Olá, pessoal, [música] tudo bem? Sejam muito bem-vindos ao canal Professor Barone. E hoje a gente tá aqui numa trilogia, uma sequência de três vídeos que eu tenho certeza que vocês vão gostar muito.
Mas, ó, é só o começo, sabe por quê? Estamos inaugurando um novo quadro aqui, papo reto com Sidney Angulo. A gente vai aprender muito.
Vamos falar sobre investimentos, comportamento do investidor, vitórias, fracassos, enfim, muita coisa a gente vai aprender. Só que a gente vai começar com três vídeos. A gente tá aproveitando aqui a presença em São Paulo.
Vamos gravar esses três primeiros, mas podem ficar assim tranquilos que vai ter muito mais pela frente. Sabe por que vai ter muito mais pela frente? Porque agora eu tenho uma credencial.
E sabe qual é a credencial? Não posso dizer que eu sou amigo do Sisnus. >> Professor Barone, posso te chamar de Barone?
>> Pode chamar de Barone. A gente começou uma amizade assim de uma maneira bem interessante. A gente começou a fazer alguns contatos pela internet e tudo e tivemos a oportunidade de nos conhecermos.
E aí eu falo que o fundo imobiliário ele me trouxe muita renda até aqui, mas ele também me trouxe alguns amigos e eu posso dizer que hoje eu tenho um novo amigo aqui. Então fiquem acompanhando que vai aparecer mais outras vezes, né, C? Primeiro Baroni, eh, super obrigado por a gente, por você se apresentar como meu amigo.
Isso para mim é uma coisa muito forte na minha vida, que eu dou muito, muita importância para as relações. Eu eu comecei do nada, meu negócio foi muito sofrido no início, mas ao mesmo tempo sempre foi muito dinâmico. E a coisa que eu mais dou valor de verdade é a relação humana.
A gente começou meio se tateando, meio se não entendendo bem a quem é quem. você me ligando, meio desconfiado, eu entrando nesse mercado não querendo me expor, porque eu sou empresário importante em São Paulo. De repente tive um experiência muito boa, um retorno bom dos comentários.
Não, não, não vi marcas de ódio, vi marcas de e eu sou muito entregue para as coisas. Nós temos aventura no Fe Experience, você me convidou pra gente jantar, no final eu paguei a conta, né, [risadas] claramente, né? Mas nós fomos um lugar muito bacana e ele pediu cada bifão, o bife mais caro ele pediu, tá?
Mas tudo bem. [risadas] E a gente começou um bate-papo e eu notei uma coisa, você é muito parecido comigo, essa visão tua de mundo tá que a gente vai falar muito sobre comportamento, sobre mercado e muito sobre vida também, que isso é uma coisa que é o prazer enorme, porque de resto, cara, já tô fazendo num monte de canal, então o barulho tá saindo um pouco da zona de conforto, mas vai sair um monte de informação importante, fica tranquilo. >> São mais parcidos entre aspas, a diferença é que você não pinta o cabelo e eu pinto.
>> [risadas] >> Ele não pinta não. Eu fui pertinho no cabelo dele para lá, mas ele não pinta. [risadas] >> Bom, pessoal, esse é o papo reto.
É justamente isso. É uma conversa descontraída para pegar a essência do Sidney. E eu não poderia começar diferente.
Eu não vou já falar direto agora de fundo imobiliário, como é que começar. A gente vai chegar lá, calma. Mas eu preciso aqui de uns minutinhos para saber quem é o Sgney, de onde veio essa figura tão interessante assim.
>> Bom, Maroni, eu sou filho de funcionário público, né? Eu já sou bem mais velho que você. Presente essa cara de de garotinho, meu sou mais velho, meu pai é funcionário público, imigrantes também, né?
Mas que acontece, eh, ele me, uma coisa que ele queria desde o início era me dar cultura. Então, eu, eu não tive no início muita coisa, mas ele se esforçou muito para me dar cultura. Então, eu, ele, eu tive a oportunidade, apesar de há muitos anos atrás, coisa de 50 anos atrás, eu tive a oportunidade de ir paraos Estados Unidos, de estudar, fazer intercâmbio, uma época que ninguém fazia isso, mas ele era difícil pagar a prestação da casa, mas ele pagava a minha a minha viagem paraos Estados Unidos.
Então, uma coisa que me ajudou muito e eu aconselho as pessoas demais é conhecimento. Conhecimento, estudo é mais importante é um é e tempo também. Não perca o seu tempo, a sua juventude desde do zero.
Aprender, investir. Se você tá numa fase mais adulta, é sempre é tempo de começar. Nós estávamos numa reunião agora que eu vi que você tá mostrando um livro.
É sempre tempo de de você se e construir um pouquinho mais o teu castelinho como ser humano, como gente. Então, para mim, assim, ao longo da minha vida, eu sempre me preocupei com isso. Não é que eu sou nenhum gênio, não sou super estudioso, nada disso que nem você, pelo amor de Deus, mas eu sou obstinado nas coisas.
Então eu comecei no início, nos anos 80, me formei, foi uma época muito difícil como engenheiro, muito difícil começar, não tinha emprego, não tinha nada. Eu tava quase desistindo, me formei numa quen como engenheiro civil. O cara tava quase indo pra África trabalhar como engenheiro na África.
Meu pai é todo assustado, não tinha. Daí eu consegui um emprego, trabalhei com o cara um ano e meio. Nesse ano e meio eu aprendi tudo que não tinha que ser feito como um um como um dono de empresa.
Não pagava salário, não pagava 13º. Fui obrigado a fazer minha firminha. No fazer a minha firminha, que foi uma jornada de quase dois anos bem difíceis, eu comecei a fazer o meu negócio.
Eu peguei o caminho mais difícil, mas foi o mais fácil. E o mais fácil pode ser o mais difícil, essa coisa que a gente falou no nosso jantar. Então eu acho assim, e ao longo desse período todo eu comecei devagarzinho e uma coisa que desde o zero de jogo, não sei por, eu com 26 anos, 27 anos, 28 anos, quando eu comecei, já queria que alguma coisa trabalhasse por mim.
E o meu avô lá que veio do Egito, coitado, veio, perdeu tudo lá no Egito, veio para cá, desde o início ele comprar uma terreninho em Campo Grande, Mato Grosso. Tô falando de 1920, era imagina 1920, Campo Grande, Mato Grosso. De terra de ninguém.
E ele conseguiu fazer dinheiro lá. Falei: "Puxa, se o velho conseguiu fazer dinheiro em Campo Grande, Mato Grosso há 100 anos atrás, eu vou conseguir em São Paulo. " Então eu comecei devagarzinho como engenheiro e ao longo dos anos eu montei uma pequena confecção.
Depois da pequena confecção eu comecei a vender tecido, mas desde sempre, barono, eu vendia cota de consórcio, eu vendia carro e sempre colocando dinheiro do lado, sempre, sempre doutrina, sempre. Eu sempre fui um cara muito obstinado em querer ter aquilo. E ao longo dos anos fui construindo tercelagem.
Daí eu fui comecei a mexer com a primeira casinha que eu comprei de a primeira casinha a segunda. Pessoal falava: "Você não vai vender isso? Aplique no no banco, aplique em CDI.
" Então vamos falar em CDI, você vai ver como eu que sou, como eu sou obstinado por essa história que você entrou aí de fundo imobiliário. E daí comecei devagarzinho, a coisa começou a crescer e um dado momento eu fiquei grande, comecei a grande anos final dos anos 90, 2000, já tava com uma posição muito consolidada, até que apareceu o Hélio Saber, que é o meu atual sócio, eh aportou bastante capital, a gente cresceu muito e daí ao longo dos anos acabou surgindo um empreendimento nosso, que é mais importante, que você ainda não visitou, vai ser comunidades de honra, que é o Ebusiness Park. Eh, foi um case.
E chegando até os dias de hoje, a coisa evoluiu bastante. Começou no meio da, no início da pandemia, eu me vi lá no Ebusiness Park num belo dia vazio, sem nada para fazer. E daí me ligam me oferecendo numa história chamado fundo imobiliário.
Eu sempre soube o que era fundo imobiliário como investimento de vamos fazer um fundo imobiliário desse prédio. Sim, mas não um fundo imobiliário de consumo. Fundo imobiliário onde um pequeno pudesse comprar uma cotinha e ter.
E daí me venderam lá um negócio. Como eu sou investidor maior, eu não comprei uma cotinha, comprei uma posição, quase 10% do fundo. Eu só não passei dos 10, senão eu perdi o direito do Daí acabei comprando as cotas e tô sentado um dia no meu escritório.
Me liga minha assistente no mês seguinte, fala: "Ai, entrou um aluguel". Falei: "Como assim? " "É porque já entrou o primeiro aluguel".
Eu já sabia que ia entrar aluguel, mas essa coisa de entrar aluguel, cara, foi uma coisa tão gostosa. E no mês seguinte, no mês seguinte, eu comecei a entrar, comecei a investir nisso. A gente pode agora e esmiuçar um pouco mais essa área, mas essa é a minha historinha para chegar no início dos fundos imobiliários e vamos desenvolver dali pra frente.
>> Antes de chegar em fundos imobiliários, sempre tendo apoio da família, esposa, sempre parceira. É, eu muito muito importante >> filhos todos >> a gente tá assim, eu sou casado há 40 anos, vou fazer agora dia 15 de dezembro até não fazer uma viagem de bacana aí vou pra Singapura. >> Eu vou fazer 40 anos de casado.
Eh, tive quatro filhos, o mais velho Alexandre 34, a Júlia 32 e 10 anos depois Ricardo Marina que tem 22 anos. 10 anos depois fica a mesma mulher, fica mais barato, não fica, não trocar de mulher, fica barato, não. Ela e a Mila desde sempre ela, ela ela até tinha uma conção financeira melhor do que eu, mas desde o início, quando a gente fez a nossa confecção, eu tinha uma casinha na Vila Madalena, bonitinha a casinha, a gente montou com móveis bonitinhos e eu comecei a história da confecção e num dado momento a gente precisou de espaço.
A gente sendeu um dia, falei: "Puxa vida, gente mais um espaço né? Essa casa era linda, bonitinha ali. " Ela falou: "Por que a gente não monta na sala na nossa sala?
" Bacana. É bom, não teve dúvidas. Desmontar uma sala, levamos os móveis para um dos quartos e embaixo colocamos costureira, colocamos tudo e tudo bem, entendeu?
>> Isso em que ano? >> Isso já não, já eu tava já com uns 28 anos, 30 anos não era jovenzinho não, já tava já andando. E mas e isso anos 87, 88 mais ou menos, não?
>> Então é e esse mais sabe o que acontece, Baroni? em nenhum minuto. Isso, graças a Deus.
Você tava no carro conversando com a Ariane aqui vindo para cá. Uma coisa que nunca, nunca me derrubou no hospital do dinheiro. Juro, acho bacana ter dinheiro, acho bacana você ter uma posição forte nessa situação, mas nunca fui escravo dele e nem a Mirla.
Então a gente falou assim e a gente leva coisa com muita simplicidade. Ah, vamos casar, bom, vamos comprar uma casa, bom, vamos vender a casa. >> O dinheiro ele é transitório, né?
E o que é mais interessante é quando você entende que o dinheiro ele tem um valor neutro. >> É difícil as pessoas. >> Nossa, esse é bom, hein?
Gostei. Dinheiro valor neutro é bom, hein? >> O dinheiro ele tem valor neutro, porque se você tem uma quantidade de dinheiro e você usa de maneira positiva, o dinheiro, a neutralidade dele vira pro bem.
>> Sim, >> né? Porque o mesmo dinheiro que faz coisas erradas, ele também coloca a a o soro lá pro pro pra pessoa que tá precisando no hospital. Ele que também faz aquilo que compra o livro para criança estudar.
Então o dinheiro ele tem valor neutro. Quando você inverte aos ficar [risadas] al olha além de entender de de de olha sabe que naquele jantar nós começou a falar sobre vida tudo mais eu conheci um novo baron de verdade. É legal isso.
Eles todos não podem não veio ver você tão obstinado toda sexta-feira fazendo análise e seus programas. É muito legal esse tipo de coisa. Mas você falou de dinheiro.
Uma coisa que me deixou muito feliz nos últimos meses, eu comecei a dar primeira entrevista no Clube FI pro Rodrigo Cardoso. >> Grande amigo. Um abraço, Rodrigo.
>> Rodrigo, olha aqui, ó. Falando de você, viu? Terminou a entrevista, eu cheguei e falei para Ariane aqui, paraa minha turminha, falei: "Acho que eu fiz besteira, imagina me expondo todos esses anos eu não me expulso.
Eu não falei nada, não é business par que eu não apareço, não participei, não participei de top imobiliário. Não é que nós temos um empreendimento importante, a gente tem o maior empreendimento dentro das marginais. A gente pode fazer até um programa seu lá dentro, se você quiser.
>> Vai fazer um fundo imobiliário. É muito legal. >> E cara, uma coisa que me deixou muito feliz que eu saí da da entrevista, falei: "Ah, quero ver os comentários".
Os comentários foram positivos. várias pessoas. Depois disso, eu já dei mais ou menos umas 12, 15 entrevistas, todas, todas, desde do do lucro FC, dos economistas, as pessoas elogiando a pessoa ou alguém que saiu, que está no meio empresarial forte, indo e conversando com as pessoas como um todo.
E eu tinha aquele estigma que no Brasil a pessoa que tem dinheiro é meio feio ter dinheiro é estranho. Você pega um país que nem nos Estados Unidos, ter dinheiro não é feio. E não, eu quero compartilhar essa minha experiência esses anos todos, dizendo que tem muito idiota que é escravo do dinheiro.
Tô dizendo pessoas que nem você que tá do outro lado que quer construir um patrimônio e respeitar esse patrimônio e dividir com quem precisa do teu lado. Então, dessa forma o dinheiro fica bonito. Cara, eu só tive comentários bacanas.
>> É a questão do do suficiente, né, que também tá sempre em livros comportamentais. Quando o investidor ele não encontra o que é o suficiente, o quanto que realmente ele ele tá satisfeito, ele fica buscando uma coisa que ele não sabe o que é. A partir do momento que você neutraliza a função do dinheiro e começa a usar o dinheiro para realmente fazer e ter a oportunidade de estar aqui batendo um papo, você tá gerando uma riqueza que ela tem um valor incrível no tempo, né?
Isso aqui vai ficar pro resto da vida. >> Você sabe que é isso que vale, né? >> É isso que vale.
É isso que vale, porque é isso é que realmente a gente leva. São essas amizades e essas simpatias que a gente conquista no tempo. Isso é o que realmente carrega pra gente pra eternidade.
Imagina, >> o resto é transitório, né? >> A gente em cada área, né? Eu como empresário, né, com uma posição grande, forte, você como cara mais respeitado na área do Brasil, eu acho que a gente leva muito tapinha nas costas, né?
Oi, tudo esse tapinha nas costas, a gente tem que saber quem é quem. E na realidade, às vezes o tapinha nas costas até pra pessoa se posicionar, ela quer se aproximar da gente, nem é uma coisa ruim. Mas voltando para essa coisa estigmática que é o dinheiro, eu acho que a gente tem que começar a construir uma uma história, porque todo mundo tem condições de chegar onde eu cheguei.
Todo mundo tem condição de chegar onde o barulho chegou. Essa coisa de vocês, né? Tô falando paraa sua empresa, né?
Eu eu tava acompanhando um pouquinho, mas eu não sabia muito bem o que era sua, o que que era teu negócio. É um negócio incrível, né? Meso Thaago.
Eu não sabia que que que era essa pessoa obstirada. Fala obstiradamente na tela. Isso é uma coisa que primeiro você tem que acreditar.
É uma coisa que eu quero explorar pra frente essa coisa de acreditar. Eu quero que você me cutuque, porque essa coisa de você ter fé em alguma coisa e inabalável é muito importante. Mas, cara, voltando dessa história do dinheiro, é isso.
E o e e a história do fundo imobiliário, voltando pr pra minha historinha lá do dos 2020, né? É isso aí. Eh, eu me vio não não tendo nada para fazer naquele mundão, né?
Eu peguei, tem um Starbucks, tinha um Starbucks lá dentro e a gente ia toda segunda-feira, a gente ia lá da quarta. Melodia, eu fui no Starbucks, tava fechado. Falei, como assim fechado?
Daí a Renatinha que trabalha lá, que toma conta do Business Park, falou assim: "É, fechou, eles vão voltar daqui um mês, dá um mês, então tá bom, né? " Então a gente começou a sentar, deu os clientes começaram a ligar, olha, vão ter que fechar, vamos ter que fechar, como assim vão ter que fechar? E um atrás do outro ligava cada dia.
Eu tinha na época 180 contratos de locação. É coisa para caramba. A gente tem uma plataforma muito grande de imóveis e daí liga um primeiro cliente, olha, dá para você fazer um postergar o pagamento, dá para você, começamos a negociar caso a casa.
Bom, resumo, o que era um mês virou dois, virou três, virou seis, os banks não abriam >> e a gente andando naquele um espaço enorme, vazio, aquela tristeza. Eu me lembro da cena que a gente viu na televisão do Papa lá na na plaza de São Pedro fazendo a reza sozinha a não sei se foi a missa do Galo, algum evento que aparece ali entrando sozinho, aquele vazio. Não dá até tristeza daquilo.
Foram momentos muito difíceis, mas eu te digo uma coisa, a gente a gente teve uma oportunidade enorme de ver uma guerra no sofá. A gente pode reclamar, mas a gente não tava na trincheira. A gente não tava lá com os meninos que estão lá na Rússia morrendo ou em Israel morrendo.
A gente tava no sofá, sofrendo, mas no sofá de com certo apoio do governo. Qual é que foi a nossa postura? Sentei com Hélio, eu falei: "É, a gente dos pequenininhos da Praça de Alimentação, que são os restaurantes, eles não estão conseguindo pagar.
Não é só isso que eu não est pagar. Eles têm que pagar o salário dos caras. Baron, sabe o que eu fiz?
>> Hum. >> Além de não receber aluguel, >> ajudou. Ajuntei com dinheiro alguns casos a fundo perdido.
Eu não posso falar porque os outros falar: "Pô, para mim se deu fundo perdido, alguns casos a fundo perdido". E praticamente quantas quantos lugares lá fecharam? Nenhum.
>> Nenhum fechou. O cara chegava de manhã, começava, colocava comida e vinha três caras comer e vinha embora. Então são coisas dessa natureza que é história de vida, viu?
>> Empatia, essa é uma palavra. E essas e essas empatias são fundamentais porque são elas que vão nos defender lá na frente, são elas que nos garantem lá na frente essa essa esse apoio também. E você sabe que eu deixei para te falar isso aqui, que a a a providência toda nos colocou aqui, >> hum, >> para fazermos esse vídeo inaugurando esse papo reto com Angulo.
Quando eu comecei a investir em fotobiliário, vai há 15 anos para trás, eu vim para São Paulo para conhecer alguns ativos e visitar alguns gestores ali logo no comecinho. E eu vim aqui nesse prédio que nós estamos gravando aqui, que hoje é um fundo imobiliário, né? E nós estamos gravando.
Então, a história me colocou de novo para inaugurar esse quadro com você num prédio que foi um dos primeiros que eu visitei há 15 anos atrás. Então, como eu falo, nós não existe coincidência. >> Sabe, você sabe que me emociona muito, isso, me emociona muito porque no início das conversas o Baron viu que eu dei uma entrevista de ver de outro.
Eu liguei para ele e falei assim: "Puxa, gostei dessa história, quero falar". Ele não tava entendendo bem que era. Falou assim: "Olha, você já apareceu duas vezes, é melhor você se dar um tempinho, vai lá na frente, você me dá uma entrevista agora".
Só que ele viu que o que o cara não parava de aparecer. Daí um dia ele me liga e fala assim: "Esse biso Nespar é um fundo imobiliário? " Falei: "Não, quem que é o dono?
" Falei: "Eu começou a falar, falei: "Verdade. " Daí começou, naquele dia começou a quebrar uma coisa entre a gente >> e eu realmente bar realmente realmente pergunta pra minha equipe. Eu tenho gente que trabalha comigo há 10, 15, 20, a Sueli, minha assistente tá 33 anos comigo.
Ariene, essa jovenzinha que tá do nosso lado assistindo, tem 16 anos comigo. E as pessoas não vai embora, né? Acha vai embora por [risadas] ninguém vai embora.
Alguma razão tem que ter. Aquela coisa de você ser uma pessoa entregue, simples, isso é é é um conselho que eu quero dar ao longo dos nossos próximos programas. >> Se tivermos vários, seja você mesmo, não se deixa abalar por nada.
Tem que, eu sei que é difícil, >> autêntico, né? >> Tem que ser autêntico. Você fala assim: "Ah, você fala isso porque você tem isso, você tem aquilo".
Mas eu passei por provações difíceis, depois você pergunta que provaçõ >> É isso que eu ia te falar. Agora assim, a gente vai daqui a pouco pro programa número dois. A gente começou a isso realmente vocês conhecerem a essência do Syney, mas a gente falou de um monte de conquista que você montou o Ebusiness Parks, você teve sócio, você teve vários eh eh várias conquistas e saiu realmente de uma situação bem difícil e hoje é um dos empresários mais respeitados em São Paulo.
Mas aí agora eu te pergunto, colecionou algum fracasso também? Pode compartilhar pra gente aí um ou outro? Barani, eu acho que assim, meu início foi cercado de fracassos, cercado de Eu me lembro quando eu comecei lá no iniciozinho, né?
O próprio início, né? Você se forma como engenheiro civil e não consegue trabalhar como engenheiro, já é um, já é um fracasso, já é uma coisa assim. Mas se você pegar aquilo ali e você ficar, ai não tem emprego, eu não consigo, vou ficar em casa.
Não, sempre. Eu no dia seguinte me levanto, vou te contar uma história que é até uma vergonha de te contar, mas vou te contar >> que ninguém noit [risadas] já que esse cara tá me cutucando. Bom, primeira história foi essa, então consegui arrumar emprego.
O fato de eu não de o cara não me pagar salário, salário ele pagou até que pagava porque eu era bravo, precisava pagar minhas contas, né? Mas não pagou o 13º, nunca depositou o fundo de garantia. Não sei nem que é isso.
Nunca depositou. Tanto é que eu fui funcionário durante um ano e meio. Depois dali pra frente eu fui obrigado a fazer minha ferminha.
Então esse essa coisa difícil me fez se tornar uma pessoa mais forte. Tempos difíceis fazem homens fortes. Então isso é uma verdade absoluta esse negócio aí.
Então você me perguntou do fracasso. Eu comecei a crescer, comecei a fazer minhas primeiras roupinhas, eu comecei, larguei meu rama de engenharia, fui pra confecção. Daí eu vendi a roupa de pequenininho, daí cresci, comecei a vender para seiar.
Eu me lembro que um dado momento eu comecei a ganhar dinheiro e comecei a me achar. Comecei a ganhar dinheiro e achava que a coisa era importante, que eu tava, que eu tinha chegado lá, tinha juntado um pouco de dinheiro, Barone, sei lá, algum alguém que pode comprar dois carros e ter uma casa dele e uma casinha de praia. A já achava que era importante.
Apareceu um cidadão me oferecendo um investimento muito importante. Olha, eu te pago um juros de 10% por semana. E vieram falar comigo, não, o cara é bacana, o cara é sério, o cara investiu num monte de coisa.
Me lembro que eu tava eu e a Mir lá em casa, ela nem ouviu o que eu tava falando, que ela trabalhava lá sábado noite tirando fiozinho, pregando o botão, tal. Falei, apareceu um negócio que vai mudar nossa vida, vou pegar e juntem o dinheiro. Eu cheguei a pegar dinheiro emprestado, um pouco de dinheiro emprestado, dei para ele.
Na semana seguinte ele pegava me pagava o checão, devolvia. Isso demorou uma semana, demorou quase dois meses. Eu depois daquilo eu comecei que quase que não a trabalhar, não trabalhar.
Comecei a fiquei naquilo, falei: "Cara, olha aí, eu descobri o cara financiava margarina, nada, era um baita de um golpe de pirâmide e eu tinha eh 29 ou 30 anos. " Resumo, eu já tava com um certo tamanho, já tinha comecei a deixar meu negócio um pouco de lado por causa daquela vida fácil, caminho fácil. Não.
>> Bom, resumo, belo dia, fui lá visitar ele, chegou lá, tinha um bando de gente na porta do escritório, >> uma mulher chorando, mas eu naquela, no meio daquele povo todo, quando eu vi, cadê o o cidadão? Não vou falar o nome de ninguém que eu não quero mais encrenca, sumiu. Como assim sumiu?
Como? Ele é meu amigo. Ele falou para mim ontem à noite que carro comprando um carro.
Ah, sumiu. Nunca mais vi o cara. Nunca mais vi o cara.
Sumiu com 1/3 de tudo que eu tinha. 1/3. Isso era uma quinta noite.
Era uma festa do meu sogro de um jantar que ele tava comemorando. Eu fui almoçar lá na Paulista. Me lembro que no jantar come ter taquicardia, não falava para ninguém aquele que tinha acontecido.
Eu só tinha perdido 1/3 de tudo que eu tinha condo até aquele momento. 1 terço. >> Com 30 anos de idade.
>> Com 30 anos de idade. >> Já tinha >> já. Já tinha.
Eu não tinha filho ainda. Não tinha filho ainda. Cara, >> daí eu cheguei no final de semana, cantei pra Mila, ela falou assim: "Olha, a gente vai ganhar muito dinheiro na vida.
Só que a gente vai ganhar muito dinheiro trabalhando, não é de outra forma, trabalhando. Barulho foi sábado à noite, >> nós vamos ganhar. " E e não deu muita bola.
Nada nos abala, nem grandes, nem pequenas coisas. Ah, eu tô com carro bacana. Tudo bem.
>> Ao invés dela te julgar ali alguma coisa, ela falou: "Fica tranquilo". >> Ela fica do meu lado e fomos segunda-feira. Se eu lembro, tá na minha cabeça, eu tenho essa folha.
Eu peguei uma folha em branco, escreve plano de recuperação pessoal. Segunda, isso existe, tá lá, vou te trazer a folha. plano de recuperação e pessoal de Seno.
Fiquei pensando, eu sou craque no que eu faço, porque eu sempre entrei em alguma coisa, eu me especializo naquilo para sentar com um professor Baroni, que é um professor bonitão, tudo mais. Eu ontem que falando que temas que a gente tinha falar, você falou alguns temas e eu gosto de me dedicar. Barone, o que eu demorei 3 anos para ganhar, 4 anos para ganhar, eu ganhei em 60 em se meses, mas eu trabalhava que nem um maluco.
E é possível fazer isso só sem querer. Em seis meses eu tinha reposto tudo aquilo e a minha empresa tava assim. Nunca mais eu pensei no dinheiro fácil, mas eu sempre quis ter alguma coisa que trabalhasse para mim, que hoje é o to do nosso escravo fundo imobiliário.
>> E para falar de fundo imobiliário, vamos precisar de mais episódios. Mas eu quis fazer esse especial, deixei o Sidney muito à vontade para que ele pudesse realmente mostrar para vocês a essência desta figura que é o Sydney, não da essência que é o meu amigo Sid. [risadas] >> Que orgulho, viu?
Então agora vocês fiquem tranquilos que a gente vai para o nosso segundo vídeo. Aí assim a gente vai falar de fundo imobiliário. Qu diferente investir imóvel para fundo imobiliário.
Tem muita coisa que a gente vai aprender por si. >> Ó, ó, ó, ó, ó. [risadas] >> É isso aí.
Vai ser a capa do vídeo, ó. Vai ser a capa do vídeo, ó, pessoal. Então fique conosco, até o próximo vídeo.
Valeu, Sidney. Obrigado. >> Tchau.
Obrigado.