Boa tarde. Então, damos continuidade a essa terceira reunião ordinária do CEP de 2026, dando sequência aos nossos pontos de pauta. O próximo ponto trata do regulamento do Fórum de Educação Especial. Para esse ponto nós temos a Nádia, que é a coordenadora da CAI, da Proen, e também o Guilherme, que é o diretor da pasta. Então, eu vou passar a palavra para eles, para que conduzam a Apresentação desse ponto. Obrigada. Tá. >> Então, boa tarde a todos e todas. Meu nome é Nadja, sou professora de educação especial e nesse dado momento estou na coordenação da na
coordenação da CAI. Estamos então fazer um um breve resgate histórico deste deste documento que foi produzido a partir de 2019 e que resultou em 2023, então, na minta do regulamento do fórum de educação especial, composta por 24 artigos naquele dado momento, e também foi Produzido num tempo de trabalho pelos integrantes que estavam naquele eh tempo histórico e e também nesse dado momento eh foi retomado pela pelo fórum que se instituiu em dezembro de 2025, este documento que já havia sido eh iniciado nesse dado período. Então, atualmente ele é composto por 28 artigos e nesses 28
artigos ele contempla a toda a resolução do trabalho deste fórum. E pedimos então aqui que vocês possam eh analisar Para breves apreciações ou aprovar este regimento para a execução e e desenvolvimento e andamento deste fórum. Deixa eu abrir aqui. >> Tá. Então, o primeiro o primeiro capítulo da natureza do fórum e no artigo primeiro, ele vai tratar sobre o fórum de educação especial do Instituto Federal de Santa Catarina Duravante, denominado Fórum. Constitui-se como instância consultiva Propositiva e de assessoramento destinada à discussão, análise e proposição de políticas, diretrizes e ações relacionadas à educação especial no âmbito
do IFS, em articulação com a Pró-reitoria de Ensino, diretoria de ensino diretoria de assuntos estudantis e coordenadoria de ações inclusivas CAI e demais instâncias institucionais. Eu não sei se a gente vai fazendo a leitura e por ponto a ponto né? Não sei se as pessoas têm destaque a gente fazer A leitura integral >> integral, né? É >> lógica assim por exemplo capítulo dois estrutura que tá se entendendo, né? E educação especial. Depois a gente pode ir pros os objetivos. >> OK. OK. Então, então podemos então ir para o capítulo dois, que trata ali dos princípios,
eh, desse, porque nesse nesse primeiro momento aqui nós temos a natureza, no capítulo um, a natureza deste deste Documento, né, desse regimento. E no capítulo dois foi abordado os princípios do fórum, né, que os princípios no seriam primeiro promoção de educação inclusiva e do direito à aprendizagem, o equidade e respeito à diversidade. Aí nós temos aqui então que a Romá ficou 2 do, né? três, gestão democrática do ensino público. O quarto, diálogo institucional e colaboração entre os campos. O quinto, articulação entre o Ensino, pesquisa e extensão. E o sexto, produção e socialização de conhecimentos na
área da educação especial, né? Isso é um dos princípios que vai reger no artigo 4º. E no capítulo três, que que trata dos objetivos, nós pontuamos o seguinte: são objetivos do Fórum de Educação Especial: analisar, dialogar e colaborar para a proposição revisão de políticas educacionais, ações educativas, orientações, diretrizes no campo da educação especial no âmbito do IFS. Dois. promover a troca de experiência entre os profissionais que atuam na área da educação especial, além de profissionais, outros profissionais do IFS, que possuam interesse na área da educação especial. Terceiro, contribuir com a formação de seus membros por
meio da construção de conhecimentos, troca de experiências e socialização de práticas em educação especial. Quarto, colaborar com a Proem, Direm, da ICAI para o mapeamento de demandas e a proposição de formação continuada na área para a comunidade escolar do IFIS. No quinto, buscar intercâmbio com as instituições, órgãos e entidades de natureza jurídica e social nacionais e internacionais, visando compartilhar experiências, conhecimentos e práticas em educação especial. E no sexto, colaborar com a divulgação de eventos, congressos, seminários e grupos de Estudo, bem como estimular a produção e disseminação de conhecimento científico na área da educação especial. E
no sétimo, manifestar-se junto ao CP e ao Consul em relação aos temas de seu interesse, né? Então, mas aqui a a gente poderia, não sei se se fazer essa análise por ponto, Eliana, pelos por capítulos, >> eu acho. Talvez a gente vai fazendo essa explanação e depois volta pros destaques, né? >> OK. Então, da composição do capítulo quarto, nós temos da composição e representação. No artigo sexto, o fórum de educação especial será composto pelos profissionais que constam no artigo terceº deste regulamento, tendo os representantes titular suplente, direito à voz nas reuniões, encontros e deliberações do
fórum. No parágrafo primeiro, cada campus deverá indicar um representante titular E um representante suplente para compor o fórum. No parágrafo dois, nós temos o suplente complementará o mandato, completará o mandato no caso de vacância, da vacância do titular, devendo ser indicado um novo suplente. No artigo séo, o mandato dos representantes do fórum será preferencialmente de 2 anos, de acordo com a portaria emitida, sendo permitida uma recondução por igual período. O artigoavº, a coordenação do Fórum de Educação Especial deverá solicitar a PROEM, com antecedência mínima de 60 dias do término do mandato, a indicação de novos
representantes para este fórum. No artigo 9º, os representantes do Fórum de Educação Especial poderão ser substituídos mediante a solicitação do campus, a qual estão vinculados, devendo a solicitação ser oficializada na PROEN, que enviará esse essa informação à coordenação do Fórum responsável pela comunicação aos demais representantes. Artigo 10º. perderá o mandato representante que primeiro faltar faltar injustificadamente a duas reuniões consecutivas ou a quatro reuniões intercaladas. Dois, vi afastar-se em caráter definitivo do exercício profissional ou da representatividade que determinar na sua designação. No três, deixar de ser servidor efetivo e ativo. No artigo, no artigo 11, o
Fórum de Educação Especial poderá constituir grupos de trabalho específicos, visando eh discurt e propor ações às instâncias administrativas e colegiadas do IFSK. No parágrafo primeiro desse mesmo artigo, o fórum definirá, no ato da criação dos grupos de trabalho, seus objetivos específicos, sua composição e prazo para a conclusão dos trabalhos. No parágrafo segundo, a criação do grupo de trabalho envolvendo custos para os campos deverá ser comunicada e devidamente justificada a PROEM. Então, no artigo ainda sobre a composição e representação, temos no artigo no artigo 12, o Fórum de Educação Especial escolherá dentre seus representantes servidores para
o exercício das seguintes funções: um coordenador e um coordenador adjunto. No artigo, no artigo 13, o coordenador e e o coordenador adjunto serão eleitos em reunião chamada para este fim específico, por maioria absoluta, para um mandato de 2 anos, permitida a recondução consecutiva por igual período. do parágrafo primeiro do artigo 13, todos os representantes titulares do fórum são elegíveis às funções de coordenador e coordenador adjunto. No artigo, no parágrafo 2º as funções da Coordenação podem ser acumuladas com a de representação de campos e a critério dos campos de origem. No parágrafo terceiro, perderá o mandato
o membro que se se afastar do exercício profissional ou da representatividade que determinar sua designação e ou deixar de ser servidor efetivo e ativo. O coordenador do fórum, no parágrafo quto deverá, com antecedência mínima de 30 dias do término dos mandatos, agenda a reunião ordinária para a realização de Uma nova eleição. Em relação a ao artigo 14, o coordenador e o coordenador adjunto do fórum se manterão no exercício de suas funções nos campos de origem e dedicarão, respectivamente a seguinte carga horária, a função: o coordenador 12 horas semanais, o coordenador adjunto 8 horas semanais. No
parágrafo primeiro do mesmo artigo, a Coordenação do fórum poderá ser realizada presencial ou remotamente no parágrafo segundo, caso não se adote a opção do trabalho remoto, a coordenação do fórum poderá ser realizada no campus de exercício. No artigo 5, 15º, no artigo 15, compete ao coordenador do Fórum de Educação Especial. Então, as competências do coordenador, Primeiro, a primeira competência do coordenador será promover articulação entre o trabalho do fórum e a PROEM de dirém da CAI. Segundo, convocar o fórum para as reuniões previstas no capítulo 5 deste regulamento e agendar reuniões extraordinárias. O terceiro, organizar a
pauta da reunião do fórum. Quarto, conduzir as discussões, concedendo a palavra aos representantes, Coordenando os debates e nele intervindo para esclarecimentos. Quinto, resolver questões de ordem. Sexto, gerenciar correspondências e arquivos do fórum, incluindo pautas digitais em colaboração com o coordenador adjunto. O sétimo, conduzir a constituição das comissões e ou grupos de trabalhos e a designação dos seus membros. Oitavo, representar o fórum em reuniões e ou demais situações institucionais. Nono, responder pelo fórum. caso não consiga o reunir e informar seus membros das decisões tomadas. 10º enviar os estudos e as propostas definidas pelo for aos setores,
órgãos e ou instâncias competentes. Venho aqui na no artigo no artigo 16 o a competência, né, o que compete ao coordenador adjunto do fórum de educação especial. Primeiro, auxiliar o coordenador na execução de suas atribuições. Dois, Substituir o coordenador em suas ausências. Três, lavrar a ata e posteriormente encaminhá-la ao fórum. Quarto, eh, transmitir aos membros do fórum os avisos e notificações. E quinto, realizar ações que sejam definidas pelo fórum. Então, o que compete a cada representante, né, do Fórum de Educação Especial? No no artigo 17, o primeiro ponto foi participar das reuniões do fórum, contribuindo
nos estudos e Discussões e na busca de soluções. Dois, segundo, divulgar e contribuir para operacionalização das propostas do fórum no campus onde atua. Três, participar de comissões e ou grupos de trabalho proposto pelo fórum. Quarto, exercer o direito à voz nas reuniões e encontros e deliberações do fórum. E o quinto, promover ações propositivas e colaborativas no âmbito do fórum. Então, essas são as competências tanto do do coordenador, do Coordenador de adjunto e seus representantes. No capítulo 5into, nós apontamos o sobre o funcionamento do fórum. No artigo 18, o Fórum de Educação Especial reuniciar ordinariamente com
a frequência mensal e de forma extraordinária mediante a convocação do coordenador. No artigo 19, a convocação para as reuniões ordinárias E extraordinárias deverá ser feita por aviso individual ao representante por meio eletrônico, acompanhada da pauta e dos documentos necessários à apreciação dos temas. com antecedência de no mínimo 7 dias, salvo em casos que demandem um pronunciamento urgente do fórum. No artigo 20, na hipótese de inexistir quórum para instalação dos trabalhos, será convocada nova reunião, havendo entre a data desta e da data anterior, o intervalo no mínimo 5 dias úteis. No artigo 21, o fórum somente
formulará propostas com quórum mínimo equivalente à maioria simples dos seus membros representantes de decampos. No parágrafo desse mesmo artigo, eh, no parágrafo primeiro, as propostas e encaminhamentos elaborados pelo fórum serão expedidos na forma na forma de ata. Parágrafo segundo. Os temas de propostas ou apreciações apreciação do fórum poderão ser objeto de relatórios ou pareceres elaborados poros seus membros ou grupos De trabalhos específicos. No artigo 22, a pauta de dos assuntos a serem os a pauta dos assuntos será formada e a ordem do dia organizada de acordo com a remessa ao coordenador pelos interessados dos temas
a serem tratados com antecedência mínima de 10 dias da data da reunião. No parágrafo primeiro do mesmo artigo. Os temas que comporão a pauta de assuntos serão organizados pelo Coordenador, podendo ser solicitados pela PROEN, Direm, daikai. No parágrafo segundo, ao início do dos trabalhos, o coordenador fará a leitura prévia da pauta para apreciação dos representantes e manifestação de aprovação ou solicitação de retirada de temas. No artigo 23, sempre que julgar necessário, o Fórum de Educação Especial poderá convidar outros servidores do IFS e ou profissionais externos para Colaborar nos trabalhos e e discussões. parágrafo único desse
mesmo artigo. Aos servidores convidados e participantes externos, cabe exclusivamente o direito ao debate, excluindo deliberações do fórum. Nas disposições gerais do capítulo do capítulo sexto, nós temos aqui o artigo 24, que trata que este regulamento será revisado pelo CP no prazo de 2 anos a contar das de sua publicação. No artigo 25, caberá o Fórum de Educação Especial Do IFSK propor alterações para este regulamento a serem submetidas ao CEP. No artigo 26, o grupo de trabalho que elaborou este regulamento é responsável por organizar a primeira eleição do Fórum de Educação Especial para a composição de
de coordenador e de coordenador adjunto no artigo 27, diárias e passagens poderão ser concedidas para os encontros presenciais do fórum, eventos ou DIGTs mediante recursos previstos no Regulamento da instituição. e no artigo 28, os casos omissos serão resolvidos pelo CEP. Então esse é o esse é o documento que foi produzido pelo grupo, que está sendo feito desde dezembro de 2025. E temos aqui, então, colocamos então paraa apreciação do grupo. >> Bruno está inscrito. >> Boa tarde aí todos. >> Professor Bruno, Campo Chapecó. Eh, eu Tenho questionamento ali pensando que a coordenação desse fórum pode ser
um professor de educação especial, né? E nós temos a resolução 65 de 2024, aprovada pelo próprio CEP, né? No anexo 4, anexo 5 6.3 diz que a participação em núcleos, comissões, comitês em fóruns de natureza permanente, tais como CAP, CPSH, CDH, NEAP no PJAI, diz que no máximo 2 horas a presidência Coordenação, né? E ali no artigo 14, coordenador até 12 horas. Então pode haver algum conflito na se for um docente, né? Então tem que ser observado isso. E até conversando aqui com a professora, eu não sei se é aqui a delimitação de carga horária,
se é nessa resolução, porque nós temos, por exemplo, a resolução docente que diz todas as delimitações de carga horária, não sei no caso dos administrativos se tem uma resolução assim também. Então a Gente até questionou se é nesse nessa resolução que se determina isso, que pode entrar em conflito, >> tá? >> Só isso. Obrigado, >> Vittor, por favor, a gente vai fazer a rodada, depois a gente responde tudo, tá? >> Boa tarde, colegas. Eh, primeiro só pedir desculpa pra Nádia, eu acho que bem na hora da leitura dela eu fiz uma sugestão ali do texto,
acho que tirou o Foco dela um pouco, né? Eh, aí tem aquela sugestão, acho que tinha um ponto repetido, né? E também lá na primeira página aparece como artigo primeiro, segundo e depois volta artigo primeiro. Eu acho que era, não sei se segue a ordem, né? no >> lá no comecinho no artigo primeiro, segundo, >> terceiro. >> Isso ele pula, volta, né? >> Isso. >> E aí se for alterar, né, esse artigo primeiro, segundo, terceiro, seguir, aí lá no artigo sexto ele faz referência ao artigo terceiro. Ele também vai mudar a numeração, né? Vai alterar.
Miguelme, por favor. Ah, a Dani antes do Miguelm. Dani, por favor. Então, depois o Miguel. Boa tarde, então, colegas, eh, professora Daniela, representante docente. Eh, eu tenho três anotações aqui, né, de Proposta de contribuição ali, só no mais textual mesmo. Então, ali no artigo 5º, inciso 2, eh eu achei que ficou um pouco incompleta a questão de ali dos profissionais. Eh, não dá para entender se são profissionais vinculados à instituição ou profissionais da área de uma forma geral, né? Talvez descrever que são profissionais que atuam na instituição na área de educação especial, além de outros
profissionais do IFSK, Né, que aí incluiriam outros docentes e tais que tenham interesse no assunto, né? Uhum. >> Então, acho que ali um ajuste da redação, né? Só incluindo após a palavra profissionais ali na primeira frase, né, que atuam na instituição na área de educação especial. uma sugestão textual aí ali ainda no artigo 5º, no inciso 5, eh incluir eh eu colocaria ali promover o Intercâmbio, né, tem buscar o intercâmbio com instituições, órgãos, entidades de natureza jurídica e assim por diante. Eh, eu senti falta de de do intercâmbio com instituições de ensino, né? Porque claro,
a gente tem órgãos públicos, entidades sociais, mas especificar o intercâmbio com instituições de ensino, que é bem possível, né, a gente fazer isso inclusive entre IFS, né, entre os próprios campos do nosso da nossa Instituição, né? Então, acho que eh acrescentar ali a eh as instituições de ensino. E lá no artigo 14 é mais ou menos o apontamento que não foi o Vítor fez, né? Eh, em relação à carga horária, né? porque ã acaba, no caso dos docentes entrando na situação que já é prevista no na resolução 40 do CONSUP, né, que tem essas limitações
e no caso de tais a gente não teria limitações, né? Então, eh a minha sugestão é que retirasse esses incisos do artigo 14 e Considerasse a resolução, as resoluções institucionais para ficar mais geral, né? Seria isso. Obrigada, por favor. >> Boa tarde, pessoal. A minha fala vai na linha do que o Bruno e a Daniela pontuaram. Eu ia trazer, o Bruno trouxe os elementos da resolução CP, né? E eu trago aqui os elementos da resolução CONSUP, que é a 129, que atualiza 40. Ela estabelece ali as cargas orais, claro, para atuação docente e ali os
Limites para tanto mínimo quanto máximos, né, para servidores que dispõem, docentes, né, que disponem ali de FG, FCC. E no no caso de atribuições, designações, eh, que não dispõe de função gratificada ou de função de coordenação, a resolução elenca ali oito possibilidades. Coordenação de curso técnico de especialização, coordenação de curso FIC, coordenação ou articulação de ensino, coordenação de núcleos Institucionais, coordenação de laboratórios, coordenação de cursos novos de graduação pós-graduação, assessoria de área de departamento acadêmico administrativa e articulação de estágio. E não elenca que a a coordenação de fóruns, né? Então, no caso, a carga horária
atribuída na no documento proposto acaba infringindo as resoluções institucionais, tanto CONSUP quanto CP, que estabelecem ali os limites de carga Horária docente para as atividades. Então, sendo um docente coordenador do fórum, para alocar a carga horária, ele vai ter que seguir o que as resoluções já estabelecem. Eu não vi inscritos. Eu não sei se a Nadia e o Guilherme querem comentar pra gente pensar juntos esses pontos trazidos. Depois a gente tem algumas sugestões. >> Uhum. Então, a proposta, né, do dos colegas é que a gente acate as Sugestões, né? E aí, nesse caso do artigo
14, a proposição é que a gente suprima os dois incisos, né? E aí, quem sabe a gente coloque um parágrafo, já tem o parágrafo primeiro, né? seria um parágrafo segundo, tem já o parágrafo segundo, seria um outro parágrafo indicando que a carga horária destinada à atividade será eh eh deverá ser alocada conforme regulamentação institucional, porque daí a gente não Infringe >> caso do os incisos permanecem. Então, pro pro caso de um servidor técnico, sim, eu acho que tá bom. A gente poderia sugerir a questão em que em algum momento, né, e possivelmente na portaria de
designação deva vir a carga horária ser dedicada a essa atividade, né? mesmo no caso de um servidor técnico administrativo, em algum lugar ele precisará saber qual é a carga horária que ele vai dedicar a essa Atividade. Suprimimos então essa proposição. >> Boa tarde, pessoal. Eu já vou fazendo as alterações aqui no documento do do da maneira que a gente encaminhar aqui. Então, eh essa supressão implica a gente somente ter o artigo 14 até ali a campos de origem, certo? Suprimindo até o inciso dois. E aí temos a ideia de inserir um parágrafo terceiro aqui. Aí
preciso da sugestão de redação. Quem Sabe eh as cargas horárias destinadas à atividade do fórum, né, de de coordenação do do fórum, será eh determinada conforme portaria de designação, resguardando-se as normativas institucionais vigentes. Pode ser? Vai ter que repetir aqui para mim, senão lindo. >> As cargas as car as cargas horárias destinadas às Coordena à coordenação do fórum. Será? É que é que tinha geral e adjunta ali. >> Isso. >> As coordenações, >> respectivas coordenações. Será? serão outro >> serão eh >> destinadascidas >> estabelecidas Nas respectiv nas portarias de designação as normativas >> institucionais >>
respeitando-se as normativas institucionais vigentes. Penso que a gente pode ser mais direto, né? A coordenação geral e coordenação adjunta. >> É, >> é aqui no terceiro, né? destinadas à coordenação geral. >> OK. Então pessoal, vejam se estão de acordo com o ajuste. Tem víor, né, gente? Entendi que ger >> Ah, sim, Miguel. E a adjunta. Posso só mais uma contribuição que ali embaixo a gente tá citando coordenação geral ou coordenador geral, mas antes a gente não usa esse termo. A gente tá usando ali só coordenador e coordenador adjunto. Então, só para não, né, para haver
uma padronização, de repente Chamar lá em cima também de coordenador geral ou não chamála embaixo de geral, né, só coordenador e coordenador adjunto, né, a coordenação e a coordenação adjunta serão estabelecidas, né, nós temos o ponto de ajuste ali de de forma de organização, na verdade, da estrutura e da numeração sugerida pelo Víor. Nós teremos que fazer uma revisão, né, geral. Depois nós temos alguns formatos de resolução Em que a primeira página é a própria resolução, então ela tem o seu artigo primeiro e segundo, etc. E depois o texto da resolução em si da regulamentação
seria um anexo, né? A gente só teria que estudar mediante as outras resoluções para ficar um formato similar, né? Geralmente é em anexo. É, >> sendo em anexo, é, a gente só teria que revisar a ordem porque a gente mudou, suprimiu alguma coisa, né? Mas Permaneceria isso de ter o artigo primeiro, artigo 2º da resolução e aí o a regulamentação em si também iniciaria com primeiro, segundo e assim por diante. Tá bom, Víor? Mas da forma como está, a gente tem que melhorar porque aí tá linear, né? Então tem que corrigir. >> Bom, eu identifico
aqui um uma sugestão da da Cláudia também eh, de texto, só letra minúscula ali nos objetivos do fórum. Acredito que seja isso. Aceito aqui, tá? E aí nós temos no artigo 5º as a redação, tá? inciso dois. Acredito que esse aqui, esse texto que a Daniela coloca aqui, vá que atuam na instituição na área da instituição. >> É isso. Só acrescentar o na instituição ali. Era isso, Daniela. ali no artigo 5º da sua sugestão. A sugestão era incluir aí Os profissionais que atuam na instituição na área da educação especial que estava especificando quais eram esses
profissionais, né? Acho que foi somente o que tá consta aqui como comentário no documento, né? >> A área da educação especial. Daí nesse caso, a sugestão é a minha sugestão seria não colocar o efetivos, né? Porque na educação especial para além, claro, dos professores substitutos que eventualmente estarão na na área, nós Temos profissionais temporários, que são profissionais de apoio técnico especializado, né? E aí, nesse caso não, eles também fazem parte desse desse diálogo, né? Não, não teria o efetivo, seriam os profissionais da instituição, né? Eles estão e fazem parte, né, como servidores ou contratados, setores
>> isso. E aí aqui também dá abertura a outros profissionais de outras áreas também para participar da área, como tá Colocado aqui já na no segundo na segunda frase do do ino da continuidade aqui. Uhum. >> OK. E aí nós passamos pro quinto, onde tem a sugestão de inserir instituições de ensino e mudar o verbo, buscar para promover, né? Promoveria e incluiria instituições de ensino, né? em primeiro lugar até acho que uma possibilidade bem grande que a gente tem De promover esse esses interros, né, entre as instituições de ensino. E aí depois tá outros órgãos
nacionais, internacionais. promover o intercâmbio com instituições de ensino. Aí segue. Como comentários no texto, não observo mais nenhum comentário. Acredito que a Daniela, por favor. Eh, eu tenho um uma dúvida ali no artigo 24, né, que foi colocado que este regulamento será revisado pelo CEP no Prazo de 2 anos a contar de sua publicação. Eh, não sei se é pr que que a gente tenha em todos os regulamentos um prazo determinado para revisão, né, se esse artigo precisaria estar aqui ou não, né? É, é uma dúvida mesmo que que eu trago para, para sanar. >>
Alguns regulamentos indicam a revisão, né? A gente, eu já verifiquei alguns da instituição, agora de memória não não tenho para para citar, mas não é algo Que não possa ser feito, né? Mas claro, se a sugestão é por modificar, a gente pode avaliar também. Bom, da forma como tá escrito, fica a incumbência aqui ao CP, né? E aí essa organização nós não temos definida. Por outro lado, o artigo 25 na sequência versa que caberá o fórum, né, propor as alterações a este regulamento a serem submetidas ao CP, Né? Me parece que caberia o fórum propor
essas alterações e não eh simplesmente definir aqui o CEP como quem fará, né? >> Então a sugestão é pela supressão desse 24, porque o 25 ele deixa mais flexível inclusive, né? que pode essa alteração, nesse caso poderia ser feita e submetida ao CP a qualquer tempo. Excluo aqui, tá? Então o 25 passa a ser o 24 e assim por diante. Bom, após a fala da colega, como eu Dizia, não temos mais comentários no corpo do tá de férias. Marcela tá de >> Pergunto aos colegas se temos mais alguma consideração. >> Tem uma questão no 27,
Paulo. Uma dúvida que nos surgiu nesse momento. Diárias e pass, é 26 agora. Diáreas e passagens poderão ser concedidas para enquanto presenciais do fórum, eventos ou de grupos de trabalho, mediante recursos previstos no regulamento da instituição, né? A gente sugere que talvez seja mais adequado colocar no orçamento, eh, no orçamento da instituição ou mediante disponibilidade orçamentária. Eh, mas não é só a disponibilidade, né? Tem que ter uma previsão, porque isso é um desafio que nós temos no aperto orçamentário. Se você não prevê essa despesa, você talvez nunca tenha disponibilidade para ela, né? >> Uhum. mediante
disponibilidade orçamentária e previsão de recursos no orçamento da instituição. Veja se fica melhor. >> Posso fazer uma sugestão? Eh, o orçamento ele já vai estar previsto no departamento, né? pode estar previsto no PAT ali do departamento. Não, não. Hum. Tá, mas então volta. Eh, ainda assim, né, nas outras nossas Resoluções, eh, pensando também no padronização, né, nas outras nossas resoluções de outros fóruns, de núcleos e etc, a gente prevê eh esse tipo de de artigo na resolução ou isso é uma organização do do departamento, né? Então, o meu questionamento é, nós precisamos manter esse artigo
aqui ou é algo da organização do do departamento da da pró-reitoria, enfim, né? É, a gente pode suprimir, mas fica numa condição aquilo de havendo Previsibilidade e hav não há uma amarração e uma uma, né, uma determinação de que haja uma indicação de recurso para isso, né? Mas claro, deve ir no planejamento, só que aqui envolve não apenas a reitoria, mas os campos também, né, como os demais recursos. Então, quem sabe a gente tire, mas a gente fique atento para o planejamento. O que a gente quer sugerir aos campos e a a diretriz do PAT
é que a gente tenha pelo menos uma linha dentro Dos campos para ações de acessibilidade e inclusão. Esse é um dos das reivindicações do evento de ontem, de todos os campos que participaram para que a gente tenha ações tanto de projetos ou outras ações de melhorias na relacionados à área, porque hoje, em geral nós não temos previsão para essa área, né, principalmente lá para as ações específicas nos campos, mas induzindo isso, podemos também induzir no planejamento geral da da instituição, Né? Mas a sugestão então é pela exclusão do artigo 26, >> então só eu gostaria
então de dizer que fazendo essa previsão que a Eliana trouxe, né, da nossa da nossa eh falta de visibilidade em relação ao orçamento na área da inclusão e da acessibilidade, né? Então, por isso que nós, então, enquanto o grupo, né, que fez o a contribuição no documento, de se manter eh esse esse esse parágrafo no sentido de que isso nos eh vai nos dar Uma legitimação também, né, do reconhecimento também no campus de também já fazer essa previsão ou ou via parte, né, ou via campus ou via orçamento, né, da Pró-reitoria, mas que isso acho
que suprimir ele ele retira, né, essa essa nossa previsão de poderes também de organização, né, dessas reuniões que possam vir a acontecer de forma presencial, né? Acho que isso proposta para suprimir e outra para Manter, né? Não sei se mais alguém quer contribuir, sendo pela manutenção, a gente tem que fazer o ajuste no texto, né? Olhando ali, ele precisa de alguma melhoria para ficar mais claro. >> Só um ponto para para somar na discussão. Eh, não tem prevista uma quantidade mínima de reuniões presenciais, né? né? Ou só presencialmente ou à distância, né? Eu Acho que
é difícil afirmar que vai haver o recurso sem ter essa previsibilidade, que pode ser um recurso para uma reunião presencial no ano ou 10. Então eu acho que c ali, né, a imposição dessa necessidade sem que o regulamento preveja quantas reuniões, eu acho que é mais é mais complexo. É, talvez for o caso, ah, esse fórum precisa uma ou duas vezes por ano se reunir presencialmente, a gente vai fazer a previsão também para Para que fique registrado. Talvez um ponto que se coloque só, né, talvez atrapalhando mais um pouquinho, que é ficar claro que esse
tipo de atividade faz juárias e passagens. Essa é uma dúvida que muitas vezes os fóruns têm e os campos terão depois, mas ok, é uma atividade, eu posso então lançar a mão aqui de recursos de diárias e passagens que já existem de forma geral nos campos para deslocar um servidor para essa atividade, né? Talvez esse artigo deva Ter essa conotação de dizer que é um tipo de atividade que poderá acionar diárias e passagens mediante disponibilidade orçamentária, obviamente, eh, né, e planejamento institucional, algo assim, né? Daí não não precisamos fazer essas definições de quantas reuniões e
etc, porque daí fica a cargo do próprio planejamento do fórum, que quem sabe o planejamento com reuniões online dê conta da maior parte do tempo, mas Eventualmente será necessário reunião presencial, né? E nesse caso o campus pode conceder a diária e passagem a a própria reitoria, né? Olá, boa tarde, Guilherme. >> Boa tarde, Guilherme, da diretoria de assuntos estudantis. Eh, na verdade também uma defesa em relação ao ponto, né, não só com a previsibilidade para diárias e passagens paraas reuniões regulares do grupo, mas também pela Iniciativa que a gente teve essa semana, né, de fazer
o primeiro encontro, né, dos professores e profissionais de educação especial, que também tá dentro desse parágrafo, né, a previsibilidade para eventos, né, então ontem também como encaminhamento, né, desse momento de discussão sobre o lugar da educação especial na instituição, eh, Eh, também iniciamos uma discussão de regularidade de momentos como esse, né? Então, a minha defesa é no sentido de a gente Manter esse item, né, com essa previsão, né, para que também a gente tenha um lugar, né, que coloque isso, né, na margem do planejamento da instituição para que de alguma forma ele possa ser eh
priorizado e contemplado. Pessoal, mais alguma contribuição nesse ponto, Margarida? dúvida aqui eh previsto no regulamento da instituição ou no orçamento da instituição? >> Seria no orçamento. >> Orçamento, né? Então tem >> eh daí seria assim, diárias e passagens poderão ser. A Dani observa se a gente chega num consenso. Dani, que que você acha? Diárias e passagens poderão ser concedidas para encontros presenciais do fórum, eventos ou dos GTS, mediante disponibilidade orçamentária eh e previsão no planejamento institucional. Quando você fala em GT, que que GT seria Esse? >> Sim, mais ou menos. Mas o próprio fórum é
que designaria isso? No fórum. Então, no fórum serão constituídos dois grupos de trabalho. Então, um grupo de trabalho que irá tratar sobre a docência da educação especial, do atendimento educacional especializado, da análise do tipo de apoio à educação especial que nós temos hoje e o outro Grupo dentro desse mesmo fórum que trabalhará com a o a regulamentação dos núcleos de acessibilidade educacionais, né, onde nós temos participação de de dos coordenadores dos núcleos e também de membros desse núcleo. né, que aí tratar da regulamentação, qual o papel dos NAIS dentro do processo de acessibilidade e inclusão,
né, de que forma dentro dos campos os nais eles eles devem atuar, né, de quais as frentes eles devem atuar E da própria regulamentação que está eh eh parada desde 2019. É isso. >> Então, quem sabe eh eventos ou grupos de trabalhos com instituídos pelo fórum, né? Só para ficar mais claro o eh que de que grupos a gente tá falando, mediante disponibilidade orçamentária e previsão no planejamento institucional. Cláudia, por favor. uma uma dúvida aqui, até tava conversando com o Rafael. Eh, esse artigo realmente nos causa um Pouco de de estranheza, porque quando o servidor
sai, ele já não tem automaticamente direito a a diária e passagem quando ele sai do campus pela instituição, né? Eh, e aqui diz assim: "Diários passar poderão ser concedidas, ou seja, vai ser concedido ou não vai ser concedido?" Então, eu não vejo muito sentido de esse artigo estar aqui por causa disso. Esse poderão quer dizer assim, ah, só se a instituição Tiver dinheiro para bancar, né? Então, se não puder, ele anula uma coisa, anula outra, a meu ver, nesse nesse artigo. Não sei se a gente tá tá errado aqui. >> A gente eh dialogou sobre
permanecer aqui para deixar claro que essa é uma atividade que faz JUS a diárias e passagens, né? Mas para qualquer ação, mesmo aquelas que fazem juz, é necessária a disponibilidade orçamentária, né? Mas muitas vezes eh se Não tiver dito que faz ju, pode ser que no campus haja dúvida se é um tipo se o se o diretor pode autorizar, mesmo tendo orçamento, o deslocamento do servidor para essa atividade. seria mais um reforço, mas de fato, né, não é algo que define que deva ser concedido, né, e nem quantas vezes ou quanto seria mais uma afirmação
então toda a regulamentação deveria ter isso, então porque todas são importantes, né? Se é se é criada, acreditas que todas sejam importantes. Eu vejo assim, eu nós eh pela experiência do do encontro desse dia 78, nós tivemos, né, vários problemas, né, Cláudia, em relação à liberação no campus, enquanto a reitoria liberou uma uma diária, né, e passagem para um para um dos integrantes e vários campos, né, alguns colegas não conseguiram vir porque não tinha a previsibilidade, né? Então, nós tivemos maior participação daqueles que foram, que já tinha sido feita essa previsão pela Reitoria desse integrante
e os demais, eh, poucos vieram com a contrapartida do campus, porque não havia previsão eh via eh eh via PAT ou via eh instituição que achou importante mesmo com as com os diálogos, as conversas que foram feitas com com a Pro, né, e com a DA e com a K. Em relação à importância da participação dos integrantes, nós tivemos campos que não houve participação porque não tiveram a sua liberação. >> Eh, eu entendo, mas assim, eu acho que Isso então não é problema do CEP, gente, isso é problema institucional, porque não liberar por causa disso
é é, né, é complicado. Então, eu acho que é algo que vai além do CEP. Rafael tá inscrito e depois a a Daniela fez uma sugestão de redação. >> É, então, eh, me parece, olhando ali o que tá escrito, eh o CEP tá tentando discutir o PAT dos campos e da própria reitoria, até porque ali do jeito que tá, né, poderão se tiver previsto e se Tiver disponibilidade. Então, a gente tem duas condicionantes. primeira ter a previsão orçamentária para isso especificamente e ter a disponibilidade orçamentária. Cada campus vai volotar seu PAT e o cada dependendo
do campus, se o diretor tem esse entendimento de já não liberar, dependendo como for a organização do campus o entendimento, ele pode não fazer a previsão porque considera que não é importante. Então, eh, eu acho que primeiro a gente tá Tentando, eh, porque já pensou, se cada fórum, eh, bota, começa a colocar essa essa essa necessidade de previsão, a gente vai tá fazendo parte do trabalho que é discussão do PAT, eu acho que de cada campus e da própria reitoria e e do jeito que tá escrito também não vai resolver. Eu acredito que tenha que
ter uma um outro tipo de ação, até por ter já discutido PAT em outros momentos. Eu acho que parte da reitoria, se for o caso, se tiver essa dificuldade de Entendimento dentro do de cada campus, de votar um PAT com essas previsões, que eu acho que não precisaria ser por fórum, mas sim já engloba dentro da diárias de passagem, até porque se um documento é aprovado em instâncias superiores e o diretor eh ou quem for que seja não libera porque entende que não é eh que aquilo ali não é de interesse institucional, né, já tá
até contra os próprios eh regimentos eh aprovados no nos colegiados, enfim, os Conselhos superiores. Então, acho que tem, resumindo esses dois problemas, a gente tá tentando eh voltar o um induzir o PAT ser voltado aqui, que eu acho que não é a nossa função. E do jeito também que tá escrito, se o campus resolver não não fazer a previsão, não vai ter. Então, acho que tem aí, se for o caso, a reitoria tem que ter uma conversa, né, com os campos ou a própria reitoria já fazer uma previsão, eh, como de repente é feita para
para outros colegiados, Enfim, já definir via reitoria, se for o caso, né? Não, cada campus decide já na própria reitoria antes de fazer a distribuição, já faz essa previsão de que, ó, vai ter previsto pelo menos um encontro, porque senão a gente pode cair nesse mesmo problema, não ser aprovado no PAT, não ser incluso do no PAT do campus, não vai ter a previsibilidade nem a disponibilidade orçamentária. >> Então, eu acredito que a gente tem dois pontos. Você quer complementar, Dani? Porque assim, me parece que a gente tem que votar se suprime ou mantém. essa
redação ou redação similar. Pode ser? Podemos votar para entender como é que é a leitura dos demais membros. Então eu pergunto pela quem é favorável à supressão desse artigo 26 que se manifeste supressão. Eu acho que o Rafael, a Cláudia pela supressão, né? E quem é favorável à manutenção do Artigo 26, >> mas ele está no documento, então a gente não tem consenso. Se a gente mantém isso, a gente tira, né? Nesse sentido a gente tem que votar. Se fosse consensual a gente ou inclui ou retira algum ponto, né? não poderia eventualmente modificar a redação,
como o pessoal tá tá sugerindo, no sentido de de repente o Rafael deu uma ideia interessante aqui de de garantir pelo menos um ou dois encontros Para esse pessoal de repente mudar a redação ali nessa garantia. Os demais daí o campus verifica ou a vitoria, né? Mas pelo menos garantir que eles possam vir. >> Entendi. É que eu entendi diferente, né? Eu entendi que não é esse o documento que vai poder determinar os pates institucionais. Rafael, por favor, me corrija se eu compreend. Eu acho que vai nisso, né, Rafael? >> Alô. Então, eh, eu particularmente
acho Que não é esse documento que que vai determinar se eh se o campus deve incluir no PAT ou não, porque o PAT é discutido pelo colegiado do campus, né? Então, se cada fórum começar a criar que tem que prever, então a minha sugestão, o meu entendimento é que não deveria tá aqui no nesse documento, né? Na min, é, eu acho que tem que se suprimir. O que eu sugeri é que dentro do planejamento institucional e aí já da reitoria seja feito essa previsão pro fórum. Então, a Própria reitoria ela pode fazer isso, né, já
fazer essa previsão via reitoria. para todos que precisam de diárias e passagem, uma, duas, não sei, até porque eventos, eventos ali é muito, pode ser um evento que vai ter 1000 pessoas, né? Então isso é eh eh cada ano, cada o fórum vai solicitar paraa reitoria, a reitoria já faria essa essa previsão, porque pode correr o risco de alguns campos aprovar e outros não, porque o PAT é discutido pelo colegiado. Então, Imagina, eu acho assim, tá, é meio um contracenso, né? o esse documento dizer que o PAT tem que incluir a previsão. >> Então eu
entendo que a posição do Rafael com nesse contexto é pela exclusão, né? Também entendi que muitos não se manifestaram, mas a maioria pela exclusão. Rafael, >> é desculpa, só complementando, não é o meu posicionamento, é o meu entendimento, tá? porque eu tô aqui como suplente nem voto. Então é, eu só é o Entendimento que eu faço por já ter discutido o PAT no nos campos, né? Então é só por isso. >> Então fica a sugestão porque o PAT, né, a título de de até de de complementação, o PAT ele tem anualmente uma resolução elaborada ali
em conjunto pela PRODIN e pela PROAD e aprovada em colégio de dirigentes que orienta as previsões orçamentárias e os valores de cada campus, inclusive dá orientações para o que para algumas linhas que os Campos devam e a reitoria, claro, devam priorizar, né? Então fica, a gente talvez registre a sugestão para que em momento oportuno seja levado isso à consideração das instâncias que propõem resolução do PAT, né? >> Eu acho que uma coisa que ficou clara, Eliane, é que ninguém é contra que tem o orçamento, só que a gente acha que não é esse o lugar
para ele estar, né? Tá, >> exatamente. Mas como está no texto, nós precisamos então deixar claro se ele se Mantém, se ele se modifica ou se ele sai, né? aqui do artigo 26 >> e e eu desculpa, eu eu não entendi se a gente definiu se vai suprimir ou não. >> Agora a gente vai retomar, a gente tá nos momentos de esclarecimento para que a gente então para tendo mais clareza possa fazer a deliberação. Rafael, >> desculpa. Eh, só complementando a Joelma, até a gente tava conversando aqui, a minha sugestão, o meu entendimento vai no
sentido de que a Gente tenha que considerar isso uma política institucional e para ser uma política institucional tem que ser via reitoria e não por campos, porque quando cada campus decide deixa de ser uma política institucional. Então, acho que essa discussão eh no meu entendimento, é para deixar algo um pouco mais até robusto, né? é fortalecer o fórum para que seja uma política institucional e não uma política de campos com entendimento de campos que aí fragmenta. >> Certo? Então posso indagar novamente se a gente suprime ou mantém o artigo 26 respeitadas as contribuições dos colegas,
né, que a gente vai registrar em atacaminhamentos. Só fazer um registro aqui. Nós tivemos duas ausências de membros tais, tá? A Lara e a Paula. Então, a Joelma e o Rafael estão no exercício da titularidade, tá? Então, Rafael, pode levantar a mão aí. Tranquilo, >> pessoal. Ou então eu indago novamente, né, aqueles que estão que indicam a supressão do artigo 26, por favor, se manifestem. Hum, eu acho que a gente tem maioria, né? E só para contraste, né, quem é favorável à manutenção do artigo. Então, a gente tem, né, a maioria pela supressão, mas a
gente faz registro a indicação na linha que o Rafael traz de a gente levar o indicativo da importância, né, de de previsão Orçamentária para as ações do fórum. E as ações do fórum envolvem também, né, o fortalecimento do próprio evento que aconteceu ontem, que foi o primeiro evento que nós instituímos na instituição, o primeiro encontro da área no IFISK. E há uma solicitação de que a gente tenha isso de forma regular, ou seja, né? Aí a discussão vai ser se vai ser ou anual, mas que a gente tenha outros encontros, não seja um encontro Isolado,
tendo em vista a importância de debater e discutiar. Tá bom? Alguma coisa mais, Nádia? algumas considerações pra gente fechar esse ponto, >> só para registrar o encaminhamento. Então, como não tem mais nenhuma questão aqui conceitual, chave no documento, para fins de encaminhamento, a secretaria pode dar essa colocar o documento em anexo ali e fazer Essa alteração ali no momento da resolução, tá? Aí começa do artigo primeiro e vai embora. OK? Então, então a gente dá por concluído esse ponto de pauta. Eu agradeço novamente a Nádia pela apresentação, né, e ao Guilherme também pela apresentação do
ponto, né, e agradeço a todos os colegas pela contribuição. A gente passa ao próximo ponto de análise, que são as diretrizes para a Equivalência e a conversão da carga horária e das notas nos cursos de graduação. Esse ponto vai ser apresentado pela Aline e também pela Kelly. Então eu já agradeço a presença de vocês e passo a palavra Aline, por favor, se puder se aproximar aqui. Olá, boa tarde a todos. Eu sou a professora Aline. Eu sou professora de língua inglesa lá do campus Florianópolis. Nos últimos 3 anos eu Atuei no campus como R, como
relações internacionais. E atualmente eu tô substituindo a professora Telma, que tá afastada para pós-doutorado na Arexia, tá? Então, a demanda desse desse tema, ela já é antiga, né? Eh, o nosso primeiro curso de dupla titulação, ele tá completando 10 anos. Então, quando a dupla titulação começou a ser discutida no campus, o primeiro entrave que surgiu foi justamente essa questão dos STSs, né, que é um sistema de crédito Utilizado na Europa. E aí, como não se tinha nada previsto, né, nunca nunca teve nada previsto no nossos regulamentos, eh, os cursos de dupla eles foram arrumando outras
formas de fazer essas equivalências que não levassem em conta os créditos, né? Então hoje os nossos os nossos acordos de dupla eles levam em conta ementas e não mais essa questão de carga horária, CTS, justamente pela complexidade de se fazer essa conversão. Contudo, nos últimos Anos, principalmente pós pandemia, a a gente começou a receber muitos alunos estrangeiros, né, que não era uma realidade. A gente sempre enviou muito e recebeu pouco. Contudo, esse fluxo de vinda, ele tem aumentado. Então, e a gente tem recebido muitos alunos da Escola de Engenharia do CESI, por exemplo, né, que
tem vindo todo semestre. Eh, agora, no próximo semestre, a gente vai receber alunos da Universidade de Deusto, na Espanha. E a Gente também eh recebe alunos intercambistas no nível médio através de parceria com a FS e com o Rotary, tá? Então, essa demanda desses alunos carregarem as notas tem sido cada vez maior e a gente não tem nada que fundamente isso, né? Então, como é que isso tem feito? Eh, há uma há uma recomendação que é por onde a gente partiu esse esse documento, né, da questão da da primeira, para eu não falar errado aqui,
deixa eu Olhar. De 20 horas aulas contar com 1 e me STS. Então, existe essa recomendação e a partir daí é isso que a gente segue e faz o cálculo, tá? No caso do das notas A, B, C, né? Eh, eu já eu tenho recebido essa demanda porque a gente inscreve alunos eh para uma bolsa paraa Universidade de Toronto, por exemplo, que é a Lester B. P Person, que inclusive vai sair resultado agora em abril. A gente tem uma aluna inscrita. E quando eu faço a tradução do histórico Escolar, eu preciso botar no final do
histórico escolar qual é a letra correspondente à aquelas notas que estão no nosso histórico. E aí, como é que eu faço isso, né? Então, eu faço do jeito que eu acho que eu tenho que fazer. Contudo, a gente não tem justamente essa regulamentação. Então, como outros campos, agora que eu tô na AREX, né, que eu recebo demanda de outros lugares também, não só mais do campus Florianópolis, né, então eu recebo Frequentemente essa pergunta, como é que eu faço essa conversão de STS? Então, como essa demanda ela tem aumentado, né, assim que eu vim para AREX
em fevereiro, foi a primeira coisa que eu resolvi eh estabelecer. Então vamos organizar essa essa questão, porque eu já não sei mais como responder isso e eu acho que é uma responsabilidade muito grande dar uma resposta sem ter um documento, né, de eu de eu sair respondendo o e-mail sem ter uma regulamentação para isso. e já me Antecipando também a recepção desses alunos de Deus da Espanha, porque esses vão carregar esses essa essa conversão e eles já têm entrado em contato comigo antes mesmo de chegar para saber quantas unidades curriculares eles vão ter que fazer
no campus que correspondam a XS que eles têm que carregar. E como é que eu respondo isso? Não sei, tá? eu faço um cálculo mental lá de cabeça. Você é mais ou menos tantas unidades curriculares, quando você chegar aqui a Gente resolve, porque eu tô esperando aprovação disso aqui, né? Então, estamos mais ou menos nessa nessa situação. Então, quando eu vim para cá em fevereiro, né, que eu assumi no lugar da professora Telma, eu procurei a Proem, eu fiz um rascunho de um documento, procurei a Proem e aí meu caminho se cruzou com da Kelly.
E a gente então foi redigindo esse documento ao longo aí das últimas semanas que tá aqui paraa apreciação dos senhores, tá bom? Então, Esse é o contexto desse desse documento. >> E aí eu não sei, a gente pode passar paraa apreciação, enfim, pros, né? Dar uma >> pode ser. >> Então, acho que a Aline já apresentou, né? eh a motivação, vamos podemos olhar pro documento, eh explicar um pouquinho como é que a gente pensou e como é que a gente chegou nessa, nessas conclusões, né? Eh, a Aline tinha feito já o Trabalho de casa quando
me procurou, então ela já tinha olhado de outras instituições e observado outras instituições como faziam algumas coisas que os outros fazem, não se aplicam à nossa situação, porque a gente trabalha, por exemplo, outras graduações, como na UFSK, eh, eles têm outra outro crédito pro STS, porque, eh, a carga horária é diferente. Então, a gente trabalha nos nossos múltiplos de 20 e, portanto, eh, ficava muito difícil encaixar, por Exemplo, parecido com o deles ou até olhei o Unicamp também que tu tinha comentado. Então, a gente teve que pensar na nossa realidade, como fazer esse encaixe. Eh,
então, como é que ficou a resolução, né, em Sim? Acho que a gente pode passar por ela agora, né? Eu passei alguns comentários ali, nem todos são meus, eu passei ali pro lado, porque a gente tem um GT que é o mesmo GT, eh, tem um GT trabalhando agora junto com o Departamento de Graduação, que é um GT para validações de unidades curriculares, que é essa minuta que a gente informou no início da manhã, que já está para consulta, uma segunda minuta que está em construção. E aí quando a gente deu a concluída, eu e
a Alina entendemos que era isso, eu passei em uma das reuniões do GT pedindo a contribuição deles porque estavam avaliando. Então, como ela tava compartilhada, hoje eu fui conferir se Alguém mais tinha deixado mais algum comentário e tinha um comentário do André, nosso André, eh, sobre a tabela. Então, eu passei o comentário para cá e ele tinha sugerido uma supressão, eu passei para cá porque não tava no mesmo drive. Só para vocês entenderem. Então, ali na lateral tem um comentário ou outro pra gente analisar que não necessariamente tá com o meu nome, mas não necessariamente
são meus. Eh, então ficou assim, eh, vou direto ali para Baixo, né, da finalidade. Essa resolução tem por finalidade estabelecer as diretrizes e os critérios de equivalência. E agora o Paulo me deixou sem nada. mais devagar, tá? Obrigada. Então, eu peço desculpa, Bianca, eu vou me comportar. Eh, obrigada, Bianca, por nos lembrar também. Às vezes a gente esquece e acelera, né? Então essa resolução tem Por finalidade estabelecer as diretrizes, os critérios para equivalência e conversão do sistema de carga horária de notas dos cursos de graduação do IFSK para os sistemas internacionais, né, o ETS, o
GPA e os conceitos de letras. Então aí o parágrafo único diz: "A aplicação destas normas restringe-se exclusivamente para fins de mobilidade acadêmica internacional. no âmbito da graduação e para emissão de Documentos oficiais de equivalência acadêmica. Eh, por no âmbito da graduação e não em todos os âmbitos de eh Aline, agora tu me ajuda. Por que que a gente pensou paraa graduação? Primeiro porque por causa dos acordos, né, que que estão aí em dupla titulação e segundo que o universo aí dos técnicos é um universo maior, imagino eu. Então vou deixar a Line aqui me ajudar.
>> E mais outro universo, né? >> É, é >> a nossa demanda hoje ela é majoritariamente da da graduação. Como eu falei, o ensino médio ele acontece em casos pontuais, né? E eh no caso do ensino médio, o que apareceu até hoje de caso foi mais na questão das letras, não nos STSs, né? Porque a gente não recebe aluno. STS é graduação, né? O que aparece mais no médio pra gente são as questões da dos dos conceitos em letras, Né? A, B, C para conversão de nota. Então são casos muito específicos e e pontuais. De
repente, não sei. Agora, pensando a questão das letras, a gente até poderia incluir a questão do ensino médio não, porque não faz sentido, né? Porque o STS é um crédito de graduação, somente a questão da das letras. Então, poderia ser algo a pensar. Com licença. A minha preocupação maior é com a pós mesmo, porque como a gente tem convênios lá com Beja da especialização Pro mestrado, então isso aí acabaria tendo impacto também, né? E se a gente já tá trabalhando numa diretriz, será que não seria bom já fazer uma diretriz completa que atendesse, né, todos
os universos? É só uma viagem assim? >> Não, mas faz sentido, faz sentido. Posso? Pode. >> Eu acho que faz sentido total e até porque na semana passada, não é, a gente tem que repensar, mas enfim, na semana passada a gente aprovou, eh, terminou o Processo, né, que ele vai ser assinado presencialmente o primeiro eh o primeiro acordo de cotutela do IFSK. Na verdade, eu acho que é o primeiro acordo de cotutela da rede federal, tá? Eh, que que é a cotutela? é a dupla titulação no nível de da pós-graduação. Então é um duplo diploma,
né? A gente chama de dupla titulação no nível de graduação e cotutela no nível de pós. Então agora no campus Florianópolis, por exemplo, a gente vai ter essa cotutela entre o Mestrado em engenharia elétrica de Florianópolis e o mestrado de engenharia elétrica do do porto, certo? Então, pode ser que agora também a gente tenha, abra-se uma demanda para para pósgraduação por conta desse novo acordo. Aí tem que aí o tem que ver o que o futuro nos reserva. >> Mas >> é porque sistema de créditos europeu ele é padronizado, né? >> Uhum. >> Então, >>
mas o nosso não, né? Quanto que é um crédito na pós-graduação, Thiago? Não é 15. >> É 15. >> É 15. Então aqui a gente já bateria na nossa própria situação. Então eu lembro que houve um momento que a gente conversou, a Maria Cláudia de Florianópolis tá no GT, que ela é assessora das graduações. Em algum Momento a gente tocou nesse assunto no GT e aí eu eu respondi isso para ela. Eu disse: "Olha, pra gente incluir a pós, a gente teria que ter mais um pedaço de resolução aqui e não sei se agora estaria
fazendo falta. Até depois a Aline me disse, nesse momento não tá fazendo falta. Então quando chegar essa demanda, a gente olha para ela, porque hoje não tá fazendo, né? E hoje o crédito é diferente. É 15 na lato, é 15 na estrito para um crédito. O da Graduação é 20. Então já já mexeria na nossa resolução de agora, né? Talvez teria que, então, talvez seja o ideal ter separado de uma vez, porque são créditos diferentes. Mas só a título de sugestão, já que como a Aline e a Kelly pontuaram, o gargalo maior agora é para
graduação. Uma resolução é um documento que ele pode ser revisto de tempo em tempo conforme as necessidades. Já foi levantado aqui que é é interessante também analisar Para os cursos técnicos e também paraa pós-graduação. Então, passamos pela resolução, o documento que tá aqui posto, que é o gargalo maior, e já com esse radar e aí também envolver o departamento de educação básica, né, com And com os cursos técnicos, a PROP para ir sim, eu vou dizer o termo complementar essa resolução também dando conta aí e aí com mais tranquilidade também dando conta da pós-graduação e
dos cursos técnicos, apenas de sugestão. Eu eu concordo porque a demanda da graduação realmente é urgente e é um problema que vai surgir agora já real no meio do ano. >> Sim. >> Uhum. >> Pode ser assim? Podemos continuar pensando. Eh, então podemos dar sequência. Então, sim, vai ficar pra graduação. Eu até tinha conversado sobre esse documento Com o Anderson um dia que ele estava ali na sala eh sobre isso, mas na verdade é isso que a Aline comenta. Não há uma necessidade de um documento como esse hoje nessa situação. Então, eh, seguimos. Ah, então
aqui tá as definições, né? Para efeitos dessa resolução, adotam-se os seguintes conceitos, que é o conceito DCTS, né, que é o sistema europeu de transferência e acumulação de créditos, Eh, utilizado para mensurar e comparar o volume de trabalho acadêmico dos estudantes de graduação, facilitando a mobilidade acadêmica e o reconhecimento de estudos. E aí o segundo é o que que é um crédito ECTS. é uma unidade de medida de CTS que corresponde ao volume de trabalho total do estudante equivalente a 25 a 30 a 30 horas de dedicação. E aqui eu aprendi com a Aline e
que é medido não só em carga horária de sala de aula e sim de todo o extra sala de Aula também. Então o STS ele leva isso em conta. Então, por isso essa dificuldade de bater, por exemplo, carga horária com carga horária, porque se fosse o deles fosse como o nosso, que é carga horário de sala de aula, a gente não precisaria tá aqui tentando encaixar uma coisa na outra. E aí também foi um dos dos pontos que a gente precisou pensar bastante para conseguir encaixar nas nossas 20 horas ser um crédito e-mail. Para vocês
entenderem O que que é o GPA, então, que é o outro conceito, sistema norte-americano de avaliação de desempenho acadêmico baseado na atribuição de valores numéricos a conceitos ou notas, resultando em uma média ponderada do rendimento estudante ao longo do período ou curso. Então aqui os objetivos, se até aqui na definição a gente não tem nenhum ponto, os objetivos da resolução padronizar a conversão de carga horária e Aproveitamento de estudos entre o IFSK e instituições de ensino estrangeiras. Facilitar a mobilidade acadêmica internacional de estudantes, tanto no fluxo de saída quanto de recepção. Promover a transparência Promover
a transparência e o reconhecimento mútuo de desempenho acadêmico por meio de métricas internacionais reconhecidas e por último subsidiar a emissão de documentos oficiais de equivalência acadêmica, Tanto pelo registro ou secretaria, né? aquele que fizer isso no campus e também pela assessoria de cooperação nacional e internacional AREX. E aí vamos ao capítulo três. Se ninguém tiver nenhuma indicação aqui nos objetivos. Tem, tá? Dúvidas? É com a Aline. >> Obrigada, >> companheiro, né? Eh, bom, brincadeiras à parte da Conversão. Então, os componentes curriculares dos cursos de graduação do IFSK são ministrados normalmente ao longo de 20 semanas
por semestre. Eventualmente, a gente sabe que isso acontece alguma concentração e alguns cursos superiores, mas é com base nessa nessa distribuição de 20 semanas. Eh, então define-se a regra de conversão de um crédito e meio STS para cada 20 horas aula. Então, seria eh um crédito na nossa língua para um crédito e meio STS cursado no IFSK. E aí aqui a gente entra num ponto que eu passei a pergunta ali pro lado, que a gente construiu uma tabelinha pensando em deixar na resolução mais claro, bater o olho, vai ter ideia da carga horária, até porque
a gente pensou assim, existem unidades curriculares maiores, mas na maioria as nossas unidades são de 20, 40, 80, né, nessa nessa proporção. Então foi colocada ali a equivalência 20 horas, 1:30, 40 horas, 3, 60, 4,5, que é uma Lógica básica aí, né? Eh, e também foi colocado embaixo a equivalência semestral. Então, quando o aluno faz um semestre aqui, e essa é uma parte boa da nossa resolução, equivale a 400 horas aula, eh, 30 ETSs, eh, ou vice-versa. E lá também um semestre é 30 CTSs, então acabou que o nosso 20 deu certinho, né? não foi
proposital, mas aconteceu. >> Aí o o uma das sugestões até do André foi que talvez a gente retirasse essa tabela daqui. Gostaria de perguntar para Vocês o que que vocês acham, porque ela acaba sendo bem explicativa e usasse ela num anexo, já que o artigo sete ele define, né, qual é o valor do crédito, então a pessoa já tem a capacidade de calcular ou a gente mantém por uma questão de deixar mais claro mesmo. Aí é uma questão mais de organização do documento do que qualquer coisa. Bom, retomando um ponto que a Eliana levantou na
no documento anterior, a resolução já vai ser um anexo. Aí Teríamos um outro anexo que seria do anexo, a apêndice, mas eu a sugeriu sugeriria manter aqui. >> O Miguel me >> pois não, Cláudia. Opa, >> gente, diminui o volume aí, moço. Eu já falo alto. >> Não é que essa história do anexo do apêndice, eu tava conversando com ela antes, a gente usa anexo errado. Anexo é quando é um documento externo, apêndice É quando um documento interno. E daí assim, a minha questão é que a gente é uma instituição de ensino, a gente que
ensina isso para as pessoas, então a gente deveria usar corretamente, entende? >> Então, eu lembrei da resolução da carga horária dos professores e é exatamente assim. Deixa no anexo as tabelas, deixa no anexo e no corpo do trabalho a explicação. >> Isso. Apendice. Ô Joelma, eu aprendi que o apêndice é quando a gente produz o documento, né? Anexo é quando pega um documento já alguma coisa pronta. >> Então eu vou eu vou defender assim, manter aqui porque tá tão claro, sabe? E esses documentos são tão às vezes complexos para outras pessoas entenderem. Aí quando você
encontra uma tabela dessa tão esquematizada e bate o olho, você já entende que se trata, né? Se você joga isso pro final, talvez a Pessoa nem chegue lá no final, ela já desista aqui. Então eu me meu voto é que ela fique como está pela clareza da informação. D tem mais gente. >> Desculpa, Cláudia, tu tava inscrita para perguntar alguma coisa? Tá. Então, por favor, só >> pessoal, eh, boa tarde. Acho que o microfone tirar esse aqui é só Pessoal, boa tarde. Eh, eu tava olhando a resolução da uma portaria, na verdade, da CTER ali
da USK. Acho que tem uma certa similaridade, alguns pontos ali que eu tava olhando e eu tava fazendo alguns cálculos nossos cursos superiores na na questão semestral ou ou por quarter, como eles gostam de chamar lá na nos cursos de pós-graduação. E quando vocês falam ali em 25 a 30 horas para calcular um STS5, depois na Tabelinha ficou 20 horas para 1,5, né? Aí fazer uma, a gente vai ter que em algum momento fazer uma normatização. Acaba pode acabar, como a gente, o STS ali é para medir o trabalho total do estudante, acho que eles
têm um pouco essa essa noção, né, na Europa, sobretudo. Depois o GPA é um é mais americano, né? Pra gente pra gente ter uma trabalhar por faixas. Pode passar a impressão de que um Estudante fazendo a nossa carga horária aqui, ele vai ter mais créditos CTS lá fora, como se tivesse um peso um pouco maior ou menor. Eu queria entender como é que ficou ali a essa ponderação, né? Porque é uma faixa. Como é que a gente pegou 20 transformou em um CTS, daria 1.3. Foi isso que a gente fez? normatizou simplesmente puxou para cima
ali, >> foi, ele ficou mais infladinho um pouco Em relação a outras instituições, porque se tu parar para pensar, a UFSK tem 18, a Unicamp tem 15 e a gente tá trabalhando com 20, tá? Só que aí e tem tem um lado que era assim, era bem difícil trabalhar com ele quebrado, 1,3, porque aí tinha uma dificuldade. Aí como é 30, 25 a 30, se tu pensar em 30, um aluno que faz para um crédito deles, né? Então um crédito deles seria às 30 horas. O o nosso tá dando 1,5 para 20 de sala de
aula. Então, a gente tá Considerando que ele vai ter mais 10 de mais de 10 fora, porque ele vai ter quase o dobro fora. Mais ou menos nesse sentido, ele ficou mais infladinho em relação, por exemplo, a uma USP ou a própria UFS, que a UFSK tem 18, só que era, nós não tínhamos como deixar ele inteiro e aí ia ficar 1,25 2,5 tudo bem quebrado. >> Se puxasse para um, o esforço também ficar >> ficava desproporcional. Nossa, não Entendi. >> Usou subenso. Sim. >> Aí a gente foi na no meio termo. >> É melhor
pro estudante. Eu vou me beneficiar estudando lá no >> É >> não, a gente a gente calculou isso, tá? E pensou bastante antes de tomar uma posição, mas ficar com os créditos quebrados, ele ia ficando 270 e alguma coisa assim, ó. Foi ficando muito ruim. Se a gente >> a gente tem uma tabela dessa até. >> É, ficou legal. é que é que o estudante não vai ficar com um semestre, no máximo um ano conosco, né? A gente recebeu lá estudantes franceses ali no campus, fica muito tempo, mas fosse mais tempo, mais alongado, normatizando isso,
ele poderia ganhar um semestre num curso de 4.000 horas estudando com a gente, o que não é, eu acho que não vai acontecer, né? Senão ele vem aqui estudar e fica, mas só para entender, se então for Normatizado e foi inflado mesmo de propósito. Beleza, acho razoável. É, inclusive a gente pode discutir isso, né? A gente também ficou inseguras. Não, não pensem que a gente ficou muito segura. A gente teve que tomar uma decisão para fazer uma proposta, porque quando tu coloca ele na balança ali, ele dá números quebrados e vai dar números quebrados. Mas
no Brasil também não tem uma normativa. A gente procurou, ela me disse que procurou, procurei de novo, Que era para ter certeza que não tinha nada e e a gente não achou uma normativa, então a gente teve que criar uma nossa. >> Uhum. Então, eu faço parte do grupo do Fórum Inter, né, que é o fórum de internacionalização, que inclusive vai acontecer aqui na semana que vem, quarta, quinta e sexta, aqui no auditório da da reitoria, né, a gente vai ter representante dos escritórios Internacionais dos IFS do Brasil aqui. E eu perguntei no grupo se
alguém tinha uma regulamentação que servisse de padrão, que não fosse a das universidades que a gente encontra, né, em domínio aberto. E e aí a resposta foi quando vocês terminarem a de vocês compartilha. Então assim, e ninguém tem isso muito, está pelo menos as pessoas que interagiram ali não tem ainda esse documento bem estabelecido, né? Aí nesse capítulo dois, uma questão que eu trago é Mike falando, tá? eh os componentes curriculares dos cursos de graduação no IFS que são ministrados normalmente ao longo de 20 semanas por semestre. Eh, não sendo a regra, né, sendo a
maioria, se essa informação faz alguma diferença paraa resolução constar aqui se ela impacta no cálculo que vem posteriormente explicado. Me parece que não, mas posso não estar percebendo a Importância dele. A ideia, depois de ter esse documento aprovado é traduzi-lo paraa língua inglesa, que ele possa ser disponibilizado pros alunos estrangeiros, né, que eles tenham acesso a esse documento. Então, talvez para quem não é da casa, deixar essa informação clara seja algo importante. tá pensando na tradução, então podemos manter sim, >> acho que também não não penaliza o Documento, né? Eh, então o do ECTS ficou
assim, né? É, como a gente bem bem colocado também pelo Thiago, ficou levemente inflado, por exemplo, em relação a UFS, que é 18 horas ums e5, o nosso tá com 20, que ainda é mais do que, por exemplo, a Unicamp, mas os IFS também não tem para dizer como é que eles estão fazendo. Então o nosso ficou com ficou o padrão nosso aqui. >> Vai, com certeza. É, >> já me pediram para disponibilizar e acredito que a reunião acontecendo semana que vem aqui, eles vão me perguntar como é que anda o teu documento, né? Não,
>> é, e no caso também, considerando essa responsabilidade, né, talvez valha de fato a pena a gente tá aqui num colegiado, né, estabelecido e avaliar isso. O único risco de alterar ali para números quebrados é que fica bem complexo. Assim, a gente tem simulações Mais de uma. A gente trabalhou com 1:3, a gente trabalhou com 1,20, 1,25, vai ficando uma bola de neve assim. Então assim, deu uma clareza, clareou, né? Então pensando que é como tu disse, um semestre dois não seria um problema. Se mais adiante a gente vê que isso aqui se torne um
problema, acho que vale a pena revisitar o documento. Eh, então dos STSs, é isso. Passamos pro próximo capítulo. >> Só uma questão aqui, Kelly. >> Eh, >> nós estamos no capítulo dois e pula pro quatro aqui, >> oh. >> Ali, ó. Capítulo um, finalidade, conceitos e objetivos. Capítulo dois da conversão e aí capítulo três aqui. Tá, já faço a correção em >> po pode arrumar por gentileza. Muito obrigada. >> Pronto. >> É, provavelmente o outro vai tá É, >> é que a gente acho que a gente suprimiu uma uma parte, né, e acabou >> e
acabou ficando. Acontece. Eh, bom, então dá dá equivalência pro sistema GPA e os conceitos em letras. Aqui teve uma coisa que eu me dei conta lendo hoje, então já botei o comentário ali. Então ficou assim: fins de equivalência das notas do IFSK ao GPA em escala 4, considerando que o sistema Internacional adota notas inteiras de 0 a 10 institucional, perdão, obrigada, estabelecem as seguintes correspondências. Então a gente pôs que conceito internacional ali a gente daria conforme a nota que o nosso aluno tivesse. E aí aqui eu mesma coloquei a sugestão de inverter, colocar a nota
primeiro e o conceito depois, porque lá em cima no texto para uma lógica assim, né? Eh, isso a gente, não sei vocês Concordam também, eu só vi agora. Então que eu acho que fica mais lógico, né? Daqui para cá o caminho que tá sendo feito, mas basicamente não muda a a o texto, né? Então o conceito A seria 9 e 10. Se o aluno tem 9 e 10 aqui, ele vai ficar com o conceito A. Se ele tem 6, 7 ou 8, conceito B. Se ele vai tiver quatro ou cinco, conceito C. Se ele tiver
1, 2 e 3, ele vai ficar com o conceito D. Então, e o F, que é o zero, que é a reprovação Aí, né? Por favor. Eh, eu tava olhando o documento aqui da Comissão Europeia. E ol, e na verdade lá eles trabalham com zero a 20, né? E daí vão atribuindo os conceitos. E reprovado é só de 10 para baixo, que seria o nosso cinco, né? E daí não me parece apropriado a gente dar um conceito D para quem tem um ou dois ou três no IFIS. Então aqui a gente Não tá falando de
SCS, a gente tá falando de GPA agora que é o norte-americano, tá? >> Ah, tá. Mas o GPS tá idêntico, não tá? >> Não. ETS é uma coisa GPA. >> Tudo bem, mas quando vocês vão lá para baixo, ah, o GPA ainda não chegou no vocês não vão tratar o SCS, então >> já foi na tabela. É que, Joelma, a gente não fez conversão de notas pro pro europeu. Ah, >> o europeu é só crédito. >> Crédito. >> Ah, entendi. >> Nota. A gente já não trabalhou com nota justamente por causa >> porque se ele
for reprovado, ele já nem leva o crédito, né? >> Isso. Tá bom. >> Deixa eu só contar uma coisa também a título de curiosidade, tá? No caso do SCTS, Portugal, Espanha e França usam uma escala de 0 a 20. A Itália usa uma escala de 0 a 30. Então, nem na Europa Internamente é unânime, tá? Aí eles usam o STS. Aí eles internamente, cada um faz a sua conversão lá STS, porque como a mobilidade dentro da Europa é enorme, né? Mas cada cada país ainda assim tem uma liberdade de escala de de nota e depois
eles convertem, eles provavelmente têm um documento semelhante que vai fazer a conversão pro crédito CTS. São só apenas dúvidas. Vocês sabem explicar o porque que de D vai para F, Não tem o E? Foi uma dúvida que surgiu lendo aqui, mas onde? Onde? Porque o sistema alfabético norte-americano é diferente. >> Olha, eu não sei, mas nos filmes americanos eles usam fail, como alguém aqui já cantou, né? o de fail, mas não tem realmente o e não, isso aqui não foi um erro, é assim que que é mesmo. >> E aí no caso o eh considerando
como está Aqui, o conceito D no GPA, estaria aprovado ou não? >> Não, reprovado. >> Não, reprovado, sim. E o conceito C também reprovado. >> Então o conceito C aí é aquilo, né? depende da instituição. >> E considerando as notas atribuídas no conceito C, 4 e 5, no IF que estaria reprovado. >> Sim, mas aí a instituição que for Receber, ela vai, a gente manda a conversão e ela lá vai dizer se tá aprovado ou não. >> Então, mas ao ser enviada a conversão, não vai constar a nota e se foi aprovado ou reprovado ou
consta somente a nota? Então, a gente diz o que aconteceu aqui e ela vai dizer o que ela tem autonomia para decidir o que que vai acontecer lá. >> Mas aí, então, pegando o contrário, se vier um de lá com o conceito C aprovado, com essa conversão aqui no IFS, que Seria considerado aprovado >> dentro da nossa lógica? Não, ele estaria reprovado porque a nossa a nossa regra diz que a média tem que ser seis. >> Sim. Por isso tô pensando a as >> Eu acredito que a que a instituição ela tem autonomia porque ela
vai ter regras próprias e o aluno ele tem que seguir a regra da instituição, né? >> Mas assim, ó, existe uma diferença que judicialmente se o aluno tira no nota Cinco, é, ele é aprovado. >> Uhum. Então, existe uma diferença entre o quatro e o cinco. Se ele tira quatro, não. Mas se ele tira cinco, sim. É isso que me causou um pouquinho de estranheza, >> porque o cinco para nós, por exemplo, no Brasil, ele seria aprovado em vários, várias instituições, mas o quatro não. Não seria mais interessante tirar o quatro dali e deixar só
assim. >> É, Cláudio. E ness, >> mas quando ele tiver o quatro, a gente faz o quê? >> Não. E na mesma linha, só para complementar aqui, >> bota no conceito D. Pode ser. Só para complementar, na mesma linha do que a professora Cláudia pontuou, eu me lembro de uma situação no campus Ciciuma de uma eh estudante do da licenciatura em química, que já havia cursado bacharelado em química na USP e a época a média na USP mínima de Aprovação era cinco. a a a estudante tinha notas boas, mas coincidentemente uma unidade curricular que ela
pedia validação, ela tinha sido aprovada com média C. E aí gerou uma polêmica justamente por isso. Ah, eu não quero, não posso validar porque ela tem média cinco, tá? Mas ela foi aprovada na instituição. Não compete a a naquela ocasião, né, o argumento que eu dizer, não compete a nós julgar se ela foi aprovada ou Reprovada. A questão é o mérito e não o o a nota final, certo? Então acho que é uma um cuidado que talvez tenhamos que ter aqui. >> A gente pode jogar o quatro para baixo. >> Eu não vejo problema em
descer o quatro e deixar o C pro cinco. >> Uhum. Não tá linear igual tem alguns com três, outros com dois. De qualquer forma ali não está linear. Então não tem problema algum em descer o quatro se a Aline concordar. E vocês também. >> Uhum. >> Descemos. Tu pode arrumar para nós aí, Paulo? Bem querido. >> Conceito desse. >> Conceito desse >> aí. Ali vai ficar nota cinco, né? Uhum. É isso. Uhum. Isso. >> Aí na sequência, não sei se alguém tem mais algum comentário aqui nessa parte da Conversão. Eh, eu lembro que a gente
concordou em inverter, então depois a gente só inverte, né? Notas 9, 10 no IVSK, conceito a, né? A gente só inverte a lógica para manter a mesma de cima. Isso todo mundo concorda, né? Então a gente pode fazer isso se o Paulo puder fazer em um pelo menos pra gente não esquecer depois. É o um comentário do lado só pra gente não perder. O comentário eu deixei ali, Seria inverter a nota >> só para nós não perder informação. E aí a gente pode ir pra escala inversa, que é quando o aluno vem com a escala
GPA para o IPSK. conceitar x >> é tem usar a menos. É, é, não é bem fácil, né? ali vai ter que fazer o nosso estudo da mais estudante ele já tem dificuldade local que ele tá estudando. Ve os Colegas dar aquela >> passamos pro 10 então que é a escala inversa, agora é o contrário. Então, se se em cima era a conversão do IFSK para o GPA, aqui sim é o conceito GPA. Então, o que o aluno traz pro nosso número? Aí aqui a gente teve que pensar em algum número, não tem muito que
Então se o aluno vem com o conceito A, a gente atribuiria a nota 10. >> É que aí teria que desmembrar. E tem um artigo ali que tá dizendo que a gente vai usar o número, o só o A o B vai ignorar o menos e o mais. O artigo 11, inciso 3. Aí >> é porque a gente só tem A, B, C, D e F. E o IFSK ele só aceita a nota inteira, não aceita a nota quebrada, né? Então, >> é, mas eu acho que a gente, eu, eu quando a gente tava falando
com a quando tava discutindo com a Kelly, né, vári óbvio, isso aqui é um assunto complexo, Né, então várias perguntas surgiram e aí quando eu quando eu pensei nesse documento, foi a partir da demanda que a gente tem nos últimos pós-pandemia, tá? Nos casos que já apareceram desse pós-pandemia. E o que eu falei para ela, que eu vou repetir para ti, alguns detalhes a gente não precisa ir tão fundo neles, né? Porque não os casos eles são relativamente simples, então não tem tanto essa questão. Então acho que a gente considerando só as Letras sem considerar
o o mais ou menos, até porque o mais e o menos também não é utilizado nem em todos nem dentro do próprio país, não é utilizado em todas as instituições. Isso também é muito particular de cada estado, de cada localidade. Também não é uma unanimidade. Então é complicado, >> mas não sei Aline, eu também não me oponho. Se vocês acharem que tem que ter ali, a gente coloca, >> né? Dá essa opção. Não, não, não, não é Uma coisa, não trabalho muito grande pra gente. Então vai ter o A que vai ser o 10, o
A menos vai ser o 9, ou o A+ vai ser o 10, o A vai ser o 9, o A menos vai ser o 8. Só que aí já dá convergência entre B + B, eh, começa a complicar. Aí a gente sempre não é para complicar. Na verdade a gente vai estar beneficiando o estudante. Se até deixar assim, você trunca ali, se ao menos e põe pra nota maior dentro da faixa, né? >> O aluno tirou 9,5 ou 10, ele vai ser a >> vai ser beneficiado, né? >> Até porque dentro do ifs que ele
é beneficiado, ele tira 9.5, 9.6, 9.7 é 10, >> né? >> Faz sentido. >> Então, >> faz sentido. >> O cigarro já faz isso, né? Por nós, né? Então, então ficou dessa maneira. O A, se ele chega com o A, ele vai ganhar uma nota 10 no Ibsk. Se ele chega com o B, ele vai ter um sete. Se ele chegar com o C, ele vai ter o cinco. E no nosso caso, então ficou igual lá em cima. Agora, eh, no conceito que é reprovado, né? No conceito D vai ser atribuído nota dois e no
conceito F então nota zero. >> É, a gente foi dura, talvez >> nós estamos tá colocando o máximo, então >> é que é de seis a oito, então a gente pegou a nota do meio. >> Não, mas 10 é o máximo, não é o meio. Entre o 9 e o 10, o 10 é o máximo. >> É que não tinha 9,5 no cigarro. Tá, mas tá o máximo. Mas entre seis, >> tá? Pode ser oito, não tem problema. >> Oito. >> Vamos colocar oito ali, então. Não tem problema. >> Oito. >> Pode ser. >> Já
que beneficiamos quem tem A, vamos beneficiar quem tem B também. >> Que discriminação é essa com o B? >> Então, aí o C, de repente a gente pode resolver aquela encrenca do cinco e do seis, colocar o C atribuindo a nota seis no IFSKs. E se ele vier com o cinco de lá aprovado, ele tá aprovado aqui com seis. Então você não tem esse problema da quando quando converter, né? >> Uhum. >> Pode colocar o conceito C, nota se >> sim, >> sim. Uhum. Colocaria então no conceito C a nota Seis. É isso. >> Então,
Aline. >> Hum. >> Eh, eu sei que já passou o nove. Mas assim, eu tava pensando aqui, essa tabela me estava um pouco estranha, porque quando eu tava na UFSK, por exemplo, né, que era A, B, C, eh, o B correspondia a 7 e 8 e o Crespondia a 5 e se, né? Eh, será que não cabe de repente a gente Rever aquilo ali, colocar a nota se até para concordar agora com o 10 e botar cinco e seis, porque todos eles têm esse os dois números, né? O 9 e o 10, o s e
o oito, o cinco e o seis, >> tá? Mas aí o aluno vem, apresenta isso aqui pra secretaria. A secretaria tem que botar essa nota lá. Ela vai perguntar para mim: "Eu boto cinco ou boto seis? Eu boto sete ou boto oito. >> É, vai ter problema em todos. Eu boto no boto essa, esse problema aí vai vai ser Gerado em todos. >> Não, porque aqui a gente botou uma nota para cada conceito. >> Ah, não, tá, tá no 10. É que eu tava lá no >> Ah, tá, desculpa. Tá, perdão, perdão, perdão. >> Então,
nove vamos ter esse problema que você tá falando aí. >> Nove é do IFSK para eles. Então, eu não tenho como dar um conceito C se ele foi aprovado. >> Então, ele tá aprovado no IFSK. vai que ele chega numa instituição que o B não aprova ele. Então a gente já garante que ele vai tá aprovado, porque aqui é nossa nota >> para fora. Então o meu aluno aqui no IFS que tem seis, ele vai ficar num conceito B para garantir que ele esteja aprovado, porque aqui ele estava aprovado, >> tá? Pro IFIS que o
C, o D e o F é reprovado, então, né? É isso, né? >> Isso. >> Isso. >> Tá. Porque é duas coisas, é uma é quando a gente manda, outra é quando a gente recebe. Embora a gente tente fazer parecido, o fato é que o nosso seis ali ele tem esse essa implicação, né? Se a gente descer, >> a gente vai dizer que com conceito se aprova no IFSK. Com cinco. >> É, com cinco. >> Com seis. Dá um >> Cláudia. Mantemos assim. Então, tu tá de acordo ou tu tem outra ideia? >> Não, eu
estou pensando aí nessa compas as duas tabelas. Não sei. Para mim não encaixou muito. Porque se na de cima, tudo bem, ele tirou cinco, ele tá reprovado. OK. Mas a de baixo, então eu não entendi. A de baixo é o que vem de lá para cá. >> Uhum. >> Isso é, acho que a confusão aconteceu Justamente por aquele equívoco na escrita ali que a gente vai corrigir. >> Uhum. >> Um. É o artigo ele se refere ao nosso aluno indo. Então o nosso aluno lá, um aluno que fez aqui indo embora, então ele tirou seis
aqui, ele vai ganhar um conceito para ir. Então ele vai pegar nota do IFSK e essa nota vai ser convertida num conceito. O artigo 10 é o movimento contrário, é um aluno que tá vindo de Outra instituição para cá e vai validar aqui. >> Aí a gente tem que botar no CA uma nota. Então a gente tá dizendo que se ele chega aqui com o conceito C e tiver aprovado, ele vai pro Ciga A como aprovado. Mas se ele tiver um conceito C reprovado, a gente tá dizendo que vai botar nota seis. Aí tá o
risco. Chegar reprovado aqui. >> Uhum. C. >> Isso. O C tá aprovado aqui. >> Mas o que eu tô tô entendendo aqui é que o se o aluno cursou aqui no IFS que tirou seis, ele leva um conceito B. Agora o aluno que veio, o estudante ou a estudante, né, que veio da da outra instituição para o IFSK, aí temos ali no de baixo, ele tirou C, vai um conceito, vai uma nota seis, mas eu acho que caberia aqui aquela orientação de que se ele trouxe um Conceito C, porém reprovado, ele não pode ser, não
pode ser atribuído a nota seis, porque ele pode trazer um conceito C ter sido reprovado. Nós vamos registrar no cigar se ele vai estar aprovado. Eu acho que >> excelente. >> Exatamente. Parágrafo único baixo, por favor, gente. E aí isso que o Miguel me fala é muito importante, porque a gente vai dizer que vai atribuir esse Conceito, essa eh essa nota desde que ele tenha sido aprovado. Se ele veio reprovado, ele vai ficar no conceito D. Então ali no três, onde tem conceito C, pode ser atribuído as notas cinco ou a nota cinco ou seis
no IFS. E aí vem o parágrafo único explicando que se ele vier com C reprovado, será atribuído a nota C. Se ele vier com C aprovado, será atribuído a nota 6. >> Uhum. Isso isso. >> Parágrafo >> caso a gente tá usando estudante ou aluno? >> Caso estudante. Eh, >> como estudante? >> Uhum. >> Conceito C, >> porque isso também não é unanimidade nos Estados Unidos. o C se é aprovação ou reprovação. >> Exatamente porque a gente, eu, a gente pesquisou obviamente, né? E isso não é Uma unanimidade. >> Mas, ô Aline, a gente tá
achando estranho botar aqueles cinco e seis ali. talvez deixar só seis e lá na observação colocar que caso ele tenha tirado cinco e for aprovado que a gente aprova e coloca seis no siga porque senão ali onde cinco e seis fica esquisito >> ou seis >> só é tira só o deixa só o seis no meu a meu votar >> deixa só o seis é >> explica parágrafo daí >> bom pode ser esse parágrafo único tem que tá bem esclarecido porque senão Oi. >> Caso histórico estudante conceito por >> isso ajuda nós. >> Isso, Miguel,
me ajuda a gente. Então, caso no histórico do estudante, >> atribuído conceito >> tenha sido atribuído o conceito >> c, >> porém esticado e aprovado, acho que >> será registrado sistema registrada no Bom, então só como sugestão de redação aqui, ficando da seguinte maneira, no parágrafo único. Caso no histórico escolar do estudante tenha sido atribuído o conceito C, porém com o resultado final reprovado, será registrado no sistema do IFSK. A será registrada no sistema do IFSK a nota C. Muito obrigada, gente. Mais cabeças, fica melhor as coisas. Todo mundo OK conceito caminho de vinda? Sim.
Então, o artigo 11, já estamos no final, ela é pequena, na verdade. Artigo 11, então, oi. Sim, >> queria, na verdade, voltar no artigo 9 ali, desculpa. Eh, tá pensando nessa simetria das divisões de nota e tudo aí no artigo 9, eh, ficaria muito estranho se a gente colocasse, talvez no conceito F atribuído a nota de zero a um, porque pro conceito D, então vem, eu entendi que o aluno do IFS que tirou 1, 2, 3 ou quatro vai ser conceito D e só o aluno que tirou zero vai ser conceito F. Será que a
gente não poderia pegar, por exemplo, um valor de um pelo menos? >> Pode ser >> e também colocar nesse conceito F, sabe? >> Acho que fica bom. E eu acho que vai fazer mais sentido também com com o artigo 10 um pouco, né? >> Porque o conceito D é nota dois, né? >> Obrigada, Víor. Bem bom. >> Vai pro conceito F. >> Mais alguma coisa aí para trás? Então, descemos lá pro 11 de novo. Se vocês forem identificando, vão avisando que aí a gente aceita a ajuda. Muito. Então, o artigo 11. Para fins de conversão
entre notas do IFSK, expressa em escalas 0 a 10 e conceitos em letras A a F adotado por instituições estrangeiras, deverão ser observadas as Faixas de de equivalência estabelecida neste regulamento. Inciso primeiro, a conversão de notas do IPSK para conceitos em letras deverá seguir diretamente as faixas de correspondência definidas no artigo 9. A conversão de conceitos em letras para notas do IFSK deverá atribuir a cada conceito a nota inteira correspondente à faixa de equivalência, como previsto no artigo 10. E o inciso terceiro aqui, nos casos em Que houver variações de conceitos como A men a+,
a men, B+, B- entre outros, será considerada apenas a letra base do conceito A, B, C, D ou F, conforme as faixas definidas nesse regulamento. E o último, acho que é o último, o dispositivo nesse artigo. A, o disposto, meu Deus, o disposto nesse artigo. E minha defesa tá tá longinho ali. O disposto nesse artigo aplica-se mesmo quando não houver indicação de valores em escala GPA pela instituição de origem Ou de destino. OK? E aí, quando houver indicação simultânea de conceito em letra e valor em escala GPA, prevalecerá para fins de conversão a correspondência definida
nas faixas desse regulamento, tá? E aí por último ali eu tinha deixado uma sugestão de deixar casos omissos serão analisados e deliberados ali a gente entre o departamento de graduação da DIREEN O conjunto em conjunto com assessoria de cooperação nacional internacional. É, >> eu acho que pode ser, né, DIREM/PRO. É porque no primeiro a gente tinha colocado que era na proem, daí foi ficando. Daí eu pensei, a Eliana vai nos matar, vamos melhorar isso aqui. >> Pessoal, mais alguma ponderação ou sugestão a respeito do documento? Miguelme, por favor. Eu só tenho, na verdade, um um
questionamento, não em Relação ao documento, mas aqui foram considerados os sistemas europeu e norte-americano. E acho que vale vale começarmos a pensar também em sistemas africanos, pensando nas parcerias que vão começar a ser que vão começar a ser estabelecidas. >> Uhum. >> Né? para t para dar o contexto um pouco mais complexo. >> É, aqui na aqui na verdade a gente tá Falando do do GPA, mas a gente tá abrindo uma brecha só pros conceitos também aqui no final, né? Mesmo quando o GPA não tá sendo levado em conta, porque às vezes são só as
letras e notas, porque o GPA ele é mais complexo, né? Ele é mais amplo. Então já tem uma brecha aqui só para o A B C puro sem ser dentro do GPA. Mas é, já tem um agora sendo assinada com Guiné Bals. >> Sim. E vem aí o PECG, né? Aline, tenho só uma contribuição. Aline, eh, a gente tá acostumado a ouvir o Arex na instituição, né? Então, nos campos a gente ouvex, sabe que é assessoria, né, de cooperação. E aqui no documento não tá citado o termo. Então eu acho que vale a pena eh
na primeira vez que ele aparece ali, né, fazer a menção a Arex para as pessoas saberem que essa assessoria é a Arex. Eu não sei fazer a retomada histórica dessa dessa terminologia, né, Mas hoje o nome é assessoria de cooperação nacional internacional e a sigla continua sendo Anexe. Então eu eu não botei o Arex, não foi não foi descuido assim, esqueci. É porque eu realmente eu falei assim, eu não sei o que que eu faço com essa sigla, se o nome é outro, então botei o nome oficial, mas se vocês quiserem que a gente coloque
entre parênteses Arexa, a gente vota, não tem problema. Tava ali, >> arexe para os íntimos. Outra outra sugestão, né? Então, eh, popularizar essa, né? criar uma nova sigla ali e popularizar essa nova sigla, né? >> A con feio, né? >> É porque desculpa por >> desculpa. É que agora com a com essa nova gestão ficou a assessoria a assessoria de assuntos eh inter institucionais. E aí dentro você tem a Assessoria de cooperação nacional, internacional e assessoria de parcerias. Então agora a o guarda-chuva é esse. Vocês que são da alta gestão que resolvam essa terminologia da
alta cúpula. Joga a bola para cima, >> fica jogado para cima de nós. Aí Aline verifica essa questão >> com o gabinete. Pode ser. Mais alguma ponderação ou sugestão sobre o documento? Não havendo, a gente coloca então em apreciação a aprovação. Consideramos aprovado. OK. Não vejo votos em contrário, então a gente aprova sem manifestações em contrário o documento. Parabéns. Obrigada, Aline por toda a dedicação à organização desse documento. Também a Kelly, né, do departamento de graduação, trabalho conjunto das duas áreas que se resulta num avanço aqui paraa nossa internacionalização. Paulo, por favor, >> só para
fin de registro e encaminhamento. Então, a gente pode combinar então de vocês fazerem essa revisão final ali do documento e aí só aciona a secretaria quando o documento tiver OK que a gente já encaminha a publicação da resolução. Então, >> perfeito. Então, a gente encerra esse ponto de pauta, vamos a um cafezinho, ao intervalo e retornamos em 20 minutos. Pode ser? Então, bom café, pessoal. O sea, Boa tarde, pessoal. Novamente, então, retomando paraa nossa última parte da reunião de hoje. O nosso último ponto de pauta diz respeito a uma reflexão que a gente traz pro
CEP, né, acerca da importância dos dados institucionais pro planejamento das ofertas. Nós vamos contextualizar um pouco também a partir da metodologia utilizada paraa Gente fazer a distribuição das novas vagas docentes que já foram distribuídas em colégio de dirigentes. Mas como vocês sabem, né, nós temos indicadores, percentuais legais vinculados à missão institucional, vinculado à lei dos institutos. E nós e o nosso PDI ele indica a prioridade inclusive de distribuição de novas vagas de acordo com esses percentuais. E é um pouco sobre isso que a gente Gostaria de de tratar e trazer elementos que subsidiem a alguma
alguns ajustes, alguns elementos para que o CEP possa ajustar tanto os formulários de avaliação quanto principalmente o nosso olhar enquanto parecerista, enquanto membro do CEP, olhando esses dados, utilizando esses dados, esse planejamento, né, especialmente a partir do conhecimento momento mais aprofundado do POCV para que nós possamos, né, subsidiar os Nossos pareceres, né? a gente tem percebido e a gente já conversou aqui no CEP em outras ocasiões, que embora nós saibamos, nós tenhamos o PDI estruturado nesse sentido, nós ainda não temos trazido essas questões como instrumento de trabalho. Então, né, tanto o CEP quanto CONSUP aprova
os PPCs a partir do mérito, é claro, daquela oferta, daquele projeto de curso, mas nós não temos um instrumento de fazer uma observação do Impacto daquela nova oferta nos nossos indicadores, nos nossos percentuais. Então, é um pouco nessa linha que o colégio dirigentes tem direcionado também o seu trabalho, né, e nós trazemos aqui pro CEP para que nós possamos pensar juntos. O ponto hoje ele é informativo, é para que a gente possa dialogar e a gente propõe poder trazer numa próxima reunião sugestões de ajustes objetivos nossos instrumentos de análise, tá? Tá aqui comigo nesse ponto
O André. O André é o nosso diretor de estatística e informações acadêmicas da PROEN. tem atuado conosco no levantamento, na organização dos nossos dados institucionais, de diversos aspectos que têm impacto no ensino. Então, nós vamos fazer a apresentação desse ponto, lembrando que é um diálogo, então tá aberto para que a gente possa conversar e esclarecer, tá bom? Andarel, já te agradeço e passo para ti a palavra. >> Obrigado, Eliana. Boa tarde. Acho que para conversar um pouquinho sobre os dados institucionais, a gente trouxe dados bem recentes que são da prévia da PNP em 2025. Ela
ainda não foi publicada, mas nós temos a prévia e ela indica um pouco do caminho que a instituição vem caminhando ao longo dos últimos anos. E esses dados da PNP, eles elencam uma série de informações relevantes pro andamento da instituição, pro dia a dia Da instituição e eles refletem posteriormente no nosso orçamento. Então, alguns dos dados que estão presentes na PNP são os de matrículas totais, que indica quantas matrículas cada instituição da rede federal tem, de matrícula equivalente, que ele parte do princípio que nem todas as matrículas são iguais. Então, uma matrícula de fique, ela
não tem o mesmo peso na matrícula equivalente que uma matrícula de graduação, por exemplo, ou uma Matrícula de técnico integrado. E a PNP, ela também faz o cálculo de indicadores legais, mais relevante, talvez, paraas nossas ofertas, seja os percentuais por tipo de oferta, que é onde uma boa parte do orçamento é destinada hoje. E a relação aluno professor, que também tem diversos impactos na atividade acadêmica do IFSK. Além disso, ele traz alguns indicadores acadêmicos, como eficiência acadêmica, que também tem impacto no orçamento, e a Taxa de evasão, que indiretamente eh vai impactar igualmente na nesse
orçamento, né? Então, a matrícula equivalente, ela é mais simples do que parece, né? De forma geral, você vai multiplicar o número de matrículas de um curso pelo fator de equiparação de carga horária, que para todos os cursos, tirando o fic é um fic divide a carga horária do fic. Então você parte do princípio que um curso normal teria 800 horas anuais. Você divide por 800. Se o fic tem 80, por exemplo, ele vai valer 0.1 um no fator de equiparação de carga horária e os demais cursos técnicos, graduações, vão ter o valor de um normalizado
aqui. E por último, o fator de esforço do curso, que ele é definido em portaria, que ele tá relacionado às demandas que aquele curso traz. Então, cursos que têm uma demanda maior, por exemplo, de duplicações ou de laboratórios, vão ter um fator de de esforço de curso um Pouquinho maior, por exemplo, 1.2, 1.3. E aí como se ele bonificasse aquela matrícula, se ele aumentasse o peso daquela matrícula. A partir dessas matrículas equivalentes, que no nós tivemos na prévia da PNP, 40.585, eh, são calculados os percentuais legais do IFSK. E o IFSK, ele, assim como as
outras instituições similares, precisa atingir três percentuais de oferta, que é de Técnicos, de formação de professores e de proeja. O ISK nesse último ano que passou reproduzindo, ele não conseguiu atingir nenhum dos três indicadores. Então mesmo indicador de técnicos que era um um índice que historicamente o IFSK vinha atingindo, ele vinha com 50% e se a gente voltar mais ele ele tava em 57% 56% em 2017. Ele pela primeira vez na série da PNP que começou em 2017 ele ficou abaixo dos 50%. Isso tem impactos bem consideráveis no orçamento, porque no bloco qualidade e eficiência
ele é eh 70% da do do peso dos tipos de oferta. Então, a gente tem um prejuízo orçamentário em razão de não tá cumprindo o índice que deveria ser algo primário paraa nossa instituição. Ele tá na essência da instituição, que é a oferta de cursos técnicos. Formação de professores 12.2, a meta é 20%. E proeja 3.51, a meta é 10%. os pros técnicos, isso é ainda mais importante e isso mostra a a dor do não atingimento dos 50%, porque para as outras ofertas é escalonado o percentual do orçamento. Então você tem, por exemplo, acima de
10% de formação de professores, você recebe um valor de acordo com o peso e conforme você vai atingindo outras faixas, você vai aumentando o valor que é recebido no orçamento. No caso dos Técnicos, não. Se você fica abaixo de 50%, nessa nesse bloco do orçamento, você zera. Então 50% é o mínimo e 60% traria uma bonificação. Trazendo a as matrículas equivalentes por tipo de curso, que mostram um pouco como que as ofertas estão se distribuindo na instituição. A gente tem aí o 48,4% de técnicos, que já foi citado. A segunda oferta com maior percentual no
IFSK em matrículas equivalentes hoje são os bacharelados. 17,7%. Seguido pelos cursos de tecnologia, 12,7% e as especializações, 11,4. Os fixs aparecem ali em terceiro, quase 7%. Então, a gente começa a a compreender a partir desse gráfico, né, como que tá essa distribuição e para onde que o Ipsk nos últimos anos, que fez com que ele passasse para baixo de 50% no percentual de técnicos. Eh, esse percentual de 17,7% em bacharelados, por Exemplo, chama bastante a atenção. A relação aluno professor, ela vem caindo também, se a gente compara com 2017, ela chegou até 28,6 ali em
2022 e ela voltou 23, 24 e 25 para essa faixa dos 24. Ela tá acima da meta, a meta é 20, mas ela tá se aproximando do 22 ali, que é onde você também baixa um patamar no orçamento quando atinge. Então, apesar do acréscimo de docentes que a rede recebeu, eh nós tivemos uma relação do professor Que se manteve estável e os percentuais legais que não convergiram paraa meta. Isso mostra que simplesmente você ampliar o quadro docente não faz com que você atingeja os percentuais legais e atinja a missão da instituição. Você precisa trabalhar eh
no planejamento disso. Esse planejamento no IFSK, ele é feito através de um uma ferramenta, de uma planilha que é o POCV. O pessoal costuma Referenciar bastante por essa sigla que é o plano de oferta de cursos e vagas. A essência dele pros campos, a gente pode resumir em duas planilhas. Uma planilha de dados, que é onde são cadastradas todas as informações sobre as ofertas que aquele campus vai ter, e a planilha de indicadores. Essa segunda planilha, o campus não precisa mexer nela e ela calcula os indicadores a partir do que o campus projetou na planilha
de dados. Então, com essas duas Planilhas, a gente consegue ver a projeção das matrículas equivalentes de cada campus e para onde estão indo os percentuais de oferta desses campos. Detalhando um pouquinho mais na planilha de dados, ela vai descrever cada um dos cursos com detalhes, entre outras informações ali, nome do curso, eh o tipo de oferta, a periodicidade curricular, o número de semestres que o curso tem de duração, o número de vagas E uma projeção do número de matrículas que geralmente consideram um percentual de evasão. Então, nesse caso, por exemplo, tá sendo mostrado um curso
técnico integrado e ele tem seis semestres. Cada semestre tá representado por uma linha nessa tabela. E aí para cada um deles é especificada qual é a carga horária da fase e qual é o número de vagas que ela vai ter. Vagas estão todas colocadas em 40 porque você tá falando de capacidade das turmas. Então, a capacidade das turmas ela começa em 40 vagas e ela continua em 40 vagas. Do lado tem uma projeção de matrículas que daí ela consideraria um percentual de evasão. Então, nesse caso, por exemplo, esse curso técnico integrado, ele teria no primeiro
ano, nos dois primeiros semestres, 40 matrículas, posteriormente, no segundo ano, 36 e no último ano, 32 matrículas projetadas. E aí você consegue de alguma forma pesar o Efeito da evasão nos indicadores. Essa planilha também detalha uma projeção da carga horária necessária de cada uma das áreas do conhecimento que a gente tem na instituição para que esse curso possa ser ministrado. Então, esses valores que estão descritos nas linhas são em cada uma das seis fases. Qual é a carga horária que precisa ser alocada daquela área em específica? Na primeira coluna, por exemplo, tá ali a área
de artes visuais que teria 60 horas Alocadas no segundo semestre desse curso, né, na segunda na segunda fase desse curso. A mesma coisa para todas as outras áreas. O que tá sendo mostrado na primeira linha ali são os códigos das áreas. Então tem biologia, comunicação e assim sucessivamente. Então a partir daqui você consegue dimensionar quantos docentes são necessários para ter aquela oferta que foi planejada. A partir dessa planilha de dados, onde o campus preenche todas as ofertas, você Tem uma planilha de indicadores que ela vai calcular aqueles percentuais legais, por exemplo, com base nas ofertas
que o campus escreveu. Essa planilha de indicadores, eu tô mostrando aqui um exemplo, ela calcula a progressão, ou seja, o curso ele vai avançando fase a fase pelos anos e no final o regime, que é quando esse curso tá completamente implantado. Então aqui a gente tem um exemplo de um campus que no planejamento dele em regime, que é a Última coluna, ele vai ter 50% da oferta de técnicos, 42% da oferta em formação de professores e 11,1% em EGA. Então, seria um campus que ele internamente consegue atingir todos esses indicadores. É, seria um cenário mais
adequado que a gente consegue imaginar. Eh, e aqui ele tem projetado quais são as matrículas, né? Isso aqui tá sendo calculado já em cima de matrículas equivalentes, que é aquele conceito que A gente viu lá no começo. Esse é o mesmo conceito que vai ser utilizado depois na PNP para calcular os indicadores legais que são utilizados como referência. E essa planilha, ela também calcula a projeção de carga horária média para cada uma das áreas que a gente especificou que os cursos precisavam antes. Então no IFS, a gente tem a referência de 14 horas para esse
planejamento e aí posteriormente ele calcula ali para cada uma das áreas qual É a média esperada quando os cursos tiverem nesse caso em regime. Então quando todos os cursos esverem implantados, a carga horária média esperada paraas áreas, pros docentes daquela área, são as que estão colocadas na última linha. Então, é a partir daqui que é possível verificar qual que é a viabilidade daquele curso ser ofertado e se eu precisar de novos docentes, em quais áreas que esses docentes vão precisar estar trabalhando, estar Atuando para que eu consiga ter aquela oferta sendo executada na instituição. Essa
planilha, ela foi calculada agora pro PDI, para todos os campos, e foi feito um um um trabalho de preenchimento para que a gente tivesse esses números colocados no documento. E no documento ela chega ali, salvo engano, 49.9% de técnicos e aproxima dos outros percentuais. Só que quando a gente olha para esse planejamento, ele parte de uma ideia que O Ipsk vai ficar com o quadro completo, porque praticamente todos os campos planejaram o cenário limite. O cenário, esse cenário limite ele é estabelecido de acordo com a tipologia do campus, né? Então muitos campos têm 70 docentes,
77 docentes, alguns campos um pouco mais, alguns um pouco menos. Como todos os campos planejaram no limite, o percentual legal seria atingido, aquele resultado final seria atingido quando o Ivsk recebesse Mais de 300 códigos de vaga docente, o que dificilmente acontece de um ano pro outro. E e realmente foi o que aconteceu, porque isso foi planejado ali, foi criado em 2024, em 2025 a gente já não tava conseguindo acompanhar exatamente o cenário projetado. Em 2026 essa discrepância ficou ainda mais evidente. Claro que agora vieram códigos de vaga docentes, salvo engano, 67 códigos, mas isso é
pouquinho mais de 1/5 dos códigos Que o IFSK teria para ter a implantação eh completa do que tá projetado ali. Então, se ele não consegue ter essa projeção completa, faz sentido que ele priorize as ofertas que são estratégicas. E é o que o PDI traz no capítulo oito, né? Então o capítulo oito do PDI, ele coloca aqui os critérios para distribuição de vagas docentes. O primeiro deles é reposição de vagas perdidas por remoção. Então o campus Perde, por exemplo, uma vaga de um docente de filosofia por remoção judicial e ele ficou sem aquele professor de
filosofia muitas vezes. Então a prioridade seria atender essas reposições para que o campus não fique com uma perda docente nesse período. E posteriormente, os critérios estabelecidos no PDI são a indução de cursos técnicos integrados, a indução de cursos EJA e a indução de cursos de formação de professores. Essa ordem que Tá colocada aqui é a ordem que o capítulo 8IT do PDI traz. E é a partir dessa ordem e da análise dos POCVs dos campos que foi realizada o processo de distribuição de vagas desses 67 códigos que a gente recebeu recentemente. Em uma primeira etapa,
tentou-se primeiro consolidar as ofertas dos campos. O que aconteceu? Tinha campos que estavam com déficit de docente em razão de remoções judiciais. Essas foram Repostas. e tinha campos que iniciaram ofertas, mas que quando essa oferta chegasse em regime, não teria docentes suficientes para atender ela. Então, esses campos, a partir da avaliação no POCV, foram os campos que receberam prioritariamente essa primeira leva de vagas, que foi uma uma distribuição de 20 vagas, 18 vagas ficaram com os campos e duas vagas foram emprestadas inicialmente ao campus Tijucas para pro Implantação do campus. Aqui tem um quadro que
ele distribui eh essas 18 vagas, né, para quais campos que elas foram. Eles buscaram atender situações que estavam no limite, alguns casos estavam além do limite eh de carga horário docente. Eram cursos que você não conseguiria atender se não fossem recebidos esses novos códigos de vaga. Essa primeira etapa, ela foi levada para uma reunião do Codir em dezembro do ano passado e foi aprovada essa distribuição No formato que tá colocado aqui na reunião do dia 10 de dezembro. Posteriormente, o segundo momento foi de expansão. Então, OK, nós consolidamos as ofertas que nós tínhamos, corrigimos o
que estava faltando de docentes. Agora, o próximo passo é para onde o IPSK pode, com os outros 47 códigos que restaram, para onde que o Ipskandir sua oferta. E a compreensão era que isso precisava acontecer na direção das ofertas estratégicas, daqueles três percentuais Legais, técnicos, formação de professores e EJA. Então esse foi o parâmetro que nós utilizamos e a ordem técnicos integrados EJA e formação de professores foi a ordem colocada pelo PDI. Nesse processo de expansão, foi feito um trabalho extensivo onde as POCVs de todos os campos foram analisadas, todas as planilhas foram analisadas. E
a partir dessas planilhas, foram traçados alguns cenários que eram Possíveis, considerando a quantidade de vagas docentes que tinha para distribuir. Essa quantidade eh de vagas docentes, ela só foi possível determinar dialogando com os campos e compreendendo um pouco mais, com um pouco mais de profundidade quais eram as ofertas planejadas e se realmente havia a intenção de realizar aquela oferta. Porque nós nos deparamos com alguns cenários que o campus no momento inicial De discussão tinha colocado aquelas ofertas no documento, mas que em reavaliações internas posteriores ele entendeu que aquilo não seria mais viável, então não teria
por ele atender uma oferta, iniciar uma oferta que o próprio campus entende que não é viável. Então, esses cenários de otimização, eles foram traçados tendo a ideia de que existe uma complementaridade entre ofertas de ensino técnico integrado de EJA e formação de professores, onde se Você começa a expansão pelo ensino técnico integrado, você cria um corpo docente, principalmente da área de formação geral básica, que dá sustentação a outras ofertas em EJA e em formação de professores consequentemente. Então, a ideia foi primeiro avaliar quais eram as possibilidades de expansão de cursos do ensino técnico integrado que
o IVSK possuía. A partir disso, foi estimado ali o Número de vagas necessárias para essas ofertas e foi analisada a viabilidade delas. A avaliação dessas possibilidades foi feita a partir da análise de diversos indicadores relacionados aos campos, por exemplo, candidato vaga, eh ocupação das da das vagas, população da dos municípios e regiões e uma série de outros que nos levavam a crer que essas ofertas seriam viáveis nos campos onde elas estavam sendo projetadas. Esses indicadores permitiram selecionar alguns cenários de expansão e dialogar com os campos. Nós fomos em inicialmente em 14 campos, dialogamos com 14
campos que tinham um cenário mais propício à expansão e a partir desse diálogo foi refinado cada um desses cenários. E esses cenários otimizados paraa expansão, eles foram levados para uma uma reunião do Codiro, onde eles foram apreciados e aprovados, né? que eu vou mostrar um pouquinho para Vocês ali o o POCV com um pouco mais de detalhe, que daí a gente consegue visualizar como que se dá essa questão da expansão docente. Só alterar o compartilhamento. Então aqui tem tem um exemplo de do plano de ofertas de um campus. Nesse plano de ofertas tem aqueles cursos
colocados. Vocês podem ver que eh cada curso resulta em uma série de linhas diferentes. E para atender essas ofertas, o campus Fez uma projeção de expansão do quadro docente. Então, o campus entende que para ter as ofertas como estão projetadas ali, ele precisaria receber docentes. Por exemplo, aqui, ó, um docente da área de física no ano de 2025, eh, um docente da área de matemática 2025 e assim sucessivamente. Só que esse campus, assim como quase todos os outros, ele se planejou pro limite da Tipologia. Então, ele é um campus que ele tem inicialmente 51 docentes
e ele planejou a expansão para 77, que é o limite da tipologia. Isso implica em campus precisar de 26 novos docentes para atender todas as ofertas que ele tem planejado até 2029. Mas dificilmente ele vai receber esses docentes de uma única vez. Então ele projetou que receberia dois docentes em 2025 e que receberia 13 docentes em 2026. Recebemos 67 vagas. Se você colocar 15 vagas em um único campus, proporcionalmente a quantidade de campos que poderiam ser atendidos ser ficaria bem reduzido. Então, a partir disso, nós precisamos selecionar as ofertas prioritárias e projetar a partir delas
quantos docentes seriam realmente necessários para ter aquelas ofertas acontecendo. E isso foi buscado, eh, isso procurou otimizar o maior número de vagas nas ofertas Estratégicas. pro menor número de docentes necessários para viabilizar essas ofertas. Então, nesse cenário, nós partimos do cálculo de um indicador que, de forma simplificada é novas vagas dividido por número de docentes. Só que como existe uma priorização no PDI, nem todas as vagas são iguais. Então nós tínhamos que considerar nesse novas vagas o número das vagas, mas também equalizar essas vagas por carga Horária. Então vagas que demandam maior carga horária docente,
por exemplo, num num curso técnico integrado, eh teria um peso maior do que vagas que demandam uma carga horária menor docente. Nós avaliamos a taxa de ocupação das vagas disponibilizadas, porque o entendimento é que se naquela, naquele tipo de oferta não tá se conseguindo completar as turmas, talvez naquele campus eu não consiga expandir mais aquele tipo de oferta. Então, a taxa de ocupação foi considerada e por último foi considerado um fator de indução. Esse fator de indução, ele foi estabelecido em acordo com o PDI, onde ficou peso dois para cursos técnicos integrados. peso 1.5 para
EJA e peso um para formação de professores e demais cursos técnicos. Aqui tem a fórmula que coloca isso, né? Então, as vagas equalizadas e priorizadas seriam o número de vagas Multiplicado pela carga horária equalizada, pela taxa de ocupação do curso e pelo fator de indução. E o indicador final seria o total dessas vagas equalizadas e priorizadas dividido pelo número de docentes. Então, quanto mais vagas priorizadas o campus consegue oferecer com menor número de docentes, maior ficaria o score desse campus. A partir disso, nós estabelecemos cenários com os campos e calculamos esse indicador para todos eles,
de forma a Poder organizar qual que seria a prioridade da distribuição dessas vagas. Esse trabalho ele foi realizado em conjunto entre a PROEN, a PRODIN, a direção diretoria executiva. Foi feito o diálogo com 14 campos, como eu citei anteriormente. Alguns campos manifestaram eh a impossibilidade ou inviabilidade de fazer essa oferta em um curto prazo. Então, eles compreenderam que seria necessário um momento de reestruturação dos POCVs, de repensar Suas ofertas. Alguns campos reportaram indisponibilidade da infraestrutura física e de pessoal. e alguns não consideraram não ser possível ter os projetos pedagógicos de curso prontos para 2027/1. Então,
a partir disso, nós chegamos na possibilidade de cenário em sete campos. E esse cenário em sete campos, ele tentou dimensionar quantas vagas os campos precisariam para fazer essas essas novas ofertas. Eles aqui eles Estão ordenados por pelo indicador. Então o campus Araranguá foi o campus que ficou com um valor mais alto naquele indicador de vagas equalizadas dividido pelo número de docentes necessários. E ele precisava de três vagas docentes para ampliar essas ofertas. E vai na sequência o campus Les, campus Palhoça, Campus Charaguá até o campus Garopaba. Com isso, foram distribuídas 44 vagas docentes. E essas
44 vagas docentes, elas tem como Previsão de resultado a expansão de 11 cursos integrados, sete cursos EJA, cinco cursos de formação de professores e dois cursos técnicos subsequentes. Então, com um acréscimo de 44 docentes, foram projetados mais 25 cursos com uma estimativa ali em por capacidade de matrícula de 2140 matrículas no IFSK, que nos levaria a a um resultado muito próximo dos 50% de técnicos com essa expansão. Então, ele vai rondar ali os 50%. Claro que isso depende de outras ofertas que a instituição venha a ter e por isso é tão importante o olhar desse
colegiado, porque as nossas novas ofertas passam necessariamente por aqui. Então os os próximos passos a partir desse trabalho que foi realizado é a continuidade dessa metodologia. Isso foi definido em conjunto com o CODIR, onde vai ser feito o diálogo com todos os campos. Então nós dialogamos com 14, ficaram faltando oito campos. Eh, a previsão é que a gente faça visita a esses campos em abril e maio e posteriormente vai ser aberto um período para revisão dos POCVs, para que os campos possam readequar suas ofertas e seu planejamento, levando em consideração o que tá colocado no
PDI, que são aquelas prioridades que estão definidas ali. Então, notem que os critérios para definição de vagas não é algo que surgiu esse ano, é algo que já tava colocado e Materializado no PDI. A a previsão é que o fluxo de revisão dos POCVs aconteça em maio e junho, eh, num fluxo a ser definido pela Proadin e Proem, >> pessoal. A gente então eh abre primeiramente para dúvidas a respeito do que foi apresentado até aqui e depois na sequência a gente conversa um pouco sobre alguns encaminhamentos que a gente entende que podemos tomar enquanto CEP.
Pode ser? OK. Então eu abro a palavra, a gente faz uma rodada e depois a gente discute esse último ponto de encaminhamentos. Eu só tenho uma dúvida, é curiosidade mesmo, né? Se com essas novas vagas que a gente receber e já foi disponibilizada, né? O André comentou que a gente fica por volta de 50%, mas atinge ou não atinge? Porque entendendo que a gente não vai ter novas vagas, pelo menos no momento, talvez fosse interessante pensar numa estratégia Paralela, né? Ou seja, os índices mudam inclusive com o fechamento de cursos. Eh, é, é isso ou
não é isso? >> É que é bastante complicado você precisar, porque a matrícula equivalente ali, ela acontece com algo que tá em movimento. Então, você precisa considerar, por exemplo, que todas as vagas vão ser ocupadas. Você precisa calcular eh como como previsão, que foi a previsão que foi feita, né? Você precisa estimar qual que Vai ser a evasão desses cursos. foi feita uma uma uma avaliação por tipo de oferta, mas que não necessariamente vai se materializar. A ocupação de um curso pode ser menor do que o projetado. O IFS que, por exemplo, mesmo no ensino
técnico integrado, que tem a nossa maior taxa de ocupação, ele tem uma taxa de ocupação de 93%. Enquanto na rede a gente geralmente vê uma taxa de ocupação de 98%. Então, eh, como é muito dinâmico o Cenário, é muito difícil você precisar qual o percentual que vai ser atingido. Ele atinge se as outras, se mantiver a taxa de ocupação, mantiver as evasões por tipo de oferta e não tiver ampliação em ofertas que não são essas colocadas. Só que perceba que esse é um cenário bem restrito para você estimar. Eh, o que certamente acontece é que
a instituição ela retoma o caminho do atingimento dos indicadores legais com essas ofertas. Então, ela Inverte a curva que ela que ela vinha percorrendo pro outro sentido, no sentido de atingir. Então, não tem como precisar qual vai ser o percentual, mas a gente sabe que ela está indo em direção aos percentuais. Mais alguma dúvida ou colocação, pessoal? Então, vou trazendo alguns encaminhamentos que a gente propõe, né? Inicialmente a gente avaliou que a reunião de hoje seria mais para Apresentar, né, esses esses pontos e também aproveitar que a gente já tem a prévia da PNP, né?
Ela ainda não está publicada, será publicada em maio, mas ela já passou pela etapa de ajustes. Então os indicadores que ali estão colocados certamente, né, virão, né, dessa maneira mesmo, como foi apresentado pelo André. Ah, por favor, Joelma, por favor. Só queria perguntar, André, eh, parece que eu vi que a carga horária de Coordenação não tá infusa nesse indicador. É isso, né? >> É, foi uma decisão da comissão que trabalhou no no no POCV na no no planejamento em 2023, 24, eh, que o IFSK ele tinha uma carga horária de referência de 16 horas para
carga horário docente, então ele se planejava para uma média de 16 horas. E a carga horária de coordenação, ela sempre foi um tópico bem polêmico, porque para qual área que seria alocada Aquela carga horário de coordenação? Então, entendendo que existia carga horário de coordenação, entre outras atividades, o planejamento da instituição foi feito por uma carga horária média de 14 horas como referência. Então você das 14 paraas 16 existiria ali um espaço de carga horária onde poderia atender, por exemplo, as coordenações de curso. >> Mas tem um documento, eu acho que da CETEC orientador que não
diminuiu isso Para 12 horas, se eu não me engano, quando eu estava lá, isso foi editado. é que é que nós temos a as cargas horárias eh mínimas eh máximas e nesse caso a instituição trabalha com a média, né? Então a a média foi das 14 horas. O IFSK ele trabalha cargo horário mínima de 10 horas estabelecido. Pessoal, mais alguma dúvida? Fiquem à vontade, tá? Para se inscreverem. Eh, como próximas etapas do CEP, vocês Viram que anteriormente a gente colocou que há outros passos no colégio de dirigentes encaminhados em colégios de dirigentes, né? Eh, dentre
esse espaço, só volta um pouquinho, André, por favor. Eh, dentre esses passos está a abertura, a pedido dos próprios campos de um período de atualização do seus POCVs. Lembrando que esse mecanismo está previsto no PDI, que há esse período de atualização anual. Então, nós vamos fazer essa Atualização entre maio e junho e essa atualização será orientada com base no cumprimento dos indicadores e na própria priorização futura de de de destinação de vagas, né, que se dá a partir desses elementos que nós trouxemos, que são os percentuais legais. Nós devemos concluir a visita aos 22 campos
ainda entre abril e maio, porque essas visitas elas têm sido bastante salutares pra gente pensar junto com os campos em estratégias, né, Mas também sempre respeitando a autonomia eh dos campos no sentido dos seus planejamentos, mas nós percebemos também a importância de estar lá no sentido da comunidade compreender o instrumento que é o PCOV, né, e que ele possa ser aos poucos sendo incorporado nos planejamentos paraa proposição dos cursos desde do campus. Mas aí pode passar chegando aqui no CEP, né? Não basta que os campos observem isso. Não basta que o colégio dirigentes induza a
Distribuição das vagas de acordo com com o que já está posto no PDI, que é a linha de priorização, né, que passa pela consolidação depois integrados EJA e formação de formadores, se nós não tivermos nenhum critério de acompanhamento do início dessas ofertas. E aí esse é um trabalho que cabe ao CEP e ao CONSUP. no sentido de fazer valer o que está posto no PDI. Nessa linha, a gente tem avaliado algumas estratégias e aí a gente traz como proposição Fazer alguns ajustes no checklist e nos formulários, né, no checklist aquele dos pareceristas, né, mas nos
formulários de proposição de projetos de curso para que tanto o formulário já indique que o GT que vai ser responsável ou que o campus que vai indicar esse GT já esteja ciente da importância de observar os indicadores, de observar o POCV, porque quando chegar paraa etapa de avaliação, essas questões serão consideradas, né? Então, a gente achou importante eh Deixar mais objetivo e mais claro nos nossos checklists que a gente precisa observar esses indicadores e aí no parecer do membro do CEP vai precisar relacionar. Olha, o impacto nos indicadores dessa oferta é tal, né? isso deve
eh subsidiar a aprovação ou não daquele PPC, pelo menos isso deve ser considerado para tal, né? Então são reflexões assim que a gente tem feito no sentido de qualificar esse olhar, né, institucional. Da mesma forma os pareceres, por exemplo, da chefia DEP, né, nós não temos um parecer da direção geral, nós temos a aprovação do colegiado de campos, mas antes disso nós temos o parecer das chefias. E esses pareceres também precisam evidenciar que esse que essa análise ela foi feita, né? Da mesma forma a resolução dos colegiados de campos. A gente entende então que se
fizermos esses ajustes no checklist e nos formulários, a gente pode qualificar A observação desses desses indicadores, né? Eh, então, claro, esses indicadores observados pelos POCVs, né? Então, com essa etapa de atualização, todos os campos que acharem necessário a atualização dos seus POCVs, poderão fazê-lo, porque os POCVs eles foram planejados, né? Eles todos os campos tinham diretrizes para elaborar os POCVs e essas diretrizes já indicavam essas Questões que a gente traz aqui. No entanto, eh, o próprio GT que aprovou, né, que que coordenou esse processo, por diversas razões, não conseguiu fazer a análise mais qualitativa de
todos os POCVs. De modo que nós temos o capítulo oito do PDI e nós temos o POCV. E não necessariamente essas questões são convergentes, porque se a gente observar, se nós recebêssemos hoje todas as vagas que o IFS tem direito, nós não cumpriríamos alguns percentuais legais. Então, a rigor, nós não poderíamos aprovar um planejamento, né, que vá de encontro, que vá contrário à própria missão institucional. Mas nessa etapa de ajustes, né, e com esse subsídio técnico que a gente pretende fazer aos campos, a gente tem compreensão, né, que podemos qualificar isso. E é nesse sentido
que o colégio de dirigentes também tem se manifestado, né? Então, a intenção é que o POC seja atualizado para que ele de fato reflita o planejamento e a condição Objetiva dos campos. E a partir do momento que a gente tem essa atualização, a gente traga o os POCVs como instrumento do nosso trabalho, claro, tanto do CEP, quanto do CONSUP, quanto dos colegiados de campos, né? E aí nós pretendemos trazer, né, e propomos aqui para pro CEP na reunião de hoje, na verdade, né, que a partir daqueles desses três pontos anteriores que eu citei, nós possamos
trazer uma nova pauta, nesse caso, sim, Deliberativa, para que a gente analise as sugestões de ajustes nesses checklists, formulários e pareceres para que então a gente possa aprimorar os nossos instrumentos de análise. seria nesse sentido. Passo para vocês para dúvidas ou inclusive sugestões de ajustes nesses encaminhamentos. >> Não havendo manifestações em contrário, então a gente encaminha dessa maneira. A gente vai trazer como uma numa próxima reunião como pauta, né? a proposição Desses formulários. A ideia não é fazer uma mudança estrutural nos formulários, lembrando isso, até porque nós temos esses, nós passamos por um processo de
reformulação desses formulários. Nós tivemos um grupo de trabalho que atuou, né, bastante de forma bastante intensa nisso. São ajustes mesmo no sentido de trazer a avaliação e análise dos POCVs como parte do processo de avaliação, tá? É bem, é nesse sentido que a gente pretende fazer os ajustes. Nós não Fizemos, né, pra reunião de hoje também no sentido de a gente aprovar esse encaminhamento aqui, tá bom? Então fica dado esse esse encaminhamento, né, e na próxima reunião a gente apresenta esses ajustes, OK? Eh, não havendo outras manifestações, não sei se o André tem alguma consideração
a mais a fazer, não? Então, eu gostaria de agradecer a todos pela presença no dia de hoje, lembrando que amanhã, pela manhã às 9, a Dânia, quem já adianto os agradecimentos, né, nossa colega membro aqui do CEP, vai coordenar junto ao professor Paulo a nossa formação desse CEP, que tratará da influência, né, da IA nos nossos trabalhos, tanto acadêmicos quanto de gestão acadêmica. Tá bom? Então, obrigada e amanhã às 9 aqui todos presencialmente. Muito obrigada. Muito obrigada à comunidade que nos acompanha. Até amanhã. เ He.