Não. >> Podcast Três Irmãos na área. Quem fala com vocês mais uma vez Rodrigo Chorró. Do meu lado, meu brother, meu irmão Roberto Andrade, filho, o borracha. Na mesa operando nosso diretor Pedro Henrique. E aí, Robertinho, como é que você tá? Tudo bem? >> Fala aí, meus irmãos. Beleza? Fala aí, meu irmão. Muito bem. Que que nossa audiência pode esperar hoje? >> O melhor, como sempre, >> mas hoje o melhor dos melhores. >> É, sem dúvida nenhuma, cara. E depois de uma viagem cansativa e tudo mais, nada melhor do que chegar em casa, receber uma
das pessoas que a gente mais tem carinho, admiração e, claro, a nossa, talvez a nossa maior irmã, né? >> Exatamente. >> É a hora que você fala André Vermon e eu falo: >> "E aí, André Vermon? >> [risadas] >> Prazer estar aqui com vocês. Adoro sempre. Os dois realmente são irmãos. É uma delícia estar aqui. Hoje várias pessoas me mandaram direct assim: "Sempre o seu melhor podcast". Ai, que saudade que eu tava de se ir lá com eles. É sempre, realmente é muito gostoso porque é um bate-papo muito bom, é muito livre, né? A gente
fica muito à vontade aqui no >> A gente chega aqui no inicinho e combina No bastedor. A gente vai falar o quê, né? Já não sabe, não tem nada. Mas é uma diferença chegar e trocar uma ideia com a gente. Você que agora vai em todos os lugares, todos os dias, você tá super ocupada. É diferente vir aqui trocar uma ideia, sei lá, com a gente ou com os maiores como o Joel J. Tem uma diferença? >> É, é interessante porque eh eu ando, é incrível, né, o paradoxo que a gente vive. Eu ando precisando
de lugares que Me devolvem a mim mesmo. Hoje esses lugares eles são muito raros. lugares onde eu posso ser eu, eh, no na minha essência, assim, sem me preocupar muito com as minhas entregas em ser eu 100%. Então, quando eu vou para um podcast e ele tem um briefing ali, eu preciso pensar muito naquela entrega sobre o que eu vou falar para não correr o risco de falar coisa errada. Enfim, quando eu venho aqui, eh, parece quando eu vou lá na minha mãe, sabe? Quando você vai para Rir sem obrigação, eu não vou, eu não
venho com peso, eu não venho pensando que que eu vou falar, eu preciso estudar sobre esse tema. Parece exatamente quando eu tô indo paraa casa da minha mãe. É a mesma sensação que eu estou num ambiente onde eu vou poder falar. Não que nos outros eu não fale, eu sempre falo, eu sou muito fiel à minha essência, >> mas é mais ingessado aqui. A gente é para bater papo, é para rir. E e os Papos são tão gostosos, né? E gera tanta tanta reflexão legal. É a maior prova de que quando a gente tá à
vontade, a criatividade ela ela vem à tona. A gente trabalha muito isso com empresas, eh, líderes que pressionam, matam a criatividade dos liderados. Então, eu acho que isso acontece muito. Quando você vai para um podcast, você tá muito pressionado, a sua criatividade, o seu melhor não vem à tona. Aqui talvez por por eu vir tão livre, talvez o melhor de Mim venha à tona. Eu sou mais criativa, eu sou mais engraçada, eu sou mais polêmica quando preciso ser. Então acho que é é um prazer aqui. É um prazer estar aqui. >> Sabe que hoje eu
[limpando a garganta] tava revisitando, né, os nossos >> podcasts anteriores, né, foram mais de 12 podcasts, né? A gente fez, acho que esse é o sétimo que a gente faz só com você. E aí teve episódio seu com Meurinho, com a Glenda, com o Lucelmo, Com padre Fábio, né? vários episódios que a gente fez aí no decorrer desses desses >> da história da história do Três irmãos, né? Você faz parte da nossa história. E eu tava vendo assim, tipo, o quanto tu mudou assim do primeiro episódio para cá, óbvio, mudou para melhor assim em todos
os sentidos, né? E eu queria ter perguntado para você assim, você se você ainda assiste aquela Andreia lá de trás e quando você Olha para ela, o que que passa assim na sua cabeça? >> É assim, a essência ela não mudou, né? A essência não mudou. É engraçado, né? Falar um pouco sobre mudança, assim, todo o entorno mudou, inclusive a minha pele mudou. A minha pele, a minha carne mudou, né? Eu moro em outro corpo hoje e isso não é ruim necessariamente. Eu vivia numa vida muito corrida e sem tempo para cuidar de mim. E
depois que a minha irmã faleceu, eu vivi algumas Reflexões extremamente disruptivas e eu precisei cuidar de mim. E isso eu faço muita questão de dizer. As pessoas acham que meu, vocês acompanharam isso muito mais de perto, as pessoas acham que eu emagreci no último mês. Eu comecei meu processo de emagrecimento tem 10 meses. Eu comecei, eu tomei a decisão de emagrecer no dia 17 de julho. Minha irmã faleceu no dia 16. E não era uma decisão estética, era uma decisão de eu preciso cuidar de mim. eh, obesidade e essas Questões, elas não são, elas têm
um fundo emocional muito mais profundo. Então, ali eu tomo a decisão de cuidar de mim, ali eu tinha mais tempo para isso. E eu acho também tempo é uma questão de prioridade. Quando eu passei a priorizar, começou a existir tempo para exercício, para preparar minha comida, para ir no médico, coisa que eu não colocava tempo. Então, tudo isso mudou, inclusive a carne que eu moro. Então, mudou o o a minha forma de a Minha manifestação existencial, estética, ela mudou. O meu entorno mudou, a minha vida mudou, mas a minha essência não mudou. Essa não mudou.
E talvez esse seja o o a grande a o grande paradoxo, né? Talvez, se eu posso chamar de sofrimento, eu não gosto de vitimismo. Eu acho que a gente está no lugar onde a gente procurou estar e tá tudo bem. Eu não gosto desse vitimismo. Mas esse é o grande paradoxo da fama. Sucesso é maravilhoso. Fama é complexo. Sucesso é maravilhoso. Ser bem-sucedido em tudo que você faz, isso é maravilhoso. E a pessoa mais simples do mundo, ela pode ter muito sucesso. Se em todas as funções que você desempenha ser bem-sucedido. Se você é um
bom pai, se você é um bom esposo, se você é um bom profissional, se você é um bom cidadão, isso é sucesso. Sucesso é maravilhoso. Fama é muito complexo. Por que que a fama é complexa? Complexa? Porque ela te dá uma visibilidade e uma Invisibilidade. Hoje eu tenho, hoje eu sou tão visível que eu sou invisível. Eu sou tão vista e eu sou tão conhecida que as pessoas não enxergam mais Andreia. E isso, esse é o grande paradoxo. É tanta visibilidade que você entra na invisibilidade. >> Mas no seu meio assim as pessoas enxergam Andreia
>> em todos os lugares. >> Na sua casa. Não, na minha casa não. Esse é o único espaço onde eu onde eu consigo eh eh ser enxergada. E de novo, eu não, eu não, isso não é um vitimismo. Eu, e aí hoje eu entendo, semana passada eu falando com uma grande celebridade, tive oportunidade de passar o domingo com ele e hoje, hoje eu entendo porque as celebridades adoecem tanto. Esse é um lugar muito pesado, porque e eu lembro de um vídeo do acho que do Jorge, né, do Jorge Mateus, que uma mulher veio tirar foto
com ele, já veio chegando e pondo Para tirar foto. Vou tirar uma foto. falou: "Calma, eu vou tirar a foto, mas antes pergunta como é que eu tô. Me dá boa tarde, pergunta se eu tô bem, me dá um abraço, depois você pede a foto, tá tudo certo, eu vou tirar a foto." O ser humano desaparece no meio da função, entendeu? >> Uhum. >> Então assim, eh, essa essência, então você falando assim, é o que que mudou? Mudou tudo, só eu não Mudei. E talvez esse seja o grande paradoxo. E talvez por isso eu sofra.
Há um ano e meio atrás, se uma senhora me abordasse na rua, aquela era a pessoa mais importante do mundo e eu ia estar ali o tempo que fosse necessário. E eu ainda continuo sendo essa pessoa. Só que agora isso não pode mais acontecer, porque agora é numa escala de milhões. Não consigo. E quando quando você olha aquela Andreia ali, você olha assim com a com olhar de superação assim, ela Aquela Andreia precisa est lá para mostrar o quanto eu mudei para melhor, né? O quanto eu estou mais saudável ou você olha ela assim de
uma forma que tipo, nossa, não quero nem ver assim porque eu não gostava do que eu era. Como que você olha >> aqui? que é muito complicado porque vocês dois são muito danados, vocês são muito simples, mas talvez vocês fazem as perguntas mais difíceis e mais contundentes e aí por isso que eu choro. Então talvez aqui vai ser o lugar que eu vou chorar mesmo. E tá tudo bem se as pessoas meterem o pau do meu choro. Talvez aqui seja o único lugar onde eu choreo, assim dos podcasts que eu vou. Quando eu vejo aquela
Andreia, eu sinto muita vontade de dar colo para ela. Eh, eu tenho um amor profundo por ela, porque foi ela que me permitiu chegar até aqui. Ali tinha uma mulher cansada, sofrida, que lutava com a vida 24 horas por dia, que sabia muito onde queria Chegar e sabia o preço que ia pagar. Então, pelo contrário, assim, eu vejo os vídeos e e eu visito isso todo tempo e eu tenho um amor profundo por ela. Assim, é alguém que eu sinto talvez em alguns momentos porque talvez ela era menos pressionada, menos cobrada. De novo, não me
vitimizo. É aquela frase do Homem-Aranha com grandes poderes, grandes responsabilidades, mas eu gosto muito daquela Andreia assim. E talvez Por isso esses lugares são lugares que eu valorizo aqui na casa da minha mãe, porque nesses lugares eu posso ser Andreia assim que fala o que pensa, que é frágil, que também tem sentimento, que se cortar aqui sangra. Então, talvez nesses lugares me seja permitido. As pessoas têm uma expectativa muito grande. Eu tenho visto isso na fama. Muitos famosos, muitos se aproximaram de mim, talvez por achar que eu tenho algo a dizer, especialmente sobre saúde Mental.
>> [roncando] >> muitos. Incrível como as pessoas têm uma sensação de que eu tenho algo para dizer e como eu percebo o adoecimento entre essas pessoas. É uma loucura. Mas hoje eu entendo porque que eles adoecem. É uma expectativa muito alta, é uma cobrança muito alta, é uma invisibilidade. Você olha para um famoso X, você enxerga a função, você enxerga a novela, você Enxerga as músicas, você enxerga, mas você esquece que ali atrás existe um ser humano que sofre, que tem mãe, que tem filho, que tem dores, que tem tristeza, que tem insônia, que tem
depressão, que tem um hoje de manhã eu falava isso com uma pessoa que que um famoso lá que alguém meteu o pau nele num post dele, ele falou: "Andreia, para onde as pessoas estão indo?" Ele falou: "André, eu desisti de mostrar Minha vida pessoal. Eu tinha um prazer de mostrar minha vida pessoal. Eu amava fazer isso e eu fazia com maior carinho do mundo, André. Eu não fazia para aparecer. Eu ia para uma viagem, eu adorava filmar o palco, filmar as viagens, filmar tudo. Ele falou: "Aí eu precisei entender que eu tinha que ser intencional,
que eu postava uma foto com a minha namorada e eu recebia um monte de coisa, um monte de de de falas que me machucavam. As pessoas usam do ambiente Virtual para se valerem de uma de uma de um anonimato e elas falam para você o que elas pensam. Elas não estão preocupadas de que forma que isso vai te assolar. E aí as pessoas vão perdendo a naturalidade, vão adoecendo, vão se resguardando, vão se escondendo, porque elas não podem mais estar em ambientes públicos, elas não podem mais ser quem elas são, elas não podem mais. E
aí? E aí esse jogo ele vai ficando estranho de Negociar. É, não é não é muito simples. O lugar o lugar da fama, ele é um lugar realmente muito sensível e que você tem que est cuidando da sua saúde mental o tempo todo, senão fica difícil. Mandei >> você de alguma forma as pessoas te procuram, te vem como se fosse um um amparo, uma uma colina forte, alguma coisa que elas possam se encostar. principalmente na saúde mental, porque é onde você mais se destaca, né? Não é Mostrando a sua viagem da praia, são nos conselhos
que você dá diariamente. São conselhos que eh eu vou fazer uma analogia. Por exemplo, [roncando] um lutador quando ele entra no ring ali, mesmo quando ele é nocouteado, que ele para de enxergar tudo ali na frente, o corpo dele consegue responder automaticamente porque tá treinado para aquilo lá. Mesmo sem ele consciência total, ele ainda consegue dar um golpe, Agarrar o juiz e se defender de alguma forma inconscientemente. Você é um lutador treinado para isso. Eh, a sua, o seu processo de emagrecimento, a galera acha que começou, não, ele tem um tempo. Você, você se preparou
para esse, para esse corpo que você tá agora, [roncando] [limpando a garganta] >> mas você se preparou muito mais para essa parte da saúde mental. Isso são décadas de de preparação, de trabalho, De estudo, e você percebe que as pessoas estão doentes e que você tá num mundo onde as pessoas se adoeceram mais pelo assédio, pela invisibilidade, mas inconscientemente você não tá muito mais preparado do que todas essas pessoas. Mesmo quando você acha que você não tá se protegendo, você consegue perceber que você ainda tá muito mais protegido que a grande maioria ou não? O
santo de casa não faz milagre nessa Hora? Sim, tanto percebo que eu virei referência para essas pessoas sem querer ser. É louco isso, né? Eu percebo sim. Eu tenho mais estrutura para suportar isso. Que que incrível isso, né? >> Assim, talvez por talvez não, com certeza, né? Pelo meu embasamento teórico, isso chega em mim de uma forma muito diferente. Eu falo que Deus é muito bom. Deus permitiu que as coisas acontecessem no momento certo. Se isso me pega há uns anos atrás, isso teria Sido meu fim. Eu gosto muito da história do aquele que ele
toca vira ouro. Como é que chamava aquele mito do >> Midas? >> Tudo que Midas tocava vira ouro. Virava ouro. Isso é uma bênção, mas era uma maldição. Ele não podia tocar a esposa dele. Ele não podia tocar os filhos dele. Ele não podia fazer ter afeto com as pessoas. A fama e o dinheiro, se você não cuidar, eles viram prisão, eles Viram uma maldição. O toque de Midas, ele parece ser maravilhoso, mas ele pode ser a sua desgraça. Eu vejo muita gente famosa onde a fama está tem sido a desgraça dessas pessoas. O que
poderia ser maravilhoso, virou um problema. E aí as pessoas realmente veem isso em mim. Elas me vêm nesse lugar de acho que ela de alguma forma ela sente o que nós sentimos, mas parece que ela tem uma percepção diferente disso e ela pode nos ajudar. E querendo ou não, realmente Acabou que isso fez com que as pessoas eh me buscassem. E é interessante, eh, até o Jadir tava falando isso, o menino da revista, ele falou: "André, é engraçado, de todas as revistas que nós fizemos, ele falou: "Eu estou surpreso o quanto a penetração da sua
revista e o quanto as pessoas gostam e tem um carinho gigante, um respeito por você. Aonde eu vou levar a revista?" As pessoas dizem: "Nossa, você escolheu muito bem. Ela é uma pessoa incrível, Ela merece". As pessoas, elas têm uma sede atualmente por pessoas que realmente têm algo para oferecer, as pessoas não me encontram para tirar foto. Se as pessoas quisessem só tirar foto, as pessoas querem conselho, as pessoas querem abraço, as pessoas querem contar o que tá acontecendo na vida delas, as pessoas querem terapia. O mundo tá tão sedento, tão sedento, por alguém que
os ouça, que do zero ao 100 todo mundo quer a mesma coisa. E talvez Por isso meu discurso ele seja tão diferente. O Joel outro dia falou assim para mim, deixa eu te contar, você é uma anomalia. Você é uma anomalia. As pessoas não gostam, né, do seu produto, né, das suas coisas. As pessoas gostam de você. Ele falou: "Eu eu vivi para avaliar anos de mercado. Poucas vezes eu vi alguém com esse perfil que você tem. Você não é normal. As pessoas se ligam a você. Por que que as pessoas talvez se ligam a
Mim? Isso não me faz ser vaidosa de jeito nenhum. Eu acho que qualquer um que plota esse modelo, inclusive eu dou esse conselho, se fizer isso de coração, plota esse modelo. As pessoas estão sedentas por serem escutadas. E se eu te escuto, isso vira um problema. >> Porque se eu te escuto a partir disso, eu faço com você o que eu quiser. Inclusive eu vendo para você. Se eu te dou a sensação de que eu te escuto, que a sua vida me interessa, que a sua vida vale a pena, de que sua vida é interessante,
eu me preocupo, depois disso eu posso abrir um pit de venda que eu >> assertivo, hein? >> Então, percebe o o tamanho do buraco? Então, o o Joel fala assim: "Joel e outras pessoas, dos 8 aos 80 as pessoas gostam de você. Ontem eu fui numa comunidade rural perto de Uberlândia com Tomás olhar umas vacas. A professora da comunidade rural descobriu que eu estava lá, mandou, parou a aula, mandou a van buscar as crianças para as crianças irem lá na fazenda me cumprimentar e tirar foto. Gente, eu abraçava menininho de 7 anos, o coraçãozinho desse
estava na boca de uma comunidade rural de 5000 pessoas. Eu falava: "Aonde que esse povo me conhece? Aonde essas crianças me conhecem?" As crianças me abraçavam: "Tia, eu gosto Demais de você. Tia, eu te olho no celular". Eu pensava, gente, como uma criança de 7 anos, mas as pessoas estão sedentas por serem ouvidas, compreendidas, não julgadas, amadas. E se você fizer isso, se você for de verdade, se você não for um personagem, hoje uma amiga minha lá do Mato Grosso falou assim: "Del, o povo aqui fica doido com você e às vezes seu vídeo fala
assim: "Não é possível". Ela fala assim: "Gente, eu como pão de Queijo com a Andréia falando essas coisas. Ela é isso aí, ó. Ela corta laranja conversando esses trem que vocês estão vendo isso aí. Isso aí para mim não é novidade. Ela é assim. E eu acho que talvez, talvez eu falo que eu tô tateando esse negócio porque ainda não, ainda tô comecei o jogo agora. Talvez essa seja a fórmula do sucesso atual. Se você quer fazer sucesso, seja verdadeiro. As pessoas estão sedentas por gente de Verdade. Todo mundo virou isopor. >> É porque todo
mundo tá conectado, [limpando a garganta] né? E a internet virou uma mentira, pô. >> A internet é uma mentira >> que vem fazendo mal aí para todo mundo, né? Virou uma doença da modernidade. E a hora que aparece alguém que é de verdade, você você lembra de você, te conecta de novo, né? com >> chama atenção >> com mundo, né? >> Então você você conta que que você tá começando agora que você começa a entender que tá e para mim é ah para mim é o grande motivo do seu sucesso o quanto Andreia é só
a Andreia, né? Nossa, todo mundo fala para mim, nossa, ela é incrível, ela é maravilhosa como que a André fala assim, ó, ela é Andreia, ela é daquele jeitinho, ela não muda nada, ela chega do mesmo jeito, ela vai embora do mesmo jeito. >> Ela, André, é aquilo lá. E eu conto que Tem muita gente que vem aqui dentro, que passa aqui, que que tem uma postura diferente quando liga o microfone, que tem pensamento diferente quando não tá sendo filmado, né? E que não, que a Andreia, cara, Andreia existem outros, mas que a Andreia ela
é a mesma pessoa. Se tiver com microfone ligado ou não, ela é a mesma pessoa. >> E você vai contar quem são essas pessoas hoje >> que mudam? >> É, >> não, mas tem muitos. Eu cito. >> Se der o like, você conta. Não, eu eu conto. >> Se a galera der o like, você conta. Robertinho. A gente tá com 400 pessoas ao vivo aqui agora. >> Se tiver 4000, eu conto. >> Se der o like aí, você conta pelo menos o nome de umas três aí que muda. >> Um eu conto fácil. Um eu
conto fácil. >> Quem que é, gente? Até eu tô. >> Um eu conto fácil. Sim. Que é incrível a mudança de quando liga o microfone da pessoa. >> Eita. Liga o microfone. Eu nunca vi uma mudança tão gritante desse jeito. >> É esse mesmo. É incrível. É como se ele fosse dominado por uma entidade. >> É, eu já vi isso também. >> Ele é uma pessoa de um jeito. Já viu o senhor volante >> comato que não piseia uma formiguinha? Mas quando liga o carro, o cara é de Jeito, ele senta aqui, ele tá calmo.
Hora que fala assim dois, tr gravando, ele levanta a cabeça assim, mano, eles ele transforma numa máquina. É uma entidade que desce ali, não tem outra explicação. >> Tem um que é assim, mas existem outros, né? Mas esse é um exemplo bem claro que eu conheço e eu não sei porque a gente chegou nesses exemplos, mas o que eu queria saber é tipo assim, desde a criancinha de ser verdadeiro vai virar Uma referência mundial e você fala que você tá começando agora, mas tá escrito aqui na capa da revista, >> talvez uma referência mundial, você
tá sendo vista em outros países. >> Nossa, nós fomos pra Europa agora. Eu falei você é sediado por brasileiros que moram na Europa. Isso me chocou demais. Nós somos em sete países. Nos sete países, pessoas de línguas locais me reconheceram. Isso >> seu conteúdo tá chegando lá na língua nativa deles. >> Eles traduzem, tem gente que faz corte traduzindo e e assim até entidades, governos. Tinha uma representante de um governo de um dos países da África que tava na Suíça para assistir a palestra porque queria levar pra África. Tanto que nós vamos pra África em
novembro. Você vai, >> vamos. Qual, qual país? >> Nós vamos para Angola. Ah, >> que legal. >> Alguns países da África querendo o trabalho. É, >> países de língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde. Eu cheguei numa padaria em Lisboa para até para comer um pastel de Belém, uma padaria toda de moçambicanos. Veio um rapaz lá de dentro, falou pro patrão dele assim: "O senhor me permite cumprimentá-la e pedir uma foto e tot aquele português carregado de Moçambique". E o patrão, Claro, eu também sou fã dela, ele beijava a minha mão e falava: "Eu chorei tanto
quando a irmão da senhora faleceu. Eu chorei junto com a senhora. Hã, Moçambique ama a senhora. Moçambique sofreu junto com a senhora. [risadas] É isso. É incrível, assim, é você perceber. É, é incrível. É incrível como o trabalho ele rompeu fronteiras. Nós saímos agora na Forbs. Ué, nós vamos sair no Guinnessbook. >> A Forbs é a dos ricos. Você, você já tá Na Forbes? É, >> na Forba, na Forbic. >> Não, mas muito rica. Não, mas não é rico. Forbes não é sobre rico. Forbes é sobrenúmero. Eu não sou rico. Forbes aí queria que ela
que ela aparecesse no jornal Botija Parda? Era isso? Queria Forbes é sobre performance e resultado. >> Muito rico. >> Resultado chega primeiro que você sempre. Seja uma pessoa de resultado, Porque resultado seja sempre para lá. Até assim e lógico você se sentir à vontade, né? Mas a gente nunca conversou sobre isso, assim, eu nunca nunca te perguntei, não sei se você tá preparada para falar sobre esse assunto, mas assim, eh, >> tô até com medo da introdução que ele fez. >> Você você falou que que depois depois que sua irmã partiu, você viu que era
importante você cuidar da sua saúde, né? [limpando a garganta] >> E ela, a única coisa que eu sei dela assim, que ela era uma pessoa que sempre cuidou da saúde dela assim, né? Física sim cuidava muito, né? >> Física sim. >> Que que aconteceu com ela? >> Minha irmã, ela cuidou muito da saúde física. Ela era lindíssima, malhadaça, trabalhava no Hospital Escola da UFO, no no departamento de hemodinâmica. Ela fazia todos esses bo gente que chega Enfartando, VC, era com ela. Largava almoço no domingo almoçando. Minha mãe falava: "Minha filha, acaba de almoçar. Não, mãe,
chegou alguém lá agora com AVC, tem que fazer um cateterismo". Ela era a [ __ ] Tinha 30 anos que ela trabalhava lá. Só que a minha irmã não cuidou da saúde mental. Aí ela teve uma crise de pânico. Na crise de pânico, ela teve uma uma um desmaio e voltou já um pouco confusa. Dessa confusão, ela não ela continuou Confusa. Os médicos foram fazendo medicações. Eu cheguei, ela ainda estava. Cheguei e me apresentei. Os médicos foram muito camaradas, me apresentaram o caso, me apresentaram as os exames, me mostraram tudo. Falou: "Olha, doutora, chegou assim
tal hora, fizemos todos os exames, ressonância, tá, tá, tá, nada, não tem nada que comprove ela tá nesse estado." Eu falei: "Que estado? Posso ir lá ver?" Ela pode, mas a senhora não vai ver uma cena muito Bonita. Eu falei: "Não tem problema. Senhora é da hora de saúde, senhora dá conta". Aí cheguei lá, ela estava amarrada e muito agitada, muito agitada. E como ela era muito forte, precisava de uns seis enfermeiros para segurar. Aí eu falei: "Olha, independente dos exames, independente de como tudo esteja, uma senhora de 80 anos me ligou e pediu para
eu vir buscar a filha dela. E eu preciso levar a filha dela viva. Vocês precisam ver que que vocês vão fazer." Mas, Infelizmente, o fim não foi esse, né? O fim foi trágico, porque aí ela não melhorava, ela foi ficando mais agitada, eles fizeram um fenerg. Logo depois do fenergan, algumas horas depois, eles fizeram um aldol e com o aldol cardiorrespiratória sistólica e não teve volta. morreu na minha frente. Então foi foi muito difícil levar ela paraa minha mãe, como a minha mãe tinha pedido que eu não saíse do hospital sem ela. Realmente não saí.
Enquanto não tudo não Organizou, foi eu que organizei tudo, eu levei ela, mas não levei do jeito que eu queria, né? Então assim, ali eu eu começo a entender algumas questões, sabe? Primeiro eu começo a entender o quanto a saúde mental é imprescindível. Eu queria desafiar os empresários do Brasil. Eu já falei disso várias vezes, tá faltando alguém que faça isso comigo, que tenha peito para fazer. Eu vou de graça, organiza um evento pra gente que não pode pagar, pra gente que não pode Pagar ingresso, enche um ginásio, eu fico 12 horas lá dando palestra.
As pessoas precisam de ajuda, elas precisam entender o quanto a saúde mental é importante. Depois que você chega num hospital e num pronto socorro, você tá lenhado. Hoje no numa faculdade de medicina, minha filha tá fazendo medicina de 12 períodos. Você tem dois períodos só de saúde mental. Os médicos não entendem nada de emergência em saúde mental. Se Você chegar num hospital com uma crise de pânico, você tá ferrado. Vai ser tentativa e erro. Então, cuide antes disso. Então, assim, nesse momento, com a morte da minha irmã, eu entro em contato com essas questões e
entendo quanto isso é importante. E assim, eh, a nossa mente, ela precisa, inclusive, de um lugar confortável para ela viver, né, para ela, para ela, eh, fazer as melhores entregas e Especialmente pela vida que eu vivo e gosto de viver. Eu faço muitas palestras, eu faço muito podcast, eu sou work, eu eu acordo 5 horas da manhã com oito vídeos na cabeça para gravar, com 10 livros para escrever. Eu amo isso que eu faço. Eu entendi que aquele corpo não ia me levar por muito tempo pra missão que Deus tinha me dado. Aquele corpo não
era um corpo funcional, era um corpo cansado, era um joelho que não aguentava subir escada de avião o Tempo todo. Então eu precisava de um corpo para que a minha mente pudesse habitar e dar o melhor dela. Então ali eu começo a pensar sobre isso. E também eu entendi ali na morte da minha irmã, [roncando] eu já contei isso em outros lugares, é, é quando a gente, eu falo assim que tudo, eu estava anestesiada, Rodrigão, é tudo, né? na no momento que ela morre, no momento de tomar as decisões. Eu sou a mais nova, mas
quem decidiu tudo foi Eu. O que faz, o que não faz, tudo, tudo, tudo do do do da onde ia ser o velório, tudo foi eu. Isso tudo não me abalou tanto quanto a hora que eu tive que ir embora do cemitério. Parece que eu estava anestesiada. Quando eu tive que ir embora do cemitério, que o Jorge pegou na minha mão e falou: "Vamos embora". Eu falei: "Como assim?" Ele falou: "Vamos embora. Acabou tudo. Você já fez o que você tinha que fazer. A síndrome da utilidade, né?" >> Uhum. Parece que quando a gente deixa
de ser útil, deixa de ser usado, a gente cai na gente mesmo. Nesse momento eu caí em mim, eu não tinha mais o que fazer. Aí ele falou: "Nós temos que ir embora". Eu falei: "Mas ela vai ficar aí?" Ele falou: "Meu bem, é assim que funciona. O mundo parou só para ela. A gente vai embora triste, arrasado. Nós vamos ficar faltando um pedaço pro resto da nossa vida. Mas a única pessoa que a vida parou foi para ela. Amanhã não vai ser Feriado, os carros não vão deixar de buzinar. As pessoas não vão deixar
de ir pro pagode, as pessoas não vão deixar de correr na praia, tudo vai continuar acontecendo. Naquele momento eu entendi que a gente só é imprescindível pra gente, para mais ninguém. O dia que a sua vida parar, ela só para você, para mais ninguém, por mais que as pessoas te amem. Isso é do game, é do jogo, faz parte. É assim mesmo que funciona. Então aquele dia eu Decidi que eu não ia morrer como imprescindível. Eu decidi que eu ia viver como imprescindível. Scha que se as pessoas tivessem essa consciência, a vida seria melhor? >>
Ah, as pessoas iam mudar, hein? Todos os dias de manhã eu acordo e digo: "André, você é imprescindível para você, gatona". Então, não negocie isso. >> Você acha que o fato da gente acreditar que tem algo depois daqui, >> a gente sempre adia? >> Meio que >> não só daqui. Você jura que você vai chegar domingo, você vai almoçar galinhada com a sua esposa? Você jura? Você, você não tá vivendo hoje com intensidade. Você jura que você vai ter o domingo para curtir seus filhos? Ué, você vai viver hoje com intensidade para quê? Você jura
que você vai ter o próximo Natal com seus filhos? Você não tá nem preocupado se o seu filho hoje vai dormir com alguma má Impressão a seu respeito. Só que essa garantia ela não existe, né? A vida é hoje. A vida é hoje e a gente precisa viver como imprescindível. Então isso passou para mim a ser innegociável. A minha academia, ela é inegociável. Todos os outros compromissos do dia são depois disso. A minha alimentação é inegociável. Coisas que me fazem mal vão ter que sair da minha vida. Então, se eh tomar uma Taça de vinho
à noite interfere no meu sono. Meu sono é ruim, eu não vou tomar essa taça de vinho à noite. Então ela não tá me fazendo bem. Eu preciso ir atrás de coisas que me fazem bem e que sustentam a missão que eu tenho aqui e eu tenho. Eu preciso ter o melhor do da minha performance para isso. Então, >> por que que a gente não enxerga a única certeza que a gente tem na vida? >> Porque é essa é de novo é o paradoxo, né? A gente vive como se não fosse Morrer, sendo que essa
é a única certeza. É, eu falo assim, não, >> mas a gente tá se autossabotando, a gente tá se enganando. Por que que a gente se engana? É a única certeza que a gente tem, pô. >> Amanhã eu não sei o que que vai acontecer, por que eu tô aqui agora. >> Novembro do ano passado, no domingo, eu tava indo pra missa, parei no mercado, falei: "Jorge, para ali para pegar uma Água com gás". Encontrei um amigo nosso, inclusive meu e do Euler, ele tava na no caixa. Aí eu brinquei e falei: "É de um
domingo à tarde, 5 horas da tarde, 42 anos, comprando duas latinhas de Heineken. Eu, se eu vi num supermercado num domingo à tarde, eu vou comprar uma caixa de Heineken." Ele: "Não, bonita, eu vou comprar caixa, amanhã é segundona, eu tenho que trabalhar." Falei: "Não, mas no domingo, já que você vai beber, mete o pé na já". Que nós Dois abraçou e ele brincou: "Você tá gostosa demais, não sei o que". nós abraçamos, tal. Ele e o esposo dele, uns queridos, eu que que fiz a cerimônia do casamento dos dois, foi embora, me beijou. Na
quarta-feira o Euller me liga, eu fazendo um cabelo. Deia, onde você tá? Falei: "Eu tô arrumando o cabelo." Daí o Ed acabou de ter um infarto na academia. Falei: "Oi infelizmente, daí não houve o que fazer. Nós estamos aqui no hospital. Você vem Para cá. Eu encontrei ele no domingo. No domingo, se ele soubesse que o que que ia acontecer na quarta, será que ele não teria comprado todas as rinens do mundo? Sabe o que que eu penso? Todo dia, todo dia eu penso isso. E hoje de manhã eu pensei isso. Falei: "Não, maio, 17
de maio de 2026. Falei se o ano passado, dia 17 de maio, porque minha irmã faleceu 17 de julho, o ano passado, 17 de maio, se eu tivesse Falado para ela, gu vai acontecer isso, isso, isso, isso, vamos mudar essa história. Só que para ela eu não posso falar, mas para você posso. Para ela eu não posso mais falar, não deu tempo, mas para você, eu posso. Tira esse jogo, muda essa história e e que a minha mudança não te incomode, que a minha mudança te inspire, que a minha mudança te convide a mudar também.
Se se eu pudesse o ano passado em maio, ter Conversado com a minha irmã e ter dito: "Vamos virar esse jogo, gata, senão daqui dois meses você vai morrer". Mas eu não tive esse tempo. Mas eu tenho. Você sabe o que que eu fiz? Minha irmã faleceu dia 17. Dia 19 eu estava no estúdio. Os meninos falaram: "Você tá louca? você vai trabalhar? Eu falei, eu preciso agora mais do que nunca. Ninguém mais pode morrer de síndrome do pânico no pronto socorro de hospital. As pessoas precisam fazer melhores Escolhas. As pessoas precisam cuidar da sua
saúde mental. As pessoas precisam parar de serem usadas pelos outros, porque isso nos adoece, porque isso nos corroi por dentro, porque isso tira o melhor de nós. Pode não parecer, mas pessoas tóxicas são como Sésio 137. Quem brincou com o Sésio não imaginou o que era o Sésio. O Sésio era lindo, azul, brilhante, lindo. Tem gente que é desse jeito, bonito, sedutor, brilhante. Você se Aproxima, você não sabe o perigo que você tá correndo. O Séso, as pessoas foram sendo contaminadas nos dias depois. A morte veio de dentro para fora. Assim acontece em relações tóxicas.
Você se liga a pessoas que te usam, a pessoas que não te valorizam, pessoas que te descartam. Você não sabe o mal que você tá te fazendo. Isso aos poucos vai te correndo. Daqui 5 anos você tem uma crise de pânico e não sabe por que teve. Daqui 3 anos você entra Num processo depressivo e não sabe porque entrou. Por quê? Porque você não respeitou você. >> Hoje eu gravei um vídeo sobre isso. A gente é o pior abusador de nós mesmos. Você não respeita seu cansaço. Você não respeita seu tempo. Você não respeita seu
não. Você não respeita sua vontade. Você tem um domingo para descansar. Você vai almoçar na casa de quem você não quer. Só para cumprir a agenda. Você vai ficar com quem você não quer no seu Momento de lazer só para cumprir a agenda. Isso tem um preço. >> Você acha que essas decepções assim de se [limpando a garganta] relacionar num relacionamento abusivo, tóxico e permitindo essas coisas, achando que você sabe o seu limite, [limpando a garganta] que você eu tô bem, eu tô bem, isso não me impacta não. Vale a pena fazer, eu preciso fazer
isso. >> É pelos meus filhos, é pelos meus amigos, >> é pelas pessoas. Você sabe como que o adoecimento mental ocorre? Ele é assim, ó. Todo dia um pouquinho, até o dia que o copo transborda. Ninguém adoece assim, ó. Ah, hoje eu tava bom. Ontem eu tive uma crise de pânico. Foram anos de abuso, de falta de respeito, de autoabandono, De al de falta de compaixão. Você não respeita o seu cansaço. Você está cansado e diz sim pro compromisso. >> Mas você só vê a hora que transborda. [roncando] Então você não tem controle nenhum. Quando
você trata tem controle nenhum. >> Tem tem o controle chama-se tomada de consciência. O controle chama isso aqui que nós estamos fazendo, é repassar sua vida e perguntar: "Eu tô sendo bom comigo ou eu tô sendo abusivo comigo?" E Você sabe o que que vai acontecer com as pessoas que te usam e usam a sua utilidade? O dia que você não for mais útil, o problema é você. Então, uma metáfora maravilhosa. Um homem ia fazer uma viagem pelo deserto com camelo. Aí ele pegou o camelo, pôs um 200 tonelad nas costas do camelo. O camelo
deu uma frochada já. Ele pôs mais um saco. E cada vez que ele ia pôr coisa, o camelo bambeava as pernas. bambeava as pernas, quando já não tinha Mais que caber no camelo, o camelo estava tremendo as pernas, ele foi lá e pôs uma carta que ele ia levar pra namorada em cima do camelo. A hora que ele pôs a carta, o camelo desmaiou. Ele falou: "Camelo desgraçado, não aguenta carregar uma carta de tão preguiçoso". É, >> é sobre isso. Você vai sendo útil, útil, útil, útil, útil. O dia que você não for útil, no
mínimo, você não vale nada. Você não vale uma picada de fundo. Agora O problema é você. Até porque inclusive narcisistas fazem isso, né? Eles te usam enquanto é interessante. Quando você não serve mais, o jogo vira e você é o problemático, você é o difícil, você é que cria problemas. Não é ele. [roncando] >> E vocês [limpando a garganta] voltando um pouquinho, vocês não tinham conhecimento que sua irmã tava assim? >> Tinha. >> Ela já tinha falado, já >> tinha. Ela tinha várias crises de pânico, ela vinha de um processo depressivo. Minha irmã viveu uma
vida inteira para o outro. A vida inteira, as prioridades da minha irmã, nunca foram ela, sempre foram o outro. A psicanálise vai dizer que nós somos senhores do nosso próprio desejo. A gente não pode viver o desejo do outro. Ah, eu sou casada com o Robertinho. O Robertinho quer ir e então eu vou porque o Robertinho quer ir. Eu Sou refém do desejo dele. Não, eu tenho que perguntar o que eu quero. Nós somos seres desejantes. Quando a gente não respeita o nosso próprio desejo, a gente adoece o que eu quero. Se a minha vontade
bater com do Robertinho, maravilhoso. Senão eu vou falar isso para ele. Robertinho, você tá querendo ir almoçar hoje na casa de sua mãe? Mas meu anjo, hoje eu não queria. Hoje eu tô um pouco cansada, tals. Vamos tentar ir domingo que vem Que eu tô com a cabeça melhor. Mas seja senhor do seu desejo. Quando a gente não faz isso, a gente adoece. A minha irmã viveu a vida inteira o desejo do outro. O desejo dela estava a serviço do desejo do outro. Ela não tinha horário, ela não tinha vida, ela se sacrificava pelos outros,
ela pegava empréstimo pros outros. A vida dela foi viver pelos outros. Aí ela foi teve um adoecimento mental importante, vivia de crises, virava Mexia, ela tinha crise de pânico, virava mexia, ela tinha crise de ansiedade. >> Outras crises existiram antes, >> várias. O adoecimento mental, ele não é assim, né? Ele vem de uma, ele vem de uma ascendência, né? Aí você tem que se justificar e você tem que se explicar e você tem que ficar provando para as pessoas que você é as pessoas falam alguma coisa, você prova que você não é. Isso vai virando
uma roda que não tem cabeça, que dá conta. Não tem cabeça que dá. Quando >> quando você fala de viver pelos outros, tem pessoas que são extremamente generosas e e outras são extremamente responsáveis, que acaba às vezes, no caso sua irmã que trabalhava com a saúde, às vezes ela era muito responsável com a profissão dela e acabava se dedicando. Outras são generosas e acabam se dedicando pela generosidade que tem. E isso são pessoas que inevitavelmente não olham para elas. Mas quando você fala de eh a gente tem que ter as nossas escolhas acima de de
escolha de outras pessoas, me deixa num dilema. Por exemplo, depois que você tem filhos, a maioria das suas escolhas não são suas, são por eles. Elas são suas, mas não por você, por eles. Aonde a gente mede isso? Ou quando a gente faz essa escolha pelos filhos, ela de alguma forma também é nossa? Eh, existe uma responsabilidade, né? E ela é importante. Foi maravilhosa a sua Pergunta. Ela é importante. A gente não pode prescindir dela. Os nossos filhos não pediram para nascer. Isso é a maior verdade. Filho joga na cara da gente, eles estão errado.
Não. O Donald Winicot, que é um psicanalista que vai tratar muito a questão da infância, ele vai dizer assim: "Não à toa, eu acho lindo inclusive essa fala do Winicot". Ele fala: "Não é à toa que a barriga cresce paraa frente, porque quando a barriga cresce paraa frente, você tem Que dar um passo para trás, porque agora eles são o mais importante, porque foi uma decisão." Então assim, em alguns momentos a gente vai abrir mão realmente da nossa vontade em detrimento da função >> e tá tudo bem, desde que a função não te faça desaparecer.
Não tem problema o Robertinho ser um excelente pai e muitas vezes abrir mão de muitas coisas pelos filhos dele, desde que ele não seja só pai. Se você for só pai, você vai adoecer. >> Hoje eu falei isso pro meu esposo, falei assim, que inclusive foi uma provocação que o Elor me fez ontem, falei: "Tirando o Jorge, pai, marido, trabalhador, dono de casa, se tirar todas essas funções, ficar só o Jorge, quem é esse homem? Que que ele gosta? Que que ele gostaria de fazer? Se eu pegar o Robertinho, esquece que você é marido, esquece
que você é pai, esquece que você tem podcast, esquece que você é amigo do do do Rodrigão. Roberto, quem é Roberto? Do que que o Roberto gosta? O que que o Robertinho gostaria de fazer? Senora >> se essa pessoa, >> o tanque é [ __ ] Eu tento apagar. Não, não é isso que eu ia falar. O tanque é [ __ ] Eu tô tentando apagar tudo. Sobra só a Bianca aqui, velho. [risadas] >> E se tirar a Bianca? Sabe eu falando de que que você gosta? Eu gosto dela porque eu ficar ali quieto. >>
Se tirar a Bianca. >> Ah, sobra nada que presta não. [risadas] S ali só só balbúrdia, viu André? Vira um rolo. Vira um rolo, tá? Não pode nem deixa ela quieta aqui. >> O que que o Robertinho gosta? O que que o Robertinho faria? Percebe que a gente vive para as nossas funções. >> Agora eu vou cuidar dos meninos. Agora eu vou buscar a Bianca. Agora eu vou apoiar o Rodrigão. Agora eu vou gravar o podcast. Tá tudo certo. Eu não sustento um discurso egoísta. A gente é isso tudo Mesmo. A gente só não pode
ser isso tudo. Eh, tem sido maravilhoso caminhar com o Eer depois. O Eer é uma pessoa maravilhosa, inclusive vale a pena muito vocês trazerem ele. Ele é psicólogo maravilhoso. >> Tirando eh eh eu gosto de trazer sempre conhecimento na prática. Por exemplo, hoje eu tava vindo para cá, o Jorge falou: "Ah, eu vou com você". Eu falei: "Não, você tá operado, não vai não, não sei o quê não, mas eu quero ir". Falei: "Lindo, deixa eu te falar, eu não quero que você vai". Eu sei que foi difícil para ele ouvir. Falei: "Eu quero ir
com Euller". Mas por quê? Falei: "Porque com Euller eu não tenho função nenhuma. Eu não sou esposa do Eer, eu não sou mãe do Eer, eu não sou funcionário do Euller. O Eer não é meu funcionário. Eu não tenho que sustentar um papel com Eu vou ser só Andreia". >> Será que ele tá com ciúme de você? >> Não >> tá não. >> Não. Ele entendeu. >> O Eer é bonitão assim. Será que ele será que ele não acha que você tá tendo um caso com Eir não? Por isso que ele quis seguidores do André
acharam. Postei uma foto. Que nós postamos uma foto, o povo perguntou: "Mudou de marido?" [risadas] >> Nossa, acredita que o povo perguntou? Mudou de marido? Andreia, eu não tá, >> o Jorge é muito melhor, tá? >> O Jorge é bonitão, você fica escondendo ele. Eu tenho visto na internet você com os meninos direto, não aparecia tanto agora direta com os meninos na internet. O Jorge você não expõe, né? A beleza rara você guarda lá dentro. O povo já quer tirar foto. >> Deixa a galera saber quem é o Jorge. >> Mas entende, entende o quanto
esse lugar ele precisa ser preservado. Então, por exemplo, você falar assim, que que você, que que você e o Euller vieram fazer de Tão incrível? Nada. Só que com ele eu não preciso desempenhar papel. >> Uhum. >> Eu não tenho que agradar ele também. Eu não tenho que desagradar. Eu não tenho que provar nada para ele. Eu não tenho que cuidar dele. Não é meu filho, é nem meu marido, é nem meu ficante. Eu não desejo ele. Eu não tenho que ficar fazendo uma situação para nada. O Euller, eu não tenho obrigação zero com Euller.
E quando eu tenho obrigação zero Com alguém, ali eu posso ser eu. E esse lugar ele nos salva. Você sabe como todos os nossos outros papéis vão serem saudáveis quando a gente preservar esse papel. Esse aqui nos salva em todos os outros. Eu vou ser uma excelente mãe, uma excelente profissional, uma excelente psicanalista, uma excelente esposa. Quando esse papel aqui tiver sedimentado, tiver desenvolvido, enquanto ele tiver atrofeado, eu vou Viver me dando para as pessoas na utilidade. Quem é o Robertinho? Eu tinha um assuntos mais interessantes para te perguntar. >> Não, continua. [risadas] Pô, tá
legal, velho. Tá da hora. eu tenho assuntos mais interessante para te perguntar. >> Você falou assim da Bianca, você só você só pensou na Bianca, >> mas você falou assim: "Apaga tudo que Você gosta". Eu fui apagando tudo que eu gosto assim, sabe? Tudo que eu faço até sobrar só você foi apagando, eu ficava olhando, ficava que a carinha da me assim, [risadas] >> você é tão dependente emocional assim da Bianca? >> Devo ser, devo ser sim. Mas a Bianca de certa forma eh é um, vamos entender, é um, uma dádiva eu ter essa, se
for realmente essa dependência, eu imagino que pode ser, vai ser uma dádiva. Por Quê? Porque se essa dependência é realmente tão grande, ela é respondida do mesmo tamanho, de forma quase imperceptível por mim. É lógico que eu percebo o quanto ela se doa, mas por eh totalmente altruísta. Ela não me pede nada, sabe, para me trazer o que eu preciso. Então, se existe essa dependência minha, se existe essa dependência, não sei se se seria isso, não vejo dessa forma, eh seria uma dádiva maravilhosa que eu recebi, porque É entregue espontaneamente. >> Vamos saber se é
dependência, você consegue se imaginar sentindo prazer na ausência da Bianca? >> Acho que sim. Dá para pensar em viajar e achar maravilhoso mesmo se a Bianca não estiver? >> Não. A Bianca não estiver. É possível sentir prazer sozinha, >> cara. Um rolê assim de sair, sei lá, vou numa festa, num churrasco, num pagode cosmo. Sim. Uma viagem acho que não, Porque seria, sabe, uma coisa maior, mais duradora, >> três, quatro dias. Mas você consegue se imaginar em algum contexto onde você tá muito feliz e não se sente culpado por estar sem estar com a Bianca.
>> Ah, com certeza. >> Ah, tá. Então não é dependência. >> É, mas você entende, é diferente. Se se for uma viagem >> durante duas horas só, né? Durante duas. >> Não, pode ser um dia inteiro. Eu posso Sair de manhã cedo, chegar lá no final da noite. Tipo assim, eu no outro dia fui para um rancho com a galera, já aconteceu, né? Eu fui para um rancho, fiquei lá, tipo assim, sexta, sábado e domingo à tarde a gente voltou. Maravilhoso, fantástico. Tem os vídeos. Até hoje a gente fala, cara, a gente tem que fazer
outro EJC. A gente chamou EJC. seu >> é encontro dos jovens com [risadas] Com amigo nosso. >> Ah, vocês são terríveis. >> A gente tem que fazer outro de igreja. >> É isso. A gente tem que fazer um outro EJC desse, >> JC >> que é um amigo nosso, foi no rancho de um amigo nosso, chama Cunha. Então a gente tem que fazer outra EJC. Enquanto jovens com Cunha, >> cara. Fantástico. Todo mundo foi feliz Demais. Zero zero problema. uma viagem aí me parece >> e ela não te cobra não, tipo, você vai para um
rolê, fica super feliz e ela não estando, ela não te cobra assim nenhum. >> Ela até fala tipo assim, às vezes, nossa, tem que sair com os meninos que assim e não é nem é por ela, é pela quantidade de de compromisso que a gente tem hoje. Hoje eu não saio mais, tipo assim, hoje eu não tenho mais um amigo, companheiro de falar assim, ó, vamos Sair, vamos tomar cerveja. Quando você tem aquela rotina, todo final de semana você, onde a gente vai esse final de semana? Onde você vai? Vamos assar a carne? vou para
tal lugar, então vamos. Eu não tenho mais essa combinação de amigos, então eu fiquei nesse momento até muito mais dependente da Bianca pela rotina que o podcast me colocou hoje. >> E ela também tem esse espaço onde ela pode sentir prazer na sua ausência? >> Espero que não. Mas [risadas] Tô brincando, tô brincando, >> tô brincando. Falar, tô brincando para um psicanalista. >> Falar tô brincando com psicanalista. Isso quebra minha. Pode fazer [risadas] não. Ela pode sim. Isso aí não é um problema não. Eu sou outro cara, >> mas ela tem, ela pode, mas ela
tem >> não, ela vai onde ela quer. Tipo assim, teve um, >> ela pode sair com as amigas dela e tomar um show, pesso >> pode. Ontem ela ela fez isso ontem quando eu cheguei, por exemplo, da vi de vi, Olha aí para você ver, ó. Ó, tô brincando de novo. Mas é assim, ó. Eh, eu cheguei, ela tava para uma festa com as amigas dela, sabe? V uma reunião de amiga que elas fazem e todo mês tem uma ou duas, enfim, que as amigas se reúneem e vão tomar a cachaça delas lá, sabe? É
um um vinho, um champanhe, cada é meio temático isso. Eu nunca nunca fui porque é só das mulheres, mas eu sei que que é Meio temático. Ela faz eh e até o negócio lá no shopping. Eu vou lá ver. Beleza. >> Se tiver um show do Léo Santana, eu posso levar ela comigo? >> Com você? Sim. Não, que você pode. Aí, você vai est lá e trem. Eu falou: "Ó, Andreia, já filma aí, [risadas] marca junto, vai no banheiro, não deixa andar sozinho, não. >> Tá certo. [risadas] Bom, gente, nunca teve ataque assim. >> Não,
não, isso aí não, isso aí pode. É tranquil não. Ciúme tem, lógico que eu tenho ciúme dela. Eu tenho muito ciúme dela. Muito, >> mas no saudável, né? Nada de proibição. É, não. E alguma vez eu vou achar ruim alguma coisa, sabe? Vai ter um momento que eu acho ruim, lógico, né? Outra coisa é assim, nossa, você tem, ela não pode sair, pode, ela pode ir onde ela quiser. Uma coisa que que aí eu acho que é um amadurecimento, né, de um Relacionamento de muitos anos, que é o que a gente tem. Eu acho que
no no começo não foi assim, mas hoje, por exemplo, ah, tem um show do Christian Ralf, né? Do não sei qual que se foi o Ralf, acho um deles já faleceu. Faleceu. >> É, então do Ralf, >> ela era mega hiper fã do Cristian Ralf. E tipo assim, nossa, vai ter um show do Ralf em tal lugar. Eu sei que ela gosta. Se ela falar que vai e eu não puder ir, Beleza. Se se tiver e eu puder ir, lógico que eu vou com ela. Eu sei que é uma coisa que ela gosta e eu
vou querer ir com ela. Eu vou querer levá-la, no caso, >> pelo prazer dela. >> Pelo prazer. É, não, eu também gosto, né, na verdade. Mas nós dois, mas ela muito mais. Então é uma coisa que vai ser bom para mim e para ela vai ser maravilhoso. Vamos junto. Se tiver hoje, eu acho que dependendo da situação, ela Não vai. Mas não é por uma cobrança melhor, porque eu acho que ela não se sente bem. sabendo que eu vou estar trabalhando e que ela vai tá, é uma cobrança que ela mesmo vai fazer. É, ela
escola fal assim, não, não acho que é legal, né? Eu tá num show, né? Mas outro ponto é, se a irmã dela for a galera, se a galera que a amiga foi falar, vamos, eu acho que ela vai, ela não iria tipo assim, não, eu quero ir e vou sozinha, ela acho que Ela não iria, >> mas se ela fosse, você vai ficar felizão assim de saber que ela tá >> sozinha sozinha ela não vai. Eu nem é assim, é difícil você me perguntar isso porque não é para mim um ponto real. Eu não consigo
pensar assim, ah, não sei se eu vou achar. Talvez eu ficasse desconfortável, pensar: "Nossa, só ela no show". >> Se um cara chegar nela assim sem saber que ela é casada, você foi ali buscar um Copo de cerveja, aí você viu que um boy chegou nela. Você como que você fica, [risadas] >> cara? Isso é bem complexo. Eu sou de forma geral, sou muito calmo. >> Muito bonita. Muito bonita. De forma geral sou um cara calmo, >> né? Mas o cara não chegou na maldade não. Ele não viu que ela era casada. Aí ele chegou
pensando que tava. >> Eu acho que ela mesmo não vai dar muita atenção. >> Mas até que isso se desenrole, resolva. Os dois estão ali conversando. Ela tá falando, moço, desculpa, eu sou casada. Aí de longe você tá vendo como você se sentiria? >> Ah, isso aí [risadas] é a hora do ciúme, é lógico que não. O ciúme vai vai imperar. Talvez eu largue uma coisa que eu adoro >> muito, que é a cerveja. Vamos pouco que eu fui buscar cerveja [risadas] e eu adoro a cerveja. falar assim: "Não, eu Vou trocar essa cerveja que
é uma coisa que eu adoro por outra. Eu vou lá chegar assim: "O que que tá acontecendo aí?" Ui? >> É, mas aí você também apelou nessa pergunta, né? Andreia, vou vou >> ten outra atitude. >> Eu já enforquei um cara que tava conversando com a Renata no [risadas] É lógico aí. Lógico. O cara tava folgando com a Renata, [ __ ] >> O cara tava folgando lá, conversando lá Com a Renata. Mas aí ela colocou limite? >> Não, eu nem deixei, nem esperei ela colocar o limite, não. Eu mesmo já coloquei. [risadas] Coloquei. Eu
era, acho que era uma festa fantasia. >> Onde foi isso? >> Foi no recreativo. Aí antes eu casar com ela, quando a gente namorava. >> Ela não tava não. >> Não, era uma festa dos amigos do do Ricardo. Eu segurei o cara, levantei lá em cima assim, falei: "Ó, rapaz, sai de perto da minha mulher, vagabundo. Tá folgando o que aqui? O bicho doido lá conversando pertinho assim. Não, existe um limite de segurança. Não, André, pera aí. Existe um limite de segurança, >> né? Ó, uma coisa >> e você tá numa festa todo mundo bebendo.
Eu não vou enforcar ninguém que tá conversando a a 1 m de distância da minha da minha esposa. >> Mas se o cara começar a chegar aqui no ouvido aqui e falar alguma coisa assim, aí não. [risadas] Aí não. >> Os meninos que cuidam da minha rede social, hoje em dia eles mandam para zoar o Jorge. Eles mandam para o Jorge. Eu tenho alguém que lê meu direct. É umas 10 mensagens por dia de cantada. 10. [risadas] >> Tão te cantando. >> Ixe, umas 10 por dia. >> E que que tu tá achando disso aí?
>> Indiferente incipiente. >> A galera manda foto para você. Você falou que ga, você falou assim, eu tô gostosa que você falou, você falou, você falou: "Opa, opa, encontrou uma pessoa, >> uma pessoa que falou assim, ó, uma pessoa que te viu e falou assim, ó, você tá gostosa e aí você tá achando você fal no Instagram também, >> não é?" E esse amigo meu, ele é casado com outro homem, foi uma uma fala >> bem, mas e que que tu achou dessa fala? Você acha que você tá gostosa? G, mas você faz uma pergunta?
>> Não, mas você tá se cuidando. Você emagreceu. Você emagreceu, pô. Eu, ó, eu tenho 170 kg. 170 kg. Eu preciso emagrecer. >> Se eu eu não tô gostoso. Eu não tô gostoso. Eu, eu tô obeso. Eu tô bola. Eu tô >> se eu fizer academia e sei lá, eu vou para 110 kg e eu olhar no espelho, eu Vou falar assim: "Caralho, eu tô gostoso para caramba. Eu vou me achar gostoso". E é normal. Acho que as pessoas as pessoas sentem isso. É isso que eu tô te perguntando. A gente é amigo, pô. >>
É gostosa pergunta dessa. Não é possível. A gente é amigo. >> Gostosa. É, é, é, é. Ele passa por uma outra, por um outro registro, né? Eu gosto muito do que eu vejo. Eu, eu, eu me sinto bem com o corpo que eu tô hoje. Tô, tô muito bem. Tô em paz com o meu Corpo. >> Eu acho que não passa pelo registro do gostoso. Eu acho que passa pelo registro ficar brigando com o seu corpo. Você põe a roupa que você quer, não é a roupa que te escolhe. Você escolhe a roupa, você coloca
uma roupa que você acha bonito, você compra o número que você quer comprar, você compra um modelo de roupa que você quer usar. Então eu acho que eu me sinto em paz atualmente com o meu corpo. Gostosa é forte, né? Gostoso. And >> tô preocupado. Eu acho que a Renata deve tá me xingando aqui. >> Deve tá mesmo tem batendo aqui no telhado. Quando bate aqui é isso. Você tava falando da do da galera que [risadas] separa o que vê as as mensagens na sua rede social e tudo mais. Aí você falou que tô de
umas 10 mensagens, né? Foi assim? Você acredita? Então, mas a galera manda foto, sei lá, no? Não manda, não manda nada pro [risadas] canal. >> Esse não manda não. [risadas] Ei, Robertinho, você [risadas] manda não. Ninguém manda foto em sauna para mim. Não manda não, velho. É interção desse jeito. Não tem >> na internet acontece. Às vezes é porque eles manda mensagem, às vezes manda foto, né? Já te mandaram nuds já, Robertinho? >> Não, >> ninguém nunca te mandou. Só manda live Pix mesmo para você. >> Live Pix manda demais agora. Nudes manda não. >>
Nudes não. Já te mandaram nudes já. Não. >> Ah, se bem que eu não sei. O cableiro que vê mais a rede do do podcast, né? >> Mas você sabe que isso não é novo e e não é porque eu emagreci. Eh, a gente que exerce papéis de entre aspas poder, a gente exerce um fascínio sobre as pessoas e um desejo. Só que as pessoas confundem desejo com libido. Libido é querer te comer. >> Isso é libido. >> Isso é libido. Deseja querer ser quem você é. É admirar o marido que você é. admirar o
empresário que você é, te achar bonito. Eu te vi chegando ali, te achei bonito, você tá bonito, você tá forte, tá marombado. Isso é desejo. Isso não passa pela instância do querer fazer sexo com você. >> Só que as pessoas confundem. E aí cabe a gente, especialmente o psicanalista faz isso com muita competência, que é a tal Da contrransferência. O que você tá transferindo para mim não é um desejo sobre mim. Esse desejo tem muito mais a ver com coisas que estão acontecendo com você. Então, talvez você não esteja feliz na sua vida, na sua
própria sexualidade, no seu casamento. E aí você olha para mim, para nós figuras de poder, e desloca isso como se eu fosse a fonte do seu desejo, mas eu não sou. Eu mobilizo coisas em você e aí você projeta isso em mim. E cabe a mim Devolver isso de forma muito gentil. E isso acontecia no consultório também. paciente que sente desejo pelo terapeuta, que assedia o terapeuta, e cabe você entender o seu lugar e dizer: "Não é sobre mim, essa pessoa não está me desejando. Ela tá desejando algo muito maior, que é a vontade de
existir, que é a vontade de de ocupar um lugar também sexual na vida, também da própria libido, também do próprio desejo. Ela projetou isso em mim. Você devolve isso Pra pessoa e tá tudo bem. Ele me perguntou assim: "Que que você sente de e de novo?" Isso já era assim lá no começo, não é? Porque nada, nada. Por isso as coisas acontecem no momento muito certo na vida da gente, de verdade. Eu entendo que não é sobre mim. Não é sobre mim. >> Você acha que traumas impedem o libido da pessoa? >> Com certeza. Com
certeza. que a hora que você resolve Os traumas da sua vida, alguns deles com você é muito louco isso, como que você vai quebrando seus traumas e parece que você vai aumentando a sua taxa de libido assim, isso é real assim? >> É real, é muito real. É porque você tá falando de libido na na perspectiva da sexualidade mesmo, do sexo. >> É, não sei. Parece que de acordo com que tu vai resolvendo os problemas da sua vida, que eu acho que isso deve acontecer. com as pessoas, né? Você vai Se tratando, você vai porque
assim, ó, eu considero o podcast uma terapia, a gente faz uma terapia aqui, a gente tá conversando. >> É mesmo. >> E eh eu já eu já conversei aqui várias coisas na minha vida assim, sabe? Vários problemas, traumas, traumas. E na minha opinião eles passaram, eles passaram, sabe? E com isso, muita coisa da minha vida melhorou. Muita coisa da minha vida melhorou. Coisas que eram um problema lá Atrás. Então eu tô tentando fazer esse comparativo assim. Será que isso acontece na vida das pessoas >> de acordo que ela vai matando os traumas dela? >> É
porque o que que é trauma? Trauma não tá ligado ao evento, tá ligado à emoção não resolvida. Trauma não é que eu capotei o carro. Trauma é que eu não eu não elaborei a emoção que eu senti no dia do capotamento. Tem muita gente que capota o carro e não vai ficar Traumatizado. >> Trauma é trauma. Você imagina que, vamos supor que as nossas emoções fossem um cano onde a água precisa fluir. Trauma é o nó no cano. Deu um nó ali na mangueira e agora ali não passa. Esse é o trauma. Quando eu destravo,
a água volta a fluir. Então faz muito sentido que você falou. Então, libido até no sentido da própria vida, você realmente você passa a ter mais tesão pela vida, você passa a pulsar mais, você passa a desejar mais, Você passa a ter mais resultado com as coisas que você faz, porque antes a água tava parada, represada, agora você tirou o nó, a água voltou a fluir naquela área da sua vida. Então, se era sobre profissional, ah, você se achava um profissional mediano ou medíocre. E aí alguém vem e conversa e mostra para você algumas perspectivas.
Você fala, você sai dali falando: "Cara, realmente eu nunca tinha pensado por aqui. Percebe que você desamarra a mangueira e agora a Água começa a fluir. E se a água começa a fluir, ela leva vida. >> E nesse 8 a 80 de sem trauma e com vários traumas, é importante você ter um meio do caminho ou o ideal é o 80? Você tirar todos os traumas da sua vida? >> Quanto menos trauma, melhor. >> Você acha? Quanto menos >> eu acho que uma pessoa sem traumas, tipo assim, >> ele é feliz demais. >> É uma
pessoa que deixa de acreditar em Pecado, por exemplo. >> Mas trauma, >> sim, sim. Eu tô, olha o nível que eu tô jogando assim, tipo, mano, eh, eu vejo que muitas pessoas deixam de fazer algumas coisas porque, tipo, ah, isso é pecado, isso não pode, isso é, isso é regra, isso é isso é determinações, isso não é trauma. Trauma é uma emoção ligada a um evento específico não elaborado. Isso não é Trauma. Trauma é eu ter assim, vou vou dar o exemplo porque você tá falando religioso. Eu fui na igreja e fui ler uma leitura
e tremi e o padre me humilhou. Isso é trauma. Pecado não é sobre trauma. Eh, tem a a o conjunto de regras da Igreja Católica, do islamismo, do budismo. E aí aquelas baseado naquelas regras, eu não posso fazer certas coisas. Aí eu não faço isso. É, isso é regra, isso não é trauma. Trauma é um evento ligado a uma emoção não Elaborada. E isso me trava. Você imagina as áreas da nossa vida como capilares sanguíneos. Imagina o nosso corpo aqui, ele é cheio de capilar. Então, tem um capilar que irriga meu pé, tem um que
irriga meu dedo, tem um que irriga meu coração. Capilar às vezes é artérias. Aonde entope um capilar, perdeu irrigação aqui. Se eu não resolvo isso, esse dedo morre. Trauma é esse capilar entupido. Então, se você tem trauma em relação ao seu Corpo, você vive uma vida, uma a quem do que você poderia em relação ao seu próprio corpo. Se você tem um trauma em relação à sua sexualidade ou a sua a sua as suas questões sexuais, você vive uma sexualidade a quem? Por causa daquele trauma que é isso assim, já já >> a religião permite
que você conheça o seu próprio corpo. >> Ah, depende, hein? Até que ponto? Depende até que ponto, porque há um Cismo entre corpo e espírito, né? Na maioria das religiões é como se aquilo que é nobre é aquilo que é do espírito e aquilo que é menos nobre ou carnal é aquilo que tá ligado à minha imanência. Então tem a imanência e a transcendência. Então a religião, e aí ela, o Platão entra muito nessa perspectiva de mundo ideal e mundo real. Quando Platão separa os dois mundos e a religião vem e faz a mesma coisa
e cola muito nessa teoria platônica, fica Parecendo que coisas relacionadas ao corpo não são muito espirituais. Tem uma música que diz: "Tudo que eu faço é irreal". É, é irreal, não sei o que lá. Engorda. É bem nessa linha aí. Parece que coisas ligadas. Já vi agora você tá falando de trauma. Uma vez eu atendi e eu posso falar aqui porque eu não vou revelar claro eh nem a situação e nem a o nome da pessoa em si. Eu atendi uma moça que ela havia sido estuprada. Ela não conseguia lavar a Própria o nível de
trauma que ela estava por aquilo que ela tinha passado. E ela foi para terapia com esta demanda. Doutora, eu não consigo tocar o meu corpo. Quem tem que me dar banho são minha mãe, meus irmãos. Eu não consigo mais tocar o meu corpo, em especial a minha vagina. Isso é trauma, isso é uma emoção. E aí você percebe que aí a vida dela fica parada neste aspecto. >> Sim. Sim. Esse caso é gravíssimo. >> Por isso que o trauma ele é sempre nessa Perspectiva. >> Mas e será que a religião, essa questão do pecado, ela
não vai gerando em você minraumas religiosos? Assim, eu até entendo. Ah, mas são regras, são regras, mas regras, regras que se você infringir elas, aquilo lá vai te fazer um mal. Tu vai sentir uma péssima pessoa, porque você infringiu uma regra religiosa. >> Mas, mas eu acho aquilo ali pode gerar um trauma em você. >> Dependeo, depende como é conduzido. Depende como é conduzido. Ah, é no nos 10 mandamentos, não roubarás. Ah, eu roubei, eu fico traumatizado. Depende da forma como isso vai ser conduzido. Se eu fui exposto, humilhado, eh, pode gerar um trauma. Se
eu fui corrigido, se eu tive que reparar o meu erro, se eu fui acolhido e alguém falou para mim que aquilo era errado e talvez eu não tivesse consciência, tal, tal, tal. Talvez não gerou trauma. Quando eu era pequena, eu peguei uma Borracha na escola, cheguei lá na minha casa com uma borracha de coleguinha. Minha mãe fez eu chegar na sala no outro dia, devolver a borracha e falar na frente de todo mundo, eu roubo, eu pego a coisa dos outros na frente da sala. Isso gerou. Mas >> porque era pecado ou porque era errado?
Porque era errado. >> É, mas sobre o erro e sobre o pecado. >> Sou mar é é um dos mandamentos também. É pecado. >> Nesse caso, sim. Nesse caso, sim. >> É a forma com que é conduzida que vai gerar o trauma ou não. Não necessariamente o fato de ser pecado vira trauma. >> Você acredita em pecado? Eu acredito em pecado. Eu acredito que existem coisas que infringem leis, né, regras determinadas por um compêndio específico. Agora, eh, vamos gerar, vai gerar um assunto isso aqui, né? O que é pecado Para uma religião específica não é
para outra. >> Uhum. >> Então, qual que é a regra? Qual que é o fiel da balança? É, eu acho que a hora que tu fala pecado, você tá levando para religiosidade, né? >> Cristã, >> depende da religião, pode ser islâmica, pode ser budista, mas a hora que tu fala, hora que tu fala, tu tá levando Para religiosidade agora, >> mas em algumas religiões específicas, ter várias mulheres não é adultério, no cristianismo é >> aí aqui, aqui é pecado, aqui não é pecado. Então, qual é o critério de pecado? O pecado não é quando você
sabendo que você tá cometendo erro, você o o pratica da mesma forma. >> Isso não seria um pecado independente de religião. >> Mas o que que é um erro? Porque no cristianismo o seu conceito tá certo, mas vamos construir a tese. >> Pecado é quando eu sei que algo tá errado e ainda assim eu cometo. Beleza? Mas então vamos pensar no adultério como como um pecado. No cristianismo ele é pecado, mas em outras religiões ele é entre aspas numa outra perspectiva aceito. Qual que é o critério para saber o que que é pecado, o que
que é errado? >> Então nesse nesse ponto, olha, mas Lembra só para incluir aqui, Robertinho, lembro também que no islamismo, né, na verdade não é que o adultério é aceito. A pessoa, ela pode ter até quatro esposas. Desde que a primeira concorde. >> É, e não é nem que é aceito, vamos corrigir, é que o conceito de adultério é outro conceito. Vamos, vamos colocar assim que fica mais inteligente e mais honesto. O conceito de adultério é outro contrato. >> No nosso caso, adultério é ter mais de uma mulher. No caso deles, não necessariamente. >> Até
porque teve um combinado ali e a pessoa aceitou. Ó, eu aceito uma terceira na nossa relação. >> Mas você percebe que o problema filósofalizado? O problema filosófico do pecado é o que é o erro. Porque pecado é quando eu faço alguma coisa errada com consentimento e Consciência. Mas o que que é errado? Não matarás. Se eu sair ali na rua agora e matar alguém, tá errado. Mas numa guerra não está errado. Mas em legítima defesa não está errado. >> Qual que é o conceito objetivo? >> É isso. O que que é o pecado? Vamos, vou
tentar traduzir na parte do adultério. Se você acredita que, por exemplo, você e o Jorge, vocês têm um pacto onde de fidelidade somente vocês dois sem a participação de Outra pessoa. Se você comete um ato com qualquer outra pessoa, você pecou. E o pecado para mim, ele vai além do pecado espiritual, porque você pega com você mesmo. Você não conseguiu cumprir o seu acordo. Se você tem um acordo dia do que onde pode ser feito isso e você faz, não, não é pecado. Você não trai a você mesmo. O pecado seria uma forma de quando
você trai a você mesmo, seu próprio valor. Das religiões, não é isso que é o conceito de pecado. Não, >> não. Aí nas religiões tem o decálogo. >> Isso. Nas religiões você tem isso. Traiu. Você traiu. Ah, não. Na minha, na minha, na minha relação ela é aberta. A gente permite isso. Não, mas no decálogo não tá falando isso não. >> Beleza. Mas aí quando você aceita religião, mas quando você aceita a religião, quando você aceita a religião, se você aceitar, eu acho que você tem que est disposto a seguir o que tá imposto ali.
Você não é obrigado. Ah, eu sou católico. Não, eu não quero ser. Beleza. Então você pode fazer. Volto a te falar. plenamente. >> Você aceitou esse contrato. Se você ferir, você não tá, você não tá pecando só com Deus, você peca com a sua própria essência. pensar em você abraçar o que te interessa e deixar de lado o que não te interessa. >> Ou você come o peixe inteiro ou você não come o peixe. Não dá para tirar a Cabeça, o rabos, espinho, não. >> Se você é católico, você siga integralmente tudo que é prescrito.
Tudo. Mas é tudo. Inclusive que não ir na missa nos domingos e dias santo, você vai pro inferno. >> Nossa, >> é pecado mortal. Inclusive fazer a barba, que é pecado fazer a barba também. >> Da onde você tirou isso? Tá lá no Testamento. Tem, tá lá no no Velho Testamento lá que é pecado fazer a barba. >> Foi antes da Gilete chegar. no no na na religião judaica são mais de 600 mandamentos ali. Eh, >> e por isso que religião é complexo. Então assim, eu não sou contra religião nenhuma, muito pelo contrário. Eu admiro
todas, a grande maioria, já estudei a grande maioria, acho bonito, mas eu a minha crítica são com as pessoas Hipócritas. Se você abraça um negócio, você abraça 100%. Aí você não abraça parcial não, você não abraça 30, 80, pareto, não. Você abraça tudo. Você é católico, você siga o decálogo, tudo. Você siga a Bíblia de capa a capa, você faz tudo que tá falando, magistério, a igreja, o papa, tudo, tudo, tudo, tudo. Aí você não relativiza. Ah, não, mas na minha relação eu e minha esposa decidimos que é aberto. Não, Senhor. Você segue uma religião
e a sua religião diz que adultério é pecado. Então, se comporte. Não dá para relativizar. Ou senão não siga e não bata no peito e fala que é. Seja o que você quiser ser. >> Esses dias eu tava pensando assim nas regras dos pecados. Eh, pelo pouco que eu vi assim, eu acredito que os pecados capitais são os mais justos assim, sabe? Tipo, você, se a gente vai falar que é pecado, Os capitais ali são é difícil você é difícil você fugir dele, >> discordar de alguma coisa ali, entendeu? inveja, ira, luxura, avareza, né? Soberba,
gula, >> preguiça. Boa. >> Não, velho. Preguiça, eu acho sacanagem. >> Boa. >> Não, mas você você entende assim e e tipo a a sociedade ela ela porque, mano, >> é é isso também, né? Falta uma parada da interpretação, porque a hora que você Fala gula, a pessoa acha que é comer demais. Mas não é só comer demais, né? Tudo que você tá consumindo demais, ele tá na gula. >> Exato, >> né? Às vezes você tá consumindo um conteúdo demais, ele tá na gula ali, né? Às vezes você virou um consumista, você só quer comprar,
comprar, comprar, comprar, comprar. Mano, >> quando h você olha, tá chegando um Pacotinho da Shopee >> todo de sexo. Tem gente que consome com já cai no dia comer demais, não? >> Já cai. [risadas] É gula. Então, gula gula. >> Então, pecados capitais são é um ponto bem interessante, >> muito foi muito boa tirada do Rodrigão. Realmente eles não são subjetivos, eles quase não dá para você negociar, >> mas me parece que quase todos eles vêm Da parte é como se fosse psicológico isso mesmo. São motivados pelo instinto. É a parte da psicanálise. >> É
porque tem a ver com valores, né? Os pecados capitais. Por isso que eu gosto muito mais de pensar em valores do que pensar em regras definidas por X ou Y. Quando você vai paraa escala de valores, que a filosofia vai chamar de axiologia, aí você tem um terreno menos subjetivo, mais objetivo. Você foi muito feliz na sua colocação. Quando eu tenho, quando Eu trabalho valores, aí sim eu trabalho um terreno bem mais objetivo, porque aí não tem discussão. Ira é ira em qualquer lugar, em qualquer religião. Inveja é inveja em qualquer lugar, em qualquer religião.
É, é inegociável. São algumas questões inegociáveis. Então, realmente, por essa linha é mais inteligente pensar por essa perspectiva mesmo. >> E e a gente começa o podcast falando no problema hoje do do século, né? A humanidade ela vem passando por Problemas de saúde mental, né? né? Tipo o a forma que a forma que a sociedade se organiza, tá todo mundo doente. >> Maior, já é a maior causa de afastamento, segundo a OMS, mais do que câncer, mais que problemas cardíacos, mais que problema de pressão. >> E e eu vejo muito essa doença ligado a a
esses pecados repitais, sabe? Tipo consumismo. Se tu pegar a luxúria, ah, o cara tá viciado em pornografia, aí tu vai ver, tem o Infance te Oferecendo pornografia, tem o Exvid te oferecendo. Então assim, tá o tempo inteiro, velho. Tempo inteiro. A luxúria, a luxúria e assim, no termo mais chulro dela é uma ostentação mesmo. É. E na rede social é o que você mais vê >> o tempo todo. >> A galera fica louca de ver a vida do do influencer, do youtuber ali. >> Eu nunca tinha pensado por essa perspectiva dos sete pecados capitais nessa
Perspectiva de saúde mental. Muito interessante essa leitura sua. Realmente passa por aí mesmo. No livro A Divina Comédia do Dante Aligeri tem uma parte que ele vai falar só sobre os pecados capitais. As pessoas estão numa montanha e elas são divididas por andar. Cada andar está um pecado específico. Então, no terceiro andar ou no na terceira camada da montanha estão só os invejosos. Então, em cada lugar está um. E no andar da inveja é muito Interessante porque cada um recebe o castigo de acordo com o pecado. >> No andar da inveja todas as pessoas têm
os olhos furados, >> perfurados. Por quê? Porque a inveja entra pelo olho. >> Sim. É >> tanto que os antídotos para inveja, >> eu acho que nacionada também, né? É, eu já vi essa parada do inferno de Dante ali, né? >> É, é muito interessante essa essa Metáfora. >> E aí tu pega tudo isso tá relacionado hoje com a sociedade, né? Você pega a gula que tem tá relacionado com o consumismo, né? As pessoas hoje elas consomem tanto porque elas precisam do que elas estão consumindo ou na verdade elas estão tentando preencher um vazio que
tá dentro delas? >> Toda compulsão é baseada na ideia de que existe um vazio a ser preenchido. Todas as compulsões, compra, comida, sexo, Tela, é sempre baseado no vazio. Todo excesso esconde uma falta, né? Quando eu faço algo compulsivamente, busco algo compulsivamente, eu tô eh eh fechando ou tentando tapar um buraco dentro de mim. Eh, tava falando isso com E vindo para cá. Ah, vou para um lugar que não tem zero de internet. Você já parou para pensar ser três dias numa cháara com zero de internet >> já. >> Como que seria >> então? Eh,
não tem internet lá não, [risadas] >> cara. É, >> você sabe que pra grande maioria das pessoas bem, >> pra grande maioria das pessoas isso é desa, eu ouso dizer que pra grande maioria das pessoas isso é desafiador. Imagine você, vou vou aumentar o prazo, você a Bianca, seus filhos numa chácara uma semana sem tela, >> internet, TV, nada. >> Que bção, hein? Você é paz? Eu não sei. >> O dia que eu tomei cogumelo me veio esse negócio aí, velho. Nem posso falar que eu tomei cogumelo porque a Renata briga comigo. Mas vou falar
que eu experimentei toda hora falava: "Desconecta, desconecta, desconecta, desconecta". 5 horas aqui alucinando e só desconecta, desconecta. Aí eu pegava o celular assim, vinha um tanto de Já viu aquele filme do Drink no Inferno? Já viu? Não, que eles estão num bar assim, Aí tem de repente todo mundo vira vampiro, da meia-noite todo mundo vira vampiro e fica feio vira monstirão bem monstro. Falei: "Caralho, larga essa [ __ ] aqui". Larguei de lado aqui e foi, é, fia, você tela é [ __ ] >> Eu gostaria de ver uma experiência social assim, catar uma família,
pô ela num lugar, criança, filho, mulher, >> sem tela, zero tela. Não tem televisão, não tem celular, não tem internet, não Tem, não pega. >> Eu sei que a resposta das crianças seria muito rápida. >> Uhum. >> Sabe assim, no primeiro dia depressão, no segundo dia como se fosse um eh abstinência, muito nervoso, mas é terceiro dia, no quarto dia ela tá correndo, sabe? Igual o demônio da Tasmânia rodando ali subindo na árvore, jogando, >> gente. A geração que menos faz sexo. E Uma das explicações é isso aqui. >> Já ouvi falar. Eu falar >>
e sexo está relacionado com prazer. Só que o nosso cérebro ele não sabe da onde tá vindo do prazer. Ele entende dopamina. Ele lê dopamina. Se a dopamina vem de um celular ou de uma relação sexual para ele, dá na mesma. Ele já sentiu o prazer. >> Mas então seria eh tipo, é, não dá para usar o termo, seria umação, negócio que É muito rápido, [ __ ] É, >> é isso mesmo. Só que aí você busca outro, só que você tem um pico de dopamina, ela cai, você busca outro. Você tem um pico, ela
cai, você Por isso que você fala assim: "Gente, tem 3 horas que eu tô aqui vendo reals, nem vi". >> De nada. >> É, >> se eu tirar o celular e a tela, a primeira coisa que vai acontecer em uma semana com você e Cambianca é que vocês Vão transar muito mais. [risadas] Te garanto. [risadas] Eu te garanto. >> Você não vai ter o que fazer. Ui. Lembra aquela piada antiga que a gente quando quando o Velia e a Velia tinha muitos filhos, 10 filhos na sua casa não tinha televisão não? >> A televisão foi
o primeiro substituto, talvez então, né? Porque tinha esse ditado assim, uma piadinha, né? Não, o Tanto de filho não tem televisão porque aí era o que sobrava era Mas eh é que na verdade o celular ele te dá dopamina de uma forma que você não precisa gastar tanta energia para adquirir essa dopamina. >> E é uma dopamina de graça, barata e de péssima qualidade. >> Qualidade? Sim. E eu lembro assim quando a gente era jovem, né, molecote, >> era dificílimo você conseguir sexo, né, [ __ ] Você tinha que trabalhar ali Meses e meses e
meses. Não era uma coisa fácil não. Não vinha ser uma proposta de namoro oficial, não. Trem um tempão. Você precisava ter uma relação. Você precisava ter uma relação. Você precisava de uma conquista. Você precisava lutar. Você precisava buscar isso daí. Você precisava se relacionar. Você precisava gastar muita energia para conseguir aquilo ali. Hoje não. Hoje tu tá no celular ali, você vê pornografia, dopamina, dopamina. A hora que a Dopamina para de vir, você troca, você vai pra outra, você troca, você vai pra outra e você não precisa gastar energia. E aí é uma dopamina ruim,
barata e de péssima qualidade. Olha a dopamina do sexo. Quando você tem um orgasmo, você vai ter um nível, o seu cérebro vai para um nível de dopamina. Você recebe uma dopamina de excelente qualidade, apesar do pico durar pouco tempo, mas ela é de tanta qualidade que ela promove um relaxamento e dificilmente nas próximas Horas ou dias você vai querer outra. Ela é de tanta qualidade que ela te joga para esse movimento que se você É, não sabia. >> Olha, essa dopamina aqui é pim. >> Uhum. >> Se você pudesse comprar, sei lá, dois energéticos
e tem aquele bem chulim que não vale nada e tem o super energético, que você bebe ele fala: "Nossa, isso aqui realmente fez diferença. >> Vou fazer viagem, >> o sexo, a o o cinema". Outro dia eu fui assistir Michael Jackson com meus filhos. Gente, delícia. Quanto tempo eu não vinha num cinema. O ir no museu, o assistir um show, o ter uma conversa boa, ele te dá uma dopamina de qualidade, essa dopamina dura e causa um nível de relaxamento em você, que você vai demorar a precisar de outra pico, outra dose. Essa aqui é
um pico ruim e barata, tanto que você busca mais o tempo todo. E como é um pico rápido, Porque ainda entra nessa, o sexo, ele vem numa ascendência até ele te dar o pico de dopamina. Então ele vem devagar, o seu cérebro dá tempo de se adaptar à quantidade de dopamina que você vai receber ali. Isso aqui é uma dopamina rápida. Tum. A próxima você precisa de tum tum. A próxima tum tum tum. Igual cocaína, >> tá? >> Você usa uma dose, aí ela fez efeito. Você vicia uma semana, daqui três Semanas aquela dose já
não faz efeito nenhum. Você precisa de uma dose mais aqu mais mais um pouquinho e daqui e vai e só vai aumentando porque é uma dopamina de péssima qualidade. Então o seu cérebro se adapta rápido, só que agora ele gostou daquele prazer e agora ele te pede aquele prazer, só que agora você precisa de mais para alcançar o mesmo prazer. Aí daqui três semanas você precisa de mais para alcançar o mesmo prazer. Você levou aqui seu cérebro um Platô de prazer no sexo. Como isso é uma ascensão, isso vai mais devagar. o seu cérebro se
acostuma com uma dose boa, saudável e que, salvo algumas compulsões, enfim, você vai ter uma necessidade ainda um tempo muito maior de buscar o sexo. É, é só você perceber o nível de relaxamento de depois de uma relação sexual. A gente às vezes brinca, fala: "Se a casa pegar fogo, arrisca você morrer queimado, não ter perna para levantar, né? >> Perceba o nível de relaxamento dessa dopamina. Essa aqui muito pelo contrário, ela não te relaxa, ela te excita, >> entendi. É, é, é como se fosse o E ainda tem um outro fator muito, muito importante
que é da atividade física. Quando você faz sexo, você faz atividade física intensa, sabe? Eh, respiratória, eh, de mobilidade muscular, entendeu? É, é como se fosse o atleta. O atleta quando ele vence uma prova também, ele Tem um pico de, né, de dopamina gigantesco, mas é é o que você falou, ele vai sendo preparado, vai sendo construído, depois você nem vai no atleta mais ainda, né, de satisfação e também de duração, né, do prazer. >> E é tão engraçado isso. Hoje até nós postamos alguma coisa sobre isso, sobre a Copa, né? 52% das pessoas estão
absolutamente desinteressadas da Copa de 2026. >> Quantos? 52% das pessoas >> no Brasil ou mundial, no Brasil, >> mais da metade. Ninguém vai pintar a rua igual era antes. >> Elas vão se motivando à medida que que for acontecendo. Mas a psicanálise explica isso. É porque quando você vai tendo muita decepção sobre um fator específico, você não cria expectativa. Então é engraçado porque como olha, percebe como que a gente vai abrindo mão de alguns prazeres. Acontece a mesma coisa com sexo. Isso é triste, isso é um Tabu. A gente não fala muito sobre sexo e
deveria falar. Sexo é um hábito extremamente saudável. É, é muito louco quando você pensa que a nossa geração é a geração que mais faz, menos faz sexo na história. A gente que tá em consultório, assim, era avaçalador as queixas relacionadas à relação sexual no casamento. Não, a gente passa três meses sem fazer, não é seis meses sem, nossa, meu marido não tem um pingo de Interesse, nossa, eu procuro, meu marido nunca quer. Às vezes o inverso, o homem, mas era assim, eu eu tô para te falar que uns5 >> dos casos vinha com essa queixa
>> 95 >> nos casamentos. >> Sim, >> 95% de casamentos vinham com esta queixa, a queixa sobre relações sexuais. >> E os medicamentos não dão suporte para Isso? Não. >> O medicamento dá um suporte paraa ereção, mas ele não dá suporte para cá, né? Não, eh, >> quando não há desejo, quando não há vontade, quando não há espaço, >> porque o problema da ereção você resolve. Agora, você não resolve o problema do ter espaço. Nessa relação há espaço para sexo, há desejo. A gente se deseja, a gente olha um pro outro e Sente vontade de
estar junto, de se tocar, de querer estar junto um com o outro. Esse não tem remédio que resolve, né? Uma paciente minha um dia falou: "Doutora, claro, esse não é meu meu lugar, mas eu fazia isso porque eu sou uma estudiosa". "Doutor, se eu trouxe aí meus exames de testosterona, senhora dá uma olhada?" Falei: "Claro, eu não sou especialista nisso, mas eu te encaminho para ginecologista, mas eu olho. Você quer que eu olhe?" Aí eu olhei ela, Falou: "Você acha que eu devo tomar, fazer reposição hormonal?" Falei: "Eu acho que a reposição hormonal na você
acha que ela vai resolver? Se a médica meter testosterona em você e você ficar com muita vontade de transar, como é que você vai resolver isso?" A FL nunca tinha pensado porque >> isso até um problema, porque eu já >> Porque se o problema for testosterones tá fácil. Se o problema for tá da Lafila, também tá fácil. E quando o problema é quando os dois não se reconhecem mais? E quando o problema é quando os dois não sentem desejo mais? E quando o problema é quando os dois adormecem na frente de uma televisão e não
tem tempo um pro outro mais. E quando o problema é quando o corpo do outro já não gera mais química, já não gera mais desejo, já não gera mais vontade, como é que você resolve isso? Não tenta Dar lá fil texto que resolve. >> Vale a pena resolver isso ou é melhor mudar? Que que você pensa? >> Ah, eu acho que vale a pena. Eu sou muito apaixonada por famílias. Eu acho que família é uma célula mat da sociedade. Eu acho que se existir solução, a gente precisa correr atrás. >> É possível assim, sol. Eu
acredito muito. >> Parece que é um vaso tá quebrado assim, né? Eu não sei. >> Esse vaso tá quebrado. Ah, a gente não deseja mais. A gente já não se deseja. Vamos entender o que que tá acontecendo e vamos rasgar essa ferida. Você não deseja ela mais. Por qu? Você não acha ela mais bonita? Ah, ser sincera, doutora. Você vê, eu malho, ela tá assim, ela não se cuida, o corpo dela não tá bonito. O que que você tem para falar para ele sobre isso? Você acha que você pode melhorar? Você quer melhorar? Você quer
que seu esposo olhe pro seu Corpo, sinta desejo? E é conversar sobre assim, é ser adulto. Existem conversas difíceis que precisam ser realizadas, por mais difíceis que elas sejam. Vamos falar sobre isso. Por que que Porque assim, é tão difícil de se fazer um casamento, ainda mais quando tem filho envolvido, é muita coisa, é muito trampo, vale a pena. E e aí eu volto naquele lugar, eh, as pessoas eh te assediarem muito, isso mexe comigo? Não mexe, porque assim é trampo, você vai Mudar de CPF, você vai ter outros problemas em outro lugar. Esse aqui
não tem esse problema, mas ele tem os outros problemas. Então, se puder reformar essa casa aqui, essa casa ficar aconchegante, vamos reformar. Então, eh eh as pessoas querem soluções muito rápidas. Solução rápida pro emagrecimento, solução rápida para ereção, solução rápida para ausência de desejo. Tá beleza? Nós vamos resolver isso. Você quer que resolve? Vamos Resolver. Seu problema é testosterona, eu vou te dar. Mas como diz um amigo meu que é médico, ele fala assim: "Tem mulheres que se eu colocar muita texto nela, eh, eu vou est dando um patinete pro Sassi." [risadas] >> Você já
pensou? É, eu já falei isso para várias mulheres, beleza, eu te encaminho para um ginecologista, ele vai resolver o problema da sua texto. E você vai ter Homem em casa que vai dar conta do seu desejo, a relação de você se comporta se você quiser ter sexo todo dia. >> Mas o Cabeleira falou o seguinte, a pergunta dele foi: Vale a pena consertar ou vale a pena mudar? Se você muda, você não resolveu o problema, porque o problema, de novo, >> não é a texto. >> É isso, >> não é? Você vai para outra situação
com o mesmo problema. >> É isso, >> não é? Não dá para você jogar o problema para fora. Você tem que cuidar dele, né? Não adianta. Nossa, eu vou procurar outra opção. Não, você não resolveu. >> Mas será que a gente não tem que analisar também caso a caso, assim? Não, com certeza. É o seguinte, se teve teve uma traição, teve uma traição que é o vaso quebrado, quebrou o vaso, foi uma traição, aí quebrou o vaso. Não, eu eu em especial talvez eu não optasse por Colar novamente o vaso, não. Mas o vaso tá
trincado porque o nosso relacionamento tá ruído e a gente não tem mais prazeres. Sim. Aí nesse caso eu vou fazer é isso. Não dá para você. É porque parece que é bem fácil assim. Parece que na maioria das vezes basta um diálogo que você consegue restaurar. Se for o diálogo que tá faltando, eu acho que vale a pena, né? >> É depois do diálogo, >> o que vai mudar depois, >> porque depois que o outro te entrega alguma coisa, você vai ter que ver o que que você vai fazer com isso. >> Porque se a
gente tem uma conversa densa e o meu esposo diz: "Olha, eu vou te ser sincera, já que nós estamos aqui numa terapia de casal e você pediu, eu não sinto desejo pelo seu corpo porque você mudou muito desde que a gente casou. você ganhou muito peso ou sei lá o quê, aí agora eu preciso fazer alguma coisa Com isso que eu recebi. Então assim, não é um simples diálogo. Por isso que conversas difíceis são complicadas, porque quando eu abro uma caixa, vai sair muita coisa de dentro. Aí agora o que que eu vou fazer com
isso? >> O Freud falava uma coisa, eu falava isso muito no consultório, o Freud falava uma coisa fantástica. Ele dizia assim: "O sexo quando é bom não significa nada no casamento. Quando ele é ruim, ele significa tudo. >> Eita! >> A o sexo é importante no casamento". Eu falava, se for bom, não, ele só, ele só faz, ele é parte do casamento. Quando ele é ruim, ele é 80% do casamento. >> Sexo é importantíssimo. Segundo a Abraham Meslon na pirâmide de Mesl, o sexo tá aqui embaixo nas funções vitais. É tão importante quanto fazer xixi,
quanto evacuação, quanto hidratação, quanto sono. Sexo tá aqui, ó, embaixo. >> Caraca. >> É, uai. >> [risadas] >> É, sabe o que que eu tava pensando? Nossa, tanto que eu durmo pouco. Tem que compensar com outras atividades, né? Eu durmo [risadas] pouco. >> Eu falava isso muitas vezes em treinamento. Aí eu achava ótimo no final de treinamento zombinho falava: "Você doutor, senhora, podia me prestar foto dessa pirâmide aí para eu mostrar pra Minha esposa?" [risadas] Tá lá na pirâmide de mesa. Hidratação, nutrição, sono >> e e evacuação e sexo. É função vi. tal igual beber
água. >> Andreia, você falou de >> Você já percebeu que no consultório muitos não sabem que que é um sexo bom? >> A grande maioria >> que às vezes tem assim e a pessoa acha que tá tudo certo, >> a grande maioria. E sexo também não é sobre não é sobre quantidade, é sobre qualidade. É >> qualidade. >> Sexo é uma das relações mais profundas entre dois seres humanos. Mais profundas. Nem com seu filho você tem esse nível de profundidade. Um entra dentro do corpo do outro. Já parou para pensar nisso? É um nível de
troca extremamente profundo. Tem um mestrado de uma Psicóloga da Unicamp que ela fala de quantas trocas, inclusive emocionais acontecem em relações sexuais e o quanto é perigoso você sair tendo sexo com várias pessoas. Trocas inclusive emocionais. É a relação mais profunda que dois seres humanos podem ter. Não tem nenhuma outra pessoa nessa vida que você entrou dentro do corpo dela. >> E ela fala que é perigoso você fazer isso com várias pessoas. >> É. Você vai se você vai se dilu perigosíssimo >> porque por ser uma relação extremamente profunda. >> Você acredita nisso? Sim. Nessa
troca de >> uma tese de mestrado >> de energia de >> Ela nem fala de energia. Ela fala, ela não fala de energia não, ela prova por a mais b mesmo trocas inclusive emocionais de questões emocionais. Um >> simples sexo assim você é >> pela profundidade do vío não existe um simples sexo, né? Nenhum sexo é simples. >> Você entrou dentro do corpo do outro. >> Não tô falando sim, porque >> por si só não é uma relação simples o >> o sexo de um de um casal detalhes assessoriais. >> É, pausou aí, tá? É
porque mandaram o L Pix aqui. O sexo de um casal, eu entendo que ele é muito mais sofisticado ali, tem vários valores que compõem aquela Relação. Mas será, eu conheço pessoas que se relacionam eh sexo por prazer, vai lá e e faz sexo, tem vários parceiros e não sei se ela capta, >> quase uma masturbação a dois, >> não sei se ela capta essa energia de todo mundo assim, sabe? energia, né? São trocas importantes que ocorrem. >> Acho que não troca nada, sabe? Eu acho que só vai lá, faz e vai embora. E no dia
tá tá de novo ali jogando. >> Nossa, mas aí de novo complexo, né? Que Relação objetal. >> É, >> eu eu acho muito assim aí é é eu, né? Eu eu filosofando. >> Sexo é uma relação de tanta troca, de tanto atrito, de tanto que precisa tanto disso que acabou se virar pro lado como se a pessoa não existisse vestir a calça embora. Acho tão contraditório. Você acabou de se entregar tanto, de se encostar tanto, de se esfregar tanto. Agora acabou agora. Ai, eu acho isso muito esquisito. Acho muito estranho. Eu acho difícil separar isso
assim. Não que você tem que se envolver, não é sobre isso, mas eu acho esquisito demais. Eu acho que sexo passa por afeto. >> Mas será que isso não é uma construção social nossa? assim, algo que a gente que que construiu assim, eu já olhei, já vi Tribos indígenas onde eh o filho era da tribo inteira, assim, porque não sabia quem era o pai, assim, a mãe tinha relação com todos da tribo e aí nascia uma criança. A criança era filha da tribo, >> não faz exame de DNA. É, mas aí tem todo um contexto,
né, antropológico ali envolvido, social, que ali não é considerada essa fragmentação toda, ali deve ter toda uma história de uma partilha. >> Então aqui é uma construção social nossa também, né? Toda uma história de uma partilha, passa por outro registro, né? >> Não, com certeza. >> É, mas dentro da nossa construção social, isso isso é complexo. Essa diluição, ela é complexa. Você se fragmenta, você vai se perdendo de você. É porque talvez tem toda uma estrutura que foi colocada no seu inconsciente Falando, ó, é assim, talvez é isso virou importante para você que tem que
ser desse jeito. >> Você já teve uma vida sexual super ativa com vários parceiros quando você era solteiro? >> Nada, nada. Eu não, eu não, nada. O Robertinho teve bem mais, >> muito menos que ele. É o tamanho [risadas] del. Você é doida. >> O Robertinho teve bem mais. Teve bem mais. Ué, como é que você sabe? >> Muito bom. Não, o Robertinho era popular, né? O Robertinho era popular. Posso ser popular do quer pensa em polem pensou em polor aqui foi de tribos que fazem. Quiseram poupar o casamento de vocês e não responderam. Então
eu vou trazer minha esposa sabe que eu tô aqui verdadeira. Realmente >> a grande maioria das pessoas que você pergunta, pessoas que vivem essa vida sexual extremamente intensa e e diluída, A grande maioria vai trazendo o discurso assim: "Nossa, mas vai indo, vai ficando vazio." Não tem uma coisa ancestral, tipo assim, eh, me explique, me coloque no caminho da luz, de que nos ancestrais, vamos pensar no homem das cavernas ali, o sexo era só uma coisa animal mesmo, instintiva, sem sentimento nenhum. E com o entendimento do homem como Homem, como pessoa, como uma coisa além
do do instinto animal, [limpando a garganta] o sexo também evoluiu nesse sentido. Não seria o sexo do jeito que você enxerga como uma evolução do homem também em vez do sexo animal? Exatamente. >> E aí lembrando de uma tribo indígena que que tinha essa, né, essa cultura onde todos os homens transariam com a mesma mulher e ela não saberia quem é o filho. Essa tribo hoje, será Que ainda é da mesma forma ou até nesse momento ou hoje eles também entenderam? O homem branco acabou com essa tribo. >> O homem branco foi lá e desimou
essa tribo lá. >> Ela ela não se ela não se implodu. Do jeito que você quer falar. Não, não é isso. Isso. O homem acabou com ela. Mas será que não é um processo de evolução? O sexo também saindo do sexo animal, onde era só ir lá Pegar qualquer mulher ali no meio do >> Quando você quer estabilizar, você faz o quê? Você procura um parceiro só. >> Sim. >> Se isso não for evolução, não sei o que que é evolução. É >> quando você quer estabilizar, >> estabilizar, você fala: "Não, agora cansei e tal,
o que que você faz?" Você procura um parceiro, perceba como é um movimento evolutivo. Tem, ah, eu vou para farra e tá tudo Bem, ah, terminei uma relação, vou viver, vou, quero aproveitar. Mas aí quando a pessoa estabiliza, ela fala: "Agora eu quero ter uma pessoa só porque faz mais sentido." Percebe que que é um movimento de evolução mesmo, que é bem o que você falou. Parece que em momentos de evolução a gente faz essa opção por não ser tão diluída assim? >> Acho que não, hein? Mas você casou quase virgem? >> Sim, mas eu
quase virem era fragmentado. Era fragmentado. >> Mas é, eu acho que não sabe por hoje, igual você falou, as pessoas estão transando cada vez menos, então elas estão optando em não ter família. e não ter família, isso é algo que vem acontecendo. E se for pensar no que o Robertinho tá falando, essa questão evolutiva, a gente tá caminhando para ter um mundo, né, um mundo religioso, islâmico e judaico, que são as famílias que estão tendo mais filhos hoje. E no Caso do judaísmo, é porque realmente tem vários filhos, né? Tem cinco, seis, sete filos, >>
mas nós estamos caminhando para isso. >> E o, pô, a comunidade muçulmana hoje no mundo é ondas maiores. É ondas maiores, que é os caras que tem três, quatro esposas e tem filhos com todas. É uma ondas maiores. Então, se for pensar nisso, a gente tá amanhando para São três, quatro esposas, >> duas, três, depende do que a primeira, >> mas são relacionamentos eh fixos e duradouros, não é? Tipo assim, eu só fiz o sexo. Ele sabe quem é a mulher, ele tem um relacionamento com ela, ele vive com ela e ele cria os filhos
dela. >> Uhum. >> Então não interessa quantas são. É sobre o tipo de relacionamento. >> Entendi. >> Né? Tipo assim, ele não é, ele não pega uma pessoa qualquer, ele só faz o sexo Sem saber o nome. É só, é só o sexo pelo sexo, só pelo prazer. Isso é uma coisa para mim, de novo, me corri se eu tiver perdido no escuro aqui. Isso para mim é uma coisa muito mais animal, ancestral. É porque lá ele tem várias, mas ele assume todas, né? Inclusive a história de todos, os filhos de todas. Aqui eles t
várias, mas assume só um. >> Sabe, o sexo só pelo prazer é uma coisa para mim bem primitiva do homem que existe até hoje. Existe até hoje. Mas é Como se a gente deixasse de evoluir no sentido de sexo também. O sexo não precisa ser só o prazer, ele pode ser uma coisa além disso. Há mais do que isso. E eu acho que é assim que o homem evoluiu sexualmente falando nas relações, né? Interessante. Acredita no papai, continua. Acredita no papai. Adoro esse continua. Isso é muito do psicanalista, né? >> É. Fale >> continua porque
logo logo tu cai no ato falho aí, né? Eu quero tá continuar, mas mas é isso. Eu poderia falar, né? Você entende? [ __ ] E aí você vira e fala assim: "Não, mas tem aí hoje um, gosto de cit, um exemplo aí, nossa, das pessoas que mais crescem no mundo, da população. De novo, você tá validando o que eu falei, porque é um processo que eles fazem da mesma forma que a gente. Não é um aleatório. Nossa, eu vou fazer sexo ali e vou largar a pessoa." Ele não Larga a pessoa que faz sexo.
Talvez seja prova de sucesso de que o sexo com a pessoa determinada onde você conhece que vai além do prazer é uma forma de evolução. Eles estão evoluindo porque eles estão fazendo da forma correta. E aí tá, continue. Beleza. A gente pode ficar tentando repetir vários exemplos porque talvez você entenda o que eu tô tentando dizer. >> Não, já entendi já há muito tempo. >> Ah, tô achando que você não entendeu até Agora. Concordei com você. Ver se te pega em contradição. [risadas] >> E aí, que que tu achou do filme do Michael? >> Maravilhoso.
>> Você conseguiu ver o filme ou você ficou analisando o John Jackson lá o tempo todo? >> É impossível não analisar. >> É mesmo? Não conseguiu relaxar ali para >> não consegui nas performances dele. Sim, mas ali é tanto sofrimento que é difícil Relaxar, né? É, né? >> Nossa, aquele filme é muito pesado. >> Aquele filme não é sobre o Michael Jackson, é sobre a relação de um pai e um filho, né? >> Um pai narcisista, escroto pr [ __ ] >> muito pesado. E e o resultado >> quanto o pai pode ferrar com a
vida de um filho, né? >> É isso. O resultado, aquilo que a gente viu do Michael Jackson era só a ponta do iceberg de tudo que ele viveu, né? Na Verdade, o Michael Jackson foi refém dos traumas dele, né? >> Toda a mudança no rosto que ele fazia o tempo todo, toda a insatisfação com a própria beleza, todo comportamento de ter a Neverland dele, as crianças e tudo aquilo era tudo o resultado das dores que ele carregou uma vida inteira, uma existência inteira. Então, impossível assistir aquele filme de forma isenta. >> E o quanto é
difícil ser desconectado de uma de uma relação abusiva dessa, né, Que tipo ele pedia socorro, ele queria, né? falou pro Carol, despede meu pai porque não dava conta. Uma coisa simples, é só uma não fal >> não. E em algumas vezes ele tentou, né? E algumas vezes as pessoas falaram para ele: "Não, você precisa". Inclusive no último show, né? >> É, >> ele não queria. O cara falou: "Você não faça". Ele falou: "Eu preciso fazer, eu preciso". Ele tinha uma dificuldade Gigantesca de colocar limite no pai dele, até porque o narcisista ele é perigoso, porque
ele é muito sedutor. >> Uhum. Se ele tiver 30 segundos com você, ele vai te ganhar, ele vai fazer você fazer o que ele quer. >> É, mas ali não era uma sedução que rolava, né? >> Claro que é, porque ele usava de argumentos daquilo que doía no menino. A sedução, ela passa por essa perspectiva. Ela não passa só pela perspectiva da Coisa boa. Às vezes eu te seduzo usando as suas dores. Às vezes eu te seduzo usando as suas limitações, os pontos fracos que eu sei a seu respeito. >> No caso dele lá, ele
falava assim, ó: "Você tem que ser um profissional, você tem que entregar, você tem que Não era isso que ele fazia também. Ele usava do responsabilidade que já era dele. Tipo assim, >> ele ele usava desde a elogiá-lo muito até também criticá-lo muito, né? Eu falo Que a gente não po a gente tem que ser eh não pode se tornar vulnerável nem a elogia e nem a crítica. Elogio também é um perigo. Tem gente que manipula no elogio. >> Então às vezes ele elogiava também, né? Mas na tentativa de de manipular. Quando ele percebia que
não dava, ele ia pro escrachar. Quem que você acha que é? Você acha que é melhor que todo mundo? E ele sabia que a dor do Michael Jackson era esse medo de ser invalidado pela Família. Então ele usava isso o tempo todo. Você tá traindo seus irmãos, eu vou te ensinar o que que é família. Você não sabe conceito de família, você tem que ajudar sua família. Então ele percebia que ele deitou e rolou na dor do menino, porque essa era a dor do menino, a família. Ele ele conseguia ser alguém fora do contexto familiar.
Então ele deitava e rolava baseado nisso. Então ele pegava isso e o narcisista ele vai fazer isso muito. E a Ana Beatriz Fala uma coisa e eu super concordo com ela. Eu não sei até que ponto que narcisismo e psicopatia não se misturam. Hoje depois de conviver com alguns, eu tenho uma dúvida sagaz. >> Se todo narcisista não é assim um psicopata em algum grau. Antes eu achava até que pudesse não ser. Hoje hoje de verdade eu acho difícil ter um narcisista que não tem traços psicopatas. Acho bem difícil. >> Acho muito difícil. Muito difícil.
Ele Pode até não ser um um psicopata clássico, mas ele tem traços importantes de psicopatia. Então ele mostra isso muito no no filme, né? Ele não tinha amor nenhum pelo menino, né? Quando o cara queima o cabelo lá naquela cena que o Michael Jackson queima o cabelo tudo, ele chega na UTI perguntando quanto que ele pode fazer show. O médico falou: "Seu filho quase morreu. Seu filho está em coma, tá? Mas eu quero saber quanto que ele pode voltar a assumir a agenda Dele." Então é função, função, função. Utilidade, utilidade, utilidade. O narcisista ele não
olha para você e vê uma pessoa, ele vê uma utilidade. O que que eu posso usar essa pessoa em prol dos meus objetivos? Eu, eu, eu, eu eu tenho objetivos, eu preciso. Eu quero. Agora, eu não quero. Então você fica para cá. Não, agora eu quero. É. Eu, eu, eu, >> e engraçado, né? Porque o Michael sempre cercado dos melhores profissionais, Ele buscava profissionais para mudicar o próprio corpo, né, para realmente sair daquela imagem formada pelo pai que que era narigudo, que era não sei o quê. Ele queria desmanchar aquela pessoa. E ele procurou profissionais
para isso, mas ele não procurou um profissional para cuidar da saúde mental dele. >> Mas é porque é muito difícil. Eu já atendi vítimas de narcisista. É muito difícil você sair de um narcisista. A única forma de você sair de um Narcisista é fechar a porta para ele. Se ele tiver 3 minutos com você, ele vai te enrolar de novo e de novo e de novo e de novo e 20 vezes. A única saída para um narcisista é não. Não falo, não te encontro, não posso, não, não. Se ele tiver a oportunidade de sentar com
você, se ele tiver 3 minutos, ele te põe aqui de novo, ó. Pode. Você, você foi muito feliz na sua colocação. Ele teve os melhores profissionais e ele virava um menino na Frente do pai dele. Ele não conseguia pôr limite no pai dele. Aquela cena dele chegando no quarto com a cirurgia, quando o pai dele fala: "Maicha, ele gel". Ele já era grande, ele já tinha feito. >> Quando o pai dele chama ele, ele volta a ser aquele menininho que era espancado e fica quietinho. Ele era absolutamente vulnerável ao pai dele. E é assim mesmo.
O narcisista ele engata em alguma coisa dentro de você ali, ó, tuf. E e põe um Fio que você se torna absolutamente vulnerável a ele. Ele sabe o botão que ele aperta que te faz desmontar a sua força, a sua potência. você vira um um uma criança, uma criancinha na mão dele. Ele sabe mexer os botões certinhos para te vulnerabilizar. E aí, >> e qual técnica que você usa paraa sua paciente assim para ensinar ela a dizer se não? >> Corra, afaste-se o mais rápido possível, distancie-se o mais rápido possível. Todas as vezes que essa
pessoa chegar, ela vai chegar para te levar alguma coisa. >> E como é que tu vai correr do teu pai, da tua mãe? >> Ele, no caso dele, ele já podia. Você lembra quando o assessor dele falou para ele: "Por que você não aluga uma casa para você?" Ele falou: "Ainda não é hora, ainda não consigo". Porque tem todo esse compromisso assim, >> já podia morar fora ali, ó, >> de família, ó. Ó a tua relação com a sua mãe. Imagina se ah, su é que sua mãe não é, mas imagina se tivesse uma mãe
narcisista. Como é que >> se não puder haver um um distanciamento físico e geográfico? Que haja um distanciamento emocional. Se é a minha mãe, eu não posso. No caso do Michael, ele podia morar fora já. Ele não dava conta, mas ele já podia. Mas várias pessoas vão nos ouvir com essa demanda. E, aliás, essa é a pergunta que eu mais Recebi essa semana sobre qual assunto que você quer que eu fale? Mais de 500 respostas, 10% era sobre narcisismo. Aí >> é assim, avaçaladora essa pergunta. Se você não consegue fazer um distanciamento físico, que você
faça um distanciamento emocional. A gente precisa entender o que que a gente entrega para cada pessoa. Existem pessoas que a gente só fala de superficialidades. Ai, hoje vai chover. Ai, como que tá o Tempo em Araguari? Ai, hoje tá muito calor. Ah, não sei que lá, não sei que lá. Esse é o nível um de pessoa. Você já tem gente que você vai ter que ir só até aqui, ó. Isso é distanciamento emocional. Você não vai aprofundar. Nível dois, eu falo sobre o evento e eu falo inclusive a minha a minha percepção sobre o evento.
Nossa, hoje tá muito calor em Araguari e eu tava até pensando em comprar um ar condicionado. Então aqui você já foi pro segundo nível. Aqui Você falou do evento, você falou sobre você no evento. Terceiro nível, as suas emoções. Hoje está muito frio em Araguari. Eu queria voltar logo para casa porque frio me deprime. Terceiro passo. Percebe esse nível aqui? Você tem que chegar com pouquíssimas pessoas sobre você e o que você sente. A maioria das pessoas eu vou só no nível um e no nível dois. No máximo dois. Ah, sei lá, situação política no
Brasil. Ah, Não sei que lá. Você viu o que que aconteceu com o fulano? Vi, é mesmo. Ontem eu assisti o Jornal Nacional, falou isso, isso, isso. Passo dois, eu vi o que aconteceu assistindo Jornal Nacional e eu penso tal, tal coisa. Esse é esse é o máximo que você pode chegar com algumas pessoas. Terceiro nível, eu vi, eu penso isso e isso mexe comigo no nível aqui. Você é muito vulnerável aqui. Se você entrar com a maioria das pessoas, Tá ferrado. Então, se você vive com narcisista e não pode sair da presença dele, permaneça
no nível um, no máximo do dois. Não aprofunde, que se você aprofundar, você tá ferrado. Ah, eu não posso me afastar geograficamente. Afaste-se emocionalmente. Fale só superficialidades. Eu costumo dizer pro Jorge, você tem mania de dar informação, dê só notícia. Há uma diferença entre informação e Notícia. Notícia eh, sei lá o quê. Ah, hoje eu não >> Neymar foi convocado. >> Não, hoje eu não vou na sua casa. É domingo. Você me chamou para almoçar. Ô, Robertinho, hoje eu não vou poder almoçar com você porque eu tô muito cansada. >> Você não vai. >> Informação,
aliás, notícia. Isso é notícia. Dê só notícia pra grande Maioria das pessoas. Não dê informação. Notícia. Robertinho, eu não vou almoçar na sua casa domingo que eu tô muito cansada, tá bom? Obrigada pelo convite. Informação. Robertinho, eu não vou almoçar na sua casa porque eu tô muito cansada, porque eu tive uma briga com a minha sogra. Fiquei tão chateada, se mexeu tanto comigo. >> Informação. >> Para de dar informação pros outros. da sua notícia. A notícia, Jornal Nacional, Ele dá a notícia de acordo com o que interessa, com o objetivo, com a intencionalidade. Dê para
as pessoas notícia de acordo com o que interessa, de acordo com a sua intencionalidade, de acordo com o que você quer que a pessoa saiba. Para de ficar dando informação. Eu brigo com Jorge isso o tempo inteiro que o Jorge dá informação demais. Ai, porque eu não fui, porque aconteceu isso, porque minha sogra é isso, porque Minha mãe é aquilo. Para, dá notícia. Não fui porque eu tive um problema na minha família. Tá bom, obrigada. Tchau. Para de dar informação. >> Perfeito. >> É. Ui. >> Não, porque igual aconteceu com a gente esse final de
semana, aconteceu um problema, >> a gente foi e deu informação pra pessoa. Poderia ter dado só notícia. >> Notícia. grava isso. >> E aí deu a informação com aquela preocupação, sabe? Cara, aconteceu isso, isso, isso. Tu, tu me desculpa, depois a gente vai resolver que ser verdadeiro com a pessoa, sabe? Ó, vou ser verdadeiro com você. Essa é verdade, né? E aí foi o motivo suficiente pro cara, ó, pá, montou em cima e ó, julgamento, julgamento, porque não podia, porque é isso, porque é aquilo outro. E aí quis, entendeu? Se virasse, lá assim, ó. Não
rolou, não rolou. >> Pronto. Mas nada, mas nada não rolou. >> A verdade, a nossa verdade é algo muito caro. Dê para pouquíssimas pessoas. A sua verdade, ela é algo muito caro. Ah, eu não vou, eu não vou debater com certas pessoas sobre as minhas verdades, sobre o que eu penso. Ai, que não vou. Assim, a minha verdade é algo muito caro para mim. Eu não vou entregar para qualquer pessoa. O máximo que eu vou te dar é notícia. Informação é para poucos, porque quando você dá informação, você Vulnerabiliza. Então, grava isso. Não fica dando
muita informação, não. Informação é para pouquíssimas pessoas. Não posso porque meu esposo teve um problema de saúde, não tem necessidade. >> Te chateou o quanto o Michael foi injustiçado assim no final da vida dele depois de você ver o filme assim. Aham. >> O negócio punk ali, né? >> Aham. Eu tive uma uma revelação com aquele filme porque é engraçado, né? Até, principalmente como psicanalista, Eu acho aquele filme extremamente psicanalítico, porque ele vai falar sobre a origem das dores. >> Total, total, >> totalmente. Ele vai falar sobre a origem das dores. E aí eu entendi
ele 100%, eu entendi muito, muito de tudo, de todas as decisões, de cada comportamento, de cada >> essa cobrança de ser bom, né? As fichas para mim caíram assim, as peças encaixaram 100%. >> Aquilo lá é é muito pesado. Eu fiquei muito chateado. A maioria das pessoas saem do cinema brincando, rindo. Eu saí muito mexida. É >> muito mexida. >> E eu tava vendo depois a história dele. Isso é interessante, né? Porque ele ficou muito rico e aí ele perdeu toda a fortuna dele naquele processo ali, né? Ele entregou uma grana lascada pro pai do
menino para ele queria encerrar o processo, né? Tanto que não foi julgado. O cara se retirou do processo e acabou ali anulou, né? Ele pagou para que isso acontecesse. E aí depois que ele morreu, fizeram a autópsia do corpo dele para saber qual motivo que ele tinha morrido e viu que ele não tinha feito a circuncisão. E no depoimento do menino, o menino descreve os órgãos genitais do Michael e fala que ele era circuncidado. >> Hum. >> Circuncisado. >> Circuncisado. Circuncindado. Não sei como que fala. É, mas fala que ele que ele tinha feito a
circuncinão, sabe? Ou seja, o relato é, >> ou seja, era mentiroso e com autópsia era uma prova suficiente para ver que o Mike nunca tinha abusado do menino, que o menino nunca tinha. >> E é tão engraçado aquele filme, porque aquele filme quebra a quarta dimensão, né? Ele chama a gente para dentro do filme porque o filme vem numa ascensão, Num há ascensão. Aí tem o show final com os Jacksons Five e o filme acaba. >> Eu não vi o filme, então [risadas] >> spoiler, vários spoiler. O filme acaba. Ah, mas spoiler de algo que
já acontece, >> como se ele dissesse assim, ó: "A partir de agora é o que você conhece. A partir de agora é o que você viu". >> Uhum. >> Eu queria te contar o que você não viu. A partir de agora é o que você viu. Porque hora que o filme tá numa ascensão, tanto que a gente tem uma sensação de ejaculação precoce. Você fala: "É >> porque aí o cinema acende, você fala: "Uai, acabou". Então o >> o filme ele quebra essa quarta dimensão porque ele te chama para dentro do filme. É como se
ele, eu tive essa sensação nítida assim de dizendo assim, ó, a partir de agora é só o que você já Sabe mesmo. Agora não tem mais nada para acrescentar, não. Agora é com você mesmo. Só queria te contar o que você não sabia. >> Agora julga. Vai embora para sua casa agora e julga. Pesado, pesadíssimo aquele filme. >> Eu ia ver hoje, mas >> ah, Robertinho, para de graça, velho. Para de graça. >> Muita gente assistiu o vídeo que eu Postei na página e falou assim: "Agora eu vou assistir". Muita gente assistiu o meu vídeo
e falou: "Agora eu vou assistir". Porque baseado an [limpando a garganta] >> muita gente não queria assistir e falou: "Não, eu vou assistir baseado nessa sua análise". Porque realmente é quando você vai assistir com a outra com outro olhar é diferente mesmo. Eu ia falar iste >> você vai ver por outro >> que a minha percepção é muito mais, Vamos falar assim muito mais analítica, né? Bem mais profunda do que do que as cenas, né? >> Não. E é tão doido, é tanta coisa. Daria um podcast sobre aquele filme. >> A a fissura que ele
tem por animais, gente. >> Ah, tá. Ele tinha um zoológico na casa dele, tudo mais. Mas a experiência dele com o humano era muito ruim desde muito cedo, né? Aí você entende aquela frase de pessoas Que dizem assim: "Ah, e eu amo os animais, eu prefiro ficar com bicho do que com gente". >> A a experiência dele com o ser humano, ela foi muito ruim desde muito cedo. O primeiro ser humano que você conhece é seu pai e sua mãe. >> É. [limpando a garganta] Se o primeiro ser humano que você conhece é um ser
humano extremamente perverso, você quer mesmo é se relacionar com bicho, não quer saber de gente. Aí ele tinha cobra, Tinha macaco, tinha girafa, tinha e aí lá em Neverland também, né? Tinha um um zoológico inteiro, a experiência dele com gente e ele fala isso num dado momento, ele fala, alguém pergunta se ele não namorava, se ele não ia namorar, ele fala: "E a minha experiência com gente é sempre muito ruim". >> E tu acha que todos foram vítimas ali? A mãe foi vítima também do pai. Até os filhos que não eram os astros ali da
casa ali também foram vítimas. >> Quem convive com o narcisista todos são vítima porque todo mundo faz parte do enredo. O narcisista é tão perverso que ele monta um enredo e todo mundo participa do enredo. >> Olha que você quando você tem mais de um filho, você tem o filho de ouro, você tem o bod. Chega, chega no filme, chega. Dá para ser, eles mostram quem era o Dioro e quem era o Bod ali ou não? No filme não mostra. Não entra nisso, mas Assim, mostra, mas mostra de certa forma assim, quando os irmãos estão
brincando, mostra, mostra assim, subliminarmente mostra. Mas o narcisista ele é danado demais, porque ele cria um enredo e ele usa as pessoas de acordo com o enredo. Então ele usava a mãe em relação aos filhos, ele usava os filhos em relação à mãe, ele usava um irmão em relação ao outro irmão. Aí ele tinha um comportamento perto das pessoas quando queria nos estúdios para mostrar assim: "Minha família é uma família feliz, nós somos unidos, nós estamos preocupados com o interesse um do outro e todo mundo tinha que performar de acordo com o enredo dele. Quem
foi mais vítima ali? Ele ou a mãe? >> O Michael ou a mãe? >> É, >> acho que todos ali foram vítimas. >> Então, uma vítima maior, >> inclusive. Os irmãos todos foram vítimas. Todo mundo. É, é isso que é Ruim do >> que a mãe sofreu para [ __ ] assim, né? Só que a mãe nunca conseguiu. Ela ela só consegue mesmo a hora que ele consegue, que ela fala assim, ó, ele decidiu daqui, você não passa mais. Mas se ele não tivesse decidido, ela sempre ia permitir. >> É. É. Porque pro narcisista você
não existe. Você é parte de um enredo. Ele cria uma peça e ele determina personagens. E você tem que cumprir o Personagem que ele desenhou para você. Você não é uma pessoa, você é uma peça do enredo que ele criou. E ele vai movimentar essas peças. Você, você, ele não te vê, você não existe para ele. Você é uma peça. >> Você conheceu muito narcisista aí depois dos seus milhões de seguidores. >> Eu consegui, eu conheci antes dos milhões. >> Não, tá, mas depois você conheceu muito mais. >> Depois não, depois não. Eu tenho um
amigo que ele tem umas frases maravilhosas. Ele é uma pessoa muito simples, mas ele tem umas frases maravilhosas. Ele, outro dia ele brincou assim: "André, você tá precisando de inimigos novos? Porque até os velhos ficaram amigos". [risadas] depois dos milhões de seguidores, por incrível que pareça, não, porque é incrível assim, as pessoas eh em geral Elas elas querem a gente muito bem. O narcisista ele é alguém que tem um enredo muito próximo de você, né? E depois que você é de milhões, pouca gente se aproxima, então fica mais difícil. É porque tem um narcisista esse
que organiza como vai ser o jogo, mas também tem o narcisista que é dependente e esse procura se aproximar de você, né? Por mais que ele ele sabe que ele não vai ser o número um, mas ele tá ali, ó, do seu lado ali. Tem um, parece que rola Até uma dependência assim dele, assim, não existe esse tipo. >> Você sabe porque que é mais difícil pessoas com relevância serem vítima de narcisista? Olha que que curioso, porque o narcisista ele se alimenta da sua vulnerabilidade. E quando você vê alguém muito relevante, você tem a sensação,
essa pessoa poucas vulnerabilidades, então eu vou me conectar onde? Porque o narcisista ele se conecta numa vulnerabilidade sua, >> ou financeira, ou emocional, ou espiritual, ou carência. Então ele te mapeia, ele tá ali com uma um um fio, uma tomada. Aí ele fala: "Ah, ele é carente de pai". Tum. Então ele te mapeia e ele procura esse seu lugar de conexão, alguma vulnerabilidade sua. Quando a pessoa tem muita relevância, ela acaba se afastando, ela acaba não se expondo muito, isso fica muito mais difícil de achar. Então essa pessoa já não se expõe muito, já não
se mostra Muito, ela já tá meio que vacinada com tanto de coisa, então é mais difícil. Então o o narcisista também ele é bem preguiçoso, >> mas tu já >> aliás 95% dos narcisistas que eu conheço morrem de preguiça. Eles são preguiçosos. Preguiçosos para trabalhar, preguiçosos para assumir as coisas e preguiçosos para mapear as pessoas. Então ele quer uma vítima mais fácil. Ai essa mulher aí vai dar mais trabalho. Dou mapiar ela, ela é mais safa até eu conseguir conectar nela. Não, tem gente, tem gente bem mais fácil para eu abusar aqui. Então eu vou
em gente mais fácil. Mas muuit das vezes ele tenta fazer essa conexão puxando saco, né? >> Que tem o puxa saco que ah, Dr. Andreia é isso, Dr. Andre, >> mas aí aí o puxa saco, ele é puxa saca, ele não é narcisista não. O narcisista não usa essas armas simples assim, não. >> Essa arma aí, ela é muito muito Simplesinha para ele. Ele não vai usar essa arma. A arma dele é a sua vulnerabilidade. Ele não vai chegar puxando saco jamais. Puxa saco é só puxa saco mesmo. >> Simples. É coisa de gente simples.
Puxar saco é coisa de gente bem simples. O narcisista ele é mais elaborado. Ele vai por outras vias assim, talvez ele vai atuar na sua vaidade. Nossa, você já tem muita relevância, você já pensou nisso, nisso, nisso, n? Talvez ele vai por essa via assim, mas ele ele não gosta desse tipo de trabalho não. Meu irmão fala uma coisa e é muito certo. Ele fala assim: "Ele é policial militar, coloca cerca elétrica na sua casa, não sei o que, eu falo: "Bom, mas vai evitar?" Ele fala: "Não, mas o ladrão ele tem preguiça, ele procura
o mais fácil. >> Entre uma casa que tem cerca elétrica e uma casa que não tem cerca elétrica, ele vai na que não tem. Tem tantas que não Tem. Então não é que a cerca elétrica vai impedir, mas ela dificulta. O narcisista ele vai nisso também. Ele procura gente com menos cerca elétrica, gente com muita coiseira, ele não tá disposto. Então ele vai procurar pessoas muito vulneráveis financeiramente, pessoas muito vulneráveis emocionalmente, pessoas muito vulneráveis dentro de igreja são muito vítimas de narcisistas religiosos. Essa pessoa que tem medo do pecado, do Inferno, de Deus não te
aprova, Deus não te ama, porque ele já sacou lá na sua casa você não é amado. Então o que você tem aqui é Deus que te ama. E se eu coloco na sua cabeça que dependendo do que você fizer, Deus também não te ama, você não vai suportar isso, né? Então aqui eu te manipulo, aqui eu faço com você o que você quiser, com o que eu quiser, porque você já tem uma figura paterna deteriorada. Então eu preciso criar um Deus aqui que é meio que esse Pai que tá te vigiando. Então se você não
fizer isso aqui, andar do jeito que eu quero, das coisas que eu quero, Deus não vai gostar de você. Então o mecanismo dele, ele é bem >> caramba, velho. É muito louco como o narcisista gosta de ocupar essas posições também de líderes, né? Líderes religiosos, assim, pastor, >> sempre >> o que tem de pastor narcisista, político, >> sempre. >> Ele sempre vai ocupar uma posição de liderança, até porque ele precisa dessa posição de liderança, ele precisa de relevância. A dor de alma do narcisista, o narcisista, a dor dele nasce por uma dor do abandono. Ele
foi abandonado por alguma figura muito importante na infância dele. Não abandonado literal. Às vezes esse abandono ele é ele não é físico, mas ele é emocional. Alguém muito importante, pode olhar pra História do narcisista, não o validou, não o amou, o abandonou. Então ele tem essa dor de alma, então ele não quer ser abandonado de novo. Então ele vai ensuflar o ego dele como se ele fosse muito importante. Ele é muito líder, ele é muito grande e todos precisam de mim. Exatamente. Para não ser abandonado de novo. >> Caramba. >> Pô, tem um super chat
aqui. Vamos ler. >> Não, vamos. Eu queria ver só uma coisa, Eh, até porque a gente falou do Michael e eu queria entender se porque eu vi você falando também, eu vi você falando do filme do Michael, vi você falando do Neymar. Ah, >> né, que é um jovem ali, tá na seleção. Dá para dá para falar alguma coisa do Neymar, que é um jovem também brilhante, com muita cobrança, com muita responsabilidade. >> Eu tenho uma informação bacana do Neymar. Se quiser me ouvir também, eu Queria falar. >> Pode falar. >> Até para contribuir assim
com a pergunta, né? Fala aí, ó, >> pergunta, porque hoje eu vi isso, não sei se é verdade, você que acompanha pode contribuir. Eu vi uma crítica pesada em relação ao Neymar, que na convocação aí da Copa >> que o Cristiano Ronaldo, assim que ele foi convocado, ele postou no Instagram dele a lista do dos convocados pra Seleção de Portugal. Hum. >> O Messi quando foi convocado, ele postou no Instagram dele a bandeira da Argentina e o Neymar quando foi convocado, ele postou no Instagram dele uma propaganda das bets. >> É, não sei. Enfim, >>
muita visualização. >> Pega demais no pé do Neymar, né? >> Postou mesmo. Olha aí, muita visualização. São os nossos heróis, né? Os nossos heróis aí. O povo pega demais No no pé do Neymar. Neymar, ele na verdade ele catal a a figura que todos nós vivemos, né, dessa expectativa exacerbada, dessa cobrança exacerbada, dessa vivência que quando ela é pública ela acaba te adoecendo. Assim, é um menino que desde muito cedo teve uma vivência pública extrema assim, isso foi entre aspas, né, bem entre aspas corrompendo as próprias questões dele emocionais, o amadurecimento dele, isso tudo foi
ficando comprometido. Parece Muito com aquela história do Michael Jackson. Eu tô com 50 anos e isso só não me adoece porque eu já tenho 50 e porque eu vigio isso 24 horas por dia. >> Você imagina alguém que começou isso com 3 anos? O Michael Jackson falou isso. Ele falou assim: "As pessoas na escola não gostam de mim por quem eu sou. Ninguém quer brincar comigo. Eles querem brincar porque eles me pedem para cantar. Eles me falam para eu falar sobre o show. Eu só queria brincar como Uma criança comum. Então, desde muito cedo foi
exposto a muita expectativa. E aí, é claro que se eu com 50 a chance de cair muito erro, você imagina esse menino que lá atrás não tinha nem envergadura, nem sustentação emocional, passou por toda essa exposição, essa fama, quando ainda nem o neocórtex estava amadurecido, o cérebro ainda não tava amadurecido, quando teve que tomar decisões, quando não tava pronto para tomar. Claro que ele vai carregar na Vida adulta o peso disso tudo. É a mesma história do Michael Jackson. Aí quando você lê o Quando você olha pro avesso do bordado, aí você entende o bordado.
Eu acho que o Neymar é a questão do avesso do bordado. Se você olhar todo o contexto de existência dele, você entende as decisões dele e o jeito que ele se comporta e as coisas que ele faz. E ainda tem o peso da expectativa, né? Eu não queria estar no lugar dele de jeito nenhum. Eu acho que o lugar da Exposição ele é um lugar muito pesado. Assim, eu digo, se arrisque se você estiver pronto, porque o lugar da exposição ele é um lugar extremamente pesado. Você imagina o Neymar, quantos milhões de pessoas nas redes
sociais, o quanto ele é o tempo todo observado. Em qual lugar do mundo que o Neymar pode ficar à vontade? >> Nenhum. >> Isso adoece a gente. Você não tem um lugar que você pode ser você. Isso Adoece. Eu vivo isso. Isso adoece. precisa de existir algum lugar do mundo onde você não tem função. Aí a família depende, todo mundo depende, tudo gira em torno da utilidade dele. Aí por isso que extravaza, que faz essas coisas doida que manda levar a prostituta do Brasil paraa França e dá aquele bafo, dá aquele rolo todo, porque é
o tal do ato falho. preme tanto que estoura, e vira e mexe, tem um escândalo sobre ele, sobre a vida Dele, porque isso vai se tornando patológico assim, num nível que a pessoa realmente não suporta. Agora, diante dessa Copa, eu eu não queria estar na pele dele. O F >> que é a última chance, foi convocado quase por um clamor popular, não sei se pelo técnico teria sido convocado. Foi quase uma imposição popular. As pessoas comemoram mais a convocação do que a própria Copa. As pessoas comemoraram a convocação dele como se tivesse sido o Brasil
no final. Tinha torcida, >> tinha criança com bandeira nas costas. Olha o peso que esse homem tá levando nas costas dele. Qualquer coisa que ele fizer, vai ser criticado. Se ele fizer bem, ele vai ser criticado. Se ele fizer ruim, vai ser criticado. Se ele cair, ele vai ser criticado. Se ele qualquer coisa. E aí ali eu eu vejo os comportamentos dele, a vulnerabilidade dele, porque ele é muito, ao que me parece, não conheço, mas ao que me Parece ele ele ele ele talvez ele não tenha esse arcabolso emocional e psicológico para suportar e respirar.
Porque o que que acontece? Eu experimento isso no meu dia a dia todos os dias. coisas que você responderia no mesmo minuto, eu preciso pensar 20 minutos, porque eu sou uma figura pública, eu já não posso mais responder como eu responderia. [limpando a garganta] >> Então eu tenho que dar dois passos para Trás, respirar, pensar, ser mais intencional. E ele parece que não tem isso. Ele é muito visceral. Então acontece um trem com ele, ele fica puto. A torcida fala um trem, ele vai para dentro do do vestiário xingando e falando e e mostrando gesto.
O homem tira ele errado, ele vem, esfrega na cara do Essa impulsividade dele parece parece que que depõe a favor de uma saúde mental pouco trabalhada, burilada. Mas eu entendo no contexto que Ele existiu, eu entendo totalmente. Eu eu olho pro contexto inteiro e isso para mim vai ser um fator que você vai, nós vamos voltar aqui para falar sobre isso. Em algum momento dessa Copa, ele vai cometer um ato falho. Eu entendo. >> Hora que expulsarem ele, hora que alguém peitar ele, a hora que ele tomar uma pernada mais, ele vai fazer algo que
que todo mundo vai descer o [ __ ] Nossa, porque é muito não sei o quê, porque tomou cartão, porque xingou, porque Brigou, porque saiu de si. Em algum momento vai acontecer um ato falho. É expectativa demais. A corda tá muito esticada. Quando a corda tá muito esticada, >> ele já vai, ele já, ele já vai pra Copa com toda a carga. Falta só a carta para colocar em cima dele, você acha? >> É, é o camelo. Exatamente. Tá faltando só a carta pro Camel. já vai com muito peso. >> Tá faltando só a carta
pro Camila Riar. E ali é chave e fechadura. Porque é diferente de outros Ronaldos para trás e outros, a de novo, é minha percepção de longe, ao que me parece tinha um arcabolso emocional mais fortalecido. Eu eu eu tenho a sensação que o Neymar nesse ponto ele é frágil, ele ainda reage como alguém reagiria numa situação. É >> muito reativo, né? na forte mesmo. Só o Romário. Depois do Romário todos foram Fracos. >> Ele é é é aquilo assim, >> André em tal situação >> é lembra que quanto que o Rom o Ronaldo desmaiou, né?
Na não teve nenhuma convulsão. >> A gente conversou com o Juca, o Juca falou vários problemas que o pai e a mãe tava separando. Ele resolveu levar a família toda pra Copa, colocou tudo na mesma casa, tinha um jogador pegando a namorada dele na época, tava falando Isso todo lugar. Então o cara meio que surtou e explodiu ali. >> Gente, uma vez eu atendi um menino, ele era dessas escolinhas e aí ele foi aprovado pra escolinha do Corinthians, não sei se do Corinthians, São Paulo, de um time grande. Ele era da cidade pequena e ele
foi aprovado para essas escolinhas do time grande. E ele tinha alguns comportamentos e o pai dele levou ele para terapia. Aí eu falei: "Por que que o senhor trouxe?" Tá, o menino tinha 14 anos. Ele falou: "Doutor, senhor, sabe por que que eu trouxe? Porque toda a nossa família depende do salário dele. Ele tá ganhando 8.000 por mês nessa escolinha. Nós não podemos correr o risco de dar errado lá, não. Hoje a minha filha estuda por causa do irmão dela. Hoje eu e minha esposa vivemos por causa do salário dele. Se der errado, nós estamos
tudo ferrado, doutor. >> Moleque de 14 anos. >> Pode olhar a família desses jogadores, Todos orbitam ao redor deles, da fortuna deles, da vida deles. É muito pesado, gente. Deus me livre. Eu acho difícil uma pessoa ter saúde emocional diante desse contexto. E aí numa situação de pressão, eu temo muito por ele assim e torço, temo e torço, porque eu acho que todo mundo merece se acertar. >> Tomara que dê muito certo, tomara que eu queime a língua. Tomara que ele volte ovacionado, coroado, que ele faça muitos gols, que ele seja o destaque da Copa.
Tomara isso tudo. >> Alegria dele é a alegria do Brasil, né, pô? Não tem como, né? Mas eu acho complexo. Eu tô achando que a corda ali tá indo muito tesa, muito apertada. E quando a corda tá muito apertada, qualquer coisinha rompe. Tá muito apertada a corda. É muita comemoração, é muito surto coletivo, é muito todo mundo no outro dia postando e comemorando como se o Brasil tivesse ganhado o campeonato. >> Andréia, você é complicado dema conversar com você, porque você é uma das pessoas que eu mais acredito, que eu confio, porque você fala sempre
com alguma eh embasamento, né, real estudo, de alguma percepção, né? E aí eu tava desmai confiante que eu vi um depoimento do Pelé muito antigo, o Pelé falando que a sexta estrela viria de uma seleção desacreditada e quem ergueria a taça era um jogador do Santos. >> Ó, >> cara, [limpando a garganta] e tudo combina para que seja essa agora com o Neymar levanta a taça, né? Essa é a primeira vez que eu vou torcer mais pro Pelé do que para você. [risadas] >> Não, e eu torço muito. Eu quero muito quer que ganha. >>
Não, eu quero que o Brasil ganhe. Eu acho que a gente merece esse tipo de alegria. Eu acho que o Brasil ele é Muito contaminado por clima de Copa e nem tô falando que não vou ganhar de que não vai ganhar de forma nenhuma. Acho que mesmo com todo esse contexto do Neymar, ele tem chance de brilhar muito. A seleção tem chance. Eu quero mais é que dê muito certo. Eu penso muito mais na saúde mental dele e tudo que ele deve estar vivendo do que na seleção em si. Eu acho assim, o o todo
não pode sacrificar o indivíduo. Acho tão complicado o todo sacrificar o Indivíduo. Então assim, a empresa toda deu certo, mas a custo de quê? >> Uhum. >> E a custo de quem? Ah, o Brasil venceu a Copa, maravilhoso. Mas qual que foi o preço que ele vai ter que pagar para que isso aconteça? Eu acho pesado. Na última ele já ficou muito ruim quando bateu aquele pênalti. Eu lembro dele chorando. Você imagina se dá alguma coisa errada agora. >> Eu, hein? >> É, na nas copas anteriores ele já foi cobrado para caramba também, né? >>
Pois. Eu não queria estar no lugar dele de jeito nenhum. E de novo, né? É, é aquela história, é, fala sobre todos nós, né? É a síndrome do quase, né? O Neymar vive a síndrome do quase. E a síndrome do quase ela nos adoece assim: "Ah, eu quase fiz isso, eu quase casei com fulana, eu quase fui para aquele lugar, eu quase passei no vestibular, esse quase." E eu acho que ele vive Muito isso e as pessoas cobram ele disso. Você foi um mega, você foi um ídolo, você fez tudo, mas você não venceu Copa
do Mundo, você foi, você fez tantos gols, mas você não levou o Brasil para um lugar de destaque. E aí, nessa do quase, será que ele não tá querendo preencher esse lugar? E se ele tiver querendo preencher esse lugar, isso é pesado para ele. Não tem saúde mental que suporte isso. >> Eu eu entendo assim que o Neymar ele Teve uma vida disfuncional, né? Uma família disfuncional, várias cobranças, né? Começou muito cedo. Empresar dele, acho também a hora que não é só >> eu, eu entendo a hora que a população cobra dele, porque você sabe
quantos seguidor que o Neymar tem hoje no Instagram dele? 500 milhões. >> 232 milhões de seguidores. >> É, o Instagram dele é >> 232 milhões. Tá entre os 10 maior do mundo, não tá, >> mano. É muita responsabilidade o cara conversar hoje nas Você sabe disso, André. Você tem 6 milhões. Aí você bateu 6 milhões agora. Ó, a responsa que tu tem. tem mais de 15 milhões são mant a hora que o cara 232 milhões é convocado pra copa de um país, é o herói do do país. Até o pessoal comentou aqui, ó. Na verdade,
ele fez três postagens de Bets depois, mano. Para a hora que você é convocado ali, todo mundo vai para sua rede social. Ui, o cara vai e farma com bet uma hora dessa. A gente tem que ter responsabilidade, né? A Virgínia, não sei que você viu lá que ela fez lá com a foto que ela postou também, pô, tem responsabilidade, né? A mulher namorou com um dos cara, o cara do mundo que é mais vítima de racismo hoje foi o namorado dela. Então tem que ter responsabilidade nas postagens. Mulher Tem 55 milhões de seguidores, né?
Então, pô, tu vai pôr a cara na rede social, velho. Responsa também, né? Responsa também. E segura o tranca aí. Que que tu tá fazendo? É sobre isso, >> Deia. E esse livro aqui? >> Ah, esse livro é maravilhoso. Já é bestseller, >> ó. Caramba, >> vendeu horrores. >> Tá vendendo na Amazon, nessas plataformas todas? >> Então, vou pôr o link aí também para quem quiser comprar. Vou colocar o link. >> E esse livro é uma delícia. Ele parece um bate-papo comigo. É bem simples. >> Freud conversando com você. >> Não, parece um bate-papo comigo.
Quando você lê, você vai ter a sensação que você tá conversando comigo. É o meu jeito de conversar esse livro. Mas eu conversando com você ou alguma Pessoa conversando? Você conversando, você vai ter a sensação que você tá conversando comigo. Em vez de porque quando Freud fez o que ele fez, as a grande maioria das pessoas não entendem o que ele tava falando. Mas eu entendo o que a Andreia fala. Então você quer saber o que o Freud falou de uma forma que a gente explica e eu traduz and explica pra gente. >> É isso
aí. >> Caramba, velho. >> Então aí eu explico, por exemplo, sobre trauma de mãe, porque que a mãe é o grande problema. Tudo de uma forma muito simples. Eu falo muito sobre trabalho, sobre essa necessidade atual de trabalhar muito, de ter muito resultado. Esse livro é gostosíssimo de ler. >> Pô, vamos marcar um episódio depois para falar de Freud. >> Vamos ler aqui, debruçar aqui. Tu tá precisando ler, mano. >> Vamos marcar um jogo da Copa do Mundo Pra gente assistir junto ou depois. >> Hã, já leu já. Roberto, >> sabe? É, eu tenho livro
há muito tempo. >> Eu já, eu, eu comprei no lançamento. Comprei no lançamento, >> liv. Pô, mano, >> Robertinho é meu fã, né? Igual você não, >> eu sou fã de verdade, né? >> Eu sei. >> Não, eu sou seu fã. Para com isso, sabe? Não é igual você não. >> Hã? Não, vou ler. Eu vou ler. Eu ganhei Hoje o livro. Vou ler. >> Ganhou, né? Eu comprei, fui lá, fiz a minha parte, olha, eu tenho que comprar esse livrão aqui. >> Tá bom, tá bom. >> A gente tem que ajudar quem é bom
e ajudar isso aí lá, pegar o livro, se inscrever no canal, dar like, seguir nas redes sociais, tudo isso é ajudar quem você gosta. Ó, a gente tem um super chat aqui na noite. Não sei como é que tá de lá Pix Aí, mas o casal Detalhes Acessório mandou aqui: "Dout. Andreia, seus conteúdos têm nos ajudado a lidar com ansiedade no mundo dos eventos. Gratidão, Marcos e Ludmila. Abraço, Marcos. Abraço, Ludmila. >> Pessoal lá de Brasília, >> ó. Que legal. É isso. Falar, tem uma amiga minha, ela é psicóloga lá em Brasília, até depois eu
tenho que olhar melhor o que ela quer. Ela me pediu assim, quando você viesse m conversar Com você, que ela quer fazer um curso, porque ela quer aprender a falar até mais dentro da da do profissional dela, porque ela falava assim, pô, o psicólogo é muito engessado, o psicanalista é menos e eu quero pegar umas dicas com ela, fazer o curso dela e tal. Falei: "Ah, vou ver se tem algum curso dela e te passa aqui". U, eu te passo. >> É, ela é uma psicóloga de lá e tá muito interessada. Os meninos que fizeram
a Minha, que fazem a minha produção, os meninos dão um curso sobre branding, marca pessoal, posicionamento digital. É, eu vou passar para ela então. Você me passa que eu vou falar com ela. >> Daí, obrigado. >> Eu que agradeço estar com vocês aqui. É sempre uma honra. É um bate-papo gostoso demais. >> E desculpa se a gente foi indelicado em algum momento. >> Nenhum momento. Em qual momento você tá Falando? Intenção, me mandou mensagem, falou que vou conversar com você. Sério? Não sei o que que a Renata quer, mas ela mandou uma. >> Ixi, >>
faz um negócio lá do supermercado, mano. Você esqueceu de pedir as compras. >> Ó, ó quem aceitou também conversar com você, ó. Aceitou, não, pediu para fazer um episódio com você. >> Quem? >> Pablo Marçal. >> Ó, bora. >> Vai mesmo? >> Vai >> só agendar. >> Sério mesmo. >> Bora. >> Ele vai querer instalar o M da mentalidade, ó. [risadas] Vamos ver quem vai instalar em quem. Vamos então. Vamos não. O negócio é o seguinte. Uma coisa que eu sei da Andreia que se ele quiser usar Andreia não vai funcionar. Não adianta querer usar
Andreia. Decisistas >> ela é blindada. Narcisista não pega ela. [risadas] >> Para de bobeira velho. Cara, filha da Não me ajuda a Robertinho. Rapaz, eu Ah, deixa quieto. Vai. para lá. Deixa para lá, >> pessoal. Comentem aí que não não tem falar do nosso parceiro também, né? Por favor, tudo olhecimento, De prosperar, de mudar de vida. Se você quer mudar de vida e o caminho que você escolheu são as carreiras policiais, quem mais aprova em carreiras policiais no Brasil é o Instituto Oliver. Ele tem curso específico em todos os estados para todo tipo de carreira,
penal, militar, civil, bombeiro, polícia federal. Se você tem o sonho de ser policial, procura o Instituto Oliver, ele é quem mais aprova. Se você não terminou os estudos, você tem um Problema enorme ou tinha, porque o Oliver tem o EJA, onde você conclui os seus ensinamentos de forma bem mais rápida, com parceria com diversas universidades e certificar pelo MEC. Então se não terminou estudo, cara, clica aí agora e procura. >> Você fala o segundo grau ali, primeiro colegial, segundo colegial, não terminou, >> não terminou o segundo grau, o oler é o car. O eja do
Oliver >> é esse aí que você tem que procurar. >> Boa. Qode na tela, link na descrição. Tem que falar também, Robertinho da Soldiers Nutrition, >> que é criativo. Então pega pega mesmo. >> André tá maromba, mano. Soldiers Nutrition é a creatina que a gente usa aqui na nossa casa. É a creatina mais barata do Brasil. Com cupom três irmãos. Você compra creatina no site a partir de R$ 18. Tem o prote também, tem várias vitaminas, melatonina. Então, cupom três irmãos lá no site da Soldiers, além de est comprando um produto que é muito bom,
você tá ajudando o nosso trabalho aí, fazer esses episódios acontecerem aí. Espero que estão ajudando vocês também. Então, dá uma força pra gente usando o cupom três irmãos, sempre que for adquirir uma creatina. Valeu, >> valeu. >> Comentem aí o que vocês acharam do episódio. >> Amanhã a gente tá aqui às às 20. >> Amanhã com o João Víor. >> João Víor às 20. >> Gente boa. >> Hã? 6:30 18 famoso 18:30 6:30 da tarde. >> Então, valeu, obrigado. >> Obrigada, gente. Um beijo. Ui.