Oi, [Música]. Oi, grupo! Também, up!
[Música]. Olá, pessoal! Estamos de volta aqui com o nosso podcast falando sobre agronegócio.
E durante esse evento, esse workshop profissional sobre agrotóxicos, que está sendo realizado aqui na Uningá, está reunindo diversas entidades, sem presas, e também o governo do Paraná está participando, né? E hoje a gente vai abordar em nosso podcast o assunto agrotóxicos. Estamos aqui com o Werner Genta, ele que é agrônomo e também consultor em fruticultura, e o João Miguel Tozato, famoso Tozaki, fiscal da Adapar.
Obrigado pela presença de vocês! Nós jogamos o convite, é uma honra! Certo, então, vamos começar aqui com a pergunta para o Werner: qual o papel da assistência técnica e da extensão rural frente à redução do uso de agrotóxicos nas culturas sensíveis e não só nas culturas sensíveis, mas em todo o ambiente?
É o profissional que assina a receita de forma regular, sem uso de produto contrabandeado. Sem uma receita, ele não pode fazer a comercialização. Uma função do profissional é justamente identificar a necessidade ou não do uso de agrotóxicos, prescrever a receita, e isso tem que ser feito, né?
E aí, em muitos casos, ele pode não recomendar; pode não ser necessária a utilização, né? Então, a presença do profissional é fundamental para que o agrotóxico seja usado adequadamente. Regina, o médico das plantas é isso daí que vem.
Quando a gente tem alguma dor no corpo, alguma coisa que você não sabe o que é, você vai no médico. O médico vai fazer exames, como tomografia, tirar sangue, para tentar descobrir o que você tem para depois te dar os remédios para tratar. Bom, no caso do agricultor, não é diferente.
Ele precisa ir na propriedade, fazer um diagnóstico, verificar a cultura que ele tem, e o entorno da propriedade existe culturas sensíveis em volta ou não. Um exemplo aqui na região de chuva, né, particularmente o bicho-da-seda, também dá muito problema; não tem como recomendar um produto. E daí, ele pode pegar alternativas, não pegar aquele produto que pode vir a prejudicar mais aquela cultura que está ali.
Então, ele pode pegar outro tipo de produto que vá resolver o problema do agricultor, né? Mas não vai prejudicar o vizinho. E tem também outras questões, como uso do solo, distância, e outras coisas mais que eu posso usar na galoneira.
Ele pode recomendar, e, conforme citado, pode recuperar até produtos biológicos. Nem pegar o próprio produto, o time tóxico, ele pode usar um outro produto alternativo. Falando de uva aqui em Marialva, recentemente tivemos alguns casos.
Acredito eu que conseguimos resolver quanto a isso. Olha, resolvemos muitas denúncias de deriva! Agora, o ano passado e o ano retrasado, principalmente, teve um produto novo que entrou na região aqui da uva.
Ele já estava no Paraná desde 2011, só que ele estava sendo usado só para pastagem, como aqui não tem muita, né? Depois foi atualizado também para ser registrado. Foi registrada a documentação para fazer o uso na soja e no milho.
Quando ele foi registrado, começou a ser usado mais aqui na região, e é um produto muito volátil. A gente diz que ele levanta rolos, assim, hoje por aqui, e vai longe; o vento leva embora, e você não sabe onde ele vai baixar. Então não é um, dois, ou três quilômetros; não sei onde ele pode ir!
A gente não sabe onde ele cairá. Se cair em cima de uma uva, uma cultura sensível, vai fazer estrago. E foi o que aconteceu aqui em Marialva há dois anos atrás, principalmente, né?
Quando teve um aplicativo no maior calor, muito calor, em setembro, é de 2020. A gente vive de viagens, Google. Não só aqui nessa região de mel, mas também na região de Cornélio Procópio e Bandeirantes.
Então, ele é um produto que, como ele é novo para a região, na hora é novo para lá, mas é novo na região local de uso aqui. Causa um estrago grande na uva e outras culturas, como abacaxi, por questões de mau uso, principalmente, né? Muitas vezes conhecimento também, não fica só com o produto pelo agricultor.
Com relação à temperatura e umidade relativa do ar, ele não poderia ter sido aplicado naquele momento. Estava muito calor. Ele tem um limite de temperatura de 30 graus, e estava aquela época a 34 graus.
Foi bem calor mesmo! E ninguém sabe certo; aí ele fez grandes estragos na região. Me fala uma coisa, no Siqueira, da pare, coordenador fiscal do Paraná, quais as regiões aqui do estado onde temos mais problemas com relação a isso?
As regiões que são plantadas com uva, né, das regiões que têm o bicho-da-seda, daí já é o Sora. Já respondi. Silas, onde é que em Nova Esperança, aqui?
Tem Marialva, tem vários municípios da região, e está cercado por cana-de-açúcar. Aquela cana-de-açúcar também usa muito agrotóxico. A pessoa bacana, e são muitos próximos lá na gorda bacana, aos grãos de soja, milho, da criação do bicho-da-seda, e a uva também não há diferença, tá?
Do lado do milho, tá? Do lado da soja, né? Então, toda essa região e não pega só lá na região de My Own, região de Maringá, pega o maior.
. . Uma pega para lavar.
Toda a região que tem essas culturas sensíveis próximas, conforme o produto que é utilizado, gera grandes estragos. Tem pergunta que veio para a gente: como foi resolvido o problema de deriva? De agrotóxicos em RO e do Ivaí em Rosário do Ivaí, ocorreu um caso em 2019, onde um produtor aplicou e afetou 17 lavouras.
Eu atendo lá, passei em todos os produtores, arredondando, eu tenho 50 lá; 17 situados na entrada da cidade foram afetados. Aí o dente de queixa minha à diretoria da associação, presidente de dois furos, os lagos foram afetados. O que vocês podem fazer?
Chamem o produtor, né? Que vai chamar logo. Eu não fico recomendando, mas achar um meio de fazer um acordo, né, para ressarcir.
Aí eles conversaram, Eunice acertou como determinar o valor; assim, nem usado. Eu voltei nessas áreas, calculei o prejuízo de cada produtor individualmente e retirei o recurso obtido entre os produtores. Foi uma solução e atendeu a, pelo menos, parcialmente, o prejuízo de cada produtor.
Foi uma solução rápida, não teve despesa com justiça, nada, né? Pô, e tudo mais. Mostrou também uma região que soma uma empresa, praticamente, que atende.
Não tem uma série de muitas empresas. Então, no ano seguinte, né, o profissional e a empresa Floral aqui disseram que não temos condição de usar esse grupo de produtos. Sol é o grupo dos mimetizadores de auxina.
O que é que esses produtos têm? Um problema, porque a definição de hormônio é que tem hormônio. É um produto, uma molécula produzida pelo organismo em pequena quantidade que controla o funcionamento.
Então, os hormônios, um ser humano, nas lagartas, em qualquer bicho, tem hormônio. Qualquer ser vivo, né? E uma pequena alteração desequilibra todo esse sistema.
Por isso, se produzem em baixa dose. Em algumas plantas, ele altera o metabolismo. No caso da videira, ocorre abortamento das flores; caem todas as flores, o cacho, o ramo para de crescer conforme o produto, né?
Então, acho que acaba acontecendo em Rosário do Ivaí. Então, eram produtores de uva, pensão, são um grupo de controle de uva que foram afetados. E são, em 2019, E aí a soja é 24, bem, a soja afetou essas lavouras, né?
Mas aí eles se acertaram no ano de 2020, quando esse grande problema do triclopir aqui no Paraná, que facilmente conversas regiões, Cornélio e usar coletor, Torneio, Terra Roxa, Rosário do Ivaí. Utilizou porque o profissional lá, ele já tinha passado o sufoco no ano anterior. Ou não tem na região, vai comer lá, né?
E aí ninguém utilizou naquela região. Então, ela foi tranquila, não teve problema lá e 2021 também não. Tirar o senhor lá, tá certo?
Como que é feito esse trabalho do senhor de consultoria lá? Oi, Lala. O trabalho funciona assim: é feito em parceria com a associação.
Existe um programa do SEBRAE chamado "Você Vai Até", que é para desenvolvimento de tecnologia, e esse programa subsidia 70% da despesa da associação. Então, o produtor paga 30%, você vai ter que pagar 70%. A ideia é desenvolver tecnologia.
Não é Rosário, a consultoria, uma parte dela, desse trabalho, né? É mais no fim do trabalho que eles tiveram problema muito sério. Uma podridão em videira chamada "podridão da uva madura".
Que eu, caso, teve um ano que perdeu 30% da safra do município por causa de um fogo. E como é uma doença em outras regiões, não é tão importante, tá? É pouco estudado.
Então, elaborar um protocolo de pesquisa com ensaios lá. Sim, um conjunto de cinco ensaios ao longo de cinco anos a gente vem trabalhando com isso para determinar. Eu estranhei, né?
28, 30 produtos diferentes. Qual o produto doce nós temos já registrado para viticultura que são os mais eficientes, inclusive produtos orgânicos da linha orgânica que não controlam. Então, qual o produto que é ferramenta que o profissional tem para usar?
Mas qual é a melhor época de utilizar? Eu posso utilizar no começo do mês, no final do ciclo. Então, eu determinei em qual época é a melhor utilização, tá?
Mas essa doença só dá no cacho. Eu preciso para organizar a folha. Não dá.
O que eu vou poder ajudar a folha? Se o trator tem três bicos, se eu tenho dois, só o gasto, só utilizo do cacho, que direciona. O cacho, eu tô economizando 66 puxando produto.
O impacto por bolso do agricultor, o impacto no ambiente, eu tô jogando muito menos produtos no ambiente, né? E mantendo a mesma eficiência. De uma vez que a quermesse, uma festa, a folha, de forma alguma, poli ramo, né?
Então, esse foi conduzido, não é Rosário. E esse ano, nós estamos coletando um tanto dessa coletânea de trabalhos, né? E os cantores lá já receberam as orientações.
E agora nós queremos fazer uma publicação. É uma estagiária que trabalha comigo há um ano atrás, oi Léo e Leno, subscrever um grande trabalho sobre isso para poder divulgar para as regiões. Funcionários têm acesso à informação.
Olha aí, exato, produtor, e se não gosta de aplicar agrotóxico, defensivo agrícola porque é muito caro, né? E hoje, com a tecnologia de aplicação, para pergunta que veio aqui nos critérios técnicos na escolha do agrotóxico, podem ajudar a reduzir seus efeitos. Com certeza, lá hoje existem muitos produtos biológicos.
Tô mandando esse mercado. Relato muito importante isso daí. Então, é muitas vezes, abrir o portão da Agonia poderá lançar mão desses produtos e fazer o controle das pragas que têm na lavoura com produtos não químicos.
Não posso, né? Não é 100% ainda, mas já melhorou bastante. No pior que tinham passado, então nós podemos resolver muitos dos problemas no manejo integrado de pragas com acompanhamento da lavoura.
O passageiro, de dano ou não, passou a recomendar algum produto. Se precisar, de preferência um biológico, né? É um Focus.
E também, se for lançar mão de um químico, escolher os mesmos focos. Nós fizemos um evento sobre abelhas em Prudentópolis, colocamos a relação mostrando. Sabe, dando um problema da Bíblia, lá pararam de nos reclamar com relação ao amor da vida porque nós mostramos o tal acontecendo.
O fipronil é um ativo muito tóxico que mata abelhas e tudo mais. Nós mostramos além do que podem até usar, enquanto nós também apresentamos que eles são produtos aplicados em soja, milho, e daí eles são aplicados após a floração. A abelha não fica parada na área; ela vai para produzir, não é uma boa de 3 a 5 km de distância, então ela vai na propriedade do vizinho que está ficando agrotóxico.
Se você aplicar um produto tóxico na região onde há abelhas, a abelha certamente vai lá. Não tem como você ser responsável, então nós mostramos essa relação e os meus stories para dentro. Com relação a isso, conseguimos diminuir o problema.
Os profissionais da região, essas cooperativas, revendas, mudaram a relação de cursos pelo organismo e não tivemos mais reclamações de modo saber naquela região, falando desses produtos biológicos. Eu me lembro de um passado não muito distante de um mentor que usava hospital de baculovírus. Isso mesmo, de maneira famosa, era usado em controle de pragas.
Então, dá para lançar mão ainda no manejo de gado de pragas. O baculovírus sempre foi famoso, né? Porque você pegava as lagartas infectadas, fazia uma interação e aplicava de volta; elas controlavam os outros lagartas.
Não só por causa da técnica. No liquidificador, do lado dele, para não. .
. É verdade, vai lembrar. Você tem uma outra pergunta que eu quero fazer para vocês.
Não sei se vocês têm essa informação, mas com relação ao problema muito grave no milho, o enfezamento causado pela cigarrinha, ou será que o uso de defensivos agrícolas de forma inadequada tem causado algum problema? O controle disso é uma praga nova que surgiu. Tem alguma informação?
Olha, vamos ter que lançar mão de alguns produtos também para controlar essa praga, né? Então, acompanhamento e verificação conforme a situação do controle. Porque eu tenho um programa rural na TV e no rádio também, e teve produtor que entrou em contato com a gente, disse que fez seis, sete, até oito aplicações e não conseguiu controlar efetivamente os problemas nessa safra.
Agora, vou te dar uma sugestão: então, converse com o nosso fiscal, Anderson Mística, que está em Toledo. Ele está muito em cima dessa questão, lá na cidade de nossa cigarrinha, essa questão do milho na região. Ele já está bem avançado na questão do controle do que fazer para esse tipo de praga.
O Anderson disse que o nome dele, se puder falar com ele ou entrar em contato, para ver até onde ele está focado, por telefone mesmo ou por vídeo, né? Ele está bem por dentro e pode dar umas informações sobre isso. Legal, vou pegar o contato dele.
Depois, a gente traz essa entrevista aqui também, nosso podcast, com relação à fiscalização. Como é que você tem enxergado? Como vocês têm percebido a atuação dos produtores paranaenses com relação aos defensivos agrícolas, defensivos agrícolas no geral?
Bom, essa questão que a gente estava contigo no workshop aqui, né? A gente só mostrando que tem como reduzir os agrotóxicos. Tem como aplicar, se preciso for, com relação principalmente ao diagnóstico de campo, né?
É uma relação ao profissional de agronomia da assistência a campo, lá no local da aplicação. Então, tem como usar práticas alternativas, tá falando de manejo natural. É biológico e também lançar mão de produtos menos tóxicos, e sendo o profissional técnico, em cima do produtor lá na sua propriedade, né?
Eu queria complementar aqui, né? Só falando sobre a uva do interior. Semestre longe, ó, se cobrir.
Eu acho que a informação importante, quando estourou esse problema aqui na região, é que eu e mais o gerente, Renato, entramos em contato com a UTLT, o fabricante do tricolor que nutre com. . .
E fizemos uma reunião online. Tinha três pessoas representantes da UPL, duas moças e um rapaz, e eu e o Renato. Nós expusemos o problema para eles.
Eu já tinha feito um levantamento em Toledo, quantas posições de predicados naquela época, a princípio, quando a passar pelo 90 produtores aqui. Agora, vamos jogar mais. Aqui a 90 produtores já falamos sobre o preço de casa.
Mostramos para eles o problema. Eles já tinham ouvido falar também. E falamos para eles: “Olha, a bula de vocês, recomendações, tá devendo, tá deficitária.
Tá faltando melhores informações com relação à temperatura, umidade relativa do ar, bico pressão, essas coisas todas. ” Aqui no Paraná, sempre teve uma valorização desde 85. Se chama a resolução 22/35, que é uma resolução ambiental.
Ela fala que tem que respeitar uma distância de 50 metros para a aplicação, principalmente de culturas sensíveis, criação de animais, moradias, até da cidade, né? Então, são 50 metros. Se você tem que chegar à sua aplicação, tratorzão, você não pode chegar lá e.
. . Se fosse consórcio, tudo bem, vai até onde, mas se fosse hoje com um bicho-da-seda, com o gordo.
. . Não importa.
Não estou falando de lubrificante geral, né? Então, há 50 anos, na bula desse produto, nós vamos verificar se tinha alguma coisa. Não tinha.
Só tinha para avião, dois mil mesmo, dois anos, que ele tinha que respeitar aplicação de avião. Não tinha nada. Daí eu, junto com o Renato, além dessa questão da temperatura e pressão do ar, olhamos: “Como vocês já colocaram na bula?
É sim, 2,2 km, nós vamos colocar uma distância. ” Razoável, aqui pelo menos, né? Sei que não vai resolver, porque o produto ali, rolagem, ele vai longe, mas pelo menos vai ajudar a menina que não tinha nada a 50 metros.
Seria muito pouco. Então, a gente discutiu para emprestar conversor, e eles aceitaram, colocaram 500 metros. Portela é uma distância razoável.
Então, se o agricultor, se o profissional de agronomia sabe que do lado dessa lavoura, a menos de 500 metros, tem uma cultura de uva da Lagoa do Carro, não podem recomendar, não podem fazer receita, não podem vender por ali. Você já estanca a venda desse produto para uma área que tem uva. Então, tem regiões que já mataram até o uso do produto.
Não pode, né? Então, eles colocaram na bula 500 metros. Foi de imediato, em 15 dias.
A gente, no início, com o que só tem que ser mediado, colocou uma gravata, que a gente chama, se encaixa na boca da garrafa da empresa e fica as aulas a dizer. Depois, eles mudaram a bula; não foi mudado a bula para o Paraná, foram da Globo. O Brasil, que o Brasil, o centro de cultura sensível.
. . O que a gente colocou aqui, olha, a importância, hora, a importância nos trabalhos da parte.
A gente resolveu o problema de outros estados que a gente nem sabe o que tem, mas assim, essa uva é cultura sensível do orgânico para sensíveis e várias outras, então. . .
Caseiro, abacate, hortaliças, então entrou tudo ali. A empresa aceitou, né? E outra coisa importante para dizer é que o lugar não pode vir complementar.
Eu falava para eles: "Olha, os produtores de Bandeirantes, produtores lá, tiveram grandes prejuízos. Como é que vai ficar isso aí? " Então, um produto novo que estava andando na região, nada contra produtos que são registrados, estão cadastrados no estado, estão autorizados a aplicar, mas, né, faltou, acho, uma comunicação melhor com relação à temperatura e tudo mais.
Houve uma falha da empresa, né? É por mais que, mas também tem um funcionamento volumoso, e também que recomendava, né? Daí, é só assim: "Não pode ficar tranquilo que nós já estamos e nós vamos indenizar os produtores que tiveram prejuízo.
" Segundo informações do próprio Carne, acabei de falar, na palavra dele, outra conversei com a Sônia. Todos os produtores tiveram prejuízo em 2020 com os pylon, foram indenizados. Eu não recebi mais nenhuma reclamação desse produto depois disso.
É a importância do trabalho na vida, e isso sem a gente fazer um auto de infração, na conversa a empresa entendeu, viu que ela estava com produtos com algum problema, né? Foi a High que mudou a bula. Olha a importância do trabalho da porta para lá.
Isso não é a primeira vez, já tiveram outras coisas aí, mas não é um papo agora, senão a gente não sai das duas. Mas tem coisas, a gente já conseguiu até mudar do glifosato, a monografia da Anvisa. A monografia dizia sim, benzato 48% da embalagem lá, jardinagem amadora, por Luisa.
Ministério da Saúde, mostra 1%. Mudou a monografia. Com um maluco na monografia da Anvisa, Brasília, Jackson trabalho nosso aqui, vou para lá mudando os produtos várias vezes lá em Brasília.
Isso eu tenho prova, eu tenho guardadas certeza que isso acontece com o trabalho realizado pela Dar para aqui, Paraná. É exemplo, trabalho muito sério. Vocês estão de parabéns, funcionalismo, gente leva a sério.
Cruzeiro e a gente com contato com profissionais da Anvisa, a gente, na sua mão, eles aqui quiseram reunião lá em Curitiba. Isso é o público junto. Eles mudaram até a questão dos registros em todo o Brasil.
Eu queria só fazer um parêntese. A primeira pergunta ainda é sobre como é que muda aqui, o agricultor e a sociedade enxerga o engenheiro agrônomo, profissionais de agronomia, um profissional que é o médico do carro. Cinza e vai à cama.
Só que, no dia a dia, existem diversas atividades que geram. Pode fazer, tá? E uma delas é trabalhar como.
. . E o que não tem nada de errado com isso, mas você vai comprar um computador.
Você chega, você não sabe o tamanho do computador que você vai comprar e tal. Você chega lá na loja com o computador e o que você quer não funciona. Se você está falando com um técnico de informática, ele vai te avaliar o seu uso e vai te vender um equipamento adequado.
Então, o profissional de agronomia que trabalha na consultoria de vendas não tem problema nenhum. Só que o produtor e a sociedade têm que entender que na atuação onde ele está atuando, ali, o interesse dele é efetuar a venda. E um bom profissional vai ser só uma venda correta.
Olha a sua lavoura e não tenho nenhum produto que você precisa e você compra na minha concorrência, né? Esse é o certo dele fazer. Mas esse profissional está sendo pago pela revenda.
Então, o que o produtor precisa enxergar é o seguinte: ele está fazendo um serviço ético, correto, tá? Mas ele está procurando o mercado para o produto dele, né? E eu tenho esse produto aqui que controla.
. . Era assim, só eu vou procurar a sua voz, só a escola.
Faz tudo. É diferente do profissional de agronomia que atua na consultoria ou assistência técnica. Ele tem a visão ao lado do produtor, porque hoje, com inúmeras possibilidades e muitos produtos, de uma das tecnologias, ele tem que estar ao lado do produtor para escolher o melhor caminho, né?
Então, olha, vamos plantar milho, trigo. . .
Até na decisão econômica, nos clientes que eu trabalho, mais com videira. A qualidade, você vai produzir, né? Qual época você vai podar?
O preço em novembro é um, dezembro é outro, em abril. . .
Em abril ou estava sem gás, o quilo agora em março é R$ 2,50, né? Então, aqui eu vou programar colher para abril. Você participa da decisão econômica, né?
Para que a cidade seja enviada, qual o produto você vai utilizar? Eu sempre busco o menor custo e a maior eficiência. Então, quando você está ao lado do agricultor, o enfoque do profissional é completamente diferente.
O tipo C é claro, né? E muitas vezes o produtor não tem essa visão, né? E como o mercado de insumos está recuperando, o mercado que dá muitos recursos, o produtor é assediado.
Em uma das vezes, você é uma propriedade aqui, né? É, sim, você tem uma propriedade aqui. Da empresa A, da empresa B, da empresa C, ele vai conseguir definir qual estratégia ele vai utilizar, né?
Então, aqui eu vou. . .
Ah, não, espera aí, eu tenho que ter um profissional. Ele aqui vai me ajudar a escolher, né? Não é vendedor da farmácia que indica o remédio; é o médico que vai indicar.
E se ele for. . .
não somente. . .
então, é uma situação completamente diferente. Você ajuda no processo de tomada de decisão, tá? Essa, que na verdade, é a função básica do profissional de agronomia: auxiliar na produção.
Ele pode ser através da iniciativa privada ou através das empresas de extensão rural; tanto faz. Mas o enfoque é olhar a atividade. E quando você está lá, sentado, olhando somente aquilo.
. . Ah, vem aqui pra olhar sua largura de honra, tá?
Mas você está com problema de erosão ali, ó! Tá vendo a área do seu vizinho? Você está jogando água no vizinho.
Nós temos que resolver isso também. Ah, mas é muito dinheiro. Com esse, então eu vou fazer um pouco este ano, um pouco ano que vem.
Você vai olhar o problema de comercialização, problema de todo o conjunto, compra de equipamentos. . .
Foco, justifica cálculos, os fios. E só queria relatar mais um caso da parte diferente de agrotóxicos. Existe uma doença que foi introduzida no Brasil, na Ribeira.
Não existe no Paraná e, supostamente, no Nordeste. Há dois anos atrás, não; cinco anos atrás, nós compramos material propagativo e eu vi que chegou esse material. E, quando chegou, produtores.
. . Total, num certo momento, nós identificamos que poderia estar sendo introduzida na região uma doença, essa doença que existe no Nordeste.
Eu vi esse material propagativo, né? Na mesma hora, foi acionada a fiscalização da ADAPAR. Encaminhamos o material para o laboratório, e o laboratório identificou que aquele material estava contaminado.
Aí veio fiscalizar todas as áreas que já tinham recebido o material, acompanhou a erradicação da uva em todas as laterais que já tinham sido enxertadas, acompanhou durante um ano para ver se havia manifestação de focos. Ali não conseguiu parar a introdução dessa praga, comunicou o Ministério da Agricultura e chegou até o viveiro, que chegou até o fornecedor. E nem os funcionários do fornecedor observaram a presença da doença e estavam mandando material para o Brasil inteiro.
Foi toda erradicada a área de produção do fornecedor, e adolescentes estavam contaminados. Então, sim, o negócio. .
. E essa doença, para você ter ideia, é uma bacteriose ou parecida com cancro cítrico. Assim, em clima chuvoso, é para bacteriose.
O Ceará, no Nordeste, tem clima seco; uma das variedades não se consegue produzir mais no clima seco. Você imagina essa doença no clima chuvoso, o potencial de dano que ela tinha aqui. Então, muitas vezes, a gente não vê esse trabalho, muitas vezes não reconhece, mas o trabalho e o profissional têm que ter.
Qual é a função de cada um, né? Nesse tabuleiro, né? E exercer adequadamente a sua função.
Só formação, nem sabia. Então, ainda bem que não foi o lado a porta falando, né? Ele fica companhia assim.
Então, só complementando a colocar. . .
né, falou que ele dá assistência para 50 produtores de uva, mas lá na região de saúde de Ponta Grossa tem a empresa. . .
vou falar o nome porque é coisa boa, não fala, né? É antiga, a Batata, o senhor está na Frísia, né? Então, ela é uma cooperativa muito séria.
Junto com Solange e outro Zap, eles têm em torno de 35 engenheiros agrônomos que dão assistência para os produtores. Não é que dá para 50 produtores de uva que são. .
. nós temos lá. .
. É, sim, o produtor de grãos, são grandes, né? Ou 5, 4, 8 ou 10 para cá.
Tá rolando, tá. Nunca da rua não tem seus produtores e o interesse lá não é vender agrotóxicos, não é vender adubo, não é vender celular; a referência é a produção da maior produtividade possível com o mínimo de custo possível, comendo agrotóxicos. Yummy food executiva é agronomia na essência.
A verdadeira autonomia é isso que a gente precisa pagar, não só parar. Brasileiro não, nós temos revendas ruins, vamos assim, temos as boas também, cooperativas ou impedir as boas, né? Se todo mundo tivesse um sistema igual, onde ele dá assistência, quisesse 250 produtores que ele pode contratar um.
. . Ele que não se preocupe, o que ele vai lá ver se tem doença, se não tem, se tem vaga, se não tem.
Ele recomenda, clubes, se precisar usar, você usa, né? Olha a economia que esses 50 condutores têm com ele. Todo lá já com a Globo.
com, não tem nenhum espertalhão que vai lá forçar o João com a conduta ilegal. Roubaram. .
. pode ficar assim, acontece hoje, né? Na mesma coisa lá na Frísia, Souza Gomes circulam nessas fazendas e nesses proprietários.
Verificam-se se está em nível de dano, aplicar ou aumentar, se precisar, fazem a redução do uso de agrotóxicos, uso de adubo conforme necessário, né? Faz análise, acompanha tudo lá, e qualquer problema se chama a agência do rapaz. Nós estamos sempre ajudando ele lá, for preciso, né?
Então, isso é bom. Dormir, então eles têm sempre as maiores produtividades no Brasil. É lá na região.
. . lá previsão a placa solar total e vem.
Eu já estava na pista Stage lá. Dias em 1967, recém-formado, né? Eu tinha uma questão: estava bem no início do plantio direto.
Famoso, a partir daí, vim a Mato Grosso, Goiás. . .
Tudo bem, o que ela faz? Parte dela, e naquela época, já acompanhava com os alunos que faziam isso, já fazia assistência técnica. O próprio presidente da cooperativa.
. . eu não tenho, eles não têm interesse nenhum em ganhar dinheiro vendendo a proposta, e eles não ficam também entendendo para fora dos cooperados, só compram os produtos que necessitam.
Só para ter uma ideia: em 2016, nós buscamos a Embrapa, foi feita uma pesquisa e 67 marcas comerciais de várias empresas não controlavam a ferrugem da soja. Não se pensa assim: "o produto não é da região". E o registro, a Agência Brasil.
. . beleza!
Por lei, você cadastra no Paraná, só que com os estudos ao longo dos anos, foi perdendo a eficiência das placas. Então, é uma praga, só controla várias doenças, lá para a ferrugem da soja. Conforme a Embrapa, aquelas 67 marcas não funcionavam mais.
O que aconteceu? Adaptar, junto com a Embrapa, fez um documento e suspendeu essas 67 marcas, não proibiu de vender essa versão, restringiu para especificamente para os olhos. Então, por que que um produtor vai usar aquele produto, vai aplicar tantos litros lá na propriedade dele para matar a ferrugem da soja se ele não controla?
Para quê que você vai tomar um remédio para uma doença que você não tem, né? Então, nós estivemos lá na condução de ser parte da fazenda, das pesquisas. Para sua informação, para você ver, eles têm os pesquisadores deles, já nossa vizinha.
E antes da gente restringir, fica sabendo que são altamente tecnológicos. Nós mostramos as 67 marcas comerciais para eles, né? Que eles têm os estudos deles, não precisa lembrar!
Pois é preciso, a partir, mesmo, mostrar para ele que nós vamos atrapalhar. Vocês estão vendo que são tecnológicos essas 67 marcas! A gente foi lá para o Rei da Soja, pesquisador, logo após a carga, deu risada: "Vocês estão três anos atrasados, uma já não usamos, não faz três anos".
Olha só a importância de um agrônomo, trabalho sério, um pesquisador ficar usando 67 marcas jogando na propriedade para controlar uma doença que não controla. Em Rolândia, não fora e quando, por ali, no meio ambiente, resíduos, alimentos, deriva por vizinho e outras coisas mais, né? Então, olha só a importância da harmonia.
Por isso que o Brasil não é agronomia. A abdução Agro leva o país nas costas. A gente tem profissionais capacitados aqui.
É o orgulho de falar que o Paraná e o Brasil são top! A gente não perde para nenhum outro país. Não é que a produção de grãos da agricultura.
. . sabe!
Fala, aí! Pessoal, que bate-papo gostoso aqui com o Werner Genta, ele que é agrônomo consultor em fruticultura, e também o João Miguel Tosaku, fiscal coordenador da fiscalização de agrotóxicos. Tá certo?
Então tem espaço para baixo da história. Curte, o tempo acabou. É boa!
Essa é boa, anima a gente. Conhece seu problema com a cada um viver muitos anos e aí os produtos só registrados, perda de eficiência, não controlava, controlado, controlar. Certo?
O dia, todo mundo, o evento fora daqui. É que você, quando eu falei que tinha problema, já começou: "A senhora tem solução? ".
Falei: "Como é que é? Vá! É isso?
Solução utilizar". O apresentador chegou, um carro aqui, ele fez uma palestra: "Só vamos trabalhar com isso, conseguir um recurso". E fomos trabalhar com ácaro predador.
Qualquer coisa, nós fomos lá para Santa Catarina, tem que trabalhar com os amigos técnicos da região para conhecer o ácaro predador. Não conhecia? Tá!
"Esse aqui, tal". Aí, montando uma biofábrica de ácaro predador. Como é que é?
Simples! E protejam. E depois, você põe o feijão na estufa, solta o predador, predador como é?
Já só sabe! Predador! Você corta, cipolini, segurando nos valores de 15 a 28 tentativas.
Sucesso em três, desistimos! E mais, nós treinamos e vimos que o ácaro estava presente. A gente não soube olhar, a gente não conseguia identificar, lá, como Alagoas, ela já estava lá.
Já me dá uma resposta de nada. Para você vai gostar. Você mata o operador.
Aí, o que nós fizemos? Bom, primeiro, começou a treinar, beijinhos. Fizemos um projeto de treinar os produtores, né?
Aí, noção. Treinamos no climatério, perto de 240 produtores. Não adianta você treinar o cara, não dá uma lupa!
Compramos a roupinha para ele poder chegar lá e ver o ácaro na lavoura dele. E durante, depois do treinamento, ele foi acompanhado durante um ano pelos profissionais. Tive duas áreas ali, então a gente ia lá, um profissional acompanhava, olhava.
Estava vindo a ocorrência de ácaro predador. Depois subiu, que tem algumas empresas que produzem. Então, quando a população é baixa, a gente compra, chamamos alguém, fizemos uma parceria de pesquisa.
Durante dois ou três anos, não lembro exatamente, ela acompanhou semanalmente as áreas, arranjamos estagiário de Marialva, coletava. Aqui no final, encontrava quantos sacos de rajadinha considerados. Se tem a ficar curva da população de ácaros ao longo dos anos.
Quando surgem predadores, o controle que ele faz? Não se tem embasamento científico. Dá apoio, o treinamento do profissional que trabalha no campo, treinamento do produtor.
E hoje, utilização de acaricida. . .
Pelo menos, eu não posso falar pelos outros. Acompanhar todas as áreas, que o olho se reduz em quinze por cento da área. Praticamente, todos os produtores já sabem, conhecem, identificar quando ele tem do lixão, profissional, né?
Então, você passa a entender a dinâmica daquela praga e, assim, consegue reduzir a utilização dos agrotóxicos, né? Utilizando uma estratégia de controle biológico. E, meninos, atrás da nossa vai!
Ser o inimigo atroz que são nossos amigos, sim! Olha aí, pessoal, que bate-papo gostoso: informações com cases reais, né? Sucesso aí e tal.
Se sucesso a gente não conta, né? Então, eu só tenho mais uma pergunta. A gente já tá estourado o tempo aqui, mas um bate-papo.
. . Você comentou sobre produtos contrabandeados.
Como é que tem sido isso? Olha, assim, muitos registros. E onde?
Olha, bom, uma fronteira é o pior, lá, né? Mas assim, tá vindo muito para o paraquat, que foi proibido, né? De uso no Brasil, no Paraná.
E no Brasil tá vindo paraquat da Argentina, do Paraguai. Tá vindo paraquat em embalagens de fertilizantes foliares, embalagem de 20 litros. A região coletando amostras analisadas tá dando paraquat mesmo, até em doses, em concentração maior do que o paraquat brasileiro que é de nós, né?
Nesse momento, nossos colegas estão lá na fronteira, lá no Sudoeste, Oeste, operação Agatha. Pode bater no Google aí que você vai ver, né? Falei na apresentação hoje de manhã.
Então, assim, a gente recebe denúncias, estendendo os anônimos ainda. Não, seus piores, só não fala meu nome porque o negócio é perigoso, né? E junto com a Polícia Federal, junto com o IBAMA, pra arr.
. . Oi, Lau, com o Ministério da Agricultura, a gente faz operações.
Mas, no dia a dia de rotina, nossas carteiras a campo, e a gente encontra alguma coisa ou outra na propriedade agrícola. Aí, o fiscal já aprendi, mas é um perigo. Eu acho que ficar sozinho, né?
Não tem polícia junto. Já aconteceu. .
. Alarmado, tudo mais. Só que a quantidade, muitas vezes, que a gente aprende é pequena, porque só os produtos, embalagens, assim, de 500g, porque seu uso conforme o produto é 3 gramas no quarteirão, onde, itally, um quarteirão é 3g.
Então, 500 gramas dá para muita área. Então, você pensa: é um pouquinho? Não, mas o tamanho da área que ele cobre é muito grande.
Então, a gente entendeu as denúncias e a gente vai atrás, faz apreensões. Alto ao quem tá vendendo. .
. Sai mais difícil, mas o agricultor que tá recebendo leva uma multa, nossa, pesada! Pesada multa.
De quanto que é agora? 35. 000?
Eu não sei, depende do tamanho do condutor também, né? Mas o que dói mais neles é a questão do Ministério Público e da polícia, que é crime, né? Então, é isso.
Por isso, se ele precisar, ele vai para a cadeia. No caso, a área também fica embargada ou não? Se ele aplicou o produto, a gente pode interditar a produção e até destruir a produção.
Já aconteceu, seja onde for. Como é que a gente vai comer um negócio condenado? Nós coletamos amostras de um produto que foi apreendido, que não tinha nem rótulo, um pacotinho de 500 gramas, né?
Geralmente, os cultos normais têm um ativo: dois, três, até cinco dias úteis de ativos. Esse produto, mas vamos analisar que é o contrabando. Que não sabia que tinha dentro?
Tinha 25 minutos de ativo no pacotinho. Eu tenho análise, usei 25 mm. Antigo tinha inseticida, herbicida e você passa na tela, agora, você mata toda hora.
Assim, o único Preserve, esse rapaz dura uma sobra de largura. O jovem cantor compra negócio desse. Primeiro que não pode falar pra mim.
Mesmo já vai dançar com a polícia, após ser preso, pra nós vai ser multado, né? E com bandidos e vai reclamar como? Limpar uma mensagem de morte?
Ele vai perder o amor, tem que ficar com a boca fechada, tá? Então, é contrabando. A gente não usa, dorme.
Cuidado, os carros, aí, bem mais baratos. Mas o que que tem dela? Com a qualidade.
. . sabe?
Mais barato sai caro. Problema é contaminação ambiental. Fortaleza, gosto da linha aqui.
E mesmo preso, seu. . .
Mesmo o produtor que acha que tá tendo uma vantagem ali, uma vantagem no processo químico de produção da indústria química. Muitas moléculas de São Carlos, que durante o processo, ela tem contaminante e é tóxica pra você, pra o meio ambiente. E os produtos inertes que são comercializados, eles são lindos.
Esses produtos para que? Os itens? Somente aquela molécula, né?
Agora, esses produtos de baixo preço, você não sabe o que tem dentro. Às vezes, você quer a molécula que você quer e até mais 24 contaminantes dele. E um deles pode fazer mal pra você, que tá ficando o cantor, verdade, né?
Então, é essa expectativa de lucro. Nesse, nunca mais. Nessa esperteza, na verdade, você tá agindo fora da lei.
Isso é um absurdo! Tá certo? Então, agradeço a presença do teu Zap e também do velho, né, gente.
Se bate palmas tranquila. Foi obrigado pelo convite, estamos aí pra esclarecer, mostrar um pouquinho do nosso trabalho da parte. Tem que dizer que não tem.
. . Gente, não conhece.
Foi um prazer. Tá certo? Então, pessoal, falamos com esses dois profissionais que participaram do workshop profissional sobre Agronegócios.
A gente volta em breve com mais assuntos com outros dos entrevistados. Tchau tchau. [Música] E aí, e aí!