Fala rapaziada, boa tarde. Tá começando mais um Fala Gubber News, o seu programa quase Diário de Notícias. Hoje é dia 10 de abril, última sexta-feira desta semana e muitas notícias aí pra gente repercutir, >> tá certo? >> É, exatamente, irmão. É a sexta, é a última sexta-feira. se tivesse outras, né? Não é o último dia dessa semana, né? Que é sexta-feira. Eh, muita coisa aí Pra gente repercutir na geopolítica e também na segurança pública que acontece das 18 às 20 horas. Muita coisa boa, inclusive hoje para repercutir na segurança pública. Fica aqui até o final.
A gente sabe que hoje é sexta-feira, então é dia que a rapaziada é fica menos na internet. Então você que tá aqui assistindo a gente, já deixa o like para dar essa moral aí na nossa transmissão. Dito isso, rapaziada, sem mais delongas, vou pedir aqui o boa Tarde da galera, começando por ele que está ao vivo aqui conosco, né, o Subcarcará, que, aliás, você vai ver muitas vezes o braço dele aparecer na minha câmera aqui ao longo do episódio de hoje. Já deixo avisado. Carcará, seu boa tarde. >> Opa, boa tarde ao público aí. Eh,
presencialmente aqui no estúdio do Fala Glauber Podcast, Fala Gluber News. Eh, aproveitando aqui a essa viagem de uma Semana que comemorando os 5 anos do canais, tem o livro sobre a história do canal, vocês procuram na internet aí, ao lado aqui do meu ex-aluno, comandos anfíbios, Júlio Roque e meu amigo Éric aqui na bancada, meu amigo 05 comandou o velho Carcará em muitas missões na Corpo de Feiros Navais, está lá em Minas Gerais. agora inverteu as posições. Eu que estou aqui e ele está mais afastado. Boa tarde a todos, bem-vindos. Entrem no chat, comentem, eh,
mas não briguem. E Outra coisa, vou relembrar, nós não tiramos ninguém do chat por causa de opinião, tá bom, senhor? Fiquem à vontade, bem-vindos. Deus abençoe todo mundo. >> É isso, rapaziada. Júlio Roque, seu boa tarde. >> Boa tarde, Eric. Boa tarde, meu grande amigo instrutor Carcará. Boa tarde, comandante Vilas Boas, velhas épocas de segunda companhia, ações e comandos. Boa tarde, mano Valter. E boa tarde a você, Espectador especial do Fala Glauber News, que tá sempre com a gente, né? Eh, como diz o outro lá, igual trovão, né? Igual carteiro, nunca falha. Então é isso,
vamos tentar pegar esse conteúdo e jogar ele o mais longe possível dentro da web, né, dentro das plataformas que transmitem nosso programa e vamos também nos deleitar, né, nas opiniões sobre geopolítica. O caldeirão de notícias está borbulhando, Eric. >> Muito bom, Júlio, comandante Vilas Boas. >> Fala, Eric. Boa tarde. Como é que estão as coisas aí pelo Rio de Janeiro? Deve tá caente, né? Carcará trocou de lugar mesmo. Acho que ele tava com saudade é do Rio de Janeiro. Ele tá, não quer confessar não, mas ele tava com saudade aí da das terras dele. Deixou
o Ceará de lado, agora tá aí a semana inteira, né? A brincadeira por um bom motivo. 5 anos do canal, muita repercussão. Carcará compartilhando ao vivo aí e a partir do Estúdio a sua, o seu cabedal, imensos conhecimentos aí, sempre uma honra, um prazer tá junto do Carcará ou afastado, mas afastado junto virtualmente. Júlio Roque também é grande prazer estar junto comentando, falando, discutindo. A gente se fala também às vezes no WhatsApp, né, Júlio? E a gente vai trocando ideia, tentando amadurecer, não discutindo pauta, que a gente não discute pauta, né? Tudo que a gente
fala aqui, a gente recebe algum tempo antes, mas a gente Não combina de forma alguma o que que a gente vai falar. As opiniões que são emitidas aqui, elas são totalmente independentes e nem necessariamente harmônicas entre si, né? Porque a gente não a gente não precisa concordar nas opiniões, né? E até o discordar às vezes é mais frutífero pra construção do raciocínio, paraa informação dos nossos telespectadores, do que uma concordância totalmente inolateral e às vezes burra. Então a discordância quando ela é ela tem consistência ela ajuda a construir o uma linha de raciocínio. Mano Val
também, boa tarde, ósula. Boa tarde. Vamos lá que a gente tá cheio de notícia. Isso. Muito bom aí a fala do comandante. Até para lembrar que cada vez mais eu vejo aqui o pessoal no chat, não com frequência, mas todo episódio tem aquele camarada, vocês tm que serem parciais, tem que deixar de de dar suas opiniões. E aí eu sempre gosto de reforçar o quanto o camarada que comenta isso, provavelmente é a primeira vez que ele tá vendo um programa nesse formato de notícias com comentaristas. Eh, de repente, se ele entrar no wall, ele acha
que ele vai ver o pessoal lá dando opinião imparcial? Definitivamente não, né? É mesma coisa se você for para Jovem Pan, que é mais à direita, o DCM, que é mais à esquerda. Então assim, né? Sejam Imparciais. Não sei da onde as pessoas tiram isso, mas é isso. Todo mundo é bem-vindo para deixar seu comentário aqui e assim seguimos. Vamos começar a primeira notícia, mas antes, mano Walter, seu boa tarde, mano Walter, antes que eu me esqueça. >> Bom, pensei que você ia esquecer, mas eu não me importo não. E boa tarde, Eric Carcará, presencialmente,
Júlio Roque, Vilas Boas e você de casa. Vamos aí para essa sexta-feira, 10 de abril, nos Mantermos informados que estaremos e eh tendo as melhores as melhores análises, as melhores notícias aí das 16 às 20 horas. Então vamos lá, Eric. O poder subiu a cabeça, mano. Walter disse, né, Júlio, que não se importa de deixar o boa tarde pra rapaziada. Eu não sei se é alguma coisa aqui com a gente aqui na bancada ou não, irmão. Eu não me importo em dar boa tarde, não aparecer. Que isso? Eu tô reforçando aqui, eu não me importo
Com isso. Então, tá bom, irmão. É isso. Vou recolherme. Ei, desculpa, vou recolherme a minha insignificância. >> Mas vamos lá. Rapaziada, vamos começar aqui a nossa primeira notícia, porque essa guerra não termina e cada vez mais temos contornos, eh, diria até inesperados. Eh, teve aí o comunicado na na quarta-feira da Caroline Levit sobre aquela questão do acordo ali entre Estados Unidos e Israel, eh, desculpa, Estados Unidos e Irã. Eh, ficou ali uns ataques, algumas pessoas eh se alfinetando, porém a guerra entre o Irã e Israel tá cada vez mais fervendo. E nesse cenário, aparentemente, o
Irã descobriu, desvendou aí uma falha dos escudos de defesa de Israel, incluindo aí o que nós conhecemos aqui como Iron Dom. Eh, eu vou pedir pro Júlio explicar aí mais ou menos como isso aconteceu, porque é o que a gente tem notícias, tem até eh Alguns videozinhos ali mostrando que quando o míssel é é lançado, ele meio que se divide em vários mísseis e aí ele consegue fazer uma trajetória que foge daquela elipse. E aí você tá vendo aí a necessidade de Israel de ter que lidar com isso e descobrir como eh e reverter o
cenário. Porém, Júlio, também é importante reforçar que o Natani Arrow tá sendo cobrado internamente para cobrar ao Trump o seu auxílio. Afinal de contas, se eles estão juntos, eh, os Estados Unidos tem homens na região do Oriente Médio, mais de 50.000, não dentro do Irã, mas na região do do Oriente Médio, com navio, com eh porta-aviões, com tudo que a gente puder imaginar. E aparentemente ele tá meio tranquilo essa semana, enquanto Israel tá firme ali contra o Irã. Então, Júlio, vamos começar com a sua leitura aí, principalmente com relação aí ao que seriam essas falhas
aí do Iron Dom que está repercutindo aí no mundo inteiro. >> Bem, Eric, não é exatamente uma falha no Iron Dom, mas ele tá sendo utilizado há bastante tempo para defender as forças de Israel. E quando você tem muito tempo de um sistema atuando, você aprende com ele, né? É uma tecnologia que o Irã tá usando que não é nova no planeta. Vários países já possuem mísseis Mirve, que é múltiplas cabeças de guerra e veículos de reentrada. O o míssil Corranchar é o nome desse míssil, ele tem a capacidade de sair da estratosfera, voar pelo
Espaço e depois na sua reentrada ele divide essa cabeça de guerra em oito minimíseis ou oito submunições, como disse aqui o Eric, fazendo aquela aquele guarda-chuva, aquela área maior. Então você tem uma área batida muito maior do que aquele ponto da trajetória balística do míssil que pode ser calculada e prevista. Então quando isso acontece enganam os sistemas de defesa. Trocando em miúdos é um ataque com um míssil que de repente viram oito mísseis. Então o Que você ia se defender, você tem que se defender de oito e não sabendo como esses oito serão dispersados no
ar. Então é uma atividade que o Irã encontra para driblar as defesas antiaéreas e tem conseguido com sucesso, Eric, porque tem várias cidades de Israel, Tel parte de Teliv, Raifa, entre outros lugares que foram atingidos por esses mísseis. Os mísseis não enganam ninguém, é simplesmente uma contramedida. Já que o sistema Aerondome tá parando a maioria Dos nossos foguetes e mísseis, vamos ficar estudando isso durante alguns anos, como funciona e depois vamos achar uma contramedida. E a contramedida encontrada foi justamente esses mísseis Mirve de múltiplas cabeças de guerra de reentrada. Então é uma maneira de driblar
esse sistema. Eh, eles estão suplementando, já que o sistema tá sendo driblado, eles estão suplementando de uma maneira muito interessante. Com a coalizão da Marinha dos Estados Unidos, Eles conseguem do mar, com as suas plataformas navais aumentar o tamanho e o número de defesas desse escudo de mísseis conhecido como Iron Dom. Então, o Iron Dome está sendo adicionado por mísseis disparados das plataformas navais americanas. tem diminuído bastante o número de acertos, né, dentro do território de Israel, mas ainda alguns mísseis estão chegando com sucesso no solo judeu. Então, eh, essa troca, né, de mísseis e
ataques tá um Pouco desproporcional, porque do lado da coalizão Israel e Estados Unidos, eles conseguem atacar com mais meios, não somente com mísseis balísticos, mas com mísseis de cruzeiro, aeronaves fazendo bombardeiro convencional, aeronaves de bombardeiro profundo, né, que também fazem os seus ataques em pontos estratégicos. E aí você vê que há essa dispara. Do outro lado, o Irã tentando sobreviver, mas com muita criatividade e utilizando esses mísseis Mirve, Conseguindo obter com algum sucesso. Eric, >> muito bom, Júlio. Carcará sua leitura aí desse cenário e e também dessa questão aí de de Israel e da cobrança
aí que o Nataniarro tá sofrendo para que ele mesmo venha cobrar o presidente Donald Trump. Então, nesse caso aí, não é que o Irã, pela matéria que o nós estamos repercutindo a matéria, certo? >> Sim. O >> que acontece? O que é que diz a matéria? Que o Irã tá usando o mísseis, um míssil e na reentrada ele explode e solta múltiplas e bombas, que é a munição cluster. Que não tem nada de novo nisso aí. O que acontece é queiran tá usando uma arma proibida. Israel não tá fazendo o contrário. As bombas clusters são
proibidas internacionalmente eh dentro da ON e algumas nações não assinaram esse tratado de emprego de da arma chamado cluster. O que é isso? Você Tem um um foguete, né? Um míssilo, é um foguete normal, um foguete. E dentro desse foguete tem centenas de granadas, como se fosse granadas de mão. Tem de tudo o que é tamanho. Se o foguete é muito grande, a granada vai ser grande. Se o foguete é pequeno, as granadas vai ser tipo granada de mão. No caso do Irã, são granadas maiores. Então, a quantidade lugar de ser 500, 600 granadas pequeninas
deve ser 80, 90. Cada um ali com 5 kg, 10 kg. Aí ele ele Explode no ar. Ele, na verdade, ele não explode. Ele se desmembra no ar, faz a rotação para expulsar as granadas e espalha no meio da multidão da onde mor tem os moradores. Não tem alvo certo, não acerta alvo nenhum. Onde cair, caiu. O perigo disso aí é o sistema. Como eu já dei uma aula sobre isso aqui há uns 4 anos atrás, é o sistema de acionamento, porque quando ela bate no solo, ela pode explodir por contato, por movimento, por aproximação.
E se tiver já um tipo de Tecnologia mais avançada, ela pode observar alguém se mover ali por aproximação ou identificar que é um humano e ela explodir também, que hoje tem essas tecnologias são simples de se colocar dentro do artefato. É um artefato explosivo com com a parte eletrônica ali inteligente que tem várias maneiras de ser acionada. Não precisa a pessoa ir lá e tocar. Aproximou ou passou um carro, vibrou o solo, essa munição já entra. A famosa Munição cluster. Quanto aos míss do Irã, o míssil é um transportador, senhores. É igual um drone. Se
eu quiser pegar um drone para levar água, eu boto água. Se eu quiser um drone para levar uma carta para alguém, vou levar uma carta. Se quiser levar remédio, levo o remédio. Um míssil, um foguete iraniano, a cabeça dele ali, você pode botar só TNT, pode colocar e bombas cluster, posso botar explosivo incendiário, eu posso botar munição baseada em tiras de alumínio Para atacar hidrelétricas, rede elétrica, para dar colapsar. Então o Irã trocou a cabeça do míssil e botou bombas cluster. Ou seja, o Irã tá cometendo um crime de guerra gigantesco e ele tá pelando
porque ele não consegue acertar o alvo que tá lá, tá lá esperando pro Irã acertar. Tem as bases aéreas, tem os quartéis do exército, tem dos fusileiros, tem da marinha, da força aérea, tem aeroporto, tem avião, tem tudo. O Irã só ataca onde tem Habitantes. Isso é desespero e não tem mais a tecnologia de guio. O que é que ele fez? Vou largar um míssil, um foguete com munição cluster que vai explodir e vai chover, bomba para tudo que é lado. Isso a tecnologia grosseira demais. é empregado para você fazer campo minado em tempo rápido.
A Ucrânia começou a usar contra a Rússia logo no início da guerra, em desespero porque a Rússia tava avançando. É proibido. A Rússia eh denunciou e se denunciando a Cara continuar usando, ele vai dar o direito de Israel fazer um lançamento dentro do Irã de bombas clusteras, que eu acho que o Israel não vai fazer porque não precisa, tá, senhores, foi isso que aconteceu. Não tem nada de novo, pelo contrário, só aumentou a sacanagem dos iranianos, do dos dosatolas, dos líderes eh militares da Guarda Revolucionária e fazendo covardia com a população. Não consegue lutar no
mano a mano, não consegue lutar com Resbolar, nem com Ramis, nem com Fatá, nem com nem com Zutis. Apelou paraa última arma que realmente funciona contra um um cidadão, um senhor, uma criança quer soltar bombazinha no meio do canto, tudo que é lugar. A criança mexe, alguém passa ali, não sabe, aquilo ali fica geralmente se esconde no meio do lixo, no meio do mato, a pessoa vai, é, leva uma porrada porque são cargas direcionadas e tem cargas delas que é tipo granada, são centenas de esferas, Ou seja, vai matar animais, vai matar pessoas idosas, eh,
o cidadão comum que não sabe o que é aquilo se aproxima aí devido a à tecnologia de aproximação, é acionado. Eu já trabalhei com isso já quando eu fiz o curso da Marinha de auto explosivo. Uma das nossas eh instruções é ir lá na fábrica de explosivo da Marinha, abrir uma bomba, um foguete com uma bomba closer, uma bomba closer lá cheio de artefato lá dentro. a gente vê Como é que desmonta, como é que monta, como é que faz manutenção. Isso é coisa, tecnologia velha, porém funciona. Tá bom, senhores. É igual você botar uma
estaca de bambu no solo, no buraco e botar folha, alguém cai vai se estrepar todo. Daqui a 10.000 anos vai continuar sendo a mesma coisa e funcionando. Tá bom, senhores? Então, não tem nada de novo. A única coisa que tem foi a perversidade dele eh sair das regras eh da carta da ONU no conflito e apelar Para atacar a população. Simples assim. Isso chama-se desespero. É porque a surra tá grande demais. É, então eles estão apelando. É isso aí, senhores. Isso aí, Carcara, comandante Vilas Boas, sua leitura aí do cenário e também acrescentando uma informação
aqui de que já foi identificado e aí começa a guerra de narrativas, que o número de mísseis balísticos, essa guerra de mísseis balísticos que o Irã promove, porque é um dos poucos países que tem essa Tecnologia, assim como a Rússia, por exemplo, eh diminuiu na nos últimos 15 dias, mas isso pode ser duas coisas, segundo aí os analistas europeus. Primeiro que de fato o armamento tá acabando e a gente não sabe porque eles ficam sob as montanhas. E o segundo é que na verdade o Irã tá se preparando para uma guerra de muito longo prazo.
Então é necessário cadenciar isso para que você inclusive não só estenda a guerra, mas tenha tempo de reconstruir Aquilo que foi destruído e criar novos mísseis, se necessário for. Vamos lá, comandante. Quero te ouvir. Eric, eu vou fazer uma apanhada do que o Carcará e o Júlio já falaram, porque é justamente isso. Primeiro, como e iniciando o que você falou, né, o sistema ele não tem uma falha, né, o anômeno não é uma falha que tá sendo apresentada. O que ele tem, que tá se mostrando, é uma vulnerabilidade do sistema, porque nenhum sistema de Ataque,
muito menos o de defesa, ele tem 100% de garantia. Esse sistema não existe, nunca foi criado e provavelmente nunca será, porque sempre existe para cada ação uma reação. Então, como o Júlio explicou, quanto mais um sistema militar ele é empregado no campo de batalha, mais vezes a gente consegue, o agente que eu digo é o opositor, né? Consegue testando, verificando o que que tem de vulnerabilidade naquele sistema. Então, o que tá sendo apresentado agora Aqui o Irã com muita assim aí sim inovação e é e é ação. São vários quantos milhares de ataque o Irã
já desencadeou contra o aerondome eh de Israel nos últimos nas últimas décadas. Então, foram diversos. Então eles foram testando a vulnerabilidade justamente essa, porque em vez de você ter um sistema que vai traquear, vai traquear, acompanhar um mísselos só, você a partir do momento que você traciona aquela cabeça de guerra naquilo Que o Carcara explicou, numa cabeça numa algiva cluster, em vez de uma, viram centenas de submunições que são espalhadas aleatoriamente eh no terreno, a dificuldade de detecção, de traqueamento e de você lançar o míssel, o armamento que vai defender, que vai atacar aquela que
era uma munição e passaram ser 100. É obviamente que complica absurdamente o cálculo de batalha daquele sistema de defesa eh antiaéreo. Então, o que o já o Irã Observou com muita calma é justamente isso e o mundo já tava observando, né? Então, o que aconteceu agora, que o Irã, por várias tentativas e erros e por meio de uma uma percepção, de uma observação percipicaz, chegou uma solução, digamos, ótima, quando ele conseguiu aumentar eh a sua probabilidade de sucesso. No entanto, o que que acontece com a probabilidade de sucesso desse tipo de munição? Uma é a
seguinte: em vez de você atacar um alvo só com uma carga Explosiva que você gostaria de acertar aquele alvo, agora você tá trocando precisão por dispersão. Então você vai ter uma carga espalhada, como o Carcará colocou, por várias centenas de metros e você vai alcançar, em vez de um objetivo militar só, que deveria ser um objetivo realmente militar, você vai est jogando aquela carga, aquelas diversas dezenas, centenas de cargas explosivas no meio de uma cidade, no meio do campo. É como se tivesse lançando diversas minas Antipessoais, cargas explosivas aleatoriamente sobre o território inimigo. Então, o
lado humanitário disso fez com que em 2008 fosse criada no no uma chamada eh Cluster Convention Munition CCM 2008, justamente que tentava ou tentou condenar o uso desse tipo de munição. No entanto, como qualquer convenção eh internacional sobre uso de armamento, os países têm a liberdade de assinar ou Entrar na convenção ou não. E aí acontece que vários países não entraram nessa convenção, entre eles o próprio Estados Unidos, a Rússia, Ucrânia, próprio Israel, o Brasil. O Brasil não assinou esse essa convenção. Tanto é que a Vibraz produz munição cluster e o Brasil já foi acusado
da munição brasileira viabraz ter sido encontrado e tá causando problemas nos conflitos do IM. Então isso serve para explicar que nem todos os países assinaram esse tipo De convenção, como também existe a convenção de Otaua, que trata sobre o emprego ou autorização pro emprego de minas antipessoal. Países assinaram, outros países não assinaram. Então, no campo supranacional da da das relajações internacionais, não existe ninguém que obrigue um país a assinar ou não assinar qualquer tipo de contrato, qualquer tipo de convenção como essa. Agora, voltando contra o lado, pro lado humanitário, como o Kacará muito bem explicou,
você Fazer uso desse tipo de munição contra um país, contra uma população, contra um estado, contra uma nação, é justamente você desacreditar totalmente o o lado humanitário de como você enxerga a guerra. Porque você tá levando a morte, tá levando a dor, você tá inflingindo danos a uma população que é totalmente não fazendo parte do objetivo militar, que é a população civil, que são os prisioneiros de guerra, aquilo Aqui que a gente falou do tratado de das convenções de Genebra. Então isso foge totalmente da convenção de Genebra a partir do momento que a gente vê
o Irã provocando esse tipo de dor de conflito, de infringindo pânico e dor ao à população de Jael. Então isso é um algo temerário. Eh e ele distorce totalmente a a vulnerabilidade, o que rege o direito internacional aplicado dos conflitos armados. E agora eu faço uma provocação. Vocês imaginem se fosse Estados Estados Unidos ou Israel lançando um tipo de munição dessa sobre Terra. O que que a mídia estaria dizendo sobre o outro lado? Com certeza, acredito eu, que estaria fazendo justamente esse juízo, falando que esse tipo de munição, apesar de que os estados não assinaram
a convenção, mas elas são tipo de armamentos ou de munições que provoca um resultado totalmente desproporcional ao resultado militar que quer ser oferido. Isso Basicamente você tá causando pânico ao seu inimigo. Não existe controle nenhum de onde essas munições vão chegar. Mas aí, meu amigo, isso é conflito, isso é guerra. Por mais que nós tenhamos convenções que tentem regular o juiz em belo, que é o direito na guerra, na verdade quando a gente tá nas atuações que tá vendo a coisa acontecer, a gente tá a mercer desse tipo de coisa. E agora eu quero ver
alguém lá condenar o Iatolá, que ninguém sabe cadê, ou o Chefe da Guarda Revolucionária Islâmica por estar utilizando esse armamento ou não. Provavelmente a mídia parda aí não vai dizer nada sobre isso. Eric, >> muito bom, comandante. O Júlio pediu a palavra aqui, Julião, com você. Bem, é só para especificar, né, o nome do míssil Corranchar, que é um míssil Mirve de múltiplas ogivas na sua cabeça de guerra com o número de oito. Porém, esse míssil é um míssil norte-coreano que foi adaptado pelo Irã e batizado de Corranchar. Essa é a grande pegada deles. Então,
nessa tecnologia que tenta desviar, né, a atenção das forças de defesa de Israel e dos Estados Unidos, esse míssil ele vem do da Norte Coreia, da Coreia do Norte, né? É um míssil norte-coreano adaptado e rebatizado como corranchá, né? Então, é disso que nós estamos falando. Quando você fala de cluster, você fala de submunições. E quando você fala de submunições, você está falando de bombas. São simplesmente Artefatos que são jogados dos aviões e o que difere dos mísseis, né? Então são duas coisas distintas. Não que não tenha sido usado bombas cluster durante os ataques, mas
o que nós temos para identificar uma cluster é porque ela é uma bomba. Então, é, seria necessário, né, uma aeronave para jogar esse artefato no território inimigo, e que é o caso de de do Irã, eu acho um pouco improvável, pois o Irã está sem aeronaves, mas os mísseis com ranchar, Sim, tem vários vídeos do m dos mísseis atingindo Israel e mostrando nitidamente eh essa reentrada dessas ogivas, uma coisa bem assustadora que também, né, não é uma coisa nova. Os Mirves existem em vários países, Estados Unidos, Rússia, cada um com a sua capacidade e a
sua característica. E o Irã adquiriu esse míssil dos norte-coreanos, que tem a capacidade de até 2 toneladas na sua cabeça de guerra. Então esse é o poder destrutivo do Corranchar. Eric, >> muito bom, Júlio. Muito bom, rapaziada. Vamos lá. A arma mais poderosa, inacreditável, surreal e até questionada da história das guerras. Vamos lá, rapaziada. que foi batizado como Gust Murmur, que seria ali o murmúrio fantasma, foi a arma utilizada pelo Donald Trump, pelos Estados Unidos, para fazer o resgate do piloto americano no Irã. No começo, né, quando tudo isso começou a ser dito, Muita gente
duvidou, muita gente desacreditou. Porém, eh, agora que o assunto tá sendo levado mais a sério, a gente tem eh os Estados Unidos, o próprio Trump dando entrevistas sobre isso. Ele deu uma entrevista ao Depostamente para falar sobre isso. Eh, ao mesmo tempo que, eh, analistas do mundo inteiro estão tentando entender o que aconteceu. Eu vou citar aqui para vocês e também pedir pra nossa produção não Esquecer de trocar o nosso GC aqui. É, eu vou citar aqui para vocês porque é praticamente impossível é tentar e falar esses nomes aqui de cabeça, porque se trata aí
de uma tecnologia da Lockheit Martin, que o Júlio vai explicar melhor para vocês que empresa é essa, da onde ela veio e e trabalha com uma tecnologia e absurdamente e inova e inovatória não existe, né? >> Inovadora. inovadora, absuramente inovadora. Por quê? Porque ele é um Sistema, veja bem, gente, é um sistema que usa magnetometria quântica e ele é baseado em diamantes com centros de vacância de nitrogênio, chamadas também de NV. Rapaz, eu nunca vi uma coisa dessa na minha vida. Trata-se de uma tecnologia experimental e vários especialistas, como por exemplo, eh o chefe de
física da Universidade de Visconin, eh que é um dos especialistas nessa área, que disse o seguinte: "Eh, assumindo que essa tecnologia seja Precisa, meu melhor palpite é que se trata de um magnetômetro de centro NV montado em um drone. Segundo ele, eh, isso até seria possível a 100 m. Por quê? Porque os batimentos cardíacos eles liberam leves sinais eletromagnéticos, que, por exemplo, é acessível a hospitais em aparelhos que você precisa colocar praticamente colado ao peito na direção do coração. Então, se isso fosse imaginado a 100 m, poderia ser possível, mas isso foi feito a Milhas
de distância, né? E aí, depois de todas as as avaliações, eh, foram foi consultado o Patrick Maletninski, que é o talvez o maior especialista nisso do mundo. Tiveram que chegar nesse cara e foi ele que disse: "Olha, diante de tudo que a gente tá vendo aqui, é possível que isso tenha acontecido aí com uma projeção de 2 a 3 milhas, de fato, é da onde vem esse dado, e que o que facilitou foi o fato de que não há muita interferência eletromagnética nas Montanhas do Irã. Ou seja, eh, pelo fato desse camarada ter se escondido
entre as montanhas e aquela área ter menos interferência, isso seria possível. Porém, uma coisa é praticamente um consenso entre especialistas eh dos Estados Unidos, da Europa e até da Ásia. A revelação dessa arma mostra uma preocupação que deveria ser alarmante para todos os líderes mundiais, porque isso não, isso sequer constava como possibilidade nos grandes periódicos Científicos do planeta. Ou seja, até aquelas pessoas, os pesquisadores conhecidos que estão ali fazendo coisas parecidas, eh, imaginando que poderiam ser usadas na guerra daqui a 5, 10 anos, nem eles projetavam que isso fosse possível, mas aparentemente tá aí. E
foi produzido por uma das empresas mais polêmicas da história das guerras, que é Lock Rit Martin e que trabalha diretamente aí com as forças militares dos Estados Unidos. Eh, depois, Júlio, Eu vou passar para você rodar aqui a bancada toda e depois ainda tem a cereja do bolo, que eu vou voltar para você depois de tudo isso. Então, rapaziada, deixa seu like aí e vamos lá que esse assunto aqui vai render muito, Júlio. Vamos lá. Lock riding armas que ninguém imaginava. Que loucura é essa? Eh, quero te ouvir >> bem. A Luke Rid Martin faz
essa eh esse lobby, né, da potência americana desde o pós-guerra, da Segunda Guerra Mundial. Logo assim que acabou a Segunda Guerra Mundial, foram criadas divisões secretas dentro de algumas empresas e a mais notória delas é a Luke Rid Martin. E essa divisão secreta se chama Skunkwks. Ela é responsável por ter construído as aeronaves mais fantásticas que esse planeta já viu. O Blackbird SR71, detentor da maior velocidade já alcançada por uma aeronave, foi feita por essa empresa, onde o titânio foi importado da União Soviética em segredo, Falando que era para outros fins e esse titânio era
para construir a fuzelagem desse avião. Então, era um avião feito de titânio, né? e titânio fornecido pelo próprio inimigo. Para você ver o nível, né, dessa dessa empresa, que essa empresa tinha sede também na famosa área 51, não só lá, como em quase todos os campos de testes do território americano, a Lukid Martin está sempre presente. Então é uma empresa simplesmente notória que depois fez o F117 Fight é Nighting Hulk, uma aeronave que parece uma asa de morcego toda facetada para diminuir, né, o seu ruído e seu retorno de radar. Então é uma aeronave praticamente
invisível, um bombardeiro em formação delta. Então essa é a empresa que nós estamos falando, líder do complexo industrial militar americano, constrói mísseis, satélites, eh equipamentos solares, tudo que é de altíssima tecnologia. Nós estamos falando da Luk Ridmart e ela Agora vem, né, de novo as luzes e os holofotes através dessa matéria sobre essa tecnologia simplesmente incrível. O que é muito legal de se falar que eu já trabalhei com material não da Luk Redmart, mas um equipamento israelense, né, que é um raio X de parede. Vou fazer primeiro uma analogia para vocês entenderem aonde eu quero
chegar. É um raio X de parede. É um equipamento com duas alças que você encosta na parede e você consegue ter assinatura dos Ocupantes daquele cômodo, né, sem você ter acesso através da parede, porque o equipamento tem uma tela. Esse equipamento israelense chama-se Xavver 400, muito utilizado nas unidades contra terrorismo para saber o que que tá acontecendo dentro do cômodo para fazer o ataque ou a invasão. Bem, por que que eu tô falando isso? Porque agora a tecnologia não fica mais preocupada com o sinal que cada humano está emitindo, não. O que tem agora é
o seguinte, eles Eh direcionam uma certa área e todo o espectro daquela área é medido e analisado. O que tiver de mais baixo de diferença ou assinatura nesse lugar, será traduzido, será entendido, será analisado pela IA e vai dizer o que que é. Então, a gente estava até aqui nos bastidores comentando sobre essa matéria que é muito interessante. Se realmente essa tecnologia existir, é simplesmente incrível e tem aplicabilidades assim enormes. É você conseguir, né, eh, identificar um batimento cardíaco numa distância de 60 km. Eu vou repetir porque tá na matéria, né, em inglês original do
dos site lá de fora, 60 km. É isso que eu tô falando. Então, quando você faz isso, você analisa toda aquela área e você descobre que aquela vibração, aquele sinal tão fraco é o batimento cardíaco do piloto. Então, eles não estão preocupados com quem tá emitindo, né, esse sinal e sim com todo o ambiente e assim descobrir Aonde tá a pessoa. Esse Xavver já tá sendo substituído. As forças americanas já também fizeram uma breve publicação de uma tecnologia que é muito interessante. Por que que não é mais necessário o Xaver? Porque em todo local que
possuir Wi-Fi, você consegue ver as pessoas que estão dentro do cômodo. É, essa tecnologia é semelhante a essa que esse foi colocada na matéria. Ela estuda o sinal de Wi-Fi transmitido dentro desse cômodo e à medida que ela vê as Interações que do sinal batendo nos corpos, ela sabe onde tá as pessoas. Então o Xaver, que era um equipamento tão proeminente, tão tecnológico, já se posiciona agora como equipamento ultrapassado, porque agora já existem novas tecnologias que fazem a leitura do sinal de Wi-Fi. Por exemplo, aqui onde nós estamos gravando agora, tá lotado de sinais. Se
pudéssemos ter uma visão para ver todos esses sinais, a sala estaria lotada de sinais de dos cabos, né, da da Emanando com eh campos eletromagnéticos, os sinais de celular, enfim, as antenas que tem aqui próximo, sinais de VHF, de UHF. Então isso aqui estaria lotado de coisas no ar, se pudéssemos ver. E à medida que tem um corpo no meio disso tudo, isso atrapalha esse sinal, a passagem desse sinal e aí que você é encontrado. Então sim, essa tecnologia é muito plausível, mas a distância agora a precisão, porque está encontrando um batimento cardíaco específico. Se
esse Piloto tem os exames, né, arquivados lá nos Estados Unidos, né, os exames de coração, né, os eletrocardiograma, eles sabem a assinatura do batimento cardíaco desse piloto, exatamente para distinguir se é ele mesmo. Então, imagina a criatividade em cima dessa tecnologia que pode acontecer. Então, tá de parabéns a Luk Ridmart mais uma vez, uma fábrica simplesmente incrível, fabrica os melhores mísseis antitanque, conhecidos como Javelin, que é a Lukidmart que fabrica, dentre outras várias outras coisas que essa empresa fabrica. Então, procure a Scunkworks que você vai saber a história da divisão secreta dessa empresa tão famosa
dos Estados Unidos da América. >> Muito bom, Júlio Carcará. Vamos lá. Eh, excelente tudo aqui que o Júlio pontuou. A gente só espera que em algum momento essas empresas não se virem contra outros grupos, né? Porque também quem é que controla tudo isso no fim das Contas, né? Não é? O Júlio tá concordando aqui com a cabeça. Mas vamos lá, Carcará, quero te ouvir. >> Então, cara, nessa nessa matéria aí, o que é interessante não é o Magnetron, certo? Que o Magnetron é antigo para caramba. É um equipamento elétrico, né, que gera microondas. Foi descoberto
até pelo um camarada que trabalhava na Humon. Ele tava perto do radar na época, logo depois da Segunda Guerra Mundial, e ele notou que o chocolate que levou para Comer foi derretido. Aí como ele era um cientista, ele [ __ ] essa [ __ ] foi derretida. Ele fez outro teste, derreteu também, descobriu que o radar gerava microondas. Daí vem o microondas, né, que é usado para fazer a água vibrar na frequência 2.45 GHz, que significa que a molécula de água ela vibra 2.45 bilhões de vezes por segundo, ou seja, ela aquece por atrito, porque
aí por isso que eu o alimento é cozinha, frita, esse negócio todo. Mas A tecnologia, o interessante não é o magnetron, é o equipamento que vai detectar uma frequência tão curtinha na distância tão grande que é o coração, ele forma o campo eletromagnético, né? os animais marítimos, por exemplo, o tubarão martelo, ele acha a vítima dele lá, ó, a presa dele através do campo eletromagnético gerado pelo o a a presa que ele tá procurando. Pode estar dentro de loca de pedra enterrada, ele passa por cima, ele sente o campo magnético Gerado. Isso, isso que é
impressionante. O problema é que essa onda é muito curtinha, que é uma microonda que o coração cria, que nós temos o magnetron natural, né? E a uma distância gigantesca dessa, ele tem um equipamento que consegue detectar um pequeno campo magnético eh vindo do coração humano. Pelo que eu li na reportagem, o piloto mandou a posição e dele, pô, mandou a posição dele, pô, será que esse piloto vai est lá mesmo para como é que eu vou Achar esse cara? Ele testou esse equipamento. >> Essa posição, car, cara, tipo de cortar, foi na hora que ele
ele foi atacado. Então, ele tem um sistema que, pelo que pelo que eu consegui entender, que que emite e de imediato a localização dele para saber pelo menos onde ele caiu. Agora, para onde ele foi depois, é, talvez eles tem algum tipo de treinamento, né? Olha, você o que que você faz no para sobreviver se você cai Numa área dessa, né? Mas esse ponto ele é automático, ele foi explodido e aí o pessoal já sabe, ó, ele foi explodido nesse ponto aqui. Dali pra frente aí >> ejetado. Explodido não, senão ele ia morrer. >> É,
desculpa. Éado. É, mas que foi que explodiu o o o avião, né? Perfeito. Pode voltar. >> Então, era resumidamente o piloto emitiu a sua posição que existe um rádio para isso, um equipamento de identificação, Inclusive com IF laser, portão, cinco tipos de frequência e o americano e o ele manda outra posição em cima já da parte alta que ele ele se ele ejetou, pousou, pousou na parte mais alta do que o solo e continuou subindo, ganhando altura. Chegou a 2000 e poucos quilômetros de altura. que dá aí quase 7.000 pés. E de lá ele mandou
outro sinal e o americano sabia que era ele usando esse equipamento. Como o Júlio falou, o americano devia ter assinatura Da batida cardíaca dele, que é o mesmo coisado em radar, sonar, só que agora eles usaram para pro humano. Eu nunca tinha visto isso em lugar nenhum. Tá a primeira vez que o Mas o interessante não é o magnetron, não, tá, senhores? emissor de de microondas, não é o equipamento com nessa distância saber que tem humano dentro da mata ou dentro da montanha que o coração dele tá tá tá pulsando, aí é para lascar tudo,
né? Ou seja, já tá quase igual é o espírito Saber onde é que você tá, porque você orou e ele te localizou. Tem até um filme que mostra isso, ó. O espírito sabe onde é que você tá, porque você chama ele. Se você não chamar, não orar, nem adorar, ele não vem. É muito parecido. É as tecnologias, né? O o ser humano tá cada vez mais evoluindo. O que é que tem de bom? O que é que tem de ruim disso aí? Cara, se for usado para o bem, logo logo isso pode ser empregado em
aeronaves, em drone para Achar pessoas perdidas, a pessoa dentro do mar, um car de coisa. E pode ser usado também pelo estado eh totalitário, que não tem mais onde se esconder, porque se teu coração bater, o cara te acha, pô. É impressionante. É por isso que os homens antigos se escondiam nas cavernas, porque ele sabia que no passado tinha tecnologia que encontrava ele. Só pode ser isso. Tanta caverna na história da humanidade. Isso aí, meu amigo. >> E a Carcara apontou um negócio importantíssimo, usar isso aí no mar, né? Quantas pessoas são são náufragas e
acabam não sobrevivendo a isso. Agora teve o caso do Osama Binaden, né? Se isso já tivesse naquela época, eu não precisava aí de, sei lá, 10, 11 anos aí para conseguir chegar no camarada. Mas é isso, comandante Vilas Boas, quero te ouvir. Rapaziada, você que tá em casa, deixa o seu like aí para dar uma moral nessa sexta-feira. Eh, e surpreendeu, Comandante, eh, essa tecnologia porque foi necessário consultar especialistas do mundo inteiro para entender o que tava acontecendo. Mas, mas também convenhamos, seria ingenuidade imaginar que países como a China, por exemplo, que toda hora aparece
com coisas novas, eh, também não tenha armas que a gente sequer consegue imaginar. O dia que Estados Unidos e China e talvez até a Rússia tirarem armas do do armário que a gente nunca viu, talvez estejamos Próximos do fim. Quero te ouvir, comandante. >> Eric, eh, esse armamento aí, vamos dizer, revolucionário, né, de Jupitivo, vamos dizer assim, se a gente puder assim chamá-lo, realmente ele parece, ao que tudo indica, que ele ter tá próximo às barreiras da das leis da física, né? Então a gente vai lembrar aqui na na captura do Nicolás Maduro, apareceu aí
na mídia, né, um um sistema que a gente comentou aqui, poderia ser um um é raid, Né, um dispositivo de emissão de longo alcance, de ondas sonoras que provocaram aquela aquele distúrbo temporário provocando vômito, dor de cabeça e que paralisaram os militares que faziam a guarda pessoal, os cubanos da o que faziam a guarda pessoal do Maduro, que aquilo ali auxiliou, né, ou alavancou proporcionou melhores condições para que fosse fosse fosse feita a captura. E agora no outro espectro a gente toma conhecimento de mais um tipo de Armamento ou de instrumento, seja lá o que
for. Isso aqui no caso não é um armamento, né? É um instrumento, é um artifício sendo empregado, nesse caso aqui para as operações militares. Então o que dá o ineditismo dele, como o Carcaral e Júlio muito bem falaram, justamente não é a a a filosofia da tecnologia em si. né? Mas o alcance e a perfeição na filtragem das ondas, das dos sinais eletromagnéticos eles conseguiram filtrar até efetivamente Chegarem na detecção ou na confirmação do que o piloto lá, o WSO eh norte-americano, realmente era ele. Então, só para deixar e em complemento, energia eletromagnética do coração
é uma energia emitida de forma mínima, né? A energia eletromagnética vem do pulso elétrico. O tudo que tem pulso elétrico, ele gera um campo eletromagnético. No caso do coração, ele gera um campo eletromagnético, mas é um campo muito pequeno. Então, por exemplo, a gente que Faz eletrocardiograma ou fazia, né? Nós três, tô falando nós três, nós, os militares na Marinha, os militares de operações especiais, eles passam por uma bateria de exames médicos anuais, ou seja, cada ano nós estamos expostos a vários testes para nos dar a qualificação de saúde para continuarmos operando. Um dos mais
básicos que a gente faz é o eletrocardiograma. o elétricoardiograma, justamente eh você vai ver a assinata, assinatura elétrica Barra eletromagnética do seu coração. Só que para fazer isso, a gente se lembra que acho que a maioria dos nossos telespectadores já deve ter feito, você bota sensores que são colados no seu corpo, são eletrodos, né? Você bota nos pulsos, bota no no nas pernas e bota no coração para medir uma fração de energia dentro de um consultório com uma máquina que tá presa ao seu corpo. Os limites da física que parece que esse murmúrio fantasma desse
equipamento Conseguiram transcender, é que eles estão conseguindo fazer isso a princípio a mais de 40, 50, 60 km de distância. Então isso realmente muda uma dinâmica de limite de tecnologia, porque entenda, não é só, como o Júlio bem explicou, a energia eletromagnética, ela tá espalhada para tudo quanto é lado, tá? Tudo aqui tem eletromagnético. Luz emite eh energia eletromagnética, celular, Wi-Fi, Bluetooth, eh microondas, luz visível, luz invisível, Ultraviolet, infrared. Tudo isso é em mente campo. você ter a tecnologia que até onde a gente sabe que eles conseguiram utilizar por meio de inteligência artificial para filtrar
e isolar todo esse campo de energia eletromagnética e principalmente naquele campo de batalha onde todos os radares estão ativos emitindo onda para tudo quanto é lado. Isso é realmente algo disuptivo. E aí vem mais uma coisa, né? O ambiente Também favoreceu. A gente vai entender que o deserto, onde provavelmente, né, até onde tudo se indica, ou nas montanhas elevadas que esse piloto tava, é uma região mais calma. Sim, é uma região mais calma, mas mesmo assim você tem animais, você tem um monte de coisa operando naquela área. Então você separar todos esses ruídos e realmente
ter a confirmação de que aquela assinatura eletromagnético corresponde à assinatura de uma pessoa, No caso piloto, é algo assim totalmente inovador, né? Como o Kacará falou, a gente nunca tinha escutado, eu nunca tinha escutado falar de nada nesse campo. Ou seja, o que dá a entender é que agora todo militar norte-americano, principalmente esses pilotos, operações especiais, que operam normalmente a retaguarda da profunda inimigo ou além da linha de contato do inimigo, eles estão sendo tendo a sua assinatura do coração eletromagnético mantidas num Banco de dados justamente para situações como essa. Então, vou dar um exemplo
do nosso caso. A gente também dentro dessa bateria de teste, todo ano a gente refazia a radiografia rax de arcada dentária. Mas para que que era isso? Era para que em caso de um sinistro, de um acidente, onde nós não pudéssemos ser eh eh reconhecidos, o reconhecimento seria feito por arcada dentária. Nenhuma novidade. A gente acompanha isso também Nos grandes acidentes aí, principalmente os acidentes aeronáuticos. Mas agora o que dá a entender é que todo militar deles tem essa assinatura mantida em banco de dados justamente para esse caso de confirmação. Então isso realmente coloca a
Lock Reid Mart, que é uma das cinco grandes empresas de defesa norte-americana, né, junto com o Boeing, General Dynamics, com a RTX, que era antiga Rel, eh, e a North Trop Gruma como um algo que assim Produz material que tá totalmente fora do conhecimento de todo mundo. Então, se como Eric falou, se a China tem, a gente não tá sabendo, mas pode ser que tenha, né? Essas tecnologias não ficam escondidas por muito tempo. E, aliás, já vem um questionamento aí, é meu, pessoal. Se a tecnologia tão secreta assim desenvolvida para, por que que logo após
o seu primeiro uso ela já ela já exposta dessa forma? Ela foi vazada ou isso é feito de forma deliberada para Que a tecnologia seja difundida ou que haja algum interesse em comercial da própria empresa com a venda do equipamento? Então isso eu não sei. Eu fico com essa dúvida sempre para tentar entender essa dinâmica de pegar um equipamento que é secreto, como também foi no caso do Nicolás Maduro, da sua captura, e aí colocar isso na mídia de forma deliberada. O que cabe à gente agora é fazer justamente essa tentar entender a dinâmica do
equipamento e Para tentar entender também que que serão as próximas fronteiras e possibilidades de atuação. Então, como os dois também já falaram, se a gente transcender isso, extrapolar isso pro pro mundo do desastre, das catástrofes naturais, o o emprego disso em situações de terremoto, de desabamentos ou deslizamentos, como a gente tem aqui no Brasil recentemente, agora o J de Fora, a capacidade de não de saber, porque a gente não vai ter assinatura do coração Daquela pessoa, mas de saber que tem alguém vivo debaixo de escombro, debaixo de lama, debaixo de terra. A dinâmica disso é
totalmente, [ __ ] assim, vai mudar a capacidade de atuação das equipes de busca e salvamento. E já no campo militar, pegando o gancho do equipamento de raios fios que enxerga através de parede, como o Júlio falou, a gente saber não efetivamente se a gente não tiver assinatura do cara, aí os serviços de inteligência, tipo Mossade, Agora vão correr atrás desse tipo de informação. baseado no exame de eletrocardiograma, por exemplo, do inatolá desse que está escondido debaixo de uma caverna. Mas você saber que tem um coração humano escondido debaixo de um túnel, debaixo de uma
montanha, debaixo de um compou atrás de um compartimento, a dinâmica disso para as operações militares também vai dar um salto muito grande. Então, é mais um equipamento que é empregado em situação De combate, ou seja, ele é colocado o que era um conceito, ele é testado no campo dos exercícios das simulações e agora quando tem um conflito, ele é literalmente empregado. E aí sim essa agora a tecnologia passa a ser, digamos assim, nesse caso disruptiva, porque era algo até então inacessível, inalcançável, não só no campo da tecnologia, mas no campo até de pensar que isso
pudesse existir. Então, realmente, os caras aí da Lock Red, do Programa de desenvolvimentos avançados, que é uma organiz é o departamento secreto da Lock Head, que as outras empresas também têm, elas se mostram muito à frente da tecnologia, pelo menos que a gente vê disponível. no arsenal das outras forças militares. Eric, >> muito bom, comandante. Aí, Júlio, vamos lá pra gente voltar aqui a girar o Patrick Maletninski, que eu citei agora a pouco, que é o chefe do departamento de física da Universidade de Basel, eh, Um dos muitos aí que analisaram o caso dos especialistas
nesse tipo de tecnologia. Eh, lembrando que todos estão chocados ao descobrir a existência desse armamento, eh, chegou a a colocar um ponto que diante disso, de algo que ninguém imaginava, nem nos os teóricos ali da ciência de que isso estaria próximo de ser desenvolvido e de repente vê que isso já estava pronto secretamente nesse caso pela Lock Reit Martin, ele disse que ele, por exemplo, Que sempre foi um crítico da ideia da arma Harp, que seria aquela arma que conseguia mexer no tempo. Teoria aqui no Brasil, teoria de conspiração pura, né? Você via isso aí?
A gente já trouxe gente aqui para falar no canal. Vilela fala muito isso. Daniel Lopes quando veio aqui falou muito disso. Júlio também no episódio dele. Mas assim, uma uma arma que estaria dentro da teoria de conspiração pela impossibilidade de desenvolver isso. E esse mesmo camarada Disse que diante de tudo isso, nem do Raarp seria possível duvidar. Porque aparentemente a a ciência pública, aquilo que se sabe sobre ciência publicamente mesmo entre os grandes pesquisadores, eh, parece que tá muito atrás do que de fato tá sendo desenvolvido. E aí, Júlio, além de te perguntar isso, eu
coloco um ponto que eu vi inclusive muita gente falando do chat aqui antes mesmo de eu citar isso, que as pessoas disseram: "Tá vendo? Olha Só a prova de que as armas alienígenas, de que as naves, os OVNIs, os UFOs, os UAPs, como você queira chamar, eh foram encontrados pelos Estados Unidos e se trata de uma engenharia reversa e por isso a velocidade inacreditável dessas armas que ninguém espera. Estamos aqui na teoria da conspiração agora, tá gente? É sexta-feira, estamos aqui para isso. GC tá até ali, ó. Arma alienígena foi usada no Irã. Deixa aqui
seu comentário, digita um se você acha que Sim, né? E digita dois se você acha que não, e deixa seu like. Julião, quero te ouvir. >> Bem, essa também é uma das teorias que cercam a empresa Luke Red Martin. Dizem as mais línguas e os canais de conspiração exatamente isso, que tudo que foi encontrado quanto à tecnologia alienígena foi repassado para Luke Redmart e por isso ela está na maioria das bases americanas e tem uma grande representação na área 51. Várias Aeronaves da Lukid Martin foram testadas na Área 51. E tem o pessoal mais cético,
né, que diz justamente ao contrário, utilizando a mesma narrativa. Fala o seguinte, que os testes secretos da Luke Redmart na década de 47, 48, né, que ninguém conheciam essas tecnologias, foram confundidas com naves alienígenas porque ninguém imaginava o que eles estavam fazendo. Então tem essas duas teorias distintas, né, e vertentes totalmente diferentes. Uma que acredita Na vida alienígena e passou, né, a tecnologia reversa para essa empresa. E outra que são os céticos, que essa empresa realmente era completamente disruptiva no pós-guerra e eh fez essas aeronaves incríveis e eram confundidas quando voam a grandes altitudes, o
brilho eram confundidas com discos voadores. É aí que nasce, né, toda essa história. Mas o interessante disso tudo é fazer uma analogia com o passado. Como eu sempre digo, quem conhece história no Mínimo, não pratica os mesmos erros. Então, quando você fala de armas magníficas, eu lembro das vanv, que era as grandes armas magníficas de Hitler e do nazismo, as armas que iam tirar o nazismo no final da guerra, iam vencer todos os países do planeta, dando a vitória total para os nazistas. Uma dessas armas que diz até as teorias da conspiração é o Dieglock
e o Heinebu. Dizem até mesmo que são máquinas do tempo. Então, com essas vanffel armas Maravilhosas, ele conseguiria, né, fazer coisas incríveis. Bem, depois que acabou o nazismo, a a Alemanha perdeu a guerra, os americanos parece que fizeram um projeto chamado Paper Clip, onde captou todos os engenheiros e tecnologias alemãs para a América do Norte. Então, quem sabe essas tecnologias totalmente disruptivas não foram adquiridas pelo projeto Paper Clip para os Estados Unidos e muita coisa veio da Alemanha, talvez das Verbarf, as armas Maravilhosas e magníficas. Então fica a pergunta, né, será que realmente essa grande
empresa junto com outras que eu creio que uma empresa só não estaria detendo, né, todo esse poder. Tem a Hon, tem a North Rob Groman, tem a Boing. Todas elas têm as suas divisões secretas, né? A da Boing é tem até um nome muito bacana que chama Phantom Works, né? Tem um símbolo de um espião muito bacana. então que também tá envolvida em várias outras áreas, Inclusive a área espacial. Então, será que tudo isso não se mistura, né, com uma grande tecnologia adquirida pelos americanos através de projetos secretos que foram descobertos na Alemanha nazista? Fica
aí a dúvida e o quiz para as pessoas, né, pesquisarem em casa. Eric >> Carcará, vamos lá, quero ouvir sua opinião aí também, né? Gostei muito, Júlio, dessa pontuação de que às vezes foi o contrário à armas alienígenas que Vemos há todos esses anos aí, na verdade. E agora temos talvez a primeira prova disso, do quão a gente tem uma tecnologia que ninguém sabe que existe. E agora a gente teve um primeiro vislumbre de tudo isso. Carcará, >> bom, eu não vejo como arma alieníisna, cara. Eu vejo também não é arma, isso é um equipamento,
tá? A arma é aquilo que é usado para atacar. Eh, nem no modo passivo isso aí é usado como arma. É um equipamento de detecção de alta Resolução para baixa frequência que é o microondas, entendeu? Altíssima frequência que é o microondas que tá lá na na posição, que é o homem com coração batendo. Aí isso que é incrível. É um super equipamento que tem uma sensibilidade gigantesca de detectar campo eletromagnético. Pronto. É isso aí. Como a gente falou, isso vai ter importância para muita coisa, né, cara? para você encontrar, principalmente na área de busca e
salvamento. Aí inclusive Casos de perdidos, desastre, guerra. Pensou, tem uma pessoa que teve um desastre qualquer, ruínas e o cara consegue achar a pessoa pela batida do coração dela, ali, saber que ele tá vivo. Então é um equipamento, né? Uma arma. Eu eh não é que eu não achei coisa do outro mundo. Pode que o americano foi o pioneiro nisso aí, né? Mas isso aí com certeza vão, é tipo assim, alguém não teve a ideia de fazer isso. Alguém aí a Rede foi lá. É muito interessante isso aí, tá? É tipo que foi usado na
Venezuela, que é a arma de energia dirigida usando onda sonora. Isso ali já é já faz muito tempo, já tem mais de décadas já. Isso é usado no Oriente Médio, embaixada. A Marinha do Brasil usa nos navios. Eu testei isso lá no toneleiro quando chegou para vender. São coisas que já existem, só que não, o público não sabe que tem. Aí o público toma esse choque. Caraca, lá na Venezuela o americano usou uma arma que o am o o cubano ficou e paralisado, não escutou nada, doeu tudo, aqueceu tudo. Armas com microondas, jogou em cima
do cara, milhões de vibra, bilhões de vibrações por segundo no teu corpo, vai aquecer, tu vai cozinhar por dentro, né, cara? Ou seja, o cara pegou a tecnologia que era antiga, usou novamente para pr pra coisa nefasta que é a guerra, né? É impressionante sobre isso aí, resumidamente, cara, eu não acho que Seja alienígena. Eu acho que eles são pessoas super inteligentes, que tiveram uma boa sacada e com certeza esse pessoal trabalha na área de radar, de busca e de busca de sinais e sabe que quando entra alguma coisa na atmosfera, se você tem uma
perturbaçãozinha ali, quando o coração bate, tem um campo magnético que faz uma perturbação, a gente não vê, como o Júlio falou aqui, tá cheio de coisa passando aqui, raios, microondas, Eh, antenas de de celular, ondas de comunicação passando aqui dentro. Pode ser até ondas de radares passando aqui por dentro de radiofrequência a gente não consegue ver. E os equipamentos que trabalham com esse tipo de frequência, né, de de tecnologia, consegue observar o que o humano não consegue. a gente não consegue sequer observar na escuridão se não colocar, a gente fala armar a visão com óxo
de visão noturna, né, que também foi coisa de alienígena para quem fez a Primeira vez, depois veio o sensor termal, agora nós estamos na nessa arma aí que a base do magnetron, né, que o cara localiza o pulso do coração do homem à dezenas de quilômetros. É fantástico a tecnologia, mas não é arma, tá senhores, é um equipamento. Tá bom, >> Carcará? Será que dá para dizer que não é arma? No momento em que a gente só descobre a existência dessa tecnologia no meio da guerra? Porque veja bem, os Estados Unidos já podia est salvando
um Monte de gente. E eu tenho certeza que a partir de hoje vai salvar um monte. Agora que a gente sabe que isso existe, não dá para esconder, vai ter um monte de gente. A gente vai falar disso daqui alguns anos. Nossa, quantas pessoas deixaram de morrer no num náufrago, alguma coisa nesse sentido. Daqui para frente eu não tenho dúvida. Mas, por exemplo, se não tivesse essa guerra do Irã, a gente ia saber que essa tecnologia existe. Quantas pessoas iam Morrer? E assim, eu também não sei nem se existe outra possibilidade de pensamento, mas aparentemente
tem uma linha de raciocínio apenas. Se não tiver, se não tivesse em guerra, ele não mostraria, porque no momento em que ele mostra, faz com que todos os outros países e que certamente fizeram reuniões no dia seguinte, dois dias depois, agora então que que que vários especialistas do mundo já se manifestaram, com certeza essas pessoas já sentaram para fazer Reunião e falaram: "Gente, olha só, Estados Unidos tem essa tecnologia, por que que a gente não tem ainda?" Tu acha que o Ximpin Pimin, o Putin, não chamou o pessoal lá no fechado e falou: "Gente, a
gente tem que correr, né?" Então assim, a tecnologia não é uma arma para afetar os outros, mas só foi utilizado em situação de guerra. Então não é meio que uma arma nesse sentido. Agora que todo mundo sabe, vai todo mundo usar e tudo mais. Vamos lá. Tu não vê dessa Maneira, não. >> Não, não é arma, é equipamento. O que que é o conflito? O conflito é o local onde você vai testar todos os materiais. A China fez o quê? Lançou o sistema de radar baterante anezuela, porque ela nunca testou em combate. Bota aí para
mim ver se funciona. O americano foi lá e passou por cima, jogou no Irã, passou por cima. Eh, pra China foi derrota? Não é que foi derrota. Só o cara vai fazer, meu irmão, onde é que a gente errou aqui Para dar um clique nesse material? Com certeza. Próximo sistema de armas e defesa antiaé da China vai ser um verdadeiro inferno pro cara conseguir ir lá destruir. Por ela já viu onde tá o defeito. Por que que ela viu? Porque teve um conflito. A Rússia começou o combate usando chamado escânder. O escânder era tudo o
impossível dos mos. Quando começou o combate ele já melhorou 14 ou foi 28 interferências de aprimoramento do míssil scânder e assim Vai. Entendeu? Então o conflito serve para você testar equipamento eletrônico, guerra eletrônica, eh eh posicionamento de tropa, eh técnicas que você usava, achava que tava bom. Aí você descobriu que com o drone não vai valer mais [ __ ] nenhuma. Os drones já foram modificados centenas, dezenas de vezes. Ou seja, é função de um conflito é fazer isso. De repente a tecnologia existia e o cara textualia, vamos ver se é se é verdade ou
não. Aí foi a boa hora para fazer Isso aí, entendeu? De repente el até podia usar isso aí a nível interno e não revelava. E com certeza já que revelou isso vai dar uma coisa garanto a é a da rede ou é da Luk Redmart? LM >> vai ganhar muito dinheiro se ela passar pro meu civil, pra equipe de buscinho vai cair para cima, cara. >> Mais, né? >> Mas é muito dinheiro, meu irmão. É muito dinheiro, >> pô. Só as equipes de busca que tem Espalhada no mundo aí, que são milhares. Na França. Então,
um dos países tem mais equipe de busca. Inclusive um dos um amigo meu que mora na França é responsável pel setor lá, uma um estado daquele lá. Pô, ele deve com certeza que ele trabalha com tecnologia alto nível, revista militar, ele deve tá, vou até ligar para ele depois ele se ele vai para ele dar uma pesquisada melhor pra gente aí até eu trago para cá o resultado, tá bom? Mas é isso aí, cara. Você que saiu, tô vendo aí dinheiro caindo no cofre da Luk Rid Mart, meu irmão, porque na parte de busca isso
aí vai ser [ __ ] >> Muito bom, Carcar. Julião, João pediu a palavra. >> É só para fazer outra analogia, né, para mostrar que não existe almoço de graça e ninguém foge do controle. Tudo que é lançado como tecnologia nova sempre vai ser para uma coisa boa, sempre vai ser para salvar alguém e depois ela vira Arma. Foi assim com El Rad. O Lad, como o Carcará citou, que tem na Marinha, a gente já trabalhou com ele, ele foi designado, originado, desenhado, desenvolvido para o resgate e hoje em dia já vemos ele sendo utilizado
como arma como os países como China, Estados Unidos e Rússia. Então, né, o GPS ele veio para localizar todo mundo, deixar todo mundo muito bem orientado, mas ele também serve para levar os mísseis até a sua cabeça. >> Muito bom, Júlio. É, comandante Vilas Boas, >> você só fazer um complemento, né? Porque a gente tá falando da tecnologia em si, né? Então, a gente tá abrindo mais o lexante, eh, abordando um pouco mais do que os dois já falaram, mas essa tecnologia em si, voltando a falar do resgate propriamente dito do piloto, ela foi importante,
né? concordo com o que o Carcará falou dessa última, nessa última fala dele. Isso provavelmente era tecnologia que tava em teste, tava ali guardado. E aí foi um momento propício numa situação extrema, num ambiente que foi favorável, como foi aquela questão do deserto. Se se fosse feito isso dentro de uma cidade, esse primeiro teste, digamos assim, se é que ele foi testado ou não foi testado, seria muito mais complexo, mas foi uma conjuntura de fatores que analisou e veio a contribuir Para o resgate do piloto. Ele foi um elemento importante, mas também não foi o
decisivo, porque é uma conjunção de fatores. Vamos falar de tecnologia. Quais são os fatores dele? Mais além da tecnologia. Primeiro é a doutrina norte-americana de fuga evasão, do treinamento dos pilotos, das operações especiais e todo mundo que precisa disso. Então, a doutrina ela é revista, ela é atuada, ela é revisada porque quem tá no combate tem condições de revisar As suas doutrinas em todas as áreas. E nessa de fogo, evasão também, sobrevivência. Principalmente você tem eh força forças de casos de operações especiais que estão em prontidão para fazer o tipo de resgate. Então você alocar
150 aeronaves, não sei lá quantos militares para fazer isso não é qualquer país, qualquer força militar que tem condições de fazer em termos de tecnologia propriamente dito. Então, a composição, você tinha um rádio do Piloto, que é aquele que o o Júlio comentou aqui na semana passada, no início da semana, que é um rádio que tem a sigla Ccel, que é um rádio que fica próximo ao colete do piloto, que justamente no caso de necessidade e evasão, ele começa a ser o elo de ligação entre o piloto e a força que tá monitorando ele. Logicamente,
como o inimigo, o caso Irã, tá monitorando porque sabe que houve uma injeção naquele território, ele automaticamente Vai pegar todos os seus radares, todo o seu sistema de inteligência, vigilância e reconhecimento, radares, satélites, seja lá o que ele tenha disponível e vai jogar em cima daquela área justamente para esperar as emissões rádios que aquele piloto, aquele elemento de operações especiais vai est fazendo. Então, por meio desse rádio, ele emite pequenas mensagens chamadas mensagens flash, que vão dizer aos centros de coordenação de comando e controle Informações básicas como tô vivo, consigo andar, tô ferido, eh, e
alguma coisa em termos de localização. Então, quando ele já passa alguma coisa em termos de localização, as buscas que tinhaam uma área gigantesca começa a se retrair. Além disso, tem esse equipamento que agora virou uma confirmação, que eu vou falar dele depois, e tem todos os equipamentos que são de confirmação de imagem termal e de infravermelho. Então, as equipes não Chegaram até esse militar somente por conta agora do do Ghost Murmur, mas por essa composição de fatores e por conta desses equipamentos. Esse equipamento especificamente, com toda essa tecnologia que a gente vai falar de forma
disruptiva, como eu falei da outra vez, ele tem uma importância muito grande justamente na confirmação que é o piloto que tá emitindo aquele sinal. Por que que eu falo isso? Eu acho que eu Comentei na semana passada, já aconteceram operações de de parecidas como essa e em que equipamentos rádio, esse equipamento chamado beacon do Ccel foram utilizadas, eram utilizadas por tropas dos si os norte-americanos. Só que acontece quando durante um engajamento com os afeganos com no Afeganistão, um dos militares, uma equipe de quatro militares foi morto. Os afegãos pegaram justamente esse equipamento que eles sabiam
o que que Ele faz, como que ele é empregado e pegaram esse equipamento e colocaram em cima do telhado de uma casa. O que que aconteceu? a força de resgate com mais militares de operações especiais e justamente com esse esquadrão que a gente sempre fala dele, o 160, os na stalkers foram levados junto com Shinuk para cima da localização onde esse rádio estava emitido. O que aconteceu? Os afeganos estavam do outro lado, lançaram o RPG dentro do helicóptero. O Helicóptero caiu, caiu e levou a morte de mais 16 militares das operações especiais norte-americanas. Então, quando
você tem agora um equipamento desse porte que consegue confirmar que quem tá fazendo a emissão, que quem tá do outro lado é justamente quem você tá buscando, no caso o piloto, oficial, eh, de especialista em armamento, essa composição, ela ganha a sua força total, porque o que havia de incerteza em termos de você tá levando centenas de Militares para uma emboscada, isso se dissipa. é 100% garantido. Não poderia ser que o militar tivesse sendo mantido ali sobre captura e aí as forças tiveram tivesse utilizando sabedores desse tipo de coisa que isso aconteceria. Mas a probabilidade
do risco envolvido na operação cai muito. Então, a despeito da tecnologia, sim, ela é muito importante. A extrapolação dela pro mundo civil, é isso que o Carcarafalou, a Lock Reed vai Ganhar zilhões. Então, talvez isso já responda um pouco do meu próprio questionamento, do porquê dessas tecnologias que são digutivas, são colocadas na mídia, como esse caso, de uma tecnologia que até então é secreta, é justamente porque envolve dinheiro. Mas o dinheiro é variável na equação dessas super grandes empresas de defesa. As grandes empresas de defesa, os países que t defesa, eles funcionam baseado no tripé.
O tripée é a indústria de defesa Que da tecnologia propriamente dita são o mundo acadêmico, as universidades, os centros de pesquisas que desenvolvem a tecnologia além do seu limite e as forças armadas que geram a demanda da tecnologia pagam por isso e fazem com que ess a gente chama a tríplice hélice, com que essa hélice gire. Então isso faz com que países como os Estados Unidos estejam sempre na vanguarda do desenvolvimento militar, porque tudo isso se junta em termos disso. Então a Gente ah fala que vai ganhar dinheiro, vai ganhar dinheiro sim, porque além disso,
por mais que o governo bote dinheiro nos projetos secretos, projetos de defesas, as empresas precisam ganhar dinheiro também no mundo civil. Então essa é claramente uma tecnologia que vai ter aplicação no mundo civil e vai ter uma aplicação muito importante, conforme a gente já falou aqui, Eric. >> Muito bom, comandante. Vamos lá, rapaziada. Agora vamos trazer um pouco Desse cenário pro Brasil, porque o Trump não tá de brincadeira e dessa vez parece, dessa vez parece, não. Aconteceu de fato, eh, o anúncio aconteceu hoje às 11:30 da manhã. Você encontra isso nos portais do Brasil, mas
talvez não do jeito que deveria. Eh, o Lula fez uma parceria, né, o nosso governo brasileiro aceitou uma parceria com o governo de Donald Trump para o combate ao crime organizado. Gente, algo dessa magnitude que tá sendo Discutido, tava sendo discutido há semanas que o Brasil não entraria nisso, que o Trump não poderia estar aqui, que não pode considerar nossas facções como terroristas e etc, etc. Aparentemente o Trump não vai considerar as nossas facções terroristas. Só que, só que abre aspas, abre aspas, o Trump, o Trump terá acesso, veja bem, acesso de total integração aos
nossos esforços de inteligência e operações contra o crime organizado. Bom, Júlio, eu vejo da seguinte maneira, das duas uma, ou o nosso sistema de combate ao crime organizado em nível federal é pífio e ninguém tá se importando dos Estados Unidos ter acesso a tudo isso, ou, ou sei lá, não sei qual é a outra possibilidade, eh, qual que é é medo de ser atacado, de ser pior, transformar o PCC e o Comando Vermelho em terrorismo e aí acabar pegando o pessoal da Faria Lima, é o político que ajuda o PCC, Porque caso você não saiba,
esse era o medo, tá gente? O medo não é, ah, eles vão destruir o Brasil sem prévio aviso, não, gente, o medo não é explodir barco do PCC no mar. O medo é que se você é o empresário da Faria Lima ou se você é um governador de estado, um deputado até o presidente e descobre que você tem transação financeira ou ligação com tráfego, você vira o terrorista. Quem que é isso no Brasil, pô? depois da carbono oculto, que pegou grandes Empresários bilionários ligados ao PCC. Esse é só o medo, tá gente? Não cai nessa
narrativa não. E aí entregamos isso para eles. Que que você acha, Júlio? Isso vi para aí assim, tem uma notinha no wall, no poder 360, no Terra normal. Um dia, parece uma cesta normal para todo mundo. Mas eu queria te ouvir, Júlio. Isso não dá acesso à coisa demais aqui no Brasil, não >> é? Para quem tava gritando com todas as forças, a palavra soberania deixava as Forças armadas e forças policiais a míngua, blindava todo o sistema judiciário para tentar ajudar o lado errado, agora parece que a coisa se inverteu. E eu acho justamente, né,
o que você também acha. Então, é somente uma opinião, mas eu acho que a palavra soberania voltou para dentro da garganta e é hora de aceitar os acordos. O que é mais interessante que não sabemos o que foi proposto, né? Eh, vamos dizer, você tem três escolhas. Ou você escolhe fazer Um acordo para combater a criminalidade internacional, ou você vai ser, vamos tratar todos como terroristas e aí você já sabe o que vai acontecer. Enfim, nós não sabemos quais foram as pautas, né, para que o governo brasileiro se agarrasse a essa, né? muito estranho. O
governo que praticamente estava do lado errado da história, agora vai combater a criminalidade internacional. Nós sabemos que as facções brasileiras, já muito conhecidas e repercutidas aqui no Fala Glauber News, principalmente, né, na parte de segurança pública, já estão em mais de 50 países. O Batata fala isso direto. Então não tem mais desculpas. Primeiro, ataque com drones e granadas às forças policiais. Isso é coisa de terrorista. Segundo, não existe mais fronteiras por a gente estar em 52 países com representação de criminosos. Então isso é coisa de terrorista. Então eu acho bom, né, afinar o cabelo e
fazer alguma coisa junto com a nação que está Cobrando, porque se não fizer, eu acho que a resposta vai ser muito pior. Então eu gostaria muito de saber que tipo de posições ou tópicos que foram oferecidos para que o governo brasileiro se agarrasse a esse, porque me parece que os outros tópicos eram muito piores. É isso que eu tenho, né, em mente. Você pode ver nitidamente que o discurso mudou. É, quando a gente tava falando de segurança pública há uns meses atrás, era o governo que batia no Peito na defesa, falando que era para uma
cervejinha e falando em todos os direitos que o bandido teria e nenhum direito para o policial, nenhum direito para as forças de segurança. Mas agora a narrativa começa a mudar. E quando isso começa a acontecer, só indica uma coisa, Eric. estão perdendo terreno. Para quem eu ainda não sei, mas que estão perdendo terreno. E a palavra soberania tá italada na garganta, com certeza está. Eric >> é, irmão. E o próprio próprio ministro da fazenda americano, que é o Dário Durrigan, chegou a dizer, abre aspas, vamos integrar esforços de inteligência e operações conjuntas para interceptar remessas
ilícitas de armamentos e entorpescentes. Só que ele cita cita as fronteiras, né, do Brasil com países aliados aos Estados Unidos. E que países são esses? Segundo o Dário, Argentina, Paraguai. Pera aí, já, já, já. Então, o Vamos lá, vamos lá. O Trump já tá considerando que a Argentina é uma fronteira dos Estados Unidos. Então, ó, a gente tem da onde que a gente pode ajudar? Daqui da Argentina, aqui do Paraguai, que eles fizeram aquela questão. Aliás, desculpa, a gente é Paraguai ou Bolívia? É Paraguai, né? >> O qu? >> Não, aquela questão que o que
o Trump botou base lá dentro. Paraguai, né? Isso, desculpa. Paraguai mesmo. Tá certo. >> Ou seja, uma beleza considerar o Paraguai que fez um grande acordo recente. Agora Argentina, meu amigo, vamos lá, né? Não tava sabendo, mas pode falar, Ju. >> E vai também um spoiler que eu vou deixar meu amigo Carcará narrar mais sobre o assunto que nós estávamos vendo Aqui nos bastidores, né? Locais, né, de Foz do Iguaçu filmaram, né, filmaram >> couro comendo. >> O couro comendo. A tríplice de fronteira está protegida porque tem soldados americanos lá na parte paraguaia. Porém, os
bandidos foram interceptados por forças argentinas. E esses bandidos abriram fogo direto nas Forças Armadas Argentinas. E isso tem vídeo já rolando. E eu vou deixar o Carcará falar um pouco Mais sobre isso para que vocês entendam o que que aconteceu. >> É, irmão, vamos lá, Carcará, queremos te ouvir. >> Vamos, vamos pegar esse esse esse grupo de falas aí, né, cara? Vamos lá. O Lula, o Lula, ele até que fim ele fez alguma coisa boa, se aliou ao país que você fala. O Brasil tem que se aliar ao Oid, combater o terrorismo, combater a a
as facções criminosas, cooperar com a segurança internacional, se afastar de Ditadores como Maduro, Cuba, eh Nicarágua, Bolívia, Irã, Coreia, tudo que é desgraça. O governo brasileiro faz questão de mostrar que tá do lado. Fica aí aos cinco ventos, sete ventos, 200 ventos aí, quantidade de vento que tem na terra gritando soberania, não sei o que mais lá, que aqui quem manda é é o Lula. E se o Bolsonaro fizer um acordo com a americana, tá vendendo a nação, agora ele vai lá fazer um acordo não só de terrorismo, como ele já fez de terras Raras,
o que não tem erro nenhum. Eu posso dizer que ele deu um adento, como a gente fala, até que fim esse velho aguarda deu um adento. Só que pro o militante esquerdista, isso é o fim do mundo, pô. Eles não podem falar nada porque eu foi papai Lula. Poxa, o Lula brochou. Realmente o Lula fez o acordo e ele brochou. Porque o Trump falou: "Se tô não fizer o acordo sobre classificar esta [ __ ] aí como narcoterrorista, eu vou sentar a porrada para cima". E o Lula todo dia dorme olhando. Sabe o qu, senhores?
Acredite, se quiser. Todo dia ele dorme olhando a o rosto do maduro, que era um gordo imundo e agora é um um [ __ ] [ __ ] Ele, meu pai do céu, esse é o resultado de quem não faz as coisas direito, que não faz o dever de casa, doido é quem fica. Trump, eu te amo. Os traficantes vão tudo se [ __ ] agora. Trampo, manda a tropa. Senhores, vocês são militantes do Lula, liga para ele aí. [ __ ] Lula, tu brochou, [ __ ] Qual é a ideia? Não era só ter
feito um acordo com o ocidente, ter ficado do lado do ocidente, dos cristãos, da família. Não, cara, o Lula quer lacrar. Olha a frase que o brasileiro criou, camarada da Luiz Inácio Lula da Silva: "Quem lacra não lucra. O senhor se arrebentou quando foi lá na avenida, no Sambódromo lacrar, sacanear a família brasileira, sacanear os cristãos. E agora o senhor tá se arrebentando no Nordeste? Porque o nordestino é Extremamente espiritualista. O senhor vai pagar um preço o cara". Eu falei que a gente ia vencer no primeiro turno e o senhor ficou defendendo os traficantes, os
narcoterroristas, quando a polícia do Rio de Janeiro se acabou na porrada com eles aqui e teve uma vitória capachante. Isso foi revoltoso pros senhores. Mandou a a Luiz Herondina, mandou a Jandira Fegal, mandou os canhões de Navang pro lado de cá para tocar as aralhas aqui nessa [ __ ] Então, resumidamente, Querendo ou não, senhores, o Lula fez o que marca fazer, combater o crime. Porém, quando entrar na parte inteligência, só ele que só tem que se entender o seguinte, o governo americano, a inteligência para ele não é no nível ali de partidozinho, não, tá?
Vai no nível financeiro e vai no nível eletrônico e das nuvens. Quem mandou mensagem para quem? Quando, quando e assim vai. E outra coisa, o maduro tá precisando comer uma picanhazinha na Farinha e ele vai fazer fazer acordo e vai dedurar muita coisa. Então eu fico feliz em saber que o governo brasileiro, mesmo a contra vontade, a contra a gota, mesmo pirado, teve que aceitar a as regras do governo americano. Vamos lá. Que é que tá acontecendo no Paraguaio? Eu já falei isso um bom tempo atrás, ó. O Trump vai vencer, o Paraguai vai pra
direita, Argentina, a Venezuela vai ser invadida, vão pegar o Maduro, arrastar igual um porco velho. Vão, Cuba vai cair Que não precisa de guerra. O Irã vai entrar na porrada. O Oente vai voltar na época das cruzadas com exército forte, igual do do Ricardo Coração de Leão. Saf, senhores, isso que é realidade. Nós estamos numa nova fase e o Brasil, infelizmente, é impecío. Troca de tiro na fronteira, como o Júlio falou. O que é que tá acontecendo? Tinha troca de tiro na fronteira? Não tinha, cara. Não tinha. Porque o Paraguai era do tráfego, a Venezuela
era do tráfego, A Argentina era da da esquerda, todo mundo era da esquerda, andava junto e misturado. Como é que é essa frase que o cara fala aqui? Cupincho. Todo mundo tinha aquele bonezinho do CPX, né, com o camarada Lulos aí dos cupiches. Só que o Milei, que que ele fez? Converteu a polícia em guarda nacional e converteu o exército em termo jurídico em polícia. Ou seja, nós temos agora um baita de um exército unificado combatendo o crime organizado. Aí os traficantes saiu do Brasil ficando na fronteira, foi lá, vou fazer uma gracinha aqui para
ver se é de verdade. Entraram na bala, meu irmão. E outra coisa, o soldado portênio vulgo argentino, os caras são muito bons. Os caras lutar na guerra da Malvina, treinam conosco. Os argentinos são duros, não só no futebol como no combate. Então vou logo avisando pros traficantes, não se metam com os argentinos que vocês não vão dar nem puxeiro. No Paraguai é a tropa americana e no exército brasileiro quer testar o sistema, vai lá, ataca o exército novamente aí ataca os guerra na selva para tu ver o que é bom para tosse. E outra coisa,
tá na selva o exército atacou, não fica tirando foto do cadáver, não. Bota pros candiru >> não entendi muito essa última parte aí não, mas é >> eu vou explicar, vou explicar. O candiru é um bagre que ele é ele é carnívoro, Ele é um vampiro considerado como vampiro dos rios. É um bagre que ele se alimenta de outros peixes. Ele ele ele ele ataca os outros peixes. Então quem quiser baixar um vídeo aí baixa aí. Candiru sendo alimentado. São milhões devorando pessoas, carcaça. E o que é que o nego faz na Amazônia? O Maduro
fazia muito isso. Matou o oponente joga no rio que o Candiru dá um jeito. Pô, >> Candiru não é aquele peixe satânico que vai pela Não, não é satânico, cara. Ele não é satânico, cara. Entra na uretra qualquer orifício. Ele entra ele entra ele entra até no celular. Se você deixar mesmo, imagina uretra. É um bagre que ele se alimenta de carne, de sangue, entendeu? Ele é atraído pelo sangue. Se botar o celular ele, se ele vê um buraco, ele é moleque tarado. Então o candiru ele é altamente eh carnívoro, cara. Entendeu? Ele se alimenta
de de sangue, carne, água com sangue já é o suficiente. Ele é Muito pior do que a piranha, entendeu? O ele é sinistro, tem uma dendiçãozinha pequena ali na baixo da boca dele ali. É mistura ali do parece com bodó, com bagre desse que a gente conhece. Ele fica mais ou menos no máximo 40 cm grande, mas é baita de um devorador. Então na Amazônia a regra é o seguinte, irmão. O que acontece em Las Vegas morre em Las Vegas. Quem quiser testar o sistema aí contra o exército Brasil na fronteira, dentro dos rios, eu
não Aconselho, tá? Eu nem contra a polícia de Maná, os acói eu não aconselho. Bateu o resultado é imediato. É igual, é igual topada. Tu sente na hora o resultado. Valeu. >> É isso aí, Garcada. Tem até uma notícia. A próxima notícia, inclusive, é até sobre essa questão da da troca de tiros lá do exército nas últimas semanas aí, mas daqui a pouco pra gente não atropelar aqui. Eh, comandante Vilas Boas, vamos lá. Será que só eu tô Desconfiando de tudo isso? O Júlio tá a favor, o Carcará também. Pelo histórico de PT e Lula.
[ __ ] é esquisito isso, gente. É muito esquisito. Tá tudo bem. Lula tá fazendo um negócio maneirão aí pra gente, que não é para pro Partido dos Trabalhadores ganhar dinheiro com corrupção. Sei lá, gente, eu tô achando isso muito estranho. Mas eu queria te ouvir, comandante, saber se o só voto vencido. De repente eu até concordo com vocês aí no final. Ô, Eric, vamos lá. Difícil. Vamos tentar. Eh, [ __ ] qualquer coisa, qualquer iniciativa em termos de troca de formações de operações conjuntas para buscar o combate, pô, qualquer coisa em termos do do
combate do crime transnacional, do combate transfronteristo, é sempre muito positivo, né? Não tem como dizer que não seja. Agora, parecido com o que você pensa, eu começo a me questionar quais São as reais intenções por trás da notícia ou por não na notícia, né? Por conta da ação, por conta da intenção, por conta dos acordos que foram veiculados. Primeira coisa que me chamou atenção que eu lá, pera aí, tem algo de errado aqui ao ler a reportagem. Quando você lê o protagonista ou os protagonistas da ação de de troca de inteligência em torno do combate
ao crime organizado Transnacional é o Ministério da Fazenda. Aí tu pode pensar, pô, pera aí, não tem um sentido, né? Pelo caminho da busca do crime organizado, você segue, tem um caminho follow demô, né? Siga o dinheiro que você vai começar a desarticular as organizações terroristas, transnacionais, seja lá o que for. Isso é uma verdade, sim, mas isso é uma sequência, é um departamento, são organizações que vão buscar os crimes financeiros, justamente por conta disso. E aí os Ministérios da Fazenda, Receita Federal, eh sistema de de aduana, vão ter uma participação muito importante ou muito
protagonista, protagonizante. Nesse caso, quando você pega e vai lendo esse tipo de coisa em termos de combate ao crime transnacional, que você vai se debruçar sobre notícia, é basicamente isso. Então, é bom, é positivo que haja troca de informações de inteligência em torno disso. O que eu consegui depreender é, vamos lá, tá sendo Propagada uma ferramenta de inteligência que já tava em atuação no Brasil, muito bom, que é de uso da Receita Federal. A Receita Federal é uma das maiores instituições dentro do Brasil. Quem mais enxerga o Brasil como seus problemas, suas mazelas, a visão
crítica do Brasil de problemas, a Receita Federal com certeza ela tá entre essas principais instituições e além disso, ela tem os artifícios de tecnologia, de cruzamento de banco de dados, de supercputadores Que, pô, talvez já nem a NASA tem brincando, né? Porque para fazer receita, para ter computador, os caras são brabos nesse troço. Mas é pro lado, vou falar do lado positivo, é bom sim, porque se consegue fazer o cruzamento de informações de nível estratosférico. Então a Receita Federal, ela se deparava com o seguinte problema. Ela recebia um contêiner que chegava dos Estados Unidos, por
exemplo, vamos falar dos Estados Unidos, porque o acordo agora é Bilateral, Brasil e Estados Unidos. E aí chegava lá, quando abria uma das caixas lá dentro de uma de uma um brinquedo que era de airsoft, por exemplo, que são essas arminhas que o povo usa aí, que acha que vira vira guerreiro, que pode ir pra Ucrânia. Dentro daquelas peças que era para ser brinquedo, tinha uma peça de verdade ali, um ferrolho de um fuzil de verdade. E aí que que a receita fazia, pô? Ela ia pegar a nota, né, de importação, falou: "Pô, quem que
mandou Isso aqui?" Ah, os Estados Unidos mandou foi a pessoa tal, na rua tal, que mora na cidade tal, do estado tal. Como é que ela fazia com essa informação? Ela ficava sem ter como trocar figurinha. Então, em determinado momento da história, que eu não sei dizer, porque eu não tenho o acompanhamento total do do da ferramenta, eles começaram a ligar esse banco de dados da Receita Federal com a Polícia Federal. Opa, já foi um primeiro grande passo, Porque o que quando eles recebiam esse problema na mão deles da Receita Federal, mandava pra Polícia Federal
e se a Polícia Federal não conseguia se ligar lá com a origem de quem mandou, ela tentava ir buscar teoricamente no destinatário. Opa, para quem que vai isso aqui? Ô, vai pro vai pro Eric Lobo, [ __ ] lá que mora no lugar tal, na rua tal, pô. Vamos lá para tentar descobrir o que que é isso. Isso que era a Polícia Federal conseguia fazer. Agora eles Estão integrando o sistema de nível de banco de dados de inteligência, porque agora o sistema já tá tá integrado diretamente com os Estados Unidos. Então, quando esse contêiner chegar,
nesse caso hipotético que eu dei, que isso tudo for montado, automaticamente, é de forma praticamente online, a receita, a aduana lá, o custom borders protection, o institute lá, que eu não sei direito como é que é o nome, vai ter acesso para saber quem é que enviou Aquele troço. Então aí você vai conseguir combater ou verificar ou investigar tanto a origem como o destino. E aí a intenção é que você consiga ter uma malha, uma rede maior de investigação, de vigilância e de busca por crimes como esse. E aí, quais são os grandes crimes dos
Estados Unidos, do Brasil? Os Estados Unidos também não é, pô, não é flor que se cheira nessa área não. Por que que não? Porque o que que chega para Comando Vermelho, PCC e Organização de narcoterrorista aqui no Brasil? Chega armamento, chega munição, chega explosivo, chega peça sobressalente, chega luneta, chega bipé. Toda a gama de equipamentos, de adereços que envolvem os armamentos que são utilizadas nessas facções, vem em grande maioria dos Estados Unidos. Então, quando a gente vê uma foto aí do caboco na favela com fuzil 50 Barrette-americano, veio da onde esse troço? Senhor das armas,
né? Veio de lá. Então, os Estados Unidos são um dos grandes polos distribuidores de armamento pro mercado negro do mundo e eles sabem disso. Então, eles também têm uma parte, uma parcela importante de responsabilidade nessa confusão mundial toda. E do Brasil, o que que vai para lá? Vai o entorpescente. Brasil é uma rota que cruza. Brasil, em tese, não se produz tipo esse essa grande quantidade entorpescente, mas é Uma rota que cruza e daqui esse material vai paraos Estados Unidos e vai principalmente paraa Europa. Então sim, na parte de exportação de entorpescente, o problema do
Brasil vira crível. Então o que esse sistema tá querendo armar ou verificar é esse cruzamento de banco de dados de inteligência. Aí volta ao início. É ruim, não é? Não é a notícia é excelente, é uma iniciativa, pô, porreta. Agora isso no oceano do combate ao crime organizado internacional que os Estados Unidos tá colocando essa pressão toda na América do Sul, para mim é uma gota de água no oceano, porque é só uma parafuseta, [ __ ] de uma máquina muito maior do que isso. Então isso é uma ação importante, mas é uma ação que
a gente diz que não tem dente. Isso é arame liso, não é para morder, não é para pegar. é peça fundamental, sim, da inteligência, vai ajudar em parcela disso, mas é só uma resposta que na minha leitura é uma resposta para dizer Que o Brasil, ah, o governo está fazendo alguma coisa frente ao problema do tráfico internacional, ao tráfico de importação. E aí quando, provavelmente o presidente do Brasil realmente conseguir ter uma reunião lá com o presidente norte-americano, ele vai levantar a mão. Não, mas veja só, nós estamos aqui fazendo iniciativas bilaterais de combate, ou
seja, vai dourar a pírula dizendo que realmente tá fazendo algo muito importante quando na minha leitura É preciso, mas não é o foco. Então, Eric, a meu foco assim é nesse nível. Então, acho que ninguém tá levando, sei lá, não sei se era a tua visão era essa, tá levando propina, tá levando dinheiro, tá desvirtuando a visão. Eu acho que é positivo sim, mas que é mastigar mingal, digamos assim, na linguagem chula que a gente fala lá com o naval. Então é algo que é importante, mas não vai resolver sozinha o problema do crime transnacional
e das organizações Narcoterroristas que operam aqui no Brasil. Agora >> muito bom, comandante. Vou rever aí meu posicionamento, apesar de que, né, tava até comentando com o Júlio aqui, são 22 anos de corrupção aí no no partido do nosso presidente. É, a desconfiança, eu acho que no mínimo é justa, né, pô. Imagina se a tua mulher, a tua mulher tá 22 anos te traindo. Aí ela fala assim: "Não, agora eu não vou te trair mais, [ __ ] Tem que precisa passar alguns Anos, né, para primeiro que assim, né, pô, tu terminar com a mulher
que te traz 22 anos, pelo amor de Deus. Mas é o que acontece com o Brasil, né? É o que acontece com os eleitores, é o que tá acontecendo ali. Não importa o quanto isso aconteça, a gente continua ali, né? Mas desculpa, gente, é sexta-feira, né? Mas vamos continuar aqui falando de Brasil. O Carcará puxou um pouco da notícia aqui. Agora eu quero trazer detalhes. Tropas do exército foram Atacadas pelo menos três vezes nas últimas semanas. Eh, o local em que isso aconteceu foi na fronteira do Brasil com a Colômbia, na região que eu não
conheço, mas provavelmente nossos comentaristas aqui conhecem, do Igarapé Uaui, que, né, é uma área ali de conhecida para tráfico de drogas, mas conhecida no sentido de que sabe-se que ela é utilizada, mas não é muito, pelo menos não que a mídia tenha repercutido, um Local ali de guerra ou confrontos com nossos militares. Porém, nessas últimas semanas, isso aconteceu e foi repercutido nos portais. Eh, o primeiro, o primeiro ocorrido aconteceu no dia 24 de março, eh, em que alguns homens foram bateram de frente com patrulhas do exército, né, de tropas do exército. E teve troca de
tiros, teve teve um morto, teve dois presos, teve dois que fugiram, alguma coisa nesse sentido. No disso, no dia 23, 24, no dia 30 os militares da tropa, que é o batalhão, batalhão que tá passando por tudo isso, é o oitavo batalhão de infantaria da selva. Eh, e aí parece que no dia 30, no momento em que eles estavam num horário de almoço em algum canto da selva, eles foram atacados. O que dá a entender eh aparentemente que foram lá para matar os os militares porque eles foram pegos de surpresa. Teve teve troca de tiros,
eles fugiram e tudo mais, né, os os criminosos. Eh, e Não houve pelo menos relato de baixa nesse sentido. E aí teve um terceiro ataque agora essa semana. Eu que te pergunto, Júlio, porque até tem matéria aqui na no Brasil e a gente vai ler isso, as pessoas tratam isso com muita, né, naturalidade. Ah, nossas tropas trocando tiros aí com na fronteira da Colômbia, com narcotraficantes, com as FARC. Só que assim, gente, era pra gente tá recebendo ataque, era para militar do exército tá Recebendo ataque. Eu eu tô ficando maluco. Isso é é só agora
que a mídia resolveu falar disso. Isso sempre aconteceu. Eh, ou tem alguma coisa aí que eu não tô vendo? >> Bem, Eric, para localizar aí nossos espectadores. Isso é a Amazônia, a Amazônia ocidental, a Amazônia pro lado de Belém, ali, perto até mesmo daquele delta da entrada dos rios. Então, eh, vemos que o exército sendo atacado não só uma vez, como mais de uma vez. Isso Mostra que essa área está sendo disputada, né, a cada metro. território para esses criminosos é uma coisa muito importante, mas ainda não se sabe o fundamento que mantém esses criminosos
ali. Podem ser vários, garimpo ilegal, tráfico de drogas, né, como é citado na matéria, o tráfico da maconha mais potente, o scank, enfim, mas existem n coisas que acontecem naquela área, n coisas ali entre a ilha de Marajó, né, e Belém. Então, o que você está vendo Engloba a praticamente toda a atividade criminosa que você possa imaginar. Tráfico humano, prostituição, garimpe ilegal, eh tráfico de drogas, tráfico de armas, humo a guerrilhas, porque é a Colômbia que tá atacando. Então tem várias guerrilhas, né, próxistas que se mantém ali naquela área, principalmente na área de fronteira. Quanto
mais eles conquistam território, mais coisas eles podem fazer. Fazendo uma analogia para que todos entendam aqui no Rio de Janeiro, né? Não é só o tráfico de drogas, agora é o gato net, eh a água, né, que só pode comprar galão da água se for de eh empresas que tão ligadas ao tráfico. Enfim, eles começam a dominar o território e cada pedaço desse território que tem algo valioso, com certeza eles vão fazer negócio. E é exatamente isso que está acontecendo naquela área. Mas os batalhões de selva. Carcará também vai poder narrar um pouco mais, não
só o Carcará como o comandante Vilas Boas, pois participamos de uma missão exatamente para combater esse tipo de criminosos, mas foi na fronteira com o Peru, foi no Acre, na cidade de Cruzeiro do Sul, em direção ao rio Moa e Rio Azul, perto da Serra do Divisor. Tivemos por lá por bons quase 30 dias juntos dentro da selva e foi muito interessante uma missão assim muito interessante, muito parecida com o que está acontecendo nessa área. Mas volto a dizer, conhecemos e trabalhamos com os Batalhões de selva e eles são mobilos por moradores que são oriundos
daquele local. Então são praticamente índios fardados. índios que eu digo porque sabem a cultura, conhecem muito bem o local, conhecem muito bem a fauna e flora e sabem se virar dentro da selva. É muito difícil até mesmo de você tentar combater com esses eh eh esses militares que são oriundos da própria cultura. Isso nós vimos lá de perto na operação Timbó 2, a qual participou eu, o Comandante Vilas Boas e o Carcará também. Então, creio que a bancada vai falar muito bem nessa matéria, mas volto a dizer, não fique preso a esses ataques e somente
a droga mencionada na matéria. Ali tem muita coisa rolando, muita coisa mesmo, né? ali, por ser uma área estratégica de petróleo, até me desperta coisas além de biopirataria, eh, tráfico de drogas e mineração de ouro, até mesmo eu não duvido de prospecção de petróleo, porque aquela Área ali é justamente a área que estava tanto se falando de petróleo na Amazônia. Será que eles não tão ali nesse território tentando fazer algum tipo de demarcação, né, a mando de grandes empresas? Até disso eu desconfio. Mas o que o Carcará falou eh é muito importante. Esses ataques não
ficarão em vão, né? Eu já estive dentro da selva com esses pelotões. São simplesmente soldados incríveis, incríveis, simplesmente Incríveis, que trabalham ali deoturnamente para defender a nação pelos tantos esses que gritam soberania e não sabem nem o que estão dizendo. Então, esses estão espalhados, são os batalhões de de selva, estão espalhados em toda a Amazônia e eu tenho certeza, né, que ficará à altura a resposta. E eles não arredarão o pé da fronteira do Brasil, porque é muito bem demarcada, principalmente depois do advento do GPS. Eric, >> Júlio, no desculpa, Júlio, não, Carcará, num cenário
como esse, o exército, dúvida aqui que eu acho que é meio e de muita gente, mas exército tem autorização para matar eh num cenário de fronteira, porque assim, exército não é polícia, exército nem algema tem. Então, né, eu sempre ouvi que o exército tinha o ex assim, Forças Armadas em geral eh combatem pra guerra e pra proteção da da sua nação. Então, num cenário como esse, a o as tropas poderiam ir para cima para Execução, talvez execução não seja a melhor palavra, mas paraa eliminação da ameaça total. >> Vamos lá, camarada. O senhor se equivocou
em suas palavras. Vamos lá. O que acontece? O exército tem poder de polícia sim. está na Constituição até 150 km da fronteira, faixa de fronteira 150 km. O poder soberano chama-se exército brasileiro. Tem poder de polícia, jurídica, a [ __ ] toda. A bala come ninguém vê. E quanto a atirar para Matar, ninguém atira, porque na munição vai uma flor de lis. Não vai, vai uma ali uma uma um um como é que se diz? Um caixo de flor. Vai a munição, pô. Se o vagabundo tá entrando para dar tiro na tropa, os caras vão
sapecar. Outra coisa, meu irmão, isso aí não é o presidente, é como do exército que vai controlar. O soldado tá lá a vida toda esperando o confronto. Mas me vem uma cambada de traficante da Colômbia com aqueles barcos voador abrindo fogo, meu Irmão. É tudo que o soldado queria, testar o sistema, pô. Então, a boisada vai abrir fogo, é sem pena. E outra coisa, eu já expliquei aqui no canal, o traficante quando vem, ele não obedece ordem de parar, ele fura o bloqueio. Como é que acontece? Tem os batalhões lá na no nesse caso aí
eu não li a matéria, mas o modos operante é igual. Mas vou fazer de conta que isso aí, pelo que eu entendi, é lá fronteira com a Colômbia. Então é domínio do oitavo do comando de Fronteira Solimões, entendeu? Então o comando de fronteira só limões e a Colômbia tem vários rios que passam para dentro do Brasil. O rio negro ele sai lá da Venezuela, lá dentro da Venezuela, divide a Venezuela com a Colômbia, entra dentro do Brasil, aí passa em São Gabel da Cachoeira e vai bater lá em Manaus formando o rio Amazonas. Então eu
já expliquei várias vezes, o traficante não anda na mata. Isso é mentira. O narcotráfico no Brasil é muito fácil Combater na área de serva, porque só tem o rio pro carandar e o rio tem para esses vagabundos eh percorrerem e dentro do rio pro outro tem os igarapés tal que a gente chama ali furo, tal, mas tem que ir pro rio principal. É por isso que tem confronto, porque eles vão querer passar pelo um bloqueio, porque o exército monta os bloqueios ao longo dos rios. O soldado fica lá em pau mesmo. Ô, Éric, para você
que não sabe como é que é feito, a margem do rio tá Aqui. Aí o exército e pega um pelotão, desdobra ali no alguns pontos ali com um ponto com cinco, seis caras na hora ali com posição fortificada, mag50 a [ __ ] toda, fica na posição mais alta ali e coloca lá as placas de navegação, ó, para para ser identificado. Quer que o traficante vem? Ele vem com uma uma voadeira que é aquele barco com dois, três motores de 400 HP virado no Satanás, meu irmão. E eles já sabem onde é que tá a
tropa, porque eles passam ali Antes como pescador. E o pescador ele passa ali normal. O pescador avisa: "Ó, tem tantos car na hora, não dá para passar". Aí o traficante tá lá em cima, irmão, passa que tu tem que levar o produto lá para manar os Belém para chegar na Europa e não pode se render. Porque se o cara for, já falei isso de vez, se o traficante passar e for preso, o chefe dele vai achar que ele tá se vendendo, então ele mata a família do cara. Então é vida ou morte, pô. Aí, só
Que é o seguinte, não tem como negociar, pô, porque eles já chegam abrindo fogo. E outra coisa, é metralhadora lá do leste europeu, checa, é essas armas que tem que ser v em guerrilha no no Oriente Média é pon 50, pon 20, 20 mm, 40 mm, armas antiaéreas que eles botam na ponta da embarcação. Aí camarada, aí a bala voa, mas é sem pena, entendeu? E isso é bom pro pessoal entender que não confundir o general lata, alguns geral que vocês Não gostam por algum motivo político com a tropa de selva. Cara, é totalmente diferente.
Aquele tenente, aquele coronel, aquele capitão tá lá na Amazônia, os caras leva as coisas a sério. Não tem nada a ver com o Lula. Vocês entendem isso. A tropa não tem nada a ver com o Lula. Nem no Lula a galera vota, entendeu? A tropa é do Brasil, é defesa nacional. Se ela não tá 100% armada, equipada, como eu devia, a culpa não é do soldado, nem do capitão Que sai aqui do Rio de Janeiro, da mãe, vai ficar 10, 20 anos enocado dentro da selva, não. Então esses caras não tem negociação não, tá? É,
tem essa [ __ ] de carinho não. O traficante desceu, a chibata vai comer, pô. E outra coisa, de 100 conflitos, os bandidos perde 101 contra o exército brasileiro na Amazônia. Com a polícia, se bateu de frente, vai perder o confronto. Não tem como traficante da América Latina. da América do Sul, descer o rio e Confrontar as tropas do Brasil, seja policiais ou das suas armadas e vencer. Não é admissível pela tropa, senhor que não sabe, tá, Eric? A tropa não admite isso. Ter um confronto a tropa perder, não vai acontecer isso. Isso aí é
é caso de deshonra pra tropa da polícia. O couro vai comer. E outra coisa, enquanto tiver vagabundo vivo, os caras não vão parar, meu irmão, que é o negócio é brabo. Valeu. É outro tipo de exército, outro tipo de comportamento. Muitos dos Dos integrantes do exército são indígenas de verdade. São na faixa de 14 a 15 idiomas indígenas, tá? Línguas mortas que eles falam entre si. Inclusive pelo rádio. O rádio operador geralmente usa um idioma daquele que não tem como você decifrar. É o ticu, né? não sei o que mais lá. É [ __ ]
tu não entende [ __ ] nenhuma mesmo. O cara tá falando em aramaico arcaico contigo, cara. E aí eles é isso que o exército usa como comunicação Para fazer a os trabalhos ali dentro da Amazônia ali. Geralmente são quem faz as comunicações é o pessoal indígena usando o idioma indígena, tá? No 7 de setembro sempre quanto o o exército na nos seus desfilos no 7 de setembro bota ali cinco, seis etnias diferentes falando a língua nativa deles lá. Tá bom? Muito bom, carcara. Vou antes de passar pro comandante, deixa eu colocar só mais um ponto
que que esperei um momento aí eu fui lá, procurei as redes, né, Locais, né, os portais de notícia locais para ver, porque sempre tem pessoal comentando, né? Você vai no portal do Amazonas, tem um monte de portal comentando para ver o que que as pessoas falam. E eu vi que algumas pessoas, e aí não sei se é verdade, se não é, dizendo assim: "Ah, gente, no segundo ataque, o que foi do dia 30, eles mataram todo mundo, eles só não avisam porque dá merda". Mas eles estavam almoçando os traficantes internacionais foram até lá. Foram, ou
seja, não foi que eles se esbarraram, foi uma tentativa de assassinato da tropa e a tropa e segundo pessoal lá falando, gente, eles mataram todo mundo. Toda hora o pessoal de selva aqui mata os traficantes. Não sei. O cara botou assim, não sei como é que não sai na mídia. Eu já achei corpo na mata desses cara, pô. E eu fiquei assim, gente, mas o que me me choca mais nem isso, tem que matar mesmo, gente. O que me choca é a gente ter que esconder esse Tipo de coisa. Se o nosso exército tá matando
o traficante das FARC na fronteira, eu quero saber e bater palma e que alguém dê medalha para essa gente. O problema do nosso país começa quando tem gente que acha que tá errado isso, [ __ ] Aí, aí isso, isso vira um efeito em cadeia que vai aqui pras favelas do Rio de Janeiro, que aí tu, o cara tá dando tiro na polícia, a polícia mata o cara de volta, [ __ ] para se justificar é um absurdo. Pode falar, >> quem tiver achando ruim, porque na confrontação o exército desce a a o chumbo quente.
Passa mensagem na na minha página, no particular que eu vou ligar pro exército e pedir para pegar um traficante e levar vivo para você para dentro da sua casa para você cuidar. Você tá com peninha dessa [ __ ] desses filh da [ __ ] São sanguinários, irmão. Eles matam geral. Mata e corta a cabeça. E outra coisa, quando eles chegam dentro do rio para fazer a o a força força de Sustentação deles, que é copta o índio, o nativo e o cara não aceitar, eles passam o facão e acabou. Então tem nativo ali que
aceita guardar droga, que eles vão distribuindo ao ponto dos rios ali, porque não tem outro jeito. Ou aceita ou morre, pô. Então é esse tipo de gente, eles não têm humanidade, não tem o sentimento de pena, eh, carinho, é a co [ __ ] nenhuma. Somente o lucro e sem sem eh limites para esse pessoal. São são os psicopatas do crime Organizado, equivalente a um soldado chiita que se explode. Mesma coisa. A única diferença é que eles não se explodem, que eles nossos deles é ganhar dinheiro e passar por cima da [ __ ] toda.
E eles como tem que distribuir a droga, por que que tá acontecendo isso aí? A Argentina fechou as portas, o Paraguai fechou, a Venezuela mudou a [ __ ] toda, o Petro já tá começando a ver que porque ele não quer virar o Maduro e ficar magrinho. Então vão Tentar sorte no maior país que de selva do mundo, que é o Brasil, porque tem muitos rios. E eu já falei, o caminho natural é o rio. Lá é a BR, a estrada, tudo é pelo Rio. Não é difícil combater. O que falta é querência do governo
federal, que nunca quis. É só blá blá blá. Eu já falei, o rio principal que corta o Brasil ao meio, transformando o Brasil numa ilha norte sul, chama-se Rio Sol Limões. Chega em Manaus, encontra o rio Negro, que vem lá da Venezuela e da Colômbia, forma o rio Amazonas. Todos os rios têm que bater dentro do Amazonas. É. Impossível o rio chegar no mar sem bater no Amazônia em direção ao região norte ali. Só lá em Belém diante que o rio Tocantins passa a lateral ali. O restante todos ca dentro do rio Amazonas. É só
no na fo rio você botar um destacamento em embarcações e basic que você vai o cara vai ter que passar. Falar que combater o crime organizado na Amazônia é difícil igual no México com Com o americano. Isso é mentira. Isso é sacanagem, é enganação. Tem gente que sabe que é mentira, tem gente que fala porque vai na pilha e fica eh repetindo. Não tem nada a ver. Lá nos Estados Unidos é fronteira seca. Você vai andando e passa pro outro lado. Eu quero é ver o cara sair lá da Colômbia, chega lá no Pará depois
de quatro, quase 4.000 km, 3.000 km andando por dentro da C. Já falei, eu dou uma tonelada de cocaína para ele fazer isso. E ó, vai por dentro Da mata. Essa cocaína, tu chega lá, tu vendo. Eu duvido ele passar uma semana andando dentro da selva com 50 kg nas costas. Mosquito, onça, sucuri, o diabo esperando ele. Não faz, senhores. É por dentro do rio. A fronteira é gigantesca. É, mas porém só tem o rio para andar. O Júlio conhece aquilo lá. Eu morei naquilo lá 4 anos. Não tem tráfego por terra, é pelo rio.
E o rio é só colocar pelotões, é, fluviais. A polícia de Manaus tem um destacamento deles lá Flutuante, tá indo muito bem. Foi, não foi, a bala come porque passa de madrugada, não sei como é que esses caras conseguiram sair lá da Colômbia e chegar em Manaus é um um problema seríssimo. Então mostra que que não tem efetividade dentro do rio em todas as partes. Mas é só fazer isso aí, pô. Coloca os pelotões flutuantes com embarcação, drone e lanchas rápidas que eu duvido passar. E outra coisa, pode deixar ele passar no Rio, que se
ele passar por um, vai tomar bala lá embaixo, vai ter outro grupo esperando. E agora nós estamos na época dos drones. É só colocar tropa armada equipada, com eficiência a drone e não ter pena de passar e de jogar munição pra frente, irmão. É isso aí. Parabéns pro exército brasileiro e que no primeiro disparo varre à frente. É isso que a gente faz no combate, campo de batalha não se varre com com vassoura, é com fuzil metralhadora. Já dizia a Canção da tropa. E assim que tem que ser feito, pô. O resto é mi miim,
diamante de traficante. >> Muito bom, Carcará. O comandante, só mais um minutinho. O Júlio pediu a palavra aqui. Julião, >> bem, Éric, é sobre a rata da localização. Essa localização, qual eu falei de Tabatinga ali perto da Ilha do Marajó, é do oitavo batalhão de selva, que tava atuando na fronteira da Colômbia. Então vocês podem ver a Distância entre um ponto e outro. E o que o Carcará falou, eu reforço, os rios são as estradas da selva. Então, ninguém vai ficar, né, tentando andar até eh 600, 400 km de distância. Vão utilizar os rios e
é o que eles fazem. Eric, >> comandante Vilas Boas, agora sim quero te ouvir. >> É, é isso mesmo. Aqui a gente passou por lá, então isso traz uma carga emocional maior, porque primeiro porque a gente se lembra, né? Primeiro porque a gente Conhece um pouco mais e primeiro e depois também que a gente tem um respeito enorme como Carcará e o Júlio pelo trabalho, pela pela dedicação desenvolvida pelas tropas de infantaria de selva no nosso arco amazônico aéin comando militar da Amazônia faz um trabalho assim que assim é indescritível. Eu acho, eu acho, não
tenho certeza que todo brasileiro, primeiro deveria conhecer a Amazônia, porque a gente fica aqui do do sofá, da Televisão dando pitaco do que acontece lá. E aí tem gringo, tem o mundo inteiro tá de olho no que acontece por lá. Os traficantes também, né? Não são só Greta Garbo, Green Peace que quer saber o que que faz por lá, mas o traficante também sabe do potencial daquela região e boa parte da população brasileira eh nem sequer eh tem a curiosidade de pegar uns dias aí, tentar fazer umas férias em Manaus para conhecer, quer pisar na
Amazônia para ver o que que é aquilo por Cima, só de voar de avião e olhar para baixo para ver o tamanho daquele tapete verde, algo assim que é de uma dimensão indescritível. Então a gente tem um respeito muito grande, porque a abnegação desses militares que vão para lá enfiar no meio da selva, não é Manaus, não, é no meio desse cabrobó de Judas aí é absurdo. Então o exército muito antes, há muitos anos, ele desenvolveu uma doutrina de se espalhar pela fronteira dentro do que dava para Fazer, né? Então, cada um desses comandos militares
de área, existem as brigadas de infantaria de selva que se distribuem por meios de batalhões de infantaria de selva, que foi o caso desse oitavo que é sediado em Tabatinga. Já tive a oportunidade de ficar por lá ali no Alto Solemões. E aí também eles têm cerca de 24 chamados pelotões especiais de fronteira. Basicamente é isso que ele tenta ter uma capilaridade no máximo que é possível, onde ele pega Um comandante de pelotão com um pelotão de infantaria de selva, cerca de 30, 40 militares, junto de uma porçãozinha de uma aglomeradozinho de moram em casinhas,
casinholas de madeira. E ali eles são junto com a comunidade indígena ou não, mais afastada ou não, a única presença brasileira naquela porção de território. Então esse fato que aconteceu, que a gente tá narrando, né, e ganhou narrativa, por quê? Porque a justiça militar pegou esse ferido em Combate, foi levado para Manaus. E aí na audiência de custódia, a juíza muito apropriadamente entendeu a gravidade do problema, entendeu que isso tá ligado ao tráfico internacional de drogas, de entorpescente e aí decidiu manter a prisão. Porque se não fosse isso de ter caído e alguém ter divulgado
essa notícia nos canais, seria mais um fato isolado que acontece corriqueiramente. Então lá o militar do exército, soldados de infantaria de selva, o soldado e o Cabo, que muito deles são de tropas do rio, do Brasil inteiro, mas tem os indígenas que muito bem colocado pelo Carcará e pelo Júlio, fazem um trabalho fenomenal, porque é de uma abnegação assim estúpida, porque esses militares eles são tudo lá, eles são autoridade militar, eles são juízes, eles são padres, são orientadores de tudo. É algo impressionante você ver a dimensão do trabalho militar e social feito pelo exército brasileiro
nesses jincões Escondidos da Amazônia. Então, o lema deles é vida, combate e trabalho. E você vê justamente quando você tem a oportunidade de ficar um pouquinho por lá, ver como é que isso se organiza e como é que isso acontece. Então, provavelmente essa patrulha que teve esse engajamento específico fazia parte ou do batalhão ou de um desses pelotões especiais de fronteira que tava fazendo um patrulhamento em ali nesse garapé uratuí. Garapé, para quem não sabe da Nossa da nossa nossos telespectadores, é uma palavra indígena que reflete, que designa um rio pequeno, um braço de rio.
Então ela vai, os nomes indígenas vão se distribuindo justamente por conta disso. Então em algum lugar os traficantes não sabe se é da FARC ou não. Ali Tabatinga é outra tríplice fronteira do Brasil. Então a gente só fica falando tríplice fronteira que tem lá no entre Brasil, Paraguai e Paraguai e Argentina, mas lá na Itabatinga também. Para quem nunca Foi em Itabatiga, você cruza a rua, você tá em Letícia, que já é Colômbia, e aí não tem fronteira, não tem nada. Você cruza, você não sabe onde é que tá. E aí é assim que funciona.
E ainda tem o Peru. Então é outra tríplice fronteira onde comentamos já que o movimento de de fronteiras porosas sem averiguação e sem controle contribui e muito para que as organizações terroristas, o crime internacional se estabeleça naquela região, justamente por essa falta de Controle. onde eles conseguem orbitar tranquilamente de uma fronteira para outra. Então essa região aconteceu lá, como você falou, Eric, não foi um ataque, foram dois ataques que aconteceram na região. Então isso é corriqueiro por lá. E aí, graças a Deus, nesse conflito, nesse ataque, nesse engajamento, o exército conseguiu fazer o que fez,
matando um, fugindo dois e trazendo um paraa justiça para, espero eu, que esse caso não seja deixado de Lado e que tanto as autoridades brasileiras como as colombianas, a colombiana consiga dar o tratamento verídico do que acontece. Agora, provavelmente esses casos vão aumentar, porque o que que tá acontecendo na fronteira? O que que tá acontecendo no arco norte da América do Sul? Os Estados Unidos estão fazendo o que estão fazendo na operação eh Sorden Spear e na Absolute Resolve. Então, cada vez mais a probabilidade de que as jotas sejam Bloqueadas, saindo tanto do Pacífico como
da Colômbia pelo Mar do Caribe, vão ser bloqueadas e aí esse tráfico precisa escoar por algum lugar. E se a teoria é como a água, a água busca busca o caminho mais fácil para escolher e aí isso vai jogar a conta para dentro do Brasil. nunca deixou de existir, é fato, mas há essa pressão imposta pelos Estados Unidos lá na parte do Mar do Caribe, no norte do do Pacífico, no ali também na costa da Colômbia, Colômbia Faz tem os dois oceanos, vai colocar pressão. Então a probabilidade de isso acontecer no Brasil é muito grande.
Isso também não é novidade, Eric. Em 1991, nós tivemos algo similar acontecendo aqui no Brasil, em outro pelotão especial de fronteira, agora no rio chamado Traíra, só que em vez de ser no Alto Solem, que é Tabatinga, foi na cabeça do cachorro, na região que o Carcará falou, aí já é do alto rio Negro. Então as instalações desse Pelotão especial de fronteira foram atacados por Miletor Guerrilheiros da FARC. E aí uma grande operação foi desencadeada pelo exército com o apoio da Marinha e da Força Aérea Brasileira com o navio e com aeronaves. E aí o
exército brasileiro entrou em território colombiano, autorizada pelo então presidente da República, Fernando Color, e sentou a lenha nos acampamentos da FARC. Não sobrou ninguém, nem poeira, não sobrou nem vestígio. E aí voltaram Todos, graças a Deus, sem nenhum morto, sem nenhum ferido. E deram uma resposta que valeu durante anos para dizer que se entrar no território brasileiro, seja onde for, e pior, se atacar um militar brasileiro, a resposta vai ser contundente. Só que isso só acontece, Érica, quando a gente tem um governo que dá as regras, que tem pulso, líderes militares que tem a capacidade
e a vergonha na cara, a força de exercer o poder que lhes foi confiado. E a tropa Que tá tem nada a ver com isso, como o Carcarabo falou, que tá lá entregando a vida, tá lá anos longe da família, quem mora no Rio, quem mora em São Paulo, quem era do Sul, largando a sua vida para est lá de olho parado agora nesse Igarapé, Orataú, tem alguém agora de olho a esse horário do outro lado do Rio para saber se não vai ser atacado. Então o desprendimento desses militares é algo louvável. E aí fica
mais a minha, mais uma vez a minha continência ao exército Brasileiro. >> Maravilha, comandante. Já já deixo aí seu boa noite, eh, pra gente virar aqui o nosso bloco. Miqué já tá aí, Fred Murto já tá aí, mano Walter já. Então, comandante, seu boa noite aí pra gente virar o bloco. >> Pô, Eric, beleza? Recomendando, ó, quem quiser saber um pouco mais sobre esse pouco dessas notícias, dá uma lida nesse livro aqui do coronel Fernando Montenegro, chama Tempestade na Amazônia, da editora Grifos. Inclusive, esse aqui tem prefácio do Alexandre Garcia. Ele é uma história fictícia,
mas eu posso garantir para vocês que tudo isso que a gente tá relatando, que tá de ficção ali tem uma ancoragem de forma totalmente verídica e eu posso garantir. Então, meus amigos, bancada dos COPS, boa noite, bom trabalho, um bom final de semana a todos nós. Vamos ficar de olho para ver se de nada de muito muito estranho acontece e se Deus permitir, na Segunda-feira estamos aqui de novo. Vamos lá, já vamos começar na polêmica aqui para ninguém ir embora porque é sexta-feira. E aí quando de acordo com o pessoal for falando, eh, vai dando
aí seu boa noite. Mas vamos lá, rapaziada. O Glauber comentou aqui na segunda-feira, inclusive o vídeo, corte, no caso, tá indo muito bem, eh, quando ainda não tínhamos vídeo de câmera corporal da policial de São Paulo, aquela mesmo, com três meses de Corporação, que deu um tiro, né, deu um tiro e em uma mulher que a viatura havia batido no casal. Temos aqui os vídeos para passar, certo? E vamos colocar aqui na nossa primeira notícia, mas eh eu não sei se eu começo dando um panorama aqui. Miques, vamos lá. Daqui a pouco a gente vai
mostrar aqui o vídeo. Vou pedir um panorama aqui pro Miques para para contextualizar, rapaziada, do que aconteceu, saber como é que estão as Coisas. Já na sequência a gente vai colocar o vídeo aqui porque o vídeo é polêmico e e seguir. Então meu panorama aí da notícia e seu boa noite. >> É isso, Eric. Boa noite aí. Boa noite, rapaziada de casa. Mas a gente já começa com uma notícia triste, uma notícia preocupante. É onde uma policial feminina no estado de São Paulo, ela efetuou um disparo ali contra uma mulher que aparentemente não oferecia nenhuma
resistência, não oferecia nenhum perigo E essa mulher acabou falecendo. É, isso gerou aí uma grande repercussão sobre o uso de arma de fogo contra uma pessoa desarmada, sobre também a questão que essa polícial feminina, ela não estava ali usando uma câmera corporal, mas agora já se identificou que ela realmente não estava. Aparentemente, segundo a Polícia Militar de São Paulo, por uma falta de senha que os agentes precisam para a sua própria câmera, ela tava e essa policial feminina tá somente 3s meses na rua, mas o colega de trabalho dela estava com uma câmera que capturou
parte da ação, parte do que aconteceu. E aí, eh, muita gente tava se questionando ali se a policial agiu em legítima defesa ou não. E agora o que vem à tona com as imagens da das câmeras das câmeras e corporais desse policial mostram que a tese de legítima defesa dessa policial fica um tanto quanto prejudicada e aí pode ser difícil passar a mão na cabeça dela. Aí mas um outro Ponto, algumas pessoas estão falando assim: "Ah, porque a polícia demorou a socorrer?" Eu vou, já que a gente não vai passar a câmera agora, eu não
vou falar sobre o o a minha leitura dela, tá? Da ação da policial. Isso eu comento num num ponto seguinte, mas teve muita gente falando sobre porque que a polícia não socorreu a mulher, porque eh a as críticas disseram: "Ah, chegaram várias viaturas, mas a ambulância só chega muito tempo depois e a mulher ficou lá Sangrando no chão e talvez se ela tivesse recebido um socorro eh antes disso, a ela poderia ter sobrevido." O que que aconteceu? Os policiais prestaram sim os primeiros socorros, mas a ambulância só chega 34 minutos depois. Mas a ambulância não
tem a ver com a Polícia Militar, é um órgão independente. O serviço médico de urgência, serviço de atendimentos médico de urgência foi acionado pelo policial. Inclusive isso vai aparecer na câmera, Foi acionado assim que o negócio aconteceu. Porém, apesar de toda a situação ali, os policiais prestados os primeiros socorros, mas talvez socorrer essa mulher pudesse representar uma eh possível fraude processual. E aí, se a gente considerar, os policiais poderiam eh piorar a situação jurídica deles, principalmente o policial masculino que não efetuou um disparo, eh, que dá para dizer ali que ele não, eu, na minha
leitura, o policial em si não cometeu Nenhum erro de procedimento. Eh, mais ou menos. Depois das câmeras eu eu volto a comentar, mas assim, já salientando o primeiro ponto, a demora da ambulância é um problema do SAMU, não é um problema da polícia. Agora tudo foi registrado. Esses policiais foram afastados das ruas, estão respondendo a um processo judicial e provavelmente ele vai tomar algum tipo de penalidade ali e essa policial deverá ser expulsa e presa pelo que aconteceu. Mas aí vou deixar o Eric Passar a a filmagem para depois eu voltar com a minha opinião,
que eu acho que fica mais interessante falar com o pessoal já tendo visto o vídeo. Mas até o momento que a gente tem isso, Eric. Eh, o, a viatura passou, né, esbarrou no casal, os policiais discutem com esse casal e a policial feminina acaba efetuando disparo. Ela alegou na delegacia que os dois estavam alterados, tanto o homem quanto a mulher, agressivos e não é bem isso que a gente Vê nas câmeras. Então, essa policial, ela pode responder aí de maneira diferenciada. Eles foram afastados das ruas, estão respondendo em liberdade. No boletim de ocorrência consta eh
a policial como vítima e o policial também como vítima, enquanto os outros dois, o casal ali como agressores, inclusive a mulher que morreu. Mas é isso porque o boletim de ocorrência ele é feito a partir inicialmente do registro da fala dos policiais. Porém, o que a gente tem Com essa filmagem não parece conduzir com a realidade. >> Então vamos lá, mano Walter. Vamos ver aí essa filmagem para entender o contexto. Tô vendo aqui no chat pessoal já se manifestando. Vamos lá. >> Quem dirige o carro da polícia é o soldado Éden Soares, que está com
a câmera corporal. Ao lado dele, a policial Yasmin Ferreira, de 21 anos, que está sem câmera. É madrugada. Eles Patrulham uma rua da zona leste de São Paulo quando o retrovisor bate no braço de um homem. O policial da marchar réala: >> "A rua é lugar para você tá andando. >> O homem é Luciano dos Santos. Ele está com a companheira dele, Tauana da Silva Salmázio. Começa uma discussão. Com todo respeito, vocês pode. >> A policial Yasmin sai do carro e vai em direção à Tauana. Elas discutem. >> Luciano mostra que está desarmado e Aparenta
estar nervoso com a discussão. >> Desarmado, irmão. Desarmado, irmão. Aí tá agredindo. >> Vai. O soldado Eden sai do carro. A câmera dele mostra a policial Yasm com o braço apontado para a Tauana. Não é possível ver arma. >> O soldado pede para Luciano se afastar, caminha para trás do carro e pede apoio pelo rádio. Nesse momento, ouve-se o barulho de um tiro. Campo Grande não éão. >> O soldado vai até a colega e pergunta: >> "Você atirou? >> Você atirou nela? >> Você atirou na minha no meu pessoal? Por quê? Pera >> ele pede
uma ambulância. >> Copa rua Edmundo Aldran. Ana o resgate. Ah, >> outros policiais chegam. Tá baleada. >> O soldado faz os primeiros socorros. >> Pera aí. Já tá vindo o resgate. Tá. >> Yasmin pergunta sobre o socorro. >> Hum. >> Tá vindo já. Um tempo depois o soldado Eden fala para ela: "A >> era para ter atirado, mas antes tá atirado que ela vim para cima de você te bater, pegar sua arma, porque se ela vai para cima de você, começa a te bater, o cara ia me segurar." >> A ambulância chega meia hora depois
do tiro. Tauana foi levada pro hospital, Mas morreu. Quem dirige? >> Delegado Fred Murta. Colocamos aí o vídeo depois do panorama do Miques e a gente também quer a sua leitura e seu boa noite inicial. Fala, Eric Miqueias, boa noite. Boa noite a todos. Prazer estar aqui com vocês. Esse caso é um caso muito complicado, né? Muito complicado. Eu ainda não falei sobre isso nas minhas redes sociais. Eu não tive tempo ainda, na verdade eu analisei o caso. É um caso Muito complicado, difícil defender. É difícil defender e eu sempre procuro me posicionar do lado
do policial, principalmente sabendo da dificuldade que é a nossa atividade, né, a nossa atuação. Então eu acredito, pelo que eu vi das imagens, pelo que eu analiso, houve um excesso, uma um erro de leitura ali no momento que provavelmente, como disse Miqueias, eu não tive acesso a tudo, não fui fazer a análise quadro a quadro, como eu acho, Acredito que será feito ali na questão na hora que isso for realmente conteúdo, contexto de uma investigação, mas aparentemente houve ali um excesso por parte do da policial, ela provavelmente vai ser responsabilizada por isso. muito muito parte
disso atribua a inexperiência dela, né? Aparentemente tinha poucos meses ali que ela tava em atividade. Então esse tipo de de leitura, esse tipo de erro, qualquer ser humano tá sujeito. A grande diferença, Eric, é que quando o policial erra, o policial erra num contexto de risco. E o risco é para todo mundo que tá envolvido. Todo mundo tá sujeito a errar. Um contador pode errar um cálculo, pode esquecer uma nota, um motorista pode errar um um uma manobra e esbarrar num carro. A diferença do trabalho do policial é esse, é que num erro dele, um
erro de leitura, numa tomada ou deixada de tomar de decisão, ele comete uma falha, uma falha de Leitura e o erro muitas vezes é fatal. Nesse caso, houve uma ação da policial que acabou vitimando essa essa moça, né, que perdeu a vida. Mas eu gosto de lembrar no ano passado, no meio do ano passado, nessa mesma região, um outro policial teve um erro de leitura também, onde ele deixou de agir quando deveria. O indivíduo se atracou com ele, conseguiu tomar, sacar uma arma que tava escondida e efetuou um disparo na nuca dele. E esse policial
acabou alvejado. Pouca gente, muita nós policiais lembramos, né? Mas muita gente pode se esquecer desse caso. Então eu não passo o pano. Houve um erro. Houve um erro, sim, ela vai ser responsabilizada, mas eu não gosto de deixar a ressalva de que o policial tá sujeito a errar, como todo mundo tá sujeito a errar. A diferença é que o policial trabalha em cima do fio da navalha. Essa aí é a realidade da vida do policial. é um ser humano que trabalha para defender a sociedade, que Se coloca como escudo entre a sociedade e aquilo que
tenta destruir a sociedade. E um erro de decisão, uma tomada de decisão num calor do momento, num momento de exaltação ali de de emoção, pode causar a perda de uma vida, inclusive a sua vida. Então é complicado. Não vou passar pano porque eu acredito que tenha havido um erro. muito. Bem ressaltado, eu não assisti todas as imagens, eu não olhei isso com calma Para fazer uma análise como acredito que será feita na investigação, mas eu acho que não é o caso de passar pano, é o caso de identificar, reconhecer o erro, mas sem esquecer de
que é uma policial nova e de que é um policial cujo erro pode custar caro e ali a vida dele tá sempre em jogo. É sempre bom lembrar disso. >> Muito bom, muito bom, delegado batata. Vamos lá, queremos te ouvir. Boa noite, galera. Muito bom estar aqui mais uma Vez com vocês. Extremamente feliz porque hoje é sexta-feira. Sexta-feira. Sexou, galera. Vamos que vamos. Eh, eu eu vi aí os colegas reagindo aí sobre o assunto. Eu escutei o delegado falar respeito muito a capacidade de investigação do Dr. Até porque a visão dele é muito mais aprofundada,
talvez do que a minha. Mas, cara, eu vivo aqui brigando por polícia, bicho. Eu amo a polícia. Amo mesmo. Eu vivo brigando pro polícia aqui. Outro dia eu reclamei porque o polícia tomou uma latinha lá e nego chamando de vagabundo que tem que não pode tomar. E eu briguei para [ __ ] Falei que não existe aquilo. Só polícia na guerra tomou uma latinha de um de uma casa cheia de droga. [ __ ] e eu não aceito essa [ __ ] chamar o cara de bandido. Mas quando o cara é bandido, é bandido. E
quando o polícia erra, erra. Eu eu fazendo um um testezinho de psicotécnico uma vez, um cara falou assim para mim: "Bata, quando você vamos fazer um teste tu passa no psicológico?" Ele falou assim: "Quando você fica puto da vida, falei: "Ah, quando alguém me ofende a minha família, qualquer coisa parecida, eu vejo um crime contra a criança. E quando você fica muito puto, ah, meu irmão, quando Eu vejo que minha família tá em perigo, [ __ ] e aí eu perco o eixo, né? E quando você perde a cabeça, eu falei: "Cara, eu não consigo,
não consigo dividir isso como perder a cabeça, mas talvez se eu ver a meu filho à beira da morte e tal", ele falou: "Tudo tá reprovado, pô". Falei: "Por quê, [ __ ] Você estaria reprovado?" Aí ele falou: "Porque um policial nunca pode perder a Cabeça, nunca, nunca pode perder a cabeça." E ali ela perdeu a cabeça, [ __ ] Aí não tem caô, pô. Ela perdeu a cabeça, matou a mulher. A mulher podia ser o que fosse, pô. Ela podia tá bêbada, podia estar [ __ ] podia estar drogada. Ela matou a mulher, [
__ ] E aí não tem história, pô. Vai falar o quê, [ __ ] Vai defender o quê, [ __ ] Se eu defender uma atitude dessa, eu vou perder a minha credibilidade que eu Tenho na minha bancada, [ __ ] Eu vou perder a minha credibilidade quando eu defender os caras que precisam ser defendidos. Então não vou defender. [ __ ] ela errou, perdeu a cabeça. Não vi motivo para nem perder a cabeça, porque ela não tomou nenhuma cusparada na cara, tomou [ __ ] nenhuma. Se ela é nova, recruta, nova, recrutou para [
__ ] vacilou, parceiro, vai pagar pesado, pesado. Infelizmente, Irmão, quando a gente entra na polícia, você bota uma arma na cintura, você tem que saber que se você errar para mais ou para menos, tu paga ou com a vida ou com a liberdade. E agora, enfermé, vai pagar com a liberdade. Isso aí, sem dúvida nenhuma, vai responder e vai pagar, parceiro, porque a polícia cobra para diabo. A polícia de São Paulo é séria demais. Não adianta, eles baixam o pau com força, entendeu? E é assim, e é isso. Eu Não tenho o que defender. O
papo é reto. Eu jamais pularia na frente de uma situação que eu tô vendo que é clara e evidente. [ __ ] isso é evidente. Vai dizer o que que aquela mulher tentou agredir a policial? Não. Se ela parte para cima da policial, bingo. Acabou, parceiro. Dá onde pegar. Não vai se atracar com a mulher para tomar arma. Não foi o caso. Não foi o caso. Policial passou, bateu com com o retrovisor no cara, podia ter Freado, jogado pro canto. Dá uns esporro, [ __ ] e tudo mais. Não precisa disso, parceiro. Eu tenho quase
30 anos de polícia. Não precisa dessa [ __ ] Não adianta falar para mim que dá para fazer, não. É porque não tinha jeito. Eu tive que enfiar o retrovisor nos cornos do cara. Não precisa disso, irmão. Não precisa, parceiro. Eu vivo trocando tiro nessa [ __ ] dia e noite e besteira balela. >> É isso, batata. Muito bom. E o Miqueev Pediu a palavra. Kevic, como eu falei, eu ia esperar o vídeo passar paraa galera entender. A câmera não mostra o momento do disparo, mas tudo indica ali que ainda que a versão dela que
ela fala, né, que ela tomou um tapa na cara, que aí se sentiu ameaçada ali da hipótese da mulher pegar a arma da mão dela. Minha leitura é a seguinte, a gente existe, eh, pra gente existe o estatuto da legítima defesa e a legítima defesa é contra uma agressão injusta. E Aí, vejam, gente, como Batata bem falou, policial não pode se emocionar, policial não pode se envolver com a ocorrência. Policial não é pai nem mãe de ninguém para ficar dando esporro. Aí o policial, a a viatura bate ali no braço do cara, segundo o depoimento
eh do marido da vítima, né, da marido da mulher que morreu, ele fala que eles xingaram sim os policiais na hora que o policial acaba acertando o braço dele e aí o policial se revolta e volta para Bater boca com o cara. Só que olha só, bater boca não existe isso, infelizmente não existe essa previsão de o policial poder dar uma correção verbal a alguém. Policial não é pai de ninguém. E aí começa essa discussão e a policial desce da viatura e você vê que ela inicia uma ameaça para aquela mulher. É a policial que
vai na direção demonstrando uma ameaça. Então a a leitura que a gente vai fazer e que provavelmente o Ministério Público vai fazer, ainda que A câmera não mostre todos os fatos, é que a mulher ao bater na policial tava se defendendo porque a policial veio para cima dela numa agressão injusta, injusta. E ainda tem mais um ponto que a gente precisa destacar. E aí é uma discussão que a gente já tem trazido aqui por eh em várias outras questões, em vários outros casos. Olha o tamanho dessa policial. A menina parece ser 1,5 m quase. Gente,
quando a pessoa é muito baixa, quando a pessoa não parece ter Ali uma compleição física que impõe algum nível de respeito, é mais fácil alguém tentar fazer na mão com você. Sim. E aí, para que isso não aconteça, você tem que eh fazer um trabalho eh de posicionamento moral. Agora, você desce da sua viatura xingando, batendo boca, parecendo que você não tá eh eh no seu controle, a outra pessoa não vai te respeitar. Isso é necessário, é necessário postura. Infelizmente esses dois policiais não tiveram postura. Então, quando eu disse que o policial que tava dirigindo
e que estava usando a COP, ele não deve responder, ele não deve responder pelo homicídio, tá? Porque ele não disparou, ele não deu ordem para disparar, ele não tentou fraudar processualmente nada. Vamos deixar isso bem claro, mas ele pode responder aí eh administrativamente, pelo menos, pela conduta dele de voltar para bater boca, de voltar para voltar para xingar o cara porque acertou, cara. Policial. Olha só, por exemplo, já fica um alerta aqui para vocês querem ser policiais. Muit das vezes vocês vão estar numa manifestação, tá? Manifestação, isso acontece muito. E o pessoal tá lá fazendo
a manifestação. E qual é a função do policial? Evitar quebra-quebra, evitar baderna. Se agora se nego tiver xingando, falando mal da polícia, faz parte. Aí certa vez a gente estava no manifestação das mulheres negras da União Nacional de Estudantes. Uma garota chegou na casa de um amigo meu, um negão, um negão de 1,90 m. A garota chegou na casa dele e falou assim: "Eu tenho medo de barata, mas não tenho medo de polícia". E começou a provocar ele, desafiar ele. Ele vai fazer o quê? Dar uma porrada na cara da garota? Não, ela só tá
falando. Policial não é pai de ninguém para dar lição de moral. E aí se envolve emocionalmente, fica nervoso, perde o respeito e aí começa o que parece uma Agressão. No final aquela mulher tava se defendendo de um abuso policial. Porque esse abuso policial, gente, eu não vou passar a mão na cabeça de ninguém. E aí você ainda tem uma mulher, se ela tivesse 3 m de altura, pô, talvez a a menina lá não tivesse tentado dar um tapa na cara dela, talvez não tivesse tentado ir para cima dela e e ou ainda ela não precisaria
usar a arma porque ela teria força e condição física para conter a mulher. Agora você pega uma Pessoa de 1,5 m, ela vai lá, ela não tem condição de conter ninguém. Aí a polícia também não liberou ali para ela, pelo menos não não exigiu que ela tivesse com uma arma de choque, com spray de pimenta, coisa do tipo, porque ali se era para conter tinha outras formas, mas não quer pegar uma pessoa de 1,5 m, botar na rua e falar para essa pessoa se resolver vai dar merda, não pode isso. Então são uma uma sucessão
de erros aí. Primeiro, se envolver emocionalmente com Ocorrência, segundo, perder a postura. Policial tem que ter postura. Fecha a cara. fala direito e é ordem direta. Ou você vai mandar esse cara paraa delegacia ou você vai liberar. Não é ficar batendo boca. Policial não tem que bater boca, [ __ ] E ainda tem essa questão, [ __ ] Tem que, cara, olha só, as é prerrogativa do estado e a prerrogativa do policial. O uso da força pode dar porrada, pode se precisar. dentro da legalidade, pode dar um socão Na cara, pode dar bico, pode dar
matar leão, pode dar pedrada na cabeça. Agora o tiro pode acontecer também contra uma pessoa desarmada. Pode, como o delegado como o delegado Murta falou, teve a situação lá do policial que tomou um tiro no pescoço, né, tentando imobilizar o cara. Mas olha a diferença da dinâmica, gente. Aquele policial lá em Paraisópolis que tomou um tiro no pescoço, ele tava correndo atrás de um ladrão, pô. Um cara que já tinha, que Havia ali a denúncia de que eram ladrões, não um cara que você esbarrou com com o retrovisor da viatura. Existe uma diferença muito grande.
Por que que eu vou entrar num conflito físico ou num conflito moral por um esbarrão na viatura que nem dano causou? falta de experiência, falta de equipamento adequado e falta de postura policial tem um papel na sociedade e como Batata falou, de manter mais calma do que todo mundo. Se você mantém calma E se você assume determinada postura, você tem respaldo. Agora, foi para cima, batendo boca, você iniciou a agressão, você iniciou a confusão, não vai ter justificativa. Então, fica o meu recado pra galera aí que quer ser policial um dia. Não se emocione na
ocorrência, seja frio. >> É muito bom, Miques. Vamos lá, rapaziada. Eu vou passar a palavra aqui pro delegado Fred. Deixa eu pontuar uma coisa aqui. Eu tô vendo e acho que é Unânime de todo mundo com relação a essa policial. Todo mundo concorda que se for isso mesmo e 99,9% das evidências indicam que sim, mesmo sem a gente ter o vídeo, né, eh, acontecendo, porque tem uma viatura ali na frente, então não dá para ver se de fato houve essa agressão ou não. Eu queria trazer uma reflexão aqui para você do nosso chat. Hoje é
sexta-feira e e meu objetivo não é dividir vocês, não, tá gente? Mas é uma reflexão muito Honesta sobre isso. Vamos lá. Eu vi um repórter de uma emissora famosa que ao criticar o caso, ele disse assim: "E ele fez críticas que eu tava assistindo e concordando plenamente com o que eu tava ouvindo." E aí no quando tá chegando no final, ele fala assim: "Mas nem se essa moradora tivesse partido mesmo para cima da policial e agredido ela, isso estaria justificado?" Eu botei um pé atrás. Porque, gente, o que mais tem nesse país É coisas como
essa que tá todo mundo concordando, mas aí o inverso não acontece. Explico, [ __ ] quanta gente aqui na época da pandemia, [ __ ] chegou um momento na pandemia que, sei lá, 90% das pessoas estavam criticando o Bolsonaro, à direita, à esquerda, todo mundo, né? A gente não tinha muita informação do que tava acontecendo. Aí beleza, você tava junto daquele seu coleguinha lá que não Pensava igual a você, mas todo mundo tava contra. Aí quando foi na hora de criticar o tanto de merda que o Lula já fez na vida, aí esse cara não
critica. Eu quero deixar bem claro que, por mais que eu concorde que essa mulher tem que ser presa, que essa perfa, eu não tô do lado do cara que diz que se partir para dentro da polícia, ele não tem o direito de fazer isso. Tem sim, irmão, tem sim. Tem uma linha aqui que divide as Pessoas, mesmo que todas elas concordem que essa mulher tem que estar presa por mim, por ré. Se foi um assassinato mesmo, como tudo indica que foi, pro rei da vida. Agora tem uma linha que nos divide, porque eu não tô
do lado da pessoa, porque eu sei o que essa pessoa pensa, não só com relação a isso, é a pessoa que quer acabar com a Polícia Militar e e começa com um discurso, irmão, que que Beira é um absurdo. Então, para que fique claro, eu acho que É importante a gente fazer isso enquanto fala Glauber News, que é essa reflexão, não é o fato de tá todo mundo concordando, mas é que aqui no chat, às vezes você que tá dessa linha, que entende como Batata falou, que irmão, se ela tivesse partido para cima da policial,
aí a história é outra. E é mesmo. E é mesmo. Agora, se tivesse sido isso, ainda ia ter gente aqui no chat dizendo que foi assassinado. Teria. Eu sei que teria. Eu sei que teria. E é Dessa e aqui que tem essa divisão. Nesse momento e nesse caso todo mundo concorda, mas hoje sempre que eu vejo alguém comentar sobre o caso, é a primeira coisa que eu pergunto é: "Mas e se ela tivesse batido mesmo na policial, teria justificado?" E é para aí que eu vou no debate, porque eu não quero mais estar do lado
de pessoas que por estarem defendendo a verdade agora tem isso na sua essência. Delegado Fred pediu a palavra, eu vou passar para ele e depois Eu volto aqui com Bata, delegado, >> muito bom, Eric, muito bom, muito boa a sua pontuação. O que eu pedi para só, eu só queria arrematar aqui porque só para não ficar, eu não sei se ficou claro para todo mundo, eu eu acho que todo mundo aqui concorda que houve um erro, que houve um excesso, que houve uma falha de leitura e um erro na execução ali. Não erro na execução
não, porque juridicamente isso estaria errado. equívoco ao tomar a decisão e ao agir Daquela forma, né? Eu acho que isso ficou claro para todo mundo, só para, não sei se ficou parecendo que eu tava defendendo, eu não acho. Eu acho que erreu, que ela errou e eu acho que ela vai ser responsabilizada. O que eu não posso deixar de fazer é sempre contextualizar a realidade do policial como um todo. Houve um erro? Sim. Eu só gosto de deixar claro que o erro do policial, ele sempre custa muito caro. O erro que todo mundo tem, que
todo mundo Tá sujeito a errar, é um erro que custa muito caro. E esse é o preço de um erro do policial, o erro que que costuma custar a vida de alguém, ou a vida de um terceiro, de uma outra pessoa envolvida, ou a vida do próprio policial. Eu só chamo atenção para isso. Eu acho que não há discussão que houve um erro, não é? Não tem que se passar pano, mas a gente não pode deixar de chamar atenção para isso. E quando eu falei de inexperiência também não foi no sentido de justificar A ação
dela de forma alguma. tá errado, vai ser punido. Como diz o o Batata, a recruta recrutou, ela fez ali um erro principiante. E o a inexperiência dos dois ali na minha leitura, ela fica muito evidente, porque um policial experiente, um policial macaco velho que tá acostumado com rua, que tá acostumado a trocar tiro, que tem casca grossa, que já viveu muitas situações, ele jamais voltaria para tensionar uma situação como aquela. E eu hoje, depois de 16 anos de polícia, eu jamais voltaria no, como no início da carreira, muitas vezes eu faria algo semelhante, voltaria para
tirar satisfação, querer se impor de alguma forma um erro, um equívoco de leitura. Isso. A experiência nos ensina a não fazer isso. Como disse muito bem disse o Batata, isso aí é uma esse eu acho que essa leitura desse cenário todo é uma demonstração de experiência, não como forma de justificativa, mas como forma De demonstração na prática de como a inexperiência transforma uma situação comum, uma situação corriqueira numa situação de crise. É o que a gente aprende em gerenciamento de crise, né? um erro de leitura, um erro de procedimento ali, por inexperiência, causou, acabou eindo
ali numa situação de crise, que nem era para ser uma crise, mas terminou uma situação crítica com final trágico. Então, infelizmente, mas eu concordo contigo, a gente não Pode validar ataques como se isso fosse uma coisa normal, como se fosse uma nem por parte da polícia, muito menos para aqueles que entendem que podem confrontar a polícia. Se houvesse um respeito maior, se houvesse um comportamento diferente por parte da sociedade, um um cidadão, via de regra, em outros países, jamais faria um confrontamento e evitaria situações como essa. Não vamos passar pano, mas não podemos normalizar esse
tipo de atitude De confrontamento, de desafio à força de segurança, de desafio à força do estado. >> É isso aí, delegado Fred Murta. Muito bom. Batata também pediu a palavra. Batata. Eric, eu falei com você com propriedade. Eu trabalho a minha vida toda em favela. Eu acho que se eu trabalhei com fora de comunidade, eu acho trabalhei uns dois meses, três meses que eu fui trabalhar lá em Copacabana lá e todo mundo deve conhecer essa história. E na comunidade, cara, [ __ ] nego te afronta demais, cara. Se você às vezes tu tocando, se tu
parar para discutir, irmão, com todo mundo que vem para discutir com você, que te xinga, que xinga a tua mãe, que pinta os diabo, tu tira a viatura de dentro da comunidade com preso, é nego jogando pedra, garrafa, pinta o diabo, gente. E às vezes tu com 10 homens e ele gente pra diabo vem para cima de você com criança, com moleque, com moleque. A Mulher agarra o moleque no filho, com filho no braço, vem para cima de você e é um capeteiro, pôra. Não vem achando você que, ah, [ __ ] eu tô benzão
na minha viatura, eu vou olhar o cara porque o cara tá atravessando a rua. Tu vai meter, se eu meter a viatura em todo mundo que passa na frente da favela de sacanagem, tu vai matar um porrilhão, parceiro. Eu não sei como é que é em São Paulo, mas aqui tu vai matar de pá, Porque eles entram na [ __ ] ali na Avenida Brasil, parceiro, eles atravessam, eles moram na Brasil. Ele é os [ __ ] parceiro. Então, [ __ ] passou, meu irmão. Ô, o cara te xingou. Aqui as crianças, parceiro, na escola,
tu passa embaixo da escola aqui, eles vão pula nas grades assim assim, ó. Vai morrer polícia, vai morrer Pompeu. Essa [ __ ] vou fazer o quê? Vou entrar Lá na escola e assassinar as crianças, [ __ ] Tem que ser profissional, irmão. Então é como eu falo para vocês, [ __ ] o policial pulou o muro. O policial foi para cima do policial, foi para cima do policial. [ __ ] tu não vai perder tua arma, irmão. Ó, eu eu sou eu tenho 1,66 m, [ __ ] Eu vou sair na porrada, vez o
cara grandão, tal, eu dou logo um bolatadão. Vai tomar na perna, vai mancar pro resto da vida, Parceiro. E que se dane, irmão, é 40 no lombo. Quero nem saber. Depois eu respondo essa [ __ ] entendeu? É assim que funciona. Eu não vou chamar minha mãe para abordar ninguém e nem vou sair correndo, [ __ ] A minha função é uma só. Agora o que eu já ouvi de [ __ ] tá de sacanagem. Faz uma prisão dentro da favela, te chama de vagabundo, corrupto, cheirador, o diabo, pô. A, ó, isso serve Para pr
a polícia tem que vir pr pra internet, né? Aqui no chat ele me chama de cachaceiro, xeroba, maconheiro, [ __ ] [ __ ] tá de sacanagem. Não causei uma drogas. A não ser o álcool. >> É isso que eu falar, irmão. Tá doido, irmão. Pô, álcool é droga. Desde sempre, meu irmão, ele mete o pau. Ontem eu tava num podcast o cara falando que eu fumava maconha, [ __ ] Entendeu? E eu tenho, eu eu só venho na Internet porque eu sei da minha conduta, [ __ ] Agora tu é policial, cara. Se um
dia você virar político, é a mesma coisa. Tu tá alvo de crítica, vai tomar porrada mesmo, meu irmão. Tem que ter capacidade psicológica, entendeu, parceiro? E é e é isso aí. Por isso que eu acho que ela pecou, errou para caraca, tirou a vida da mulher lá de graça, [ __ ] E se o policial que tava dirigindo era antigo, errou de novo. Ele não tem que Estar fazer aquela [ __ ] nem frear. Se ela é recruta, ô, não sai do carro não, pô. Você é parada de feijoada, pô. Você é panelada, pô. Feijoada,
frescurit. Ninguém deu um tiro na viatura. Ninguém fez [ __ ] nenhuma. Você é causado de cachaça. Vamos embora, [ __ ] Vai patrulhar, merda, [ __ ] Vacilação vai pagar com a liberdade, [ __ ] É isso aí. >> Muito bom, batata. Muito bom. Eh, rapaziada, deixa para mudar um pouco o Tema aqui e vou começar falando diretamente aqui com você, tá, batata? Lembra que a gente comentou aqui na quarta-feira e era só uma brincadeira, gente. Eu juro para vocês, era só uma brincadeira. É que Mas esse pai nos surpreende a cada dia que
passa. A gente fez uma brinca, eu brinquei aqui com Bata, que dependendo do juiz de de custódia, aquelas 50 toneladas de maconha ia acabar sendo considerado para uso Pessoal se dependesse do judiciário daqui do Brasil. Era uma brincadeira, gente. Obviamente 50 toneladas de maconha não tinha como ninguém questionar ou brincar que era para uso pessoal. Ah! Ah! Eu estava enganado. Você estava enganado, batata. Porque estão questionando que aquela droga não deveria ser prova de nada, porque não havia nenhum fato que justificasse entrar naquela Residência senão o faro do cachorro. Olha isso. E aí estão questionando
que unicamente o cachorro dizer e cheirar e apontando que existe algo naquela casa não deveria autorizar. E muita gente, muitos juristas já estão dizendo, não autorize entrar na casa dessa pessoa. Veja bem, foi encontrado e capturado a maior quantidade de drogas e uma única apreensão na história desse país. E vários juristas estão dizendo, foi Ilegal. Só falta devolver a maconha pros donos da casa. Só tá faltando isso, gente. Só tá faltando isso. Como que isso ganha espaço? Como que isso ganha mídia? Como que alguém se levanta para dizer isso? Porque esse é o debate? Se
ao entrar na casa você descobre que tem 50 toneladas de maconha. E não, mas pera aí, será que ele podia entrar nessa casa? Pelo amor de Deus, gente, pelo não tem mais adjetivo para dar para esse país. O do do hospício a Céu aberto já virou elogio. Batata. Aproveitar que você já tá aí preparadíssimo para essa notícia. Ô, analisando bem o contexto, realmente o cara que tem 50 toneladas dentro de casa, ele não não permite que a polícia entre, né? Não, não há possibilidade jurídica para que entre lá, até porque essa maconha Deve ser do
cão. O quem é o dono desta [ __ ] Eu não sei, cara, que quem quer defender essa merda. Eu não sei onde a gente vai chegar com essa [ __ ] Eu não sei, gente. Eu não sei o que que, [ __ ] o que que o povo brasileiro tá enxergando. Eu não sei, Eric. A gente, [ __ ] a gente pinta o diabo, a gente sacaneia aqui, a gente fica fazendo deboche, a gente pinta. [ __ ] mano, é um monte de a gente é mais palhaço do que tudo, [ __ ] Meu
camarada, se o cara, presta atenção, irmão, se o cara acha, discute a permissibilidade para tu entrar e parar 50 toneladas de coco de maconha, ele abre o espaço pro cara discutir. Olha, mano, não deixa o cachorro entrar não, [ __ ] Logicamente que que vai acontecer? ou polícia, Porque olha só, parceiro, o judiciário que tá do lado do polícia, [ __ ] Era para tu falar assim: "Polícia, se tu sentir o sinal desse cãozinho aí, mano, que isso aí é um herói, bicho. Se tu sentir, tu mete o pé na porta. Se tu errar, a
gente paga a porta. Vamos pagar a porta. Vale o erro. A possibilidade é: "Ah, mano, vale o erro, vale o risco, mas não, mas não, mesmo dando certo, ainda quer Empurrar no polícia. Se não é a gente aqui, olha, presta atenção, gente. Se não é a gente aqui, essa notícia nem tu eu não ouvi falar em lugar nenhum, tá? Se a gente não faz o levantamento, ninguém fala essa [ __ ] porque é tão é tão eu eu não sei e como o Eric fala, né? O Eric me deu esse gancho, eu não sei nem
se é permitido o Eric tá falando uma promiscuidade dessa num horário desse, sabe? Porque isso é de uma baixeza tamanha. Tira as crianças da Sala, pelo amor de Deus, que elas não pode ouvir isso não. Como que pode o judiciário se pronunciar dessa forma? [ __ ] o local lá, gente, que eles foram buscar essa droga é bala para chuchu, galera. É tiro para caraca. Tu arrisca para caraca, [ __ ] Tu pula a fogueira lá com litro de álcool na bunda, mano, para tu chegar lá. Aí o tu chega lá dentro, tu pega 50
Toneladas de maconha e fala: "Porra, eu fiz certo, eu tirei onda, eu fiz o meu trabalho." O cara [ __ ] nenhuma. Tu não era para ter entrado lá, porque o cachorro não dá legitimidade jurídica para tu entrar lá, [ __ ] Se não dá, tu dá ele. Dá ele, merda. Eu não vejo um político pular no meio olo. Eu não vejo ninguém, Eric. Eu não vejo ninguém, [ __ ] É, eu não vejo ninguém. Isso me deixa apavorado. Isso deixa o policial fragilizado. [ __ ] tu [ __ ] a vida do cara. O
cara é um pai de família. Toda hora que o cara opera tu fala: "Meu irmão". E olha, deixa eu contar para vocês, essa mesma equipe que é a equipe Charle, se liga, foi eles que meteram 700 kg lá no complexo alemão. Os moleques são o bicho com cachorro, parceiro. Os moleques são sem igual e eles fuçam o Bagulho mesmo. Os caras são bom no que fazem, [ __ ] Aí eles vão lá por causa que p tomou o guaraná lá, não sei o quê. Pronto, já era bandido já. Já vieram de lá bandido porque andava
com o pé de cabra, arrombava os negócios. Agora eles vai vão lá e mete 50 tonelad de baconia. Pronto, o cachorro não tem intimidade. [ __ ] irmão, qual é, cara? Que lado tu tá? [ __ ] mano, não tô entendendo, irmão. Eu não tô entendendo mais nada. Eric, pelo amor de Deus, [ __ ] para essa [ __ ] que a gente quer descer. Qual foi, irmão? Será que quer? Pelo amor de Deus, cara. Deixa os cara trabalhar, [ __ ] Vamos dar legitimidade jurídica pros cara, amparo legal. São pai de família, [ __
] Não. Vamos arrebentar o cara. Quer o quê? Parar a equipe Charlie. Vai parar, vai parar, [ __ ] Vai parar, porque os caras são pequenininho. A Gente polícia, parceiro, é pequenininho. Com pequenininho, pô, a gente não aguenta uma pedrada. Vai parar, [ __ ] A gente é brabo com fuzil na mão. Contra o cara que tem um fuzil. Contra o cara da caneta a gente não tem poder nenhum, mano. É o que eu te falei. Eu não vou brigar pela mulher que matou a a a fen que matou a mulher. Não vou brigar. Vai
por esse policial, pelo amor de Deus, Eric. [ __ ] isso é um absurdo. Vocês tem que pegar esses cortes, pegar o programa, dá o like aí. Essa [ __ ] tem que fazer barulho. Foi aonde eu falei. O Brasil faz barulho errado aqui. Faz barulho por não sei o quê. Faz barulho porque o cara meteram a porrada na capivara lá na ilha do governador. Aí faz um barulheiro do [ __ ] O parlamentar vai falar no microfone, mas contra uma atrocidade dessa ninguém se pronuncia. E eu não tô me importando com o partido não,
gente. Eu queria que Alguma autoridade falasse, [ __ ] porque tá errado, merda. Será que é só eu que tô vendo, merda? [ __ ] pelo amor de Deus, tu vou eu vou perder a linha. É o o mano Walter vai colocar até o vídeo aí de novo aí para quem não viu, eu tô percebendo aqui no chat que tem gente que não tava sabendo. O camarada falou: "Que isso, gente? 50 toneladas. É, guerreiro, a notícia aí a gente repercutiu na quarta-feira. Mano Walter, bota o vídeo aí. >> 48 toneladas de maconha foram encontradas no
complexo da maré, na zona norte do Rio. Esse entorpecente foi trazido aqui pra cidade da polícia. Veja só, são vários tabletes de maconha. E tudo isso foi encontrado pelos cães de elite da Polícia Militar. Entre eles estava o Hul, exatamente esse aqui, ó. Ele sinalizou onde estava o entorpescente dentro de um bankker. E assim que os policiais chegaram, foram atacados por Traficantes. Os agentes apreenderam também cinco fuzis e quatro pistolas. Mais detalhes é daqui a pouco. Até mais. Várias coisas enroladas em um cobertor. O que havia lá dentro ainda é um mistério para os investigadores.
Que havia lá dentro ainda é um mistério para os investigadores. O material despertou muito interesse de mochila, de saco >> e foi rateado ali mesmo. >> É, rapaz. Daí para ninguém me processar, Depois o camarada do chat comentou aqui, aí o Togado vê um vídeo desse aí que é o pessoal aí do judiciário e pensa assim: "Porra, perdi meu arrego, [ __ ] perdi meu". É, gente, é aí o judiciário que já não tá pouco desmoralizado, tá muito, fica ainda mais, né? Quer dizer, então, que o, gente, a única função aí do do cachorro olícia
é entrar nas casas para achar a droga. Ele só existe para isso. Batalhão de cães é para achar droga. Aí o cachorro acha. Não, mas pera aí. Para Invadir uma casa não basta só o cachorro tirar essa carta da manga. Vamos lá, Miqueias, já ajuda a gente aí. Muito difícil ajudar, Eric. Muito difícil ajudar. Porque o Batata questionou ali, cara, como que eles conseguem pensar isso? Não tem um deputado, não tem uma autoridade para falar sobre isso. O pior é que tem. O problema é justamente que é eh eh o que que acontece. Vamos lá.
Nem todo mundo que fala sobre segurança pública e traz Teses absurdas é mal intencionado. Mas o problema é que as pessoas mais mal intencionadas, elas fazem mais barulho e elas alcançam espaços de tomada de decisão que levam autoridades, que levam os estudantes de direito, que depois virão a ser juízes, que virão a ser autoridades, que virão a ser juristas, promotores públicos, defensores públicos, a começar a pensar nesse tipo de tese, porque olha só, nós tivemos agora recentemente, há uma ou duas Semanas atrás, o lançamento da nona edição do boletim Direito à Segurança Pública na Maré
de 2025. Isso foi lançado no terceiro congresso internacional. Vejam bem, terceiro congresso internacional falando sobre segurança pública na maré que aconteceu na Areninha Cultural Herbert Viana, onde traficantes est armados de fuzil na porta. [ __ ] não tem como eu aceitar que esse programa vai ser sério. E aí eles falam sobre violência, sobre os Abusos que acontecem dentro da comunidade, sobre as violações de direitos humanos, mas eles não vão falar que o morador da favela, ele não visita o parente que mora atravessando uma rua, porque na outra rua é outra é outra facção e aquela
facção não vai deixar entrar. E aí esses caras fazem uma palestra internacional falando sobre violência na maré, no complexo da maré. trazem ali pessoas ligadas a UNESCO, ligadas a ONU, ligad [ __ ] que pariu Para falar sobre a meia verdade deles, para acusar somente a polícia. E aí, infelizmente, vai ter gente ali sendo influenciada por isso e vai pautar o discurso com base naquela baboseira de meia dúzia de vagabundo que tá trazendo uma posição pró facção. Olha só, a gente acabou de falar de um caso de violência policial, de excesso policial e falamos: "Aquela
policial errou e tem que ser condenada, tem que ser responsabilizada". Mas [ __ ] os caras não vão falar do que acontece dentro da favela. Porque eles colocaram lá no relatório, ah, porque tiveram 16 mortes, porque a polícia violou não sei quantos direitos, [ __ ] Mas o traficante não matou nenhum morador nesse período todo. Em 10 anos não teve nenhum morador morto pelo traficante. Em 10 anos não teve nenhum morador que foi torturado por traficante. Em 10 anos não teve nenhum morador que foi sequestrado e torturado Porque acharam que ele era parente de traficante.
Essa [ __ ] não acontece na Maréia. Isso não acontece. Mas é isso que vai pros relatórios que geram estudos, que entram na cabeça do estudante de direito, que faz com que o juiz lá na frente pense isso, porque esse juiz que tá lá hoje, ele se formou com base em merda que foi feita por pro vagabundo, cara. Porque eu não queria, olha só, não queria dizer que a galera que montou esse relatório, eles eles não Tão ali eh eh fechados com tráfico, mas eu não consigo ver como. Eu, repito, aí eles vão dizer: "Não,
a neninha cultural e bertiviana é de boa". Essa discussão inclusive existiu também sobre o coronel Ibis, que foi também fazendo uma palestra sobre segurança pública dentro do complexo amaré. Coronel Ibes, ex-secretário da da eh ex-comandante geral da Polícia Militar, que foi fazer um uma palestra sobre segurança pública dentro do complexo da Maré, numa área Que polícia nenhum entra, mas ele não, ele entrou. Aí eu vou aí eu vou acreditar que ali tava tendo um debate franco sobre segurança pública, eu não vou. Então eu não concordo, eu não tenho como concordar e dizer que não existe
uma intenção próraficante nesse tipo de estudo. E aí o cara ele ele só ouve um lado. Por exemplo, o que eu quero dizer é o seguinte: se a gente começar aqui a dizer que só matar resolve a criminalidade, talvez alguém que vai se Tornar policial, que vai se tornar jurista, delegado ou coisa do tipo, que assiste a gente todos os dias, vai incutir isso na cabeça. Não é isso que a gente fala. Pelo contrário, a gente até foi criticado aqui por dizer: "Olha, a gente tem que evitar que as crianças entram no tráfego." Entrou, aí
a gente vai punir, a gente vai fazer o que for necessário, né? Mas a gente tem que evitar que aquela criança entre no tráfego, porque isso é vita, vitimizar Uma criança. Então a gente tá tentando trazer uma visão do todo. Olha, a polícia erra, sim, mas nem por isso a gente vai passar a mão na cabeça do tráfego, nem por isso a gente vai fingir que o tráfego não existe. Só que tem gente que desenvolve esse tipo de tese. E aí são meia dúzia de mal intencionado. Tem gente mal intencionada produzindo relatório contra a polícia.
Sim. E esses relatórios são os que modam a cabeça dos nossos futuros juízes. Então, Infelizmente, esse tipo de atrocidade vai continuar acontecendo. Nós temos várias e várias ONGs que já foram identificadas com relações financeiras diretas com tráfico de droga. Esse relatório mesmo que eu acabei de falar, o nono, a nona edição do boletim direito à segurança pública na maré vai relatar ali de traficantes mortos nos entornos das escolas, mas não vai relatar que a [ __ ] do traficante conte. Isso eles não vão dizer, pô. Aí eles vão Falar: "Não, porque a polícia invadiu a
casa de um morador". Mas eles não vão dizer que o morador não pode visitar o parente que literalmente mora a 100, 150 m, que é só atravessar uma rua, mas atravessou aquela rua é outra facção. E se aquele cara que é trabalhador, que é um orador inocente da comunidade, for no bairro do lado, ele vai morrer, [ __ ] Então não tem como. A gente não vai chegar em lugar nenhum. A gente não vai chegar em lugar nenhum. Não vai Melhorar, pelo contrário, só vai piorar. Por se assim se formam a mentalidade dos nossos advogados,
que serão futuramente promotores, defensores públicos e juízes, esses caras também dão suas palestras para jornalistas e os jornalistas vão repetir o discurso. Esses jornalistas vão jogar pra grande mídia e aí a grande mídia vai entrar na cabeça de meia dúv depois se tornam também professores e vão continuar compartilhando merda. E aí a gente tem Uma grande rede de merdas sendo compartilhadas. [ __ ] não dá, cara. Não dá, não dá para, não dá para aceitar. E aí, infelizmente, essa discussão chega lá no STF. O STF não invalidou totalmente essa tese ainda do cachorro, tá? Só
que ele diz o seguinte: "Olha, não basta só o cachorro apontar". Gente, vejam bem, direitos humanos é uma instituição importantíssima da legislação, do do da jurisprudência, do do direito, né, como Um todo. Direitos humanos é importante. Os direitos humanos são importantes. Perdão, desculpa até a concordância, a concordância nominal do agora foi até embora. Direitos humanos são importantes. Isto foi criado como um instrumento jurídico importantíssimo para evitar que o Estado extrapole e atinja as pessoas nas suas vidas em uma desculpa para combater um crime ou para cumprir a lei. Porque vejam, os nazistas estavam cumprindo a
lei. Essa Foi de a a a defesa de muitos criminosos nazistas. E aí se discutiu, não, olha só, a lei, o estado não pode ferir o que é básico das pessoas. Então isso é legal, isso é importante. Mas eu não posso usar isso como desculpa para frear qualquer atuação estatal. Olha, nós temos agora a a na no momento em que tudo indica que eh ministros do Supremo Tribunal Federal serão indiciados por delação premiada, vindo ali do Vorcaro, do Zetel e outros delatores, até o Careca do NCS agora já tá querendo delatar porque não quer ficar
para trás diante dos outros delatores. No momento em que todo esse pessoal resolve delatar e começa ali a a aparentemente poder incriminar pessoas do alto escalão da República, surge uma surge de novo um processo judicial que quer dizer o seguinte: "Não, olha só, o cara sobre o cara que fizer a delação premiada estando preso, A gente não pode aceitar a delação, porque a prisão automaticamente a gente deve entender que esse cara está coagido." Olha, olha, olha a lógica. Então, automaticamente, porque o cara tá preso, ele tá coagido. Ou seja, se a gente quiser uma delação
premiada, a gente primeiro solta o cara e aí depois se a gente conseguir pegar ele de novo, a gente aceita uma delação, porque senão a gente tá ferendo direitos humanos, porque esse cara tá sendo Torturado para fazer a delação premiada dele. Essa é a justificativa que inclusive anulou muitas penas dentro da Lava-Jato, que fez com que Sérgio Cabral esteja solto, que fez com que Garotinho esteja solto, que fez com que Pezão esteja solto e ainda seja prefeito lá em Barra do Piraí, que fez com que muitos outros políticos, não só no Rio de Janeiro, mas
no Brasil inteiro, permaneçam livres, impunes e mandato ou cargos importantes nesse país. Por quê? Porque justamente disseram que as delações foram feitas sobre coação, que eles estavam sendo pressionados. O próprio Sérgio Cabral chegou a dizer: "Não, e tavam tentando me empurrar uma delação ali, tentavam tentando me forçar". Mas aquele negócio que eu falei, Sérgio Cabral falou, abre aspas, sou viciado em roubar. Ele falou essa isso durante um depoimento, enquanto ele tentava ali negociar uma delação premiada e ainda devolver R 84 milhões Deais, mas não aceitaram porque teoricamente ele era o líder. daquele esquema. E aí
esse é o ponto interessante também da gente falar do Orcaro, porque se o Dorcaro vai delatar pela lei da delação premiada, o Vorcar não pode ser o líder. Então ele tem que apontar alguém que mandava no esquema, alguém que era maior do que ele. E aí nesse momento, a delação premiada pode vir a cair, gente. Então a gente tá dizendo que a gente tá tentando defender Os direitos humanos. E aí, por causa disso, um dos instrumentos que mais pode facilitar uma investigação nesse país vai ser derrubado. Porque o cara solto respondendo liberdade paraa vida toda,
ele pode atrapalhar as investigações, que é o que inclusive leva a pessoa à prisão preventiva, como é o caso do Daniel Borcado. Ele está preso porque tentou contratar empresas para atrapalhar as prisões preventivas. E aí agora não, se ele tiver em prisão Preventiva, fere os direitos humanos dele aceitar uma delação dele. Pô, mas a delação é voluntária, ele pode ficar preso e não fazer delação, pô. Ele já tá condenado. Vamos lá. Teoricamente, ele já tá condenado. As provas já estão ali, já tem um monte de prova contra ele. A única coisa que ele pode fazer
é melhorar a situação dele, mas ele já tá condenado. Mas não, se ele tiver preso, não vale a delação dele, porque tá fendo direitos humanos dele. O problema é Esse, cara. Tudo nesse país é violação contra direitos humanos. Mas ninguém, ninguém tá se importando com o direito humano da vítima. E quem são as principais vítimas nesse local? os moradores, porque na Areninha Cultural Herbestiviana, aonde está se fazendo o lançamento desse Congresso Internacional pro pessoal da UNESCO, da ON, da [ __ ] que pariu, tem traficante de fuzil na frente. E para quem não acredita, já
falei, pesquisa sobre o Detran do Complexo da Maré, que é do lado, é uma quadra de diferença. É uma quadra de diferença. Traficante tá de fusil lá, segurança pública sendo discutida ali. Dali vai sair um relatório que os estudantes de direito vão estudar na faculdade. não tem credibilidade às teses jurídicas que são feitas a partir de um documento desse, um documento sobre segurança pública apresentado na frente de traficantes armados de fuzil que matam pessoas inocentes só porque Querem visitar o parente do outro lado da rua. Infelizmente é isso. Já até me estendi demais, xinguei. Foi
mal, galera. Hoje eu me emputeeci com essa história aí. >> É, M. Sexta-feira a gente se entende, delegado Fred Murta. Eh, eu não sei como é que funciona por aí, mas aqui, como a gente já repercutiu, inclusive até já repercutiram aqui no chat, eh, o cachorro olícia por si só não pode ser o único indício para que se invada a casa, Mesmo que assim que os policiais tenham entrado na casa, tenham tomado tiro e logo depois foi encontrado 50 toneladas de maconha, a maior apreensão de drogas da história deste este país, tá? Mas vamos lá,
sua leitura. >> Vamos lá. Eh, realmente ouvir uma ouvir uma guerra, uma narrativa dessa aí é desconfortável mesmo para não falar revoltante, né? Eu vou tentar separar um pouco a a minha análise aqui. Primeiro a questão da guerra de narrativas, né? a Construção de narrativas sempre para dificultar a vida do policial, para tornar mais moroso, mais arriscado e fazer com que a polícia desanime. É uma guerra de de narrativas que recentemente, de principalmente nos últimos anos, vem sido absorvida de uma forma total por parte da esquerda, né, de políticos de esquerda, inclusive a gente tem
uma uma narrativa contra a polícia. Seu Miqueias falou aí de um de um congresso aí internacional, né? Eu eu Eu faço palestras, eu faço palestras sobre segurança pública em universidades e eu sempre trago um exemplo de um seminário internacional que foi realizado na UERGE há cerca de 2 anos atrás e o nome do do seminário era seminário internacional de desinvestimento nas polícias, ou seja, era um evento internacional onde buscaram pessoas de outros países para discutir formas de desinvestimento na polícia. Quem patrocinou isso? As ONS, os grupos dos direitos humanos que o Mque tanto disse aí,
né? Então, e quem que tá por trás disso? A quem interessa o enfraquecimento da polícia? Quem vai ter interesse em um investimento menor na polícia? Você pode querer melhorar a polícia, você pode querer eh mudar a atuação da polícia, você pode querer uma um enfoque maior no serviço de inteligência, mudar a forma de atuação. Agora, enfraquecer, desinvestir, a quem Interessa isso. Então, fica muito claro quem tá por trás de tudo isso, né? Sempre. Agora, o outro lado, a questão jurídica. Eu fui, eu fui até dar uma pesquisada para entender melhor esse contexto quando eu vi
essa, esse eu recebi alguns prints disso, né? Eu fui olhar e realmente existe uma decisão. Eu tenho um julgado aí do TJ do Rio de Janeiro inclusive que invalidou uma prova que teria sido substanciada totalmente por num numa prova obtida Pelo faro do cachorro, né? Mas só para deixar claro, a a prevalece o entendimento por de por óbvio, né, de que isso não é eh isso não é o o entendimento que prevalece. O que prevalece nos tribunais superiores, tanto no STJ quanto no próprio STF, é que o o faro do cachorro ele deve ser somado
a outros elementos. No bojo da investigação, no bojo do levantamento, ali numa situação flagrancial, deve-se somar o apontamento do cão, né, com base No seu faro, outros elementos. E aí a gente tem uma série de outros elementos que já foram ratificados as prisões, que já foram confirmados convalidando as apreensões, eh, testemunhas, depoimentos, até denúncias anônimas, depoimentos confusos ali na na apuração, tudo isso já se já serviu como elemento informativo para comprovar a validade disso. Então, nos tribunais superiores, o que prevalece é isso. Acho importante ressaltar porque a gente tem que fazer Uma análise contextual, mas
também ressaltar o que que prevalece no no jurídico. Ah, mas a questão do STF, eu fiz um vídeo ontem sobre esse caso, embora não esteja no Rio, eu tô sempre atento ao que tá acontecendo. E eu falei sobre esse caso e eu reputo É, eu reputo a localização dessa droga ao próprio STF. Como que essa droga foi parar nessa quantidade dentro de uma comunidade do Rio? 50 toneladas são quase 50.000 kg. Olha o volume disso. Como que você Acondiciona isso num local, numa comunidade onde o espaço é apertado, onde os moradores disputam metro a metro.
Ali são casas geralmente pequenas, o espaço, as ruelas, os becos, é tudo muito apertado. Como que você consegue guardar essa quantidade de droga? Você só conseguiu fazer isso por conta do efeito da DPF 635, que foi do STF. Então, foi uma decisão judicial novamente pautada e provocadas por ONGS junto com o partido político que ali Publicaram praticamente publicar deram uma decisão que praticamente impediu as ações policiais num numa em áreas de comunidade durante quase 5 anos no Rio de Janeiro. E nesse período o crime organizado expandiu seu espaço. aquelas aquelas áreas dominadas que eram pontualmente
localizadas nos morros do Rio de Janeiro desceram, expandiram as barricadas e as barricadas estão lá embaixo hoje. Então o território aumentou, o número de fuzis aumentou e Obviamente a quantidade de drogas cresceu. Então a gente não pode dissociar uma coisa da outra. A gente só se deparou com uma situação absurda dessa, uma apreensão histórica dentro de uma comunidade por conta do efeito de uma decisão do STF que perdurou por quase 5 anos. Foram quase 5 anos onde praticamente não tivemos operação policial no Rio. Obviamente situações pontuais, mas do jeito que foi feito impossibilitou as ações.
Todo mundo que Pensava em fazer algo ali pensava 10 vezes antes de fazer por conta da responsabilização. Então a responsabilidade dessa droga ser localizada em nessa quantidade dentro de uma comunidade do Rio é responsabilidade do judiciário. Sim, é responsabilidade de uma decisão tomada lá atrás, uma decisão equivocada, fomentada por interesse, fomentada por uma pressão do crime organizado que for que que pressionou para que conseguisse um Cenário desse e permitiu com que no espaço de 5 anos houvesse um avanço absurdo e a gente tivesse uma situação como essa. Então eu acho que é, eu gosto de
separar as coisas, a questão da narrativa, da questão jurídica, mas você percebe que no fundo uma coisa empurra a outra e elas caminham juntas e sempre no sentido de pressionar e de tentar acabar, invalidar a atividade policial. >> É muito bom, muito bom. E aí, rapaziada, aproveitando aqui a sexta-feira, eh, foi Preso, foi preso o responsável, o líder, por um dos maiores assaltos de valores no Mato Grosso. Vamos lá. A notícia tem um que adicional. Eu já vou passar o panorama aí pro Miques, mas ela tem um qicional porque esse responsável era um anão que
se vestia de palhaço e ganhou o nome de anão palhaço. Manta vai mostrar o vídeo aqui para vocês, para vocês poderem ver ali ele sendo conduzido ali pr pra delegacia E dessa prisão aí que merece nosso nosso destaque. Pode colocar aí, mano Walter. de banco aí de confesso sendo pres agora conduzido aqui trabalho integrado aíando. >> É gente, é inusitado, mas é isso mesmo. Queria até lembrar o mano Walter, né? Outro dia a gente teve aqui uma notícia aí que a gente mostrou um anão do comando vermelho, né? com fuzilzão na mão que era maior
do que ele. Agora tem outro camarada aí. Eh, sei lá, que Louco. Enquanto isso, a gente aqui, batata não dá valor aos nossos anões. É porque o delegado anão não foi permitido na polícia, tá? Agora o tráfego, o tráfego não tem esse problema não, irmão. Tá rindo? Mas é verdade, gente. Se tem o anão do mal, tem que ter o anão do bem. É isso que eu tenho para dizer, tá? Mas a a polícia não curte muito isso, pô. Será que a polícia não vê Senhor dos Anéis, gente? Tem que aproveitar essa rapaziada aí, pô.
Mas Vamos lá, Miqueias, ajuda a gente aí, dar um contexto aí da matéria. >> Ô, Eric, a gente tá rindo, mas o negócio é sério e foi um dos crimes mais violentos ali do Mato Grosso em 2023. Mais de 20 homens armados ali fecharam a cidade Confressa lá em Maranhão, eh, e atacaram a transportadora de valores Brinks. Eles tinham o objetivo ali de roubar o cofre da empresa, que se acredita que naquela data estava com entre 40 e 60 milhões deais. Segundo a Polícia, o o modelo o modo que eles fizeram essa atuação não dá
nem para comparar com aquele chamado novo cangaço, né, que a gente tem visto acontecer com muita frequência. Inclusive hoje em Minas Gerais eh, não tive tempo de trazer que vi a matéria há 30 minutos atrás. Hoje em Minas Gerais explodiram o banco lá também, toda aquela confusão. Eh, e esse novo cangaço, ele é conhecido justamente por chegar com muitas armas, fuzis e fazer Um fusu em cidades pequenas, atacar as delegacias da área, os batalhões, as unidades da Guarda Municipal, qualquer um que possa fazer resistência e utilizar eh as pessoas como ver como escudos humanos ali,
amarrando essas pessoas em cima da caminhonete, enfim, tocando carros na cidade. Mas o que a Polícia Civil tem é que esse grupo, especificamente, ele era muito mais organizado com as ações extremamente cronometradas Para tentar ali eh desenvolver essa atuação, utilizando armas, sim, de grosso calibre, mas não utilizou eh escudos humanos. Foram ataques pontuais à delegacia da área, as unidades da polícia que tinham na área, guarda municipal e qualquer outro órgão de segurança ali na região, fecharam as estradas para atrapalhar a movimentação da polícia. deixaram aparentemente ali alguns caminhos livres para causar a impressão que iriam
fugir por aquelas Rodovias, mas fugiram pelo rio Araguaia. Fugiram pelo rio Araguaia e eh dali seguiram para outras afluentes justamente para dificultar a atuação da polícia. Então a polícia isso aconteceu em abril de 2023 e desde então a polícia vem caçando esses criminosos. Eles não conseguiram abrir o cofre, tá? Ao que ao que consta, eh, o cofre liberou uma substância química ali que eh atrapalhou e atrasou ali o desenvolvimento deles. Como eles tinha um plano Milimetricamente calculado, eles acabaram precisando fugir. E esse Pablo Henrique aí eh conhecido como pouca Sombra, ele é um influenciador digital
também, fica ali fazendo, eh, pegadinha, piadinha, dancinha no TikTok, Instagram e outras redes. Ele eh e acabou sendo preso agora pela polícia. A polícia aponta ele como um dos mentores intelectuais do crime e também um operador logístico. Ele não estava então no dia lá do assalto, né, no dia da eh Portando armas na ação criminosa, mas foi identificado como uma das pessoas que ajudou a planejar. A família dele, apresenta outra versão, diz que ele só acabou emprestando uma conta bancária ali para receber um dinheiro que ele não sabia até então da origem ilícita. E aí,
eh, ficou aí essa piadinha, né, pelo Pablo Henrique, eh, ser pequeno e ter esse apelido de pouca sombra. E considerando também esse trabalho que ele faz como influenciador, virou a não Palhaço que acabou sendo preso. Essa operação aconteceu no estado do Pará, embora o crime tenha ocorrido em Mato Grosso. Esse e esse Pablo Henrique junto com um Jean foram foram presos no estado do Pará, porque na verdade a operação Pentágono ela aconteceu em cinco estados do país. E, foram ali e ordenadas 90 ordens, 97 ordens judiciais, 27 mandados de prisão preventiva, 30 de busca e
apreensão, além do bloqueio de 40 eh contas bancárias. Então, muita gente Envolvida no esquema, muita coisa aconteceu, eles chegaram a conseguir levar algum valor, não o valor principal que tava no cofre, mas conseguiu levar algo ali em torno de 3 a R$ 4 milhões deais eh nessa brincadeira aí. Então, a polícia continua operando, continua trabalhando e a gente vai ver aí se nos outros estados os mandados de busca, pensão e prisão conseguiram ser cumpridos, mas chamou atenção o pouco sombra ser o mentor intelectual. Lembrei Até daquela daquela historinha do aquele desenho, né, do pink e
o cérebro. Segundo a polícia, esse é o cérebro. É, irmão. E nas redes, eh, não só não só o criminoso ganhou o apelido, mas a operação que o prendeu também, pois nas redes passou a ser chamada de operação Branca de Neve. Mas vamos lá. Eh, delegado Fred Murta, eh, tá ruim aí, mano Walter, o o a câmera >> eu acho que ele caiu. >> Ah, eu [ __ ] eu acho que ele caiu na Notícia do estado que ele domina. Poxa. Então eu vou passar aqui pro Batata. E só me fala uma coisa, mano Valdo.
Ele caiu. Ele já tinha visto que a notícia passou. Tem muito tempo que caiu. Caiu agora. >> Ah, então beleza. É batata, vamos lá com você então. É ele quer, infelizmente não dá para você deixar de rir uma situação dessa, porque aparentemente o cara, né, tá sendo preso, ele sendo levado Ali, né, da ele no meio dos caras, aquele aquela impreensão, né? Nossa, como ele é perigoso, tal, né, cara? E o cara miudinha ali no meio. Mas a mente da gente, né, cara, a capacidade mental do cara é que realmente vai dar a sua a
a potencialização do crime ali. No caso, no fato do posicionamento que ele se fez, ele não pegou fuzil lá e foi lá na parada lá trocar uma bala, [ __ ] Não foi isso que ele fez, entendeu? Tu imagina lá, [ __ ] Aí, meu Irmão, a gente vai sair em fuga. Quem vai dirigir o carro vai ser ele, [ __ ] Ele não alcança o pedal, entendeu? Masão então tem certas coisas que não faz sentido mesmo. Quando a gente reclamou aqui da parada do delegado, é que para um delegado, por mais que eh eh
burocrático que seja a função de um delegado, tem hora que ele tem que pegar no leme, [ __ ] Tem hora que ele tem que, [ __ ] tá lá. Tem hora que ele vai ter que tá perto do cara, vai vai ter Que usar a sua força para ter que mobilizar alguém. Uma hora isso vai acontecer, [ __ ] E o cara daquele tamanhinho ali não vai conseguir fazer essa [ __ ] Então eu eu bati muito nessa apoia e é assim que eu penso. Agora se tratando do cara do do do se tratando
do cara do do do assaltante, ele simplesmente ele trabalha com com socamente. E aí, meu parceiro, ele é um mentor, pode ser um cérebro inteligente, igual o anão lá que tentou ser delegado E e bola que segue. foi sucesso para ele, mas graças a Deus a polícia botou a mão no crime e a gente prende mesmo, independente do tamanho do crime. Valeu. >> É isso, Batata. E você vê, né, é uma uma operação que teve repercussão aí nas redes em nível nacional porque acabou virando um meme, mas é uma operação e necessária, assim, foi uma
situação necessária porque o crime lá há três anos atrás, como a gente comentou aqui, Mequ também e foi muito relevante E teve repercussão, mas a notícia aí rodou o Brasil. Delegado Fred Murta é do seu estado, tô correto? Tem mais detalhes aí pra gente? Como é que foi essa situação? Não caímos aqui, mas já voltamos. Não só é do meu estado, como eu participei efetivamente da operação. Eu sou delegado da do grupo de operações especiais da CORI aqui do estado. E há exatos 3 anos atrás, num domingo de Páscoa, fomos acionados para atender Essa ocorrência
no município de Confresa, né? Para quem não conhece Mato Grosso, Confresa é um município que fica cerca de 1000 km da capital. Então, foi um local, um local estrategicamente escolhido paraa realização desse desse roubo, né, na modalidade de domínio de cidades. Não foi novo cangç, foi domínio de cidades. É, eles vão com uma estrutura maior, fecham ali todas as entradas da cidade e fizeram ali a o tentativa de acesso ao à empresa, né, a Brinks. Fazendo só uma correção aí a fala do Miqueias, ele não foi levados, não foram levados valores, tá? eles não conseguiram
acessar ao local onde tava o dinheiro. Com relação aos valores que o Miqueia citou, acredito que ele tenha feito confusão com o valor que eles investiram na ação. Então el acordo com as investigações, os colegas que realizaram, os colegas da Draco, né, foi realizada as investigações da operação, identificou-se o custo da operação Estimado nessa quantidade de valor. Na época eles não conseguiram acessar, não conseguiram, fizeram a o crono, eles tinham realmente o tempo cronometrado ali, qual seria o tempo de ação, o tempo de resposta das forças policiais. e deu o tempo dele, eles não conseguiram
acessar e eles abandonaram o local e fugiram no sentido do Rio Araguaia em direção ao estado do Tocantins. Nossas equipes, junto com as equipes do BOP, nós chegamos algumas horas depois, eles Já tinham passado para o estado do Tocantins, nós fomos pro estado do Tocantins e as buscas duraram ali bastante tempo, cerca de entre 45, 50 dias, salvo engano. Nós permanecemos ali na região um pouco mais de uma semana porque a questão do efetivo nosso é extremamente reduzido. A polícia militar, a secretaria de segurança acabou alocando forças da Polícia Militar para permanecer n na região.
Então foi uma caçada ali de cerca de uma Semana com todo mundo em campo. participei em loco da operação e e as buscas perduraram ali por algumas semanas ainda, onde culminou ali com duas dezenas de quase duas dezenas de criminosos neutralizados, né? Mato Grosso tem um histórico de novo cangaço, de histórico de crime de novo cangaço, e também tem um histórico de resultados bem-sucedidos como esse. Então são vários casos recorrentes de crimes como esse aqui no estado, onde onde o final o Desfecho é com a neutralização de boa parte dos criminosos, o que torna o
crime não tão interessante para esses grupos aqui no estado. Então, tivemos alguns casos com resultado semelhante e aí passamos alguns anos sem ter casos repetitivos. A atuação aqui no estado é bem é bem comum. As forças de segurança já desenvolveram uma forma de atuação bem peculiar de de realização de cerco e captura de criminosos de roubo a banco, né, nessas modalidades de novo cangasto, Domínio de cidades e acaba se tornando um local difícil para esses grupos. Então esse essa foi uma ação muito planejada, orquestrada e essa fase de agora onde houve a prisão do anão,
foi apenas uma das fases. tiveram outras fases anteriores e dessa vez onde chegaram no temido pouca sombra aí foi apenas um desfecho de um trabalho primoroso de investigação que teve sucesso desde as primeiras os primeiros momentos ali onde não houve eles não Levaram o dinheiro, a maior parte dos envolvidos foram neutralizados e ao final da investigação praticamente todas as pessoas envolvidas foram responsabilizadas. Muito bom, delegado. Olha isso, só no fala Glauber News, você vai ter isso. Delegado esteve na operação, pode dar detalhes aí. Parabéns, delegado. Muito bom. Eh, e aproveitando aí o o clima aí
de sexta-feira, né? A gente tem uma notícia aqui de um de um disciplina do PCC. Eh, que o mano Valter vai colocar a foto dele aqui. Eh, pode até trocar o GC ali já, gente, só para não misturar as coisas. Eh, você vai perceber aqui, né? Ele tomou 50 tiros, ele foi executado com 50 tiros, ele era um responsável ali pelo processo, né, do PCC a com o PGC lá de Santa Catarina. É um processo aí complicado ali de difusão de facções que tá acontecendo, ninguém sabe muito bem, Mas o camarada é esse aí que
tá na tela, né? Eh, eu acho aí que talvez ele fosse o cérebro da operação, né? Mas não sabemos. O que é o Mique vai dar mais detalhes aí pra gente. Mique com você. Eric, assim, a piada, né, fica meio óbvia quando a gente olha para essa foto. Eh, a gente imagina que de repente a quantidade de tiros foi até uma necessidade, porque tem certos alvos que precisam de um dano maior pra gente poder derrubar, né? Mas enfim, o fato é Que o cara aí era do primeiro grupo catarinense, uma facção que surgiu no estado
de Santa Catarina, mais ou menos nos mesmos moldes do do PCC, porque surgiu dentro dos presídios ali, supostamente eh como uma forma de se organizar quanto um abuso estatal que pudesse estar acontecendo dentro dos presídios. e foi se organizando de maneira muito parecida com o PCC, inclusive na chamada PAX monopolista, uma aquela ideia de um controle da Violência para não chamar a atenção das autoridades policiais. Santa Catarina é considerado o estado mais seguro do país, embora essa facção domine por lá, tenha muita influência, eh, tá rolando aí um papo de que ela possa estar tentando
se fundir ao PCC, mas eh o que a gente tem eh mais visto assim, o que era mais comum era até então essa facção estar aí alinhada de maneira mais estratégica ao comando vermelho do Rio de Janeiro. Até porque havia sido uma Declarada uma guerra pelo PGC contra o PCC. Então, o primeiro grupo catarinense tinha declarado uma guerra contra o primeiro comando da capital, eh, entre ali entre 2015 e 2018, né? Coincidindo também com a morte daquele traficante, o o Rafar Lará, sempre confundo o nome dele, eh, que era um dos intermediários de armas e
drogas no Paraguai. Então, eh, essa morte ali causa uma briga tanto entre o PCC e Comando Vermelho, como acaba arrastando aí o PGC para esse Cenário. Pode ser assim, o que tá se falando é que o PGC, esse primeiro grupo catarinense, pode estar aí tentando uma mudança de de de conexões, uma mudança de lado, mas tudo tá muito em aberto ainda. O fato é que essa morte com 50 tiros é um recado. é um recado de que alguma coisa tá acontecendo, alguma coisa tá mudando, talvez a entrada ali do PCC de maneira mais forte ou
até alguém do Comando Vermelho tentando evitar que o PGC possa vir a se aliar ao PCC, até porque, como que a gente acabou de falar, o PGC até então é hegemônico em Santa Catarina, tal qual o PCC é em São Paulo. Porém, o que nós temos visto no Brasil inteiro é não está e muito longe de acontecer em Santa Catarina. O, em São Paulo, nós já temos hoje a presença do comando vermelho em pelo menos 23 cidades do estado de São Paulo. Então, é bem possível que o PCC esteja entrando no estado de Santa Catarina
e dominando algumas cidades que estejam Ali perdidas ou eh essa mudança de lado pode fazer com que o Comando Vermelho leve a sua guerra para o estado de Santa Catarina contra o PGC, que era seu antigo aliado. >> Então, Batata, muito bom, Miques. É isso aí. Eh, de fato, no meio dessa guerra, eh, foi como Megas falou, o PGC, eh, que já tem aí uns 20 anos mais ou menos, ele foi ao longo do tempo, principalmente no início, muito reforçado pelo comando vermelho. Era um ponto até de chegou a ser usado de rota. Santa Catarina
chegou a abrigar coisas do Comando Vermelho para sair do Brasil ou entrar, né, na na parte ali do sul do país. Só que aparentemente nem toda a aliança é eterna, né? E o o PCC pode estar entrando aí nessa jogada e causando aí um tumulto. Ou seja, estados como Santa Catarina e Goiás historicamente, e aqui são números, tá gente, que conseguiram se tornar os estados eh com maior combate, com maior Eh eh eu não lembro exatamente qual é o índice, mas nós estamos falando aqui dos estados com maiores índices de segurança pública do Brasil, tanto
o Goiás quanto Santa Catarina. E nessa nessa nessa crescida que a gente vê nos últimos anos de vários estados do Nordeste crescendo aí as guerras de facções. A esse ano, aliás, ano passado em 25 já relatamos eh o aumento da criminalidade em Minas Gerais, no Espírito Santo. Minas Gerais chamou até mais atenção, porque não Tinha esse negócio de por tá terceiro com tocando terror, não tinha isso. E eles estão lá agora e o comando vermelho chegando. E parece até que as cidades que já tinham atingido o que a gente esperava como exemplo do Brasil estão
retrocedendo batata. Ou seja, era para ser um exemplo e parece que, ó, tá, pode ser, pode ser, tá, gente? Não quero ser justo com ninguém não. Santa Catarina, assim como o Goiás, tem a oportunidade de mostrar pra gente que o crime não vai Eh se criar lá novamente, como já foi no passado. Ô Eric, eu eu tava olhando a a foto desse rapaz. O Eric, não dá problema não botar a foto dele depois de baleado, o tamanho da cabeça dele. Ele tomou tudo na cabeça, >> cara. Assim, por acaso ele tomou muitos tiros na cabeça
também. vai entregar, vai entregar, né? Vamos esperar que a plataforma entregue e entenda que esse cabeção todo dele seja só dele. Mas Gente, olha só que interessante. O avanço do crime organizado no Brasil, ele é esplêndido. Eu acho que é a única administração controlada e respeitada que em nosso Brasil está avante e não para de avançar, gente. É o Brasil maravilhosamente. É um investimento, uma infraestrutura bárbara. O crime não para de crescer, está em todos os estados, está aí bem pertinho de você e você vai entender o que eu tô falando. Porque se ele não
Chegou, ele está chegando. Hoje, hoje estados que nunca imaginamos de estar passando por uma situação dessa, como guerra do tráfico, como guerra de facções, assassinatos por territórios. É, estamos lá também. Para você aí do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, que batiam no pein: "I se é coisa do Rio de Janeiro?" negativo. Transmitimos para você toda a nossa violência, toda a nossa capacidade De crime e organização e distribuição de entorpescente e controle de venda de gás e distribuição de antena cabo. Espere até você que está lá no seu estado. Se essa [ __
] não mudar, com certeza essa [ __ ] vai virar a zona que você votou para que ela fosse. Parabéns. É isso, batata. Vamos lá. Delegado Fred Murta, é, você tá querendo arrumar processo mesmo hoje, né, Eric? Fala do anão, fala da cabecinha do rapaz aí. Eu não posso Falar não que minha cabeça é grande também. Mas não tem estado imune não, meu amigo. Não tem, não tem. A Tata falou, falou tudo aí. O Rio de Janeiro é o é acaba sendo exemplo, né? acaba sendo mau exemplo em muitas matérias, mas esse é um problema
do Brasil todo, é um problema nacional, porque a origem é a mesma, a origem de tudo isso é a mesma. O crime organizado, ele nasce de alguma coisa. Você sempre nasce de uma falha, uma falha do Estado. E a falha do Estado, as falhas do Estado estão para todo lado. E além disso, a gente tem uma questão de legislação no Brasil que é nacional, ao contrário dos Estados Unidos, onde cada estado ali consegue se autorregular e a gente tem dentro de um mesmo país realidades muito diferentes. No Brasil, o problema é o mesmo, é a
mesma legislação. Toda a legislação que envolve matéria penal, Código Penal, Processo Penal, Lei de Execução Penal e as e a legislação extravagante também São todas matérias de leis federais que que abrangem todo o estado. E nós sabemos que o nosso sistema hoje favorece o crescimento desses grupos. Então o Brasil hoje ele ele coloca terra fértil para que esses grupos cresçam, surjam e cresçam. Então assim, é uma coisa que é é um ciclo que a gente não consegue ver um final nele, porque tudo tudo tudo fomenta e tudo facilita com que ele siga crescendo e se
espalhando. Então, a gente vê grupos se dividindo, a Gente vê algumas dissidências acontecendo, como já aconteceu aqui no no meu estado há alguns anos, grupos se desentendendo ali dentro, criando novos grupos, grupos se associando, como é o caso aí de facções do Rio, se associando com uma de Santa Catarina, a tentativa de chegada de outro grupo, todos esses buscando por espaço. E isso acontece porque o terreno é fértil, porque o país passa uma mensagem de que vale a pena. Vale a pena. O risco vale. O risco pros Caras é muito pequeno. O cara coloca na
balança, ele faz o ele faz o custo dele se vale a pena ou não fazer, se vale a pena ou não delinquir pro cara na hora que ele coloca na caneta, vale a pena sim. E a culpa é do Estado, é o Estado que faz isso. São decisões como essa que invalidam uma prova porque não aceita o faro do cachorro treinado para isso como como demonstração de prova que facilita isso. É a liberação de um vagabundo na cadeia de custódia, na na audiência de Custódia, quando ele vai preso sentado em cima de 100 kg de
droga, sentado em cima de meia tonelada de droga, que faz com que esses grupos se encorajam. É a porcaria da maioridade penal que trata um um um vagabundo de 16, 17 anos como criança. É isso que faz com que a facção continue crescendo. Porque a facção pega um vagabundo desse de 15, 16, 17 anos, coloca para trabalhar, o cara vai preso, sai no mesmo dia, coloca outro e se morrer, põe outro no lugar e vida que Segue. Então o risco do negócio vale a pena. Todo criminoso, Éric, ele sempre faz uma análise, ele faz o
cálculo, a teoria econômica do crime, será que vale a pena? É o mesmo raciocínio que você faz quando vai abrir uma empresa. Você vai fazer uma análise de mercado e vai olhar, opa, qual é a probabilidade disso dar certo? Qual é o risco que eu corro nessa atividade? Se der certo, eu fiz minha vida. Se der errado, eu vou preso, tá? E se eu for preso, o que que Acontece? Eu posso sair na custódia, eu posso ter uma progressão de regime rápida, eu posso conseguir uma liberdade provisória. Tem uma centena de possibilidades para ele não
ficar preso, para que ele não responda quando ele vai preso, sabendo que o percentual de pessoas que são presas é muito baixo. Então é difícil a gente falar isso, mas essa é a realidade. É o que o país faz. o país acaba promovendo um cenário muito fértil pro crescimento e paraa pleração Desses grupos que são cada vez mais numerosos e ficam mais à vontade a fazer o que querem em todo lugar e a gente cada vez numa situação mais difícil de combatê-los. >> Muito bom, delegado, muito bom. Vamos lá. Eh, eu já tinha passado pro
Mique, correto? Então, rapaziada, eu vou passar aqui pra nossa pra nova notícia que eu acho que é muito relevante aqui pra gente, tá? O caso é de um rapaz de 19 anos de idade. O rapaz, como é que eu vou colocar isso? executou o assassino de sua mãe. Veja bem, essa é essa é a história. Quando ele tinha 8 anos de idade, ele viu a mãe ser morta por esse homem a facadas com 8 anos de idade. Ele viu tudo isso acontecer. E enquanto ele crescia, há relatos que ele jurou se vingar desse homem, eh,
assim que fosse possível. Esse dia chegou, ele tava armado, o assassino da mãe dele tava numa moto esperando a atual mulher dele fazer alguma coisa dentro lá de um shopping, lá de uma loja. e deu fim à vida desse assassino. Se entregou a polícia já com o advogado dizendo: "Olha, fui eu mesmo, eh, eu compro a pena que tiver que cumprir." E a advogada que tava com ele disse apenas que ele Que ele deveria receber um tratamento psicológico enquanto isso tudo aí tivesse sendo julgado. Porque por mais que pareça ter sido premeditado, a advogada sustentou
que o caso se tratou ainda de um caso feito, né, por forte emoção, já que 11 anos antes ele presenciou esse homem matar a sua própria mãe na frente dele. Rapaziada, eu vou te passar a palavra, mas acho que Sei lá, eu acho que eu falo em nome de todos aqui em dizer que se ainda existe humanidade nesse país, esse jovem vai a júri popular e vai sair de lá com a cabeça erguida, solto por unanimidade no júrio que vai poder soltá-la. Mas eu queria te ouvir, batata. >> É que que acontece, Eric? A nossa
legislação, ela não admite, né, a autotutela, ela não admite a lei de Talião, olho por olho, dente por dente. Não existe isso Aqui. Ah, se a pessoa te agrediu ou agrediu alguma da sua família, você tem que ir ao estado para que o estado tome suas providências. O problema é que o estado não toma, Eric, e aí a população não tá aguentando mais. O reflexo disso é que, [ __ ] o cara viu matar a mãe dele, ele tinha oito. Agora com 18, 10 anos depois o cara tá lá, parceiro. Quantos anos esse cara ficou
preso? Nada. Por matar a mãe dele. Nada. Não há uma uma legislação que não há uma regra, uma juridicamente que o cara possa realmente cumprir alguma coisa. Não, não tem. E aí, cara, o cara perdeu a mãe, [ __ ] Ele viu, presenciou o cara matando. Tu acha que isso não vai endoidar o cara? Endoidaria qualquer um, [ __ ] Ele viu, cara esfaquear, mas ainda mais esfaquear, cara, que é um é é um crime que é um crime que ele não ocorre instantaneamente, Entendeu? É uma coisa ali penante, entendeu? Aquela coisa que aquilo ali
perdura por um determinado período, a pessoa fica agonizando porque não morre, não é letal, tu furou, a pessoa morre, entendeu? Então tem toda uma contextualização ali que destrói psicológico de qualquer um, cara. Embora a pessoa se pareça sã, pô, mas ele nunca vai, aquilo deveria perturbar ele dia e noite e para ele chegar até o assassino, o cara ainda passava na frente dele para Lá e para cá, de cara limpa, lindão. Isso aí é mais do que mais do que e eh é mais do que aceitável. Agora que o problema também é que nós como
estado não estamos conseguindo eh atender a população como um todo se fala em justiça. Isso é uma clara evidência. Essa essa quantidade de espancamento que tá acontecendo contra o cara que rouba o celular, contra o vagabundo. Não é que eu não queira não, tá gente? Nós estamos discutindo a coisa Aqui de maneira inteligente. Não é que eu não queira não. Por mim botava todo mundo num barco e, ó, direção ao mar, o Oceano Atlântico, chegava lá, botava todo mundo na comporta embaixo, abria o tampão, deixava aquela [ __ ] lotar de água, entendeu? Depois fechava
e ó, vamos embora. >> E batata é pior do que se ele não tivesse sido pego. Eu vou ler para você. O Rafael, no caso Rafael Pedroso, o assassino que foi morto, foi condenado Inicialmente a 22 anos de prisão, mas o julgamento foi anulado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por falhas técnicas. Foram 20 facadas, irmão. >> É [ __ ] >> que matou a mulher. >> E aí o o julgamento foi anulado por falhas técnicas. >> É, mas é é é é isso que eu tô te falando, Eric. A população não aguenta mais.
É falha técnica no julgamento de 20 facadas. É o cara não entender que o cachorro não pode achar 50 toneladas de coco de de maconha, que não é juridicamente legal. Há um, como possa se entender? Há eh há um intercalço na lei que impeça que o policial adentre com cão, justificando simplesmente o faro como para que ele venha adentrar o imóvel, a residência, o diabo que seja. [ __ ] meu irmão, pô, pelo amor de Deus, existe situações que o cara tem que parar. Para, meu Irmão, para aí, para, para. Ó, matou a [ __
] com 20 facadas. A falha técnica não interessa, irmão. Vamos, [ __ ] vamos consertar essa [ __ ] dessa falha e vamos prender o cara. Não vai poder faltar o soltar o cara com 20 facadas. [ __ ] ele deu 20 facadas no ser humano. Da mesma forma, e e essas atitudes jurídicas, essas atitudes da justiça, é é o povo sem ver a coisa funcionar e causa um motivo de revolta constante, causa isso Mesmo, isso vai acontecer. Isso só tem de piorar, tá gente? Infelizmente só tem de piorar, porque toda vez que o cidadão
não se sente amparado juridicamente pela justiça para que a justiça seja feita em seu favor, ele vai correr atrás do prejuízo, como aconteceu com esse jovem aí que matou o cara, tá? Eh, a minha tristeza não é porque ele ter matado o cara. A minha tristeza é que ele vai ser preso, ele passa todo um processo, ele Vai ficar preso porque ele se entregou lá e se ele não for enviado por um tratamento psicológico, com certeza vai manter a prisão, até porque eh juridicamente é feio soltar o cara que se entrega após matar o outro,
mas 20 facadas você pode alegar erro. Por que que não alega erro processual aí? Solta esse garoto de 18 anos. Por que que não alega? Por que que não alega que tem uma [ __ ] de uma brecha aí e solta esse garoto de 18 Anos? Porque vagabundo ele não é, parceiro. Ele não é vagabundo, nunca foi. Ele foi lá matar o cara que matou a mãe dele porque ninguém prendeu o cara, [ __ ] Embora seja ilegal, mas é moral para [ __ ] Valeu, parceiro. Obrigado. É isso, delegado Fred Murta. >> É esse
esse caso aí é é indigesto, né, cara? É indigesto. A gente fica, é difícil você não se sentir eh no lugar do cara, não fazer um exercício de Empatia aí, né? É crime. Ele praticou um crime. A gente não tem como fugir disso. Como o Batata disse, nosso direito não comporta, não aceita isso, mas a reação dele, ela é totalmente direcional, direcionada àquilo que ele sofreu há 10 anos atrás. E eu não vou nem falar do trauma disso. Na frente de uma criança de 8 anos. alguém morto a facadas, sua mãe sendo morta a facadas
nas mãos de alguém e você alguns anos depois se deparar com esse indivíduo em Liberdade. É, não tem como você não se colocar no lugar do cara, porque você, o, eu sempre costumo dizer que uma das funções da pena, uma das funções da pena é manter uma forma de controle social. A pena não é só para punir, ela é também para passar uma mensagem paraa sociedade e para passar uma sensação de que o Estado tá ali para fazer justiça. Então, quando uma sociedade ela se sente que o estado, ela se sente protegida, ela sente que
o Estado vai punir alguém que Delinquiu, quando o Estado cuida da vítima, se preocupa com aquela pessoa que é vítima. Porque nesse caso, esse rapaz que agora matou, se tornou o autor do crime, ele foi vítima também. Não foi só a mãe dele que foi vítima. Ele foi vítima porque ele perdeu a mãe. Ele ele ficou ali com um trauma que ele possivelmente carregará pro resto da sua vida. A atitude dele agora prova isso que eu tô falando. E se se nós tivéssemos um direito penal decente, Um estado que punisse efetivamente quem pratica crime, quem
pratica crime violento, esse cara nunca sairia da cadeia. Esse é um caso clássico de que um cara merecia ficar preso o resto da vida. Ele tirou a vida de alguém, ele atentou, ele tirou o bem jurídico tutelado de maior valor no nosso direito penal. Ele acabou com a vida de alguém. Ele destruiu a vida da família, ele destruiu a vida desse garoto na frente dele. O mínimo que ele merecia é ficar Preso o resto da vida. Aí eu tava lendo a matéria, eu fiquei um pouco confuso porque fala de de um problema ali de provas,
né? Mas em outra parte da matéria disse que ele ele conseguiu concessão para prisão domiciliar. Então eu achei, não consegui entender muito bem o que que houve, mas fato é que ele tava ali em liberdade 10 anos depois. E é muito difícil você tirar a, eu não vou dizer a razão porque ele não tem razão, mas é muito difícil você não compreender A emoção que a que acometeu essa pessoa mesmo depois de passado 10 anos. Eu não sei se eu no lugar dele faria diferente. Eu não sei se eu conseguiria conviver com isso. Se fosse
comigo, se tivesse sido a minha mãe e eu visse esse cara em liberdade, eu não posso dizer que eu faria o mesmo. Eu estaria errado, eu seria punido, eu seria responsabilizado, mas eu não consigo culpar e tirar a razão ou deixar de compreender o que aconteceu com esse rapaz. >> Rapaziada, vamos lá. Como a gente tem tempo aqui, Més, vou te deixar comentar aí, eh, mas não demora muito não, porque nós estamos no horário aqui. Eu quero dar uma lida no super chat, mas vou deixar de se comentar aqui também que como o delegado falou,
o delegado Murta falou, como Batata falou, o problema é que a gente não pensa na vítima, a gente só pensa no criminoso. Esse cara até chegou a ser preso, tá, Eric? a gente teve essa essa anulação da Condenação, mas ele vai é condenado, depois eh vai ali, cai cai no cai no Tribunal de Justiça e ele acaba condenado. O problema é que ele é condenado, mas aí como já tinha passado muito tempo, mandam ele pro semiaberto e aí no semiaberto ele não ficou no presídio, mandaram ele para um outro lugar, porque o semiaberto é aquele
esquema, né? Ele vai pra rua trabalhar e volta para dormir. Só que ele foi para lá e chegou lá, não tinha vaga. Sabe Onde que não tinha vaga? na Associação de Proteção e Assistência aos Condados. Cadê a Associação de Proteção e Assistência ao Filho da Vítima? E óbvio que esse garoto i ficar revoltado. Era o padrasto dele. O Rafael que foi morto, Rafael Pedroso era padrasto dele e matou a mãe dele com 20 facadas na frente do Marco. Não foi aquela coisa assim: "Ah, eu fiquei sabendo que aquele cara matou minha mãe". Não, ele viu
o cara matando a mãe dele. Não tem como isso não Traumatizar. Mas e aí? Teve acompanhamento psicológico, teve uma associação de proteção e assistência ao filho da vítima, não teve, [ __ ] Aí mandaram o Rafael Pedroso para esse para essa associação de proteção e assistência aos condenados. Aí chegou lá, a associação falou: "Pô, a gente tá sem vaga para ele dormir aqui e mandar esse cara para casa". É natural que o que o Marcos, né, o filho da verdadeira vítima, que foi a mãe assassinada há 10 Anos atrás, ele ficar ser revoltado. Infelizmente esse
rapaz foi lá e fez o que fez, mas é a revolta da maioria dos brasileiros. E o pior, ele tentou ali se entregar, se apresentar na delegacia, falar, ele foi, ele confessou, ele foi com o advogado. E aí, e aí o delegado falou para pro advogado, não, olha só, eh, não é assim, a gente tem que marcar para ele vir aqui. Veja, o crime aconteceu no dia 31, ele se apresentou no dia primeiro e aí o delegado falou: "Não, tem que marcar para ele vir daqui". Aí marcaram pro dia 6, só que o delegado já
tinha pedido a prisão preventiva e agora esse rapaz tá foragido. Aí vejam o cara que é preso aí com tráfico de drogas, o cara que é preso aí por outros tipos de homicídio, de feminicídio, esse cara não vai preso de imediato. Muit das vezes sai numa audiência de custódia, sai um monte de coisa. Agora o sujeito, o rapaz de 19 anos que cometeu um crime ali sobre a Forte emoção de, caraca, o assassino da minha mãe tá solto, o assassino da minha mãe está solto. Eu vi esse cara, ele viu as 20 facadas serem desferidas.
Com 9 anos ele viu isso, ele foi lá e executou o cara, fez justiça com as próprias mãos. E aí ele vai ficar preso, ele sim vai tomar toda aquela condenação. Estão pedindo a prisão preventiva dele de um cara que nem queria fugir, tá? tentou se apresentar no primeiro momento, não queria atrapalhar prova nenhuma, mas o Delegado pediu a prisão preventiva dele. Prisão preventiva é para quem tá ameaçando fugir ou tentando destruir a investigação criminal, sendo como é que você faz pede uma prisão preventiva para um cara que tentou se apresentar lá logo no dia
seguinte. Então o garoto tá foragido agora, mas eu espero, assim como batata falou, ele vá ao tribunal do júri, é um homicídio doloso, e lá as pessoas que estão ali, elas ouçam e inocentem ele, assim como Inocentaram uma mãe que decepou ali o membro do cara que abusou a sua da sua filha. Ela decepou e matou o cara e eh castrou, né? Castrou o vagabundo e matou o cara. E o Tribunal do Júri inocentou ela porque entendeu que ela estava agindo pela filha. Espero, espero que esse rapaz possa responder em liberdade, que chegando no júri,
o júri entenda e inocente esse rapaz, porque infelizmente não existe associação de proteção e assistência à vítima. Só a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, que trabalha tanto que chega a est superlotado e por isso o vagabundo tem que ficar na rua. Muito bom, Miques. Rapaziada, vamos lá para finalizar aqui, agradecer os nossos super chat de hoje, a Karen 1895 que enviou cinco assinaturas, mano Walter, de presente aqui pro pessoal do canal. Obrigado aí, Karen. Eh, a Taila Carvalho, que botou, no meu ponto de vista, o erro é do estado. Recruta na Beira de
baile em plena zona leste, viatura pequena, somente dois PMs. É, a gente comentou disso aqui ainda nessa nessa matéria. Robson falou: "Bata, parabéns por não ser corporativista". O Diego Santos mandou que o erro é da policial, tem que ser expulsa e presa. Se todo mundo concordou com isso também. E aqui na matéria sobre o cachorroícia. O Renan de Souza mandou: "O cachorro vai ter aposentadoria compulsória". É que é geralmente quando você vai punir aí o Pessoal, né? Pesquisem desde quando Miqueas fala sobre este tema. Não lembro qual que era o tema que ele se camarada
se referia porque eu não sei qual era o momento, mas o Miqueles está em fã clube e uma fã clube se manifesta aqui no super chat. Quem mandou foi o Sumio Maruno. É isso. Eh, o Marlon Costa mandou, gente, muito super chat hoje. Obrigado aí para todos vocês. O mais engraçado de tudo é que o Rio de Janeiro vem sendo governado pela direita há um Bom tempo e a situação só piora. É, irmão, eu acho que a nossa definição de direita é muito distante, tá, irmão? Mas assim, é uma deve ter um abismo de distância
a nossa definição de direita para você julgar que o estado que o que o Rio de Janeiro há tempos tá sendo governado pela direita. Mas é isso, respeitamos aí a opinião de todos. Eh, e aí, meu Deus, não consigo abrir aqui. A Daisy Simone, Daisy Simone mandou aqui também um bom final de semana a todos Nós. Abraços do Rio Grande do Sul. Quem mais mandou? A Teila Carvalho mandou: "Batata disse que só atua na periferia. Tu é homem, quer queiram ou não é diferente." É a batata é diferenciado mesmo. E aí ela também completou: "Sem
preconceito, mas a recruta é mulher e muito nova. Agimos mais pela emoção." É uma mulher falando isso, tá? Gente, acho que a PM, a PM, no caso, a Polícia Militar, né? Errou em colocá-la à noite na beira de um baile. É, é onde eu falo para você. Eu eu não sou contra a mulher na PM. Eu acho que a mulher ela tem direito de estar aonde ela queira estar. Agora chegar lá, ah, não pode porque ela tem problema emocional, porque não sei o quê, isso não existe não, pô. Ela tá vestida de polícia, ela ganha
igual um policial militar e ela tem que ser polícia e pronto, meu irmão. Se é ali para patrulhar, ela vai patrulhar 10 horas, 11 horas, meia-noite, 2 horas da manhã. E deixa o pau quebrar, [ __ ] Não quer, tem que sair, [ __ ] Essa é a minha opinião. >> Já deixa seu boa noite aí, batata. >> E para galera que nos assistiu até agora, muito obrigado. E os que entraram e saíram, infelizmente perderam esse finalzinho maravilhoso. É sexta-feira, ó. Beijão no coração e vamos partir para agressividade com sexo oposto. >> Batada, pede um
like aí pra gente que tu tem mais moral do que eu. [ __ ] faltam 100 likes pra gente bater nossa meta. Pelo amor de Deus, tem 1000 pessoas aqui, gente. Eu só preciso que um a cada 10 pessoas que tá aqui deixem o like aí pra gente curtir um bom final de semana, senão o Globo fica ligando pra gente, falando que a gente tá perdendo moral, que pôra não sabe se o programa vai continuar, porque a gente não consegue bater a nossa meta. Então, rapaziada, dá essa moral aí da gente bater. É isso aí.
Obrigado, Batata. >> Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, meu pessoal, enfia o dedo no Eric. Deixa eu explicar porquê. senão o o o Glober vai cortar o lanche da gente, já tirou boa parte da da das paradas aqui. O cara é um carrasco. Por favor, taca o dedo no Eric aí com muita força. O cara vai ficar animado, vocês vão ficar felizes, a gente vai falar melhor, a gente reage mais à notícia. Nós estamos aqui para trabalhar para vocês, para trazer o melhor da notícia do nosso Brasil e do Mundo. Por favor, [
__ ] é só uma [ __ ] não custa nem R$ 1. Obrigado, >> [ __ ] É isso aí, batata. Lá só o Batata para conseguir uma [ __ ] dessa em 30 segundos. Muito bom, Bategado Fred Murta, seu boa noite. >> Valeu, galera. Boa noite, Batata. Eric, boa noite a todos. Deixa o like aí, gente, pelo amor de Deus. Não custa nada, é de graça. E quem não me segue já vai lá, ó, Fred Murto, segue a gente lá pra gente falar mais sobre segurança. Valeu, bom final de semana a todos e vamos
que vamos, >> pô. Aí faltam seis, hein, rapaziada. Boa noite, delegado Mique, seu. Boa noite. >> É isso aí, rapaziada. Boa noite, bom final de semana. Completem os 2000 likes. Falta um likezinho só. Não esqueçam de estudar com estratégia concurso. E lembrem, olha só, nesse finalzinho aqui que a gente fica pedindo like para vocês, vem boas histórias também. Quem não assistiu a Super Live, Lá no finalzinho, o Carcará contou a história do coelhinho de estimação dele. Vale a pena vocês correrem aí na super live de terça-feira para assistir. Então é isso, rapaziada. Eu vi, ah,
só mais um comentário. Eu vi alguém comentando no chat: "Ah, tinha que ter mais canais de direita divulgando esse conteúdo". Você também pode fazer isso além do like, obrigado. Batemos 2.000. Você pode compartilhar esse link com a sua tia do Zap aí que precisa saber do que está Acontecendo no Brasil e no mundo. Tamo junto. Até semana que vem. Isso, rapaziada, batemos aí os 2000. Jesus, muito bom. Vocês são incríveis, maravilhosos, a melhor audiência deste YouTube. Falo com muita convicção de quem tá aqui e acompanhando tudo isso, rapaziada. Muito obrigado, mano Walter, seu. Boa noite,
mano Walter. Que isso? Boa noite, Eric. Boa noite, Batata Fred Miqueias e a rapaziada de casa. Aproveitem o final de semana de vocês Com sabedoria se você perdeu alguma coisa aí que rolou aqui no canal. E foi bem bacana essa semana, mas um pouco cansativa, mas estamos aqui. Se você perderu alguma coisa, acesse aí, Fala Galcast nas redes sociais, Fala Galcast. Eh, terça-feira, né, tivemos uma super transmissão aí de aniversário, foi bem bacana. E se você perdeu, assista que vale muito a pena, como Miqueias bem citou ali. E é isso, rapaziada. Ontem também o assunto
foi bem interessante, Né? E se você não assistiu, assiste aí. Boa noite, rapaziada. Bom final de semana. Tamo junto e até a próxima semana, segunda-feira com Fala Glá News. >> É isso. Eu já ia me esquecendo de chamar o Mano Walter, porque você não tava aqui no começo, mas eu na hora do boa tarde eu falei: "Bom, mano Walter, quase que eu esqueço de você seu boa tarde, mano Walter disse para toda a nossa audiência. que não se importa em dar boa tarde. Ele falou assim: "Não, não, não Tem problema não, Eric, eu não me
importo com isso, >> ele nem me bota no ar, pati." E aí eu eu me recolhi a minha insignificância, né? Porque, né, [ __ ] né? Ficar ouvindo essas coisas assim, né? Aí [ __ ] no final aqui eu só fiz porque tá no contrato, né? Que tem que tem que passar a bola pro mano Vasco e deixar boa noite, né? Senão não tinha nem falado nada. Mas >> boa noite, como diz o meu colega, tu não Vai vir mais. Aí não tem programa, né, irmão? Mas é isso, rapaziada. Vamos lá. Clima de sexta-feira. Eh,
segunda-feira estaremos de volta, aliás, segunda, quarta e sexta, das 16 às 20 horas. Lembrando que segunda à noite ainda temos o Fala Glober React. É isso, rapaziada. Muito obrigado é pela participação maravilhosa de vocês, não só hoje, mas ao longo dessa semana. Semana que vem estaremos de volta. Eu sou o Eric Lobo, você está no Fala Glober News. Tamo junto e bom final de semana.