[Música] Glória a Deus, querida igreja. A paz do Senhor Jesus. >> A paz do Senhor Jesus.
>> Amém. Amém. >> Louvamos a Deus pelo santo privilégio de nesta noite estarmos em mais uma cruzada evangelística Boas Novas na orientação do projeto Pernambuco para Cristo.
Agradecemos a Deus o privilégio de estarmos aqui e também ao nosso estimado pastor presidente, pastor Aíton José Alves, que nos dá também o privilégio de podermos cooperar com ele no santo trabalho do Senhor, regressando aqui ao setor São Lourenço da Mata, ao lado do pastor Cândido de Freitas, dos demais ministros presbíteros que aqui estão, os cantor es as autoridades presentes e toda a igreja do Senhor que está aí hiperlotando este espaço físico para juntos nós adorarmos o santo e poderoso nome de Jesus. Quem confirma dizendo amém, meus irmãos? >> Amém.
>> Meus amados, eu quero convidá-los a abrirmos a nossa Bíblia na primeira epístola de Paulo aos Coríntios. Vamos ler o capítulo 2 e os versículos 1 e 2. Primeira epístola de Paulo aos Coríntios, capítulo 2 e os versículos 1 e 2.
Quero ler com os meus irmãos essa porção da palavra do Senhor. E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria, porque nada me propus a saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. Quantos podem dizer amém, meus irmãos?
Vamos ler o versículo dois juntos. Quando eu contar três, esta grande multidão, vai ler conosco. 1 2 3.
Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. Amém. Meus irmãos, eu quero me servir deste texto esta noite para falar sobre a morte de Jesus sobre três aspectos.
Estamos diante de uma das epístolas do apóstolo Paulo. E nessas palavras que acabamos de ler, podemos perceber que nas palavras de Paulo, o cerne da mensagem cristã é a morte de Jesus. Veja que ele disse: "Eu não me propus saber entre vós senão a Jesus Cristo e este crucificado.
" Por incrível que pareça, a Bíblia ela dá mais importância à morte de Jesus do que propriamente a ressurreição. E quando a gente se depara com esta verdade, isso pode nos parecer estranho. Todavia, é a morte de Jesus a maior obra do Messias por causa das suas implicações.
E é o que nós queremos meditar nesta noite em rápidos momentos. Pretendo falar sobre a morte de Jesus em três aspectos. Primeiro aspecto, a morte de Jesus do ponto de vista histórico.
Segundo o aspecto, a morte de Jesus do ponto de vista profético. E o terceiro e último aspecto, a morte de Jesus do ponto de vista teológico. Se a igreja me entende, diga amém, meus irmãos.
Segundo o Novo Testamento, Jesus sofreu a sentença de ser açoitado e crucificado, acusado pelo crime de blasfêmia, por ter dito ser filho de Deus, e também de insurreição por se declarar rei dos judeus. Mateus, Marcos, Lucas e João são os quatro evangelistas que narram de forma biográfica a morte de nosso Senhor Jesus Cristo. E esta morte se deu por crucificação, um método antigo de execução que consiste em prender ou pregar uma pessoa em uma cruz.
A própria palavra crucifixo significa isso, fixar em uma cruz. Na época de Jesus, historicamente, haviam três tipos de cruzes. A primeira tinha um formato de X chamada de Cruz de Santo André.
A segunda, ela tinha um formato da letra T e a terceira chamada cruz latina. Era diferente da cruz em formato de X e em formato de T. Na verdade, ela parecia uma espada, mas fincada com a ponta para baixo.
E apesar dos romanos adotarem a crucificação como uma pena capital para os que se insurgissem contra a Roma, não foram eles os criadores? Segundo Heródoto, um historiador grego, foram os peças que inventaram a prática da crucificação. E mais tarde ela foi também adaptada por Alexandre Grande e os seus quatro generais e por conseguinte foi adotada por Roma.
E a crucificação, ela reunia em si as quatro qualidades que os romanos mais valorizavam quando iam executar uma pessoa. A primeira é que o indivíduo crucificado, ele sentia uma agonia impiedosa. Ele morria por asfixia por causa da exaustão.
tendo suas mãos e os seus pés pregados, ele precisava fazer força sobre os pregos para poder puxar para dentro dos pulmões. E isso ele fazia repetidas vezes, até que por exaustão, não conseguindo fazer mais, ele morria por asfixia. É bom dizer também que a crucificação causava uma morte prolongada, diferente da guilhotina, do enforcamento.
O propósito de crucificar alguém não era de dar-lhe uma morte instantânea, senão uma morte lenta e dolorosa. Jesus, por exemplo, foi crucificado às 9 da manhã e só veio sucumbir, falecer às 3 da tarde. Isso significa dizer que ele passou 6 horas pendurado.
E ainda para prolongar a morte, por trás do crucificado na cruz se colocava o que os historiadores chamam de sedile, que era um acento para que ele pudesse se apoiar. Esse assento não era pensando no bem do crucificado, senão de prolongar ainda mais o seu suplício e a sua dor. Em terceiro lugar, em Lucas 23:48 nos informa que a morte por crucificação, ela ocorria fora das portas da cidade e era chamada de espetáculo.
Se os irmãos conferirem Lucas 23:48, vão ver esta declaração desta expressão. Eles eram colocados na entrada da cidade, os crucificados, para que os transeútes que entravam ou saíam da cidade pissam pudessem avistá-los e saberem: "Assim faz ao homem que se levanta contra o império. " Em quarto lugar, de forma histórica, também somos informados que a crucificação reunia em si uma humilhação total, porque antes da execução na estaca se passava pelo açoite e quando se passava pelo açoite se despia o criminoso quase que completamente ou completamente.
Há uma possibilidade de que Jesus ao ser crucificado estava parcialmente ou completamente nu, porque o propósito era humilhar aquele condenado à crucificação. Por isso Paulo diz em Filipenses capítulo 2 que ele se esvaziou e foi humilde até a morte e morte de cruz. De forma que academicamente até entre os estudiosos, negar a morte de Jesus por crucificação é uma hipótese no mínimo absurda.
Certo estudioso disse que Jesus foi crucificado sob a autoridade direta do do próprio Pilatos e isto não pode ser questionado. Até mesmo o credo apostólico ele encerra dizendo que Jesus sofreu sob o poder de Pôcio Pilatos. foi crucificado, morto e sepultado.
Do ponto de vista histórico, Jesus passou por esta experiência. Mas a Bíblia fala de um outro aspecto da crucificação que eu quero compartilhar também com a igreja hoje. Enquanto o primeiro aspecto é o histórico, o segundo aspecto é o profético.
A morte de Jesus não foi uma causa natural. A morte de Jesus não foi por acidente de percurso, não. Nenhuma fatalidade.
Ela estava dentro do programa do eterno e poderoso Deus que está sendo adorado esta noite. O Antigo Testamento já tinha profetizado que o Messias haveria de morrer. Ora, o livro do Gênesis, que é o primeiro livro da Bíblia, nós vemos Deus fazendo menção da morte do Messias quando diz que o seu calcanhar seria ferido, e tu, se dirigindo à serpente, lhe ferirás o calcanhar.
Poderíamos destacar ainda o Salmo 22, que Jesus citou pendurado no madeiro. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Que as suas vestes foram arrancadas?
Ele diz: "Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. " E ainda diz o verso 16: "Perfuraram-me as mãos e os pés". E quando a gente vê essa declaração, a gente não consegue sondar como Deus é previdente, como ele conhece as coisas antecipadamente.
O Salmo 22 foi escrito 1000 anos antes de Cristo. Nem existia crucificação. E Davi está dizendo: "Perfuraram-me as mãos e os pés".
Então, a Bíblia não só diz a morte do Messias, mas com que tipo de morte ele morreria. Isaías 53, a mensagem do servo sofredor nos diz que ele levou sobre si as nossas iniquidades, e o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Diga comigo esta noite: "Pelas suas pisaduras, >> bem forte, levante sua mão e diga: "Pelas suas pisaduras, suas pisaduras >> fomos sarados".
>> Fomos sarados. A Bíblia prossegue. Ela não só diz que ele morreria, com que tipo de morte morreria e que morreria de forma vicária, mas Daniel recebe uma mensagem do anjo Gabriel dizendo a data em que o Messias morreria antes da destruição do segundo templo.
Quando diz, "O Messias será cortado e não será mais, e o povo do príncipe que há de vir destruirá o templo. " Israel ainda hoje espera o Messias, mas Messias não virá porque já veio. Ele tinha que vir exatamente antes da destruição do segundo templo.
E só esse Jesus atendeu esse pré-requisito. A Bíblia prossegue, diz que ele seria traspassado. Zacarias 12:10.
E olharão para mim a quem traspassaram. Na verdade, as profecias messiânicas que tratam da morte de Jesus estão em maior número do que a sua ressurreição. Até mesmo nas festas judaicas, até mesmo na vida dos personagens do Antigo Testamento e dos símbolos, nós encontramos apontamentos para a morte de Jesus.
Paulo, por exemplo, um profundo conhecedor do Antigo Testamento, nos diz assim em primeiro aos Coríntios 5:7: "Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. "Ó, A ideia de Paulo é que a principal festa dos Hebreus que marcou o calendário deles, porque a Bíb não era o início dos meses ou do ano, mas passou a ser. Deus disse assim a Moisés: "Este mês vos será o principal dos meses.
Vai ser uma espécie de janeiro, porque eu vou marcar o calendário de vocês. " E diz mais, será um mês de celebração, de libertação. Coma o pão sem fermento, porque não vai dar tempo de fermentar, porque eu vou tirar vocês com pressa da escravidão.
E diz mais separe o cordeiro ou o cabrito. Veja 10 pragas. Mas somente na décima faraó soltou, porque a décima era a Páscoa.
E com a morte do cordeiro, no lugar do primogênito da família, nós encontramos um retrato da morte de nosso Senhor Jesus Cristo, que não somente livra um, mas todo aquele que nele crê. Por isso Paulo disse: "Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós. " O próprio sistema levítico aponta para a morte de Jesus.
o holocausto, a oferta pacífica, a oferta de manjares, a oferta pelo pecado individual e a oferta pelo pecado da nação, celebrada no dia do Yonkipur, que ainda hoje é celebrada pelos judeus, quando se separava dois bodes, um para ser sacrificado no altar e o sangue levado para o lugar santíssimo, e o outro Azazel, que quer dizer enviado era mandado para o deserto, simbolizando que os pecados foram colocados para longe. Esses dois bodes exemplificam a tarefa do Messias. Ele tanto morreu na cruz do Calvário, levando o nosso pecado, como afastou de nós as nossas iniquidades.
Quem tem certeza disso aqui, glorifique o nome de Jesus esta noite. Poderia acrescentar que a obra do Calvário está tipificada. Por exemplo, quando Adão e Eva pecaram, Deus fez túnica de peles para lhes cobrir.
Para isso, ele teve que abater um animal e tirar a pele e fazer aventais. Aqui está uma figura da obra do Messias, que para cobrir a nossa nudez, ele teria que ser sacrificado para nos dar vestes de salvação. >> Glória a Deus.
A obra do Messias está exemplificada no moriá, quando em Gênesis 22, Deus apareceu a Abraão e disse: "Abraão, toma agora o teu filho, o teu único filho a quem tu amas, Isaque, e sacrifica-o para mim em holocausto. " Holocausto é um tipo de sacrifício em que a vítima é imolada e queimada. Aí Deus disse: "Eu quero que você imole Isaque e queime ele para mim, o seu único, aquele que te faz sorrir.
Porque Isaac significa risada. E ele se levanta de madrugada, coloca a lenha sobre o jumento, chama alguns rapazes e chama o filho e vai. Três dias de caminhada.
E Deus disse assim: "Será numa das montanhas que eu te direi". Porque era uma cordilheira. Deus disse: "Eu vou dizer até o lugar.
Moriá significa mostrado por Deus". Deus disse: "É aquele ali. " >> Quando ele chega no pé do monte, ele pega a lenha de cima do jumento e põe sobre o rapaz e olha para os moços e disse assim: "Eu e o moço subiremos.
E havendo adorado, tornaremos para vós. >> E sobe. E quando ele está subindo, Isaque é criado em culto.
Isaque conhece os elementos de um culto. Ele sabia que tinha a lenha, ele sabia que tinha o instrumento cortante, o cutelo. Ele sabia que tinha o fogo, mas sabia também que tinha a vítima.
E ele não viu a vítima. E ele disse: "Papai, se fosse no nordeste dizia: "Painho >> aqui tá o fogo, aqui tá a lenha, >> aqui tá o cutelo, >> mas vai imolar o quê? Porque eu não tô vendo o cordeiro.
" >> Abraão, que era um homem que tinha uma fé extraordinária, o escritoros Hebreus disse que Abraão tinha uma fé tão grande que ele disse: "Eu imolo Isaque". Mas como Isaque tem promessa, Deus ressuscita ele da cinza para cumprir o que disse a mim. >> Quem acredita que Deus ainda ressuscita até mortos?
[Aplausos] >> E ele responde: Jeová diê, Deus proverá. Quando chega no cume do monte, ele monta o altar de pedras toscas. Olha o calvário.
O rapaz olha e não vê sacrifício e ele entende: "Vai ser eu. " E ele não reluta, estende os bracinhos. Abraão possivelmente o amarra as pernas e as mãos e o põe sobre a lenha e levanta o cutelo.
>> E ali está o patriarca >> diante do próprio filho, cumprindo o mandato de Deus. E quando ele vai descer com o cutelo, o anjo do Senhor, o mala Adonai, >> que chega na hora certa. Diga aí pro seu irmão, Deus chega na hora certa.
>> Diga de novo para o da direita ou da esquerda. Deus chega na hora certa. >> Deus chega na hora certa.
>> Para provar Abraão, Deus fala só uma vez. Pode ver que no capítulo 22, versículo 1, ele chama só uma vez, Abraão. Para parar Abraão, Deus chama duas vezes.
Abraão. Abraão. Que a ideia era ou eu falo duas vezes ou ele mata o menino mesmo, que ele tava disposto.
Mas deu um grito. Abraão, Abraão, não estendas a mão sobre o menino. Levanta os olhos.
Aí ele levantou os olhos. Quando olhou para trás, vi um carneiro preso nos arbustos. Aí Deus disse: "Tira o menino e bota o carneiro no lugar.
" Aleluia. >> Aleluia. Eu imagino a alegria de Abraão.
Não precisei matar Isaque. Eu imagino a alegria de Isaque. Não precisei morrer.
Ele saiu dali dizendo: "Ufa, escapei por pouco. Agora também eu imagino Deus. O teclado, por favor.
Eu queria que você visse ou imaginasse comigo Deus olhando para Abraão e Isaque, >> aleluia. e dizendo assim: "Abraão, tás alegre porque eu poupei o teu filho, mas eu não vou poupar o meu". Eu [Música] poupi o teu, >> mas eu não vou poupar o meu.
>> Sabe aonde o sacrifício do Messias está? No fio Carmezin da janela de Raab. [Música] Os espias se abrigaram na casa dela.
Ela era uma prostituta, uma meretriz. E ela os abrigou lá, mentiu que eles não tinham entrado para os habitantes de Jericó. Mas ela não fez isso de graça.
Ela disse: "Eu abriguei vocês aqui. Eu quero algo em troca. Que que você quer?
" Dis: "Poupa a minha vida e a da minha família. Porque eu vivo assim, mas eu penso na minha casa quando vocês vierem, porque o vosso Deus é Deus em cima no céu e embaixo na terra mesmo. Antes de vocês chegarem, eu já tava sabendo do que ele fez lá no Egito.
Ele fez propaganda do poder dele. >> O coração do povo de Jericó tá desmaiado. Ninguém aqui tem coragem de fazer nada.
Agora quando vocês entrarem para derrubar tudo aqui, livre a minha casa. Eles disseram assim: "Tá bom, agora pra gente saber qual é a tua casa, bota esse fio Carmezinho aí, vermelho de sangue. >> Tem fio Carmezin na tua casa ou não?
Tem o fio Carmezin na tua casa? Aleluia! [Música] Foi através desse fio Carmezim Raabe recebeu livramento.
>> Sabe aonde é que a obra do Messias está exemplificada? Na rocha ferida de Meribá. Deus disse assim a Moisés: "Fere a rocha e ele feriu.
E quando feriu, ela soltou água e descedentou os hebreus. E Paulo diz em primeiro aos Coríntios 10 que a pedra que os seguia era Cristo. Por isso que quando Moisés feriu a segunda vez e Deus mandou falar, Deus disse: "Feri só uma, duas não.
[Música] A obra do Messias está exemplificada naquela serpente de bronze. Lembra quando o povo pecou participando de festas pagãs? E Deus mandou serpentes abrasadoras.
Mas Deus disse assim a Moisés: "Levanta uma serpente de bronze numa as de ser que ainda que um homem seja picado, quando ele olhar paraa serpente de bonze, o efeito do veneno não vai matá-lo. Eu vou neutralizar o efeito do veneno. " Aí Jesus pega isso emprestado e diz a Nicodemos: "Como Moisés levantou a serpente no deserto, importa que o filho do homem seja levantado para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna".
Diante dessas profecias, nós vemos como Deus tinha preparado tudo para que o seu filho desse a sua vida por nós. Mas eu quero caminhar para o terceiro ponto e não quero enfadar, meus irmãos. Eu falei da morte de Jesus do ponto de vista histórico.
Eu falei da morte de Jesus do ponto de vista profético. Mas eu quero falar da morte de Jesus do ponto de vista teológico. E o que é do ponto de vista teológico?
É do ponto de vista interpretativo. Todos sabemos, inclusive as pessoas não crentes, que Jesus morreu. Mas o que significa isso?
O que significa dizer que ele morreu na cruz do Calvário? Primeiro significa que ele morreu pelos nossos pecados. O apóstolo Paulo diz em primeiro aos Coríntios 15 versículos 3 e 4: Cristo morreu pelos nossos pecados segundo as escrituras.
Escute isso, você que não é crente. O homem pecou. Gênesis 3:6.
[Música] Com esse pecado, ele contraiu uma dívida. Você sabe que o pecado é uma dívida? Jesus na oração do Pai Nosso disse: "Perdoai as nossas dívidas.
Se fosse para calcular quanto é que você deve, como é que estaria a tua conta? " [Música] Lembra daquela parábola de um senhor que tinha dois devedores para ele? Aquilo é uma figura do pecado.
O pecado é uma dívida que nós temos para com o rei. Mas na cruz pagou. Eu vou dizer isso de novo e quero que você repita comigo.
Mas na cruz [Aplausos] pagou, pagou, pagou, pagou pagou. pagou. Olha o que Paulo diz.
O salário do pecado é a morte. Se parasse aí, a gente tava tudo quebrado. Mas tem uma vírgula, né?
Eu estudei com um professor que ele disse que uma vírgula é muito importante. Ele disse que um dia um rapaz foi sentenciado e a sentença foi escrita num papel enrolada e entregue na mão do algós. Só que o condenado teve acesso à sentença sem o algó saber e botou uma vírgula.
E quando levaram o condenado para a praça pública para ler a sentença e executá-la no meio de todos, leram assim: Mat, mate, não, vírgula, solte. A mensagem original era: "Mate, não solte". Mas ele colocou a vírgula: "Mate, não vírgula solte".
Ao invés de executar aquele rapaz em praça pública, disseram: "Não tô entendendo. A frase aqui tá mandando soltar, então tá solto. " Aí Paulo diz assim: "O salário do pecado é a morte, vírgula.
Mas eita, que coisa boa é ser crente. >> Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por nosso Senhor Jesus Cristo. [Música] Aleluia.
Ele morreu pelos nossos pecados. Sabe por ele teve que morrer? Porque o salário do teu pecado, do meu pecado, era a morte.
Aí ele pegou esse salário e pagou: "Eu vou pagar por você". [Música] Segundo, ele morreu como sacrifício perfeito e definitivo. Escute, após o pecado, o homem não pode se aproximar de Deus sem sacrifício.
Não pode. E os sacrifícios que o homem traz para Deus são imperfeitos. eram de animais no Antigo Testamento, [Música] eram em relação a alguns pecados e eram repetitivos.
Era preciso um sacrifício definitivo, perfeito, que aniquilasse de uma vez por todas com o pecado. E Jesus fez isso ao morrer na cruz do Calvário, ele não era mais um sacrifício, senão o sacrifício perfeito. Por isso que João Batista, ao vê-lo, em João 1:29, ele diz: "Eis aí o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo".
Esse é o sacrifício definitivo. [Música] Em terceiro lugar, o sentido teológico do sacrifício de Jesus é que ele morreu para nos comprar para Deus. Diga isso.
Ele morreu >> para nos comprar para Deus. >> Escute, quando o homem pecou contra Deus, o homem ficou alienado, alienado de Deus. Para que este homem pudesse voltar para Deus, era necessário o pagamento de um resgate.
E o resgate de uma alma não se faz com prata, nem com ouro, nem com euro e nem com dólar e com real, muito menos. Levítico 17:11 diz que o sangue é quem faz expiação pela alma e sem derramamento de sangue não há redenção. [Música] E sabe o que é que Cristo fez?
Ele não só morreu, como ele derramou o seu próprio sangue. E a pergunta é: a quem ele pagou? A quem Jesus pagou?
Ao Pai. Porque Deus não deve nada pro diabo. [Música] Isso é tão forte que o céu, João viu o céu se alegrar.
João um dia viu um ancião gritar nos céus assim: "Olha, um anjo forte". Diz o texto, quem é digno de abrir o livro e desatar os seus sete selos? Havia um livro na mão da majestade que ninguém podia abrir e nem sequer olhar para ele.
E quando aquele ser gritou: "Quem é digno? " Ninguém se pronunciou. Meia hora.
João chorava desesperadamente, mas de repente o seu choro foi interrompido por uma palavra de esperança. Um dos 24 anciãos que estavam ao redor do trono chegou para ele e disse: "Não chore, João. Eis aqui o leão da tribo de Judá que venceu e abriu e pode abrir o livro e desatar os seus sete selos.
Aí quem se levanta? Jesus. Porque se anuncia leão, mas quando ele vê é cordeiro.
As duas faces do mesmo Messias. E quando ele se levanta, mais suave o teclado, por favor. estilo piano, bem calmo, sem pressa.
Ele vai na mão da majestade e pega o rolo. E quando ele pega o rolo nas mãos, os 24 anciãos, os presbíteros, e toda miíade de anjos, e os seres na terra e debaixo da terra se curvam e cantam, dizendo: "Digno és, cordeiro de Deus, porque foste morto e com teu sangue compraste para Deus povos, tribos, línguas e nações, e os fizestes para Deus reis e sacerdotes. O céu celebrou a vitória no Calvário, porque o sangue nos comprou.
Diga comigo: "O sangue nos comprou. " [Música] E nesta noite nós queremos convidar você que ainda não é crente para receber o perdão dos seus pecados para você ser definitivamente liberto dos vícios para você se reconciliar com Deus, pois Deus estava em Cristo. reconciliando consigo o mundo para Deus remover da sua vida toda maldição.
Porque quando ele foi para o Calvário, ele levou ou se fez maldito por nós. Escute isso. Veja que coisa interessante.
Você sabe porque Jesus também morreu para nos transferir um testamento? Você sabe que testamento é algo que é feito, é um documento escrito aonde a pessoa vai transferir para alguém uma riqueza, uma propriedade, mas esse testamento só tem validade depois que a pessoas que a pessoa que escreveu morre, enquanto quem escreveu o testamento tá vivo, quem vai ser favorecido não é favorecido. Por que Jesus teve que morrer?
Porque ele queria transferir o testamento para nós. Você ouviu isso? Não.
Ele morreu na cruz do calvário para transferir o testamento das promessas de Deus para a nossa vida. Eu gosto do hino 244, pastor, que ele diz assim: "Ao meu Senhor, que tenho no meu coração, eu dou louvor, pois ele me deu >> e ainda diz assim, ó: "Com sangue o céu nos ganhou. >> O teu lugar lá de lado de Abraão, de Isaque e Jacó, pelo testamento já tá garantido.
Cadê o testamento? Levanta aí o testamento que eu quero ver. Aleluia.
Será que tem alguém esta noite que quer vir para Jesus? Não quero me alongar, mas quero convidar você. Já está chegando vidas aqui, olha, chorando, sentindo a presença de Deus.
A mão do Senhor não está encolhida para que não possa salvar, nem o seu ouvido agravado para que não possa ouvir. Para concluir, sabe por Jesus morreu? Para enfraquecer o poder de Satanás.
Paulo disse que na cruz ele despojou as potestades e os principados e os expôs ao vitupério. Quando o imperador, um rei, ganhava uma guerra, pegava os soldados vencidos, levava para a praça pública e humilhava. Disse: "Olha aqui, ó, eu ganhei, eu venci.
Jesus pegou todos os capetas todinho assim, olha pela mão. Tá chegando outra vida ali para Jesus. Olha lá na cruz que alguém pensou que era a derrota de Jesus.
Já tem três vidas aqui na frente. Jesus colocou todos os demônios debaixo do pé dele e disse assim: "Olha, em breve o Deus de paz esmagará Satanás debaixo dos vossos pés. Ouve São Lourenço.
Ouve São Lourenço. Para isto se manifestou o filho de Deus para desfazer as obras do diabo. Eu declaro os fechamentos dos lugares aonde tem assentamento de drogas.
Eu declaro nesta noite que toda a artimanha de Satanás está sendo quebrada. Eu declaro esta noite que as barracas, aonde se vende cachaça, aonde se vende pinga, vai tudo fechar. Eu declaro esta noite, na autoridade do nome de Jesus, a falência dos motéis.
Eu declaro esta noite, em nome de Jesus que os terreiros serão quebrados, quebrados, quebrados. Eu [Música] declaro esta noite, tá chegando vidas para Jesus. Cadeias estão sendo quebradas.
Cadeias estão sendo quebradas. Cadeias estão sendo quebradas. Estão chegando vidas para Jesus aqui.
Olha, Satanás caindo fora. Oh, glória! Oh glória!
Oh glória, ô glória. Bendito seja o nome de Jesus. Bendito seja o nome de Jesus.
Vamos ficar em pé com a permissão do pastor e vamos cantar um hino enquanto as vidas estão chegando para Jesus. Glória a Deus. Quem está sentindo a presença dele, dê glória ao nome dele aqui esta noite.