E aí, tudo certo com você? Seja bem-vindo a mais um vídeo desse canal. Eu me chamo Bruno Costa.
Hoje pela manhã eu estava conversando com minha esposa. Na verdade, ela tinha vindo me contar sobre uma leitura que ela tava fazendo. E nessa leitura tinha temas envolvidos a respeito da inteligência e da sabedoria.
Era um livro, o livro de êxodo que ela tava lendo. E nessa conversa que eu tive com ela me ajudou a esclarecer ou ter mais clareza a respeito de algumas coisas que eu li nesse livro aqui. Eu li esse livro esse ano e a partir dessa conversa que eu tive com ela, algumas coisas ficaram mais claras.
E eu queria trazer isso aqui para você e eu creio que vai ser útil. E qual foi a clareza que isso me trouxe? Foi a do seguinte, de saber lidar melhor com os imprevistos.
Eu tenho buscado desenvolver essa habilidade de saber lidar melhor com os imprevistos dentro de um aspecto de planejamento, de projeto, quando a gente cria um plano, normalmente a gente quer diminuir o grau ou o campo da imprevisibilidade para que, de fato, as coisas ocorram da melhor forma possível, mas só que os imprevistos sempre acontecerão e muitas das vezes em alguns projetos que eu estive envolvido em alguns serviços que eu estive envolvido, quando surgiram alguns imprevistos, eu meio que reagi ao invés de de fato ser o tomador da ação. Eu fui o tomador da reação. E ser tomador da da reação não é a melhor forma de de fato tomar boas decisões.
E eu queria trazer isso aqui nesse vídeo para você. Espero que possa ser útil. Como eu falei, eu li esse livro aqui no início desse ano, a prudência, a virtude da decisão certa de São Tomás de Aquinon.
E nesse livro, eh, São Tomás de Aquinon vai fazer um estudo sobre a prudência. Na verdade, esse livro aqui é um recorte da Suma teológica. E na Suma teológica tem inúmeros outros assuntos abordados.
E esse livro é um recorte especificamente sobre o estudo da prudência. E nesse livro, assim como na Suma teológica, São Tomáquino vai falando eh sobre os temas a partir de questões. E essas questões ele pontua o que algumas pessoas da época vão falando e depois ele entra com o seu parecer, podemos dizer assim, falando simplamente.
E nesse vídeo aqui eu não quero me ater muito a questões filosóficas nem teológicas, muito porque eu não tenho um repertório para de fato abordar em um aspecto filosófico, em um aspecto teológico. Vou trazer aqui o assunto desse livro a partir da das experiências que eu já vivi envolvido com projetos, com planejamento, com com obra. E como eu percebi que muitas das vezes, em muitas situações, eu só reagia ao invés de de fato agir.
E aqui nesse livro, quando eu li, eu montei essa essa sequência aqui para me ajudar no no entendimento da das coisas. O microfone aqui quase ia caindo, mas ficou tudo OK. essa sequência aqui para me ajudar a ter mais clareza no no entendimento das coisas.
Eu queria aqui falar com você a respeito primeiro de como São Tomás de Aqui não faz a fala sobre as partes da prudência. a prudência ela não é constituída de uma única coisa, assim como esse essa lapiseira aqui, ela tem essa partezinha aqui que eu posso tirar, ela tem essa outra partezinha aqui, eu também posso tirar. Ela tem o grafite, ela tem outra partezinha aqui dentro.
A prudência, ela de fato, para que se tenha o todo, ela é constituída de algumas partes, assim como essa essa lapiseira, para que de fato ela possa funcionar, existem a as partes e sem essas partes ela não constituirá o todo. Existirão sim a as partes que a gente pode eh fazer inferência, dizer: "Ah, isso aqui é uma parte da da lapiseira". Então, existem algumas coisas, algumas partes da prudência que a gente pode enferiar.
Isso é um sinal de prudência. E essas partes que são tomadas fala, elas são divididas em dimensões, dimensões cognitivas e dimensões de comando. As dimensões cognitivas são para aquisição de conhecimento e as dimensões de comando, eh, onde essa aquisição de conhecimento de fato ajuda na ação.
E a as dimensões cognitivas são constituídas da memória, da razão, da inteligência, da docilidade e da sagacidade. E as outras partes que compõem a dimensão de comando são a previdência, a circunpecção e a prevenção. E essas partes cognitivas e essas partes de comando, elas constituem as partes integrais da prudência.
Como assim? Eh, o que de fato é importante que se tenha para que a prudência possa existir como um todo, por exemplo, uma construção de de uma casa, uma casa de alvenaria. de blocos cerâmicos para que de fato a a visualização da casa, a visualização concreta da casa possa existir, faz necessário que os blocos cerâncons estejam todos dispostos ali nas suas paredes laterais, nas suas paredes de fundo, nas suas nas parede eh da frente e nas paredes internas que formam a as divisórias dos cômodos.
E essa analogia pode ser muito bem utilizada para a prudência, para que de fato a a prudência como a prudência como um todo, a gente possa observá-lo, faz necessário que todas essas partes integrais estejam juntas para que a decisão certa possa ser tomada. que muitas das vezes, eh, em algumas experiências que eu já passei, eu não tinha esse entendimento tão claro dessas partes da prudência. E talvez por não ter esse entendimento tão claro sobre as partes das prudência, eu tomava algumas decisões, ou melhor, tomei algumas decisões erradas em em algumas atividades que eu estava envolvido.
por exemplo, uma que eu tava com uma equipe de recomposição asfáltica e era ainda por volta de acho, se eu não me engano, 2 horas da tarde, era uma parte da tarde e a massa da da equipe tinha acabado. tinha que tomar uma decisão de ou mandar a equipe para carregar o caminão novamente ou então encerrar ali as atividades. E eu acabei mandando a equipe ir carregar o caminão no intuito deles irem rápido e voltarem para dar continuidade no no serviço.
E só que eu tinha tomado aquela decisão muito num num sentido reativo de me sair ou de tirar aquela situação o mais rápido possível ali da minha frente. Muitas vezes a eu cometi esse erro em algumas situações de reagir para de fato só tirar aquela situação de eh de perto de mim. E isso eu tava criando uma falsa solução, não tava solucionando a o problema por completo.
O fato de eu só tentar tirar a situação o mais rápido de perto de mim, eu não estava de fato resolvendo aquela situação. Eu tava gerando uma outra situação que precisaria eh de uma decisão melhor. E dentro do das partes da prudência que aqui é de São Tomás de Aquino vai falar, existe meio que uma estruturação da sequência de atos que a gente deve fazer para que de fato uma decisão possa ser tomada corretamente.
E essa é uma das habilidades que eu venho buscando desenvolver para saber lidar bem com os imprevistos. E essa estruturação que a gente pode montar a partir da leitura desse livro ajuda a tomar melhores decisões. E aqui as integrais da prudência que eu até anotei aqui também está na página 25.
25, onde ele vai começar falando que a memória é uma das partes integrais da prudência. A outra parte integral é a inteligência, a docilidade, a sagacidade, a razão, a previdência, a circunpecção e a prevenção. E aqui nessas partes integrais da prudência são Tomás que não ainda não vai eh meio que estruturar como seria, por exemplo, o o grau mais alto da da prudência e o grau mais baixo.
vai falar isso mais especificamente entre as páginas 58 e 61, aonde ele vai falar sobre ele vai falar sobre o oposto da prudência, que é a imprudência. Na questão 53, ele vai dizer o seguinte: "Pois precipitar-se é no movimento corporal arrojar-se do mais alto para o mais baixo por impulso de movimento próprio ou impelido por outro desordenadamente sem passar pelas etapas intermediárias. Ou seja, existe um grau mais alto e um grau mais baixo e existe graus intermediários que de fato fazem necessários passar do mais alto até mais baixo para que a prudência possa ser tomada, ou melhor, a decisão certa possa ser tomada da melhor forma possível.
E aqui ele vai continuar. Ora, o que há de mais elevado na alma é a razão e o mais baixo é a operação exercida pelo corpo. Ou seja, um exemplo, quando uma pessoa leva um tapa na cara, comumente, o que ela tende a fazer?
É revidar com um outro tapa na cara. E esse revidar, essa reação é o o ato mais baixo que a gente pode fazer. A forma correta para se de fato tomar a boa decisão passa por essa estruturação de de atos.
E dentro de um planejamento, quando surge os imprevistos, essa sequência de atos a serem tomados faz total diferença para que de fato a decisão possa ser bem tomada. E qual é essa sequência de atos, essa estruturação de atos? Eu quando li o livro, eu tinha colocado aqui essa estruturação, mas eu creio que por aqui não vai dar de você ver.
Eu botei aqui nessa nessa folhinha, existe uma sequência ascendente no sentido de baixo para cima e existe uma sequência descendente de cima para baixo. a gente pode seguir a sequência ascendente de baixo para cima, que isso é o que muitas das vezes eu fiz no sentido de reagir a a determinada coisa. E isso acontece muito quando a pessoa, não que acontece muito, mas é comum de acontecer quando a pessoa pratica algum algum tipo de de arte marcial ou de algum tipo de esporte.
Por exemplo, uma pessoa, um adversário toma uma ação, então você vai e toma uma o ato da reação, mas se você sempre ficar no ato da reação, nunca de fato você vai estar na na frente, por exemplo, numa competição de gilits, um um competidor dá uma ação de chamar um o adversário pra guarda e aquele ato da ação do competidor de chamar o o adversário paraa guarda já lhe deixa na vantagem. Então, o ato da reação é o ato do da outra pessoa tentar equilibrar as coisas. [Música] Então ele ainda vai ter que fazer duas coisas.
Primeiro a reação para tentar equilibrar as coisas, sair daquela guarda e depois de fato fazer uma ação para fazer uma posição que gere algum tipo de ponto para para ele. E muitas vezes dentro de um planejamento, dentro de um projeto, quando surge algum tipo de imprevisto, a gente quer agir de forma reativa. Quando eu falo a gente aqui, é, eu trago mais para mim mesmo, no sentido que muit das vezes eu quis agir de uma forma reativa.
E o agir de uma forma reativa não gera eh ações que trazem bons resultados. Por exemplo, um uma situação que pode acontecer quando a pessoa é casada, o o seu o seu companheiro ou a sua companheira ali diz algo e você de supão, revida a aquela situação que que ela disse. E esse revidar sem passar por essa e essa sequência de atos eh ascendentes até a descendente não gera bons resultados, porque a gente agiu de forma impulsiva e o agir de forma impulsiva não traz bons resultados.
Então, qual é essa sequência de de atos que geram bons resultados? E é essa aqui que São Tom aqui não vai falar que é o seguinte, como eu li anteriormente, ora, o que há de mais elevado na alma é a razão. Então o o primeiro ato é se utilizar da razão.
E aqui eu vou usar novamente um exemplo de uma pessoa que leva um tapa na cara. Esse exemplo eu falar, eu digo usar novamente aqui. Eu quando eu tava conversando com minha esposa, eu utilizei esse exemplo.
Quando a pessoa vai recebe um tapa na cara e a primeira coisa que talvez venha a mente dela é devolver aquele tapa na cara. E esse devolver o tapa na cara, a gente tá agindo de forma reativa. E o agir de forma reativa não gera um bom resultado.
E a prudência para de fato tomar boas decisões, a prudência ela pode ser entendida como sempre algo que nos leva para uma coisa que é verdadeira e que é boa. E dentro desse exemplo de levar um tapa na cara, eu não levei um tapa na cara, mas foi um exemplo que que me veio e creio que fica de fácil entendimento. Quando a gente de fato para e pensa, utiliza na nossa da nossa razão para refletir sobre um tapa na cara, a gente percebe, a gente pode perceber o seguinte, o dar o tapa na cara não é algo bom.
E se não é algo bom, provavelmente não é algo verdadeiro que durará a toda a eternidade. E aqui entra o o primeiro ato da sequência que a gente deve seguir para de fato tomar uma decisão certa, que é a razão. A razão, eu tinha até anotado aqui no no livrinho, ela no tempo ela tem essa condição de eternidade.
Por quê? Porque a razão sempre vai nos levar para o que é verdadeiro e o que é bom. E o que é verdadeiro e o que é bom no tempo, ele é eterno.
E depois que a gente passa pelo primeiro ato da razão, nesse ato descendente até de fato chegar na tomada de ação, o outro ponto, o outro ato é a sagacidade. E o que é a sagacidade? A sagacidade, ela pode ser entendida da da seguinte forma, eh, a habilidade ou a capacidade de enxergar futuristicamente ou enxergar o futuro ou ter uma previsão do futuro.
Ainda nesse exemplo de de tapa na cara, quando a pessoa dá o tapa na cara de alguém e a outra vai revida dando um tapa na cara, a probabilidade de que um outro tapa na cara seja dado na pessoa é muito grande. Então, a sagacidade é essa capacidade de prever a situação um futuro. Sentido, essa pessoa me deu um tapa na cara, então se eu revidar esse tapa na cara dela, ela provavelmente vai me dar ou um tapa na cara ou então um soco.
Então, a pessoa já utiliza o segundo ato para tomar uma melhor decisão, que é a sagacidade. Depois que ela utiliza a sagacidade, ela entra num terceiro ato, que é o raciocínio. E a sagacidade, ela está muito relacionada à questão futura, é sempre para o futuro.
E o raciocínio ele é algo com base no passado para a o ato presente. Por exemplo, a partir da sagacidade, eu tive eh o entendimento de que se eu revidar quando tava na cara, ele a outra pessoa pode me dar um tapa na cara de volta ou um soco. E o raciocínio é o seguinte, de entender que todas as vezes que uma pessoa deu um tapa na cara de outra e revidou e a outra pessoa revidou dando um tapa na cara de outra, no passado aquelas pessoas acabaram ficando sem se falar ou não tiveram um mais relações ou as relações foram insuportáveis, os convívos foram insuportáveis.
Então, com base nesse raciocínio do passado, eu vou tomando a decisão de não dar, de revidar com tapa na cara no ato presente. E depois desse desse dessa utilização do raciocínio, tem a outra o quarto o quarto ato que é a docilidade. E o que seria essa docilidade?
A docilidade tá relacionada a se por como aprendiz. Uma das coisas que eu tenho feito e na verdade eu fazia h algum tempo e depois por situações de da vida que essas pessoas acabaram vindo a falecer. Aí eu passei um tempo sem ter, aí eu voltei a a ter agora novamente, que é um diretor espiritual.
E nesse com esse diretor espiritual, eu tá todo mês eu vou lá, converso com ele e me coloco realmente numa posição de aprendiz. diretor espiritual, é um um padre, padre franciscano. Eu vou lá, converso com ele e vou aprendendo com ele ou buscando aprender com ele pontos que eu posso me tornar uma pessoa melhor.
Eu coloco ali num estado de aprendiz, de docilidade, para de fato aprender a ser um uma pessoa melhor. E a docilidade tá muito relacionada com isso, de aprender com pessoas que já são mais experientes do que a gente. por exemplo, vai ainda, continuando nesse exemplo do tapa na cara, suponho que você recebeu o tapa na cara e tem uma outra pessoa lá do seu lado que passou por aquela mesma situação de um certo dia receber um tapa na cara.
E ele vai, ele diz: "Ah, fulaninho, no meu tempo, eu recebi um um tapa na cara e fui revidar aquele tapa na cara. E aquele tapa na cara que eu revidei foi na cara do de uma pessoa que era meu amigo. Depois que eu revidei aquele tapa, a gente continuou brigando ali, brigando e os dois saíram feridos e a gente nunca mais nos falou, nunca mais tivemos contato e a nossa relação se encerrou ali.
Eu não perdoei a ele e ele não me perdoou. Cada um seguiu para um caminho com esse esse resquício de ferida dentro da da pessoa. Pode, é um exemplo aqui que tá me vindo à mente.
Então, o outro ponto para de fato chegar na, ou melhor, o outro lado para de fato chegar a ação em si é a docilidade. Depois que a gente passa pela docilidade, é, a gente entra na inteligência. era uma das coisas que minha esposa tava falando.
E a inteligência, ela está relacionada ao presente a partir de todo o conhecimento que a pessoa vai tendo, com experiências, com o raciocínio, com a sagacidade, com o uso da da razão, tudo isso colabora para que a nossa inteligência, quando as ações de fato as situações de fato aconteçam, a gente possa ter uma boa inteligência para tomar uma boa decisão. E abaixo da inteligência, podemos dizer assim, existe a memória. E a memória tá sempre relacionada a situações passadas, no sentido de, por exemplo, quando você ler um livro, você entende situações passadas que pessoas viveram e essas situações podem ser semelhantes a que você está vivendo hoje.
a gente comumente lê um livro é para aprender a partir de de situações passadas que pessoas vivenciaram e transcreveram ali no livro. E à medida que a gente vai lendo, a gente vai guardando isso na na nossa memória. E o ato de guardar na nossa memória fica ali na na nossa mente.
E esses essas situações passadas de outros nos ajudam e colaboram para que de fato a gente possa vir a tomar a decisão certa. E um outro ato que abaixo da da memória é a questão da ordenação da razão, que é o império. Império.
E o império também está sempre relacionado a ao âmbito presente. a gente ordena todo a nossa razão para de fato chegar no último ato que é a ação corporal, que é a as que está relacionado à dimensão de comando. Todos os outros, até o outro passo ah seis, podemos dizer assim, a memória, está estão meio que relacionados à dimensão cognitiva de aquisição de conhecimento, para que de fato a gente ordene esse conhecimento e tome a ação corpórea, a de fato colocar o nosso conhecimento em prática.
Mas aqui cabe um entendimento que é o seguinte, a prudência ela não está relacionada a uma inação. Ela, a prudência não existe na na inação no ato de não agir. A prudência é sempre para eh direcionada para ação.
E a ação, como eu falei anteriormente, ela de fato deve direcionar para algo que é verdadeiro e bom. O, ele não pode ser entendido como bom, restrito a a si mesmo e não bom para um todo. Por exemplo, a pessoa pode criar um planejamento para, sei lá, assaltar um banco.
Esse planejamento pode ser bom no sentido de foi bem montado para assaltar aquele banco. Mas esse bom do planejamento não é um bom para o todo, porque assaltar um banco não é bom para o a sociedade, o todo pode ser entendido como assim? Então, um planejamento ele deve ser bom nele e bom para o todo.
E a nossa tomada de ação, as nossas ações, elas devem ser boas nelas e serem boas no todo. Ou seja, elas devem buscar a verdade e devem ser boas. E é essa estrutura que ficado cada vez mais clara para mim, ou melhor, ficou mais clara para mim a partir dessa conversa que eu tive com com a minha esposa.
E foi por não ter essa estrutura tão clara para mim, que muit das vezes eu falhei em algumas decisões. a partir de imprevisto que surgiam em alguns projetos, porque eu não fazia essa sequência ordenada para de fato se chegar à ação. Muitas das vezes, como eu falei, eu agia de uma forma reativa e esse agir de forma reativa nunca levava a um resultado satisfatório.
Então, para se de fato se ter um resultado satisfatório, uma sequência ordenada das coisas que a gente deve seguir, é essa onde se começa pela razão, depois a sagacidade, o raciocínio, a docilidade, a inteligência, a memória, o império, até de fato chegar à ação. corpórea. A gente pode agir de uma forma ascendente de de baixo para cima.
pode, mas só que o resultado não vai ser satisfatório. Como agir de cima para baixo, utilizando a nossa razão e passando cada etapa até chegar a de fato a ação. Mas isso aqui também não pode ser entendido no sentido de que é algo que deve demorar, não?
Essa é uma habilidade que a gente deve e eu tenho buscado desenvolvê-la no sentido de colocar em uma aplicação rápida de que esse esse essa sequência de tomadas de atos devem deve chegar a um grau para de fato minha me ajudar a tomar boas decisões, não num estalar de dedos assim, não, mas [Música] num entendimento mais rápido das coisas, porque também não adianta passar 100 anos, 70 anos ou 80 anos ruminando uma coisa, pensando uma coisa, porque não vou ter todo esse tempo para de fato se chegar a uma ação. Não, tenho que achar um equilíbrio de rapidez para de fato agir da melhor forma. Que que eu não posso fazer é a inação.
Espero que esse vídeo possa ter sido útil para você. Se foi útil, deixa aí nos comentários se faz sentido para você isso. E eu desejo a você um grande abraço.
Mas antes, confere um outro vídeo que tem aqui no canal. Eu vou deixar o card que vai aparecer aqui, que eu creio que vai lhe ajudar ainda mais a lidar com os imprevistos dentro do planejamento. Um grande abraço e até o próximo vídeo.