Scribe
Scribe

ชอบมันไหม? ทำให้ Scribe ดียิ่งขึ้นโดย การให้คะแนน

รับส่วนขยาย Chrome

เรียกดู

  • วิดีโอยอดนิยม
  • วิดีโอล่าสุด
  • ช่องทั้งหมด

เครื่องมือฟรี

  • ตัวดาวน์โหลดคำบรรยาย
  • ตัวสร้างเวลา
  • ตัวสรุปวิดีโอ
  • ตัวนับคำ
  • ตัววิเคราะห์ชื่อเรื่อง
  • ค้นหาบทถอดความวิดีโอ
  • การวิเคราะห์วิดีโอ
  • ตัวสร้างบท
  • ตัวสร้างแบบทดสอบ
  • แชทกับวิดีโอ

ผลิตภัณฑ์

  • ราคา
  • บล็อก
  • รับส่วนขยาย Chrome

Developers

  • Transcript API
  • API Documentation

กฎหมาย

  • ข้อกำหนด
  • ความเป็นส่วนตัว
  • การสนับสนุน
  • แผนผังเว็บไซต์

ลิขสิทธิ์ © 2026 สร้างด้วยความรักโดย Scribe

— ถ้านี่ทำให้ชีวิตของคุณง่ายขึ้น (หรืออย่างน้อยก็วุ่นวายน้อยลง) กรุณาให้คะแนนเรา! เราสัญญาว่ามันจะทำให้วันของเราดีขึ้น 😊

Related Videos

1.1; identidade e representação

Video thumbnail
43,137 คำ15m readGrade 18
แชร์
Channel
projeto Anansi
E aí é isso isso aqui não é um cachinho quer dizer é o que tá na legenda da pintura a traição das imagens de René Magritte Isso não é um cachinho mas espera aí isso parece muito bem um cachinho o lance é que essa pintura ela pode nos ajudar um bocado para entender o conceito de identidade um cachimbo e não é um cachimbo um copo equilibrado sobre o guarda-chuva um casal se beijando através de um véu um sujeito com corpo de gaiola um elegante terno vazio fumando um cachimbo uma porta que abre o céu do
dia e revela noite iluminada por uma lua na ponta de uma vela e isso tudo é parte da obra de René Magritte e e o surrealismo esse movimento artístico tentava quebrar objetividade e arriscar no deslocamento dos Sentidos coisas fora do lugar que acaba tornando essas coisas em outras que são tanto mais difíceis de serem classificadas ver uma coisa que não está em coisas que estão é tá eu sei se isso é um tanto contabs trato mas é tipo isso mesmo uma abstração para além das coisas objetivas E aí que tal vendido cachimbo Isso não é
um cachimbo e sim isso não é um cachimbo isso é um conjunto de pixels iluminados na sua frente no caso da obra original punhado de tinta óleo sobre uma tela é muito diferente de um cachimbo não tem cachimbo é uma ausência de cachimbo mas ainda assim aí pensa comigo se fosse certo que isso não é o Imbú nota Que afirmação do isto não é um cachimbo seria óbvia e nem precisaria ser colocada no quadro se a frase fosse isso não é uma TV LCD 55 polegadas a coisa Ficaria um tanto quanto esquisita um tanto quanto
óbvia isso não é uma TV LCD 55 polegadas em lugar nenhum então de algum modo tem um cachimbo na tela quer dizer cachimbo a coisa escrita tem tá aqui ó mesmo quando falo a palavra cachimbo ela não é um cachimbo ela é basicamente um bocado de ondas sonoras aliás A Palavra Falada cachimbo também não é a palavra escrita cachimbo tudo fica um pouco mais complicado mas entende a gravidade da coisa toda a pergunta é o que diabos é um cachimbo e essa complicação toda em torno dessa pintura foi tratada por um filósofo do século 20
que levantou alguns pontos interessantes um cara chamado Michel cocô e se concentra na palavra isto aqui esse isto se refere tá pode ser mais Óbvio Tipo isso não é um cachimbo beleza mas talvez um isto se respirar frase nesse caso isto não é um cachimbo não é um cachimbo e aí que tá aqui a frase se refere para chegar isso o ficou busca uma uma uma frase dita pelo próprio Valente num e as palavras são da mesma substância que as imagens Se é assim porque a gente acredita na frase mas não na imagem do cachimbo
de alguma forma a gente supõe que a frase é algo a ser levado a sério e a imagem está relacionada de uma forma uma falsidade O que é isso no fim das contas a gente poderia entender que a imagem não é um cachimbo a frase não é um cachimbo ou a palavra escrita cachimbo não é um cachinho no meio disso tudo focou acabar arrematando com a afirmação de que "em nenhum lugar a cachimbo é Ah pois bem o quero dar uma volta com vocês imagina o seguinte eu sei que tudo isso que a gente tá
conversando é um pouco sopa de letrinhas Entendi parece meio complicado mas entendo aqui se não fosse pela frase no quadro de Magritte você não ia nunca se questionar se aquilo eram não cachimbo mas sabe o que é pior aquela imagem ela não é um cachimbo ela já não é de saída um cachinho é como se não houvesse cachimbo algum ali e aí a pergunta que fica é o que diabos é um cachimbo e não são cache mas qualquer coisa no mundo objetos pessoas como a gente consegue conhece mundo quer ver uma de uma cidade com
todos seus fluídos e pessoas se esbarrando trombando andando para lá e para cá se comprimentando em elevadores SC esses ruídos as pessoas elas se trombam com uma ilusão de que elas as pessoas de que elas compartilham uma identidade em comum mas que que essa identidade como a gente pode supor Quem é esse outro tem um poema do Fernando Pessoa que pode ajudar bastante a gente a entender o que que seria esse esse problema essa complexidade de uma gripe parece arranhar no quadro dele quer ver o poema é isso daqui ó E aí E aí [Música]
e como é por dentro outra pessoa quem é que o saberá sonhar alma de outrem e outro universo em que não há comunicação possível com que não há verdadeiro entendimento e nada sabemos da Alma senão da nossa as dos outros são olhares são gestos são palavras com a suposição de qualquer semelhança no fundo nessa multidão de anônimos Eu posso te garantir que nenhuma dessas almas é um cachimbo mas a gente usa outros rótulos para elas trabalhador amiga mãe conhecido professora Ruth do 307 qualquer outro nome que a gente usa para enquadrar esse eu aquele sujeito
Mas qual é a relação entre esses nomes e essas pessoas Se colocarmos uma legenda como uma gripe e isso tudo não é nada daquilo que a gente usa para nomear o o botão pensar no final da pessoa a gente isso poria a alma do outro a partir de olhares gestos palavras e dá para irmos um pouco mais longe ainda nós mesmos nos empenhamos em tentar fazer supor nos outros uma imagem sobre nós mesmos a partir desses olhares gestos e palavras fazer os outros supõem uma identidade para nós no rótulo uma das formas da gente fazer
isso é a muito ando um bocado de símbolos nos afundando uma enxurrada de penduricalhos que são interpretados como próprios a essa o outro identidade quer ver né só um E aí [Música] é essa aqui é uma fotografia do século 19 ela foi feita em 1879 uma década antes da abolição da escravatura esse casal posou para o fotógrafo Militão Augusto de Azevedo exibe um bocado de símbolo 70 para nós de Um século depois eles tentam fazer isso por uma certa identidade tudo numa fotografia passa pela subjetividade de um bocado de pessoas a escolha de enquadramento do
Fotógrafo a pose de quem aparece na foto e por aí vai quer ver joga a frase do Magritte aqui isso não é uma sombrinha Isso não é um chapéu Isso não é um vestido e acima de tudo isso Definitivamente não é um sapato e E durante o período escravista o uso de sapatos era simplesmente proibido aos sujeitos escravizadas era uma forma de distinção de se colocar acima e fazer supor uma condição de Liberdade Não isso não é um sapato isso aqui é muito além de um sapato quer dizer pelo menos antes da abolição em 1888
hoje nós interpretamos isso daqui um sapato de uma forma diferente uso de sapato lá no século 19 era uma forma de passar uma mensagem uma mensagem e meio que se perdeu de lá para cá ou assumir o outros sentidos quando esse sujeito exibir seus sapatos ele tenta comunicar com certo orgulho a sua condição de sujeito livre Isso é mais do que um sapato mas quer ver isso e ainda mais longe olha para mão direita da mulher Ah tá ela Segura uma sombrinha que também é um símbolo de gizão mas é apenas isso que a mão
direita faz não nota como ela discretamente levanta o vestido levantando o vestido ela consegue mostrar a pontinha do sapato que tava escondido ela lá d1879 ela tá batendo no peito orgulhosa e se afirmando como livre Isso isso não é um sapato E essa foto da década de 1860 como você pode ver não a sapato esse sujeito estava submetida a fiscalização Mas onde uma coisa ele está repleto de outros símbolos bolsa anel chapéu relógio de bolso de onde vem isso tudo já que ele era escravo pois bem ele era um escravo de ganho que era um
tipo de escravidão que se tornou muito comum nas cidades brasileiras ali entre os séculos 18 e 19 eles eram escravos que trabalhavam em funções urbanas e o Finn pagava um parte do que ganhavam os seus senhores o que rola aqui nessa mobilidade a uma certa folga para que estratégias pessoais e sujeitos possam ser colocadas em prática e nota eu tô falando de uma possibilidade desses caras poderem agir diante do regime escravocrata e é o que isso jeito daqui tá fazendo o e não é sapatos e essa ausência de sapato não é a ausência de sapatos
é a condição de escravo escancarada por esse símbolo ou pela falta dele mas o sujeito aqui ele tenta se colocar de uma forma diferente apesar da ausência dos Sapatos ele se inunda com outros símbolos símbolos que ele como escravo de ganho podia comprar anel bolsa chapéu relógio tudo isso não é anel bolsa chapéu relógio são formas dele se colocar como escravo mas escravo de ganho Ele parece tentar ficar em algum lugar entre a condição de mercadoria a qual ele é submetido e uma aparência de liberdade entre todo esse amontoado de símbolos eu quero te mostrar
um um e esse daqui isso isso não é um cachimbo e aí definitivamente Esse é um charuto ou Seguindo a linha do Magritte E isso também não é um charuto ao mesmo tempo que isso também não é um cachimbo Tá eu vou me explicar Olha só o cachimbo de hoje não é o mesmo cachimbo do Brasil do século 19 essa palavra traz sentidos diferentes aqui e lá para entender o que é esse outro cachimbo cachimbo do século 19 eu preciso você venha comigo numa outra história Pera aí que a gente a volta para foto beleza
é 1841 a revista do Instituto Histórico e geográfico brasileiro o ihgb publicou um artigo resposta ele trazia tradução do relato de um viajante europeu que depois o Brasil publicou uma imagem bem negativa sobre o país o ihgb motivado pela missão de valorizar a nação e seus símbolos publicou em sua revista uma tradução desce desse relato de viagem com uma série de notas tentando desmontar os argumentos do de trator da identidade brasileira na primeira nota o tradutor brasileiro já explica o porquê dessa iniciativa segundo ele e aí "é preciso repelir as arguições injustas e de corrigir
as informações em exatas da maior parte dos Viajantes acerca do Brasil ou seja marcar uma certa exaltação Nacional em oposição aos relatos desses estrangeiros mas não para por aí Segue o tradutor dizendo que também se justifica "porque os nossos costumes podem tirar proveito as censuras que nos fazem os estrangeiros quando Tais censuras se fundam em verdade e justiça E no fim das contas as críticas que façam sentido em relação às concepções europeias de mundo poderiam ser tomadas como referência segundo o autor dessa carta resposta meio que parte do pressuposto de que seria vantajoso para nós
brasileiros nos moldarmos ao olhar europeu mas é que tá o texto Logo no início já começava a retratando Rio de Janeiro como uma cidade suja feia com ruas estreitas a imagem do Viajante estrangeiro que teve aqui no forno é um pouco boa o palácio Imperial Edifício "grande mas sem Beleza e que não atrai as atenções mais do que outro qualquer Edifício particular no meio do texto o tradutor retruca ele cita ruas mais largas defende arquitetura carioca com o argumento de que outros Viajantes europeus anteriores elogiaram aparência da e Ele defende o desenho das fachadas dos
prédios trata que a altura das casas do Rio de Janeiro se igual a altura das casas europeias é uma defesa da identidade brasileira você entende mas Ele defende isso tentando buscar uma espécie de confirmação por parte da própria cultura europeia do tipo outros Viajantes europeus elogiaram a cidade que que você tá falando a altura das nossos prédios é a mesma altura dos pés europeus mas também disso tudo tem uma coisa que chama atenção o relato do Viajante descreve alguns Soldados da Guarda Nacional preguiçosos deitados à porta do Palácio Imperial completamente insolentes ele descreve que eles
fumavam cigarros e demonstravam aparência de tédio o tradutor rebati "em país nenhum do mundo se pode exigir de guarda há mais ou milícias o mesmo Rigor de disciplina que se deve exigir de Tropa de primeira linha em outras palavras ele igual a insolência daqueles guardas a insolência de Guardas europeus mas O Viajante não parou por aí também tratou de um oficial dessa Guarda Nacional e esse viajante descreveu ele como igualmente insolente fala que trazia a mão um cachimbo e aí é que tá a resposta do artigo da revista do ihgb Deixa claro que aquele cachimbo
Jamais seria apenas um cachimbo presta atenção no que a crítica ao viajante se apega eu duvido que oficial tivesse com efeito na mão cachimbo pois quem nosso país só os negros ou estrangeiros é que fazem uso de tal traste nem me persuado de que um oficial tivesse comportamento que se atribui ao comandante da Guarda do Passo a pessoa de quem fala O Viajante não seria mais do que algo inferior pertencente a guarda sacou na revista do ihgb o cachimbo seria evidência final de que aquele não era um oficial oficial jamais se prestaria aqui um cachimbo
aqui não é um cachimbo é um símbolo de uma identidade ou negra ou estrangeira uma identidade considerada inferior ou estranha a brasilidade aquilo não era um cachimbo era outra coisa e também não era um cachimbo como a gente entende Hoje os sentidos mudaram Então vem comigo lembra da fotografia e E isso não é um cachimbo nem um charuto e e é uma tentativa de fugir a um símbolo atribuído a uma identidade Negra e africana não é um cachimbo por ser um charuto não é um charuto por ser uma afirmação de identidade essas fotografias com a
tecnologia do século 19 eram bem precárias dependendo a quantidade de luz era preciso ficar às vezes até uns bons minutos imóvel esperando a imagem ser gravada nesse meio tempo caso se mexesse o modelo acabaria ruim Nando todo o processo a imagem ficaria completamente borrada é por isso que essas fotos são pousadas não são espontâneas é bem como você vê fotografia de pessoas sentadas ou escorados em algum lugar para que consigo ficar em imóveis tudo que aparece aqui foi deliberadamente escolhido para aparecer e ele escolheu pendurar em torno de si todos esses símbolos uma identidade de
escravo mas escravo de ganho a escolha um mostrar aquilo que não é um chapéu que não é o anel que não é um relógio que não é uma bolsa que não é um charuto mas se ele tava imóvel estático diante da câmera porque ele mantém um charuto entre os dedos com certeza não tava fumando certamente o charuto sequer estava aceso Imagino que você Concorde que a função atribuída a um charuto é ser fumado nesse caso isso aqui Definitivamente não é um charuto isso aqui é outra coisa é um símbolo da afirmação de uma identidade supostamente
distante de tradições africanas e mais semelhantes a uma suposta brasilidade não é um charuto é uma forma de fazer isso por se tratar de um escravo mas o escravo alguém o charuto como modo de se afirmar brasileiro Isso parece não sei nem um é você ter uma ideia em 1844 Joaquim Manuel de Macedo publicou o romance a moreninha é um Marco do romantismo brasileiro na literatura ser lembrado disso não a certa altura do enredo Carolina chamava a atenção do seu namorado tá que ele não fumasse charutos de Cuba Porque aqui não seria falta de patriotismo
não era um charmoso era outra coisa cachimbos charutos e não são cachimbos charutos mas sim símbolo de outra coisa que já não relacionamos mais hoje a cachimbos charutos já nessa foto daqui isso seria um cachimbo ou não nessa imagem ao contrário o não cachimbo é assumido uma afirmação africana uma identidade africana fora da África o recado aqui é outro assume o lugar de não brasileiro de sujeito está é relacionado à costumes africanos escravizados à revelia nada disso é cachimbo anel sapato relógio o que quer que seja são outra coisa que assume significado a partir de
uma época um significado que não é do objeto em si mas de quem descreve de quem atribui sentidos a ele nem isso nem isso é um cachimbo nem a palavra cachimbo é um cachimbo todos esses símbolos violenta uma coisa que tentam descrever e jogam esses objetos numa disputa de identidades de formas de supor sentidos e rótulos Ah se ao outro nós a eles o que rola aqui é uma disputa identitária e essa identidade é maleável ela é transformada e foi transformada mais uma vez afirmação sobre fucou a tela de Magritte e nenhum lugar a cachimbo
é mas mesmo não tendo cachimbo em parte alguma ele é invocado essas identidades todas são formadas pela capacidade de fazer algo estar presente apesar da sua ausência uma presença apesar da ausência isso é definição do conceito de semióforo a nós temos em grego significa sinal semióforo é Algum objeto e volta outro que não ele que é tornado presente por ele cachimbo tornando o presente e África charuto tornando presente a identidade de escravo de ganho sapato tornando presente uma imagem de liberdade quando se atribui uma identidade a algo toda uma série de pressupostos são evocados pressupõe-se
que quem Fuma um cachimbo em calço os sapatos quem se porta dessa ou de outra forma que investe essa outra roupa esse semióforos não são apenas algo abstrato inverídico não eles criam a suposição de uma presença e acaba criando socialmente a presença ao se atribuir uma identidade de escravo alguém nunca se a testando algo do Real tá rolando basicamente e é a criação daquilo que nomeia os semióforos eles tentam ingessar Essa realidade criada pelas identidades identidade que fazem isso por uma multidão de sujeitos diferentes em um único sujeito a palavra escravo provoca a presença de
uma multidão de outros sujeitos ausentes e essa presença na ausência é reafirmada pelo semióforos cada um e voltando ausência seus diferentes sapato jalecos ternos vestidos carros Bandeiras fotos do Instagram modos à mesa cachimbos e [Música]
วิดีโอที่เกี่ยวข้อง
Visita dos Aprovados ITA 2014
9:09
Visita dos Aprovados ITA 2014
Poliedro Educação
362,998 views
3.2; Ramón Grosfoguel
15:14
3.2; Ramón Grosfoguel
projeto Anansi
No views
1.2; Estudos Culturais
29:11
1.2; Estudos Culturais
projeto Anansi
1 view
Mozart Effect Make You More Intelligent. Classical Music for Brain Power, Studying and Concentration
Mozart Effect Make You More Intelligent. C...
Classical Mastermind
STORYTIME: Viata intr-o Structura de Metal
24:42
STORYTIME: Viata intr-o Structura de Metal
WheelieWisdom
3,184 views
lofi hip hop radio 📚 beats to relax/study to
lofi hip hop radio 📚 beats to relax/study to
Lofi Girl
3.3; Pragmatismo Epistemológico
25:39
3.3; Pragmatismo Epistemológico
projeto Anansi
1 view
Serginho Groisman entrevista Paulo Freire.
31:52
Serginho Groisman entrevista Paulo Freire.
Cederj Cecierj
699,123 views
DESIGUALDADE #1: O QUE É DESIGUALDADE?
7:41
DESIGUALDADE #1: O QUE É DESIGUALDADE?
Hidra Educacional
50,597 views
MEDITAÇÃO 16/11 ÀS 6H | TADASHI KADOMOTO
31:45
MEDITAÇÃO 16/11 ÀS 6H | TADASHI KADOMOTO
Tadashi Kadomoto
5,969 views
Vivaldi: Winter (1 hour NO ADS) - The Four Seasons| Most Famous Classical Pieces & AI Art | 432hz
1:00:21
Vivaldi: Winter (1 hour NO ADS) - The Four...
The Classical Music
1,094,516 views
GLOBALIZAÇÃO | QUER QUE DESENHE? | DESCOMPLICA
4:46
GLOBALIZAÇÃO | QUER QUE DESENHE? | DESCOMP...
Descomplica
4,211,142 views
Feel the Markets 14.11.2024 invitat Mihai Tudor CEO și Sergiu Bazarciuc COO Simtel Team
52:41
Feel the Markets 14.11.2024 invitat Mihai ...
Feel The Markets
1,315 views
O sínodo de Elis Regina
5:30
O sínodo de Elis Regina
projeto Anansi
2,678 views
MyDesignDay 24
1:55:05
MyDesignDay 24
CONCEITUALIZE
962 views
Mirel Popinciuc | PRIETENI SI RO-ALERT | Stand Up Comedy Special
25:18
Mirel Popinciuc | PRIETENI SI RO-ALERT | S...
Mirel Popinciuc
60,066 views
Você prefere ser inteligente ou esforçado?
4:57
Você prefere ser inteligente ou esforçado?
Instituto Luiz Flávio Gomes
425,799 views
Por Que a Ansiedade Controla Sua Vida e Como Retomar o Controle
22:53
Por Que a Ansiedade Controla Sua Vida e Co...
Momentos com Deus Hoje
12 views
O perigo da IA | Documentário gratuito
52:02
O perigo da IA | Documentário gratuito
Moconomy - Economia e Finanças
21,539 views
gratitude.  [album full audio playlist]
34:01
gratitude. [album full audio playlist]
Theresia Aquila Yuliana
5,926 views