Senhores, boa tarde. Sejam todos bem-vindos ao seminário Setur Eventos e Turismo no Ceará. Perspectivas, uma realização do sistema Fécomércio por meio do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade, o Setu, com apoio do SESC, Senac, Sebrai, Abeoc Brasil, Cind Evento Ceará e Visite Ceará. Para iniciarmos esse encontro, gostaríamos aqui de registrar e agradecer as seguintes presenças. Inicialmente o vice-presidente do sistema comércio, Senhor Luís Fernando, a a empresária Priscila Cavalcante, a diretora do PECON Débora Sombra, a diretora da diretora da ABOP Josbertini e Angelice Custódia aqui representando ace Márcia do Vale, diretora do Visite, Leonardo Arari, presidente
da Beque, Luiz Fernando, perdão, já Já estamos aqui, a senora Anânia Ribeiro, presidente da CET, eh, a senhora Cláudia Brilhante, chefe de gabinete do esquema comércio, a senhora Ivana Bezerra, presidente da BH, e a senhora Tainá Roosque, que aqui representa a Secretaria de Turismo de Fortaleza. O SETU Ceará nasceu em 2015, criado pelo presidente do sistema Fcomércio, Dr. Luiz Gastão, e desde então atua como espaço de diálogo estratégico entre empresários, academia, governos e sociedade. O Conselho promove debates, pesquisas, eh, e ações voltadas para o Fortalecimento do turismo e, em especial do segmento de eventos, uma
das cadeias mais dinâmicas e promissoras da economia no Ceará. Este seminário é mais uma oportunidade de reunir especialistas e lideranças para refletir sobre os desafios, indicadores e perspectivas do setor com foco no desenvolvimento do Ceará e do Brasil. Iniciando a programação dessa tarde com o tema eventos e turismo no Brasil do Ceará, nós convidamos para conduzir este Primeiro painel Marcos Pompeu, secretário executivo do setor. Convidamos agora para compor esta mesa Dr. Luís Gastão, presidente do sistema Fé Comércio, que nos vem falar sobre o tema o novo PE e as perspectivas no Congresso Nacional. Convidamos agora
a presidente da BOC Nacional, a senhora Enid Câmara, que vem nos falar sobre o tema panorama nacional do setor de eventos. Convidamos agora a presidente do Sim de Eventos, Estela Pavan, que vem nos falar sobre a cadeia de eventos. E para compor essa mesa, convidamos agora o superintendente do SEBRAI e presidente do Setu, que vem nos falar do tema eventos e empreendedorismo, o Senr. Joarquim Cartacho. Passamos a palavra agora para o nosso morador, moderador, Senhor Marcos Pompeu, para a condução dos trabalhos desse primeiro painel. Muito boa tarde, senhoras e senhores. Cumprimento aqui os integrantes do
do primeiro painel, já nominados, presidente Gastão, presidente Cartazo, presidente Senid Estela e a todos vocês, senhoras e senhores, lideranças do turismo que nos honram com a sua presença. Eh, eu queria informar que esse evento, senhoras e senhores, está sendo transmitido ao vivo pelo YouTube do SEBRAI e que será também, naturalmente gravado e estará à Disposição para pesquisas futuras e especialmente para o conteúdo do nosso terceiro livro. O presidente do Conselho de Turismo, o Cartazo, tem editado eh livros que sobre as temáticas que os seminários do Conselho de Turismo Empresarial da Fé Comércio eh aborda. Nós
tivemos um primeiro livro sobre a retomada do turismo após a pandemia. Já tivemos um segundo livro que vai ser lançado hoje no final da tarde sobre economia criativa e esse Material do seminário oportunizará a edição do nosso terceiro livro sobre eventos e negócios. Então, agradeço também presidente Cartaz, ao Sebrai por essa oportunidade de que estejamos ao vivo no YouTube. E sem mais delongas, o que me cabe aqui é explicar um pouco qual a dinâmica que nós propomos pros paéis. São dois paéis. Primeiro painel é um painel geral, onde vamos conhecer um a partir da primeira
fala será do presidente Gastão por Questões de agenda. Ele vai nos trazer as perspectivas do que o Congresso Nacional está pensando para o setor do PS, quais as outras iniciativas, como o Congresso eh entende o setor e principalmente a a necessidade de organização e de legislação do setor de eventos e negócios para que o setor possa ter, enfim, um amparo legal, importante para o seu desenvolvimento, planejamento. Na sequência fala o Enid Câmara, Presidente da BOC Nacional sobre o panorama nacional do setor de eventos. Depois a presidente Tela Pavan, presidente do C de eventos e vice-presidente
da BOC Nacional vai trazer o tema da cadeia de eventos, mostrando como está estruturada essa cadeia. E por último, o superintendente do Sebrai, presidente do Conselho Empresarial de Turismo da Fé Comércio, Joaquim Cartaz, vai nos falar sobre eventos empreendedorismo. A dinâmica é Que cada palestrante tenha de 10 a 15 minutos para sua apresentação inicial e após teremos outros 10 minutos para um debate entre os painelistas. E então para que a gente consiga em 1 hora e meia cumprir o primeiro bloco e depois intervalo iniciarmos o segundo bloco. Então, a primeiro palestrante, nosso presidente do sistema
Fé Comércio, uma grande liderança do Ceará do Brasil e particularmente um deputado que tem se notabilizado pela sua extraordinária Liderança no setor de defesa do do negócio, do emprego, da renda, da economia. Então, meu presidente, deputado, >> com você a palavra. Obrigado. >> Obrigado. Obrigado, Marcos. Obrigado a todos. Queria aqui saudar o Marcos Pompeu, nosso secretário executivo, a Enid Câmara, presidente da BOC Nacional, nossa amiga, a também amiga Estela Pavan, presidente do SIND Eventos, nosso presidente do Setu, superintendente do SEBRAI, Joaquim Cartacho, nosso amigo que fala às vezes pelo como é que é mais do
que o a pedra, >> mais do que o olho da cobra. Mas também queria aproveitar e saudar aqui o Leonardo Arari, presidente da Biocal, Joel Rodrigues do Centro de Inteligência da Fé Comércio, a Anânia Ribeiro, presidente da SERT, a Suemi Vasconcelo do Visite Ceará e a Ivana Bezerra do da ABIM, a BH. Botaram ABIM aqui, mas é BH. Quase, quase tá bem parecido, né? Mas eu vou fazer só uma perspectiva rápido, como se colocou aqui, é mais uma questão da gente a poder aproveitar, matar saudade. A gente fica nesse dia a dia correndo para um
lado e pro outro e é sempre importante rever os amigos e estar aqui com vocês. Eu sempre também agradecendo a Deus as oportunidades de poder estar aqui falando com vocês hoje. O queria retomar um pouco, inclusive quando foram ver Obrigado. Quando foram Ver a questão da apresentação, votaram o PE. O PES, todos nós sabemos, acabou. Mas é para colocar o que que foi o impacto, né? O setor de eventos, a gente relembrar, né? Nunca nunca é ruim de nós relembrarmos da onde nós partimos para onde nós estamos chegando. O setor de evento foi especialmente afetado
devido às restrições sanitárias que inviabilizaram as as realizações de reuniões físicas. Para mitigar esse efeito, foi criado o PERS com alíquota Zero do imposto de renda, contribuição social sobre o lucro, PIS e Cofins. O PES foi essencial para evitar o fechamento de milhares de negócios e reduziram o inadiplência. em 24 de março de 2025, o PES foi encerrado pela Receita Federal após atingir o limite de renúncia fiscal de 15 bilhões. Eh, esse limite ficou muito conturbado, inclusive não só no Brasil, mas no Congresso, essa discussão com relação a isso. Por quê? Porque, infelizmente, Na hora
de você fazer a lei, foram colocando várias outros quinais que não obrigatoriamente o setor de eventos, que foi o mais prejudicado dentro do setor, mas vários outros eh setores aproveitaram a carona do PES e entraram dentro do PE. E só como houve uma consumo dentro disso, o ministro da fazenda, o Hadad tinha limitado a 15 bilhões, o que não estava previsto no processo. Depois nós, o Congresso votou duas vezes com relação a Isso, mas em síntese nós não conseguimos depois no Congresso manter o PES que deveria ser mantido até 2026, que seria o prazo normal
de se colocar o PS. preocupado com relação a isso. As empresas do Simple, incluindo bares, restaurantes, continuaram em dificuldades. Muitas empresas durante o período pós pandemia saíram desse processo. passamos a crescer. Alguns setores se desenvolveu mais rápido do que outros, mas mesmo assim a exclusão Da da das pequenas empresas mais vulneráveis à CRIV destacou a falta de uma resposta proporcional ao a a esse a essa problemática. Então, foi criado o PLP 21 de 2025 de autoria do deputado Rafael Brito do MDB de Amaz da Alagoas, que buscava corrigir algumas distorções e criando um programa de
refis que abrangesse principalmente, prioritariamente as mic e pequenas empresas para recuperação fiscal dentro de um cadastro de mais de 22.000 milhões De empresas que estão inscritas no Simples Nacional. Isso visa justamente mitigar também algumas ações, porque, por exemplo, no PES, uma das das empresas que mais beneficiada foi foi o Ifood, que deixou de ser mic pequena empresa há muito tempo. Então, as mic as grandes empresas acabaram consumindo em muito o incentivo que foi dado e as mic pequenas empresas acabaram ficando sofrendo. Então esse projeto ele visava principalmente com foco na na mic Pequena empresa nós
discutirmos isso. Eu puxei esse esse projeto, fui o relator desse projeto na comissão da indústria e comércio. Tivemos o prazer de aprovar esse projeto na indústria de comércios na semana passada e esse projeto poderá ser a todas as empresas, micro e pequenas empresas e empresas de pequeno porte com atividade iniciada a partir de março de 2022 e nos quinais relacionados com o segmento do turismo poderão aderir a esse projeto e terem facilitação. Entra o setor de turismo, hospitalidade, hotéis, restaurantes, bares, agências de viagem, operadoras, serviços de reserva, apoio ao turista, setor de lazer e meio
ambiente, parques temáticos e de divisão, diversão, aluguel de equipamentos recreativos, produção teatral, atividades complementares, iluminação, gestão de espaços culturais, exibição cinematográfica, organizações associativistas associativas Desculpem, ligados à arte e o setor de eventos e entretenimento, casas de festas, buffets, organização de feiras, congressos, exposições, aluguel de estruturas temporárias, discotecas, promoção de eventos, discotecas, ainda tem discoteca por aí, né? Promoção de eventos esportivos, né? Nem já eu já não já não sabia nem mais que tinha discoteca por aí, era do meu tempo, mas tudo bem. Promoção de eventos esportivos, setor de lazer, meio Ambiente, parques temáticos e diversão,
aluguel de equipamentos recreativos e os débitos lançados até maio de 2022 inclui débitos inscritos ou não dívida ativa aplicável a créditos constituídos parcelados ou não. O parcelamento inicial, 5% do valor total em até cinco parcelas, ou seja, o pagamento inicial com 5% do valor total em até cinco parcelas. Parcela única com redução de juros, multas e encargos. Parcelamento em até 60 vezes. Valor mínimo das Parcelas R$ 50 e acréscimo de PCA mais 1% ao mês. O PLP garante alívio tributário e fortalece as mic pequenas empresas. Ele tá foi aprovado na comissão de indústria e comércio,
ele vai pra comissão de fiscalização e tributação. Nós já estamos negociando com o deputado ou deputada para assumir a relatoria e eu já estou me propondo a na CCJ pegar de novo a relatoria para se tiver algum problema no meio do caminho a gente consertar e deixar ele redondo Na CCJ e poder subir para o plenário e para o Senado. Então, em linhas gerais, era mais apresentação com relação a esses pontos, colocar de que nós temos a consciência de que o setor do turismo é o setor que mais condições tem de fazer com que o
alavancamento de desenvolvimento regional e do Ceará, pela vocação nacional do Ceará, é o setor que deveria ter o maior ponto de incentivos e de investimentos para esse segmento. Porque ele traz, ao trazer turistas, nós estamos trazendo renda de fora do do estado. Além de estarmos fomentando e ampliando o emprego local que gera renda para consumo, também ele tem um custo muito baixo em detrimento a outros segmentos que vão vir para cá. Então, a minha sugestão é que nós possamos aproveitar seminários como esses para que a gente possa sempre fazer uma reavaliação e avaliação com os
gargalos e as oportunidades que nós temos dentro Do segmento. Quais são as dificuldades que nós estamos tendo para atrair atrair novos eventos para cá? Quais são os custos do nosso equipamento? Qual é a política que nós estamos tendo de gestão do Centro de Eventos e de outros estados para trazermos esses investimentos para cá? De que forma nós estamos vendo as contrapartidas e de que forma nós estamos desenvolvendo a interiorização e a a manutenção do turista mais tempo na nossa cidade e no nosso estado? Então, Esses pontos vocês são muito mais especialistas do que do que
eu no assunto, embora a gente tenha buscado participar sempre em conjunto. E há demais colocar sempre o sistema Fécomércio através tanto do Sesc quanto do SENAC e da própria federação do comércio para junto com vocês poder estar buscando contribuir e defender esse segmento tão importante pro nosso estado. Muito obrigado a todos. Que Deus nos abençoe e parabéns pelo evento. >> Obrigado, presidente Gastão. E a ideia agora, eu queria antes registrar a presença do Ré que chegou agora, é o presidente da Câmara Setorial, Turismo, Eventos da AD, também o Pedro Carlos, presídio o nosso fórum de
turismo aqui, e também dizer que a Riana Rocha representa a secretária Denise Carrá, secretário de turismo de Fortaleza. Enfim, outros colegas já foram citados, mas enfim, aproveitando a a presença do presidente deputado Federal Luiz Gastão, ah, e como anunciei no início, a ideia agora é abrir para o os painelistas, outros que estão aqui no palco, que possam fazer comentários ou perguntas ao presidente Gastão. Então, quem quiser iniciar, por favor. E temos uma boa notícia que temos o tempo ainda tranquilo. Acho que, viu, presidente, temos aí alguns minutos para que a gente possa encaminhar alguns comentários
ou perguntas ao presidente. >> Muito obrigada. Eu quero agradecer aqui Ao nosso deputado e presidente do sistema Fé Comércio por a gente ter uma referência e um apoio dentro da Câmara, porque isso é fundamental e saber de quem vê as nossas dores todos os dias, né? Porque eh tanto eu quanto Enid, de vez em quando a gente dá uma ligadinha, né? As lideranças, ele é muito próximo das lideranças aqui do Ceará. Isso é um grande diferencial que a gente tem. Esse projeto, eh, deputado, ele está para ser aprovado? Já foi 100% aprovado. >> Bom, como
eu falei, esse projeto ele foi aprovado na Comissão da Indústria e Comércio. Eu fui o relator nossa comissão. Ele já seguiu, ele tá na comissão agora de fiscalização e tributação. Eu já tô negociando com o deputado para também botar ele em votação mais rápido. Eu acredito que mais uns 30 dias a gente tira ele da Câmara aprovado, mas ele tá em tramitação na Câmara. >> Maravilha. Obrigada. Eu acho que a gente tem que divulgar bastante aquele vídeo. Eh, nosso sindicato tá compartilhando bem, porque é um momento ímpar, né? Porque a gente, todo mundo se decepcionou
muito com a com a perca do PERS, né? Algumas empresas eh estavam preparadas para ir até 2026. Isso é um alento para as nossas empresas, né? Então eu acho que é eh todo mundo diz: "Não, já passou a pandemia, todo mundo já tá muito bem. O setor de eventos, por Ser um setor que aparece, parece estar sempre muito forte, mas o que se perdeu não se recupera mais. Então eu acredito que a gente com o senhor presente lá defendendo os nossos interesses, a gente consiga algo, algo bem sustentável pro setor de eventos. Bom, como já
passou na na Comissão de Indústria e Comércio, né, Gastão, eu acho que do ponto de vista técnico do conteúdo, isso aí já tá resolvido. Daí paraa frente aí é articulação política, >> né? o mérito tá resolvido. Então é questão, e aí eu vou aproveitar a oportunidade aqui para fazer uma agregativa aqui no no parlamento. Assim, o o setor de eventos ele, a gente já vem discutindo isso, não é a primeira vez que a gente faz seminários aqui para para tratar disso, né? Eh, a já fez estudos sobre isso. A gente tem problemas com o setor
de evento do ponto de vista dos famosos quinais, né? Ele tem que você não sabe, isso é evento, isso é isso, é isso, isso é aquilo. Então, eh, a gente vem discutindo aí. Eu queria saber de você como que, eh, do ponto de vista do parlamento, qual é o melhor caminho pra gente encaminhar. Eu acho que nós precisamos fazer um marco legal do do setor de eventos, né? tem que ter um destaque para isso, tem que ter um recorte para isso, para não ficar dentro do grande guarda-chuva Do turismo, né? Então a gente precisa agendar
isso. Então você lá como é que a gente começa esse esse processo? >> É, eu acho que você tocou num ponto carta, que é um pouco do que eu falei no final. Eu acho que a gente tem que deixar muito claro o papel do eventos. Nós temos eventos, pequenos, médios e grandes eventos, porque um batizado é um evento, um casamento é um evento, uma caminhada é um evento, um seminário é um evento. E desde eventos de grande porte Que você traz como feiras e outros eventos. Então, qual é a política do eventos para o município
de Fortaleza, para os municípios do Ceará de uma maneira geral e para o próprio estado do Ceará? A gente fala com desenvolvimento do turismo, fala em atratividade do turismo e tudo, mas a indução do segmento de eventos, a facilitação. Eu inclusive tive oportunidade de há há umas três semanas atrás, se eu não me engano, ou foi antes do recesso, acho, Foi antes do recesso, ter um uma reunião com o pessoal daqui de Fortaleza que tava fazendo apresentação. Estela tava lá também. a tavam recebendo vários, fazendo apresentação de Fortaleza para empresários e pessoas de trade turismo
de Brasília para captar eventos e captar ações aqui em Fortaleza. Nós inauguramos, quem não foi, eu convido para ir. Nós inauguramos há pouco tempo aqui o Café Comércio no Centro da cidade e num primeiro momento o Café Comércio ele tem trabalhado apenas no café e no almoço. Ele fecha às 5 horas da tarde, então ele não tem sido aberto à noite. E nesses, nessa ida a Brasília, eu fiz um um desafio lá e ofereci os três primeiros eventos que trouxessem pro Ceará, nós iríamos oferecer um jantar no Café Comércio para o público para poder estimular
as pessoas para irem para lá e para fazer o evento no centro. Não me lembrei, não me Esqueci não, viu? Hã, eu quero saber. Não, mas eu tenho que receber as relações de evento, não é só tem que ver quais são os eventos que estão vindo pra gente poder conduzir e ver isso. Então são pontos e ações que a gente pode fazer dentro de ações. Nós vamos realizar, inclusive agora, nós vamos trazer nos dias 18 e 19 de setembro, nós vamos trazer a FPE à frente do do empreendedorismo parlamentar do empreendedorismo para Termos uma reunião
aqui em Fortaleza e será inclusive aqui nesse auditório. Então, para discutir temas, inclusive com relação à reforma tributária, trazendo deputados para cá e vendo então ou atualizar essa questão de para o pessoal do evento não estar olhando só para dentro do centro de eventos ou para o local de eventos, eu acho que a gente tinha que restudar todo o receptivo do estado com as opções e criar mecanismos que nós Nós Já conversamos há muitos anos, há alguns anos atrás, mas poderíamos retomar com uma espécie de um um mapa de locais que poderão ser visitados, quer
de restaurantes, quer de bares, quer de coisas de opções pro turista vir para cá, que não fique restrito a um local comum. Mas você tem aí inclusive a a o restaurante inglês, tem barraca de praia, então você tem uma diversidade enorme e que em alguns eventos que a própria Brasel já faz já tem essas Divulgações. Então eu acho que a gente precisa organizar melhor esses pontos e às vezes a gente tem esses esses complementos dessas ações do evento que não são a organização propriamente do evento, mas que muitas vezes as empresas que organizam os eventos
elas acabam não interagindo com esses pontos. Eu acho que o SEBRAI e nós do Senac poderíamos ajudar na formulação desses dessas ações para complementarem esse essas ações. Então eu eu acho que nós temos como ampliar e melhorar muito com vários espaços e várias oportunidades que às vezes nós mesmos fortalesense acabemos não usufruindo aqui na cidade. Eh, nós temos, presidente, o nosso eh projeto que é a plataforma Meu Evento no Ceará, que foi apresentado inclusive no CIC Comomércio de Brasília, que é uma parceria da ABOC, do CIN Eventos e do Visite, que faz o mapeamento de
todos os espaços para eventos, profissionais de Eventos e futuramente agora nessa segunda parte eh mapear também os eventos que vão acontecer no Ceará. Esse projeto ele é fruto do nosso convênio com o SEBRAI, Acelera Eventos em parceria com a Fé Comércio. Então é uma junção de da das instituições e eu acho que tem tudo para dar certo, né? Essa essa segunda etapa que vai ser lançada agora, ela vai realmente cobrir tudo isso. Vou vou vou fazer as vezes do mediador e Deixar queid vai lá falar que ela tá doida para falar na frente. Pode ir
láid. >> É porque o >> ele não tá acred >> ele tá me ameaçando que tu não vai embora. você >> bom boa tarde a todos. Quero saudar aqui os nossos palestrantes, né, Pedro Luiz, Estela Cartacho. Saudar aqui o Time da dirigentes da Fé Comércio aqui presente, a Cláudia Débora Luiz. Quero agradecer a audiência de todos que nos assiste aqui no Senac também de forma remota, especial os dirigentes da BOC, nossos associados. saudar a todos em nome da Estela, do Leonardo e do Josestine, os empresários e os alunos e os professores aqui presente, os nossos
palestrantes, amigos que vão fazer parte do segundo painel. Muito bom ter a Presença de todos vocês aqui. Antes de entrar na minha fala, que é bem rápido, são três pontos, eh eu vou iniciar dizendo para vocês que essa semana eu recebi uma ligação, gastando um empresário de São Paulo perguntando se como presidente da BOC Brasil eu poderia compartilhar os dados do setor para ele. E aí eu perguntei se ele era associado da BOC, ele disse que não. E aí eu falei para ele, ele disse que queria muito esses dados para fazer Uma reunião com os
empresários para apresentar um projeto e contextualizar. E aí eu disse para ele que eu gostaria muito de ter os dados para passar para ele, mesmo ele não sendo associado de nenhuma das 14 entidades que hoje estão trabalhando dimensionamento econômico, mas que nós não tínhamos. ele ficou assustado, como não ter dados do setor atual, né, para que ele pudesse defender, Cláudio, o projeto dele lá com os empresários. E aí, eh, eu queria compartilhar para vocês que esse é um dos grandes desafios, né, quando o Marcos fala de panorama nacional, né, Anânia, esse é o grande desafio
do setor de aventos, é a gente ter um marco regulatório, que é o primeiro, um dos primeiros pontos aqui que eu vou trazer, eh, com vários assuntos, vários pontos, né, várias projetos de leis que defendam o setor. Inclusive o Gastão, Quero aqui parabenizá-lo e dizer que é muito importante ter um parlamentar que defenda o setor, que coloque o gabinete como ele faz. Santa coloca à disposição da Becre, né, Ivana, não sei se já foi, mas entidades que o procura, que eu já vi várias por lá, não sei se o Régio já teve lá, mas já
encontrei vários presidentes de entidades lá. E aí, eh, eu, o Gastão tá nos cobrando um projeto de lei, inclusive para, eh, que o setor tenha esse marco regulatório De uma forma mais ampla, né? Aliás, tem um marco regulatório que não tem no setor de eventos. O Marcos Pompeu disse que pesquisou ontem à noite, disse: "Não, Marcos, não tem." Mas o que é que é importante pra gente contextualizar nesse projeto que nós estamos elaborando pro Gastão são dados, não é? E eu quero dizer para vocês que o setor não existe dados em série. Depois de 13
anos, depois da pandemia, nós vamos ter o terceiro dimensionamento Econômico do setor de eventos que vocês devem ser procurados para responder, né? Então essa é uma política importantíssima. Não sei se vocês sabem, mas o PES foi elaborado com base no segundo dimensionamento econômico realizado pela BOC Brasil em parceria com o SEBRAI. 2013, 2003, né, Jos 13. Eh, o PS Gastão, quando a Fátima ligou pros presidentes, ela tava elaborando o PES lá com as Entidades com dados do dimensionamento econômico que está em curso hoje. Mas, por incrível que pareça, paz-me responder a pergunta do empresário de
São Paulo. Nós não temos hoje ainda não avançamos porque os empresários não respondem os questionários. Então, pasme a vocês, nós nem temos dados e ainda não temos consciência empresarial de que sem esses dados nós não conseguimos contextualizar um projeto, assim como o PES precisou de Dados para fazer o PES para no parlamento defender que precisaria saber do retrato do setor para justificar um programa como o PES, que foi o maior programa de apoio a da América Latina, a empresa do nosso setor, sem falar que foi o único projeto eh, programa de apoio às empresas, né,
que existe hoje, acho que na América Latina, não conheço nenhum outro igual. Então, tô começando a minha fala com Esse ponto, porque não existe política pública sem dados e não existe elaboração de dimensionamento econômico, como nós estamos fazendo hoje em todo o Brasil, com um recurso conseguido pela BOC Brasil com o Sebrai Nacional, eh, atuando fortemente nos estados. A última reunião tinha 5.500 horas trabalhadas já esse ano nesse trabalho, nesse dimensionamento. Não existe política pública sem dado, gente. Então, eh, não é só conseguir o recurso, Entende, Gastão? É toda uma logística que se tem para
operacionalizar, não é? E é fundamental que o empresário tenha essa consciência de que sem ele abrir os dados, nós não temos dados, né, Suemi? Nós não temos relatório. Então o, eu entendo hoje que o setor de eventos é um dos segmentos da economia mais importante pela sua transversalidade, né, Anânia? Quem, qual é o setor econômico do país de uma economia que não realiza um evento, seja para vender Seus produtos, para vender suas tecnologias, não é? todos os segmentos da economia realizam eventos, gente. Então, daí mostra a grandiosidade desse grande setor, desse grande segmento. Ele impacta
em todas as outras cadeias produtivas. Estamos falando de um grande ecossistema de negócios, não é? Então, um projeto de lei, como Gastão acabou de aprovar dessa forma, é muito importante, porque ele vem dar sustentação, ele vem eh iniciar uma nova política pública por Espécie, não é? E esse dimensionamento é o primeiro retrato do setor pós-pandemia, né? Então ele é muito importante. Então peço a vocês que se receberem os questionários do Observatório da Indústria, seja você organizador ou gestor de um espaço de center. E aí, Gastão, a gente traz aqui, carta Estela, três pontos que nós
consideramos fundamental dentro daquela proposta que você nos pediu, que o setor apresentasse A você, né, demandas, né, a gente entende quem é que tá passando, hein, Marcos? Sou eu. >> Desculpa aí a ignorância. Bom, a gente entende que dados, como eu acabei de falar, é fundamental. Só que não não basta a gente ter um dado como a BO conseguiu agora, depois de 6 anos lutando pel um recurso carta, aí o setor passar mais 13 anos sem uma nova pesquisa. Então, a gente precisa institucionalizar uma política que esse recurso esteja provisionado em algum lugar para daqui
a do anos nós termos um outro dimensionamento e assim seja, né? Ou seja, a gente ter dados em séries, que é o que importa quando Joel e todos os as instituições precisam fazer comparativos e nós mesmos precisamos defender o setor, a gente precisa de dados em série. Então essa é a proposta número um que a gente traz, criar um grande Observatório nacional, né, e prever recurso para isso. Não adianta só a gente investir eh num observatório, investir numa infraestrutura tecnológica, né, Anânia, sem ter provisionado legalmente um recurso para isso. E aí nada melhor do que
a gente ter o Gastão aqui, porque a gente sabe que o agro é o que o agro é, porque tem uma série de parlamentares envolvido nas grandes lutas, nas grandes questões do agronegócio, né? Então, para nós ter um Deputado como Gastão lá, inclusive identificando quais seus pares tem afinidade com o setor e que pode, né, hoje, depois da pandemia, gente, o setor não é mais invisível. O Congresso conhece as nossas fragilidades e as nossas demandas. Então, é uma ambiência, nós vivemos hoje numa ambiência super favorável, né, Cláudia, para apresentar qualquer projeto, não é? Então, acho
que esse é um momento importante, Gastão. A gente tá detalhando eh mais esse esse Material. Jos Bestin tá se debruçando sobre isso e ela e nós vamos entregar hoje essa minuta com esses dados preliminares, com esses pedidos preliminares, mas a nossa intenção, né, eu tenho ainda mais um ano e meio na BOC, é que a gente possa juntar forças para iniciar um processo que possa ser dado continuidade aí na próxima gestão, mas que principalmente ainda nessa sua gestão a gente consiga eh nesse seu primeiro Mandato, a gente consiga consiga dar a entrada aí num projeto
que seja amplo, né, que realmente a gente consiga desenvolver algo que dê segurança jurídica, né, que traga que trate o setor de uma forma sistêmica, né? Que mais? Bom, um outro ponto importante que eu acho que a gente precisa no Brasil é a questão dos equipamentos, né? Mapear, como você tava falando, como é que estão os equipamentos? Eles estão estruturados, né? Eles estão acessíveis, Né? Eh, eles estão com legislações adequadas. Não sei se vocês sabem que recentemente teve um evento internacional no Ceará e que não teve nenhuma empresa de eventos e que esse evento ele
causou vários problemas pro destino, inclusive uma imagem muito negativa de que o destino não tá preparado para fazer evento internacional. Recebi várias reclamações de fornecedores, conversei com a SUMI, Com secretário de turismo. Então, assim, importante a gente ter um mapeamento dos equipamentos e também uma legislação que proteja, né, o setor como um todo. criar uma plataforma digital integrada, né? A Estela já criou um uma plataforma aqui do Ceará, mas hoje você quer fazer um evento no Rio Grande do Sul, em Cuiabá, qualquer em Mato Grosso, qualquer estado do Brasil, aonde você vai ter um acesso,
aonde, qual é a plataforma que esses dados estão organizados, né? Assim como Não existe um calendário nacional de eventos, também não existe um calendário, uma plataforma de espaço com capacidade, que em qualquer lugar do Brasil eu posso saber que se eu for até Mato Grosso, eu tenho o Cesc Pantanal, que tem essa capacidade que eu posso fazer o evento X e Y lá. Então acho que isso também é uma grande demanda, né? Existe aí uma uma um espaço enorme, um oceano azul de oportunidades para desenvolver uma plataforma em cima Disso. Eu acho que eu passei
um ponto, não foi, Josatório. Tá bom? Então, eh, era isso, meus amigos, que a gente trouxe aí como a BOC Brasil para contribuir com esse debate. Parabenizar o cartacho por essa iniciativa. O Setu Nacional fez 70 anos esse mês, né, Gastão, que é é uma história. O Setu do Ceará é uma conquista do Gastão aí na na gestão dele. É um é um, eu entendo que é um Braço importante do setor dentro da Fé Comércio. Eu acho que a gente precisa usar as estruturas do do CTU para construir com todas as entidades, né? Aí você
tem lá BH e você tem lá todas as entidades do turismo que estão aqui nesse auditório que não estão, né, Rég, que estão na Câmara Setorial, juntar essa governança, porque o estado que tem uma governança organizada, como tem no Ceará, é um estado que se destaca no Brasil. Então, Não são todos os estados da federação que tem uma governança organizada com as entidades como nós temos no Ceará. E quando a gente viaja para estados que não tem essa governancia, Gastã, a gente vê a dificuldade no aeroporto, no centro de convenções e todos mais. Então, acho
que isso é um problema, eh, eh um desafio que o CTU tem a partir do estado do Ceará que tem toda essa governança organizada. Parabéns e espero ter contribuído aí com o trabalho do Setu. Eh, carta, obrigado, Josine, pelo apoio, pela parceria. Obrigado, Nid. Bom, na sequência pergunto, senhor presidente Gastão, ao Estela Cartaz, querem comentar a fala daíd também saber do tempo do presidente para saber se damos sequência com a Estela. Então, presidente podemos dar sequência, por favor? agradecer aí ao nosso presidente, né, por ficar. Ele tem uma agenda corrida, Né? Então, por isso que
a gente fez esse evento na segunda-feira para ele poder estar presente. Eh, complementando só a fala da Enid, nós tivemos aqui com a a BOC, com o Summit e veio liderança do Brasil inteiro e eles viram, nós levamos na Fécomércio esses presidentes e eles viram a grande diferença que a gente tem aqui no Ceará. Então isso tudo se deve muito à liderança da Enid hoje, que conseguiu e também do Léo, que conseguiu trazer Essas lideranças para cá e viram a força, né, do associativismo, a força das lideranças cearenses. Eu vou começar lá com o meu.
Só queria pedir desculpa, mas é porque eu tenho que ir para Horizonte e tem que tem que vou ter que sair, mas eu vou a a Débora vai continuar aí, o Marcos vai continuar aí, ou seja, o sistema continuará aí com vocês participando também. O Luís vai Continuar aí também. Então, só vou levar aqui, n, tô tô vendo e o que a colocou só para finalizar aqui. Hoje qualquer problema com relação à regulamentação legal, processo de lei, nosso gabinete está à disposição de todos os segmentos e principalmente do segmento do turismo. Então, qualquer sugestão de
criar lei, de criar processo, nós estamos aí à disposição. nosso trabalho enquanto estivermos lá, né? O nosso primeiro mandato já tá Terminando. Não sei se vamos pro segundo, mas pelo menos durante esse período que tem agora, nós vamos continuar lá trabalhando, se Deus quiser, para apoiar vocês e agradecer a tudo e parabenizar o cartaz por toda a gestão que tem feito aí e sugerir que justamente a gente aproveite essa relação que nós temos aqui e que a gente tenha uma ação mais eh que eu diria a propositiva. É aquela coisa, nós estamos fazendo Muitas reuniões,
nós temos uma ambiência, mas nós precisamos ter um projeto que todos nós vamos a a em cima deles. OK. Tá bom. Fala Rég rapidamente aquela reição péssima assunto péssima aquela valores que foram colocados para voltar a ter dentro do crédito os 15 bilhões aquilo ainda existe ou morreu? >> Ô, ali a fazenda não vai dar, vai enrolar. Já disse que deu. Eu não Acredito muito, tá? Eu não acredito muito. Há uma pressão grande em função disso, mas por conta do que nós estamos vivendo, infelizmente dentro desse momento que nós estamos vivendo no país, hoje o
foco tá muito desvirtuado e o governo tá hoje com algumas dificuldades de caixa. Isso é fato. Então, e por conta desse dessas ações aí agora, eu não acredito que avance, tá? Acho que o governo errou quando se terminou o processo do PE, até porque e tem muita Gente entrando na justiça, porque a concessão do PES pela lei era até 2026. Então, quem tá entrando na justiça, alguns estão ganhando a manutenção. >> OK. Obrigado, gente. Vou pedir desculpas, mas eu tenho que Vamos aqui. É Bom, boa tarde a todos. Pergunte se Luiz Fernando poderia nos dar
honra de ocupar aqui a presidente >> nosso vice-presidente do sistema F comércio. Por favor, >> o senhor puder nos dar a honra de ocupar aqui o o lugar do presidente Gastão. Estela, por favor, com você a palavra. Eh, boa tarde a todos, aos nossos amigos aqui desta palestra, o Cartacho, agora Luiz Fernando, Enid e o Marcos. A gente construiu isso pensando somente no fluxo do setor de eventos e engrandecer cada vez mais. Quero cumprimentar todos os nossos amigos que só tem cara amiga Aqui, gente conhecida. né? A Anne aí representando todas as mulheres do nosso
trade e em especial aos associados sim de eventos que não decepcionam jamais, estão sempre presentes com a gente. Começaram desde agora 11 horas, viu, gente? A gente trouxe uma palestra eh que já faz parte do nosso convênio do Sebrai. Então, a gente tá aí, almoçou no Maiu e estamos aqui na sequência. Então eu espero trazer bastante conhecimento junto com os nossos amigos aqui, que Esse é só o primeiro painel e daqui a pouco tem outro que é espetacular. Então ninguém vai embora, fica até o nosso lançamento do livro. E eu vou passar aqui falando um
pouquinho, deixa eu só levantar aqui, da origem da cadeia de eventos. Eu sempre falo da importância do setor de eventos, que nem todo mundo dá importância devida, como a própria Enid tinha falado, a gente não evento tá em todo lugar, né, em várias etapas. Daí a gente deu uma pesquisada, Eu conversando com o meu filho ontem e e eu disse: "Não, vamos falar só a cadeia aqui do Ceará". Mas a cadeia de eventos todo mundo já conhece. E de repente a gente começou falar sobre como começou o setor de eventos, né? Como começou as feiras
desde a antiguidade. Então, as aldeias, os povoados, eles começavam ao redor de pequenas feiras, né? Eu falo isso porque eu amo feira, vivo de feira, tenho 30 anos de mercado no setor de eventos e eu sei o que um evento de Negócios, uma feira traz de benefícios. Não só para quem participa diretamente, mas para quem participa indiretamente, que é hotelaria, é transporte, que a gente vai falar um pouquinho também. Passando da antiguidade, a gente vai lá pra Idade Média, onde tinha aquelas feiras, os festivais medievais, né, a Grécia com os Jogos Olímpicos. Depois, eh, no
século XIX, eh, depois da Segunda Guerra Mundial, veio a questão de feiras e congressos e o mais. E no Brasil, por Incrível que pareça, as feiras e festival começaram fortemente depois de da década de 70, né? E o Ceará a gente fala muito de romaria, de festividade, mas a gente começou lá com eh o Juazeiro do Norte, né, com aquelas romarias antigas desde a época do padre Cícero. E nós temos um marco hoje no entretenimento que é o Fortal aqui no Ceará, o festival J e Blues, como a Enid falou da questão eh dos grandes
eventos agropecuários que t o incentivo e que Tem dados, que é o que falta pro setor de eventos, principalmente o evento corporativo, e que a gente juntos vai conseguir chegar lá, né? E o Ceará deu uma grande guinada quando a gente conseguiu lançar o nosso cent Eventos em 2012. A partir daí a gente começou a trazer grandes eventos, né, esses grandes eventos internacionais. E hoje o nosso espaço é um dos principais da América Latina, né? A Gente tem uma foto aí, não por menos eu coloquei a foto do meu evento Aenace, né, para lembrar todos
vocês que já vai começar no mês de setembro. E a estrutura do setor de eventos aqui no Ceará, ele começa desde o planejamento, porque nós temos muitas empresas de organização, né, poucas empresas de promoção. No nosso sindicato hoje nós temos, eu acredito, menos de 10. E fiquei feliz porque surgiram novos eventos através do Apoio aí da Fé Comércio o ano passado e esse ano a gente lançou dois novos eventos próprios que foi a 100 que é ligada à moda. Esse ano a gente teve a Expoos e o importante desses eventos que a gente tem realizado
no Ceará, que é um dos princípios do sindicato e também da através da ENID, que também é promotora de eventos, é a gente contratar somente gente que é associada, empresas associadas a ABOC, ao Sind Eventos, ao Visite, porque isso vai fortalecer Toda a cadeia de eventos. No meu evento AENAS, o ano passado a gente contratou mais de 22 empresas. A Enid fez agora o seminário dos prefeitos, contratou inúmeros eventos, empresas de eventos. A Expo Altos, que foi organizada por uma associada nossa, Alfa, também contratou só associados. Então isso vai fortalecendo o nosso setor e mostrando
o diferencial, porque nós temos sim dentro da cadeia de eventos aqui do Ceará muita gente boa, muita empresa competente e o Papel do sindicato hoje é capacitar. Para isso, nós vamos falar já já do nosso convênio. Então vem a questão da produção, serviço de apoio e produção, conteúdo e programação e esse tanto de profissionais envolvidos que a gente falou. Aqui a gente esmiuça um pouquinho mais, né, a questão eh da infraestrutura, dos produtores, dos fornecedores, dos profissionais diretos, que num grande evento a gente consegue eh Contabilizar às vezes mais de 1000 profissionais diretamente contratados para
aquele evento e sustenta muitas famílias, é geração de emprego e renda. Então isso que as pessoas têm que valorizar. Somos nem sempre um setor que é bem visto, porque às vezes misturam todo tipo de evento, principalmente na pandemia, que era uma da das brigas aí das lideranças que misturavam evento, eh, porque nós tínhamos os eventos Legais, né, os eventos autorizados, que fomos barrados, não podíamos fazer e os clandestinos estavam aí de de vento em poupa. Então, a gente tem que fortalecer e mostrar a força do nosso setor. A gente tem esse diferencial aqui no Ceará,
que é as instituições parceiras como o SEBRAI, a Fé Comércio, governo do estado. E o que é mais impactado, gente, no setor de turismo, de eventos de negócios, é a hotelaria, o transporte, a gastronomia e o comércio, porque ninguém Vem exclusivamente para um evento sem gastar e aproveitar o destino, porque nós temos um grande diferencial, fazer um evento no Ceará, as pessoas não vêm só pro congresso, eles querem ficar um pouquinho mais e conhecer as belezas do nosso Ceará, que tem sol, sertão, mar, então, serra. Qual é o estado que tem todas essas opções? Aqui
a gente fala eh que é a nossa grande dificuldade quando vai fazer uma apresentação ou divulgar na mídia dados. A gente não tem dados específicos pela dificuldade do próprio empresário de fornecer. Eh, eu faço o mesmo apelo que a Enid fez aí, porque eu também eh eh sou da diretoria da ABOC e a gente sente a dificuldade das empresas passarem esses dados. Então, passem os dados pra gente poder ter um retorno maior e poder brigar pelo setor num todo. Eh, a geração de empregos é gigante, a gente tem mais de 50 segmentos diretamente Impactados, né,
que formam uma cadeia muito grande e a consolidação do Ceará como polo de eventos e turismo de negócio. Eh, o nosso destaque, eu coloquei feira também, é, do centro de eventos, mas nós temos hotéis, a gente tem várias, vários espaços, né, sempre é pouco. Eu acho que nosso governo já anunciou que a gente vai ter um grande polo de eventos no Eusébio. Eu acredito que realmente vai acontecer no autódromo e isso vai fazer Com que a gente consiga trazer mais eventos ainda pro Ceará. eventos são motores de desenvolvimento econômico e social para o Ceará. Eh,
falando do papel do nosso sindicato, do C Eventos, ele é uma grande representação empresarial. Então, tem muita gente que fala: "Ai, por que que eu vou me associar ao sindicato ABO que eu visite?" um complementa o outro porque são Segmentos eh afins, mas o sindicato é o que dá legitimidade, né, ao setor, ao que pode brigar em algumas instâncias, tem a articulação institucional. Eh, o nosso projeto Acelera Eventos em 2023 e 2024 praticamente, terminou agora final do ano passado. Ele deu uma grande guinada no setor de eventos, em especial no que se trata de capacitação,
interiorização. fizemos missões empresariais no interior do estado e o Nosso associado, ele viu a importância eh de se capacitar, não foi só os gestores, mas com a parceria que a gente tem com o SENAC, a gente teve inúmeros cursos disponíveis e os nossos associados e também parceiros com a BOC e e o Visite puderam aproveitar das mentorias as capacitações. E esse ano, eh, a gente fechou o novo convênio que é o Acelera Eventos parte do que a gente vai ter eh nesse ano Começa a nossa primeira missão internacional para Portugal. Então, a gente já tá
com mapeamento, conversei com o professor Joel aqui, que é português, já estamos eh conversando com o cônsul de Portugal pra gente poder visitar empresas e ver realidades de grandes eventos fora do Brasil. Então isso tudo é possível devido à articulação junto ao SEBRAI e a Fé Comércio. E isso é fomento, é profissionalização. Quando eu falei com o presidente deputado Gastão ali do nossa da nossa plataforma, o meu evento no Ceará, é porque ele é muito importante. Todos os associados Cind Eventos, AOC e Visite estão lá. A gente tá fechando uma parceria com o com o
centro de eventos também para quando chegar um novo produtor querendo trazer um evento para cá, que ele procure primeiro no meu portal aonde ele vai ter o respaldo de grandes empresas que são associadas a Essas entidades e que podem entregar um trabalho de excelência. Esse essa plataforma ela foi uma das selecionadas dentro do evento SIC Comércio da CNC, eh como uma das boas práticas eh escolhidas de 750, ficamos entre as cinco para apresentar para todos os sindicatos do Brasil e vários outros estados já nos contactaram para levar essa boa prática para outros estados. aí, exemplo
do Amapá e do Rio Grande do Sul e também Goiânia, que já entrou em contato porque Acharam formidável essa plataforma, que é uma forma de você tá divulgando o associado, porque aí o profissional de eventos ele está na vitrine. Então, quem quiser fazer evento no Ceará ou contratar, eh, mesmo sendo daqui, que procure o a nossa plataforma, que com certeza eh tem um Qcode, se vocês quiserem eh acionar e ver tudo que a gente tem, desde a parte de hospedagem, hotelaria, né, eh transporte, Organização, fornecedores, som, luz, Tudo a gente vai ter no meu portal,
meu evento no Ceará. E a gente sempre dizia que juntos somos mais fortes, mas a própria Suemí Estela, vamos pensar numa frase nova. Então, juntos transformamos eventos em oportunidades para todo o Ceará. Isso é a força das lideranças aqui, porque não é só a Visite, não é só a BOC, não é só sim de eventos. Nós temos aqui a CETER, nós temos o Fórum do Turismo e eu Acredito que juntos a gente vai fazer um setor mais forte e que realmente mostre o potencial que nós temos. Os cearenses sempre fazem coisas eh diferentes e com
coração. Eu falo isso, apesar de ser gaúcha, mas eu já me considero uma cearense de coração. Cearense dos pontos. >> É, eu digo que eu sou uma cearucha. Eu moro aqui há quase 30 anos, minha meus filhos são cearenses e eu quero cada vez mais fazer com que o Ceará disponte no Ranking nacional, eh, não só no setor de eventos, turismo e negócios, mas numa cidade tranquila, feliz e com boas estruturas para quem visita e para quem mora. Obrigada, gente. >> Obrigado, Estela, presidente do S de Evento Ceará. E outra boa notícia é que estamos
no horário, viu? Estamos no horário agora para ouvir a o último painelista, palestrante, Joaquim Cartazo, que é o presidente do nosso Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Fé Comércio e diretor superintendente do Cebra, Ceará. Queria agradecer aqueles que nos nos prestigiam aqui pelo YouTube do Sebrai. Estamos aqui ao vivo em Cor. Estou inclusive com o YouTube aberto aqui e é uma oportunidade que vamos ter de guardar essa esse conteúdo e e dar sequência. Presidente Cartazo. >> Opa, boa tarde. >> Boa tarde. >> Eita, boa tardezinho fora dos eventos, viu? Boa tarde. >> Boa tarde,
gente. >> Boa tarde. >> Fraco ainda, viu? Bom, eh, eu vou tomar emprestado aqui todos os os cumprimentos que foram feitos, tá? E cumprimentar todas as pessoas que estão aqui nesse nosso evento sobre eventos. Eh, o que eu vou apresentar aqui, me deram o tema aí do eventos e empreendedorismo E aí eu tinha que fazer algumas opções, né, Ivana, eventos. Mas qual é o evento? Quais os eventos? E aí eu vou vou fazer aqui um uma apresentação de eventos empreendedorismo, né, com base nos eventos populares, os eventos populares e os eventos populares do Cariri. Eh,
tô pegando uma parte de uma palestra que eu fiz no Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas, né, sobre a importância do a importância do padre Cícero na economia criativa do Nordeste, tá? Então, tô pegando uma parte disso e vou juntar aí com os eventos do de Crato e e de barbalha. para animar isso aqui. Bom, Setu aí, o Sebrai já fazendo aí uma homenagem. Quem gosta dessas fitinhas aí? Opa, Catilé, distribui fitinha aí pro Povo. E olha os pedidos, hein, gente. E olha, olha aí. faz os pedidos aí, hein? Eh, bom, isso aí foi a
palestra lá do do Instituto, ó, Padist economia Criativa do Nordeste. Depois, semana passada, dia 7, eu acho, dia 7, né, foi lançado o programa Cariri Criativo e também com esse nome espetacular, como como conectar mercados Criativos aos ciclos de sustentabilidade socioambiental econômica. Eu também fiz, aproveitei lá o a palestra do padre Cí e coloquei aí. E hoje estamos aqui, estamos aqui no CTU, né? Vou tentar abrir aqui essa discussão sobre a importância dos eventos, em especial pro empreendedorismo. Começa aí pelo Espocrato, né? Espocrato 25 já é um é um evento mais do que consolidado que
a cada ano, né? e que gera um conjunto de Empreendedorismo e é um evento e é um evento popular. E eu sempre me pergunto, quem é que opera isso? Quantos quantos promotores de eventos, né, profissionais, amadores, né, tentando sobreviver, cuida da Espocrato. E a Espocrato desse ano aí, só eh, puxando brasa pra nossa sardinha, né, a gente pelo segundo ano a gente tá participando da Hippocrato, integrando aí o sistema S, o sistema S, né? Todos, todo o sistema está aí. né? Cada um Apresentando o seus produtos, seus serviços e mostrando como isso é integrado e
como o o Senac, o SEBRAI, o SESC, né, e se integram nisso, tá? E aí o o evento da cultura dentro da Hippocrato, né? Porque isso, o cortejo é um evento. Por isso que eu insisto que um dia a gente precisa sentar aí arrumando isso, né? É um evento que tem que tá dentro que tá dentro eh do do da Espocrato, né? E ol não é pequeno, são 24 grupos culturais que entram aí, Promovem um evento popular na na Espocrato, mas a Espocrata também traz o Roberto Carlos, né? esse ano, depois de 10 anos, ele
foi lá, né, e abriu a Espocrato, né, o Roberto Carlos. E aí é a barbalha, eu tenho Espocrato, tô falando só dos grandes, pequeno ainda é outra, é outra história, né? Aí eu tenho a festa de Santo Antônio em Barbalha. Olha só a informação. Atrai 350.000 pessoas e movimenta 22 milhões na economia de barbalha, né? 350.000 pessoas, né, Ivana? Deve ser 10 barbalha, né? Deve ser umas 10 barbalhas. A barbalha deve est aí com 35, bom 40, né? Então evento de uma semana acontece isso e tudo que envolve aí de atividade empreendedora em torno de
uma festa popular, né? e transforma a barbalha, a festa popular Transforma a barbalha num destino turístico nacional. Quem organiza isso, né? Os diversos eventos que existem dentro desse eh grande evento popular do da cidade de Barbalha e vai os grupos culturais, ó, o cortejo, né? O cortejo é um evento popular que acontece dentro dos eventos. acontece, acontece lá em na dentro da Hippocratico, mas acontece na na festa do Pau da Bandeira. E tem uma característica desses eventos, porque a Espocrato é dentro de um parque e o pau da bandeira é na cidade, envolve a cidade,
as casas que estão aí nesse nesse corredor, nesse corredor cultural. Aí são, isso aí é outro evento empreendedor, né? Empreendedor que é a o cortejo das meninas, né, que pediram para casar Santo Antônio e estão aí esperando que no na festa apareça apareça quem a pessoa que vai casar com Elas, né? Aí empreender, alguém faz esse véu, né? Então eu tenho um eu tenho um evento, né? que tem essa essa essa questão cultural e alguém faz esse véu aí e não é 1 2 tr, né? Três da foto. São são muitos de novo aí. E
esse é um evento, essa é a famosa, há um evento chamado Noite das Solteronas, tá? Essa aí é a a solteirona mais antiga e que quando o o pau passa na frente da casa dela, né, Ela sai de casa e sobe no pau. Então isso faz parte, isso faz parte do do evento. É um é um dentro do do dentro do do aí do do evento que ia trazer o pau da bandeira. Ó o Sesc aí, ó. Cesc que aí já aparece se mostrando, né? Né, a Débora? Tá aí dentro aí a igreja da matriz,
aonde o pau vai ser fincado e a bandeira de Santo Antônio vai ficar lá no no mastro. E mais a música, que aí é um eventos Dentro do eventos ou um, vamos dizer, um uma conexão de eventos que conformam a festa do pau da bandeira. E esse ano o Marx Pertson, né, resolveu fazer um evento global, né, ele tomou iniciativa, empreendeu, né, e criou e criou eh esse esse evento aí de levar os globais para dentro da festa do do pau do pau da bandeira. do pau da bandeira, né? É a primeira experiência, né? Possivelmente
no próximo ano isso aí Vai ser vai ser ampliado. Bom, agora vamos aqui falar do par Cícero, as coisas ficam mais complexas, tá? Ó, fé e cultura no desenvolvimento do sertão. Começa logo aí, né? Como é que um isso aí não não vou tratar aqui do problema da religiosidade, das questões políticas do padre Cisso, se o Papa vai transformar, nada disso. Eu vou tratar aqui é o fenômeno cultural, né, Do padisso que desdobra em outros fenômenos culturais ou em outros eventos culturais. Então eu tô com o pai de Cícero, que é um fenômeno cultura dentro
de um evento carioca. Isso é unido de padre Miguel o ano passado. E fez uma homenagem que fez uma homenagem ao ao padíso, né? E aí é um evento onde o profano e o sagrado estão estão misturados. Aí a aí é o um resumo do padre Cícero e aí já é As questões da modernização, as questões tecnológicas. Eu tenho lá o a nossa estátua do parciso tradicional e para você chegar agora já não precisa ir a pé, né? Você já pega um teleférico e o cuidado que ah, é bacana um teleférico, mas o cuidado que
começa a se ter com isso, Dra. Porque o teleférico já começa a intervir na paisagem. Intervir não, interferir na paisagem, na paisagem do orto. Olha aí. Isso aí é a estação do teleférico. Olha, isso não tinha aí, tá? Então, para ter o teleférico, eu tenho que ter essa estação. E essa estação, ela começa a interferir brutalmente na paisagem. Eu já tenho, a estátua tava sozinha já, os italianos fizeram a igreja que já concorria e agora eu tenho a estação, a estação do teleférico, né? a continuar isso. Daqui a pouco a estátua desaparece, o orto perde
eh a carga simbólica que ele tem hoje. Você Imagine do lado do Cristo Redentor e começar a colocar um bocado de de coisas que interferem com a com a com a com lá a estátua do do Cristo Redentor. E aí é o povo subindo pela ladeira, né? Aí acho que a promessa aí, a penitência aí é a penitência é maior, né, Luiz? Já subiu essa ladeira, Luiz, hein? Já pagou promessa aí? É bom de pagar, cara. Bom, e tudo isso e tudo isso e todo e tudo e e tudo isso aí é por conta do
da Tal das romarias, que é fruto que é fruto desse fato religioso, cultural, né, da da Beata, que a partir daí vem as romarias e são as romarias esses eventos que vão, né, se desenvolvendo, mobilizando economia, empreendedorismo. E aí se consolida a cidade de Juazeiro do Norte. E aí na na do ponto de vista do empreendedor da economia criativa, eu tenho literatura, literatura de cordel, Toda uma santuária, né, audiovisual. Aí isso aí, YouTube, tudo. Se você quiser saber do parco, você vai no YouTube. Isso aí é só uma um recorte que eu fiz. E tem
o museu, né, que é os equipamentos, né, Estelé. Aí eu eu não tenho um centro, tem um grande centro cultural hoje na região, mas aí em Juazeiro eu tenho um um equipamento aí que mobiliza, Que é que é atrativo e que é complementar as as romarias, né? Para quem não conhece, para quem não conhece, a sala de exvotos aí. Ei, Joaquim, ei, Joaquim. Opa. Aí o o comércio popular, né, que das lojinhas que estão no entorno, fora aqueles que eu mostrei lá da estação, aí aí já é a a o evento do tradicional, Né, e
do e do digital, né, a inovação, onde a estátua que é tradicional, ela recebe a arte digital. né? Sobre aí. Aí é uma arrumaria, ó. É romaria nossa das candeias. Reza a lenda, né? Que também não tem dado, viu? Yenid. Reza a lenda aí que cada romaria dessa vai aí umas 300.000 pessoas. É isso, Ivana? A Ivana tá dizendo que é. Pronto. Então, se são 300.000 pessoas, tem 300.000 velas. Onde é que é feito 300.000 velas? Como é que é comercializado com 300.000 velas, né? Aí depois tem a outra romaria que tem a missa do
chapéu com com isso aí é é outro evento. Quem que empreende aí para para fazer o chapéu para ter essa fitinha? E essas fitinhas aí que a Cati distribuiu, né? Se a pessoa produzir 1 milhão de fitinha e ela e ela vender a R$ 1 cada fitinha, é R 1 milhãoais. Não, não, eu não vou perguntar aqui quem é que fatura R 1 milhão deais. E o sistema de transporte que tem que ser, né, que é organizado ou é desorganizado, mas atende aí ao evento, né? Porque além de levar os romiros, ainda faz o evento
da carreata dos romiros, né? A procissão dos ônibus. São tudo eventos ou evento dentro do evento ou como eu disse uma conexão de eventos. Olha, tem um sistema de logística, né? >> Tem esse, mas tem esse que também tem. Alguém organiza isso aí, alguém empreende nesse nesse processo. E tem a moda e tem as medalhinhas e tem água mineral, né? E tem um negócio aí que é feito também. Rezalenda, viu, Ivana? A Ivana aqui é que é minha consultora sobre questão do padisso, tá? Desculpa. A Pessoa pega, compra uma caixa com 12 águas, aí vai
lá pra missa que vai acontecer lá na matriz. Aí na hora aí benzei, ela levanta a caixa e fica com água benta, né? Então a água tá benta. Então ela volta pra comunidade dela e vai vender a água benta do par de cisso e essa garrafa vai para cima de alguns oratório e não vai ser bebida. Ela fica lá com uma água benta da romaria que a pessoa foi no sei lá no no ano tal. Mas tem óleo para massagem também, né? Essa aí cura tudo, tá? De bicho de pé, a espinela caída tá valendo.
E tem um vinho, ó. Aí o vinho é fantástico, porque o vinho você bebe na sexta-feira. Na sexta-feira santa reza a tradição que ninguém come carne, não é isso? Tá. Mas quando é no sábado, você tem um churrasco, >> você faz o churrasco e aqui tá escrito aqui assim, ó. Produto empacotado com Cavão vegetal proveniente do plano de manejo florestal sustentável. Portanto, aí é cavão com sustentabilidade. Cavão, >> tá? Pois é. Então, ó, vinho na sexta, churrasco no sábado. Isso é um prato, tá? O prato >> do chapéu do pá de Cícero, mas também antigamente
tinha, né? Isso Aí era o era o o reilão do orto também. E o Centro de Apoios Romero, que é um tem evento aí popular para tudo quanto é gosto. E tem esses eventos assim, ó. Romero também é filho de Deus, né? Então, terminou, terminou a o sagrado, vai pro profano, né? Então, as ruas, os negócios, né, são mobilizados por essa multidão de pessoas, hein? É, mas você sabe, não faz. Ela fez uma provocação aqui, eu vou devolver. A Pessoa que num pecar não se salva. A base da salvação é o pecado. É, não sei
qual é o versículo que diz isso não, mas em algum diz. E aí, ó, isso era isso era quando tava construindo aí a estátua hoje, ó. Olha aí, Anânia. E a e lá está a igreja. Ali tem um, porque a foto não pegou, tem um restinho. Então, se isso começa a a a aparecer aí, aí vai já para mim já é uma interferência brutal aí na Paisagem, né, professor Ricardo? Já é uma E aí é Juazeiro hoje, ó. Tá, tá vendo esse edifício ponte? O primeiro edifício ponte não foi o BS. Primeiro abisso ponte do
Ceará é esse aí, construído lá em Juazeiro do Norte. Isso é uma zona das que já mistura aí Crato, Juazeiro e Barbalha. E se você não prestar atenção, você não sabe se tá em Juazeiro ou se tá no Crato. Então, para você saber disso, viu, Marcelo, Preste atenção. Essa luminária, quando a luminária mudar de cor, você mudou de município. Isso é o Isso é a senha. Essa é a senha. E o empreendedor? e o empreendedor, né, que a partir dele, do trabalho dele, depois que ele vira um um um ícone cultural, né, em cada sala
um oratório, o sagrado, em cada quinta uma oficina, o profano. E aí são os mandamentos dele. Não sei se ainda tem tempo, mas se puder eu quero ler, né, pra gente ver a atualidade disso, né, todo qualquer aspecto que a gente não derrube o mato, nem mesmo só pé de pau. Não toque fogo no roçado, nem na catinga. Não ce mais. Deixe os bichos viverem em paz. Não crie o boi, nem os botes soltos. Faça cercados. Deixe o pasto descansar para se refazer. Não plante de serra cima, nem faça Roçado em ladeira, muito em pé.
Deixe o mato protegendo a terra para que a água não arraste sua riqueza. Faça uma cisterna no oitão da sua casa para guardar a água da chuva. Repres dechos de 100 em 100 m, ainda que seja com pedra solta. Plante cada dia pelo menos uma árvore, um pé de caju, um sabiá ou qualquer outra. até que o sertão todo seja uma mataç. Aprenda a tirar proveito das plantas da catinga, tais como a maniçoba, a favela, a jurema e tantas Outras. Elas podem ajudar você a conviver com a seca. Se eu obedecer esses preceitos, a seca
vai se acabando aos poucos, o gado vai melhorando e o povo vai terá sempre o que comer. Se não obedecer, dentro de pouco tempo, o sertão vai virar um deserto só. Em na segunda semana de setembro, nós vamos realizar aqui no Ceará a terceira sid, que é a conferência internacional do clima e da desertificação, né? Segunda semana de setembro, que vai Tratar disso, ó. Isso aí é 1800 e 50, 1860, essa esses esses mandamentos do padre Cisto, né? Então, gente, bote fé e obrigado. E eu trouxe isso aqui assim dentro dessa perspectiva da gente ter
uma compreensão mais ampla do do dos eventos, em especial dos eventos populares, que eu acho que a gente precisa ter um olhar sobre eles e nos organizarmos com todos os problemas que a gente possa ter, Falta de idade e tal, mas é preciso empreender. Isso aqui é só o Cariri, tá? Tem muita coisa semelhante no interior do Ceará, não é só o nosso glorioso centro de eventos que faz evento, né? Tem evento aí pelo estado do Ceará, né? Similares a esses aí e em escala em escala parecida. Obrigado aí. >> Obrigado, presidente cartacho. Nós vamos
encerrar esse painel em 10 minutos. Vou abrir aqui para para os outros panelistas poderem fazer algum Comentário ou alguma pergunta ao cartaz e depois teremos um coffplake servido aqui na no rol de acesso e voltamos para o segundo painel que será moderado pelo presidente da BOC, Ceará, Leonardo Araripe, e que vai trazer os seguintes temas: Eventos no Ceará, o desafio de medir para crescer. Professor, professor Joel Rodrigues, que é o líder do nosso centro de inteligência da Fécomércio. Depois teremos o impacto econômico do turismo de eventos realizados em Fortaleza pela Suem Vasconcelos, visite Ceará. Depois,
captação, planejamento e operação de eventos, especialmente na rede hoteliheira, pela presidente da BH, Ceará, Ivana Bezerra. E por último, Anânia Ribeiro vai nos trazer o tema dos quinais relacionados ao setor de eventos. Então, essa é a sequência, mas agora eu abro para comentários e perguntas do palco. >> Parabéns, Cartacho. Parabéns, eh, Estela, pelas duas apresentações. Eh, Cartacho, primeiro eu tenho um reclamação, né? Porque só o Cariri, porque que você não fez um recorte dos outros? municípios, por exemplo, meu município não tá aí como sim, só o da Ivana. Sobre protesto, vou deixar essação. >> Mas
assim, eu eu achei muito interessante a sua a sua palestra porque ela tem um ela me traz dois olhares, um é sobre a perspectiva das tipologias dos eventos, né? A gente fica muito quando a Gente vê um evento desse, é imaginando. E na pandemia a gente fez questão, né, Anânia, de tentar encaixar esses eventos dentro de uma tipologia até para facilitar a conversa, a negociação, a nosso posicionamento com a imprensa. Então, a maioria desses eventos que o cartaz traz, ele se enquadra na tipologia dos eventos de entretenimento, dos eventos sociais, né? Eh, mas e aí
a gente já tá aqui dentro do auditório falando muito de evento Mais de evento de negócio, né, que são os eventos corporativos. E e aí, Cartacho, eu tava falando aqui com Luiz, se esses eventos que você traz, esses grandes eventos, se mega, esses mega eventos, se existem pesquisa lá, se o Joel tá lá na lá dentro da Espocrato ou lá na festa das senhoras solteiras, eh, fazendo a pesquisa sobre quantos negócios são impactados na naquele num evento desse, quais são os tipos de negócios que estão ali, né? A Estela citou que pra gente fazer uma
feira a gente o ah contrata às vezes até 50, 60 fornecedores. Então quantos fornecedores tem envolvido num mega evento desse? Então eu acho que esse olhar da geração de negócios, de quantos fornecedores, porque aquela região ali, aice quando era presidente, eu me lembro de uma pesquisa que o Cind Eventos fez, que nós identificamos mais de 200 empresas de eventos, isso bem antes da pandemia, viu, gente, só no Cariri. Então vocês imaginam para realizar esses mega eventos, quantos pequenos e médios negócios. Então, esse olhar da geração de negócio, eu acho que é muito importante para que
a Fécomércio possa identificar o impacto econômico desses mega eventos, não só no Cariri, né, que eu entendo que você trouxe um recorde aí, porque lá e realmente acontece esses mega eventos no Ceará, mas existe esses eventos espalhados por todas as regiões do do Brasil, especialmente falando aqui De um evento do Ceará, mas nós temos no Brasil 500 eh 5.570 municípios. Recentemente eu falei lá em Brasília no auditório da CNC num evento e eu fiz uma provocação. Será se existe 5570 calendários de eventos organizados, né? Qual era o impacto disso se a gente tivesse eh isso
organizado na economia, não é? Pois é. Então assim, o cartacho traz para mim dois olhares, assim, as tipologias de evento, novamente, a gente precisa olhar Pros eventos, entender que tipo de evento é aquele que nós estamos tratando e e o impacto desses eventos, né, ali, o que gera um evento pra economia, que tipo de negócio, quantos negócios estão sendo impactados e quanto eles estão deixando no destino. Parabéns, Cartacho. Eh, complementando aqui ao a a fala da ENID, eh, no que se trata de eventos do interior do estado, em especial Cariria. Eu acho que de repente
a AFA Comércio pode nos ajudar muito, Enid, né? O Luís Fernando pode dizer melhor, é porque nós estamos em todos os municípios do estado, né? Tem ações tanto pelo Sesc quanto Senac. E agora a gente vai ter amostra. amra dia 20 ou dia 23? Dia >> 24 >> 20 éve ser >> é dia 20 é a domingo >> é de 20 a 24, né? Então, só aí eu acho que é uma movimenta milhares de pessoas, Não só o empreendedor através da exposição de produtos e serviços, mas também a questão da gastronomia, que é muito forte
nesse período, né? E artistas, gente, porque é imenso. Quem não foi ainda na Amostra Cariri, vá, porque eu fui dois anos já e fiquei simplesmente surpresa com tudo que eu vi, porque é um polo gigantesco de arte, de criatividade e de fomento de todo o todos os setores, né? Porque vocês conseguem englobar Desde moda com desfile, a gastronomia, as feiras. Eu acho que ali de repente o professor Joel pode nos ajudar estando em todos os municípios. Se pelo menos a gente mapeasse através do CESC, do próprio Senac, esses eventos ia dar um suporte muito grande,
não só pro portal Meu Evento no Ceará, mas pra pesquisa que a BOC tá fazendo a nível nacional, pelo menos o Ceará ia sair um pouco na frente. >> Só, só aproveitando e puxando o gancho Aqui, só falando um pouquinho da amostra. Na verdade são amostra são os quatro dias de quinta a domingo e será realizado em todos os municípios do Cariri e quatro municípios do Centro Sul. Ela tem mais de 300 ações nesses dias com mais de 200 artistas dentro da da Amstra Sesc Cariri, que esse ano é a 26ª edição. Também dentro da
amra vai ter a inauguração do 23º Museu Orgânico, que é o mestre Jaime. Só para aproveitar, eu acho que todos aqui Falaram da importância justamente da da questão dos dados, né? Inclusive, professor Joel, A, acho que vai, vamos explorar bem isso em relação no próximo painel, mas também isso é uma dor nossa até dentro, acho que uma das grandes vantagens da do setor de eventos é que ele é realizado em todos os setores, né? Mas isso também traz uma dificuldade pro setor de eventos, justamente desse mapeamento dos números, dos dados, né? dentro do sistema, qualquer
dado que for Necessário de dados secundários, o sistema FECOMES fica inteiramente à disposição para ajudar a construir esse dado através das câmaras, das necessidades dos sindicatos e a gente fica à disposição para construir isso. Mas é fundamental, acho que aqui no no Ceará, um dos principais diferenciais do nosso setor de eventos é essa união das associações da Fé Comércio, dos sindicatos envolvidos no dentro desse fortalecimento do setor e dentro dessa Visão da importância dele pra nossa economia, do nosso desenvolvimento, principalmente ligado também à nossa parte do turismo. Mas assim, eu acho que é fundamental também
essa união em relação a esse levantamento desses dados, principalmente os dados primários. é a partir dos dados que a gente consegue seja construir ou seja criticar algo. Então, na hora que vem, por exemplo, com um PE e querendo derrubar o PE, na hora que a gente tem Esses dados bem fundamentados, é muito mais forte o nosso argumento. Então assim, era só para reforçar também essa união em relação a aos empresários, aos associados, dessa importância da gente levantar isso, porque dentro da frequência a gente também sente muita dor em relação o setor tal tá com esses
problemas, mas aí sem esses dados na mão fica difícil até a gente tanto com olhar da fé comomércio, sindicato, a gente conseguir defender sem essa união, sem Esse levantamento. Então, era só para reforçar essa questão dos dados, mas e também aproveitar que o professor Joel vai comentar mais na frente, mas que em relação a dentro dos dados eh secundários, a gente consegue ter todo o apoio nessa construção de relatórios e de estudos que forem necessários pro apoio do setor. E só também aproveitar o gancho até pegar um pouquinho da fala da da Estela da na
questão do dos equipamentos, né, fazendo Todo aquele linha do tempo e falando um pouco também aqui do nosso estado, né, que nós somos privilegiados em relação à nossa estrutura e nossa infraestrutura, né, por exemplo, o nosso aeroporto, nossas estradas, o nosso transformador que foi o centro de eventos. Mas eu também queria aproveitar para falar também um pouquinho dos equipamentos aqui do sistema Fécomércio, né? Hoje a gente tá realizando esse evento aqui dentro de um de um dos principais Equipamentos nossos que é o Senac, que é o Deota. Também temos vários outros equipamentos justamente para apoiar
o setor de eventos, né, que a nossa escola de gastronomia e hotelaria, que além de ser base para realização de eventos, também é uma base de formação e capacitação, principalmente para a parte de hotelaria e gastronomia, que também estão diretamente ligados ao setor de eventos. E até quando eu tinha falado na palestra No no seminário de no dos gestores públicos, que não tinha inaugurado ainda o nosso Café Comércio, que é uma realização para nós que ele tem um enfoque, como o presidente Gastão já comentou, em relação a à parte de confeitaria de gastronomia, mas também
que ele tem esse olhar pro evento. eh na estruturação e na concepção do café do comércio, a gente sempre darizar ele como um marco também pro nosso centro, que é uma das prioridades nossas, mas Que dentro dessa construção hoje a gente atua de 7 às 17 de acordo com as necessidades do centro hoje, mas o nosso sonho é realmente revitalizar e participar desse movimento para que a gente consiga justamente realizar esses eventos à noite nessa transformação do nosso centro da capital, da nossa cidade. E por fim, eu só queria ressaltar que como o centro de
eventos foi um marco pro pro nosso setor de eventos aqui, eh, eu não tenho dúvidas Que o nosso próximo, digamos, grande sonho aqui dentro do sistema Fécomércio, que é a nossa unidade, aldeia Aldeota, que vai ser um marco na cultura aqui do nosso estado, mas também que vai ser um grande suporte também pro setor de eventos, até porque o centro de eventos é um grande equipamento, mas principalmente pros grandes eventos, mas pros eventos médios e pequenos, eu acredito que Aldia Aldota também será um grande marco também Será em frente ao mercado dos peões. Vai ter
uma questão de estrutura ali impressionante que eu acho que vai ser um grande transformador pra gente. Então só queria aproveitar um pouquinho aqui o gancho e agradecer mais uma vez por esse momento, parabenizar por esse momento, por essas proposições aqui e só reforçar que o sistema Fé comércio tá sempre à disposição em prol do setor de eventos e desenvolvimento do nosso estado. Muito obrigado. >> Bom, com com a fala do vice-presidente Luiz Fernando, nós vamos encerrar o primeiro painel. Estamos convidados para um coffe break. Em 15 minutos voltaremos e numa pontualidade cearense. >> Então, Marcos,
>> muito obrigado. >> Só um minutinho. Nós gostaríamos de pedir, aproveitar que o vice-presidente tá aqui conosco pra gente fazer uma foto coletiva aqui, tá bom? E aí a gente >> hum aí vai ser rápido aqui, viu? >> Nós lembramos que esse agora a partir das 16 horas até às 17:30, OK? Isso. Vai But I just make You tell me that you need me and you go and me down you didn't think I turn around And say that it's to late to apolog it's to I It's to late to apologize. It's to I take another
chance. Take a fall. Take a shot for you. Oh, I need you like a heart. Needs a beat, but nothing new. Yeah. Yeah. I l you with fire and now blue and you sorry like an angel haven let me think You but I'm not afraid. It's to late to apologize. It's to I said it's to late to apologize. It's to apolog it's to I said it's to late to apologize. It's to I said it's too late to apologiz. I said it's too late to apologize. I'm holding on your rope. Got me 10 Feet. the ground
that sky burning in your eyes you look me and w c on it'sed in like California you found me that I couldn't find so when I'm all choked up I can't find the words every time we take When the sun goes down and the band won't play, I'll always remember us this way. in the poet trying to we don't know how to r but dam we stri but all really know where i w to go the part of me you will never So the Every time we say good babyurs when the sun goes down and
the band won blade I'll always remember us this Oh yeah. I don't be just a baby. Yeah. I'm all the every time we say goodbye baby it hurs. When the sun goes down and the band won't play, Always remember us this away. When you look at me and the whole world face, always remember us this He. Então vamos retomar então aqui a nossa programação da tarde de hoje aqui no seminário Setu. Eventos e turismo no Ceará perspectivas. uma realização do sistema Fécomércio do Ceará por meio do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade, Setu, com apoio
do SESC, SENAC, SEBRAI, Abeoc Brasil, Sind Evento Ceará e Visite Ceará. Esse segundo painel tem por tema indicadores econômicos do segmento de eventos no Ceará. Nós convidamos para conduzir a fazer a moderação desse painel o presidente da BOX Ceará, Senr. Leonardo Araripe. Convidando agora, trazendo agora esse palco os nossos convidados, inicialmente o professor Joel Rodriguees do Centro de Inteligência da Fé Comércio Ceará, que virá falar aqui com o tema Eventos no Ceará, o desafio de medir para crescer. Convidamos agora a senora Anânia Ribeiro, que é que é consultora e presidente da CET, que vem nos
falar sobre quinais relacionados ao setor de eventos. a senora Suemi Vasconcelos do Visite Será, que vem nos falar do impacto econômico do turismo de eventos realizados em Fortaleza. E a senora Ivana Bezerra, que é presidente da BH Ceará, que vem nos falar sobre captação, planejamento e operação de eventos. Nesse momento passo a palavra para o nosso moderador, senor Leonardo Arari, para a condução dos trabalhos desse segundo painel. Boa tarde a todos. Eh, vamos dar sequência aqui no nos trabalhos, não sem antes agradecer mais uma vez a ao Setu, na pessoa aqui do nosso amigo Cartacho,
Eh também já citando a presença do nobre deputado Sérgio Aguiar, a quem pedimos uma salva de palmas e também agradecemos a a honrosa presença. Mas eh feitos devidos agradecimentos e registros de forma bem bem tranquila, vamos conduzir aqui os trabalhos desse segundo painel, tentando entender um pouco mais e desse pouco mais os dados, as informações do nosso setor. a gente tem visto aí na imprensa o impacto, os recordes que o turismo e o Setor de eventos eh obtiveram, conquistaram nesse primeiro semestre de 2025. E para entender um pouco mais da nossa atividade, esse impacto tão
grande que muitas vezes é eh não é enxergado, não é visto, é que nós vamos eh discutir, apresentar aqui algumas informações e para isso já passo a palavra pro professor Joel, a quem agradeço a a presença e a maravilhosa aula que se segue. Bom, boa tarde a todos. Uma enorme Satisfação estar aqui, dividir o palco com estas três senhoras incríveis do nosso trade de turismo, de eventos do estado de Ceará. que cumprimentá-las, ânia, eh, Ivana, e Suemi. E queria convidar a todos, queria cumprimentar a todos as senhoras, na pessoa da nossa diretora do Senac, Débora
Sombra, na presidente da ABOC nacional e presidente do SIN Eventos, Estela Pavan. e cumprimentar os senhores na pessoa do nosso vice-presidente da Fé Comércio, Luís Fernando, do superintendente do Sebrai e presidente do SETUR e do meu querido colega da Academia Cearense de Matemática, que somos confrados, o deputado Sérgio Aguiar. Então, boa tarde a todos. De facto, eh, eu fui desafiado pela organização do evento para fazer uma reflexão exatamente quando a gente olha para os eventos, para o turismo de eventos e tudo o que esse essa cadeia envolve, como é que nós estamos em termos de
dados. E aí a gente refletindo Sobre o Estado de Ceará, nós sentimos a necessidade de enquadrar o nosso tema exatamente no desafio de medir para crescer. Porque nós sabemos através da literatura que e vem da gestão, vem da área da economia, vem da área do empreendedorismo, nós não podemos gerir aquilo que nós não conhecemos. Se nós não enxergamos o nosso segmento, como é que a gente vai definir políticas públicas? Como é que nós vamos trabalhar esse trade tão relevante? E eu recordo As palavras de Enid Câmara que disse que de facto isto impacta enormemente o
estado de Ceará, impacta enormemente o Brasil. O Brasil é um país abençoado pelas suas condições eh geográficas, condições climatéricas. E de facto, se nós conseguirmos mostrar a importância deste segmento, eu tenho a certeza que nós vamos conseguir atrair mais investimentos, seja nacional, seja estrangeiro, e vamos, obviamente, gerar mais riqueza, mais renda para o nosso Estado, para o nosso país. Então, gente, quem não conhece, eu sou o Joel Rodrigues e, de facto, hoje eu trabalho no sistema Fé Comércio. Uma grande honra recebê-los a todos aqui em casa e trabalho no centro de inteligência do nosso sistema.
Hoje, quando nós olhamos para o setor de eventos, e eu preparei esta apresentação segundo dois eixos. Primeiro, não sendo eu do trade de eventos, por cá sou e tenho honra da nossa empresa ser associada do Sind Eventos, mas olhando nós para o nosso trade, o que é que tá disponível? Quais são os dados? O que é que tá evidente? O que é que nós podemos mostrar se quisermos atrair investimentos, se quisermos atrair eh eventos, por exemplo, para o estado de Ceará e vão ver que, de facto, um aspecto tem a ver com Fortaleza e outro
tem a ver com o Estado. E eu penso sempre no desenvolvimento económico integral. E aí nós temos que pensar exatamente como é Que nós estamos enquanto estado do Ceará. E de facto ele impacta em dimens em diversas áreas e essa sua multidisciplinaridade acaba por ser também um dos seus grandes desafios, como nós vamos ver a seguir. E de facto aí eu me ancorei nas palavras deste e cientista e académico Edward Deming, embora esta frase também seja atribuída a Peter Drucker, que de facto nós não conseguimos medir e nós não conseguimos gerir, não é? E aí,
eh, eu Baseia-me em dados secundários. Basicamente, quando nós olhamos para um setor de atividade, para um segmento atividade, a gente se baseia em dois grandes pilares, empresas e emprego, não é? Isso é que impacta a vida das pessoas. E aí, a nível de base de dados de empregos, a gente serve-se das das bases de dados oficiais do Ministério do Trabalho, basicamente Ris e Cajed. Obviamente em termos de população, em termos da análise socioeconómica, em Termos dos famigerados e tão conhecidos que e a gente sabe do desafio que são os Kinai nesta área do turismo, em
particular na área dos eventos. E a nível das empresas, a gente socorreu-se da base de dados atualizada da Receita Federal. E o que é que nós vemos hoje? vemos que, de facto, nós temos os kinai de eventos espalhados por uma mirida de atividades. Aqui eu procurei aglutinar em cinco áreas principais e aí vocês podem ver gastronomia e hospitalidade, a Produção audiovisual e a produção visual dos eventos, a infraestrutura e equipamentos, que foi debatido e abordado na na no painel anterior. Temos a questão da organização e promoção de eventos. E no C de eventos a gente
tem muitas empresas de organização de eventos e toda a arte de artes cénicas e espetáculos. Mas eu queria compartilhar com vocês, e aqui eu não coloquei para também não criar ruído no nosso debate que nós temos uma série de quinais que Contam para a área de eventos, porém se a gente analisar no detalhe eles estão relacionados aos eventos, mas não são uma atividade principal. Por exemplo, nós temos quinai nos eventos de parques de estacionamento, nós temos quinais no evento, nos eventos de aluguel, corretores de aluguel de de espaço. Então, aluguel de casas não tem nada
a ver com eventos, por exemplo, não é? Então, de facto, isso vai criar uma grande dificuldade e são esses KINA que São considerados pelo IBGE para classificar a a atividade de eventos. Aqui eu vou compartilhar um pouco os dados que nós temos disponíveis a nível dos empregos para nós medirmos um pouquinho o impacto da área de eventos e no que diz respeito a empregos formais no estado de Ceará. Estes dados consolidados ao ano de 2023 porque o Ministério do Emprego ainda não publicou os dados relativos ao ano 2024, inclusive vai fazer algumas alguns Ajustes nas
bases de dados e por isso não faria sentido a gente apresentar. Vejam, quando a gente fala de empregos formais, temos logo aqui um enorme desafio. Quando a gente sabe que a área de eventos impacta enormemente a economia do estado de Ceará, a gente vê que, de facto, nós só temos 20.500 empregos formais. Então, a informalidade é um grande problema quando a gente fala de eh esta área do turismo em geral e da área de eventos em particular. Vejam Aqui o impacto da pandemia, como nós sabemos. Outro aspecto que eu queria realçar prende-se com o número
de empresas cujo o quin o kinai principal está ligado à área de eventos. E vejam que ele só contribui pouco mais de 1% oficialmente dos empregos formais no estado de Ceará. Então eu creio que isto que nos levanta muitas questões. Eu me reporto às palavras da nossa querida colega Enidem que chamou a atenção exatamente nós somos um setor Importante, mas com estes dados a gente não se consegue mostrar, não é? Como diz o cearense, a gente não se consegue a mostrar. E aí isso vai nos prejudicar muito mais na frente. Eu vou comentar, vejam que
o salário médio formal tá na ordem dos R$ 2.200 em média e como um todo, contribui mais de R4. Para a economia do Estado. Vejam que aqui tá em termos de distribuição da relação face ao salário mínimo nacional. Então tá, a média está em torno de 1.5 Salários mínimos nacionais. E aqui vemos a a redistribuição etária. Estando nós na Casa do Comércio, de Bens, Serviço e Turismo, eu queria chamar a atenção também para o grande impacto da nossa área no que diz respeito a esta a este segmento de serviços que é na ordem dos 97%
de contribuição para o PIB do Estado. E eu queria chamar a atenção para um problema que me parece que é relevante e que tem a ver com o desenvolvimento do próprio do próprio Estado, que é nós temos uma macrocefalia em fortaleza. Então nós quando pensamos no desenvolvimento ergonómico e e orgânico do estado de Ceará, de facto, a gente olhando para esta figura verifica que temos uma série de municípios que não têm expressão a nível de eventos formais, porque obviamente toda a gente sabe, como dizia o nosso querido Cartacho, que a gente tem uma série de
eventos de matriz religiosa, de matriz popular em todo o estado e o estado de Ceará é imensamente rico nessa matéria e nós vemos esta macrocefalia de fortaleza que de facto você express em muitas áreas e aqui em particular também na área de eventos. Nós temos aqui um passo muito importante que é quando a gente olha para dados formais, nós temos muito poucos dados. Então, de facto, neste evento e neste painel em particular, a gente tem o privilégio de, pelo menos já na área da grande fortaleza, não da região, mas de Fortaleza município, a Gente ter
dados vão ser apresentados a seguir pela SUMI e que nos vai mostrar de facto eh algo algum trabalho muito relevante que está sendo realizado nessa matéria. Quando a gente olha para as empresas, e nós sabemos que as empresas é que geram emprego e é que fazem a economia girar, aqui eu procurei realçar o número de empresas que de facto superior a 16.000, cujo kinai principal está na área de eventos, porém reparem que mais de 50% são meio e a gente já Não está considerando aqui a informalidade, né? E representam apenas 3% do número total de
empresas eh oficiais do estado de Ceará. Queria aqui chamar a atenção para as principais segmentos destas empresas, que em princípio já seria expectável, mas só para citar no na área de organização de feiras e de outros eventos, aluguel de equipamentos, produção musical. E aqui nós sabemos o impacto enorme que o CESC tem em termos de produção cultural no Estado de Ceará. É seguramente a entidade que mais eventos culturais promove e patrocina no estado do Ceará. a questão da alimentação ligada a eventos e aí temos também, obviamente a hotelaria próxima e a área da produção e
registo fotográfico. E aí vem a questão. De facto, estes são dados secundários, são dados oficiais. a gente sabe que tá muito à quem da realidade. Com este tipo de dados, a gente não consegue chegar ao poder público e reclamar mais e poder Argumentar que o nosso segmento necessita de mais atenção, tem um impacto maior. E aí sim, então vem o bom exemplo do eh do visit do visito de Fortaleza, né? vem da Secretaria de Turismo de Fortaleza, mas falta todo o resto do estado. Então isto aqui vai-me transitar, fazer transitar para a segunda parte da
minha apresentação, onde a gente vai pensar, ok, esta é a nossa situação hoje, o que é que nós podemos fazer, que eu sempre penso nesta Perspectiva, o que é que no meu metro quadrado da área de influência eu posso contribuir para mudar e para alterar a situação? De facto, quando a gente olha para a ausência de dados, nós vemos que não conseguimos demonstrar qual o impacto económico do segmento eh no Estado, nos dificulta a negociação política e para a definição e eh demandar políticas públicas que possam promover esta área. E é e é fantástico a
gente poder ter aqui o nosso querido Colega Sérgio Guiar, tivemos aqui o nosso deputado presidente Luís Gastão, que de facto sabem quão importante é esta área e nós precisamos de continuar a trabalhar e aproveitar esta onda, sabê-la serfar precisamente para aproveitar e continuar a promover o nosso segmento. E é que isto gera também segurança aos investidores, sobretudo investidores estrangeiros. Me recordo mais uma vez da da da fala da da Criden quando referia um empresário quer Investir aqui e o que é que eu tenho para lhe oferecer, não é? Que condições nós temos e é isso,
é um aspecto muito relevante. E depois também a questão da competitividade. De facto, nós mostramos pelos dados oficiais que o nosso segmento não é competitivo se a gente comparar com outras áreas da nossa economia. Então eu creio que de facto nós precisamos de continuar a unir forças. E aqui eu lanço um desafio. Fico muito contente que algumas iniciativas Já estão a ser concretizadas e eu creio que nós temos que nos unir. Sempre que os segmentos, que o trade se junta, obviamente nós somos muito mais fortes, não é? Então aqui fica o desafio e na Casa
da Fé Comércio a gente refletir sobre isto, exatamente continuar esta integração de todas as entidades do setor de eventos e turismo de eventos no contexto de mapear os quinais. E aí já deixo o gancho para a nossa querida Anânia Ribeiro, que seguramente nos vai Apresentar dados muito relevantes sobre os seus estudos na área dos quinais. E a gente sabe que aia está muito dedicada a esse trabalho, tanto dos quinais de turismo como os quinais em particular do segmento de eventos. E temos um aspecto que é de real e que é super relevante que é nós
precisamos de ter séries temporais para a gente fazer planejamento, para a gente tomar decisões, para se fazer investimentos. A gente não pode ter apenas fotografias Instantâneas. Nós precisamos de ter uma evolução ao longo do tempo e isso também é algo que a gente precisa. E aí a gente chamou-lhe observatório, mas pode ser outra coisa. O nome aqui é o menos relevante. Nós precisamos basicamente de continuar a acompanhar o setor de eventos, compartilhar dados. E aqui fica o desafio para as empresas e também para os órgãos públicos para de facto definir como é que a gente
pode melhor registar e poder coletar dados sobre a área de Eventos. Porque eu creio que se nós basearmos a nossa observação apenas em dados secundários, como vemos, não vale a pena, não é suficiente. E se a gente se olhar para as pesquisas primárias e elas não tiverem continuidade, também vão ser meramente episódicas e aí não nos vão dar um retrato do setor e da sua evolução ao longo do tempo. Então aqui um pouco esta reflexão e eu creio que de facto nós no Ceará se empreendermos este trabalho com eh honrosas eh ações que já Estão
a ser realizadas no terreno, nós podemos promover no crescimento económico, auxiliar os decisores públicos na definição de políticas públicas eficazes para o desenvolvimento do setor, para gerar emprego, para gerar renda. Vamos fortalecer o Ceará e o Nordeste como um todo, como destino turístico e turismo de eventos. E de facto a gente tem uma série de eventos significativos em termos de dimensão, mas por exemplo eh o Ceará ainda não tem Um evento estrela, tipo um Web Summit, que todo o mundo fica a olhar para o Ceará e o Ceará seja conhecido no mundo com o evento
estrela que vai projetar o nosso estado como um destino turístico. Eu até 2016 era português. E vocês vejam quando a gente hoje fala do Web Summit, Lisboa foi considerada a capital da tecnologia e desde que iniciou o Web Summit. Qual será o o slogan que nós poderíamos aplicar ao Ceará em termos de turismo de eventos? Eu creio que é algo Que a gente poderia pensar sobre isso. E depois a inovação e empreendedorismo. No fundo, nosso amigo Cartaz falou sobre isso e de facto nós devemos continuar a cultivar esta cultura empreendedora. Quando eu decidi vir para
o Brasil, a gente foi morar no Vale da Eletrónica e a 200 km de São Paulo. E há dias eu participei lá num evento que juntou pessoas de todo o mundo, exatamente o Eckown 2025. E porque é que aí fervilham esses eventos fora da curva? Precisamente porque no Vale da eletrónica existe uma cultura empreendedora que foi sendo gerada desde os anos 60. Então é algo que nós precisamos de investir, continuar a cultivar, porque as nossas crianças já nascem nesse nesse ambiente. Se nós formos hoje a Santa Rita do Sapocaí, se não conhecem, anotem e procurem
no Google. vão ver que vão ter surpresas muito agradáveis, porque grandes laboratórios de empresas conhecidas no Brasil estão lá, precisamente por ser um verso de tecnologia, um verso de inovação. E as crianças lá não têm o sonho de ser servidor público. As pessoas lá têm o sonho de ser empresário, de ser empreendedor. Porquê? Porque as crianças já nascem nesse contexto. A maior frustração que eu tive enquanto professor universitária, eu fui professor na Universidade Federal do Piauí, eh foi quando eu perguntava aos alunos que estavam a terminar a Graduação, qual era o grande sonho deles. E
eu fiquei chocado, vou compartilhar com vocês, porque a maior parte diziam-me que o grande sonho era ser servidor público. Não significa que ser servidor público não seja uma profissão honrosa e não sejam necessários. Obviamente que sim, mas quem pensa mais além seguramente pensa em empreender, pensa em ser dono do seu emprego, pensa em gerar riqueza, pensa em promover a sua região, pensa em gerar Emprego para as pessoas das suas regiões ou de onde fosse onde for chamado a desenvolver a sua atividade. Então, gente, aqui tá uma sugestão de de caminho possível a seguir. aqui no
fundo nós somos propositivos eh para somar e aí nós vemos enquanto sistema fé comércio, nós podemos contribuir eh já foi dito nas falas dos nossos presidentes, tanto o presidente Luís Gastão como o nosso vice-presidente eh Luís Fernando, que de facto a Fé Comércio tá à disposição para contribuir, para somar e para fazer acontecer. Eu creio que aquilo que nós precisamos é de sair das nossas salas e contribuir ativamente de braço dado para de facto somarmos, porque nós já estamos juntos. É muito interessante nós vermos como hoje colegas do Ceará lideram associações a nível nacional em
várias áreas e agora a gente precisa de continuar esse trabalho para concretizar cada vez mais um futuro que seja cada Vez mais promissor para o nosso estado e em particular para este segmento. Então eu termino com esta exortação. O setor de eventos do Ceará é grande, mas ainda é invisível nas estatísticas. Nós, se queremos crescer, precisamos primeiro nos enxergar. e a Fé Comércio está aqui para somar. Então eu espero não ter cedido o meu tempo e agradeço muito a atenção. Continua à disposição. Muito obrigado. >> Agradecer ao professor Joel, eh, Informar que após todas as
apresentações, a gente vai abrir para as perguntas. Eh, também para os amigos que nos acompanham no YouTube. Eu tô aqui acompanhando o YouTube. Quem quiser mandar perguntas também, serão muito bem-vindas. Interajam aí conosco no chat. Eh, mais uma vez parabenizar professor Joel, eh, não só pela apresentação, mas também pelo tênis vermelho maravilhoso. E aí já passo a palavra paraa nossa Diretora executiva do Convention Birou, Visite Ceará, para a apresentação dela, que também disporá de até 20 minutos cronometrados aqui. >> Boa tarde. Boa tarde a todos. Quero agradecer aqui a a por compartilhar aqui esse painel
junto com vocês, que não somos só colegas de trabalho, mas são colegas da vida. Léo, Anânia, Ivana, Joel. Sim, um prazer enorme a gente táar aqui e agradecer a presença de todos em nome do nosso Querido deputado Sérgio Aguiar Cartacho, que é um mestre, um amigo que a gente segue e sigo muitos conselhos, ouço muito, tô sempre ali tentando puxar um pouquinho dessa sabedoria e dessa forma de apresentar que ele tem muita muito irreverente. Então, parabéns Marcos, pelo tempo, né, para organizar isso, Luiz Fernando, Débora Inid, Estela, por também estarem aqui presentes, fazendo esse painel.
Bom, eu trago para vocês aqui essa pesquisa, que é uma pesquisa Muito importante pro setor. Eh, essa pesquisa ela não foi feita apenas pelo Visit Ceará. El, eu trago aqui a Milena, que é coordenadora da UNIFOL, o Felipe que é presidente do NUP, do núcleo de pesquisas econômicas da UNIFOL e a secretária de turismo de Fortaleza, que tá aqui, a Riana representando a secretária, e o coordenador do Observatório Janaído eh Soares, que toda essa composição, Nicolino, acho que o Nicolino tá aí também, né? o Nicolino, Que é nosso economista, que é professor da Unifó e
economista do IPS. Essa pesquisa, ela é feita às várias mãos. Então, aqui a gente falou de empreendedorismo, de buscar eh outras fontes para aumentar esse turismo de eventos. A gente trouxe aqui o professor Joel com outra visão de o que é o turismo de eventos, como a gente pode melhorar essa capacidade, inúmeros de de séries históricas. Então a gente traz essa pesquisa agora do ano de 2024, mas Nós iniciamos essa pesquisa em 2018. O setor sempre reclamava dados que dados, onde estão os dados do turismo, turismo de eventos. E a gente muito preocupado com isso,
a gente fez o primeiro piloto em 2018 com a Fé Comércio. Sea pesquisa iniciou aqui na Fé Comércio junto com a Unifor Ceará. E a gente trouxe sim os dados do turismo de eventos e negócios pra nossa cidade pra gente entender e iniciar ou pensar numa política pública através dos dados. O que que a gente Pode fazer, quem é o nosso setor, como a gente méde, o que que a gente tem eh eh que ele representa. E a gente continuamos em 2022, porque a gente sabe que veio a pandemia, os eventos foram os primeiros que
pararam e eh os últimos que voltaram. Então a gente trouxe em 2022 esse retrato e 2024. Agora 2025 a gente continua fazendo a pesquisa, porém uma pesquisa primária sem pesquisa em campo, né? Uma pesquisa mais interna. Então eu trago para vocês a nossa Realidade. Quero deixar muito claro que eh essa pesquisa ela o público alvo dela, né, são os turistas, é o impacto econômico através na visão do turista de eventos e negócios. É o que representa de dinheiro novo paraa economia. E aí, voltando um pouco pro que aí falou, a gente, infelizmente não consegue fazer
a pesquisa pelo lado do organizador, porque essa esse dimensionamento ele é muito maior do que eu vou que eu vou Apresentar. Por quê? Porque os os empresários não respondem as pesquisas. Então, é claro que ela disse, eu fui eh ligar, eu ligava pros organizadores e pediam para que eles respondessem os empresários, eles diziam: "Ah, é muito grande, ah, são muitos dados e realmente a gente não consegue ter esse retrato real do impacto econômico do turismo de negócios eventos". Então eu tenho aqui esses eventos, são os eventos esportivos, congressos, feiras e Exposições, são os eventos corporativos,
que são os eventos que a gente conseguiu fazer a pesquisa primária, porque a gente criou esses eventos e a gente consegue ter um retrato eh que realmente representa esses eventos. É uma pesquisa científica, a margem de erro dela é de 4,8%. Então a gente tem uma equipe multidisciplinar que traz toda a realidade da importância desses eventos. Então isso é a amostra da gente. Foram 15 eventos pesquisados durante o ano 2024. E o tamanho dessa amostra foram de 179 formulários e foram 39.323 participantes. Percentual de turistas. Gente, não adianta eu dizer que todos os eventos e
todas as pessoas que participam desses eventos são turistas porque não são. Então a gente precisou fazer essa pesquisa pelo lado, pelo lado do organizador e do evento. Quantas pessoas vem para cá daquele evento? Então, a gente chegou a um número de que 63% dos participantes de eventos são turistas, então a gente consegue ter um impacto real e desse número. O universo da pesquisa, a gente pesquisou nove espaços de eventos, então a gente pega todos os espaços de eventos com hotelarias dentro de eventos, espaços que acontece esses eventos. A nossa população foi de 414.000 e um
número de 2391 eventos. Mais uma vez eu ressalto para vocês, a gente ainda tem aí reveon, festivais, outros Tipos de eventos que a gente não consegue abraçar todos. Então esse é um tipo de evento que a gente conseguiu mapear. A origem dos participantes, a maioria dos participantes vieram do Nordeste em 2024. a gente teve uma mudança de comportamento em 2022, eh, esses participantes, a grande maioria vinha do Sudeste e aí a gente pode ver a questão de aumento de malha aérea, eh, o Nordeste tá mais próximo, as pessoas vem de carro, vem de ônibus. Então,
isso Impactou muito na origem desses participantes, desses eventos, né? A o Sudeste seg em segundo lugar, região Centro-Oeste e o Sul empatado aí em último local e o norte ele subiu um pouco, foi para 7.1%. %. Isoladamente, a cidade de São Paulo ainda é a maior cidade emissora turismo de negócios e eventos, né? seguido aí Natal, Rio de Janeiro, Recife e São Luís. E a gente mapeou as cinco principais cidades, porém a gente tem as Outras que somando o Nordeste tem esse maior eh esse maior número de de participantes, de emissores pro nosso destino. O
gênero, a gente houve uma inversão em 2022, eh a gente tinha 61,7% masculino, inverso de feminino. Esse ano de 2024 houve essa invenção, ou seja, as mulheres estão mais ativas, estão mais participando, estão vindo mais pros eventos. A faixa etária, a gente observa aí que a grande maioria, mais de 50% Eles estão entre 25 e 44 anos. O grau de instrução, isso é muito importante. Esse é esse esse tipo de turista, ele é um turista de um grau grau de instrução bem elevado. Então a gente observa aí que se você somar, olha, 52,5% tem um
nível superior completo. Se a gente somar aí pós-graduação com mestrado, então fica quase 30%, ou seja, 80% tem um nível superior alto, juntando pós graduado, doutorado e ensino Superior completo. A profissão, a maioria dessas pessoas trabalham em empresa privada, seguido aí de empresário, funcionário público, profissional liberal e estudante. empresa privada, a gente entende que esses congressos, né, feiras, esses eventos, realmente o número maior de pessoas que vem vem dessas dessas empresas. E aí um dado extremamente interessante, a renda individual. Se a gente observar, eh, se a gente pegar de 4 a 20 salários mínimos, a
gente vai ter mais de 50% dessas pessoas ganham de 4 a 20 salários mínimos. Isso implica o quê? Que esse tipo de turista gasta mais ou ele pode gastar mais, dependendo o que você leve como atrativo para eles, ele pode gastar mais. Então, a gente entende muito que esse tipo de turista, o turista eh corporativo, hoje com a questão do blafure, de você atrair o turista para que ele possa visitar e ficar mais tempo na cidade, então a Gente tem um nicho muito interessante pra gente trabalhar, buscar, mostrar o potencial da cidade para lazer, que
é o que a gente vai ver ali na frente. Com quem viajam, 35,9%, a grande maioria eles viajam eh com colegas de trabalho, seguido de amigos. alguns sozinhos. Grupo familiar também vem para alguns eventos, alguns eventos médicos a gente vê famílias vindo para esses eventos, casal sem filhos, colegas de faculdade e casal com filhos. E a gente faz uma pesquisa qualitativa também. A gente pergunta para eles, né, se é a primeira vez que eles vêm a Fortaleza, 62,8% já tinham visitado Fortaleza e 37,2% estavam visitando pela primeira vez. E a gente pergunta se a cidade
melhorou ou piorou. Isso é um balizamento para nós, para a Secretaria de Turismo do Estado do Município e para as empresas que trabalham, né, em melhoria contínua da cidade. 47, Diz que melhorou e 43,2% diz que permanece igual. e o tempo de permanência. Esse dado, ele aumentou um pouco em relação a 2022, mas isso é um ponto interessante que a gente pode trabalhar. A média que esse turista de eventos fica na cidade durante o período de avento é de 3,3 dias e durante todo o período de estadia é 4,8 dias. em 2020, eh, em 22,
se eu não me engano, era 4 dias, ele ficava na cidade. Então, a gente já viu uma Melhora, um aumento da permanência desse turista da na cidade, onde a gente pode também melhorar e aumentar essa permanência do turista, que é um grande foco para que a gente tenha mais emprego, mais renda na nossa cidade. E a gente pergunta se ele ficou ou ficará mais dias no destino. 50% dos participantes, eles ficariam mais tempos no destino. E o principal motivo é o lazer, né? Enquanto 21,3% ficam apenas eh a trabalho. E a gente perguntou se ele
ia se hospedar em outra cidade. Nessa pesquisa, 96% dos participantes que ficaram eh eles ficaram permaneceram em Fortaleza e 4% viajaram para outras localidades que a gente eh mencionou, Jericoquara, Beberibe, Canoa Quebrada, Akirai, Deusébio e Flecheiras. para chegar no destino. O o meu transporte mais utilizado foi o avião. 2022 e esse número era maior, então a Gente vê um um aumento do automóvel próprio. Talvez a gente possa linkar aí a questão do da maior parte dos visitantes virem do Nordeste para se hospedar ainda hotelaria, né? 65,5% eles utilizam hotéis e flats como meios de hospedagem.
Aí seguido por imóvel alugado, casas de amigos e parentes subiu subiu muito, pousadas, imóvel próprio e resortes. Ainda o 63,7% Ainda é o e é mais utilizado para se transportar na cidade de Fortaleza é o automóvel via aplicativo, automóvel próprio. E também eu esse dado com relação ao ao Nordeste, né? muitas pessoas vieram do Nordeste e aí a gente vê que 14,8% eles se locomovem na cidade através de automóvel próprio. E a gente faz uma avaliação dos principais serviços, né? Aqui a gente tem uma avaliação como bom a gente pegou O maior percentual, a limpeza
urbana 67,5%, sinalização turística 59,8 eh telecomunicação 57,9, segurança pública 56,2 e serviço de transporte 46,4%. Isso é avaliação de todos como bom, porque a gente pegou sempre o maior percentual de avaliação da do serviço, como também os serviços turísticos, preços praticados, né? Comércio 58,1%, Todos avaliaram como bom, muito bom. O único que foi avaliado como muito bom, que foi os atrativos turísticos, foi o que teve o maior percentual. O restante foi avaliado todos como bom nesse percentual. percepção de segurança, que é um fator importante paraa nossa cidade. Eles avaliaram como boa isso durante o evento
e excelente 41,2%. E atrativos turísticos, 50% como boa e 21,2% como como excelentes atrativos Turísticos. E aí o ponto mais importante dessa pesquisa sobre os gastos, né? E aí, gente, a gente chegou a esse valor, cada turista gasta em média R$ 3.732,86 centavos. E isso é o gasto médio de cada participante que vem pro evento. Dividido nessa proporção, 38,5% fica em hospedagem, 22,8% em alimentação, 13,3% entretenimento, 15,1% do dinheiro que Ele gasta fica com compras e 10,3% eh ele gasta com transporte. comércio 15,1%. Ah, se você somar alimentação com comércio, porque a gente divide por
categoria, tá? A gente pega esses cinco itens e a gente divide hospedagem, alimentação, entretenimento, compras e transporte. Ó, querendo fazer intriga já, viu? Tudo é comércio, concordo com você. Mas eh, mas o melhor é esse impacto Aqui, ó. O impacto econômico do turismo de eventos em Fortaleza, ele gerou R75 milhões deais um ano em 2024, apenas com esse tipo de eventos que a gente pesquisou. Ele trouxe o valor da produção. E aí eu eu falo aqui, a gente conversando ali com Nicolina, a gente traz um pouco da produção. Lembra do homem do chapéu, do homem
da fitinha, do homem? Aquilo dali são os efeitos indiretos dos eventos. E aí ele, todos eles entram na questão da produção. São Os são os insumos que a gente busca de, de que o que esse tipo de evento busca para contribuir com com o impacto econômico. Então a gente fica aí no impacto da produção de 1,32 bilhões. Outro dado interessante aqui é que 11, quase 11% desse valor, ele fica ali embaixo, deixa eu ver se a fica ali embaixo com arrecadação sobre forma de impostos, taxas e contribuições. Então 11% desse valor que esses turistas gastam,
desse impacto, Fica lá pro governo. A massa salarial, que é o valor pago de salário na inestão de recursos, R2 milhõesais. E um dado extremamente interessante que é o, vamos considerar que é o valor adicionado, que é o PIB, que é o dinheiro novo na economia. Eles injetam aí R53 milhões de reais. Tudo isso é impactado pelo aquele valor de R 975 milhões e por todo o trabalho que a cadeia faz, que o Visite Ceará faz, que a BOC faz, que todos fazem para que esses eventos ten Esse impacto econômico e e venda e desenvolva
a cidade pro turismo de negócios e eventos. E aqui é um resumo da pesquisa. No final eu vou mostrar um Qcode para vocês. A gente tem um relatório que foi feito, o relatório, ele tá extremamente grande e analisado, fácil de ler, mas ele tem análise de todos esses dados lá lá para vocês. Isso é um resumo geral da pesquisa. E aqui eu trouxe um comparativo econômico. Desde 2018 a Gente faz essas pesquisas. Olhem que interessante, ó. O impacto direto em 2018 foi quando a gente iniciou e foi uma ideia bem interessante onde eu, Milena, Nicolino,
a gente como a gente vai conseguir trazer esses números pro setor? E aí a gente conseguiu e aí você pode ver em 2018, ó, R$ 549 milhões deais foi o impacto econômico. Quando a gente chega em 2022, a gente teve dois anos parado, 20, 21. E aí a gente retoma essa pesquisa aí já com a parceria do Observatório de Turismo de Fortaleza e a gente recupera 347 milhões. Lembrando que a gente partiu do zero aqui, tá gente? 2018 549 mais 2022 a gente estava zero. Então a gente traz aí esse número de 347 milhões. Olhem
para 2024 agora, olha a recuperação do setor. Isso falando pelo dinheiro novo que entra na economia. é o impacto econômico através do gasto do turista. Então a gente recupera e a gente passa de 2018 e Consequentemente a gente aumenta com produção, aumenta os impostos, a massa salarial, valor adicionado e os empregos formais e informais. Então a gente chega aí a 114.000 novos empregos formais e informais, sabendo que o turismo ele traz muito essa questão do do dos empregos informais. Isso não é cajed, isso não é raiz, isso é a matriz de insumuto que consegue eh
multiplicar, né, consegue trazer esse número aí pro pro impacto econômico. E aqui a última tela para vocês. Eu fiz um gasto comparativo do participante. Em 2018 era hospedagem, alimentação, compras, transporte e entretenimento. 20, desculpa, 2022, a gente vê que o entretenimento ele sobe um pouco, talvez porque a gente vê pós-pandemia, todo mundo querendo sair de casa, querendo se divertir. Então o entretenimento ele sobe aí para terceiro lugar, seguido de compras e transporte. E aí a gente traz agora para 2024 sempre hospedagem e Alimentação, primeiro e segundo lugar. compras já passa a ser o terceiro. A
gente vê em 2024 que o gasto com alimentação ele subiu consideravelmente. A gente vê em terceiro lugar compras, em seguida entretenimento e e transporte, né? O gasto médio do participante em 2018 2340, 2227 e 2024 3772. e a média de permanência desse turista, tanto no evento como o por todo o período de de estadia. 2022 a gente sai De 3,5 dias para 4,8 dias. Isso é bem interessante porque esse turista fica mais tempo na cidade, consequentemente gasta mais dinheiro. Bom, era isso. Esse Qcode, ele não só tem essa pesquisa, ele tem um relatório completo, toda
a análise dos dados feito de cada item. Então baixem ele, ele tá bem interessante, tá fácil de ler. Então ele tem todo o impacto econômico que você pode entender. Eh, ele tem no final eh os insites. Eu não trouxe para cá, mas a Gente fez um texto muito interessante em parceria com o Observatório de Turismo e e a UNIF, trazendo esses insites, o que que a gente pode melhorar, o que que a gente pode fazer, quais são as oportunidades que a gente tem através do setor público, setor privado e da união de todas as entidades,
né? Só deixando muito claro que recentemente nós estivemos aqui e é um exemplo disso, estivemos aqui em Honduras juntando todas as entidades aqui ABOC, a CET Visite, a gente foi captar um evento muito interessante, foi um sucesso, a qual vai vir para cá no ano que vem, que é a COCAL, que é o maior congresso de organizadores de congressos da América Latina. Isso é fruto de uma parceria, de uma de uma união onde cada entidade faz a sua parte, onde cada entidade sabe a importância do seu papel. Isso todos ganham. O objetivo de cada um
de nós é o mesmo e essa união faz com que o destino ele ganhe e aí a gente consiga esse esse Esse número que eu considero que é um número excelente pra nossa idade. Bom, é isso. Queria agradecer, acho que já cheguei ali no meu limite dos 20 minutos. Se tiver alguma pergunta, a gente responde posteriormente. Obrigada. Obrigado, Suemi. Obrigado, eh, a nossa audiência que permanece conosco. E dando sequência aos trabalhos, eu passo a palavra para Ivana Bezerra, presidente da ABH Ceará, que vai falar um pouco do impacto na rede Hoteleira e da hotelaria de
maneira geral. Boa tarde a todos. Não vou mais saudar todos porque muitas muitos já for já foram saudados muitas vezes. Queria em nome de todos saudar o nosso querido mestre maior Cartao e a nossa querida amiga Enig. Sintam-se todos saudados e abraçados por eles dois. Bom, primeiro falar que eu me sinto muito honrada com o convite. Me sentir realmente muito muito feliz de estar aqui no meio de Tantas feras de eventos, né? Na verdade, eu vou falar um pouco mais voltado pros eventos de da hotelaria, mas assim, tá junto de vocês, realmente é uma honra
muito grande. Então, muito obrigada pelo convite e diferente dos demais, eu não vou fazer nenhuma apresentação, na verdade eu vou meio que, digamos, completar o que foi dito, principalmente pela Suemi, da importância que são os eventos, principalmente, principalmente paraa nossa hotelaria. Eu sei que o Impacto dos eventos, como a gente cansa de falar, vai além de 52 segmentos da nossa economia, masaria sempre é a mais impactada. Então assim, eu posso dizer que todo e qualquer evento faz total diferença nas hospedagens, digamos assim, da nossa cidade. Além dos grandes eventos que acontecem, né, que eu já
vou falar sobre eles, mas a gente também tem uma forma de manter melhor a sazonalidade da nossa na nossa hotelaria em função dos eventos também internos, Né? A grande maioria dos hotéis de Fortaleza tem salas de eventos que conseguem fazer com que a gente tenha um equilíbrio na ocupação durante todo o ano. Mas o que seria de nós se não fossem os eventos da cidade, os eventos principalmente do centro de eventos, né? É interessante, carta, às vezes a gente fala com pessoas até do meio que dizem que agosto a setembro é período de baixa temporada
na hotelaria e não é. Na verdade, a gente tem até alguns meses Que se comparam com janeiro e julho, que são meses de altíssima temporada de lazer. Então, quantos agostos, no nosso caso do Hotel Sona, a gente teve melhor do que julho. Por quê? Porque a gente tem grandes feiras, a gente tem grandes congressos. Então, assim, essa questão da sazonalidade na hotelaria, ela tenha, tenham certeza que ela realmente é equilibrada. a gente consegue um equilíbrio durante todo o ano em função do turismo corporativo, Mas principalmente das feiras, dos congressos, de todo e qualquer esporte que
acontece na nossa cidade. É um esporte, desculpa, evento que acontece na nossa cidade, é um evento esportivo, é um evento religioso. Agora, a gente tá vendo alguns eventos esportivos de de maior porte vindo paraa nossa cidade e isso impacta realmente muito, né? Tá, recentemente a a Suemi teve eh a participação da captação de um congresso mundial de basquete na Suíça. Esse Evento vai vir para cá, são mais de 10.000 participantes. Então imagina, é um campeonato master de basquete internacional. Esse pessoal não viaja sozinho, a grande maioria não viaja nem só com cônjuge, vem com mais
alguém da família. Então assim, isso também tá tá tá muito característico nesse período pós pandemia de esses eventos atraírem mais pessoas do que só os participantes. Então a gente vê muito, principalmente na área médica, até uns outros segmentos Também de de eventos que ninguém viaja mais só, a grande maioria traz alguém da família e isso faz com que se estenda mais a questão da hospedagem, como bem falou a Suemi. a estrada termina ficando ficando mais prolongada, porque não é só aquele período do evento que a pessoa quer ficar aqui, ela quer curtir um pouquinho também
com a família. Então isso também faz com que a gente tenha uma ocupação maior e principalmente falando também, como ela falou, a Questão da qualificação, né? A nós temos no evento corporativo, nos eventos dos grandes eventos, seja ele de entretenimento, mas principalmente os as feiras e congressos, a gente tem também eh um público que assim é chato falar isso, né, mas que gasta mais, que compra mais, consome mais no hotel, que que que aproveita mais, digamos assim, as nossas ofertas de comércio, principalmente no que diz respeito ao nosso artesanato. São pessoas que vêm interessadas na
nossa cultura. A gente tem que mostrar que Fortaleza não é só somente sol, mar, praia, não. A gente tem cultura e hoje as pessoas procuram muito isso. Então vem para um entret, desculpa, vem para um evento não só eh de cultura, mas eles procam, enfim, uma coisa vai puxando a outra e o os eventos terminam que completam, digamos assim, toda essa essa esse trabalho que a gente faz na hotelaria durante o decorrer de todo o Ano, né? é um tem um papel essencial e fundamental pra hotelaria. Como eu falei, o turismo de lazer, ele não
consegue manter uma ocupação boa o ano todo. A gente sabe que realmente existem períodos de baixíssima temporada no lazer e isso faz com que a gente tenha durante, principalmente o segundo semestre, a gente até brinca com o poder público, que devia ter uma campanha no primeiro semestre em Fortaleza para os eventos serem atraídos mais para cá, Porque a gente tem realmente uma concentração muito grande de grandes eventos. Eu tô falando mais a nível de feiras e congressos, mas existem também eventos eh esportivos, religiosos, que acontecem no primeiro semestre. Isso tudo realmente ajuda demais. Eu tô
focando muito na hotelaria, mas a gente sabe que hotelaria não chega a 50%, a grande maioria é dividida em vários setores da nossa economia. E se fala muito na economia formal, né? Mas eu Brinco muito que do hoteleiro ao pipoqueiro todo mundo ganha. Então, a gente tem que realmente eh o turismo traz tudo isso, mas sabemos que o turismo, principalmente de de congressos e eventos, traz isso com muito mais eh com muito mais, digamos, potência, né? E é interessante eh eu tô aqui com com dois membros da família Sonata, né? a nossa gerente geral, nosso
coordenador de recepção, nosso chefe de recepção. E a gente brinca que até o comportamento Das pessoas quando vem como corporativo, o mesmo hóspede vem a lazer e ele se comporta de uma forma diferente. Então eu brinco até que a gente brinca lá que até ness nesse momento é preferível ter o corporativo. corporativo, ele termina que tem um tempo mais corrido, então o café da manhã dele é mais restrito, ele não não enche o prato de comida e desperdiça, né, que é uma coisa que a gente trabalha muito forte, a questão do desperdício. Então assim, até
paraa Manutenção do nosso equipamento, o turismo de corporativo, não desmerecendo o lazer, não posso jamais fazer isso, mas assim, é um público muito muito cuidadoso. Parece que ele chega com o olhar mais atento a ter mais cuidado com as coisas, a a se comportar de uma forma melhor. Então assim, turismo realmente depende, no caso turismo, hotelaria depende totalmente da do setor de eventos. A gente eh sabe que eu ia eu comecei meio atropelado em Relação a a ao tema, né? Primeiro que eh eu dei uma uma focada na hutelaria, mas assim, quando a gente fala
no planejamento, na execução, na captação, desculpa, começando pela captação, então assim, eh a o envolvimento da hotelaria muitas vezes começa daí, né? Eu lembro bem no num congresso de de algodão que me deixou me ficou muito marcado na época ainda tava na presidência do convention do Visito Ceará aonde normalmente os Grandes eventos, quanto maior o evento, mais antecedência ele tem que ser captado, né? Então assim, a gente na época como hotel, como visita Ceará, a gente conseguiu fazer essa captação para cá depois de muita luta, de muita união entre os setores. O que foi falado
muito aqui também, a hotelaria não está de fora dessa união. O trade turístico do Ceará, eu eu me orgulho de dizer que é um case de sucesso no Brasil todo, por onde a gente anda, reuniões de ABH, de Visita Ceará, de de congressos da nossa área, a gente sempre escuta as pessoas falando do quanto é bonito essa união da do trade turístico do Ceará, essa questão da da do turismo e lazer, ter essa essa, digamos, essa mentalidade de união. A gente não pensa cada um na sua entidade, a gente pensa no todo, a gente pensa
no destino. Então assim, isso a hotelaria faz super parte. Tava falando da questão do congresso e assim foi um congresso que foi captado com três, Quatro anos de antecedência, se eu não me engano. Naquele momento a gente já tava em contato com a hutelaria, a gente já tava vendo todas as possibilidades possíveis para fazer o evento, porque era um evento muito recomendado com com um rei rei africano, não sei quem era, um povo assim de alta e eh importância para quem tava organizando, logicamente pra gente também. Então assim, a união nesse momento também faz toda
a diferença. O trade todo sabe que conta Uns com os outros. Então se uma determinada empresa capta um evento para cá, já sempre sabe quem procurar. A gente tem um braço fortíssimo que é o Visite Ceará. Então assim, a própria BOC, sim, de eventos, a BH sabe que tem esse apoio da do Visito Ceará para fazer bonito nas nossas captações. E eu tô falando isso porque a BH e Visita Ceará andam juntos o tempo todo. A gente além de AO de Evento e todas as outras entidades, AAVE, enfim, mas a gente tem Realmente assim uma
conexão muito forte por pelo fato de que a gente sabe o quanto nós precisamos uns dos outros, né? E no caso todos os eventos, a gente no caso da BH só indica associados do Visite ABO e sim de eventos quando nos procura e vice-versa. Então assim, essa questão realmente eh da união do nosso destino é muito importante. A importância do do dos eventos paraa nossa rea nossa cadeia também sem sem sombra de dúvidas. Inclusive, nesse momento, a gente já tá estudando eh e e pesquisando, digamos assim, novos equipamentos para cá, que hoje nós sabemos que
temos uma deficiência pelos hotéis que andaram eh saindo, principalmente da orla, mas mesmo assim a gente consegue ir se virando e e captando grandes eventos, mesmo sabendo que a gente vai ter que ter uma organização maior para tá fazendo bonito, né? Hoje as pessoas procuram o Ceará por muitos motivos, né? A gente sabe da importância do nosso centro de eventos, mas o todo tá fazendo a diferença, né? A rede hoteliheira tá fazendo a sua parte com capacitação, com retrofit. A gente tá sempre se preocupando, os associados da BH sempre se preocupam. E eu vi aquela
aquele comentário do cliente, o hotel bom é um hotel com cara de novinho. Por mais que ele não seja novo, ele tem que estar sempre se preocupando em tá em estar realmente fazendo eh bonito, né? a gente Procura realmente manter a hutelaria de uma forma que não faça feio. A gente tem um apoio muito muito forte do SEBRAI em relação ao seloho de qualidade que todos os hotéis fazem questão de ter e fica uma briga meio na brincadeira, mas é verdade, de quem consegue o selo diamante, ah, tu tem o selo diamante, mas não sei
o quê. Ou seja, é como se fosse uma coisa assim, uma disputa saudável entre a gente, onde todo mundo faz questão de ser diamante e isso tem Feito a diferença na no nosso atendimento, no nosso serviço e mostra que a gente realmente tem esse jeitinho cearense de receber e que cativa, que conquista e que fideliza o nosso hóspede junto ao nosso destino, nossa cidade, nosso estado. Eu acho que é basicamente isso e muito obrigada. eventos. Autelaria precisa muito de vocês. >> Parabéns, Ivana. Obrigado pela pelas palavras, pela participação no nosso painel. Como é importante, como
é rico Nós vermos dois lados da moeda interagindo, conversando e evoluindo junto. Temos quem gera o impacto, quem gera o dado e quem coleta o dado. Isso é, isso é muito importante. Para encerrar o nosso painel eh com chave de ouro, eu convido a palavra nossa Ribeiro, nossa primeira secretária de turismo do estado do Ceará. eh presidente da ACET e como acadêmica exemplar que é, ela trouxe livros da Academia Brasileira de Eventos e Turismo Para sorteio. Quem quem ficar até o final, mediante aqui a lista de presença, participará desse sorteio. Claro, até o final. >>
Final, já que eu sou a última, tem que ficar até o final. >> Palavra é sua, secretário. >> Obrigada. Eu vou tomar como o cartacho, emprestado os cumprimentos. Então, só faço expandir aos que chegaram depois que ele cumprimentou e cumprimento a todos. Eh, igualmente Destaque pro nosso vice-presidente, agradecendo a casa, agradeçando a iniciativa do setor e declarando que esse é um momento importante para que todos nós possamos pensar na atividade turística como atividade de real impacto econômico, social, ambiental, institucional. e no nossos nos nossos territórios. Pode passar. Control Tá no direita. >> Claro. >> Eu
fiquei muito preocupada porque todo mundo aqui disse queai. Quem aqui não sabe o que é queai? Levante a mão. Então, todo mundo sabe o que é a Kinai. Já é uma grande passo para começar. Kai refere-se à classificação nacional das atividades econômicas. quando cada um registrou a sua empresa, foi lá num Num livro de busca do IBGE, das atividades econômicas e colocou um numerozinho que tem a ver com aquela atividade que você exerce, que você queria executar. Então, é a partir desse dado que é um número que é feito, não é, Joel? o dimensionamento do
impacto de uma atividade econômica em um território. A gente tá falando de território. Eu não vou falar do território de Fortaleza, eu vou falar do território Do Ceará. Por quê? para que vocês percebam que os números apresentados eles ainda assim são referentes à fortaleza e talvez não é Joel, eles tratem só dos dados formais e que a atividade turística tem uma informalidade muito maior do que a formal. Então aí nós já temos para ter um cenário do que é o turismo no estado do Ceará, nós temos que olhar para aquele Carri intenso que o cartacho
apresentou, que tem naquelas atividades que a Suemi colocou, que o Joel colocou e especialmente na atividade da hospedagem tem uma densidade de negócios e quinais enormes que não entraram nessa contabilidade aqui apresentada, não é, deputado? Então, tem muito pra gente fazer nesse interior, né, deputado? Eu vou contar com você o cartaz para poder avançar nesse interior. >> É, tem um litor, mas saindo um pouco o litoral, nós vamos pro sertão, nós vamos para Cariri, o centro sul e ver por que que eu tô dizendo isso. Porque o Cariri tem um centro de eventos. O Cariri
realiza eventos todo dia, toda semana. Não, eu não vou falar não. Eu comecei falando do Cariri para dizer que lá tem 100 de eventos e que nós não sabemos. Aqui vocês estão vendo eh várias associações. Presidente, qual é o seu associado da BOC do Cariri? Fale alto. Não tem nenhum associado. >> Presidente, quantos associados você tem de hotel do Cariri? Vai ver que um é teu hotel, né? >> Camucinha, ela tá falando aqui o tempo todo do Camucinh. o tempo todo, deputado tá aqui, como enfim, então sem esse guinai, nós não podemos classificar as atividades
econômicas, nós não podemos coletar dados, estatísticos e Fazer análise. E o resultado desse quinais é a base para um planejamento de um projeto de desenvolvimento sustentável do turismo que muitas vezes inicia pelos eventos. Eu que trabalho muito nas nos municípios menores e nas regiões interiores, aqui não tem os dados de, por exemplo, como eu disse, Sobral, que faz muitos eventos. Não tem o dado do sertão central, que Xadáque, Xiramubim, Senador Pompeu, não tem os dados. Então vocês imaginam aí que a nossa contabilidade aqui ainda tem muito pra gente avançar e é muito maior do que
o que nós temos, né? O KNAI 2.3 é importante para as empresas, governo e pesquisadores, pois ajuda a entender a estrutura econômica do país e tomar decisões. Se a gente conhece qual é a estrutura econômica do do Ceará a partir do turismo, aí a Gente pode ter uma política de desenvolvimento sustentável do turismo correto? A pergunta que a gente faz sempre é essa: quantos e quais são as quinais? as porque as classificações das atividades típicas do turismo em construção pela Câmara Setorial do Turismo e Eventos do Ceará. Eu fiz questão de colocar isso. Para quem
não sabe que o que é a Câmara Setorial Turismo e Eventos do Ceará, não É o SET. O SETU é o Conselho Empresarial de Turismo, um dos conselhos do sistema Fécomércio e essa câmara é uma das câmaras do sistema da do governo do estado dentro da AD, que é a agência de desenvolvimento do estado do Ceará. tem câmaras de todos os setores de atividades. E em 2021, 2020 era, amiga, no tempo da pandemia, 19:20, eu tava à frente eh dessa Câmara. E para ah Seguir esse exemplo que a Ivana acabou de colocar, nós sempre trabalhamos
juntos como presidente da Câmara. nós através de um parceiro economista, Alexander, eh, como subnome dele vai já aparecer, Alexander L, eu acho. Eh, nós fizemos um estudo, ah, para analisar o que era o turismo do Ceará, porque a o comitê, a, a que estava decidindo o retorno das atividades econômicas fazia Retorno para todas as atividades, menos para o os eventos e o turismo. E foi necessário fazermos esse estudo para que eles tivessem visibilidade da importância do setor de eventos e turismo e o setor pudesse voltar à suas atividades. Então isso foi um acaso, foi uma
provocação por uma necessidade urgente e foi era 2021, janeiro de 2021. Ah, o Léo me disse para eu para dizer e como é que a gente podia avançar com os Quinais. Tá parado desde aí. Então eu agora já conto com um, dois e três pra gente avançar. Tá certo esse estudo? Tá certo. Tá certo, né? Nós vamos avançar. Não, mas eu tô dizendo as instituições, querida, a Câmara dos Deputado do Ceará, o Sebrai e a Fé Comérci. Tô dizendo assim, naquela ocasião, naquela ocasião, ah, nós trabalhávamos eles, a, o comitê, não era Enid, era um
comitê, um comitê Gestor de retomada, eles trabalhavam com 28 quinais e o resultado desse estudo chegou a 122 quinais. Com isso e uma série de reuniões que a gente saiu fazendo para poder dar sábado o dia todo para poder dar essa visibilidade, foi que deu a possibilidade do ã setor de eventos e turismo retornar. E aí vocês vem um total, esse é um resumo, a a essa é uma apresentação de quase 18 slides. Tem Cada uma daquelas a atividade característica de turismo, aqueles números um a dois, eles estão abertos em planilha, diz quais são as
atividades, diz a suividade, mas aqui eu não teria tempo fazer isso. que nós trouxemos. E aí tem transporte nos modais, ferroviário, rodoviário, marítimo aéreo, transportadora turística, locadora de veículos, operadores e agência de turismo, meios de hospedagem, restaurante, cafeteria, Bais similares, organizadores de eventos, prestador de infraestrutura de apoio a eventos, casa de espetáculos e equipamentos. Aí, esses três estão gravados. com a cor azul, que é exatamente para que são os que são diretamente da área do segmento de eventos. Empreendimento de entretenimento lazer e parque aquático. Prestador especializado em segmento turístico e empreendimento de apoio ao turismo
náutico, à pesca desportiva. Vejam bem, esse conjunto de 122 quinais, eles demandam da economia do estado outros tantos quinais. Vou pegar o exemplo último aqui. Apoio ao turismo do Náutico. Ele demanda lancha, equipamento de esporte, ski, a gasolina paraa lancha, o motorista da lancha. Então, se você for analisar o indireto, isso aí é o que na direto. Se você for analisar o indireto, que é a análise que a gente faz, são muito mais o número, Muito maiores as quantidades das finais de cada um desses itens aí. E outra coisa, quando você toma, vou pegar um
exemplo, uma feira queid faz da área da logística. Área da logística entram todos aqueles modais. A feira é de logística, mas quem vem é um empresário que faz turismo. Então também, professor Joel, quando a gente pegar esse calendário De eventos, não pode ser só os eventos eh grandes ou médios ou pequenos. A gente tem que olhar também paraa segmentação desses eventos, saúde, educação, tecnologia, esportes, lazer e por aí vai. Então a gente tem e aí eu tô respondendo, Léo, a pergunta do que fazer para mudar, para aquecer, que era a sua pergunta. Já dei duas
duas Direções aqui pra gente avançar, né? E estou à disposição para quem quiser me fazer perguntas lendo ali. Esse estudo foi desenvolvido com base no trabalho inicial de Alexandre Líra Cavalcante, economista que serviu de referência para a construção dessa análise. Muito obrigada. >> Parabéns, Zânia. grande apresentação. Eh, dando sequência aqui brevemente aos trabalhos, queria abrir a o microfone à Plateia se alguém tem alguma alguma pergunta, alguma intervenção a a fazer. 1 2 3 Opa! É, boa, boa tarde, né? Já quase boa noite. Meu nome é Dardano Nunes de Melo. Eu queria, em primeiro lugar parabenizar
este evento porque ele trata do ponto crucial do nódulo que e na abordagem do problema. vocês eh se você considerar que o no Brasil a Primeira entidade criada para defender eventos foi há 102 anos atrás a Sociedade de Turismo do Rio de Janeiro para promover o carnaval. Há 102 anos, o turismo já é visto como uma atividade de impacto econômico em função do carnaval do Brasil que precisava ser mostrado ao mundo. Até aqui, 102 anos depois de 2025, é que nós nos acordamos para a necessidade de sair do amadorismo e profissionalizar a atividade. Eu parabenizo
a todos vocês que estão Buscando uma análise e uma abordagem através de um observatório científica e principalmente com a visão em função de dados. Infelizmente, infelizmente o Brasil com essa COP 30, inclusive eu fiz um artigo aqui que queria passar para o deputado Sérgio Aguiar sobre a COP 30 e a imagem negativa que ficou o Brasil diante do seu planejamento, da sua organização turística para eventos. Chegou ao ponto da ONU propor a mudança do evento para outro estado saindo do Pará, porque não houve estudo de capacidade de carga, não houve reservas prévias, não houve um
estudo para receber um montante de 50.000 pessoas num país que tem uma das maiores potencialidades de turista do mundo, a maior biodiversidade, podia ser uma grande potência mundial no turismo e, infelizmente está na rabada do receptivo turístico mundial. Então, a nossa Incapacidade é tremenda em relação a Imbrapa. A os técnicos da Imbrapa hoje nesse evento vão receber títulos equivalentes ao Nobel. E o turismo, infelizmente, esse atraso secular que nós temos leva a esse estado. Somente vocês que são os verdadeiros desbravadores. Eu quero parabenizar todos vocês, parabenizar inclusive essa abordagem da Anânia e do Carta que
mostrou o microturismo. Quando eu participei há anos atrás, Início na França da do da conta satélite turismo, isso era o que a OMT já alertava. É preciso que o turismo tenha noção do seu microturismo lá na localidade, lá no município. Quantos eventos tem na cidade de de de Calcaia, quantos eventos tem na cidadezinha lá de de Senador Sá. Esse turismo não é dimensionado a nível de microturismo. O que é turismo que OMT diz que é? Eh, você sair do município pro outro, passa mais de 24 horas usar o equipamento, Isso é turismo. E esse turismo
é computado. Isso daí a a OMT já falava lá quando os canadenses, o pessoal, eu participei dessa reunião início da conta satélite de turismo. Então vocês estão no rumo certo. Meus parabéns. Felizmente, nós temos um turismo muito tardio no Brasil por falta de capacidade, por falta de planejamento, por falta de interesse e prioridade a nível nacional e também de preparação dos empresários para isso daí, tá? Tenho Dito e muito obrigado. >> Obrigado, Dardano, pela intervenção. >> Léo, posso pegar nesse gancho só fazer uma uma consideração? >> Muito da partilha da Ivana. Eu estava a pensar
que a primeira vez que eu visitei Fortaleza foi para um evento científico e me apaixonei pela cidade há muitos anos atrás. E de facto e a partir de 2018 eu fui diretor a nível mundial de de diretor para eventos da maior organização mundial profissional que é o I3s. Todas as tecnologias que a gente tá aqui a usar são normas I3. E esta questão levanta um problema sério, que é se a gente quiser organizar um grande evento, que condições a gente tem para oferecer? Por exemplo, no I3S a gente tinha eventos de 10.000 pessoas e tínhamos
já mapeada a nível mundial as cidades. Geralmente era a cadeia a Hilton ou similar, então era sempre Singapura, Piquim, Paris, eh por aí fora, não é? E algumas cidades Americanas. Por exemplo, na América do Sul, a gente não tinha condições para trazer um congresso desses para cá. E a gente vê, Ivana comentou, que vemos os hotéis a sair da beiraar e, de facto, o turista se encanta pela beiraar. É aí onde é que vai ter o alojamento. Isto envolve ordenamento território, isto envolve decisões políticas. E aquilo que eu queria perguntar humildemente à ao trade é
o que é que tá a ser feito para trazer a prefeitura de Fortaleza para a Discussão de facto do que é que nós queremos do planejamento da cidade para construir essa realidade, porque senão a gente pode fazer aqui um esforço imenso e depois tem esta limitação que é a gente não tem como receber, não é? E e eu imagino, eu gostava muito de ver os navios de cruzeiro a aportar diariamente em Fortaleza, como eu vejo noutras cidades do mundo. Então eu vejo um potencial gigantesco, mas eu vejo um longo caminho a percorrer e não quero
Ser eh desanimador. Eu quero é ajudar e contribuir para que a gente faça acontecer de facto uma fortaleza diferente, cada vez tem mais atrativos. Muito obrigado. >> Só completando um pouquinho do que você falou, Joel, a gente tá comentando aqui com a Anânia que pela primeira vez o turismo vai ser foi lembrado no plano diretor da cidade, né? Então tá sendo refeito agora, se eu não me engano, já desde 2019 que tava parado, enfim. Então, o turismo vai fazer parte, a gente vai ter uma cadeira lá para ser ouvido também, exatamente para conversar junto e
vermos juntos o que fazer nessas situações que a gente tá passando agora, né? Então, a a nossa secretária já tá fazendo parte e nós somos convidados também para dar a nossa participação em relação ao plano diretor da cidade. eh agradecer, mas também fazendo as minhas considerações finais, acho que o Caminho é longo, mas os primeiros passos já estão sendo dados e através desses fóruns, desses encontros, através do setu que a gente consegue evoluir nesse nesses trabalhos. Um pingafogo aqui rapidamente para os painelistas em uma palavra. Qual deveria ser a prioridade zero para que a gente
siga crescendo e medindo impact o impacto do turismo de eventos na cidade? >> Eu acho que a prioridade é reunir as instituições organizadas. Eu tô aqui com A lista ah do Conselho Nacional de Turismo, que eh é um braço da do Ministério do Turismo e que aqui tem dois assentos. a presidente da BEOC Nacional e eu representando a Abratu Nacional. Desses membros, do total de membros do conselho de 48 membros, nós temos aqui, eu listei as nossas associações que existem no estado do Ceará. Então, nós temos associações de organizações de eventos seis aqui no Ceará,
associações de academias três e Associações patronais seis. Então, nós temos 15 instituições que t a correlatas no Conselho Nacional de Turismo que estão aqui no Ceará, que é a BO, que não vou citar, mas você soma. A minha proposição é reunir um grupo que tenha pelo menos essas entidades participando para fazer um planejamento de como e construir esse processo pra gente avançar não só com os quinais, mas com a representatividade dos quinais de cada uma dessa Associação. olhar pros quinais que a seus associados estão registrados dizer: "Não, mas tá faltando, tem muito mais para nós".
Tá bom de falar. Era uma pal. >> Ela pediu só uma pal, ele pediu só uma palavra. Eu vou falar só uma não, mas vai ser bem curtinho. Na verdade, o meu é mais um pedido. É para que cada um de nós nunca perca a oportunidade de mostrar por onde quer que ande a importância que É o turismo de lazer e de negócios para um destino. Às vezes eu participo de reuniões onde se fala de tudo que você possa imaginar a nível de segmento de uma economia e não se fala em turismo na nossa cidade,
no nosso estado. E eu acho isso assim triste, porque a gente sabe da importância, então assim, que esses números, que tudo que nós ouvimos aqui hoje não fique só aqui, que cada um possa reverberar, reverberar por onde Chegar a importância que é, eu falo turismo que é meu peixe, né, na helaria, mas é principalmente essa questão do turismo de eventos, gente, é muito importante pro nosso destino. a gente sabe o quanto muda a realidade de um de uma comunidade, um destino, de um estado. Então assim, não vamos ficar com essa essas informações de hoje só
aqui. Vamos passar paraa frente que com certeza todos vamos ganhar. >> Eu acho que a união, para mim, a união De todos, onde cada um respeita o espaço do outro, eu acho que isso faz muita diferença, né? seja na captação, na promoção, em em qualquer momento. Eh, eu acho que vocês, né, eu digo, nós como todos os empresários, eles ficam e a questão da política ela passa. Vamos aqui acompanhar aqui a questão, né, dos nossos governantes, presidentes, secretários. Muitos passaram e muitos de nós que estamos à frente de entidades aqui, a gente fica. Então eu
acho que Esse fortalecimento do setor eh privado, ele é extremamente importante. Eu acho que essa essa mobilização, essa união do setor privado, do fortalecimento dessas entidades de classe que ficam é extremamente importante, porque a política passa, os empresários ficam e todos precisam tomar conta dos seus negócios. Então eu acho que essa união para mim ela é essencial. Eu acrescento que além do que a Ania falou, nós no Brasil temos uma mentalidade muito de Esperar pelo ente público. Então eu acho que os empresários se devem mobilizar e fazer acontecer e estabelecer pontos quando a gente tem
aqui um deputado estadual, quando a gente teve aqui um deputado federal que conhecem bem o setor e que querem que isso de facto se concretize. É uma oportunidade excelente para fazer acontecer. Então é a palavra, passar das palavras à ação. Eh, agradecer finalmente a Suemi, ao professor Joel, a Ivana, a Anânia e Dizer que eventos são muito mais do que encontros, é o vetor da nossa economia e que todos nós saiamos daqui sensibilizados e convencidos a responder aos questionários pra gente gerar dado, gerar informação. e a gente ter consciência do nosso impacto, da nossa grandeza.
Obrigado pela atenção e pela audiência de todos. Para encerrar, eu pediria aqui ao presidente Luiz Fernando que me dissesse quatro Números pra gente sortear aqui esses livros >> de 1 a 90. 818 Irism de Souza Samira Lod 81 >> 28 Natália Baltazar 38 >> ele vai na quer fazer agora 38 nem tem 38. Bom, 8 28. O sorteio tá feito, os livros estão tão aqui. Tem ninguém aqui. >> Samira Lod não tá aqui. Eu vi a Samira já saiu. >> 94. >> Vânia. >> Eu chamei os nomes. Vânia Lúcia. >> Oito. Erism de Souza. 18.
Samira Lord. 28 >> Natália Baltazar >> 48 agora >> 48 Pedro Castelo. Esse aqui é uma produção da Academia Brasileira de Eventos e Turismo 51 >> e >> Ivana Bezerra >> tem os dois. E agora 68 >> 58 Pedro Perzed >> Pedro >> Pedro Perz >> 68 >> Silvio Mesquita 68 >> Ktia Mamed Cátia Não foi força de barro. >> Gente, muito obrigado pela atenção. O painel foi excelente. >> Um minuto. Eh, gostaríamos de pedir um pouquinho da atenção aqui da audiência. Só um minuto. Nós precisamos fazer um agradecimento e uma fala aqui pro encerramento.
Gostaríamos de contar com a presença de vocês, é rápido, tá? Eh, primeiramente nós queremos agradecer a Seleto Marketing em nome do Renato Melo, que é responsável pela identidade eh desse evento, a a EM montadora na pessoa da senhora Estela Pavan, né, pelo apoio, pela parceria, pela amizade e o Rogério da Digital Fotografia aqui presente também fazendo a cobertura do nosso evento. A gente convida agora o deputado estadual Sérgio Aguiar para fazer uma fala aqui, encerrando esse esse momento conosco. E >> Sim, e gostaríamos de pedir logo após essa fala, nós vamos descer então pra livraria,
para o lançamento do livro. Vai ser um momento bem especial e é importante contar com a presença de vocês e AL Eventos aqui responsável pela organização. >> Bom, boa noite a todos, pelo menos aqui tá no clima de noite, né? parabenizar aqui ao Setur, o nosso conselho, a Fécomércio SistemS e ao Sebrai por essa Iniciativa de fazermos com que a gente possa trazer efetivamente a discussão daquilo que é o turismo para nós cearenses. Se a gente for lembrar aí até a Dra. ser secretária, a gente simplesmente tinha o turismo como viagem para a casa de
parentes em outros locais, principalmente nas férias escolares. Hoje a cadeia do turismo sustenta efetivamente um número significativo de cearenses. E é isso que é importante Para se poder fazer. Se nós temos como maior contribuinte do ICMS hoje no estado do Ceará o comércio de Fortaleza, leia-se também o impacto que o turismo traz nessa geração de divisas para o estado do Ceará e principalmente de trabalho. 3.000 horas de sol, 573 km de praia, de litoral, nós temos serras úmidas como o Macisto do Baturité, como Serra da Ibiapaba, Chapara do Apodi, tendo também aí as manifestações religiosas
como a as romarias de São Francisco de Canidé, a romaria de Padre Cícero no Juazeiro, mas temos sempre que ter efetivamente um fator diferencial para minha Caren durante o período da baixa estação. E é aí aonde o turismo de eventos e negócios faz o couro para poder conjugar com tudo aquilo que a gente já tem de potencial e possamos fazer com isso daí de que o turismo seja efetivamente um grande colaborador do desenvolvimento do nosso estado do Ceará. Aquilo que está sendo discutido Aqui em Fortaleza, por exemplo, a nova discussão do plano diretor de desenvolvimento
urbano é fundamental. Se os héis estão se afastando, por exemplo, tá aqui um urbanista que sabe disso, se os hostitais estão se afastando, por exemplo, da beiraar, temos que saber o por que isso está acontecendo e, principalmente, saber fazer com que tenha ali uma delimitação que se tenha o aproveitamento tanto sustentável como também a oportunidade de de seja plural Para todos. Então, quero aqui deixar em nome da Assembleia Legislativa, em nome da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa, da qual fazemos parte há 19 anos, estarmos lá para mais uma vez conjugar o mesmo verbo, construir
o turismo cearense. Muito obrigado. Boa tarde a todos. Parabéns pelo evento. Então, convidamos todos os presentes que possam se dirigir até a nossa livraria, aqui embaixo no primeiro no térrio, onde acontecerá o lançamento do livro SEDu, Turismo e Economia Criativa, uma publicação que reúne reflexões e resultados de debates promovidos pelo Conselho de Turismo e Hospitalidade da Fécomércio no Ceará.