A turma agora aí, Andrezão na área, ó ele aí. Boa tarde. Eu pensei, você virou Uber, rapaz. Eu tô com a impressão que era mais lucrativo. [risadas] Bom, você que é aqui do Rio conhece bem. Eu tô, eu vim visitar uma cliente aqui, almocei com um parceiro de negócio que é grande parceirão nosso. Boa. E é o seguinte, meu irmão. Tô em Campo Grande. Eita nós. Campo Grande. Campo Grande é longe, então demora para eu voltar. Eu falei: "Cara, eu vou entrar online e vamos fazendo aqui. Confiar na gravação aí que depois eu vou vou
pegar essa transcrição para p as anotações que eu não vou ter como anotar. Boa, mas vamos embora. Tem que voar com gaiola e tudo, como nós dizemos. Adorei essa. Campo Grande é longe. Até de Campo Grande. Campo Grande de Campo Grande é longe. Negócio é feio. [risadas] [suspirando] Boa, boa, gente. Ó, vou fechar um pouquinho aqui porque o barulho tá grande, tá? Qualquer coisa eu chamar. Beleza. Que que acontece hoje? Quem aqui já viu minha palestra? O André já algumas vezes, o PC já também. Claudinha, ainda não. Hoje vocês vão entender muita coisa que eu
faço no palco, muito, porque é exatamente o que a gente vai aplicar aqui nessa aula de hoje, que é neurociência no palco. Por isso que eu falei que a aura é longa e técnica, porque eu sei que eu vou trazer muitas coisas aqui que vocês nem nunca ouviram falar, tá? E o nível de profundidade desse conteúdo é muito alto, tá? É muito alto. Então assim, eh, vai dar para aplicar tudo já nas próximas semanas? Não, mas você já vai ter o aprendizado para começar aos poucos incluindo o teu processo, tá? Então são muitas ferramentas. O
que que eu quero mostrar hoje? Eu quero mostrar para vocês como o teu cérebro, o seu corpo e a tua história trabalham juntos para transformar qualquer palestra numa experiência que marca a vida das pessoas. A maioria dos palestrantes, eu vou dizer para vocês, sem medo de errar, 98, 99% acredita que só o bom conteúdo e a forma que ele tá que ele entrega no palco, ah, porque eu sou músico, eu sou mágico, eu sou isso, eu sou aquilo, e vai dar certo. Gente, o cérebro não reage ao conteúdo, ele reage ao corpo, à voz, ao
estado emocional de quem tá no palco. Então, anota isso se você puder. O palestrante, ele não entrega frases, ele entrega estados mentais, entende? Então, nessa aula, eu vou conduzir vocês num passo a passo, começando aí por fundamentos e depois a gente vai aprofundando em linguagem de corpo, na voz, narrativa, uso de palco. E a gente vai chegar até as técnicas mais avançadas, como sincronia neural, N400, é embasamento neurocientífico aliado à tua performance, entendeu? Então é muito profundo, literalmente. Não é brincadeira. O que a gente vai falar aqui hoje é é algo que para começar eu
nem entregava no tour, tá gente? Vocês são a segunda turma que eu tô entregando no tour. Por quê? Eu só entregava no PEX Plus, que é, entre aspas, um próximo passo natural, porque assim, tem que trabalhar durante muito tempo. Mas depois eu olhei e falei: "Cara, não faz sentido eu não entregar pelo menos um começo aqui para eles começarem a aplicar, porque vai fazer diferença até no material que vocês vão entregar". Então você nunca mais a partir de hoje vai enxergar uma palestra da mesma forma que você enxergava, tá? Esquece, esquece, não vai ser mais.
Para começar, você tem que entender o que a gente chama de pirâmide da comunicação de impacto. O que que é isso? Antes de falar de técnicas mais avançadas, a gente precisa entender o desenho geral ali da comunicação. Então, imagina uma pirâmide, tá? Na base dessa pirâmide estão três elementos: corpo, voz e história. Então, se você quiser desenhar uma pirâmide, pode desenhar na parte de baixo, corpo, voz e história, tá? Se esses três estão desalinhados, não importa o teu slide, não importa a cpia, não importa o conteúdo, a mensagem vai perder, vai perder força. Corpo, voz
e história tem que estar extremamente alinhados. No próximo passo, na próxima parte da pirâmide, você tem mais três níveis. Primeiro nível acima da base é estratégia narrativa. É a forma como você tá organizando a tua fala. É tudo que a gente fez até aqui, né? Como você alterna entre história, técnica, emoção, lógica, tá tudo aqui. No segundo nível da pirâmide tá o estado emocional. Ou seja, o estado emocional que você cria na plateia, não só que você sente, é o que você faz a plateia sentir. E no topo da pirâmide tá a transformação. Então, guarda
corpo, voz e história. No nível acima, estratégia narrativa. No segundo nível, estado emocional. E no primeiro, transformação. A pergunta aqui é simples. Depois de te ouvir, o que que mudou na vida dessa pessoa? Então, guarda essa pirâmide. Segundo nível de novo, mestrão. Oi. Segundo nível. Segundo nível. Estado emocional. Estado emocional que você ativa nele. E no primeiro, transformação. O que vai ficar depois que o microfone for desligado? Então guarda corpo, voz, história, estratégia narrativa, estado emocional, transformação. Gente, tudo que você fizer no palco, do jeito que você entra, ao jeito que você sai, tem que
fortalecer um desses seis pontos. Se não fortalece nenhum, é excesso. E excesso a gente corta, porque na tua fala, na tua palestra, tudo que é excesso gera ruído. Então não faz sentido ter ruído. O mais, o que a gente mais precisa fazer é eliminar ruído. Entende? O que que a gente precisa entender? O corpo, ele já tá falando antes da sua boca ser aberta. Tá? Isso aqui é uma técnica chamada de embodiment. Vou escrever aqui, ó. Embodimento, já dizendo antes de você dizer qualquer coisa. Então, a base é essa. Tem uma frase que eu quero
que vocês não esqueçam nunca mais, que quando eu ouvi isso no meu no meu estudo de neurociência, abriu minha mente. O corpo dá impressão antes da intenção. O corpo dá impressão antes da intenção. Então, antes da plateia entender o que você falou, ela sente o jeito que você tá reagindo, a forma que você tá reagindo. O estudo da linguagem do corpo se chama cinésica, né? Então não é sobre virar um robô, tá gente? É importante dizer isso, nem decorar pose de palestrante, ó, super homem, mulher maravilha, não. É alinhar o teu corpo com a mensagem
que você quer transmitir. E esse alinhamento é o embodiment, é quando o teu corpo incorpora a mensagem. Então, se você tá falando naquele momento de confiança, mas você tá com o ombro caído, o cérebro da plateia vai acreditar em quem? No teu texto ou no teu corpo? Nessa disputa aqui, a gente volta lá pra pirâmide, o corpo vai ganhar. Então, tem alguns princípios muito básicos de embodiment que você tem que entender. Primeiro, postura. Postura sempre vertical, peito aberto, ombros levemente para trás, com horizonte. Essa postura aqui, ela comunica três coisas: presença, segurança e liderança. Então
eu tô alinhado, peito aberto, entendeu? Ombros levemente para trás. O queixo aqui alinhado com horizonte, eu tô comunicando segurança, presença, autoconfiança. Então, em todo momento que a tua mensagem for dizer algo nesse sentido, e essa é a tua postura. Segundo, mãos visíveis. Como assim? Toda vez que você esconde as mãos, seja atrás do corpo, no bolso, ou muito grudada no corpo, escondendo, você reduz a sensação de transparência. As suas mãos, elas precisam estar sempre visíveis e acima da linha da cintura. Acima. Nunca braço esticrado para baixo. Isso aqui aumenta a percepção de credibilidade. Outra, nunca
acima da linha da cabeça, a não ser que você queira fazer um gestual diferenciado. E a gente vai entender sobre gestos daqui a pouco. A mão, ela vai estar sempre aqui, ó, entre a tua linha de cintura e a tua linha de cabeça. Nunca para baixo, nunca para cima. Terceiro, os pés eles caminham firme. Nada de balançar o pé de um lado pro outro, de ficar girando no seu próprio eixo o tempo todo, a não ser que estejamos em um palco 360. Aí você vai ter que girar. Fora isso, não tem porquê. Quando você tá
defendendo uma ideia importante, o pé tá fincado no chão, como se você tivesse enraizado. Isso passa o quê? firmeza. Então, tô falando algo para você que é muito firme, que é algo importante. Eu tô com o pé fincado no chão. A sensação que a pessoa que tem lá do outro lado é: "Olha como esse cara é firme, olha como ele é forte. Isso muda tudo." Quarto movimento, o tronco alinhado e com movimentos intencionais. Que que é isso, Alisson? Você não vai ficar com uma agitação sem sentido. Você tá no palco, você não tá no palco
para para ficar queimando energia. Você tá no palco para direcionar a estratégia, tá? Então, se eu vou eh eh ativar um verbo de ação, eu vou eh se eu tivesse naquele momento usando um verbo de ataque, eu tô atacando o público, o meu corpo vai pra frente. Postura de ataque. No momento que eu tô falando de dor, de sentimento, de emoção, o meu corpo tá para trás. Aí eu posso até fechar um pouco a expressão. Por quê? Eu tô falando de dor, eu tô falando de sentimento. Quando eu vou falar de alegria, eu expando, eu
abro o movimento. Percebe como cada um gera um gatilho diferente? Fala, PC. Eu já tava assustado que ninguém levantou a mão. Vai, meu irmão. PC Macedo. Foi sem querer. Será que ele levantou a mão sem querer? Bom, se for PC, na hora que você, se não foi sem querer, na hora que você precisar falar, você pode abrir o microfone. Ele tá dirigindo, já viu, né, gente? Eu acho que é o sinal dele que não tá bom, porque ele abriu o microfone e a gente não tá ouvindo. Acho que agora eu voltei. Agora você voltou. Fala,
meu irmão. Ops, cara, desculpa sinal na rua. Seguinte, eh, isso aí vai falar também com as escolhas de arquétipo que a gente vai, né, usar. Isso eu entendo que tá diretamente sincronizado. Total, por isso ela vem depois. Total ligado, tá? Então deixa eu botar mais uma pergunta para botar um pouco mais de tempero nesse negócio. Gosto. Eh, e quando você Isso tem que tá diretamente relacionado também ao tema, porque se você tem mais de uma palestra Ah, tá. Então beleza. Já, já, já peguei o que que dá para pegar aí de do artístico para essa
parte aí. Entendeu? É, quando você falou que palestra tem que ter entretenimento, virou uma chave na minha cabeça aqui e aí eu tenho usado esse paralelo só para ter certeza. Beleza. Beleza. Está, tá ligcado. Desculpa interromper. Você você canta eh show must go On igual você canta I will Survive? Graças a Deus eu não canto I will Survive, but diferente cantar even flow e cantar luz my religion. Entendeu? A postura é outra. Entendi. Perfeitamente, perfeitamente, perfeitamente. É muito diferente. É, contigo eu posso levar a música aqui que você vai pegar na hora. É esse o
jogo. A, a mensagem que tá passando é outra. Beleza. Ta, eu tava imaginando que era, mas para não presumir, eu prefiro ter certeza. Eu gosto disso. Eu gosto disso. Só que então, boa. Beleza. Vamos com tudo. Top. Tem muito mais. tem o que a gente chama de microgestos de credibilidade. E aqui, gente, se eu for aprofundar, a gente faz uma aula de 7 horas só sobre microgestos de credibilidade. Então, eu vou contar só alguns poucos, que eles são importantes, tá? que eles são muito importantes para passar Credibilidade, tronco alinhado sem se jogar para trás nem
pra frente. Tronco alinhado, credibilidade. Mãos na altura do peito. Quando você vai explicar algo importante, pose Fátima Bernardes, sabe? Eu tô aqui, ó. Aqui é algo importante, é um ensinamento, é uma técnica. Palmas para cima. Quando você tá convidando, você tá abrindo uma ideia, o teu, a tua mão já tá dizendo: "Eu tô abrindo uma ideia, tô abrindo uma oportunidade". Palmas para baixo, se você tiver firmando uma posição, concluindo um raciocínio, se você fechar, então fica ainda mais forte. queixo levemente elevado quando você vai falar de olhar à distância, quando você vai falar de futuro,
não é como quem desafia a plateia, não, tá? Levantar e olhar pros caras assim, não. É aqui, eu tô olhando o futuro, ó. Meu olhar vai acompanhar, que é outra técnica que vocês vão entender que é ocules. Você tá enxergando um futuro possível, então você levanta um pouquinho do queixo, entendeu? Isso muda tudo, gente. Tudo isso antes de qualquer slide aparecer, tudo isso antes de qualquer fala, já passa uma mensagem forte. É por isso que eu te falo, a palestra ela começa no silêncio do corpo, antes da primeira palavra acontecer. Quando você começa a falar,
você já tem que, você já passou uma mensagem. Exemplo, eu tenho uma, entre aspas, rotina. Eu ia dizer mania, mas mania não é a melhor palavra. Eu tenho uma rotina. Eu nunca entro pelo fundo do palco, a não ser que eu não tenha outra opção, nunca. Eu sempre entro correndo pelo meio das pessoas, especialmente se for a palestra atitudinal. Por quê? Porque eu já tô fazendo assim, ó. Olha para mim. Olha aqui para mim, pô. Tô fazendo diferente de todo mundo. Olha para mim. Eu já tô passando uma mensagem de atitude, de energia. Eu não
vou entrar no palco. Oi, tudo bem? Não, pô, a mensagem sobre atitude. Caramba, eu tenho que entrar com atitude. Ponto. Eu tô com umas ideias malucas, já falei para vocês, né, da minha segunda vida, que é a questão moto, né? Tô com umas ideias malucas que quando for palestra mais perto e que eu conseguir entrar com a moto, eu vou entrar com a moto pelo meio do corredor. Vou entrar de moto. Não, não fazendo assim, né? Claro que é uma Harley. Então, mas vou entrar pelo meio. Eu tô mostrando atitude, percebe? Então, é realmente fazer
a congruência, as pessoas entenderem a congruência da tua mensagem. Falando sobre gestos. A gente tem no mínimo quatro tipos de gestos que você pode fazer na tua palestra que vão gerar congruência com a Tua mensagem. Quatro, gestos simbólicos, gestos ilustradores, gestos reguladores e gestos icônicos. Ó, os gestos que você faz, eles têm quatro subdivisões. Alisson, mas eu só aponto que mensagem você tá passando na hora que você aponta. Você sabe não? Então você pode estar errando. O gestual ele é planejado. Como assim, Adison? Vamos lá. Tem muito palestrante que ele não é falta de gesto,
ele é quase um italiano, mas é o gesto errado na hora errada com gatilho errado. Gestos de mais, gestos de menos. Então, para organizar isso, a gente tem que entender esses tipos, tá? Exemplo. Primeiro gesto é o gesto simbólico. O que que é o gesto simbólico? Ele tem um significado muito claro. Ele é reconhecido pela cultura mundial. Por exemplo, se eu faço assim, você já sabe o que eu tô dizendo, não sabe? Quase todo mundo entende. É legal, joia, [roncando] positivo. Se eu faço assim, você já sabe, tem alguma coisa errada. Se eu faço assim,
você já sabe. Se eu mostro assim, ó, você já percebe que já tem um símbolo associado a esse gesto. O gesto simbólico, ele serve para ancorar conceitos. Então, quando você for falar, gente, eu vou apresentar para vocês três pilares, você vai fazer um gesto simbólico. Por quê? Se o se a mensagem é recebida pelo cérebro muito mais pelo corpo do que pela palavra, quando eu faço assim, a pessoa já entendeu. Eu não precisava nem falar. E aí ainda vou fazer assim, ó. Primeiro, ó, já trouxe para ela. Segundo, terceiro, aí quando eu vou falar e
eh foi tudo bem, pô. Foi legal. Caraca, gente, não deu certo. Ó, se eu fizer assim, ó, as pessoas já entendem. Isso é um gesto simbólico que fixa na mente da tua plateia o que você tá falando. Esse é um dos tipos, tá? Então você tem que guardar tudo que as pessoas já sabem, que eu não preciso explicar, é um gesto simbólico. OK? Segundo, gestos ilustradores. O que que são gestos ilustradores? Esse ele não tem um significado fixo, ele nasce do conteúdo do que você tá dizendo. Então você faz assim, ó. Foi uma longa jornada.
Aí você desenha uma linha aqui no ar, ó. Eu tô ilustrando o que eu falei. Se eu falo, pô, era algo gigantesco e eu abro os braços, eu tô fazendo a plateia enxergar o que eu tô dizendo. O gesto ilustrador, ele aumenta a clareza e a imaginação visual. Lembra a diferença entre contar e narrar? Lembra disso, gente? Vocês estão todos com câmera fechada e não estão falando comigo no chat. Eu não sei nem se vocês estão aqui, hein? Então, pelo menos me respondam no chat, tá? que aí eu vou entendendo. Tô na área. Tô na
área. Boa. O gesto ilustrador, ele ele aumenta a clareza, ele ajuda o cérebro a construir a imagem interna. Então, onde tem imagem interna, tem mais memória. Então, eu já sei o gesto simbólico. Eu já sei o gesto ilustrador. É como se eu tivesse desenhando o que eu quero te falar, Tá? Eu quero te falar algo e aí eu tô desenhando para você. Terceiro, gestos reguladores. O que são gestos reguladores? São gestos que controlam a dinâmica de interação entre você e o público. Então, quando você faz assim, ó, eu tô controlando. Eu fiz todos fazerem silêncio.
Quando você faz assim, ó, calma aí, ele vai falar. E aí eu aponto pra pessoa, eu já tô dizendo, eu tô controlando a dinâmica a partir de gestos. Quando eu me curvo e faço assim, ó, e aí digo que vou coxixar para alguém, eu já tô regulando a troca ali entre as pessoas. Os gestos reguladores, eles são os os gestos que comandam a energia do público. É, é a hora que você fala sem sem palavras assim, ó, agora é comigo, agora é com vocês, agora eu quero sua atenção, agora você pode falar, agora você interage.
Percebe? Tá dando para entender a diferença, gente? Simbólicos, reguladores, ilustradores. Tá claro? Top. E o melhor de todos, gestos icônicos. O que são os gestos icônicos? Os gestos icônicos, eles são gestos criados por Você. Você vai criar para de alguma forma gerar uma interação exclusiva com o teu público. Alisson, ficou difícil de entender. Simples. Quem é que já viu a palestra do Rafael? Eu sempre esqueço o sobrenome do Rafa. Pera aí que eu vou achar aqui. Rafa, eu acho que eu tenho gesto icônico para dividir com vocês. Hã, é o seguinte, já virou até figurinha
aqui nos meus mentorados e tal. Eu vou, né, com toda a segurança do mundo, botar o telefone aqui, né, e mostrar o gesto. Normalmente eu digo pros caras o seguinte, cara, o vendedor tem que ter um nível de autonomia para ele não ficar demandando demais o gestor de vendas, o líder ou o que seja. Então, isso tem que tá planificado, organizado para que todo mundo saiba o que tem que fazer na hora que tem que fazer, para que você possa chegar pro teu vendedor e falar: "Querido, sabe o que que isso quer dizer? Dá teus
pulos. Que boa gesto icônico. Ó, ó que massa. Todo mundo usa todos os Tá travando. Tá travando bem PC. Mas eu entendi. É um gesto icônico. Agora, olha que legal, você usando ele palestra já foi. Hum. Olha, você usando ele na palestra, na hora que você entra, você começa a falar e aí você vai chegar no momento que você vai falar, dá seus pulos, OK? Aí você ensina eles. Sabe o que eu digo pra minha galera, gente? É isso aqui, ó. Sabe o que é isso aqui? Dá seus pulos. Então, toda hora que eu disser
isso, que eu mostrar isso aqui, sabe o que você vai me responder embaixo? Dá seus pulos. OK. OK. Primeira você ensinou, na segunda ainda vai tá mais assim, na terceira a galera vai fazer com você. Eles vão começar a replicar. O Rafael Medeiros, ele tem um gesto icônico muito legal que ele é para levantar a energia do pessoal, tá? Aí ele faz assim, ó. Toda vez que eu fizer assim, ó, você vem comigo na energia e e ela vai subir y até explodir. Ok. Ok. Ele treina isso no início da palestra e ele faz a
palestra inteira. Percebe que deixou o conteúdo de lado, virou uma brincadeira, virou uma interação, virou algo diferente. Isso é o gesto icônico. O gesto icônico é algo que sozinho ele não representa nada de nenhuma. Primeiro você tem que explicar e aí você vai trazer a turma para fazer com você. Aí você deu, aí deu certo, porque se você simplesmente fizer e ensinar eles e daqui a pouco ele e e você só mostrar, virou um gesto ilustrador. Deixou de ser um gesto icônico. O gesto icônico ele gera interação. Por exemplo, a gente tem um tem um
amigo, já vou abrir para você, Clá, tem um amigo que é o Jamson. O Jamson, ele faz assim, ó. Ele começa a palestra dele contando uma historinha. Aí a velha historinha do cavalo. Ah, o cara caiu, o caiu do cavalo e quebrou a perna. Aí ele, aí as pessoas diziam: "Nossa, que azar que teve seu filho". E ele fazia assim, ó. Aí ele ensina o pessoal, quando ele faz assim, o pessoal responde: "A cabeça e o ombro ao mesmo tempo, ó". Aí o pessoal responde: "Depende, porque na semana seguinte teve a convocação pra guerra, todo
mundo foi convocado, menos o filho do fazendeiro tinha quebrado a perna". Aí as pessoas disseram: "Nossa, como seu filho tem sorte e o fazendeiro dizia, aí ele já não fala mais, quem fala é o público. Depende." E aí ele vai contar outra história. Ah, porque aconteceu isso e aquilo e as pessoas diziam: "Ele teve azar". E eu dizia. Aí o público já fala: "Depende. Percebe? Não é você falando só mais. Virou um gesto icônico." E as pessoas vão olhar para você daqui a pouco na rua e vão fazer assim, ó, que elas já vão saber
e elas vão conectar você. Diga, clau. O que eu ia perguntar era justamente assim, qual é a frequência do uso de um gesto icônico? Ele precisa estar presente por muito tempo ou ele é um gesto que ele se aparece em algum determinado momento e tá OK ou ele tem que se manter? O gesto icônico, ele ele dá o tom dessa interação entre você e a plateia. Então, quanto ele tem que aparecer? O quanto você queira que a a plateia esteja ligada a você. Agora olha como a gente pode conectar as ferramentas. Lembra sobre viradas emocionais?
Que a cada 5 minutos você tem que virar a emoção das pessoas para ela não dormir? O gesto icônico faz uma virada emocional. Uhum. Por quê? Porque o cara vai entrar com você, ele vai falar com você, ele vai interagir com você, então o cérebro dele reseta. Uhum. Alisson quer dizer que eu tenho que fazer a cada 5 minutos? Não, você pode usar outras viradas em alguns momentos e usar um gesto icônico como uma virada em outros, entende? Então, o ideal do icônico é que as pessoas peguem. Ela tem que pegar e a pessoa só
vai pegar com a repetição. Não dá para fazer uma vez e acabou. Se você fizer uma vez e acabou, não vai pegar. vai virar um ilustrador. Agora se você repetir quatro ou cinco vezes, daqui a pouco as pessoas estão fazendo. Eu acho que eu travei, gente. Tô aqui ainda. Oi. Tu tá travando para mim em alguns momentos, tá, Alisson? Em alguns momentos da tua gravação de hoje, ela tá travando. Eu também fiquei pensando ser assim seja eu. Também é para mim também. Aí eu tô aqui, como eu tô no trânsito, tô entendendo assim, mas tá
maneiro. Vamos embora. Segue o baile. Mas vocês estão me ouvindo? Sim, sim, sim. Só às vezes que dá uma travada na imagem, tá? Pois é. Pois é. É isso. Top. Qualquer coisa, se se atrapalhar o entendimento, vocês me avisam e aí a gente vai seguindo. Você conseguiu entender, clau, a questão do icônico, da repetição? Sim, sim. Aham. Top. Fico imaginando isso agora. Como é que, como criá? É, não, agora agora vocês vão ver o tanto de desafio que vocês vão sair daqui hoje. Como que eu coloco isso aqui, gente? Como é que eu coloco isso
aqui? Marcão, fala aí para você que ia ficar mais hard. Alisson, meu amigo. [risadas] Alisson, é obrigatório. Eu nada é obrigatório. Pode ser que na tua palestra não encaixe. Pode ser. Por exemplo, na atitudinal eu fazia um gesto icônico. Na síndrome da empresa invisível eu já não tenho. Por quê? Para esse tema não faz sentido. A palestra tá bem amarradinha, não preciso colocar, não preciso. Mas é claro, aumenta muito a interatividade, muito. Muda o jogo. Deu para entender direitinho os quatro tipos de gestos? Top. Seguindo, tem algo que a gente chama na oratória neurocientífica, que
é prosódia básica. O que que é a prosódia básica? Você já entendeu o que teu corpo tá falando, só que a voz também precisa sair. A voz é a trilha sonora da mensagem. Ela que dá ritmo, emoção, urgência, calma, tudo que você tá entregando, os ritmos que você vai entregar, a tua fala vai utilizar. E esses ritmos, essa entonação, essa pausa, é a prosódia, que em alguns estudos você vai ver também como paralinguagem. Então, eu vou ensinar para vocês quatro tipos, quatro modos de voz, que é o que você vai usar muito mais nas palestras,
tá? tem números, mas com esses quatro aqui você praticamente vai cumprir tua palestra toda. Primeiro é a voz narrativa. O que que é a voz narrativa? É a voz que você usa quando você conta uma história. A voz narrativa, ela é um pouco mais lenta, tá? Ela tem variação de tom, ela tem curva, ela é como se ela puxasse a pessoa para dentro do enredo. Você usa essa voz muito quando você tá no passado. Então você tá contando momentos ali da sua jornada, da jornada do cliente. Então você usa uma voz um pouco mais lenta.
Gente, vou contar uma história para vocês. Em 1977 aconteceu isso, isso, isso, aquilo. Ó, mais lento. algumas variações de tom, algumas curvas, eu tô trazendo a a pessoa para prestar atenção em mim, sabe? É é aquela, sabe aquela voz da Discovery que conta ali as histórias, sabe? tá mostrando um canal do Discovery, fala assim: "Agora o cara vai fazer isso, isso, isso e aquilo e hoje ele fez isso e isso aquilo ali é uma voz narrativa." A minha preocupação é de não torná-la uma voz monótona. É isso. A voz narrativa, ela não pode ficar muito
tempo. Uhum. Ela não pode ficar muito tempo. Se ela ficar, mesmo que a história que permaneça, mesmo que essa história permaneça por mais tempo. Aí você pode usar a ferramenta, você pode usar uma ferramenta aqui, tá? Tá narrativo, tá meio chato, tá meio Discovery channel, tá meio Berg Wheels, que é aquela narração do Berg Wheels, chata demais. Que que eu faço? Joga uma virada emocional, joga um jogo um gesto icônico para dar uma mexida no público e volto. Oi. É obrigatório usar essa voz? Nada é obrigatório, irmão. Não tem nada obrigatório. Tá beleza. Porque o
que me chama atenção é o seguinte. De repente, volto a dizer, tudo depende da temática da palestra. Concordo. Entendo isso claramente. Só que às vezes quando a história é muito longa, tá? Você vai falar por três, 4, 5 minutos seguidos. Uhum. Eu acho arriscado [limpando a garganta] que vai cair. O meu mesmo medo que a Cláudia tem. Aham. Já aconteceu comigo, inclusive, lembrando que eu nunca dei palestra. Eu sempre dei aula, né? Eu achava que era palestra, mas era aula. Então o que que eu fazia? Eu já imprimia [limpando a garganta] um outro tipo de
voz desde o início, um pouco mais, como é que eu vou dizer, animado, entusiasmado e tal, para não ter que fazer o silêncio dramático ou não ter que fazer um corte de tom de voz assim para cima na hora do meio do enfim, boa. Então, a minha dúvida era essa, como não é obrigado, beleza, foi. Não tem obrigação, mas ela vai aparecer em alguns momentos, mesmo que você não queira, por ela é a voz intuitiva e é que a gente já usa na hora de contar a história, entendeu? Então ela vai vir, ela vai vir,
você não vai estar nem imaginando ela veio. O que você vai ter que ter, beleza? É o que você vai ter que ter cuidado é de trazer outras trazer outros outras técnicas aqui. Por exemplo, a segunda é a voz técnica. A voz técnica, ela é mais reta, ela é mais clara, mais objetivo, ela tem mais objetivo, ela tem pouca curva emocional, ela tem menos musicalidade, é a voz que explica o método, que lista passo a passo, que gera conceito, entendeu? Se você usa e voz narrativa demais em conteúdo técnico, a plateia pode se perder, porque
a voz técnica, ela tem um tom professoral. A ordem da voz técnica é clareza. Então, gente, ó, para isso aqui tem três passos. Passo um, percebe a voz tá reta, ó. Eu não tô gerando emoção em nenhum momento. Eu tô quase imperativo. Isso é uma voz técnica. Eu vou gravar, eu vou fazer um texto hoje, um res que vai entrar hoje. O texto tá pronto. Eu vou gravar ele daqui a pouco. Quando a gente terminar aqui, vocês vão ver voz técnica de cima a baixo. Por quê? É um passo a passo. Então, quando você vai
dar método, voz técnica, voz mais reta, não tenta gerar emoção no meio do método, não vai ser legal. Não vai encaixar. A recepção é diferente. Terceira. A terceira é a voz emocional. A voz emocional é a que é onde a respiração aparece mais, onde a palavra ganha mais peso. Ó, acabei de usar ela aqui. Em que existe uma presença maior do silêncio entre as frases. Essa voz é quando você vai falar de dor, de decisão, de virada de chave, de alegria. Só que a mesma coisa da voz narrativa, a gente tem que pensar paraa voz
emocional. Não pode ser usado o tempo todo, porque voz emocional cansa. Ela cansa o público. Então ela é a voz dos momentos chave. Ela é a voz ali, aqui eu preciso gerar uma emoção para levar a pessoa pro caminho de um CTA. Ou aqui eu tenho aqui eu tenho que fazer ela chorar. Aí eu vou usar a voz emocional. Não pode ficar o tempo todo. Ela é só pro pros como é que eu posso dizer? Pros pontos mais importantes da palestra, você traz a voz emocional. Agora percebe, tô contando uma história no passado, voz narrativa,
e aí tem um momento ali que gerou uma emoção muito forte em mim, que eu preciso que gere emoção no público. Eu trago a voz emocional, já misturei as duas. Percebe? Aqui é o jogo, é você nadar bem nos quatro mares, aí dá certo. E a quarta, a voz emocional, ela é simples porque você já sabe como gera emoção. A quarta é a voz de comando. Qual é a voz de comando? Frase curta, entonação firme, sempre com uma queda no final. E a voz é chamada para ação. Então, quando você diz assim, ó, olha para
mim, decide hoje, levanta a mão. Quem? Repete comigo. Percebe? Ó, frase curta, ordem caindo o último tom. Tudo isso, voz de comando. Se você tenta fazer uma voz emocional na hora do comando, é o que eu falo da pessoa que fala assim: "Pega o teu celular, ó, subiu o tom e uma voz mais emocional. Não vou pegar, não vou, pô". Agora fala: "Pega o celular, o cérebro já recebe a ordem". Tipo assim, pega aí, por favor. [risadas] Por favor. Ô, Marcão, exatamente o que eu ia falar. Já gera o tom de pergunta, mesmo que você
não esteja perguntando. Percebe? Se você não não entrar firme e fechar curtinho, acabou. É ordem, é lei, tem que fazer, entendeu? Quem já tá quem tá seguindo fala eu. É uma pergunta. É praticamente uma pergunta. Entendeu? Você tem que levar para pro cara entender que você tá você não tá dando chance para ele pensar. É uma ordem. Cumpra. Ponto. E o mais legal, tem um elemento que amarra tudo isso, as quatro vozes, que é a pausa. Se você não dominar a pausa, você vai cair. Por quê? Porque a pausa ela tem funções. Ela tem funções,
gente. Se você dominar três tipos de pausas, você vai dominar a fala. Olha eu dando, querendo dar aula de fala pra Cláudia, né? Agora que eu pensei nisso, Clau. [risadas] Ai, Jesus querido. Lembra? Cortou tua? Lembra, lembra que eu sou uma fonudióloga? adormecida. Faz tempo que ela não mais faz, não faz mais parte de mim. Fica tranquilo. Falei: "Ó, eu Passando vergonha aqui, eu vou falar besteira aqui, ó". Tu é o mestre, meu bem. Não coloca isso no outro lugar, não. Tu é o mestre. Pode sim. É o osso de fono assim, eu fico me
tremendo por causa da gagueira, sabe? Do articula, Marcos. Articula. [risadas] Já ouvi muito isso. O meu e o meu era assim, regula melhor teu rádio, para de chiar. Você tá cheando muito. [risadas] Tira esse X aí. Não tem X aí. É um S. É cruel. É cruel. Já em São Paulo. Isso já em São Paulo, né? Fala primeira do Rio. Ah, na Globo. O meu, o meu é o meu meu fone é carioca. E ainda fala o seguinte: "Vem cá, por que que tá sopro? Cadê a intensidade?" [risadas] Entendeu? Cada um com seu problema, gente
boa. Dar teus pulos aí de novo, ó. V dar teus pulos aí. Fala assim para ele, ó. [risadas] Tá expulo, negão. Bora. É para resolver, não é para contar a história, não. Não tem como. Três pausas vão mudar tua a tua fala. Primeiro, a pausa antes da frase. Por que a pausa antes da frase? É a pausa da expectativa. É, é na hora que você leva o cérebro da pessoa a pensar assim: "Vem algo grande aí. Eu faço assim, ó. Tem uma parte da palestra atitudinal que eu vou fazer uma brincadeira e aí eu faço
uma voz. Primeiro de comando, pega o celular, pega o celular, pega agora. Pegou, pegou. Entra agora na lista de aplicativos. Aí o cara entra. Agora você vai abrir o aplicativo, pausa. Gerar expectativa. E aí, ó, eu vou levar uma voz emocional do banco. Quando eu faço isso, o que que já acontece? aquela risadinha, aquele comentário, eu tô levando eles ao sentimento que eu quero. Agora abre aí no aplicativo do banco, o cara fala: "Eh, ei, lá vem esse cara. Que que você quer?" Vai pedir um Pix? Aí eu já completo, né? Eu já quebro a
objeção dele. Calma que eu não vou pedir um Pix agora. [risadas] Agora não. Calma. Então, eu já tô criando a expectativa na pausa. Sempre a pausa antes da frase cria a expectativa, tá? leva para uma expectativa. Segundo, a pausa depois da frase. A pausa depois da frase, ela permite que o cérebro processa a informação. Sem essa pausa aqui, a frase forte se perde. Eu gosto de chamar a pausa depois da frase de pausa do aplauso. Como assim? Você falou algo forte, bonito, que vai gerar o aplauso. Só que você não usou a pausa, aí ninguém
te aplaude. Por quê? Você não deu tempo. Você não deu tempo do cara aplaudir. Na hora que ele preparou para aplaudir, você já emendou, ele separou, ele tá assim, ó. Ele tá preparado aqui para bater a palma. se atropelou, ele não bateu. Então, tem uma que eu uso muito que eu falo assim, tem uma frase de Winston Churt que eu amo que ele diz o seguinte: "Sucesso é seguir de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo". E aí eu pausa pro cara. Uau! Aí eu ainda vou repetir. Olha a força dessa frase. Sucesso é seguir
de fracasso em fracasso. Ó o ilustrador, sem perder a identidade, sem perder a intensidade. Por quê? Porque a vida não é assim. A vida é assim, ó. Altos e baixos. Então você quer chegar no sucesso, você vai ter um monte de baixo, só que aqui você se perde. A pausa depois ela faz o efeito aua uau. Se eu faço assim, sucesso é seguir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo. Essa frase é de Winston Churchill Premiere inglês. Você nem sentiu o peso da frase. Eu atropelei, eu fui embora. A pausa depois da frase é
obrigatória na tua frase masterizada. Todas as vezes que você for colocar a frase masterizada, pausa depois da frase. Por quê? Você não quer gravar essa essa frase? Quero. Então você tem que dar pausa. É a hora que o cérebro processa a informação. Gente, o nosso cérebro é burrinho. Ele é burrinho na condução, tá? O nosso cérebro e eh o consciente ele é burrinho. O inconsciente ele tá trabalhando de uma forma acelerada. O o consciente você tem que deixar ele ligar o lé com cré, o tico e o teco, entendeu? Então você atropela, não vai rolar.
A pausa depois da frase, ela faz o cérebro se conectar ao que você acabou de falar. Beleza? E tem a pausa da reação. Como assim? Você jogou a pausa do e a a a pausa depois da frase e aí teve a reação, teve o riso, teve o choro, teve o aplauso. E aí que que você faz? Não atropela, segura na pausa. Segura na pausa, aproveita a energia. Eu fui fazer uma palestra na Wizard, no Rio, gente, o carioca, e aqui eu posso falar porque tem três na sala e não é formação de gang, não é
quadrilha, não é nada disso. Eh, não, não, não, não, não. Segundo código penal, se passar de três, é formação de quadrilha. Aí complicou. passar. É, então o carioca ele é bom de papo. E aí você quando você vai pra empresa falar com a empresa, imagina só, todo mundo se conhece, é todo mundo amigo. Então você joga alguns gatilhos que vão ter reações onde não deveria. Aquele momento que você tem que continuar e a pessoa começa a zoar um, ó, esse aí é o Marcos, ó. Ó lá, tá falando de você, ó, aqui não sei o
que e tal, tal, tal. A galera tá rindo. O que que você faz? Pausa da reação. Espera a energia voltar para você. Por quê? Porque se você atropelar, ele vai perder o próximo ponto. Só que lembra que o comando é seu, a energia do palco pra plateia. Então vai ter momentos que você vai ter que chamar. Gente, ó, atenção aqui, fica comigo. Vai ter momento que você vai ter que chamar. Mas a pausa da reação, ela é extremamente importante. E gente, eu vejo palestrantes cometendo esse erro o tempo todo. O começou a aplaudir. Aliás, eu
utilizo a pausa da reação em alguns momentos em que eu vou exigir o aplauso. Como assim, Alisson? Vou vou dar dois momentos da da minha palestra da atitudinal, tá? que é a que a maioria que já viu, eu apresento a minha escrita do livro e aí eu mostro o vídeo da escrita do livro. Quando acaba o vídeo, eu dou, eu vou est na lateral do palco, tá em um canto do lado da tela, assistindo e reagindo ao vídeo junto com a plateia. A música vai tá tocando, eu vou estar cantando. Claro que eu não vou
estar aqui, mas as pessoas estão vendo que eu tô cantando. Segundo, eu tô seguindo a energia da música e a energia do ritmo do vídeo. Por quê? Porque eu preciso ativar a minha emoção. Eu preciso me emocionar com o que eu tô vendo. Porque se eu não me emocionar, a plateia não vai. Então eu tenho que trazer emoção para mim. Só se eu entrar nessa energia que eu vou conseguir, porque senão, ô, eu conto essa história toda semana, gente, Já tá chato. Eu não preciso me emocionar, mas preciso, porque se eu não me emocionar, o
público não se emociona. Então, terminou o vídeo, olha a pausa da reação. Eu sei que esse vídeo vai gerar aplauso, eu sei. Só que se termina o vídeo, eu falo assim: "Legal, né, gente? Pô, muito bom, tal. Já cortei o aplauso. Eu primeiro, digamos que o o telão é atrás de mim, tá? O telão é atrás de mim. Então, se o telão é atrás, eu vou estar na lateral dele, no cantinho aqui. Eu vou dar dois passos pra frente, microfone para baixo. Não tô com o microfone perto da boca. Ou seja, quem tá me assistindo
tá vendo, ele não vai falar agora. Não tem como. O microfone tá para baixo. Eu dou dois passos pra frente. Aí eu viro o corpo em direção à plateia. e dou mais de dois a três palcos pra frente com o microfone para baixo. O meu cérebro que já fez a sincronia neural, que vocês vão entender daqui a pouco, tá dizendo pro cérebro deles assim, ó: "Aplaude, filho da mãe, aplaude, aplaude, que essa é a hora". E ele só aplaude porque eu estou quieto, eu estou na pausa. Se eu já chegar falando, ele não vai aplaudir.
Eu não dei tempo. E ele aplaude todas as vezes. Aí eu chego com o microfone para baixo, cumprimento, levanto o microfone, agradeço E depois eu jogo uma frase forte na Argentina. Não, na Argentina vou fazer a síndrome da empresa invisível. Então vou contar a frase que eu falo, só para vocês entenderem novamente o poder da pausa. Pausa pós, tá? Pausa da reação, pausa após. Na verdade, tem várias pausas após aqui. Pausa, tem pausa antes e pausa após, mas vocês vão entender. Acabei de fazer isso, as pessoas aplaudiram, eu agradeci e eu falo assim: "A editora
me deu 42 dias para escrever o livro. A minha agenda me dava 20, mas eu escrevi, olha as pausas, criando expectativa em três. Pausa, que aí vem o o quê? Eu escrevi em três. Esse livro que tá na mão de vocês foi escrito em três dias. Pausa. Eu tô gerando impacto. Se eu só falo, gente, ó, eu tinha 42, mas eu escrevi em três dias. Três dias eu escrevi e aí o livro ficou pronto. Acabou a emoção. Não tem emoção. É aula, não é palestra. Agora eu tenho que usar, gente, a pausa é a coisa
mais preciosa que tem na tua oratória. Você não souber usar pausa, você vai cair. E aqui eu tenho, aí eu já posso falar que tem quatro aqui. E pro carioca e pro nordestino, usar pausa é difícil, hein? Que o carioca e o nordestino fala pela orelha, né? Por quê? Porque a orelha eu tenho duas, então eu posso falar dois lados de uma vez só. A boca só tenho Uma, entendeu? Então tem que aprender a utilizar pausa. Precisa, isso muda o jogo. O Messi, vocês viram aqui o Tedex dele, o Messi a gente fez alguns gatilhos
na palestra dele, porque na hora que ele ataca as pessoas, que ele faz o hack, que ele hackeia as pessoas, ele não só usa a pausa da reação, ele tem uma reação. Como ele faz uma risada maligna? Acabei de te hackear, mostrei para você que você foi hackeado e eu vou dizer assim: "Por que que vocês entraram nesse Qcode aqui? Porque eu falei que sou policial. [risadas] Ele dá um gargalhadão". Por quê? Para gerar o tremor no cara lá embaixo. O cara fala: "Meu Deus do céu, esse cara não é policial porcaria nenhuma". E ele
acabou de me hackear. E agora? Pausa da reação. A gente usou isso em três pontos da palestra dele. Ficou lindo. Percebe? É isso, gente. A voz não é só o volume do que você tá falando, não. Ela é instrumento. É o que conduz o cérebro da plateia do ponto A pro ponto B. Então, quando corpo e voz começam a trabalhar junto, o que que acontece? A plateia entra no teu ritmo, Aí ela se conecta a você e é aí que você consegue criar a famosa sincronia neural. A gente vai falar dela já já. É aí
que você começa a trabalhar o N400 de como o cérebro dela reage. Cada quebra, cada silêncio, isso muda tudo, gente. Quem é que já os viram minha palestra que estão conseguindo conectar o que eu faço com o que vocês me viram, o que eu tô falando com o que vocês me viram fazendo, não tem tudo isso? Tem tudo isso aí. Você fala mais uma vez, Alisson, dá muito trabalho, não é o trabalho e ensaio. Ensaio vai fazer acontecer. Calma que vai piorar. Vamos lá, meu amigo. Ontem quando eu fui te mandar negócio do roteiro, eu
fiquei com uma dor de cabeça, porque assim, eu tinha que diminuir uma palestra de 1 hora 8 para 40 minutos para um carioca assim que gosta de falar e que tu corta, tu olha assim, não tem sentido e não tem sentido e perdeu a essência e cara se dor de cabeça. Eu falei meu cabeça cabeça na parede, falei alisson, pelo amor de Deus. O mais legal é que essa de 40, semana que vem você vai me apresentar em 15. [risadas] Ó, semana que vem você tá falando aqui daqui a s dias. Ó, semana certa, você
tá de brincadeira comigo aí. [risadas] Tô nem dormindo direito, cara. Não tô conseguindo gravar a palestra. Os ensaios dos Teds, ó. [risadas] Cara, tá [limpando a garganta] dando um desespero que eu não consigo gravar a palestra, não consigo memorizar, meu amigo. Rapaz, você não tem ideia nem dormindo eu tô. Eu acordo falando da palestra. Não. E assim, ó, da música. Oi. Hã? Acorda assim. Vai acontecer algumas coisas porque você vai começar a ficar criterioso com você. Exemplo, eu vou fazer a a síndrome da empresa invisível depois de amanhã no Rio Grande do Sul. Aí mandei
uma mensagem pro meu designer hoje, falei assim: "Rogério, não tô satisfeito com o último quarto da do dos slides. Vamos mudar tudo?" Aí ele falou: "Vamos. Para quando é essa próxima palestra?" Falei: "Daqui a dois dias". Aí ele: "Não, você tá de sacanagem comigo? Não, você tá brincando comigo? Não, não é possível. Dois dias. É preciso que você me mande o primeiro corte hoje, que aí você vai me mandar, eu sei que eu vou querer mexer, tal. Aí ele falou assim: "E como é que você vai ensaiar com o novo slide?" Falei: "Vou fazer a
pergunta para mim. O que que o que que você faz de meia-noite às 6? E é para mim, eu vou ter que me virar. Ué, ponto. Eu não tô eu não tô arrumando sarna para eu me coçar. Então vou ter que ensaiar. Não, pô, porque você já tá acostumado com esse slide, tá? Mas não tá legal, velho. Tem coisa demais e tem coisa faltando. Então a gente precisa mexer. Vamos mexer. Ué! Problema é seu. Só faltou ele fazer para mim, né? Entendeu? Falou: "É contigo aqui eu ten gostou, né? Tu gostou, né? Agora já pegou
o gesto icônico. Já pegou, [risadas] já foi, já já vi que eu vou ter que botar na minha palestra, né? Já percebi. Colocar se vira aí. É contigo. Moleza. Moleza. Isso aí é natural, orgânico. Eu tô vendo que eu vou ter que puxar muita coisa orgânica, cara, porque senão não vou memorizar. É isso. É isso. Outra ferramenta maravilhosa que você precisa usar no palco, comunicação prêmica. O que que é comunicação prêmica, gente? Eu amo comunicação prêmica. Comunicação prêmica é a ciência da distância, tá? Tem um livro de um cara chamado Edward Hall, que ele lançou
em 1961, que se chama Dimensão Oculta. Que que esse gênio fez? Aliás, esse é um livro extinto. Eu tô eu tô tentando contato com a família responsável pelo espólio do Tol, que eu queria relançar esse livro, porque esse livro mudou minha forma de ver comunicação, mudou minha forma de me comunicar com todo mundo, inclusive e especialmente com os meus filhos. Que que Tolin e estudou? Ele mostra o seguinte: A comunicação prossêmica. Proêmica de proximidade. Ah, tá. Cêmica com X. Tá. Tá. O o que que ele estudou? A a linguagem técnica é a seguinte, é o
estudo das distâncias entre pessoas e como cada distância produz um estado emocional diferente. Técnica mais simples. A distância que eu tô de você faz com que você receba mensagem de uma forma ou de outra. Ponto. Vamos lá. Que que Tol fez? Ele dividiu a comunicação em quatro zonas. Quatro zonas. Quais são elas? A zona íntima, a zona pessoal, a zona social e a zona pública íntima, pessoal, social e pública. Tá? Agora, olha que maravilha que é isso aqui. Se uma pessoa está a mais de 3,5 m de você, Ela tá distante, ela tá na sua
zona pública, tá? O que que é a zona pública? A zona pública é a zona da autoridade, é a zona de entrada do palco, a zona do impacto, é a distância. que gera presença imponente. Então, eu tô lá no palco, eu tô a mais de 3,5 m do público. Ele gera distância, ele gera e eh uma um distanciamento imponente de autoridade. Só que a pessoa que tá mais de 3,5 m de você sabe quanto dos neurorreceptores de atenção dela você tem? Ó, que delícia saber disso faltando poucos dias paraa palestra. 10%. Quer dizer que eu
tô no palco e o filho da mãe que tá lá embaixo, ele só tem 10% dos neurotransmissores de recepção de atenção conectados em mim. Sim, se o celular dele tocar, ele vai olhar pro celular e não para você. Se a pessoa do lado cutucar ele, ele vai olhar para ela e não para você, porque você só tem 10%. Então, em que momentos que você usa a sua a sua zona pública para fazer a pessoa se conectar nos momentos mais técnicos, nos momentos mais, desculpa, emocionais, que mesmo estando distante, eu tô jogando outros gatilhos para ele
para gerar a sincronicidade neural. Momento emocional fica no palco. Sabe aquela pessoa que desce do palco para qualquer coisa no momento da emoção? Não. A não ser que haja intenção, que você já vai entender. Segunda zona é a zona social. A zona social vai de 1,20 m a 3,5 m. É a zona que a gente chama de zona do coxicho. Se eu coxixar, a pessoa ouve porque ela tá um esticar de braço, tá? Aqui ela é ideal que você use, que você vai explicar, que você vai passar técnica, que você vai apresentar método. Por quê?
Porque aqui eu já tenho 30% dos neurotransmissores de atenção. Então, eu vou explicar uma técnica. Aí eu desço do palco e fico mais perto das pessoas. Um método. Eu desço do palco e fico mais perto. Por quê? Ele vai entender melhor, pô. Ah, mas tem algo que eu preciso mostrar lá no slide. Sobe, mostra e desce. Percebe que eu não tô descendo do palco só porque eu acho legal? Eu desço com intenção, eu desço com ferramenta. Terceira zona. Terceira é a zona pessoal. A zona pessoal, ela tá entre 45 cm e 1,20 m. é a
zona do acolhimento, A zona da vulnerabilidade, da sinceridade. Então, quando eu quero abrir meu coração, quando eu quero contar uma dor, relatar-lhe uma verdade difícil, essa é a zona perfeita. É como se eu tivesse falando com uma pessoa só aqui, ó, ele tá aqui, ó, de 45 cm 1,20 m. Então, cara, deixa eu te falar um negócio. Você não acredita que eu passei por isso, velho? Olha isso aqui que percebe? é próximo. E nesse, nessa distância eu tenho 50% do seus neurotransmissores de atenção. 50%, Alisson. 50. É, imagina assim, ó, uma rodinha de amigos batendo
papo. Tô aqui batendo papo com meus amigos. Zona pessoal. Não tem alguém que de vez em quando pega o celular? Por quê? Porque é 50%, pô. 50% só. Então, outros interruptores de atenção vão acontecer e vão tomar. Diga, clau. Ah, mas isso tem a ver com o nosso movimento no palco, com a nossa aproximação. É, é nesse sentido que tu tá falando, aonde a gente tem que tá. É isso, essa jogada. Total, total. Eu quero gerar mais autoridade. Eu não vou pra frente do palco, eu vou mais pro fundo. Eu quero ficar mais distante. Uhum.
Eu vou gerar um pouco mais de emoção. Eu vou mais pro meio do palco, um pouco mais à frente. Eu posso até descer. Eu tenho que estar ali até uns 3,5 m. Alisson, mas o palco ele tem uma boca profunda, tem 70 m de público. Eu, a, a tua métrica sempre é a pessoa que você ancorou. Você vai ancorar em uma, duas, três pessoas no teu público. A tua distância dela é que faz a diferença. Então, se você ancorou com uma pessoa que tá lá no meio, é ali o teu ponto focal. Se você ancorou
com alguém da primeira fila, é ali o teu ponto focal. Só que percebe, mas o que, perdão, desculpa. O que que te faz ancorar? É a conexão que a pessoa estabelece contigo. Sincronicidade neural. A gente vai falar dela já, tá? A sincronicidade neural. Você você vai perceber que vão ter pessoas que na hora que você gerar a sincronicidade, alguns vão se conectar de imediato. O Wi-Fi conectou e aí você faz assim, ele faz assim. Você faz assim, ele faz. Você faz assim, ele faz assim. Você faz não, ele faz não. Esse tá completamente conectado. Ele
é tua âncora. Uhum. E você vai buscar. Aí tudo depende do palco, tá? Eu só tô adiantando um pouquinho, mas vocês já vão entender. Se o palco é meia boca, ou seja, ele tem 180º, eu vou conectar com quatro pontos. Um à minha direita, um quase ao centro, um quase ao centro, um à minha esquerda. Al, você falou no meio não, porque geralmente no meio tem um corredor. Se não tiver, você pode colocar um quinto. Se o palco for um palco 360, você vai ancorar com umas oito pessoas, de 8 a 10 pessoas. Por quê?
Você tem vários pontos de ancoragem. E é natural, gente, vai acontecer. Vão ter pessoas, você vai est falando, ele vai estar de cabeça baixa, não vai ter nem aí para você. Se você ancorar com ele, ele vai te jogar uma emoção negativa. Então não pode, tem que ser o que gerou sincronicidade. Uhum. Pegou, Clão? Sim. Lá na Argentina é 360. Não, Argentina não. Portugal é 360. Ah, em Portugal que é, né? Que eu tinha visto, fiquei na dúvida porque viu do Simone 360. Gente, PC0 é uma delícia. Eu ia te perguntar, isso faz diferença pro
palestrante o ou o total esse modelo, esse formato? Total. Eu eu gosto de fazer Portugal porque assim é um baita desafio pro palestrante o 360. Eu fico imaginando exatamente isso. Sempre tem alguém nas suas costas. Uhum. E você não pode deixar de dar atenção para ele. Sim. E ao mesmo tempo você não pode virar um peão. Sim. Entendeu? Então tem técnica pro 360. Tem técnica, é sempre caminhar ao lado. Você dá um passinho pro lado e vira o corpo. Dou um passo pro lado e vira o corpo. Eu não fico nem nas pontas rodando e
nem virando sobre o próprio próprio eixo. Eu dou um passo ao lado e viro o corpo. Aí eu dou um passo ao lado que eu vou voltar mais ou menos pro posicionamento que eu tava antes e viro o corpo. É cor uma dança. Dançando. Exatamente. Hoje estamos com os gatilhos todos conectados aqui, ó. música do PC, a dança do Marcão. [risadas] É isso. É exatamente isso. Agora, olha que delícia, gente. E a última a última zona é a zona íntima do teu plexo, do centro do seu peito, até 45 cm. Isso aqui eu gosto de
dizer que só tem duas pessoas que entram na sua zona íntima. quem você permite e os sem noção, que às vezes falam cuspindo ainda. Você dá um passo para trás, o pessoal dá três paraa frente. Já viu aquelas pessoas assim que fica desesperado para falar com você, entendeu? acontece todos os dias muito. A pessoa que entra na tua zona íntima, ela tem 100% da sua atenção. Ponto. Então, quando que eu desço do palco e toco em alguém, ó, a invasão de zona íntima, invadir, eu toquei em você. E aqui eu já vou falar comercialmente. Quando
eu sinto que é meu cliente, eu já percebi que tem um potencial cliente. Eu desço e eu vou fazer uma conexão absurda com ele. Aqui não é o Wi-Fi, aqui é internet de cabo. Ó, conectou sem interrupção. Percebe? Não tem como. Se eu juntei os dois ombrinhos da pessoa que eu olhei no olho dela e eu tô perto, não tem como ela olhar para outro lugar. Não tem como ela conversar com a pessoa do lado. Ela tá assim, ó. Que que esse doido vai falar? Ai Jesus. E agora? Que que eu fiz? Percebe? Conexão tá
imediata. Tem o o eu gosto de brincar com estudo de tirol. Para você entender os pontos de conexão, eu faço uma brincadeira assim, ó. Imagina que você tá numa festa e aí chega a tua ex ou o teu ex, aquele que você não quer ver, banhado de ouro, cravejado de diamantes e coberto de pó de safira. Só que ele tá na tua zona pública. Você não tá nem aí, 3,5 m para lá. Só que você viu chegando. Não adianta falar que não viu, porque viu. E aí o maledeto. E a maledeta, ao invés de raiz,
tem perna. E aí, daqui a pouco ele entra na tua zona social. Ele tá entre 1,20 m e 3,50 m. Você já vai estar conversando aqui e vai fazer assim, ó. Não é porque você quer nada, é que você tá assim. Que que esse filé da mãe tá se aproximando aqui? que que tá quer basta estar no mesmo ambiente que eu, respirando o mesmo ar que eu, ainda vai chegar perto. Como assim? Se ultrapassar essa linha e entrar na tua zona pessoal, ou seja, a menos de 1,20 m, os cariocas já vão fazer assim: "Que
que você tá querendo aqui, né? Porque já tá muito perto. Como assim? Vaza, né? O carioca já na hora. Que que tá acontecendo? E quem entra na tua zona íntima? Lembra que eu falei só quem você permite? Tem uma frase maravilhosa de Herbert Viana em uma música que é total comunicação prêmica. O segundo que antecede o beijo. O que que você pensa no segundo que antecede o beijo? Só no beijo. Não tem como você chegar e fala assim: "Ah, minhas contas para pagar não dá". Por quê? Porque 100% da atenção já não é sua mais,
é da pessoa. E a gente usa isso intencionalmente, gente. É intencionalmente. Vocês vão me ver fazendo isso lá, tanto na Argentina quanto no HJ. Vocês vão ver, falar assim: "Filho da mãe desceu do palco e encostou naquela pessoa ali, ó". Ó lá, ele já entendeu que é cliente, já é cliente, ó. Lá o cifrão lá, ó. Ele já entendeu que é pit, entendeu? Ali outra. Pior de tudo é que eu fazia uma parte disso empírica. É muito empírico. O Ô gente, eu sempre digo e esse é comunicação, né? Não tem jeito. Esse comentário é muito
é muito comum PC sem querer desmerecer, pelo amor de Deus, mas é porque a gente não pensa no outro lado. Como que é feito um estudo científico? observação do comportamento humano. As pessoas já fazem antes dele existir. Aí chega um doido que fala assim: "Vou colocar no papel porque aqui tem uma téc tem uma ciência aqui." E aí quando a gente aprende, fala: "Agora eu uso intencional. Agora eu vou usar intencional". Ó que interessante. Tem um cara que tá nessa turma aqui que se chama Luciano Costa, que eu usei procêmica com ele lá em Itapiranga.
Ele tava palestrando no mesmo evento que eu. E eu desci do palco, meti a mão no ombro dele e falei: "Não é, coronel? E que não sei o que e tal, tal". Por quê? Porque já tinha dado gatilhos que era um possível cliente. Virou. E eu não só não fiz com mais porque esse filho da mãe levantou no meio da minha palestra e saiu para outro lugar lá. Não sei se ele foi tomar um café, que ele foi fazer, porque ele não ficou na minha palestra e eu vi. [risadas] Ô louco, eu ouvi tua palestra
todinha, pô. Vou me defender aqui. Eu fico sentado muito tempo. Minha hérnia de disco aqui ataca. Aí eu vou num eu vou num cantinho da plenária assistir em pé. Mas eu assisti todinha a tua palestra, pô. Então tá explicado. Senão não tava aqui. É, [risadas] então foi nessa hora que eu desci que você não tava lá. Eu já vou buscando, gente. Eu já vou buscando. Esse é o jogo. Gerou sincronicidade. Eu já entendi. É possível cliente prossêmica, vamos. Entendeu? Aliás, eu vou gerar gatilhos que no meio da palestra eu vou descobrir o nome de uns
dois, três e eu vou repetir esse nome várias vezes. Vou usar ele como ancoragem. Por quê? Eu tô mostrando, ó. Tô aqui contigo. Tô conectado a você. Pode vir. Entendeu? Vem comigo. Isso muda o jogo. Prossêmica. OK. Ó, frase para você guardar. Quando você dominar as distâncias, você dominou a energia da sala. Acabou. Quando você dominar as distâncias, a energia da sala é sua. Aliás, tem um estudo que eu vi outro dia. Vi outro dia, não, já vi há bastante tempo. Eu vou até gravar um conteúdo sobre ele. Acho que eu já falei para vocês
da ciência do aplauso, né? Ciência do aplauso é a coisa mais incrível do mundo. Por quê? Você tá falando de a pessoa bateu palma aqui, ó. Isso aqui é a palma da educação. Eu nem sei do que você tava falando. Talvez eu tava acochilando. Alguém bateu palma do lado, eu tô batendo junto. Tá aqui, ó. A pessoa quando gostou, quando ela realmente desconectou, ela vai bater palma aqui, ó. [aplausos] Ela vem acima da cabeça. Lembra que eu falei que acima da cabeça são expressões too much? Por isso palestrante não usa tanto. Mas a palma é
aqui, ó. [aplausos] Ainda tem uns mais empolgados que ainda aponta para você. Ah, tá. E se você quer ver se você arrebentou, é se você conseguir arrancar um palma aqui da pessoa que tá mais distante de você, tá lá no fundo do palco, tá lá no fundo da plateia. Por quê? Porque você dominou todos os espaços da sala. Você conseguiu chegar no cara que tava mais longe, pô. Então, durante a palestra toda, você só tinha 10% da atenção dele e mesmo assim você fez ele bater palma aqui. Ah, isso, é por isso que você pega
o corredor em toda a palestra e vai lá no meio da galera. Eu quero dominar os espaços. É por isso que eu desço. Mas é intencional, é no momento certo, não é à toa. Percebe? até aqui, gente. OK. Vocês estão com problema hoje, tá? Que eu tô eu tô num jejum de 26 horas, então eu tô soltando faísca pelo cérebro. Então, hoje esse bobe a gente fica aqui até às 10 da noite. [risadas] Energia saindo. Vamos. Mapa cronológico do palco. Guarda isso. Quer ver? Ó, não, não vou perguntar porque é clichê. Onde você está no
palco, o lugar que você tá no palco, ele tem um porquê. Na verdade, ele tem dois porquês, mas o primeiro é mapa cronológico do palco. Imagina lá na Argentina eu vou ajudar vocês, tá? Eu colo um adesivo no chão para vocês se localizarem, mas você vai ter que no feeling começar a entender. Imagina que o palco é um mapa, tá? Vou pensar que eu tô no palco e vocês estão na plateia, tá? Minha esquerda, minha esquerda, passado. Centro, presente. Minha direita, futuro. Toda vez que eu vou falar algo que está no passado, eu vou pra
esquerda e eu fico do lado esquerdo do palco. Eu tô falando de algo do presente, eu fico no centro. Eu tô falando de algo do futuro, eu vou pra direita. Alisson, para que isso? Pro cérebro da outra pessoa que tá lá embaixo, que já gerou uma sincronicidade neural com você, se acostumar ao padrão. Quando você fizer pela segunda, terceira vez, você não precisa dizer. A pessoa conscientemente ela não tá entendendo, mas o cérebro dela já se prepara, foi pra esquerda, vai contar uma história. Ele tá indo pro passado, foi pra direita. Visão de futuro. Alisson,
mas a minha palestra só tem passado, não tem nada de futuro. Eu vou ficar congelado do lado esquerdo. Calma que eu disse que são dois mapas, lembra? Primeiro é o mapa cronológico. Todas as vezes eu vou colocar no chão escrito assim: P do lado esquerdo que é passado, P meio que é presente. Pode matar P e P, mas você sabe que o meio é presente. Esse você pode guardar. E do outro lado eu vou colocar F, PPF, OK? Passado, presente, futuro. E aí você tá contando. Tô no passado. Às vezes vai ser assim, ó, natural,
tá? Natural que seja assim. Tô no centro, fala: "Ih, eu tô no passado. Pera aí, deixa eu ir para lá." E aí você vai, eu vou ver isso acontecendo com vocês. Por quê? Porque eu também faço. Ó o TDH ali. O TDAH vai ser toda hora. [risadas] Ih, caramba, eu tô no futuro. Pera aí, deixa eu ol lá pro passado. Pensa num mapa. É um mapa. É para você? Não, o cérebro ama padrão. O cérebro ama um padrão. Quando você faz isso, você já prepara o cérebro do teu público para pra mensagem, entende? Então é
só fazer assim. E por que assim, Alisson? Porque é quase uma Um um um uma conexão com o cérebro da pessoa. Direito é é visão, é futuro, é sonho, é projeção. Esquerda é passado. Passou, conceito, técnica, conteúdo. No meio é método. Eu tô te ensinando agora. É presente, Alisson. E se eu misturar? Se eu não souber fazer isso aqui, a pessoa vai se confundir. Ela não vai se confundir, mas você vai perder uma ferramenta poderosa. Você perde a ferramenta porque toda vez que eu vou pro pro pra direita e aí ó, o emborment já vou
pra direita, já levanto o queixo, olhar para cima, ele já sabe, ele tá, ele tá vendo alguma coisa, ele tá olhando lá pro futuro. Aí eu vou pra esquerda. E volto contando uma história, tá? O cérebro vai se acostumar. Certeza, gente, certeza. E aí, o segundo mapa? Entenderam? O mapa cronológico? O mapa cronológico é simples. Entenderam? Top. Mapa dos hemisférios do palco. Além da cronologia, tem o segundo mapa que é o mapa dos hemisférios. O palco, assim como a sua mente, o seu cérebro, ele tem lados que evocam sentidos diferentes. O lado emocional do palco
representa o hemisfério direito do cérebro. é o lado da intuição, da emoção, da metáfora, da imagem interna, da sensibilidade. Esse é o lado ideal para você contar a história, para você compartilhar a vulnerabilidade, para você abrir momentos emocionais, para criar conexão. Só que lembra, nós estamos no palco, então tá espelhado. Porque você tá se conectando com o cérebro da pessoa e não o seu. Você pode repetir qual lado que deu um lag aqui? [risadas] Famoso jet leg. Fica tranquilo. Vamos pro Vamos pra neurociência. Qual que é o Perí, peraí me diz qual é o lado
do emocional aqui que agora eu tô anotando. Eu cheguei. É o direito. É que deu uma, é que deu uma travada. O direito, o direito do palco. Calma, só para você pegar, só para você. Primeiro o entendimento. Qual que é o teu lado do cérebro emocional? Qual é? O meu é o esquerdo. Boa. Só que pensa, você tá espelhado, então eu tenho que sair pra direita. Você tá pensando no público, entendeu? Eu tô até eh eh O pera aí, gente, deixa eu deixa eu plugar aqui de novo. Lá não, lado emocional é lado direito. É
direito. Exato. Direito. O que você falou direito, direito. Você falou direito. Isso. Lado emocional direito. Ficou no palco. Quero ativar lita, eu vou pra direita. Lado direito. Só que você tem que pensar no público. Então você vai inverter. Aham. Eu saio pra minha direita. Quando eu vou para emocional saio pra direita. Emoção, não. Emoção, você vai pra esquerda, o lado direito é o passado, é o emocional. Isso. Isso é essa é a conexão perfeita. Geralmente a emoção tá no passado. É porque eu era isso, era exatamente essa a minha questão. Cara, quando é que tu
vai falar sobre a tua emoção e essa história tá no passado, pode estar em lugares diferentes, não? Então vai tá no mesmo lado. Geralmente a emoção tá no passado, tá? Geralmente, geralmente, geralmente a razão tem emoção no futuro. Tem, tem, mas tem muito mais razão. Alisson. E quando chocar? E quando for uma emoção no futuro, por exemplo, eu vou fazer uma projeção. Eu vejo lá na frente que você vai mudar a sua vida. Aí você vai escolher o que é mais forte. O que que é mais forte? A emoção ou a cronologia? Ah, não, Alisson.
Aqui a emoção é mais forte. Então, fica no lado da emoção. Você vai fazer o pêndulo aqui, gente, também vai tá escrito no chão, tá? Eu também vou colocar lá [risadas] emoção ou Marcão. Corre de um lado pro outro. Axel Rose. Então, gente, olha, [risadas] você ativa o Axel Rose em você e corre de um lado pro outro. [risadas] Axel Rose de 92, né? Que o de hoje, coitado, hoje não rola. Isso aqui, gente, é você facilitar o entendimento. A plateia ela não só entende, ela sente, porque você ativa exatamente o lado do cérebro dela.
Eu vou falar de emoção e eu faço ela olhar pra direita. Eu já facilitei o funcionamento do cérebrozinho dela. Eu vou falar de razão. Ela olha pra esquerda. Já facilitei o entendimento. Percebe que caminhada no palco não é do nada por lugar nenhum? Percebe que tem método e que ninguém fala disso? Então você vai olhar e agora eu arrumei um problema na vida de vocês porque marcou [risadas] um porque além de você ficar tomando conta onde você tá andando, você vai começar a prestar atenção nos palestrantes que você tá assistindo. Aliás, eu não sei se
eu contei isso para vocês aqui uma vez, eu acho que eu já falei isso. Acabou assistir palestra para vocês, tá? Acabou. Nunca mais vocês vão assistir a palestra. Agora vocês vão avaliar a palestra. E é uma bosta. Isso é terrível. Por quê? Porque você fica olhando. Ih, ele foi pro lado errado, ó. Ó, aqui ele podia ter usado uma pausa. Hum. Não usou aqui, ó. Oement dele tá errado. Ó lá. A prêmica dele, ó. Não soube usar prêmica, hein? Essa era a hora de se aproximar e você tá aí distante. Poxa, arrumei um problema pra
vida de vocês. É natural que aconteça, ainda mais quando você começar a internalizar, porque é igual dirigir. Aos poucos você vai fazendo no flow, porque o cérebro acostuma com padrão. Ponto. Até aqui, gente. OK. Eu sei que mapa cronológico e mapa neural é o que mais buga a mente. Eu sei. Por isso que eu vou escrever no palco. Vai tá escrito no palco, nesse da Argentina para vocês pegarem, tá? Alisson já. Então o mapa, o mapa dos hemisférios é só a razão e a emoção. Direita e esquerda. Razão e emoção, tá? Razão e emoção. Tô
na razão, vou para um lado. Tô na emoção, vou pro outro. Uhum. Aí você vai começar a levar agora um P e um F no seu bolso e jogar no chão nos palos se eu for palestrar, né? Então, cara, imagina você tendo que ser eh eh bobo da corte andando pro lado esquerdo, andando, se você vai correr de um lado para outro, rapaz, isso aí, isso é pal, entendeu? Isso é palestra, isso é palestra, entende? É isso aí confunde lado direito com esquerdo, aí vabo da corte com herói. Você vão me ver, vocês vão me
ver corrigindo no meio da palestra. Por qu a gente é humano, gente. E aí você tem uma ancoragem muito legal na direita. Você tem uma pessoa super ancorada com você na direita, mas eu tô na emoção, eu tenho que ficar na esquerda. Aí no automático você vai o quê? A pessoa te atrai, você vai indo na direção dela e você lembra e você, opa, passinho pro lado, passinho pro lado, passinho pro lado e volta. [risadas] Entendeu? É Natural. É, não vai ser nunca vai ser perfeito, nunca. Mas se você criar os padrões, você vai ver
que a mensagem vai ser apreendida muito mais fácil. Garanto até aqui, OK, né? Só para vocês pegarem, já foram sete técnicas. Sete. Vamos pra oitava. Ritmo de picos da narrativa. Uma palestra nunca é linear. Por quê? Porque o cérebro não aguenta só emoção e nem só técnica. Então, se você der emoção demais, o público cansa. Cansa. Gerar emoção cansa, gente. Se você der técnica demais, ele desliga, ele dorme. Então, qual que é o ritmo perfeito? História, técnica. História, técnica. História, técnica. História, visão. Fecho lá como visão. É uma onda. A onda vem, a onda vai.
Você pega a emoção, respira, pega a emoção, respira. Esse ritmo é que mantém a plateia em estado de atenção sustentada. Eu ouço muito assim, ó. Eu ouço muito. Alisson, na hora que você subiu, eu não consegui te largar mais. Eu fiquei com você. A, o meu cérebro já responde assim, né? É porque eu quis. Não é porque você quis. Tudo é planejado. É planejado para isso. É organizado para isso. Depois que eu criei a sincronicidade neural com você, você não vai conseguir me largar. Porque eu sei a hora de virar emoção, eu sei a hora
de me aproximar, a hora de mudar o tom da narrativa, a hora de utilizar as pausas, a hora de descer para que lado eu tô no palco. É esse ritmo que mantém essa atenção sustentada. Falando em em ritmos e pico, o corpo, o corpo humano, o corpo físico, ele relaxa na história e ativa o cérebro na técnica. Então é como se você respirasse, processa, sente, entende, sente, entende, sente, entende. Por isso que é o que eu sempre digo, a técnica tá na história. Porque se virar uma página, acabar a emoção e virar sua técnica, aqui
você cansou ele e agora você vai fazer ele dormir. Acontece demais quando o cara chega para mim, que a palestra dele parece dois livros diferentes. Ele começa contando uma história. Aí ele fecha o livro da história, abre o livro da técnica e vai na técnica até o fim. Olha que tragédia. Lembra? Emoção cansa. Aí primeiro eu te canso e depois eu vou te dar técnica até o fim Que é o quê? Que te desliga. Certeza que as pessoas vão dormir? Certeza. Então é história, técnica. História, técnica. História, técnica, história, visão. Esse é o game. Esse
é o game. A nona ferramenta é o que a gente chama de tripé da atenção. O que que é o tripé da atenção? A atenção é o discurso mais disputado do mundo. É o maior problema que a gente tem hoje é chamar atenção. E no palco pior ainda. Prender a atenção da plateia do início ao fim é um desafio. E a atenção depende de três pilares, três elementos que formam aqui a pirâmide. variedade. Esse é o tripé da atenção, Marcão. Primeiro, variedade, que significa mudar de ritmo, de gesto, de tom, de espaço, de expressão. É
muito neurociência, é muito do que a gente falou aqui agora. Segundo, intensidade, que é criar momentos de maior energia emocional. É hora que você faz a pessoa quase prender a respiração ali em alguns momentos de tanta intensidade emocional que você traz. E terceiro, novidade, que são as quebras inesperadas, os movimentos diferentes, as frases de impacto, os elementos que acionam uma ferramenta que a gente vai aprender daqui a pouco, que é o N400, as marcações de palco, é novidade, entende? Então, por exemplo, eu fiz uma palestra em Floripa tem mais ou menos um mês e pouco
na BRH. Aliás, eh, alguns de vocês vão viver isso na no HJ, que é a palestra de fone. Eu de fone e o público de fone. Por palco dividido, um palco grande, gigantesco, com quatro plenárias. Tinha mais ou menos 10.000 pessoas na nossa frente, em cada plenária, um grupo específico, todo mundo de fone. Na hora que eu comecei, meu cérebro processa numa velocidade meio doida, eu já comecei e falei assim: "Vocês vão perceber que a galera que tá dos lados às vezes vai se assustar com a gente". Por quê? Porque eles não estão ouvindo o
que a gente tá falando aqui. Eles estão com fone ouvindo outra palestra. Só que eu tenho na atitudinal três pontos de novidade muito fortes. Na primeira, no primeiro ponto de novidade, eu me jogo no palco, eu dou um rolamento e caio do outro lado. Natural. Tá todo mundo de fone aqui. A galera aqui de frente prestando atenção. Os do lado não. Na hora que eu me jogo, um homem de 1,93 m se jogando no chão, faz barulho. [risadas] Ponto de novidade. Aí daqui a pouco eu vou lá e na hora que eu falo: "Bate na
mesa, porra". E eu acho um lugar para eu bater e eu bá pá bá. Os cara tudo que que foi acontecendo lá naturalmente. E é assim, palco de fone, todos são assim, plenária grande, mais de um palco dividindo plenária. O cara tá com fone, ele pode estar sentado lá e começar a te ouvir. Ele muda o canal. Ah, tem um cara lá no palco dois. Tô achando interessante o que ele tá falando, mas não quero sair daqui, não. Vou ouvir daqui mesmo. Pá, muda o canal. Naturalmente eu fui ganhando os caras. Por quê? Porque tinha
uns pontos maluco de novidade, os caras que estava distante não tá entendendo. Ele faz o quê? Ué, deixa eu ver que esse cara tá falando, muda o canal aqui. E aí eu brincava com isso. Eu já sabia que ia acontecer. Eu brincava com isso. Falava assim: "Quem acabou de ligar aqui pra gente? Quem veio pro lado de cá agora? Quem que eu acabei de tomar de outra palestra?" Aí levantava a mão os dois lá lá de trás. Ótimo. Cut amigo do lado. Fala: "Vamos ouvir esse doido aqui que é mais legal". Entendeu? Vamos, vamos ouvir
ele. E aí dava outro ponto de novidade. Pum. mudava mais. Quem, quem acabou de chegar, quem passou pro nosso canal aqui agora? Deixa eu ver aí. Levantava a mão mais a meduz ali, tal. Aos poucos eu fui ganhando. Novidade é a quebra, é o inesperado, é o diferente. Até o setup Pantchline é uma novidade. Ele tá no tripé, levanta expectativa, quebra expectativa. É uma quebra, é diferenciado. Gente, se esses três elementos estão juntos, a atenção fica em você. Se um deles falta, não é que tá errado, mas é a cadeira faltando uma perna. Pode ser
que você caia, pode ser que você consiga equilibrar, pode, mas pode ser que você caia. OK? Por tripé, top. Décima ferramenta é o que a gente chama de modelo viu, sentil, significa. Aqui é no roteiro, tá? Aqui é no storytelling. Todo roteiro ele tem e eh um para você construir a história com profundidade emocional especialmente e também clareza mental, você tem que usar o modelo viu sentil significa. Que que é isso? Viu? É a parte visual da história. É quando você descreve o que você via, o que você vivia, qual era o ambiente, os detalhes
concretos. Lembra de narrar e contar? É o narrar. É tudo que ativa a imaginação espacial da plateia. Não só o que você tá falando, mas ela vivenciando aquilo que você tá, ela tá vendo aquilo que você tá dizendo que você vivenciou. E aí você tem o sentiu. O sentiu é o emocional. É quando você descreve o que você passou por dentro. medo, vergonha, raiva, expectativa, alegria, coragem está trazendo a plateia pro teu sentiu. E o significa é o ponto da história, o insite, a transformação, a moral, é aquilo que ela, plateia leva como síntese, como
resumo de tudo que você teve, viu, sentiu, significa. É muito lá dentro do storytelling, tá? Mas tem que construir pensando nisso. E aí, gente, famosa técnica do fio condutor que vai gerar a sincronia neural. É a 11ª. Acho que é a 11ª. Pensa no seguinte, uma palestra não é uma soma de blocos soltos. Apesar de eu dizer que a gente tem quatro blocos na palestra, eu sempre falo isso, né? constru em quatro blocos. A palestra, ela tem que ter uma linha invisível que conecta conecta tudo que é dito. Essa linha invisível é o nosso fio
condutor. Lembra da espinha dorsal? É isso aqui. O fio condutor é a pergunta central, o conflito central, o tema central da Palestra. É o que costura todas histórias, que costura todas as ideias, que costura a tua mensagem masterizada. E esse fio condutor, ele precisa ser forte. Quem aqui já viu a série Supernatural? Já assistiram Supernatural? Supernatural é exatamente isso. Supernatural toda temporada tem uma macrohistória, fio condutor e cada capítulo tem uma micro história. Aquela microhistória leva a pessoa para um sentimento e um pensamento que traz ela pro fio condutor da macro história que só vai
terminar no 24º capítulo daquela temporada, quando as temporadas tinham 24. Depois c para 16, depois cai para 12. Isso aqui é extremamente importante. Aliás, vocês vão mostrar o fio condutor de vocês no TED de vocês semana que vem, no ensaio do TED semana que vem. Então ali eu quero ver só o que é essencial, é o que conecta tudo. E esse fio condutor, ele é extremamente importante na ferramenta da sincronia neural. Que que é sincronia neural, Alisson? Imagina que você começou a palestrar e você começou a soltar fios invisíveis do seu cérebro E esses fios
invisíveis se vão se conectar ao cérebro da tua plateia. Gente, essa é a ferramenta mais deliciosa quando você começa a enxergar ela dentro da tua comunicação, da tua palestra. É quando o teu ritmo cerebral se alinha ao ritmo cerebral da plateia. Já dizendo de antemão, não vai acontecer com 100% da plateia, mas se você souber conduzir esse fio, você vai ter sempre a maioria. E quando isso acontece, a plateia entra no seu fluxo, ela segue o seu pensamento, ela reage como se ela tivesse vivenciando, caminhando dentro da sua mente. E essa sincronia, ela depende de
três fatores. Três. Primeiro, o ritmo da sua voz. Se você só usa um tom, se você só usa um dos quatro tipos de narração, se você não gera emoção, o cérebro não encontra padrões dinâmicos. E se ele não encontra padrões dinâmicos, ele desconecta, ele não deixa o fiozinho se conectar com ele. Quando você tem variação, pausa, silêncio, aceleração, suavidade, firmeza, o cérebro acompanha como uma novela. Ele começou a se conectar. Segundo a narrativa, as histórias fazem o cérebro sincronizar mais do que as explicações diretas. Então, quando você narra, lembra? Não conta. Quando você narra a
história, você ativa regiões cerebrais que não são ativadas com conceitos técnicos. Aí eu tô com a minha voz ondulando da forma certa, com narrativas de histórias que geram conexão. E o terceiro que a gente vai falar dele já, o olhar. O olhar é o que faz a última conexão à estabilização e a aproximação dos fios. Contato visual cria um ciclo de atenção compartilhada essencial paraa sincronia dos estados mentais. Se você não olhar pro seu público e não é aí tem as posso usar meu antierói? Posso. Aí tem as explicações burras de quem não entende nenhuma
de oratória que fala assim: "Olha o infinito". Eu falar, você tá olhando para Sauron, né? O o olho de Sauron que tá lá no alto, olha no olho das pessoas. Caramba, é aqui que você gera sincronia. Óleo infinito pra cadeia tem nada de óleo infinito. Olha pras pessoas, pô. Comecei a perceber, tô aqui no palco variando voz, usando os quatro estilos de narrativa, fazendo o embora e mente da forma certa, narrando histórias, pum, peguei uma pessoa, percebi que ela começou a conectar. Que que eu faço? Eu olho para ela e pergunto assim: "Qual seu nome?"
Aí ele fala: "Vanderley". Então, Vanderley, você não acredita, velho. Aconteceu isso, isso e aquilo. Peguei meu primeiro ponto de ancoragem, aí virei para cá. Vou achar mais um. E quando eu pego o Vanderley, eu pego o Vanderley e o quadrante de pelo menos 90 cm que tá em volta dele. O quadrante inteiro. Por quê? Porque eu tô olhando para ele. O cara tá do lado, acha que eu tô olhando para ele. O que tá atrás também acho o que tá na frente também. E aí eu faço isso aqui, aqui, aqui. Como eu falei, no mínimo
quatro pontos. Eu tô ganhando os espaços da prossêmica. com um monte de fiozinho invisível girando aqui, ó, conectando. Você vai sentir que daqui a pouco você virou a crista da onda. Você faz assim, o mar vem. Você faz assim, o mar vem. Você faz assim, o mar vem, ó. E ele vai se conectando. Gente, parece mágica, mas é só ciência. É só ciência. Tem nada demais. É você fazendo o cérebro da pessoa agir do jeito que você quer. Só que para isso você tem que entender uma técnica chamada ocules. Mais uma. O que que é
o ocules, Alisson? Olisesis é assim, ó. É o estudo do olhar. Como que você olha pras pessoas? Não é magia, é técnica. Iaxica. Tinha uma propaganda assim, não é? Não é magia, é é Ixica. Nossa, Ixica entrega a idade bonitinho, né? Ninguém aqui é do meu tempo, não. Nunca ouvi falar isso não. [risadas] E a concorrente da Kodak, gente, só para vocês pegarem aí. Kodak também entrega idade, mas é por aí. Então, como você olha pra pessoa? gera conexões diferentes. Por isso nunca se palestra de óculos escuro. Nunca. Ah, mas eu tô num evento que
é na praia em Salvador. Você quer perder uma ferramenta preciosíssima? Quer? Por isso não se grava vídeo de óculos escuro. Vou gravar um vídeo aqui hoje. Não se grava vídeo de óculos escuro. Você tá perdendo uma ferramenta preciosa, que é o olhar. Ponto. Aliás, algumas palestras, algumas palestras que eu sinto que eu vou precisar um pouco mais de energia, um pouco mais de técnica, nem o de grau eu uso. Eu tiro de grau porque o meu é para perto, né? Então eu consigo enxergar o público sem ele. Você que vai falar assim: "Olha, se eu
tirar o óculos, eu não vejo ninguém, vou tropeçar, vou cair." Não, o meu é para perto, então de boa. O olhar representa, já ouvi falar isso, né? O o o os olhos são o espelho da alma. É isso. Então, se eu vou, eu tô levando um gatilho, uma mensagem de alegria, o meu olhar tem que ser um olhar de alegria. Olhos mais esbugalhados, mais atentos. Mas conectando quase ao sorriso. Se eu vou dar uma ordem, eu dou uma franzida na sobrancelha, fecho a cara e o olhar é penetrante, quase atravessando a pessoa. Se eu quero
que ela se emocione, eu derrubo o olhar. Eu vou trazer o olhar mais de emoção, mais de choro. E às vezes, se você mandar a energia correta, você vai chorar. Sabiam que é essa técnica que os atores usam para chorar? Oles eu já faço olhar de choro, jogo pro meu cérebro uma imagem forte, uma emoção forte e eu vou chorar. É o ocules a energia que você quer mandar naquela hora é como você mexe os teus olhos. O olhar de alegria, ele é mais inquieto, ele se mexe muito. O olhar de tristeza, ele é mais
firme. O olhar de reprovação, ó como você muda até a forma da expressão do rosto. Tô olhando, Entendeu? Tudo é ferramenta. Tudo é ferramenta. E o jogo aqui é para você conectar a próxima ferramenta que é a N400. O que que é o N400, gente? Essa talvez, por isso ela é uma das últimas, ela é uma das ferramentas mais poderosas aplicadas à comunicação. O que que é N400, Alison? N400 é. Imagina assim, o teu cérebro, o teu cérebro, você sabe, todos vocês sabem, ele tá soltando faísca, ele tá gerando energia. O meu agora mais ainda,
né? Então, a energia tá toda aqui gerando eletricidade. O N400 é uma linha de energia, uma onda cerebral gerada no cérebro do teu Público quando ele encontra algo inesperado, incongruente ou surpreendente. É como se o cérebro dissesse assim: "Pera aí, isso aí não faz sentido". E se não faz sentido, eu tenho que prestar mais atenção. A gente chama de choque da, já vi falando assim, dei um choque de atenção nas pessoas, literalmente. É literal essa frase, aliás, vem do estudo do N400. Eu tô dando um choque no cérebro da pessoa que vai fazer ela prestar
mais atenção. Então, quando você cria uma quebra lógica, quando você faz um setup pantine, você o cérebro da pessoa desperta. Exemplo, eu uso isso na minha, né? E eu tava cheio de problema, vivendo um casamento falido, endividado, isso, isso e aquilo. E eu queria colocar a culpa em todo mundo. E eu achava que o mundo tava contra mim. Eu não sabia mais o que fazia. Até que eu descobri que o problema sou eu, pô. Eu tava criando os meus problemas, eu tava cavando meu buraco. Aí eu gerei energia. O cara falou: "Epa, pera aí. Que
que ele vai dizer agora? É literalmente choque de atenção. O cérebro ama incongruências. Ama, ele ama frases paradoxais. Ele ama viradas de narrativa, números chocantes, conclusões inesperadas. Quando eu falo assim, a editora me deu 40 dias, a minha agenda me dava 20, mas eu escrevi em três. Eu quase vejo eletricidade rodando assim, como você escreveu um livro em três dias? Sim, um long seller três dias. É incongruente, pô. Como assim você escreveu em três dias? Maluco, de onde você tirou isso? E aí já vem a quebra da objeção, né? Porque como que eu quebro a
objeção? Lembra do looping? A pessoa vai abrir um looping e ela vai ficar lá brigando com o cérebro dela. Não dá, pô, escrever em três dias, isso, aquilo. Eu tenho que gerar uma forte emoção para ela voltar. Eu falo assim: "E esse vídeo eu coloquei no meu Instagram. Adivinem qual foi o primeiro comentário que recebi? A pausa sendo usada pro mistério. Parabéns. Muito bem. Arrasou, foguinho. Ó, mentira. Mentira. Ó o gesto simbólico. Todo mundo sabe o que eu tô falando, ó. Não. O primeiro foi assim: você escreveu um livro em três dias, então é fácil,
porque a pessoa que faz menos que você nunca vai exaltar os teus feitos. Quem faz menos que você sempre vai tentar trazer você pro nível dela. E se ela não é capaz, ela não acredita que outro seja. Pausa. Aí vai vir a frase forte com a pausa depois. A lagarta disse que ia voar. Todo mundo riu, menos a borboleta. Percebe? Tudo dentro da técnica. A eletricidade tá rodando no ar. Dá para ligar uma tomada ali e carregar o celular. O N400 é uma das grandes armas do palestrante. Usar quebra como ferramenta desperta o cérebro. Pô,
quer ver? Quer ver o N400 agindo em você? Quem é que já deu umas cochiladinhas dirigindo? Tô dirigindo. Deu uma cochiladinha e aí o carro deu aquela desviada e deu uma rodada. Você dormiu o resto da viagem? Nunca mais. Por quê? Choque. O cérebro ligou, velho. Pode ser que daqui a uma hora venha de novo e aí você vai ter que levar choque, entende? Sinceramente não sei PC porque tem o nome de N400. Não sei. Talvez seja os herz que ele gera os decibéis, sei lá o quê. O a eletricidade. Deve ser alguma coisa nessa.
Ó, Vanderi. Eu bati numa vaca de moto. Imagina quanta energia ele não gerou nessa hora. Ele trocutou a vaca. Não, imagine a vaca, coitada. Ela morreu na batida. Não, ela morreu na trocutada. Não tem jeito, gente. Desperta, entende? Ferramenta. Ferramenta. Ó, ó que legal. Ó que legal. A gente já tá aqui há quantas horas? Duas. 2 horas, né? Só para vocês terem uma noção da profundidade desse conteúdo. O meu bloco de notas com essas anotações dessa aula tem 72 páginas. Chutem em qual a gente tá. 22 17. Quase que vem depois de A palavra que
vem depois disso é lascou. [risadas] Ó, fui atrás aqui, tá? Hã, eh, componente N400, neurociência, eletro fisiologia. Na técnica de eletroencefalograma e potenciais relacionados aos eventos ERP, o N400 é uma deflexão negativa do sinal elétrico do cérebro que ocorre a cerca de 400 msundos após a apresentação de um estímulo com uma palavra, uma imagem. Tá aí, ó. É por causa dos milissegundos, 400 milsegundos. É meio que dá uma ruptura assim, uma quebra. É uma quebra, é um choque, é uma deflexão. Então ela, a tua atenção dá uma uma pausa, um choque. Um choque. Um choque.
Vamos lá. Eu vou eu não vou passar todas não, gente, porque tem algumas coisas aqui que acho que nem é o momento, tá? Então eu vou pular algumas coisas pra gente conseguir chegar no final, tá? Então, percebe o N400 é o jogo. É o jogo. É o que faz completamente a energia, a a a plateia ficar conectada a você. Então, sentir que eu tô perdendo a plateia, Sentir que eu tô perdendo, eu preciso jogar um novo N400 aqui. Eu preciso fazer a coisa acontecer. Eu preciso trazer. Eu vou jogar depois o Closed Caption. Ô, ô,
Anderson, que senão é é muita maluquícia aqui da cabeça do Arison, vocês vão se perder, é pior, entendeu? Mas o o CC eu jogo lá depois. E isso é para um próximo ponto que é conduzir estados mentais da plateia. O palestrante, ele não muda a vida das pessoas só com informação, ele muda criando estados mentais dentro da informação. Então você tem cinco estados principais que você precisa induzir. É muito ligado. Lembra das cinco fases da palestra? Aliás, é meu vídeo de hoje que eu vou postar hoje. Lembra das cinco fases? atenção, conexão, engajamento, mensagem e
lembrança. Então, os cinco estados mentais, eles estão muito ligados a essas cinco fases. Primeiro estado, estado de presença, a plateia completamente aqui ligada em você, tá? Então você tem que induzir esse estado. Para induzir esse estado, voz clara, ritmo constante, mais centralizado no palco, presente. Eu tô aqui, ó, presença total. Segundo estado, estado da curiosidade. Ele acontece quando você começa a trazer algumas perguntas abertas, umas frases inesperadas, umas quebras narrativas. Quando eu começo a ativar N400, eu vou gerar estado de curiosidade. Ué, que que é isso? Como assim? Atropelei uma vaca, entendeu? Você traz algo
diferenciado para ligar o cara. Terceiro, estado emocional. O nome já diz tudo. Ele acontece com histórias profundas, com um ritmo mais lento, um olhar mais firme, gestos mais suaves, despertando a emoção do público. Quarto é o estado racional. Ele acontece na técnica, no framework, na tabela, na lista, com a voz narrativa, a pessoa começa a raciocinar mais. E o quinto é o estado de decisão. É na voz de comando. Comando, frase curta, energia, energia alta, posicionamento firme, estado de decisão. Faz agora, pô. Uma palestra extraordinária, gente. Move a plateia entre esses estados de maneira intencional.
Eu vou brincar com ele. Eu tô no emocional, eu vou pro racional. Do Racional. Lembram da da Isabel Aend? Primeiro Ted que a gente assistiu, que eu falei que é o melhor, que ela fica lendo. Ela conduz esses estados de uma forma perfeita. Ela tá num estado emocional, pesado, falando lá da menina dentista que arrancou os dentes e e e da paciente e depois o marido espancou ela porque ela chegou atrasada em casa. E aí ela vai pro estado do feminismo, ela vai explicar que o feminismo ainda existe, que não sei que ela vai lá
pro racional, do nada ela pá conduz lá para um outro estado, faz uma virada absurda, você não consegue deixar ela solta, você não consegue largar ela, porque se você largar ela, você perde. Percebe que mais? Eh, pensa. É, tem coisa que eu não vou passar agora não, gente. Vai ser, vai ser profundo. Eu, aliás, eu vou caminhar pro final, prometo. O que que a gente precisa entender? Que que a gente precisa entender para realmente fazer a pessoa se conectar? Eh, que eu disse no início aqui, o teu cérebro, o teu corpo e a tua história,
que são a base da pirâmide, eles têm que trabalhar juntos para transformar qualquer palestra numa experiência. Tem que marcar a vida das pessoas. A base da pirâmide, se ela não tiver bem construída, todo o restante vai cair. Então, a maioria do dos palestrantes acreditam que só precisa do bom conteúdo. A ciência mostra outra coisa, pô. O cérebro não reage primeiro ao conteúdo, ele reage ao corpo, à voz, ao estado emocional, o posicionamento que você tá. Tudo isso faz diferença. Tudo isso. As sete ferramentas que nós estudamos lá atrás, elas, não sei se vocês notaram isso,
e eu espero que sim, mas elas estão em todas as ferramentas de neurociência que eu tô que eu tô mostrando para vocês aqui agora. Então, o N400 é um setup punchline. A condução de estados emocionais gera uma virada emocional. A ocules e o emborment são arquétipos. Percebe que tudo é baseado em neurociência? tudo que precisa caminhar junto para levar o cara para o fechamento da tua palestra, que aí é o avançado, é a transformação, é a direção. O fim da palestra é o momento mais importante. Então, lá no início você capturou a atenção e no
final você vai definir a transformação. Só que a jornada ela foi feita toda com ferramentas neurocientíficas. Você veio trazendo ele, ele acompanhando aquela novela, ele conectando, você dando choque nele, ele atropelando vaca no meio do processo e ele vai crescendo e ele vai crescendo e ele vai chegar no fechamento. E no fechamento, André gostou? No fechamento ele tem que chegar em quatro elementos. simples. Um fechamento realmente incrível, o famoso Grand Finale. Ele tem quatro momentos. Primeiro, uma síntese. Síntese do quê? Do que você quer que a plateia não esqueça, que aí vai conectar a nossa
outra ferramenta que é o callback. Você vai trazer as histórias que você contou lá atrás de volta. Tô mostrando para você onde a gente passou toda a jornada que a gente viveu, tudo que a gente conversou. Segundo é a visão. Mas para onde que eu quero te levar com tudo isso? Eu te mostrei tudo isso para te levar para onde? Para onde a gente vai? O terceiro é a CTA. O que que você precisa fazer agora, depois que você sair daqui? Então agora, qual que é o passo um? E o quarto é a frase final,
que é a sua mensagem masterizada, pô. É a assinatura emocional, é o golpe de estima, é o selo. A palestra Ah, e e muito importante, tá, gente? A palestra termina quando você fala a última frase, tá? Lembra dos sete pecados? Pelo amor de Deus. Pecado número sete. Qual é? Vamos ver se vocês lembram. Agora que eu pego vocês. É nessa hora que eu ih, agora qual que é o um? Não sei nem qual que é o um. Ários quer saber o sete. Qual que é? Eu mato vocês. Calma que tem que ler. Calma que tem
que ler. Não, o o o estourar o tempo é um Vand. É o um. Terminar. É isso que eu tinha para mostrar. Você não se faz jamais na sua vida. É isso aí. Então, gente, é isso. A palestra acabou na última frase. O então é isso. Não precisa. Acabou porque vou pegar a minha. Eh, a vida não é feita de escolhas, meus amigos. A vida é feita de atitude. Muito obrigado. Boa noite. Valeu. Até amanhã. Vamos lá comprar livro. Alimenta as crianças e pronto, acabou a palestra. Vou embora. Não tenta nenhum amarradinho, nenhum esticadinha, nada
demais aqui, porque você vai perder os quatro elementos. Você já fez a síntese, você já deu a visão, você já fez a CTA, você entregou a frase final. Acabou, negão. Segue o bonde, entende? E aí eu sei, gente, eu sei que agora vai vir assim. Como é que eu faço isso? Como é que eu faço isso acontecer? E só tem uma ferramenta, gente. Só tem uma ferramenta pra galera que chegou mais tarde. A primeira ferramenta é reassistir a aula com bloco na mão, que é tudo técnica. E aí, qual que é a segunda? Ensaio. E
ensaio crítico. Ensaio crítico. Então, qual voz eu tô usando nessa frase, nesse momento aqui? Hum, eu tô usando uma voz narrativa aí. Não, agora é uma voz de comando. Como é que tá meu emborment aqui? Qual dos gestos eu tô usando nesse momento? Eu tô usando simbólico. Se eu trouxesse um icônico, não é melhor? De que lado eu tô no palco? Agora eu vou usar qual zona na prossêmica? Como é que eu faço? Ensaio, ensaio, ensaio, ensaio, ensaio. Vai ficar perfeito? Certeza que não. A pausa. Certeza que não. Certeza que não. Não tem como. Só
que se você não começar, você nunca vai conseguir. Eu tenho alunos que já dominaram a técnica, já dominaram e estão tirando onda. Eu tenho alunos que eu vejo palestrante, eu olho e falo: "Não tá usando nada, né? Ô filho da mãe? Por quê? Porque pensa assim: "Ah, mas eu sempre fiz assim". Aí a minha mente antierói pensa assim: "Se você quisesse continuar fazendo como você já fazia, você não precisava me pagar. Ou melhor, pagar você até podia, mas não precisava gastar meu tempo. Faz só o Pix aí de doação, tá tudo certo". Entendeu? Então, a
gente tá aqui para entender e agora vocês vão me ver no palco e vocês vão ver tudo isso acontecendo. Olha ele usando a procêmica, olha, ele mudou a a a o estilo de narração. Olha o ocules como mudou. Olha como conectou esse arquétipo. Olha como veio isso. Olha como só o ensaio intermitente que vai fazer chegar ao ponto do extraordinário. Alisson não vai dar tempo pra Argentina. Eu já sei disso. Lembra que eu falei para vocês no na aula passada? Falei: "Pega as que você quer executar, que você já entendeu que são as mais poderosas
e aí você vai colocar elas para você executar agora até a Argentina". Alisson, essa aqui é muito complicada. Essa eu não vou usar agora. Tudo bem você não usar agora, mas daqui a pouco eu quero que você use, entendeu? Eu vou continuar te vendo, eu vou continuar te indicando, eu vou continuar com você no palco e daqui a pouco tem um caso que aconteceu só pra gente fechar, vou contar para vocês até para eu lá fazer meu omade que já viu, né? Eh, tem um cara que ficou comigo 8 meses em treinamento. Eu não vou
falar o nome dele aqui que acho que vocês conhecem, alguns conhecem. Ele fez o tour, que são 12 meses de aula, e depois ele foi pro PEX Plus, que são 6 meses. Ficamos 8 meses juntos. E aí na palestra, aliás, ele foi pra Argentina. Na palestra da Argentina, ele mesma coisa, gente, não dá tempo de colocar todas as ferramentas, tá? E aí eu sempre vou fazer avaliação depois, tá? Vocês vão estar palestrando, eu vou estar lá atrás com o meu bloquinho de notas e depois eu faço uma avaliação. Ó, faltou isso aqui, olha isso, olha
isso, toma cuidado com isso, toma que é importante, tá? Fiz a avaliação dele, falei: "Ó, faltou isso. Cuidado, a neurociência, cara, você não usou quase nada. Você usou os mapas porque ela eles estavam marcado no chão, mas o restante você não usou tanto, entendeu? Então, cuidado, começa a incluir." OK. OK. Aí ele ficou mais seis meses, fez mais algumas palestras lá lá na na área dele, coloquei ele mais um palco e aí ele veio fazer São Paulo no PX. Quando ele veio pro ensaio aqui em casa, no ensaio no PEX, a gente mantém o ensaio
aqui porque o evento é aqui em São Paulo. E ele veio pro ensaio aqui em casa, quando ele começou a interrompir ele, falei: "Para, para, ele tava com sei lá, 10 minutos de palestra". Falei: "Tá tudo igual a última, tá? Pode ir embora, pode ir embora. Vai para casa". Por quê? Você não vai pro palco. Você não evoluiu nada em seis meses. Nada. O slide tá o mesmo que eu já tinha falado para você que tinha mudar. A técnica de narração tá a mesma. A movimentação você não mudou nada não. Ar. Isso aqui é difícil,
tá? Não, eu sei que é difícil. Se fosse fácil todo mundo fazia, mas tem seis meses. Eu tinha que est vendo pelo menos alguns pontos de mudança. Eu não tô vendo nada. Papai ama, mas papai bate com força. Sim. Falei nada, não mudou, não. Pode ir embora. Aí ele tinha 40 minutos de ensaio. Ele fez 10 minutos de palestra, os outros 30. Eu fiquei batendo 30. Falei: "Vamos gastar teu tempo aqui." Falei: "Tá faltando isso. Você tem uma chance, você teve 6 meses para mudar, agora você tem 12 horas. Vai embora. Não precisa ficar aqui,
você vai só gastar nosso tempo. Vai embora. Você tá de Airbnb? Tô. Vai pra cabana. E tá ficaram numa cabana aqui perto. Vai lá pra cabana. E lembra aquele rolê de dormir? Esquece para você. Se você voltar aqui amanhã 9 horas da manhã com tudo diferente, você vai pro palco. Senão, você pode pegar o avião e embora paraa Goiânia. Para mim não faz sentido. Não faz sentido você ficar comigo e não evoluir. Não faz sentido, pô. Que é só me dar o dinheiro, faz o Pix. Agora eu tô aqui para te guiar. Gente, um homem
de 1,80 e tanto de altura, brabo, barbudão, saiu chorando e foi embora. Top. Ativei meu antierói, escondi o cuidador, mandei o cuidador ir dormir, ativei o antierói e falei: "Pode ir. vai trabalhar, filhão. No outro dia, na hora que a gente foi começar o ensaio, ele falou assim: "Eu começo". Aí eu já gostei da atitude, né? Falei: "Opa, Boa". Na hora que ele colocou o primeiro slide, eu já olhei e falei: "Mudou, mudou". E aí ele foi outro cara, outro cara. Quando ele terminou, eu falei assim: "Tava faltando o quê? Era uma pancadinha? Porque você
ficou seis meses sem se mexer. Ó o que você fez em 12 horas. Você queria, como diz a o Team Urban, né, usar neuroadrenalina, adrenalina e a dopamina a teu favor. Você queria se sentir pressionado e aí sim fazer? Era só me avisar antes, pô. Eu batia antes, não precisava. mudou, entregou a palestra, foi um dos destaques do evento. Então, não dá para fazer tudo agora, mas eu vou querer ver a evolução. Claro, de uma palestra para outra você tem que evoluir. E aí você só vai evoluir se você ensaiar. Se não ensaiar, esquece, porque
é realmente muita coisa. Eu sei que é muita coisa. Lembra que eu falei para vocês que quando eu fui começar a entregar isso aqui, eu fui estudar? Porque com todo respeito do mundo, eu já era um bom palestrante. Pô, gente, de televisão eu tinha 25 anos, pô. Eu já sabia como dominar o palco. Mas isso tudo aqui eu aprendi num treinamento voltado paraa neurociência aplicada à comunicação. E aí eu trouxe tudo e falei: "Como que eu coloco isso na palestra? Isso aqui é meu. Isso aqui não tem lugar nenhum do mundo, é meu." E aí
eu testei primeiro em quem? A cobaia aqui, ó. E nossa, tá dando certo. Ó como o público tá mais atento, ó como eles estão caminhando onde eu vou. Olha como eu virei a crista da onda. Aí eu comecei a aplicar em outros, nos alunos e começou a dar certo. E começou a dar certo até que o método foi validado. Validado. Essa aqui, gente, sabe por que que isso aqui tem 76 páginas? Porque é a base do livro que eu tô escrevendo. É a base do livro. E eu quero um livro de 500 páginas. Por isso
que só essa parte tem 76. O PC é maluco. PC tá assim. Para que tanto RR Martin? Calma, trabalha essa emoção, rapaz. 500 páginas. Como é que leu um negócio desse? Eu não sei nem para onde começar. [risadas] Eu até na boa. Eu leio porque eu sou um doente. Eu leio porque eu sou um doente. Você pega formado direitos. tudo direito li um livro desse. [risadas] A ideia é essa, é fazer um livro definitivo. É que alguém olha e fala assim: "Não tem como escrever mais nada sobre palestra depois disso aqui". Não tem como. Essa
é a ideia, entendeu? E se vocês acham que eu sou maluco, tem dois editores mais malucos ainda que já compraram a a ideia e inclusive tão ali para onde eu vou. Eu já decidi, mas eu não contei para eles ainda, né? Eu já sei para onde eu vou, mas tem duas editoras, duas gigantes editoras, duas das três maiores do Brasil que querem o livro e a e a outra não quer, a outra das entre as três, porque eu não ofertei para eles, que eu não quero lançar mais Que a maior que é a de toda
gente. Eu não quero lançar lá. Então eu nem ofertei para eles, ofertei para número dois e para número três e os dois ficaram loucos, entendeu? Então assim, é técnica, é ciência, não é? Nossa, se eu vivo ser palestrando, achei muito legal. Não é pelos lindos olhos azuis que eu não tenho, é simplesmente ciência aplicada. Eu tô usando o seu cérebro contra você e, aliás, por isso que todos vocês estão aqui, entendeu? É exatamente isso. É neurociência. Show, meus amigos. Dúvidas, colocações, apontamentos, falem tudo. Tira a foto. Eu nunca saio na foto. Quero sair hoje. [risadas]
Boa, Maís. E toda vez é assim, você escreve assim: "Gente, vou sair". Aí eu abro o microfone e falo: "Mais, espera a foto". Aí você já saiu. Já saí. Foi mesmo? Toda semana a mesma coisa. Já saiu. A vida do contador é uma loucura essa reforma tributária, esse monte de coisa. reunião atrás de reunião, mas hoje eu vou sair na foto. Vamos lá. Boa. Bora lá. Em três em dois. Muito bom. Muito bom. Pera aí, deixa eu colocar o óculos para ler que vocês escreveram. Essa parada é louca mesmo. Pensei em só entrar, sair e
fiquei até o fim. Não tem como, Vand. Não tem como. Dúvidas, gente. Quer dizer, dúvidas que possam ser esclarecidas agora. Eu tô só pelos apontamentos. Cláudia, faça isso. Cláudia, volta lá. Cláudia, só colando postite na mente, né? Aqui. Nossa. Uhum. Pensando aqui. É isso. Não dá para usar tudo, gente. Não dá. Alisson, o que que você colocaria? Talvez essa seja a pergunta do PC, tá? Você se colocar numa linha reta aí, porque o TC tem dessas numa regra por onde eu começo, até onde eu vou. Primeiro mapa, não precisa se preocupar tanto porque vai tá
no chão, mas pelo menos memoriza, memoriza. Eu iria muito forte no emboriment, muito forte nas quatro, nos quatro tipos de narração, na prossêmica e no oculesis. Bom, já que você citou, eu vou aproveitar o jargão da campanha eleitoral, vou usar meu direito de resposta. Deus me livre, gente. Ten horror dessa parada, pelo amor de Deus. Tenho no desse povo que me pela. Mas lembra que Mas deixa eu falar então. Então, sempre, sempre, sempre, sempre. A questão é a seguinte, eh, eu tô pensando em fazer até um pouco diferente do que você imaginou. Uhum. Né? Pelo
que eu tô ouvindo aqui, como é muita coisa, eu tô lembro. Primeiro eu preciso desesperadamente dos closed captions. Todos todos, tá? Preciso muito. Você sabe que a gente tem um compromisso sexta-feira, eu quero est preparado que eu não vou entrar para tomar na canela o jogo todo. Eu posso até vou, eu tenho, eu sei que eu vou levar muitas na canela, mas não quero levar o jogo inteiro. Tá tudo bem. Boa. O que eu acho que vai funcionar e e e quero a sua opinião a respeito é o seguinte. Existem coisas que a gente já
faz empiricamente, organicamente. Eu tô querendo profissional, começar por essas, profissionalizar eh eh melhorar a performance, aperfeiçoá-las, tá? OK. Tá. Aí a gente vai elencar estrategicamente o que que tá faltando para colocar, porque se você não tiver uma lica, gente boa, é, esquece, você levanta uma parede, aí a outra cai. Então levanta outra, meu irmão, bota alicer para tudo, vai construindo devagarinho, senão a parede derruba outra. É aquilo que eu falei na aula de storytelling, o o cérebro entende melhor a partir de analogias. Então tem coisas que você já sabe que você só vai apertar parafuso.
Você vai apertar parafuso. Tem tem coisas que você já usa. Tem coisas que você já usa. Tem coisas então que você já usa. Então quer dizer, essas aí já tão orgânica, vai ser mais fácil. Não vou fazer menos força para memorizar. Exato. Exato. É isso que eu tô pensando em fazer. Se tá certo ou não, depende de um tal de Alisson Costa. Aí ele vai dar uma olhada lá e vai vai dizer o caminho. Top. Mas o que o que eu penso basicamente é isso. E eu levantei a mão justamente para pedir realmente o o
as transcrições, os closed captions, porque eu quero parar e confrontar o que eu anotei com o que eu perdi. Eu acho que os outros, tenho certeza que eu perdi alguma coisa. Eu acho que os outros estão todos lá no grupo. Eu acho. Se não tiver depois, eu vou dar uma olhada com muito carinho e os que não tiver eu vou te pedir para você mandar porque realmente eu vou ter que Pode ser que esteja. Só para confirmar, nós estamos na aula número seis. Show. Ah, dado muito importante pra gente fechar mesmo. Semana que vem é
o primeiro ensaio, né? Semana que vem, terça-feira, 15 horas, ensaio dos TEDs. Você vai fazer 15 minutos. Eu pensei que eram 10. 15 minutos, ou seja, é a espinha dorsal da palestra. Você vai fazer, tá? Deixa eu te perguntar outra coisa só para reformar. Eh, bom, vou perguntar aqui. Eu acho que tem até um assunto que eu não que que que era para perguntar em outro, mas eu vou perguntar aqui mesmo. Uhum. Tempo em Buenos Aires e tempo em Concórdia. [roncando] Buenos Aires 40, tá? 40. E Concórdia, como diz Jamson Ferreira, depende. Cada um eles
devem marcar um tempo. A gente fica sabendo 10 minutos antes de começar ou ou consegue se preparar um pouquinho melhor? Lá tem de 40, de 50 e de 1 hora. Quanto? Tem de 40, de 50 e de 1 hora. Tá beleza. Deixa eu ver se ele me mandou aqui. Eu já tenho os horários de vocês e os palcos de vocês. Eu já contei? Não, não contou não. Pelo menos eu não ouvi. Não lembro de ter ouvido. Só o da Clau que eu ainda tô brigando por ele. Mas, ó, vamos lá. Ã, vou falar da minha
turma toda, tá? Dia 24, Arena 9, Fernando Peron, às 18 Horas. Na Arena Patslaf, Dani Pompeu às 17. Na plenária, anexo André Cavalcante às 19 horas. Natan Credão, Vanderlei Dantas às 11 da manhã e Marcos de Castro às 14 horas. Então vocês dia 24. Dia 25, Arena 9, Bob Faria às 19 horas. Na Patslaf Jamson Ferreira às 14 horas na plenária. Aexo Anderson Maíce 18 horas na Tancredão Vera Moraes às 13 PC Macedo às 10. No dia 26 na Arena A9, Alisson Costa às 18, na Patslaf, Simone Lopes às 17 na plenária, anexo Gibressan às
16 na Tancredão Vivia Evald às 14 e Flávia John às 13. Vou ficar igual no Rocken Rio. Cada hora eu vou para um palco assim, ó, para assistir a galera toda. Eu vou fazer, [risadas] eu vou fazer uma programação. Eu vou fazer uma programação. Nossa, aliás, a primeira briga que eu tive com o Antonelo foi porque tinha gente batendo o horário. Eu falei: "Você sabe que eu preciso da minha galera toda independente?" Por quê? Porque a gente se apoia, é importante. Então, pô, tá lá um palestrante, eu vou lá ver. Tá o outro palestrante, eu
vou eu vou ver. Fora que, e eu vou falar com isso, com vocês lá no grupo do HJ, eh, eu quero fechar um cinegrafista para levar para Filmar todo mundo, entendeu? Eu ia perguntar disso. Isso faz toda a diferença pra gente ter o material. Show. Aí, como é que vai, como é que vai ser esse esquema do mestre cerimônias? Aí a gente vai fazer uma aula sobre isso. Ah, vai. Vou fazer, mas tem horário e dia. Como é que é? Já tenho também. Já tenho também. Já querem. Ó, toda a informação é bem-vinda. O meu,
para você ter uma ideia, você falou tão rápido que o meu eu só anotei o dia e a hora. O local, tô mais perdido e surdo no bingo. Arena PC Tancredão. Arena Tancredão. Tancredão. Boa. Gostei do nome. Ó, mestre de cerimônias. No dia 24 na Arena 9 é o Bob Faria. Na Patislatamon. Na plenária, anexo, o Gui, na Tancredão, PC Macedo, dia 24. 24, isso. E Flávia John. Que que é a Tancredão? A Tancredão é a arena Sebrai. É, é esse palco com fone, entendeu? É o palco grande dividido em Três. E aí vão ser
dois mestres de cerimônias, só que vocês dois vão variar nos três palcos. Então, apresenta um aqui, aí quem terminou primeiro já apresenta o outro ali e entra aqui. Aí vai. Depois a gente vai no ensaio, a gente vai preparar isso tudo. Dia 25, Arena 9, Soidô. Na PatsAf, Simone Lopes. Na plenária, anexo, André Cavalcante, dia 25 na Tancredão, Vivia Evald e Vanderley Dantas. No dia 26, Arena 9, Fernando Peron, Patslaf, Dani Pompeu, Plenário anexo, Anderson Maíse, Tancredão, Veria Moraes e Marcos de Castro. Perceba que você os os MCs são todos os MCs são todos do
nosso grupo, não desse grupo aqui, mas dos meus grupos de alunos. Tem nosmes. Ah, então a gente vai conhece ou vai conhecer todo mundo que vai trabalhar com a gente? Vocês vão conhecer 18 do time do Alisson, tá? Vai ter um horário aí. Sou eu e Flávia, né? Flávia John. A Flávia, a Flávia preciso até bater um papo com ela. A Flávia, na verdade, é desse time aqui. Hum. Mas a Flávia não veio nenhuma aula ao vivo e pelo que eu vi no sistema, ela assistiu três online só. Eu vou bater um papo com ela
essa semana, tá? Horário não tem, não é isso? Você já falou horário? É tanqueadrão com a Vera MC. É, é direto da hora que começar até a hora que acabar. Só isso. Toma ali. Gogó. [limpando a garganta] Leva para China. E carioca pode ir de Havaiana. Olha que vantagem, pô. A raíz sim, hein. A raiz. Mas a parte boa, a parte boa do MC. Mentira, mentira. Não vai nessa não, Marcão. Não vai não, que é roubado. A parte boa do MC é o ponto de contato com o público, cara. Você vai ter contato com o
público o dia inteiro. Então, seing, a gente vai falar muito isso na aula. Seding de ponta a ponta, captação de cliente o dia inteiro. É lindo. É lindo. É aí que eu arrebento de vend, gente. É, não é. Pai quase não gosta. Eu [risadas] não me cerimônias. Se 10 horas de Papai quase não gosta. E arena 9, que é o palco que eu faço, são 14 horas de trabalho. Cancredon são quantas? Se eu não me engano, todas as outras começam às 10 e terminam às 18. Se eu não me engano, a nossa começa mais cedo
e termina mais tarde, entendeu? Só que ou então dia 24 eu não vou ver palestra de ninguém, rapaz. Eu tô lascado, quero nem saber. [risadas] Só você. Mas eu prometo, prometo. Dia 25 a minha de manhã eu já vou direto cabelar lá. Dá para caramba. Na verdade, na verdade você vai, você vai ver duas. Quer ver? Só as duas. Ah, sim. Dia 29 é meu aniversário. 29 de setembro. Então já comemora todo mundo lá. Você vai assistir que dia? Dia 29 de setembro. Oba. Ó, você vai assistir o Vanderlei e o Marcos. Ah. Legal, legal,
legal, legal, legal, legal. Pelo menos esses aí eu consigo não perder. Esse você, [risadas] você vai, você vai inclusive chamá-los ao palco. Vai ser legal demais, hein? [risadas] Vai ser legal demais. Vai ser legal. Eu tô muito animado, cara. Tô, eu tô preocupado com meu trabalho, mas tô muito animado. Carioca do aché. Olha, olha o outro vai pegar minha banana. Olha que bicho mal criado, rapaz. [risadas] Você vai entender. Mas menino, se não tivesse senhoras no recinto, tu ia ouvir a quinta série raiz do Rio de Janeiro. É, dia, no dia você vai entender. No
dia você vai entender. Não, eu já sei. Eu já sei do que se trata, mas eu não ia perder a chance de falar a besteira. Pelo amor de Deus, eu tô rapaz, eu não sei se eles fizeram um bom negócio juntando nós três, não, viu, Marco. Eu, você e o Vani no meu. Isso tem 39% de chance de dar só 39. Pior que eu não tinha pensado nisso, uns 10% de chance de dar certo. Só eu sou homem sério. Pensado nisso. Os três quintas séries mesmo dia. [risadas] Ô meu só da corte. Ô misericórdia. [risadas]
Certinho. Gente, fala de música, né, irmão? Hã? Você fala de música, né? Metáfora. Vira metáfora. Sim. Boa. Boa. Vai ser legal, gente. Beijo para vocês. Valeu. Semana que vem. Não se esqueça. Ah, deixa eu responder o Vand. Vand perguntou quem começa. Quem chega primeiro? É ordem de chegada. Vai ser um to gente atrasar, rapaz. Vai atrasar. [risadas] Valeu, meu povo.