OlÃĄ, um excelente dia para vocÊ. Hoje ÃĐ quarta-feira, dia 13 de maio de 2026. Bom dia, ministro. Hoje recebe o ministro da justiça e segurança pÚblica, Wellington CÃĐsar Lima e Silva. Estamos ao vivo direto dos estÚdios da RÃĄdio GOV na EBC em BrasÃlia e participam do programa de hoje colegas convidados de rÃĄdios e portais de norte a sul do paÃs. Bem-vindos todos e se vocÊ chegou agora, fique com a gente. Nessa prÃģxima hora a Gente vai falar muito sobre segurança pÚblica, especialmente sobre o plano lançado ontem pelo presidente Lula Brasil contra o crime organizado. Essa
ÃĐ uma produçÃĢo da Secretaria de ComunicaçÃĢo Social da PresidÊncia da RepÚblica em parceria com canal GOV, que ÃĐ apenas uma das muitas emissoras que formam a empresa Brasil de ComunicaçÃĢo. Para vocÊ nos acompanhar nessa entrevista sÃĢo muitos os caminhos. Pela RÃĄdio GOV estamos em rede facultativa de RÃĄdio para todo o paÃs. Mas se vocÊ quer nos ouvir e ver, pode nos acompanhar na sua TV pelo canal GOV ou pelo nosso YouTube que ÃĐ o @canalgov. VocÊ tambÃĐm pode nos assistir pelo site da agÊncia, agÊncia.com. br. LÃĄ alÃĐm da TV ao vivo e de todos os
programas que a gente tem no ar, vocÊ tambÃĐm acompanha as principais notÃcias do governo federal. Outra opçÃĢo ÃĐ baixar de graça na loja de aplicativos do seu Android ou iOS, o canal GOV e assistir Toda a nossa programaçÃĢo ao vivo bem na palma da sua mÃĢo. Hora de conhecer melhor o ministro, o ministro de hoje, Wellington CÃĐsar Lima e Silva, tem 60 anos e ÃĐ baiano de Salvador. Formado em direito pela Universidade Federal da Bahia, ÃĐ mestre em CiÊncias Criminais e doutorando em Direito Penal e Criminologia. Em 1991, ingressou na carreira de promotor de justiça
do MinistÃĐrio PÚblico Baiano. Foi procurador geral de justiça no estado Por dois mandatos sucessivos. Neste terceiro mandato do presidente Lula foi secretÃĄrio de assuntos jurÃdicos da Casa Civil e desde janeiro ÃĐ ele quem comanda a pasta da justiça e da segurança pÚblica do paÃs. Bem-vindo, obrigada pela presença. Bom dia, ministro. Bom dia, Carine, um prazer estar aqui. Vamos hoje conversar bastante sobre segurança pÚblica, >> bastante, atÃĐ porque ontem foi lançado aà o programa Brasil contra o Crime Organizado. E jÃĄ quero saber, ministro, sÃĢo muitas as novidades, sÃĢo quatro eixos nesse programa e aà eu queria
jÃĄ começar falando sobre o padrÃĢo segurança mÃĄxima nos presÃdios, nÃĐ? Queria saber como ÃĐ que foi feito esse mapeamento e a importÃĒncia disso. Ministro, >> a sua pergunta ÃĐ extraordinÃĄria, Carine, porque nos permite esclarecer um ponto que ÃĐ fundamental na lÃģgica de todo o programa. >> Este esse programa de segurança mÃĄxima Visa exatamente dotar 138 presÃdios dos padrÃĩes semelhantes ao que o sistema penal federal oferece. Isso significa dizer que nÃģs dotaremos 138 unidades prisionais do paÃs, que equivale a 10% do total de unidades prisionais, que contempla ou que alcança algo em torno de 18.7 s
da populaçÃĢo carcerÃĄria e que diz respeito a cerca de 80% das lideranças do crime organizado. Eh, ao tratarmos estes 130, essas 138 unidades como um padrÃĢo referÊncia do sistema Penal federal, nÃģs estaremos elevando nÃĢo sÃģ o padrÃĢo de segurança sobre o ponto de vista tecnolÃģgico, como tambÃĐm estaremos formando o pessoal, instituindo protocolos, de modo que nÃģs teremos uma modificaçÃĢo absoluta no perfil do sistema prisional brasileiro. Isso possibilita, por exemplo, Karine, que nÃģs utilizemos de tÃĐcnicas muito eficazes, como a chamada operaçÃĢo multi, operaçÃĢo modo aviÃĢo, que significa a utilizaçÃĢo de equipamentos eh TecnolÃģgicos especÃficos para extrair
celulares de dentro dos presÃdios e tambÃĐm para, quando for o caso, interditar a comunicaçÃĢo no perÃmetro dos presÃdios. Isso possibilita um planejamento, uma organizaçÃĢo de todas as açÃĩes do aparato policial, de modo a prevenir e a emudecer essa comunicaçÃĢo do crime organizado. >> Ministro, quando ÃĐ que a gente vai ter essa essa mudança nos presÃdios jÃĄ instituÃda? Vai começar agora essa TransformaçÃĢo? Como ÃĐ que vai ser? O inÃcio ÃĐ imediato, a transformaçÃĢo ÃĐ progressiva, nÃģs jÃĄ temos alguns equipamentos que serÃĢo distribuÃdos, nÃģs jÃĄ começaremos imediatamente a formaçÃĢo, os treinamentos e instituà instituiremos os protocolos desde
jÃĄ. E entÃĢo do a partir do primeiro dia do do programa, progressivamente nÃģs alcançaremos as 138 unidades que estÃĢo distribuÃdas nos 27 estados da federaçÃĢo. Todos os estados serÃĢo contemplados independente de Qualquer critÃĐrio. E a Única coisa que foi levada a sÃĐrio foi exatamente o estudo da inteligÊncia da ÃĄrea para identificar quais eram as 138 unidades mais representativas desse fluxo de informaçÃĢo do crime organizado. EntÃĢo, foi um critÃĐrio tÃĐcnico utilizado para para construir este mapa e definir essas prioridades. >> Agora, esses presÃdios nÃĢo sÃĢo necessariamente todos federais, nÃĐ, ministro? >> NÃĢo, nenhum desses ÃĐ federal.
NÃģs temos no nosso sistema penal federal cinco presÃdios federais e esses presÃdios sÃĢo a imagem, a base que nÃģs replicaremos naqueles itens essenciais de segurança ao no decorrer desse tempo para todo esse contingente de 138 presÃdios. Ãltima pergunta pra gente avançar para as rÃĄdios, ministro. Eh, isso depende, essa mudança depende da adesÃĢo do Estado ao programa ou nÃĢo necessariamente? >> NÃĢo, observe, eh, no nosso programa, nÃģs Temos uma parte que diz respeito a um investimento da UniÃĢo diretamente e temos outra parte no que diz respeito ao financiamento pelo FIS do BNDS. ocorre que esta parte
da do presÃdio, ela ÃĐ direto do direito do dinheiro do governo federal, do dinheiro da OGU, de modo que todos eles serÃĢo beneficiados com base nesse critÃĐrio. >> AliÃĄs, esse recurso que o ministro se referiu ÃĐ de R$ 1 bilhÃĢo deais. SÃĢo recursos direto da UniÃĢo. Vamos embora Começar a viajar o paÃs. >> Vamos viajar no paÃs, carinho. >> EntÃĢo vamos nessa. Vamos direto para Salvador. Vamos embora lÃĄ pro seu estado. Vamos lÃĄ pra rÃĄdio Band News, porque o LuÃs Felipe Veloso tÃĄ com a gente nessa manhÃĢ. Oi, Luiz Felipe, um abraço para vocÊ. Um
Ãģtimo dia. >> Ãtimo dia para vocÊ, Karine. Muito bom dia, ministro. Bom, ministro, ontem um encontro muito importante ocorreu em BrasÃlia, reunindo representantes da Secretaria de Segurança PÚblica dos Estados, quanto que foi chamado de Brasil contra o crime organizado. No Último final de semana, a gente teve uma açÃĢo eh encadeada, nÃĐ, pela polÃcia baiana, mas com a participaçÃĢo e articulaçÃĢo tambÃĐm da Interpol, da PolÃcia Federal, que conseguiu prender um casal envolvido, nÃĐ, com a chefia do trÃĄfico de drogas aqui na Bahia, mas que estava na cidade de Santa Cruz de La Sierra, na BolÃvia. outras
operaçÃĩes. A Gente tem noticiado nesse sentido. A grande questÃĢo, ministro, ÃĐ de quem estÃĄ em campo, das pessoas no cotidiano, ao mesmo tempo em que nos vem noticiar aqui essas grandes operaçÃĩes que terminam em prisÃĩes, por vezes tambÃĐm no houvem eh de nossa parte aqui da imprensa, nÃĐ, a notÃcia de que vÃĄrias desses alvos acabam sendo soltos por intervençÃĢo, por brechas jurÃdicas encontradas eh por seus advogados, enfim, encontram de forma legal meios de de deixarem as PrisÃĩes ou de terem as suas penas aliviadas de alguma forma. De que modo? Eu gostaria de saber do senhor,
com a experiÊncia que o senhor teve como procurador geral eh do MinistÃĐrio PÚblico da Bahia, o MinistÃĐrio da Segurança PÚblica e da Justiça tem atuado administrativamente para dialogar com os Tribunais de Justiça Locais, com a justiça federal, para oferecer respaldo jurÃdico para essas operaçÃĩes, de modo que esses alvos identificados Que dÃĢo tanto trabalho e tanto custo para que a polÃcia os encontre e os acesse, permaneçam de fato presos e essa cadeia de fato seja seja arremat matada, seja identificada e presa e e extirpada na sociedade, conforme a gente espera. >> Querido Luiz Felipe, ÃĐ uma
alegria, um prazer falar contigo. Eu, a sua pergunta extraordinÃĄria porque possibilita que esclarecemos vÃĄrios pontos. Primeiro, nÃģs estamos num momento de articulaçÃĢo e de diÃĄlogo permanente com diversas InstÃĒncias da cartografia institucional brasileira, como eu costumo falar. Uma delas ÃĐ exatamente o ColÃĐgio de Presidentes dos Tribunais de Justiça, que nÃģs tivemos uma agenda marcada e vamos dialogar com eles para sempre refinar esses procedimentos. Mas a segunda coisa importante para te dizer ÃĐ que o MinistÃĐrio PÚblico tambÃĐm estÃĄ engajado neste movimento. Ontem mesmo tivemos a possibilidade de que o o presidente do CNPG, procurador geral de Justiça
do Estado da Bahia, o Pedro Maia, participasse inclusive da fala da apresentaçÃĢo. Tudo isso significa dizer que junto ao judiciÃĄrio, junto ao MinistÃĐrio PÚblico, nÃģs estaremos em contato permanente para aperfeiçoar e cobrir essas brechas que vocÊ referiu. Ã, obviamente que tudo isso tem que ser feito com respaldo da lei, obedecendo a lei, mas hoje nÃģs temos a possibilidade de lançarmos mÃĢo, carinha de instrumentos mais severos, inclusive em Face da do advento da lei antifacçÃĢo. EntÃĢo, LuÃs Felipe, para vocÊ ficar tranquilo, nÃģs estamos endurecendo as disposiçÃĩes legais no que diz respeito ao combate ao crime organizado.
que essa ferramenta estarÃĄ disponÃvel nÃĢo sÃģ para o judiciÃĄrio, como tambÃĐm para o MinistÃĐrio PÚblico. E eu tenho certeza absoluta que um diÃĄlogo permanente, uma supervisÃĢo constante, uma observaçÃĢo diuturna sobre cada um desses episÃģdios tornarÃĄ possÃvel que façamos as CorreçÃĩes necessÃĄrias e que essas ocorrÊncias sejam cada vez mais raras. >> Ministro, vamos embora para Manaus. Vamos lÃĄ pra RÃĄdio Liga FM. Guilherme Guedes, um Ãģtimo dia para vocÊ. Muito bom dia, Karine. Muito bom dia, ministro. Uma satisfaçÃĢo, uma honra estar aqui. Bom dia aos colegas radialistas, todo o Brasil que acompanha aqui a programaçÃĢo. Bom, falando
aqui diretamente da Liga FM Manaus, representando a capital do Amazonas, Toda a regiÃĢo norte. Ministro, eu te pergunto, o Amazonas jÃĄ enfrentou cresimas, nÃĐ, no sistema prisional. Hoje ela convive com problemas, superlotaçÃĢo, fortalecimento de facçÃĩes dentro dessas unidades prisionais. Eh, o que que de fato o MinistÃĐrio da Justiça e Segurança PÚblica pretende fazer para evitar que os presÃdios continuem funcionando como centros de articulaçÃĢo do crime organizado nÃĢo sÃģ em Manaus, no interior do estado do Amazonas, mas como toda a RegiÃĢo norte? >> Bom dia, Guilherme. Bom dia, a Manaus. Uma alegria falar com todos vocÊs.
Exatamente, Guilherme. O que nÃģs vamos fazer ÃĐ tornar todas as unidades prisionais e Manaus tambÃĐm estÃĄ contemplada, como eu disse, os 27 estados da federaçÃĢo estÃĢo contemplados. NÃģs vamos tornar as cadeias lugares mais seguros. NÃģs vamos tirar da cadeia esta caracterÃstica de escritÃģrio do crime. O que nÃģs vamos fazer, Karine, ÃĐ realmente Instituir padrÃĩes de excelÊncia, como acontece no sistema prisional federal. E esse padrÃĢo de excelÊncia envolve treinamento do pessoal que ali eh executa suas tarefas, envolve equipamento de raio X, eh drones, uma sÃĐrie de equipamentos tecnolÃģgicos que aumentarÃĢo o padrÃĢo de segurança. A, como
disse, a instituiçÃĢo de protocolos. NÃģs temos no sistema penal federal, no sistema penitenciÃĄrio federal, cinco unidades consideradas de excelÊncia, Inclusive internacionalmente. NÃģs vamos replicar o modo de funcionar, o equipamento que ali estÃĄ presente, tudo isso imaginem de cinco unidades federais para 138 unidades em todo o paÃs. à algo muito impactante, muito relevante. NÃģs vamos constituir os kits que significam o coraçÃĢo, a essÊncia desta segurança dos presÃdios federais e vamos tornar todo o pessoal que ali trabalha bem mais preparado para o desempenho das suas tarefas. >> Se vocÊ chegou agora, fique com a gente. Este ÃĐ
o Bom Dia Ministro e hoje a gente recebe o ministro da Justiça e Segurança PÚblica, Wellington CÃĐsar Lime Silva. Ministro, vamos embora para SÃĢo Paulo, vamos pra RÃĄdio Bandeirantes, porque Ana Paula Rodrigues estÃĄ com a gente tambÃĐm. Oi, Ana Paula, bem-vinda. Um Ãģtimo dia para vocÊ. >> Oi, tudo bem? Bom dia. Bom dia, ministro, para os colegas tambÃĐm. Eu quero falar sobre a questÃĢo dos PresÃdios, mais especificamente em SÃĢo Paulo, nÃĐ, ministro? a gente tem um histÃģrico n de rebeliÃĩes aqui no estado de SÃĢo Paulo. E aà eu queria saber quando que essas açÃĩes começam
aqui no estado para reforçar a segurança dos presÃdios e como ÃĐ que tÃĄ a articulaçÃĢo com o governo do estado de SÃĢo Paulo para isso tambÃĐm, se mais algum tipo de açÃĢo complementar vai ser necessÃĄria, como transferÊncia de presos, mudanças nos esquemas de funcionamento desses PresÃdios aqui no estado. >> Bom dia, Ana Paula. Prazer falar. Eu queria dizer a vocÊ, Ana Paula, que como eu mencionei, essa modificaçÃĢo alcançarÃĄ indistintamente todos os estados. NÃģs estamos, sim, conversando com SÃĢo Paulo. Ontem tambÃĐm tomou parte da apresentaçÃĢo do programa o presidente do colÃĐgio de secretÃĄrios de segurança pÚblica
dos estados, o Jean. E todos os secretÃĄrios praticamente estiveram participando desta reuniÃĢo, como de outras reuniÃĩes, Colaborando atentamente e nÃģs temos certeza absoluta de que nenhum dos estados se furtarÃĄ a ser beneficiado de uma açÃĢo tÃĢo importante e que impacta tanto a segurança pÚblica em favor da coletividade. Cada governador tem o absoluto interesse de ver os Ãndices de criminalidade no seu estado reduzidos. E nÃģs temos certeza, por evidÊncia cientÃfica, por testarmos o modelo, que cada vez que fazemos uma intervençÃĢo numa dessas unidades, os Ãndices Despencam de criminalidade. E tenho certeza que a interlocuçÃĢo que jÃĄ
existe com todos os estados, com todos os secretÃĄrios de segurança pÚblica, alcançarÃĄ tambÃĐm SÃĢo Paulo. Sem dÚvida alguma. Ministro, hora da gente ir pro Rio de Janeiro. Vamos embora lÃĄ para NiterÃģi. Vamos lÃĄ pra RÃĄdio Antena Esportiva. OlÃĄ, Vanessa JÚli. >> OlÃĄ, pode carinho. Bom dia, ministro. Bom dia, a amigos da jornalistas. Ministro, sobre o programa, ele foi lançado com a proposta de atacar a estrutura financeira e operacional das facçÃĩes e do crime organizado. E o que muda na prÃĄtica eh em relaçÃĢo à s estratÃĐgias anteriores? >> Vanessa, sua pergunta extraordinÃĄria. Dentro desses quatro eixos do
programa, Vanessa, querida Karine, nÃģs temos dois eixos que sÃĢo exatamente o da asfixia financeira, que falamos agora. e o dos presÃdios, que nÃģs temos duas ReferÊncias muito sÃģlidas e claras que serÃĢo objeto de rÃĐplica nessas iniciativas. A que diz respeito à asfixia financeira ÃĐ exatamente a operaçÃĢo carbono oculto. Ou seja, nÃģs temos um padrÃĢo para identificar e saber como vÃĢo se desenrolar essas iniciativas. No que consiste a lÃģgica da operaçÃĢo carbono oculto que serÃĄ replicada aqui? consiste exatamente num trabalho, Karine, de articulaçÃĢo de todos os ÃģrgÃĢos que manejam com essa MatÃĐria, Receita Federal, Banco Central,
COAF, PolÃcia Federal e atravÃĐs da reuniÃĢo dos dados necessÃĄrios e do tratamento desses dados com computadores, com softwares especÃficos para identificar e alinhar que tipo de operaçÃĢo vem sendo feita, a justiça e a o MinistÃĐrio da Justiça e todos Os ÃģrgÃĢos parceiros vÃĢo interferir na cena de modo a bloquear bens. Agora com a lei antifacçÃĢo, nÃģs teremos possibilidade de leilÃĩes antecipados. Eu nÃĢo quero ser Muito tÃĐcnico aqui. Eu quero simplesmente explicar o seguinte. NÃģs vamos fazer um trabalho que envolve todos os ÃģrgÃĢos de inteligÊncia financeira para identificar os alvos, estabelecer o diagnÃģstico e adotar as
medidas imediatas necessÃĄrias para repelir essa prÃĄtica. Fazendo isso, nÃģs produziremos uma verdadeira asfixia financeira, tirando o oxigÊnio do crime organizado, que estÃĄ hoje presente em casos de fintex, de postos de gasolinas, De empresas das mais variadas no mercado financeiro. Tudo isso serÃĄ objeto de captura por parte desses ÃģrgÃĢos, de reuniÃĢo, consolidaçÃĢo desses dados e da adoçÃĢo das providÊncias necessÃĄrias para bloquear os bens, busque apreensÃĢo, prisÃĢo, tudo que for necessÃĄrio. Ministro tÃĄ se referindo aqui a essa inspiraçÃĢo na operaçÃĢo Carbono Oculto, que foi uma operaçÃĢo deflagrada aà pela PolÃcia Federal em agosto do ano passado, que
focou no setor de CombustÃveis e pegou aà muitas fintecs, nÃĐ, esses bancos digitais, nÃĐ, ministro, que estavam financiando >> o crime organizado. >> Ministro, vamos embora para Minas Gerais agora. Agora a gente vai lÃĄ para Itabira. Quero dar boas-vindas pro jornal DiÃĄrio de Tabira, que participa pela primeira vez aqui com a gente. Bem-vindo, Deli JÚnior. Bom dia, Karine. Bom dia, ministro. Muito obrigado pelo convite de Participar aqui hoje. Eh, ministro, a gente tem vÃĄrios estados que tÊm eh que fazem uma oposiçÃĢo muito forte ao governo. Eh, inclusive o estado que eu tÃī ÃĐ um dos
estados que tem tradicionalmente muita oposiçÃĢo ao governo. Eu queria saber se essa oposiçÃĢo pode atrapalhar na implantaçÃĢo das açÃĩes que vocÊs estÃĢo pretendendo nessa nessa mudança que vocÊs estÃĢo iniciando agora. Deli, sua pergunta extraordinÃĄria e mais uma vez Possibilita que a gente esclareça esse ponto. Eu nÃĢo vejo como essa relaçÃĢo, governo, oposiçÃĢo, atrapalhar o nosso plano. Por que, Carine? Hum. >> Todas as inicitivas, falÃĄvamos isso ontem, inclusive numa coletiva, eu, secretÃĄrio Chico Lucas e outros, todas essas iniciativas dizem respeito apenas a que os agentes da lei, os agentes de segurança cumpras obrigaçÃĩes. EntÃĢo, eh, o
que nÃģs vamos fazer ÃĐ no caso especÃfico da fixia financeira, vamos LÃĄ, ponto por ponto. >> Vamos. >> A maioria dos agentes nesses casos sÃĢo agentes federais. Por quÊ? Banco Central, COAF e Receita Federal, PolÃcia Federal, e esse trabalho se desenvolverÃĄ. NÃģs temos tambÃĐm as ficos, que sÃĢo as forças integradas de combate ao crime organizado, mas essas forças elas prÃĐ-existem, elas jÃĄ existem e elas trabalham harmonicamente, fazem parte dela, tanto agentes de segurança do Ãmbito federal como estadual. E essas ficos continuarÃĢo acontecendo. NÃģs temos tambÃĐm as cifras que sÃĢo eh comitÊs de inteligÊncia financeira, que
jÃĄ temos algumas em operaçÃĩes e vamos desenvolver mais. De maneira que todo o corpo de funcionamento desse eixo jÃĄ existe, jÃĄ estÃĄ integrado. O que vai acontecer ÃĐ uma intensificaçÃĢo das suas açÃĩes. No caso do do sistema prisional, nÃģs vamos dotar essas unidades de um equipamento que vai melhorar a condiçÃĢo e vamos Treinar o pessoal. Nenhum governador em san consciÊncia desejarÃĄ perder a oportunidade de ter os benefÃcios de uma intervençÃĢo no sistema prisional que reduz drasticamente os Ãndices de criminalidade em favor da populaçÃĢo e do prÃģprio governador. O caso especÃfico das armas diz respeito Ã
fronteiras, fundamentalmente o renarme que de que ÃĐ composto pelas forças armadas, pelo a ÃĄrea logÃstica do exÃĐrcito, pela polÃcia federal, polÃcia rodoviÃĄria federal, TambÃĐm nÃĢo hÃĄ esta dependÊncia eh estrita desse componente polÃtico para para dar certo. De modo que a nossa convicçÃĢo ÃĐ de que todos colaborarÃĢo e que essa questÃĢo polÃtica nÃĢo serÃĄ impactante para os efeitos da programaçÃĢo do nosso roteiro. >> Ministro, quero aproveitar entÃĢo essa pergunta do Di, eh, porque ontem foi dito que serÃĄ necessÃĄria a adesÃĢo dos estados, nÃĐ? E que ÃĐ o ÃĐ que ÃĐ o que o D tÃĄ perguntando
aqui, atÃĐ que ponto essa QuestÃĢo polÃtica atrapalha. O senhor tÃĄ dizendo que, como ÃĐ vantajoso para todo mundo, nÃĢo deve atrapalhar. Existe um prazo para essa adesÃĢo? Como ÃĐ que estÃĄ, alguns estados jÃĄ aderiram? Como ÃĐ que isso tÃĄ acontecendo, ministro? Carin, veja bem, para a execuçÃĢo dos quatro eixos, essa adesÃĢo ÃĐ desnecessÃĄria, porque essas iniciativas acontecerÃĢo por parte do governo federal e beneficiarÃĢo todos esses estados sem nenhuma necessidade de um ato de adesÃĢo. >> Perfeito. No que diz respeito à parte da do valor que ÃĐ de financiamento, aà obviamente que os municÃpios, os estados
interessados no financiamento especÃfico dessas modalidades deverÃĢo apresentar as suas propostas para fazer juiz aquele valor do financiamento pelo BNS do nosso FIS. Portanto, sÃģ hÃĄ necessidade de adesÃĢo no que tange ao financiamento desses 10 bilhÃĩes do FIS para projetos especÃficos. Mas o nÚcleo, o coraçÃĢo do programa com esses quatro eixos acontece Independentemente de adesÃĢo formal de qualquer estado da federaçÃĢo. >> SÃģ quero esclarecer aqui que esses 10 bilhÃĩes que o ministro tÃĄ se referindo aqui tem a ver com compra de viaturas, equipamentos. Vamos explicar. Essa adesÃĢo eh tem a ver com o quÊ? Com compra
de quÊ? Financiamento de quÊ, ministro? >> à financiamento de infraestrutura de um modo geral. Mas nÃģs estamos tentando, Karine, desburocratizar o mÃĄximo PossÃvel. Perfeito. >> NÃģs vamos apresentar os parÃĒmetros e os municÃpios, os estados que tiverem interesse em receber esses valores, eles apresentarÃĢo o seus projetos e nÃģs verificaremos se esses parÃĒmetros estÃĢo de acordo. NÃģs queremos contemplar açÃĩes que dizem respeito a esses quatro eixos de modo adicional, porque aquilo que estÃĄ previsto, nÃģs usaremos o dinheiro do orçamento da uniÃĢo, mas se os estados desejarem algo mais dentro dos prÃģprios Eixos, poderÃĢo apresentar as suas propostas
e tambÃĐm dentro do FIS, nÃģs teremos a possibilidade de contemplar algumas outras açÃĩes que nÃĢo estÃĢo vinculadas apenas aos quatro eixos, como iniciativas que dizem respeito ao feminicÃdio, >> viaturas e melhorias nesta ÃĄrea e tambÃĐm a um programa que nÃģs vamos eh brevemente difundir, que diz respeito ao programa do celular seguro. EntÃĢo, e essas iniciativas De adesÃĢo dos Estados apenas nesses pontos especÃficos para a obtençÃĢo de um crÃĐdito adicional, mas o programa rodarÃĄ com absoluta perfeiçÃĢo, com execuçÃĢo prÃģxima de 100%, independentemente dessa adesÃĢo formal. Importante sublinhar aqui tambÃĐm, ministro, quando a gente tÃĄ falando dessa
desses equipamentos, a gente tÃĄ falando de alguns de altÃssima tecnologia, como por exemplo drones e georreferenciadores, nÃĐ? Exatamente. Temos drone, gel radares, temos equipamentos de bloqueio de sinal de celular. >> SÃĢo equipamentos muito relevantes. Como tambÃĐm temos questÃĩes que dizem respeito ao perfil de DNA genÃĐtico para capacitar as polÃcias civis, as polÃcias tÃĐcnicas, os IMLs, no eixo do aumento de esclarecimento dos homicÃdios. HÃĄ uma diversidade muito relevante desses equipamentos. >> Maravilha. Vamos seguir, ministro. Vamos Embora para GoiÃĄs. Vamos lÃĄ pro jornal o Hoje, porque o Thiago Borges estÃĄ com a gente tambÃĐm. Oi, Thago, um
Ãģtimo dia para vocÊ. >> Bom dia, Karine, bom dia, ministro. Bom dia aos demais colegas que estÃĢo aqui participando com a gente, a todos que nos assistem. Ministra, a pergunta que eu queria fazer pro senhor e ÃĐ no mesma linha que os outros colegas jÃĄ perguntaram a respeito dessa questÃĢo polÃtica. A gente sabe que aqui em GoiÃĄs, tanto o ex-governador Ronaldo Caiado quanto o atual, o Daniel Vilela, defendem aà que a segurança pÚblica precisa ser pautada sobretudo pelos estados, em detrimento aà de um maior protagonismo do governo federal. A pergunta que eu quero fazer pro
senhor ÃĐ: JÃĄ houve o diÃĄlogo com o governo de GoiÃĄs acerca desse programa novo do governo federal? O governo de GoiÃĄs jÃĄ demonstrou interesse em ter acesso a esses recursos que o senhor estava Explicando pra gente e o que que o povo goiano pode esperar sobre esse novo programa do governo? >> Thaago, querido, o povo goiano pode esperar do governo federal muito esforço e muita entrega. E como eu disse a vocÊ, o nosso propÃģsito em nenhum momento foi politizar a questÃĢo. Antes, pelo contrÃĄrio, nÃģs queremos servir a populaçÃĢo brasileira e atender a um reclame tÃĢo
significativo quanto ÃĐ a questÃĢo de segurança pÚblica. NÃģs Tivemos um diÃĄlogo fundamental eh com todas as as unidades da federaçÃĢo a partir dos das diversas instituiçÃĩes dessa federaçÃĢo. EntÃĢo nÃģs conversamos em cada estado, nÃĢo apenas com os secretÃĄrios de segurança, mas com secretÃĄrio de justiça, com os comandantes gerais das polÃcias militares, com os delegados gerais das polÃcias civis e com os com os procuradores gerais de justiça de cada estado, com os presidentes de tribunais De justiça. EntÃĢo, hÃĄ um uma diversidade nessa interlocuçÃĢo que alcança diversos atores da segurança pÚblica e diversas instituiçÃĩes, de modo que
nÃģs entendemos que de modo nenhum qualquer ruÃdo do ÃĒmbito polÃtico contribuirÃĄ para atrapalhar em nenhuma medida o nosso programa. >> Ministro, hora da gente ir lÃĄ pro Rio Grande do Sul. Vamos embora para Pelotas, vamos pro jornal TradiçÃĢo Regional que participa pela primeira vez Aqui com a gente. EntÃĢo, quero dar as boas vindas pra Rafaela Staque e para todos os colegas aà do jornal TradiçÃĢo Regional de Pelotas. Bom dia, querida. >> Bom dia, Karim. Bom dia, ministro. Bom, a minha pergunta, ela se trata da minha cidade Pelotas, que foi uma das cidades gaÚchas que apostaram
em polÃticas de prevençÃĢo e integraçÃĢo atravÃĐs do programa Pacto Pelotas pela Paz. Ele ÃĐ baseado em inteligÊncia, monitoramento, eh, e açÃĩes sociais nos territÃģrios mais VulnerÃĄveis. Eh, o novo programa Brasil contra o crime organizado anunciado pelo governo federal prevÊ essa maior integraçÃĢo entre tanto a UniÃĢo, estados, municÃpios e iniciativas locais que trabalham nessa prevençÃĢo e reduçÃĢo de violÊncia antes que ela chegue no crime organizado. EntÃĢo, existe uma possibilidade dos municÃpios que jÃĄ possuem essas experiÊncias consolidadas como pelotas, terem acesso prioritÃĄrio a recurso, tecnologia, integraçÃĢo ou de Repente atÃĐ uma troca de ideias para aprimorar ainda
mais esses planos. Rafaela, sem dÚvida nenhuma, o municÃpio de Pelota seria muito bem-vindo, estÃĄ cada vez mais prÃģximo dessa iniciativa do governo federal. Quanto mais o municÃpio, o estado tiver em curso uma modelagem de resposta da segurança pÚblica baseada nesses elementos, tanto melhor para aproveitar os benefÃcios do que essa iniciativa do nosso programa do combate como crime organizado oferece. Ministro, a gente vai fechar essa primeira rodada indo paraa Fortaleza. Vamos lÃĄ pra rÃĄdio Verdinha, porque a Elisiane Correa tÃĄ com a gente tambÃĐm. Oi, Elisiane, um bom dia para vocÊ. >> Bom dia, bom dia a
todos que participam e acompanham. Ministro, eu queria falar sobre essa logÃstica de como funciona o crime organizado. Aqui no CearÃĄ, por exemplo, a gente tem vÃĄrias lideranças de facçÃĩes escondidas no Rio de Janeiro, Em outros estados e atÃĐ mesmo em outros paÃses. EntÃĢo, eu queria saber como ÃĐ que tÃĄ a estratÃĐgia do governo federal para ajudar os estados, nÃĐ, a chegar atÃĐ esses criminosos, nÃĐ, e prender esses criminosos. >> Eliziane, ÃĐ, a sua pergunta tambÃĐm ÃĐ extraordinÃĄria e tambÃĐm possibilita eh um esclarecimento de pontos fundamentais do nosso programa. Observe, na medida que nÃģs estamos criando
inclusive um centro de inteligÊncia na ÃĄrea PenitenciÃĄria, Karine, nÃģs vamos reunir e consolidar todos os dados que dizem respeito à programaçÃĢo das açÃĩes do governo federal neste campo. De maneira que nÃģs vamos buscar identificar e rastrear tudo que diz respeito ao combate ao crime organizado. Temos rastreamento possÃveis das lideranças que se desloquem para diversas cidades. Vamos ter no campo rastreamento de armas de de modo que a lÃģgica, a inteligÊncia do plano Karine visa exatamente apostar Nessa unificaçÃĢo de dados e nesse planejamento de açÃĩes futuras. e eu, o secretÃĄrio nacional de segurança pÚblica, Chico Lucas, o
secretÃĄrio de assuntos penitenciÃĄrios, AndrÃĐ Garcia, estaremos rodando todo o paÃs para identificar as situaçÃĩes, adotando as providÊncias necessÃĄrias. Teremos escritÃģrios especÃficos do Brasil no combate ao crime organizado em diversas cidades do paÃs para exatamente acompanhar de perto cada uma dessas MovimentaçÃĩes. >> Ministro, queria falar agora um pouco sobre o reforço eh na PolÃcia Federal. A gente falou sobre isso aqui com a ministra Sterdaec quando ela teve aqui. Foram convocados aà mais de 1000 policiais federais. Queria falar um pouco sobre isso, sobre esse reforço, onde estÃĢo esses policiais federais. E jÃĄ quero aproveitar tambÃĐm para falar
da PolÃcia RodoviÃĄria Federal, que estÃĄ aà eh trabalhando eh com cÃĒmeras corporais, NÃĐ? A iniciativa começou ali pelo Brick COP 30, foram eh os Estados Unidos deram cÃĒmeras ao Brasil, nÃĐ, para para começar essa experiÊncia. VocÊ queria que o senhor fizesse uma avaliaçÃĢo de como ÃĐ que tÃĄ esse trabalho com cÃĒmeras corporais e falasse tambÃĐm sobre a PolÃcia Federal, sobre esse reforço. >> Muito bom, Karine. A PolÃcia Federal, eu nesta semana passada participei de um evento de formatura de 642, exatamente agentes policiais federais Numa festa muito bonita depois de 15 semanas de treinamento dentro da
academia de polÃcia desses agentes. que o presidente autorizou ainda a o chamamento de mais 1000 agentes. Pela primeira vez na histÃģria, a PolÃcia Federal estarÃĄ na plenitude com todas as suas posiçÃĩes ocupadas. Isso nunca tinha acontecido, de maneira que ÃĐ um reforço extraordinÃĄrio. A PolÃcia Federal estÃĄ muito contente nos seus quadros por ter esta condiçÃĢo nesse momento. Eh, no que Diz respeito à PolÃcia RodoviÃĄria Federal, queria aproveitar aqui para mandar um abraço tanto pro nosso Andrei, diretor geral da PolÃcia Federal, como para o nosso Fernando, diretor-geral da PolÃcia RodoviÃĄria Federal. A PolÃcia RodoviÃĄria Federal ÃĐ
tambÃĐm uma das polÃcias federais de extraordinÃĄria cultura institucional. Eu tive tambÃĐm presente nos Últimos dias visitando, participando de uma campanha promovida por eles. E nÃģs nessa oportunidade, eu, O secretÃĄrio Chico Lucas, o secretÃĄrio AndrÃĐ Garcia e outros membros da equipe, fizemos visitaçÃĢo nas aeronaves da PolÃcia RodoviÃĄria Federal, em todo o equipamento da PolÃcia RodoviÃĄria Federal, assim tambÃĐm como na CENAPEN da PolÃcia Penal. e fiquei bastante impressionado com a tecnologia moderna, os equipamentos modernos que foram adquiridos por essas polÃcias federais. No caso especÃfico das cÃĒmaras corporais da PolÃcia RodoviÃĄria Federal, elas, Segundo me reportou eh o
diretorgeral Fernando e outros integrantes da sua equipe, foram muito bem assimiladas pela PolÃcia RodoviÃĄria Federal. A PolÃcia RodoviÃĄria Federal tem uma doutrina de policiamento muito especÃfica, bastante dirigida para os seus propÃģsitos principais. O nosso secretÃĄrio nacional, Chico Lucas, que tÃĄ aqui no nosso estÚdio conosco, inclusive deu a honra de participar dos seus quadros quando ele era bem mais jovem. nÃĐ? Ainda ÃĐ Jovem hoje, mas era ainda bem mais jovem naquela oportunidade. E a PolÃcia RodoviÃĄria Federal, portanto, pelo que me foi reportado, se sente muito feliz e motivada em poder desenvolver as suas atividades, portando esse
equipamento, que em Última anÃĄlise significa para a PolÃcia RodoviÃĄria Federal segurança para os prÃģprios policiais, alÃĐm de um sentido de um vetor de transparÊncia, de observÃĒncia da adequaçÃĢo das abordagens que estariam de acordo com os Protocolos, como deve acontecer. Maravilha, ministro. Vamos embora entÃĢo pra nossa segunda rodada. EntÃĢo vamos voltar lÃĄ para Manaus. Vamos lÃĄ pra rÃĄdio Liga FM. Guilherme Guedes. >> Guilherme, jÃĄ tava com saudade, Manaus. Ainda bem que vocÊ voltou logo. >> à isso. Venha nos fazer uma visita, ministro. Karine, ministro, a AmazÃīnia vive hoje uma realidade, toda a AmazÃīnia brasileira, em que
a segurança pÚblica e os crimes ambientais muitas vezes se Cruzam. NÃģs temos aqui o garimpo legal, ÃĐ presente na terra indÃgena e anomame em Roraima, aqui no interior do estado do Amazonas tambÃĐm. InvasÃĩes em terras, ameaças a comunidades tradicionais. Ministro, eh, como o MinistÃĐrio da Justiça pretende integrar combate ao crime organizado e proteçÃĢo, evidentemente, à s populaçÃĩes amazÃīnicas de forma permanente? Eu acrescento ainda que hÃĄ operaçÃĩes, grandes, megas açÃĩes por parte, seja do governo, dos governos Estaduais ou do governo federal, ou atÃĐ açÃĩes conjuntas. Essas açÃĩes devem continuar acontecendo em toda a nossa AmazÃīnia, ministro >>
Guilherme, deve sim, cada vez com mais Ênfase. AliÃĄs, nÃģs temos uma programaçÃĢo para a prÃģxima semana. Aà nÃģs vamos fazer uma grande açÃĢo em Manaus. O MinistÃĐrio da Justiça estarÃĄ presente em peso, salvo engano, o presidente da RepÚblica tambÃĐm irÃĄ. De maneira que Manaus ÃĐ um centro das nossas atençÃĩes. Um dos escritÃģrios do combate ao crime organizado, nÃģs devemos fixar em Manaus. muitas outras iniciativas que dizem respeito à fronteiras. Ontem, inclusive, conversava com o ministro da defesa, MÚcio, que se colocou à disposiçÃĢo para ajudar em tudo que fosse possÃvel em atuaçÃĢo conjunta com a PolÃcia
Federal. E no que diz respeito à questÃĢo ambiental, nÃģs estamos absolutamente afinados. Inclusive o ministro Capobianco ontem participou conosco de Uma intensa atividade de entregas de carros de corpo de bombeiro e fizemos um tÃĄ disponÃvel no nosso site, fizemos uma grande açÃĢo. De maneira que Manaus ÃĐ uma prioridade, a questÃĢo ambiental tem total sinergia com a atividade do MinistÃĐrio da Justiça e tambÃĐm com o MinistÃĐrio do Meio Ambiente. >> Ministro, vamos voltar agora para SÃĢo Paulo, RÃĄdio Bandeirantes. Ana Paula Rodrigues. >> Ministro, eu queria falar com o senhor Sobre a articulaçÃĢo com o Congresso, nÃĐ?
Ontem, durante o lançamento com o presidente Lula, ele cobrou do Congresso a aprovaçÃĢo da PEC da segurança pÚblica, nÃĐ? E ÃĐ o mesmo congresso que hoje pode começar a discutir a liberaçÃĢo do FGTS para compra de armas. Isso jÃĄ começou a tramitar, jÃĄ recebeu inclusive um primeiro aval positivo. EntÃĢo queria saber do senhor como ÃĐ que tÃĄ a articulaçÃĢo do MinistÃĐrio com o Congresso, se vocÊs estÃĢo participando De alguma maneira dessas discussÃĩes da ÃĄrea da segurança pÚblica. >> Ana Paula, sua pergunta tambÃĐm extraordinÃĄria. Eu quero dizer o seguinte, a relaçÃĢo do MinistÃĐrio da Justiça com
o Congresso ÃĐ a melhor possÃvel. NÃģs tivemos assim que chegamos no MinistÃĐrio em janeiro, diÃĄlogos muito produtivos com diversos parlamentares e no trato do PL antifacçÃĢo, no trato da PEC, para vocÊ ter uma ideia, a PEC da segurança pÚblica foi aprovada na CÃĒmara De Deputados com apenas 16 votos contrÃĄrios, ou seja, tivemos mais de 480 votos eh favorÃĄveis em dois turnos numa matÃĐria tÃĢo sensÃvel em ano eleitoral, com tudo que isso importa e foi fundado fundamental a o apoio do presidente da casa, do presidente Hugo Mota, mas nÃģs conversamos com todas as lideranças envolvidas, com
o relator da matÃĐria, de maneira que o MinistÃĐrio da Justiça participa. NÃģs temos, tÃnhamos lÃĄ um colega de absoluta competÊncia, que era O Marivaldo, que ajudava muito. E depois ÃĐ agora com a contribuiçÃĢo do novo secretÃĄrio de Assunto Legislativo, que ÃĐ o Paulo Modesto, tambÃĐm colega da mais alta qualificaçÃĢo, nÃģs temos um diÃĄlogo permanente semanal com a o Congresso. Tenho certeza que tanto o MinistÃĐrio da Justiça, quanto o ministro GuimarÃĢes da SRI, quanto o prÃģprio presidente, todos estaremos dialogando permanentemente com o Congresso para provar tudo que foi do interesse do paÃs. SÃģ pra gente Explicar,
ministro, o que que ÃĐ essa PEC da segurança pÚblica. à uma PEC que coordena, que faz com que o governo federal consiga coordenar melhor aà as polÃticas de segurança pÚblica e que coloca tambÃĐm o SUSP, que ÃĐ o Sistema Ãnico de Segurança PÚblica na ConstituiçÃĢo, nÃĐ, ministro? Perfeitamente. Ontem eh, nÃģs explicÃĄvamos, Karine, que todas as ferramentas necessÃĄrias para implementaçÃĢo do programa nÃģs jÃĄ temos, SÃģ que no nÃvel legal, ou seja, infraconstitucional. Se a ou quando a PEC for aprovada, ela possibilitarÃĄ avanços e constitucionalizarÃĄ essas iniciativas. Mas essas essas possibilidades legais para a adoçÃĢo das meninas
dos nossos programas jÃĄ estÃĢo postas hoje. Mas o diÃĄlogo com o Congresso permanecerÃĄ sempre aberto. >> à isso. Vamos seguir, ministro. Vamos embora. Vamos voltar para NiterÃģi. Vamos LÃĄ pra RÃĄdio Antena Esportiva. Vanessa JÚli. Eh, ainda falando sobre o sobre a eh sobre a segurança pÚblica, o trÃĄfico de armas, ele continua sendo um dos principais eh desafios, nÃĐ, da segurança. E quais sÃĢo eh quais açÃĩes concretas serÃĢo reforçadas para impedir a entrada e a circulaçÃĢo de armamentos ilegais? Vanessa, nÃģs temos a convicçÃĢo de que esse ÃĐ um ponto que merece toda a AtençÃĢo por parte
do MinistÃĐrio da Justiça e do nosso programa. estÃĄ contemplado. NÃģs temos o Renarme e eh essa rede RENARME ÃĐ composta por diversos integrantes muito importantes que t muito domÃnio da matÃĐria, inclusive instituiçÃĩes do da sociedade civil como a polÃcia. AlÃĐm das da organismo da da sociedade civil, teremos a PolÃcia Federal, a Receita Federal, a ÃĄrea logÃstica do ExÃĐrcito Brasileiro e jÃĄ Tivemos reuniÃĩes no mÊs passado dessa rede da RENARM. Essa rede possibilitarÃĄ a formulaçÃĢo de um um mapa, de um roteiro das medidas necessÃĄrias para adotarmos, para prevenir esta modalidade de ingresso de armas no paÃs.
Para isso, contaremos, como disse, com o apoio das Forças Armadas, contaremos com o apoio de um registro de cada uma dessas armas alteradas e fazemos um, faremos uma polÃtica de endurecimento nessa ÃĄrea, porque num perÃodo passado houve um Afrouxamento dessa iniciativa e isso repercute muito desfavoravelmente no Ãndice, nos Ãndices de criminalidade. Veja bem, Karine, nÃĢo existe eh uma grande um grande percentual, elevado percentual, muito elevado percentual dos crimes de homicÃdios, os crimes violentos, letais e tensionais sÃĢo praticados com armas de fogo. EntÃĢo nÃģs nÃĢo temos como reduzir os homicÃdios, nÃģs nÃĢo temos como diminuir o
potencial bÃĐlico das organizaçÃĩes criminosas se NÃĢo fecharmos essa porteira. E vamos fazer isso com trabalho intenso nas fronteiras para diminuir o fluxo de armas. E tambÃĐm estÃĄ em tratativa uma sÃĐrie de adoçÃĢo com com unidades organismos estrangeiros para termos cooperaçÃĢo bilateral nessa ÃĄrea que viabilizarÃĄ uma espÃĐcie de rastreamento muito mais eficaz sobre as armas e ilÃcitas que ingressam no paÃs. >> Ministro, vou aproveitar que o senhor falou entÃĢo em homicÃdios eh na nas Armas, nÃĐ, no combate à entrada dessas armas no paÃs. Um dos eixos e desse programa tem a ver com esclarecimento de homicÃdios,
nÃĐ? Queria saber o que que muda, nÃĐ? E como ÃĐ que tÃĄ essa situaçÃĢo hoje no Brasil? Demora muito pra gente conseguir esclarecer um homicÃdio aqui no paÃs? Infelizmente, Karine, nÃĢo sÃģ demora, como um nÚmero muito grande de casos nÃĢo chega o esclarecimento. >> Assim que chegamos no governo, acolhindo A sugestÃĢo do nosso secretÃĄrio nacional de segurança pÚblica, nÃģs instituÃmos o Ãndice nacional de esclarecimento de homicÃdios, que era uma ferramenta fundamental para que as polÃcias civis pudessem manejar essa questÃĢo, esclarecer e dar absoluta nitidez a esses dados, a esses nÚmeros. Como ÃĐ que nÃģs vamos
melhorar isso, Carine? NÃģ vamos melhorar isso investindo em polÃcia tÃĐcnica, em em perÃcia, atravÃĐs de equipamentos especÃficos, eh, que Possibilitem que o nÚmero de esclarecimento aumente. Observe, eh, hÃĄ um dado que sempre manejamos. NÃģs temos lÃĄ na nossa equipe diversas participaçÃĩes, inclusive do querido Daniel Erata, um pesquisador que integra os nossos quadros. E nÃģs observamos que diante de outras modalidades de crimes muito drÃĄsticas e severas, como o feminicÃdio, a taxa de esclarecimento ÃĐ muito mais alta, porque a caracterÃstica do cometimento desse crime diz respeito A pessoas do prÃģprio entorno. No jÃĄ no que diz respeito
ao ao crime organizado, as taxas sÃĢo bem mais modestas eh de esclarecimento, embora haja uma grande diversidade de uma de uma unidade da federaçÃĢo para outra. Essas taxas tem uma grande variaçÃĢo, mas o que todas elas tÊm em comum ÃĐ o fato de precisarem, quando se trata de crime organizado, de uma avaliaçÃĢo de perÃcia no local, de isolamento do local, de instituiçÃĢo de protocolos eficazes e Depois do tratamento desses dados que foram recolhidos na cena do crime para possibilitarmos chegar ao esclarecimento. Muitas vezes vem identificamos que experiÊncias estrangeiras de alta eh resolutividade desses tipo de
crime podem ser trazidas para o Brasil e certamente atravÃĐs desse vetor do equipamento, das condiçÃĩes tecnolÃģgicas, nÃģs teremos essa viabilidade, alÃĐm de investirmos muito na formaçÃĢo, no treinamento e na EspecializaçÃĢo das autoridades policiais locais que investigam esses crimes de homicÃdio e latrocÃnio. NÃĢo sei se o senhor tem esse dado, ministro, mas a gente tem uma mÃĐdia de quantos homicÃdios sÃĢo esclarecidos no paÃs? >> A variaçÃĢo ÃĐ muito grande. NÃģs temos unidades da federaçÃĢo que chegam perto de 90% e temos unidades da federaçÃĢo que ficam abaixo de 30%. >> Maravilha, ministro. Vamos seguir, Malu. Vamos embora
para Itabira. à isso. Vamos embora, entÃĢo. Vamos paraa Itabira. Vamos lÃĄ pro Jornal DiÃĄrio de Itabira. JÚnior, >> ministro, eh, a gente compreende que a questÃĢo da criminalidade afeta mais as capitais, mas quando ÃĐ que o senhor avalia que esses os efeitos dessas novas açÃĩes vÃĢo vÃĢo chegar atÃĐ eh os municÃpios, os pequenas cidades como Itabira, por exemplo, aqui em Minas Gerais? >> Deli, observe, se nÃģs refletirmos sobre Os quatro eixos, vocÊ perceberÃĄ que a vocaçÃĢo de capilaridade do programa ÃĐ indiscutÃvel. Primeiro porque a asfixia financeira acontece centralizada, mas beneficia todo o paÃs. Qualquer posto
de qualquer local mais longinco que tiver sendo manejado como lavagem de dinheiro, poderÃĄ ser beneficiado atravÃĐs das açÃĩes de bloqueio que eu jÃĄ reportei aqui antes. Eh, no que diz respeito ao a questÃĢo prisional, dentro desses 138 presÃdios, vÃĄrios estÃĢo situados em Cidades do interior, que certamente serÃĢo polo difusor daquela regiÃĢo para esse benefÃcio. No que diz respeito ao esclarecimento do homicÃdio, todos os institutos mÃĐdicos legais dos estados e serÃĢo beneficiÃĄrios e isso tambÃĐm alcançarÃĄ com capilaridade os diversos municÃpios. e o tratamento do trÃĄfico de armas, havendo o bloqueio nas fronteiras, havendo a identificaçÃĢo de
fÃĄbricas clandestinas que produzem isto, inclusive muitas vezes nos interiores Dos estados. E havendo a identificaçÃĢo de outras modalidades como eh construçÃĢo por 3D de equipamento, de parte do equipamento de arma, tudo isso alcança indistintamente cidades grandes e cidades pequenas, capital e interior. De modo que nÃģs temos a convicçÃĢo de que a vocaçÃĢo do programa, pela sua lÃģgica de funcionamento, beneficia indistintamente municÃpios grandes e pequenos. Hora da gente voltar paraa GoiÃĒnia lÃĄ pro jornal O hoje, Thiago Borges. Ministro, agora eu queria fazer uma pergunta pro senhor a respeito dessa integraçÃĢo das forças de segurança pÚblica. Eh,
o governo federal defende aà a atuaçÃĢo conjunta com os estados, tanto nesse combate ao crime organizado, como na qualificaçÃĢo da investigaçÃĢo, que o senhor tava explicando agora a pouco. Esse essa atuaçÃĢo conjunta, ela vai ser feita sÃģ a partir do investimento do governo federal nos estados na disponibil disponibilizaçÃĢo De recursos ou tambÃĐm o governo federal quer que as forças de seguranças federais atuem em conjunto com as estaduais. >> Thiago, extraordinÃĄria pergunta. E essa integraçÃĢo jÃĄ existe. As ficos, essas forças integradas de combate ao crime organizado, jÃĄ estÃĢo em funcionamento e essa sintonia ÃĐ absoluta e
total. NÃģs temos que entender, Karine, que o as forças de segurança sÃĢo burocracias profissionalizadas que servem ao estado, Independentemente deixou daquele governo. E esses homens e mulheres sÃĢo muito motivados. as polÃcias militares, as polÃcias civis, guardas municipais, corpos de bombeiro, os peritos, todo esse corpo de agentes de segurança sÃĢo motivados, entendem o significado, a transcendÊncia, o interesse pÚblico na proteçÃĢo da vida, do patrimÃīnio, das suas cidades, dos seus estados, dos seus entes queridos. EntÃĢo, nÃģs nÃĢo temos a menor dÚvida. NÃģs temos, como eu disse, ReuniÃĢo, reuniÃĩes constantes com esses colegiados e a motivaçÃĢo ÃĐ a
maior possÃvel, sobretudo tendo em visto o acolhimento que o MinistÃĐrio de Justiça tem dado a esses ÃģrgÃĢos que estÃĢo permanentemente dentro da nossa casa. >> AliÃĄs, ministro, como o senhor bem pontua que essa integraçÃĢo ela jÃĄ existe, mas ÃĐ exatamente isso que prevÊ a PEC da segurança, nÃĐ? Para que essa e para que isso seja seja formalizado. à isso, ministro. Vamos, vamos falar da ImportÃĒncia da PEC da segurança eh nessa questÃĢo, porque ÃĐ uma polÊmica de que a segurança pÚblica ÃĐ de competÊncia dos estados, nÃĐ? E alguns governadores resistem porque dizem: "NÃĢo, o governo federal
nÃĢo vai mandar aqui nessa ÃĄrea". Mas hÃĄ um equÃvoco nessa avaliaçÃĢo, nÃĐ? Ministro >> Carinho, sem dÚvida nenhuma, o trabalho do governo federal ÃĐ de coordenaçÃĢo, ÃĐ de induzir polÃticas pÚblicas na ÃĄrea de segurança pÚblica e por isso que nÃģs Estamos fazendo. Daà atÃĐ uma certa confusÃĢo da escala de valores que um programa merece num caso ou no outro. Obviamente que o os valores que os estados investem, sobretudo os grandes estados em matÃĐria de segurança pÚblica, ÃĐ muito mais vultoso e expressivo pela natureza da relaçÃĢo do Estado com essas forças no dia a dia. A,
o governo federal compete apenas esta tarefa de induçÃĢo, de organizaçÃĢo, de integraçÃĢo e de difusÃĢo, de distribuiçÃĢo de De logÃstica, distribuiçÃĢo de treinamento especializado. EntÃĢo nÃģs temos certeza que a integraçÃĢo que hoje jÃĄ existe nos estados, se vocÊ vai num grande estado da federaçÃĢo, como eu tenho feito a visita, vocÊ vai à superintendÊncias da PolÃcia Federal e vocÊ ouve os superintendentes e os seus auxiliares dizerem da absoluta sintonia que eles tÊm com as polÃcias civis, com as polÃcias militares, com as ficos que ali existem, essas forças integradas de Combate ao crime organizado com o pessoal
da inteligÊncia, atÃĐ porque hÃĄ um diÃĄlogo permanente. Alguns dos superintendentes das polÃcias federais jÃĄ funcionaram como secretÃĄrios ou subsecretÃĄrios de segurança. Hoje mesmo nÃģs temos sete estados da federaçÃĢo cujos secretÃĄrios de segurança sÃĢo integrantes da PolÃcia Federal. EntÃĢo essa burocracia profissionalizada, esses homens e essas mulheres abnegadas que trabalham no dia a dia pela segurança PÚblica fazem isso, fazem disso uma realidade no seu dia a dia. O que nÃģs vamos fazer ÃĐ intensificar. NÃģs teremos um nÚmero muito maior de operaçÃĢo dessas ficos, dessas forças integradas de combate ao crime organizado e tambÃĐm teremos operaçÃĩes nacionais que
atÃĐ agora nÃĢo existia. >> Ministro, vamos seguir e a gente vai voltar lÃĄ para Pelotas. Vamos lÃĄ pro jornal TradiçÃĢo Regional. Rafaela Stark. Ministro, um dos Plano do governo federal ÃĐ aumentar a capacidade de investigaçÃĢo e esclarecimento de homicÃdios, eh, alÃĐm da integraçÃĢo, nÃĐ, das inteligÊncias policiais e das perÃcias. Eh, em cidades do interior, assim como lembrou o colega Del JÚnior, eh, com Pelotas e outros municÃpios aqui da zona sul do estado, eh, muitas vezes hÃĄ uma cobrança por respostas mais rÃĄpidas em crimes violentos e uma sensaçÃĢo de falta de estrutura das polÃcias tÃĐcnicas. EntÃĢo,
Como que o ministÃĐrio pretende garantir que esse reforço chegue tambÃĐm ao interior do paÃs e nÃĢo fique concentrado apenas nas capitais e grandes centros? >> Eh, essa pergunta ÃĐ fundamental porque nÃģs queremos instituir tambÃĐm sugestÃĩes de para os estados de ter uma atençÃĢo redobrada na capilaridade dessas iniciativas. Como eu disse, a grande maioria das açÃĩes do programa tem vocaçÃĢo para capilaridade, independentemente da lÃģgica ou da OrientaçÃĢo dos estados. Mas alguns pontos especÃficos devem sim ser estimulados no sentido de que no caso dos esclarecimentos e homicÃdios, o benefÃcio daquele investimento na ÃĄrea pericial, na ÃĄrea da
polÃcia civil, da polÃcia tÃĐcnica, chegue a todos. Mas de um modo geral, o que acontece ÃĐ que os institutos mÃĐdicolegais, os departamentos de de perÃcia recebam de todo o estado material e deem um tratamento adequado. EntÃĢo, havendo um Beneficiamento, uma melhoria no equipamento desses institutos mÃĐdicos legais estaduais, todos os municÃpios, em regra, serÃĢo contemplados. >> Ministro, hora da gente voltar paraa Fortaleza, pra RÃĄdio Verdinha. Eliziane Correia. sobre esse da populaçÃĢo em relaçÃĢo aos crimes virtuais, digitais, sÃĢo golpes financeiros, uso mesmo da inteligÊncia artificial. A gente sabe que isso ÃĐ uma das grandes atuaçÃĩes das facçÃĩes
Criminosas hoje aqui no Brasil. EntÃĢo, queria saber como ÃĐ que o governo estÃĄ preparado para enfrentar esse tipo de crime que cresce cada vez mais aqui no paÃs. >> Muito bem, Liisiane. Sobre esse ponto, embora nÃĢo esteja exatamente no escopo do programa, nÃģs temos indiscutivelmente açÃĩes muito importantes. NÃģs temos no MinistÃĐrio da Justiça a SedÃg, que ÃĐ uma secretaria de direito digital e ela ÃĐ conduzida por um competente quadro, VÃor Fernandes, que era conselheiro do CAD e faz um trabalho extraordinÃĄrio nesse tema. AlÃĐm disso, nÃģs tivemos recentemente eh a o decreto do ECA digital, que
trabalha com uma grande franja desse problema que diz respeito à s crianças e adolescentes. Recentemente, a Sedig levou, por exemplo, a classificaçÃĢo do YouTube de 14 para 16 anos com importante repercussÃĢo. tambÃĐm teremos e prÃģximamente, nos prÃģximos dias, Provavelmente a ediçÃĢo de um decreto sobre a mulher em matÃĐria digital, de modo que nÃģs estamos pegando todos os segmentos eh importantes e dando um tratamento legal e regulamentar, de modo a fazer com que a internet nÃĢo seja terra de ninguÃĐm, tenha cada vez mais lei, mais cuidado, mais tratamento. E esses exemplos que eu dei sÃĢo apenas uma
parte do esforço feito e nÃģs continuaremos a atuar tambÃĐm. O Ricardo Marixita na ÃĄrea de consumidor da Secretaria Nacional do Consumidor tem feito um esforço grande com isto e em tratamento tambÃĐm com a SECOM, a Secretaria de ComunicaçÃĢo do governo federal. Ministro, a gente concluiu aqui o nosso giro com as rÃĄdios, mas eu quero aproveitar sua presença aqui para tocar tambÃĐm em outros assuntos que nÃĢo tem a ver com o plano. Um deles, em março deste ano, o governo zerou aà piscofins do diesel por causa do contexto da Guerra, nÃĐ? Eh, IrÃĢ, Estados Unidos, nÃĐ?
o governo se comprometeu eh a fazer com que o aumento do combustÃvel nÃĢo chegasse na bomba, nÃĐ? fez um esforço muito grande para zerar impostos e aà começou uma fiscalizaçÃĢo muito grande, nÃĐ, por parte eh da AgÊncia Nacional do PetrÃģleo, MinistÃĐrio da Justiça, enfim, uma força tarefa aà para ver se isso estava sendo cumprido. E eu queria que o senhor nos dissesse um pouco como ÃĐ que tÃĄ esse trabalho. >> Ah, Karin, eh, esse trabalho foi um trabalho de muita abnegaçÃĢo, de muita dedicaçÃĢo da Senacon. todos os procÃĩes do Brasil, tanto aqueles municipais, estaduais, como
aqueles estados nos quais o Procom fica sediado nos MinistÃĐrios PÚblicos, todos eles em rede, junto com o nosso secretÃĄrio nacional do Consumidor, Ricardo Morxita, fizeram um trabalho minucioso de fiscalizaçÃĢo dos postos e a NP tambÃĐm participou. Foi uma mobilizaçÃĢo grande Do governo federal. NÃģs fomos tambÃĐm à s rodovias, a PolÃcia RodoviÃĄria Federal ajudou bastante. NÃģs tivemos a, por parte da PolÃcia Federal, a instauraçÃĢo de um inquÃĐrito que visava apurar formaçÃĢo de cartÃĐis. EntÃĢo, foi um trabalho muito intenso. Eu diria que o MinistÃĐrio da Justiça, neste caso, atravÃĐs dessas diversas equipes, deram uma importante contribuiçÃĢo e nÃģs
conseguimos realmente conter aquilo que poderia ter sido ainda uma explosÃĢo bem Maior de abusos, de preço que nÃģs conseguimos evitar. Ministro, agora voltando aqui para pro plano, queria que o senhor falasse tambÃĐm um pouco eh com a gente sobre bets, nÃĐ? Eh, a gente sabe que durante bastante tempo e atÃĐ hoje as BETs financiam muitas quadrilhas do crime organizado, o Brasil tambÃĐm tem feito um esforço muito grande para fazer um filtro, nÃĐ, nessas betes e queria que o senhor falasse tambÃĐm um pouco sobre Isso, como ÃĐ que o senhor tem visto a atuaçÃĢo das bets
no Brasil e se a nossa legislaçÃĢo eh jÃĄ tÃĄ OK ou se a gente ainda precisa avançar nesse tema. Eu acho que esse tema, Carinho, ÃĐ um tema que merece ainda um tratamento de alteraçÃĢo da legislaçÃĢo. Ainda temos muitas coisas aperfeiçoar. De fato, cada vez, cada dia que passa, detectamos um maior nÚmero de ocorrÊncias nesse domÃnio e ÃĐ fundamental que a inteligÊncia financeira do Estado Brasileiro e a e toda a logÃstica dos ÃģrgÃĢos que compÃĩem os os as instituiçÃĩes de controle estejam irmanadas para nÃģs coibirmos excesso nesse domÃnio. EntÃĢo posso dizer, ainda sem poder antecipar
tanto, que estÃĢo em curso a gestÃĢo de muitas reflexÃĩes e de muitas iniciativas para abordarmos esse problema por diversas frentes e uma delas ÃĐ a frente legislativa e e regulamentar. Quando a gente fala de segurança pÚblica, a gente tambÃĐm nÃĢo pode deixar de falar da ViolÊncia contra a mulher, nÃĐ, que tem crescido. A gente sempre fala aqui no Bom Dia Ministro sobre esse assunto e o MinistÃĐrio da Justiça tem programas, nÃĐ, como um que se chama Antes que aconteça. Perfeito, >> nÃĐ? E eu queria que o senhor falasse tambÃĐm da atuaçÃĢo do ministÃĐrio nessa questÃĢo
eh do combate ao feminicÃdio. >> NÃģs temos uma integraçÃĢo muito grande com o MinistÃĐrio das Mulheres. Ontem mesmo em avançado horÃĄrio da noite ou Madrugada. Eu troquei correspondÊncia com a ministra eh sobre temas especÃficos. NÃģs temos a questÃĢo do antes que aconteça, a sala lilÃĄs, o centro integrado da mulher segura. NÃģs tivemos na semana do dia da mulher um um movimento, um tirÃĢo muito grande e realizamos mais de 5.000 prisÃĩes de de agressores de mulher. E esses homens que agridem as mulheres merecem de fato um uma puniçÃĢo muito rigorosa. Essa ÃĐ uma prÃĄtica carine que
eh produz indignaçÃĢo A todos. Nesse nessas 5.000 prisÃĩes, nÃģs tivemos mais de 3.000 prisÃĩes em flagrante e mais de 2.000 cumprimentos de mandato de decisÃĩes transitadas em julgado. NÃģs estamos construindo modelos que visam reduzir a subnotificaçÃĢo, porque existe uma parte do problema que diz respeito ao fato nÃĢo ser notificadores. E temos uma outra parte do problema que diz respeito a, mesmo com a notificaçÃĢo, o aparato do estado nÃĢo dar a resposta Com a rapidez necessÃĄria. Existem alguns estados que avançaram bastante e essa resposta tem sido razoavelmente satisfatÃģria, mas os Ãndices ainda sÃĢo alarmantes e nÃģs
estaremos mobilizados. Essa serÃĄ uma das nossas prioridades obsessivas a partir desses dessas prÃģximas semanas e nÃģs faremos com que toda a reflexÃĢo, todo o estudo, toda a pesquisa e toda a movimentaçÃĢo dos diversos ÃģrgÃĢos traga esse benefÃcio para as mulheres. SÃģ para que vocÊ tenha Uma ideia, a semana passada eu tomei a iniciativa de encaminhar ofÃcios a todos os colegiados, como delegados gerais da PolÃcia Civil, comandantes gerais da PolÃcia Militar, para que eles instituÃssem, fazendo um apelo para que eles instituÃssem um momento especÃfico nas suas reuniÃĩes ordinÃĄrias para ouvir a representaçÃĢo das mulheres naquela cidade,
naquele estado, para que elas possam relatar o que estÃĄ funcionando bem, o que nÃĢo estÃĄ funcionando bem. NÃģs TambÃĐm estamos formando um grupo de mulheres que nÃģs vamos denominar como eh uma patrulha contra o feminicÃdio, em que teremos delegadas da PolÃcia Civil, Federal, agentes da PolÃcia Militar percorrendo todo o paÃs para verificar se as metas e os objetivos estabelecidos para ser reduçÃĢo estÃĢo sendo cumpridas ou nÃĢo. TambÃĐm, para concluir, eh, o secretÃĄrio Chico e a sua equipe vem desenvolvendo modelos do que nÃģs chamamos de anÃĄlise preditiva, que ÃĐ Verificar que tipo de comportamento ÃĐ habitual
entre da vÃtima, do agressor e como nÃģs podemos nos antecipar para diminuir essas ocorrÊncias e baixar esses Ãndices desse flagelo com o qual nÃģs nÃĢo podemos conviver e vamos combater com muita eficÃĄcia. >> O senhor tÃĄ percebendo as autoridades sensÃveis a essa questÃĢo? Eu percebo que parte de todos esses colegiados uma sensibilidade, uma vontade. O presidente deu centralidade a esse tema, criou um Pacto entre os poderes, isto elevou a prioridade do do aparelho do estado. EntÃĢo isso nÃĢo ÃĐ sÃģ uma açÃĢo de governo, ÃĐ uma açÃĢo de estado. Eh, a primeira dama estimulou muito isso,
porque na condiçÃĢo de mulher sensÃvel a esses temas estimulou. O presidente abraçou isto. O chefe de todos os poderes tambÃĐm participa instituiçÃĩes relevantes como o MinistÃĐrio PÚblico, o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do MinistÃĐrio PÚblico, todos estÃĢo reunidos E com atençÃĢo voltados para isso. à inadmissÃvel que nÃģs nÃĢo façamos um combate muito rigoroso nesse tema. >> Ministro, quero agradecer sua presença aqui hoje no Bom Dia, Ministro. Espero revÊ-lo aqui em prÃģximas oportunidades. O senhor tem aà uma jornada aà de 8 meses pela frente, colocar aà em campo esse plano que foi lançado ontem.
Queria que o senhor ficasse à vontade aà para fazer suas consideraçÃĩes finais. Obrigado, Carine. Hoje nÃģs completamos 4 Meses de administraçÃĢo. Eh, produzimos, estÃĄ disponÃvel no site, um relatÃģrio de 70 pÃĄginas da intensa atividade que produzimos durante esse perÃodo. E ontem o lançamento deste programa foi muito importante para termos agora um plano de voo muito bem detalhado de como tratar a questÃĢo do combate ao crime organizado e nÃĢo descuidaremos de nenhum dos outros assuntos relevantes da segurança pÚblica. A segurança pÚblica tem uma dimensÃĢo de medidas indutoras que tratam De questÃĩes estruturantes, como nÃģs fizemos com
o programa, e tambÃĐm tem questÃĩes pontuais que afligem bastante a populaçÃĢo, como eu disse, da questÃĢo do celular que nÃģs trataremos nesses prÃģximos dias, e tambÃĐm de assuntos de extrema transcendÊncia e significado como feminicÃdio. Todos eles estÃĢo no ÃĒmbito das nossas observaçÃĩes e nÃģs nos dedicaremos 24 horas por dia, 7 dias por semana para e diminuir esses Ãndices com o trabalho de equipe a que eu quero Cumprimentar e agradecer toda a nossa equipe. >> Maravilha, Mos. Mais uma vez obrigada. sucesso aà na sua missÃĢo. E eu quero agradecer a todos os colegas que me ajudaram
a fazer mais uma vez o Bom Dia Ministro, esperando sempre revÊ-los aqui em prÃģximas oportunidades. Quero te dizer que se vocÊ perdeu algum trecho dessa entrevista com o ministro Wellington CÃĐsar Lime Silva, ministro da Justiça e Segurança PÚblica, vai lÃĄ no Nosso canal no YouTube @canalgo ou na radiog para pegar o ÃĄudio. radiog.com.br. br, vocÊ recupera toda essa entrevista na Ãntegra. à isso. EntÃĢo, quem assina os trabalhos tÃĐcnicos pela rÃĄdio GOV ÃĐ Reinaldo dos Santos e a gente se vÊ. Obrigada pela companhia. AtÃĐ uma prÃģxima. Ciao. Imagine um espaço moderno, limpo e organizado, construÃdo para
que agricultores, familiares e pequenos Produtores possam expor e vender seus produtos com dignidade e segurança. local no cor.