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Planejamento Publico do Turismo - Video 06

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194,256 คำ21m readGrade 18
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Cead UFJF
[Música] alunos e alunas bem-vindos ao sexto encontro da disciplina de planejamento público do Turismo e nós vamos então dar continuidade aos nossos estudos falando um pouco hoje sobre poder e relacionando essa questão às temáticas que nós Já estudamos anteriormente e trazendo alguns aspectos do Plano Nacional de turismo 2024 2027 pra gente poder exemplificar algumas das relações que a gente vem discutindo aí ao longo das semanas eh acho que quase em todos os encontros né a gente fala sobre política planejamento né E sobre as questões de poder como que as questões de poder elas estão automaticamente
eh relacionadas quando a gente fala de política e quando a gente fala de um planejamento Eh agora de forma mais detida né O que é é poder Por que que o poder ele tá tão relacionado à construção e a definição de políticas ao estabelecimento de políticas públicas E por que o poder também ele tá tão relacionado de forma assim tão direta a determinação né de planos e de caminhos a serem seguidos ali por um setor ou por uma comunidade ou por um destino então é importante a gente ter muito claro o que é a política
as funções de uma política da mesma forma que é a gente ter aqui muito claro o que que é o planejamento o papel do planejamento e principalmente a capacidade de intervenção e de promoção de mudanças que tanto as políticas quanto o planejamento são capazes de fazer em determinado local em determinada comunidade para determinado grupo social né ou em determinado set à medida que eu compreendo que o estabelecimento de políticas e que a aprovação de planos ela vai projetar mudanças reais e concretas né em um dado tempo em um dado local eu começo a entender o
quão ligado esses instrumentos são ao poder porque ele contém ali uma gama né de poder de decisão de alguém de algum grupo esse grupo ele pode ter sido maior ou menor ele pode ter sido eh contemplado por uma variedade menor né de pessoas por grupos de interesses diversos que tomaram decisões futuras que vão impactar uma realidade então é muito importante que a gente compreenda como que essas relações elas são muito amarradas para que a gente consiga entender ainda mais a importância e a necessidade da descentralização e da participação à medida que eu entendo o quanto
que essas relações política planejamento e poder elas são intensas eu amplio o meu conhecimento eu lio a minha noção do quanto descentralizar e do quanto incentivar a participação de diversos grupos é importante para que esses diversos grupos as suas realidades os seus interesses as suas vozes estejam contempladas naquelas determinações políticas e naquelas decisões previstas ali no planejamento né Eh para falar de poder a gente podia seguir várias orientações né a gente pode pensar no poder social a gente pode pensar no poder político e essa disciplina acaba que nos conduz né nos induz a pensar muito
no poder político porque a gente fica quase que o tempo todo falando de estado né Eh de município de governo de ministério então a gente é muito induzido a pensar no poder político e ao pensar no poder político eu penso automaticamente no estado como aquele que detém o poder e aí não por acaso a gente vai se basear no nos estudos do Michel Foucault a gente não vai ler os textos diretamente do Michel Foucault por motivos quase que óbvios né Eh mas a gente vai se basear em autores que estudaram o Foucault e que eh
nos ajudam a compreender que de fato o estado é um agente de poder né Eh constituído celebrado inquestionável que nós reconhecemos como tal e que por por isso mesmo nós obedecemos por poder é algo que eu tenho que legitimar eu não respeito eu não obedeço eu não me coloco eh na condição de correspondente a um poder que eu não reconheço Então para que determinado estado ele cumpra essa função perante a sua sociedade aquela sociedade precisa reconhecer o poder que aquele estado tem então a legitimidade do poder é algo muito importante para que essa relação aconteça
isso é um dos aspectos que a gente precisa pensar então de fato o estado ele é um agente de poder e a maioria de nós eh respeita esse agente de poder né atende esse agente de poder mas o que o Foucault ele vem nos mostrar eh principalmente no texto microfísica do poder em uma de suas obras é que o estado ele não é o único agente de poder que se ele é um poder considerado né Eh que se de fato ele é um poder legitimado H séculos e que a maioria de nós aprendeu a obedecer
a se a gente for pegar determinados períodos históricos né a única opção que nós tínhamos era obedecer o estado por isso o fouc também fala de uma relação opressor e Oprimido eh o onde que onde que o Foucault quer nos levar que apesar disso ser fato os sujeitos que por hora estão na condição de oprimido eles também detém um poder que pode até não ser individualmente equivalente ao poder do estado mas que coletivamente esse poder tem uma um significado ele tem um Impacto e ele pode e deve ser acionado para negociações com o Estado então
o Foucault ele vai chamar eh esse poder de poder periférico de poder molecular ou micropoderes E aí quando ele fala né ele usa os termos periférico molecular micro micropoder ele já Deixa claro que individualmente o poder de um ele é micro se comparado ao poder do Estado até porque secularmente a gente aprendeu a obedecer esse poder do estado eh e esse poder ele já foi tão experimentado ele já foi tão eh treinado pelo estado que o estado conseguiu né Eh estratégias diversas de transformar os corpos dos sujeitos em corpos que o Foucault vai chamar de
Corpos dóceis que nós poderíamos aqui traduzir como corpos submissos corpos que aprenderam ao longo do tempo a obedecer aprenderam a fugir de qualquer comportamento ou de qualquer padrão de resposta que poderia projetar sobre mim uma repreensão uma ação coercitiva vinda daquele que supostamente tem tem mais força tem mais poder do que eu então Eh Talvez seja um termos novos para alguns de vocês né então vamos tentar aqui traduzir um pouquinho de forma mais mais tranquila tá pra gente poder não perder o fio da meada então Eh fazendo um breve resumo até esse momento eh nós
estamos considerando como legítimo o poder do estado e desde quando o estado ele era centralizador até hoje quando eles se propõe a ser um estado descentralizador mas nos nos estudos do Foucault a gente não concorda que a vida e o exercício da vida do sujeitos seja um exercício eh de governo do estado ou seja nós não somos corpos dóceis corpos submissos às determinações as regras as disciplinas do Estado por mais que a gente tenha que obedecer a uma série de leis né a uma constituição a uma série de regras por isso a importância de diferenciar
o poder político e o poder social porque socialmente a gente pode acionar o que o Foucault vai chamar dos Tais poderes periféricos ou micropoder que é aquele que me dá o bom senso é aquele que me projeta a ideia de que apesar de reconhecer o estado como um poder legítimo ele também faz com que eu e meus semelhantes né ou seja os demais membros da sociedade que a gente possa questionar o estado que a gente possa conversar negociar com o estado e até dizer ao estado que essa tomada de decisão não nos interessa ou seja
nós podemos participar de forma mais ativa seja por meio de manifestações seja por meio de abaixo assinado seja por meio daquilo que a gente entender como uma forma ética e segura pra gente expressar esse esse nosso poder periférico E aí o significado da par ação e da descentralização ou seja porque se nós e o próprio estado não reconhecesse que a sociedade tem esse poder periférico tem esse micropoder ela também não repassaria para os outros atores os outros pertencentes à sociedade o espaço para a fala para as interlocuções para Os questionamentos e aí né existe uma
lógica eh que participar é uma não é uma obrigação né participar é uma convocação de vontades eu sempre uso essa frase sempre uso essa expressão que é de algum autor que agora me falhou a memória me desculpem eh por quê Porque apesar dos estudos do Foucault me mostrar que eu tenho o meu poder individualmente e que se eu me reunir ao meu grupo social a minha comunidade né Eh a gente tem um poder acrescido a gente constrói ali uma conta em que 2 + 2 não são quatro pode ser muito mais que quatro eh eu
vou usar essa força se eu quiser porque se eu quiser continuar sendo né esse corpo dócil que normalmente o estado né Eh as religiões de alguma forma a própria escola de alguma forma alguns livros né usados aí didáticos de alguma forma nos orientam porque o que que muitos desses espaços querem fazer né Eh talvez aqui nem todos concordem comigo ok eh mas é fato de que algumas religiões algumas doutrinas alguns livros didáticos algumas orientações pedagógic algumas orientações né familiares não sei por isso que eu disse que talvez nem todos concordem né alguma alguns discursos políticos
eles vão nos conduzir a um poder disciplinar e o Foucault também vai falar sobre esse poder disciplinar que nos faz reproduzir séculos e séculos um padrão de formalidade um um um comportamento aceitável porque esses sujeitos ou seja esses corpos dóceis quando não questionam quando apenas reproduzem padrões comportamentais e adequados ao que o estado deseja é mais fácil ser controlado é mais fácil ser gerido é mais fácil inclusive não desejar a participação é mais fácil inclusive aceitar o que um governo centralizador ou um planejamento centralizador define para ele para sua comunidade para o seu grupo social
pensando que a gente tem hoje aí planos estratégicos que projetam decisões para daqui a 10 anos e existem ainda regras que fazem com que isso seja absolutamente centralizador e para algumas pessoas isso vai est tudo bem porque essa pessoa se sente absolutamente confortável no espaço dela de corpo dócil ela não quer participar ela não quer ser eh corresponsável ela não quer ser agente das mudanças e por sua vez ela vai est mercê das Tom de decisão do outro ela não vai ter nem muito direito de reclamar porque ela ficou ali assentadinho no sofá enquanto existia
um espaço que não é muito fácil de ser garantido mas existia um espaço que ela e os demais membros da sua comunidade podiam escavar podiam conquistar esse espaço e questionar algo ao governo podia mostrar que aquele caminho que o governo sinaliza E aí seja o governo municipal do Estado ou da União que não era o ideal que aquilo ali não atende às necessidades dela mas ela preferiu ficar quieta ou seja ela preferiu por n motivos que não nos compete aqui julgar Mas ela preferiu não reconhecer o seu poder periférico e passar o seu direito para
o estado ou seja o estado continua decidindo por mim e eu arco com as consequências disso ou seja paraa gente falar de fato de descentralização e de participação não é só falar que existe uma política lá de 2008 que institui a descentralização e a participação por isso que não nos interessa falar apenas de poder político mas a gente também tem que falar de poder social porque a gente precisa construir a gente precisa preparar a sociedade para que essa sociedade se sinta Capaz se sinta forte se sinta motivada a utilizar o seu poder periférico a utilizar
o seu micropoder essa potência que existe em todos nós e começar a exigir espaço na construção de políticas públicas que de fato atenda ao bem-estar coletivo Isso significa que eu talvez eu comece a participar de uma associação de bairro eu começo a incentivar o meu filho eu particularmente Tenho um filho de 14 anos talvez eu começo a incentivar o meu filho a participar de um Parlamento jovem de um Parlamento Mirim eu começo a incentivar os meus alunos a fazer leituras um pouco mais críticas a gente comece a ver inclusive os discursos e a verdades como
passíveis de crítica e que nem toda política é boa para mim talvez ela seja boa para uma minoria que fez ali um acordão com aqueles que estão no poder político naquele momento e eu preciso de verdade me calar e aceitar ou será que com base na ética na dignidade no conhecimento na segurança a a gente pode começar a movimentar algum coletivo alguma coisa no sentido de dizer olha pera aí não é assim que eu quero o turismo na minha cidade a gente começou a disciplina questionando que turismo nós queremos e quando a gente faz essa
pergunta e a gente de verdade quer ouvir a resposta porque fazer a pergunta é uma coisa querer ouvir a resposta e querer refletir sobre a resposta significa que a gente tá compartilhando espaço de poder eu não tô aqui para dizer qual é o turismo eu tô aqui pra gente debater junto qual turismo a gente quer isso é muito diferente entre centralizar e descentralizar Ou seja a gente ainda hoje consegue construir políticas e planos de turismo centralizadores nas respostas dos técnicos dos especialistas do prefeito do secretário de turismo ou de uma pequena equipe de consultoria que
eu contratei para elaborar esse plano de turismo mas eu tenho hoje metodologias técnicas ferramentas artigos científicos que me orientam que me instrui eu tenho hoje eh nohal se não meu pelo menos de muitas outras pessoas e destinos que já passaram por essa experiência de como responder as perguntas que o turismo e que o planejamento me exige de forma muito mais ampliada que turismo eu quero para o meu Município que turismo eu como gestor público quero enxergar sendo construído para a minha cidade que turismo nós queremos essa é a pergunta que vai percorrer da nossa primeira
até a nossa última aula porque eu posso entender que eu quero um um turismo Centralizado que é muito mais rápido que é muito mais prático que se configura lá naquele modo exógeno com só com as respostas de mercado só com a ótica reducionista e funcionalista do mercado eu só tenho que pensar no que o turista quer consumir e onde eu posso colocar isso para vender agora eu também posso pensar numa outra resposta mais coletiva mais duradora mais sustentável e casada com essa lógica de poder que o Foucault nos mostra que eles nos mostra que grupos
que antes eles eram completamente desconsiderados da construção da política e do planejamento de turismo hoje eles têm voz hoje não são só os grandes empresários da orla que vendem e praticam turismo hoje nós temos turismo da reforma agrária hoje nós temos turismo em reservas indígenas hoje nós temos turismo da Agricultura Familiar hoje nós temos um turismo muito diverso que traz outras temáticas outras pautas que mostram para nós esse turismo enquanto um fenômeno que mostram para nós esse turismo enquanto um direito de todos inclusive daqueles que pensavam que Jamais teriam poder muito menos frente um estado
mas que hoje tem espaço por meio dos conselhos dos fóruns dos conselhos municipais de dialogar com os secretários municipais de turismo com secretários Estaduais de turismo e fazer aquele Elo da descentralização até chegar lá no nosso Ministro de turismo que por sua vez tá lá trabalhando diretamente com o Presidente da República né Eh Essa é a proposta é balela a gente continuar falando de um turismo descentralizado e de um turismo participativo Se eu por exemplo não sou a favor das minorias Me desculpa se eu não sou a favor por exemplo eh das medidas indispensáveis à
lógica de do clima do nosso país se eu não sou a favor da Democracia por quê Porque falar de descentralização e falar de participação é pensar em políticas e pensar em planos programas e projetos que incluam e não em políticas e programas que excluam falar de sustentabilidade falar de turismo endógeno como nós vamos falar um pouco adiante falar de ampliação de instâncias de governança é falar na ampliação de quais sujeitos de quais espaços Quais empresas quais temas quais e esse quais ele não tem fim ele começa a ter uma reticências que vai muito além apenas
dos imperativos do mercado e aí eu trago pra gente eu gosto muito de falar sobre poder gente A Minha tese Eu acho que eu já comentei com vocês isso a Minha tese foi sobre poder estereótipos e turismo de favela Então se deixar eu continuo falando aqui sobre poder durante muito tempo mas esse tipo de poder né esse tipo de poder que mostra que poder por poder Todos nós temos mas a gente também precisa de um turismo que não seja um turismo hegemônico que seja um turismo an colonialista que permita que outros sujeitos que antes apenas
serviam hoje sejam protagonistas Estamos prontos para isso cada um vai ter a sua resposta né Não só enquanto sujeito indivíduo cidadão mas também enquanto profissional E aí para rematar essa aula eu fui buscar lá no plano nacional o atual 2024 2027 recém lançado eh o como que esse plano se constitui e de que maneira que esse plano responde a algumas das nossas inquietações a partir de poder a partir de inclusão a partir de qual turismo queremos a partir de democracia né a partir de um turismo que seja bom para todos e não só um turismo
que seja bom para o empresário e bom para o turista aquele que pode pagar pelos produtos e ser serviços turísticos Então já começa pelo título o título desse plano ele começa a nos responder em termos de nação Que tipo de turismo A nossa nação quer porque ele vai trazer o turismo enquanto protagonista de um desenvolvimento sustentável e inclusivo ou seja então o dever da de casa de todos os estados de todos os municípios e todas as empresas ONG sociedade civil que se envolver com o turismo é pensar em políticas em planos vou repetir plano programa
e projeto que pense num turismo sustentável que coloque na balança lucro preservação ambiental os aspectos culturais e sociais históricos pedagógicos E por aí vai e inclusivo Então não é só um turismo do branco não é só um turismo pro homem do norte norte Global não é só um turismo pro grande empresário não é só um turismo para quem pode pagar 4 5 10 15.000 de diária em um hotel é um turismo inclusivo tanto quanto mão de obra tanto quanto turista tanto quanto beneficiário desse turismo então o título de cara já nos ajuda com alguma das
nossas inquietações pra gente falar de construção esse plano obviamente ele é construído pelo pelo governo né então ele tá chancelado pelo atual presidente da república pelo Ministro do Turismo pelas principais secretarias que atuam junto do ministério pela imatu que hoje tem o papel de atuar na questão né do marketing e Internacional do Turismo e pelo CN Tour que apesar de extinto lá em 91 como eu já disse em algum momento aqui das aulas ele é retomado em 2003 com a criação do Ministério do Turismo e uma das principais chamadas desse plano é é hora de
conhecer o Brasil qual Brasil é hora de conhecer o Brasil qual Brasil durante alguns planos de turismo de forma direta ou indireta nós fomos chamados a conhecer o Brasil do Turismo sexual em alguns outros momentos nós fomos chamados a conhecer o Brasil que se resumia na Amazônia em algum outro momento nós fomos chamados a conhecer o Brasil que só vindia sol e mar e hoje qual é o Brasil que a gente vai querer mostrar para os demais e aí se eu jogo isso lá pro meu Município onde eu trabalho Qual é quais são as características
do meu Município que eu quero que as pessoas conheçam não é que eu quero mas é quais são as características daquele município que podem que devem ser trabalhadas que devem ser projetadas turisticamente com consenso da comunidade com o Consenso das escolas locais com consenso de fontes históricas Qual é a Juiz de Fora que o mundo pode conhecer turisticamente ao falar dessas características a gente encontra lá no plano nacional a visão que o plano quer que as pessoas tenha do Brasil até o ano de 2027 e as principais características são um um Brasil incomparável seguro inclusivo
sustentável inovador e de referência referência em quê referência em eventos e em experiências únicas E memoráveis então vamos lá para o turista o Brasil deve ser incomparável Seguro inclusível inclusivo sustentável inovador e referência para experiências únicas E memoráveis aí eu tenho que fazer a seguinte pergunta lá em 2027 se o o Brasil turístico for isso para os turistas beleza mas e se ele não for isso pro brasileiro e se ele não for isso para o cidadão brasileiro tem algum problema se o Brasil turístico tiver conseguido cumprir essa meta relacionada à visão se o turista que
vem e que vai embora ele fala Nossa o Brasil é incomparável Eu nunca fui a um outro país como aquele ele é seguro ele é referência eu vivi lá cois memoráveis o Brasil deu um salto em questões de sustentabilidade mas eu continuar tendo gente morrendo na fila do SUS mas eu continuar tendo crianças morrendo de fome mas eu continuar tendo 100 problemas que o cidadão brasileiro continua tendo o cidadão o morador comum ele continua morrendo por exemplo de bala perdida eu não vou dar resposta eu quero que vocês pensem porque eu continuo sendo da linha
de que o turismo tem que ser muito bom mas o turismo não pode arrumar casa só para o estrangeiro o turismo não pode arrumar casa só para quem o visita da mesma forma o município que vocês aqui representam o município que vocês representam então assim penso eu tem que dar conta das necessidades das carências das Dores de quem moram ali primeiro para depois ele ser um bom espaço pro visitante pro turista para quem tá ali temporariamente E é assim que eu consigo entender a elaboração de políticas e a elaboração de planejamento por isso novamente a
necessidade de que a sociedade Exerça o seu poder periférico aplaudindo o turismo mas cobrando também para si os benefícios e o cumprimento ali daquilo que lhe é mínimo enquanto cidadão ai a Anne tá crucificando o plano de turismo não estou onde eu quero chegar eu quero chegar na seguinte questão que o plano de turismo ele não vigora ele não existe desconexo desconexo de outros planos de desenvolvimento o plano de turismo ele não está num ambiente isolado em que ele vai fazer as suas Maravilhas o plano de turismo ele faz parte de um plano de desenvolvimento
nacional que precisa andar junto com o desenvolvimento da Saúde da educação da segurança pública da alimentação é isso que eu quero chegar a gente aqui de fato está para falar de plano de turismo de política de turismo mas eu não posso pensar que o país vai jogar todo o seu milho para o turismo porque ele precisa sanar várias outras caixinhas são variáveis que vão tornar esse país um país incomparável seguro sustentável memorável para o turista mas também para nós que aqui residimos que daqui dependemos o nosso sustento e etc quase terminando vocês também encontrarão nesse
plano mod de gestão que é seguido pelo plano e na verdade teve início lá em 2000 E3 né a partir do primeiro plano de turismo pós criação do ministério que é o modelo baseado na descentralização e o modelo baseado na regionalização Então esse modelo baseado na descentralização ele nos apresenta uma escala entre a união tendo como referência o minist do Turismo o estado tendo como referência a Secretaria Estadual de turismo ou equivalente o a a a esfera Regional tendo como referência as instâncias de governança Regional vou repetir aqui em Minas por exemplo Nós chamávamos de
circuito turístico comercialmente continuamos chamando no plano né da da política a gente realmente agora chama de GR né então Juiz de Fora pert igr caminho novo e no plano dos eh municípios a secretaria municipal de turismo ou equivalente vocês vão encontrar lá esse essa escala pra gente poder entender como que o diálogo como que as conexões vão acontecer né E como que essa ligação desde o município até o ministério acontece eh e por fim eh esse modelo de gestão ele é complementar pela lógica da regionalização que aparece eu fiquei muito satisfeita de ver isso lá
no documento né Eh do ministério que busca desenvolver o padrão endógeno que é exatamente o nosso próximo tópico tá então eu vou encerrar por aqui porque sobre padrão endógeno e regionalização a gente vai falar na nossa próxima aula que já é a nossa aula número sete aguardo por vocês então na próxima uma semana
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