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A Onda dos Setênios - Panorama biográfico Parte 2

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Henrique Pistilli Homem Peixe
E vamos até como só tem né E esse nós quatro aqui a mais Aline né da Nosa escola então a gente eu vou est aqui vou est com a câmera desligada mas vou est ouvindo que aí já facilita né e e qual é a tarefa de vocês em 15 minutos não é contar biografia individual que isso é um outro processo né e mas é o lugar do pesquisador A pesquisadora então o que que será E aí olhando pra infância para adolescência adolescência né eu queria Uma coisa não precisa ser uma coisa no pensar uma no
sentir não mas uma coisa um arquétipo que seja típico dessa da infância uma coisa que seja típico da pré-adolescência da adolescência que e o que que é o arquétipo esse lugar que eh é natural o ser humano viver aquilo nesta fase ou passar por aquilo e cada um pode passar de forma diferente mas qual é o arquétipo que que é natural dessa fase que todo mundo faz um exemplo né a na na primeira infância quem é a Pessoa mais importante é a mãe ou o papel de mãe que traz o ninho o mundo é bom
o acolhimento Pode ser que eu viva isso ao contrário não ter mãe ou não ter esse papel e ter uma sensação de que o mundo é mal ao invés de receber carinho eu receb tapa mas o arquétipo tá ali o arquétipo da mãe o mundo é mal o não viver aquilo vai gerar alguma coisa que lá na frente vou ter que olhar né mas o arquétipo é esse a vivência do do mundo é bom com papel de mãe e de Ninho Esse é Um exemplo né E que se a gente olha né é natural e
é é é o quase do Óbvio mas é tão óbvio que a gente não fala mas quando a gente coloca isso na frente e aí tem uma série de arquétipos que a gente vai olhar esse é um pequeno exemplo Então vou dar 15 minutinhos tá Vou desligar aqui aí vocês podem conversar chegando qual é um arquétipo que não seja esse que eu falei né um da infância um da pré-adolescência e um da adolescência que aí pode ser sobre Comportamentos reações ambiente pessoas lugares acontecimentos que que é arquetipo dessa fase de cada uma das três Ok
pesquisadoras bom trabalho tá f que eu não tô aqui tá vou tá desligado E aí Lana tô ouvindo tá sem som eu ainda não tenho Claro Então vou escutando vocês Eu Também não mas eu acho que é difícil também ter claro né eu tenho Muita dificuldade de ter lembranças do passado Então para mim é muito difícil esse exercício meninas eu não vou abrir câmera que eu tô aqui andando pela casa atendendo crianças de vez em quando tem que tirar o microfone senão todo mundo vai interagir com vocês mas tô aqui tô tô ouvindo todas tô
participando da forma que dá vou vou começar então rapidinho ah eu acho que é é um assunto muito Amplo né difícil de falar até por conta disso mas eu acho que como ele explicou agora no finalzinho a questão do dos arquétipos a a Primeira Lembrança que vem de cada fase assim que eu acho que é o que mais marca assim o Primeiro Momento quala primeira sensação que você teve da primeira infância lá com 5 anos era muita alegria era assim muita vivacidade muita alegria aquela explosão né e de alegria que você tá só vivendo felicidade
na no ciclo de 9 10 anos a Primeira sensação que me veio era eu e o meu irmão o tempo todo muito colado os dois mas eu já com muita disputa em relação a ele assim né o momento que que os irmãos começam a brigar e muita disputa porque os meninos podiam muitas coisas que as meninas não podiam então na minha criação a minha mãe dizia assim não o seu irmão que é mais era mais novo podia e você não pode então tinha aquela já era um ambiente assim de disputa que eu tinha que mostrar
Por que eu podia Coisas né que que que que ela não me deixava e deixava ele fazer então me veio essa sensação essa lembrança assim de ter que me impor e de ter que falar que eu também podia né e adoles ência vem aquela nuvenzinha né não tem como adolescência vem aquela nuvem que é um um um momento que eh me veio uma sensação muito de curiosidade que eu fui uma adolescente muito curiosa queria eh entender o que que tava acontecendo com tudo né com o corpo com as pessoas com Tudo com as relações mas
mas veio uma carg Zinha assim mais densa também né da daquelas problemáticas indissolúveis da adolescência e então assim para mim as percepções foram muito as Sensações que chegaram no no Exercício da forma como eu pude fazer aqui né não sei como que chegou para cada um aí então vou vou tentar falar eu também tenho muita dificuldade igual a Amanda de às vezes tô conversando com amigos Meus de Infância assim eles lembram de situações eu eu estava na situação mas eu me sinto perdida assim tipo eh tem uma memória eh long a longo prazo assim bem
ruim mas assim eh o que eu percebi nos nas três que eu consegui visualizar nos nas três etapas eh veio muito a questão eh na infância veio eh brincar com meus irmãos e primos no quintal da minha avó na pré-adolescência veio brincar minha mãe era professora então era uma fase que eu Brincava muito de escolinha eu era professora ali com os vizinhos e na adolescência veio muito o intervalo da escola e aí eu percebi que os três veio muito a questão de mediador assim no brincar com os irmãos tanto na infância quanto na pré-adolescência a
gente brigava lógico E aí eu era eu veio a veio a imagem deu median assim eu acho que eu sou assim até hoje sabe e e a questão da comunicação porque tanto na infância na pré-adolescência e na Adolescência eu me vê vieram as imagens onde eu estou conversando ou fofocando ou ou brincando ou ou eh brincando de professora ali então me veio muito a questão mediadora de liderança também e de e de comunicação assim eu tava ouvindo vocês a acho que agora veio e aí veio uma imagem para mim que acho que ficou meio forte
assim que era quando veio a minha infância eh tinha uma coisa do para mim veio muito forte uma a a cor amarela assim e eu Meio brin eu no chão né brincando no chão e acho tem essa coisa do lúdico né do Se permitir ali de muita de liberdade eu acho que acho que essa vea a minha ideia na adolescência eu já tava na minha cama né e escrevendo E aí tinha essa coisa assim que foi e agora que veio minha imagem foi chão cama né e sentada e e na adolescência mesmo em pé e
na rua era o único ambiente a única coisa que eu tava era Na rua já assim então as outras duas teve tava no meu quarto e a terceira cena foi na rua e em pé né Então essa coisa do chão sabe deitada sentada em pé veio uma co ficou meio forte assim m é eu acho que é isso muito legal é difícil gente mas vocês vão ver quando o arquétipo vai se revelando vai vai vindo as informações elas vão chegando e e o que vocês trouxeram é um relato que hoje em dia Para mim tem
sido cada vez mais alarmante que a gente a nossa memória a gente fala que que você jantou ontem almoçou ontem essa semana que você fez leva um tempo para cair a fiche né então a gente tá com dificuldade né porque assim são muitas telas o dia inteiro a gente é bombardeado de informação HD fica cheio e a gente muitas vezes não reserva o espaço sozinho de reflexão de se conectar com a própria história né por isso que é importante nesse sentido De ouvir os amigos de infância pais tios irmãos e como é que era e
lembrar Mas antes a gente ficar né lembrando por lembrar né agora opa pode ser que tenha uma intenção de pesquisa diferente interessante para vocês né Quanto mais a gente entende o nosso passado percebe a o como a gente viveu cada fase o que que que isso que que isso que resíduos né O que que isso tem dentro a gente ou como isso formou né ou moldou a gente é é esse é o ponto de libertação né porque a Gente vai recebendo E aí como vocês trouxeram um pouco né esse lugar de muita abertura na infância
mais no chão e tal aí vai gateando vai ficando em pé e Opa agora vida adulta como é que é isso então é um lugar que vem meio da fantasia né do lugar mais etérico e aí vai vai chegando na realidade né E aí P então a já entrando no arquétipo vou passar aqui e aí não se assustem tá gente porque depois o outro vai estar com milhões de palavrinhas mas a gente Vai devagarzinho que eu achei melhor fazer eh ó o outro é Aim Mas calma vamos aqui porque também se fosse ponto a ponto
aí a gente não acaba nun aí a gente vai no no Pan Eita pera aí que eu fiz besteira deixa eu ver se voltou voltou tá agora vai tá consegui muito bem então quando a gente olha Eh essa imagem né do Set a primeira coisa em relação ao set né Eh hoje em dia se tem vários estudos sobre o que que acontece Fisiologicamente n opcionalmente em relação ao set Mas se a gente olha nos três primeiros setênios É muito visível a mudança física de uma criança de cinco de 10 e de 15 então a gente
começa já a entender que tem um aspecto ali de preparação né pro mundo pra vida adulta dos 21 28 dos 21 42 já são outros aspectos que não o físico tá ali mas é uma tá mais constante né à até olhando a curva ali que eu vou explicar e que é esse lugar do centro da da vida de Né realizar e lutar e tal e depois dos 40 né a gente tem um outro processo que vai acontecendo também né que a gente pode se tornar sábio ou não E esse que é o ponto das nossas
escolhas o quanto que a gente consegue olhar pro passado né soltar o que precisa focar no que importa e seguir que que acontece hoje em dia né a gente tem a ou se preparado cada vez menos para ir pro mundo então imagina 14 15 16 já ali Caramba tenho ganhar meu dinheiro como é que vai ser o futuro ou vai para um lugar de apatia de fuga de Caramba esse mundo ferrou como é que vai ser né a polaridade de novo de como se expressa mas tá essa tendência Então as crianças e aí tem dois
aspectos tanto da da nossa evolução como humanidade Esse arquétipo é Vivo né então o que a gente vive desse arquétipo nessa geração vai ser diferente da forma que viveu na geração passada e nas anteriores né mas é o Arquétipo que tá lá mas o que acontece a gente tem se preparado menos lutado mais e muitas vezes a gente morre né Sem encontrar essa tal da sabedoria ou muito pouco o nosso potencial né a stania dizia que na nossa na nossa biografia tipo 99% é uma repetição e 1% é algo realmente novo né Gates tem uma
um pensamento muito legal também que ele fala se a gente pensa em algo que já existe a gente tá só repetindo o pensar Humano no seu potencial é colocar no centro da consciência algo que nunca existiu inimaginável Essa é nossa capacidade de criação se a gente olha historicamente a gente tem feito isso esse é o nosso seria a nossa grande tarefa como ser humano né aproveitar esse lugar da Liberdade livre arbítrio para ir em busca de si mesmo expressar seus talentos e paixões pro mundo colocando ele a serviço né então zeras 21 é muito mais
esse essa preparação e Esse olhar de treino né de que que é quais são minhas ferramentas 21 aos 42 vai pro mundo Rala e vê o que acontece e depois a gente pode eh colher o que a gente plantou ou devolver pro mundo né Tem esse impulso também de devolver pro mundo que a gente recebeu aquelas três curvinhas né então o que que elas significam tem a ver com aqueles três corpos que eu falei no início do pensar o sentir e o querer três faculdades do ser humano na verdade Então no nosso corpo físico biológico
aquela curvinha Verde existe esse desenvolvimento né que eu já falei então do zero aos 21 né a gente cresce fisicamente 21 42 tem uma certa estabilidade e dos 42 paraa frente acontecem coisas né a gente tem estendido essa curva lá para 100 anos de idade mas impreterivelmente né até o 63 tem coisas físicas que acontecem e aí depois é repescagem né a gente tá livre das leis biográficas e a gente pode né Mas aquele ponto quanto mais tempo a gente leva para olhar o autoconhecimento para se trabalhar mais difícil vai ficando né mas nunca é
tarde a gente vai olhar bom então essa curva ele tem ela tem esse esse movimento né que a gente nasce como um feijãozinho até os 21 anos fica gigante os 42 começa o processo de entropia envelhecimento do Físico biológico e essa energia ela não vai embora ela é utilizada pros outros as outras faculdades corpos assim que a Gente vai bom aí em contraponto a curva Verde a gente tem essa curva azul que é a curva do desenvolvimento do eu ou a curva da personalidade or antroposofia a gente fala da curva espiritual H um outro nome
da antroposofia é a ciência espiritual e não tem nada a ver com religião né Qual é a ideia da antroposofia para esse espírito né primeiro essa nesse lugar é a autoconsciência é o lugar da intenção e é o lugar do nosso eu onde a gente grava Né na dentro desse eu todos as nossas experiências né e toda a nossa memória e daí a gente consegue pensar no futuro se a gente não tem memória a gente não consegue olhar pro futuro você vê Alzheimer né então é muito importante olhar para esse desenvolvimento eh e eh a
indo além né quando a gente olha esse aspecto só para vocês entender do espiritual por exemplo nas organizações seria essa identidade organizacional o que que é mais Subjetivo invisível que gera aquela Cultura né Qual é o propósito de existência daquela ação como é que é a forma de trabalhar tudo isso faz com que a gente tenha essa ligação profunda ou não e eu eu gosto de falar do do espiritual como um outro termo muito bom que é qual é a sua visão de mundo qual é a visão sobre vida qual é a visão sobre morte
com a visão sobre sucesso sobre trabalho sobre família sobre estilo de vida toda a nossa visão De mundo a forma como a gente vê o mundo se transforma no jeito que a gente vive a forma que a gente vê o mundo se transforma no jeito que a gente vive e a gente constrói essa visão de mundo nos três primeiros setênios mais no primeiro aí no segundo também menos e né a gente vai soltando as amarras para ir pro mundo mas é desse ponto Qual é a minha visão sobre a espiritualidade é uma pergunta sempre muito
importante para se trazer e e a resposta eu sempre falo de Um lugar eh dependente da religião mas como é que a sua prática te leve para esse lugar de se perceber de olhar a própria vida vida e dar um passo à frente passo à frente e reverenciar o Divino né as os mistérios as magias porque tem muita né muita coisa invisível e eu tenho estudado isso há muito tempo Mu na natureza você entende como funciona né O Sol a Lua as emoções os ciclos tal relações diretas aí agora o por o para qu Ah
por que que o sol Nasce a pergunta ele mais ou menos hoje em dia tem vindo mais cedo mas né 7 aos 14 8 9 anos são as perguntas existenciais né Por que que o som nasce mas aí quando morrer o que acontece a gente fica né sem saber responder e são as boas perguntas pra gente levar pra vida inteira e é isso que faz esse desenvolvimento do eu essa maturação como é que a gente vai ampliando a nossa visão sobre o mundo sobre o ser humano e não se prende em jaulas de polaridade Que
é certo e errado e a gente né acaba sofrendo muito aqui desnecessariamente ou fazendo os outros sofrer desnecessariamente por que que essa curva do eu ela dá esse como dois Trilhos né que a gente não tem como fugir a gente vai nas ali e vai morrer ali antes e depois a gente não sabe e aí as ciências também tem esses estudos né que depois quem quiser aprofundar a gente também tem ah orientações aí de livros e coisas legais mas o ponto eu Acho que é muito bacana da gente ver aqui dessas duas curvas é como
é que a gente vai assumindo o controle do corpo e depois como é que a gente vai soltando ele ou tentando eu segurando nele vai ficando mais sofr mas ali ó eh com uma criança Ah como é que como que ela vai assumindo o controle a primeira parte que ela percebe que ela consegue dominar são os olhos que ela tá ali deitadinha o pescoço nest mas ela começa a acompanhar depois pescoço aí fica durinha né Consegue se Erguer e depois os membros aí é processo do andar falar e pensar né do engatinhar e ficar em
pé Isso mesmo eh Só que nesse processo é como se fosse o encontro dessas duas curvas até os 21 onde a gente tá realmente encaixado e e tendo domínio do nosso corpo até na adolescência a gente fala no início da adolescência os hormônios vem parece que o adolescente tem dois braços e pernas esquerdos né meio estabanado parece é tudo desproporcional braço perna né Então é desse lugar mesmo a gente vai se desenvolvendo se ajustando aí chegou na vida adulta 21 para lá aí vamos lá pra frente lá no final para ver a curva 63 pra
frente vamos para aquela última imagem do filme da morte natural a pessoa velhinha tá lá e ela tá preparando para ir embora para morrer ela sente primeiro a fraqueza nas pernas se deita depois o batimento vai diminuindo quando o coração para a última parte eh de controle de novo são São os olhos que era era a primeira ela fecha os olhos né então é é como se a gente assumisse o controle desse corpo de dentro para fora ou de cima para baixo nessa imagem e ao final da vida a gente solta isso né de da
da dos do metabólico o ritmo e do sensorial a gente vai sair bom isso é dado para todo ser humano e a curvinha vermelha né a curva vermelha a gente fala que é o desenvolvimento anímico emocional Ânima Tem a ver com animado movimento alma ar é a qualidade das nossas relações então na antroposofia quando a gente fala alma é essa trimembração desses três corpos físico biológico é o corpo alma emoções e o espírito que conté o eu né E aí cientificamente na medicina por exemplo olha assim é um conteúdo muito bacana de entender Da onde
vem a doença não resolver a doença mas como gerar a saúde aa lut Gênese como manter a saúde né Entender qual é o papel daquela crise daquela doença que que tá querendo te dizer né enfim só para dar uma palinha então tem aí aspectos científicos muito bem basados né muito legais e aí o que acontece dos zero aos 21 as nossas emoções né a gente vai sendo eh formado moldado pelo ambiente pais irmãos a família eh n a gente depois vai entrar um pouquinho em detalhe mas o que acontece eh que dos 21 aos 42
né Depois que a gente preparou teve essa Malhação Da Alma né a gente vai pro mundo e aí também a gente dos 21 aos 42 tem esse a ideia tem essa maturação ou amadurecimento anímico para que depois dos 42 a gente pode encontrar a sabedoria e o que por que que ela bifurca né né a gente aí tem essa imagem a partir dos 31 E5 que tem a ver né com o centro dessa biografia eh a Como se até os 30 a gente tem muita ajuda dos Pais de guias de eh enfim todas a série
de encontros que Acontece em nossa vida vão dando suporte pra gente se encontrar encontros pra gente se encontrar e aí a partir dos 30 a gente fala ó tá cada vez mais na tua mão e aí a curva vermelha Ah eu gosto de falar também que a curva das emoções diárias a gente né tudo que a gente sente durante o dia cada dia tem a ver com essa curva vermelha e vai gravando na curvinha Azul do eu né a nossa memória quanto mais a gente faz escolhas que vão em direção aos nossos valores Talentos paixões
a nossa autenticidade originalidade mas essa curvinha vai seguindo o eu que eu falo que é a curva do ser né então de você realmente ser esse pequeno sol brilhante né inspirando os outros sem ofuscar sem queimar sem fazer som quando a curva vermelha ela acompanha o corpo é como se a alma fosse endurecendo junto com o corpo né E ela vai ficando dura fechada eh que é aquela imagem né Essas duas curvas Tando a gente o tempo todo mas aquela imagem da Né provavelmente a gente tem o pai a mãe ou avó ou tio tia
e tem aquela coisa endurecida que o coração né não não não aprende nada gera uma dependência agora a internet não ainda quero papel não confio fio é tudo é um problema até estão né Sai até desse jeito e a gente vai ficando perto vai ficando sugado né que a curva e eh que é onde ela tá segurando fora para ter esse esse sentimento de segurança né mas é esse esse a uma boa pergunta que eu tenho Para mim que é como eh amadurecer sem endurecer a alma né ou Como envelhecer sem endurecer a alma porque
a gente vai se fechando E sobra o que tá dentro e se lá na frente só tem eh As Memórias eh da crise ou né de passou fome ou não teve dinheiro ou morreu ou tá e fica segurando tudo isso a gente vai ter o inferno na terra vai viver tudo isso dentro da gente aí vai ficando cada vez mais tenso duro e o corpo vai travando tudo até na Índia tem uma imagem muito Boa eh que você observa a idade primeiro pela mobilidade depois a idade cronológica Eu gosto de brincar assim eu quero chegar
aos 80 sentado no chão e coçando a orelha com o dedão do pé que nem um bebê né então que a gente se também porque tem que ser formal né tal e fica ali se endurecendo o quanto que a gente se permite esse coração de criança aberto curioso que tudo é novo e vê o desenho 20 vezes decora o desenho e vê coisa Nova inventa história em cima a gente perde essa capacidade intrínseca imaginativa inspirativa intuitiva né Todos nós temos Então como é que a gente resga resgata isso tirando tá em volta pra gente poder
ah ter a predominância dessa curva do ser no contraponto do ter a gente sempre vai ter as duas né talvez grandes mestes da humanidade ou pessoas que a gente vê como iluminadas né tal e aí né Tem diversas referências a gente fala nossa Aquela pessoa Parecia um anjo né chegou ali uau tem a ver com esse processo mas também na aqui na né na na materialidade a a gente precisa do ter para realizar o nosso ser e daí a pergunta boa que eu gosto de fazer é qual é o o ter necessário para realizar meu
ser ou quanto que eu preciso para realizar minha missão ou eu tô em distração ou eu tô fugindo n o quanto que eu preciso para realizar minha missão em paz e de forma plena que é o aspecto mais difícil Hoje em dia com tanto maremoto de informação mas é isso aí agora a gente pode entrar um pouquinho podemos nascer né começar essa história e qualquer pergunta né fiquem à vontade e a gente vai passando né E aí vai fazendo menção essas três curvas também mas já com essa pergunta né opa Qual a idade que eu
tenho né ah como é que tá essas curvas na minha vida como é que eu posso então ah ah entender o que que tá endurecido entender aonde que que não é É uma sensação de daquele incômodo né de você tá Você tá alimentado você dormiu você tá bem mas tem alguma coisa esquisita incomodando né E aí quando V dá uma patada quando vi tem uma reação quando V vai para uma patia uma depressão ou vai pro trabalho e vai paraa exaustão Então essas fugas como é que a gente começa a observar o quanto que isso
tá eh cristalizando né a nossa alma o nosso ter ou quanto que a gente tá soltando e Se libertando para essa expressão ok muito bem alguma pergunta até agora gente dúvida curiosidade que não que algo que não fez sentido também por favor asas perguntas são muito importantes quando algo não faz sentido tá participei Ok então vamos seguir mais um pouquinho muito bem antes de passar pro próximo eh tem esse lugar das crises né aonde Ah que a gente quando fala crise Já fica assim meu Deus do céu né show não quero isso aí como é
que eu crise gostar de crise tá maluco qu que vai falar assim nossa Tive uma crise top aqui que agora né então passar pela crise não é nada prazeroso né Mas se a gente entende a crise como transição né então a como momento onde eu eu deixo algo para trás e abro espaço pro novo né quando a cobra ela tem que ir lá pro canto dela e rompe a casca velha para poder crescer e os caranguejos e vários Outros animais né é esse processo que a gente vê como exemplo no rein animal que a gente
que passa por nós também E aí a primeira crise né do ser humano ali a os zero anos é o nascimento né eu tô ali no útero materno né a imagem daquele oceano boiando quentinho tal o arquétipo de de recebendo energias né expectativas Todo carinho a comunicação com a mãe com o pai ou qu tá em volta avó avô e tal esse lugar de receber esse mho aí quando vem o Parto imagina né Tem uma frase de Berto Gil que eu gosto muito que fala que nascer deve ser tão frio não desculpa eu sempre com
morrer deve ser tão frio como na hora do parto né aquela eu preciso aprender a a você aquela música que é o morrer ao contrário né então meu Deus que que tá acontecendo aqui aí nesse lugar eh dentro desse princípio Nascimento e morte São dois portais e aí quando a gente observa a vida a gente percebe que existe uma vida invisível Uma consciência entre nascimento e a morte e entre a morte e Nascimento Tem várias coisas que tem vida que a gente não tá vio E aí esse é um é um teaser pra gente poder
também ir lá olhar mais a fundo mas aí nasceu né abriu as portas pras fases da vida e eu já vou falar da de uma segunda crise aí que hoje acontece antes mas no arquétipo ali aos 3 anos de idade do zero Foi o nascimento físico Aos três a Gente fala do nascimento do eu e aí é muito interessante n vocês vão poder dizer a principalmente tá ali né A Vivo como é que uma criança pede comida antes de falar eu e ela já fala qualquer lugar do mundo esse é um arquétipo legal da infância
é muito simples gente mas a gente a gente acha que é só com a gente que foi só com o filho como é que uma criança pede comigo tem a risca mas eu quero Ouvir antes de falar eu fala assim a criança é dá dá dá dá pessoa dá para quem dá é pois é é você me dá então o me dá já tem o eu antes de falar me dá nenê quer papar Henrique tá com fome Cadê o brinquedo do henriquinho Então você fala sobre si mesmo na terceira pessoa antes do nascimento do eu
e aí a gente animicamente né a o corpo físico ainda tá muito perto da mãe né então a maior Parte a grande parte do do 99% do seu corpo físico veio da sua mãe né e a ligação de alma ainda é muito grande não adianta falar o que você que a mãe sente a criança sente né E nesse lugar que o eu ainda não chegou eh ela ela se vê ainda meio que num espelho fora dela tem essa fase do espelho né na psicologia e tal que ela não se reconhece ela fica ali que que
é isso que que é e aí quando vem o eu aí sim tudo é meu ou tudo é não Por qu eu tô testando o espaço do que que tá dentro o que que tá fora né Eh se eu não tenho esse movimento dessa crise eu não eh eu né eu vou sempre me chamar em terceira pessoa e aí olhando nas eh tem essa a Esse estudo da biografia também da história da humanidade não existe nenuma nenhuma referência da palavra eu e nenhum escrito antes da Grécia Então dentro da antroposofia Traz essa imagem que o
eu na humanidade nasce na Grécia os inscritos era a própria Pessoa falando também na terceira pessoa quando tinham inscritos isso abre um novo portal né olha só como algo muito simples muito Óbvio mas cara faz toda a diferença aí aí tem que ajudar a criança a entender que agora ela é ela né que a mão dela é dela E aí ela também vai fazendo escolhas e hoje em dia as escolhas ficam uma vez mais rápida Eu quero botar essa roupa essa quer comer não quero quer comer não quero agora eu quero pô Criança enjoada não
sei que aí briga tal ela tá testando tem que ter paciência não quer não quer Espera um pouquinho que ela vai querer agora você quer tá agora eu quero e junto desse processo n da crise do Eu a gente pode entrar no nesse primeiro setro a gente vai em busca ah do desenvolvimento a partir de quem tá em volta principalmente os pais né a gente já falei do ninho o papel de mãe a família né e a o principal padrão de Aprendizagem é por imitação e brincando então então imitar os adultos as brincadeiras quando imitam
os adultos é algo muito sério porque por exemplo se o pai sempre chega reclamando do trabalho não sei que eu tá ali o dia inteiro né Hoje em Dia online e tal não vê o pai quando chega no final do dia ele sai do quarto que ele ficou lá enfurnado cheio de reunião né então é é é mais ou menos assim que vai acontecendo a gente aí Depois vê o filho e a filha tá lá imitando tá tendo reunião o dia inteiro mas que que vai falar ai que trabalho cansativo ai trabalhar é assim então
vai ter essa imagem sobre que é o trabalho quando se você só conta coisa difícil se fala das coisas inspiradoras Olha né Que bacana que aconteceu isso ao longo né da também até os 20 anos né você vai criando essa parceria mas Principalmente nesse primeiro CN é muito mais é menos o conteúdo do que você fala E sim a forma que você vive é isso que vai ser imitado Não fala palavrão fala o palavrão Vai ser imitado e esse é o padrão né do aprendizado é até a vida adulta principal e ao longo das brincadeiras
a gente vai se testando e tal então É bom e fazer essa pergunta né caramba qual era a minha brincadeira isso no segundo setênio mais forte ainda né Mas qual era as brincadeiras arquetípicas o que que se revela sobre a minha personalidade ou O que que tá ali dentro de mim que eu acho que é isso até hoje e tipo por exemplo né ah ah ah terminei todo o trabalho eu vou no no cinema terça à tarde não não pode isso daí você você é um péssimo profissional uma péssima mãe como assim você vai se
vai descansar vai se divertir uma terça tarde que é absurdo provavelmente isso veio lá de alguma coisa que você euv como criança e aí vai aí né E aí o quanto que a gente baseia as nossas escolhas Nessas Questões que vê lá da infância bom aí nessa vivência né eu falei também no mundo é bom tem algo muito muito bacana também que eh que tem a ver com essa inspiração e também com as imitações que são os contos de fada né era uma vez e o final feliz que traduz esse mundo é bom né ah
Quanto mais a criança se conecta com os com os contos de fada ou com os desenhos que tem esse ar né ela mais consegue se desenvolver Imaginativamente nesse primeiro setênio a gente fala que é eh as janelas do mundo se abrem né então a cabeça tanto é que a cabeça é maior em relação ao porpo proporcionalmente né um cabeção e um barrigão a respiração da criança é na barriga que é a respiração Vital que é a gente esquece é 60% da capacidade está na barriga barriga e cabeça mas é por a energia tá toda indo
para ela poder perceber o mundo à sua volta né tanto de dentro para fora quanto de fora para Dentro que é o aspecto físico né que a gente cresce bastante né nesse primeiro de setembro eu já vou eu vou passar para baixo aqui que vocês vão ver aquela imagem cheia de coisa tá Cuidado para não sair lendo tudo e aí né mas foi o jeito mais fácil assim eu acho pra gente poder também navegando E aí eu ali ó já falei né do nascimento do eu Nascimento físico nascimento do eu aí brincar imitação a Mãe
o ninho que tem a ver com as famílias que formam nossas crenças nossa visão de mundo e essa questão do mundo é bom até que muitas vezes a gente pode ver aspectos de que o mundo é ma e é isso é muito importante de olhar o que que a gente carrega senão a gente não confia na vida né E também o aspecto do sistema neurossensorial né o desenvolvimento abertura do pensar para entender o mundo ok alguma outra pergunta do que Vocês Refletiram anotaram das imagens pode perguntar tá eu não vou fazer essa pergunta mais vezes
não assim qualquer coisa bota a mãozinha ou sai falando que eu tô aqui vamos lá podemos crescer mais um pouquinho então AOS 7 anos mais uma crise é que bacana Aí por isso né estar na crise não é bom mas ela é fundamental crise do os dentes de leite que que o dentes de leite significa é a parte mais rígida né mais sólida e a Última parte que veio da nossa mãe nesse ciclo de 7 anos que a cada 7 anos todas as células do nosso corpo mudam né é o novo corpo físico a cada
7 anos quando isso acontece a primeira vez abre um portal E aí é engraçado porque tem perguntas arquetípicas do mundo inteiro fala a verdade eu fui achado no lixo né aí o irmão fala é não eu te achei no meio da da bananeira ai vai quer fugir quer ir embora bota a mochilinha nas cordas vocês não são meus pais isso Acontece também ou então vai pra cabaninha porque aí dá uma sensação de solidão né quer ficar sozinho e tal ao mesmo tempo eh é muito interessante esse impulso de se recolher de que eu sou separado
da minha mãe e dos meus pais cada vez mais dá o impulso de descobrir tá então quem eu sou Então quem é esse mundo eu querem descobrir o que tá fora e aí olhando né a ao nosso sentir tá sistema rítmico que na antroposofia a gente fala como um grande órgão né Sistema né dentro de nós que é o coração pulmão e sangue e joga o ar para dentro e joga o ar para fora e junto do ar é a nossa energia igual ou mais que o alimento Em alguns momentos até quem é esportista né
Se Não respira Direito pode se alimentar lindamente Não vai render e é na respiração carrega os sentimentos então que nem eu falei a forma como a gente respira traduz exatamente o jeito que a gente sente os nossos sentimentos se eu tô muito Afobado eu preciso relaxar que eu faço tô estressado solta no ar se eu tô inspirado Lio né então a gente consegue observar as respirações e ali é o grande primeiro treino da Alma né que a gente fala dali tá escrito ali simpatia antipatia nesse movimento de da Solidão recolhimento ou em busca de descobrir
o mundo e não é o conteúdo isso que é o legal né e não tem uma explicação então Um dia vai ver a tia e vai dar um abraço na tia tá testando a simpatia outro dia vai olhar pra tia senti meio esquisito não quer não não quero porque não quero não sei não quero antipatia né E essa é a primeira forma da gente se se relacionar com o mundo a simpatia é tudo que vem dali né eu tô aberto e é legal então se aquela tia d aula de matemática eu amo matemática aquela tia
No outro ano vai dar ciências não agora eu amo ciência não é o conteúdo é a tia Então São essas referências né E são é é autor que a gente chama de autoridade amada né aquela pessoa que vai responder os porquês que nessa busca do mundo né né aí vai observar formiguinha indo de lá voltando é p masa formiguinha o porquê né E e aí o cuidado que muitas vezes os pais delegam pra professora pra escola e nem sabem ali estão sendo formados os valores né como ela a visão de mundo vai ampliar cada vez
mais a partir dessas Referências das autoridades amadas Ah e nesse lugar de descobrir o mundo né É é é sair do ninho né aquela imagem né da Águia que vai botando pedra dentro do ninho e tem uma hora que ela empurra o filho e ele voa né se ele for até o chão na hora que ele tá quase caindo ela vai pega e bota lá de novo vamos de novo Até aprender a voar é meio que vai né É lógico que aí né é mais pros 18 21 é meio vai pro mundo mesmo né Eh
ou não é de novo como a gente vive o arquétipo se O arquétipo de mãe de Ninho é muito grande às vezes tá ali com 20 anos de idade pedindo leitinho da mamãe e tal e aí eh pode ser que não consiga e fazer sozinho várias coisas eu crio uma série de dependên é um exemplo de um aspecto biográfico cada um né Tem um mas aí ess começa a revelar ou então né No segundo set eu falar do pai mas teve um pai extremamente rígido sei lá militar não podia nada ora para tudo disciplina ao
extremo ritmo para tudo chega lá na Frente tem uma reunião mudou de horário tem dificuldade né de mudar de horário de porque tá tudo muito certinho né Lógico tem diversas outros influências de personalidade de temperamentos e tal mas o arquétipo tem muito a ver com isso ritmo disciplina e o sistema ritmo tem a ver com a respiração tem a ver com o esporte também ir pro corpo respirar mais né ter mais atividade é o que que acontece nessa vivência né O Mundo É belo eu se eu vejo Beleza no que tá fora eu consigo ver
beleza no que tá dentro eu sinto a minha autoconfiança se eu só se eu não venho a vivência do mundo é belo eu tenho a vivência do mundo é feio é cinza né é sujo é prédio só ou é só virtual que que isso tá criando de valor né dentro de mim que beleza é essa que eu tô vendo no mundo que aí eu vou ver uma um mar não não já vi o filme muito mais bonito que isso esse mar é feio então a gente fica preso no no mental Esse é o um grande
risco grande perigo que a gente tá vivendo como é que será que os adolescentes de hoje que estão vai muitas vezes 80% mais no virtual do que no físico como é que eles vão ver o arquétipo dos 21s 28 no futuro então a gente também vai colher coisas que a gente tá fazendo como humanidade hoje em dia né E nesse setênio então né tá a continuando esse o aprender é é esse lugar de você tá no seu dia a diia ah tendo disciplina e buscando as Esferas da vida hora para estudar hora para comer hora
para fazer a parte o exercício físico hora para brincar e o quanto Ah que os pais né ou quem tá ali eh cuidando dessa criança estabeleceu os ritmos saudáveis para ela né então ah é é uma é um dos maiores desafios eu acredito hoje nessa formação né bom E aí olhando assim o conteúdo do que passa na mente né também tudo é uma metamorfose esse um outro princípio muito legal que nem eu falei né todos somos esse eu ao Longo de toda a fase da vida mas o nosso corpo físico biológico emocional anímico ele vai
se metamorfoseando outras formas né e no nosso pensar essa qualidade do pensar também muda se nos herói S era os contos de fada né era uma vez o final feliz agora vai pro lugar dos heróis os superpoderes né ou a a que tem revela muito desses talentos paixões ou potencial né muita às vezes na esse lugar da fantasia né com amigo imaginário e tal onde tem esse teste de Quais são os seus talentos e paixões e quanto mais se você pode exercer ou experimentar isso nas brincadeiras melhor aí tem a questão do bullying né às
vezes aí vivencia só internamente né com amigo imaginário porque no espaço os outros coleguinhas né recebe muito bullying e aí tem todas as dinâmicas para esse arquétipo acontecer né mas ah por exemplo eu tenho essa lembrança para mim é muito bacana né quando eu fiz esse processo para mim é uma cena arquetípica Da minha infância eram na piscina sozinho eu sou filho único né tem dois irmãos que par de pai que eles foram morar longe mas a minha vivência foi sozinho brincando numa piscina eh na casa dos meus pais uma pisina pequena mas com vários
bonequinhos brinquedos criando histórias debaixo d'água e hoje meu trabalho é levar as pessoas pro mar para elas poderem então eu falo Car Nossa tá lá a minha sensação é a gente sabe A gente esqueceu e lá Ness nesse Momento aí dá uma olhada porque aqueles aquelas brincadeiras a brincadeira de todo mundo que todo mundo Faz igual e tal mas aquela que só você faz que você tempo para olho brilha você dá o melhor uau e se não tem essa brincadeira cuidado porque aí como é que lá na frente você vai ter experimentado testado Qual é
o seu lugar vai ter que resgatar vai ter que ir em busca né por isso que a terapia biográfica ou trabalho de biografia tão Importante Ok eh acho que eu passei por todos né E e aí nesse sentido da da metamorfose das crises como né esse Portal né da da primeira infância para pré-adolescência pré-adolescência a gente vai vendo essas transições né ah começando ali pelo que é mais fácil de perceber né do conteúdo contos de fada que viram histórias de superpoderes aventura tarará e vai indo mais para realidade né Agora são Ídolos reais são biologias
e pode até cairem Ismos né quando a gente tem algum termo Cairo ismo tem que tomar cuidado que pode tender uma radicalidade e o adolescente ele é radical né mas vamos entender a crise Por que que isso acontece né tem ali os 14 anos que hoje em dia acontece aos 3 aos 12 né então a gente também fisicamente fisiologicamente a gente tá acelerando isso né Tem aspectos positivos e negativos né dentro da do momento que a gente vive mas o fato é que isso está Acontecendo e o arquétipo é Vivo né então ele tá em
movimento e a imagem que a gente traz eh é o é o conto né bíblico não religioso mas uma ideia né para para entender essa metáfora da queda do paraíso né que tem a ver com os hormônios né então você imagina nessa imagem que tava ali os né pré hormônios Né tava lá essa criança onde eh tudo é meio atemporal né tudo é dado pelo pelo pelo pai ou né Deus pai ou Enfim tudo é dado a a ela ela não precisa trabalhar Para poder pelo suor ganhar o seu sustento Ah não tem a polaridade
física Então você pega uma criança de 8 anos corta o cabelo né veste igual bota um no lado do outro né menino ou menina tem uma unidade ali né E a e aí tem a sensação né de que a vida é para sempre né quando fala a vovô morreu né ISO também pelos 5 anos quando a gente olha assim ah morreu a formiguinha morreu ah apertou morreu não uma coisa assim aí né a gente vai Entrando na polaridade ali do simpatia antipatia vai sentindo mais na pele aí vem o BUM vem os hormônios queda do
paraíso a gente começa a olhar caramba eu vou morrer mesmo no dia né caramba eu tenho que pagar minhas contas como é que eu vou fazer isso caraca eu tenho que ter uma profissão n você pode vir vindo antes né mas quanto mais cedo a gente tá usando o espaço interno para desenvolver essas preocupações e ansiedades ao invés de viver o presente n e aprofundar tá no Mundo é bom o mundo é belo autoconfiança e vamos pro mundo coragem né E aí a apatia pega pesado no mundo de hoje para poder fazer essa virada mas
os hormônios então ele tem esse lugar né ah nessa fase ah onde dá essa sensação de separação independente né hoje em dia falando de toda a diversidade né a da da questão sexual né que isso antes né da muita questão do menino da menina e tal e a gente já era formado hoje em dia tem muitas perguntas sobre isso né Eu também Nem né se a gente entrar nesse tema é um tema amplo demais mas o ponto é quando os hormônios vêm dá a sensação de separação Antes eu era completo em mim você olha a
criança de 8 anos tá ali né fisiologicamente hormonalmente e de repente eu eu preciso de algo que não tá em mim né E esse impulso que vai em busca do outro e do mundo né Então tá ali ó a eu preciso est numa tribo né onde tem ali Ídolos e ideologias né que gera a sacola e é nessa tribo eu Falo igual eu penso igual né eu vou PR os mesmos lugares a liderança normalmente é pelo tom de voz né aqueles até desen animado tem lá o grandão bobão aí tem um pequenininho invocado ó vamos
para onde eu vou para lá aí vai pequenininho todo vai atrás né Então tá tá ali né essas imagens de como é que a gente eh se relaciona com essas tribos e aí pode ser a tribo da natação a Tribo do inglês a Tribo do brincou carar no Play né e e é interessante que a que são A ainda esse teste do eu né e é um pouquinho de um jeito nessa tribo é um pouquinho de outro jeito nessa tribo Tem coisas que nessa tribo eu nunca falaria naquela outra isso vai até mais ou menos
isso continua das Tribos para as turmas né até os 28 25 né Mais ou menos continua nessa metamorfose de tribos para turminhas mas é nesse lugar quando eu escolho aquilo que me identifica né a na minha época né quando eu eu eu Gun um exemplo só né Guns and Roses né eu Poxa imagina hoje eu não sou roqueiro não mas na época comecei a ouvir mais rock aí tinha filosofia da Liberdade Aventura pá pá pá né e fui no show do lá do gun rose com a banda com os meus pais na época mas fui
vestido de roqueiro e tal aí depois de um tempo larguei falei ah não man é isso né E aí eh fui mais para pra arte para tocar e fui para outro lugar né de outra C mas a gente precisa vivenciar esse não também não é vai ser um negócio eterno né eu Ter coisa pessoas os pes ficaram desesperados né que na coisa do gótico naé época emo aí pô viram o gótico ferrou vai ficar o resto da vida assim não vai calmao né Isso pode se metamorfosear numa outra filosofia nem algo né mas eh é
algo que precisa ser vivido na história lógico aí cada biografia é única Pode ser que tenham pessoas que fiquem ali nessa imagem e fica até os 60 anos querendo viver aquela fbra e querendo ver adolescência Né então é cada um para para se observar e aí Ah dessa queda do paraíso né só voltando ao tema onde eu tinha tudo recebia tudo a vida eterna Massa agora pé no chão Qual é a vivência o mundo é verdadeiro né então que nem eu falei vai ter que trabalhar vai ter que ralar vai ter que colocar seus dons
a serviço isso aí É dureza né então junto com os hormônios buf vai os altos e baixos emocionais né E aí as questões centrais né paraa vivência né desse desse mundo é Verdade eh os temas sempre que estão no centro nessa fase sexo drogas Rock and Roll brincadeira mas tá ali as paixões sexo drogas é aquilo que é o proibido como é que é E aí tem um lugar né de que pode ter uma ruptura com os pais ou a parceria na verdade isso tem vindo bem antes com a internet né com 10 12 Anas
já tá olhando tudo lá tudo lá né mas aí como é que é o parceiro de falar assim ah eh sei lá ah pai eh fumar maconha é bom Imagina aquele aquele pai Militar super rígido meu filho você onde é que você aprendeu isso não sei né você fizer isso você vai vamos mudar de cidade eu vou te mandar para outro lugar do mundo você assim ameaça e tal aí que que ele aí o jovem fica assustado vai que ele vai Experimenta com uma tribo errada nada a ver e ele gosta e vai para um
caminho né Porque ele quebrou a confiança com com o pai Nossa eu provei e é bom meu pai é um mentiroso é diferente numa na né na Quando vem essa pergunta o pai vai falar pera aí vamos olhar Quais são as Sensações que traz né O que que as pessoas escrevem que é bom o que eles escrevem que é ruim vamos lá para um centro de viciados vamos ver com todos os tipos de droga vamos conversar com as pessoas aí que que você quer escolher Ah quanto mais os pais ajudam a mostrar o cenário e
dar a escolha na mão desse jovem mais ele vai amadurecer quanto mais diz faz assim faz assado ou ele vai Também nessa vivência eh de coragem e medo né o estimulo vai pro mundo então se retrai Aí sim vai pro videogame né Aí fica paquerando horas lá na internet quando vai ao vivo não consegue isso é um grande problema hoje em dia como é que faz né para estabelecer esse lugar de Ah que não é uma ilusão O Mundo É verdade né e e o virtual traz para esse lugar de que você pode ser qualquer
coisa que é uma ilusão que é uma mentira Né Pode ser né nesse sentido é mais fácil est nesse lugar Ah e para terminar essa fase a gente vai olhando também essa metamorfose ali do a simpatia antipatia né que eu vou e me relaciono com o outro independente do conteúdo e vai pro lugar assim agora sim do conteúdo da ideologia da admiração ou rejeição né E a agora sim é o conteúdo e a pessoa só que é radical então é que nem a na minha coisa do Guns and Rose lá do exel Rose Nossa ele
canta muito a Mensagem dele a let cara mas ele quase morreu de overdose aí e tal não mas isso daí não quem quer falar grita vai embora não quer falar que ele é perfeito né então é desse lugar né E aí é muito delicado né porque ou você traz junto né E cria essa parceria ou vai cair no lugar da rebeldia ou no lugar da submissão muito bem eh E aí a gente para para dar uma pausa também pra gente respirar e vai ter uma outra reflexão pra gente entrar nos três Setes da vida adulta
Ah imagina né então Grande Desafio E aí quando eu penso nisso eu penso em muitos projetos sociais escolas comunidades o Brasil mundo inteiro imagina o ambiente as comunidades onde a vivência principal é zero mundo é mal é teu pai é traficante tua mãe teu tio tará ó Cuidado você vai levar um tiro não faz isso 7 aos 14 além do mundo não ser bom para ninguém o mundo é feio e você é muito feio caramba como é que eu vou conseguir Olhar para alguém me relacionar para olho para baixo né E aí isso vai lá
dentro T tum tum tum e agora o mundo é uma mentira tá aqui todo mundo querendo te enganar te passar a perna e tal anos atrás né eu tive a possibilidade de fazer um no Rio de Janeiro né minha cidade de Deus com um grupo e eh foi Inter e assim marginalizado mesmo e aí o o o o o dia inteiro foi para estabelecer a confiança de se dar as mãos sem achar que ninguém vai te puxar Vai te puxar te dar um soco ou estar no ambiente na sala com alguém atrás de você que
isso pode ser uma ameaça Alguém pode te atacar Então você tem que tá na meu irmão eh foi policial muitos anos Ele era cara ele tá no ambiente ele tem que tá no canto né olhando todo mundo porque todo mundo pode ser uma ameaça imagina viver assim né na sua infância pré adolescência e adolescência Então é isso que a gente encara Na minha opinião como maior desafio de humanidade como é Que insere essa pessoa na sociedade né aprendeu que não conseguiu diferenciar carinho de tapa porque queria carinho só receber o tapa é lá com uns
30 40 anos de idade né a a esposa que é carinho ele só dá tapa Aí a gente vê toda essa questão aí né da onde vem né geracional tudo que a gente aprendeu sobre que é ser homem ser mulher e etc né então a de novo culturalmente a gente também tá colhendo né tudo que a gente plantou e que recebeu e agora ouvindo esse Conteúdo é uma oportunidade de falar caramba aonde que eu também tô caindo nesse lugar porque todos nós caímos no lugar da polaridade no lugar da simpatia antipatia do julgamento disso é
certo isso é errado como é que a gente consegue realmente observar e apoiar né a nós mesmos e quem tá em volta a dar esse passo né para trilhar Ok como estamos alguma pergunta algum comentário até agora alguma Dúvida não então vamos lá vamos continuar mais um pouquinho eu vou dar uma pausa só que antes eu queria junto com a pausa dá um tempinho né vou dar 15 minutos com a pausa né aí vocês se organizem tá para vocês fazerem uma reflexão né E aí pode ser eu usei o cinema imaginativo a respiração vocês podem
fazer um pouquinho só silenciar um minuto né né E qual é a imagem que eu queria que vocês ah trabalhassem eh tá vendo ali ó os 21 Crise de identidade 28 crise dos talentos e paixões 35 crise de autenticidade 42 Crise existencial agora nem vou explicar muito não mas é pensar assim eu na minha idade hoje se olhar para trás Qual foi aquela crise que foi o divisor de águas eu era uma coisa antes veio a crise chacoalhar chacoalhou tudo e depois vu outra coisa E aí pode ser trocou de trabalho casou separou teve filho
eh pode ser algo bem Sutil mesmo nova Proposta de trabalho ou né mudou de ramo Mas aí teve uma né Toda Uma transição Mas qual que o qual foi o último divisor de água que eu me lembro e olhar ali eh se eu tô com 38 aconteceu alguma coisa aos 35 34 ou tá acontecendo ainda eh depois dos 40 qual foi a última né dos 42 Teve alguma coisa né ou como é que foi o início dos 40 né é o que queria que vocês trabalhassem eh essa imagem né primeiro a cena da crise como
se fosse o centro que aquele lugar que né perde o Chão perde céu perde aquele confusão e a partir dessa imagem central da crise e o antes Quais foram os acontecimentos que te levaram para esse Ápice como o filme mesmo né Netflix de se mesmo e depois da crise quem eu me tornei o que fortaleceu o que traum traumatizou quema carreg né ao invés de fortalecer pode traumatizar e quando a gente ressignifica o trauma do passado a gente muda o futuro que aquilo que atormentada atormentava a gente agora vira uma força né Eh isso na
Água a gente vê muito aqui né Como assim o que mais acontece aqui de no primeiro momento olhar para mesos risco real fantasia é a gente se libertar de prisões algemas que a gente se colocou alguém colocou na gente né ou a gente aceitou e a gente não tá vendo Então que essa cena possa assim n eh porque a gente quer o panorama da vida inteira lembrar cada minuto né No primeiro set segundo às vezes são poucas imagens que tem simbolicamente podem causar uma Transformação profunda nesse mar da vida tá então vou dar 15 minutos
para esse mergulho no oceano interior nessas ondas da vida que a gente pode olhar assim também para vocês descreverem essa imagem né par olhar e E aí na Como foi na meditação como é que era o lugar que que tava lá né descreveu um pouco mais essa cena que que você sentiu né antes e depois mas olhando que que passava pela cabeça que que ol passava pelos sentimentos e quais os Acontecimentos que que você fez mes uma coisa do primeiro só que agora nessa cena da vida de vocês tá bom tá claro Qualquer coisa eu
vou ficar aqui tá no chat ou pode abrir o microfone e perguntar alguma coisa qualquer dúvida tô à disposição aí o uma hora eu retorno aqui tá bom eu vou deixar a imagem Projetada assim e ah lógico tem gente fica curioso quer ler tudo fica à vontade mas antes foca e termina Seu exercício Tá bom até já gente boa Reflexão
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