Que vocês resgataram né bom primeiro lugar sejam bem-vindas Boa tarde a todas 2024 começando com a sua potência porque não sei se vocês já perceberam Esse é um ano muito potente né em todos os sentidos um ano de realização um ano de força um ano de capacidade de entendimento né Por quê Porque nós ar regimentam inúmeras informações no decorrer desses anos conhecemos muito de nós mesmas em alguns aspectos tivemos Metacognição sobre nosso comportamento Nossa forma de ser e de agir e quando nós adquirimos um um processo tão vasto que envolve conhecimento entende e envolve principalmente
essa capacidade de ver pelo sentir a vida nos conclama sempre a passos mais firmes Seguros e responsáveis então por isso eu sinto que 2024 é um ano de extrema potência Então vamos juntas né desenvolvê-lo não sabemos se chegaremos ao meio ou ao final dele mas sabemos que nós estamos Aqui agora e a vida não conta comigo amanhã ela conta comigo nesse exato instante Então vamos juntas e continuamos dentro da das nossas propostas de autoconhecimento eu sei da importância dos ambientes da abordagem de cada um mas eu sei também da importância de cada uma de vocês
dentro dessa dinâmica efetiva que se chama Faces do feminino né em breve a gente vai ter uma mudança de Nomenclatura mas por enquanto é isso acho que tá faltando a anal né É porque a Gilda não vai poder mesmo né Ela avisou que não poderia mas a anal não avisou nada não é não avisou nada deixa eu ver seain entrando ah anal tá entrando Ah tá entrando é a tain tá aí também ah eu tô aqui tô aqui ah tô te vendo é que eu eu tô estabilizando a internet entrei pelo celular pelo Notebook acho
que agora vai V tá a na nosso olhar ainda não é além então sejam sejam bem-vindas né Depois vocês vão poder resgatar o que eu falei na gravação mas o meu abraço carinhoso para todas vocês e aqui nesse ambiente um pouco mais restrito né nosso abraço carinhosa anal né que passa aí pela orfandade total né A agora sem a mãe mas também sem o pai e tendo que referenciar em si esse momento que é singular mas que a gente que tá em torno Pode respaldar meu abraço querida obrigada Man obrigada amigos um beijo para todas
tá bom trabalho para nós só só quero ressaltar eh a dinâmica do trabalho anterior acho que vocês entraram em contato ela foi também muito forte não sei se vocês conseguiram eh pensar dessa maneira né onde a A Patrícia ela fala um pouco da das experiências que ela viveu eh mas do impacto que me chamou atenção o impacto dos 50 anos né Eh um pouco a Anete naquele período falou do adoecimento do pai no nosso último encontro e e um mês depois a realidade é totalmente outra eh a pergunta eh feminino livre ou aprisionado né acho
que todas nós de alguma maneira tivemos esse feminino aprisionado em algum lugar eh as três questões que ele faz né Que tipo de pessoa me tornei Qual o tamanho da Sagrada Família em mim e que tipo de mulher eu sou eu Respondi também a a essas questões que tipo de pessoa me tornei e eu coloquei desbravadora embora insegura Qual o tamanho da Sagrada Família em mim Grande hoje não maior que eu que tipo de mulher eu sou sou mulher apta a mim e ao que sou e a a discussão também que eu considerei muito muito
interessante que começou com a Ju mas se Estendeu que é o preconceito de ser mulher né e uma fala dele que me chamou muita Atenção para que a mulher exista uma morte tem que ocorrer a anal também fala sobre a morte do sogro né que foi naquele período também e toda a dinâmica causada na família dele e isso me me levou a refletir sobre a dinâmica do tempo e a alteração do cenário existencial né o quanto tudo se altera em questão de 30 dias se a filha morrer morre a ilusão existencial né também considerei Bastante
forte e aí ocorre também a das ilusões familiares e aí ele aborda que nós somos necessitadas como filhas porém exigentes como mães né exigentes como se fosse uma mãe isso na nossa própria direção e aí finalizando já no finalzinho ele tem uma fala que é mais ou menos assim filhos de homens e mulheres homens e mulheres o são obrigado gente M as luz em nós continuidade em nós mesmos Boa tarde a todas Boa tarde como estamos tudo em ordem [Música] se o caus é a verdadeira ordem né tá tudo em ordem do jeito que tem
que tá tudo em ordem né bom sejam todas bem-vindas a esse início do calendário em Fes do feminino Que daqui algum tempo vamos transformar em eh universo feminino definitivamente mas por enquanto ainda continuamos com faces porque temos algum ponto para ajustar Quando tivermos o universo feminino eu vou querer que intercalamos se assim os homens aceitarem e vocês também um mês com todos juntos homens e mulheres e dois meses um pros e um mês juntos e um mês individual para cada grupo né pro Masculino e pro feminino mas Considero que vocês estão maduras para essa mescla
entre fertilidade e virilidade e poder entender principalmente que embora aparente dois universos nós temos um só né n Então vamos juntos bom pela manhã eu não quis abordar a temática do luto não que eu esqueci da senhora nalte não quis abordar sobre o luto num momento de abuso né onde se tratava de Abuso e eu sabia que estaríamos aqui à tarde então eu abro o espaço paraa senhora fique bem à vontade estamos aqui para ouvi-la para acolhê-la Obrigada Carlos e eu tenho me sentido acolhida durante todo o processo é importante registrar isso a Marlete na
sensibilidade dela veio fazer uma visita a Maringá no momento em que as questões ela e a Vera estiveram aqui em casa então a Sensibilidade foi das e elas estiveram aqui no momento em que o adoecimento do meu pai se agravou e as questões da Sagrada Família também emergiram um momento bastante exigente né A dor pela perda que tava premente ali né que poderia ocorrer a qualquer momento e o mix emocional em função de todas as desestabilizações que um dependente emocional vive diante de uma crise Familiar então foi muito exigente a presença das duas me deu
suporte junto aqui com a amiga Gabriela com Fernando Fabiano acho que foi assim eh muito sensível mesmo e aí essa sensibilidade eu estendo ao grupo todo né porque a gente sabe que a gente forma um como o senhor sempre disse pra gente né a gente forma um feixe né e e a Marlete Ainda teve curiosidade de interromper as férias e me atender na semana na semana que houve o falecimento A Vera conseguiu encaixar um horário o senhor pode daí fazer o atendimento comigo pela generosidade também sensibilidade da Marlete né de de poder fazer esse trabalho
e foi essencial naquele momento educador essencial porque acho que é duplamente exigente a perda exigente o luto mas exigente o luto para um dependente emocional é mais exigente ainda eu sinto porque é como se nem o luto a Gente tivesse a possibilidade total de sentir né então o mix emocional depois do atendimento ele deu uma atenuada mas ao mesmo tempo eu sinto forte a incidência dos processos de eclipso eh e e acho que Eu Preciso registrar também aqui para todas vocês que eu sou muito grata ao trabalho que o Carlos fez comigo no principalmente no
último Ano nos últimos anos mas principalmente no último ano que garantiu que eu pudesse acompanhar meu pai durante o processo de tratamento e me despedindo dele então foi um processo que no final eu cheguei a à percepção de que me foi roubada a possibilidade de sentir o amor que eu senti por ele a gratidão o carinho o afeto por uma mente narcísica né então eu pude recuperar esse sentir antes que ele Partisse eu pude falar para ele eu pude me despedir dele eu pude estar ao lado e isso isso tem me dado nesses dias um
sentimento de apaziguamento interno que eu não teria se não fosse por esse processo educador então isso para mim É acho que é uma é uma conquista desse processo e desse trabalho aqui eu tenho que deixar registrado porque a Lucidez que eu tive para poder sentir isso e para poder me despedir dele para poder dizer as coisas Que eu sentia que eu podia dizer e hoje não sentir culpa não sinto culpa e acho que um dos maiores alcances foi ter ter percebido que eu me movimentei sim na relação com ele com todo mundo da minha família
como se eu fosse uma grande devedora de todos e que ele na sabedoria dele Pode me traduzir que eu não tinha nenhuma dívida para com ele então tem sido assim um processo de muitos aprendizados mesmo Auto Aprendizados e talvez pela primeira vez na vida eu tô tendo nuances do que é sentir uma perda de fato e sentir um luto Mas é por esse processo então quero compartil queria compartilhar isso com vocês e e falar da importância desse nosso trabalho sim Desse nosso ambiente e que daqui um tempo sejamos nós a a tá nesse em ambientes
nossos também como algumas das amigas já estão oferecendo esse tipo de Amparo para que outras pessoas como disse o educador possam sentir o que a gente tem conseguido alcançar é isso educador agradeço muito bom se vocês tiverem alguma fala alguma questão ou citação para a senora nalet fiquem à vontade anal eh meus minha sensibilidade aí para você né e E como foi para você porque você tinha foi feito todo um trabalho para você revelar alguns processos na na Relação com a figura com essa figura né paterna como foi para você essa perda né porque você
já vinha sendo impactada pelo pelo que você tava pesquisando buscando alcançando né até uma vez a gente conversou sobre sobre isso eu queria saber de você como foi essa essa per eh para mim Rose assim É como se eu tivesse a gente vai Alcançando as os entendimentos por dimensões também né então acho que eu precisei desconstituir E e e e me recontar uma história né para que eu pudesse ver a grande possibilidade do meu pai não ter sido meu pai biológico e sim meu tio eh para que eu pudesse ver a figura da minha mãe
como Uma Mente psicopática uma m narcísica e e o caminho que o Carlos que eu disse que o Carlos me possibilitou fazer foi entrar em contato com um homem que esteve meu Pai porque daí quando eu Desc constituo isso esse homem não é meu pai então meu meu pai biológico tinha sido outro mas ele que me criou e ele era um desconhecido por mim então todo o processo que eu digo Acho que são dos últimos 2 anos e meio a três quando eu começo a fazer as entrevistas com ele e os estímulos do Carlos sempre
nesse sentido que hoje eu consigo voltar para trás e ver no percurso eu não via Carlos eu não tinha muita clareza do que Era mas eu pude entrar em contato com o homem que teve meu pai e com as dores e as palavras cifradas que ele me dizia né nesse nesses encontros nesses percursos nesses caminhos até que eh eu pude por um estímulo assim precioso que a Marlete me ofereceu né Eh eu eu fi me contando uma história de que na realidade eu não me sentia pertencente à aquela família que até muitas vezes troquei isso
com a Tainá né Que eu não tinha família não me sentia pertencente à aquela família não era aceita por aquela família então eu buscava sempre tentar ser aceita pelos meus irmãos se aceita por quem quer que fosse porque eu não me sentia pertencente à família e aí num momento de muita dor a Marlete me estimulou no sentido de de dizer a minha eu não me lembro exatamente das palavras a Vera tava junto eh se era justamente isso mesmo né o se Tinha algo ainda por trás disso que eu não tava vendo E se eu não
me sentia de fato em dívida com todos eles e quando a Marlete me estimulou nesse sentido foi como se como se tivesse assim como se eu visualizasse um processo de muitas cognições acontecendo ao mesmo tempo e tudo se encaixando e a minha história inteira fazendo sentido do quanto eu me comportei a vida inteira como uma grande devedora a dívida por ter nascido a Dívida por ter colocado aquele casamento em Abalo a dívida por ele ter tido que criar uma filha que não era dele a dívida pelos meus irmãos terem tido que me aceitar na família
que não era a minha a dívida que daí Eu estendi para tudo na minha vida e quando eu eu senti isso a me aá me disse assim an leete pro sistema você sempre vai ser uma devedora né não tem então se você cada vez que você se opõe ao sistema então cada vez assim Eu senti assim que cada vez que eu Tentava pagar essa dívida vinha uma dívida e aumentava mais ainda então ciclicamente cada vez essa dívida ia ficando mais alta e ela num exemplo muito generoso da parte dela que eu não vou trazer aqui
ela disse né essa dívida é impagável e eu senti de fato essa dívida impagável e quando eu senti isso as coisas assim eu consegui voltar as amarras né porque uma devedora tenta mostrar né Como disse o Carlos para mim pros seus credores que Ela vai pagar dívida que ela vai pagar seja o que for a custa do quê do próprio sangue da pele do corpo da mente enfim de toda libido e eu senti isso que eu usei toda minha libido até então para pagar uma dívida para quem quer que chegasse e me cobrasse e E
aceitei pela primeira vez talvez na história aqui desse método que ela é impagável então então não tem como pagar e isso me Fez soltar as amarras e quando eu soltei um pouco essa centralização porque eu tentei cuidar de tudo movimentar tudo e arrumar tudo quando eu soltei isso Ele morreu e eu senti eu senti eu não conseguia dormir eu acordei e fui escrever que é uma coisa que eu faço quando eu não consigo dormir e nessa escrita eu me despedi dele foi um autto diálogo o educador me estimulou a ver E na manhã daquela madrugada
ele ele Faleceu e o educador generosamente porque ele sempre me dizia nos percursos né da hemodiálise que ele ainda tinha uma missão comigo ele dizia isso ou uma outra coisa e eu não sei se é bem essa palavra mas ficou isso como se ele ainda tivesse algo comigo que ele não tinha morrido ainda porque ele ainda tinha e o educador me ajudou a ver generosamente sensivelmente que a missão dele era me dizer que com ele eu não tinha nenhuma Dívida então isso apaz imensamente aqui dentro Eu ainda sinto os efeitos disso e começo a olhar
Talvez o que o educador também tenha me estimulado num atendimento individual que eu comecei a me merg olhar nesse Abismo da dependência emocional que foram esses 58 anos até aqui então talvez eu tô eu sinto que eu tô olhando de novo paraa minha história e reescrevendo uma outra parte que é diferente do que eu havia me contado então com a morte dele de fato Se desconstitui um sistema porque na madrugada que eu não consigo dormir eu desei um sistema de autto imagem vazio e quando ele morreu eu entendi né O que o educador sempre diz
que só a morte desconstitui um sistema Então agora eu preciso mergulhar no meu sistema e entender com todos esses elementos Então acho que assim é um momento de grande perda aqui dentro porque a sagrada família se desconstitui com a desconstituição do sistema de A Imagem dele mas tem toda essa movimentação que ainda eu sou sou cega para ver e que eu quero ver junto com vocês então é um momento muito importante para mim obrigada Rose quando Carlos fala essa questão de ser Órfã de pai e mãe né e ele repetiu para você me deu a
sensação assim Nossa Ela não tem mais família e aí volta de novo naquilo que a gente conversou já né Talvez esse sentir já sempre esteve e eu Hoje como Órfã de pai e mãe sem família né que já eram sem família então primeiro que eu queria te dizer que e eu acho que é o esse processo do luto mesmo né E você vendo a mãe depois mas você pode fazer essa despedida eu lembro que o Carlos tentou me estimular isso com a minha mãe para eu viver esse momento mas acredito que assim totalmente inconsciente né
E aquela mãe idealizada e aquela dor e aquele drama todo né E você talvez podendo ver isso de uma Maneira muito mais Consciente e viver a dor de Fato né A dor real eu imagino que não seja fácil não não por isso seja mais fácil mas o fato de olhar a sua mãe e conseguir ir se despedindo do seu pai você sente que sei lá a culpa ou essa dívida diminui um pouco eh Tainá é é isso que eu tenho assim que eu tenho começado a tocar agora né porque até na atividade do mulheres com
com propósito Carlos nos perguntou em Dezembro né a nossa qual era a nossa Culpa do dia dia eu disse que eu começava a me sentir culpada por desejar né Por ousar desejar e E aí nesse último mês de dezembro foi uma culpa muito grande foi um processo de culpa muito grande ainda por essa situação que meu pai tava vivendo como se tivesse algo que eu pudesse fazer e não conseguia ver E quanto a a morte como diz o o Carlos né nivelou tudo porque ela nivela tudo mesmo A culpa deixou de ter sentido porque eu
entendi esse processo em mim na realidade eu me sentia muito culpada em relação a ele e aos meus irmãos e a toda a família mas essa família se desconstitui inteira com aquele sistema que se desconstitui ali então eu eu não sinto absolutamente nenhuma culpa em relação a ele eu consegui acho que esse foi assim um um presente muito sensível que esse trabalho todo me Possibilitou as outras culpas do dia a dia que que me impedem ainda de desejar acho que estão muito relacionadas a esse comportamento de dependência emocional que a gente começa a tocar junto
agora que é muito embc eh que eu ainda não não consigo entender ele completamente como você vocês eu acho que nós estamos entrando nisso e vendo as nuances disso nas em todas as relações que a gente Tem mas acho que a culpa que girava todo esse processo em relação a ele essa eu Essa eu não tô sentindo então talvez isso pela primeira vez esteja me possibilitando Viver um luto e uma perda sem culpa eu não sei qual vai ser o efeito disso ainda em mim mas por enquanto o efeito é de um apaziguamento interno muito
grande mas tem outros processos bem Difíceis também anal eu queria e tá aí para te abraçar para te dar um um grande beijo como a gente pode fazer no ano em que eu te conheci eh como eu disse na minha mensagem para você força e coragem você tem então eu tenho certeza que você vai passar por isso de cabeça erguida chorar o que tiver que chorar mas seguir em frente e isso é o mais e eu só queria te eh compartilhar o o Que veio na minha cabeça quando você tava contando a tua história e
eu mas é óbvio que essa dívida é impagável porque essa dívida não é dela foi o sentir que eu tive né e eu gostaria de compartilhar com você e estamos aí pro que daí vier o que você precisar eu me ponho à disposição um grande beijo Obrigada Gabi é acho que a grande a grande sensibilidade foi entender que essa dívida não era minha mas é como se fosse Assim no sentir pela primeira vez eu toquei mas todo todo o meu sistema Diz para mim constante que ela é minha eh inclusive me chamou atenção né quando
a gente tava conversando né os dias que nós estivemos aí eu e a Marlete eh num instante num determinado instante você falou assim Ah então eu vou eu vou ter que entrar eh ver o lance da ambulância né com a prefeitura eu vou ter que ver Com a advogada que que eu tenho que fazer assim eu vou eu vou eu preciso disso aí a Marlete Mas por que que você tá demandando tantas funções né todas elas cabem a você né É como se realmente você se sentisse em dívida né então é e essa dívida realmente
não existe né ela aí não existe existe em seu sentimento né mas assim eu eu fico eu admiro muito realmente a sua sua postura sua coragem né a sua dedicação realmente Entender esse processo né e é eu acho que é uma Oportunidade assim grandiosa eu acho que você é privilegiada eu sinto considero isso né Por você ter feito né esse process ter tido oportunidade de interagir né com o seu pai né falar do né do que você sentia ele pode minimamente também né Realmente eh estender para você né aquilo que que ele sentiu né Eu
acho que de uma forma ele foi muito cuidadoso né Eu pelo que você relatou né algumas vezes ele foi muito cuidadoso ele não recriminou não Não penalizou a mãe né diante de então Olha amiga eu sinto uma honra muito grande em poder em em poder compartilhar ouvir e e realmente aprender com a sua história no seu momento obrigada Vera e foi foi muito importante mesmo você amar estarem aqui e poder ter um abraço de vocês poder em alguns momentos ter o o silêncio e ter tido realmente um um homem muito Digno como alguém que me
deu referência então Eh tem mas eu só encontrei esse homem por esse trabalho porque o Carlos A Marlete vocês pelos estímulos senão eu nunca teria encontrado com o homem que foi meu pai an leete eu só queria lembrar que na no enquanto passado a Marlete colocou aquela música muito sensível Dona Sila né então eu tava até que que é uma música que toca muito fundo porque é uma expressão de uma gratidão ativa né para Uma pessoa que representou muito né numa jornada de vida então faz muito sentido agora ouvindo tua história né E então como
está realmente nesses ambientes a gente vai ampliando né a nossa percepção e visão então eu agradeço a oportunidade Amiga você vai você me inspira muito porque eu tenho um processo com a figura materna né Para me aproximar é Rose como o Carlos tem nos estimulado a morte ela não tem um momento em que Ela avisa que ela vai chegar no caso do meu pai ainda todo o processo de adoecimento foi mostrando mas ela pode chegar a qualquer momento e para qualquer um de nós então acho que isso traz uma certa um certo senso de de
compromisso da nossa parte mesmo de fazer aquilo que a gente já conseguiu ver o que a gente não conseguiu ver a gente não tem como fazer mas o que a gente já conseguiu ver a gente precisa E Aí a gente conta umas com as outras conta comigo também obrigada mais alguém quer falar analed eh cinta também a minha sensibilidade e me chamou muita atenção a fala da dívida né que eu sempre também aí trazendo paraa Minha História Eu Sempre tentei fazer muita coisa e e eu nunca tinha pontuado como dívida então aí obrigada pelos estimulos
sinta-se Abraçado Obrigada Edna Eu também nunca tinha pontuado mas até lembrando de histórias que eu já compartilhei com vocês e inclusive as do do segredo e do Juramento faz todo sentido aquela criança lá de 7 anos a Pub na realidade eh viu um redo de dois homens e uma mulher de uma traição de uma filha bastarda e todda da dívida que eles tinham em relação à aquele homem essa Púb sentiu como se fosse dela e assim eu girei a minha vida até aqui eh eu também gostaria de agradecer a analed por ter aberto aí um
uma mais uma festa aí na minha intimidade S se abraçada também Anete na sua dor né E sempre a sua fala sempre reverbera alguma coisa em mim né a gente já se falou sobre isso e realmente a sensação de que eu estou sempre em falta não Tinha associado isso com dívida né e até a materialização de algumas dívidas reais mesmo do qual eu passei na vida como uma materialização do meu sentir agora isso ficou muito claro obrigado viu Obrigada Silvia meu carinho amiga sinta-se abraçada Obrigada D bom eu quero dizer para a senhora Nal que
em primeiro lugar eu vou fazer uma questão pra senhora como a senhora Considera que se sente uma cria de duas mulheres duas mulheres resolveram ficar juntas e decidiram ter um filho e Para isso elas precisaram de um doador de espermatozoide e depois que elas têm esse filho ou filha essa cria tem duas mães não tem um pai na sua opinião como se sente essa cria eu nunca tinha pensado nisso e Agora o Senor começando a falar eh e pensando realmente na se isso impactaria na ausência desse dessa referência dessa base é a homossexualidade ou a
bissexualidade tem deixado amostra novas formas de estrutura familiar eh Não elas apresentam a condição de que não é preciso ter um pai ou uma mãe né mas que é preciso ter indo no mundo é essa base ter tido um genitor mesmo que ele seja um num banco C Vamos Considerar que a maternidade ela não está vinculada no Pari ela tá vinculada no cuidar uhum né então Eh como seu sua origem biológica o homem que Possivelmente considera considerando que ele tenha eh formado aí colaborado para formar a sua a gestação do corpo que a an lente
ocupa Vamos pensar adequadamente né Uhum Então vamos Vamos considerar que ele foi um doador sem querer doar ele não tinha intenção nenhuma de Doar paraa composição de uma cria mas aconteceu então então a senhora tem uma origem biológica a senhora não tem um pai né porém a senhora tem um pai ou teve um pai que quem te proporcionou foi a incondicionalidade daquela criatura daquele indivíduo sim né então a senhora foi a filha dele por opção uhum foi isso que o senhor me ajudou a sentir Então minha amiga Ah porque o meu pai biológico não existem
pais biológicos somente pai tá ali na reta na na dinâmica efetiva social estabelecendo ali a linha do comprometimento dos cuidados da formação quer dizer tem toda todo esse enlevo Mas como eu disse a homossexualidade e a bissexualidade tem apresentado outras formas de família que dá para vocês pensarem a vida por um outro outro ângulo né então a a senhora hoje Eh com esse momento existencial onde a homossexualidade e a bissexualidade apresentam outras formas de família acrescente a isso o fato da senhora está desenvolvendo um processo de autoaprendizagem e também poder perceber que a história não
precisa ser tão sofrida quanto foi até aqui né porque na realidade teve uma riqueza dentro dela que quando eu vi que havia possibilidade da senhora não perder essa riqueza eu a estimulei para estabelecer Com ele esse contato onde a senhora pudesse se aproximar conhecê-lo mais um pouco porque de alguma maneira ele te aceitou como a senhora surgiu no mundo né então não não teve ali na sequência da formação um pai biológico mas teve um pai que a incondicionalidade te deu ou seja uma outra condição de paternidade e ela esteve lá o senhor me estimulou a
a poder sentir essa dignidade desse homem para exatamente e E isso não quer dizer que Ele não tivesse como nós já conversamos as dificuldades ou as limitações dele né o problema dele com a esposa que esteve sua mãe o por que ele levou o casamento ou por que ela chegou a o trair quer dizer isso são assuntos dele né agora a sua relação com ele é esse Resgate que a senhora se possibilitou viver eu encontrei espaço para fazer esse estímulo e foi o que eu fiz está bem eu sou muito grata educador é Agora quanto
ao que a senora Marlete Colocou sobre a dívida impagável é que a senhora Marlete aprendeu que não adianta ir contra o sistema né encontrado aquele ponto traumático e neuv frágua ir querer contra o sistema eu preciso é conhecê-lo admitir que eu vou me sentir em dívida vou me sentir ali sem eh eh a condição de dizer o não mas que eu posso aprender porque como disse a senhora Gabriela no sistema tem uma dívida mas essa dívida não é Sua não é do eu isso vai me dar condições de isso vai me dar condições de inclusive
poder olhar pro meu desejo Exatamente exatamente alguma questão minhas amigas sobre isso ô Carlos eu ia falar só que da maneira como você falou e que faz todo sentido a história ao invés de ficar pesada ela fica muito mais bonita porque foi um homem que escolheu apesar da possível dúvida e da possível certeza de saber que não era ele escolheu ser Seu pai então eu acho que a gente vê pelo outro aspecto né Fui enganada até agora e tal então eu acho que é de uma beleza e traz uma leveza eu acho que possibilita caminhar
né e não a gente fica ficar apegada aquela dor aquele sofrimento não então eu eu nem diria senhora Tainá que ele escolheu ele Incondicional zou uma condição se a condição de pai é biológica Ele criou uma outra condição e disz que não né então só a incondicionalidade é capaz de Sair dos Trilhos de um padrão né e de alguma forma gerar aí essa dinâmica que leva a transgredir as os padrões sociais Ok eu só queria lembrar né a como ele foi forte na sua presença na na na sua vida na let porque foi ele que
quando você menstruou que foi na farmácia comprar o absorvente né então ele teve muito ele fez foi mais que uma mãe porque minha mãe não fez isso comigo né E então quando você falava trazia e esse essa essa presença dele na tua vida é muito marcante muito sensível né E foi Rose em muitos momentos da minha vida sim ele fez esse papel né não dá para falar que fez um papel materno também mas ele fez esse papel de de tá presente e acho que isso que o Carl disse agora traduz tudo né de forma Incondicional
então não importava se naquele momento era uma condição materna paterna ou enfim qual fosse ele foi Presente sim mas eu acho acho interessante o o caminho né que o Carlos disse agora os caminhos da autoaprendizagem para cada um de nós porque muitas vezes a gente eh eh se conta uma história depois a gente precisa se contar uma outra história para que depois a gente possa de fato eh perceber que toda aquela história na idade ela foi um um passo do percurso para que você pudesse chegar em alguma dimensão e aí quando chega isso que que
A tarn disse que o Carlos trouxe agora que a Gabriela disse que vem aquele apaziguamento então foi isso então não tem mais sofrimento em relação a isso aí eu posso sentir a dor da perda dele na minha vida porque foi uma pessoa importante para mim sim bom essa é a vida a vida em suas lições em suas experiências trazendo a cada um vivente a cada vivente a oportunidade de viver em si né Porque vocês não são unidades psíquicas na condição humana com o objetivo de resolver problemas o ou amenizar a vida de alguém ou socorrer
a vida de alguém ou estabelecer um grau de importância na vida de alguém se você for importante em si certamente você será para muitos indivíduos né Fica aí as grandes lições como deixou o pai da senhora nalet uma lição viva de que Incondicional é Ir Além das condições Aparentes né é sair de padrões que muito mais aprisionam do que mostram a grandeza da vida e quero dizer para vocês como a senora Tainá colocou que uma situação que seria sofrida ficou bonita ficou bela a beleza minhas amigas ela não é vulgar a beleza ela não é
explícita a beleza requer a minúcia da observação e definição dos Detalhes aí ela surge no olhar deste observador e se vocês me questionarem Carlos tem como extrair beleza da minha vida eu diria que o que mais tem são belezas em meio ao drama se vocês prestarem atenção o ouro se encontra entre os cascalhos a lama né a nas entranhas da terra então é nos dramas que se estão inseridas e enterradas as grandes belezas Mas como eu disse ela não é vulgar não é qualquer olhar que a Identifica vamos lá senhora nalte uma questão também voltada
agora paraa mulher que a senhora é eh como está para esta mulher está neste momento ao lado de um homem de um parceiro que passa o luto paterno como el é tem sido desafiador porque são é é muito interessante [Música] quanto o quanto a Gente precisa tá atento né porque é como se viesse assim ao mesmo tempo um um querer cuidar e um querer ser Cuidado então daí não há mulher a filha E aí o esforço é tá lúcida do lado dele e tá percebendo que determinadas dores e e que as dores são dele e
que ele também tem uma história a desvendar em meio a essa dor e essa perda e que ele tá desvendando acho que de uma forma até surpreendente para Mim os os alcances que ele tem tido em relação à história familiar dele a esse pai né Essa a esse homem e nós temos conseguido conversar tenho conseguido perceber que há ali uma singularidade que sente a dor e olha para isso de uma forma diferente da minha então não é padrão e e acho que essa semana teve um uma situação assim específica e que aconteceu Ontem eu tive
com com a minha filha aqui em casa ela veio para velório do avô ela foi embora ontem Acho que ontem de fato eu me vi aí realmente só e pude me centrar em algumas coisas e disse a ele a gente precisa de um tempo só nós dois como homem e mulher longe de todas essas questões que que também vem de questões práticas que principalmente ele tá resolvendo em relação às questões da morte do pai Então tem um olhar de que eu preciso estar mulher ao lado dele e ele homem ao meu lado mas ainda é
um olhar que eu não tenho referência é como se fosse eh até na na questão né Talvez o a a pergunta que o senhor trouxe até no mês passado né que ti tipo de mulher eu sou a mulher que busca Então essa mulher que busca tem encontrado esse homem que busca nesse ponto a gente esteja Começando a se encontrar como homem e mulher mas é desafiadora muito é eu ia questionar em seguida ia não vou o fato de como é ambos procurar colo e ninguém ter colo para dar desafiador porque nós temos nos amparado ele
tem sido parceiro mas ele não tem invadido até por esse próprio processo em momento algum ele invadiu ou ultrapassou o limite de tentar me dar Cola porque ele também não tinha para dar e nesse processo também eh a dor que eu eu sentia eu não tinha disponibilidade de dar colo a ele e também já tinha um panto de início de autoaprendizagem de perceber que isso não era o que ele precisaria Então a gente tem trocado estímulos trocado alcances e vocês têm se encontrado sexualmente nós nos encontramos sexualmente entre esse entre o falecimento do pai dele
e Depois o adoecimento do meu pai mas desde a intensificação disso na semana passada e nessa semana não mas hoje eu senti que nós precisamos nos encontrar é vocês não TM colo para dar um pro outro mas tem fertilidade virilidade que vocês podem trocar na prática sexual porque se vocês não fizerem isso entre vocês vocês vão fazer com alguém sim né a considerar que a libido ela tá identificando falta se ela tá identificando falta ela amplia e Consequentemente Talvez esse se torne o caminho em que vocês possam se manter juntos e se encontrar futuramente além
da perda Ok é só uma orientação de um educador que tá aqui para orientar mulheres e depois se eu tiver o oportunidade de conversar com ele falarei com ele sobre isso mas é imprescindível que vocês se encontrem né no ato sexual Não esperem colo um do outro porque ninguém tem para dar é a gente conversou um pouco sobre isso e de Criar mesmo alguns momentos a gente vai fazer uma uma pequena viagem só nós dois paraa gente sair um pouco de todos os problemas que ele ficou com tudo para resolver fazer continuar fazendo as atividades
mas assim sair um pouco pra gente poder se encontrar mesmo como homem e mulher longe de todas essas atribulações Obrigado pelo estímulo educador sim mas Não esperem só a viagem não né a vida ela não para ela segue ela segue seu Curso e a Biologia ela é gritante Ela tá sentindo falta de um membro da espécie e a vida não é inteligente para saber se o indivíduo procria não OK obrigada eh um um outro ponto também que eu gostaria de ressaltar é que esse será um momento um pouco mais longo de dor quando a senhora
pensar que tá superando a dor da perda ela vai voltar e isto é um processo naturalíssimo então aprenda como disse a senhora Gabriela a se acolher nesses momentos chore o tanto que tem que Chorar depois se retome e a vida que segue mas o que ocorreu no seu caso não foi um drama a senhora teve tempo de se despedir e isso entre os humanos É raríssimo sim né Obrigada eh um outro ponto de estímulo eh a senhora já se percebeu olhando paraa família do seu companheiro do seu namorado eh que a senhora olhando paraa família
dele a senhora está olhando paraa sua família É esse tem sido o ponto que nós temos mais trocado porque ele ele percebeu isso olhando paraa minha família agora no processo de morte do meu pai e eu percebi isso olhando paraa família dele é como se só tivessem os personagens trocados é a diferença é que no palco dele é muito mais um grupo masculino né e no seu palco há uma predominância maior do feminino Mas a senhora está num espelho reverso porque ele morreu o pai da Senhora morreu a mãe primeiro né porém a mãe dele
continua e a senhora pode olhar paraa sua através dela né ou seja o indivíduo está sempre Diante da sua própria história então boa aprendizagem senhora analed obrigada Car Bom alguém tem alguma pergunta específica sobre si mesmo sobre nosso último encontro eh eu o que eu queria até colocar que foi eh bem interessante né Na questão aí da primeiro da Sagrada Família né e também de como eh a questão de a gente cria filhos não cria homens e mulheres né E aí até a Marlete comentou né que que se eh os os os homens o homem
e as mulheres que estão minhas filhas se eles me vissem e ao pai como homem e mulher que eles não teriam os filhos né não teriam ido passar o Ano Novo com o o homem que está pai deles né e realmente né refle eu pensei e é isso mesmo né Ela até falou Com a licença de eu falar para você me falei tem que pedir licença nenhuma né E é verdade mesmo né porque tem todo aquele apelo emocional né a chantagem emocional né Principalmente do lado do do homem que estai Mas é isso aqui não
tem mesmo essa esse entendimento né exatamente tanto que tem uma uma novela aí que vocês segu a senora Marlete gosta quando tem tempo de vê-la em que dois filhos anunciam o pai e a mãe como criminosos porque eles o eram Eles eram criminosos né muito antes de ser pai e mãe e consequentemente fizeram isso por quê Porque estão olhando pra realidade não estão olhando para pai e mãe né então concordo com a senora Marlete senhora Vera se seus filhos vissem vocês como homem e mulher eles não teriam ido passar férias com o pai numa alegria
suposta ou como se nada tivesse ocorrido né é que vocês criam os filhos como filhos e não como pessoas e é preciso criá-los Como pessoas para que eles possam ter atitudes de pessoas e não de filhos mas vamos lá senhorita Patrícia eh eu eu tô vivendo um período com muitas informações Então para mim tá muito difícil separar eh catalogar assim qual é o momento certo então eu vou colocar e você avalia eh se estamos no ambiente isso Eh você Você eh me colocou a questão de não não me Envolver muito com a questão da doença
do meu pai né Para eu me retirar um pouco que eu já tava querendo tomar frente e cuidar dele eh eu achei muito importante a a sinalização percebi a minha movimentação de de criança e eu me retirei só que nesses últimos tempos eu eu comecei a a refletir por outro prismo assim eu eu comecei ass pensar por que que eu eu que dor que é essa que eu Sinto e que que não que não tem uma pausa ela ela é constante dentro de mim essa dor e eu fico me debatendo e e colocando outros homens
no no lugar eh da dor e eu não consigo identificar porque não são eles né E aí eu cheguei a o ponto acho que é meu pai essa eh essa espera por esse amor por esse homem mas não é como pai é como homem e agora no momento em que ele está doente eu me me peguei falando assim [Música] eh ninguém vai fazer porque uma amante foi lá queria queria abrir o guarda-roupa pediu queria o cartão dele sabe elas estão querendo invadir E aí eu peguei a rédia na mão eu falei ninguém vai lá invadir
ele é meu aí eu foi foi agora que ontem ou hoje que eu pensei isso eu falei ele é meu e ele é meu homem Ele não é meu pai ele é meu homem e o cuidar dele agora é a oportunidade de pegar ele como Homem mas a realidade é que ele não é meu homem ele é meu pai então assim o meu sentir é que ele é meu homem e agora ele é meu agora ele não consegue mais reagir agora eu tomo ele como meu então eh eu acho que é e e eu não
e eu não não me rendi tá eu percebi e falei é meu e agora eu acho que a luta é é essa de de não é transfere as lentes dá uma observada Nas lentes transferidas Patrícia Oi pai Patrícia e pai dentro do que a senhorita acabou de me falar faz a transferência das das lentes da mente dá uma olhada ela é minha segunda-feira nós adentramos um pouco mais profundo nisto mas que nós estaremos em uma prática de inteligência mediúnica Propícia para isso mas quero te dizer senhorita Patrícia eu não posso dar para vocês orientações Claras
eu dou estímulos tá a clareza do estímulo ela deve ser desenvolvida em cada um de vocês mas não que eu seja clara agora preste atenção a a senhorita é filha de uma pessoa que tem uma mente psicopática em alto grau ótimo Ok essa pessoa está no estado de debilidade mas ela não está Inerte lra diso um outro ponto é muito comum que vocês sejam pegos pela área financeira pela Não perda da herança pela invasão das pessoas Essa é a forma que vocês têm de fazer a leitura da vida do que vocês entendem e do que
vocês não entendem tudo passa a ter a mesma explicativa mas não é veja bem senhorita Patrícia Nós temos dois agravantes na sua proximidade em relação ao seu pai eu não disse pra Senhorita que não fosse vê-lo faça isso esporadicamente e muito atenta Por que razão quando a senhorita a mente dele tá te atraindo tá te levando para lá quando a senhorita estiver diante dele ele sabe que a senhorita é vingativa ele sabe disso né senhorita imitou bem essa parte dele e segundo ponto senorita Patrícia se o seu pai morre por uma ação sua eu não
vou ter como te resgatar desse labirinto Considero que eu fui Claro se A senhorita não entendeu depois conversa com suas amigas eu entend eu já tinha ponderado isso que eu poderia eu poderia fazer alguma coisa porque assim eu fico eh arquitetando vinganças com ele Desde que eu sou criança né e a hora que ele adoeceu várias coisas passaram pela minha cabeça senhorita Patrícia a senhorita não fica arqu tentando eh Vingança com ele desde que criança o senhorita é um um indivíduo extremamente Sensível a senhorita logo cedo percebeu que a mente do seu pai é vingança
e jogo contínuo constante só que atribuiu isso como toda criança a si mesma né então reflita sobre o que acabamos de conversar porque mais fundo eu não tenho como Ok eu eu vou vou pegar esses pontos agora isso e se tiver que visitá-lo vá acompanhada sempre de alguém seja um membro familiar seja um amigo mas evita Estar sozinha com ele já era esse momento que eu tava querendo que acontecesse eu ficar sozinha com ele a senhorita não ele garantiria culpa eter eu não se fosse a culpa eterna Dá para encarar o desequilíbrio psíquico é que
não dá para encarar ele tá querendo tirar da jogada não ele já tá morrendo você fazer alguma coisa né não eu eu não digo que ele quer te tirar da jogada porque ele não quer Tirar ninguém da jogada ele quer por todo mundo no jogo Ah tá certo senora Gabriela eh não eu só queria compartilhar que eu sigo nessa história do luto né E até interessante porque a an LED tá vivendo isso e e eu nesse nessa ida ao Brasil tudo que eu mais queria que meu pai morresse Mas enfim e o que me chamou
muita atenção na que ficou gravado muito em na Última Fes foi a questão que você colocou se a filha morrer morreu o que se perde E aí você estimulou a gente a ver que o que se perde é a sagrada família você ainda falou a sagrada família inteira e a e morre também a ilusão existencial e por isso a resistência e Nil essa frase fez muito sentido para mim porque a minha dificuldade inteira Durante todo esse processo é deixar essa mulher surgir porque a filha tá sempre lá tá sempre lá batendo batendo batendo e e
por mais que eu tivesse começado a ter percepções dessa Sagrada Família em mim eu não tinha eu acho que eu nem consegui imaginar a de dimensão da ilusão existencial que eu vivia eh E que tudo tá começando a desmoronar e e ficar mais claro para mim né Eh em relação a a essa a essa Sagrada Família e a todos os processos de eh é de dor e submissão que as mulheres na minha da minha família vivem até hoje então eu só queria compartilhar isso com vocês né que é preciso admitir as perdas das ilusões familiares
e é um processo que eu tô vivendo agora e ao mesmo tempo que é extremamente difícil eu tenho a impressão de que com isso a A mulher realmente começa a a se mostrar um pouco mais e e vamos ver as cenas dos próximos Capítulos né mas eh sei lá eu gostaria muito que esse ano eu conseguisse diversa dizer tchau para essa filha e e parece que começou com o pé direito é e as decepções com foram grandes imensas eu teve um momento em que eu achei que eu não fosse eu não fosse conseguir sim e
quanto maior a decepção Isso significa que a ilusão era Gigantesca era gigantesca é Parabéns senhora parabéns e só uma mulher pode ver isso não é Então comece a olhar para si mesma como uma mulher mãe de duas filhas mas mulher primeiro uma mulher mãe de duas filhas S ótimo senora Rose Carlos eh eu tava sempre eu faço nesse período um balanço né então 2023 Foi foi muito intenso né Por todo processo que eu vivenciei os investimentos feitos até de revelações que eu penso né no processo de resgate né que culminou ali na vida do tempo
real então eu senti que houve mais uma aproximação comigo eu concluí aí 2023 um pouco mais confiante confiando um pouco mais em mim né E até com aquele desafio né da gente tá estruturando o ambiente de alta aprendizagem isso tá sendo muito significativo E e essa experiência que Eu tive né na na virada do ano passar com a sagrada família né Eh foi assim interessante porque eu me vi assim muito irritada especialmente com a figura materna aí pigou porque a gente vai no esforço né vai no no no aprendizado né porque aí eu até me
questionei Nossa que quem é que tá ali né não era eu era um uma outra não era eu né E aí rapaz igou aí com esforço para manter lá um diálogo né aí depois essa irritação voltou-se para o parceiro assim eh tudo que ele Vinha fazer tava me irritando os eu me sentia invadida né E daí foi no processo até tivemos práticas Os encontros sexuais para poder equilibrar esse processo né então eu vejo que a face da filha é é ela é muito forte em mim é a que sempre está na frente e até então
a mulher não teve espaço né então eu sinto que agora começo a galgar aí essa um pouco mais de de espaço como mulher e não mais como filha né mas é e a a senhora tinha noção Da transferência do comportamento paterno pra senhora não tô tendo agora né isso tô assim vendo né todo eh a identificação principalmente de estar com com os irmãos né os daquele Ah tá sim eclipsada é isso é isso obrigado porque de alguma de alguma maneira [Música] eh na visão do seu pai a sua mãe sempre foi uma figura insignificante a
quem uma figura que muito mais irritava do que servia adequadamente né e é evidente que isso deixa marcas né e marcas principalmente nas as crianças que observam essa forma de vida porque é o que elas vão copiar é aquele modelo que mais sobressai Aquele modelo que Mais predomina o modelo que mais domina mas ao mesmo tempo para fazer isso é preciso esconder sensibilidade é preciso esconder Inteligência é preciso esconder a capacidade de lidar com a vida é preciso esconder que eu sou capaz de ter a minha autonomia eu tenho que me esconder de mim para
mim e é o que eu constatei ali Carlos a gente tem ess isso como referência muito forte porque ali eu fiquei diante da um Pouquinho da história que eu alcanço né É É essa invisibilidade essa anulação né o Que Nós aprendemos né sim e quem a senhora considera que puxou quem é que a senhora eh tem aí como arquétipo que levou a senhora a ser tão dinâmica no trabalho e a tentar equilibrar a vida financeira que arquétipo é porque não é seu pai é eu pensei na figura do do meu avô paterno que ele teve
perdeu né o Patrimônio foi confiscado não sei se se isso tem relação era uma hipótese que eu tava levantando de reconstituir né O que foi perdido e hoje eu vejo que isso já não foi uma busca minha mas hoje não faz mais sentido então era eram ecos transgeracionais né do avô do avô avô paterno isso e o materno ah sempre ralou também tamb né Carlos então de assim meu avô Pater materno ele sempre trabalhou Trabalhou mas nunca conseguiu constituir né sim e a força que a senhora utilizou para isso foi de quem é pode ser
dele do meu vô materno ele ralou e nunca teve nunca usufruiu né é eu não diria que ele nunca usufruiu eu diria que Ele viveu como conseguiu sim sim sim mas eh dentro do seu arcabouço histórico é uma das figuras que mais lavor que mais eh esteve na disposição do trabalho sim sim é tanto que era só trabalho sem lazer Lazer zero Néo para isso e no seu olhar a sua mãe era trabalhadeira muito muito eh na realidade ela sofria muito porque era era tinha que fazer não tinha opção era fazer ela não sofria por
fazer senora Rose ela sofria por não ser reconhecida Ah sim isso sim isso é uma realidade Carlos porque hoje ela ela ela sempre coloca isso é Fica visível sim só trazendo para vocês um pouquinho dessa história que vai mesclando né a a menina a filha a mulher mas é é preciso unificar conhecimento para que vocês consigam dar uma dinamizada na cognição que é o fato de que vocês são regidos por um sistema vocês não são o sistema vocês são regidos pelo sistema né Então como unidades psíquicas vocês não se relacionam direto com esses arquétipos ou
com o meio quem se irradia Com os arquétipos quem lida com eles é a criança que vocês foram subjetivada no sistema né e é por ela que o eu se espraia e pode ter a visão dos arquétipos e pode entender o funcionamento dos arquétipos e pode a partir daí geri-la né gerir o próprio sistema mas vocês não lidam diretamente com o sistema e com a realidade isso é impossível né então é evidente que a característica ou as características que vos formam elas são Eh muito mais do contexto transgeracional e revestidas pelos modelos da atualidade que
é aquilo que eu falo para vocês vejam uma criança brincando e Vocês verão arquétipo se atualizando né E qual é qual arquétipo se atualiza é o guerreiro é o justiceiro é a prostituta é o ladrão é o Sedutor não o arquétipo que se atualiza é a criança né ele só coordena a partir daí só há uma Coordenação totalmente subjetiva dentro da dinâmica existencial e se essa atuação é subjetiva a base dela é emocional não é meus amigos minhas amigas é ou não é totalmente emocional e essa volati dade de emoções que vai arrastando vocês a
emoção da menina a emoção da filha a emoção da da mãe a emoção da fêmea Cadê a mulher que só ela pode pôr ordem nesse ca Né só ela pode estruturar aí a ordem de dizer Agora eu preciso me encaixar naquilo que eu sou né E para isso eu não devo contestar a minha história porque se eu contestar o sistema ele vai agir como ele sempre agiu e vocês se iludir acreditando que vocês estão saindo de condições que vocês ainda não entenderam né então é preciso entender que a dinâmica que efetiva Veja bem se eu
saio dessa condição e vou para essa Isso significa que essa condição anterior ela já não me traz a Estrutura para revelar o ser que eu sou eu preciso de uma nova condição que é o processo de Incondicional zar então é sair dos padrões muitas vezes é sair é se tornar a ovelha negra muitas vezes é não fazer aquilo que esperam de mim quando o meu sistema ele roda na função de que estão esperando de mim alguma coisa então você nunca está contra ninguém nem contra si mesmo você está tentando fluir no seu próprio sistema ok
e a partir do momento que Você começa a geri-lo mesmo que seja em partes aquilo que eu tenho a gerência não tem mais ponto e contraponto tem fluência né vai fluir na minha intimidade Então é por esse processo que nós estamos caminhando e a a estrutura que possibilita a maior fluência é a da mulher né pois não senora é dentro desse cal da filha menina fêmea eh eu fui viajar no final do ano mas foi Com muito custo que eu consegui ir né porque a figura materna tava naquela situação de doença e foi difícil atravessar
a barreira de colocar cuidador 24 horas né e eu coloquei E aí logo em seguida já tinha uma viagem marcada e e É como se eu não pudesse Nenhuma forma ir largar daquela forma que estava ali e ir para essa viagem e e às vezes eu até pensava assim nossa vai acontecer alguma coisa ruim na viagem melhor eu não ir né E aí era como se eu tivesse fazendo a coisa mais errada do mundo bom fui na viagem mas durante a viagem eu senti assim aí eu coloquei no meu pensamento como abstinência barra carência afetiva
eh é como se ela tivesse multiplicado na viagem é como se ela tivesse crescido muito dentro de mim e eu fiquei numa uma vulnerabilidade me senti muito vulnerável bom nesse intermédio meu irmão também viria para Duartina E aí eu voltei de Viagem ele chegou em D artina e eu também esperava aí um irmão né que fosse ali eh conversar a respeito e resolver questões ali e que eu me frustrei né acabei me frustrando e e também percebi que é como se tivesse virado uma chave ali Elas ele assumido ela né e a gente acabou discutindo
e acabou eh a gente já tinha conquistado até um uma aproximação Mas acabou partindo de novo ess barulho é Trovão se vocês estão ouvindo Eh E aí eu percebi o quanto estava ocorrendo né o processo ali de de eclipso mas depois que eu voltei de viagem eu estava extremamente eh triste era eu coloquei assim abstinência barra carência barra tristeza barra abandono eu senti um abandono muito intenso e até teve um um dia depois que eu cheguei de que eu estava insuportável eu contactei com a minha filha para pegar o Cachorrinho para ficar um pouco comigo
e aí eu vi que também foi uma coisa de migalhas né que eu fui buscar migalhas aí no processo mas aí depois que ele foi embora e já passou uma semana eu eu estava comecei a regaçar meu estômago né meu estômago tava muito mal fui para endoscopia fiz exame deu algumas as coisas entrei num tratamento mas eu estava assim insuportavelmente sem digestão e sem até respirar Né tava Passando muito mal então agora eu agora eu tô voltando ali a uma um equilíbrio mais né ao tratamento e a um equilíbrio e a uma distância maior da
dela com ele com o meu irmão a gente não se falou mais mas foi assim foi decepcionante foi foi frustrante foi foi tudo nesse nesse período de um mês rudou um mix de sentimento muito grande e de abandono muito grande e a movimentação toda dela dentro disso né e eu tô aqui agora sim ainda com a Com o rescaldo de tudo isso e o que que a senhora está esperando da vida do senhora Ed então eu tava esperando que alguém cuidasse né aí ficou bem claro que eu tava procurando alguém que cuidasse de mim e
que resolvesse todas essas questões que eu não tivesse que enfrentar tudo isso o que que uma criança espera da vida alguém PED dela que que alguém passa tudo para ela não é não uma boa Mãe então uma boa mãe isso Ficou bem claro assim quando se eu quisesse não viver nada disso que eu quizesse que eu fosse a criança que os outros cuidassem ficou bem bem nítido essa criança mesmo e a filha né E aquela que está em erro tá em culpa tá em sim e por que a decepção com o irmão O que que
a senhora esperava dele é pelo menos que ele fosse mais amigável assim que conversasse mais a respeito de tudo que estava ocorrendo né Eu acho que Eu achei que eu não esperava mais nada disso e que eu já tinha me convencido né de de que era uma espera inútil né mas aí eu detectei que eu ainda estava nessa espera e nesse período a senhora se sentia alguém amigar [Música] não eu acho que é agressiva inclusive assim acusador eu acho porque o que eu senti que veio foi acusação então se eu senti que veio acusação e
Julgamento era o que eu estava fazendo eh como é paraa senhora o opal invertido e a senhora já parou para perceber que a senhora tenta eh se tirar não da situação mas a senhora Tenta tirar as situações da sua frente sim só que elas não estão na sua frente elas estão na sua mente sim eu eu nem diria que a sua crise foi De abstinência porque não foi ela foi de eclipso a abstinência estava lá mas ela estava Medianeira mas o pamento não oçamento foi total e a senhora sabe que é filha de uma mulher
com traços psicopáticos senhora sabe disso não entendi a senhora sabe que a senhora é filha de uma mulher com traços psicopáticos pros ou psicopata M A senhora sabe Disso então dá a impressão que sim né então mas quem predomina na sua mente não ela não a mente dela o reflexo da mente mente dela esse período Ficou claro que foi todo um processo com da mente dela e a senhora percebe que muitas vezes quem está dialogando com a senhora é el e não a senhora consigo mesmo às vezes Sim veja bem no momento em que a
senhora sente essa carência falta eh que a senhora queria ter alguém cuidando da senhora eh isso não é o perfil de um dependente emocional o perfil de um dependente emocional é cuidar para receber uma migalha de cuidado esse é o perfil do dependente emocional né agora a mente psicopática ela precisa de uma outra Mente é no caso na M a mente dela que quer era ela que queria ser cuidada não ela não quer ser cuidada ela exige que seja ela exige Então o que eu tô tentando colocar para a senhora foi a mesma coisa que
eu falei ali com a senhorita Patrícia a mente psicopática ela não quer acabar com a Sua vida ela quer manter a vida dela para isso ela acaba com a sua sim é isto né é uma consequência No caso quando Quando a senhora não está bem a senhora considera a abstinência mas não considera que a mente dela esteja suplantando a sua Em alguns momentos eu considero Car Então mas a senhora alimenta os estados Sim Isso é verdade senhora alimenta os estados né E quando se Alimenta os estados é porque a percepção não está tão dinâmica quanto
deveria né então é preciso esforço aí para ampliá-la um pouco mais essa mente insatisfeita tudo tá ruim nada Presta nada tá saboroso tá desanimado não sei o que que eu vim fazer aqui isso é a mente do psicopata meus amigas né então senora Edna considere volta para si mesmo e até ingenuidade da sua parte a senhora viajou seu irmão Ficou lá com a sua mãe não não as cuidadoras ficaram ele chegou quando quando eu cheguei em Bauru de volta de viagem ele chegou em certo e ele ficou aonde na casa dela é e a senhora
acredita que a sua mãe ia deixar com que ele fosse embora com vocês dois amiguinhos certe que não é uma ilusão não é se se pensou é evidente que tem todo um jogo tem toda uma dinâmica que vocês precisam aprender a considerar quem passa pelo problema da psicopatia No contexto familiar precisa considerar que se você não está atento você tá sempre num tabuleiro de jogo e você não é o jogador você é a peça que tá sendo jogada né então senora Edna se Resgate novamente de minha mente minhas leis minhas normas minhas regras aqui quem
manda sou eu deixa eu só fazer até um comentário né até se a Ed me permite mas a Edna já Teve várias várias fichas caindo né como a gente fala com uma com conversas nossas assim com interações então assim é interessante que ela identifica muita coisa né mas como o senhor disse ela alimenta né o o o outro lado né O que é ruim né O que tá não tá bom certo ela ela identifica de fato muitas coisas que é o que nós chamamos da percepção e da cognição no seu aspecto mais natural a metacognição
une tudo isso explica as razões e os Porquês né Então ela tá juntando as peças mas é preciso redobrar a atenção para que a metacognição ela possa ser efetivada E aí quando o sujeito vê não tem como dizer vai ficar mais atent OK obrigada não há por senhora senora Juliane então Carl sentindo com muita vontade de chorar pode Chorar trila em relação a isso essas falas estão me perturbando agora e e quando a Gabriela falou assim e queria dar tchau pra filha eu também queria dar percebo que eu obedeço demais principalmente os meus filhos eu
não consigo falar não e aí Car também tô pensando na questão de da minha mãe com a minha mente porque eu sempre quis que minha mãe me aceitasse eu não sei se é ela eu não sei o que que é mas as fal Elas começaram a Me deixar um pouco azoada sabe assim meia que perturbada e uma vontade enorme de chorar po como se eu quisesse que a minha mãe me aceitasse sabe uma uma coisa meio confusa e a minha mãe sempre falou para mim assim que agora com o Gabi saindo ela ela falou para
mim nossa você vai deixar seu filho sair de casa mãe tem que cuidar de filho e eu cuido e me sinto muito abusada queria falar não mas Não consigo falar não que nem eu al todos esses dias eles falam para mim mãe vamos sair vem almoça janta no outro dia mãe vem mas eu não queria eu queria falar não mas eu não consigo Carlos não consigo por mais que eu tento eu não consigo parece que eu tô fazendo uma coisa tão errada só que eu tô sentindo um peso muito grande uma vontade tão grande de
chorar e nem chorar eu não quero chorar Na frente deles entendeu é uma uma uma pressão muito grande eu não sei se eu tô emotiva não sei se eu tô descontrolada não sei eu não diria nem nem descontrolada a senhora está no momento difícil da sua vida e é natural que a senhora esteja assim né E principalmente eh sentindo a reverberação do arquétipo materno a senhora está com o filho com o problema isso pro arquétipo é desesperador é como Se ele tivesse falhado biologicamente né E ao mesmo tempo isso se mescla com a criança com
a área afetiva o medo de perder e sentir culpa depois né então por isso eu não falo não Vocês estão entendendo mas eu queria falar não mas não consigo eu não falo não porque eu tenho culpa eu não falo não porque eu devo Eu não falo não porque eu não sou suficiente Eu não falo não porque eu tenho que agradar Eu não falo não para não me sentir culpado Depois mas eu vou me sentir Eu sou um ser humano não é assim é ou não é então neste momento o seu medo de falar Não não
é porque eu não consigo falar não a senhora está com medo de perdê-los é isto até pelo que está ocorrendo com seu filho mais velho porém vamos nós dois pensar aqui com lógica senora Juliane vamos vamos vamos Pensar todas vocês mulheres Vamos pensar como mulheres vocês aceitam o desafio de pensar como mulheres eu aceito então ok nosso nosso centro é a senhora Juliane neste momento A senora Juliane tem uma mãe caminhando paraa senilidade uma clínica um pai com câncer você na na cabeça como aqui na cabeça não o lugar que ele fica que ele mora
no Lar São Rafael no Lar São Rafael o papai No lá São Rafael a mamãe com senilidade o papai no lá São Rafael e o papai está com câncer na cabeça vocês estão continuando a pensar como mulheres Ok e agora ela tá vivendo um momento em que o filho tem uma possibilidade de estar com câncer e o desespero em relação a isso mas também é aquele filho o último filho que ela pediu para sair de Casa ok pensando como mulher qual a diferença pro filho do pai e da mãe sua mãe está numa clínica Seu
pai está no lar seu filho está na casa dele vocês estão conseguindo como mulheres desenvolver a linha de raciocínio que eu estou aqui estimulando vocês sim certo então pensando como mulheres Que todas vocês são o que que está incomodando A senora Juliane de fato a mãe incompetente oô Carl seria aquela aquilo que você falou para e fugiu para nalte do colo né que ela ela que queria o colo do do namorado do namorado queria o colo dela nesse momento nem o pai nem a mãe nem o filho que dava esse Amparo Emocional tá dando para
ela que mais eu ia falar incomodando é a perda habilidade de perda eu diria que é sua própria história são as memórias e que eu me vejo assim também eu acho que que pesou que pesa aí também é a fala da sua mãe te condenando né entre aspas que como que você vai deixar o seu filho morar sozinho a mãe tem que cuidar Aí eu pergunto a sua mãe cuidou De você não nessa não de nenhum dos filhos ela não cuidou mas ela quer que a gente cuide acho que não ela não quer que vocês
cuidem porque ela só fala para ela vocês escutam de acordo com vocês acho que nessa linha da Vera é a culpa né E aquela aquele processo que o senhor fez agora a pouco com a Patrícia depois com a Rose né a mente da mãe dela é incidindo sobre a mente dela É mais tem mais uma questão que eu me lembrei dos outros cursos que a gente já fez junto Júlio ainda tem a questão dos ecos transgeracionais na sua linhagem que o Carlos já lhe disse o eles são incidentes em relação a essa questão do arquétipo
materno muito mais do que em todas nós que mais que que tá acontecendo com a senora Juliane olhando como Mulheres ela tá vendo pois não é eu diria assim ela estaria vendo muitas realidades ao mesmo tempo então ela começou dizendo dessa angústia logo após eh uma fala né da Edna dizendo olhar essa cuidade da mãe né E você falando de eclipso Então ela começou com essa fala dessa angústia desse sentir aprisionada que me parece ser fortalecida pelos filhos que aí gerada pela culpa ela tem que manter os filhos apesar de não desejar isso não conseguir
dizer não e Tá olhando a questão da abusividade com os filhos Então me parece que nesse nesses últimos tempos ela tá a mulher Juliane está vendo o homem que que está como pai a mulher que está como mãe e os homens que estão como filhos então a mulher está vendo muitas verdades não sei fo sentir é considerando que a Julie ela vem falando né até eu vou repetir eh a culpa de cada dia dela é a questão de ser mulher então talvez eh você esteja ali No limite né em que essa criança essa a a
filha não tem mais que fazer né tá na tá no teria que transitar aí para que a mulher suja né Eu acho que é uma resistência da sua parte tem uma outra questão também que me ocorreu agora assim olhando para Júlia o Desespero de Uma mulher querendo desejar e as duas pontas tanto ao origem quanto aquilo que ela originou né os filhos e e os pais querendo que ela realize o desejo Deles eh eu vi essa mulher eh nesse momento aqui foi todo mundo colocou um pouquinho mas assim a possibilidade dessa mulher surgir Porque como
a anal falou as duas contas eh estão abaladas as pontas que seguravam elas ela quando quando a Gabriela falou assim da filha que ela não quer ser mais filha eu pensei assim eu também não quero mais ser filha eu quero trans Agredi eu pensei eu não quero mais ser filho eu não quero mais obedecer eu não quero mais obedecer ninguém mas eu não consigo falar não ainda então senhora Juliane a autoconsciência de que eu ainda não consigo já é um bom caminho é excelente né se eu já vejo que eu não conso o meu segundo
passo é conseguir né Eh vej Bem toda a dinmica funcional do sistema de autoimagem estabelecida pelos arquétipos ou esses essas forças seculares milenares todo o arquétipo é oco pouco o arquétipo não enxerga o arquétipo não vê ele é cego vocês já haviam pensado nisso quando um arquétipo enxerga ele não está enxergando ele está vendo algo que pode possibilitar com que ele Exerça a sua Função consequentemente ele não está vendo ele tá diante de uma situação que ele vai ter que lidar com ela ou seja a força para a qual ele foi constituído tá ali presente
né Eu já falei para vocês que uma força por ela mesma ela inexiste uma força Só existe na contraposição com outra força né se vocês encostarem eh o corpo de vocês na parede e quiser transpô-la vocês não vão conseguir Porque a força que tá na parede não é a mesma força que está no seu corpo é uma força maior né A que tá na parede então quando um arquétipo se manifesta ele se manifesta para cumprir sua função né se não não tiver como cumprir com a função dele não tiver presença psíquica há contraposição do arquétipo
que vai criar situação para que o arquétipo opere E é assim que vocês vivem a vida de vocês no ponto contraponto na posição Na contraposição no problema que tem que resolver com aquilo que tem que lidar com aquilo que tem que efetivar mas enquanto isso o corpo como a grande ampulheta do tempo é consumido né o tempo é consumido as oportunidades são consumidas as possibilidades são consumidas a vida é consumida a cada instante então isso quer dizer para mim o Quê olhando pelo âmbito do Olhar de uma mulher de uma mulher nós estaríamos diante da
senhora Juliane e diante dela nós estaríamos diante da inexistência dela para ela quem não entendeu então eu só existo enquanto enquanto euu o arquétipo funciona agora a senhora Só existe na necessidade do outro sim que aí o arquétipo vai atuando porque aí o Arquétipo vai atuar e ao atuar e Executar a senhora se sente existindo mas ainda na figura do outro e não na sua propriamente então toda a dinâmica que o grupo traçou Eh toda dinâmica que a senhora colocou todas as emoções esse desarquivar emocional que produz esse mix de emoções que vocês tentam sempre
explicar da mesma forma da mesma forma da mesma forma da mesma forma Por que que vocês estão sempre tentando explicar da mesma forma porque ou é a menina ou é A filha que explica a mulher ela vai buscar entender ela quer entender ela a mulher não é um arquétipo ela é uma estrutura onde a emoção pode ser apaziguada onde a vida pode ser encarada onde o eu pode ser Manifesto isso não tem correlação com o gênero volto a afirmar não tem correlação com orientação sexual eu posso afirmar isso tem orientação com a dinâmica estrutural e
efetiva do corpo Que que você ocupa porque essa é uma condição de nascencia e será de morte a condição fisiológica você pode fazer o que quiser no seu corpo você vai morrer mulher vai morrer feminino né Essa estrutura física então o encaixe da mulher nela vai te propocionar olhar com Lucidez paraa Vida Vivida e não com o Desespero de Uma Criança vocês cada vez que eu estou diante da senhora Juliane dentro desses Arros dentro desse Mix emocional que muitas vezes as situações a coloca eh eu estou diante de uma criança eu tô diante da vida
dela quando criança né e de todo o abandono de toda todo o desespero de todo o não saber o que fazer não saber o que falar não saber para onde ir de tudo isso e isso se configura no quê não tem um olhar no qual eu me identifique consequentemente eu não existo para Mim né então cada vez que a vida estabelece uma ameaça dela ficar sozinha vem o desespero porque a senhora nunca ficou sozinha ou ficou nunca nunca ela saiu de casa isso não quer dizer que ela ficou sozinha que ela nunca ficou sozinha porque
se ela tivesse ficado sozinha ela teria se encontrado no mundo eu me lembro Car que você falou para mim que tudo que eu precisava era Ficar sozinha é tudo que a senhora porque é mais ou menos assim senora seus filhos cresceram Eles são homens eles precisam cuidar da vida deles independente do caminho que eles optem eles precisam cuidar da vida dele e a senhora precisa sair de casa quem realmente precisa sair de casa é a senhora sair da sustentação familiar sair do apoio familiar sair do apoio do casamento e se tornar sua própria estrutura de
Apoio sim existir para si mesma Isso é ser mulher existir para mim é agora o processo já começou né Carlos acalmou ou não acalmou acalmou senhora está lá naquele momento não é esperando que a sua mãe diga assim não vá fique a senhora está lá para sair de casa e morar sozinha é isso e eu vou conseguir cara você vai ver ah eu já Vi eu sei que a senhora vai conseguir né agora não derem o momento impositivo pelo qual a senhora está passando hoje né que é o medo de perder o filho é né
E aí eu tenho que dar toda a razão à colocação da senhora Gabriela medo da perda obrigado Carlos acalmou bastante minha minha me furor dentro Eu sei então Quando a senhora estiver sozinha depois que toda essa situação tiver acalmado e que a senhora tiver sozinha a senhora ponha as malas no chão E diga assim e Juliane agora sou eu comigo né vamos viver nossa vida sim do jeito que nós conseguimos obrigada Car você já existe para si mesmo não Carlos eu não sei se Eu ensaiei alguma coisa ou cheguei perto eh esse período que eu
fiquei sozinha né de imersão aí nos estudos mas em alguns momentos eu experimentei em alguns tá Uma momento de tranquilidade e a sensação de que eu tava ali presente naquele momento algumas vozes às vezes falavam na minha mente eu consegui acalmar mas em Breves momentos parece que eu tava comigo pela primeira vez na minha casa no que eu queria fazer is iso é ilusão né não Considero que sim quero até parabenizá-la né porque a senhora conseguiu se dizer não né dizer não para Tainá e conseguiu desempenhar o papel que precisava ser Desempenhado porque ser mulher
senhora Tainá implica em ser responsável pela sua própria vida né e mais ainda né implica em fazer o que precisa ser feito Ô Carlos eh quando você perguntou se eu existo se a gente existe não qual foi sua pergunta se você existe para si mesmo exatamente e eu respondi não porque me veio aquela presença que eu Inventei na na na puberdade na é na puberdade aquela presença que me validava né e que ela existe até hoje é eu sinto muito te decepcionar Mas se a senhorita viu a presença começando a existir para si mesmo é
é fiquei feliz porque ela é ela é bem ela é depois que eu observei ela é muito muito atuante eu acabei de guardar Água falei nossa minha geladeira tá organ imediatamente eu vi alguém validando a geladeira e não eu então assim isso em Tudo sim mas que bom vamos lá bom chegamos ao final dessa atividade dessa sessão muito boa por sinal depois vocês poderão reouvir e perceber que existir para si mesmo envolve a Autonomia né e a autonomia a primeira que ela vai precisar confrontar com acia afetiva é com a dependência emocional independente do grau
que se atenha M ela nunca seráa é uma mulher não nega a sua história ela assume isto em si mesma uma Muler ela não pesa porque ela é Sutil é leve inerente prpria Vi uma Muler é Portal então leve a questão nosso próximo encontro reconheça em si a mulher como Portal e consequentemente o que está passando através de mim pro mundo um abraço carinhoso a todas sejam eu só queria u descul só queria compartilhar uma frase da da médium né da marest quem não tem autonomia não tem Espaço de fala isso ficou muito forte para
mim fenomenal fenomenal Parabéns senhora Vera quem não tem autonomia não tem espaço de fala né então Desenvolva a própria autonomia adquiram o seu espaço de fala e digam a vida estou te vivendo enquanto o tempo durá um abraço carinhoso Até breve senhora Juliane Se sinta abraçada e quando estiver difícil lembra que não precisa repousar No colo dos filhos a senhora tem amigas pode contactá-los um abraço obrigado Carlos um abraço tchau tchau obrigada [Música] Oi mulheres beleza oi dinâmico din dinâmico excelente muito bom muito obrigada obg oportunidade também agradeço poder continuar um beijo para a Todas
obrigada obrigada tchau vocês tchau tchau onde