esta apresentação trata dos comentários aos temas de uma segunda instrução para Mestres maçons iniciamos nossos comentários com a característica pergunta sois mestre maçom e a cuja resposta conhecemos do ritual a Acácia me é conhecida a figura planta é também conhecida como Cácia que além de ter um odor perfumado lembra a santidade que representa também a imortalidade além do que também representa a própria Inocência assim o candidato ao grau de mestre ou seja o companheiro que passa pela cerimônia exaltação acaba vivenciando a chamada morte simbólica ou passa ele assegurar uma Cácia e vem tombar ao túmulo
trocando de papel com o de Iran abif que foi assassinado pelos três maus companheiros e e assim é deixado no seu túmulo em plena solidão para se encontrar com o seu mais profundo íntimo ou seja para encontrar-se com o seu próprio mestre interno aquele Irã que está adormecido morto simbolicamente dentro do seu coração só assim é possível ser ele ressuscitado através do exercício dos cinco pontos de perfeição que também iremos abordar mais à frente a grande lição da exaltação é a de que o companheiro venha a se encontrar a ressuscitar e se tornar um mestre
de si mesmo para a partir daí poder espargir a sua luz do seu interior para o mundo e para todos a simbologia da câmara do Meio referida Antigamente como sendo onde Os Maçons recebiam seus salários tem relação diretamente ligada a um centro de inteligência iluminada Pela Luz da Verdade ou seja é como se fosse uma câmara da ccia onde se encontra o indivíduo em sua completa solidão e É nesse instante com a decoração fúnebre da câmara decoração Relembrando portanto a câmara de reflexões nos recorda de que é onde se faz a visita ao interior de
si mesmo como uma visita ao interior da Terra a nossa Câmara de reflexão interna e portanto a câmara do meio reflete de certa maneira a evolução ocorrida desde a câmara das reflexões toda a caminhada que o Maçon fez entre a câmara das reflexões até a câmara do meio pode e para tal penetrar dentro de si mesmo passa pela chamada morte aparente da sua personalidade na busca do que é imortal e e eterno dentro de si mesmo como já dissemos daquele Irã adormecido e assassinado simbolicamente pelos maus companheiros da alma humana ou seja pelo fanatismo pela
ignorância e pela ambição humanas portanto para a luz interior possa reacender é muito importante o uso do discernimento como ferramenta fundamental desse Renascimento a cerimônia de exaltação não deixa de ser uma ficção simbólica que nos retrata uma situação do assassinato do mestre Iran abif que se encontrava durante a construção no momento de oração no centro do Templo de Salomão do Templo de Jerusalém onde então três companheiros o questionam conduzindo um crime mais que odioso devido à perversidade humana devido à inversão completa dos valores que acompanham a alma humana exemplificadas como sendo a ignorância o fanatismo
e a ambição na busca de tentar de forma violenta alcançar a chamada palavra de mestre assim esses três companheiros se achavam dignos de conseguir e ter a palavra de mestre sem terem alcançado o devido mérito com isso se armam com instrumentos de trabalho que estão relacionados Aos três graus simbólicos e virem a cometer o crime de assassinato do mestre Iran abif simbolicamente dizemos neste caso que Irã está aqui representado como sendo a própria tradição iniciática Universal ou seja seja aquele caminho ou conhecimento ancestral da sabedoria que passa de gerações em gerações através das idades essa
tentativa de se obter a palavra de mestre a força é exatamente a busca do conhecimento dos mistérios dessa tradição iniciática e que se encontra escondida sepultada ou quase morta nos três graus simbólicos da Maçonaria e que somente através do do merecimento do esforço individual de um candidato à iniciação maçônica é que pode ser alcançada deve pois primeiro procurar e se aprimorar encontrar a si mesmo e portanto descobrir esse Irã adormecido em seu interior e assim realizar o seu renascimento iniciático os três maus companheiros que são apresent nesta lenda possuem um significado Esotérico como sendo a
representação de três elementos danosos da alma humana Ou seja a ignorância o fanatismo e a ambição que devem ser vencidos para que haja o renascimento pela vitória contra esses três inimigos que seguem existindo dentro de cada um de nós os três maus companheiros utilizar da régua do esquadro e do maço para assassinarem o mestre Irã que orava na construção do Templo assim a ignorância significa a cegueira mental ou seja não aprendeu e nem segue os valores da régua de 24 polegadas e portanto só podemos vencê-la através da inteligência e do fé iluminada e positiva o
fanatismo se relaciona a uma paixão desmedida por alguma ideia alguma coisa seja ela religiosa político-partidária ou até futebolística enfim o fanatismo está representado também pel quadro e por sua fixação na sua forma rígida de 90º e portanto só podemos lhe vencer através da compreensão da tolerância e da Fé através da Esperança a ambição é o terceiro elemento da alma do Companheiro que está relacionada ao egoísmo exacerbado ou seja daquela ambição que busca alcançar o seu objetivo a Qualquer Custo e assim está relacionado ao simbolismo do maço que fere duramente e só pode ser vencida através
da Beleza do Amor a partir do momento que vemos em nós os princípios da caridade do altruísmo poderemos alcançar uma vitória sobre esses três Inimigos da alma humana e que conseguiremos efetivamente tornar uma realidade a chamada ressurreição de si próprio um renascimento em si através de Novos Valores e novas virtudes que a Maçonaria nos ensina os três maus companheiros assassinos escondem o corpo do mestre Nan abif em um túmulo que depois é descoberto devido a uma tênue claridade como nos cita a Lenda em algumas interpretações além de ter seu local sido demarcado também com um
ramo de Acácia nos diz a tradição Que tal túmulo possuía dimensões de três em sua largura cinco na sua profundidade e sete no seu comprimento medidas estas que já vimos no grau de companheiro e nos relembram e e lembram os degraus da escada de Caracol no grau de companheiro maçom são esses pois os números relacionados aos principais temas de estudo de um companheiro e que também representam ou seja os graus de aprendiz companheiro e mestre e nos apontam à sequência simbólica e iniciática que a maçon nos propõe nos seus três primeiros graus na busca da
iluminação individual de certa maneira esse assassinato atenta contra o ternário ou seja o antagonismo que se interpõe aos princípios do ternário da própria Quinta Essência e da lei do setenário enterrando assim o espírito Divino Na tentativa de escondê-lo de forma curiosa na numerologia cabalística vemos que esses números 3 5 e 7 estão muitos relacionados Aos três graus simbólicos e que em sua soma nos apresenta o número 15 que é o n o número do nome de Deus em hebraico assim como no pitagorismo e ainda se nos ainda somarmos os dois números do número 15 vamos
encontrar o número seis relacionado ao equilíbrio dos elementos que possibilitam alcançar os mistérios do número S que sabemos ser muito mais importante para o grau de mestre maçom o candidato à exaltação passa por uma acusação fortíssima quando se apresenta para a cerimônia da exaltação E é esta acusação a reabilitação de uma grande suspeita embora ele seja inocente e desconhecendo inclusive qual a acusação representa assim esse estado à inocência a inocência Como já dissemos também está representada pelo ramo de Acácia e assim passa ele a vivenciar uma caminhada a Passos largos que relembra a revolução anual
em torno do sol percorrendo todos os signos do Zodíaco que estão representados na maioria dos templos do rito escocês antigo e aceito tal marcha continua dentro da cerimônia e demonstra exatamente a simbologia da própria natureza do movimento contínuo que existe na natureza e dessa maneira ele é acusado de um crime que desconhece pelo seu estado de Inocência é realizada uma verificação com relação ao estado desse companheiro que busca a exaltação E é exatamente o ato de verificar a sua atitude quanto à Equidade e justiça assim como era feito na época do Egito onde nos reporta
O Livro dos Mortos quando então era feita a pesagem das ações e das condutas pesando o coração do candidato o coração era era pesado para saber quais foram as suas suas condutas e ações durante a sua vida para ter o merecido destino dessa maneira o avental do Companheiro deve ser apresentado branco e limpo ou seja sem mácula e portanto estar com a sua consciência perfeitamente limpa de maneira a representar a sua passagem pela Equidade que vivenciou nas colunas j e B nos graus de aprendiz e de companheiro e assim possam lhe facultar por merecimento a
base e a condição para agora exaltado ao chamado arco real do magistério outro símbolo muito presente na exaltação e no próprio grau de mestre é a figura da Cácia ou do ramo de Acácia Como já dissemos tal ramo de Acácia também está relacionado à imortalidade e portanto a chamada sobrevivência das energias ou seja daquela morte que não se destrói portanto segurar uma Cácia é um dos símbolos da tradição Maçônica que é realizada pelo candidato ou pelo companheiro que passa pela cerimônia de exaltação de certa maneira ele está sim revivendo muitos princípios do passado dos usos
e costumes antigos independentemente deles serem ou terem se tornado arcaicos ou não devemos ter o devido cuidado de manter a tradição da lenda hâ como sendo um dos principais landmarks da ordem para que não se torne uma Maçonaria nociva e espúria E que sejam passados assim os princípios reais e iniciáticos dessa cerimônia assim a Acácia como imortalidade representa efetivamente aquele espírito ressurrecto ou o espírito que renasceu em cada um pelo efetivo equilíbrio da mente e do coração alcançados pelos trabalhos do caminho de aprendiz e de companheiro no equilíbrio das polaridades de seu pavimento mosaico interior
e dessa forma esse sentido de imortalidade pode nos levar a dizer que que temos que matar a morte ou seja matar o Conce de que a matéria é o final de tudo os próprios landmar da ordem nos dizem da importância de se crer num ser superior como o grande arquiteto do universo e numa vida futura vencendo As Ilusões da matéria pela presença desse espírito ressurrecto e renovador outra expressão que encontramos neste grau é a de que o o mestre passa do esquadro ao compasso e o que isso pode nos dizer sabemos que o compasso é
o símbolo máximo dos Mestres maçons porque com ele se traça com perfeição o círculo e portanto com ele se estabelece o limite da relatividade das coisas ou seja através de uma razão fixa ou seja fixando o Ponto Central com a cabeça do compasso e na sua a circulatura podemos julgar portanto conforme a ocasião cada um dos seus elementos o compasso é portanto um instrumento de discernimento que traz lógica à realidade e nos faz pensar por si mesmo Enquanto que o esquadro por seu ângulo reto e fixo está relacionado à materialidade ao mundo material rígido e
fixo com o compasso temos a possibilidade de de traçar diversos círculos concêntricos representando a espiritualidade dessa forma que esse trabalho do caminhar de Ocidente da materialidade para o Oriente da espiritualidade representados por esse passar do esquadro ao compasso é a conquista do mestre maçom que passa a dominar a si mesmo e portanto a dominar o conhecimento do próprio mundo desvendando a sim os chamados mistérios do Espírito outro símbolo importante que temos neste grau é sobre a palavra perdida ou aquela palavra que foi perdida com a morte do mestre Iran abif com sua morte foi perdida
a chave do segredo maçônico a partir do momento que o Mestre foi ass pelos golpes dos maus companheiros ou seja pelos golpes na tradição Maçônica tal palavra se supõe ser a mesma do tetragrama Sagrado que era pronunciado apenas pelo Sumo Sacerdote de Jerusalém o primeiro Sumo Sacerdote como nos relata a Bíblia foi Arão e que é citado no Salmo 133 na abertura das lojas maçônicas no rito escocês antigo e a no seu primeiro grau nos diz a tradição Que tal palavra pode ser encontrada apenas Nas Profundezas de si mesmo ou no âmago do ser e
assim somente é possível encontrá-la se descermos aos infernos ou aos inferiores ou interiores de si mesmo ou da chamada tumba interior a perda da palavra está ainda alegoricamente simbolicamente representada neste grau há a perda do Estado paradisíaco como nos fala a tradição bíblica pela ilusão dos Sentidos que sepultaram a mente e o coração relacionados às figuras de Adão e Eva simbolicamente e assim devido à perda do paraíso é portanto por essa palavra que é possível se levantar ou seja levantar-se da escuridão do Reino dos mortos vivos e viver na exaltação da verdadeira vida e tal
só é possível se vencermos o vício pela virtude o erro pela verdade o egoísmo pelo amor a chamada verdadeira ressurreição ou A Divina iluminação que não é somente o que a Maçonaria propõe assim como todas as grandes correntes filosóficas religiosas ou iniciáticas de grande valor que existem para a humanidade Esse é o programa iniciático da Maçonaria do caminhar na busca desse renascimento espiritual interior e que é proposto pelos três graus simbólico simbólicos que temos na loja simbólica da Maçonaria que também é conhecida como loja de São João neste terceiro grau no nos defrontamos com duas
palavras relacionadas ao mestre maçom a primeira delas como sendo moabon e a segunda ma benac muitos fazem a tradução da palavra moabon bom como sendo a carne se desprende dos Ossos menção essa relativa a da tentativa de levantamento do corpo de Iran abif do seu túmulo e portanto da chamada da construção que se segue à destruição a importância que existe em destruir para depois construir e com isso esse estado daquilo tudo que está em putrefação tem que ser destruído para que haja uma renovação a outra maneira de traduzir moabon é a de que é nascido
do pai e mesmo assim também em outras traduções aquele que vive no filho e na realidade de todas elas de certa maneira estão relacionadas à chamada lenda de Isis Osíris e Oros do Egito Os Maçons que quiserem se aprofundar nos mistérios da exaltação se recomenda o estudo dessa estudo dessa lenda egípcia A Lenda de Isis Osiris e Oros outra palavra equivalente para o mestre maçom é Ma benak Que também está relacionado ao filho da mre morosamente termo ma em idioma g o f e comoen como porlo de Ken fergon McDonald entre outos F que é
duas vezes nascido Como é o termo du da Índia o duas vezes nascido por primeiro nasceu materialmente através do ventre de uma mulher e segundo nasceu espiritualmente através do ventre da terra ou do chamado vitriol Como já temos estudado nos graus anteriores Tais palavras tiveram várias formas ao longo da história da Maçonaria e o quadro do slide mostra como essas palavras apareciam nos diversos documentos históricos no período de 1700 a 1876 chegamos ao simbolismo dos chamados cinco pontos de perfeição que é a maneira pela qual se pede a palavra Sagrada a um mestre maçom tal
forma de procedimento é a realizada na chamada ressurreição de Irã abif ou do candidato que agora Toma o lugar de Irã e está passando pela cerimônia de exaltação esse procedimento significa mais perfeita solidariedade Maçônica uma vez que os pés Unidos representam a vontade de progredir juntos os joelhos Unidos o sentimento de reverência que se tem entre verdadeiros irmãos as mãos Unidas a chamada comunhão de intenções para se obter e alcançar uma ação comum os peitos Unidos relacionando-os Portanto a unidade da inspiração e dos Sentimentos de coração e a mão esquerda abraçando relaciona-se portanto a chamada
identidade dos motivos que os levam a realizar tal postura assim os cinco pontos de perfeição podem ser relacionados ainda à chamada cooperação perfeita e voluntá entreos irmãos que aiz tais P er também conhecidos no passado como C pirismo E erado no de companheiro antes de ser integrado e incorporado ao grau de Mestre maç assim como nos graus anteriores no grau de mestre maçom também existe os modos de reconhecimento através dos sinais toques e palavras Tais sinais estão listados como sendo sinal de ordem o sinal de Socorro e até mesmo um sinal de horror ao estudarmos
esses sinais notamos existir uma sequência simbólico iniciática e vemos que por exemplo no sinal de aprendiz Ou seja no sinal penal do Aprendiz nos indica e nos incentiva ao domínio das palavras e efetivamente ao domínio dos pensamentos ao domínio do que a cabeça domina enquanto que no sinal penal do Companheiro temos a indicação ao domínio das paixões dos Sentimentos daquilo que rege o o coração enquanto que no grau de mestre de forma mais profunda se nos apresenta o domínio dos instintos ou seja o domínio do que está mais oculto em nós desta forma temos que
o Mestre além do domínio dos Pensamentos e sentimentos também deve dominar seus instintos na busca da sua Regeneração interior e portanto a partir do equilíbrio da mente e do coração alcançados nos graus de aprendiz e companheiro é que se atinge o nível de iluminação no terceiro grau tal iluminação não é outra senão a da própria simbologia da Cácia da imortalidade ou seja do vencer todas as ilusões do mundo de Maia como nos dizem os hindus ou seja do mundo das ilusões do mundo da materialidade que C ser a palavra de passe do mestre maçom no
rito escocês antigo e aceito é tub Caim em ritos antigos Esta palavra aparece ainda como sendo de passe para o grau de aprendiz Tubal Caim é um nome que aparece na Bíblia em Gênesis Capítulo 4 Versículo 22 como de Caim e com um talento de artífice de todo instrumento cortante seja de bronze e de Ferro tal é a linhagem dos chamados conhecedores da metalurgia como sendo um dos inventores das Artes de trabalho com mentais se formos consultar a mitologia vemos a figura de vulcano como sendo aquele que transmuta e sublima os Tais que são produzidos
a partir da combinação dos minerais da terra ou seja dos elementos das profundezas da terra e Aí vemos novamente a reverência de ter que ir ao interior da Terra ao chamado vitriol para a busca dos elementos para essa transmutação ou sublimação uma das interpretações que temos é de que o próprio Iran abif ser um forja dor de metais ou seja um indivíduo Fenício especializado na metalurgia tanto que é ele que produz a construção das duas grandes grandes colunas op Pilares no Pórtico do Templo de Salomão aqui a simbologia do forjador de metais é a do
forjador dos elementos da Alma que nos agril aqueles elementos que citamos da ignorância do ismo e da ambição e que portanto desenvolver o domínio das armas de corte para cortarmos de nosso ser esses elementos daninhos e portanto voltar à busca da Inocência Perdida daquele estado paradisíaco que no próprio grego significa levantar-se do sepulcro ou seja sair e viver a chamada morte simbólica para alcançar a ressurreição daqui que está morto qual que está morto no sepulcro da individualidade e assim matar a personalidade da matéria para ressurgir a individualidade espiritual em cada um de nós chegamos assim
ao ponto de analisar a idade do mestre citada como sendo de 7 anos e mais cabe ao mestre o estudo do número sete e depois o estudo de outros números superiores ao sete complementando assim a sua formação numerológica relembramos apenas que na programação iniciática dos graus cabe ao aprendiz o estudo numerológico dos números 1 2 e 3 com salto ao número 4 já o companheiro estuda os números 4 5 e seis com um salto ao número sete e cabe agora ao mestre estudar o número sete e portanto o método pitagórico relacionado aos demais números acima
do sete o devido conhecimento e domínio do cenário é extremamente importante porque ele se constitui o padrão Universal das vibrações das frequências das energias da evolução que iniciaram a partir do próprio ternário e que vemos em tudo no nosso universo que tem uma relação com o número sete como os exemplos dos sete metais principais as sete notas musicais as sete cores os sete planetas sagrados que nos deram inclusive os sete dias da criação veja Ainda que os nossos sete dias da semana que foram adotados mundialmente seguem esse padrão cenário se estabeleceu portanto serem sete dias
da semana e não cinco ou seis portanto sete está relacionado também aos chamados sete chakras principais Aos sete órgãos de ação os sete tecidos principais do corpo humano as sete Artes Os Sete Mares os sete arcanjos as sete raças principais de evolução na terra assim como Aos sete ví as sete virtudes os sete pecados capitais e daí a fora temos toda uma simbologia do número s a observarmos e que traz no seu âmago esse grande mistério do padrão Universal das energias da evolução no nosso mundo sabemos por nossas instruções que os instrumentos que são relacionados
ao grau de Mestre são o lápis o compasso e o Cordel porém ainda na tradição Maçônica aparece um outro instrumento também com o simbolismo do do grau que é a trolha ou seja um instrumento que ajuda a corrigir as imperfeições que foram deixadas pelos aprendizes e pelos companheiros nos trabalhos da construção do Templo a trolha também representa a indulgência com relação às fraquezas humanas o não castigar ou seja procurar primeiro as causas e afastá-las ao invés de simplesmente culpar e julgar é um instrumento do mestre muito utilizado simbolicamente para espalhar o cimento que une todas
partes do edifício e portanto cabe ao mestre maçom utilizar desse instrumento como cimento de união e de fraternidade Entre todos os irmãos distribuindo assim afeição e carinho que une Todos Os Maçons do universo tal instrumento portanto une e centa o trabalho de todos os aprendizes e companheiros na busca portanto da sua iluminação e perfeição terminamos os comentários desta citando que o maior poder que o mestre maçom pode ter e desenvolver é o poder do amor e relembramos a máxima Cristã de amar a Deus ou seja o princípio universal da vida acima de tudo com todo
o seu coração e ao próximo como a ti mesmo até a próxima apresentação