iniciando uma revisão sobre emergência com alguns tópicos gerais. A doença hemorroidária na emergência. No geral, doença hemorroidária externa tem irritação, pruridal e dificuldades de higienização local.
Se houver dor anal, pensamos sempre em trombose hemorroidária aguda. Se houver sangramento anal, é quando há ruptura de alguma mínulo externo trombosado. Sobre a doença hemorroidária interna, classificamos ela em graus de 1 a quatro.
Pacientes que apresentam sinais de alarme como melena, enterorragia, perda ponderal, dor abdominal, tênis, mudança de abtestinal, alteração na consistência das féses, dor intensa, devem ser considerados para diagnósticos alternativos, sendo obrigatória a realização do toque retal na emergência. No geral, se o paciente está estável hemoginamicamente, iremos orientar medidas de higienodetéticas que serão dadas em anexo para o paciente. O tratamento medicamentoso vai ser com analgésicos simples e antiinflamatórios por no máximo 5 dias e pomadas anestésicas de aplicação interna ou externa no anos.
Nesse caso, recomendamos a Proctil Viaar retal duas vezes ao dia. Diante de sangramento intestinal baixo na suspeita de doença hemorroidária na UPA, podemos fazer o score de OACland. Oaand.
O score de Oakland, se tiver valores abaixo de oito, indicam segurança para o médico da alta ou para o paciente e seguir com investigação ambulatorial. Então, no geral, quando o paciente chega com doença hemorroidária no atendimento médico pronto socorro, temos que avaliar se há sinais choque hipovolêmico. Iremos fazer então o choque índex e checar a saturação de oxigênio.
Se houver sinais de choque, de choque, de sangramento importante, indicamos o paciente para ser avaliado pela cirurgia geral. Se o sangramento inicial não vier de origem orificial, aí tem que seguir o protocolo de hemorragia estiva alta, hemorragia estiva baixa. Já se o paciente não tiver sinais de choque, ele é avaliado também pela cirurgia.
É feito o exame proctológico, inspeção e toque retal e avaliado, se tiver sinais tranquilos, fazem o tratamento inicial com proctil duas vezes ao dia de uso tópico anal retal e encaminhando os pacientes para a cirurgia de forma ambulatorial. Sempre realizar, se o paciente tá estável hemoginamicamente, o score de oac. Se o score de cliente do paciente for maior do que oito, maior igual a oito, devemos considerar a internação, porque é um paciente que pode estar perdendo bastante sangue pelas vias baixas.
Se for menor do que oito, aí podemos considerar para esse paciente alta e acompanhamento ambulatorial encaminhando para a cirurgia. Os sinais de alarma para retorno ao atendimento do prontuário médico devem ser sangramento de alto volume, borra de café, do abdominal intensa, febre escalafrice para o estado geral, do anal intensa e abalamentos doloridos na região próxima ao anos. Falando agora de erisipela e celulite no pronto socorro.
A erisipela infecção da epidérmica cometimento dos vasos linfáticos, classicamente causada pelo esttococos piógenes. Já a celulite é uma infecção mais profunda da derme e hipoderme, classicamente causada pelo estafalococos áureos. O diagnóstico é feito de forma clínica.
No geral, vamos classificar a infecção se ela é leve, moderada ou grave. Infecções leves vão ser apenas localizadas sem alterações sistêmicas. Em casos moderados, vão ser apenas um quadro localizado com quadro sistêmico ou com comorbidades.
Em casos graves, vão ser doenças sistêmicas graves, como caso de seps. Então, se você identifica uma infecção de pele, uma infecção não purulenta sugestiva de celulite, orisipela, vamos avaliar se está leve, moderado ou grave. Se for leve, com apenas acomodimento local, prescrevemos para o paciente a moxicilina com clavulanato 875/ vior oral de 12 em 12 horas.
Agora, se o paciente estiver moderado ou grave, internamos o paciente, iniciamos para ele oxacelina, 2 g endovenoso, de 6 em 6 horas. Se o paciente está com facete necrosante, temos que fazer a ctraxção num gama de 12 horas. endovenoso em regime de internação hospitalar.
Agora, se o paciente tem uma infecção purulenta, temos que pensar em furúnculo, carbúnclo ou abcesso. Se for leve, fazemos apenas a incisão em drenagem sem antibiótico. Se for grave, fazemos a incisão, drenagem, solicitamos a cultura, iniciamos o antibiótico hospitalar com a oxacelina 2 g de 6 em 6 horas.
No geral, se o paciente ele tem infecções de pele e ele é diabético, fazemos o ciprofloxacino via oral de 500 mg de 12 horas associada com a clindamicina 300 mg de 8 8 horas. Isso em regime ambulatorial. Se for um paciente diabético com infecção de pele em regime hospitalar, fazemos a traxção na 2 g de associado com a clindamicina 300 600 mg endovenoso de 6 em seis horas.
Pacientes que foram mordidos por animais em regime ambulatorial, fazemos a a amoxicilina com clavulonato de 12 em 12 horas, 875 mg. Pacientes usuários de drogas ou imunosuprimidos, temos que fazer o tazo 4,5 g de se em 6 horas associados com a vancomicina, que é 30 mg/ kg endovenoso de 12 horas. O tempo de tratamento no geral fazemos para celulite e erisipela, cerca de 5 dias das infecções leves.
Então, no geral, se o paciente tem infecção de pele como celulite, herizipela, e ele não tem comprometimento sistêmico apenas local, podemos orientar a tomada da medicação em ambiente ambulatorial em casa com amoxinuclavulanato por 10 dias e retornar se tiver algum fator de pior. Agora, se o paciente tem sinais sistêmicos ou comorbidades graves ou está séptica, deve ficar internado hospitalamente. Todo paciente com dor testicular aguda, devemos investigar a namnese e o exame físico para pensar principalmente em torção testicular, que é o mais urgente.
Na atauação testicular, ele vai ter o reflexo cremastérico ausente, um aumento do volume escrotal em relação ao testículo contralateral, uma horizontalização do testículo. Nesses casos, se houver esses sinais, já encaminhamos diretamente para a cirurgia. Se não houver esses sinais, ainda sem ficar dúvida, deve ser realizada a ultrassonografia de bolsa testicular com dupla.
Falando agora de relação sexual desprotegida, toda paciente ou todo paciente que tem uma relação sexual desprotegida, no geral, temos que fazer alguns protocolos profiláticos para doenças sexualmente transmissíveis. Então, o primeiro vai ser a PEP para HIV. Fazemos o esquema da PEP por 28 dias com tenofobia, lamivina e doltagrav.
No geral, encaminhamos para o centro de referência infectologia para fazer início da PEP. Deve ser feito em até 3 dias e o paciente não deve ter HIV para você iniciar a PEP. Fazemos também a profilaxia para sífiles com penicilina benzatina, 2,4 milhões de unidades, 1.
200. 000 unidades em cada nádega, dose única. A profilaxia para gonorreia.
Fazemos a trraxona 500 mg. Endovenoso, dose única ou intramuscular dose única. A profilaxia para clamídia e cancro mole com a azitromicina, 1 g vioral dose única e a profilaxia para tricomaníase com metrôidazol, 2 g vioral dose única.
Se mulheres em idade fértil fazemos também o anticoncepcional levonestrel 1,5 mg dose única, e sempre checar o antiHBS AG ou a situação vacinal da daquela daquele paciente ou aquela paciente. Se não tiver anti HBS ou tiver uma vacinação inadequada, fazemos a imunoglobulina 0,06 ml por kg, intramuscular nas primeiras 48 horas e até no máximo 14 dias. e realizar a dose de vacinação da hepatite B e sempre aplicar em sítios diferentes.
Diante de um paciente com fibrilação atrial no pronto socorro, devemos primeiro checar se aquele paciente estável ou instável. Se ele tiver instável, devemos proceder imediatamente com a cardioversão elétrica daquele paciente. Fazemos a carovão elétrica com a carga de 100 Glos sincronizado para aquele paciente.
Agora, se ele tá estável hemodinamicamente, vamos checar três critérios. O primeiro é se o evento ocorreu em menos de 48 horas. O segundo é se você tem algum ecocardiograma transesofágico, evidenciando a não ter trombo.
O terceiro é se o paciente está quatro semanas anticoagulado. Se você tiver algum desses três critérios, você pode dizer que ele é um paciente estável hemoginamicamente e que tem condições de reverter a arritmia, fazendo um processo de reversão da arritmia com controle de ritmo. Se ele não tiver esses critérios, qualquer um desses não tiver, aí você não podemos fazer o controle de ritmo e sim apenas o controle de frequência.
Se a fibração atrial for por uma causa secundária, como por exemplo, sangramento intestinal, cep, símbora aguda, TEP, abstência alcoólica, devemos resolver a causa secundária em um paciente estável para e fibrilação atrial. Se for primária, você resolve, né, pelo fluxograma estável ou instável. pacientes que não tem que tenham contraindicação para a reversão da que tenham contraindicação para a reversão da fibração atrial ou até mesmo aqueles que vão ser revestidos no geral vamos manter esse paciente anticoagulado.
Mas para estimar se precisa anticoagular ou não, fazemos o score chá vask. Se pontuar dois ou mais pontos no Chad Vasque, temos indicação de permanecer indefinidamente com anticoagulação. Se não pontuar dois ou mais, aí nós fazemos anticoagulação somente por tempo de 4 semanas.
Além disso, para você decidir se vai anticoagula ou não paciente, fazemos também o score de rasbled. O ras bled ele não contraindica anticoagulação, ele apenas prediz para você o risco de sangramento. Um rasbled maior do que três prediz um risco de sangramento com a anticoagulação.
Então, no geral, falando de doses, cardiovasão elétrica, fazemos sem Jules sincronizado, com paciente sedado e analgesiado. Cardiooversão química, fazemos ameodarona, 300 mg. É um soro de 150 ml.
Colocamos para correr em 20 minutos. Isso é o a dose de ataque. E depois fazer uma dose de manutenção que é oito ampolos de amodarona diluídas em 500 ml de soro glicosado e colocantos para correr em 24 horas.
As opções de controle de frequência cardíaca são, nós temos o metoprolol. O metoprol, nós podemos fazer dose de 5 mg endovenoso. Fazemos dose de 5 mg endovenoso, podendo ser repetido até de 15 em 15 minutos até uma dose máxima de 15 mg.
O car verge ló pode ser iniciado na dose de 3,125 mg duas vezes ao dia, com aumento até 25 mg duas vezes ao dia. Se o paciente tem contraindicações para betabloqueadores, podemos fazer os bloqueadores de canal de cálcio. Tem o Dilazen e o Vera Pamil.
Além disso, pode ser feito os digitais. Nesse caso é o deslanosídio, 0,4 a 1. 6 mg de 50 ml de soro fisiológico, podendo levar até algumas horas para controle da frequência cardíaca.
Falando agora de ferimentos cortacontusos no pronto socorro, no geral, ferimentos de baixo risco para complicações devem ser estruturados em até 18 horas. Ferimentos de alto risco devem ser estruturados em até 12 horas. Em alto risco são aqueles que têm corpos estranhos, que foram ferimentos com mordeduras, lesões maiores que 5 cm, regiões com grande perdezual, membros superiores, membros inferiores.
Então, até 12 horas que você pode estourar essas lesões. No geral, se for ferimentos de alto risco e com em extremidades, solicitamos radiografia para verificar corpos estranhos. E se na dúvida para corpos estranhos ou lesões neurovasculares ou tendínas, pedimos uma ultração de partes moles.
Então, sempre que tiver diante de algum ferimento de alto risco, solicite uma radiografia da região para ver se tem algum corpo estranho no local. F2. Falando de sepse no pronto socorro.
Então, no geral, se o paciente tem uma infecção clinicamente significativa, devemos aplicar os scores do Quicksofa e o score do News. Se o quicks pontua uma pontuação maior ou igual a do ou um score de news maior ou igual a 5, temos uma suspeita de seps. Nesses casos, já devemos coletar o primeiro pacote de sepse, iniciar o pacote da primeira hora.
Se como por meio desse pacote, desses exames, o paciente pontuou um sofá maior igual a do aí estamos diante de sep. Se não pontuou, devemos ficar reavaliando esse paciente sempre. Então, no geral, os exames que você vai solicitar para calcular o sofa vão ser a gasometria, o hemograma, bilirubina total e frações, creatinina e sondar paciente para checar adepto urinário, além de só e potássio.
Para calcular o quica, temos três critérios. Se pontuar dois ou mais significa que é positivo. Os critérios são: frequência respiratória maior ou igual a 22, alteração do nív de consciência menor do que 15%, menor do que 15 ou pressão arterial sistólica menor ou igual a 100.
Se o paciente tem qualquer um desses pontos, se tiver dois ou mais, você pontua que sofa. Já o news, ele vai avaliar apenas os parâmetros. Então, em um paciente monitorizado, calculamos já o news do paciente.
Tratamento, bando da primeira hora vai ser garantir a coleta de lactato sérico dentro de 30 minutos, coleta de culturas, início do antibiótico venoso apropriado dentro de 1 hora. Se o paciente apresentar hipotensão arterial ou lactato maior igual a 36 ou ou o lactato maior ou igual a 2 mim mol deve receber a expansão volímica inicial de no mínimo 1000 ml de cristalides em 1 hora, preferencialmente de ring e lactato. Em 6 horas reavaliamos paciente.
Se ele não tiver melhorado, fazemos novas expansões volêmicas, sempre avaliando a responsividade do paciente. Avaliamos sempre sinais vitais, tempo de enchimento capilar, extremidades frias ou presença de liveda ou hipotensão arterial. Se refratariedade, iniciamos droga vaso ativa por meio da bomba de infusão de noadrenalina.
Falando agora de rinocinosites no adulto, se o paciente tem dois sintomas de rinocinosite aguda, que são obstrução nasal e ou rinorreia mucopurulenta ou dor ou pressão facial e redução ou perda do olfato um tempo menor do que 10 dias, estamos aí com sinais de rinocinosite aguda, sendo que obrigatoriamente temos que ter obstrução nasal e rinorreia purulenta. Então, um ou outro e o segundo pode ser qualquer um dos quatro. Se você tem isso, devear possível rinocinosite aguda bacteriana.
Para tanto, temos que ter três ou mais dos seguintes critérios, dos seguintes cinco: febrecimento 38º, dupla piora, doença unilateral, dor intensa e aumento de VHS PCR. Se você tiver três desses cinco pelo menos, você tá diante de uma rinocinusite bacteriana. Sempre avaliar se tem algum sinal de alarme para complicações como complicações orbitárias, complicações menígenas, cerebrais ou óseas.
Se não tiver, você inicia apenas o antibiótico. Agora, se o paciente não tem sinais para rinocinosite aguda bacteriana, você avalia se os sintomas duram mais que 10 dias ou aumentaram após o quinto dia de doença. Se sim, você pense em rinocinusite aguda pós viral.
Nesses casos, você indica apenas corticide inranasal em spray, lavagem nasal e descongestionante, além de evitar antibióticos. Seão você pensa em sininosite aguda mesmo, resfriado comum, prescreve apenas descongestionantes, lavagem nasal intensiva, analgesia e evita antibióticos. Sinais de alerta para pensar em complicações da sinusite bacteriana são: edema, eritema periorbital, proptose, diplopia, oftalmoplegia, redução da cuidade visual, cefaleia intensa, edema frontal, alteração de estado mental, sinais de menig sinais de seps.
Como prescrição para rinocinosite aguda viral, geralmente prescrevemos irrigação nasal com solução nasal, como lavagem com soro, solução salina morna, duas vezes ao dia. Antistamínicos, pode se perceber a loratadina uma vez à noite durante 5 dias. Para rinocinusites pósvirais podemos indicar o uso da budes unida intranasal de lavagem nasal.
Falando de rinocinosite aguda bacteriana, aí podemos prescrever amoxacilina. de 500 três vezes ao dia ou de 875 duas vezes ao dia. Se o paciente tiver fatores de risco para a resistência bacteriana, associamos a moxacilina com o clavulanato.
Se o paciente tiver alergia a betalactamos, fazemos o levoflaxacino 500 mg dias. Diante de um paciente com síndrome da abstinência alcoólica, aplicamos o score de si o a r. Se o score pontuar menos que 10 pontos, é um caso leve.
Nesses casos, o acompanhamento será ambulatorial. Se pontuar de 10 a 18 pontos, será um caso moderado. Aí você prescreve bem diasepínico oral e depois vai retirando aos poucos no paciente com observação.
E se pontuar mais que 18 pontos, aí você prescreve bem diasepínico, endovenoso, 10 mg de 10 em 10 minutos. Pacientes que têm trauma torácico contuso, deve-se sempre avaliar como foi esse trauma, o mecanismo, se há dor intensa incapacitante, hipóxia de espineia, prens de equimose, fraturas de costelas palpáveis, fratura de escápulas e se forem idosos, sempre indicar a radiografia de tórax para avaliar lesões críticas como derramural, pneumotórax ou contusões pulmonares ou lesão aórtica. Então, pedimos a radiografia de tórax para ver se tem complicação.
Se tiver alguma complicação, você vai tratar a complicação devidamente. Se não tiver complicações e tiver menos que três fraturas de arco costal, podemos dar alta para o paciente com analgesia adequada para ele. Essa analgesia vai ser para ele conseguir espirar adequadamente e não formar teleectasias regionais ou processos que predisponham pneumonias.
Se tiver fratura de mais de três costelas, esse paciente deve ficar em observação ou internado sob risco de ter alguma contusão pulmonar importante. Falando agora de agitação psicomotora e urgências psiquiátricas no pronto socorro. Sempre que tiver um paciente com agitação psicomotora, urgência psiquiátrica, importante, deve-se conter mecanicamente aquele paciente com todos os profissionais da equipe e administrar prontamente a contenção química.
Então, a contenção química vai ser com midazolã 7,5 mg, ou seja, 1 ml intramuscular, aloperidol 5 mg, ou seja, fazer um ampola associado. E, se necessário, pode ser feita a prometazina 50 mg intramuscular para evitar a impregnação deepilética e auxílio da sedação. vai manter esse paciente com as constricções e sempre checar as constricções de 30 em 30 minutos para ver se o paciente está com pulso importante e drive respiratório importante para você vai avaliar esse paciente para a liberação das contenções.
As contenções devem ser soltas primeiramente a torácica, depois em membros inferiores e depois as membros superiores, sendo de 15 em 15 minutos. Na alta do paciente, se ele tiver agitado por características psicóticas, ele vai com alta com a risperidona de 2 mg ou aldol de 5 mg para casa comprimido à noite. Se o paciente tiver uso de outras substâncias psicoativas, prescrevemos a cloropromazina de 25 mg noite, falando agora da solicitação de exames de imagem na suspeita de pneumonia no pronto socorro.
Todo paciente com suspeita de pneumonia deve ser avaliado com a radiografia de tórax inicialmente. Quando a radiografia não apresenta opacidades focais, diagnóstico mais prová de bronquite aguda ou outra infecção viralada. Em quadro de tosse aguda, com menos de três semanas, pensamos em pneumonia.
Se tiver alteraçõesitais, achar subjetiva de consolidação aos físico e alteração do estado mental em pacientes idosos. Se não tiver nenhum desses critérios, é pouco provável que seja uma pneumonia. Os critérios para uso da tomografia de tórax são: fale um tratamento antimicrobiano inicial para ver se há alguma complicação associada.
Suspeita de complicações da pneumonia, suspeita de doenças simultâneas, pacientes imunosuprimidos com doenças crônicas imunossupressoras ou drogas imunossupressoras e alta suspeita de pneumonia em paciente de risco para desfecho negativo. Só aqueles pacientes idosos com disfunção crônica, alteração estado mental, então pacientes de risco devem fazer uma tomografia de tórax. Falando do uso de inflamatórios na pronto socorro.
As contraindicações absolutas para a prescrição de inflamatórios são: histórico prévio de útero ou sangramento digestivo, alto ou baixo, uso de anticoagulantes ou terapia de de agressão plaquetária dupla, disfunção renal, uma TFG menor que 60, disfunção hepática, cirurgia de revascularização miocárdica e coagulopatia. Então, no geral, sempre avaliar a idade do paciente. Se o paciente tiver menos que 60 anos de idade, devemos avaliar se ele tem algum fator de risco, como uso de medicações de nitrato, bloqueador e canal de cálcio, sistema.
Se ele tiver, associamos o antiinflamatório com o limidor da bom de prótons, o IBP, na menor dose efetiva, no menor tempo possível. Se o paciente tem mais de 60 anos e usuário de AS, sempre prescrevemos o IBP e um antiinflamatório seletivo da Cox 2. Agora se o paciente tem contraindicações absolutas para antiinflamatórios, não devemos prescrever antiinflamatórios.