Qual que é o jeito certo fazer arte? Que bosta. Posso falar a verdade?
E se a gente mandasse tudo isso pro [ __ ] Sabe por quê? Eu acho que ninguém sabe o que vai dar certo, pelo menos a maior parte do tempo. No fundo, no fundo, a gente só faz e espera.
E eu não tô falando que não existe técnica nenhuma e que tudo é da cagada. [música] E você vai me entender. Eu tô falando de algo que a técnica pura não alcança.
Não importa se o que você faz é desenho, livros, filmes, sei lá. Eu tô falando disso, de impulsos internos. Mas sabe o que é triste, cara?
É que, na verdade, ao mesmo tempo que a falta disso traz tristeza [música] ao artista, aí é que tá a sua redescoberta, ela traz luz de volta ao mundo. Isso precisava te reencontrar de alguma forma. Então você vem comigo.
E por mais clichê que seja isso que eu vou te falar agora, talvez, só talvez querer um jeito certo para criar coisas seja uma grande merda. [música] Esse é o guru do Himalaia. Eu só tô mostrando ele aqui para te relembrar da alegria de viver, onde o objetivo desses vídeos é despertar o maior número de pessoas para a criação.
Começando pela ideia da intuição. Ô, não é estranho imaginar que quando a gente pensa em um jeito de fazer as coisas, de jeito nenhum se fala disso, cara. Não é só técnica de retenção métrica, storyting, mano.
Lógico que eu também uso, mas o sentimento das paradas, o quanto de você tão nas suas coisas, tipo a casa da sua avó, um lugar onde ninguém quer sair de lá, tá ligado, cara? É impossível você tocar o outro lá só por pura técnica. Então, para facilitar sua vida, existe uma coisa que pode te ajudar a alcançar um tequinho desse sexto sentido na prática.
E isso vai ser bem nice. [música] O play. Não devia essa ideia, mano.
Eu vi isso da minha professora de teatro na época e me apaixonei. Não pela professora, ela tinha bigode. É que traduzindo bem por cima, o to play é basicamente brincar.
Já notou que às vezes quando você vai fazer algo pela primeira vez sem pretensão nenhuma, só aceitando as paradas, [música] acaba dando certo? Com certeza. Já chamam isso de sorte de principiante.
Daí você recebe um monte de elogio e já começa a se achar o gênio. Mas daí você tenta fazer de novo e nunca mais consegue, tá ligado? Acontece com todo mundo.
Por quê? Você meio [música] que para de brincar. Essa parada aí uma vez eu ouvi do próprio King D de que ele se divertia fazendo aquilo.
Queria um exemplo de um gênio. Tá aí. Pode não existe um jeito certo de criar [música] as coisas, mas mano, só tente não se levar a sério na próxima.
Daí agora uma coisa minha, sempre quando eu vejo as produções de eu tenho exatamente a mesma sensação vel que quem brinca costuma caprichar também. Por exemplo, na trilha sonora, nos cenários [música] pintados à mão, nos movimentos de cada personagem em seus três jeitos humanos. [ __ ] mano.
Sério, o to play é basicamente [música] deixar a sua versão criança dirigindo o processo criativo. E eu gostaria muito que você soubesse disso. [risadas] Agora tem um lugar que eu tava louco para te mostrar.
[música] E parece que chegamos. [risadas] New Jersey. [música] Por que caralhas eu tô aqui agora de Calma, mano.
Eu só queria te mostrar um jeito de ver filmes sem nenhuma lógica pros dias de hoje. Eu tô falando do cinema Drven. É assim que fala?
Isso já existia faz maior tempão, cara. Mas quem pegou no negócio, calma aí, e patenteou foi esse de Holling Shad em Nova Jersey, onde a gente tá agora. Tá, mas e daí?
E daí que era basicamente um cinema no meio do estacionamento, onde você comprava a vaga, parava o carro e assistia o filme ali mesmo. Tudo rolando à noite, com certeza rolava um ticarac. Mentira.
Mas é sério, só eu que senti uma vibe [ __ ] nisso? Aí é que tá aqui que a ideia fica de gênio, porque o som do filme ele passava numa rádio própria do cinema. Então o áudio vinha direto pela rádio do carro.
Eu sei, hoje em dia não é uma ideia tão prática, mas desculpa, [ __ ] Pense comigo, às vezes você mesmo tem umas ideias que mistura vários conceitos e coisas diferentes, mas você tem medo de mostrar. Na real, [música] parece que a gente tá sozinho nessa. Eu te entendo.
Olha esse canal, cara. Mas guys, essas ideias elas só começam em um palco vazio mesmo. Elas só precisam de uma única coisa.
Você, a galera da sua vibe de algum jeito te descobre. E quer saber? Começar sozinho é maneiro.
Igual a animação desse cara, Aless Art. Saca? No nível de singularidade, experimentação e coisas que só ele consegue [música] fazer.
Daí eu te pergunto, como eu posso dizer para um cara desse como ele deveria fazer o que faz? Essa é a ideia, fazer o do seu jeito, porque é tipo isso que eu tô tentando te falar desde o começo. Mas aí, bora tocar uma música diferente.
[música] Isso é um DNT aqui, tá bom? Mas como seria a mente de um [ __ ] criando coisas? É uma hipérbole, guys.
Imagina agora um monte de pensamento intrusivo, coisa de gente doida, mistura tudo com hard hawk, heav metal e os [ __ ] e já era. Bavies and Bad. Era isso.
Quem é dos anos 90, tá ligado? Eu fui uma citc animada por Mike Jude, criada completamente pelo olhar do [ __ ] Por isso que era legal. Aí que tá, mano.
Eu não sei se tem algo [música] mais drogado que isso, mas talvez esse cara. Aí é loucura, mano. Esse é um dos clipes mais diazepantes que você vai ver hoje.
Por imagina uma mistura de rotoscópia com música bizarra. Eu falei que talvez ia ser pior, [música] mas assim, isso é muito bom, cara. É ruim de bom, sabe?
E aí é que tá, porque é aqui que tem o negócio que poucos artistas [música] tm, mano. O frisson musical. Você já reparou nisso?
Todo mundo que faz coisas legais ou diferente tem uma relação muito íntima com a música. Eu confesso, mano, tem que ter um ouvido muito bom musicalmente para conseguir criar coisas que causem frisson nas pessoas. É verdade, porque hoje parece que é: "Ah, bota uma música de fundo aí e já era.
" Sei lá, dá uma sensação meio líquida isso. Ah, d, mas eu não manjo de música. Começa a estudar, ué.
É sério, nunca é tarde para você. Sabe por tô falando isso? Porque daí você deixa de agir apenas pela visão [música] e tato e apura um novo sentido muito raro e [ __ ] o sentido auditivo musical.
[música] E por mais estranho que seja esse jeito de fazer coisas, tem o seu lado positivo. Mas agora tá na hora de voltar [música] para casa. Enquanto eu voltava de New Jersey, viajando nisso tudo, né, eu lembrei do fazer com esmero.
Dá para sentir quando alguma coisa foi feita com carinho. Quer ver? Quando algo tem [música] pressão, por exemplo, aquilo fica corrido, travado, forçado, mas quando tem amor, hum, hum, hum, aquilo vai ser percebido.
Daí eu me lembro desse cara, [música] Pirluig Patzi, onde ele dizia: "Só se sai bem na vida quem lê muito e só lê muito quem lê por prazer". Então, pela primeira vez, um jeg, como eu entendia, não era ler livros na qual eu não tinha interesse nenhum. Isso é bem óbvio, era leia sobre as coisas que de fato eu amava.
Por isso que eu nunca gostei do sistema MC, mano. 200 anos de [ __ ] nenhuma. Desculpa a sinceridade.
Eu comecei a gostoso mesmo depois que eu saí da escola. Inclusive que foi quando conheci [música] sobre Kyung, mangá, criatividade, cinema, hentimai. Não, esse daqui não.
É, daí sim eu simplesmente não parei mais de ler. E eu sou burro até hoje. Quer saber?
[música] Eu espero de verdade que você encontre o que ama. E se nunca ninguém te disse, você pode dar certo. Eu acho que nunca ninguém falou [música] isso para mim.
Então eu tô tentando te incentivar e eu sou meio ruim nisso, mas seja uma pessoa legal na vida de alguém, velho. Sabe por quê? A gente quase nunca vai achar incentivo em lugares onde tá todo mundo competindo por superioridade e tal.
Nesses lugares, mano, quando alguém brilha, hum, a galera não aplaude não, tá? Elas ficam é com inveja. E ambientes assim é péssimo para criar.
Por isso, todo vídeo eu falo isso. Mudando de linguagem, você muda quem você atrai. Mudando os seus estímulos visuais, você muda o que você cria.
E mudando de ambiente, você praticamente muda o seu destino. Esses pequenos ajustes fazem uma enorme diferença. [música] E é isso.
Cinema driving é interessante e ser to play é legal. Usar a intuição te torn doido e o resto eu tenho que bolar. Agora conclusão, não existe um jeito certo, existe o seu jeito.
Bem óbvio. Pelo menos se você for tirando tudo que não é você, aos poucos, você vai chegando mais perto disso, ficando longe do efeito parou. Lembram?
Não pode isso, não pode aquilo, não pode nada dessa caralha. No meu mundo pode. [ __ ] E falando sério, eu uso tudo isso que eu te contei, mano.
Porque para mim, esses vídeos é onde eu tô a maior parte do tempo brincando. Aqui eu faço o que eu quiser mesmo. Não tem cliente enchendo o saco falando: "Não faz isso, não faz aquilo".
São uns comentários idiota de vez em quando que sempre tem. Então, nessa loucura, eu fico pensando o que dá para fazer de legal com o que eu já tenho? Como eu não tenho atores, eu uso imagens e gifs.
E como eu tenho preguiça de ligar a câmera, eu não apareço. Essa bosta sou eu. Enfim, [música] não é bem a edição, jeito certo, é a criatividade, o prazer naquilo que faz.
É sério, às vezes um vídeo com edição podre, mas muito criativo, pode ser mais legal do que um vídeo super editado, sem nada de tudo isso. Então, a minha sugestão para você seria o quê? Adivinha?
Edite o que gostaria de assistir de verdade. Faça o filme que gostaria que tivesse no mundo de verdade. E acredite mais nas suas loucura, pelo menos três pessoas vão gostar, porque [música] é essa a resposta que talvez a maioria procura, talvez.
E no final, na moral, eu [música] espero de verdade que tudo isso tenha te dado inspirações, ideias, às vezes até algum tipo de solução [música] que de fato isso chegue nas pessoas certas. nas pessoas que mereciam saber disso, que o futuro realmente seja um show para você e que você não fique precisando achar um único jeito certo de fazer as coisas fora de você, porque esses impulsos são internos. [música] Se você gostou e ainda deixou seu like, muito obrigado.
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