Vai, isso aqui, isso o impulso distal é uma coisa que o castilho também traz dentro. Eu vou falar mais de castilho, gente, porque para mim é fácil falar de bobat também, porque eu tenho todas tudo de bobat que vocês possam imaginar, mas eu falo de castilho porque o castilho fecha muitas questões, mas se vocês tiverem alguma dúvida, quem tiver uma outra formação ou mesmo bobot quiser conversar comigo, a Gente conversa e eu mostro para vocês aonde que tá um e aonde que tá o outro, aonde que eles se encontram, tá? Até por essa formação tão
bobate, tão forte que eu tenho no Bobat, quando eu fui convidada para ser maestra do Castilho, para dar ser instrutora, a minha prova de para para para me tornar maestra, para ser aprovada, além de todas as outras coisas que eu já tinha feito, foi fazer uma aula e mostrar, porque o Castilho percebia também que o Gobat é Muito importante aqui no Brasil, é um conceito bastante importante, bastante valorizado E como ele sabia muito dessa e ele é e ele é terapeuta Bobat, o legal é que ele fez, né, a formação do Bobat com a e
fez com a aberta e com, né? Eh, então ele falou: "Eu quero que você faça uma aula para mim falando sobre conceito Castilho Morales e conceito Bobat, aonde que eles se aproximam, aonde que eles se afastam, como é que é, né, isso? Até porque ele fala que aquilo que tá Correto, essas coisas na personalidade do castilho eram muito cativante, até porque aquilo que tá correto não deve ser reinventado com outro nome, né? Por exemplo, desenvolvimento neuromotor, ele falou, não tem, ele falava, não tem para ninguém, é Bobat, é quero Bobat. Quem desenvolveu esse, quem fez
esse trabalho do desenvolvimento e que sim, eu uso e tem que ser dado nome a quem é de direito que fez esse trabalho, é o Bubet, não tem porquê. Em cima disso eu posso pontuar algumas coisas da minha formação, mas a base do neurodesenvolvimento tudo é bobat que ela até agora ninguém fez melhor que ela. E isso não desmerece, né, ninguém. não desmerece nada de de de porque eles têm uma relação, eles que criam esses conceitos. Eu fiquei muito próxima do Castilho, ele fala que entre eles eles discutiam e conversavam porque tem Felden Crass, tem
o Voita que logo o Castilho conheceu, aberta. Então eles conversavam e cada um colocava aquilo que via dentro do seu conceito e tava tudo bem, né? Então, por isso que eu falo para vocês, tudo é válido, tudo funciona se a gente tiver o raciocínio para aquilo que a gente tá fazendo. Não tem melhor, não tem pior. E quando a gente faz a proposta da formação, e mesmo aqui quando eu falo para vocês, eu falo: "Olha, isso aqui é só mais uma Ferramenta para vocês colocarem dentro da mochila de vocês, para vocês associarem no atendimento quando
vocês eh estiverem fazendo." Vai resolver para 100% dos pacientes. é o melhor conceito para todos os pacientes. Não, não existe conceito melhor para todo mundo. Existe aquele conceito ou aquele método que mais funciona com esse paciente, né? Então, por isso que eu falo, não existe nada que não funciona. Pode ser que aquilo que eu tô aplicando não tá Funcionando com esse paciente, mas se eu aplicar um outro recurso funcione. Então, não é que o conceito não é bom, é que nós somos seres individualizados e cada um, por ser cada um, recebe aquilo que é mais
adequado para ele. Não dá para generalizar, né? Então, formação do castilho é bom. É bom. Sou apaixonada. Sou apaixonada e falo porque ele fecha, ele fecha, ele fecha, ele fecha o tempo inteiro. É o que eu tô tentando fazer com vocês. Pego Lá, pego o cá, pego lá, pego o cá e vou tentando fechar por conta disso, entendeu? Mas vai funcionar com todos os pacientes, não, né? Então vamos embora. Impulso distal. Impulso de estal é uma um recurso ou é um comportamento muito observado dentro da terapia Castilho Morales. O impulso distal é ele que aciona
a cadeia muscular. Quando você se movimenta, você fala: "Vou ficar em pé". E aí você se Movimenta. Você se movimenta através do quê? Onde começa esse movimento? Onde começa esse movimento? É o impulso de estar que você tá dando para acionar a cadeia muscular que vai te levar à posição que você quer ou organizar a postura que você quer organizar. Então, por exemplo, quando eu vou ficar de pé, eu não consigo ficar de pé se eu não me apoiar sobre os meus pés e dar um impulso que vai o quê? Ativar toda a Cadeia muscular,
a cadeia reta, flexora e extensora e a cadeia estática. Então, quando eu empurro, a hora que eu empurro, as cadeias se organizam. E aí entra, por exemplo, o cérebro sabe que você vai ficar de pé. Ele sabe o que ele tem que acionar, o programa que ele tem que acionar, os músculos que tem que entrar para você ficar de pé. Então, todas a todos os movimentos que a Gente faz, se você tá numa mesa e você tá com a mão sobre a mesa, você pode dar um impulso distal com o seu com a sua mão,
com o seu cotovelo. Então, você pode se reorganizar no espaço através de impulsos deis. Quando você tá deitada e você quer levantar, você pode dar impulso distal com a cabeça, né? você dá um impulso, levanta. Então, eh, o impulso distal é da onde vai partir o estímulo para acionar a Cadeia muscular. Quando um bebê, por exemplo, vai virar de lado, que que ele faz? Ou ele começa com o cotovelo, empurra com a mãozinha para virar, ou normalmente ele começa onde? Ele empurra com o pezinho e vai pra lateral. O resto do corpo acompanha, o impulso
começou lá e ele usou o quê? Uma cadeia cruzada para virar o corpo e ir pra lateral. Então os impulsos destais são muito importantes. E como que o impulso distal Age no complexo oro facial? >> Como que esse impulso de estal age no complexo oro facial? Então vocês estão sentadinhas. Eu vou pedir para vocês pegarem. Eh, se vocês tiverem de sapato, é melhor vocês tirarem, tá bom? Fica sem sapato, sentem mais na ponta da cadeira e pega a ponta. Pode ser só de um pé, ó, para vocês que trabalham com adulto, para facilitar algumas coisas
aí para vocês. Eu fazia isso com adulto no Hospital. Eu lembro que às vezes eu tinha que substituir, embora eu ficasse na pediatria, mas às vezes eu tinha que substituir a fono de adulto, fazer alguns atendimentos, então, e funcionar. E dentro do conceito, porque, né, tá dentro do conceito isso. Se vocês pegarem a, eh, na ponta do pé, empurra a ponta do pé aqui, ó. Empurra. Só empurra. Observem. Façam várias vezes. Observe o que acontece com a ponta da língua de Vocês, com a mandíbula, com os lábios, para onde que eles vão. Percebe o que
acontece nessa nessa região anterior do pescoço? Deu para perceber? Vocês conseguiram perceber alguma coisa? Se eu entendi aí a a eu sinto uma maior pressão dentro da boca, a língua sobe, os lábios faz uma pressão. >> Cadê o muscular? Era para observar. Foi o que eu senti. >> Mandíbula. >> A mandíbula >> aumenta. >> Sim, sim. >> Aumenta. Então, por quê? Olha só, um estímulo que tá lá embaixo. Olha que lindo que é isso, que é essa cadeia, como ela sobe, exatamente como eu mostrei para vocês. Ela vem aqui e vai atuar aqui. Então, por
exemplo, se eu tenho uma criança, se eu tenho um paciente, vamos vamos falar primeiro de um adulto, para vocês que atendem o adulto, e ele tá com dificuldade de fazer a propulsão, a do alimento pra parte posterior, elevar essa língua. Peça o impulso distal para ele no momento que ele for deglutir. Ponha um pouquinho. Vocês estão em casa, pega um pouquinho de água, coloca na boca, segura e dá um impulso de estal para degutir. Se não der com um, dê o impulso de stal com os dois pés. A elevação irularinge, ela ela sobe, ela aproxima
já lá atrás. Então o esforço do paciente para elevar diminui quando você associa. Então isso não é uma coisa que eu tô falando para vocês que é para ficar, mas é uma coisa pro paciente perceber que ele pode usar para ajudar. E quando ele faz isso e ele percebe porque daí aumenta a própriação do trabalho muscular, A tendência dele é repetir. E se ele repete, repete, ele resgata a memória do programa motor que ele tem, certo? Quando a gente fala de paciente, por exemplo, adulto, que tem às vezes uma uma a gente tem aquelas pararesias,
né, que aí na hora da deglutação, o lado não tá tão bom, faz aquela rotação para que o para você fechar, a gente faz a rotação. Que que eu vou fazer? Eu vou fazer uma cadeia. Olha isso. Eu vou usar uma cadeia cruzada. Que que eu faço? Eu Faço a rotação e vou o quê? diminui o espaço daquela parte que eu sei que tá aplégica, que tá ali uma parestesia, eu vou diminuir e dou um impulso contralateral, que que acontece? Sente de glúte, certo? Uma criança, um bebê, isso, adulto, você, eu achava isso bárbaro, né?
Porque tem a tem sempre a turma que faz o fazia que fazia lá o Adulto e eu a turma eh da pediatria. E quando a gente tinha que fazer a vídeo fluor, a gente fez muito tempo fluor no hospital, então quando era na pediatria, eu ia administrar o exame, administrar, mas a fono, a outra fono de adulto ficava no vídeo para ver, para me dar o feedback. Então, nós tínhamos os dois feedbacks na administração do exame, vendo visualmente se aquela criança dava alguma algum sinal visual, porque ela via lá no exame que el que ele
poderia Est fazendo a penetração. Mas eu queria ver se visualmente ele dava alguma algum sinal de que aquilo tava acontecendo. Então, quando eu administrava o exame, dava para ele e ela falava: "Mariângela, tá fazendo penetração"? Então olhava para ver se ele tinha algum comportamento motor para identificar para porque geralmente eram crianças que tinham aquelas broncoaspirações silências que nada não passava nada. E aí a gente ficava olhando na criança Para ver se ela tinha algum comportamento. Que que a gente via muitas vezes? Um pouquinho de marejamento nos olhos, um desconfortinho só na cabeça que podia passar
desapercebido, mas ele repetia. Então era para aquela criança um sinal de que ele tava en ordenando. Então a gente fazia muito isso. E o adulto eu achava bárbaro, porque o adulto você chegava lá, ô seu G, ó, senhor pega um pouco agora, segura na Boca, segura, agora vai deglute. Então assim, a capacidade do adulto da da compreensão e de saber como é que funciona o processo é diferente. E aí ia falando, vamos fazer lá com interposição da língua. Ou é manobra de massacre, ou ia fazer alguma coisa para funcionar, mas ele entendia o que ele
tava fazendo. Como que você vai fazer isso com bebê? Como que você vai falar para um bebê: "Deglute, engole". Você tá com saliva na boca, você tá com Acúmulo de glúte, você vai lá, faz manobra, tá ali. Como que você vai falar para ele? Engole isso que tá na sua boca. Mas a gente consegue, a gente consegue, >> deixa eu fazer uma pergunta. Eh, em relação ao impulso de stal, eh, tem alguma diferença, né? Se eu pensar em todo esse raciocínio, eu tenho que fazer sim tal. Mas, por exemplo, se eu só der um comando,
engole com força ou engole Empurrando minha mão com força, eu percebo também essa mesma resposta. Então, eu percebo uma elevação de língua, eu percebo uma resposta maior em mandíbula. Tem diferença se eu pensar nos pés ou se eu der este comando só engole com força? Não, você tá acionando a cadeia de forma diferente, né? Isso é muito válido para um paciente que tem mais compreensão, né? um paciente que tem compreensão, ele vai eh, principalmente o paciente jovem, O paciente adulto, ele tem mais essa compreensão e isso ajuda mais eh ele. Então, por exemplo, quando você
fala, olha, segura, eh, faz, aperta a mão. Quando você faz isso aqui, que que você fez? Você fechou uma cadeia. Você pegou a cadeia que chega aqui em cima, que vem aqui, você fez assim. Olha aqui, ó. >> É, >> você fechou, você usou ela da mesma Forma, >> tá? >> Percebe? Agora é diferente quando você faz um movimento, ele eh isolado de elevação e segura goleem e solta. É diferente, porque aí você tá fazendo um movimento passivo com esse paciente. Ele tá trabalhando muito. Você tá fazendo o desplaçamento dessa musculatura, ela tá elevando, ela
tá subindo, Fazendo, você vai fazer passivamente aquilo que ele não consegue fazer ou consegue fazer parcialmente. Principalmente a gente sabe que quando tem paciente que tem atráqueio também existe uma diminuição da dessa elevação justamente porque a tráco fica aqui e ela inibe a tanta elevação. Depois com o tempo o paciente até consegue compensar isso, mas a gente sabe que o paciente adulto que usa tráqueio, isso segura um pouco esse Desplaçamento da musculatura. Mas quando você faz essa elevação passiva, é você que tá fazendo. Ele tá sentindo isso. E depois ele vai, se você vai fazer,
vai repetir, vai fazer, vai repetir até que ele ele vai repetir. Então, eu tava eu tava falando para vocês que eh quando você faz essas manobras e realmente aumenta Ali a própria movimento pro paciente, então você tá fazendo, mas essa elevação que você tá fazendo é uma elevação mais eh passiva. Se você associar, se você sabe que você tem uma cadeia que chega ali em cima, que pode acionar essa musculatura, se você associa isso com essa manobra, se fecha, porque o paciente participou, o cérebro foi ativo porque ele percebeu que chegou. Então, quando você associa,
não é só a sensação do movimento que você tá dando para ele. Quando você faz de forma passiva, você tá dando o quê? A sensação do movimento pro paciente. Mas quando você pede para ele fazer, ele tá ativo. Musculatura é diferente, porque a ordem vem do comando dele. Ele passa de ser passivo, de só sentir para fazer. E é nesse momento que o cérebro engrama. né? Então eu acho que o processo terapêutico no adulto ela vai muito, ele Vai muito disso, né? Dependendo da de como o paciente está. Então eu vou, eu faço, eu elevo
na expectativa de ele que ele reconheça ou que ele volte lá na memória que ele tem desse processo de elevação paraa deglutição, dessa posteriorização da língua para eh eh como se diz eh transpor o bolo alimentar da parte anterior e levar esse bolo alimentar pra parte posterior. Aumentar a pressão intraoral. Precisamos de pressão intraoral, impulso Distal da pressão intraoral. Pressão intraoral, lembre-se, eu nunca vou esquecer. Eh, quando a gente fala eh que sobre a a disfagia especificamente, embora esse não seja o tema, mas eu acho que tá dentro de certa maneira dentro de um contexto,
né? Porque a gente tá falando de distúrbio de alimentação e a disfagia é isso também. Eh, quando você fala da disfagia, você pensa, nós temos o qu paraa deglutição? Então, nós temos realmente eh que ter um grupo muscular, né, muito eh sincronizado para que ela possa ocorrer na fase faríngia principalmente, que é onde o paciente corre mais risco, né, de uma forma eh bem organizada, tá, né? bem eh para que não tenha eh, nenhum, não põe em risco a a saúde eh respiratória, não, a gente não tem intercorrência, mas o que acontece é que quando
você coloca o alimento na boca da da criança ou do qualquer paciente aí, No caso, o que que a gente tá fazendo? a gente, ele trabalha com esse com essa parte da pré deglutição, na fase oral da deglutição. Então, você prepara o alimento, mas na hora de deglutir, o que que a gente precisa? pressão. Essa língua precisa ir para trás, precisa empurrar esse alimento para para trás, elevar esse alimento para trás. Mas aonde? Por Que que por que que esse alimento vai? Porque nós temos o quê? Pressão intraoral. O bebê suga e deglute porque ele
tem pressão intraoral. Então o que que acontece? Eu tenho uma uma antissala ali que é a fase preparatória da deglutição, que tá organizando tudo e que no momento que essa essa que no momento que eu vou deglutir, a Porta anterior fecha, eu faço a pressão, aumenta a pressão dentro da cavidade oral e a porta porta posterior abre. Se eu tenho se eu tenho eh uma uma pressão muito grande num lugar e zero na outra, quando eu abro a porta de trás, o que que acontece? É como se tivesse um vácuo. Puxa, Eu desloco. Então, se
eu tenho lugar de muita pressão, eu nunca vou crescer, esquecer isso. Porque quem explicou isso muito bem, eu fiquei assim fascinada na hora, embora também fosse para adulto, foi o Marco Gro na Universidade da Flórida, que a gente tem que olhar não só paraas questões do da funcionalidade muscular ali, mas a gente tem que saber os efeitos físicos que acontece eh nesse processo. E uma das coisas é pressão. Pressão, pressão atmosférica, pressão. Pressão dentro de um lugar, uma câmara pressorizada. Quando eh isso vem, gente, é assim, você pega um raciocínio aqui, você pega outro raciocínio
ali, embora eles não tenham se conversado, você fala: "Hum, ó, tem isso, tem esse raciocínio." Já vou te responder, Rafaela, só um pouquinho, tá bom? Eh, eh, tenho isso, eu tenho eh o a o Marco falou isso da pressão e aí de repente você vê a Helen Miller Falando sobre a Helen Miller é a fonudióloga eh suíça, né? Ela era suíça, ela já faleceu, eh que fez a parte fonudiológica do Bobat. Então aí você pega, eu sou extremamente agradecida de ter conhecido essa mulher porque olha, fenômeno, viu? Vinha ali, ó. Nossa senhora. Então, o que
que a Helen Miller falava? Que a deglutição passava de uma câmara Para outra e isso ia abrindo e fechando os esfíncteres, que é o que a gente sabe. E o primeiro esfincter que se fecha é o orpicular. É um esfter. Por quê? Porque eu tenho que fechar, aumentar a pressão para que a hora que eu abrir a câmera posterior, que vai lá, o crico vai abrir, esse alimento vai descer com mais facilidade. Então a condutibilidade também vai depender da eficiência dessa pressão e de como esses esfctters, por isso que do como esses esfíncters estão trabalhando.
Pode perguntar, Rafaela. >> Oi, Mariângela. Eh, era justamente sobre isso que você tava comentando, né, com relação ao controle oral. Eh, e pensando na pressão também, né, eu já vi pessoas falando de diferentes formas de fazer. Não sei qual seria o mais adequado. Por exemplo, já vi o pessoal falando de Apoio ali no queixo embaixo, né? Eh, mas também falando do apoio no mental ali entre o mental e o orbicular da dos lábios para fazer esse fechamento. Qual seria a posição eh realmente melhor para fazer esse controle, aumentar a pressão? >> Olha o que que
a gente precisa para ter pressão dentro da boca. O lábio não pode estar aberto? >> Sim. Uhum. >> Então preciso ter vedamento anterior. >> Concorda? Sim, concordo. >> Preciso ter ventitamento anterior. Eu preciso ter bucinador pode já. A deglutição. Se você for demitir, sente que o seu bucinador ele ele entra. Por que que ele entra? Porque conforme ele entra, que a gente fala que assim, que até uns tem dá aquela mordidinha, né? Na hora de deglutir, você dá aquela encostadinha, aumenta a pressão introral, você faz aqui. Então, todos esses espaços que chama espaços de donders,
quem falava isso também é Castilho que veio esses esp e o doutor juntamente, o castilho era muito de associar para trazer o raciocínio dele, para poder dar uma base fisiológica no raciocínio dele, ele ia atrás de quem ele precisasse. E na época ele foi atrás do Dr. Douglas. Todo mundo conhece o Dr. Douglas. Ele foi atrás do Douglas e o e ele comentou isso. E aí o Douglas veio. E e o que que eles Colocam? Que quando você vai deglutir, você tem dentro da boca eh várias bolhas, campos de bolhas, vamos colocar assim. e que
quando você deglute e faz isso daqui, é como se essas bolhas elas rompessem e aumentassem a pressão naquela parte específica da região oral, porque você diminui. Se você diminui, você aumenta a pressão dentro da cavidade oral. Por isso que quando você vai deglutir, você fecha, Encosta, englule. Mas isso aqui, ó, fica coladinho. Não fica assim, não. Fica coladinho. A gente fala: "Ah, cuidado para não ter outras participações, se o mentual não tá participando, porque aí vai começar a gerar o quê? As deglutições adaptadas. Tudo bem? Se tá gerando alguma alteração, que tá colocando mental, empurrando,
é porque o orbicular não tá funcionando direito. Então, o que que eu quero? Trab, se você vai pôr a mão aqui, aqui, por que que você vai colocar aqui? O que que você quer? Você que tá isolando o mentual, você tá querendo ativar o orbicular, o que que você quer? Sim, entendi. Depende do objetivo. Não tem só uma forma de controle oral seria bem. Então, por isso que eu falo para vocês, não existe eh se você tiver o raciocínio, qualquer informação que chegar para você, você vai saber quando E em quem usar, porque você vai
enxergar o que esse paciente precisa, onde é que tá a falha. Então, falar só, só se você falar para mim só isso. Ah, olha, para controlar e para melhorar isso, faz aqui. Eu vou perguntar lá. Por quê? Vocês têm que questionar. >> Ah, porque quando eu trabalho aqui, eu consigo tal coisa. Ah, então tá. Entendi. >> Eu quando uso pros bebês que têm uma hipotonia, sindrômicos, eu geralmente eu faço eh uma estabilidade, eu dou um suporte de mandíbula e um suporte embucsinador. >> Perfeito. Por que você faz isso? Porque na verdade você dá o suporte
de mandíbula porque você tá vai proporcionar o quê pro resto? estabilidade labial, né? Pressão intraoral. >> Mas veja bem, você dá o controle de da Na mandíbula, mas você não inibe o movimento dela, porque se você segurar, >> você só controla a amplitude do movimento dela. >> Uhum. Não é? Porque se ele tiver, se ela tiver, se ele tiver um movimento muito pequeno, curto, ele não vai conseguir ter eh eh essa eh conseguir fazer a sucção, porque, né, quando a mandíbula desce, O que que acontece com o bico dentro do da do seio? A quando
a mandíbula você mantém aqui e a mandíbula desce, aumenta a pressão, o bico alonga. O bico ele, o bico, desculpa, gente, mas a mama, o mamilo, ele alonga de duas a três vezes dentro da boca da criança por essa pressão e que vai extrair esse leite. E esse é um movimento fisiológico que acontece na função da sucção do bebê e que ele não vai acontecer tão bem se Você der uma mamadeira. Porque a mamadeira, ele mesmo ele fazendo isso, esse esse esse bico da mamadeira, ele não vai se moldar a cavidade da criança, ele não
vai se alongar até onde tem mais pressão nessa cavidade para esse leite ser extraído. E daí quando eu falo para vocês, é, quando eu falo que é a criança que escolhe o bico e não o terapeuta, é por isso, porque não adianta, eu posso ter bicos Ortodônticos, eu posso ter bico, ah, gente, da mã de tudo, tudo é válido, só que é válido para aquele para determinados para bebês e para outros nãos. E para isso eu tenho que saber aonde que está a pressão oral dessa criança para eu poder oferecer para ela, como ela não
mama, né? Não tem eh não vai na mama, para oferecer para ela um bico que chegue ali, porque ele tem que chegar onde tá a pressão. Se eu tenho uma pressão mais anteriorizada, eu não posso pôr um bico muito longo, porque ele passa, a criança fica aqui mordendo aqui e o bico tá lá atrás. Se eu tenho uma pressão mais posteriorizada, eu ponho um bico mais curto, a criança eh a criança fica sugando aqui, a criança fica o leite, o bico tá aqui pro leite cair aqui, mas a pressão tá mais posteriorizada. Então, ah, então
esse bico não é adequado. E a gente vai se perdendo. Então eu tenho que olhar pra característica da sucção. Então, quando você faz o controle eh na mandíbula, você controla a extensão desse movimento para que ele não seja muito exagerado e acabe perdendo essa pressão intraoral. você aproxima o os bucinadores para diminuir também essa cavidade oral e aumentar essa Pressão. Se eu tenho a mesma pressão no espaço menor, essa pressão fica mais alta. Então eu uso e aí o bucinador entra. Por quê? Porque quando a mandíbula desce, eu vou aumentar a pressão através do quê?
Da do trabalho do bucinador. Porque também não adianta nada o bucinador entrar. Nem consigo. Alguém consegue fazer o bucinador entrar, Aumentar a pressão com a boca aberta? A gente não consegue. O que traz o bucinador para dentro? É o vácuo que a gente tem dentro da cavidade oral. é a pressão que você tem lá dentro. Uhum. Ativa. o sinador vai trabalhar. E então quando você faz isso, você controla realmente a mandíbula, você dá estabilidade para todo mundo que vai trabalhar a partir dali e você ativa O complexo, o bucinador. dentro da formação. Depois se der
tempo, até posso falar para vocês que é em cima do do mecanismo do bucinador que você que é através também de uma cadeia que se forma, que é lábio, orbicular, bucinador e parede posterior da faringe. Eles fazem isso, ó. Eles fazem isso aqui. Então, vem a Parede posterior da faringe, entra o bucinador e o arbicular. Uhum. Faz isso, tá? E aí paraa deglutição, é, eu não tô falando só paraa sucção, mas paraa deglutição, inclusive pro adulto, a gente usa, a gente usa o nosso complexo, eh, chama complexo bucinador dentro da formação, mecanismo bucinador, tá? mecanismo
bucinador é o que a gente usa dentro da da formação, assim para explicar toda Essa parte, como ela funciona, eh, ajudando na pensando na deglutção já, não só na fase preparatória. Então, quando você faz isso e você apoia a mandíbula e vem aqui e faz isso aqui, perfeito. Por que que você facilita? Você diminui o espaço, você dá para ele aquilo que ele deveria acionar, que é o bucinador, e você aproxima o lábio, praticamente você vai fechar. Aqui, ó, você tá fazendo o mecanismo Bocinador. Deu para entender? >> Sim. >> Faz sentido para vocês? Tá
fazendo sentido? Sim. MariaÂngela, outra pergunta também, eh, num tem um caso que o meu paciente ele despenca bastante a cabeça pra frente, sabe? Só que algumas situações ele mantém eh segura por bastante tempo, ele não tem aquele controle cervical, né, nem de tronco, mas às vezes ele Segura e aí principalmente quando vai fazer alguma manipulação nele ou vai ofertar o alimento, ele despenca a cabeça pra frente. E aí às vezes eu tento dar um apoio ali na mandíbula, mas ele não deixa muito, fica bem agitado. E não sei qual seria a melhor forma de fazer
>> para ele deutir, sabe? muitas vezes com esses pacientes. Você já olhou o campo visual dele? >> Hum, não, ainda não. Porque assim, eh, o Estímulo é aquilo que eu falei para vocês, é, tá todo conectado o motor com sensorial. Então, uma criança que mantém a cabeça por algum momento, em algum tempo, eh, com controle de cabeça, você concorda que ela tem o controle? Sim, >> ele pode, ele pode até cansar, tá? >> Pode fatigar e aí dar uma caidinha, porque ele tá fazendo muito esforço para manter aquela cabeça. Então ele pode até cansar e
quando ele cansa a gente vai e Apoia, né? realmente a gente apoia e aí quando ele melhora, a gente solta de novo, porque a intenção é fazer com que ele fique o mais tempo possível ativamente mantendo essa cabeça. E por exemplo, quando você vai alimentá-lo, observa, é uma, eu tô uma das coisas que eu que eu, que eu posso pensar, quando você vai alimentá-lo e ele olha pra comida e cai, não é isso que você falou? >> Sim. >> A hora da alimentação que você vai al despenca a cabeça para dentro, >> da onde tem
vindo o estímulo visual dele? de baixo. >> É, vou investigar mais sobre isso mesmo. >> Ou tá na altura do Ou tá na altura do visual dele. Onde é que tá esse campo visual? Esse campo visual, ele tá daqui para cima ou daqui para baixo? Eh, então assim, a gente falar, e o que Eu tô querendo dizer aqui é que a gente falar que uma criança que sustenta a cabeça e depois na hora de se alimentar ela deixa a cabeça cair, a gente pode estar falando de muitas coisas. A gente pode estar falando de um
campo visual que a comida tá aqui embaixo e aí para eu manter a minha cabeça aqui embaixo, porque veja bem, nós temos uma a gente chama de amplitude de movimento ADN. O que que é amplitude de movimento? É toda a assim a é toda a mobilidade que uma articulação pode ter, certo? Então, por exemplo, eu tenho uma amplitude de movimento de cabeça de frente para trás e eu vou medindo quantos graus eu faço até chegar na parte posterior. Então, quando eu tô no meio, eu posso ter mais facilidade de manter essa cabeça contra a gravidade,
porque eu tenho mais estrutura, do que quando eu começo ir a Favor da gravidade ter que manter essa cabeça. Porque você concorda comigo que quando a gravidade passa aqui, ela é uma coisa, mas quando eu faço assim, ela vem daqui para cá, é outra. E eu tenho que ter mais resistência para manter essa cabeça aqui do que eu preciso ter aqui. Experimentem com vocês. Onde que é mais fácil vocês ficarem com a cabeça? Aqui ou manter ela não aqui encostando ou manter ela no meio do caminho. Faz, segura e volta. Onde que fica mais Cômodo?
Então essa fase intermediária da na amplitude do movimento do da cabeça, por exemplo, eu tô aqui, eu tô muito bem. Para eu segurar aqui pode ser mais difícil porque aumentou a gravidade, meu esforço é maior para me manter contra a gravidade. E aí o que que eu faço? Eu solto. Eu solto, né? Porque e nesse nessa parte Intermediária entre eh eh no começo, vamos colocar na flexão entre um ponto até eu chegar na metade, essa esse ângulo que tem. E aí eu tenho vários posicionamentos da cabeça acontecendo até eu chegar aqui. Eles são muito difíceis
e é onde mais o paciente aprende. É quando ele consegue justamente fazer isso, porque quando ele chegar com a cabeça na linha média, ele já chegou. Uma criança que senta, se você pegar uma criança e colocar ela sentada, ela vai sentar. Sentou. Ela fez o que para sentar? que que ela prendeu para chegar à posição de sentada, todo esse processo dela, por exemplo, se ela tá deitada, fazer a rotação, fazer decúbito lateral, subir apoio, impulso distal para ela chegar e sentar, tudo isso é aprendizagem, porque quando ela chega na postura de sentada, já acabou Você
entendeu? Mas para isso a gente Precisa, por exemplo, olhar o campo visual. É uma criança que tem um campo visual na linha aqui paralela, né? É uma criança que tem esse campo visual. É uma criança, por exemplo, que ele onde que tá aqui na parte lateral, ele consegue 180 desse lado, ele consegue 180. Será que se eu colocar o estímulo aqui, ele vai perceber? Se eu colocar aqui, ele já vai perceber e vai olhar por causa da campo visual periférico. Ele vai, aonde é que tá esse campo Visual? Aí a gente vem vindo com estímulo
visual, visual, visual. O paciente nem aí de repente chega aqui, ele olha. Por quê? porque aí entrou no campo visual dele até então não. E a mesma coisa, por exemplo, a nossa preocupação, e a gente fala só da parte motora, mas tem os outros aspectos importantes, que, por exemplo, a criança que fica muito assim, ela tá aqui, que que ela tá enxergando daqui para baixo? Qual é a parte do campo visual dela que ela tá desenvolvendo? Para cima. daqui para baixo ela não tá desenvolvendo nada, porque a hora que ela desenvolve o visual puxa, ela
começa também trabalhar o quê? Controle cervical. Então, se é uma criança que tem um campo visual que só tá aqui para cima, eu preciso fazer que ela olhe para baixo. Que que o Castilho faz? Põe boné, Tira o campo visual dela e faz ela buscar. A gente põe boné na criança, né, meninas? Então, as terapeutas estão aqui. Quando a gente percebe que a criança começa a fazer muito isso e buscar muito o campo visual dela, porque veja bem, a gente tá falando de de de alterações posturais, mas lembra que eh o que leva a a
a movimento, a posição e a alteração da postura é o desejo de se fazer alguma coisa. E o visual é o Desejo de olhar para alguma coisa, de ver alguma coisa, de buscar algum estímulo que eu acho interessante. E isso vai alterar a minha posição, a minha postura para eu poder olhar para aquilo que eu tô querendo olhar, de ver aquilo que eu tô querendo ver, entendeu? Então, se eu tenho uma criança que só fica aqui e ele só trabalha aqui, qual é a tendência dessa criança fazer cada vez mais isso? Porque ele é incapaz
de fazer isso e olhar aqui. Então, para Ele olhar as coisas que estão mais aqui, ele vai fazer isso aqui, ó. Aqui tá morto, mas ele vai tentar aumentar ainda mais o padrão patológico dele para compensar a parte visual. Então, muito importante isso que você perguntou, porque me traz assim a colocação de como a questão visual e auditiva é importante. Uma vez nós fizemos uma avaliação de uma criança que ela andava e ela deslocava pro lado, deslocava pro lado, uma criança com Síndrome de dão e vai e vai e vai. Que que acontece com essa
criança, né? Que parece que o lado esquerdo dela tá bem, mas por que que ela desvia tudo? Descobrimo depois. Ela é deficiente auditiva. Ela era deficiente auditiva. Tinha uma perda auditiva do lado esquerdo. E como ela tinha o direito que compensava, então fez os testes, todo elitinho. E mas ela tinha depois uma perda Auditiva. Com o passar do tempo, ela teve uma perda auditiva. Eu não lembro por que foi, gente. Na verdade, eu foi uma perda auditiva, mas foi uma perda. Eu não sei se era um tampa, o que que era, mas tinha alguma coisa
ali que eh alterou o processo eh auditivo dela. E como ela era melhor do lado eh direito, até na parte motora dela, ela tinha ela era melhor e ela negligenciava motora a parte esquerda por uma questão auditiva. Lógico, ela era síndrome deltinha outras Coisas, mas a dificuldade maior era essa. Então, a gente tem que estar sempre olhando dentro desses sistemas que contribuem pra nossa eh para pr para que a gente possa se organizar no espaço todos esses sistemas, o que é que tá funcionando, o que que pode estar alterado. Então, não, a gente nunca vai
descartar essa essa possibilidade da sua crial, mas também numa fadiga muscular, né, do tempo que ele tá ficando ali. E o que Você pode fazer pr ajudar sendo uma maneira mais efetiva? Vamos supor que ele esteja tudo ok, tudo bonitinho, que seja só uma fadiga. Põe o colar. Põe o colar. Nós temos um colar aqui, tá? Aí. É fantástico. Eu acho esse colar fantástico. Eh, ai o da >> o da que a gente comprou que é o cervical. Masido. >> Não, não. Tem um que tá lá na na minha Sala lá na parte da frente
embaixo. É aquele que coloca aqui, ó. >> É aquele, ele vem aqui, ó, porque ele vai dar exatamente o suporte que a gente quer de cintura escapular. para ele vai dar o suporte na cintura escapular, melhorando a estabilidade. Ele é muito bom esse colarzinho. E tem um outro, é que eu não tenho a foto dele aqui, que uma mãe traz de uma criança que tem eh é muito pobre de controle de cabeça, muito pobre mesmo. E o A como que se diz? O pessoal que trabalha com a parte de órteses, né, de adaptação, eles, o
o laboratório lá que faz pra gente, a Ortec, eles eh fizeram uma adaptação na própria cadeira da criança. Então, tem criança, gente, que não vai conseguir controle de cabeça perfeito, ela vai cansar, ela vai. Então, essas coisas a gente também tem que se adaptar. Lembra-se, lembra que eu falei para vocês que a gente vai tentar fazer o melhor dentro das possibilidades, mas até para eu colocar um colar cervical, até para eu fazer uma adaptação na cadeia da cadeira para melhorar esse controle, fala para Acho que o RedPod tá. Vocês conhecem o Redpod? Não conhecem não?
Hã, o RedPod pergunta, o RedPod é um que que eu acho que é muito legal pra Gente usar para os pacientes e aí eu não vou falar só de criança não, tá? Porque pode o paciente adulto também usar, né? O RedPod é um um é um dispositivo que ajuda a você manter a cabeça na linha média sem, contudo, fixar. Ele permite que a criança vira a cabeça para um lado, vira pro outro. Ele permite essa mobilidade, mas mantém a sustentação cefálica, porque a gente vê que essa parte na criança não tá não tá entrando. Então,
se a gente consegue a Estabilidade externa, que a gente dava lá pro bebê, lembra que eu falei? O bebê não tem estabilidade, a gente dá externa, mas pros nossos pacientes que não conseguem também a gente tem que dar. E esses tipos de suporte são a estabilidade externa que ele não está conseguindo desenvolver sozinho internamente para manter a estrutura. Isso vai ficar para sempre? A intenção é que não. A intenção é que essa criança Ou que esse paciente adulto ou ou jovem que ele eh volte novamente ou desenvolva a capacidade de manter essa cabeça contra a
gravidade. Mas se ele não consegue, e a gente tem essa limitação devido a uma lesão anatômica que determina que não vai, né, porque eu não tenho neurônio para isso, eu vou proporcionar de uma outra forma, porque o bebezinho quando nasce também não tem o neurônio para isso ainda, só que depois ele desenvolve, Né? Esse aqui é o headfod que eu falei para vocês. >> Professora, tira eh pra gente visualizar melhor o slide. >> É aqui. É. Vai lá, Evely. Ah, mas vai aparecer uma forma depois eh de uma criança usando ele que eu tenho. Olha,
esse daqui é o red pod, ó. Tá? Ó. Que que eu vou fazer? Eu vou medir. Isso Aqui é silicone, tá? Essa, isso daqui eu acho muito legal. Por quê? Porque você pode, tá vendo? Fica livre a cabeça para mexer para onde a criança quiser, mesmo dando essa sustentação. E olha onde a sustentação vem, né? Essa daqui é aqui no crânio, né? Cadê a da mandíbula? Cadê aquela parte que fica? Essa aqui >> essa >> é ó. Deixa eu tentar mostrar para vocês, ó. Essa daqui é no mental. Ai, deu encaixar. É porque eles são
bem justinhos para entrar, sabe? Para depois não escapar. Mas isso aqui é uma coisa que a gente pode ter na sala de de terapia para nos auxiliar com o atendimento dessas crianças ou desses pacientes que não t controle cervical que tá muito difícil deles ganharem. Deixa eu pôr aqui. Tá difícil propor. Pera aí. Por que que tá difícil de entrar? >> Ele é importado. >> Não tem aqui no Brasil para vender. >> Ai, que bom. >> Na verdade, ele é importado, mas tem no Brasil para vender, sim. Tá, olha. >> Uhum. >> Vocês conseguem ver
o nome aí? Ó, RP pode >> sim. Consegue? Dá sim. >> Então, e ele vem, olha. Que é onde eu vou pendurar e vários tamanhos, olha, porque vai depender do crânio da criança, ó, que você vai apoiar. Então, você vem aqui, ó, e você vai fazer isso aqui, ó. Torcido. É, tá torcido, né? Ó, eu troquei, mas depois eu arrumo. Deu para vocês entenderem? Olha aqui como eu penduro aqui. E a cabeça da criança fica livre. Ela pode, porque ela vai Continuar querendo olhar e aí se eu ponho uma coisa assim fixa, seguro, é funcional.
Quem fica assim? Então a gente vai, eu tenho mais para frente um slide que vai mostrar uma criança usando o headpod na cadeirinha de de alimentação. Eu coloquei o headpod lá. Você vai lá e você põe, coloca, acerta na criança. Olha aqui, ó. Aumentual, tá? Essa daqui, ó, essa asste aqui, ela vai aqui na base do hospital, certo? Essa aqui vai na base do hospital E essa daqui vai aqui, ó. Aqui, >> tá? Professora, você viu o que fizeram uma empresa de Santa Catarina, que ela fez algo similar eh, na com, mas foi não é
silicone, não sei a precisão, >> material >> uma é de couro pra gente usar na gaiola. >> Não vi que ele >> não vi >> que aquele capacete como a senhora Falou, né? Não >> é o o capzinho lá no pédia >> é tanto no pédia quanto era eles têm aquilo lá que você puxa aqui pr sabe para sustentar ferropilha ferropilha ferropilha acho que foi essa empresa que aí tem aqui ela segura aqui e tem esse aqui não sei se é a mesma funçã >> é o headpot é o headpot só que o headpot Pode,
ele é muito Confortável porque aqui ele é silicone e principalmente essa faixa que passa aqui, ó, ela tem uma textura de silicone muito e gostosa, não irrita, sabe? Olha, depois vocês vão ver essa criança, >> ó, ela tá sem o mentual. Ela tá com red, ela tá sem o mentual. E como ela tá bem, tem o controle bom, a gente só melhorou um pouco aqui na na parte superior da cabeça. Vocês conseguem ver? Vamos ver. Ah, Pera aí, deixa eu ver. Apagou? Deixa eu ver. >> Apagou. >> Mas depois eu eu tenho a foto dela
eh n na aula mostrando para vocês sobre falando sobre posicionamento. Ó, >> sim, >> dá para ver. Olha lá, ela não tem sustentação nenhuma de cabeça essa criança, nenhuma. Mas eu coloquei ela na cadeirinha lá na cadeira de alimentação. Essa cadeira eu gosto porque ela ela Sobe e desce. Então eu posso ficar na mesma altura visual da criança, né? E olha lá. Opa, de novo. E eu posso então trabalhar a parte do facial com ela. Agora um outro que a gente pode usar, isso aí a gente tem para vender, tá gente? É esse daqui, ó.
Ó. E aí o que é interessante dele é que não é diferente de você colocar um colar cervical que ele faz isso aqui, né? O colar cervical. Esse daqui não, ele vem aqui, ó. E aí com o velcro, olha aqui na parte posterior, ele é mais alto para dar sustentação, para não fazer isso aqui. E eu prendo, ó, o quanto eu preciso aqui. Olha aqui. Tá, mas aquilo que eu falei pr vocês bem confortável, mas não tem não existe aquela criança bem hipotônica que ela acaba >> caindo aquiando até de lá. >> Aí você vai
ter que trabalhar no tronco porque aí não é mais uma questão da cabeça cair, porque a cabeça tá parada. É uma cabeça que é o problema de tronco. Ó, você viu? >> Percebeu >> a ligação? É exatamente esse o raciocínio. Não é mais uma questão da cabeça que a cabeça você organizou. Agora, se ela não tem tô para sustentar tronco, então eu tenho que dar Estabilidade para esse tronco. E qual a diferença desse aqui pro headpod? É que esse daqui, olha, eu não movimento, não saio daqui, tá? Posso até olhar aqui, posso olhar aqui. Eu
não tenho a liberdade de movimento que o Red pode dar, sem dizer que eu tenho muito menos informação, né, aqui nessa região, né, com o RPod, do que com isso aqui. >> Qual que é o valor médio do RPD? Não Encontrei aqui. >> Olha o RP. Quem tá? Eu tenho também. Só >> eu, se eu não me engano, eu tive uma pacientinha que fez uma uma cotação, né? A Alice fez uma cotação faz pouco tempo que ela a mãe quer adquirir uma uma coisinha tava eh acho que em torno de 2 e me >> po
>> tá mais ou menos isso. >> Aham. Obrigada. >> Esse aqui vocês vão pagar uns R$ 50. Isso aqui vocês vão pagar uns ai vai chutando R$ 150, entendeu? Obrigadão, >> né? E aí depende eh da da da parte eh financeira também da família, né? De adquirir um material mais barato, vai resolver, vai, vai ajudar, não vai ser um red pode na vida, mas vai ser uma coisa que vai ser funcional, que vai funcionar. Outra coisa também que a gente costuma usar muito é esse aqui, ó. Olha, mas isso vai mudando de acordo com o
que Cada paciente precisa, né? Então eu tenho esse daqui, olha, é um colarzinho cervical infantil. E você tá vendo que ele tem até aqui, olha, né? E aí você vai lá e coloca na criança e vai dar o quê? O suporte para ela. Olha aqui, ó. Tá? Só que ela vai controlar nessa situação. Se é uma criança que desaba com a cabeça, ele vai controlar esse desabamento. Mas se ela desaba com o Tronco mesmo, ela vai cair aqui. Então eu preciso de alguma coisa para tentar sustentar aqui. Então esse aqui a gente acha frinho >>
na no Mercado Livre. Olha a caixinha para vocês verem, ó. Tá? Então tem tem acho que dois ou três tamanhos, se não me engano, para vocês estarem usando. Então o colarzinho cervical mesmo, né? às vezes usar em outras Situações, às vezes até aquele colar mesmo mais durinho, mais rígido, a gente, se a gente precisar usar para uma criança que fica se jogando, nós temos uma criança específica que é uma criança que ela, a gente acredita que tem uma alteração vestibular bastante interessante. Ela fica, ela faz isso aqui, ó, ela tem controle de cabeça, mas ela
só faz isso. Ela se joga, ela se joga, parece que ela vai fazer assim, vai, vai Entrar em opstótono e tudo começa na cabeça. Não preciso nem falar o que acontece com o com a organização oro facial dela. E o que que a gente faz? Se a gente colocar qualquer um desses daí, ela vence. Ela consegue vencer. Que que a gente partiu? colar cervical de resgate, porque ele é mais duro, tá? Ele bloqueia mesmo o movimento e bloqueia aqui na frente também, Né? Ó, Mariângela, a o pessoal que tá aí te ajudando, poderia tirar uma
foto de cada um deles e me mandar aqui no WhatsApp que as meninas pediram? >> Ela vai já tirar já no meu celular e já vai tá te mandando. Bom, da cadeirinha, >> eu vou pôr a caixinha aqui, ó. para vocês verem do red ali para vocês, tá? >> Tá bom. E o red isso, cada para cada, olha, esse aqui é para bebê, ó. É pequenininho, ó, para bebezinho, Né? Para criança bem pequenininha com uma microcefalia. Você não tem muito, às vezes na microcefalia você não tem base de crânio para segurar, ele escorrega, ele sobe,
porque eu não tenho, tá? Então, olha, eu tenho são, olha, tenho esses dois, olha, três tamanhos, ó. >> Eu vou, posso ler uma, >> uma pergunta aqui da Thaí? Ela não pôde estar aqui no ao vivo, mas ela me mandou a dúvida. Acho que talvez esse recurso possa ajudar. Ela colocou assim, ó. Ela só atende bebês e ela tem recebidos bebês não neurológicos com postura de se jogar para trás. Alguns fíos chamam de tensão dural, outros dizem que é um padrão comum no refluxo. Pode ter relação com as cadeias musculares posteriores, que eu já ouvi
a senhora falando, enfim, que aumentam o desconforto das mães, pois a língua fica Muito posteriorizada e a mandíbula também acaba fazendo movimentos compensatórios. Aí vem a pergunta dela. Como deixar uma postura mais organizada que mantenham os ganhos sensoriais orais por mais tempo? Na sessão, as mães relatam diminuição da dor e desse padrão de jogar a cabeça para trás, mas em casa costumam relatar retorno da dor. Algumas crianças também passam com osteopa, >> então, eh, o que que e vai melhorar? As crianças que vão passar com osteopatia, Vocês vão você vai ver, geralmente eles melhoram. Por
quê? Porque o osteopata vai justamente nos pontos de tensão dessas cadeias. E a gente não pode deixar de considerar o seguinte: quando é criança, o bebê, comportamento de refluxo, qual é? Se jogar para trás. Por que que essas crianças se jogam para trás? Vocês já pensaram nisso? Porque quando eu vou fazer, o médico vai fazer uma intubação, ele inclina a Cabeça posteriormente >> e abre a via aérea. >> Abre via aérea. Exatamente. Se eu tenho refluxo e esse leite sobe, eu preciso respirar. Que que eu faço? Eu jogo para trás. Eu entro em padrão extensor
buscando abrir a via aérea e que é um perigo, porque se eu tenho refluxo e eu jogo para trás e abro a via aérea, o conteúdo entra. E essa e e essa reação e a gente vai, vou mostrar uma criança com refluxo para Vocês. E essa e essa sensação do refluxo com o passar do tempo dói. A criança sente dor porque a mucosa fica toda irritada por causa do ácido clorídrico, o ácido gástrico, tá? Então eu posso ter crianças que tenham comportamento, que tenham refluxo gastro esofágico. Então eu vejo hora que a criança tá ali
às vezes mamando, ela tá mamando, daqui a pouco ela faz assim, ó, ela se joga, ela tá tendo refluxo. >> E a língua nos casos de >> E aí qual outro comportamento do refluxo que a gente observa? A criança tá ali, daqui a pouco ela faz assim, ó. Ou ela faz assim, ou ela faz assim, ó. Ela começa a mastigar. como se ela tivesse engolindo, engolindo alguma coisa. A mãe falando ela não tinha nada na boca e ela fica e se joga para trás. Refluxo oculto, né? Isso porque quando o refluxo ele é visual, é
evidente que ele vem em jato e joga para e joga e jorra, que na verdade Ele vem que nem um jato e jorra. Tá ali, todo mundo tá vendo que a criança tá tendo refluxo, mas quando ele é oculto, não. Quando ele é oculto, ele sobe com a mesma intensidade, só que ele não se deixa ver, ele não vem pra cavidade oral, ele fica aqui na parte posterior. Ele chega na hora o faringe. >> Cook, cook, Breno, me socorre. >> E aí? E aí a criança tem esse comportamento e vai doer igual. E a língua,
a língua tende a ficar Posteriorizada nos casos de refluxo ou mais anteriorizada? >> No depende da posição que a criança eh que a criança tá, se eu for para trás nessa posição, provavelmente ela vai jogar a língua para trás por conta da próxosição e a mandíbula vai abrir. Essa é uma resposta, tá? Agora, se eu tenho a língua mais posteriorizada, eu preciso ver se essa língua não tá fixada. Por que que essa língua tá fixada lá Atrás? Que que ela tá mantendo lá atrás para fixar a língua? Eu preciso ver se essa língua não tá
em fixação. Até se for, por exemplo, por causa de um refluxo ou se for por uma compensação postural que não tá me dando eh uma uma condição de manter essa língua posicionada e uma uma permeabilidade, vamos colocar assim, aérea boa. Quem faz Muita fixação de língua por hipotonia, inclusive eu posso ter fixação, prematuro. Prematuro faz muita fixação de língua posterior de língua. Por que que ele fixa? Porque senão a língua cai para trás da hipotonia. E são mais hipotônicos. Então, tanto que quando a gente vai sempre trabalhar com pleno naturo, a gente às vezes tá
vendo a criança tá lá sugando, sugando, se olha na mamadeira, Não foi nada. daqui a pouco você vai. Não foi nada. Por quê? Porque ele tá com a língua posteriorizada. Ele tá sugando, mas ele tá sugando com a língua posteriorizada lá atrás, né? Então pode ser por hipotonia também. >> OK? >> Então o que que a gente precisa ver? É uma criança típica que tem refluxo? É uma criança que já tem algum comprometimento, que tem refluxo, que Tem a doença eh do refluxo gastrofágico? Então, o que que tá interferindo nessa nesse refluxo? Esse refluxo acontece
porque eu tenho uma alteração anatômica inferior que tá permitindo que esse leite volte, porque a gente tem ele crianças hoje em dia que estão sofrendo com refluxo e esse leite volta, mas ele é uma criança típica. Então a gente precisa ver, então precisa o quê? Esperar o quê? a maturidade de sfincter, melhorar esse tôus de Sfincter, é uma criança que tem uma distinção gástrica e essa pressão gástrica, essa pressão de gases tá empurrando diafragma para cima e acaba eh eh como que se diz? eh, abrindo o o o esfter por pressão, porque eu não consigo
descer o alimento porque o diafragma tá subindo, a gente sabe que passa ali no meio, né, que tem o que passa ali na que passa ali no meio. Como é que chama o >> o iato, No iato, não é? E aí eu tenho uma pressão dentro dessa cavidade abdominal que joga isso para cima. Então eu tenho várias situações que podem levar essa criança a ao refluxo. Então, desde simplesmente uma imaturidade de mobilidade só ali do esfíncter eh esofágico eh inferior. E aí com o tempo essa criança eh com os medicamentos e com as coisas. O
que acontece é que quando essas crianças, mesmo sendo normais, começam a sentir Dor, elas começam a fazer compensações. Mas essas compensações vêm por posturas antálgicas, posturas que me tiram do desconforto. MariaÂela, eh, os bebês prematuros também que ficam muito tempo em suporte ventilatório, né, e com uma leve extensão de cabeça também, né? Então a língua fica mais posteriorizada também em função disso. E aí o que que eu faço? Eu procuro trazer fazer uma leve flexão de cabeça, tá? E Faço uma manobra na língua para trazer um pouco mais, anteriorizar a língua, para ver se ela
consegue ir no peito, né? Que ela vai precisar anteriorizar a língua. E mesmo a flexível >> é mesmo se não for possível até na mamadeira, né? Isso. Exatamente. O que que acontece? Olha como é contraditório e a gente tem que trabalhar com isso. A respiração, ela vem na frente de qualquer coisa. Quanto tempo você pode Ficar sem comer? Dias. Uma criança, horas, um dia, dois dias, até que ela tenha um comprometimento por causa da falta da da alimentação. Quanto tempo nós conseguimos ficar sem respirar? Um minuto, não tem comparação. O que é prioritário? Respiração, via
respiratória. Então, o que que acontece com essas crianças ou com os pacientes que tem que são internados? Eu preciso priorizar A via respiratória. Eu preciso que ele mantenha a respiração. O resto vem depois. Até porque alimentação eu posso dar de outra forma. né? Mas a respiração, se ele não conseguir respirar, eu vou ter que dar esse daí por por intção e muitas vezes vai ter que ser por intubação mesmo, porque ele não consegue a expansão para conseguir esse aporte ventilatório que ele precisa. E aí o que que acontece para vir abrir a Via aérea e
entubar ou simplesmente para colocar o um catéter que seja? Qual é a posição que esses pacientes ficam? Fácil coxim, coloca aqui justamente pra cabeça ir para trás e abrir mais a via aérea e melhorar a ventilação. Só que isso depois que eles melhoram tem um custo pro adulto. Tudo bem, ele estuba, ele vai ficar desconfortável, né? a gente tem aquele período de dependendo do tempo que ele ficou entubado, da de Voltar sensibilidade, mobilidade, né, que fica tudo parado, paralisado por um tempo. Então, até a gente conseguir de novo toda aquela movimentação para que aconteça uma
uma deglutição mais efetiva para então a gente tem que dar um tempo para minimizar risco. A criança vai passar por tudo isso. Só que a criança não teve a experiência que o adulto teve de manter a cabeça na linha média ainda, até porque ela às vezes nem não teve o controle de cabeça. O que que Ela aprende? Ela começa a aprender que essa posição é uma posição confortável. E é mesmo porque ela respira bem quando ela tá assim. Só que isso se contrapõe a a a maneira como acontece a alimentação. Alimentação não acontece em postura
extensora. Alimentação acontece em postura flexora, tanto que ela nasce em postura flexora fisiológica. A sucção é um ato flexor. E aí aquilo que ela aprendeu que era bom, a gente vai ter que desmanchar porque resolveu um problema, mas criou outro. Percebe? Mas não tem o que eu fazer. Quando eu chego e olho toda aquela descompensação e aquela criança, eu entendo que naquele momento o importante é a respiração e depois eu vou conseguir modificar isso para entrar com os ganhos na alimentação Por via oral. Mas eu tenho que modificar porque esses bebês quando você pega para
alimentar e você segura e mantém, a primeira coisa que eles fazem é isso. Desorganizou, porque eles vão buscar a postura, né, na onde eles se sentem confortáveis, onde eles se sentiam confortáveis, que eles não conseguem, não, não tiveram outra coisa, não tiveram outra experiência. Então a gente vai lá, isso a gente pode fazer com calma motora que vocês vão aprender Hoje, como trazer essa criança para linha média, trazer essa flexão para eu conseguir alimentar essa criança, ativar receptores de flexão de tronco, porque na se for adulto, eu vou falar de cadeias, como eu vou ativar
a cadeia flexora. Mas se eu tenho um bebê, eu não posso falar em cadeias musculares porque ele me desenvolveu ainda. Eu tenho que falar em receptor, ativar Receptor de tronco, pontualmente musculatura que faz a flexão, entendeu? Então eu vou ter que fazer isso mesmo. Eu vou ter que trazer essa criança, vou ter que trazer essa cabeça mais paraa flexão, vou ter que resgatar o posicionamento, fazer o reposicionamento dessa língua, alongar essa língua, porque muitas vezes ela tá lá atrás, ela já tá eh como se diz tensa, né? Fica mais tensionada. Então tem que alongar essa
língua para para Para mais pra parte anterior para que ela ganhe também mais extensibilidade e mobilidade, porque ela tá lá e ela tá fixa, tá presa. Isso também não é uma coisa só de de de paciente assim pequeno, recém-nascido. Não. A gente tem um Quanto tempo tá o Calebe que tá fazendo o Calebe? Tá com dois >> do anos >> dois aninhos. que é uma criança com síndrome de Down e que a hoje ele tá tá bem, tá em marcha na físio, tudo e na FONO, a FONO tá com dificuldade na alimentação dele. Por quê?
porque ele tá fixando a língua na parte posterior. Então a gente junta a equipe, a fío que trabalha com a parte motora, a FONO que faz a o trabalho oral de alimentação com ele para ver o que tá acontecendo que essa criança está fazendo uma fixação posterior da língua. E aí conversando com a FIS, eu falei como ele se comporta na cintura escapular? O que que você observa na na cintura pélvica? E aí a Fíio falou que ele faz o quê? Fixação. >> Ele tem fixação na cintura pélvica. Ele bloqueia e isso vai repercutindo. Então,
o que que elas estão fazendo? Elas estão trabalhando juntas para poder eh eh >> tentando, >> hã, >> estamos tentando, >> é, estamos tentando, mas é assim mesmo, é na tentativa e no raciocínio. É raciocínio. >> E aí, o que que ela faz? >> MariaÂngela. Mariângela eh também trabalho muito com downzinho, né? Então assim, já tive casos assim, mas a maioria é mais assim, anteriorização de língua mesmo, né? E não tanto Posteriorização, >> mas a anteriorização deles é muito postural, viu? É muito postural. E eu vou te falar por eles não têm abdominal. >> É,
então uma hipotonia, né, global, né? >> Eles não têm, é, hipotonia global. Mas olha, não se engane. A criança com síndrome de Down, embora a gente sabe que o tôus dela ela é hipotônica, a distribuição dessa hipotonia ela muda muito de criança para criança. Eu tenho crianças que t membro inferior mais Hipotônico, tenho crianças que t o tronco mais hipotônico e não tanto membro inferior. E eu tenho crianças que t a parte é orofacial mais hipotônica do que então a distribuição do tôus da hipotonia da criança com síndrome de Down é diferente, embora todas sejam
hipotônicas. >> É é diferenciada, né? >> De acordo com a com >> com tonos dela mesmo, né? Assim, eu acho Que uma coisa que você falou antes e que eu também faça, é esse apoio de pés também, sabe? O apoio é >> examente importante. >> O apoio de pés acho também muito importante para trazer a língua, sabe? Dar uma leve flexão e trazer um pouco mais a língua, anteriorizar. >> Por exemplo, se você quer posteriorizar essa língua, não traga pra frente, porque ela vai trazer mais paraa frente essa língua. Não, eu tô falando na Língua
que tá posteriorizada. >> Ah, sim, perfeito. A cor de pés e trazer e a a >> Perfeito, >> né? >> O que o que que você tá trazendo para essa criança? A experiência que ela não passou tão bem, porque senão ela não estaria fazendo isso, a experiência motora do neurodesenvolvimento dela. E quando ela vem pra frente, a língua vem pra frente. Quando ela vai para Trás, a língua vai para trás. por algumas circunstâncias, ela não passou paraa anteriorização, ela não sentiu essa língua caindo paraa frente. Então você pode tá aí eh trabalhando com alguma alteração
que deve ter sido do próprio desenvolvimento. Então, a gente precisa ver onde é que tá e sentar. Aí é isso, conversar, avaliar, porque muitas vezes o o problema que a gente tá encontrando no facial, ele é só uma repercussão do que tá acontecendo no No corporal. E quando você resolve do corporal, libera oro facial. >> Mas, professora, diante disso que você tá falando, eu tô aqui pensando, acredito, a gente tá em 22 pessoas, né? Vamos colocar em eh em 21, tirando a a ti. Nem todo mundo tem as formações comuns aqui, né? Nem todo mundo
tem informações comum. Como é que seria essa postura para eu poder ajeitar, dar esse suporte se eu não tenho esse Equipamento? Redpod, entendeu? Como é que eu faço até obter isso? Então eu fico a pensar porque assim, ó, uma criança hipotônica ali, 2 anos, 3 anos, ela tá toda assim, aí minha mão fica aqui, eu a fixo o eh o cor dela com um braço e seguro a a mandíbula com outra. E cadê a outra mão para poder ir trabalhar com >> manuais? Tá. Mas e o cor dela? cor dela não tá, ela tá totalmente
com curvada, tá em C. Como é que você >> Se ela tiver em C, você tem que trazer ela pra frente. O ver, observar como é que tá essa cintura pélvica dela aqui, ó. Se ela tá sentada em cima do sacro, vai pro vai retro. Ela sentou em cima do sacro. Fica assim. Isso. Ela sentou em cima do sacro, ela soltou toda a musculatura. Consequentemente a parte posterior da coluna dela ficou um C. E aí, se eu não modificar isso aqui e trazer, olha aqui, ó, e trazer para cá, Olha o que que eu vou
acontecer. Ó, carinha da Evely tá sofrendo. Mas a gente sofre mesmo quando a gente faz, porque a gente experimenta o que a gente faz com as crianças sem querer. Mas, ó, ela tá em retro. Tá percebendo? Ó aqui a cadeia dela fechando aqui, ó, para começar a fazer a compensação, porque a cintura pélvica dela tá em retro. >> Ó ela compensando aqui, ó. >> E se eu continuar, ó, aqui ela vai, que acontece? Ela vai despencar. Ela vai Despencar. Não, como que ela vai, como que ela vai compensar >> para olhar? Vai esticar pra frente
e olhar. Olha lá. Que que é isso aqui? Ah, já vou. Solta a boca. >> A boca. >> É. >> Ah. Ah. >> Ah. Ahã. Aham. Eu tava fazendo uma força para ficar com a boca fechada. >> Eu estava fazendo uma força para ficar Com a boca fechada porque ela queria parecer bonitinha para vocês. Ela é suspeita, ela é físic >> néã? >> E ela também tem limitação de abertura. Foi >> não, mas >> a questão não é porque o cachorro tá latindo aqui. É a questão. >> Então aí o que que eu vou fazer
para isso? Isso. Isso. >> Primeira coisa, >> trazer essa pel pra linha média. Olha aqui. Primeira coisa, vou pôr a minha mão >> lá atrás. >> Vou lá mais para trás para vocês verem, tá? Pega aquela cadeira que não tem mais aber ó, sentar de lado também. Vou pedir para ela sentar de lado para vocês poderem visualizar na lateral, ó. Vai para reto. Tenta lá e faz a reto. Ó, primeira coisa que as crianças sentem, elas escorregam, né? Não. Que que eu faço? O que a gente normalmente faz é fazer essa criança sentar e se
ela tá assim, a hora que ela vai pra frente, ela vai fazer aqui, ó. Ela vai fazer a cifose, ela vai ficar e dependendo da criança faz muito mais. É que ela é uma adulta, mas a criança e a hipotonia tem mais flexibilidade. OK? Então o que que eu vou fazer? Eu tenho que fazer essa criança sentar em Cima do isquio que tá aqui. Eu vou lá, pego aqui e puxo. Puxo e faço ela sentar em cima do isco. Ela vai tentar descer de novo. Se ela tentar descer de novo, o que a gente o
que a gente faz muitas vezes eh tem cadeiras que t um, como que se diz? A gente tem um um um que nem como se fosse um cavalo aqui para criança realmente não fazer isso aqui, não escorregar. Ou uma coisa que funciona Muito bem, ó, tapetinho antiderrapante. Ela não consegue escorregar nessa superfície, tá? Então a gente coloca ela sentada em cima de um tapetinho antiderrapante, porque aí ela não consegue fazer isso daqui. Então eu puxei, a hora que eu travo e ela senta em cima do do dos isquos, eu organizei a parte do tronco dela
e da coluna. Já modifiquei. E aí eu posso trabalhar aqui, ó. Ela tá sentada, certinha. Eu tô mantendo, eu posso manter. Eu vou trabalhar com alimentação aqui. Se ela me permitir e ela ficar assim, eu posso ir pra frente e trabalhar de frente com ela. Mas o que levou essa criança a ter essa postura é que eu preciso corrigir. Se ela tá numa posição sifótica dessa forma, é porque provavelmente ela tá sentada em retro que a gente fala, né? Com a a pelv dela tá jogada para trás, ela tá assim retro e ela tá sentada,
na verdade em cima do saco, não em cima do isquio, né? Ela fica sentada em cima do sacro, ela fica sentada aqui, ó. De vez ela tá aqui, ela tá aqui. E isso modifica toda a curvatura da coluna dela. Porque lembre, a coluna ela é que nem um fio. Você mexe num segmento, todos os outros vão responder. São todos conectadas. Todas as Estruturas da coluna cervical, todas as vértebras estão conectadas. Então você mexe numa parte, toda a coluna vai responder. Certo? Vamos lá, gente. Vamos embora. Deixa eu compartilhar aqui a tela com vocês. OK. Aí,
impulso distal. OK. Vamos embora. Vamos embora, gente. Agora vai ficar mais fácil. Que que aconteceu aqui? Parou. Ela tem. Deixa eu clicar na tela aqui para ele. Aí. Aí não voltei, fui. Olha, gente, esse aqui é o modelinho do castilho na época de 70. Olha como ele já via as cadeias musculares, como elas chegavam dentro do complexo oro facial, como elas entravam, né, dentro desse complexo oro facial. Então eles e ele sempre fala: "E essas cadeias elas são acionadas com os Impulsos gestais. Conforme você vai, você vai retificando e vai acionando, elas vão se mantendo
e vai dando a estabilidade e a o alinhamento biomecânica de biomecânica. Depois eu vou falar melhor sobre esse daqui. É um trabalho que saiu na desfeija, em símbolo do posicionamento que o Castilho fala, da organização do esquema de bro, segundo o Castilho. Mas esse esqueminha vai aparecer mais na frente. Vamos ver então o que que é esse impulso Distal e como isso começa a acontecer já em vida uterina, né? É, então a gente faz até uma brincadeira porque tem até essa essa figura, eu acho bonitinho, porque aparece o pezinho, tipo assim, empurrando mesmo. E o
pé dentro, a função do pé dentro do conceito castilho moral é muito importante, é muito importante em relação ao complexo facial. Mas vamos lá. Olha o, olha lá, ele brincando. Ele dá um impulso de stal, ó. Empurra. Olha lá. E aí ele sai do padrão flexor, entra com padrão mais extensor. Olha lá, ó. Ele consegue experimentar. E olha lá onde que tá o impulso. Então vamos ver. Esse bebê ele tá brincando, tá? Essa essa esse ultrassom foi muito feliz de pegar isso, né? Você vê, ele tá, ó. virou pra lateral, foi pra lateral, voltou de
novo lá, ele rola para lá, depois ele volta de novo para cá, pra linha média. E quando esse bebê Ele empurra, ele se empurra e ele vai para trás, que ele entra em extensão, o que que acontece com a boca? Abre. Quando abre, o que que entra nessa boca? líquido aminiótico. Quando esse líquido aminiótico entra na boca e ele volta pro padrão de flexão, o que que ele faz? >> Deglute. >> Dlute, tá? Então assim, por isso que eu falo assim, quem tava perguntando sobre o desenvolvimento intriuterino, tá aí, ó, como ele é sim importante
para nós. Sim. Certo? Isso aqui é uma maneira muito simples da gente ver uma organização corporal, certo? Então, esse esqueminha aqui é um esquema que eu falei que foi a uma fonudióloga que publicou na desfeija de adulto, inclusive o trabalho, acho que foi a Heng, o sobrenome dela, e ela fez, É uma noroeguesa, ela fez e e ela usou justamente essa essa organização postural que o Castilho propôs, desde cintura pélvica, cintura escapular, etc e tal. Foi foi muito legal o trabalho dela, mas em adulto, tá? E o que que são essas linhas paralelas? Essas linhas
paralelas é uma maneira, são linhas imaginárias que você imagina, olhe pro paciente e essas linhas elas têm que tá passando eh elas São eh paralelas no na linha visual, tá? Olha aqui, ó. Eu passo no visual, eu passo na cintura escapular, eu vou formando linhas, ó, elas têm que tá retas, paralelas. Aí eu vou lá, passo aqui na minha na minha no meu no meu quadril, na minha cintura pélvica, na articulação do quadril que tá aqui junto com a com próximo da pelve, no joelho, ó. Olha aqui as linhas. Eu vou eu vou olhando pro
paciente, vou fazer, vou vou Vendo as linhas nele. E aqui tá faltando no pé, porque nas outras tem, ó, da Hang tem, tá faltando uma linha no pé. Então você olha isso e você vê essas linhas paralelas. Como que tá esse paciente? OK, tá organizado, biomecanicamente alinhado, ele tá funcional. Aí também sentado. Dá para fazer a mesma coisa. Olha aqui, ó. passando as linhas, joelho, joelhinho 90º, né, que vai lá bater lá no quadril e aí eh, nos pés. Isso daqui que passa aqui, olha que tá Passando, essa linha é o centro de gravidade do
corpo, é por onde o centro tá passando, certo? Então, é uma maneira muito fácil de você ver eh como é que funciona a essa organização para ver se o paciente tá desalinhado ou não tá desalinhado. Uma uma uma forma simples de bater o olho e identificar. Quando essas linhas não estão paralelas, você traça e você vê toda a Desorganização. Então aqui eu tenho, olha essa o centro de massa do corpo, né? E a linha, a linha superior e a inferior, olha, paralela. Mas quando eu tenho de repente uma inclinação pélvica, eu tenho o joelho mais
inclinado de um lado, eh, ocorre uma rotação dessa perna, dessa parte inferior na perna mesmo, pro lado de dentro, porque como vai começar a aparecer o quê? as compensações. E na parte de cima, o que que acontece? Eu tenho uma inclinação contrária para compensar, porque se eu inclinar tudo pro mesmo lado, eu caio. Então, eu tenho uma inclinação contrária dessa eh da da onde tá aqui, onde se originou o problema. E é lógico que a cabeça não vai ficar inclinada para cá. A gente vai retificar por causa do sistema vestibular. Então, tá bem aqui, olha,
são triângulos, ó. Tá vendo? Olha a o coiso do triângulo. Então eu vou fazer Tudo para manter a minha cabeça na linha média para ser funcional, mas eu vou ter todas essas compensações para manter. E aí se a gente traduzir isso na criança, quando você traça as linhas paralelas nela, a gente tem esse resultado aqui, ó. Certo? Fica fácil pra gente ver. A gente tem esse resultado aqui, ó, né? uma criança que tem um padrão extensor de cabeça. Olha como ela tá sentada e as linhas, eu passei as linhas nela e Quando eu posiciono essa
criança de uma maneira mais organizada, apoio nos pés, ó, não tem apoio, eu organizo, eu passo as linhas paralelas e ela ganha esse alinhamento que ela precisa, certo? Essa e esse daqui é mais pra gente ver como o sistema de cá eh como as cadeias eh eh as cadeias musculares, como elas se organizam e como o complexo oro facial Ele é ele é muito importante porque na verdade é o complexo oro facial ele faz a união de cadeia posterior. com cadeia anterior, tá? Então aí eu tô falando, seja ela cruzada, seja ela eh só de
flexor, extensão, o complexo oro facial, quando eles chegam, eles chegam aqui nessa região onde elas se juntam. Então o que que a gente vê, por exemplo, que a mandíbula, ela está e diretamente ligada à cadeia anterior, Né? a cadeia anterior muscular anterior, que é essa daqui, a cadeia flexora. É, só coloquei essas duas para ficar fácil. Enquanto a maxila e vai chegar lá na TM, né, lógico, enquanto a maxila ela tá relacionada com o crânio, com a cadeia posterior, e aí vai chegar e fechar também na ATM. E aí a gente vê, né, que o
sistema estomato, olha aqui as cadeias, né, a gente vai manter esse espaço Visceral, né, e as cadeias atuando mais por fora desse tronco. Por fora desse tronco. E aí ela unindo a cadeia anterior com a cadeia posterior, certo? Olha, eh, não dá para separar, não dá para separar. A gente tem que buscar o que tá levando à alteração do nosso complexo oro facial. E muitas vezes a resposta tá lá no corporal, porque é tudo uma coisa só, Né? Então vamos lá. Olha aqui, então, o impacto das cadeias musculares eh no complexo oro facial. Então aqui
o que que eu tenho? Um posicionamento correto da da cabeça. Então eu tenho as forças de atuação, elevação de mandíbula e a estabilidade eh da parte anterior da cervical através da musculatura de infraioide. Então, olha aqui o supras ioide aqui também ajudando nessa estabilidade. Então eu tenho uma cabeça eh eh na linha média. Quando eu tenho uma pequena uma flexão dessa cabeça, qual é a tendência? A língua posteriorizar e a mandíbula aumentar eh a força de de vet também de de cerrar, né? A elevação da mandíbula fica mais forte. Então desorganiza ao contrário também, né?
Quando eu puxo essa cabeça para trás, quando a musculatura posterior puxa aqui, ó, da cervical, puxa essa cabeça pra extensão, Automaticamente que que acontece? Se a minha língua vai pra frente, ela avança, ela não fica caída, porque a cabeça tá assim, ela entra em padrão extensor como a mandíbula, porque a mandíbula vai abrir, vai trazer também a língua para baixo e os dois vão entrar em padrão extensor, tá? Como que eu organizo aqui? Olha aqui o que você síndrome de Down, né, que vai eh utilizar esse tipo aqui, ó, de e de Comportamento. Então eu
tenho uma um aqui um desenho de um um esquema organizado, de uma postura organizada, mas eu tenho um esquema onde eu tenho uma hiperativação na lordose por fraqueza abdominal, então aumentei a lordose aqui um. consequentemente a curvatura que ela falou fica todo redondo. A curvatura da coluna na torácica vai aumentar e como consequência eu vou ter também um aumento da minha lordose cervical. Então, lembra que eu falei, mexeu em um, todo o resto vai compensar. Então, aumentou a lordose cervical. Joguei a cabeça para cima, joguei a cabeça para eh joguei a cabeça para trás, a
língua vem para fora e a mandíbula desce, desorganiza. Então, isso numa numa, vamos supor, numa posição onde a musculatura posterior, né, tá mais eh hiperativa, jogando para trás. E aqui vai dar o mesmo resultado. Eu tenho uma ativação mais forte da parte da da musculatura flexora de tronco, trazendo essa criança mais paraa flexão. E aí, olha aqui, ó, a pelve indo pra retroversão, ó lá para trás, ele vai centrar no sacro. Consequentemente, ó, eu não tenho essa lordose e o que que eu tenho? uma cifose muito grande que já começa aqui na lombar e vai
subindo, chega na cervical, aumenta a lordose cervical, porque se essa Criança continuar nessa curvatura aqui, ó, o que que vai acontecer com ela? Se ela continuar fazendo isso aqui, de vez ela aumentar a lordose cervical por compensação e ela continuar aqui, a cabeça vem para trás, inclina e ela fica olhando aqui pro joelho dela, ela vai cair nisso aqui, ó. Aí ela não vai, porque ela é inteligente, ela vai tentar fazer alguma coisa, ela vai tentar pelo olhar levantar, ir contra a gravidade, que é, Né, eh eh genético, né, até lá na nossa filogeneticamente, né,
ficar em pé e para cima, ela vai aumentar, vai compensar aumentando a lordose cervical e vai acontecer a mesma coisa. Ó lá o olhar para cima, a a língua vai vir para fora e a boca vai abrir, a mandíbula vai descender, certo? Essa criança faz isso. E como que eu vou corrigir isso? Eh, calma, motora. Que que eu faço? contenho A faço a contenção da parte posterior que tá hiperativa, que tá levando essa criança para trás e ativo receptores de tronco, musculatura anterior de tronco. Quando eu faço isso, a musculatura entra no balance. Que que
aconteceu com a boca? Eu devia ter posto antes dela, quando ela sentadinha assim, antes de fazer a manobra. Então é cabeça, cintura escapular, cintura pélvica. A gente vai ver isso Sempre, porque isso aqui é uma cintura também, como eu falei para vocês. Não vai. Deixa eu ver se vai. Vai. Tá. Uma Mônica quer falar? >> Quero. Tudo bem, MariaÂ. Eh, deixa eu tirar uma dúvida aqui. Eu entendi, achei maravilhosa toda sua fala. Eh, eu queria só perguntar para você como que seria, né, na na nossa atuação, as crianças que já t uma CFO escoliose num
grau mais elevado nesse Ajuste, porque é um desafio muito grande fazer esses esses ajustes sozinhos, né? Então, eh, principalmente crianças com paralisia cerebral que já estão num num quadro mais grave, até mesmo as crianças com amuindo, né, as Amisons hoje que mudaram, né, todo o perfil deles com a com a era medicamentosa. A gente tá vendo crianças operando escoliose e com 4 anos de idade, né? E aí eu queria saber, né, como que seria pra gente fazer esse ajuste nessa situação. >> Eh, na fisioterapia, quem trabalha e que é outra coisa que eu tento eh
quando a gente tá mais com fisioterapeuta, mas vale a pena tá informando vocês também para vocês terem isso, porque somos todos terapeutas em algum momento você pode eh precisar fazer isso. A escoliose numa criança, o a forma de você ver a escoliose numa criança eh neurológica é diferente da maneira como você vê numa Criança típica que aquela escoliose foi gerada por uma fraqueza muscular. Teve a fase do estirão muito rápido, a musculatura não acompanhou para dar conta daquele tamanho, mas ela vai chegar. Então, vai procurar os RPG da vida, vai fazer algumas coisas para poder
realinhar de novo. OK? Mas quando eu falo de escoliose em crianças eh neurológica, então a gente, claro que a gente sabe que tem as hipotonias que vão influenciar, que vão em cima dessa Coluna, mas eu tenho que ver o que que a gente percebe. Essas crianças desenvolvem muitas vezes a escoliose porque não conseguem fazer a rotação completa do tronco. Elas começam com a rotação e aí fica mais difícil, elas não conseguem complementar, elas terminam com o quê? Lateralização, tá? Então, quando eu olho para essas crianças que têm essa essas escolhosas, a gente tem o raciocínio
aqui de E é Interessante que pode observar que 90% Eu não vi ainda, todos são pra esquerda. >> Todos todos são pra esquerda. Praticamente a escoliose, a maioria é pra esquerda. Por que será? porque tem um predomínio aí de dominância lateral também daquilo que eu vou fazer pro lado direito. E aí eu tenho que entender que não adianta eu ficar mobilizando muitas vezes essa coluna para que ela entre ou Eh fazendo eh girando essa criança para um lado, pro outro, porque ali aonde ela tem o ponto onde começa a as a a escoliose dela, quando
chegar naquele ponto, ela vai repetir o comportamento de vez ela ela rodar, ela vai inclinar. E isso passa muito desapercebido, na verdade, porque a hora que você tá fazendo, você não vê que a criança tá fazendo isso. Você só vê quando você fragmenta o movimento, Porque a gente sempre fala: "Ah, você tem a escoliose para um lado, vamos trabalhar o contrário para ativar a musculatura que tá eh mais eh hipotônica e que tá deixando a coluna se desviar para esse lado. E se eu te falar aqui, tá na hipotonia? Pode ser. E se eu te
falar que aqui desse lado pode ter alguma coisa que tá segurando? Que se eu cortar desse lado aqui, esse Balãozinho pode fazer assim? Porque a gente olha às vezes muito paraa parte hipotônica, para onde a coluna tá desviando. E aqui do do outro lado você tem a eh a convexidade, a cavidade de um lado e a convexidade do outro, não é assim? Então esse lado a coluna sai e esse lado é o lado que entra. Então, teoricamente, esse aqui tá mais ativo e esse aqui é o hipotônico que tá deixando a coluna desviar. E se
esse lado aqui tá muito hiperativo, tá fazendo isso daqui e essa daqui só tá compensando fazendo isso, é uma possibilidade. Aí você vem aqui e corta isso daqui. Isso aqui faz assim. Que que vai acontecer com esse? Essa é uma é um raciocínio que eu tô passando para você. O outro raciocínio é se eu faço uma rotação e depois eu faço a inclinação, tá faltando o quê? completar o movimento de rotação. Então, para que essa parte entrou, a hora que vai entrar a parte mais inferior, que é mais difícil pra criança, para ele continuar rodando,
que que ele faz? Sai pro lado. Então, eu tenho que fazer o quê? Completar a rotação. Porque quando eu completo a rotação, eu ativo. Você tá entendendo o raciocínio? Eu tô sim, na verdade. E na verdade, Mariângela, assim, eu que trabalho Bastante com eu tenho dentro, né, da minha rede de atuação com outros fisioterapeutas, uma polêmica muito grande que aí corrobora com isso que você tá falando, né, que assim são crianças que têm uma fraqueza global em função, né, da da AM e que existem profissionais que estão insistindo a todo custo em fazer reabilitação de
deambulação enquanto quanto outros estão mais focados nessas nesses conceitos básicos, né, de você tentar fazer Treinar rolar, treinar chão, né, solo que >> tá aí eles entram eles entram. >> São duas coisas, são duas coisas >> eu vou eh colocar para você. A primeira coisa é que toda criança é que é a partir de um ano você tem que colocar de pé sim ou sim, independente se ela parapódium. Você tá me falando >> não com parapódium. Não, isso queria saber >> isso que eu tô falando para você. Mesmo Que ela não tenha controle de tronco,
que ela não tenha controle de cabeça, >> essa criança tem que ir para paraa verticalização. Por quê? Porque nós temos a articulação do quadril. >> E aí a minha vó pegar esse gancho, você daria VO num paraapódium? Você veria alguma contraindicação de treino VO no parapódium? Que eu já ouvi fono fal, eu já ouvi fono falar que não pode. Imagina que absurdo fazer treino vo no parapódium. Por que não? >> Então essa é minha pergunta. Por que não, né? >> Por que não? Qual o que muda ela estar sentada com tronco ero e ela está
de pé? Às vezes eu acho melhor no parapódio do que sentada numa postura. >> Ele tá mais ajustada, né? Ele está ajustado, ele tá alinhado. E aí você vem com aquela mesinha na frente do parapódio, que ele pode apoiar os bracinhos e pode ter impulso de estal na Mão. Ele pode se organizar na mão. Tem crianças que eu não preciso tá segurando o tronco. É mais eh cintura pélvica, mas tá ali e na cintura, no parapó na cintura pélvica e no joelho, né? para manter tá coloninha extensora por causa da hipotonia para manter. >> Aí
eu entro com a mesinha e daqui para cima, ótimo, ele tá organizado. O alinhamento das cinturas dele, O que que o que que leva aí? Vem esse raciocínio, Mônica, que que adianta eu dar para ele porque ele tá sentado se ele tá com todas as as cinturas, com todas as linhas cruzando, com todas as as interferências do corpo oral sobre o oral? >> Uhum. Sim. Concordo. >> Onde que tá ganhando, não é? >> Uhum. Então isso então assim eh, então vem dessa questão de ficar, por exemplo, muito em postura, porque a gente fala Aonde a
criança mais desenvolve é no chão. É no chão. Ela vai desenvolver, ela precisa ir pro chão, porque realmente ela vai buscar. Se você coloca ela de prono, bebê, odeia ficar de prono. Eles odeiam ficar porque isso gera muito esforço. Eles têm que trabalhar muito para ficar contra a gravidade. Mas quando eles ganham essa extensão, eles não querem mais ficar em supino, porque supino não leva eles a nada. O prono, Quando eles fazem isso, eles ganham uma visão de 180º. Eles olham para cima, olham para baixo, olha todo o ambiente. Quando eles ficam em supo, eles
olham pro teto ou muitas vezes só pro lado. Então aí imunda, porque eles sabem que eles conseguem ganhar muito. Então a gente sabe que tem que passar por algumas coisas do desenvolvimento, mas não é só isso, né? Eles têm que aprender porque a criança que não engatinha é não vai andar, Vai, ela vai andar até inclusive essa essa questão do engatinhar é uma coisa que tá sendo muito discutida hoje em dia dentro da fisioterapia, inclusive num curso de bebês que eu fiz recentemente sobre a importância do engatinhar. A gente tem que obrigar a criança engatinhar.
Qual é o padrão? Porque ela pode fazer esse padrão cruzado de outras formas que não precisa ser exatamente Em quatro apoios no engatinhado. Tem criança que se você colocar ela engatinha, dá um coisinho, aí ela senta porque ela não quer mais engatinhar, mas a hora que ela fica de pé, ela sai andando de alguma forma. Ela desenvolveu o padrão cruzado. Então assim, a questão de colocar de pé é importante, tem que ficar de pé. >> Uhum. tem que, por exemplo, treinar a dissociação de membro inferior, não com a intenção naquele momento específico Que ele vai
andar, mas para ele receber a informação de dissociação de membro inferior. Porque, por exemplo, principalmente nas crianças com ame, não vou ficar matando aquela criança para ficar em quatro apoios. Ela não vai ficar. Eu só tô difutando a vida dela. Se a gente sabe que essa criança tem que ir para cima, eu vou tentar outros mecanismos para que ela fique na verticalização. Agora, se é uma outra criança que não tem esse esse compromisso que nem a que a desaba, né? ele simplesmente desaba e é muito ruim realmente para eles. Então, a força muscular, eles até
tentam, mas não tem a força muscular para manter esse quatro apoio. Então eu posso dar a sensação desses quatro apoio usando, por exemplo, a gaiola, os spiders para tirar um pouco o peso de cima dessa dessas extremidades da mão e do joelho, para Facilitar que ele perceba isso daqui, porque se eu solto toda a gravidade, todo o peso muscular sobre ele, ele não tem sustentação por falta de força muscular que a gente sabe da onde que vem. E aí de vez eu gerar ganho, eu tenho perda, porque você sabe que quanto mais você esforça essas
crianças, se você forçar muito, eles se fatigam muito rápido e você tem perda, você não tem ganho. >> Mas e com relação à deambulação, por Exemplo essas crianças estão sendo forçadas a deambular, né? >> Pois é. Mas aí o que que eu tô fazendo? Elas estão deambulando ou elas estão somente? Porque daí você põe tanta, isso é uma coisa que a gente tem que ver, porque eu já vi muito isso. Põe a criança no andador com todos os suportes possível e aí a fíio vai lá e vai fazer a marcha. Essa criança tá andando? >>
Não, não é um não é um um deambular, né? É só um uma maneira de se locomover, >> de sentir um tipo de locomoção, um tipo de movimento de membro inferior que faz você se deslocar. Mas quem tá fazendo o exercício é o fío. Ela tá fazendo, ela tá levando. E aí a gente espera realmente que essa criança tenha alguma iniciativa para começar a fazer esse movimento. Mas no primeiro momento que você coloca ela para andar, ela ela não tá andando. Ela tá Experimentando, vivenciando uma descarga de peso em cima de um membro superior. Então,
uma hora em cima de um, uma hora depois em cima do outro, uma dissociação dessa descarga de peso, uma dissociação de uma membro em extensão e o outro em flexão, porque é hora que você troca a marcha, faz a tomada de peso, vem com o outro pé. Então isso vai gerando em gramas, mas não é uma marcha, é um experimento. Então, por exemplo, eu tenho uma um amos, Né? Ele não não é não foi eh ele tem uma uma alteração genética e T no Tente. >> Ah, é tão específico. >> É tão específico, mas tão
específico. E mas ele tem o mesmo comportamento da Ana. é a mesmíssima coisa. É uma distrofia neuromuscular, só que não enquadra exatamente para tomar, por exemplo, salgesma ou alguma outra coisa, porque ele não é eh, >> mas ele é de componente neuro eh de Neurôniomotor ou ele é de componente muscular? Desculpa a pergunta. Eu acho que é, eu acho que é neurôniomotor. É neurôniomotor. Então, essa criança, a gente faz todos esses exercícios e a gente percebe nela assim e que a gente fala assim, é você que atende muitos, né, entre eles, eles também são diferentes
>> completamente. aqueles que conseguem uma aquisição melhor e outras que vão, outros que Ficam mais lá atrás, que desenvolvem muito pouco, que se arrasta muito tempo. Então assim, até então nisso a gente tem que que também falar, olha, para esse dá para fazer isso e para esse não tá fazendo aquilo tudo, Mônica, é raciocínio. Então, pra gente trabalhar de uma maneira enquanto fôo, se você não tem, por exemplo, a fís vai fazer esse exercício e você vai olhar e você vai discutir, pô, por que que eu não posso dar se ele tá completamente eh Organizado
e essa organização corporal dele tá possibilitando uma organização orofacial que faz com que ele seja muito mais funcional do que ele colocar ele numa cadeira onde ele pode vir a fazer uma cfose e uma escoliose e aí eu vou ter que ficar compensando ou a não ser que a gente usa muito a a veste properceptiva que nem o panda, por exemplo, que ajuda bastante, né, como uma forma de aumentar a Própriacepção no tronco e contornar os o desalinhamento, seja ela para para cifose ou para escoliose, porque daí você põe aquelas barras atrás no panta que
ajuda um pouco ali. É, >> eh, só para para complementar uma, uma outra questão ainda a respeito, né, desse assunto em AM. Eh, o que eu tenho visto e eu queria sua opinião, tá, MariaÂngela? O que eu tenho visto eh muitos pós-operatórios de coluna, de am, E aí eu tô falando de amis até mais velhas ou amis, eh, que agora, né, essa geração nova de ame que tá tomando a medicação e que tá fazendo as cirurgias de escoliose de forma mais precoce. eh, é que eles passam a ter um encurtamento pós pós OP de correção
de escoliose, tá? Um encurtamento de musculatura posterior cervical. Então são são pessoas que conseguem que cai, desaba a cabeça para trás, mas não tem quase movimento nenhum >> pra frente, frente. >> E aí, obviamente, entra toda essa questão dos ajustes, né? Eh, e o que eu vejo assim, uma elevação larinja super restrita, mas que ainda se faz funcional, vamos dizer assim, funcional através de várias compensações, claro, né? Eh, e uma redução bem absurda de amplitude de abertura mandibular, sabe? Então, eu tô com um paciente de AM2, uma um póspos De correção da escoliose, várias deformidades.
Imagina que eh a as os encurtamentos são gritantes, um tórax ensino horroroso, enfim. >> Uhum. que tá nessa situação, né, de não conseguir fazer movimentação cervical, eh, e que a abertura dele é de 1 cm. >> E chegou para mim assim, Mônica, você precisa aumentar essa abertura aí porque senão eu vou para tráqueio, não vai para se eu precisar ele, né, se eu precisar fazer qualquer coisa com ele, eu não Consigo ter abertura para fazer uma intubação. Então, >> mas por quê? Por que por que você acha que essa por você tem uma restrição de
abertura? O que que aconteceu que foi diminuindo cada vez mais essa abertura? >> Na minha opinião, dentro da minha avaliação clínica, ele tem todos esses desajustes completos, assim, é um absurdo esse essa essa essa, né, o o a relação de cinturas que ele tem, tá? É, É assim, é gritante. Para você ter uma noção, as pernas dele são tão encurtadas, mas tão encurtadas, que para você fazer uma extensão, ele não chega a 90º. Não chega a 90º. >> Misericórdia. Menos de 90º. Ele tem >> Menos de 90º. É assim, ele ele é totalmente encurtado, tá?
Eh, mas é um jovem que assim fez engenharia na USP, trabalha muito bem, ele tem uma vida Profissional. >> Por que fizeram? Por que que não fez liberamento de de tendão nele? Não sei te dizer a respeito disso. Eu comecei com ele faz assim. O que que acontece quando a gente começa a ver encurtamento de articulação, que nem você tá falando de joelho que não consegue a extensão, é porque a musculatura tá encurtada, a musculatura flexora tá encurtada, né, na parte posterior. Então, para você ganhar a Extensão do membro, geralmente ele a o ortopedista, o
que trabalha com neuro, principalmente, ele vai lá e faz liberação desse tendão para que a amplitude de movimento daquela eh articulação volte >> a acontecer. Entendeu? Então, por exemplo, no caso dele, se ele tem encurtamento, esse encurtamento já é eh fixo, já tem uma fixação ali. >> Então, como que eu faço com ele? Só para Você na questão funcional, você pode ganhar um pouco, mas você não vai melhorar muito porque já é uma fixação de estrutura. >> É uma fixação. Exatamente. Então, por exemplo, como que eu fiz minha primeira sessão com ele? Eu fui na
fisioterapeuta, foi o que eu fiz. falei assim: "Filo, eu preciso saber como que você vai me ajudar a posicionar ele, porque ele com esse desajuste tão grande, eu não consigo trabalhar com Ele. Eu não vou trabalhar com uma pessoa porque aí eu não tô falando de uma criança, eu tô falando de um jovem de 26 anos, né? Eu não vou trabalhar com uma pessoa em que eu tô vendo ele todo desalinhado. Então assim, eu vou lá, vou trabalhar, vou tentar fazer alguma melhora orofacial nele, mas eu não consigo nem ajustar ele, né? Então eu fui
com ele na Físio, a Físio me ensinou a a ajustá-lo. Eu só consigo ajustá-lo no chão. >> Então a gente coloca, tem ele tem tipo um tatame em casa, a gente coloca o tatame, eu faço todo o alinhamento que ela me ensinou no chão e é no chão que eu consigo trabalhar com ele. >> Para você ter uma ideia, eu consegui ganhar de 1 cm para 1,5. >> Já melhorou? Sim. >> Eu consegui ganhar de 1 cm para 1,5. Mas assim, eu passo 30 minutos da minha sessão, da minha sessão só fazendo ajuste Para eu
começar a trabalhar com ele, >> entendeu? Porque é muito difícil, é muito, muito, muito, difícil, >> é muito difícil. E aí que eu falo para vocês que muitas vezes é assim, se é um se é um paciente que tá dentro de uma clínica, quando a fono atua junto com a com a fío, flui mais rápido. >> Uhum. >> Entendeu? Porque enquanto ela tá reorganizando ele, você tá ainda mais um paciente grande. >> Uhum. >> É um paciente pequeno, a gente já faz isso. Então a gente não tem mão para tudo. E aí você não pode
ir pra frente porque se você se você for pra frente você não vai ganhar aquilo que você tá ganhando. Porque o que tá aqui embaixo que você precisa de novo reajustar eh eh como que se diz? Eh, eh, tá comprometido de novo, tá desalinhado. E aí eu alinho, alinha, alinho, quando Chego lá em cima eu olho, desalinhou de novo. Então a gente fica mais fazendo a organização da postura do que necessariamente trabalhando no complexo oro facial, porque não dá tempo de chegar. E também não adianta você entrar direto no complexo oro facial porque você não
vai ganhar muito porque ele tá desorganizado. >> Exato. >> Então muitas vezes a sessão da fono junto com a fisioterapia integrado em Pacientes graves, eu super aconselho porque senão você vai ficar enxugando o gelo, você vai ficar trabalhando o que a fío deveria estar fazendo. >> Uhum. Porque tudo bem, você entende que você tem que fazer, que você tem que organizar para chegar no complexo oro facial, mas não dá tempo. Não dá tempo. A gente não tem tempo. Mas quando eu junto as duas, quando eu integro a fono e a físio, a gente consegue, porque
enquanto ela tá Organizando, eu já tô lá no meu complexo oro facial e ele vai mudou, ela já organiza e eu continuo aqui, né? E assim, essas cirurgias de coluna, eles não estão fazendo, tá fazendo a artrodese. >> Isso. Isso. >> Então, mas artrodese inteira, né? Você pega artrodese da coluna toda, gente. Artrodese, para quem não sabe, a artrodese >> é uma aste que entra na coluna todinha, Uma aste de metal que ela entra e ela fixa todas as vértebras, tá? Então esse paciente perde como porque justamente para que o paciente não tenha mais a
escoliose ou a cifose, porque quanto maior o o grau da escoliose ou da cifose, você tem comprometimento visceral. você tem comprometimento da capacidade respiratória, compressão do pulmonar pulmonar e aí você diminui o volume eh respiratório. Se essa cifose continua comprimindo, você tem um Problema no mediastino, que é a onde fica alojado o coração. Você pode ter um deslocamento aí também. Então começa a trazer problemas, as alterações da coluna muito sérios pro para pros órgãos da criança. Então por isso que se opta quando não tá quando tá muito grave de fazer a artrodese para eh evitar
o compromisso dos órgãos. E quando você faz essa ortodese, você fixa todos essas essas, essa aste fixa todas as vértebras, você perde a Mobilidade da coluna. Então esqueça a rotação de coluna. Ele não vai fazer isso, porque a rotação da coluna se dá uma vértebra roda sobre a outra ou uma em relação à outra. Ela vai rodando e ela vai girando. Quando você põe a artrodese e isso fica fixo, elas não rodam. O máximo que a criança consegue fazer é ir pra frente e vir para trás. A a lateralização é em bloco, porque a coluna
tá em bloco. Eu não tenho a parte torácica para jogar Com a parte lombar pra gente fazer esse jogo. Tá tudo em bloco. Eu vou, eu vou assim. Então, é uma criança que não vai rolar. Ela não vai rolar. Consequentemente, se ela não rola, ela não desenvolve muito bem a caixa torácica dela. E se eu não desenvolvo minha caixa torácica por modelamento, porque a hora que essa criança rola, ela fica trabalhando toda aquela musculatura da caixa torácica e vai dando essa forma arredondada que nós temos, que que Acontece com essa musculatura? Ela vai atrofeando e
ele vai, ela vai subindo em quilha, ela vai ficando que a gente chama de de de peito de pombo ou de peito de enquilha, que é isso daqui, porque houve uma atrofia de toda essa musculatura e isso também diminui a capacidade respiratória da criança. Se eu tenho uma criança que não rola, se eu tenho um paciente que não pode fazer esses movimentos, começa a limitar também que Ela sente na parte, porque a cervical fica limitada, porque a cervical também depende da mobilidade das vértebras que estão a eh inferior a ela. E aí, se eu fixo
essas vértebras, a cervical fica sozinha e ela tem que compensar toda essa cabeça, na verdade, só ela. Então eu tenho uma facilidade para ir para trás, até porque, né, eh eh eu tenho uma facilidade de ir para trás, até porque a flexão e a a coluna Ela tá fixada, mas eu tenho muita dificuldade de ir vir pra frente porque a estrutura de flexão, a extensão foi mantida, mas ele perdeu a flexão parte anterior de tronco. E lembra que a flexão começa aqui? É isso que você tá sentindo. >> Uhum. >> É isso que você tá
sentindo, porque ele perde a possibilidade de flexão, entendeu? E aí todas as estruturas, Lógico que vai compensando. Então, se diminui, por exemplo, por que que tá diminuindo? Por que que pode levar um paciente adulto a diminuir a amplitude de movimento? A gente precisa pensar o que que tá acontecendo. Então eu preciso pensar na parte da minha TM, por que ela não tá descendendo? O que que segura essa TM que ela não tá descendendo? Por essa musculatura, que que ela foi fazendo? Isso aqui, ó. Ela foi fazendo isso aqui. Então, se ela Vai contraindo, a abertura
vai diminuindo. E o que que eu preciso fazer? Modelação. Eu vou, eu tenho uma experiência de paciente, por isso que eu falo a modelação, ela é porque eu fiz isso num paciente com trismo, com trismo na UTI. Eu falei para vocês que a hora que eu consegui descender a mandíbula, a língua tava cortada e começou a jorrar. E como que eu tirei o paciente daquele trismo, modelação, Liberando toda a musculatura dela, trabalhando. Por isso que eu tô falando para vocês, não é fazer massagem. Eu tô fazendo isso por onde é que eu tô atuando? Eu
tenho que saber que quando eu vou fazer a modelação, eu tenho uma musculatura ali que é o frontal, que ele tá inserindo, né, que ele vem a origem dele, aonde que ele, onde que tá a origem, aonde que tá a inserção orbicular, né? E eu vou toda a musculatura. Eu tenho que saber origem e Exceção, porque pensa, modelação é trazer ela pro lugar, é tirar ela de um padrão de retração e alongar aquela musculatura, trazer ela eh pro lugar dela, tirar ela da compensação, tirar ela da fixação. Mas para isso eu preciso saber onde é
que eu tô pondo a mão. Eu preciso saber, por exemplo, que quando eu venho, eu venho pro orbicular. Qual o tipo de movimento que eu vou fazer pro orbicular? Que quando eu venho Aqui, que eu desço, eu tô trabalhando numa numa estrutura que vai atuar no paranasal e no elevador do lábio superior. E que eu tô descendo tudo isso, que eu tô modelando tudo isso e eu vou alongando. Então, não é uma massagem, não é um, entendeu? é modelação. E essa palavra modelação vem justamente porque o castilho ele tinha um lado dele que ele era
escultor E ele fazia a modelação nas nas esculturas dele, ele modelava. Então ele falava, por exemplo, que quando você vai trabalhar numa musculatura, você tem que saber aonde que ela nasce, aonde que ela tá inserida para você poder modelar, para você poder organizar e colocá-la no lugar. E assim você vai passo a passo liberando tudo e colocando toda a musculatura no lugar para que uma não faça, não tenha compensação da outra, não faça uma Compensação por causa de uma outra que não tá funcionando. Então você faz a modelação, então você libera. É muito interessante porque
a hora que você tá fazendo a modelação, automaticamente, se eu tenho o milhoideu que tá muito tenso, que a gente às vezes tem, você tá fazendo a modelação, conforme aquilo vai liberando, você vê o paciente deglutir, deglutir várias vezes, sem eu ter chego ainda na questão de de ajudar na Deglutição. Eu provoco deglutições múltiplas só de fazer a modelação. Então aí o que eu aconselho pr você, pro seu paciente, é fazer a modelação, organizar ele, colocar ele numa postura e vai músculo por músculo, fazendo a modelação, trazendo essa musculatura para cá. E aí você vai
ver que a hora que você fizer isso aqui, ó, ele vai descender mais a mandíbula, cada vez mais vai liberar. Porque veja bem, se isso Aqui tá encurtado, tudo tá encurtado, como é que sobe isso daqui, Mônica? Lembra que a gente mostrou que sobem? Então, não é só essa coisa que tá difícil para ele, mas todos esses músculos que chegam aqui e que vê aqui também vão estar. é tudo dentro de uma cadeia, todos eles vão responder junto. Então, se eu tenho a limitação de movimento de flexão da cabeça, eu também vou ter limitação na
abertura por conta de tudo que tá acontecendo, de todas as Repercussões. Diante do que você falou, MariaÂela, então quero crer que, tipo, que a Mônica, a dificuldade da Mônica seria a necessidade dela ter todo esse conhecimento, que aí talvez o nosso tempo não nos dê a busca para ficar estudando e entender disso, ou então ter um fisioterapeuta conosco que tem a mesma visão. >> Eu falo para vocês, não fiquem angustiados com todas essas informações que vocês estão recebendo hoje e nem Fica, nossa, como que eu vou fazer com isso? Como que eu vou fazer? Não,
eu é é isso aí é um raciocínio que a gente tem para aplicar na nossa eh na parte da da fonodiologia, na área que nós temos a nossa expertise, mas eh esse raciocínio é super importante para saber o que que eu tenho que cobrar do outro. Não é para você fazer >> sim, >> mas é para você saber o que o outro tem que oferecer no tratamento dele para Você conseguir alguma coisa no seu, porque ele não pode levar o paciente só pra sala dele e achar que tá tudo bem, que é só eh andar,
sentar, rolar ou sei lá, mas ali tem um complexo oro facial que tá respondendo junto e que da maneira como ele tá fazendo, se ele não integra isso dentro do atendimento, eh, ele ganha de um lado Mas a gente, o paciente perde do outro. E aí, eh, e é o raciocínio é para isso mesmo, para você chegar e explicar. Eu Preciso que você faça isso, porque se você fizer isso, eu consigo fazer isso. Olha, o paciente tá dessa forma. Você tá vendo como tá essa essa posição do tronco? Tá vendo? Olha o que que tá
acontecendo nessa boca. Mas se você organizar, faz isso para mim, faz isso. Olha como ele melhorou. Então, não é para vocês se angustiarem, para saírem por aí, mas trazer esse conhecimento para pedir pro outro aquilo que vocês querem que ele faça para Ajudar vocês, porque ele não tá trabalhando só, assim como nós estamos buscando soluções para pra parte eh oral nossa, através até de problemas corporais que esse paciente tem, ele tem que saber também que tem fixações orais que o paciente tá fazendo e que são patológicas e que não estão ajudando no desenvolvimento da criança,
que a movimentação dele de do membro superior ou do de qualquer outra coisa, Se a criança faz uma fixação na parte oral, esse membro não tá trabalhando de forma adequada, porque ele tá executando o movimento não pela capacidade de mobilidade, ou de força que ele eh que ele ganhou na na no com os com os músculos que ele tem que trabalhar, mas ele tá fazendo isso em função de uma fixação patológica, porque se eu tiro a fixação, ele perde o movimento, então ele não ganhou, ele aprendeu a fazer diferente. Vocês estão entendendo? Então assim, não
fiquem angustiadas eh com isso, com em relação a nossa, como é que eu vou ter que fazer? Traga o fisioterapeuta para junto de vocês. Esse conhecimento é para que vocês tenham o raciocínio de explicar pro fisioterapeuta o que vocês querem. Se vocês olham, identificam onde que tá a alteração, você chega pro fisioterapeuta e mostra, ele vai saber o que ele tem que fazer. Como ele vai Fazer, é da expertise dele, mas ele tem que melhorar aquilo. OK? Entenderam? tá chegando. >> E aí também, olha aqui uma fona aqui do lado que trabalha com a gente,
ela tá falando e e e elas a gente tem que entender que não é por culpa de vocês que não tá chegando o resultado, tá? Porque senão a gente traz muitas vezes assim, >> questão, Mari, eh, não sei eh, em que qual o público, né, que vocês eh você e as colegas atende, mas a dificuldade maior >> é informar essa família como se integra a interdisciplinaridade, porque a minha clínica não é multi, né? Tá. >> Ah, eu não tenho outros profissionais comigo ainda. Mas mostrar que nós não andamos sozinho, que nó para eu mexer aqui
na boca, eu preciso que o corpo esteja funcionando. >> Hoje eu consigo fazer isso por causa das formações que eu tenho e os resultados estão aparecendo. Então isso leva os pais, nossa, indicar, enfim. Mas eu sinto dificuldades como tais como essas que eu vir assim, meu, eu não tenho esse conhecimento. E aí quando eu vou conversar com a colega da fisioterapia ou colega, é uma dificuldade deles, sabe, achar que a gente tá invadindo a área deles e e eu não sei se isso é regional também, se eu tô numa cidade Que também tem, eu entendo
perfeitamente o que você fala. Nossa, essa forma audióloga tá querendo se tá se metendo a fisioterapeuta. >> Exato, >> né? E e isso é muito frustrante para nós quando o profissional ele vai por esse lado, porque não é que a gente tá metendo o bedelho na área, >> nós estamos mostrando para ele o quanto a área dele é importante paraa nossa reabilitação. Então isso tem que ficar muito bem claro. Eu não estou pedindo, eu não tô querendo ensinar você a fazer as suas coisas. Eu estou pedindo para você fazer isso porque isso influencia no complexo
orofacial, muda a postura. Então essa minha formação de fisioterapeuta e fonoaudióloga me dá a possibilidade de falar de coisas de fonoodiologia com a linguagem da fisioterapia. E dá para eu falar coisas de Fisioterapia para fonodiologia com a linguagem da fisioterapia, da da fonodiologia. Então isso é o importante, não é que você está e você já deixa isso bem claro logo de começo. Não vim te ensinar, não vim nada. Eu vim pedir para você que eu observo que isso, esse padrão desse meu paciente quando chega aqui acontece isso no complexo oro facial, ele desorganiza. Então eu
observo que quando ocorre um Alinhamento melhor assim, assim, assim, ele melhora e ele se torna mais funcional, certo? coloque com estas palavras, porque ele sabe o que ele vai fazer. E eu gostaria que quando você estivesse atendendo, que você olhasse pro complexo do facial do meu paciente para ver se ele não está fazendo isso durante a sua terapia, né, para que eh não reforce o padrão que ele já tem. Ele vai ter que controlar. Se ele fal assim: "Nossa, mas como que eu vou controlar então essa parte oral? Ah, então eu vou, ah, legal. Não,
eu vou mostrar para você como que você pode fazer. Hora que ele fizer isso, ó, faz isso, controla assim, vai pela porque controle de mandíbula, gente, vocês acham que é só para para fonodiologia? Eu faço um paciente andar só com controle, só através de controle de mandíbula. Faço marcha com controle de mandíbula e largo o resto do corpo. Dou a informação de transferência de peso, lógico, com paciente melhor. Bom, né? não é um que tá ali só no controle de mandíbula fazendo. Então, se ele entender que isso também é importante, que o paciente quando ele
tá fazendo os exercícios, ele pode estar fixando no oral e isso não vai ser bom, porque na verdade ele tá aprendendo só uma uma forma diferente de fazer o Movimento que o fís tá tá pedindo, isso vai ser muito bom, porque ele vai falar, porque se eu chegar aqui e fechar essa boca e organizar e manter ele alinhado, acabou o corporal. Cadê o movimento? Isso, gente, isso acontece de baciada, sabe aonde? Nos intensivos da vida. Que que adianta eu pôr o paciente lá para fazer? A, vai lá na roldana, a gente põe o peso para
fazer. Você olha, ele tá aqui, ó. Você fecha a boca, ele para de fazer um movimento. Ele tava fazendo o movimento dele com a fixação oral e ele tava usando a fixa, quer dizer, a estabilidade que ele tava buscando tava onde? No oral e não em outra parte do corpo, que ele pudesse fazer de uma maneira mais livre, sem comprometer o o oral. Então eles trazem tudo no mesmo pacote e a gente tem que separar. Eles trazem no meio Pacote porque tá tudo junto, mas a gente tem que ensinar que eles trabalham juntos, mas cada
parte desse corpo tem a sua função específica e que eles têm que dissociar. Eu tenho que dissociar. Eu tenho que dissociar movimento do corpo, postura corporal. Eu tenho que ser capaz de manter uma postura corporal e virar minha cabeça para todos os lados e esse corpo continuar me dando estabilidade, tá? Eu tenho que fechar minha boca e Esse paciente tem que continuar andando. Esse paciente tem que continuar movimentando esse braço, trabalhar com alcance. MariaÂela, podemos fazer uma pausa? >> Vamos. Podemos. Esse slide aqui só, gente, é para mostrar a questão mesmo. Olha, >> não tá
compartilhado. Não tá compartilhado, >> não tá. Pera aí. Ah, ah, aqui, Aqui. Opa, opa, opa. Aí, >> o qual slide não tá compartilhado? >> O da Mariângela. >> O que tá na tela? Não é? Eu tô vendo um que tem a, tipo uma radiografia e duas crianças na laterais. Tem, não tem, não tem slide compartilhado. Que estranho. >> Eu tô vendo aqui, >> ué. >> Então é bem, ó. Tá me vendo? >> Tão vendo? >> Todo mundo tá vendo? >> Tô vendo. >> Tô vendo. >> Ué, então o que será? >> Bugou. Então, olha aqui,
Mariela, pode seguir que >> interrompe e compartilha de novo para ver se a Raquel vê. Você quer que eu interrompa e compartilho de novo, Raquel? >> Pode ser que eu depois fico com medo de gravação. Não, não tá aparecendo, mas Nossa, isso nunca aconteceu isso. >> Vou compartilhar de novo. >> Foi >> agora? Foi. Obrigada. >> Ah, então ela vai. Então, gente, olha que mesmo tendo uma postura de cabeça simétrica, olha a lordose fisiológica como ela existe. Assim como eu tenho uma lordose na lomb, uma lordose na lombar, né, para manter essa coluna, eh, e
o, eh, e a cifose na torácica. Isso tem uma Explicação fisiológica por causa de impacto. Então, essas curvaturas na coluna é justamente por causa da ação da gravidade para não gerar impactos entre as vértebras dessa forma, tá? Então, por isso que tem ela parece essa essa ela faz essa essas curvaturas, né, justamente para amortecer isso. Então eu tenho realmente a coluna a cervical ela não é reta, ela tem assim um pouquinho de lordose, né? Mas quando essa estrutura eh escapular ela eh Desorganiza, eu posso aumentar muito, né, essa essa lordose. Olha aqui, ó. Olha como
aumentou a lordose dentro de um padrão extensor. Olha aqui, a boca abriu, mandíbula desceu, né? E eu posso também, se eu tiver um padrão flexor, eu jogo pra frente tudo, puxa e aí a mandíbula eleva e serra essa boca bem forte e eu perco, né? A língua fica entulhada dentro da boca. Certo? Então vamos dar então um intervalinho, a gente volta daqui a Pouquinho. 10 minutinhos. Quanto tempo, Raquel? >> Depende de como tá aí o nosso conteúdo. >> Olha, eu gostaria o resto eu vou passar um pouco mais rápido, senão a gente vai conseguir chegar
na prática. >> É, tô preocupada. Eh, então vamos fazer 10. 5 e 10, a gente volta. 5:10. >> É. >> Tá bom. Tá. A gente vai, a gente marca Para seguir outro dia, finalizar mais um dia. >> É, mas se vocês quiserem eu tô à disposição >> de fazer só a parte prática, >> tá? a gente pode organizar se vocês aí fica com vocês, vocês conversam aí no grupo, porque realmente eu acho esse grupo, eu estou particularmente achando esse grupo bastante maduro, eh, um questionamento bastante importante, né, que não dá para deixar, Porque senão não
adianta eu chegar lá na na é esse o objetivo da prática, passar uma técnica, é passar entendendo o que tá acontecendo. né? Tá. >> Não, se a gente não conseguir finalizar, a gente marca mais um dia e aí você mostra todo o material também que você já organizou, filmou, fez. A gente >> não, eu vou fazer a prática para vocês ao vivo e a cores. >> É, é importante, é bem importante. >> Eu vou fazer a prática para vocês aqui. Eu vou pegar uma delas e vou fazer e vou orientando. Conforme eu vou fazendo, eu
vou orientando vocês fazendo aí, tá? OK. combinar, tá? >> Eu vou fazer aqui alguma coisa para vocês, tá? >> Tá bom. Então, eh, então assim, aqui a gente tem, por exemplo, exatamente, então, nessa radiografia o que a gente vê no paciente, né? de tá Vendo por dentro na radiografia o que que tá acontecendo e qual o como a gente enxerga, né, esses pacientes, né, como que a gente enxerga esse tipo de comportamento de cervical e esse tipo de comportamento de cervical, certo? Muito bom. Então agora, ué, não tá passando por quê? Ai! Ah! Ah! Deixa
eu voltar um. Olha, esse daqui é um caso bastante interessante que eu acho que ele traduz muito isso que a gente tá discutindo até agora. Essa Criança é uma criança de 3 anos e ela foi tratada na CD e na faculdade de medicina aqui de Botucatu, na UNESP. Então, essa criança é uma criança com paralisia cerebral e ela ã tava usando sonda, tá? Nasogástrica e o pediatra da da ACD deu 2 meses para essa mãe resolver porque eles queriam fazer a gastrostomia. E aí essa mãe é de uma outra cidade pediu para fazer uma avaliação,
fazendo acompanhamento em Botucatu, pediu para Fazer essa avaliação porque ela não gostaria que a criança fosse paraa gastrostomia. mal sabem elas que muitas vezes isso é uma salvação, né, pra gente do que aquela sonda horrorosa ali dentro do desse trato digestório. Bom, mas enfim, fazendo obstrução eh de de via respiratória, enfim. E aí quando eu fiz a avaliação dessa criança, eu observei, eu avaliei, olhei a postura dela, falei: "Nossa, Como que como que uma criança pode comer com essa postura?" E a mãe me trouxe o vídeo eh de glutograma que foi feita lá na CD.
Então observa que dentro dessa posição o que que essa criança faz. Olha lá o líquido. A dificuldade, ó, vai lá bastante estase na parte posterior, né? A língua. Olha aqui, ó. Ó. e vem aqui, ó, fazendo um pouquinho de penetração e a dificuldade até a rotação de cabeça, o movimento para Tentar eh deglutir e fazer o clearance, né, essa limpeza da região. E aí foi pra colher com uma consistência pastosa e é muito difícil, ó, ele foi mais para trás para ele conseguir, quer dizer, a favor da gravidade, né? Então, como eu não consigo empurrar
com a língua, eu jogo a cabeça mais para trás para o alimento descer. E aí a gente vai vendo esse alimento aí, ó. Tá vendo a dificuldade que ele tem de manejo com alimento na no momento da tipo da Preparação do bolo para deglutição? E a dificuldade e a estase que vai fazendo, ele não fez nem penetração, ele não fez a broncoiração, mas ele teve uma penetraçãozinha. Quando ele veio, eu olhei, eu falei: "A primeira coisa que eu tenho que fazer é como que uma pessoa dentro dessa desse raciocínio que a gente faz, o que
que a gente vai fazer?" Arrumar a postura, não é? arrumei, organizei a postura, organizei As cinturas, falei: "Vamos ver, acabou isso aqui." Ele voltou para CD, fizeram novamente. Falei: "Mãe, não, não, não, ele não tem dificuldade neurológica na coordenação da deglutição. A incoordenação dele é provocada justamente pela eh postura corporal que ele adota, que interfere na mobilidade das estruturas que participam da deglutição. A hora que você tira isso, você praticamente, não estou falando que Todos os pacientes são isso, tá bom, gente? No caso dessa dessa criança especificamente foi exatamente isso. Dois meses ninguém resolve um
caso de incoordenação nem nada, mas olha que a mesma criança, posicionamento da cabeça organizado e olha a deglutição dele com colher. Olha aqui. Olha lá, já deglutiu. Olha o trânsito oral. Ó, fez um pouquinho de estas, aí ele faz o clean, ele limpa tudo por postura Postural. Então a gente tem que ficar atento porque nesses pacientes a gente pode ter só o postural, a gente pode ter o neurológico e a gente pode ter o neurológico e o postural junto. Além de uma alteração neurológica, eu tenho um um de na coordenação, influenciando nessa coordenação, eu tenho
um problema postural também agravando a situação, certo? Ele não foi, ele tirou a sonda e ele não precisou da gastrostomia. Certo? E aí todas essas patologias são patologias que estão relacionadas com a nossa disfunção neuromotora, a questão da disfunção eh eh motor oral. Todas elas, essas essas aqui são as que eu já tive contato. Tem mais que ainda tá faltando. Inclusive tem uma nova que surgiu aqui na clínica faz alguns meses, que é a Cat B6. A Cat B6, só paraa informação de vocês que eu acho que é importante, a CAT B6 é Uma síndrome
raríssima. Só existem 600 casos diagnosticados no mundo. Eu acredito que deve existir mais, mas deve estar com diagnóstico, com diagnóstico subclínico, né? Não deve tá aí. E essa criança ela ela veio como síndrome de West. Essa a cat ela não tá aqui, é a cat B6. E aí for foi fazendo os exames e investigação quando chegou lá no exoma, aí apareceu essa síndrome, ela é a quarta no Brasil E ela tem uma disfunção oral bastante importante. Ela tem disfunção visual e geralmente cursa com problema cardíaco, problema renal seríssimo. E ela tem, ela tem a piolucele,
né? Ela não faz xixi através eh do órgão genital, ela tem os orifícios, né, a ostomia para onde a urina sai, né, eh ela não tem corpo, ela tem a genesia de corpo caloso. Então é uma síndrome clássica de linha média, porque ela tem alteração, ela tem alteração e Neurológica, ela tem a genesia de corpo caloso, não tem corpo caloso, ela tem alteração cardíaca, ela tem alteração do tato, eh, no esofágico dela, né, que que tá dando um problema seríssimo para ela de refluxo. Então, é, chama-se Cat B6 para vocês, é, conhecerem aí, porque às
vezes até vocês têm algum essa síndrome e na clínica. E olha que interessante, para nós como fisioterapeuta, ela não tem a patela. O joelhinho dela, você põe a mão E ela não tem a patela. E eu sou muito humilde para falar para vocês que eu não tinha percebido que ela não tinha patela, porque ela tem um joelhinho tão gordinho que para mim tudo bem. Ela era bebê, eu tava trabalhando com ela. Faz a extensão, faz a flexão. >> Quando veio o diagnóstico e aí eu fui ver o que que a criança precisava, podia apresentar, nem
a mãe ainda não tinha visto. E eu vi que ela poderia ter a Genesia de patela, que eu fui lá e mexi e procurei a patela no joelhinho dela. Não tem, não tinha. Mas vai desenvolver e o e também a classificação pode ser leve, moderada e severa. O médico já falou que ela é moderada, tá? Então depois vocês procurem eh se informar porque eu eu acredito que deve ter muitos casos por aí que não foram ainda bem diagnosticados, porque essa síndrome é bastante é rara, tá? faz acho que 10 Anos mais ou menos, se não
tô enganada, que ela foi eh que apareceu o primeiro caso que foi diagnosticado e que foi dado do nome de CAT B6 com K, tá bom? Vamos lá. Então, todas essas crianças vão apresentar compensações eh eh corporais e vão apresentar eh alterações corporais e vão vai repercutir no complexo orofacial, sim ou sim, né? E aí, o que a gente vai fazer, né? Que que nós vamos fazer? O que que eu faço com uma criança quando eu encontro essa Criança no padrão extensor? Como que eu vou chegar nesse complexo facial, né? Olha uma outra criança aqui,
ó, com padrão extensor também. Olha a diferença dos dois padrões. Essa criança tá indo para o pistóto. Eu tenho uma criança também com padrão extensor, mas com uma simetria bastante importante. Olha a cabeça virada pro lado, a rotação. Eu tenho uma criança aqui de 32 semanas. Que que eu faço uma criança de De 32 semanas dentro de uma incubadora num? Que que eu faço com uma criança com síndrome de Down com essa hipotonia? Olha lá, levantei a cabeça vai olhando e fica que não vem, né? Aquela criança que não vem, eh, demora muito tempo para
ter uma reação, porque o input sensorial dela é tão baixo, mas tão baixo, que ela suporta muito por muito tempo posturas desconfortáveis. E isso é ruim também, porque dentro de Posturas eh desconfortáveis, eu posso estar gerando outros problemas piores, secundários. naquela postura, tá? Quando eu tenho uma criança que vai para um padrão flexor, qual é o meu raciocínio? O que que eu vou? Por onde eu vou começar? Certo? E aí, quais as possibilidades? Então, quando eu olho, eu vejo aquilo que não tá dando certo. Todo mundo já sabe que não tá dando certo. Pai, a
mãe, os avós. Eu tenho que procurar o que vai dar certo. O que essa O que essa essa criança ela pode eh fazer? Que que ela pode fazer? Esse é o enfoque nosso, terapeutas Castilho Morades, não naquilo que a criança não consegue fazer, porque aquilo lá tá lá, todo mundo tá vendo. O enfoque é procurar as possibilidades, quais as possibilidades dela e mostrar pros pais que, embora ela tem algumas restrições que eles já observaram e que eles olharam muito para as coisas que Ela não consegue fazer, mostrar para esses pais que mesmo dentro desse comprometimento,
ela tem sim possibilidades de fazer algumas coisas, de melhorar esse o desempenho funcional dela. E aí quando eu mostro isso pro pai, que a criança pode se comunicar, embora eles acham que não, a gente mostra, fala quando você com quando ela está eh com cocô, vamos supor, que que ela faz? Ah, ela é não. Como que você sabe que o seu filho eh quer alguma Coisa? Ah, porque quando ele tá com cocô, ele faz isso. Isso é comunicação. Ah, quando tá com xixi, quer que troca a fralda, ele cada um vai falar de um jeito.
Ele faz dessa forma. Ele tá se comunicando com você. Ele tá falando para você que ele tá incomodado. Porque a gente tem que sair dessa coisa de que comunicação é só oral. A comunicação ela começa basal através de gestos, através de Comportamentos. Eu não preciso falar para comunicar alguma coisa. Basta eu olhar para alguma coisa, tô comunicando. Então assim, mostrar para esses pais que essa criança se comunica sem resgatar isso, que ela não tá ali eh olhando pro nada, não está participando do de do nada, ela tá tentando participar desse meio do jeito dela. E
a gente vai ver quais as possibilidades que ela tem para ela melhorar essa interação. E isso é comunicação. Isso Vai abrir porta, lógico, se for possível, pra comunicação oral, tá? Porque ela percebe a troca e nós vamos paulatinamente trocando códigos de comunicação, certo? Então, o que a gente tem de desafios, eu trouxe isso aqui para vocês, nos setores de desafios da criança com disfunção neurológica. essas crianças ou, né, a a eh aí eu vou falar mais específico porque aí a gente entra no DAP, que é Disfunção alimentar infantil. Eu sempre trabalhei com o DAP, a
minha vida inteira antes de saber que era DAP, né? Mas a gente sabia que tinha essa disfunção alimentar, que hoje a gente chama de DAP, e que os pacientes neurológicos, eles é os que fecham todos os critérios para ser para ser diagnosticado com DAP, né? Depois eu vou entrar ali na conceituação, porque você tem que ter o critério médico, a questão neurológica, O tempo que a criança fica sem se alimentar, a a a disfunção, né, ali que a criança, o tempo que a criança fica recusando o alimento ou tendo dificuldade de se alimentar. E você
levanta esse essa essa esse conceito e você fala: "A criança neurológica ela fecha em tudo isso, né? Então, ela vai ter desafios, ela tem que aprender. Ela nasce com desafio no desenvolvimento motor, na comunicação, muitas vezes cognitivo, não necessariamente ter, mas Muita, muitas delas tem, a gente sabe que tem. E às vezes, eh, o cognitivo é bom, mas ele não é melhor porque o corporal não ajuda, o motor não ajuda ela avançar, né? Ela poderia ser até melhor, mas ela não vai porque o motor dela impede ela, né? Dificuldade com a socialização, com a alimentação,
desafios com a aprendizagem, a própria autonomia, né? Pode estar comprometida e a inclusão e na inclusão social também, principalmente quando elas crescem, Porque eu falo, tudo é bonitinho no bebê. No bebê essas alterações não são tão visíveis. E na criança é mais aceitável porque ela é criança, mas quando eles crescem, conforme eles vão crescendo, as coisas não são mais tão bonitinhas, né? Não é mais tão não é tão mais gracioso, né? Então elas sofrem sim com essa com essa discriminação ainda e muito. Então os aspectos do disturbo alimentar Da data, que eu acho que isso
aqui faz parte de uma coluna que tá publicado num trabalho do Milano de eh 2019. São três colunas. Eu só coloquei hum eu só coloquei aqui, meninas, vocês estão escutando que tá dando conexão instável. Oi, >> eu tô ouvindo Raquel. >> Tudo ouvindo? >> Sim, tô. Tá, tá aparecendo aqui conexão estável. Eu falei: "Meu Deus, será que eu já travei lá?" >> Não, você ainda >> Então assim, eu vou passar de uma forma muito rápida aqui, então, que são sinais de alerta, né? As as eh red flags que a gente tem pro para um DAP,
né? Que vai ser o quê? disfagia ao nossos pacientes. Eh, sintomas, eh, os sintomas, né, o atraso no desenvolvimento global, eh os sintomas cardiorrespiratórios, déficites no crescimento, deficiências nutricionais. Então assim, eh, a alimentação forçada, Aquela criança que você tem que ficar trabalhoso, né? Aquela, então assim, são sinais de alerta para dar e a gente começa a olhar esses sinais, a gente pensa na nossa criança, fala: "Nossa, ela começa a fechar todos, não é nem um ou outro, ela começa a fechar, né? E os os sinais de de impedimento, né, pro desenvolvimento oral? Se lorreia excessiva,
pobre controle postural. Olha ele aqui. Controle postural. Pobre controle Postural, alteração de tôus muscular, tócio engasgo excessivo, dificuldade em avançar em texturas alimentares da alteração sensorial, dificuldade com os marcos do desenvolvimento da alimentação, dificuldade gerenciar alimentos, né, ou líquidos na boca. Então seria eh então isso aqui quem escreveu não foi, né, um fonoiólogo, né, foi a pessoa que estudou e que não eh que traz, né, um pediatra que traz esses sinais pra gente E que estão aí estandarizados, tá? Deixa eu clicar na tela aqui para ver se eu consigo passar. OK. Então, as desordens correlacionadas
que a gente tem que levar em consideração também, porque a gente tá falando tanto de postura, mas a gente tem outras comorbidades que são importantes que também vão influenciar eh na nossa na nossa terapia e no no rendimento, né, desse no rendimento do desenvolvimento eh orofacial dessa Criança. Então, que eu nem falei para você, ó, de acordo com o DAP, a criança com disfunção neurológica, ela apresenta alterações dentro do quatro domínios. Quais são os domínios que tem que tá, um ou outro tem que tá alterado para você considerar adapta? Domínio médico, ela ela é neurológica.
Nutricional, frequentemente essas crianças têm problema nutricional, habilidade de se alimentar, elas têm dificuldade de se alimentar e elas têm Eh problemas psicossociais importantíssimos. Então, esses quatro pilares são os pilares da alteração, né, dos domínios da DAP e o nosso paciente praticamente fecha todos, né? Alteração de tôus muscular e de mobilidade causam distúrbio sensório motor, alfetando as funções orofaciais como alimentação. Isso é um estudo feito por esse autor em 2022. Então vai alterar a alimentação, a deglutição, controle de saliva e fala a Alteração de tôus postural mobilidade. Cerca de 80% das crianças com condições médicas complexas
apresentam distúrbio alimentares. Está publicado nesse trabalho da Bejamara de 2023. O uso isso aqui é uma coisa que eu acho que quem trabalha sente. Eu sinto muito, né? Eu ten eu percebo muito isso. Uso prolongado de vias alternativas pra alimentação pode ter um impacto negativo no desenvolvimento da habilidade eh de Se alimentar por via oral. Caracterizado pela redução do apetite, desinteresse alimentar e rejeição completa da alimentação por via oral. Gente, a criança que usa gastrostomia é muito importante. Eu já reverti muitos casos de gastrostomia porque a criança se tornou realmente é eficiente na questão oral.
Mas tem crianças que elas não, elas têm condição, você percebe, mas elas não tem interesse pela alimentação. A questão primária de colocar uma gastrostomia já tá praticamente resolvida, mas elas não fizeram o link de uma alimentação por via oral com saciação gástrica. E e no e por mais e a gente vê trabalhos que eles falam que por mais que foi feito um trabalho simultâneo na questão oral, colocando alguma coisa na cavidade oral, no momento em que essa essa criança eh estaria recebendo a dieta Eh eh por por via alternativa, mesmo fazendo algo eh todo esse
trabalho, tem muitas crianças que passam, mas eu tenho algumas crianças que são bastante resistentes, elas não fazem esse vínculo, elas não têm interesse de se alimentar por via oral, elas simplesmente não tem interesse. Então, o que que acontece? Como elas nunca sentiram fome e e aí a gente vai discutindo isso com o pediatra, né? Como que a gente vai Conseguir? Como elas nunca sentiram fome e a dieta sempre foi colocada naquele momento exato, independente se ela tivesse com fome ou não, ela nem sabe direito o que é isso. E aí a gente vê esse tipo
de gerenciamento da alimentação, a repercussão mais tarde, que quando a gente ela tá apta e a gente tenta diminuir e tirar gastro, a gente não pode porque ela não aceita eh comer o que ela deveria comer por via oral, a Quantidade que ela deveria comer para manter o aporte nutricional. Então assim, eu sinto assim com algumas crianças essa dificuldade sim da do desmame da gastrostomia. Eh, acima de 77% dessas dessas crianças com distúrbio neurológicos apresentam doenças do refluxo esofágico. E aí não é só o o refluxo, mas já é uma doença, uma patologia instalada. E
aqui eu trago e uma incidência, eu vou voltar nisso, né, na no refluxo, só vou fechar a Incidência de risco significativo paraa pneumonia na na disfagia pediátrica, né? A gente sabe que, por isso que eu falo, se a gente não cuida eh a a o cuidado que a gente tem que ter para não comprometer a via aérea e não levar para uma pneumonia é muito grande. Então a gente tem que procurar minimizar o máximo os riscos de uma penetração, de uma microaspiração, justamente para não ter não gerar uma pneumonia. E aí às vezes a criança
fica internada e a e a Coisa vai então para eh para proteger a via aérea. E olha que interessante essa criança, eu vou mostrar para vocês e é uma síndrome de Kabuk, tá? E a ela faz tanto a fonodiologia como a fisioterapia aqui na clínica. E a fisioterapeuta começou a perceber alguns comportamentos nela que pareciam com eh convulsões, convulsões. E falava com essa mãe, a família, né, a medida do possível atende aquilo que a gente pede, aquilo que a Gente eh solicita para investigação. E a gente olhando aí, a mãe, a mãe no começo não
deu muita, muita, muito, muito valor pro que a gente estava falando, mas só que começou a acontecer em casa também. Aí como ela começou a perceber em casa que realmente foi procurar pra gente fazer. Então, se eu mostrar isso para vocês, para vocês, o que vocês acham que tá acontecendo com essa criança? Olha, olha que que essa criança tá, que tá Acontecendo com ela. Observa. Vocês perceberam a cionose perioral dela? Movimento de ficaação dos olhos. Stagnum. Que que você, que que isso lembra vocês? Que que parece que essa criança tava tendo nesse momento? convulsão. >>
Convulsão. E era justamente essa a nossa suspeita. Tanto que essa isso aí nós filmamos para mostrar pra mãe o que tá acontecendo, que tava acontecendo E pedimos para ela levar pro médico para ele ver. >> Era sempre após a exercícios ou acontecia aleatoriamente. >> Aleatoriamente. Aleatoriamente, né? E aí o que que acontece? O que que acontece? levou pro médico e pediu então o eletro, foi fazer o elétro e essa criança, ela tem um problema seríssimo de refluxo. É uma criança que eu trabalhei praticamente desde o terceiro mês, terceiro mês. E a gente, e ela hoje
ela come por via oral, ela todas as consistências normal, só que a alimentação dela, o sólido, é um sólido mais brando, mais macio, tá? o sólido dela. Então, mas é, são pedacinhos e ela mastiga e ela come prato. E aí, mas ela tem esse problema do refluxo Gastrofágico desde sempre, seríssimo. E aí foi fazer o exame e não deu. Eh, até o momento não deu convulsão. alguma coisa da área do nervo vago aí. >> Uma uma um falha. >> Quem tá falando? >> Laisa >> matou em cima. E eu Mas eu vou te falar o
que é do nervo vago. >> Sim. Eh, essa criança tem um refluxo, doença do refluxo gástrofágico muito importante. Ela soluça, ela tem muito soluço. Por que que o soluço acontece? >> Coordenação, >> a gente pensa, né, na na no diafragma, né, no músculo frênico. >> Uhum. né, de ter ali, tem a ver, mas sabe por que tem a ver? >> O que que desencadeia? É que o ácido clorídrico Irrita as terminações nervosas do vago que estão >> presentes no esôfago, >> tá? E aí ela começa a ter as crises de soluço. Só que ainda no
caso dela, por exemplo, aqui ela não tava com soluço, ela tava com esse comportamento. Você sabe por quê? Por dor. A dor que ela sente, o momento que ela tá tendo refluxo, é tão forte que provoca uma alteração eh neurológica nela. Aumenta uma excitabilidade numa parte no temporal, né, no temporal dela. E aí ela tem esse comportamento que parece uma convulção e que olha o que que é um refluxo. E aí, nesse estudo aqui, não, esse aqui fala do, eu acho que é nesse também que fala do corcejo, existem algumas eh algumas crianças e alguns
pacientes que eles desenvolvem por tantos procedimentos de manipulação e de dor, Eh, coisas mais, como que eu vou falar para vocês, mais procedimentos mais invasivos. que eles desenvolvem uma hiperalgia eh nos de eh nos órgãos, eles têm uma sensibilidade a dor extremamente limar, começam a desmar alto paraa dor nos órgãos internos. Então aquilo que aquela movimentação do leite ou do alimento normal que uma criança sente e sente o desconforto e Ela só se joga para trás para essa criança é uma dor insuportável, tão insuportável que ela >> eh desencadeia um problema neurológico. Mas essa questão
do nervo vago, por que não pega dentro de eh dentro de um ai eu tô me eh numa lei, qual um exame que poderia ser feito e que que conseguiria pegar esses sinais? Eu questionei do nervo vago porque o que que acontece? Eu tenho meu pai que ele tem uma falha no nervo vago e quando ele Faz exercício físico, ele pedala muito. Então ele tá proibido de pedalar sozinho, porque quando ele entra numa num excesso de exercício, desconecta tudo e ele desmaia, entendeu? Ele apaga. E aí a última vez que aconteceu isso, alguém filmou ele
desmaiado, só que ele tinha esses movimentos como ele ainda tivesse pedalando. A pessoa achou que ele tava tendo uma convunção, entende? E ele fez todos os exames, não Deu nada. Aí o cardiologista falou assim: "Pode ser de síndrome do nervo vaguo, >> tá?" >> Agora, aonde tá o ponto de gatilho? A gente não sabe. >> É, no caso dela, a gente não percebe levantando a hipótese também. >> Ela aí a FIS tá falando, foi levantada essa hipótese também de uma de uma alteração importante eh do Vago, da enervação do vago. >> Uhum. Mas aqui especificamente
eh, ela continuou, né? Ela ela teve essa reação, mas foi detectada alteração neurológica. Ah, do pai, não, no neurológico, no no no parietal dela. Entendi. Então, a dor e a descompensação dela pela dor é tão importante que ela desorganiza a parte neurológica. E qual é o procedimento? é entrar com medicação anti convulsivo >> para não deixar para manter o controle neurológico para quando ela tiver esse episódio de dor tão intensa que nem ela tem. E, e, e, e aí a gastro dela também tá junto para tentar minimizar e com medicamentos, com outras coisas, com através
da medicação e e também com alguns eh analgésicos, né, tudo para tentar diminuir, controlar mais esse refluxo que tá difícil, né? E ela tem, ela já tem a Fundo duplicatura, ela fez isso. Mas é uma criança, e aí eu volto lá para vocês, como uma criança que já fez a fundo duplicatura, tem esse finctinho e ela ainda continua tendo porque o refluxo dela é oculto e ele não pelo exame ele não sobe tanto, mas ele vem não ao ponto dela fazer uma uma aspiração, ela não vai fazer isso, mas ele sobe de um tanto que
provoca essa dor. dor nela e por conta do quê? Ela é uma criança que ela tem um aparelho Digestório, principalmente a parte intestinal dela bastante comprometida no que diz respeito à funcionalidade desse intestino. Eh, então é uma criança que, por exemplo, a digestão dela é mais lenta. A mãe chega a relatar, porque é uma criança que como ela eh ela acabou fazendo a gastrostomia por causa de medicamento, de um monte de coisa, embora ela coma muito bem por via oral, ainda tem necessidade de fazer a porte Nutricional por uma gastro >> gastro, >> né? Porque
senão ele ia ter que comer, comer, comer muito. Uma criança não consegue, ela não tem estômago para isso, para conseguir a quantidade nutricional. Bom, enfim, eh, foi uma reunião com a nutricionista, tudo. Então, chegou-se que esse seria o melhor melhor caminho. Então, fez a gastro e essa mãe fala que quando a mãe tem que passar algum medicamento, alguma coisa, Que a hora que ela abre a a gastro faz um barulho que nem se você tivesse abrindo uma Coca-Cola de tantos gases que essa criança tem. >> A acidez deve ser altíssima ali, né? >> PH deve
tá lá, >> lá em cima. deve tá lá em cima. E aí essa criança, ela tem uma uma um desdobramento, né, anterior da parte abdominal bastante importante devido a aos gases. Então, quando você vai lá e vai fazendo a Percussão, você vê o quanto de gases que essa criança tem. Então também o que eles acreditam que a quantidade de gases que ela tem, o volume que ela tem dentro da cavidade abdominal pressiona o estômago e aquele conteúdo que tá lá dentro. E isso faz com que mesmo ela tendo a cirurgia da fundo duplicatura, isso passa.
Pode vou ficar de braço. É, vou ver se vocês conseguem ver. Vou Mostrar aqui. Tem uma radiografia aqui e aonde vocês verem umas bolinhas pretas, é tudo gases. Dá para ver? Opa. Aí. Aí, isso, ela tem muitos gases, então eles acreditam que a pressão abdominal por causa desses gases, isso tem que sair por algum lugar, né? E como a a parte eh eh de trânsito intestinal dela é muito Comprometido, então ele ele sobe. A tendência dos gases é subir, né? sobe, pressiona o estômago e faz o volume eh ir pro isôfago. Olha aqui, tá? Então,
eh observem porque muitas vezes a gente pode ter eh pacientes com essa hiper eh algesia, né, essa essa essa esse aumento de dor e a gente às vezes não se dá conta disso, tá? E isso acontece, você pode ter descompensação por dor. E aí o por que é então o que que a gente Precisa? Então a gente precisa identificar, conhecer quais são as capacidades funcionais dos nossos pacientes pra gente saber quando e como a gente vai organizar esse paciente, saber onde é que ele tá, por onde eu vou começar. E aí a partir desse momento
eu poder fazer uma intervenção mais assertiva e o tratamento para essa criança e volta naquilo que por isso que eu falei para vocês, não se angustiem de vocês ai, Porque eu vou ter que fazer todo esse trabalho, né? Vocês podem pôr a mão. Primeira coisa que eu quero deixar claro para vocês, vocês podem e devem colocar a mão no corporal do paciente. Por isso que eu falo que a aula prática, a parte prática, é bastante importante para vocês sentirem, fazer esses movimentos para que vocês tenham segurança de chegar lá, falar: "Não, eu posso fazer". Você
não precisa ficar esperando a fisioterapeuta te falar. Você pode usar A fisioterapeuta para te ajudar, mas não precisa pensar: "Nossa, se eu fizer isso, será que tá certo a fisioterapia?" Não, nós podemos fazer isso enquanto fonodióloga. E eu como fisioterapeuta, tô falando para vocês que vocês podem fazer. Vocês não vão estar entrando na área da fisioterapia, muito pelo contrário, vocês vão estar agregando a área da fisioterapia, porque vocês têm vocês têm um raciocínio lógico, um raciocínio fisiológico Para manipular estruturas corporais que teoricamente não seria da área da da fonudiologia, mas que para aquele paciente entende?
Eu preciso fazer para que eu chegue a ser eh mais assertiva nas questões orais. Eu não posso ignorar. Então, para que eu possa realizar o meu objetivo, para que eu possa avançar com esse paciente, eu tenho sim que começar organizar. E o corpo, como eu sei que ele influencia no Complexo oro facial, eu tenho que sim saber mexer nessas cinturas. Não tô falando que você vai pôr o paciente para andar, não tô falando que você vai fazer o paciente rolar, sentar, engatinhar, mas você vai manusear esse corpo para que ele possa ficar de uma maneira
organizada para você poder trabalhar com o seu complexo a facial. A fisioterapeuta vai organizar esse corpo para desempenhar a função do rolar, para sentar, para para Engatinhar, para andar. Ela vai fazer isso com o objetivo dela. E nós vamos fazer isso, esses ajustes corporais, não para substituir uma fisioterapia. Eu não tô fazendo a fisioterapia no eh no meu paciente. Eu estou organizando meu paciente para que ele me responda no complexo oro facial de uma maneira mais funcional, tá? Então vocês podem fazer isso sim, certo? Porque vocês têm um objetivo E se a restrição desse objetivo
tá no corporal, eu preciso remover essas restrições para que eu possa chegar no complexo orofacial e ele possa desenvolver as funções de estomatognáticas para que ele foi eh preparado. Então não tenham medo de mexer no corpo do paciente, ok? Porque se surgir alguma dúvida, se eu tiver alguma dúvida, eu posso Perguntar paraa fisioterapeuta, mas eu vou deixar claro para ele. Eu preciso fazer isso porque senão eu não tenho um complexo eh oro facial, eu não tenho sistema motor oral adequado para desempenhar a função que eu quero. Simples assim. Simples. Assim como se que a criança
tiver em determinada postura, extensora, flexora, etc e tal, seu paciente não vai sentar, ele não vai engatinhar, não vai andar, não vai ficar de pé e você tem Que modificar para que ele ganhe essas coisas. Eu também, enquanto for audióloga, eu tenho que modificar para que ele ganhe eh atividade eh o desempenho oral. OK? Então, convers com a com a psic com a fisioterapeuta, atendam de forma integrada, façam sugestões para ela, principalmente porque você tá vendo isso, mas muitas vezes ela não vê no atendimento dela. E aí eu vou falar e Vou apontar o dedo
para vocês. vocês têm que chegar lá e falar, porque quando eu fiz a fisioterapia, eh, eu percebi que na fisioterapia eles não sabem nada de complexo facial. E eu fiz a fisioterapia depois da fono. Eu era, eu fui, eu sou primeiramente eu sou fono, depois é que eu fiz a físio. E aí o que que a gente vê que na fisioterapia, principalmente nas questões de anatomia, nas aulas, etc., A gente vê muito essa parte e pouco daqui Para baixo. Na fonodiologia e na fisioterapia a gente vê, passa pela cabeça mal, não se fala praticamente de
muscular. O que você ouve assim é do céref, >> o orbicular por causa de uma eh a mandíbula que tá ali, o movimento da mandíbula. E aí, bem, do pescoço para baixo, pau, pauleira. Mas isso aqui eles não vê, não olham. Então o que que a gente tem que fazer? A Gente tem que chegar lá, falar: "Olha, vamos integrar, vamos trazer", tá? Porque vocês estão vendo isso, o compromisso é corporal, postural, como interferem no complexo orofacial. Vocês têm que chegar na fisioterapeuta e falar que isso é importante para ela olhar e ensinar ela a integrar
isso dentro da terapia, da fisioterapia, assim como nós, como fonudiólogos, integramos o corporal. Ou vocês acham que quando a gente faz esses ajustes posturais para Favorecer o complexo oro facial, a o paciente também não tá ganhando no corporal? Claro que ele tá ele tá organizado dentro de uma postura paraa realização de uma função, de uma função, de uma atividade funcional, assim como a fis organiza o paciente dentro de uma postura para realizar uma atividade funcional com a mão, uma atividade funcional com membro inferior. OK? Na quando a gente fala do DAP, se vocês Forem verem
o gerenciamento de tratamento, nós não temos a enfermagem e a fisioterapia. Nós temos a psicologia, nutrição, terapia ocupacional, médico e nem os cuidadores. Eu coloquei eh eles na aula porque a gente precisa quando a gente vai gerenciar deles. É o cuidador que muitas vezes ele sabe mais da criança ou do paciente adulto do que a própria família. ele que traz paraa gente as Informações. A fisioterapia, justamente para nos ajudar na questão corporal, a enfermagem que vão fazer, vai fazer aquelas manipulações muitas vezes invasivas, são eles que vão trabalhar. Então a gente precisa desse pessoal também
dentro da nossa equipe, ok? E aí a intervenção fonudiológica, ela é bem isso, ela vai observar a questão orofacial, ela vai observar as questões corporais, mas a intervenção ela é aqui, ó, ela é no raciocínio Entre o que tá acontecendo com o complexo orofacial e com eh o aspecto corporal. É aqui que eu vou intervir. O raciocínio, eu não vou pro complexo facial apenas, eu não vou só pro corpo oral apenas. Eu vou olhar os dois aspectos e vou observar como eles estão interagindo, porque é um corpo só, e vou saber quem está determinando o
quê, certo? para eu poder fazer a intervenção. É onde eu alinho, onde eu Trago informações do corporal, onde eu trago informações do do oro facial e eu integro as duas informações e a partir dessas informações que eu tenho, eu desenvolvo meu raciocínio e aí dentro desse raciocínio eu vou começar a minha intervenção, certo? Então assim, conhecer o desenvolvimento motor global, né? eh, global e o oral. É, eu já falei isso para vocês, é saber qual é o ponto de partida, porque se eu conheço, Eu sei onde essa criança tá, eu sei o que que ela,
o que que tá faltando para essa criança dentro dos ganhos orais e dos ganhos corporais. E aí eu consigo saber da onde que eu tenho que partir e dali para onde que eu vou. Certo? Eu vou identificar tudo isso na criança para eu estabelecer essa meta, identificar aonde essa criança tá para que a gente possa então partir e saber qual é o próximo passo, para onde que eu Tenho que levar essa criança, o que que ela precisa ganhar agora, certo? Então assim, olhar esses problemas eh da de alimentação e habilidades motoras orais dentro de um
contexto que envolve todo o corpo. Que eu falei para vocês, muitas vezes a gente olha pro problema de alimentação, você olha pra boca, pro complexo oro facial e esquece que todo o corpo tá participando daquilo, certo? Então, problemas que afetam o desenvolvimento Motor normal influencia no complexo eh oro facial, porque tá tudo conectado. Isso é uma coisa que tá colocado lá em 2002 pelas Susanimes, ó, lá atrás. Antes disso, ela já tinha um outro livro dela, de acho que 1980, uma coisa assim, ela também já falava isso. E aqui a gente tem o castilho, né,
que para ele, isso é uma é uma frase dele, né, que a medicina é uma arte. A reabilitação neurológica é a arte de Descobrir através do contato e da observação que pessoa está atrás da etiqueta, que pessoa está atrás do diagnóstico, certo? Então, trabalhar com reabilitação é isso, é observar e tentar identificar, porque nós temos um rótulo e eu não trabalho com com o rótulo, eu trabalho com um ser humano, com uma pessoa, certo? O diagnóstico ou a etiqueta, que nem o Castilho fala, é só uma maneira de falar o que ele tem, Mas não
define quem a pessoa é, certo? Eu não tô trabalhando com a patologia, tô trabalhando com um ser humano, com uma criança, com paciente jovem, com paciente adulto. E eu tenho que respeitar que eles têm eh experiências diferentes, eles têm eh repertórios diferentes, de culturas diferentes. Então eu tenho que descobrir quem é aquela pessoa com quem eu tô trabalhando, tá? Por isso a Individualidade. Então, os recursos terapêuticos eles devem ser sempre eh utilizados com critério que vocês vão ver, não apenas assim de acordo com as necessidades, mas sobretudo com as possibilidades. Olha lá, gente, voltando de
novo, recurso terapêutico para favorecer o aparecimento das possibilidades, né, de cada criança no momento presente. Eu vou buscar, eu vou tirar dela aquilo que ela pode me dar. E a gente tem Sempre que tentar, né? Independente do paciente, por mais que falem: "Ai, não sei, parece que estabilizou, não vai pra frente, o quadro é muito sério." Você não é a pessoa, só ela pode dizer para você aquilo que ela é ou não é capaz de fazer. Por mais que você tenha um diagnóstico péssimo, e eu tenho um caso de um diagnóstico terrível aqui, que ele
praticamente assim falou: "Não é assim que as coisas funcionam. Meu diagnóstico pode ser ruim, mas isso não Me representa". E ele mostrou pros médicos que ele era muito mais do que aquele simples diagnóstico que praticamente colocava ele como eh, como que é? Eh, incompatível com a vida, certo? Então, a gente tem que tá sempre buscando e trazendo essas eh isso paraa nossa terapia, né, do indivíduo e da superação, que só ele Pode me dizer aquilo que ele não é capaz de fazer. Eu tenho que oferecer, oferecer, oferecer, buscar, buscar e aí eu vou vendo aonde
ele tem, onde onde dá para ir, aonde não dá. E a gente vai se ajustando e vamos caminhando. Os princípios então da abordagem terapêutica do castilho seria a terapia do complexo oro facial. Realmente você olhar paraa terapia eh eh orofacial, lembrando, levando em consideração, então, as patologias de origens Centrais, periféricas, né, que vão eh influenciar no desempenho oral, mas sempre em relação ao aspecto corporal. Então você tem a patologia, ela tá afetando o complexo orofacial, mas olha também pro corporal, né, sempre em relação à terapia corporal e a terapia corporal também olhando pros desvios do
desenvolvimento neuropsicomotor. Então é uma via de mão dupla. Eu olho do corporal pro oro facial, porque daí que eu falo que a Fisioterapeuta tem que tá olhando para isso. Ela tem que tá olhando como ela tá eh eh promover, tá desenvolvendo capacidades motores e como isso tá repercutindo dentro desse todo, inclusive no complexo oro facial. E a a o complexo a maneira como nós estamos trabalhando, como isso tá repercutindo dentro dessa dessa desse corporal. Às vezes vocês têm, e eu não sei se alguma de vocês já passou por isso, Vocês têm crianças que t seríssimos
perinatal no momento que nasce, a criança fica lá toda hipotônica, ninguém sabe se aquilo realmente foi importante pra criança, se vai trazer algum problema neurológico. Alguns acreditam, não vai, mas ainda não dá para saber porque o cérebro tá edemaciado, não dá para fazer uma ressonância, uma uma tomografia, tal. Então fica aquilo. Mas quando você entra para fazer a terapia E você entra na cavidade oral do paciente que você toca, às vezes ele tem uma resposta tão exarcebada, ele desorganiza todo o corpo dele e você olha, fala assim: "Pensa, essa resposta não é uma resposta adequada
porque uma criança que vai ter um desenvolvimento motor normal". Então, a maior parte das vezes nós temos já uma previsão de diagnóstico primeiro que as outras áreas que estão esperando, por exemplo, o cérebro edema, Encefálico diminuir, o paciente que tá ali numa hipotonia, né, para ver para que ele vai evoluir, se vai evoluir eh para um tôus mais normal, se vai evoluir Não se sabe, vai fazendo os exercícios, mas não sabemos. Porque a hora que você toca o complexo oro facial, que você entra, que você toca, aquela criança se desorganiza inteirinha. O que que ela
tá mostrando para você? Eu não tenho capacidade de lidar com Esse estímulo intraoral. Esse estímulo intraoral é muito forte para mim. Então, limear de entrada deles é muito eh baixa, por menor que seja, o estímulo entra e eles Então ali a gente já tem uma ideia de que essa criança realmente pode sim ter outros compromissos, né? Terapia manual, gente, vamos pensar então que a gente falou até agora, a Nossa terapia é manual. Castilho Morales, ele vai usar tato, vibração. Todo terapeuta Castilho Morales vibra e não é com uso de vibrador, é com a mão. E
nós temos que aprender, se a gente não consegue, nós temos que aprender a desenvolver esse essa capacidade de vibração com as mãos. Porque se eu, olha, eu tenho tato, já vou voltar nisso, o Eu tenho tato, a vibração, deslizamento, tração e Pressão. Tudo isso tá me dizendo o quê? que eu tenho, que eu estou trabalhando em cima de receptores. Eu estou trabalhando em cima de receptores de superfície, de receptores mais profundo que respondem ao tato, a vibração, receptores mais profundos nas articulações. Então eu uso a vibração porque a vibração ela faz com que o estímulo
chegue mais profundamente Naquele receptor que tá mais baixo, né? Deslizamento. Quando eu faço modelação, eu faço deslizamento. Eu tenho tração na pele, tenho receptores que respondem à tração, eu tenho receptores que respondem à pressão. Certo? Então, eu tô embasada dentro de uma neurofisiologia. Em cima desses receptores, eu tô eu estou fazendo um trabalho de modelação Que for respaldada dentro de uma neurofisiologia que eu tô usando os receptores para mandar essa informação através desses receptores sensoriais para mandar essa informação pro cérebro e me ajudar a organizar essa musculatura, tá? Todo então esse contato, vibração, deslizamento, eles
são combinados com o quê? Com a técnica da calma motora. É como eu vou tirar um paciente de repente De um padrão extensor com a comunicação. E aqui eu não falo da comunicação em si eh, oral, é a comunicação que você estabelece com o seu paciente dele entender que ele, mesmo sem falar, ele está sendo compreendido por você. Porque para ter comunicação eu tenho que ter duas pessoas, né? tem que tá ali. Então, se ele percebe que quando ele faz determinado movimento ou determinado choro ou alguma coisa, você interagem Com ele, ele conseguiu se comunicar
com você. Então, estabelecer códigos com ele, né? conversar com esse paciente sem pensar se ele tá entendendo ou não e antecipar para ele aquilo que você vai fazer, independente da idade. Independente da idade. Olha, agora eu vou fazer isso aqui com você. Quando é bebezinho, a gente, pô, eu, ele tá entendendo pouquíssimo, mas eu tô falando para ele, eu vai escutando. A Tia vai tirar sua roupa, a tia vai mexer no seu braço, a tia vai mexer no seu rosto, agora eu vou colocar o meu dedo dentro da sua boca, olha, isso aqui é doce,
isso aqui é amargo, isso aqui é salgado, coisa. E pro paciente maior, eu vou falar, posso tirar pedir permissão para entrar no corpo do outro? Você tá entrando no corpo de uma pessoa, pedir permissão. Eu posso fazer determinada coisa, eu posso colocar, meu Dedo tá com luva, eu vou colocar tudo bem, posso colocar? E não simplesmente chegando e enfiando a mão dentro da boca da pessoa ou da criança ou do bebê. bebê. Inclusive, eu tenho algumas restrições, esse negócio de muita informação intraoral, mas da criança e da do do adolescente, do jovem. Então, você conversar
e pedir permissão, tudo bem que eles podem até em Determinado momento falar: "Não, não quero não. Então vamos fazer um combinado porque eu preciso fazer e você também precisa fazer, porque senão a gente sabe que assim como nós, ninguém gosta de fazer aquilo que é difícil, né? Mas você conversar, pedir permissão para esse paciente antecipar aquilo que você vai fazer é muito importante. É respeito em relação ao outro, tá? Eles não são simplesmente às vezes eh bonecas ou que eles estão por causa de uma Determinada lesão, alguma coisa, eles estão ali, paciente adulto, ainda mais
ainda, porque tem gente que fica conversando com eles como se eles fossem criança. Ele é adulto, eu tenho que trabalhar com ele, falar com ele como uma pessoa adulta. Ai, benzinho, você não vai fazer, vamos comer a comidinha agora, não sei o quê. Quanto que eu vi e quanto que eu já vi. Eu ouvi de queixa de paciente falar: "Ela vem, ela me tratar que nem uma criança". Então eles continuam sendo uma pessoa de 50, de 60 anos, continua sendo uma criança de três, de 10 anos, certo? Então, a gente tem que nos eh sempre
eh eh observar a nossa conduta em relação a essa interação com eles para nós sermos adequadas. H, então, sempre trabalhar também. E aí a gente vai trabalhar a comunicação, a Modelação corporal e oro facial, que a gente vai modelar, organizar essa musculatura para que essa essa cadeia muscular possa entrar e e trabalhar de forma adequada com esses músculos, né? O impulso distal a gente vai usar que a gente já viu as zonas motoras. Que que é as zonas motoras? Que que você faz? Você ativa primeiro você organiza. Organiza todo o aspecto, organiza a parte orofacial.
Depois que ela tá organizada, você ativa, ativa a Contração muscular, ativa aquele grupo muscular de uma maneira quando ele já está em relação organizado em relação à origem e inserção, sem repercussão nenhuma de qualquer outra parte nem de corporal ou músculo de músculo no corpo, eh, oro facial, que ele tá compensando porque um não tá trabalhando bem, o outro não tá. Então eu organizo e aí eu vou ativar. Certo? Através das zonas motoras e o controle oral, que a gente já falou Alguma coisa sobre isso. Agora o que eu vou falar não é Castilho Morales,
mas eu posso associar dentro do nosso trabalho, né? Como não é um curso específico de castilho, então eu vou falar que lógico que a gente pode a gente pode associar a tudo isso, a essa organização, a todo esse raciocínio, a eletroestimulação, respeitando todos os parâmetros que ela exige, inclusive em relação à idade, que tipo de corrente que você vai usar, eh, né, e a idade do paciente que você Tá aplicando, a fotobiomodulação. São muito 10. Uso de bandagem vai usar a bandagem e placas palatinas. Placas palatinas é castigo morales, certo? Então aqui a gente começa
a ver o que é a calma motora. Então, eu tenho essa essa essa esse tipo de manobra de organizar a postura da cabeça em Relação ao tronco, melhorando a questão dos receptores cervical, que a gente chama de calma motora, que traz por quê? Porque a criança pode estar extremamente incomodada em padrão extensor e quando ela entra dentro e a parte depois dessa manobra, essa criança muda o padrão respiratório dela, melhora o contato visual dela. Então a cabeça, a cabeça, os pés, as mãos, eles vêm pra linha média, né? Porque você tá ativando a Musculatura do
tronco e tá trazendo ela pra organização. Lembra que a simetria organização é ponto pra gente poder dissociar? Então eu vou organizar, vou trazer essa criança pra linha média, né? Então vai melhorar o alinhamento corporal. E aí é a manobra que vocês estão vendo o Castilho fazer, que uma mão vai na região hospital e a outra vai em cima do externo. Geralmente aqui na na no meio, na parteia parte mais externa, mais inferior do externo, que a Gente vai fazer essa pressão. É, eh, e aí a gente vai treinar essa calma motora, porque se eu falar
agora, vai ficar muito abstrato para vocês, mas a gente faz essa estimulação e traz. Então aqui é o castilho com a mão fazendo no boneco, né? Eh, a calma motora, como se fosse uma criança no próprio colo dele que dá aqui, ó, que dá para fazer, fazendo num paciente adulto no chão, fazendo a calma motora. Aqui eu tô fazendo a calma motora numa Paciente que tem uma alteração visual bastante importante e aqui numa criança que que tem eh um compromisso neurológico bastante importante, eh com tô bastante elevado, ele é microcefálico e olha a resposta que
ele faz quando eu ativo e faço a manobra da calma motora nele. Olha o bracinho dele. Aí eu vou conversar, comunicação. Voltei. E aí eu vou soltar de novo. Olha lá. Porque é uma criança que tem um tôus bastante alto. Vou liberar, vou modelar. para que a articulação dele ainda fique mais livre. E vou fazer a calma motora de novo. Olha lá os braços, trazendo ele para padrão flexor. >> Quando a gente pensa na no reflexo de mouro ainda presente, não integrado, isso seria bem fundamental fazer nas crianças. Exatamente isso mesmo. Muito, muito Importante. Você
traz ela paraa organização. Tudo aquilo que ela fez, quando você faz, ele vem e se organiza. >> Ela vai ver, vai se organizar. Tem um bebê que ele vai fazer dois anos agora, semana que vem, passou 10 meses internado, aí pulou essa. Ele não começou a mastigar agora depois das terapias que ser realizadas. Só que a gente percebe, tipo, toda segunda-feira já, aí segunda-feira dessa semana eu cheguei Pra família, o que que aconteceu que essa criança ela tava assim, eu tocava nela, ela já tava assim, ó, ela já fazia assim. E eu tentando ali eu
e não conseguia fazer os movimentos que eu faço, eu falei assim: "Vocês aí como o pai veio pela primeira vez assim e o pai passou o final de semana em casa, assim, ai pai, você brincou bastante com seu filho, né? Ele: "Ah, foi bom demais. assim, com certeza você deve ter ficado jogando ele assim Para cima toda hora. O pai arregalou o olho assim, por quê? Eu falei: "Você fez muito ou pouco?" Ah, foi o dia todo ontem brincando com ele. Aí na segunda-feira ele chegou, o bichinho tava duro e quando você tocava nele, ele
ficava assim, a mãozinha dele abria, como fosse um. Aí eu falei assim: "Jesus, o que que eu faço?" Não consegui fazer nada na terapia, foi mais lúdico mesmo, porque ele não me permitia tocar nele. Eu não sabia como relaxar ele, Sabe? por onde você ia começar, né? >> Por onde que eu vou começar para organizar essa criança para poder entrar nesse corpo? >> É exatamente isso aqui, gente, fica a critério de vocês. É um vídeo de calma motora. É um vídeo mais antigo, mas é o próprio Castilho fazendo a calma motora. Vocês querem ver ou
ou a gente segue? E que vocês ó, minha sugestão, eu acho que a gente podia ver o vídeo e por Conta do horário que a gente tá desde manhã, >> que agora você vai começar na parte prática, né? >> Prática. Agora vai. >> E eu acho que a gente poderia agendar um outro dia, >> tá? >> Pra gente fazer essa parte prática, >> tá? >> Que que você acha? >> OK. Eu acho legal porque vai fechar hoje Com esse vídeo do próprio Castilho >> trabalhando, >> né, fazendo a calma motor. Eu só vou falar para
vocês que essa criança que ele tá trabalhando, vocês verem o potencial, o que causa uma esse essa manobra paciente. E isso não é na criança, é no adulto também, porque eu já trabalhei com o adulto e já apliquei calma motora no adulto. E tive falodiólogos que trabalham comigo, que eu ensinei e que faziam em pacientes Maiores, né, Lu? A calma o motor e como eles respondem. Então, acho que vai ser muito legal a gente fechar com esse vídeo. Essa criança, ela é normal, ela tem acho que um mês, se eu não me engano. E vocês
vão ver que através da calma motora, como essa criança se organiza e faz uma proposta motora muito além da idade cronológica dela. Mostrar para vocês. Vamos lá. tá em espanhol, mas o Castilho tem um espanhol muito bom. Gente, esse esse Vídeo é uma relíquia, tá? Ele tá falando da fundação dele, né, Raio de Sol e a Sansonhe que tem na na Alemanha. [Música] Pediatr unersid Paris Ortison una for investigonde a través de ciertas maniobras inhibenores cervicales La calma motora en la propia naturaleza del hombre naturaleza animalesora una manobra iniciimos alrededor de 45 intuitivo. La maniobra
es colocar manos una for determinada en la región external en direcudal ocital neurolic Cervical per la La calma motora significa que ni pue reaccionar fijando la mirada revise la calma motora adem sonr comunicar toda madre con fortene sus funciones inal La calma loavo, Corriendo la región occipital la regnalenta calma toda madre fortiva sabe lograr. la alimentación de un mes. Observamos como una mam conocursos de comunicarse a través de calma lo cambiaando lo visteando lo desviste. tratando corregir aquellas reacciones neurolicas Que son normales perondamente calma la posibil con manos a la haido tomeduca seguro nuestro concepto
observando la activad a su niordinario es la forocando su mano la región occipital la mano la regnal un mes de vida pueonder aa manobra La misma es aplicable a la neurolica no importa la edad importa la manobrencia la mano la región occipital deb y la mano regnal permite observaro es capaz de fijar la mirada porque se han inhibido recivical rela con la zona vestibular siempre evalué de esta edad o ao sie controra Pue un apoyo de codo parte inicial de enderezamiento al bebé lo calma a través de la zona auricular o hale con palabras suaves
es otra forma de calma. Vamos a observar de solo un mes de edad como haciendo calma motora lograr la postura sentama con una Blanco negro circular de edad solo observaci blanco negro contar su cabe la reacción manos a la con calma a nosa coordina corporal entonces un banco delante Solamente es una prueba observar la capacidonder a través de la calma motora ni sobre banco, un apoio simétrico de braços, apoiando codos e podemos observar como é capaz manobra de fijar o su mirada un controlo perfo de cabea reac para observar una posteriormente Manobra se puede usar
o la indicate integrante seguro nuestro concepto morales para trabajar con discapacinas. Não vou. Esperem. Não vão saindo fazendo isso nos bebês de vocês por enquanto. Vamos depois aprender a fazer certinho. Mas vocês viram o controle de cabeça dessa criança? Como é que ficou? a extensão do tronco, da coluna, como entrou e ele ganhou essa essa esse controle de tronco, o apoio de cotovelo Na mesa. Então, quando a gente faz é a calma motor e você atua dentro desses receptores, que nem o Castilho falou, cervicais, você inibe as ações que seriam teoricamente eh ruins paraa criança,
como eles conseguem responder de maneira positiva. Então a gente pega isso e traz isso para dentro da reabilitação, certo? Pensar que era um bebê de um mês que não senta, não tinha não, >> não tem controle de cabeça. Normalmente a coluna dele é completamente cpótica porque ele tem o padrão flexor, né? E aí, através da calma motora, eh, você consegue organizar num tanto essa criança que ela pode, eh, eh, eh, ela pode responder dessa forma. >> Uhum. Ah, só uma, um, uma curiosidade. Eu lembro que quando os meus meninos eram bebês, né, eles já tem
21 anos, sabe aquelas eh Chant chantala, chantala, maçala, chantala. tem porque ela tem um movimento que ela faz isso, que acalma o bebê e que >> na a gente só não tinha essa pegada da cervical aqui, >> mas ali aquele movimento me trouxe a memória essa >> da chantala. >> Da chantala. >> Exatamente isso mesmo. >> Legal. >> É muito parecido mesmo, tá? Eu uso muita calma motorando os meus adultos neurológicos como início de sessão para preparar, >> para organizar >> e usava muito nas minhas crianças de MO do consultório. >> Aham. Eu vou tentar
eh assim, vou só treinar, não vou fazer porque eu não sei, mas assim, as criança que eu tô falando para ti, que eu trouxe aqui, Uma, eu não consigo colocar ele de bruço. >> É, por eles têm uma resistência bastante bastante importante em relação a isso, né? O bruço para eles é um desafio muito grande. Eles têm que ter um esforço muito grande para vencer essa gravidade, para ir paraa extensão. Mas eu quero deixar uma coisa aqui para vocês, eh, antes da gente encerrar, rapidinho, para vocês irem treinando, porque é uma coisa que a gente
vai usar Depois, que é a vibração. Como que vocês vão treinar essa vibração? Então, tem duas formas que a gente pode fazer isso rapidinho, só para vocês olharem, para vocês fazerem durante esse tempo, porque quando a gente for fazer as manobras e coisas, vocês vão precisar dessa dessa dessa vibração. Olha, >> Maria, eu vou sair daqui, >> isso >> e vou mostrar para vocês onde que eu saio aqui. Isso é o >> vai mostrar aqui. >> Vou mostrar aqui. Eu vou fechar essa câmera e o áudio daqui e vou fazer ali que fica melhor para
vocês visualizarem, tá bom? >> Tá bom. >> Então, deixa eu fechar aqui. Mas qual câmera você vai usar para nós Vermos? >> OK. Tá >> da Maria. Então, P. >> Me vem. >> Sim. >> Ouv? >> Sim. >> Ok. Só tirar o som do Olha. Então assim, uma das maneiras que a gente pode fazer é assim, ó. Vocês peguem uma bacia de casa mesmo. >> Pode sair. Ela vai tirar o computador que a gente tava dando aula porque tá dando microfonia aqui. Eu vou sair dali da reunião e eu vou manter, vou ficar com vocês
aqui, tá bom? Então aqui, ó, eh isso aqui é uma bacia com água, uma bacia de cozinha, tá? Vocês vão pôr água nessa bacia e vocês vão apertar como se vocês estivessem tremendo. Então, o posicionamento do braço de vocês é muito importante. Lembra da manobra que então até a gente tem aquela de você fazer apertar uma mão contra a outra até para ajudar na derlotição, né? Então vocês vão fazer isso nessa bacia e vão tentar vibrar e essa vibração vai aparecer nas ondinhas que essa água vai fazer, tá bom? Não fiquem eh preocupados porque no
começo não é fácil mesmo, mas depois a gente consegue acertar. Então quando eu vibro, olha aqui, ó. Olha lá, Ó. Percebe? Deu para vocês verem? >> Sim. >> Ah, ok. >> Sim, sim. >> Ok. Então vocês vão colocar a mão dessa desse jeito, nessa bacia. >> Vocês vão pressionar e vão tentar vibrar. Olha aqui. Tá. E aí, o que que a gente consegue? Isso daqui, ó. Então, aqui é um meio pra Gente ver se a gente tá conseguindo vibrar. Uma outra forma que a gente pode fazer é usar uma bexiga. A bexiga ela ela é
mais molinha do que a bacia. Então ela parece realmente que a gente tá em cima de um tecido mais molinho, mais complacente, como se fosse a a a pele, né, do paciente, né? Então vocês vão fazer a mesma coisa. Não sei se tá dando para vocês verem uma bolinha aqui em cima. Acho que não, né? Quando você enche a bexiga, ela vai, eu Vou tentar trazer isso mais para perto, tá vendo aqui? uma bolinha. >> Sim, aquele espaço vazio sem completar. >> Isso, isso, isso. Quando você enche a bexiga, então você tem uma outra sensação
porque ela é muito molinha, então ela parece mais com o corpo, ó, para modelar, como se fosse realmente um corpo de uma pessoa, tá? O tecido do corpo de uma pessoa. E vocês vão fazer a mesma coisa aqui, ó. Ó. Ó lá. Mas quando a gente tá no corpo do ser humano, a gente vai fazer essa vibração em que parte? Toráxica. >> É essa vibração. Mas essa vibração que vocês estão fazendo, vocês estão treinando para vocês chegarem nessa vibração. É no ó. É essa vibração, essa vibração que eu uso quando eu vou fazer a modelação,
>> eu tô vibrando. Entenderam? Então assim, não é fazer na região torácica, você vai fazer essa vibração o tempo todo que você tá trabalhando com o seu paciente. >> Entendi. Agora entendi. >> Lembra? embora eu seja, >> é similar aquilo que os fisioterapeutas da micro na da osteopatia fazem na questão sacral. >> Mais ou menos isso, >> tá? >> É mais ou exatamente mais ou menos isso. Então o que que a gente faz? Olha, eu tô vibrando, ó. E por que que a gente não usa o vibrador? Porque o vibrador ele tem uma intensidade e
uma frequência contínua que não permite você mudar essa frequência e essa intensidade, porque a sua vibração ela vai ser mais forte ou mais eh ou menos forte, né, de acordo com que com a reação que o paciente vai dar para você. Você muda na hora. Às vezes eu tenho zonas eh orais que eu Vou ter que ter uma vibração mais forte e outras que eu vou ter que ter uma vibração mais suave porque ele responde muito rápido, entendeu? Então, a gente tem a gente tem eh que que adequar o nosso estímulo à resposta que eu
estou sentindo no rosto, no corpo do paciente. Então, por isso que não vale usar vibrador, né, com esse raciocínio, pensando que eu tenho receptores de vibração, que eu acho que é o Mesner, Que ele ele recebe a vibração, mas ele tem um esgotamento muito rápido. E eu tenho que, se eu não me engano, é o Passine, que é uma é um receptor mais profundo que tá lá nas articulações, que ele demora mais tempo para se esgotar. Então, quando eu penso na neurofisiologia do sensorial, eu tenho que ter a capacidade de mudar o estímulo para continuar
dando para esse paciente o estímulo sensorial que eu Quero que ele tenha para adequar eh essa região, esse músculo. Então, por isso que a gente tem sentir, ter olhos nas pontas dos dedos, né? Olhinhos, tudo com olhinho na ponta do dedo, né? A sensação que a gente tem do paciente, né? Eh, esses dedos são os nossos olhos. Do que que eu tenho que mudar? Então, por isso que não dá para usar o vibrador. Então, assim, eu passo para vocês, para vocês eh tentarem treinar, >> não não fiquem preocupados porque às Vezes é um pouco mais
difícil, às vezes o braço começa a doer. Todo mundo que que já passou por esse processo sabe que que é que é assim mesmo, mas vocês conseguem. O que pode o que não pode acontecer vocês eh desistirem. Por quê? Porque se você desiste e não faz, você tá tirando um estímulo que você poderia tá usando a mais no com o seu paciente, que você poderia tá chegando em zonas mais profundas, eh, de receptores mais profundas para você ter uma resposta Melhor sobre aquilo que você quer. OK? Então é isso. Tentar fazer pode ser na bacia
ou na bexiga. Tentam fazer porque olha aqui, ó. Ó, isso aqui, ó, é vibração, ó. Tô vibrando. Eu passei por todos esses processos e hoje eu vibro com a maior tranquilidade, tá? Que é um processo de aprendizagem. Certo? >> Certo. >> Vamos lá. E aí na próxima, na no nosso próximo encontro a gente pode já contar Que vocês estão começando a a vibrar. OK. >> Combinado? Fica a lição de casa. >> Fica a lição de casa com dúvida >> aí, meninas, eu vou ver com a Mariângela a data e coloco para vocês lá no grupo,
tá bom? Espero que vocês tenham possibilidade de estar nessa aula. Às vezes é acontece de não, né, não ser possível para todas, mas vamos tentar uma data que seja melhor paraa maioria, tá bom? >> Muito obrigada pela oportunidade, Raquel. Professora >> Maria Ângela, eu tô assim sonhando com o dia que eu vou poder fazer esse curso completo. Tomara que venha pro Brasil que sai mais barato para nós. >> É, vamos tentar aí pelo menos um presencial enxutinho assim, aí a gente >> já vai treinando. >> Exato. >> É verdade. Já é um já é um
upgrade. Vocês vão já sair com muita coisa. >> É, >> muito obrigada. Obrigada mesmo. >> Obrigada, MariaÂela, por esse sábado maravilhoso. Gente, eu acho que até bom a gente ter mais um encontro porque foram tantas informações e tão importantes e muitas delas eu acho que sendo ouvidas pela primeira vez da forma que foi colocada, que vale a gente rever com calma para chegar na no próximo encontro e aí tendo as dúvidas eh a gente aproveitar o Máximo possível aí da presença da Mariângela, né? >> Sim. Eu até tenho dúvidas que as a Thaís, que é
uma fono que não pôde estar presente, me mandou aqui, mas eu acho que a dúvida que ela colocou a gente vai conseguir tirar também na próxima prática, tá? OK. >> Tá bom. Então, >> muito obrigada, Mariângela. Obrigada. Obrigada a todo o pessoal de apoio que tá aí com você >> até agora, quase 7 da noite, pleno sábado. Tem uma e tem uma aqui. Aqui um apoio aqui também. >> Oi meninas, muito obrigada. >> E aí assim que a gente conseguir agendar eu já coloco lá para vocês a data, tá bom? Ótimo sábado. Você >> muito
treino, hein? Muito treino da vibração.