[Música] sejam todos muito bem-vindos bem-vindas ao nosso segundo encontro virtual nesse mês de junho em que estamos com a nossa atenção focada na alfabetização em Ação a sme tem esses momentos e espera que todas as equipes escolares nas nossas unidades consigam ter acesso para que essas discussões fortaleçam ainda mais a nossa prática nós estamos muito entusiasmados para Mais uma jornada de Aprendizado de colaboração e vamos juntos explorando sempre novas estratégias conversando com pessoas diferentes que trazem novas ideias para que a gente consiga de fato construir juntos uma educação pública de qualidade hoje as nossas convidadas
são a professora Aline Nascimento e a professora Michele Fonseca Melo eu vou fazer uma breve abertura falando do currículo delas para que a gente possa ter esse momento de de conversa e de Muita troca a professora Aline ela é pedagoga especializada em política do planejamento pedagógico Educação Especial na Perspectiva inclusiva e tem mestrado em educação pesquisadora no campo da alfabetização pela Universidade Federal da Bahia e a doutoranda no mesmo programa A atualmente Ela é professora eh da Educação Básica na rede Municipal de Salvador a professora Michele possui graduação em pedagogia eh pós-graduada em educação e
neurociência Professora a mais de 15 anos atuando e atua na rede Municipal de São Paulo desde 2015 Quero convidar também a nossa assessora pedagógica assessora da frente de alfabetização aqui da Secretaria Municipal de Educação a professora professora Juliane rus que vai mediar essa conversa seja muito bem-vinda giuliane Olá eh obrigada obrigada professoras Olá professoras Olá professores Eu sou uma mulher branca Tenho cabelo liso castanho escuro estou usando agasalho preto e atrás de mim tem uma parede branca com uma janela que tá fechada como eu disse já no encontro anterior é sempre uma grande alegria fazer
parte de movimentos e iniciativas como essa da secretaria que buscam mobilizar toda a nossa comunidade para estudar e encarar de frente Os desafios da alfabetização do no nosso município hoje é o nosso segundo encontro dessa série teremos quatro encontros hoje é o Segundo e a gente vai contar com as contribuições como Bruno comentou da professora Aline Nascimento e da professora Michele Fonseca no primeiro encontro a gente discutiu como as crianças aprendem a ler e a escrever por meio das práticas de leitura por si mesmas e recebemos aess as professoras Denise que é da rede Municipal
de São Paulo e a professora D Geovana Zen no Encontro de hoje a gente vai discutir como que as crianças aprendem a ler e a Escrever por meio das práticas de escrita pelo estudante E aí a professora Michele compartilhou com a gente uma situação eh na sua sala de aula em que ela convida seus estudantes né as suas crianças a escreverem eh eram escritas de legenda para imagens relacionadas ao projeto que o grupo desenvolvia e foi a partir desse material que a Michele eh generosamente cede pra gente que a Aline organizou o encontro de hoje
certo muito obrigada Line muito obrigada Michele E Aí é com vocês Bom dia para todas as professoras todos os professores da rede São Paulo eh eu sou Aline uma mulher negra cabelos cacheados a parede de fundo é uma parede branca estou com a blusa de gola alta Azul Marinha dizer da minha alegria em tá aqui compartilhando mas também eh aprendendo muito com as experiências a prática de Michele que a gente vai conversar um pouco sobre a escrita pelo estudante então Eh organizei essa Apresentação pensando em uma coisa que é muito comum na sala de aula
porque também estou professora né né de uma turma de primeiro ano neste ano de 2024 E aí eu vou projetar aqui paraa gente começar a dialogar a partir daí tá então quando vamos falar em escrita pelo estudante algo que aparece muito nas nossas salas de aula é a fala das crianças o tipo mas eu não sei escrever então tem uma proposta de escrita em que as crianças são convidadas a escrever e Essa fala ecoa pela sala né E aí eu convido todo mundo a pensar você já ouviu essa fala vinda de alguma criança eh e
e nessa fala junto com essa fala tem também uma resistência né eu não consigo escrever ainda mas eu não sei escrever e o que é que está por trás disso né fiquei pensando quando a gente ouve muito as crianças falarem que não sab escrever eh com quem que ela aprendeu isso né de onde vem porque as crianças elas são muito autênticas elas Colocam em jogo o que elas sabem elas com desenho mas por que que elas dizem que não sabem escrever né de onde vem isso e penso muito sobre a questão da concepção de alfabetização
né e as Crianças são autorizadas a escrever mesmo quando a escrita dela não é uma escrita alfabética e quando ela diz que ela não sabe escrever ela está dizendo o qu ela está nos comunicando o qu porque quando as crianças elas são eh autorizadas Convidadas a escrever mesmo antes da escrita est alfabet ética ela vai fazendo do seu jeito e do seu melhor jeito e com isso vai aprendendo né porque ela vai construindo a sua escrita mas eh por exemplo o ano passado eu fui professora de uma turma de segundo ano e as Crianças chegavam
muitas vezes com essa fala ai mas eu não sei escrever Ainda isso a criança já passou pela educação infantil passou pelo primeiro ano e por que que uma criança ainda Chega no segundo ano com essa fala esse ano eu sou professora de uma turma de primeiro Prim ano e volta e meia no início do ano ouvia essa fala Então como que a gente faz para que as crianças elas eh se sintam capazes de escrever e também que elas tenham consciência de que estão aprendendo Então as crianças sabem que não sabem escrever convencionalmente ainda mas quando
elas escrevem tem a oportunidade de colocar em jogo o que elas sabem e elas vão Percebendo também o que que elas precisam aprender Ou seja eu não escrevo ainda do jeito que a professora escreve eu escrevo do meu jeito mas eu estou aprendendo também a escrever e aprendendo a avançar os processos de construção dessa própria escrita né E aí eh os processos vão ficando mais tranquilos no sentido de que as crianças vão participando mais já quebra uma resistência de início aí que é esse mas eu não sei escrever isso trava né isso Bloqueia Então como
que a gente consegue desbloquear né esse processo como que a gente consegue que as crianças tenham uma intimidade com a escrita que elas tenham liberdade para escrever sabendo que elas vão escrever do seu jeito que o erro é um processo construtivo né então isso é bem importante E aí quando permitimos que as crianças escrevam do seu melhor jeito porque a gente começa dizendo né escreva do seu jeito mas escreva do seu melhor jeito ou seja Pense né aí a criança Fala ah mas é do meu jeito né é do seu jeito pensando sobre a escrita
e aí o que que em jogo quando a gente possibilita esse processo todo né a confiança porque a criança consegue ter mais segurança no que ela tá fazendo ela confia Ela sabe que ela pode escrever do seu jeito a liberdade para pensar porque a aprendizagem ela é conceitual né Ela é uma aprendizagem que é interna e a criança vai colocando em jogo seus conhecimentos ela vai pensando Sobre escrita ela vai construindo esse objeto sociocultural real né que é a escrita tem um respeito muito grande aí pelos saberes das Crianças esse respeito também vai sendo construído
com a própria turma né quando uma criança que tá com nível de conceitualização sobre escrita diferente da outra e sabe que esse processo é um processo comum da classe né e a importância de alguém interessado em Compreendê-las Ou seja quando não coloco um errado ali mas que eu vou ouvir como é que você pensou para escrever desse jeito tem todo um um um uma preocupação uma ocupação em colocar essa criança como sujeito desse processo de aprendizagem e olha eu tô interessada para escutar o que que você tem a me dizer né Eh e isso faz
uma diferença muito grande agora isso não significa deixar as crianças eh abandonadas à própria sorte ou seja tudo que ela faz Tá lindo maravilhoso Ok não Ela sabe que ela está no processo né Ela sabe que ela está aprendendo a escrever e aí ela tá fazendo do seu melhor jeito mas que também vai avançar nesse processo de escrita por isso a intervenção do professor da professora é muito importante por isso as parcerias né Eh consultar que a gente vai ver muito bem aí no no vídeo as fontes de informação mas também eh o diálogo com
outro colega porque aprende-se na interação né tanto Criança com criança quanto criança com professora com professor com outros recursos disponíveis na sala e isso vai vai contribuindo para que as crianças possam ir avançando nesse processo de construção da escrita então tem alguns conteúdos que são essenciais né nesse processo de de alfabetização que tem a ver com a linguagem escrita com os comportamentos leitores e escritores e com o sistema de escrita que vai ser o foco do que que a Gente vai vai ver daqui a pouquinho na na aula Eh esses conteúdos eles estão interligados né
Eh nas práticas de linguagem que a gente desenvolve na sala então as Crianças o tempo todo estão envolvidas em práticas que esses conteúdos são ensinados e como é que eles são ensinados né Essa é uma grande questão pra gente pensar eh no momento que as crianças estão ouvindo uma história lida pela professora através do Professor da professora ela tá em contato com a familiarizando com a linguagem própria com as características daquela literatura daquele gênero e com isso elas vão também aprendendo a usar comportamentos como por exemplo indicar uma história para outra pessoa como por exemplo
comentar né Eh trocar informações ali sobre alguma coisa e os comportamentos escritores no sentido de planejar o que vai escrever textualizar revisar e as questões relacionadas ao de Escrita né ou seja como é que eu penso a escrita daquele texto ou daquela palavra eh isso tem a ver com três coisas que são fundamentais no processo de alfabetização né quantas letras eu uso quais letras e em que ordem e essas questões todas estão muito bem eh articuladas dentro da prática e nós vamos ver agora um trecho né Eh o início dessa aula da professora Michele para
que a gente possa dialogar um pouco mais sobre esse ponto aí que é sobre a Construção do sistema de escrita Como que essa prática instaurada né que ela é é é permanente nas nossas salas de aula como que a gente pode qualificar cada vez mais eh as intervenções da professora também que nos ajuda a pensar sobre como que a gente contribui efetivamente com tanto que a criança já sabe quanto o que que ela precisa aprender [Música] eu tô planejando entregar as fotos né Onde eles vão produzir as legendas para essas fotos Então antes de deles
começarem escrever eles vão pensar o que que eles vão escrever porque na hora que eles forem efetivamente colocar no papel eles não vão se preocupar com o texto eles vão se preocupar ali com que letras com quantas letras qual ordem que eles vão usar então eu quis garantir que a preocupação deles esteja só na reflexão do sistema de escrita Então a primeira coisa que a gente vai Fazer Ó a foto legenda Por que que a gente vai fazer essa foto legenda Quem lembra para que que serve saber o que os indígenas fazem como a gente
tá estudando né os povos indígenas os povos originários Então a gente vai fazer a legenda das fotos e a escrita de vocês nós vamos combinar cada dupla vai receber um papelzinho Então tem que escrever os dois no mesmo papel é um para cada um Não não e hoje eu vou pedir por favor para algumas crianças serem as escritoras e o coleguinha que tiver do lado ele vai ajudar e na próxima atividade que a gente vai fazer amanhã a gente vai fazer o contrário quem não tava escrevendo vai escrever e aí quem escreveu vai ajudar amanhã
tudo bem sim primeiro eu vou entregar a foto tá cada dupla vai receber uma foto e eu vou dar um tempinho para vocês pensarem em qual legenda é melhor para essa Foto e aí eu gostaria de convidar Michele eh eh a autora da prática né que a gente acabou de assistir para para falar um pouquinho eu queria te ouvir que tem a ver com planejamento dessa situação né nós sabemos que antes dessa situação ser gravada e até mesmo ela ser implementada na nossa sala de aula Ela foi planejada Então quando você foi organizar essas duplas
que critérios você usou para organizar né Como foi o funcionamento Dessas duplas na sala porque nem sempre sempre aquilo que a gente planeja quando a gente vai realizar acontece da mesma forma né E aí depois a gente replanejou viir com relação a essas questões também bom Olá eu sou a Michele sou uma mulher branca tenho cabelo cacheado e tô usando uma camiseta preta e um casaco vinho por cima e o meu plano de fundo é a sala da minha casa então tem janela tem porta tem alguns móveis televisão Sofá e sobre a sua pergunta Aline
né Eh o planejamento né eu busquei pensando nas duplas pensando nas hipóteses de escrita que essas crianças apresentam apresentavam no momento e essa esse vídeo se refere à minha turma do ano passado Então foi uma atividade realizada logo após a sondagem Então tava muito muito claro para mim ali qual hipótese cada criança se encontrava então eu pensei em Agrupamentos que elas tivessem hipóteses que estavam próximas mas não muito diferentes e nem muito iguais também então exemplo eh vai mostrar bastante o Moisés e a Maria Flor ele o Moisés estava numa hipótese silábico com valor a
Maria flor na hipótese press silábica mas já apresentando alguns indícios de na oralmente de que ela tava caminhando já para uma hipótese silábica então Eh foi pensando mais ou menos nisso né E também um out um outro critério Importante eh se eu crianças que e pensando nos conflitos também da turma né Eh então por exemplo tem criança ali que que não tem muita paciência com a outra de deixar a outra escrever quer fazer logo então eh deixar claro que uma criança ia ser Escriba e a outra eh ia ajudando ia dando as dicas né porque
isso eh foi facilitando esse processo e eu fico pensando né como é interessante pensar nessas crianças você fala duas coisas aí Muito importantes que assim você considerou os níveis de escrita para uma situação em que você queria focar no sistema de escrita então é muito importante que a gente possa fazer situações diagnósticas constantemente na sala porque muitas vezes aquilo que tá lá no mapa na nossa sala de um tempo atrás eh não condiz com como a criança está pensando agora né Eh então o tempo todo quando a gente faz situações vou pegar aqui agora de
escrita na sala de Aula a gente pode olhar os níveis de conceitualização inclusive olhando pra própria escrita né Eh vamos pensar a criança fez uma lista eh porque tinha algum propósito social para isso eh por exemplo a construção do cardápio da merenda escolar para ela ver qual o dia que ela construção da escrita eu tô falando qual o dia que tem tal lanche qual dia que ela precisa trazer lanche de casa porque não gosta daquele lanche tá organizar isso para deixar na sala e As crianças vão escrevendo ali vão colocando eh eh essa lista no
papel e a gente vai observando ah essa criança ainda não faz relação entre o que fala e o que escreve essa criança já faz uma relação silábica essa criança já faz uma relação intras silábica porque Coloca mais de uma letra para sílaba Já tá pensando ali então quem que eu poderia colocar com quem e a gente faz o agrupamento e na hora também a gente avalia né como é que essas duplas estão Funcionando porque você falou de uma questão interessante a gente olha o nível de escrita mas a gente olha também os procedimentos as questões
que tem a ver com conflitos que podem acontecer eh tem a ver com o jeito de cada um às vezes um gosta de de sobressair né de querer fazer a sua vontade o outro é mais quietinho e vai aceitar Sem questionar e quem poderia ficar com ele né Eh a criança tem a síndrome do espectro autista às vezes é um nível um Às vezes é um nível três às vezes a criança não verbal Às vezes a criança então quem é essa criança pra gente ver quem vai ficar com quem isso faz uma diferença grande né
quando a gente a gente planeja e de fato Vamos pensar que esse planejamento e esse agrupamento ele vai mudar também né porque em uma outra situação com outro propósito eu já posso agrupar de forma diferente o nível não precisa ser necessariamente próximo eu posso colocar com nível distante e uma Criança por exemplo vai eh ditar o texto e ela tá com nível bem inicial da escrita e a outra criança já tá com nível de escrita alfabético ela vai escrever no papel né mas as duas t o que aprender porque não é só para um ajudar
o outro mas os dois precisam se ajudar né os dois precisam ter o que aprender naquela interação e isso é bem É bem interessante quando você entrega ali uma eh eh uma folha né para uma targeta lá Para que eles escrevam exatamente se vocês entregassem duas eh poderia acontecer de cada um querer escrever a sua né como que ela Elas têm uma só então elas T que pensar em como vão escrever da melhor forma possível aquela legenda naquele papel ali porque ele vai ser publicado junto com as fotos Então isso é bem interessante e tem
uma questão com relação para qu legenda que aí eu vou voltar lá para o para o slide né porque esse processo de produção de Texto também que você foi falando então deixa eu projetar aqui eh a gente produz alguma coisa para qu porque para quem mesmo que esse para quem pode ser para nós mesmas quando produzimos notas para para estudar sobre alguma algum assunto e ninguém vai ler mas nós vamos ler né aquilo vai servir para alguma coisa tem propósito eh O que é que eles vão produzir vão produzir as crianças vão produzir legendas como
que elas irão escrever Qual a linguagem que elas vão Usar ou seja eh Eles já leram legendas como condição didática Eles sabem que tem que ser um texto curto a linguagem é direta mesmo que o foco da professora nesse momento vai ser no sistema de escrita o no momento da textualização que é o momento que nós vamos assistir As crianças estão ocupadas em colocar no papel O que é que elas querem dizer sobre o que Aqua que aquela foto trata e vão pensar sobre como que elas vão escrever né e voltamos naquelas questões Com relação
à apropriação do sistema de escrita quantas letras eu vou usar quais são essas letras em que ordem eu vou colocar para que outras pessoas Leiam aquilo que eu estou escrevendo a revisão da escrita acontece durante a e acontece depois quando a criança está com outra criança ali analisando o que está escrevendo e um fala não eh termina de tal forma como outra palavra elas estão também revisando a sua escrita quando a professora chega e Faz alguma intervenção que faça a criança refletir sobre como elas estão escrevendo elas também estão revisando a escrita e depois essas
escritas poderão ser revisadas quando a gente volta nessa produção um tempo depois a gente tá olhando para elas agora com olhar de leitor e descobre coisas que inclusive deixamos passar o que poderia ser qualificada para que as pessoas pudessem ler e entender o que a gente escreveu então Eh esse é o foco né da situação Nós vamos ver agora como que aconteceu né a aula vocês lembram dessa foto o que que é o que que é a escola a escola né onde as crianças indígenas estudam Então vão pensando na melhor legenda para essa foto e
vocês aí que que vocês estão escrevendo indígena Vamos pensar no indígena não é a mesma coisa que no começo de inglês a a gente viu o g a mar não sabe como o g Ah vocês querem fazer o g vocês Acharam o g em algum lugar sim na GL Na glus vai lá com ele para achar o g aqui o g Esse é o g e esse vai ajudar a escrever indígena Então vamos lá você já quer colocar o na agora é que que você acha que tem aqui na sala que ajuda a fazer o
n tem alguma coisa quer que eu escreva alguma palavra Eu Posso sugerir ó vamos pensar no nome da Lorena Lorena Achou Oi o nua ó que que é isso aqui que vocês fizeram mãe mãe então que parte vem agora depois [Música] não sei mandioca ó é que a palavra vocês estão falando muito junto é mandioca o que que vem agora aqui na sequência não tô perguntando como se escreve tô falando para falar tá bom fala para mim de isso de diário diário pudim Dio Pudim o diário mendigo que que você escreve pudim pudim diário diário
eu vou escrever os dois tá bom aí acho que ajuda vocês a tirar dúvida Ó cadê o aqui PR ajudar vocês pud tá o primeiro é pudim aqui ó é esse é esse e a palavra de baixo o que que tá escrito n Esse é o [Música] d você acha que aqui é o de é ajudei vocês aqui ó mas aqui ó é pudin Entendeu Essa le aí o que que vocês já fizeram no ah escola que tá escrito escola lê só essa palavra para mim ess põe o dedinho aqui lê pra pro Tá certo
já terminou a escola ah Olá E aí Olá olá serbe que não já tem nada escrito aqui na na sala pra gente procurar não precisa ó a Maria Flor uma coisa olha o que a Maria Flor falou mois Você ouviu que que pode ajudar Maria Flor Olavo Olavo o nome do Olavo ajuda Ah não é o l e o a é o l o a Você concorda Maria Flor Então tá bom vamos ler aqui devagarzinho que letra é [Música] essa a concorda Maria Flor com ele você acha que tá tudo certinho vocês terminaram Já colocaram
o nome atrás na foto também vocês colocaram muito bem então vou pedir para vocês colocarem lá E po pode pegar um livrinho para ler tá bom tá já tava dando uma olhadinha ali já vi que vocês escreveram as legendas depois aprov vai ler com vocês todas essas legendas que vocês produziram tudo [Música] bem então Michele seria interessante a gente conversar um pouco sobre os desafios da gestão né Eh com uma coisa o planejamento outra coisa é a gestão dessa sala de aula né ela acontecendo eh as crianças ali pensando sobre a Escrita e tal qual
o principal desafio e qual o principal aprendizado né porque eu penso que a gente aprende muito também quando a gente Escuta as crianças né É São muitos os desafios né Eh No começo eu ficava pensando né meu Deus eu não vou dar conta porque é uma sala muito heterogênea então entra ali a criança que não não consegue escrever o próprio nome ainda né Eh e tem a criança que já lê escreve convencionalmente e tá tudo junto né Aqueles que estão lá no no nível mais intermediário então assim são muitos desafios né Eh eu para mim
assim eh entender um desafio para mim professora né entender eh esse movimento deles levantarem deles consultarem isso para para mim no começo foi um desafio muito grande porque quem olha de Fora Fala meu Deus que bagunça né que desordem e não é uma coisa ali é um processo deles que tá Tá super ali ajudando no eh no avanço né da da Escrita deles né então eh a conversa entre eles a interação às vezes uma dupla tá ali presa um tempão eh numa escrita ass não consegue achar um procedimento eles levantam e procuram eh perguntam pro
uma outra dupla né então esse momento eu acho que é um momento muito rico que para mim no começo foi um um desafio né Eh tem algumas crianças também que às vezes ficam ali um um tempo estagnada na hipótese para mim também isso é um é um Desafio né então pensar em novas formas em novos agrupamentos em novo novos eh novas novos lugares para eles consultarem outras formas e outras fontes para eles então Eh tentar fazer a coisa de um outro jeito eh também é Um Desafio Um Desafio grande assim então com todos esses desafios
a gente vai aprendendo né então vai gerando aprendizado pra gente com professor eh cada dia é um é um movimento novo é um aprendizado novo que Eu tenho com eles e e a melhor maneira de aprender com eles é o que você falou é ouvir é entender como eles estão pensando tentar entender meu Deus ele colocou essa letra aqui porque ele tá pensando como né Eh então o que que que eu posso fazer para ele avançar né e e assim não é eu fazer ele avançar é eu prover meios para que ele avance né eu
não vou jogar o conhecimento dentro da cabeça dele que nem a gente acreditava antigamente né Mas o que que eu posso fazer para que essa escrita avance né então eh pensar nos tanto nos agrupamentos nas atividades e principalmente Aline em coisas que façam sentido para eles que nem ali você vê que a turma inteira tá engajada e eu percebo que muitas professoras elas relatam para mim que tem esse essa dificuldade de engajar a turma e ali Por que que eles estavam engajado porque era um um projeto da escola inteira né Então tava todo mundo Ali
tentando descobrir eh o nome do projeto é quem somos nós né que que acontece no nosso território aqui da Capela do Socorro Então a gente tem sim eh as aldeias indígenas daqui as crianças da turma da manhã tinham ido visitar essas aldeias Então essas fotos elas eram reais elas eu não peguei foto da internet inventei da minha cabeça nada disso então as crianças da manhã foram lá contaram para elas sobre essa visita mostraram cada foto explicaram e As legendas elas iam servir para paraa composição de um mural que ia formar a nossa amostra cultural Então
os pais iam ver as famílias né ia vir gente de fora então eles tinham que escrever do melhor jeito possível porque quem vem de fora não quer uma escrita de qualquer jeito né então para isso eh gerou muito sentido para eles sim eh fico pensando né quem quer fazer alguma coisa que seja difícil demais e que não tenha sentido ninguém né Eh E aí Muitas vezes eh a recusa muitas vezes a indisciplina mas quando a gente consegue que essa situação tem um sentido e que ou seja para eles não foi um problema pensar na legenda
da foto porque eles eles já tinham estudado muito sobre aquilo já visualizaram eh Ele olha para aquela foto e tem o que dizer sobre a foto na hora de construir a legenda né O que são elas aí é como é que eu vou organizar essa escrita já que eu sei porque a criança sabe que ela não Escreve convencionalmente ainda né mas eh ela sabe também que ela pode escrever do seu melhor jeito que vai ter um processo respeitoso ali na sala entre as crianças e entre a professora e as Crianças isso é construído a gente
não consegue isso assim né é construção e inclusive é muito difícil quando a gente começa esse processo não foi construído em anos anteriores e isso quando o professor chega no terceiro quarto quinto ano é mais desafiador ainda né Porque já vai cristalizando na criança o não saber e o não poder fazer mas quando desde cedo né a criança entra na escola e já é eh autorizada a produzir do seu melhor jeito e isso faz uma diferença muito grande você toca num ponto aí das famílias que acho que é uma questão para todo mundo né como
é que a gente envolve eh nas reuniões de família como é que a gente traz algumas escritas das crianças para analisar porque tem gente que olha para escrita e fala assim eu não consigo Ver isso que você tá vendo né você tá vendo esse avanço todo nessa escrita eu não tô conseguindo ver e esse não tô conseguindo ver É porque também ela precisa de ajuda para enxergar né o processo evolutivo de construção da escrita da própria criança eh nesse movimento da sua sala eu fiquei pensando nessa construção da Autonomia né da criança porque ela sabe
que ela pode levantar e na lista de nome porque as listas dos nomes das Crianças na nossa Sala Nos ajuda muito né porque não é só para que a criança Aprenda a escrever seu nome mas é para que ela escreva qualquer palavra ela tem ali uma excelente fonte de informação né então quando a criança fala assim como é que escreve o ra de alguma palavra que ela tá querendo escrever para produzir e ela vai lá no sobrenome por exemplo de Alana Vieira e ela fala e Alana fala assim ó no meu tem o Ra é
o r e o a então é uma fonte de consulta muito importante né Para ter na nossa sala de aula lá eu tenho duas turmas né tanto primeiro ano de manhã e primeiro ano da tarde e inclusive elas passam a consultar a fonte da tarde fala assim essa aqui é minha amiga essa aqui mora na minha rua Ela estudou comigo na educação infantil e vai localizando o nome dessas outras crianças também né então quando elas têm autonomia para levantar e recorrer uma fonte de informação ela pode saber ela pode recorrer também a professora como a
Importante fonte de informação quando ela lhe pergunta né Ah mas eu não tô conseguindo como é que é mas ela sabe que também tem colegas na sala agora o que são elas é que esses colegas que estão mais experientes na escrita também não de a resposta de cara porque as crianças são inteligentes elas sabem que tem criança na sala que já escreve convencionalmente né Às vezes acontece isso na leitura fala assim vou ali levar para ela ler que ela já sabe já sabe ler Sim mas pense você aí ela quer que o outro resolva né
então como é que elas vão buscando fonte de informação também você vê naquela dupla que você tava aí no finalzinho quando você pergunta você concorda que a escola é assim ela diz sim para ela também ali já foi porque nós também enquanto professoras e professores temos uma ansiedade de que aquela escrita avance ao ponto de estar com a escrita alfabética naquele mesmo momento né Vamos intervir intervir Intervir até a escrita ficar aí quando você chega em outro momento a criança tá escrevendo com seu nível de conceitualização né não necessariamente avançou ali por causa da minha
intervenção mas já coloquei coisas para ela pensar né uma coisinha mais ali para ela pensar é é bem isso mesmo na escrita que o Moisés e a Maria Flor eles fazem né se você for pegar como ficou o final a palavra indígena né ficou em de o g não Tem o e né então é só o g sozinho e eu deixei Eu deixei porque foram o melhor que eles conseguiram ali foi um avanço muito grande né porque assim a gente quando planeja uma atividade a gente tem que eh pensar Qual é o meu objetivo né
meu objetivo naquela atividade é um objetivo do currículo que se eu não me engano é o O Alf lp28 que é utilizar progressivamente atitudes de busca em referenciais estáveis eu não lembro direito o texto do Objetivo mas é esse Então o meu objetivo Ali era que eles consultassem a os referenciais que a gente tem na sala e e me colocar como um referencial também eu não eh eu falo para eles assim para eles me procurarem para escrever uma palavra na lousa para ajudá-los quando eles não encontram eh no em algum cartaz em alguma coisa que
já tem escrita porque o ideal é que eles busquem que eles sejam autônomos né E então eu às vezes eu vou lá na L escreve algumas palavras eh e É Engraçado porque a estagiária da turma também ela já tem essa prática ela tem um caderno que ela dela mesmo que as crianças perguntam ah como faz o Son tal ela escreve uma outra palavra de referência para que eles consultem ali né então eh o o meu meu objetivo era esse que eles levantassem que eles consultassem que que eles tivessem eh porque esse é um comportamento que
a gente usa pra vida inteira né então eu tenho uma Dúvida sobre um assunto eu vou procurar num livro vou fazer uma busca na internet né então foi pensando nisso que que a gente fez essa atividade Sim aí você fala de uma questão que é assim a criança já estava fazendo uma relação entre a fala e a escrita né ela colocou o g colocou só o g eh às vezes eh acontece também com o l ou alguma outras letras que o som da letra né tem a ver com essa relação aí que a gente não
tá focando no som a gente tá focando na Relação entre como você pensa sobre a escrita e como escreve aquilo ali né E esse movimento de pensar de a criança parar para pensar fazer relação coordenar informações né você como a professora é a pessoa mais experiente da sala quando você está fazendo isso eles também estão te tendo como modelo e daqui a pouco ele está as crianças estão também pensando em outras palavras né mas tem crianças na sala que ainda não fazem essa relação né entre parte do que Fala parte do que escreve né você
vê ali que a criança vai escrever escola ela vai colocando ali uma letra para cada sílaba ela vai falando ali né Eh eh eh e pensando silabicamente e tem crianças nas nossas classes que estão antes disso no processo ainda de conceitualização sobrescrita né Eh há crianças que começaram o ano ainda sem escrever com letras né Eh há crianças que escrevem com letras mas coloca essa as letras lá ela sabe que ela pode escrever do jeito Dela e ela coloca as letras do Repertório que ela conhece ela fica olhando por ali para ver se tem alguma
que ajude a colocar ampliar o repertório para além das Letras dos nomes delas e tudo mais mas ela ainda não tá nesse processo de fonetização da escrita né E aí às vezes eu ouço dos colegas é perguntas desse tipo né como que a gente faz com essas crianças porque quem já tá fazendo essa relação E aí tá pensando em inglês para ajudar a escrever em Indígena mas quem não tá ainda nesse processo de fonetização da escrita né como é que a gente pode ajudar Esse é um Desafio que nos ocupa né porque você falou dessa
heterogeneidade e em toda classe vai ter essa heterogeneidade para mais ou para menos todo mundo porque nós som nós vivemos e convivemos com as diferenas e nossas classes são heteras E aí como a própria Emília Ferreiro falava né como é que a gente aproveita isso como uma vantagem pedaggica Ao invés de sofrer e dizer ai mas como é que eu vou fazer com crianças que ainda não estão escrevendo com letras e crianças que já estão escrevendo alfabeticamente na mesma sala como é que isso está a nosso favor mesmo sendo desafiador porque não é uma tarefa
fácil né porque aquele com escrita alfabética muitas vezes termina E já pergunta pra gente o que é que tem que fazer porque já terminou super rápido e as outras não estão nem pensando tem outras que não Estão nem pensando ainda sobre como que ela escreve para representar aquilo que ela tá querendo colocar no papel né então Eh você tinha muitas crianças assim na turma eh todas as crianças já estavam do nível silábico paraa frente ainda crianças que não estavam no n silábico como é que você fez bom eh então sim tinham várias crianças nessa situação
ainda não mais sem fazer essa relação né entre entre a escrita mas eh não vou mentir no final do ano Algumas crianças ainda estavam nessa hipótese aí a gente percebeu que crianç com algumas questões além do pedagógico né então isso é uma coisa que tem nas turmas eh foi um processo difícil para eu não me angustiar no final do ano acho que toda professora todo professor se sente assim mas enfim para essas crianças né primeira coisa eh colocá-las em muito contato com portadores reais assim com escritas reais né então com leitura de livros Reais e
eh não textos bobinhos textos feitos especificamente para alfabetizar né e deixar que elas escrevam bastante eh permitir as escritas eh validar as escritas Não tudo bem porque muitas vezes essas crianças não têm eh segurança de lá e e tentar né fazer de um jeito diferente elas se apoia muito ali às vezes no alfabeto que tem na sala então Eh vou pensar sobre escrever Ah tem a letra tal tal vai olhando no alfabeto mas sem fazer muita Relação com o som eh pensar nos agrupamentos né então colocarla junto com outras crianças que estão às vezes num
nível um pouquinho mais avançado ou às vezes como você falou num nível diferente mas que elas tenham ali um papel de de editando o texto para que elas vejam o outro escrevendo e fazendo essas relações servir de modelo muitas vezes né como como Escriba eh nos textos que elas ditam também então eh tem um tem Muita coisa que dá para fazer para que essas crianças avancem né Mas o mais importante eu acho que é garantir que sejam situações reais que elas têm a oportunidade de escrever coisas reais para que elas estejam ali engajadas né E
se sintam motivadas para para se arriscar mesmo para tentar colocar em jogo aquilo que elas não sabem e assim elas vem vão avançando né sim e aí você me faz pensar em coisas do tipo né As crianças não Necessariamente avançam S de de um nível para outro como se fossem etapas que elas tivessem que passar até chegar no nível alfabético né às vezes eu tenho criança na classe que começou com esse nível de escrita pré fonetizar da escrita a gente fala do press silábico e tal e que de repente você e esse de repente não
necessariamente é de repente porque vem todo um processo de construção aí interno dessa criança e chega do meses e E você vai olhar essa escrita ela está uma escrita silábico alfabético já tem outras crianças como você falou que vai passar um ano e chega no final do ano está com esse nível de escrita que ainda não faz essa relação entre o que fala ser o entender o que é que está nesse processo né quando você fala assim tem muitas coisas aí que dá pra gente mapear inclusive porque a gente conhece né O que é que
atravessa essa criança que faz com que ela avance muito pouco não Avance tanto quanto que a gente desejaria mas esse olhar cuidadoso nosso esse olhar investigativo né para que a gente possa est eh observando e tem situação em que a criança vai escrever sozinha porque a gente precisa também ver não só em situação de Diagnóstico né de sondagem mas numa situação real da classe em que ela precisa colocar em jogo suas hipóteses e que ela precisa escrever porque tem um sentido aquela escrita né seja Eh escrever nomes de Colegas porque ela precisa construir lá um
um uma agenda dos aniversariantes ou porque no mural de preferência da turma ela vai colocar os seus eh colegas mais próximos e E aí ela vai escrever do seu jeito daqui a pouco ela vai consultar a fonte de informação também ou em outro momento a gente vai colocar na Dupla Em outro momento é um trio ou seja a gente vai organizando essa classe de forma que tenha várias oportunidades como você trouxe né Eh e você foi falando de uma Coisa que fiquei pensando aqui muito interessante que é como se articulam essas práticas de linguagem essas
situações que são fundamentais estamos aqui falando hoje de uma situação fundamental que é escrita pelo estudante mas tem a leitura através da professora ou do Professor tem a a produção coletiva tem a leitura pela própria criança e essas situações elas estão articuladas né e o tempo todo na nossa sala como que a gente vai planejando Isso nas modalidades você falou de um projeto um projeto da escola já tem outros que são as sequências didáticas mas tem também as atividades que são permanentes na nossa classe né E isso essa essas oportunidades todas de a criança pensar
sobre de ouvir um colega ouvir a professora de buscar outras fontes que tem os livros nas nossas salas também né livros de literatura Às vezes tem material informativo em menor ou maior quantidade mas tem outros Materiais que ela pode consultar tem os gibis Em alguns momentos que também são excelentes né porque tem um contexto material muito interessante ali que são as imagens e tem as escritas também para eles já irem e eh eh buscando o que é que eles querem ler ali onde é que está Mônica Cebolinha Cascão e por aí vai então eh olha
que legal as Crianças recorrerem A materiais que existem né A gente pegou muito fortemente aqui as listas de nomes porque tem 10 sílabas Canônicas consideradas simples Até as complexas estão todas ali né então quando a gente recorre para buscar alguma parte daquela palavra do todo que ajuda a escrever o que a gente tá querendo escrever também a gente tá dizendo Olha você falou isso é uma prática social a gente faz isso enquanto adultos também né a gente recorre a outras fontes de informação e tudo mais e olhar esses agrupamentos quando a gente tem a oportunidade
de gravar de Filmar ISO bem interessante porque a gente volta vendo também né Que pergunta eu fiz que pergunta eu poderia fazer porque não vamos fazer todas ali e eh algumas capa também que a gente fala Poxa eu poderia fazer e não só pergunta né porque intervir não É só perguntar às vezes é lançar um desafio tem um momento no vida que eu vejo eh eh outras crianças trabalhando juntas para além da sua presença ali penso que isso também é Um Desafio Porque muitas crianças ficam O tempo todo chamando a gente né e querendo a
sua presença querendo a sua presença quando eles começam a perceber que também pode aprender com colega e eles estão ali se resolvendo né pensando como vai escrever ver como é que um vai escrever como é que o outro ajuda e nem sempre a gente consegue passar por todas as duplas no mesmo dia ou então a gente passa pelas duplas Mas a gente não consegue ficar nelas dando a atenção devida em todas as duplas né Eu penso Que esse também é Um Desafio como que a gente vai passando pelas duplas dando eh eh naquele dia eu
posso planejar de que aquelas duplas com crianças com hipóteses mais iniciais sobre escrita vão ter mais minha atenção e eu vou dar uma tarefa um pouco mais complexa paraas outras como por exemplo escrever três legendas Enquanto algumas duplas vão escrever uma legenda só outras vão escrever três ou então quando termina o que que faz quando você falou assim Então pode pegar os livros ali pode ler então Eh na minha sala isso funciona né é bom e às vezes também não desanimar de primeira porque às vezes a criança vai lá pega o livro e fala assim
mas eu já terminei também mas seguir investindo nisso né E a gente vai vendo os resultados aparecendo e o que que funciona o que que deu certo e a gente vai fazendo e vai vendo né então para aquelas duplas eu vou dar um grau de desafio um pouco maior para essas duplas Que eh elas vão ter mais meu apoio ali eu vou ficar mais nelas já em outra aula eu posso passar mais tempo em duplas que eu não acompanhei nessa aula né quanto tempo eu tenho ao longo da semana para essa do trabalho quantas vezes
na semana vai ter esse trabalho e e como é que eu vou passando por elas Porque de fato a gente tranquiliza nosso coração que a gente não dá conta de estar em todas as duplas ao mesmo tempo fazendo problemáticas Importantes ao mesmo tempo né Acho que essa é uma questão também que às vezes na gestão da sala de aula nos pega nos inquieta né e a gente sai com aquela sensação de Nossa mas teve dupla que eu não atendi como deveria né aí você falou assim essas legendas serão publicadas se serão publicadas né tem também
um olhar externo para aquelas escritas E aí tem muitas vezes uma percepção de Nossa a professora Deixou passar uma escrita desse jeito né Eh e não só a família que às vezes a gente fala muito a família vi isso mas às vezes as pessoas né por isso é interessante que a escola Tod esteja envolvida num projeto de escola né de Formação aí dessa dessa criançada toda e tal Porque para outras pessoas que circulam se a gente vai publicar na área externa da escola pode suar como Nossa o que é isso aí é claro que a
gente pode fazer uma legenda dizendo que o texto não teve eh eh edição final a gente Manteve a escrita das Crianças mas também pode ser que a escrita seja corrigida e aí essa coisa entre correção e revisão é algo que nos pega também né até onde eu vou nesse processo até onde eu não forço tanto para que também não seja a minha escrita e não a escrita da criança Mas também como é que eu intervenho para que ela possa pensar mais coisas do que o que ela pensava né isso são coisas que nos nos inquieta
também no dia a dia que a gente precisa Aprender com isso também né você queria falar um pouquinho sobre Michele sim desde a primeira reunião de pais já já dou meio que uma mini aula de alfabetização né então já procuro fazer com eles um acordo que no caderno as escritas não vão est corretas do jeito que eles que eles esperam né do jeito que era no nosso tempo porque eles se baseiam muito do jeito que eles aprenderam né então lá a correção como então às vezes Sei lá eu ouvia perguntas Assim mas como você permitiu
que você bateu o carimbo aqui e essa escrita tá errada né Eu não entendi nada do que que ele escreveu aqui então é uma conversa que é feita com os pais desde o começo né então falo para eles ó eles estão num processo eles estão agora iniciando né no sistema de escrita a gente não sabe toda escrever todas as palavras né E olha que a gente tem aí mecanismos de busca de de correção assim aonde a gente quiser e eles não eles estão aprendendo Ainda né E a minha escola graças a Deus eles têm tem
um uma consciência né Por parte do de todo todos funcionários mesmo que que as crianças eh que tão ali no ciclo de alfabetização elas estão se apropriando desse sistema de escrita e nem sempre essas escritas as escritas que eles vão ver por aí né no moral eh nas atividades elas vão estar escritas na na na grafia convencional né então precisa-se eh ter uma educação não só paraas crianças mas paraas famílias Para toda a comunidade né para que para que eles venham é compreender e aceitar essa escrita e ao mesmo tempo também é o que você
falou as crianças precisam aprender esse processo de revisão né de eh a gente quando escreve um texto por exemplo a gente se afasta dele por um momento depois de um outro tempo a gente vai olhar para ver se realmente o que a gente escreveu ali foi do melhor é é o melhor jeito de se dizer aquilo né E as crianças também às vezes esse movimento É importante de sair desse texto e depois retornar para ele com um outro olhar né pensar sei lá em em outros mecanismos de busca que tem na na sala outros outras
fontes de informações para eles também sim eh ficaríamos conversando aqui acho que a manhã toda né Eu tô olhando ali pro horário que já tá quase chegando lá mas eh é isso é saber que os agrupamentos eles não são fixos né eles vão vão mudando de acordo com o propósito a nossa intencionalidade Eh vamos avaliando também a cada momento e que as situações de revisão as Às vezes as crianças estão escrevendo palavra a gente fala tá escrevendo palavra para poder construir um jogo da memória mas não é só palavra eles estão escrevendo um texto porque
ali é uma lista de eh algo seja de personagem eh frutas o que for que a gente tá construindo no nosso jogo eles são Produzindo um texto e nesse processo de produção do texto eles vão planejar o Que vão escrever vão escrever vão revisar enquanto escreve depois que escreve e o processo da correção porque revisão é refletir sobre a escrita né quando a gente volta na escr escrita coloca no quadro coloca escritas Diferentes né coloca a legenda como uma dupla escreveu para que a outra outras duplas possam ajudar a pensar na revisão daquela legenda também
esse é um processo de revisão ou seja estamos todos olhando ali com olhar de leitor Para aquela escrita nos distanciamos dela né E pode ter um processo de correção final em que a gente possa corrigir em outros momentos não tem correção vai ficar no processo de revisão até onde a criança bancou e e tá tudo certo porque elas estão percebendo ali também que teve uma diferença da escrita inicial para aquela e que como você falou elas estão em processo esse processo é contínuo né quando elas olham por exemplo a primeira escrita delas por Isso a
importância do portfólio olho paraas primeiras escritas delas quando iniciaram o ano e olham a escrita dela no decorrer e como chega ao final do ano e elas mesmos se surpreendem Nossa eu comecei escrevendo assim né então guardar esse material né e eh da escrita da criança antes da nossa intervenção e ir acompanhando ao longo do processo e nós também enquanto professoras vamos vendo olha quanta coisa aconteceu né Quanto que o nosso trabalho foi Importante e a criança também vai se sentindo importante porque diz olha como eu aprendi coisas né Eh as crianças com nível de
escrito alfabético também tem desafios para resolver ali não só com relação à questão de ortografia às vezes até a própria sílaba um pouco mais complexa Ali desafia a criança para escrever né e eh na minha sala de aula Esses dias estava escrevendo A Canoa Virou porque era uma parlenda que a gente ia eh colocar na sala E uma criança falava assim cam Como é o cam o outro dizia ah cam é o c e o a ela não mas aí é k Como é o cam eu quero saber o c de canua como é o
c e eles tinham aquele desafio para resolver ali né sobre como escrever era uma questão de nasalização como representa a nasalização ali na sua escrita né então foi um desafio legal que duas crianças também estavam com níveis de níveis de escrito alfabético mas tinham questões para resolver né E aí eh olhar para Esses agrupamentos e como que a gente vai cuidando deles ao longo do ano é bem eh desafiador e ao mesmo tempo importante né vou apresentar aqui pra gente finalizando então eh uma síntese né do que a gente discutiu a importância de buscar palavras
que ajudam a escrever né Eh e isso é muito mais do que palavra eles estão recorrendo a outros textos seja ali de nomes próprios seja títulos de livros que tem na sala né E com isso Eles estão buscando diferentes fontes de informação eh Às vezes a fonte de informação é a professora são os colegas materiais impressos né O que tem pela sala porque a gente não coloca na parede da sala meramente ilustrativo a gente coloca ali para usar né Tem uma funcionalidade O que tem na parede da sala então eles sabem que podem recorrer para
ajudar no momento que eles estão precis ali pensar sobre a sua escrita dialogar com o colega sobre como Cada um Pensa né Isso é bem desafiador porque muitas vezes as crianças não sabem trabalhar em dupla seja porque um responde pelo outro seja porque um quer fazer seja porque gera uma competitividade isso a gente precisa ensinar né também é um comportamento importante também que tem a ver com os procedimentos eh tanto leitores quanto escritores e definir tem os papéis né Olha você vai ajudar a pensar na legenda formular essa legenda e essa criança vai Escrever em
outro momento você já pode eh ler o que você escreveu em voz alta e essa criança vai ver se faltou alguma coisa ali na sua na na escrita da dupla eh enfim definir bem esses papéis também faz com que eles entendam o que é que é para ser feito ler o que escreveram Porque no momento que eles leem o que eles escreveram eles perceb muitas vezes que sobraram letras faltaram letras e aí ele agrega é o processo de revisão enquanto está escrevendo né e confrontar Com Produções dos colegas seja confrontar com Produções dos colegas no
momento de uma revisão coletiva quando a gente coloca ali né Eh para poder outras crianças olharem e darem palpite falar como que ajuda aquela outra criança seja quando eh a gente troca o material de uma dupla para que outra dupla também Observe né como é que aquela dupla escreveu que recado Você poderia mandar para essa dupla né um bilhetinho que a gente poderia escrever ou que poderia Dizer do que é que ele pode melhorar nessa escrita eh esse processo né ele vai acontecendo de forma tranquila mas isso é construção né Eh não vai acontecer lindamente
assim de primeira e às vezes até muitas vezes acontecendo a gente ainda vai dizer Nossa mas hoje foi mais difícil né naquela naquela aula ali foi tranquilo nessa foi mais difícil e vamos fazendo sempre porque a gente compreende que as crianças aprendem nesse processo de interação né E aí Aquela pergunta que eu fiz no começo que quando a criança muitas vezes fala assim não é nemuma pergunta mas ela é enfática e diz assim mas eu não sei escrever a gente fala escreva do seu jeito e recusa e tem crianças que choram né mas eu não
sei eu não sei não sei ela muda essa ess essa fala e já fala assim é para escrever do meu jeito né você fala vamos escrever é do meu jeito né professora que você quer é do meu jeito ou seja ela tá querendo dizer assim eu não sei Escrever da forma convencional da forma que você escreve da forma que tá nos livros da forma mas eu sei escrever pensando sobre a minha escrita e colocando no papel ali a minha forma de escrever é desse jeito que você quer né então já vai vendo aí a mudança
tanto de concepção Nossa enquanto Professor porque a gente tá possibilitando que a criança escreva né Se liberte aí e escreva e coloca no papel coloque no papel deixa esse bloqueio de lado e pra Criança porque ela vai acreditando nela né a gente vê os olhinhos brilharem quando quando você olha e fala assim Nossa como você tá avançando olha como você tá escrevendo agora né E aí ela brilha o olho e diz assim ai é verdade eu tô observando isso também ela pensa sobre E aí sente mais encorajada para para seguir eh aprendendo cada vez mais
né é isso eh se você quiser falar mais alguma coisa eh Michele e também a as meninas entrarem aqui né pra gente poder Ir fechando nossa conversa uma boa conversa né Obrigada obrigada Line Obrigada Michele por essa aula que vocês deram pra gente acho que é semeão interessante a gente poder eh olhar para esses assuntos né esses conteúdos que a gente conhece e estuda mas olhar para eles a partir da nossa da prática de uma colega né o quanto a gente consegue pensar out por outros aspectos pensar a partir do de outros olhares né a
gente olha pra Prática de um determinado forma mas quando a gente conversa com uma colega com um colega a gente consegue também olhar para aquela mesma prática de um outro ponto de vista né com um outro olhar então vou fazer uma breve síntese do nosso encontro para ajudar a gente ir sistematizando e amarrando algumas ideias então a Aline e a Michele foram apresentando pra gente né que escrever por si mesmo é uma situação didática fundamental para que as crianças possam Avançar na reflexão que elas fazem sobre o sistema de escrita elas precisam A gente precisa
liberar as escritas das Crianças convidá-las a escreverem mas escrever embora escrever seja uma condição escrever por si mesma né escrever espontaneamente seja uma condição para que as crianças reflitam e avancem no processo de alfabetização não basta que elas escrevam por si mesmas né dá uma folhinha de papel e falar escrevam que aí espontaneamente Só pelo Fato delas estarem escrevendo elas vão avançar é uma condição que elas possam escrever por si mesmas mas para que elas possam avançar é necessário garantir algumas condições didáticas e também realizar intervenções eh docentes intervenções daquele para que aquele momento de
escrita espontânea seja um momento de uma uma situação potente para aprendizagem e algumas dessas condições que eu fui captando aqui pela na na apresentação é que para Aprender eh as crianças precisam refletir se colocar al pensando sobre como a escrita funciona como elas se organizam então tem esse movimento né Essa ação reflexiva da criança nesse processo e Para isso elas precisam ver eh sentido naquelas proposições elas precisam se ver envolvidas em situações reais de escrita as situações reais de escrita né que seriam escrever com um propósito comunicativo real então a gente socialmente escreve Para quê
Para Fazer um um uma anotação para se comunicar com alguém que está distante mandar uma mensagem ali no no WhatsApp fazer uma lista para que eu não me esqueça do que eu vou comprar no mercado a gente socialmente escreve com esses propósitos e as Crianças para que elas se envolvam se impliquem nessa na na proposta de escrever e refletindo sobre a escrita para escrever do seu melhor jeito ela precisam ver também eh ser envolvidas em situações com um propósito Comunicativo real né então que tenha um propósito para aquela escrita que tem um destinatário real e
um texto que seja real né então eu vou escrever um bilhete que é um um texto que existe socialmente eu vou fazer uma lista de compras ou uma lista dos amigos que eu vou chamar para minha festa eh são são textos né reais de circulação real para essas situações nem que as crianças escrevam elas podem consultar diversas fontes de informação e aí elas Né Aline e Michele foram trazendo algumas elas podem consultar as próprias professoras né consultar os próprios colegas e consultar ainda os textos que estão presentes na sala de aula e aí um um
ponto que sempre me chama né atenção de destaque é que muitas vezes a gente acha que aquela lista de nomes na sala de aula depois que as crianças sabem os nomes dos colegas ou sabem o próprio nome não precisa mais não tem mais função mas não né quando eh elas já Sabem o próprio nome e já sabem de alguns colegas elas vão conseguir usar essa lista como as crianças faziam ali no no vídeo para poder consultar grafia de outras palavras não só na dos nomes né ela a Michele foi mostrando outras situações em que eles
consultam em outras palavras seguras eh mas a dos nomes continua sendo uma uma lista que faz sentido está na sala de aula porque é o nome daquelas crianças que estão lá e também por outro Lado eh ajuda nessa consulta né é uma fonte de informação para as crianças quando elas vão escrever e não sabem como que que faz determinada parte eh é também importante acho que vocês falaram bem Esse aspecto que muitas vezes a gente acaba ficando de fora quando a gente pensa na escrita que é que as crianças possam revisar o que elas escreveram
né com a finalidade de deixar melhor escrito elas possam olhar De volta para aquela escrita e quando a professora convida para essa reflexão ela possibilita essa nova análise né Eh Então a professora pde ah lê apontando ali com o dedinho vamos comparar escritas diferentes Então você escreveu girafa assim e você escreveu né nessa nessa outra parte girafa desse jeito né como é que é que escreve eh girafa vai todas essas situações vão propiciando essas novas análises essas novas oportunidades para criança olhar de novo Paraa escrita um outro aspecto foi o trabalho em dupla né que
favorece o Eh quantas crianças né possam explicitar um uma para outra como que elas pensam entrar em acordos aprender né Elas aprendem tanto trabalhando a trabalhar em parceria quanto elas vão podendo pensar a partir da ideia do colega é como eu falei né quando a gente ouve uma professora contar sobre uma prática a gente consegue olhar para Aquela prática eh a partir daquele olhar né da da profess amplia a minha forma de ver a mesma coisa com com as crianças mas é claro que isso é um processo as crianças elas vão aprender a trabalhar em
dupla conforme elas eh trabalhando em dupla né conforme elas tenham a oportunidade de trabalhar em parceria é difícil eu chegar numa sala que não tem esse hábito fazer uma pode Aline lá Michele lá eh as crianças não estão habituadas a trabalhar em parceria vai Ser um um grande desafio né porque elas têm que aprender também isso também é um aprendizado e elas vão aprender isso né tendo essa oportunidade de vivenciar de refletir sobre esse trabalho em parceria e com essa mediação do professor e aí por fim porque eu adoro né esse assunto senão ficaria aqui
também eh falando montão pensando com vocês eh que não adianta que essas situações Foi algo que eu falei também na nossa Live lá no nosso encontro com a Giovana e com a Professora Denise sobre leitura pelo estudante que eh não adianta que as situações como essas sejam esporádicas né As crianças precis precisam ter eh oportunidades frequentes sistemáticas regulares para que possam pensar sobre o sistema de escrita por meio da escrita eh por si mesma e aí eu queria que para finalizar esse encontro que a Aline e a Michele compartilhassem com a gente né As crianças
precisam escrever bastante né Eh idealmente que todos os dias elas Pudessem ser convidadas né nesse a lerem e a escreverem por si mesmas eu queria que vocês pudessem né como professoras eh compartilhassem com a gente eh outras oportunidades do do dia a dia escolar que em que as crianças podem ser convidadas a escreverem por si mesma por si mesmas né quais situações do cotidiano são oportunas para que elas sejam né recebam esse convite para escreverem você quer começar Michele eu começo pode falar pode falar L tá então eu fiquei pensando em algumas né que aconteceram
recentemente então o calendário por exemplo é algo que está na sala de aula e eh com ele tem a lista dos aniversariantes todos os meses nós localizamos na lista porque eles têm já colado no caderno todos a lista de todas as crianças da sala e a data que faz aniversário então eles vão localizar agora no mês de junho por exemplo localizaram todos os aniversariantes de Junho essa é uma situação de leitura ele vai localizar Ali vai pintar de uma determinada cor para quê Porque eles vão escrever cartões de aniversário para entregar o colega né então
escrevem o cartãozinho alguns desenham no cartão coloca seu nome às vezes coloca lá eu te amo enfim vão escrever os cartões de aniversário Então essa é uma prática que é permanente porque todos os meses temos a escrita dos cartões de aniversário né o próprio calendário na sala lá pra Gente localizar Em que mês estamos agora quando voltarmos aqui por exemplo na rede pública Nós já estamos em recesso Juninho então quando voltarmos no caso de vocês é Julho né quando voltarmos não será mais Junho o mês já será Julho então retomar esse mês qual que veio
antes qual que vem depois né Eh fizemos uma festinha junina então a lista do que não precisa não poderia faltar nessa festa junina Então essas listas estão presentes com propósito né Listas e e e em diversas situações mas com esse propósito também que é social né Eh escrever alguma par linda que gostou porque vai precisar ler na sala do colega ou porque vai ler pra turma então essa situação de escrita então a escrita do nome próprio né a escrita de parlendas a escrita aí de de cartões de aniversário eh escrita de jogos de memória ou
outros jogos que eles vão produzir as cartas desse jogo para poder brincar são algumas situações né de Escrita que envolvem o cotidiano da sala sejam em sequências didáticas mas tem também essas que são permanentes né que toda semana a gente faz alguma situação de escrita eh seja dessas listas seja de algumas outras alguns outros textos para além das listas né como a produção de um cartão A reescrita de uma história e por aí vai B na minha turma a gente faz bastante escrita de bilhetes escrita de Convites né Eu gosto muito de cantar com eles
então eh a gente faz lista das músicas que a gente vai cantar em determinado dia né e e a gente faz o convite para essas pessoas que vão assistir essa apresentação de cantiga de músicas e quando a gente quer um material por exemplo que tem que solicitar na gestão também a gente faz um bilhetinho faz escreve uma carta para diretora né a gente tava nesse projeto do ano passado mesmo eh eles queriam Desenhar as pessoas mas a maioria não tinha lápis com diversidade de tons de pele né então foi feito uma carta paraa diretora onde
eles puderam escrever colocar escrever do jeito que eles pensam né então a gente faz muito isso eh aproveitar também muita situações que tem no caderno da cidade né então a gente tá esse ano na numa unidade que tem que ser que tem um piquenique Então a gente vai realizar o piquenique já estamos fazendo a lista das frutas que a Gente vai vai consumindo no dia o bilhete pros pais né para poder eh trazer a fruta né cada um vai ter um tipo de fruta diferente então eles vão ter que pensar na hora de escrever a
sua fruta né Eh o convite para as outras turmas que que podem participar Então existe muita coisa que dá para colocar a criançada para escrever você falou eu lembrei da escrita das listas dos Contos ou dos livros que eles querem paraa agenda de leitura né e a gente coloca a Escrita eh os títulos ali na sala para ver o que que nós vamos ler ao longo desse mês ou ao longo dessa semana né então Eh o os próprios materiais didáticos tem leitura de anunciados do material didático lá do livro didático do caderno pedagógico que eles
vão escrever então a situação de leitura e de escrita que estão naqueles materiais também enfim né É E são muitas oportunidades porque a escrita ela é um objeto que é social né E então dentro da Escola a a gente muitas vezes só vê as situações relacionadas a um propósito didático específico na aula de língua portuguesa que sim tem muitas situações mas que também é nessas do dia a dia eh a gente pode eh São inúmeras oportunidades que a gente pode aproveitar também para para voltar a convidar as crianças a volar voltarem seus olhares para organização
e funcionamento do sistema de escrita eh vou encaminhar agora Para pro encerramento queria agradecer a generosidade da professora Michele em compartilhar de novo né a sua prática e nos ajudar a pensar e aprender por meio dela eh tanto por meio da sua prática quanto por meio das suas reflexões muito obrigada agradecer a professora Aline também por nos ajudar a ver os fundamentos que sustentam essas práticas e ampliar a nossa compreensão para essa proposta trazendo novas ideias trazendo outras referências de intervenções e Condições didáticas para ess para essa situação didática que é tão fundamental muito obrigada
vocês querem eh falar alguma coisa só queria agradecer mesmo o convite né e eu desejo aí que que esse vídeo aí ajude algumas professoras aí nas suas práticas né Eh tiver alguma dúvida qualquer coisa tem o meu nome completo elas conseguem me achar aí no teams mandar e-mail eu quero agradecer também ao convite né a oportunidade desse Intercâmbio intercâmbio interterritorial né Bahia e São Paulo eh e como que a gente aprende quando a gente abre nossas tanto Michele quanto muitas outras pessoas oportunidade quando a gente olha a gente vê a nossa prática ali também né
E a gente vai se abrindo para para novas possibilidades enfim a gente tá falando que as crianças aprendem na interação Nós também né Muito obrigada eh em nome da Secretaria Municipal de Educação Quero Agradecer Demais tanto a professora Jene Russo professora Aline professora Michele eh São reflexões muito importantes sobre o processo de construção da escrita dos Estudantes e sobre as intervenções possíveis eu acho que a palavra chave É de fato a construção que quando a gente tá falando em construção a gente pensa nessa autonomia nesse nesse mão na massa no estudante fazer para aprender refletindo
e escrevendo mesmo né você aprende a escrever escrevendo Como ler Enfim eh muito obrigado por por esse encontro continuem ligados né na nesse Junho que é o mês da alfabetização em Ação muitas ações vão acontecer documentos e que esses momentos Tragam discussões possíveis nos horários de estudo né nos horários coletivos e que a gente consa refletir sobre a prática para pensar nessa educação pública de qualidade até a próxima [Música]