Olha só, a gente, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô, alô. Deu? Alô, alô. E aí, tudo bem? Vamos lá, queridos. Olha só, a gente vai encerrar o machado. Que que eu fiz? Eu separei para vocês aí duas obras, tá? Ã, porque é humanamente impossível a gente trabalhar todo o machado, tá? Não tem como. Então, eu separei eh duas obras, tá? Qual é o critério que eu Usei? as que eu mais gosto. Não, mentira, tá? Não é esse o critério, tá? O critério é as que mais aparecem, tá? Embora
a gente já tenha em Enem, no vestibular, eh, aparecido outras obras no machado, mas essas duas são as mais cobradas, tá? Então, olha só, para localizá-lo, estamos nesse período chamado de realismo. De realismo. E aí estamos vendo esse senhor chamado Machado de Assis, Joaquim Maria Machado. Machado de Assis, tá? Então, na sequência aí, pessoal, na aula passada a gente viu alguns, fiz alguns comentários gerais aí sobre as casísticas do autor, tá? Mas para que vocês entendam algumas coisas aí. Então, a gente vai bater um papo sobre essas duas obras que eu selecionei, tá? Memórias Postas
Brascubas e Dom Casmô. Tá joia? E eu quero fazer a questão do ano passado, quero fazer a questão do Vestibular do ano passado, a prova de sábado, não, de domingo de manhã, com o romance Memórias Postos de Brascubas, tá? Vamos bater um papo sobre ele. Começamos com esse romance aqui, ó. Memórias póstumas. Póstumas. de BR de Bras Cubas. O que saber sobre esse romance? Galera, olha só, importante, antes de mais nada, não esquece, ã, é uma narrativa em primeira pessoa, Tá? Lembre-se disso. E eu preciso chamar a atenção de vocês a respeito desses narradores em
primeira pessoa de Machado e Assis, tá? Então, narrado em primeira pessoa, a gente diz, galera, ó, na literatura que nós temos uma unilateralidade narrativa. O que que é uma unilateralidade narrativa? Só tem um lado da história, tá? E toda vez que nós tivermos um narrador em primeira pessoa em Machado de Assisto, a gente tem que Desconfiar, tá? Por quê? Porque ele é um narrador pessoal assim, ó, muito muito viciado sobre a perspectiva dele, tá? é um narrador assim, ó, muito eh induzido a contar coisas só que lhe convém, entenderam? Então, a gente tem que estar
sempre desconfiado, só tem um lado da história, tá? Então, a gente tem que estar sempre desconfiado sobre essa narrativa em primeira pessoa, tá? Quem narra essa história? Ah, deixa eu abrir um parênteses aqui, eu vou falar, eu vou Falar sobre isso aqui, tá? Agora aqui, deixa eu abrir um parênteses de uma coisa que eu não falei na aula passada, tá? Eu deixo para falar aqui, tá? H, narrado pelo só por Brascubas. Quem é Bras Cubas? Tá? Questão da UFSM do ano passado, tá? Ã, ele é um, ele é um defunto autor, tá? Ele é um
defunto autor. Como assim um defunto autor? Pessoal, gurizada, o Braz ele morreu e após a sua morte ele decide contar a história da sua vida. Isso não é uma coisa muito comum na na literatura realista, tá? A gente chama de quebra com a quebra com a veremilhança, tá? Esse esse realismo mágico, olha só, esse realismo mágico às vezes aparece como realismo fantástico também. A mesma coisa o maravilhoso também aparece aqui, tá? Ó, que é o fato de nós termos uma ruptura com a verosilhança. Tu lembra o que que é a verosilhança? expliquei na aula retrasada,
alguma na aula passada, acho Que foi, ã, é quando a veremelhança é quando você tem aquela fidignidade, aquela coisa que é verdadeira, aquilo que é real, tal, ó. E Machado quando coloca uma pessoa que escreve a sua história de vida após a sua morte, tá rompendo com essa verdade, tá? Isso não é uma coisa muito comum no realismo, mas o Machado faz, tá? O Machado faz isso aqui em alguns textos dele. Eu não sei se você conhece um texto chamado o espelho, tá? O espelho, pessoal, o Personagem ele não consegue ver o reflexo dele no
espelho, entendeu? Isso é uma coisa mágica. Isso é uma coisa fantástica. Todo mundo consegue ver o o seu reflexo, né? No espelho. Ele não consegue ver. Ele só consegue ver o espelho quando ele coloca uma farda. Ele coloca sua farda. Ele é um férias, né, do exército Brasil. Ele bota a farda, ele vê o reflexo dele. Isso é o mágico, isso é fantástico. Ã, a URGs tinha alguns anos atrás uma um conto do Machado chamado A Sereníssima República. Todo texto, pessoal, ele construí através de uma história meio que uma fábula em que as aranhas elas
votam. As aranhas elas têm uma república, tá? Em que elas votam para decidir quem é que vai ser a rainha das aranhas, quem é que vai ser a presidente das aranhas. Cara, a aranha não vota, entendeu? Então, o machado às vezes tem esses textos que rompem com a verdade. Então, esse texto é um exemplo disso, tá? Que essa Ruptura, vou botar aqui, ó, a ruptura com a verosilhança, a semelhança com a verdade, a versielhança, tá, professor? Isso aí é uma coisa comum no machado? Não muito, tá? São poucos os textos. Tô dando aqui os exemplos
mais clássicos, né? Mas são poucos textos que Machado trabalha com isso aqui, tá? Mas aparece, tá? aparece esse conhecimento da ruptura com a verosilhança, tá? E o Bras Cubas, então, pessoal, depois da morte, ele decide fazer uma profunda Autoanálise, tá, sobre a própria vida dele, tá, fazendo uma grande retrospectiva da sua história de vida, tá, da sua existência. Então, lembra disso, ó, em primeira pessoa, ele faz, ã, o que seria uma uma profunda análise, tá? faz uma profunda análise da própria existência, análise da própria vida, tá? Da própria vida. E ele é muito severo com
ele mesmo, tá? Tentando realmente trazer alguns argumentos eh sobre a sua vida, né? Enfim. Ã, O Brascubas não esquece, ó, ele é um legítimo representante. BR é um legítimo representante da burguesia. Quem por acaso teve contato com esse texto? O próprio Bras Cubas diz no romance, né, ó, nunca precisei ganhar o meu dinheiro com só do meu trabalho, nunca precisei trabalhar na minha vida, tá? Então, olha só, legítimo representante da burguesia, tá? Essas pessoas que que vivem, né, desfrutando a fortuna da família, Pessoas que não precisam estar numa segunda-feira às 18:10 estudando para fazer uma
faculdade, né? Porque sabe que não precisa trabalhar, sabe que vão viver o quê? Nos investimentos da fortuna da família, né? Não vão ficar se preocupando em fazer uma faculdade. Esse tipo de pessoa é Brascubas, tá? Ele tá lá realmente desfrutando as oportunidades, desfrutando, né, a fortuna que a família dele teve e guardou durante toda a vida, tá? O Brasil ele é um filho desejado, tá, galera? Ó, na infância, eu vou trazer uma pequena retrospectiva aqui da vida dele, tá? Ó, lembra? Na infância ele era conhecido como o menino diabo, questão da prova da UFCM. O
UFCM cobrou isso aqui, ó. Na infância era o menino. Olha aí, ó, pessoal, o menino diabo. O guri era a encarnação do demônio, né? Fazia horrores. Ele quebrou, a questão do Fen cobrou esse trecho. Ele quebrou a cabeça de uma escrava com uma colher de pau Porque ela não quis dar doce para ele. Tá, gura, terrível, demônio. Tá mal educado porque a família não deu limites, porque a família, né, ó, não exigiu educação do menino, né? Não deu educação adequada, né, ó. H, eu destaco as paixões da adolescência. Isso aqui é legal, ó. H, as
paixões eh na adolescência ainda jovem, tá? Vou botar aqui na da juventude, tá? Porque ele é um um jovem ali. As paixões eh da juventude. Da juventude. Ele fala que ele foi um jovem de de muitas paixões. O destaque, pessoal, para Marcela, tá? Lembra? Olha só. E aí tem aquela frase famosa, né? O destaque para Marcela. Quem era Marcela? Marcela era uma cortesã. Quem eram as cortesãs? Eram as prostitutas de luxo da época, tá? Uma cortesã. Uma cortesã. E aí tem aquela frase famosa, né, que o Braz diz, né, a Marcela Mir durante 15 meses
e 11 contos de réis. Acabou dinheiro, acabou o amor, né? O pai do BRZ sabendo, percebendo que o filho tava fazendo literalmente um desfalque nas suas economias, né? Ó, pega o filho, bota navio e manda estudar direito em Portugal, tá? Formou-se em direito, nunca exerceu a profissão, tá? Lembra que ele, tô falando da história dele, tá? Algumas coisas importantes, ó. Formou-se em direito lá em Portugal, tá? H, cursou o curso de direito, nunca Exerceu a profissão, aproveitou que estava na Europa. Eu não julgo, eu faria a mesma coisa de jeito maneiro, eu via julgar uma
coisa dessas, né? Aproveitei, aproveitando que tava na Europa, foi fazer o quê? Foi fazer um passeio pelos países da Europa, né? Família rica, vai à Espanha, né? Arranja uma amante na Espanha, vai à Itália, arranja um amante na Espanha, na na na Espanha, vai a Inglaterra, arranja uma amante na na Inglaterra, passeando, né? e aproveitando eh as oportunidades, né, de ser rico. Recebe cartas do pai dizendo que a mãe tava muito doente, que talvez se não retornasse ao Brasil o mais rápido possível, não pegaria a mãe viva, não encontraria a mãe viva, né? Ele volta
pro Brasil, ainda acompanha alguns meses de vida da mãe, a mãe morre. Muito frich, eu vou contar só algumas coisas por cima. Você tem um bom resumo aí no Teu livro, tá? E e o desfecho da história. E tô vendo os pontos importantes, tá? Volto para o Brasil, pessoal. acompanha ainda um tempo de vida da mãe, tá? A mãe morre muito triste na serra do Rio de Janeiro, questão da UFSM, tá? Na serra a família tinha uma chácara, uma espé uma fazenda na na serra no Rio de Janeiro, tá? Ali ele conhece uma pessoa, um
personagem bem importante, tá? Ó, ã, quando ele retorna da Europa, Ele conheceu pessoal a a Eugênia, conhece Eugênia, tá? Quem é Eugênia, galera? Muito importante isso aqui, tá? O FCM já cobrou isso. Olha só, Eugênia era uma moça muito bonita, tá? Uma jovem menina, tá? Ele adolescente ainda, tá? Ele já era um cara aqui de quase 30 anos nessa época, tá? Adolescente ali, ele seduz a menina, ele rouba uns beijos dela, né? Dá uns beijos na menina, tal, né? E numa manhã ele sai para passear com ela e ele percebe que ela manca de Uma
perna, tá? Ele pergunta para ela: "O que? Você machucou a perna, né? Você machucou o pé?" E ela disse: "Não, eu sou coxa desde desde que eu nasci". Ela era deficiente física, ela tinha uma perna mais curta do que a outra, entendeu? E esse crápula, esse sujeito ã inescrupuloso, tá? Ele faz um parágrafo inteiro, pessoal, através da repetição de uma frase, ela caminhando, aquela Famosa frase do texto que ele diz assim, ó: "Por que Bela se coxa? Porque coxa se bela? Porque Bela se coxa? Porque coxa se bela?" É ela caminhando, galera. Entenderam? Né? Esse
é o esse a história que a gente tá tá lendo, a história desse, desse sujeito, tá? Então, lembra, pessoal, a Eugênia é a menina, a já cobrou isso aqui. Quando eu falo cobrou, tipo, aqueles vestibulares remotos antes daquele período sem vestibular, tá? Ó, essa menina, a menina coxa, tá? A menina Coxa pergunta a vocês, é possível no romantismo nós termos uma menina deficiente física, uma mulher deficiente física? Não, porque as mulheres são idealizadas, né? No realismo pode pode, entendeu? Ó, isso aqui é a antiidealização, tá? Lembra disso, ó? A anti, essa anti idealização, lembra dessa
antiidealização, tá? Isso aqui já apareceu em concursos de vestibulares, tá? Estamos falando de Realismo, em que as mulheres podem ser antiidealizadas sem problema nenhum, tá legal? Que mais que eu tenho que saber? Ah, tem que abrir um parêntese bem grande aqui, ó. Ele não fica com ela, tá? Por causa da deficiência física dela, tá? Ele não fica com ela porque ela tinha esse problema, né, de deficiência. Eh, volta, né, pro Rio de Janeiro e ele que eu escrevi de bobagem aí? Me ajuda, tá? Me ajuda que eu tô Com eu o seu é ótimo. Me
ajuda aí que eu tô numa gripe, uma pechadeira que tá louca. Obrigado. Sempre importante a participação de você em sala de aula. conheceu Eugênia, tá? Não esquece da Eugênia, tá? Obrigado. Ã, galera, ó, preciso falar de uma coisa importante, tá? Assim como José Delencar tem um perfil de mulheres, Machado também tem um perfil de mulheres, tá? Ele conhece aqui, pessoal, também nessa época a Virgília, tem que conhecer Virgília, tá? Também conheceu. Deixa eu escrever certo agora, ó. Conheceu Virgília. Quem é Virgília? Virgília, pessoal, eh, representa o perfil, não é a única, tá? Não é a
única mulher. Tem outras também. Marcela também se enquadra aqui, tá? Eu gosto mais da Virgília, mas olha só, perfil de mulheres de mulheres machadianas. Como é que são essas mulheres machadianas, professor? Ó, como é que são essas mulheres machadianas? São Mulheres, pessoal, vou vir aqui, tá? Interesseiras. Interesseiras. Mulheres, pessoal, dissimuladas, dissimuladas. Mulheres, pessoal, falsas, muitas vezes adúlteras, adúlteras, enfim, esse é o perfil de mulheres de machadiana. Machadora essas mulheres manipuladoras, né? Mulheres que mentem, né? Que articulam os seus interesses, né? Enganam as pessoas por interesses próprios, tal. E a Virgília é um exemplo disso, tá?
Para você terem uma ideia, até ele se envolve com a Virgília, eles têm ali um envolvimento. A Virgília não casa com o Bento. Aqui nós temos um triângulo, ela acaba casando com o Lobo Neves, né? Falei na aula passada, lembra desses triângulos amorosos? Ó, olha o triângulo amoroso que aparece aqui, que vai ser composto por três personagens. A Virgília, A Virgília, o lobo Neves, que é o corno, tá? O lobo Neves e o Brascubas, tá? Mesmo casada, pessoal, a Virgília vai lá se envolver com seu ex-namorado ali, vai se envolver com o braço cubas, ela
vai ficar grávida do braço cubas, ela perde a criança, tá? Ela acaba abortando a criança, tá? Então tudo isso é contado aqui. Olha, esse triângulo amoroso, é importante lembrar, isso é uma característica do machado, né? V outro colocar esses triângulos amorosos aqui, Tá? Ã, o BRZ ele reencontra, isso aqui é importante também lembrar, ó, o reencontro, o reencontro com o Quincas Borba. para tudo que tá fazendo. E presta atenção aqui, tá? O reencontro com Quicas Borba, tá? Quem era o Quincas, pessoal? O Kikas Borba era um amigo de infância do Brascubas e se conheceram ainda
no colégio, estudavam na mesma escola, tá? Diferente da família do Brascubas, que continuou cada vez mais Acumulando bens, né? Acumulando fortuna e se transforma uma família muito rica, cada vez mais rica. A família do Kingas foi à falência, eles perderam tudo, tá? E o Kingas virou um mendigo de rua. Ele encontra o Brasar nas escadas, né? Ó, o Bras fica muito surpreso, né? Com a a vida do amigo, tal. Dá uns trocados para ele aí, né? O Kingas rouba um relógio do Brascubas, né? Ó, e eles não se encontram mais, né? Passam-se alguns meses e
o Kingas Reaparece lá na casa do Brascubas, pessoó rico de novo. E a gente descobre que ele recebeu uma herança de um tio dele lá do interior do rio do do de Minas Gerais, tá? e voltou a ser um homem rico, tá? Por que que eu tô falando isso? A galera que vai fazer a urgs, cuidado, essa é uma das mais famosas relações intertextuais da obra de Machado de Assis. É, a gente chama de um crossover, né, entre as histórias, né, em que Machado escreve Memórias Pósson de Brascubas no ano de 1881, lembra que é
a obra que inaugura o realismo no Brasil em 81. 10 anos depois, Machado escreve uma outra obra chamada Quincas Borba em 1891, tá? E a URGs tá indicada como leitura essa obra aqui, tá? Eles podem fazer uma questão fazendo essa interrelação entre as duas obras? Sim. Por quê? Porque uma história tá dentro da outra, entendeu? Você consegue perceber que tem momentos em que Memórias Póstmas conta a história de Do Quincas e Quincas Borba tem momentos que conta a história de Brascubas, entendeu? A relação dos amigos ali, ó. Então tem uma interrelação entre esses dois textos.
Cuidado, isso é bem importante, tá? Então Quincas, pessoal, ã, de mendigo, né? Ó, ele era um mendigo. Um mendingo, professor. É um mendigo, ó. De mendigo vira filósofo. Vira um filósofo, galera. Vira um filósofo, né? Ele cria a famosa Filosofia dos humanitas ou simplesmente o humanitismo, tá? Humanitismo era o nome da filosofia dele, tá? Os alunos quando leem essa história perguntam assim: "Ah, professor, eu tento entender um pouco dessa filosofia do Quincas, esse humanitismo, eu não entendo nada, galera, não tem como entender, tá? É uma coisa totalmente absurda. O Kingas, ele é um sujeito extremamente
assim, ó, eh, um tanto quanto lunático, tá? E ele Inventa essa essa filosofia, tá? A partir da de uma série de mistura de pensamentos da época. Ele mistura o evolucionismo do Darwin com o positivismo do Conte. Ele faz uma bagunça ali de pensamentos filosóficos da época, que na verdade é uma crítica do Machado a alguns pensadores da época. E ele tenta explicar tudo isso através de duas tribos que disputam uma mesma plantação de batatas, tá? Então as duas tribos elas lutam, tá? Elas lutam. Aquela tribo que subjugar a outra tribo vai poder se alimentar daquelas
batatas e juntar força para cruzar uma grande montanha que tem o quê? Uma plantação de batatas. Por isso que o o lema dos humanitas é aos vencedores as batatas. É um troço que não tem pé nem cabeça, na verdade é uma crítica do machado a alguns pensamentos da época, tá? Eh, mas lembra disso aqui, isso aqui é importante, tá? O Braz, ele até conhece uma moça chamada em Aloló, né? E o Lália, tá? Eles não ficam, eles ficam noivos, mas ela acaba morrendo, tá? Ele não chega a casar com ela, tá? E se envolve na
política também, isso aqui é importante, tá? Ó, envolve-se na política, pessoal. Ó, Brascubas não é um bom político. Numa época em que nós tínhamos políticos medíocres no Brasil, tá? Então, claro, tô falando de século XIX, tá? Hoje em dia as coisas mudaram bastante. Hoje nós temos grandes Políticos no Brasil, né? Século XIX tinha político corrupto, absurdo, tá? Tinha políticos medíocres, tá? E o Bras é um político medíocre, tá? Enfim, isso foi passado e não era um bom político, né? Mas no final da vida, e aí veio o fechamento da história, ó, no final, pessoal, no
final, final da história, ele tenta criar um medicamento, tenta criar o implasto. Que que é um implasto, professor? É um medicamento Antihipocondríaco que curaria todas as dores do mundo, inclusive as dores do coração, tá? O implasto Brascubas, queria criar um medicamento, né? Oho implasto Brascubas não conhecia nada de farmacologia, não tinha noção, né, de produtos químicos, não conhecia nada, nada, nada, né? Sem inspiração nenhuma, abre as janelas de casa para pegar um pouco de inspiração, pega um vento encanado, pega uma pneumonia e morre de pneumonia. E a História termina aqui. Essa história de Brascumbas, né?
Enfim. E aí, gurizada, ó, olha só. ao longo da vida. E esse é o último capítulo do esse é o último capítulo do romance que a UFCM cobrou em 24. Olha só, duas questões consecutivas na UFCM 24 e 25. As duas estão aí. São as últimas duas questões dessa lista que tá na sequência aí tá em 24 o FC me cobrou isso aqui, ó. Ainda tô na dúvida se eu faço a D24 ou AD25. Daqui a pouco eu decido, tá? Olha só, o final da história é um capítulo de negativas, tá? Ao longo de toda
a sua vida, o Brascubas, pessoal, tentou encontrar grandes paixões, né? Não teve grandes paixões, né? Todas vezes que se envolveu com mulheres, foi sempre manipulado por essas mulheres, tá? Nunca casou, nunca constituiu família, tá? Brascubas, pessoal, fez a faculdade de Direito, nunca exerceu a profissão, nunca nunca trabalhou como advogado, né? H, Brascubas, pessoal, tentou entender essa filosofia do Quincas, não entendeu nada disso, tentou se transformar num filósofo, né, como o Quincas era, não conseguiu, né, tentou entrar na política, não foi um bom político, né? Tentou criar um medicamento. A vida toda esse cara, ele era
motivado por uma sede de nomeidade, uma sede de reconhecimento, tá? A vida Inteira ele buscou isso e nunca alcançou. Olha só essa sede que a gente chama sede de nomeada ou sede de nomeidade. Essa sede de nomeidade, galera, muitos personagens de machad são são motivados por isso, que é uma sede de reconhecimento. Reconhecimento. Brascubas queria passar pelas ruas e ser apontado com os dedos. Olha lá, ó. O Brascubas conhece Brascubas? Queria ser um famoso E ele nunca teve nada. Mas ele teve um saldo positivo. Qual é o saldo positivo? Não teve filhos. Esse é o
saldo positivo. Ou seja, não transmitiu as gerações seguintes a miséria da condição humana. Esse tipo de sujeito acabou. Ele é o último, não tem outro, entendeu? Ele é o último. Esse é o seu estado positivo. Não teve filhos. Questão da UFSM cobrou isso aqui, ó. A sede de reconhecimento, tá? Não teve filhos. Se O saldo positivo, né? Esse saldo positivo dele no final, no além, né? Ó, não teve filhos. Não teve filhos. A quem Brascuba não teve filhos. Ó, a quem Brascubas dedica sua obra póstuma. Aos vermes que pipeiro roeram essas frias carnes. Dedico essa
obra póstumas, né? Então, dedica os vermes queeram suas carnes, né? Porque ele não tem ninguém para dedicar essa obra, né? foi um Sujeito com uma vida medíocre, uma vida sem realmente grandes coisas, né? Essa é a história dele. Tranquilos, tá? Tudo que eu falei aqui, pessoal, tu responde. Tudo que eu falei aqui, tu consegue responder as duas questões da FSM, tá? Que estão na sequência ali. Eu quero fazer, mas antes eu quero terminar Dom Casmurro. Nesses minutinhos acho que eu consigo trabalhar contigo, Dom Casmurro. Tá? Então, vem contigo, contigo aqui, ó. Olha só, galera. Eu
eu acho que pode aparecer um achado de novo, tá? Esse ano no vestibularm. É muito possível que apareça em outros vestibulares aí até por questões lógicas, porque tá indicado como leitura, mas até mesmo dos vestibulares que não estão indicas obrigatórias, eu acho que é possível aparecer, tá? E no Enem também. Eu acho que essa obra seria uma obra legal de se cobrar, que é o romance Dom Casmurro. Vamos bater um Papo sobre esse romance pra gente imaginar o que que poderia aparecer numsm, por exemplo, ó, sobre Dom Casmurro, tá? O que saber sobre esse romance,
galera? Ó, esse romance também é narrado em primeira pessoa. De novo, ó, cuidado com os narradores de primeira pessoa, tá? Narrado em primeira pessoa. Quem é que conta essa história? Bento Santiago. Tá? Então, o romance é narrado por Bento Santiago. Bento Santiago. Quem é Bento Santiago, professor? Ó, um advogado de meia idade, tá? Um sujeito com seus 50 e poucos anos ali, tá? Um advogado, um ad ã um advogado que tenta ligar as duas pontas da sua vida, tá? É um romance de memórias, tá? Lembra disso, ó. Embora não esteja escrito no texto lá no
título, né? Memórias post memorial de Áries, tá? É um romance de memória, sim. Tá? Ele tá buscando as Lembranças, suas memórias do passado, tá? Então é um romance, ã, um romance, um romance de memórias, de memórias. E qual é a intenção dele? A intenção de ligar as duas pontas da vida. Ó, isso aqui é bem importante, essa intenção ã de ligar, ligar as duas pontas da vida. Essa é a intenção dele, as duas pontas da vida. E segundo ele, isso aqui é o trecho do texto, tá? Ó, e restabelecer na velice, na velice a adolescência.
na velice, a adolescência, ele se vê como um homem velho, tá? A adolescência, essa é a intenção dele. É um romance também de uma análise, de uma análise profunda, né, sobre a vida dele, sobre a sua existência, tá? E aí a gente pergunta, né, pros alunos, tá, qual é o tema do romance, tá? E os Alunos dizem: "Ah, o tema é o adultério." Verdade, pessoal, o tema do romance é Dom Casmurro, tá? Discute-se a questão do adultério, sim. Tá, mas o tema do romance é ele, é ele fazendo a autoanálise dele, tá? Vamos discutir sobre
o adultério. Eu quero só que você cuide uma coisa. Eu sei que a gente bater nessa tecla do adultério é uma coisa tipo, é sempre o mesmo, né? A gente discute isso, traiu, não traiu, não vem ao caso, tal. Mas eu acho que Tem outras coisas para discutir por trás dessa obra que são bem interessantes, que é, pessoal, lembra da promessa de dona glória? Isso aqui é uma coisa muito legal, tá? A promessa de dona Glória. Quem era dona Glória? Dona Glória era mãe, tá? A mãe do Bento. Para quem não sabe, Dona Glória, ela
teve uma primeira gestação, a criança não nasceu, a criança morreu, ela teve um parto, um um aborto espontâneo, a criança morreu, tá? E o Bento é o segunda gestação da dona Glória, tá? E ela faz uma promessa que se essa criança nascesse, se essa criança vingasse, essa criança ser padre. quando chegasse na época de de estudar e ela ia pro seminário, ia virar pátria. Então essa promessa, pessoal, de que o Bento, ó, o Bento deveria ser padre, deveria ser padre, é uma coisa legal se discutir. Por quê? Porque o Machá tá discutindo a questão do
sacerdócio obrigatório, que era uma coisa muito comum. Eh, muitas Crianças eram obrigadas a ser padre, muitas meninas eram obrigadas a ser freira, tá? Por desejo da família, entendeu? O Bernardo Guimarães, aquele autor lá de Escravisa Isaura, tem um romance chamado Seminarista, que é a mesma coisa sobre uma perspectiva romântica e agora sobre uma perspectiva realista, tá? Então Machado discutindo uma coisa que era muito séria nessa época, tá? Então olha só, o Machado aqui faz uma crítica, Uma crítica ao sacerdócio obrigatório, ao sacerdócio obrigatório, obrigatório, tá? E também, pessoal, essa falta, a falta de vocação religiosa,
né? A falta de vocação, de vocação religiosa, religiosa, tá? É isso que vai ser discutido aqui, que eu acho que vai além, tá? Vai além disso, mas de fato, tá, ó, discute-se essa dúvida aí com relação ao adultério, tá? O Bento acaba indo para o seminário. É lá no seminário por causa dessa promessa do Glória aí, tá? Lá no seminário ele conhece um grande amigo dele chamado Escobar, tá? Que também tá no seminário e não tem vocação religiosa nenhuma, tá? Tá lá obrigado pela família. E aí eles nutrem uma amizade muito grande os dois, tá?
Por quê? Porque eles estão passando pelo mesmo problema, estão ali fazendo uma coisa que eles não querem fazer. Pra felicidade deles, tá? Quem dá essa ideia É o próprio Escobar, tá? O Escobar diz: "Olha, tua mãe prometeu uma criança para Deus, precisa ser você, né?" Que que a dona Glória faz? Consegue um escravinho órfão lá, né? da família lá para cumprir, né, o a promessa no lugar do Bento. Bento sai, vira um advogado, caso com seu amor da infância, a capitolina, tá? O Escobar também sai do seminário, por coincidência do destino, casa com a melhor
amiga da da da Capitú, a Sancha, Né? E aí vão nascendo os filhos, né? Nasce o filho do Bento com a Capitu, nasce a filha da do Escobar com a com a sancha, né? Ó, alegria total, né? Felicidades, né? Ó. E aí acontece um fato importantíssimo que eu deixo para explicar aqui, que é uma característica do machado, tá? Que é a causalidade, galera. Ó, olha a questão da causalidade, tá? O que que é essa causalidade, professor? Ó, ã, é um fato ou fatos fato ou fatos Ou fatos que mudam a história, tá? que mudam a
história. Vocês moderninhos, vocês moderninhos vocês chamam de plot twist, tá? Ou lembro, você chama de plot twist, né? É uma rivraira volta, tá? É uma coisa que muda toda a história, tá? A história tava muito, muito bem sendo contada, todo mundo feliz, né? Gente rica fazendo aquilo que gente rica faz, tá? Felizes, né? Realizados. E qual é a revera volta dessa história? Qual é a causalidade dessa história Aqui? Tá, galera, ó, é a morte de Escobar. São três fatos, tá? A morte de Escobar, para quem não sabe, Escobar morre afogado. A morte Escobar, tá? Era
um exí nadador, nadava todos os dias, estamos falando do Rio de Janeiro, tá? Imagina calor, tá? Ele nadava todos os dias e ele morreu afogado, tá? O velório, lembra do seu velório? Tá? o seu velório e o choro contido de Capit, este choro contido de ca De Capitú, tá? São os três fatos, a morte escobar, o velório escobar e o choro contido capitu, tá? É aquela cena famosa, quem já leu o romance sabe, né? Tá lá escobar morto aqui, ó. Ó os pezinhos junto, ó. Dedinho cruzado, pronto para descer o tobo água, ó. Prontinho. Defunto.
Diante do defunto tá a viúva Sancha que chora descontroladamente. Seu grande amor morreu. Ao lado de Sanch Está sua melhor amiga Capu, que consola Sanche. Tá distante desses três personagens do defunto, da viúva e da Capitú, tá o Bento que ele olha esses três, três, três pessoas, né? tá muito triste, o melhor amigo dele morreu. E ele olha o defunto, olha a viúva e ele passa a olhar a Capit. E a Captu ela segura o choro, ela contém o choro. E o Bento se questiona, por que que a Ptu não chora se não chorasse pelo
defunto? Talvez não Tivesse uma grande relação com ele, que chorasse pela viúva que tá ali sofrendo, se compadecesse o sofrimento da sua amiga, tá? E o Bento não entende porque que tu segurou o choro, até que ela chora. E ela limpa rapidamente a lágrima e olha pro lado para ver se alguém percebeu que ela chorou. Uma pessoa percebeu o Bento e ele se questiona: "Por que que Capitu não mostra o choro? Não é que ela tá escondendo? Já sei. Ela era amante do Meu melhor amigo e ela não quer que as pessoas que estão aqui
percebam que ela tá sofrendo tanto quanto a viúva. E aí ele pira da batatinha, começa a encontrar chifre em cabeça de unicórnio, cabelo na cabeça do coca, né? Ó, coisas que não existem, né? Começa a imaginar coisas, imaginar coisas, né? E começa a mudar totalmente o seu comportamento, tá? Uma mudança total de comportamento de Bento Santiago. Ó, a mudança de comportamento, A mudança de comportamento torna-se, pessoal, um homem ciumento, extremamente era um bom marido, era um bom pai, né? Torna-se um homem totalmente ciumento, torna-se um homem, um homem ciúento, tá, queridos? Ele não aguenta mais
a situação. Olha só, o Alencar já tinha discutido isso, tá? E Machado volta a discutir isso aqui, ó. Olha os casamentos de aparência. Olha só os casamentos de aparência. Ele não aguenta mais. Eles brigam demais, né? Ó, de aparência. Surge até uma espécie de um relacionamento meio abusivo aqui dentro dessa dessa situação, né? Não de violência, mas de ciúmes extremados aqui, tá? O Bento para se matar, para se matar, ele bota veneno numa xícara de café, tá? E aquela cena que o Ezequielzinho, tá, o filho dele com a Capitu, saem para passear, eles voltam Do
passeio e o Bento tá com aquela xícara de café com veneno na xícara, tá? E o Ezequielzinho chega e se abraça nas pernas do pai e pergunta: "Pai, o que que você tá bebendo?" E ele diz: "Café, tu quer?" Ele dá café com veneno pra criança. Por quê? Porque o Ezequielzinho vai crescendo, ele começa a ver no rosto do Ezequielzinho traços do Escobar. Ele diz: "Não só a Capitu me traiu com meu melhor amigo. Esse guri não é meu filho. Esse guri é filho do Escobar. É igual a Escobar. E ele pensa se matar. Ele
não dá o veneno pra criança. Ele começa a chorar. Ele também não se mata. Daí ele começa a chorar e o menino pergunta: "Pai, porque tá chorando?" E ele diz: "Não me chame de seu pai, eu não sou seu pai". Ele fala isso pra criança. Entenderam? Aí nós temos a separação, tá? Não dá para sustentar mais esse relacionamento. Gente rica, tá? Capitu vai pra Suíça, Com Ezequielzinho, tá? Vai embora com o filho. Passam se anos, Capitul morre na Suíça, tá? Ezequielzinho volta e aí nós temos o reencontro entre pai e filho e o Bento dá
a sentença, tá? Estou vendo diante de mim novamente o meu amigo Escobar vivo. Escobar veio do cemitério me visitar. O Ezequiel era cara cuspida e escarrada, ou melhor, corrigindo, esculpida encarrara. Eu prefiro escupida escar, eu prefiro Cuspira escarrada, tal. Era cara compira escarrada do do o do escobar, né? Era igual a voz era a mesma, um tom meio afrancesado. Ele tá aqui, ó. Tá aqui a prova do crime, ó. Ou a prova da traição, né? A Capit me traiu. Esse GR não é, meu filho. É igual Escober. Entenderam? E aí vem esse essa coisa que
discute, né, a dúvida com relação ao adultério. O que que é pior? Pergunto para você. Você ter você saber que você foi traído ou você ter a dúvida? Experiência própria, dúvida é bem pior, tá? Acredita em mim, tá? A dúvida, pessoal, a dúvida com relação ao adultério, tá? A dúvida com relação com relação ao adultério, tá? O adulto. Lembrem-se, pessoal, só para encerrar aqui, tá? Ó, o final da história, na verdade, é o começo, tá? Então, quando ele começa a contar a história, todo mundo já tinha morrido, tá? O Escobar já tinha morrido, o Ezequielzinho
já tinha morrido. O Ezequiel vai morrer lá no Oriente Médio, tá? O Ezequiquiel morre no Oriente Médio. O pai até manda ali dinheiro pros pro velório, tal, né? Mas quando ele começa a contar a história, tá todo mundo morto. Capituto tá morta, o Ezequiel tá morto, Escobar tá morto, ele é um homem velho contando, fazendo uma retrospectiva da sua vida, tá? E o que se que se discute aqui, ó, é a dúvida com relação ao adultério. Mas não esquece o tema do romance é ele mesmo, Tá? É ele fazendo uma profunda autoanálise da própria vida
dele. Tranquilos, tá? Fica um bom ã um bom resumo aí da história, tá? Eu começo na aula de sexta-feira, eu começo pela questão, tá? Se vocês quiserem fazer, são as duas últimas questões ali, tá? A D24 e a D25 da UFSM, tá? É a questão número 14, não minto. É a questão número 15. Errei, ó. É a questão número 12 e a questão número 15, tá? A questão 12 e a questão 15. Aula que vem Eu começo por elas, pode ser? Tá? Escolham uma aí que daí depois eu faço. Questão 12 e a questão 15.
Fazer uma delas, tá? Depois eu decido. Questão 12 ou a questão 15, tá, queridos? Abraços. Não tem mais copa. Não queria falar disso, mas fazer o quê? Beijos. Alô. Oi, oi, oi, oi, oi, oi. Bora lá. Alô, alô, alô, Meus caros. Então, vamos lá, vamos dar sequência aí lá na página 21, aula 29, vamos trocar uma ideia aí a respeito de estrutura geológica. Bom, primeira coisa que, opa, que ficou alto. Primeira coisa é pensarmos estrutura geológica. Uma estrutura é algo que sustenta o relevo terrestre. A formação da estrutura geológica ocorre em tempo geológico. Então vamos
por Partes. Primeiro são, né, grandes plataformas que sustentam o relevo terrestre. Tá? Sustentam o relevo terrestre. São é aqui formada, né? em escala de tempo geológico, tá? Então, escala de tempo geológico, ou seja, tá muito longe de ser uma Proporção de escala de natureza humana, tá? se diferencia pela era de formação, pela composição e pelo tipo de recurso natural disponível. OK? Começando do começo, primeira das Estruturas são os chamados cratons, né? Áreas cratônicas, que eu vou chamar aqui de escudos cristalinos, tá? Os escudos cristalinos também podem ser chamados de crons. OK? Essas estruturas, pessoal, datam
do período pré cambriano. O negócio é tão velho, tão antigo, que simplesmente é da mesma idade da formação da crosta terrestre. Então, estamos falando aqui, ó, idade da formação da crosta terrestre. Antigo para caramba. OK. Aí idade então da formação da coroça terrestre, data lá do pré-cambriano, tá? Formadas, né? Formados aqui Nos EON. É um período dentro da era, né? chamado de arquiano e proterozóico. Vamos lá. Formação então mais antiga do planeta. Formação mais antiga do planeta. Composição basicamente rochas ígneas. e metamórficas, tá? As rochas eh eh ígnias e metamórficas que compõem os escudos são
base geológica de alguns tipos de relevo específico, tá? Então, os escudos cristalinos sustentam planaltos antigos, serras e montanhas antigas. Qual é o tipo de recurso geológico que eu vou encontrar aqui? Escudo cristalino. Encontram-se jazidas de minerais metálicos. Tá, tô falando aí em ouro, ferro, nel, mangarnês, prata, cobre, tá? São minerais metálicos encontrados nessas estruturas. Fechou? Perguntas não. Show de bola. Aí temos também as chamadas Bacias sedimentares. Primeiro, formadas no período paleozóico representam áreas de antigas depressões. que acumularam sedimentos consolidando Tal estrutura. sustentam relevos planáuticos, planíes e relevo submarino. OK. Qual é a composição aqui de
uma bacia sedimentar? A composição rochas sedimentares. vezes Recobertas por derrames vulcânicos do período mesozóico. Esse derrame vulcânico forma qual tipo de rocha aqui? Pergunta, pergunta aqui. Paleozóico, tá? Derrames vulcânicos do mesozóico. Essa esse derrame vulcânico aqui é uma Rochana extrusiva em cima da estrutura sedimentar. Fechou? Ah, Gabito, que que é rochana extrusiva? Tem que reassistir a aula da semana passada. Aí temos também aqui, ó, encontram-se recursos fósseis e aquíferos. Show. Anota aí, ó. O nosso gatinho tá Presente. Eu viu pessoas, dúvidas? Como é que isso na prática acontece, né? Assim acontece primeiro formam os escudos
cristalinos, intenso tectonismo e tal. OK? Entre os escudos, áreas de depressão. E aí o que que vai acontecer? Ações erosivas de interperismo, né? erosão que vão desgastar essas estruturas e vão começar a acumular sedimentos aqui. É a noite inteira que o bichinho fica assim. Que bárbaridade. Ninguém descobriu onde é que ele tá. Será? Fechou. Então aqui, ó, a gente vai encontrar a bacia sedimentar e aqui os escudos cristalinos. Essa é a estrutura geológica do Brasil. São essas duas divisões. E aí eu quero que tu anote aí, os escudos cristalinos representam um total de 36% da
estrutura geológica Do Brasil. Tá? E as bacias sedimentares, 64% da estrutura geológica do Brasil. OK? perguntas. Nada. Show. Vamos lá. Que que acontece também, tá? A bacias sedimentares dos escuros cristalinos, então, correspondem toda a estrutura geológica do Brasil. Que que é o clássico de prova, né? Bater nisso aqui, pessoal. Qual é o tipo de recurso que eu encontro em cada estrutura? E nem esse é o clássico. Tem que saber que que eu encontro em escudo, que que eu encontro em bacia. Falou em petróleo, gás natural, carvão mineral, bacia sedimentar. Falou em ferro, manganês, níquel, ouro,
cobre, escudo cristalino. Falou em rocha sedimentar, bacia sedimentar. falou ígne e metamórfica, escuro cristalino. OK. Existe entre o relevo terrestre um terceiro tipo de estrutura que não tem no Brasil, que é estrutura conhecida como estrutura de dobramentos modernos, tá? Os dobr modernos não Tem no Brasil, tá? Não tem no Brasil. Que que acontece? Os dobr modernos aqui são estruturas de estruturas dobradas por óbvio, no período senozóico, tá? ocorre apenas em bordas De placas tectônicas, bordas de placas tectônicas do limite do tipo convergente. OK? Ocorre apenas em bordas de placas tectônicas do limite convergente. Por isso
que não tem no Brasil. Por quê? Porque o Brasil não está em borda de placa tectônica. Fechou? Perguntas. Bom, que que eu vou encontrar aqui? Tá, rochas ígneas e metamórficas. e que sustentam o relevo de montanhas jovens. Tá. Escudo cristalino. Idade, dá para botar 1 bilhão de anos. Um escudo cristalino pode ter de idade. 700 milhões de anos um escudo cristalino pode ter de idade. Uma bacia sedimentar, 240 milhões de anos, tá? e um dobramento moderno, 60 milhões de anos são bem mais jovens. OK. Perguntas. Show de bola. Dito isso, matamos a charada no que
se refere à estrutura. Mas antes eu quero que tu acompanhe comigo no mapa da página 21. para eu fazer algumas observações sobre as chamadas províncias estruturais do Brasil, tá? Olha só, vamos lá. Ã, pede ajuda, pede ajuda. Aonde? De verde. 64% da estrutura geológica no Brasil. Tá? Vamos lá, pessoas. Página 21. acompanha junto comigo algumas observações. Primeiro, tá, província estrutural geológica do Brasil com a maior reserva de mineral metálico do país, província do Xingu, pode marcar ali, tá? Província do Xingu é a província Estrutural com a maior reserva de minerais metálicos do Brasil, tá? Não
à toa que a gente tenha aí o estado do Pará, por exemplo, como um estado, né, de grande participação na produção extração mineral. OK? Depois, outra observação, a estrutura da mantiqueira. Estrutura da mantiqueira é onde a gente vai encontrar, segundo o IBGE, as montanhas antigas do Brasil. Sim. Segundo o IBGE, o Brasil tem Montanha? Sim. Ah, mas meu professor disse que não tem montanha. Gente, essa é uma discussão que voltou à tona quando a prova da URGs no ano passado, né, colocou que tem montanha sim no Brasil. Classificação do IBGE. Então, pela classificação do IBGE
tem montanha antiga, tá? Pela classificação usual que é do Jurandir Ros não tem montanha, mas a gente vai falar disso mais paraa frente, tá? Então, falei do Xingu, falei da Mantiqueira. Outra estrutura ali, ó, Borborema, assinala também. A estrutura da Borborema é o que sustenta o chamado Planalto da Borborema. O Planalto da Borborema, ele é importante pra região Nordeste porque ele é quem faz um barramento topográfico para entrada de massas úmidas, né, dentro do Nordeste, que explica o tipo climático da região, tá bom? das bacias sedimentares Importantes. Bacia sedimentar do Paraná. Bacia do Paraná ali
é onde está o Aquífero Guarani na bacia do Paraná, né? A bacia do Paraná ela é estruturada, formada a partir do acúmulo de areia, sedimentos de um antigo deserto que teve no Brasil. A bacia sedimentar do Paraná era um deserto imenso na região chamado de deserto do Botucatu, tá? Se alguém quiser anotar para Urgs, pode cair, tá? Então a bacia sedimentar do Paraná já Foi o deserto do Botucatu, uma grande área desértica, né? Um banco de areia imenso que depois veio a se tornar a estrutura geológica do Aquífero Guaranim. A bacia amazônica é onde está
o Aquífero Saga, que a gente já falou aqui, tá? E depois as bacias costeiras, que é todo o litoral, onde a gente mais explora o petróleo brasileiro. OK? Fechou? Perguntas não. Show de bola. Aí sim. Agora sim matamos a charada aí. da estrutura geológica. E nós vamos para a página 23 para trocar uma ideia aí a respeito do relevo terrestre. Alguém me chamou. Não entendi que sim. Muito que bem. Vamos lá. Relevo terrestre. O estudo do relevo também pode ser nomeado como geomorfologia. A geomorfologia, O estudo do relevo, né, refere-se ao estudo das feições da
superfície terrestre. Mas pra gente entender relevo, primeira coisa que a gente tem que entender é saber que o relevo é produto da relação ou da interação entre agentes endógenos, vulgo internos Do planeta e dos agentes exógenos do planeta. Vulgo os externos. O agente endógeno, que é o primeiro que a gente vai falar, ele funciona como um processo de estrutura. Vou explicar. Vamos imaginar que o relevo terrestre É como o corpo humano. O corpo humano ele tem uma estrutura interna que dá sustentação pro corpo humano, esqueleto humano, os tecidos e tal. E tem as feições externas,
OK? As feições externas eu consigo ver aqui no rosto de vocês. Dá para tirar uma base às vezes pela feição da pessoa, se ela é mais velha, se ela é mais gasta do sol, se ela é mais jovem, se passou maquiagem, se não passou, porque eu tô vendo é a camada externa aqui. Agora A estrutura interna de vocês aqui, eu não consigo ver se tu tá com o fêmor trincado ou não, né? Tu tá com toudas as costelas em dia. Aí fechou aqui. Essa bobaginha que eu falo aqui é uma coisa interessante pra gente conseguir
identificar essas diferenças. Por quê? O agente endógeno, o interno, né, ele a gente não vê ele porque ele é estrutura, é tipo esqueleto. E a gente não vê formar também, né? Porque se Forma isso em escala de tempo geológico. Ninguém aqui vai saber, né? Ã, ah, Gabi, tu lembro como se fosse ontem o dia que eu formei meu primeiro fêmor na na barriga da minha mãe. Não, tu não tem essa memória. Então, porque é muito pretérito. Estrutura geológica é a mesma coisa, né? Tu não tava aqui para ver essa formação. Agora as feições externas bagab
tem uma ruga na minha testa aqui, ó, que eu sei que veio com meus 30, car aconteceu que É o que tá acontecendo agora, no caso, né? as feições externas, tu consegue ter uma percepção um pouco diferente das suas transformações. Então, tá aí uma bobaginha, mas que ajuda a gente fazer essa identificação. Então, vamos por partes. Agentes endógenos, os internos. Vamos lá. Primeiro, Se originam das forças internas do planeta. Tá? Se originam das forças internas do planeta. Significa criatura que não há possibilidade nenhuma da ação humana estar mapeado como um agente andógeno. Nunca vai acontecer,
tá? O agente endógeno é tudo na conta das forças internas do planeta, que é Basicamente pela lógica do tectonismo, que eu já vou falar mais, tá? O agente endógeno, eles dão a estrutura do relevo, eles dão a estrutura do relevo, tá? É a sustentação, a base de estrutura geológica que a gente estudou agora, OK? Bom, o agente endógeno geram a formação, então formam as chamadas morfoestruturas. O que que é isso? A depender do tipo de estrutura, eu posso ter uma feição externa diferente. Isso também acontece com o corpo humano, né? Bom, as costelas da gente
tem uma uma feição, né, de ser mais arredondado, porque tá aqui para proteger os nossos órgãos mais vitais e tal, né? A gente Consegue identificar aqui, ó, mesmo não enxergando minha costela, que ela tem um formato diferente, que dá um formato pro tronco humano diferente. Na estrutura geológica, vocês vão perceber com o decorrer do tempo que a depender do tipo da estrutura embaixo, eu tenho um tipo de feição em cima. Por que que tem uns lugares que é plano e alto, que a gente chama de chapada, né? E por que que tem uns lugares que
são pontudos, serras pontudas? Por causa da diferença de estrutura, tá? Então, a morfoestrutura é na conta do agente endógeno, tá bom? Vamos lá. Todos os agentes endógenos, eles partem do pressuposto do tectonismo que a gente já falou, tá? O tectorismo também pode ser chamado de diast diastrofismo, tá? Ã, o que que ele pode gerar de processo o endógeno, tá? O tectonismo Aqui, o tectonismo pode produzir pra gente primeiro oogênese, oogênese refere-se a um processo de dobramento da estrutura. Aí, epirogênese ocorre um soergimento da estrutura. Depois falhamento. ocorre um fraturamento da estrutura. e Vulcanismo, que é
quando o magma gera formação de estrutura. OK. Como é que isso se diferencia um do outro? Eu explico isso daqui 2 minutos se eu preciso descer fazer um xixi, tá? Então eu já volto aí. Se alguém precisar também fazer algum corre de ao banheiro ou pegar um café, vai e eu já volto em uns minutinhos e eu já termino de Explicar. Fechou? Bora. Ai, que susto, ó. Vamos lá. Primeiro, a estrutura geológica. Bora. A estrutura geológica, ela vai se diferenciar aqui a partir então, né, desses quatro processos de formação. Esses quatro processos de formação vão
alternar-se a partir do que a gente pode chamar do grau de plasticidade da estrutura. Por exemplo, vamos imaginar que essa Minha apostila aqui seja uma estrutura. Quando sofre pressão da atividade tectônica, ela dobra porque ela é mais plástica, certo? Todo dobramento de estrutura ocorre sob o nome que a gente vai chamar de processoético ouênese, tá? Só que, por exemplo, se eu pegar, tá, se eu pegar, ã, presta a tua caneta, por favor. A caneta da colega. Ah, caiu. Peço perdão. Se eu pegar a caneta da colega e começar a apertar, apertar, apertar aqui, ó, forçar,
que que vai acontecer com a caneta, com a caneta da colega? vai quebrar o grau de plasticidade sendo baixo, que que vai acontecer? Fratura a estrutura, quebra falha geológica. Só que às vezes a estrutura ela não dobra e ela não quebra. Força-se tanto, né, de um dos lados da estrutura, que ela apenas se ergue. Quando eu tenho um soergimento da estrutura, epirogênese, então ou dobra, ou quebra ou ergue. OK? O vulcanismo é a atividade vulcânica, o magma tomando seu espaço em superfície, tá? que pode ser por um vulcão explodindo ou pode ser a abertura, né,
de fissuras na crosta terrestre, expelindo o material magático e o seu processo de resfriamento, formando novas Estruturas. Certo? Muito obrigado. Fechou? Dúvidas? Não. Show. Aí temos também, então esses são os endógenos. Vamos lá. Vamos trocar uma ideia aqui sobre os exógenos. agentes exógenos, os externos. Esses exógenos, os externos, são aqueles que se originam na atmosfera, então são ações que se originam na atmosfera. Caiu, tá? essa lógica de que é então aquilo apontado, né, na estrutura ã ã, aliás, nas feições externas a partir da atmosfera, eu vou considerar Também ação humana. Aí ação humana, sim, ela
se origina na atmosfera, tá? dão aqui as feições superficiais do relevo formam morfo esculturas. Então, o processo de lapidação externa da estrutura geológica rochosa do relevo é o agente exógeno, Tá? Então, o endógeno é amorfoestrutura, o exógeno amorfo escultura. OK? Quais são aqui os agentes exógenos? Primeiro deles, intemperismo. O intemperismo também pode ser chamado de meteorização. Curiosamente, o radical da palavra meteorização, que é a palavra meteor, o radical meteor do grego significa atmosfera. Então, é a ação da atmosfera sobre uma estrutura geológica. O intemperismo é um processo de desgaste das estruturas rochosas, OK? É um
desgaste das estruturas rochosas. Que que vai acontecer? Esse desgaste varia conforme o Processo de desgaste. E aí nós temos os nossos subtipos aqui de intemperismo. Primeiro tipo de intemperismo, vou colocar aqui para facilitar nossa vida. intemperismo químico. O intemperismo químico é um desgaste ocasionado a partir da decomposição das rochas através Da ação química da água sob as estruturas. Então, decomposição química é a água que vai apodrecer a rocha. Olha só, tem uma historinha aqui que eu conto sempre quando vamos falar de intemperismo químico, não sempre, mas às vezes eu lembro dessa história. Eu quando vim
morar em Santa Maria, Eu tava me achando, imagina com 17 anos em morar em Santa Maria, dividir apartamento com um primo meu. Tava achando o máximo nas primeiros meses, né, de até o perrengue ia acontecer, porque eu achava, né, que era que nem brincar de casinha de certo e que as coisas, como na casa da minha mãe acontecia, às vezes magicamente se arrumavam, se limpavam, né? que no meu caso deu bo. Para vocês ter uma noção, tá? Daí apartamento sujo, óbvio. Vou Limpar o apartamento. Fiz um faxinão, né? Limpei bem a casa e eu sempre
vi a minha mãe botar pano de prato da pano da louça de molho. E eu me achando muito adulto, vou botar uns panos de molho. Só que eu não via que minha mãe botava o pano de molho, depois lavava, torcia, botava na máquina. a quatro. Botei uns panos de molho de prato, né? Joguei dentro de um balde, taquei uns produtos e botei atrás do meu tanque e achei que A magia ia acontecer sozinha. Passa dia, mais dia, mais dia, mais dia, mais dia, um cheiro de morte na minha área de serviço que era junto com
a cozinha e eu não sabia o que que tava acontecendo. Daí eu morava com o meu primo na época, bá, será que é alguma coisa com caixa de de gordura? Limpamos caixa de gordura, aquele cheiro de morte. Ah, geladeira. Vamos descongelar a geladeira, fazer um Faxinão. Limpava cheiro de morte. Não tinha o que resolvesse. Quando eu lembrei dos panos, muito tempo depois, peguei detrás do tanque, o pano tava desfiando já, podre. Eu botei o balde inteiro dentro do contêiner de lixo, não tinha condição. Era ali aquele aquela podridão, né? Aquele urubu morto que tava dentro
da minha cozinha. Aí que que acontece? Qualquer coisa que tu deixar de molho por muito tempo, a água vai apodrecer aquilo ali. Ela vai Gerar esse desgaste a partir de um processo químico. É isso que acontece com uma rocha. Se pegar uma rocha de achar ela de molho, em 100 anos, tu vai perceber que ela vai gerar um processo de desgaste. 100 anos. 100 anos. Temperismo químico é lento se comparado a o tempo de natureza humana. Para desgastar 1 cm de rocha, leva 100 anos de intemperismo químico de alto grau. O intemperismo químico É mais
forte em regiões tentes e umidas do planeta, tá? Outra informação, isso aí caiu na prova da UFSM uns anos atrás, gera um arredondamento na paisagem, tipo pão de açúcar no Rio de Janeiro. O pão de açúcar no Rio de Janeiro, ele é arredondado. Por quê? Porque tem uma ação de temperismo químico de alto grau ali. Umidade do mar, chove bastante, então vai arredondando. A gente tem que pensar se, ah, cadê aquela, não tá aqui, né? Aquela caixa de geometria espacial que os gurid da matemática usam. Não tá aqui na sala, tá? Não tem problema. A
gente tem que pensar que a ação do Temperismo químico, ela é curiosa, porque se eu imaginar um bloco rochoso como se fosse um cubo, tá? Um cubo ou um prisma que for que seja, sempre sempre a água ataca primeiro nos vértices, nas pontas. Por isso que a água deixa a paisagem mais suavizada, mais arredondada. A prova da UFSM uma vez já cobrou isso. Tá diferente, pessoal, do intemperismo físico. O intemperismo físico É também pode ser chamado de intemperismo mecânico, gera uma desagregação mecânica das rochas. através através da variação da temperatura que potencializa a dilatação E
contração das rochas. Lá na física vocês aprendem que há uma dilatação dos materiais, não tem uma um rolê assim na física. E a dilatação dos materiais, quando tu tem na na fórmula lá da física, dilatação volumétrica, tem coeficiente de dilatação, né, variação na temperatura, né, Ã ã, e também o quanto que variou de tamanho em si, né, que é o a dilatação e contração em si. Essa lógica também acontece nas rochas, só que a gente não percebe a olho humano, ah, um dia quente enchou a rocha, né? É muito sutil, é milimétrico, mas dias mais
quentes as estruturas rochosas dão uma dilatadinha e quando esfria elas se contraem, né, cara? H, vamos imaginar um ambiente, tipo um deserto do Sahara. Durante o dia alcança uma média de 45, 50º e à noite chega a temperaturas negativas. Então, durante o dia, esse material dilata para durante a noite ele contrai, dilata, contrai, dilata, contrai. Vai começar a se fragmentar, a rocha vai craquelando, quebrando em pedacinhos. Então, a desagregação mecânica da rocha É dado pela variação da temperatura que gera dilatação e contração do material, tá? O que que vai acontecer? Que que vai acontecer aqui,
né? Primeiro que é mais incidente em climas áridos e semiáridos, tá? e gera uma paisagem Mais quadrada. mais rudimentar. Fechou dúvidas? Não existe um terceiro tipo aqui. Vou colocar num cantinho aqui debaixo que acho que cabe para ficar bonitinho o nosso quadro, que é o intemperismo biológico. Esse é bem sucinto. O intemperismo geológico é o desgaste gerado por fauna e flora. Tipo, o pisoteio de um animal pode gerar um desgaste na rocha. temperismo biológico, tá? Ou ou já viram raiz de árvore levantar, quebrar calçada? Pô, que é melhor exemplo que o temperismo biológico para ver
a força e Potência que tem, né, uma raiz de árvore. É óbvio que ela vai conseguir penetrar estruturas rochosas também, tá? Show de bola. Eu tô só no primeiro agente exógeno. Nós temos outros dois, tá? Então, o primeiro exógeno é o intemperismo. Segundo exógeno errosão. Um clássico. A erosão, pessoal, a erosão é um processo que ocorre da seguinte maneira. Ocorre um desgaste, transporte e deposição de material. sedimentar. A primeira afirmação importante aqui, tá? Qual é a diferença do intemperismo para a erosão? Sabe qual é a diferença? O intemperismo ele prepara o corpo rochoso para um
processo erosivo. É a Primeira etapa, é só o desgaste. O intemperismo é só desgaste. A erosão é o desgaste, é o transporte e a deposição. Ou seja, o intemperismo vará, desgasta aquela estrutura, forma o sedimento. A erosão, ela não só vai desgastar a formar o sedimento, como ela vai pegar esse sedimento, vai transportar esse sedimento e vai depositar esse sedimento. Tá aí a diferença. A erosão é um processo que tem energia, Que tem movimento, tá? Aí a principal diferença, tá? Então, fazendo um desenhinho bem tolo aqui pra gente entender, temos lá o morrinho rochoso. Primeiro
desgasta, depois esse material todo desgastado vai ser transportado. Depois esse sedimento vai ser depositado, Tá? Então eu tenho aqui um desgaste, um transporte e uma deposição. A erosão, ela sempre vai seguir uma lei, uma regra que não tem erro. Sabe qual é? da gravidade. Não vai ver sedimento subir montanha. Sedimento desce pela lógica da gravidade. Professor, e as dunas? As dunas é um constante formar, destruir e reconstruir desses sedimentos Acumulados pela ação do vento, tá? Depois a gente vai falar dos agentes erosivos aí. Fechou? Bom, desgastou, transportou, depositou. Os agentes erosivos são, então, os principais
agentes erosivos. Temos rios gerando pra gente A erosão fluvial, tá? Os rios vão gerar o seu desgaste na borda do rio e no leito do rio, ou seja, no fundo dele, tá? Vão gerar um processo de transporte, desgaste e transporte destes tais sedimentos no fundo do rio, às vezes, quando baixa bem, quando tá numa seca braba, a gente consegue enxergar no fundo do leito do rio, às vezes tem um monte de buraco Redondo assim, né? os buraco arredondado. O nome desse buraco arredondado no fundo do rio a gente chama de marmita, tá? Ã, essas marmitas
formadas no leito oceânico ocorre formado a partir do Q, tá? Vamos lá. Tu vai pegar o fluxo da água do rio. Tem um movimento chamado de movimento turbilionar. Aliás, vocês já perceberam o quanto é comum, infelizmente, Acidentes de afogamento em rio, né? Pode ver no verão aqui na nossa região central é bem comum a gente ver notícia de gente que morreu afogada em rio ou numa cachoeira ou foi tomar banho de rio em tal lugar porque o rio ele é muito perigoso, ele é traiçoeiro. Se tu cai numa corrente de movimento turbilionar e tu não
é um nadador profissional, mergulhador profissional, chances muito pequenas da pessoa não chances pequenas da pessoa sobreviver, Né? Porque o movimento turbilionário é assim, a água tá indo, fluxo normal, tá? E lá no fundo do rio a água não vai em fluxo normal que tu vai boiando de boa, ela vai assim em sentido de mola, vai em toiói, certo? Se tu cai nesse fluxo aqui, tu tenta subir e a água te empurra para baixo de novo. Por isso que tem muita gente que cai no chão, ah, caiu num redemoinho do rio, morreu afogado, né? Esse redemoinho
a Gente chama de movimento turbilionar da água do rio. Esse movimento transporta pedaços de outras rochas que vão batendo no leito do rio e esburacando, vão formando buracos. Esses buracos no leito rochoso do rio, chamamos de marmitas, tá? Então, a marmita do leito do rio, ela é formada a partir do movimento circular de águas turbilionares, tá? Caiu na prova do Enem de 2015. Isso. Fechou aí. Erosão A partir da água da e ação das chuvas. Chamamos de erosão pluvial. Sor Gabito, eu sempre confundo o que que é pluvial e o que que é fluvial. Pensa
que o que começa com P é água que pinga do céu pluvial. E aqui começa com F. Flui, flui flui no chão, né? O que flui tá lá no chão, tá? Aqui pinga no céu e aqui flui no chão. Tá aí. As chuvas, pessoal, Geram processos erosivos variados, mas o principal é ela entra em contato com o material sedimentar e transporta ele para outro lugar. Vocês já foram dar uma caminhadinha na depois de um dia chuvoso no Parque Itaembé? É assim, ó, de barro e coisa pela calçada. Por quê? Porque o Itabé era um antigo
rio que foi todo tubulado, né? Então chove nas áreas centrais e aí transporta-se água com lixo, com chuveira, com sujeira, chuveira, ótimo, Com sujeira do do centro, né? E barro das calçadas, lava tudo e leva lá para baixo, tá? É o que a erosão pluvial faz. Outra coisa, para quem é do interior, que nem eu ali, o pessoal da Nova Palma vai entender o que eu vou dizer agora, né? Restinga seca. Depois de um dia de chuva, tu tem uma parede assim, tu tem uma grama do lado do muro, não fica uns respingo de barro
na parede que a mãe vai lá dar um jeito de lavar depois Aquilo, né? Ou limpar. Sabe por que que isso acontece? Porque a erosão pluvial era ela e potencializa um outro tipo de erosão chamado de erosão splash. A erosão splash é o impacto da gota de chuva no solo, né? Dá uma impactada. e gera um desgaste ainda que pequeno das suas estruturas, tá? Aí depois a ação dos ventos, errosão eólica, tá? Erosão eólica. A erosão dos ventos Tem algumas características. Primeiro, como é que o vento gera um desgaste em outra estrutura? Antes disso, tem
que pensar que o vento ele transporta sempre o mesmo padrão de sedimento, grânulos pequenininhos, né? Aí ele pega os grânulos pequenininhos. Vou pegar uns toquinhos de giz aqui para te mostrar isso. Ele pega os grânulos pequenininhos e transporta todos do mesmo tamanho, Né? Aliás, o melhor selecionador de sedimento entre os agentes erosivos é o vento. Ele só escolhe um padrão de sentimento, que é geralmente a areia, que é o que ele consegue transportar, tá? Eu costumo dizer que a erosão eólica é aquele teu amigo, tua amiga que quando vai namorar uma pessoa parece que namora
sempre a mesma pessoa. Troca de namorado, de namorada, mas parece que sempre o mesmo. É o mesmo padrão, né? E a e aquele teu amigo, tua amiga que Escolhe demais na hora de namorar, mas acaba repetindo o mesmo padrão. Aí selecionou sempre o mesmo padrão desse sedimento. Esse sedimento transportado pelo vento é jogado contra outra estrutura. E aí esse impacto desse granulozinho, ainda que é muito piquititinho, ele vai impactando na outra estrutura e vai gerando desgaste. É assim que acontece a erosão eólica, tá? Depois a ação Do gelo erosão glacial. Vamos imaginar os mesmos pitoquinho
de sedimento. E eu, professor Gabito, sendo outro sedimento. Passo uma ventania aqui. Qual é o sedimento que o vento vai transportar? Os pequenininhos, tudo igual. Sedimento grande, professor Gabito, não tá? Agora vem um avalanche de neve. Qual que ele vai transportar? Eu e os sedimentos todos. A erosão glacial tem a característica de não ter critério nenhum de seleção. O vento é o melhor selecionador e o gelo é o pior. O que passar pela frente, o gelo vai arrastar pela frente, né? Que aí é o teu amigo oposto daquele de antes do vento. É aquele teu
amigo que não tem critério nenhum para pegar gente, deu mole, é vapo, né? né? Tem uns amigos do meu no carnaval que é assim, não olha nem se a pessoa tem dente, vai beijar, Né? Essa é a erosão glacial. Fechou? Só para fechar aqui, só para fechar aqui que é a ação dos oceanos, dos mares, tá? Que a gente chama de erosão marinha. A erosão marinha não tem mistério. Assim que a onda bate, e isso aqui é sobre a erosão que eu estou falando, né? Assim que a onda bate, vai gerando um desgaste, né, nas
estruturas rochosas. Fechou, meus caros? Muito obrigado. Boa noite, bom descanso, boa semana. tudo de bom para ti. Ciao Gurizada, a parte de orgânica aqui já foi ou não? Alguém lembra? É do final. Eu comecei por orgânica. Isso. Álcenal já. Obrigado. Valeu. Então falta só ligações pra gente terminar. Hm hm hm. M. Vamos lá então, pessoas. Olha só, a gente começou a semana passada, eu acho, a parte de ligações químicas entre átomos. E eu já falei um pouquinho Isso para vocês. Santa Maria gosta muito dessas nossas aulas de agora, certo? E o Enem não gosta. O
Enem vai para as ligações entre moléculas, certo? Então vamos focar nessa parte do conteúdo a gente está agora. Relembrando, já que a nossa última aula foi só terça da semana passada, nós temos nas ligações químicas um princípio fundamental. Qual? átomos se ligam para adquirir estabilidade. Então, qualquer Um do centro, qualquer um não, da do grupo um até o grupo 17 na tabela periódica, todos estão procurando estabilidade. Por que do grupo 1 até o 17, Coco? Porque o 18 e são gases nobres. São nobres justamente porque já tem oito na última camada. Então, a gente vai
ter formas de alcançar a estabilidade, que nada mais é do que como que os átomos vão ficar com oito elétrons na última camada. Pessoas, quando os átomos Atingem oito elétrons da última camada, eles ficam com a sua eletrosfera, a parte externa do seu da sua composição completamente estável, porque eles ficam exatamente iguais aos gases nobres. Então, sendo bem objetivo, nós vamos ter tipos de ligações, aonde essas ligações vão ser formas de alcançar a estabilidade. Não pode esquecer, a estabilidade na aula da semana passada e na de hoje segue isso aqui. Regra do octeto, átomos devem
ficar estáveis com Oito na última camada. Já tínhamos visto o primeiro, estamos terminando a segunda maneira de estabilizar. A primeira, lembra, ou melhor, não esquece todas as ligações. Eu começo sempre com duas perguntas para vocês. Quem faz e como faz? Quem faz ligação iônica, metal com ametal? Como faz? Um doa elétrons, o outro recebe elétrons. Não pode esquecer para Santa Maria o que na ligação iônica ou eletrovalente, nós vamos ter sempre Metal com ametal. O metal vai doar, o ametal vai receber e aí vai surgir o nome. Se eu tenho um elemento que doa, ele
fica com carga positiva. Se eu tenho um elemento que recebe, ele fica com carga negativa. Cuida com as características teóricas da ligação iônica. Quais características, Coca? Ligação iônica. Compostos iônicos são sempre sólidos, alta temperatura de fusão, alta temperatura de ebulição. Compostos Iônicos vão conduzir eletricidade em duas situações, apenas quando estão em contato com a água, ou seja, dissolvidos, ou no exato momento da mudança de estado físico, quando o composto sólido está começando a fundir. Então, compostos iônicos vão conduzir eletricidade somente na presença de água ou na fusão, no exato momento da fusão. Normalmente essas informações
o aluno lembra. Qual é a informação? Que todo ano que passa eu vejo que cada vez menos A a galera lembra. Ligação iônica, tipo sal de cozinha forma o que a química chama de retículo cristalino ou retículo iônico. Compostos que realizam ligação iônica formam retículo cristalino. Que que é isso, Coca? É a carga positiva e a negativa juntos. Quando eu tenho isso aqui em contato com a água, está formando o famoso retículo cristalino, certo? São os íons que vão manter a atração. Galera, não pode esquecer Também, toda a ligação iônica é uma ligação muito forte.
Ligação iônica, ela é muito forte. Barraco não tenho isso anotado lá, não é? Que vocês têm o seguinte: compostos iônicos, alta temperatura de fusão, alta temperatura de ebulição. Presta atenção. Se eu preciso fornecer muita energia para romper as ligações iônicas por um composto sólido, virar gasoso ou virar líquido, é porque é uma ligação forte. Então, entre as ligações que nós vamos Ver hoje e já vimos, esta é a mais forte de todas. Ligação iônica extremamente forte. Lembra, doa e recebe. Na ligação que estamos, é a segunda. Essas duas perguntinhas já tem um contexto completamente diferente,
que é o seguinte: quem faz, eu acho que a mais fácil das ligações é essa que a gente vai terminar daqui a pouco. Quem faz pré-requisito Fundamental? Qual? Há metais iguais ou dois átomos de hidrogênio, certo? Então isso é a ligação covalente a polar que nós já vimos ou não vimos. B agora me perdi. A gente viu a apolar primeiro ou a polar? A polar primeiro. Beleza? Então a gente está aqui, ó, dessas ligações, primeiro, infinitamente mais frágil, mais fraca. Por quê? Porque não tem metal aqui. Então aqui eu já tenho compostos que são gasosos
ou Líquidos. Aqui em cima sempre sólido, aqui nunca sólido. A temperatura de fusão eulição já é bastante reduzida. A sua ligação covalente a polar, ela é extremamente frágil, logo, ligação fraca, temperatura de ebolição baixa. Não pode esquecer o a expressão covalente. É para lembrar de vocês que surge um compartilhamento de elétrons. E quando eu tenho ligação covalente, eu faço o link lá com a orgânica. 99% Das ligações dos compostos orgânicos são covalentes. Olha só, ligação simples, certo? Aí surge para nós a ligação dupla, a tripla e vida que segue. Dos exemplos que vocês têm aí,
acho que já foram feitos fluor, cloro, uma grande maioria. Falei do hidrogênio ou não falei? H, lembra? hidrogênio, ele é, eu, eu tenho um certo preconceito com essa expressão, ele é uma exceção à regra do octeto. Olha só, o hidrogênio se estabiliza Sempre com dois, logo ele não segue aquele negócio que tá escrito lá em verde. Mas por que mesmo? Que ele fica estável com dois? Porque quando ele compartilha com ele mesmo, fazendo uma ligação covalente a polar ou com um outro elemento fazendo uma polar que a gente vai ver daqui a pouco, ele vai
ficar com a sua última camada, assim, 1 última camada com dois e ele fica exatamente igual ao gás nobre chamado hélio. Então o hidrogênio se estabiliza Sim com dois elétrons, adquirindo a configuração do gás nobre hélio, enquanto todos os outros átomos vão adquirir configuração dos outros gases nobres. Vamos falar o seguinte, ele fica igual o gás lélio quando ele compartilha com alguém, certo? Lembra? A expressão mais explorada aí ou a mais difícil para vocês é a palavra apolar. Como assim, Coca? Olha só, para eu ter uma ligação covalente a, existe uma série infinita de sinônimos
Por trás disso aqui, ó. O a polar significa na física vetor resultante igual a zero. O a polar significa momento de polar igual a zero. Já foi usado essa expressão aqui em Santa Maria. Momento de polar nulo. Fisicamente falando, a palavra polar é justificada assim. Quimicamente falando, é o seguinte: não existe diferença de eletronegatividade. Como o pré-requisito é ser átomos Ametálicos iguais, não vai ter nunca diferença de força com quem está compartilhando esses elétrons, certo? Quando eu tenho, por exemplo, o nitrogênio fazendo uma tripla ligação com outro nitrogênio, não existe diferença de força. Não existe
diferença de força. E a palavra apolar, momento de polar igual a zero, vetor resultante igual a zero. Olha só, expressãozinha chata que significa apolar. Par de elétrons, igualmente Compartilhado. Par de elétrons, olha só, equidistante. Isso é para tentar confundir o aluno. Que que é um par de elétrons equidistante? Ele está exatamente no meio entre um nitrogênio e outro, entre um fluor e outro, entre o hidrogênio e outro. Tá? Mas eu preciso desenhar ele exatamente no meio. Não, tu tem que saber que isto é a polar e essas expressões em branco aqui são significados. Par de
elétrons Equidistante. Vamos olhar aí. Acho que eu matei aqueles exemplos todos. Sim. Não, talvez. Vamos ver. Eu fiz o fluoro, oxigênio, nitrogênio, hidrogênio. Fiz a a tabelinha toda ali. Sim. Beleza. Matamos a ligação dois. Vamos pra ligação 13. Então, ó, não esquece que nesses exemplos aqui, ó, surge a ligação simples, a ligação dupla, a ligação tripla, que a gente usa em ligação covalente, em compostos Orgânicos. Terceira ligação, não menos importante que a primeira. Essa segunda é a menos relevante, a terceira é mais importante. Olha só, de novo, tu tem a expressão covalente. E aí é
uma barbada, porque se eu estou falando de ligação covalente, é porque novamente vai surgir isso aqui. Compartilhamento de elétrons, compartilhamento de pares de elétrons. É exatamente igual a anterior a simbologia. É praticamente igual. Eu vou ter isso aqui de novo. Eu vou ter o tracinho. Então o covalente da ligação três é o mesmo significado da ligação dois. Beleza? Agora vem o seu diferencial. O diferencial é que eu tiro essa letrinha A da frente, que significa não ter polos para ter polos. Bora. Vamos de novo nas perguntas. Quem faz e como faz? Bora. Quem faz já
muda o pré-requisito. Por quê? Porque o quem faz aqui era ametais iguais. O quem faz agora são ametais diferentes. Isso é bem relevante. A metais diferentes entre si ou hidrogênio ligado a ametal. Olha o pré-requisito como mudou. E sabe o que que aparece aqui? Olha só. Hidrogênio a metal. Já ouviram falar dessa molécula? Ligação covalente polar. Já viram falar dessa molécula gás Carbônico? Ligação covalente polar. Então agora nós temos um pré-requisito diferente. Antes de ir pros exemplos de vocês, vamos focar novamente naquela palavra polar. Aqui eu coloquei quatro sinônimos, vamos dizer assim, de a polar.
E aqui a gente vai focar no polar. Quem faz? O como faz é a mesma coisa. Vou colocar aqui compartilhamento de elétrons. Compartilhamento De par de elétrons. Muito bem. Aqui era compartilhamento, lá é compartilhamento. A diferença vai vir agora. Como eu estou obrigatoriamente trabalhando com átomos diferentes entre si, aqui e aqui, vai existir diferença de eletronegatividade. Então, olha só, a palavrinha polar para nós vai ter também quatro possibilidades de vir mascarado essa expressão para nós. Quais são as Possibilidades, Coca? polar. Fisicamente falando, existe vetor resultante, vetor resultante diferente de zero, certo? Aqui, ó, é o
oposto que tá aqui, ó. Momento de polar diferente de zero. Momento de polar diferente de zero. Existe polo, tá? Isso é a física do Vasco e do Anderson, tá? E na química, na química a melhor expressão é Existe diferença de eletronegatividade. Aqui eu escrevi que não existe. Aqui existe diferença de eletronegatividade. E se existe diferença, daí alguém pode estar se perguntando, Coca, como é que eu vou saber se existe ou não? simples. São átomos diferentes, vão ter eletrongegatividade diferente. São átomos diferente, vão ter força de atrair o par diferentemente. Sempre. Como existe diferença de Eletronegatividade,
olha só, cuida com isso. O par de elétrons não está equidistante. O par de elétrons compartilhado, par de elétrons, colocar de outra cor, não está igualmente compartilhado, não está. igualmente compartilhado. Teoria chato, estranho. Na prática é mais fácil. Vamos seguir aí a ordem que vocês têm aí Na aula 31 e vamos pegar as moléculas que nós temos, ácido clorídrico, CL2O, água e vamos fazer alguns. Tu está diante desta molécula, ácido clorídrico, cloreto de hidrogênio, um dos ácidos mais concentrados e fortes que existe. E eu tô aqui, ó, hidrogênio ligado a metal. Aprendemos ou relembramos a
semana passada que o hidrogênio tem um e ele se estabiliza com dois. Sozinho, tá instável. Tabela periódica, cloro, grupo 17, tem sete elétrons na última camada. Lembrando que isso que eu tô colocando em branco é responsabilidade de vocês. Saber elétrons de valência tem que saber olhando pra tabela ou exercício, me diz o grupo, tá? Grupo 17 tem sete. O hidrogênio devido a sua importância, o aluno acaba decorando que tem um. Que que a gente faz? Olha só a simbologia como é igual. Hidrogênio, compartilha um par de elétrons, fica com dois. Tranquilaço, estável, lembra? Ele tá
Aqui, ó. Se estabiliza com dois. Ele tá se estabilizando com dois. E o meu cloro coca, mesma coisa. S compartilhou um 8. Olhem para cá, por favor. Como que eu descrevo isso? Olha para cá. Tu vai descrever assim. Mas Coca, aquele tracinho do HCl não poderia ser o mesmo tracinho do meu bromo aqui, ó? Sim. Visualmente essa ligação simples é exatamente igual a esta ligação simples que tá aqui. Isto eu chamo de covalente Polar. E isto eu chamo de covalente apolar. Fácil, difícil? Até aí tudo igual. Agora vem o diferencial, que é o mais importante
para nós. Qual? Eu tenho, abre aspas que eu falar agora, um cabo de guerra aonde tá o hidrogênio puxando essa corda para cá com uma força de um elétron e eu tenho o cloro pra minha direita puxando para cá com uma força com sete elétrons. É óbvio que a tendência é que essa corda fique mais próxima do cloro, Porque tu tá compando o número de elétrons. É um bom raciocínio? É. É isso que eu tenho que fazer. Não, não é esse raciocínio, porque o número de elétrons pode gerar uma confusão para nós. Daqui a pouco
a gente vai ver que gera confusão. Nem sempre sete para um lado e um pro outro vai ganhar quem tem sete, tá? Onde é que eu quero chegar? Eu quero chegar no que é mais importante aí. Olha só, na apostila dois nós vimos propriedades periódicas E quem estava em aula, eu falei algo que é muito irritante para mim, mas eu precisava falar e agora vou repetir. Decora-se a série de eletronegatividade. O aluno precisa saber quem são os elementos mais eletronegativos. Vamos lá. Apostila dois, que agora tu vai repetir, caso tu não tenha decorado ainda. O
elemento mais eletronegativo da tabela periódica é o fluor. Depois o oxigênio, nitrogênio, cloro, Bromo, iodo e assim vai. O hidrogênio tá aqui. Vamos lá. É a segunda vez o nosso curso que eu tô metendo essa série de eletronegatividade para vocês e falando o seguinte: tem que lembrar quem são os mais eletronegativos. Quando tu lembra disso e tu tá em ligações químicas, tu vai me responder a pergunta facilmente agora. Olha só, o par de elétrons não está igualmente compartilhado. Beleza? Esse tracinho não Tem que ficar exatamente no meio porque alguém é mais eletronegativo. O que que
acontece? Para que lado está esse par de elétrons? Então, sempre pro elemento que é mais eletronegativo. Afinal, apostila dois, eletronegatividade é a tendência natural que os átomos apresentam em atrair elétrons. Tendência natural de atrair, ele atrai mais. Olha só a diferença. Vem agora. Não sei quantas pessoas tem aqui. 30, tá? Vamos chutar 30. Eu aposto meus dois Bracinhos aqui que das 30, 20 pessoas dessas nunca viram aquele tracinho laranja que eu coloquei lá. Por quê? Porque normalmente os professores não falam. Eu por muito tempo eu ignorava isso. Eu só falava assim, ó, tem diferença de
eletronegatividade. O que que significa essa raiz quadrada aqui? Que não é uma raiz quadrada. Isso aqui na química é o seguinte. Caráter negativo, caráter positivo. Coca não é negativo e positivo não, porque se eu Tirar isso, ó, vira ligação iônica, golpe, tá? traduz o que que é essa essa raiz quadrada com negativo aqui num português? Par de elétrons mais próximo do cloro, par de elétrons mais distante do hidrogênio. Isto é isso que está aqui. Como assim? O aluno tem que saber que vai formar um polo. Esta ligação está completamente colada no cloro e distante do
hidrogênio. Só um detalhe, o cloro não arrancou esse elétron. Ele continua compartilhando. Então a expressão polar, meninos e meninas, é porque polariza a ligação. Seria isso aqui, ó. Tá mais próximo do cloro e mais distante do hidrogênio. Só que nunca tu vai ver um tracinho assim. Isso em laranja ou este item que eu coloquei aqui é responsabilidade do aluno. Tu tem que saber que não está igualmente compartilhado e tu precisa saber para que lado está esse par. forma polo em direção a qual elemento químico? Daí tá Se perguntando qual que, como é que eu vou
analisar isso? Tá aqui a resposta. Sempre quem estiver, quem for mais eletronegativo leva o chamado caráter negativo. Por isso a decorebinha da série de eletronegatividade. Nós usamos aquela decorebinha ali em propriedades periódicas. Vamos usar agora. Vamos usar na outra apostila quatro de novo a série de eletronegatividade e vou usar eletronegatividade em orgânica. Então tu Tem que saber quem são os elementos mais eletronegativos de alguma forma. Na apostila dois, pessoas, nós tínhamos flechinhas, certo? Que eu falava o seguinte: variação na tabela periódica. Olha a eletronegatividade, como é que ela oscila. Da esquerda pra direita, de baixo
para cima, grupo 18 tá fora e a referência é o fluor. Já caiu isso no Enem. O Enem já cobrou eletronegatividade, Tá? Vamos tentar objetivar. Vamos. Aquela ligação que eu fiz lá é uma ligação covalente polar simples. Depois de 5 minutos de explicação, vem o que tu procura na tua alternativa. Isto é uma ligação covalente porque é compartilhado, polar, simples. E aí o exercício diz que não está igualmente compartilhado. Verdade. Forma-se um polo pro lado do cloro. Verdade, Coca. Quando tu faz isso aqui, ó, olhem para mim, por favor. Que que é isso aqui? Ligação
covalente a polar simples. Lá ligação covalente polar simples. Aqui equidistante o cabo de guerra. Ninguém consegue puxar 1 mm essa corda pro seu lado. Lá a corda está indo sempre pro lado mais do elemento mais eletronegativo. Então, a simbologia do quadro da direita pro quadro da esquerda é o mesmo, certo? O Significado não. Então aqui sempre vai ter alguém que atrai mais o par de elétrons, certo? Tem que lembrar disso. Por que que essa ligação aparece com frequência? Por causa do exemplo ali, ó, que vocês têm da água, do CL2, do gás carbônico. Olha só,
quando o aluno tenta simplificar o raciocínio, como pode gerar um problema? Eu gosto da analogia do cabo de guerra. Tem um puxando para cá, sete puxando para lá, porque vai ter uma diferença de força. Só que daí o Aluno, e eu entendo a lei do menor esforço, ele pensa: "Ah, não, vou decorar esse negócio aqui, ó." E ele começa a pensar no número de elétrons. Vamos pensar no número de elétrons. Então, quem tem mais elétrons atrai mais e daí tu toma ferro. Porque, por exemplo, tu tem esta molécula aí. Olha só, cloro e oxigênio está
aqui. Há metais diferente. Muito bem. Vamos compartilhar Elétrons até todo mundo se estabilizar. Este cloro aqui é o mesmo que tá aqui. Então, eu vou ter dois cloros. e um oxigênio. Cloro, grupo 17 é responsabilidade de vocês. Tem sete elétrons na última camada. Vida que segue. Sete aqui, seis aqui. O que que a gente faz? Covalente. Não tem como fazer iônica porque não tem metal. Bora. Compartilhamos elétrons. De que maneira? Este cloro precisa de um. Compartilha aqui, vira que segue. Tá estável o cloro. Massa sem problemas. Eu acho. O meu oxigênio da direita de vocês
tinha seis, compartilhou um, sete, falta um, falta um para esse cara aqui. Tranquilão. Que que eu fiz aí? Cuidado para não cometer o erro bem banal. Ah, aqui eu tenho uma dupla ligação, nem pensar. Aqui eu tenho duas ligações simples, porque o oxigênio está fazendo com Elementos diferentes do compartilhamento. Então eu faria assim, eh, aqui cloro, cloro compartilha compartilha oxigênio. E aí o cara que não lembra da eletronegatividade pensa o seguinte: sete para um lado, seis pro outro, esse par de elétrons tá próximo do cloro. Errou. Sério? Oxigênio é o segundo elemento mais eletronegativo. E
aí o aluno se pergunta como que abre aspas seis consegue ganhar de sete? Estes seis Elétrons estão na segunda camada da eletrosfera. Eles estão colados no núcleo. Estes sete estão distantes três camadas da eletrosfera. Olha só, o oxigênio tá aqui em cima, o cloro tá aqui embaixo. Então é a flechinha de baixo para cima que tá determinando o oxigênio tem menos elétron, mas está mais próximo do núcleo, tá? Por que todo esse embrolho e Coca? Para te fazer o seguinte. par de elétrons mais próximo do Oxigênio. Forma-se um polo. Os elétrons estão mais próximos do
oxigênio e consequentemente mais distantes do cloro. O que eu fiz aí? Um compartilhamento. Fazer é maior que ficou pequenininho, tá? Olha só. Cloro, cloro, compartilha, compartilha. O que acontece nos exercícios? Eles jogam as moléculas para vocês e fazem Questionamento sobre a o que tu tá fazendo. Não existe mais as questões discursiva, certo? Tá discursiva, eles poderiam perguntar qual a fórmula eletrônica do Clo, óxido de cloro, certo? Daí tu teria que fazer isso, não tem mais isso, tá? Então, onde é que é o questionamento? Pessoas tem que saber fazer, tem que saber discriminar, porque na alternativa
vai ter o seguinte: CL2O apresenta duas ligações simples, covalente, polar. Tu precisa disso que Eu fiz aqui em branco. Tu precisa saber fazer, mas tu precisa descrever o que tu fez. Primeiro, não é uma dupla. Segundo, aqui eu tenho duas ligações covalente polar. simples, aonde o polo está orientado em relação ao mais próximo do oxigênio. Volta para isso aqui de novo, ó, pessoas. É isso que deixa ela Importante. Por que que existe vetor resultante em Coca? Vamos colocar lá agora a física em cima daquela molécula. É o Vasco ou é o Anderson aqui? Ou é
os dois física Vasco. Ó, o Semgonha do Vasco diria o seguinte: oxigênio tá puxando para lá com uma força de 4 N. O cloro tá puxando para cá com uma força de 2 N. Ou seja, o oxigênio tá ganhando. E aqui a mesma coisa. Se tu entrar com a física, vai ter um vetor resultante para lá, ó. vai Ter um vetor resultante, ou seja, não vai se anular. Para quem gosta um pouquinho de física, é muito fácil o cara se enrolar, certo? Tu vai entender por logo logo. Olha só, alguma dúvida que o Vasco explicaria
que existe um vetor resultante para lá, porque o oxigênio puxa para cá com a força que é maior que o cloro. Aqui é a mesma coisa, só que daí pode ter algum aluno que faz o seguinte: olha só, Cloro simples ligação oxigênio, oxigênio, simples ligação com cloro. Essas duas ligações não são exatamente iguais a essa, não é duas simples. Sim. Quem é o elemento que mais puxa aqui? O oxigênio. Daí tu faz o seguinte, o oxigênio tá puxando para cá com uma força e o oxigênio puxando para lá com uma outra força. E tu fala:
"E agora, Vasco?" O Vasco fala: "Vetor resultante igual a zero". Estranho. Como que agora deu Vetor resultante igual a zero, sendo que tinha que ser diferente de zero? E é que a gente próximo à apostila, a nós, eu não posso escrever aquela molécula uma do ladinho da outra, os átomos, porque lá eu tô entrando num próximo conteúdo da apostila quatro, que é chamado geometria molecular. Como assim? Tá vendo lá? As ligações estão corretas e a posição dos átomos errado. Posição dos átomos tem que ser assim, pô. Sério? Sim. Então, para não correr o risco de
Pá, qual é a posição correta, o que que eu prefiro? que tu lembra de eletronegatividade, ou seja, lembra da eletronegatividade, já era. Não importa onde tu vai colocar, certo? Mas isso aqui é apostila quatro, por isso que parece que assim, ô, vou se anular golpe, certo? Tu tem isso aqui é uma geometria angular, nós vamos aprender que é a mesma da água que a gente vai fazer agora. Por que que de cada cinco questões de Ligações quatro envolvem ligação covalente polar? Por causa dessa molécula que vocês têm aí e a sua importância. Espero que você
não tenha usado todo o retângulo, porque eu quero colocar mais duas moléculas importantes ali, além da água que está ali. Olha só, água, gás carbônico e amônia. Essas três se enquadram exatamente nessa ligação e elas são importantes. Água tá aqui, hidrogênio com ametal. Bora. Hidrogênio, oxigênio, hidrogênio. Vimos na aula da terça-feira da semana passada que o hidrogênio se estabiliza com dois. Tranquilão. Acho que sim. Estável hidrogênio da esquerda, estável hidrogênio da direita. O meu oxigênio tinha seis, compartilhou 2 o vida que segue, tudo certinho. Olha só para cá, para cá. Qual é o polo dessa
molécula? série de eletronegatividade, muito mais Próxima do oxigênio, muito mais distante do hidrogênio, forma-se um polo pro lado do oxigênio. Então, a molécula de água, meninos e meninas, vou escrever ela de novo ali no meio porque ela é importante, vão ter que dar uma explorada um pouquinho mais. A molécula de água realiza duas ligações covalente polar simples. Certo? Vamos no CO2. Olha o CO2. A última liga a última ligação. O esse ano não foi ano E janeiro 26 janeiro de 2025 caiu água e gás carbônico em Santa Maria. Ligação do primeiro dia de prova CO2.
Olha só. X um oxigênio. Carbono, oxigênio. Ah, que bosta. Vamos apagar isso para fazer maior. Carbono, família 14, que leva o seu nome, logo tem quatro elétrons. Oxigênio a gente já fez hoje, tem seis. Tudo tranquilinho, eu acho. Que que a gente faz? Compartilha. Como Que eu sei? A metade diferente. Tá aqui, ó. A metade. Por isso como e quem? Quem e como? A metade diferente. Beleza. Vamos compartilhar. Qual que qual oxigênio eu começo? O que tu quiser. Escolhe. Tu só vai tentar estabilizar da melhor maneira possível. Seis. Compartilha um sete. O oxigênio da esquerda
tá instável. Compartilhamos de novo. Olha a dupla ligação aparecendo aí. Vida que segue. O oxigênio tá estável. Qual oxigênio? O da esquerda de Vocês tá estável. Carbono. 1 2 3 4 5 6. Falta dois pro carbono, falta dois pro outro oxigênio. Automaticamente gás carbônico faz assim, tá? O que que é faz assim, professor? Oxigênio. Uma dupla ligação com carbono. Vamos lá. Certo? Então, o que que nós temos aqui? Tem que saber fazer, tem, mas tem que saber escrever o que tu fez. Lembra que vai tá lá escrito na alternativa? Molécula de gás carbônico realiza duas
ligações covalente polar dupla, certo? entre o oxigênio e o carbono, o oxigênio é mais eletronegativo. Então eu tô puxando, polarizando as ligações para cá, polarizando para lá, certo? Aqui existe um polo, aqui existe outro polo. Ligação covalente polar dupla. Cuidado para não cair naquelas Pegadinhas. Presta atenção. Quantos elétrons foram compartilhados no gás carbônico? Quatro. Não. Repetindo, quantos elétrons foram compartilhados? É diferente de quantos pares de elétrons foram compartilhados. 1 2 3 4 pares de elétrons. E se a pergunta é elétrons compartilhados 2 4 6 8 diferença. Então na molécula de gás carbônico, que ela é
bem importante, bem comunzinha de ser cobrado, nós temos duas duplas ligações covalente polar. Quatro pares de elétrons compartilhados e oito elétrons compartilhados, sendo que o polo fica mais próximo do oxigênio. Gás carbônico, água, as principais moléculas a gente tá fazendo no quadro, que elas são bem comuns, certo? Fazer mais uma. Espero que você tenha espaço ali para fazer da amônia. Amônia cai com frequência também. E depois a gente vai dar uma focadinha na água. Foca na água. Olha Só, acrescenta aí para vocês também é bem comum. Nitrogênio é da família que leva o seu nome.
Família do nitrogênio, grupo 15. Hidrogênio. Hidrogênio. Hidrogênio. Alguma novidade? Não. O meu hidrogênio vai se estabilizar com dois. Tranquilo? Bora. Hidrogênio estável. Hidrogênio estável. Hidrogênio estável. Tranquilo. Sim. Quem é um elemento mais eletronegativo? Estava aqui agora a pouco. Acabei de apagar. F nitrogênio. Então eu tenho um caráter negativo lá em cima e um caráter positivo aqui embaixo. Negativo atrai mais, mais próximo os pares elétrons do nitrogênio. Tá aí agora fórmula eletrônica ou olha só 1 2 3. Fórmula estrutural. Tem que saber fazer. Tem. Mais importante que fazer é descrever, dar nome ao que tu fez.
Aqui nós temos três ligações covalente polar simples. Certo? Bora. Vamos focar na água agora, que a água é bem importante. Vamos de novo. Pessoas, ó, nenhuma novidade nessa aguinha que eu tô escrevendo ali. Que tipo de ligação eu tenho aqui? Covalente, polar, simples, covalente, polar, simples. Ou seja, entre os átomos, ligação covalente polar simples. Beleza? Foi o que falamos agora. Eh, tá aqui, ó. Certo? O que eu preciso de Vocês agora é o seguinte. Se esta molécula de água, vamos começar pelo mais tradicional, líquida, certo? Se liga com outra molécula de água líquida. Olha a
diferença agora. Água líquida na esquerda, água líquida na direita. Olha só, importante. O aluno gera confusão aqui. Covalente polar simples, covalente polar simples, covalente polar simples, Covalente polar simples. Agora eu tô pegando esta molécula de água inteira e ligando com outra molécula de água. Molécula não é a aula de agora. Que tipo de ligação vai ter aqui entre uma molécula e outra ligação chamada pontes de hidrogênio? Como ligação pontes de hidrogênio ou ligação de hidrogênio. Esta é uma sensível diferença entre Moléculas. Perfeito. Sim. Como que vai funcionar? Na parte mais íntima dessa ligação. Olha só
quem é o elemento mais eletronegativo. Coca, o oxigênio. Aqui oxigênio e aqui o hidrogênio. Alguma dúvida? Ó, atrai mais. Atrai mais. Como que você liga uma molécula com outra? Presta atenção. Vou pegar uma cor que não tá ali. O caráter negativo, ou seja, o vamos simplificar, tá? O Oxigênio da água da esquerda de vocês liga-se com o hidrogênio da outra molécula de água. Galera, essa ponte de hidrogênio tá aqui, ó. A famosa ligação ponte de hidrogênio é o caráter negativo de um com caráter positivo de outro, tá? Então, tu tá tomando um gole de água
agora. As ligações as moléculas de água que tu tá ingerindo são essas aqui. Detalhe, não confunde. Entre um átomo e outro é covalente polar. Entre uma molécula de água líquida e outra é pontes de hidrogênio. Tá? Então, se eu tenho milhares de moléculas de água líquida na minha garrafinha agora, eu vou ter milhares de ligações assim. O positivo de um rosa, ó, o positivo de uma molécula vai se ligar com o negativo da outra. Pontes de hidrogênio. Água líquida. Água líquida. Água líquida. Existe. Tá. Mas qual que como é que eu vou saber que tipo
de ligação? tá me perguntando, tem que olhar o comando. Entre moléculas, ponte hidrogênio. Dentro da própria molécula, entre o hidrogênio, o oxigênio e o covalente polar. Não sei se vocês já fizeram alguma questão que envolvia o seguinte, olha só. Ou ao contrário, vamos esquecer a química, vamos pro nosso cotidiano. Possivelmente você já passaram por essa situação da casa de vocês. Fez um churrasquinho lá de noite, dormiu, acordou e tu tinha deixado garrafa de cerveja, cerveja no teu congelador, lata de cerveja no teu freezer. Tu acordou outro dia, vai as latas e as garrafas. Tu abriu
o teu congelador e teu freezer, a garrafa tinha explodido. Como assim? Estourou a A latinha, quebrou a garrafa. Aonde eu quero chegar? Eu quero chegar em ligações entre moléculas. Que jeito? Sim. Sim. Olha para cá. Quando tu coloca lá a lata de cerveja no congelador, no teu freezer, acompanha, tu tá colocando, está colocando 95% cerveja nossa, tá? A tradicional, 95% do que tá dentro da lata é água e 5% é álcool etílico, que a gente já viu, certo? Então, tu tem 95% de água dentro da tua latinha. Colocou ela agora, Exatamente 9 horas no teu
congelador. Tu tem, olha só, milhares de moléculas de água se ligando assim. Pontes de hidrogênio. Pontes de hidrogênio. Pontes de hidrogênio. O rosa fica ruim aí, mestre, na tela? Não. Tá legal? Perfeito. 9 horas colocou às 9 horas da manhã, ou seja, 12 horas depois, o que aconteceu quando tu começou a colocar a cerveja lá, foi retirando energia dela e Olha o que acontece. Ponte de hidrogênio, água colocar aqui, ó, líquida, água líquida, água líquida. Então, eu tenho milhares de ligações assim. Presta atenção. 6 horinhas depois, olha o que acontece. A terceira molécula de água,
ó, 1 2 3, liga-se com a primeira, não entendi. Congelou, retira energia das moléculas de água e a terceira junta-se com a primeira. Olha o que que vai acontecer. Tá aqui a minha primeira, Tá aqui a minha segunda e a minha terceira, aquela lá veio para cá e a gente fez isso aqui. Pontes de hidrogênio aqui, pontes de hidrogênio aqui, pontes de hidrogênio aqui. O que que tá acontecendo quando tu congela? De 13 em três, as moléculas vão se ligando. E olha para cá, aqui era de duas em duas. Duas em duas, duas em duas,
duas em duas. Congelou. Tu vai ter isso aqui. As moléculas vão se ligar de três em Três. E olha o que que vai acontecer. Vê se tu entende onde eu quero chegar. Fica um vazio entre essas moléculas tridimensionais. Como assim vazio? Elas aumentam o volume. Tá. Esquece a cerveja. forminha com gelo, colocou uma um copo para fazer gelo até o limite de água. Tu colocou ali cuidadosamente no teu congelador, tu vai pegar 24 horas depois parece que alguém foi lá colocou mais água porque o gelo tá maior, pessoas tá maior por Causa disso. Quando tu
coloca a água para fazer gelo no estado líquido, ela tem um volume menor, porque aqui elas se ligam duas a duas e aqui três a tr. Então, as moléculas quando estão no estado sólido ligam-se três a três. As moléculas quando estão no estado líquido ligam-se duas a duas. Três a tr. Água sólida, também conhecida por nós como gelo, fica um espaço no meio fazendo aumentar O volume. Por isso a tua lata explode. Ela começa a aumentar o volume, a expandir tanto que a latinha não aguenta. Aumenta o volume, aumenta o volume e explode a tua
latinha. Qual é o motivo disso, Coca? Pontes de hidrogênio. Pontes de hidrogênio ligando-se três a três, certo? questão que já foi da URGs, bem fácil, questão de primeiro ano. Se isso aqui é água sólida, isso aqui é água líquida, como que o gelo flutua na Água? Não era para est lá no meio, afinal é a mesma substância. Não, o gelo flutua na água porque ela tem um volume maior e aí entra a densidade. Olha só, a densidade é massa sobre volume. Se eu tenho um volume maior no gelo, volume alto, densidade menor. Por isso que
o gelo abre aspas, flutua na água. Ah, mas é água com água, não era para est no meio? Não, quando eu tenho moléculas de água no estado sólido, elas Ligam-se tr a tr espaço no meio, aumenta o volume, diminui a densidade, tá? Mas quando que isso acontece? Somente na água sólida, certo? Na líquida, ela não rola. Então, as pontes de hidrogênio e a ligação covalente polar estão por trás desse aumento do volume, certo? Como a água ela é sempre bastante explorada, é bom o cara dar uma aprofundadazinha nessas águas aí, certo? Tem que ficar muito
claro. Entre uma água e outra, ponte hidrogênio dentro da molécula de água que a gente tá estudando agora, ligação covalente polar entre uma água e outra, ligação de hidrogênio ou ponto hidrogênio. Certo? Em nenhum momento do período de hoje eu tô trabalhando com metal. Então, a gente tá falando de moléculas que são gasosas ou líquidas, como regra geral, certo? Aqui eu preciso retirar energia para ela virar sólida, certo? Acho que matamos a ligação covalente polar e vocês têm alguns detalhes importantes ali, ó. Olha só. Ligação covalente polar. Quando há deslocamento do par de elétrons, galera,
isso é não está igualmente compartilhado. O par não é simétrico. Olha quantos sinônimos tem aí. Não é simétrico em relação aos dois núcleos. pessoas. Isso aqui tá mais próximo do oxigênio. Isso aqui tá mais próximo do oxigênio. Aqui tá mais próximo do Nitrogênio. É isso português aqui que tenta confundir a vida de vocês. Ocorre então metade diferente, né? Já falamos. Existe diferença de eletrangatividade, vetor resultante diferente de zero. Matamos a covalente polar. Vamos pra quarta. Na sua ordem coordenada ou dativa. Qual foi o último quadro que eu escrevi aqui? Essa quarta ligação aqui, ela é
um pouquinho mais chata e dependendo lá se o meu colega que deu Aula para vocês no primeiro ano tava disposto ou um pouco disposto. Ele nem trabalhou essa aqui porque existe autores que não curtem muito ela porque ela é pouco aplicada, tá? Não é que ela não existe, ela existe, mas ela é aplicada em poucas moléculas e às vezes essa essa ligação sempre me dá um desconforto aqui no cursinho. Faz 10 anos desse que eu voltei pro Relo e faz 10 anos que dá problema essa ligação. Aí vou justificar eh 26, 25, 24, 23. em
2023, anual noite, inclusive anual noite, não sei se eu já comentei isso com vocês, uma, não, acho que foi com, não sei se foi para vocês, anual noite, uma menina que vinha direto na aula, sentava lá no fundo, mais ou menos onde ela tá lá, lá no fundo, né, bem dedicada, veio nos plantões e tal, terminou as aulas de ligações, um dia ela tava no plantão, di, pá, professor, essa ligação dativa que a gente vi agora, eu não vi no colégio, ela não vou Falar da onde é porque eu falo o colégio, a professora deve
estar lá até hoje. Eu falei: "Ah, não vi ela, não sei quê". Eu mais ou menos entendi, levei pra minha professora do colégio e a professora do colégio falou: "Cara, ela não existe. Os professores de cursinho querem aparecer, estão aprofundando demais, não sei quê". E ela ficou com aquela dúvida, tipo, Coca disse o negócio. E a professora dela do colégio, bem bom colégio aqui, falou que não Existia, não trabalhou a vida que segue do cara. Olha só, existe autores que não curtem ela e não falam dela porque ela é pouco aplicado e outros autores falam,
mas ela existe. A palavra não existe, não existe, não existe. Certo? E ela ficou nessa dúvida. Resultado. Isso tipo agora, hum, junho. O que que ela fez? Urix. Fez a Urix, caiu a molécula de ozônio. A gente vai falar qual era a resposta da molécula de ozônio uma dupla e uma dativa. Tu acha que eu lembrava Isso lá quando caiu em janeiro do próximo ano? Não. Caiu, caiu ela, ela fez lá, ela fez, ela confiou em mim, saiu o gabarito, ela me mandou um print da do gabarito. Falou: "Lembra naquela nossa conversa lá do meio
do ano?" Falou: "Óbvio que eu não lembrava". Daí ela mandou a questão e falou o seguinte: "Ó, o gabarito deu como dativa". Eu até falei que ela existia, ela confiou em mim. Então, e eu acho, porque é um colégio bom em Santa Maria, que essa Professora continua não trabalhando. E tá tudo certo trabalhar porque ela é pouco explorada. O que tu não pode é escutar isso. Ela não existe. Os professores de cursinho querem aparecer, pá, não é isso, entendeu? Ela existe, mas ela um pouquinho é bem pouco aplicada. Olha só, quarta ligação para nós. Ligação
coordenada. ou da ativa sinônimo. Vamos ver como é que funciona esse Bagulho aí. Lembra das perguntinhas? Quem faz e como faz? Olha só, quem faz? Pergunta difícil agora, sério. Aham. Vamos ver como é que tá a primeira característica aí que tá para vocês escrita. Talvez seja a resposta do quem faz, se eu conseguir achar. Hum. Não. Olha só. Ligação coordenada ou dativa, primeiro pontinho vermelho ali, ó. É um complemento da ligação covalente. Olha que bosta. Quem faz? Quando eu tenho isto aqui, isto aqui, isto aqui ou isto aqui, olhem para cá, por favor. Eu preciso
de vocês olhando para essas moléculas. Em nenhum momento tu olha para elas e fala o seguinte: "Ela faz da ativa". Não. O que eu esperaria de vocês? A metade diferente. Aqui eu vou ter covalente polar. A metade diferente, covalente polar. A metade diferente covalente polar. A metais iguais covalente a polar. Era Isso que eu esperava. Aonde eu quero chegar. Não tem como tu olhar para uma moleca falar faz da ativa. Ã, por causa desta frase que tá aí, eu vou começar a estabilizar elas pela ligação que a gente tá fazendo agora, a anterior. Olha só,
é um complemento. Diz o seguinte no segundo, segunda característica ali, o átomo para realizar essa ligação deve estar estável, regra do oeto completa e apresentar par de elétrons livre. Vamos pegar o SO3. É o SO3. É o SO3. Vem Comigo. Quem faz complemento? Vou deixar escrito ali, complemento da covalente. Vou deixar bonitinho aqui ou menos feio que tá. Quem faz complemento da covalente. Então eu começo a molécula com ligação covalente. Polar ou apolar? Complemento a covalente. Como faz? Vai mudar o verbo. Não entendi. Que que era aqui? Compartilhamento. Que que era na ligação um iônica?
Dou e Recebe. Como faz? Vou colocar entre aspas isso. Empréstimo de pares de elétrons. O início ela é bem ruinzinho, dá de entender. Depois dá uma melhorada, mas não muito também. Empréstimo de par de elétrons. Vamos lá. Vamos pegar o primeiro exemplo de vocês, que é um dos principais formadores da chuva ácida. Não sabe? Anota ali. S3, um dos principais componentes da chuva ácida. Tu tem isso Aqui enxofre, vindo da planeta Terra, poluição, entra em contato com O2, forma de óxido enxofre. Lá na atmosfera dióxido enxofre reage com água, forma H2S3, principais componentes da chuva
ácido. Isso é pra geografia, tá? Intemperismo. S2, gás carbônico são os dois principais gases componentes da chuva ácida. Bora. Vamos lá. Vem comigo. Vamos fazer o seguinte. Tá vendo isso aqui? Tô. Isso aqui, ó, é Isso aqui, pessoas. Eu olho para ele, igação covalente polar. Ponto. É isso que eu preciso fazer. Vou fazer ligação covalente polar. Olha só. Oxigênio. Um enxofre mais outros dois oxigênios. Esquece adivo. Ó, vem para cá. Eu vou compartilhar elétrons para estabilizar esses quatro caras que estão aí. Detalhe bem importante, galera, não tem ligação oxigênio com Oxigênio. Coca, como é que
eu vou saber? É assim, galera, o S vai se ligar com os três O, o enxofre liga-se com os três oxigênios. Então, este cara tem que se ligar com os três. Não pode ter ligação O com O, senão é muito fácil estabilizar e vai tá errado. Bora. responsabilidade de vocês já acabou decorando de tanto que a gente faz isso. Seis elétrons, o enxofre também tem seis, todo mundo com seis, vida que segue. Agora eu tô fazendo essas bolinhas. Lembrei. Pausa parênteses. Me formei em 2001. 2000 não, é final de 2000. 2001. Passei no concurso do
estado, comecei dar aula no Maneco, com uma escola grande que tem aqui estadual. Eu era químico da prefeitura de manhã cedo, de tarde e de noite eu te maneco. Então, olha, olha que loucura agora. Tô lembrando disso. 2001, certo? Em 2001, Manec de tarde só tinha primeiros anos do número era por número as séries, eh, As turmas. Tinha 22 primeiros anos de tarde no Mareco, certo? E eu tinha do um ao seis. E eu tinha noite também no Mareco com primeiros anos. Então, olha só, eu tinha seis primeiros anos de tarde, algumas tardes, não eram
todas, e depois algumas noites que eu conciliava. Então, chegava um determinado momento que eu tinha seis aulas iguais de tarde no primeiro ano e mais cinco de noite iguais, porque era sempre mesmo ritmo mesmo, professor. Então, quando chegava Nessas aqui, eu bá, eu imagina seis vezes de tarde, mais cinco vezes de noite, eu ia dormir à noite, eu tava fazendo elétricos, cara, chegava, chegou no terceiro ano, el falou: "Pelo amor de Deus, me tire do primeiro ano, me largue no segundo ou terceiro, porque eu não posso repetir a mesma coisa sempre". Certo? Então agora que
eu tava fazendo as bolinhas, bobo eu tô fazendo isso. Daí eu lembrei do Mareca, certo? E olha que loucura. Tô dizendo 2001 tinha 22 Primeiros anos. A minha esposa que eu conheci lá dá aula lá até hoje, sabe quantos primeiros anos tem hoje lá? 10 eu acho. Nove ou 10. O que aconteceu com essas pessoas? As pessoas não se faz mais filho, acho que ou a galera não estuda. Eu tinha 22 primeiros anos de tarde, era do um ou 22. Hoje tem 10 ou 11. Cada vez menos turmas tem. E isso vale para lá e
vale para outras escolas. Mas é surreal, sabe? Porque para mim era um espanto. Eu vim numa escola Pequenininha em Margarida Lopes, em Caubi, que era dois, três, duas, três turmas de quarto ano, 5into ano. Cheguei ali 22, um mar de gente, meu Deus, hoje em dia já diminuiu. Bora. Olha só, olhou para cá, o que que eu sei aqui? Eu vou ter ligação covalente polar. Isso que eu sei. Vamos estabilizar quem? O que tu quiser primeiro um oxigênio com enxofre. Qual deles? O que tu escolher? Seis. 7 tão estáveis. Não, que que eu tô fazendo?
Ligação com o valente polar. Não é o que estamos pensando em alcançar. Vem comigo. 7 já tão estável. Não, continua neles. Esquece os outros dois oxigênios que a gente faz uma dupla. Pessoas, tá aqui, ó. Olha só que espetáculo. Que que é isso aqui? Coca. Isso é uma dupla ligação igual. Tá aqui, ó. Então agora eu fiz uma ligação covalente polar Dupla, tá? Mas e a molécula? Tá longe, tá estável? Eu preciso estabilizar esses dois caras ainda. Qual é o principal? Principal não, mas o primeiro caminho que o aluno pensa: "Beleza, vamos reproduzir. Fez uma
dupla aqui, faz uma dupla aqui, faz uma dupla aqui. Os oxigênios estão estáveis, tranquilaço." Mas vamos lá. Quantos elétrons já está o enxofre agora? Oito, tu faz mais dois, vai a 10, mais dois, vai a 12, tu Explodiu com a camada de valência do enxofre, porque ele vai a 14. Não posso mais fazer o compartilhamento, pessoa. Ele já tá estável, ele tem oito. Não dá para eu fazer uma outra dupla para cá, outra para lá, porque o meu enxofro não tem capacidade para isso. Dei uma parada agora. Hum. Não dá para fazer covalente. Se tu
quer enfartar o Coca ou teu professor, alguém poderia estar pensando aí, vamos doar uns elétrons para cá, daí eu ten um AVC no coco. Por que que não Dá para doar? Porque tem que ser metal. Cadê o metal daqui para doar elétrons? Não rola. Então, olha só como a gente tá meio ferrado. Não dá para continuar fazendo covalente. E não existe a possibilidade da iônica, porque só pode doar quem é metal. Cagou. Volta pra característica lá. Olha a segunda. O átomo para realizar esta ligação deve estar estável e apresentar par de elétrons livre. Vem comigo.
Não tá estável com oito? Sim. Tem par de elétrons livre? Sim. O que que esse enxofre bonzinho vai fazer? Olha essa palavra aqui. Ele tem os pré-requisitos para fazer um empréstimo de par de elétrons para o oxigênio. E obviamente que se tu tá escutando isso pela primeira vez, tu pensa: "Pô, empreste, como é que funciona?" Se eu empresto um livro para ela e eu pergunto para vocês, de quem é o livro? Dela ou meu? Meu, se eu emprestei, eu parto no princípio que ela vai me devolver. Então Isso aqui está ajudando com empréstimo que é
tipo vai e volta. Seis, recebeu dois emprestado oito. Seis, recebeu dois emprestado oito. Galera, este empréstimo é para tentar facilitar a vida de vocês. Não existe essa expressão na nomenclatura. O átomo que tá estável em presta um par de elétrons. Coca pode emprestar um elétron, não. Três elétrons? Não é do quatro ou seis. É par. Olha só. Par de elétrons, Galera. Aqui surge a ligação dativa, um complemento da covalente. Não consegui estabilizar apenas com a covalente. E olha a simbologia. Cada par de elétrons compartilhados é como se fosse uma flecha no meio. Essa simbologia também
muda de autor para autor. É uma bosta isso. Certo? Eu já vi da ativa sendo com dupla e um traço no meio. Então a simbologia não importa muito. Tu tem que saber diferenciar. Olha só, SO3, o que nós temos? uma ligação covalente polar dupla, que é essa, este cara aqui, duas coordenadas ou dativa. Vê se faz sentido aquela segunda regrinha ali para vocês. Olha só, o átomo para realizar essa ligação deve estar estável. Não tem como emprestar um livro para ela de história. Por quê? Porque eu não tenho livro de história. Eu só posso emprestar
elétrons desde momento que eu já esteja estável. Tem oito. Emprestam par. Empresta par, vida que segue, tá valendo. Então nós temos aqui a famosinha ou não tão famosa assim, ligação dativa. Trióxido de enxofre. Essa criatura que tá aí faz duas dativas. Vamos colocar do ladinho lá o O3, ó. uma molécula bem comunzinha de ser cobrado. Se eu falei um pouquinho aqui, ó, que é um dos principais componentes da chuva Ácida, para que que serve o ozônio lá pro gabito que dá aula para vocês? O ozônio é uma camada natural que tem acima da atmosfera, que
seria como fosse um filtro solar da Terra. camada do ozônio, ele faz uma filtragem de raios, o V, o VA, o VB, e tenta evitar com que esses raios cheguem até a o planeta Terra. Então, é uma camada gasosa em cima da atmosfera que contém ozônio, tá? E agora Vem comigo. Há metais diferentes, ligação covalente polar, eu sei que vai ter aqui. Há metais iguais. Eu sei que aqui eu vou começar a ligação assim, ligação covalente. Cuidado apolar, porque são átomos iguais. Então a gente vai tentar estabilizar com compartilhamento. Só que não existe diferença de
eletronegatividade. Nós vamos compartilhar desta forma. Vou Fazer até o mesmo formato, tá? ou parecido com ele, ó. Ozônio. Já sabem que o oxigênio tem seis, então vamos fazer o seis de cada oxigênio. Coca, qual átomo eu começo a estabilizar? O que tu achar melhor? Qualquer um deles. Vou começar pelos da direita agora. Oxigênio aqui, oxigênio lá. Vou compartilhar. Eu estou fazendo ligação covalente a Polar. Tá estável esses dois oxigênios? De jeito nenhum. Seis com mais um, se aqui é a mesma coisa. Vou ter que fazer uma outra dupla. Agora sim, meninos e meninas. 6 com
2 8. 6 com 2 8. Olha só, cadê o apagador? Que que é isso aqui? É, que vocês estão vendo? Molécula de O2. Molécula de O2, ligação covalente a polar dupla. Ótimo. Agora preciso ligar isso aqui, tá? E daí? Já tem oito. Não dá para eu fazer mais uma dupla para cá porque eu Vou explodir. Tá estável, tem par de elétron sobrando. Sim. Dativa daqui para lá. Então eu vou fazer isso. Olha só. Uma adiva, uma dupla, vida que segue. Vamos descrever que o importante é isso. Tu vai ter que analisar se a alternativa correta
ou não. Aqui eu tenho uma ligação covalente polar dupla. Vem comigo que essa ligação da direita para vocês, mais uma dativa. Quando eu trabalho isso no colégio, a Galera que curte, gosta um pouquinho de química ou tá prestando atenção, sempre vem ou quase sempre vem com esse questionamento quando tô fazendo essa molécula, vê se vocês entendem o raciocínio que alguns alunos que gostam de química pensam. Eu explico, o aluno normalmente entende e ele fica pensando sobre essa molécula e faz o seguinte, ó. De novo, não é para copiar isso aqui porque eu vou fazer ela
errada. Olha só, molécula de ozônio sempre tem um. Esse ano eu tô com quatro. É, tem quatro primeiros, poucos. Olha só, sempre tem um aluno que pensa o seguinte e eu gosto quando vem esses questionamentos. Professor, de chamando a classe, eu fiz assim, seis compartilhão sete. Beleza? Que que ele faz agora? Ele sai desse oxigênio e vem para cá. Seis, compartilha um, sete, compartilha outro oito. Não tá estável, tá? Que que Ele faz agora? Ele faz assim e ele me pergunta o seguinte: "Quantos tem aqui?" Eu falo: "Oito, quantos tem aqui?" Oito. Quantos tem aqui?
Oito. Daí ele fala, "Não dá para ser assim". Eu vou dizer: "Não, por que que não?" Porque quando ele começou fazendo esta ligação aqui, e é justo ele pensar isso, olha só, 2 4 6. Ó, eu fiz essa primeira ligação. A minha pergunta é: alguém tá estável? Não. Tu não pode procurar um outro Elemento químico para tentar fazer uma ligação se nenhum dos dois que eu comecei tá estável. Ah, mas não tá todo mundo com oito. Tá, tá certo isso? Não vai ter na alternativa que o ozônio faz três ligações simples com o valente polar.
Vai e vai tá errado. Por começou agora fosse quantos tem? Sete. Esquece esse esse esse ultra oxigênio que tá na esquerda. Certo? Eu preciso estabilizar esses caras. Ah, então aí a gente faz a dupla. Agora eu faço uma dativa. Então Sempre tem alguém que pensa daquela maneira ali e fala: "Não dá para fazer três simples? Dá, vai tá todo mundo com oito, vai. É assim que acontece na prática?" Não, certo? Não. Então não dá. Mas tá todo mundo com oito. Porque o aluno vem para cá e começa a tentar estabilizar antes de qualquer coisa. Olha
só, voltamos lá. ligação coordenada da ativa. Vocês têm aí S3, O3, já coloca isso aqui também. São as três moléculas que mais aparecem, ozônio, dióxido enxofre, de trióxido enxofre. São as três principais moléculas que têm ligação coordenada ou dativa, certo? Bem importante e eu quero que vocês escrevam do lado do título da ligação da ativa, ligação fraca. muito fraca. Ela é a primeira a ser rompida. Certo? Vocês não vão lembrar porque vocês são muito, muito, muito mais novos do que Eu, certo? Mas há uns 25 anos atrás a gente tava com um problema ambiental gigantesco.
20 anos eu acho. Não mais. Eu tava no colégio, que jeito. 30, 30 anos atrás, nós estávamos num problema ambiental gigantesco no planeta Terra, porque nós estávamos destruindo a camada de ozônio, o que estava contribuindo para o aquecimento global. E dei até descobrir que o ozônio nos protegia e tava sendo destruído, demorou um tempo. Descobriu-se o aquecimento tem a ver com Os buracos na camada do ozônio. Mais um tempo para descobrir o seguinte, como que tá se destruindo isso. E lá, eu tô falando em 1980 e pouquinhos, acho que foi 90, descobriuse que nós, através
da industrialização, estávamos produzindo um gás que era muito recorrente em algo que vocês usaram hoje. Eu também. Imagina quantas pessoas ao longo do dia no planeta Terra usavam o hoje desodorante, aerosol. Toda vez que uma pessoa colocava o desodorante, como eu Fiz agora, tomei banho, vim para cá, fazia assim na na em 1980, 1990, tu aperta e o desodorante vinha pro teu braço. Vinha o desodorante porque dentro do dentro do tubinho tinha um gás chamado CFC. Era o gás propel, era o gás que fazia saltar o teu desodorante. O desodorante vinha para cá e o
gás subia. Todo mundo usando o desodorante aerosol 1980. O que acontecia com esse CFC, ele grosseiramente ele era volátil, subia, Passava pela atmosfera, encontrava o ozônio e destruía o ozônio. Demorou-se quase quatro ou 5 anos pra ciência descobrir que o CFC é que tava fazendo isso. Veio uma lei de cima para baixo em todos os países proibidos o CFC. Hoje eu acho que não mais, mas se tu olhar o teu desodorante em casa, talvez tenha na linetria pequena assim, ó, não contém CFC, trocou simplesmente o gás que faz pular, certo? Então esse era um gás
que tinha nas geladeiras ar condicionado e Desodorante. Só que geladeira e ar condicionado, quando é que se destrói um ar condicionado? Demora 5, 6 anos para perder o gás, tá? Mas e daí? Esse gás que era perdido subia e destruía, certo? E por algum motivo que eu não sei justificar qual é, parou-se a produção disso, a camada de ozônio que tinha um buraco gigantesco começou a se regenerar. A gente parou de produzir gases que atacavam a camada aer ozônio. Hoje o buraco da camada aerosônio é Muito inferior a 20 anos atrás, porque a gente parou
de produzir alguns gases que matavam isso. Mas isso é biologia deixa pro gabito. Pessoas, até amanhã. Beijo.