Bem, o tema da minha aula nessa manhã é: Reganize sua casa para a sabedoria, colocando a tecnologia em seu devido lugar. Esse tema ele é extremamente importante e talvez mais importante do que você possa imaginar, sobretudo você que é pai ou mãe. Vocês já devem ter percebido que dependendo dependendo da escola que o seu filho estuda, que agora é proibido, eu acho que isso é até uma lei até mesmo nacional, o uso de celular nas escolas.
Isso não é novidade nos países. Na verdade, alguns países já fizeram essa proibição há muito tempo e ela não vem por um acaso. Um grande estudo tem sido feito nessa matéria para tentar mensurar os efeitos da tela na vida das famílias, na vida das pessoas, sobretudo depois da pandemia.
Bem, talvez a preocupação máxima que você tenha como pai é o que o seu filho está vendo em termos de moralidade. Esse mundo tá tão difícil, hein, pastor? Tanta coisa meio louca.
Recentemente, acho que no domingo passado, conversava com uma pessoa que dizia se assustada pelo fato de que chegou uma moda e veio trazida através da internet, sobretudo o TikTok, de uma moda que está no mundo já com próximo aqui do nosso país, na qual as crianças se identificam com algum tipo de algum tipo de animal e passam a se vestir como aquele animal, se comportar como um animal. Você deve estar perguntando, pastor, mas também caça como animal? Não, não é, é no conforto do seu ar condicionado enquanto o pai paga a conta.
E talvez a nossa preocupação seja com essas coisas meio loucas e imorais, como as coisas elas ploriferam-se bastante na internet. Bem, a despeito de todas essas coisas serem uma preocupação, eh, o meu alerta nessa manhã para você é sobre os estudos que que têm sido feitos, que têm demonstrado o impacto, o impacto do uso das telas, sobretudo nas redes sociais, para a formação da tolice, da ignorância no mundo. Especialistas têm percebido que pela primeira vez na história, pela primeira vez na história, filhos têm QI inferior ao dos pais.
Durante toda a história, sempre foi normal que a geração seguinte avançasse num conhecimento e no desenvolvimento das principais faculdades intelectuais e das principais virtudes da própria vida. Todavia, isso já não é mais uma realidade em alguns países. Ainda não se pode, segundo os cientistas, precisar a as razões ou a razão principal para que isso esteja acontecendo.
Todavia, eles já concluíram que pelo menos uma relação é clara, o aumento do uso das telas e sobretudo redes sociais, juntamente com a falta de desenvolvimento cognitivo, quanto mais se usa videogames, redes sociais, mais se diminui a capacidade intelectual e o desenvolvimento cognitivo da pessoa. A grande verdade é que a exposição excessiva e o uso inadequado da tecnologia digital tem roubado a atenção, roubado o pensamento crítico e o desenvolvimento tanto da sabedoria, e não me refiro à quantidade de conhecimento armazenado na mente, mas sim a capacidade de a luz das verdades. analisar o mundo à sua volta e tomar boas decisões, bem como da formação das virtudes.
Contrário a isso, as escrituras nos chama a não vivermos como nécios, mas sim como sábios. Efésios, capítulo de número 5, versículo de número 15 a 17, diz o seguinte: "Portanto, sejam cuidadosos no modo como vocês vivem, que não sejam como insensatos, isto é, tolos, ignorantes, mas como sábios, aproveitando o bom tempo, porque os dias são maus. " E Paulo, quase que numa redundância argumentativa, ele diz: "Por esta razão, não sejam insensatos, mas procurem compreender qual é a vontade do Senhor.
" O chamado eh profundo do apóstolo Paulo, a sua exigência é que a gente não viva uma vida de tolice, de superficialidade, mas sim que a gente desenvolva-se na sabedoria do Senhor. E que essa sabedoria redunde em virtudes, em uma pessoa a estatura de Cristo Jesus, como nós já vimos. Então, eu queria pensar nessa manhã rapidamente com vocês em dois aspectos da nossa vida.
primeiro a vida pessoal e tentar mostrar como que isso tem influenciado a nossa própria vida e depois a gente tentar pensar na vida familiar, quais são as implicações disso na vida familiar e como que a gente pode então agora talvez usar de estratégias para tentar minimizar todo esse avanço da ignorância no nosso mundo, no nosso ambiente familiar. ou até mesmo estarmos imunes de todo esse avanço no nosso ambiente familiar. Bem, primeira pergunta, então, é essa: Como a tecnologia tem prejudicado o seu desenvolvimento pessoal?
Bem, nesse livro, que é um livro que eu indicaria para você ler, A pirâmide da Sabedoria, alimentando a alma em meio à pósverdade, ao mundo pós-verdade, o autor, ele oferece uma estrutura para você cultivar a sabedoria e uma espécie de guia para que você fuja dessa dessa vida superficial e avance para a profundidade. da escritura e da vida à luz de uma visão de mundo fundamentada no Senhor. E aí então ele aponta três tendências que o nosso mundo, sobretudo esse mundo hoje marcado, permeado pelo digital, tem levado as pessoas à tolicice.
Então três tendências que nos tornam insensatos, tolos. A primeira informação demais recebida rápido demais, autocentrada demais, informação demais recebida rápido demais e autocentrada demais. Ele então analisa essa realidade e propõe três virtudes que você pessoalmente deve ter.
e depois deve desenvolvê-la naqueles que estão à sua volta. Vamos então à primeira informação demais. O excesso de informação tem levado ao superestímulo do cérebro, levando ao estress, a ansiedade e ao comprometimento cognitivo.
Como eu disse a vocês, há quem diga que hoje o seu filho recebe em um dia aquilo que pessoas em gerações anteriores recebiam em um ano. A quantidade de informação que vem até a sua casa em um dia é equivale àela que as pessoas no passado recebiam há um ano. Um ano.
Se você pesquisar na internet a quantidade de informação, a quantidade de páginas que tem, por exemplo, no Google, você vai ver que ninguém arrisca a dizer ao certo quantas são. é incontável hoje. A quantidade de produção global de informação lançada na rede é tão grande, é tão grande, que ninguém mais arrisca dizer o número de informações circulando na rede que nós temos hoje.
O que se diz é que é um número com muitos zeros, zeros a perder de vista. Bem, nesse mundo de tantas informações, qual é então a resposta sábia e virtuosa que você precisa ter para você e fazer com que isso também seja permeado em toda a sua família? A sabedoria requer, em primeiro lugar, discernimento nesse mundo de excesso.
Discernimento nesse mundo de exer de excesso. discernimento é você então ter essa disciplina para escolher no meio dessa variedade de informações aquelas que são escolher de maneira equilibrada, considerando aquelas que são de maior quantidade. E é por isso que o autor, então, ele usando a ideia de pirâmide e de pirâmide alimentar, ele então coloca, tenta colocar as coisas nos seus devidos lugares.
Ele diz: "Olha, a fonte mais confiável que você tem é a escritura. A fonte que mais pode te fazer sábio é a escritura. Essa você pode usar sem moderação e sem filtro.
Depois da escritura, ele diz: "Olha, você tem a igreja, as verdades que ali são apresentadas, você tem a comunidade da fé, os irmãos. Depois disso, você pode olhar e e buscar sabedoria por meio da contemplação de tudo que é criado. Contemplação, uma palavra fora de moda, né?
tão comum entre os filósofos, tão preciosa entre os pensadores antigos, mas que hoje sequer passa na nossa mente. Uma das coisas mais comuns é você ir em um lugar belo, como a Península de Maraú. E lá na Península de Maraú, na beira da praia, as pessoas estão o dia todo passando o dedo em uma tela.
Não há mais espaço para a contemplação, para a busca pelo belo, para o espanto. Com toda a beleza à nossa volta. Você tem os livros e lá então no topo você tem um celular que te leva para as redes sociais.
E qual é o problema que todos têm percebido? é que essa pirâmide ela está exatamente de cabeça para baixo. A maioria das pessoas já não usam mais as fontes de informa essas fontes de informações, como nessa estrutura.
O que elas mais consomem são os conteúdos nas redes sociais. Só para vocês terem uma ideia, as pesquisas dizem que hoje uma pessoa comum passará em média 7,5 anos da sua vida na frente da TV, 5 anos nas redes sociais. Transforma isso em dias, transforma isso em horas.
transforma isso em minutos. A verdade é que se você deseja de fato reverter esse quadro que nós estamos vivendo de decadência do da análise profunda, de decadência do raciocínio lógico profundo, a primeira coisa então que você precisa fazer é ter muito discernimento para escolher as fontes que vão nutrir a sua alma, priorizando aquelas que são mais confiáveis. Essa é a primeira coisa.
Bem, as informações elas não são só demais, elas chegam a nós rápida, rápidas demais. Os estudiosos têm dito, e são muitos estudos nesse sentido, que esse superestímulo do nosso da nossa mente, do nosso cérebro, ele tem produzido como as pesquisas estão apontando estress, ansiedade, essa dificuldade de compreensão. E isso, isso está acontecendo em uma velocidade muito grande, mais do que vocês possam imaginar.
Essa semana, na segunda-feira, esteve na Universidade Presbitana Mackenzie um professor americano que é uma referência internacional ah no estudo de saúde mental nessa era digital. E ele chamou atenção exatamente para esse ponto, para a queda do desenvolvimento intelectual das pessoas, principalmente por causa da perda de atenção. E ele disse que as crianças elas não conseguem mais se concentrar.
As crianças hoje elas assistem algo, pode ver que é 5 segundos, ela já quer mudar. Você já deve ter ouvido o seu filho, a sua filha dizendo: "Estou entediado ou entediada, mas em uma velocidade tão grande que isso acontece. Sabe porque isso tá acontecendo nessa velocidade?
Segundo os especialistas que têm se dedicado a esses estudos, é, é como se tudo isso que estivesse acontecendo estivesse de fato moldando ou reprogramando os cérebros de tal maneira que as aquelas habilidades outroras cognitivas do pensamento analítico, como se essas habilidades elas começassem a ser sufocadas e elas começassem a desaparecer em nós. Porque as pessoas têm deixado de buscar reflexões profundas e o fluxo da informação é tudo muito rápido e e é tudo muito superficial. é sempre um consumo passivo e nunca ativo, nunca levando uma reflexão aos confrontos, as dúvidas, as inquietações.
Por isso que esse estudioso, ele disse o seguinte: a conclusão dele é que a humanidade está ficando mais burra no exato momento em que as máquinas estão ficando mais inteligentes. Mais inteligentes. Bem, então qual é a virtude?
Qual é a resposta sábia e virtuosa para esse dilema? E a resposta é: a sabedoria requer paciência em um mundo de velocidade. Paciência em um mundo de velocidade.
Meus irmãos, uma das coisas que nós mais precisamos é desacerelar. Uma das coisas que nós mais precisamos é de fato a gente mudar a maneira como a gente tem consumido as coisas e dedicar mais tempo a aquilo que é mais profundo, estarmos mais engajados em fontes mais reflexivas, nutrir a nossa mente em coisas que são mais profundas, mais analíticas de maneira muito prática Isso significa você passar mais tempo meditando na palavra do Senhor, não apenas lendo rapidamente para quando o irmão perguntar se você fez devocional ou não, você fez. Precisa dizer que fez.
Não apenas simplesmente ouvir a escritura enquanto você vai fazer uma caminhada ou andando de carro. Eh, eu me refiro de um consumo ativo, reflexivo. A gente tem que se dedicar e se se colocar mais diante de relacionamentos intencionais na nossa igreja local, mais do que esses relacionamentos superficiais que nós estamos alimentando nas redes sociais.
É, é num ambiente do relacionamento profundo que, de fato, a gente se expõe às nossas dúvidas. apresenta os nossos mais profundos desejos, angústias. Eu sei que perguntar no ofende te ajuda a ter uma resposta teológica de 5 minutos, mas eu digo a você que se no no meio da comunidade você trouxer aquela mesma pergunta que te levou ao YouTube em busca de uma resposta, você vai ter o aconselhamento, talvez de uma hora.
Porque ao se expor ao outro, há um pensamento mais reflexivo. Você vai encontrar uma série de pontos cegos, uma série de coisas que você não percebeu, de [Música] autoengano. exposse então a vida comunitária, dedicasse à leitura de livros e, se possível, até mesmo físicos para que você saia desse mundo um tanto quanto digital, mas não leia apenas as coisas fáceis de serem percebidas.
lidar com matérias mais profundas, com temas mais filosóficos, teológicos, para que você se veja forçado a desenvolver, a fazer com que os músculos da sua cabeça possam se se exercitar, porque tudo mais à sua volta vai ser voltado dessa superficialidade. Evidentemente que para isso você vai ter que fugir. Está disposto a abrir mão desse conhecimento sobre controvérsias efêmeras que surgem e aparece online o tempo todo, que leva a conclusões superficiais de questões complexas.
Você tem que aprender a fugir dessas treitas que só tomam o seu tempo. Só toma o seu tempo. Que muitas vezes nem tá de acordo com o seu momento de vida, o seu propósito, as suas necessidades.
Eu já disse a vocês, dependendo do livro que você me der para ler, eu nem vou ler. Se tiver fora daquilo que eu estou estudando, o meu propósito, o que for, vai ficar de lado. Bem, se a gente faz isso com literatura, importante como um livro, o que que você não deveria fazer com as informações que pipocam nas suas redes sociais, no seu Instagram o tempo todo?
Normalmente essas coisas com reflexões superficiais, olha, esses dias um pastor importante no Brasil foi desligado da igreja. Um outro dia tinha uma análise sobre o caso, sem conhecimento da história do pastor, sem conhecimento do que tá a da própria igreja e o que levou a igreja a tomar aquela decisão. E uma série de pessoas fazendo uma série de vídeos demorados sobre o caso.
Irmãos, eu faço parte de da terceira instância da nossa igreja e por isso a gente às vezes lida com controvérsias menores que sobem para o nosso julgamento. Em um dos últimos casos que nós lidamos, o processo tinha 400 páginas e depois de várias reuniões, a gente não sabia ao certo qual caminho seguir. várias reuniões, várias reuniões com as partes, várias reuniões entre a própria comissão executiva para deliberar sobre uma questão envolvendo igrejas do nosso concílio.
Então são análises apressadas, muitas vezes superficiais, mas sobretudo efêmeras, porque passou e daqui da pouco é uma outra treita e depois uma outra treita e depois uma outra treita e onde vai parar. É necessário a gente fazer essa seleção e é necessário a gente se dedicar com mais paciência às coisas. Às vezes é melhor você ficar calado do que você ser precipitado no seu julgamento.
E parece que por causa dessa velocidade a gente parece que é nos colocado da obrigação de dar opinião sobre tudo. Você não tem que ter opinião sobre tudo e nem saber de tudo. Na verdade, os filósofos sempre consideravam a ignorância.
E às vezes a melhor coisa é dizer: "Eu não sei mesmo, posso pensar melhor nisso? " E tudo bem estudar, tudo bem analisar, sabe? A gente precisa desenvolver essa paciência, sobretudo para emitirmos juízos.
A gente precisa dessa paciência para avançarmos em coisas profundas. Hoje a ideia do volume é muito grande, muito grande, muito grande. Mas como eu já disse para vocês, é melhor você ouvir um sermão e colocar em prática do que ouvir 10 e não fazer nada.
Sabe esse livro aqui, A vida intelectual? Sabe qual é um dos princípios desse livro aqui? Lei h pouco quando eu li isso, lê a pouco a vida intelectual.
Tô lendo para ver se eu melhoro. Aí o cara diz: "Lê pouco". Não diz que tem que ler muito, não.
É um princípio que vem lá da escola clássica, que é você ler com muita reflexão. Para isso, você não dá para ler tudo em volume grande. Às vezes você vai se dedicar em poucas coisas e aí depois você avança para uma pouca coisa e depois para outra, para outra enquanto você cresce nesse pensamento.
Mas para isso você precisa de paciência e nós temos que treinar os nossos filhos para isso. Eles não têm mais paciência para nada. Não dá para terminar um livro, não dá para terminar uma tarefa, não dá para terminar um curso.
Às vezes você tem que deixar ir até o fim só para poder treinar essa virtude. Vai até o fim. Começou, vai até o fim.
Qual o propósito? Só aprender a virtude da paciência. Bem, a terceira coisa, então, é esse autocentrado demais.
O foco excessivo no eu é um dos problemas centrais da era digital que nós vivemos. Isso é o que tem tem contribuído para o declínio da sabedoria e o aumento da tolice. Então, eh aqui tem algumas questões filosóficas que eu não quero entrar por causa de tempo, mas basicamente é o seguinte.
Primeiro, você hoje não sabe mais qual é a informação confiável. A notícia é verdadeira ou falsa? Ah, eu sei.
Você disse, pastor, tá desatualizado. Tem um site lá do fake news que diz se a notícia é verdadeira ou falsa, mas quem diz que também ele sabe se é ou não? Bem, então a verdade caiu em em descre falta de credibilidade.
Vocês entenderam? Além disso, disseram assim que você tem que tirar as autoridades, esse negócio de que Deus se revela, de que a religião tem a verdade, de que a Não, não é, é tudo sem nada. OK?
A filosofia do nosso tempo diz que você tem que olhar para si mesmo, seguir o seu coração, a sua própria verdade, ser fiel a si mesmo. Junta a tudo isso, gente, nós temos um produto hoje que é cada um tem a sua própria percepção de vida e a sua própria verdade. OK?
Como as redes sociais aumenta essa tolice? É porque as redes sociais, através dos seus algoritmos bem personalizados, das suas plataformas, ela na verdade nos coloca dentro de uma bolha. Bolha essa que só ratifica o que a gente pensa, entendeu?
Você tem uma percepção da vida e você diz: "Isso é certo", mas é tolice. Se você fosse paraa escritura, você ia ver isso. Se você se exposse o seu pensamento a aos seus amigos na vida comunitária, alguém ia te corrigir disso.
Mas a sua vida é nas redes sociais e é o que você coloca. Só que lá você tá em uma bolha com pessoas à sua volta que também foram aglutinadas ao seu lado porque também pensam isso. Porque se você tiver muita trita nas redes sociais, você vai ficar bravo e vai sair.
Mas não é o que eles querem. Sabe aquilo que acontece no no ah no WhatsApp? Deu pau no grupo, alguém sai.
Não, não. O Instagram, o pessoal lá da meta, TikTok, eles não querem que isso aconteça. A menos quando isso vai gerar muito engajamento para trazer muita gente pra rede social.
Mas de modo geral, para nós mortais aqui que só colocamos fotos e algum textos, vai ser só a curtida. Então isso alimenta essa filosofia do próprio eu, da própria tolice, de tal maneira que você vai caminhando na sua tolice, tendo isso cada vez mais sedimentado no seu coração, sem que você perceba. Bem, qual é então a resposta sábia e virtuosa para isso?
A sabedoria requer a humildade em um mundo autocentrado. Humildade, basicamente para duas coisas. para saber que você é tolo por natureza, tá?
para saber que o seu coração é é desesperadamente corrupto. Humildade para você entender e expor a sua percepção da vida para outros para que isso então possa ser lapidado. Então veja, há três coisas que têm levado as pessoas à tolice.
formação demais, que é recebida rápido demais, que é autocentrada demais. Essas duas coisas são as causas dessa superficialidade que a gente vive no volume excessivo de informação que inclusive tem formatado a nossa a nossa cabeça. A resposta a isso, então, é a gente trilhar o caminho da sabedoria.
Isto é, no meio de várias informações, aja com discernimento de maneira muito intencional. Nem um mundo de informações rápidas, acalma e lide com tudo, sobretudo o conhecimento, com muita paciência, buscando profundidade, mais do que quantidade e nesse mundo de velocidade você buscar a humildade, tá? Então eu disse que seria duas coisas, né?
Vida pessoal e vida familiar. Então vamos aí nos minutos que nos restam. E agora eu vou ter que correr bastante, só falar um pouco aqui da vida familiar.
Bem, quando a gente fala de família, qual é o grande objetivo da família, além de adorar a Deus e viver para sua glória? O propósito da família é atuar como o principal motor do discipulado, de cada um dos seus membros, visando formar a identidade, o caráter de Cristo neles, para que cresçam e vivam virtuosamente no mundo para a glória de Deus. Então, a família tem um papel importantíssimo para que a sabedoria possa ser inculcada.
na vida daqueles que estão à volta. E lembre-se, essa é uma tarefa dos pais, sobretudo dos homens, de inculcar essa verdade nos filhos, na esposa, de maneira a levá-los à sabedoria que em última instância, segundo a Escritura, sobretudo do Antigo Testamento, é a vida debaixo do temor do Senhor. Então, nesse caminho da sabedoria, a família tem um papel importantíssimo.
E qual é o problema que as redes sociais têm trazido e a tecnologia para nós? Veja esse gráfico. Qual o impacto da família na sua identidade?
As a resposta de todos foi grande impacto 62%. algum impacto 24%. Ou seja, de modo geral, a família tem um impacto muito grande, muito grande na vida das pessoas, nos membros da família.
Veja bem, olha ainda essa outra estatística. A tecnologia tornou a vida mais difícil? Essa foi uma pergunta feita para um número de mais de 1000 pessoas.
A resposta é que sim. Por quê? Desperdício muito tempo.
Alguns responderam 42%. Estou mais distraído. 40%.
Meus dispositivos às vezes me separam das outras pessoas. 25%. Conseguiu a conexão que eu quero fazer.
Gente, a família tem um impacto muito grande na vida das pessoas, sobretudo dos filhos. O problema é que as telas estão fazendo com que eles estejam na mesma casa, mas cada um no seu mundo. E esse impacto que existia antes já não existe mais.
Já ouviu alguém falar assim: "Pastor, as meninas não sabem cozinar, hein? " Já ouviu alguém falar isso? a geração AX.
Mas como que vai saber se não vê, gente? Como se vai saber se não não vive como era antes, no dia a dia da cozinha? Sabe que as pesquisas estão demonstrando que os pais estão perdendo autoridade sobre os filhos?
Sabe por quê? Porque os filhos já não têm mais admiração pelos pais. E por que os filhos já não têm mais admiração pelos pais?
Porque os filhos não vem mais aquelas coisas admiráveis que viam antes. Olha para o pai e via uma habilidade, chega e contava na escola. Meu pai precisa de ver meu pai.
Minha mãe precisa de ver minha mãe. Então, hoje a gente vive tão distante um um dos outros, quer seja pelo excesso de trabalho, quer seja pelo mau uso na hora do descanso, porque é a ociosidade, de tal maneira que esse impacto tá deixando de existir e não há mais gente. o discipulado para as coisas mais básicas, porque o filho não tem contato com o pai, a menina não tem contato com a mãe, porque ou estão no mercado de trabalho ou quando estão juntos em casa estão nos seus mundos.
Isso é mais sério do que você possa imaginar, porque aqui a gente tá perdendo uma arma incrível pro discipulado e pração da vida sábia. Por quê? Porque é no ambiente mais íntimo da casa, onde a ação humana mais profunda na vida deve acontecer.
É ali que as coisas mais se revelam. É ali que as conversas mais profundas podem acontecer. Só que o problema é que a a tecnologia ela nos distrai, nos desloca com muita frequência da verdadeira ação de nos tornarmos pessoas sábias e virtuosas.
A tecnologia tá nos distraindo o tempo todo e a gente já não tem mais nem a percepção das coisas ao nosso lado. Por isso aquela ideia de incucar enquanto você anda, enquanto você levanta, ixe, quanto senta bem? Então, deixa eu dizer três coisas.
Vou ter que correr mais ainda. Esse livro Sabedoria Digital para a Família, o autor apresenta 10 compromissos para as famílias desenvolverem o que ele chama de sabedoria digital. O livro é dividido em três partes e a primeira parte, então, apresenta três decisões principais que a família deve tomar, segundo ele, para que então agora você possa ter uma casa que pelo menos a sabedoria, menos de tração, mais profundidade.
São esses três. O primeiro que ele apresenta é o que ele chama de escolher o caráter. Escolher o caráter tem a ver com a ideia de buscar uma vida de sabedoria e virtude na formação, então, do caráter.
É fazer da missão da família, tanto para crianças como para o adulto, de fato o cultivo da sabedoria. Então, esse é o alvo maior. Aqui em casa o objetivo número um é exatamente a gente crescer em sabedoria e formar pessoas virtuosas.
A partir então desse compromisso, você agora vai reordenar todas as prioridades e as dinâmicas da vida no lar a fim de de cumprir isso, a fim de que esse esse discipulado de fato possa acontecer. E aí ele vai dizer então no seu livro que para isso acontecer, você então tem que colocar a tecnologia no seu lugar. Se você não colocar a tecnologia no seu lugar, isso nunca vai acontecer.
Nunca vai acontecer. Bem, colocar a tecnologia no seu lugar, segundo ele, significa isso. A tecnologia está no seu lugar, que deve estar quando ajuda a nos conectar com pessoas reais a quem fomos chamados para amar.
A a tecnologia está fora do lugar que deve estar quando acabamos nos conectando com pessoas distante de nós, como celebridades que nunca conhecemos. A tecnologia está no lugar que deve estar quando ela é meio para iniciar boas conversas. A tecnologia está fora do lugar que deve estar quando ela nos impede de ouvir uns aos outros.
Ou seja, a gente tá tão na tela que não dá nem eh até na hora que alguém tá conversando com a gente, a gente tá ali, não dá nem para ouvir. Já se pegou fazendo isso? A tecnologia está no lugar que deve estar quando ajuda a adquirir as habilidades e dominar áreas que são a glória da cultura humana, esportes, música, arte, culinária, escrita, contabilidade, leitura.
A tecnologia está fora do lugar que deve estar. Quando ela então agora nos coloca numa situação em que a gente não desenvolve essa habilidade e passa a ser apenas consumidor passivo, aqui está o cuidado, por exemplo, com a inteligência artificial. Por quê?
Porque a tentação de agora você ser passivo em tudo que você produz é muito grande e não mais desenvolver o seu pensamento reflexivo. Bem, a tecnologia está no seu devido lugar quando ela é usada com intenção, propósito e foco. Ou seja, você sabe para que tá usando aquilo.
Ela está fora do lugar quando é usada de forma ociosa, viciante, banal. passar o dia todo, mesmo que seja de folga, lá no Instagram, não é a melhor coisa a ser feita, não é o melhor uso disso. Então ele diz, você precisa então primeiro entender qual é o alvo, o caminho da sabedoria, o caminho do desenvolvimento das verdadeiras virtudes no ambiente da sua casa.
Para isso, você tem que colocar a tecnologia no seu lugar, não é demonizá-la. Mas é exatamente colocar ela no seu devido lugar. A segunda sugestão que ele faz, então, é a ideia de moldar o espaço.
É criar então uma estrutura na qual o próprio ambiente no qual você vive não tem como centro a tecnologia. Uma pesquisa feita perguntou onde a família se reúne? Resposta de maior porcentagem.
Sala de estar. Onde as pessoas mais se divertem? Resposta: sala de estar.
Ou seja, é tudo em volta da TV. É tudo em volta da TV. E o problema tem sido exatamente esse, é que as telas estão permeando não apenas a nossa vida e o nosso tempo, mas agora tá permeando o nosso espaço, porque onde a gente vai tem tecnologia.
Você sabia que dá para colocar uma Alexa no banheiro? É, tem um suporte que coloca. E tu acha que eu não pensei em colocar uma vez?
Se você observar bem, quase que não existe mais ambiente na nossa casa que não tem algum produto ligado à tecnologia. E se não tem, a gente leva para lá. de tabletes a celulares, a TV que a gente coloca no quarto.
É bom só se você tiver bravo com sua mulher que liga vai assistir o jogo, né? Fora isso não tem não não não faz sentido. Então ele diz: "Olha, a gente precisa pensar até em termos de ambiente mesmo para que isso aconteça.
E terceiro e último, então estruturar o tempo. Estruturar o tempo. Você sabe quanto em média, quantas vezes você toca na tela do seu celular?
Faz uma ideia? em média mais de 200 vezes por dia, em média mais de 200 vezes por dia. E é viciante, é quase como ah quase como interagir com aquele joguinho caçanique, sabe?
Que você tem que põe a outra e vai rápido e põe a outra e vem uma notificação, você não se segura. Eu lido com isso, você já deve ter recebido mensagem automática no WhatsApp. Eu respondo normalmente eh horário estabelecido.
Sabe quantas pessoas eu tenho no meu WhatsApp de amigos? 2173. Se eu for responder tudo que chega a mim, eu vou passar o dia inteiro só no WhatsApp.
minha família, meu trabalho. A gente precisa então pensar nesse aspecto do tempo. Se você não alocar tempo para as coisas, você vai perceber que você vai ficar o dia inteiro fazendo essas coisas.
Vai tomar o seu tempo de trabalho, vai tomar o seu tempo de família. se torna tão, tão normal que você nem percebe, nem percebe que é é tanto tempo que está indo e agora moldando tudo. Então você precisa intencionalmente fazer escolhas.
Fazer escolhas para que o tempo seja alocado com esse propósito de do desenvolvimento da sabedoria e da virtude. Criar ritmos intencionais. ritmos intencionais de maneira muito prática pra gente encerrar que meu horário já deu.
Rituais diários, semanais e anuais de descansos de atividades livres de dispositivos. Pelo menos uma hora por dia, pelo menos um dia por semana, pelo menos uma semana por ano. Desconectado.
Desconectado. Talvez a gente devesse fazer domingo, dia do Senhor, um dia da desconexão, do analógico, onde você se concentrasse exatamente naquilo que é primordial na sua vida. Inclusive, não use o tempo de descanso, porque isso não é descansar.
Pesquisas têm dito que o ato de você passar muito tempo na tela dá uma sensação eh equivalente à aquilo que um deprimido sente. Já viu que quando você tá muito cansado, você acha que a tela vai te ajudar, mas você termina no final do dia mais cansado ainda, sentindo mais triste? Tempo de refeição, tempo de conversa.
pelo menos café, almoço, jantar, se você puder desconectado para fomentar o diálogo, passoreio, a ideia, uso proporcional e conjunto das telas. Bem, você não precisa ser um eremita. Não há problema ter TV na sua casa, mas tem fazer isso em família.
Você pode assistir um filme, discutir, ah, você pode ver alguma coisa junto, faça atividades, faça atividades de fato juntos. Sabe uma das coisas, irmãos, eu tenho que acabar mesmo, mas eu eu tenho percebido isso, que a gente tem se preocupado com o uso das telas sobre sobretudo com os nossos filhos. Só que para tirar a tela, a gente tem que dar alguma outra coisa e a gente não tem o que dá ou não quer dar nada.
É por isso que até é muito fácil exceção das das telas em idades precoces. Especialistas têm dito que uma pessoa deveria receber um celular com 18 anos. Ah, mas é difícil nesse mundo hoje.
Ele diz: "Então vai, vai, vai com 14. Se não pudesse suportar com 14. Mas as coisas estão muito precoces.
Esses dias eu eu estive com uma mesa que a criança não almoçava se não tivesse uma tela. Não almoçava se não tivesse uma tela. Não tô brincando, gente.
A mãe me disse isso. Se não for assim, ele não consegue comer. Bem, meu ponto aqui é muito simples.
As pesquisas estão dizendo que a gente está perdendo a atenção, a a o senso de estudo profundo, de coisas difíceis. A gente precisa reverter essa situação, esse caminho da toice, buscando o caminho da sabedoria. Para isso, a gente precisa realhar as coisas em casa.
A gente precisa colocar isso como um propósito. A gente tem que considerar modar o nosso espaço e o ambiente. E a gente tem que, talvez, esse é o maior desafio, a gente tem que estruturar o nosso tempo.
Estruturar o nosso tempo. Que Deus nos ajude nisso, para que a nossa vida diária esteja mais ligada ao Senhor e à sua palavra, mais conectada a Cristo e e reorientada por ele do que por tudo que a gente tem à nossa volta. Que Deus dê a sua família a coragem de tentar resgatar esse ambiente familiar, por mais custoso que ele que ele que ele seja.
Que Deus te ajude e me ajude a colocar de fato a tecnologia no seu devido lugar. que o Senhor nos ajude a trilhar o caminho da sabedoria para que a gente possa de fato termos pessoas que vivem a sabedoria e debaixo dessa sabedoria do temor do Senhor, podendo de fato fazer aquilo que elas foram chamadas a fazer e aí então poder cumprir o mandato espiritual, mandato social, mandato cultural. Não sei o que será das próximas gerações em termos de mercado de trabalho, de tantas coisas que tem dito aí sobre essa maneira como o desenvolvimento do ser humano tem trilhado.
Bem, não sei, acho que não dá mais tempo para pergunta, né? 5 minutos. Então tem 5 minutos aí paraa pergunta antes da gente orar.
5 minutos que é para se alguém tiver alguma pergunta, por favor.