Olá pessoal tudo bem Aqui o professor Everson Estamos aqui na nossa web revisão da disciplina de sistemas de banco de dados tudo bem com vocês Pessoal espero que todos estejam bem olá boa noite boa noite quem está chegando vamos dar uma olhadinha aqui online tudo bem vamos começar então eu vou compartilhar minha tela a gente começa a nossa web revisão certo ok beleza Professor bora muito bem pessoal compartilhe a tela vocês devem estar recebendo ela agora Ok Ok bom então vamos lá nós temos muito assunto a ver aqui a revisar certo e então estamos aqui
na nossa web revisão sistema de banco de dados e vamos começar pessoal fazendo uma retrospectiva de cada unidade didática Tá certo então vamos lá então a gente Trabalhou a unidade um com vamos dizer assim o grande assunto banco de dados relacional certo então um banco de dados pessoal eh é uma coleção de dados persistentes que podem ser compartilhados e interrelacionados essa questão da persistência significa que você pode eh guardar o seu dado e o momento oportuno recuperar esse dado Tá certo e o compartilhamento interrelacion momento é o que faz o banco de dados certo eh
um Ativo importante no sistema de informação a gente observa aqui por essa figura que por meio das redes de computadores nós conseguimos eh interagir com diversos sistemas certo e esses sistemas eh sejam eles dentro da empresa ou primacy ou em nuven certo eles eh geralmente acessam banco de dados Então nós vamos compartilhar eh esses dados que são interrelacionados Então vamos imaginar situações hipotéticas que você Vai comprar uma passagem aérea e depois da compra você vai escolher lá o seu assento Então significa que você vai acessar a aplicação da empresa aérea e vai acessar o banco
de dados para ter ali o o o seu voo e marcar seu assento certo outra situação que envolve o banco de dados e sistema de informação é você por exemplo e eh verificar um resultado de um exame de análises clínicas Então você foi lá e tirou uma amostra lá de sangue estal depois de um tempo você vai E busca a o resultado desses exames que Estão guardados em um banco de dados certo ok então a gente tem que ter a ideia que um banco de dados ele armazena esses dados e nós temos diversas arquiteturas em
bancos de dados nós estamos focando na nossa disciplina Aqui o banco relacional mas nós podemos ser outros tipos de banco certo a gente vai dar uma navegada nisso eh durante essa web eh revisão então nós temos aqui alguns Sgbds oroc posg SQL SQL server mas SQL sqlite o db2 todos representandos representando banco de dados relacional certo então a gente observa que o banco de dados relacional ele foi concebido a partir eh do banco de dados em rede e o banco hierárquico antes disso nós tínhamos o sistema de arquivo que foram inspiração para esses para essas
duas tecnologias aqui certo nós tínhamos algumas limitações desses tipos de banco isso aconteceu lá por 60 68 mais ou menos aqui o banco de dados hierárquico ele tinha a característica de ter eh uma carade de um para n certo onde um pai podia ter vários filhos mas um filho só podia ter um pai então a gente não tinha nesse nessa arquitetura do banco de dados hierárquico a questão eh do muitos para muitos que era um problema então a gente não podia não poderia est implementando aqui uma conta corrente conjunta isso era um problema certo e
o banco de dados em rede ele Trabalhava com as questões eh de estrutura de dados né vamos dizer assim eh de mecanismos de fila né listas encadeadas para que a gente conseguisse eh armazenar os dados e a recuperação desses dados eram mais difíceis então também teve limitações ambos foram inspiração pro banco de dados relacional que surgiu lá por meados de 70 certo a gente observa aqui na linha do tempo então em 1960 nós temos aqui o termo Database Eh eh concebido né em 70 a gente tem o primeiro banco de dados relacional 80 nós temos
aqui na evolução dos bancos de dados a questão eh da Computação desktop ganhando força né que eh antes disso O se eh Se arriscava muito com questão de computador de grande porte terminais burro a partir de 1980 a gente vê a comutação desktop ganhando escala certo em 90 a gente vê a programação entrando objeto ganhando popularidade e aqui no Começo dos anos 2000 a gente observa os bancos não relacionais emergindo né como o mango Deb por exemplo então Eh vocês estão desenvolvendo na primeira disciplina em banco de dados sistema de banco de dados eh e
vocês ainda verão outra disciplinas para abordar aqui os bancos não relacionais tá certo eh seguindo aqui então eu já falei aqui um pouco sobre a questão dos tipos de banco de dados o armazenamento de dados a persistência de dados eh ela pode ser Implementada com várias arquiteturas né então nós estamos desenvolvendo um entendimento nessa disciplina em cima do banco de dados relacional certo já falei um pouquinho sobre os bancos de dados hierárquico em rede e vou observamos aqui o banco de dados objeto relacional certo que foi uma tentativa eh de trabalhar a linguagem de programação
orientada objeto com banco objeto relacional aí o grande exemplo que nós temos é o jasm Né o Jasmine mas ele não Ganhou popularidade e o que nós vimos implementado eh no mercado de trabalho eh para trabalhar com objeto relacional é um Framework chamado hibernate que faz aí o meio de campo entre o mundo da orientação objeto e o mundo eh da persistência de dados relacional certo Ok então talvez vocês já tenham ouvido falar nesse Framework hibernate que faz esse meio de campo entre orientação objeto e persistência em dados relacionais em estruturas Relacionais e ainda nós
temos aqui emergindo a partir dos anos eh 2000 né Eh os bancos de dados no esquel ou não somente esql né que tem uma outra forma eh da arquitetura de armazenamento como chave valor família de documentos eh tabular eh e ainda nós temos um outro tipo que é o tipo de grafos Ok eh mas não é o nosso alvo aqui da nossa disciplina vamos nos concentrar no banco de dados relacional Então mostrei para vocês Agora a questão da hierarquia em banco de dados né o modelo hierárquico com uma carnalidade um para muitos né então eu
tinha aqui uma fábrica com vários filhos um filho só podia ter um pai e a questão do banco de dados em rede que trabalhava com estruturas de listas encadeadas né então eu tinha aqui um pedaço da dos dados em departamento que era ligado a uma nova estrutura de empregado essas duas estruturas ficaram no passado e foram a inspiração do banco relacional Certo então nós temos aqui um banco de dados né Eh de pessoal por exemplo onde nós temos aqui arquivos de folha de pagamento arquivos de benefício í E aí nós vamos ter aqui eh eh
numa visão mais holística os registros de funcionários com nome com eh o dados aqui de de eh de lotação de salário tá certo eh que a gente vai observar daqui a pouquinho então nós podemos observar aqui nas aplicações de banco de dados né As questões eh eh das aplicações do que os usuários acessam certo essas aplicações então realizam operações por meio do sistema gerenciador de banco de dados que faz o meio de campo entre as aplicações e o banco de dados propriamente dito certo e o sgbd então acessa o banco de dados que retorna até
o sgbd e o sgbd devolve isso pra aplicação eh trabalhando com o sgbd nós resolvemos alguns problemas que nós tínhamos no passado por exemplo de Redundância de dados eh e inconsistências né então Eh antigamente a gente tinha cada aplicação trabalhando com um banco específico então V imaginar a situação que a gente tivesse um banco de dados para recursos humanos e um banco de dados para financeiro certo e aí nós tínhamos lá eh os funcionários E aí tinha duas tabelas de funcionário E aí talvez a gente pudesse em função da redundância né de ter duas tabelas
eh em bancos separados De você atualizar só um um dos bancos e fic inconsistente por exemplo você mudou o seu telefone você vai lá nos recursos humanos e informa que mudou e o pessoal faz a atualização Mas isso não reflete por exemplo no banco financeiro Então o sgbd ele veio com esse objetivo de fazer intermediação entre as aplicações e o banco de dados propriamente dito nós temos uma série eh de vantagens com o esse sistema gerenciador de banco de dados então ele evita redundância ele Prea pela consistência de DS ele tem um interfaceamento certo ele
possui mecanismo de backup recover eh entre outras outros benefícios que nós temos certo hoje em dia nós confundimos muito o conceito né quando a gente fala banco de dados a gente já tá falando do sgbd porque o sgbd já está intrínseco dentro do banco de dados então por exemplo um Oracle um skl server um pós grl todos já têm esse mecanismo do sgbd eh acoplado na aplicação do banco certo muito bem Seguindo aqui nós podemos também ter aplicações e banco de dados aonde eh a as solicitações de dados podem ser requisitadas por meio de apis
né ele requisita aqui um por meio de api certo eh um api rest que vai at ter o banco faz uma consulta e retorna o dado então por exemplo hoje em dia você tem mecanismo [Música] de conversação com banco por meio de api Então você por exemplo passa um id e ele Vai te passar como resposta o nome de um funcionário e a data de nascimento aí vai ter dependendo da api Como como é ela É implementada mas isso a gente observa no mercado de trabalho hoje principalmente em aplicações mobile muito bem e aqui a
gente observa então o modelo de dados relacional que é caracterizado por cada tabela tem colunas certo colunas específicas com tipos de dados específicos então aqui nós vamos ter um ID do tipo numérico o nome com um tipo de dado alfa numérico né Vamos colocar assim uma string ou um uma cadeia de caracteres como um varar por exemplo certo e assim por diante então nós temos tabelas com colunas cada coluna com tipo de dados podemos oferecer para cada coluna características eh importantes né que a gente chama de construes de banco que são regras de banco onde
nós podemos Aplicar quatro construes primary Key foreign Key cheque construite e notn em cada uma das colunas então a gente pode observar aqui talvez o ID como Primar Key dessa tabela se a gente tem por exemplo um campo sexo posso desenvolver num banco relacional uma cheque construite para que no momento da inserção de dados aceite apenas mof que é uma forma da gente tá garantindo integridade de dados certo bom uma outra coisa importante nos Bancos relacionais São as linhas aqui ou registros ou tuplas certo tuplas é uma forma mais acadêmica da gente tá falando sobre
as linhas e registros que possuem a tabela então depois da estrutura pronta da tabela nós vamos alimentar essa tabela com dados e depois recuperar esses dados a gente utiliza a linguagem SQL para trabalhar com a criação das estruturas né por meio da ddl e a manipulação desses dados por meio da dml nós vamos ver isso eh ainda no final Dessa web revisão bom o que que nós temos aqui eh bom visão de dados nós podemos ter uma visão pelo modelo relacional que já é um modelo mais próximo lá do modelo físico podemos ter aqui o
modelo entidade de relacionamento que é o começo de um projeto de banco de dados mais associado aqui às questões do modelo conceitual podemos ter um modelo de dados semiestruturado quando a gente não tem totalmente os dados eh eh estruturados a Gente pode correlacionar isso com normalização de dados onde a gente tem multiv valoração ou Campos eh eh com estruturas atributos compostos né e modelos baseados em objeto que nós eh fizemos uma abordagem em cima do Framework hibernate para resolver a questão do mundo orientado a objeto com o mundo eh da visão de dados certo muito
bem aqui a gente ainda desenvolve eh em eh uma eh exposição macro né as questões das Linguagens de banco então uma linguagem SQL né uma eh linguagem de consulta estruturada né Eh não é uma linguagem de programação Mas é uma linguagem que você consegue conversar com o banco de dados Então você consegue desenvolver um Create table por meio de ddl né da data definition language ou linguagem de definição de dados e você pode também desenvolver a manipulação de dados ou recuperação de dados por meio da dml Data manipulation language ou linguagem de manipulação de dados
vamos observar alguns comandos ainda nessa web revisão por favor Jéssica Professor eh em uma das aulas você falou que apesar que muitas pessoas consideram o o select dentro do dml né ele eh não é uma característica né incluir né Esse comando né se na prova cair qual qual conceito você vai considerar o certo eu vou considerar eu vou eu vou considerar ou dml ou dql tá tá Bom porque se a gente observar bem né a linguagem de manipulação de dados eh é o insert update e o delete né o select não manipula dado ele só
apresenta os dados mas alguns autores ainda colocam a o a instrução select dentro de dml outros autores colocam separado em em dql né em data qu language ou linguagem de consulta de dados tá certo mas foi legal sua pergunta beleza mas eu eu se tiver essa pergunta eu vou considerar tanto dml Quanto dkl ah perfeito ah porque esse negócio de entender qual lado a pessoa sair de autor né é muito important tudo bem essas questões dúvidas eu não vou colocar em prova e nem em exercício tá bom tá bom mas você tem que ter eh
com você que dml vai fazer inserção atualização com update ou remoção com delit tá perfeito Obrigada beleza Jéssica Seguindo aqui então a gente entra aqui no numa Seara de projeto de banco de dados Então como é que a gente Vai desenvolver um projeto de banco de dados né então a gente vai partir aqui de um modelo conceitual certo em Alto Nível elencando entidades as características dessas entidades por meio de atributos e os relacionamento entre as entidades depois nós vamos aprimorando esse modelo conceitual aqui caracterizar pelo um der pelo um diagrama entidade de relacionamento passamos pelo
modelo eh lógico e Chegamos no modelo físico Certo o modelo físico então tem todas as características paraa implementação eh das estruturas em linguagem SQL como por exemplo Create table certo e o alter table também se for necessário eh e depois as inserções pra gente ter dados eh nas tabelas para que o sistema de informação consiga eh desenvolver as suas funcionalidades certo muito bem então nós temos aqui mecanismo de banco de dados então nós temos o gerenciador de armazenamento que trabalha com Autorização e integridade transação eh e gerenciador de arquivos além do bufer nós temos ainda
um mecanismo de processador de consulta aonde a gente interpreta a a ddl né um compilador dml para manipulação de dados e ainda um mecanismo de avaliação de consulta para a gente saber se aquela consulta né que a gente está realizando via select ela está fazendo um full bucal ou seja uma passagem eh em toda a tabela e isso pode ter um custo mais elevado se nós temos Um grande volume de dados por exemplo você tem lá eh 1 milhão de linhas Isso vai ser Custoso ou o mecanismo eh de recuperação de dados a partir de
indexação que você vai trabalhar com índice e você vai direto lá no dado e recupera de forma mais rápida certo e ainda os mecanismos de de hig transação automade consistência isolamento e durabilidade certo que são características importantes na no gerenciamento de uma transação Perfeito falando em transação eu acho que tem alguma pergunta aqui pessoal que alguém fez ah o Gabriel pergunta quando vai liberar a nota do fórum eu vou liberar até sexta-feira Tá bom Gabriel ok muito bem voltando aqui à web revisão a gente pode então ter e esse essas esses Pilares de transação em
banco de dados aonde atomicidade significa que eu executo todos os comandos que estão dentro daquela transação ou eu desfaço aquela transação O isolamento significa Que uma transação não interfere na outra consistência significa que somente dados válidos são salvos para manter a consistência dos dados e a durabilidade significa que ela deve eh eh permanecer Até que a gente consiga gravar os dados sem perda de dados OK são características importantes para transações em banco de dados certo continuando aqui então a gente observa aqui arquiteturas de duas e três camadas quando a gente tem duas camadas a gente
Tem a aplicação que o usuário manipula e o sistema de banco de dados eh em uma em uma camada só certo então eu tenho aplicação conversando diretamente com o banco de dados através de rede e três camadas é quando eu tenho um servidor de aplicação antes do banco de dados então eu tenho aplicação cliente que são as interfaces e eu tenho em outro servidor a aplicação com as regras de negócio eh com as funcionalidades implementadas dos Requisitos funcionais e não funcionais certo E e essa arquitetura três camadas ela fica mais flexível quando a gente precisa
por exemplo trocar de banco de dados eu quero trocar de Oracle Price server com arquitetura três camadas isso é mais eh é mais soft né é mais tranquilo vamos colocar assim hoje em dia eh a grande maioria das empresas trabalham com três camadas ok bom e aí a gente entra na unidade dois Vou tentar dar uma acelerada aqui tá bom pessoal eh na web revisão a gente trabalha aqui com questões do sgbd que eu já mencionei né onde nós temos aplicações que conversam eh com o banco de dados por meio eh desse gerenciador eh esse
sistema gerenciador de banco de dados usuários trabalhando com o banco por meio do sgbd certo então Eh o sgbd é uma coleção de programas isso é importante coleção de programas que permite o usuário definir construir Manipular base de dados das mais diversas finalidades OK aí nós temos alguns algumas funções que são importantes controle de redundância compartilhamento de dados restrições de acesso fornecimento de múltiplas interfaces representação de relacionamento complexo entre dados restrições de integridade e B e recovery restauração certo então você observa que você não consegue criar uma tabela com o mesmo nome dentro de uma
Meso esquema o sgbd vai reclamar Olha você já tem uma tabela de cliente V imaginar certo no banco de dados ele consegue compartilhar dados entre diversos usuários tanto usuário de de sistema como usuários finais e r restrições de acesso significa que eu posso olha essa essa tabela recursos humanos é importante tem dado de salário poucas pessoas vão ter acesso a ela certo eu posso desenvolver múltiplas interfaces uma interface gráfica uma Interface linha de comando certo ela possui relacionamento complexo entre os dados onde nós vamos navegar por meio das chaves estrangeiras recuperando os dados desenvolvendo Joint
entre as tabelas certo eh a essa restrição de integridade trabalha principalmente consistência através da foren Key e o backup e restauração são s mecanismo de você preservar o seu dado de uma eventual Pan e você conseguir recuperar os seus dados certo inclusive esse Último tema é a parte três da nossa sistematização muito bem então aqui a gente tem eh usuários e usuários especializados como o Database administrator né desenvolvendo as suas atividades por meio do sgbd usuário consulta os dados e o TBA vai implementar todas as regras que nós observamos agora de integridade de consistência de
controle de acesso etc então nós observamos aqui dentro do sgbd certo o grande banco de dados onde Nós temos arquivos armazenados eh nós temos aqui ocorrências de tipos de armazenamento de peças por exemplo a peça P1 é uma porca de cor vermelha que tem um peso de 12 G por exemplo temos a peça P2 etc onde nós vamos ter aqui as ocorrências desses eh dados vinculados à tabela e a cada Campo Ok ainda nós temos aqui eh visões nível externo aonde nós observamos aqui o usuário final nós temos aqui através De um mapeamento eh externo
conceitual até chegar no esquema conceitual dos dados até chegar no nível interno que é o esquema interno Onde estão os metadados aonde o sgbd vai saber em qual local ele tem aquela tabela armazenada então consulta o metadado vai até o segmento eh do disco para recuperar os dados e assim recuperar a aquela consulta ok Aqui nós temos ainda as questões eh de terminais podemos ter monitor de Vídeo né e através de rede de software aplicações específicas que trabalham com sgbd E compiladores e esse mecanismo né que consegue chegar até por exemplo a parte de hardware
né e de firmware como por exemplo uso de memória CPU disco eh gerenciado pelo sistema operacional então nós temos o banco de dados trabalhando eh em conjunto com o sistema operacional Para que a a gente consiga eh a partir das aplicações eh e aplicações específicas aplicações de sistema software de sistemas SBD compiladores tratar eh do processamento de dados recuperação de dados aqui por meio eh do hardware e firmware então como eu já havia mencionado diversas aplicações eh aplicação um aplicação dois aí a gente a pode fazer uma conexão aqui eh para para aplicação de Recursos
Humanos Aplicação de logística de financeiro acesso sgbd que ele vai acessar os dados certo então ele faz um gerenciamento por exemplo a duas pessoas estão tentando fazer eh uma atualização no mesmo registro então ele vai verificar qual delas chegou primeiro qual tem a a eh a prioridade certo tem todo um mecanismo aqui de controle eh você pode est estar trabalhando com questões de lock de tabela para que ninguém acesse aquela tabela enquanto eu estiver desenvolvendo Uma atualização para não ter os dados desatualizados tudo isso é desenvolvido pelo sistema gerenciador de banco de dados e aí
a gente observa o modelo relacional né Eu já havia demonstrado para vocês com tabelas que contém colunas e linhas Essa é estrutura básica do modelo relacional muito bem pessoal agora a gente parte pra unidade TRS a nossa modelagem de dados perfeito então A modelagem de dados é uma etapa Importante aqui eh do processo de construção do do banco de dados porque nós vamos desenvolver aqui como o banco vai ser construído né E aí vocês podem tá me perguntando o seguinte pô Professor como é que isso acontece mesmo na prática nas empresas nas organizações talvez alguns
eh de vocês já passaram por isso então normalmente nós temos um uma equipe de desenvolvimento um time de desenvolvimento onde nós vamos ter lá eh equipes Então você vai ter uma equipe De banco de dados uma equipe eh de teste uma equipe eh de desenvolvimento de sistemas certo onde eles vão eh a partir de levantamento de requisitos trabalhar com a necessidade daquele módulo ou sistema em específico Tá certo então o analista de sistema vai para uma reunião de levantamento de requisitos e normalmente ele leva o arquiteto de dados junto com ele para que eh a
medida em que se desenvolve o entendimento do sistema esse arquiteto De dados vai observando certo e anotando em modelo conceitual às necessidades de entidades isso é importante porque ele além disso ele consegue fazer o reuso né que a gente pode eh fazer uma analogia com Dados Mestres que são aqueles dados mais importantes da organização Então vou imaginar que você já está dentro de uma empresa de desenvolvimento de software certo e possivelmente você já vai ter tabelas eh eh que nós chamamos corporativas né Que contém dados mestres são os dados mais importantes que a empresa tem
que são compartilhados por todos os sistemas Então você vai ter Possivelmente uma tabela de UEF uma tabela de município uma tabela de cliente uma tabela de produto não eh não deixando eh a gente ter redundância ou seja cada sistema desenvolver a sua própria tabela a gente tem que ter tabelas corporativas certo e isso é identificado à medida de um modelo corporativo certo modelo pode ser Conceitual ou até físico mas que a gente os arquitetos de dados consigam observar o que já existe certo para fazer o compartilhamento isso é importante a redundância de dados ou seja
mais uma estrutura de dados ele me possibilita a inconsistência se eu tenho duas tabelas iguais e eu só atualizo uma delas uma vai ficar defasada em relação à outra aí eu tenho consistência de dados sempre que possível nós vamos trabalhar com apenas uma estrutura atendendo todos os Sistemas certo então essa modelagem de dados é importante e ocorre eh no levantamento dos requisitos do sistema E aí Eh vai se desenvolver o modelo conceitual para atender aquelas funcionalidades que estão sendo levantadas certo normalmente o time desenvolvimento tem alguém lá eh especializado no banco e empresas mais eh
com uma estrutura mais definida em cima de um de uma cadeia de desenvolvimento De sistemas vai ter um time lá que vai tratar só das questões de modelo de dados e banco de dados certo então Eh o time desenvolve a necessidade baseado na genia de levantamento faz um esboço desenvolve eh as estruturas se submete paraa validação de uma área por exemplo de arquitetura de dados ou governança de dados que vai verificar o reuso nomenclatura adequação aos dat types eh integridade referencial consistência de Dados e uma série de outros fatores para que aquele modelo seja implementado
eh e no no último momento eh criad as estruturas do banco de dados certo então nós temos aqui Ah o negócio que é é levantado por meio de um modelo conceitual e a gente desenvolve um mapeamento aqui eh dessas entidades para tabelas no mundo relacional certo o mundo conceitual é importante porque você tá abstraindo principalmente o negócio quando você Passa para eh para estrutura relacional pro modelo físico as coisas já estão mais encaixadas certo muito bem então conforme Eu mencionei as etapas de modelagem de dados ocorrem eh a partir de uma identificação de um problema
de armazenamento certo eu preciso persistir dados daquele sistema ou daquele modo que tá sendo implementado Então a partir dessa Identificação do problema certo que muitas vezes é realizada por Levantamento de requisitos né mas podemos ter outras formas como por exemplo uma especificação eh já pronta né ou o eh o desenvolvimento de um questionário aonde o stakeholder ou eh o cliente vai responder E aí nós vamos entender o problema eh de persistência de dados e vamos desenvolver o modelo conceitual esse modelo conceitual em Alto Nível trabalha com entidade atributo certo e Relacionamento e a partir desse
modelo conceitual então nós podemos conversar com com o cliente né Eh de uma maneira mais abstrata do do que desenvolver uma conversa com ele a partir do modelo físico cheio de e técnicas né de eh tipo de dados anização Chaves etc e então esse modelo conceitual é o indicado para que a gente refine a necessidade de persistência de dados baseado no problema e depois a gente vai maturando esse modelo conceitual em modelo lógico E modelo físico então por exemplo na modelagem conceitual nós Eh vamos ter A grande preocupação de levantar entidades os atributos e os
relacionamentos entre essas entidades então nós podemos ter relacionamento muitos para muitos né Eh eu posso ter generalização especialização foi o tema do nosso fórum temático eh e outras situações mais abstratas Quando Eu transformo o modelo conceitual para um modelo lógico e físico eu já Resolvo a questão do relacionamento muitos para muitos né então seu tenho um n para m eu vou ter uma tabela associativa no meio dessas duas entidades eh a questão da generalização especialização quando eu implemento isso e transformo o modelo conceitual para modelo lógico e físico eu já trabalho aí com relacionamentos um
para um ou um para n Tá certo e a gente já vai eh maturando a partir do modelo lógico tipo de dados até na modelagem física ter Todas as características do SG que nós vamos implementar eh realmente o banco por favor Daniel pergunta Opa Professor eh em uma das aulas você Apresentou um gráfico que fala sobre a evolução eh do do do sistema do de gerenciamento passando por essas etapas da modelagem conceitual lógica e física e eu lembro que numa das aulas eh eu fiquei com a impressão de que a escolha do sgbd ela era
feita após a Modelagem lógica né que você poderia fazer a modelagem lógica sem escolher qual o sistema que você vai trabalhar só que numa outra aula eh eu eu eu tive um entendimento eh eh diferente né Eu acho que na aula seguinte eh pela sua explicação eu fiquei com essa dúvida se a a o momento onde eu escolho o sistema de fato é após a modelagem lógica ou eh é para eu poder fazer a modelagem física no meu sistema ou eu já preciso fazer A modelagem lógica pensando no meu sgbd Que eu vou trabalhar na
prática tá Daniel você já constrói o lógico já pensando no sgbd não é um fator preponderante Mas você já tem aqui por base o que você você vai construir porque do modelo conceitual pro modelo Lógico você já vai tratando as questões de tipos de dados certo e aqui na modelagem física você tá totalmente eh aderente ou acoplado ao sgbd certo isso não significa que você não possa já escolher nesse momento da modelagem Lógica tá certo mas aonde você requer exatamente eh qual o SBD que você vai trabalhar é na modelagem física aqui você já pode
ter uma percepção daquilo que você tá querendo certo na prática danel Ok na prática é poucas empresas trabalham com os três modelos certo eu já vi no mercado de trabalho empresas trabalhar apenas com modelo lógico desculpa apenas com modelo físico apenas o modelo físico certo já vi outras empresas trabalharem Com modelo conceitual e físico e poucas empresas trabalhar com os três modelos certo outra coisa que importante eh o modelo conceitual quando a gente faz toda abstração mesmo em tecnologia a gente vai estar trabalhando com as questões de entidade de relacionamento que são só entidades e
os seus atributos mas quando você traz isso para uma ferramenta Case uma ferramenta que vai te auxiliar nessa modelagem como por exemplo um DB designer certo um eh um Power designer eh ferramentas de modelagem a própria ferramenta que nós estamos trabalhando na sistematização mesmo no modelo Lógico ele já tem algumas eh características do sgbd porque lá no modelo podendo ser Lógico você já escolhe o datatype no datatype você já tá atrelado ao sgbd por exemplo eh no Oracle é numeric e trabalho com varchar 2 no server desculpa no or é Number no server numeric certo
e assim por diante não sei se eu respondi a sua Pergunta respondeu respondeu sim vamos adiante então excelente pergunta tá Daniel Vamos à frente então vamos lá análise de requisito Então são as etapas onde você desenvolve a criação de documentos desenvolve uma percepção do Minimundo que você precisa tratar os modelos aí você desenvolve um modelo um projeto conceitual né que termina com a questão da da criação do modelo conceitual certo depois passa a um projeto Lógico que desenvolve a criação Do modelo interno e o projeto físico que é a criação dos scripts os modelos físicos
a estratégia de armazenamento se você vai ter aqui por exemplo questões eh de eh divisão da tabela né Eh para que as consultas sejam mais eficientes essa divisão chama-se particionamento de tabelas que se elege uma coluna por exemplo ano paraa gente dividir logicamente as recuperações a partir do projeto físico Tá certo muito bem então A gente tem essa situação mundo real especificação de requisito esquema conceitual esquema lógico esquema físico até a criação do banco de dados Então nós vamos ter aqui o modelo do usuário que é a definição de regra de tecnologia chegando do modelo
conceitual onde nós vamos observar principalmente a regra de negócio modelo lógico Já trabalhamos com eh definição de regras e tecnologia Já começamos pensar na tecnologia que nós vamos tratar e o modelo físico que é a Implementação propriamente dito Tá certo muito bem mais uma abordagem então aqui nós observamos principalmente a sua pergunta tá Daniel O que é independente do sgbd o que que é dependente do sgbd tá então a gente começa aqui trabalhando com Minimundo que a gente quer Eh desenvolver o identificar o problema de presencia de dados certo Por meio dessa análise de requisitos
o Minimundo o recorte do seu sistema de informação análise correta de requisitos né Para Que você saiba o que que Quais são os requisitos de banco que você precisa eh se atentar para o projeto com virual e até o projeto lógico essa transformação do conceito lógico ainda em Alto Nível independente do sgbd alguns já começam a prestar atenção aqui no lógico eh nesse momento mas é Totalmente Dependente quando você sai do lógico e vai pro físico aqui sim Você precisa já ter escolhido Qual o esquema conceitual Qual o modelo sgbd qual o Banco de dados
que você vai tratar eh no seu projeto Ok Daniel beleza beleza Professor bom então nós temos aqui ó modelo conceitual representação con exclusivamente o ponto de vista do usuário aqui talvez seja sua confusão modelo lógico então Eh já pensando em algum tipo de banco de dados comão obrigatória e A modelagem física onde são definidos todos os tipos de dados eh e implementação estruturas lógicas indexação posicionamento Etc Tá então vamos lá num projeto de banco a gente começa apenas pensando conhecendo a organização e as atividades daquela organização reduzindo a realidade em elementos do Minimundo definindo Quais
são as funcionalidades que você tem naquele sistema de informação e desenvolvendo Talvez uma engenharia reversa das Telas se você já tiver as telas disponíveis porque as telas são importantes porque elas definem a Entrada de dados então poxa se eu tenho aqui um cadastro de cliente com uma tela de cadastro de cliente eu já sei que ele vai pedir o nome RG o CPF então isso já é um um insumo para o meu desenho então aqui você tá pensando aqui no desenho você já começa a elencar entidad de relacionamento os atributos já desenvolve que é a
questão da normalização de dados primeira forma normal segunda e terceira No mínimo a normalização de dados ela vai é uma Técnica que vai te dar a certeza se cada Campo tá bem empregado naquela tabela ou se precisa criar uma outra tabela ou se você precisa por exemplo eh quebrar aquele Campo que é um atributo composto em outros atributos certo e a partir da normalização de dados que é muito importante isso uma etapa da modelagem de dados definição das tabelas tipos de dados e definição das regras de validação né e formato de exibição E aí bom
na massa construção Real das tabelas certo ligação com Chaves estrangeiras para dar integridade de dados que é a FK né é PK de um lado da entidade supertipo até a subtipo né ou entidade fraca eh conseguindo aqui o que nós chamamos de integridade referencial permitindo consistência do banco relacional que por definição é um uma série de tabelas interligadas criação dos formulários né aqui já na aplicação consultas e relatórios e tela de entrada então a Gente tá aqui englobando tanto a parte de desenvolvimento Mas focando no banco de dados e agora a gente desenvolve uma abordagem
em cima da modelagem de dados propriamente dito né que contempla relacionamento entre tabelas como será gravada quais Campos São obrigatórios e quais são opcionais então a gente observa aqui por exemplo um um modelo relacionamento a gente pode observar eh que eu tenho diversas Tabelas certo eh sendo interligados por exemplo aqui o sexo pode est atrado ao cliente também o animal certo o animal eu ten um porte então a gente lê assim eh um porte pode ser de vários animais que é o o pé de galinha aqui um animal tem um porte certo e assim a
gente observa as tabelas sempre interligadas uma grande dica aqui pessoal para a modelagem de dados é que eh quando você observa uma tabela isolada você tem que prestar atenção poxa será que não tem Nenhum relacionamento entre essa tabela certo eh como é que eu vou desenvolver a consistência desses dados a integridade eh normalmente as tabelas são todas interligadas mas nós podemos ter situações aonde podemos ser em exceção tabelas isoladas que por exemplo aqui nesse caso eles só tem aqui o agendamento e a e datas aqui por exemplo Tá mas Normalmente eles estão sempre relacionados uma
outra coisa que eu Gosto de falar sempre pros alunos é que eu Everson eu prefiro sempre olhar um banco de dados por meio do modelo né Tem gente que prefere ir lá no banco e observar as estruturas Mas a gente não consegue Verificar como elas são ligadas entre si então eu vou imaginar que eu queira eh eh desenvolver aqui consultas como a gente tá na sistematização navegando por várias tabelas até encontrar os dados relacionados Ok E aí nós temos níveis de abstração um nível visão né são as Visões de dados aqui que nós precisamos obter
e a gente passa para um nível lógico até um nível físico Onde está realmente armazenado os dados dentro da estrutura de eh do sistema de arquivo então nós temos aqui o modelo relacionamento caracterizado por entidades produto tipo de produto atributos para produto código descrição e preço e para tipo de produto código e Descrição certo E aí a gente elenca aqui nos atributos Qual é o atributo e identificador código códico aqui também e se as entidades se relacionam entre si tipo de produto com produto se relacionam de que forma aí a gente vai mapear a cardinalidade
que esse relacionamento possui certo então eu tenho e um tipo de produto para vários produtos para n produtos e um produto é de um tipo de produto Vamos a um exemplo tipo de produto ferramentas certo eh Tipo de produto cosmético tipo de produto alimentício tipo de produto ferramenta e aqui eu tenho produtos martelo chave de fenda alicate então um tipo de produto atende n produtos e um produto é de um tipo de produto por exemplo chave de fenda é do tipo de produto ferramenta certo então esse é o mecanismo que nós temos do modelo de
relacionamento que é a base do modelo relacional então Eh nós precisamos entender essa parte da Modelagem e do modelo inter relacionamento como uma das etapas de construção do banco eu elenco as entidades verifico Quais são as características dessa entidade por meio dos atributos e depois eu vejo o relacionamento no relacionamento eu vou mapear a cardinalidade Eh quantas ocorrências de uma entidade acontecem na outra entidade E aí a gente observa aqui entidade forte e entidade fraca certo então a chave estrangeira por exemplo Código do tipo de produto vai vir aqui para produto certo então quando a
gente desenvolver o código do produto a descrição o preço a gente vai ter na implementação física um código do tipo de produto ferramenta aqui por exemplo no caso de um alicate certo muito bem Então as três partes importantes de um modelo relacionamento são entidade que vão ser transformadas do modelo conceitual para o físico entidade para tabela atributo atributo para Campo ou Coluna e os relacionamentos no modelo conceitual relacionamentos no modelo físico chave estrangeira certo ok entidade então é um conjunto de objetos da realidade modelada que se deja manter dado né é representada pel um retângulo
com o nome no singular aqui projeto certo e os atributos que são Associados a cada ocorrência de uma entidade ou de um relacionamento normalmente caracterizam uma e entidade porque Olha só pessoal Dependendo da regra de negócio eu posso ter e na mesma entidade atributos diferentes Olha só eu estou trabalhando com pessoa certo pessoa para o mundo bancário eu preciso saber o nome o CPF a renda o telefone a pessoa no mundo de um sistema esportivo eu preciso saber o nome da pessoa a altura e o peso e o número do tênis são situações diferentes pra
mesma entidade certo então os atributos elas caracterizam as entidades para que que Ela vai servir certo e aí nós podemos ter aqui eh que o dado é associado a cada ocorrência de uma entidade ou relacionamento porque nós podemos também ter atributos dos relacionamentos quando a gente tem muitos para muitos a gente vai ter as chaves primárias compondo a tabela associativa ou entidade associativa num relacionamento muitos para muitos certo bom ainda nós podemos ser o seguinte eh tipo de atributos Multivalorados aí um um exemplo clássico é o telefone né a gente coloca telefone aí a pessoa
vai lá ah eu tô imaginando colocar o celular o fixo o da empresa no mesmo campo então é um atributo multivalorado com muitos valores atributo composto então ah endereço endereço que tem logradouro CP e bairro né então é um atributo composto atributo chave que é o identificador né que vai ser transformar na chave primária na transformação do Modelo físico e atributos opcionais né que a gente vai realmente Observar se são opcionais com a constr de not nul ou nulo Ok bom então a gente tá modelando e tá valendo aqui a abstração é domínio mundo que
a gente tá retratando então depois de uma primeira construção do conceitual a gente observa por meio das técnicas de normalização que aqui a gente vai ter primeira forma normal trabalhando com autom misd do campo eh atributos compostos trabalhando com Eh Campos Chaves Campos não Chaves dependendo totalmente dos Campos Chaves certo e aí a gente vai eh aprimorando essa modelagem Ah eu tenho aqui vários telefones então numa modelagem mais Eh mais duro mais rústica né o cara o o pessoal coloca telefone um telefone telefone 3 certo eu gosto de ter uma tabela telefone e aí você
vai ter eh por exemplo o RG do eh do empregado e o telefone como chave primária composta e você pode colocar Quantos telefones você quiser numa tabela isolada atributos compostos por exemplo endereço com a normalização segundo a forma normal Campos não Chaves tem que depender totalmente do campo chave ou não ter eh ocorrências eh de eh de Campus não Chaves com Campus Chaves certo e aí você transforma o campo indereço em três Campos endereço ou melhor logradouro bairro e Sec perfeito e assim sucessivamente você vai desenvolvendo A análise de cada tributo Por meio da normalização
de dados relacionamento então é o conjunto de associações entre ocorrências de entidade como eu demonstrei né Por por exemplo eh uma pessoa está lotada em um departamento e o departamento e tem a lotação de várias pessoas Então é que eu tenho eh departamento um departamento tem n pessoas e uma pessoa está em um departamento certo e aqui a gente observa entidade Empregado notação e Departamento certo da seguinte forma eu tenho eh nesse exemplo departamento e pessoa aonde eu tenho no relacionamento a associação de empregado com o departamento por exemplo o empregado P1 certo está no
departamento D1 o empregado P2 está no departamento D1 e assim sucessivamente fazendos as associações por meio desse relacionamento e aí a gente vai ter o papel da entidade em relacionamento que É uma função de Instância da entidade dentro de um uma Instância do relacionamento então a gente pode ter aqui por exemplo relacionamento eh entre pessoa e casamento que a gente chama de autorelacionamento né uma pessoa ela pode ter uma outra pessoa Como marido certo uma pessoa pode ter uma outra pessoa como um chefe por exemplo você desenvolve um relacionamento com a própria tabela chamado autor
relacionamento e o Desenvolvimento de uma cardinalidade que é é a quantidade mínima e máxima é de ocorrência de uma entidade associadas a outra entidade então nós temos aqui por exemplo a locação nesse levantamento que foi feito que o engenheiro pode estar alocado a n projetos e um projeto pode estar eh sendo tocado por vários Engenheiros outra situação um médico tem n pacientes e um paciente tem n médicos e uma peça tem tem capacidade para fornecer por n Fornecedores e o fornecedor eh distribui várias peças Então a gente tem aqui situações eh de cardinalidade Tá certo
só para fechar e passar pra Jéssica eu tenho aqui ainda eh um autor relacionamento de produto que por meio de composição eu posso determinar que aquele produto é composto por um outro produto maior por exemplo eu tenho uma porca um parafuso que eles eh apresentam Uma porta por exemplo como um produto por favor Jéssica Professor aí é nesse caso que entra a questão da aplicação das formas normais um e dois porque por exemplo Engenheiro tá locado em vários projetos né só que aí ficaria muito os dados né assim se fosse fazer uma modelagem aí eu
criaria uma tabela de projeto só com os ids desse projeto e o nome desses projetos ou e a de engenheiro seri Lá seria funcionários assim faz sentido que eu perguntei mais ou menos tá porque aqui a gente nesse momento da Cardinalidade a gente não apega a normalização a normalização é quando a gente já observa todos os atributos aqui de engenheiro certo A ideia é não fazer um tabelão né tipo contendo eh informação redundante né é se você tem um tabelão muito grande aí você Possivelmente eh se você observa bem a normalização você vai ter Campo
que não vai depender da chave primária Total uhum tem que colocar isso em outra tabela a aqui é a questão da Cardinalidade por exemplo se no meu negócio Olha na minha empresa o engenheiro só pode trabalhar em um projeto e um projeto pode ter vários Engenheiros é uma regra de negócio da mas só viria na parte eh lógica né Essa parte isso a conceitual não precisa ainda me preocupar com isso né exatamente certo depois que você tiver já composto A Entidade atributos e os relacionamentos você vê a normalização nesse momento eu Preciso entender como é
que funciona a questão da regra de negócio por exemplo eh aqui no Engenheiro e projeto da minha empresa vou imaginar eu sou dono da empresa eu falo olha um engenheiro por projeto então pode ser um para um não um projeto pode ter n Engenheiros uma cada engenheira de um projeto um para n ou eh eu posso ter um engenheiro em vários projetos e cada projeto tem vários Engenheiros nesse caso caso aqui do muitos para muitos a o que nós vamos Observar na implementação é que nós vamos ter aqui uma tabela associando projeto com engenheiro certo
então eu tenho aqui uma matrícula do engenheiro certo e aqui eu tenho o número do projeto então eu vou ter uma entidade associativa ou tabela associativa com o ID do projeto e o ID do engenheiro certo perfeito Engenheiro um trabalha no projeto um o projeto o engenheiro um também trabalha no projeto Dois o projeto Dois trabalho com engenheiro Três entendeu Entendi sim muito obrigada muito bem Seguindo aqui pessoal então Aqui nós temos a questão da generação especialização aonde a gente observa aqui por exemplo o cliente sendo especializado em pessoa física e pessoa jurídica tema da
nossa fórum temático então a gente na generalização a gente extrai o que são atributos comuns entre pessoa física e jurídica ambos tem nome ambos T código mas a pessoa física tem CPF e sexo enquanto a pessoa jurídica Tem CNPJ e tipo de organização certo aqui a gente tá trabalhando com especialização e generalização depois a gente vai ter na transformação um cliente tem n pessoas físicas e um cliente tem n pessoas jurídicas certo aqui a gente tem mais um exemplo de geração especialização uma pessoa pode ser professor funcionário ou aluno né a pessoa tem atributos em
comum como nome endereço Professor tem matrícula Funcionário tem funcional e aluno tem eh eh uma outra característica sei lá Nascimento por exemplo Ok e aqui a gente observa ainda uma generalização com múltiplos níveis que é herança né aqui a gente tem por exemplo veículo que pode ser veículo terrestre ou Aquático e o anfíbio ele tem característica tanto do terrestre quanto do Aquático certo muito bem entrado associativa né médico com Paciente um paciente pode consultar com n médicos e o médico pode pode atender n pacientes aí a gente vai ter que uma entidade associativa que vai
eh ter aqui uma tabela médico paciente para saber que médico entendeu qual paciente modelo relacional nós já vimos né tabela coluna tipo de dados e registros aqui a gente observa mais um exemplo do modo relacional vou passar um pouquinho mais rápido aqui aqui a gente tem as questões das construes de banco Regras de banco notn que o campo é obrigatório Unique geralmente implementado por meio de índice aonde você pode ter aqui um empregado no nome o nome tem que ser notin continuo do empregado eh e o Nick o e-mail tem que ser único Ou seja
eu desenvolvo aqui um índice único e aí se ele vai tentar colocar um Everson com características de não permitir nulo e não permitir duplicadas forem que aqui No departamento número né que a gente tem um relacionamento aqui entre departamento e empregado implementando a chave estrangeira e a chave Constru no C aqui que está eh poderia estar aqui eh por exemplo no sexo do empregado Ok bom e a gente fecha então com a unidade de quatro com normalização de dados Então essa questão da normalização a gente trabalha aqui eh Com benefícios da modelagem né onde a
gente observa Aqui oportunidades de negócio na Perspectiva do negócio eh eficácia incrementada a gente vai trabalhar com redução de riscos custos reduzidos e a gente sai do eh do nível do negócio e parte por um nível de sistema e dados onde a gente vai ter a integração de sistemas interface simples por sistemas dados com mínimo de redundância dados compatíveis até o modelo de dados que contempla eh esse sistema de Informação bom a gente ainda desenvolve uma especificação dos requisitos que norteia o que devo levar em consideração no mundo real no esquema conceitual a gente não
tem uma dependência com sgbd aqui no lógico a gente já começa a ter uma dependência do sgbd mas aqui obrigatório num esquema físico tá certo aqui nós temos alguns tipos de modelo modelo conceitual né em Alto Nível Já começamos a desenvolver aqui resolução de alguns problemas do modelo Conceitual como relacionamento muitos para muitos generalização especialização e aqui o modelo físico com todas as características físicas para ser implementado aquele banco de dados certo modelo conceitual então eh a gente desenvolve eh uma visão mais eh superficial Vamos colocar assim sem tanta especificidade da construção do banco nós
já conversamos bastante sobre isso e a gente então desenvolve aqui um no projeto do banco de dados eh a Questão da da conversão do modelo conceitual em lógico aonde a gente já vai começar a a a tratar aqui eh os os atributos pensar no sgbd para saber qual o tipo de dado resolver eh questões de relacionamentos certo aqui no modelo lógico então a gente já já já deve ter como base aqui um um banco de dados né como é que ele serve o Oracle mas não é obrigatório isso principalmente em função de que ferramentas cases
para você escolher o Tipo de dado certo e aqui no modelo físico onde são criados realmente as tabelas os tipos de dados os índices e outras informações importantes para a implementação do banco e aí a gente trabalha com com a questão da normalização que é dependência funcional Total funcional parcial e dependência funcional transitiva que nós vamos entender rapidamente aqui tá então nós temos aqui eh o entendimento de uma dependência funcional total Quando a gente observa que a tabela item venda tem o código de venda e o código de produto como chave primária e a quantidade
depende tanto do có do produto quanto daquela venda então aqui eu tenho uma dependência funcional Total o campo quantidade está bem empregado porque depende de toda chave primária Aqui nós temos uma dependência funcional parcial a mesma tabela e nós acrescentamos aqui o preço do produto certo então a quantidade depende do Código do produto produto e da venda mas o preço depende apenas do código do produto não depende do da venda Ah se a venda for para fando vou cobrar mais caro não o preço do produto eh depende apenas de parte da chave então o preço
produto gera uma dependência funcional parcial certo e a gente ainda observa uma dependência funcional transitiva é quando eu tenho por exemplo um tortal parcial tem um campo calculado Entre quantidade e preço e o total parcial não depende da chave primária certo então esse campo aqui ele tem uma dependência funcional transitiva porque ele é um campo calculado da quantidade de produto vezes o preço do produto certo então a gente parte aqui na normalização na descrição dos documentos arquivos e sgbd não relacional passa pelas tabelas relacionais não normalizada aí a gente normaliza a primeira forma segunda e
Terceira Até que a gente obtenha um esquema relacional normalizado então aqui as as formas normais né da primeira até a quinta nós temos uma variação da terceira forma que trabalha com Chaves candidatas certo e aqui a gente eh passando bem rápido tá pessoal que nós já estouramos o tempo eh a primeira fórmula normal significa que você tem multiv valoração ou Campos alinhados estão vendo aqui ó código do produto tipo eu tenho aqui esse mesmo para para Todos essas colunas então a gente eh separa a questão do projeto dos empregados Então a gente vai ter uma
tabela de projeto e uma tabela de alocação de empregado segunda forma normal tem que tá na primeira e a gente observa a questão de dependências eh funcionais parciais certo a gente eh desenvolve aqui a separação da tabela empregado com a tabela de locação de empregado que aqui a gente tava misturado os campos de locação de Empregado com os dados de empregado então a gente a partir da normalização consegue separar em duas tabelas empregado e a locação de empregado cada um comos seus Campos pertinentes em relação à chave primária e a terceira forma normal certo tem
que estar na segunda forma e a gente não deve possuir Campos eh dependência transitiva certo então a gente aqui a gente tinha a questão do salário no empregado e a gente tira o salário em uma tabela de Salário com apenas o apontamento da categoria certo Aonde a categoria um por exemplo corresponde a seis salários e assim a gente parte na normalização de um de uma de um tabelão muito grande e vamos especializando por meio das análises de normalização a pertinência de cada Campo separação de tabelas Até que a gente obtenha aqui um um modelo bem
distribuído certo fechando aqui pessoal linguagem SQL está certo dql tá bom Jéssica aqui Como select tá DL insert prate delete e ddl Create alter drop dcl grent revol para dar a questão eh do do controle de dados né Se alguém pode inserir ou ou ler aquela tabela e a questão da transação com o início confirmação da transação eback de desfazer a transação Então a gente tem aqui os comandos da linguagem SQL né Create drop principalmente mas a gente ainda tem na ddl oate o com o rename dml aqui nesse autor trazendo select junto Certo insert
delete e update ainda alguns outros comandos como merge C chamada de procedures expl plan para saber o plano de execução de uma consulta e locação de tabelas eh linguagem de controle de dados o Grant revoke para olha fulano de tal tem privilégio de inserir fulan de tal tem privilégio de consultar tabela ou eu retiro essa permissão com revoke e o e a linguagem de transação tem essas questões de Transação para comitar um bloco de operações certo linguagem ddl com Create table vou passar bem rápido que nós já estouramos certo operações básicas Create drop e alter
a gente observa aqui criação de Database Create table com eh com coluna sigla nome e área com tipos de dados Ok eu posso desenvolver o drop daquela tabela então eu criei estrutura comate e est excluindo a estrutura com drop e posso desenvolver o alter table que é alterar a estrutura de Uma ela por meio desse comando certo mais alguns exemplos aqui de altertable para dropar coluna para inserir eh uma coluna para modificar o tipo de dado para eh dropar uma for Key ou adicionar uma foren numa tabela Ok e as questões dos procedimentos armazenados a
proid né que desenvolve um procedimento que e possui parâmetros né né de entrada e de saída a Trigger não aqui é mais um exemplo de procor certo é com parâmetro tem uma Lógica aqui a função que é a mesma estrutura de uma prid mas ela tem por obrigação um retorno Qual a diferença de uma proced de uma function a função sempre retorna alguma coisa a prida pode retornar ou não e aqui a gente tem a sintaxe de de creação de uma function triggers que são startas eh automaticamente baseado num evento que ocorre na tabela como
insert oate delite E aí V vamos ter operações dml dentro dessa Triger certo então a gente tem aqui por exemplo um uma Trigger TGR exemplo em cima da tabela vendas eh depois do insert aí tem uma lógica aqui que vai ser desenvolvida após o insert dispara essa Trigger que é um procedimento armazenado mais um exemplo de Trigger e aqui a gente fecha essa web revisão com as sões de dml né os comandos de dml insert delete e update basicamente e alguns autores consideram select também então o insert a gente Insere dados o delete a gente
remove os dados e o update atualiza os dados Qual a diferença entre um delete e um drop o drop é um ddl e vai excluir a estrutura de armazenamento do banco o delite é uma dml e vai trabalhar nível de registro certo os comandos básicos select insert update delete aqui a gente tem cláusulas do select né o from para saber da onde é que você tira os dados o são condições group by você separa em diferentes grupos having é uma restrição sobre Grupo e Order by ordenamento da sua consulta e aqui alguns exemplos né de
select de insert de update e de delete Ok e a gente fecha então com subselect que são eh queries alinhadas então eu posso ter uma query dentro da outra e o sgbd vai sempre desenvolver da query mais interna para a mais externa resolve esse primeiro select interno a resposta desse select passa pro select externo Muito bem pessoal conseguimos chegar ao final da nossa web revisão beleza pessoal obrigado Jéssica pelo retorno alguma dúvida Professor só perguntei aí se vai vai ser disponibilizado esses slides ou não olha eu eu posso disponibilizar se você pedir lá por e-mail
eu te mando tá beleza valeu Professor tá bom aí eh O Gabriel pergunta aa quando vai corrigir as questões TR e 4 as o meu prazo para finalizar aqui é é mais mais Ou menos lá no dia 8 de dezembro Tá bom Gabriel as questões 3 e qu discursivas e ele dis você pergunta a professor o senhor pode me dar mais algumas horas o Lab eu acho que te respondi tá Letícia eu acho que já solicitei as suas horas adicionais solicitei mais 5 horas para você o Gabriel pergunta Ainda sobre liberação das notas do fórum
temático até sexta-feira tá Gabriel mais alguma pergunta pessoal Gabriel coloca Ok Jéssica mas se Não puder disponibilizar os slides por conta da distribuição de conteúdo é tranquilo também beleza Professor Boa noite Professor Boa noite Ô Senor desculpa eu cheguei um pouco atrasado porque eu não tive liberação lá no meu trabalho e eu não sei se senhor já respondeu pergunta eh na questão da sistematização eh para fazer o envio pro senhor a gente vai printar as telas S vai printar as telas dos Comandos e vai colocar no no arquivo Word PDF e encaminhar pro senhor ser
mais ou menos isso isso então você tem a sistematização com três partes Então você Ah tem que fazer o modelo conceitual aí você pode desenvolver lá no na ferramenta do da máquina virtual fazer um print e estruturar certo como fazer um trabalho estruturado primeira parte construção do modelo Aí você faz o print né Depois eh comandos de criação de tabelas aí faz o Create table depois inserção proceder Trigger vios segunda Parte respondendo as questões sobre o banco nor windia aí você captura o seu S de cada consulta certo e a terceira parte o backup se
tiver dúvida que o app sobre a execução da sistematização assista novamente a web conferência que eu detalhei bem lá tá bom mas é bem isso você captura formula o trabalho né com capa e identificando cada parte do trabalho printa eh as telas lá no labv e depois S vou com PDF submete na plataforma perfeito não eu assisti a web Mas eu eu só queria ter essa certeza que sen tinha comentado lá mas certeza orientação Grato pela sua atenção Professor Tranquilo mais perguntas pessoal senhores então [Música] eh obrigado pela participação nessa web revisão certo a prova
vai seguir mais ou menos os mesmos padrões eh eh dos exercícios avaliativos certo tanto objetivos e discursivos e vamos em frente com comigo nós temos aí ainda Mais e um pedaço dessa nona semana e a 10ma semana para estarmos juntos ok pessoal vamos de frente comho comigo e até a próxima Tá ok pessoal Valeu Professor até mais grande abraço a todos pessoal Valeu boa noite tchau tchau boa noite Professor Valeu Valeu grande abraço