então entra ego, entram muitas coisas que você entende que, meu Deus, por que que será que eu tô fazendo isso? Eu nunca me perguntei, né? Por que que eu tô querendo ser a maior, né, no meu nicho?
Por que que isso para mim é tão importante? Qual é o meu motivador? E quando a gente tá caminhando numa direção e a gente não voltou, recebi uma ligação e recuseiador.
É bem provável que você, deixa eu falar aqui, gente, que eu não posso atender. É aniversário de meu filho hoje. hoje o dia tá animado.
Então assim, é bem provável que você esteja no automático quando você não tem respostas que seriam respostas básicas para você responder. Então, um exemplo agora vou dar uma pergunta para vocês. Por que que vocês leem um livro?
Por que que vocês escolhem ler aquele livro, né? Por que que você escolhe assistir essa live? Por que que você escolhe fazer essa mentoria?
Por que que você escolhe o que você escolhe? Então isso aqui já é algo interessante. Quando você não tem respostas básicas, por que que eu estou escolhendo isso aqui?
É bem provável que você esteja no automático. Você faz porque o grupo faz, você faz porque a maioria faz e você não avalia se as suas decisões fazem sentido para você. Então, na minha época, eu tava num grupo de pessoas que para elas faturar na odontologia tal valor era algo muito importante.
Eu entrei nesse fluxo de maneira automática. Eu não avaliei se para mim, como mulher, como mãe de duas crianças, se aquela realidade cabia para mim, eu só entendi que eu queria entrar porque eu queria mostrar que eu dava resultado, né? Então, quando você não avalia, gente, será que isso é para mim?
Será que eh entrar nesse curso no momento dá para mim? E aí você avalia, independente de a outra pessoa, a amiga aí ou alguém que você gosta aí, você tem que avaliar se para você faz sentido. Quando você começa a tomar decisões sem avaliar se fazem sentido, é bem provável que você esteja no automático.
Eu vou trazer para vocês aqui algumas alguns sinais claros para você saber, gente, eu estou no automático, mas a boa notícia é que você consegue sair como eu consegui sair. Então assim, qual é o sinal que você tá no automático? É, você já acorda correndo, você já acorda sem tempo para nada, no limite e já achando que já acordou atrasada ou achando que o dia tá curto para tanta coisa que você tem que fazer.
É um sinal que você já está nesse lugar, nesse automático. Na época, para mim, se eu morasse no consultório, não daria tempo de fazer tanta coisa que eu gostaria de fazer. É um sinal, tá?
Outra coisa, você vive resolvendo sempre urgência e sua vida tem muitas urgências. Eu vou dar um exemplo real aqui. Todo mês eu faço um evento aqui na empresa para mulheres, um evento gratuito de conexão.
E nesse evento a gente lê a palavra de Deus, é uma noite de instrução, tá? Eu tenho um grupo com mais de 100 mulheres que eu convido todo mês para essa noite de instrução. Vocês não fazem ideia do que eu acesso todo mês quando eu mando os convites.
Olha, mais da metade, acho que 80% não consegue me dar resposta. 80%. Eu coloco no grupo, depois eu vou no individual, me apresento, falo da importância dela vir.
80% não me dá resposta no WhatsApp. 80%. Os 20%, uma parte fala: "Car, eu vou ver porque essa semana eu já tenho.
" Aí ela tem, gente. Aí ela começa a dizer o que que ela tem. É uma agenda muito cheia, tanto durante o dia quanto durante a noite.
10% já tem a agenda toda comprometida. E os outros 10, né? Os outros cinco fala: "Cari, eu vou.
" Preste atenção, cara, eu vou. E no dia do evento, o evento é 19 horas. Quando dá 18 horas, vocês não sabem o que eu começo a receber de mensagem de mulheres que tiveram imprevistos.
Isso para mim é um panorama claro, porque eu estou vivendo isso todo mês. Eu mando os convites e aí eu vejo quem não responde, que não tem tempo, não olha o WhatsApp ou então acha que aquilo não é importante, porque não tá levando você às vezes para um faturamento, não tá levando você para um network, é só uma noite com mulheres para conversar, não dá para mim, é algo muito grave. E aí dos 20% 10 eh diz que tem compromisso e aí elas começam a me dizer: "Cara, eu tenho isso, eu tenho um evento".
E aí a agenda tá super lotada e e Kari, eu vou garante que vem e aí eu faço um bffet aqui e as pessoas não vêm. Vocês estão entendendo como isso é? E aí o que que eu avalio aqui?
Eu tenho um grupo de estudo que são essas mulheres que eu convido e ali eu vejo como está a vida dessas mulheres. Elas estão vivendo no automático sem ter noção que estão vivendo no automático. Deixa eu mandar uma mensagem aqui pra minha filha, gente, mandando mensagem para mim e eu não posso deixar de responder.
Então, gente, o que é que eu percebo? Eu todo mês eu vivo com mulheres que não sabem que estão no automático, mas estão porque elas não conseguem dar uma resposta, elas vivem na correria. Algumas depois de uma semana, cara, me perdoe que eu não respondi.
E aí eu falei: "Meu Deus, como as pessoas estão vivendo nessa forma, né, nessa correria, um evento que é gratuito pra gente se conectar, pra gente se conhecer e as pessoas vivendo assim". Então é um sinal, resolvendo urgências e você diz que vai para um lugar, depois você desmarca. É muito natural quando você vive nas urgências, você assume um compromisso e você depois declina do compromisso.
É um sinal grave e isso fala muito sobre os seus resultados, né? Porque você não consegue honrar as palavras. Outra coisa que é perceptível de quem vive no automático é que no seu dia a dia a sensação de cansaço ela é constante.
Por mais que você durma, você tem aquela sensação que você queria mais tempo de repouso e o seu resultado ele não é visível proporcionalmente ao seu padrão de cansaço. Então tem ali um gap, tem um padrão de cansaço com resultado totalmente desproporcional a esse padrão de cansaço. Era o meu caso, tá?
Então eu tinha um time muito grande de dentistas, eu sou dentista de formação, né? Então eu tinha sete colegas comigo, né? Me ajudando ali na entrega dos sorrisos.
Eu tinha sete colaboradores, gente, era um faturamento muito alto, mas o que que eu percebia? O faturamento crescia à medida que o meu desgaste crescia e que minha despesa crescia. Então, quando eu terminava de pagar tudo, o resultado era pequeno.
Então, assim, quem olhava para mim me via uma empresária de grande sucesso, que na área de saúde não é comum, mas o resultado, sobretudo financeiro, para mim como dona, né, para você tir retirar lucro, não tinha quando você paga tudo. Mas por que que chegou nesse nível da receita crescer e a despesa crescer? Porque o número de resultado na base.
Você quer crescer tanto e o automático faz isso que você cresce sem medir. E quando você tá muito grande, a chance de você estar grande e sem resultado é imensa, porque você quer correr, mas não sabe a direção e não mede para onde está indo. Então é um sinal clássico de que você tá no automático, tanto na vida pessoal.
Na vida pessoal, você pode medir como? E na vida empresarial pela pela medindo pela qualidade dos seus resultados a nível de lucro, de rentabilidade, na a nível empresarial é até mais fácil, você tem mais indicadores. Na vida pessoal eu avalio pela qualidade da sua saúde, pela qualidade do seu corpo, pela qualidade das suas relações, sobretudo familiares e as mais íntimas.
Quem tem marido com marido, quem tem filhos com filhos, quem tem pai e mãe, você consegue medir também essa qualidade eh de relacionamento. Então, na vida pessoal, para mim, você está no automático, ele vai afetar muito a qualidade dos seus relacionamentos. Aí você consegue medir para ter uma ideia de como é que está a sua vida, tá?
E outra coisa que é clássica para quem está no automático, principalmente mulheres, é você não lembrar de quando você fez algo intencionalmente só por você. Você geralmente vive agradando todo mundo. Quando você tem um tempo livre, é o tempo de cuidar de filho, de casa, mas para você nunca sobra esse tempo.
Nunca sobra. Então é clássico, a mulher que tá no automático, ela não tem um tempo dela, ela não lembra quando ela fez algo para ela de maneira intencional, só para ela. E agora a boa notícia, Karim, eu estou nesse lugar e dessas dessas desses insites que você falou, eu identifiquei alguns para mim, como é que eu saio desse lugar?
Eu vou trazer para vocês aqui algumas alguns passos simples para você sair desse lugar. O ideal é que você anote. Primeiro passo é você estar aqui e tomar consciência que você está no automático.
Muitas mulheres negam, elas não gostam de assumir a vulnerabilidade. Como aqui é uma live, vocês podem avaliar o que eu disse aqui e perceber se vocês estão nesse lugar, tá? Então tomar consciência é o primeiro passo, porque é o automático, ele é silencioso, acaba virando um estilo de vida.
Então o primeiro passo é você perceber e tomar consciência. Gente, eu tô vivendo assim, mas eu quero viver melhor. Então, tomar consciência é o primeiro passo, porque você muitas vezes é no silêncio ali na correria, entre uma semana e semana, estamos finalizando agosto e você tá no mesmo padrão do ano passado.
Então você tem que tomar essa consciência e desejar mudar. Outro passo que eu acho o mais importante é você medir os seus resultados reais, você ter essa coragem de se confrontar e medir os resultados reais. Estamos em agosto e aí você vai fazer um balanço no seu ano, no seu negócio, se você for empresária, nos seus relacionamentos, no seu crescimento espiritual, pessoal, nas suas finanças, tudo isso aqui que eu falei vai te dar uma um raio X de como está a sua vida, os seus resultados.
E aí você vai conseguir medir e comparar com o ano passado. Se você não tem noção de como foi o ano passado, você vai medir agora em agosto finanças, relacionamentos, saúde, exames periódicos, vigor físico. Você vai medir tudo isso agora, vai avaliar e depois você vai avaliar no final do do ano.
A gente tem ainda 3 meses, 4 meses para você avaliar e para você evoluir. Então, se a gente não mede resultado e a gente acha que é assim mesmo, se eu estou envelhecendo, eu tenho que perder saúde. Se eu estou eh, um exemplo, construindo uma casa, eu tenho que perder dinheiro, eu não posso investir.
Se a gente sempre tem essa mentalidade que é um ou outro, a gente acostuma a viver num padrão menor e acostuma levar uma vida na correria sem medir. Então, a primeira coisa, tomar consciência que você tá vivendo nesse lugar e que você pode viver muito melhor. e medir o que você tem vivido hoje em todas as áreas, mas medir sem mentir, medir querendo encarar a verdade, porque só a verdade vai libertar a gente.
E outra coisa é começar a escolher com intencionalidade os ambientes que você vai frequentar, a comida que você vai comer, as pessoas que você vai seguir no Instagram, o que que você vai ler. São tantas opções hoje de tantas coisas, mas você vai começar a ter intenção na escolha, sabendo que você tem uma visão agora. para o final do ano e dá tempo de você ter ainda resultado.
Então, a depender da sua visão que você desenha hoje para dezembro, você vai ter agora a intencionalidade em tudo que você vai fazer. Se você vai fazer uma mentoria, se você vai fazer um curso, se você vai ler mais, o que que você vai ler mais, que ambiente você vai frequentar mais, tudo isso são escolhas que vão te levar para esse novo lugar. Então, a primeira coisa é você identificar, depois é você medir resultado, é a parte que mais confronta.
E depois é você começar a escolher o novo para sua vida com mais intenção. E exercícios práticos que eu gosto muito de fazer hoje, eu sempre avalio o meu dia no final do dia, né? Como é que foi o meu dia hoje?
De maneira prática, né? O que que poderia ter feito diferente, né? O que é que eu negligenciei que eu poderia não ter negligenciado?
Eu tenho hoje esse hábito de fazer isso e eu tenho um hábito de ler sempre hoje, todos os dias agora eu tenho esse hábito de ter um momento ali só meu de leitura e aí eu faço uma avaliação do meu dia. Eu faço uma avaliação para onde o meu negócio está indo, para onde eu quero que ele vá. Eu faço uma avaliação do meu casamento, eu faço uma avaliação da minha relação com meus filhos.
Eu tô sempre fazendo essa avaliação da minha relação com meus pais, com minha irmã. Eu sempre tô avaliando e vendo algo que eu possa melhorar com amigos, com pessoas que passaram pela minha vida e que não estão mais, né? Se vale a pena resgatar ou não.
Eu tô sempre nessa avaliação. E hoje que você entendeu que está no automático, eu quero te fazer agora uma pergunta. Você percebeu os sinais que eu que eu falei aqui?
Você aprendeu como sair e aprendeu a fazer esse exercício que é você avaliar todos os dias como foi o seu dia, avaliar de maneira clara como é que foi o meu dia e se esse conteúdo fez sentido para você. Eu sou Karine Carmen, eu sou mentora de mulheres. Eu quero te convidar a caminhar comigo em mentoria.
Então, se você entendeu, carinho, eu me conectei com você, eu me conectei com conteúdo, eu já te sigo no Instagram ou não. E você querendo mais informações sobre a mentoria e disciplina, sobre o meu acompanhamento, você vai mandar uma mensagem no meu direct com a palavra disciplina e eu vou te explicar em detalhes como funciona o meu acompanhamento. Vai ser um prazer guiar você nesse processo de autoconhecimento, de mudança de estilo de vida, de construção de uma rotina mais estruturada, com mais leveza, com mais clareza para sair do padrão automático.
O padrão automático ele é silencioso, mas ele rouba a nossa energia fingindo muitas vezes que é produtividade, que é performance. E eu sei hoje, quando eu identifico a mulher que tá no automático, eu sei e vejo. E eu sei dizer também que o padrão automático ele traz resultados muito pequenos comparado a um padrão de estratégia e clareza de acompanhamento aqui de mentoria.
Foi um prazer estar com vocês. Até a próxima segunda e te espero no direct com a mensagem, com a palavra disciplina para eu te explicar como funciona o meu acompanhamento e se ele é para você. Um beijo.