O Galaxy S26 Ultra é uma realidade, foi anunciado e já tem bastante conteúdo dele aqui no canal. O lançamento lá em São Francisco, o unboxing que o Bruno fez agora a pouco e chegou a hora de entender se esse aqui é o bichão mesmo, como diz meu amigo Dudu Rocha. Brincadeiras à parte, bora para esse review do mais novo, top de linha da Samsung.
Quais são as novidades? Se é que tem alguma. Será que mudou bastante quando a gente compara com as gerações anteriores, onde ele brilha e no que ele pode melhorar?
A gente vai conversar sobre tudo isso, então pega uma comida, uma bebida e senta aqui pra gente trocar uma ideia. Bora então. Pode subir a vinheta.
Se você tá interessado e querendo comprar o S26 Ultra, eu deixei aqui embaixo o botão do YouTube Shopping para você comprar o aparelho em lojas confiáveis. E se você quiser economizar em qualquer compra na internet, eu vou te dar dois caminhos. O primeiro é o comparador de escolha segura, que tá disponível como extensão do seu navegador preferido ou também como aplicativo Android.
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Todos os dias tem oferta nova por lá e são quase 200. 000 pessoas aproveitando. Bom, vendi meu peixe.
Agora bora pro vídeo. Confesso que não é uma tarefa fácil analisar o principal Galaxy da linha S da Samsung. E olha que eu já tenho feito isso há alguns anos aqui no canal.
Isso porque esse celular é o que tem a missão de definir para onde vai a indústria dos próximos anos. É nos principais lançamentos o top de linha que vai rivalizar com iPhone e mercados globais pelo menos até a chegada do próximo Google Pixel que vai bem nos Estados Unidos ou de modelos da Xiaomi que vão bem em parte da Europa e da Ásia. E tem um outro fato importante também que é o amadurecimento da linha S de forma geral.
Já faz um tempo que os modelos da linha Ultra já estão bem maduros. Adquiram uma identidade e fica difícil criar algo completamente novo e uma família que já vai muito bem. Mas será que as melhorias que a Z26 Ultra trouxe são apenas incrementais ou tem algo fundamental aí?
Deixa eu te contar. Começando pela construção, quando você bate o olho, você sabe que é um Galaxy Ultra. Mas a Samsung tentou fazer algumas modificações no design para tentar imprimir uma nova identidade pro modelo.
A primeira é mais leve e que só vai ser notada por quem tem o antecessor dele, é a curvatura das bordas, que agora estão mais próximas do que os outros S26 fazem. Vou dar mais contexto. Pera.
Os Galaxy Ultra surgiram no S20 em 2020 e o Ultra era de fato o maior deles e o que tinha o melhor conjunto de câmeras. Ele ainda não tinha suporte porque naquele ano foi lançado o Note 20 Ultra, só que aquele flagship foi o último modelo da linha. E aí a Samsung apostou no Ultra como substitutos dos Notes.
O S21 Ultra que foi lançado menos de 6 meses depois do Note era curvado ainda como os outros S21. Mas ali já tinha um detalhe. A SPEN existia, mas era um acessório que não tava no corpo do aparelho, tinha que comprar a parte com uma capinha.
Mas a partir do S22 Ultra, a Samsung assumiu de vez que o Ultra era o novo Note. Então ele ficou com os ângulos retos da linha que foi extinta e a caneta passou a ser dentro do aparelho como deveria ser. Foi assim no S23 e no S24 Ultra que também vieram com bordas retas.
O que mudou com as gerações foi a curvatura da tela, que foi diminuindo, diminuindo até ficar completamente reta. Com o S25 Ultra, as extremidades do celular voltaram a ficar retas, mas no ângulo que fazer ele ficar praticamente reto, sabor reto, vai. E aí a Samsung retomou as bordas mais curvas no S26 Ultra.
Eu sei que o contexto foi grande, mas era para explicar que a Samsung tá fazendo aqui o que ela fazia nos primeiros Galaxy Ultra. Tudo isso mantendo aquela cara de celular Galaxy que a gente conhece. Para efeito de comparação, apesar da curvatura da tela fazer ele parecer menor, o S26 Ultra tá pouca coisa.
mais alto, mais largo e mais filo que o seu antecessor e também 4 g mais leve. a traseira em vidro fosco. E você percebe que a Samsung tá escolhendo cores que saem da proposta de serem discretas demais, mas também não trazem nada de muito chamativo.
O logo da empresa também não contrasta com a cor da traseira para não perder essa sensação de minimalismo. As quatro cores que a Samsung escolheu para esse modelo caminham para esse lado, de oferecer mais do que o preto, branco e cinza padrão e entregar um pouquinho mais, mas sem deixar o celular chamando muita atenção. O módulo de câmeras talvez seja a mudança mais sensível desses anos de ultra.
Já faz um tempo que a Samsung tem como identidade visual dos seus celulares os sensores mais soltos, sem nenhum módulo para organizar essas lentes. Vinha sendo assim em todos os celulares da Samsung desde o S22 e só tiveram duas exceções, que foi a linha Fold e o S25 Ed. No ano passado o A56 ganhou módulo de câmeras e nesse ano ele chegou pra linha S também.
Mas o curioso é que no caso do Ultra ele não abraça todo o sensor traseiro. Ele cobre as três câmeras principais, mas deixa de lado o flash, o sensor glider e a segunda linha de telefo. E isso tem alguns efeitos.
O primeiro é manter o celular bem bambo numa superfície reta. Se você vai digitar ou usar o aparelho enquanto está sentado ou sentada na mesa, vai passar raiva, porque vai ser difícil manter ele estável. Eu já passo isso com os fold 7.
No S26 Ultra esse efeito é menor, mas ainda assim ele existe e bastante. O segundo efeito é no design mesmo. Como o S26 Ultra tem mais câmeras e sensores do que o sensor consegue cobrir, fica uma sensação de falta de alguma coisa, sabe?
Mas tem um terceiro efeito que é tecnológico. Apesar de não ter mandado o seu Galaxy com IMS no próprio celular para usar acessórios MSSfe, as capinhas da Samsung vem com íã em círculo para você usar carregamento e uma série de acessórios que existem e se aproveitam dessa conectividade física mesmo. É assim nos iPhones faz tempo.
O Google ader na última geração de pixels lançada no ano passado e aí veio a Samsung com imã na case, mas tenta colocar um acessório que for maior que um círculo de carregador. vai ficar torto porque a câmera traseira vai empurrar qualquer coisa que tiver lá e se o acessório tá torto, ele não tá funcionando 100% e ainda corre o risco de cair. Sabe como dava para resolver isso?
Passando as câmeras para uma orientação horizontal, como a Google fez com os Pixels, caberiam todos os sensores alinhados e a Samsung poderia usar de um jeito mais efetivo com essa conexão traseira. Falei bastante da parte de trás, né? E ainda não falei de toda a construção dele.
Os frames da lateral são de Aluminum Armor 2, numa cor próxima da traseira. O titânio foi um delírio coletivo da indústria que já foi esquecido completamente no design dos topos de linha da Samsung e da Apple. Os frames são bem grossos que contrasta um pouco com a linha Ed, apesar dele ser mais fino que do ano passado.
E ainda assim a pegada é confortável, mas ele já passa uma sensação natural de ser mais trambolhudo mesmo. A abordagem das laterais seguem a mesma nos frames. Um botão único de volume mais e menos numa boa altura e um botão de energia que também vai servir para acessar os serviços de inteligência artificial.
Em cima fica o microfone de redução de ruído. Embaixo você encontra o microfone de chamadas, a entrada USBC, a gaveta para chips e a SPE. Desde o ano passado, a Samsung vem adotando uma caneta sem conectividade Bluetooth, mas a construção menos cruada dava espaço para que a base dela, onde você aperta para retirar do aparelho fosse reta.
Mas lembra que eu comecei o vídeo comentando que agora a construção da S26 Ultra tá mais curva? Então isso fez com que a caneta fosse ainda mais pra lateral do aparelho. E para ela caber, essa base ficou curvada.
E qual o efeito? Depois de muitos anos em que dava para encaixar a caneta de qualquer lado que você quisesse, agora tem um lado certo para você encaixar esse pé. Se você colocar errado, não vem um aviso, mas a curvinha da ponta fica para fora.
Ou seja, se você é meio distraído, um pouco mais descuidado com seu aparelho ou se sobrenome lagoela, é bom prestar atenção extra quando for devolver a caneta pro lugar dela. Agora a gente precisa passar pra parte da frente do celular, porque um dos recursos que estão mais no hype é justamente na tela. E aqui eu vou dedicar uma atenção especial, porque a Samsung realmente deu um passo à frente das suas concorrentes.
Já faz anos que eu vim aqui elogiar as ótimas telas amoled da Samsung, mas na verdade já vinha num platô de evolução. É a mesma dinâmica AMOLED 2X com 120 Hz de frequência, 6. 9 10 polegadas, pico de brilho de 2600 L e uma resolução de 1440 por 3120 pixels, que dá uma densidade de 500 pixels, o que é bem alto.
E olha, eu nem precisei da ficha técnica ou qualquer material de apoio para escrever essa parte. Eu já sabia de cor, de tanto que eu testo esses aparelhos. Suporte a vision, a conteúdos HDR10 Plus, os pretos perfeito, a saturação e contraste infinito desse tipo de tela.
Tudo isso já tava nos anteriores e nos concorrentes também, mas um recurso fez a Samsung virar o jogo. É a tela de privacidade. Quem pega ônibus e metrô sabe como é importante manter suas conversas, galeria e as suas informações financeiras livres de quem fica cureando ou gançando o celular alheio ou mesmo longe de criminosos digitais.
E é por isso que as películas de privacidade fazem tanto sucesso, já que elas tornam o conteúdo da tela visível apenas para quem tá na frente dela. Foi aí que a Samsung agiu. E se você conseguisse ter esse nível de segurança direto no display?
Esse foi o gancho. A tela de privacidade faz isso, mas te coloca no jogo. Você escolhe quando, em que condições e como vai ativar o display de privacidade.
Sempre ou de vez em quando, em todo o celular ou em aplicativos mais sensíveis para você. Quando você digita senha, o pin ou tempo todo, é você quem decide quando e como ativar. O display é formado por pixels maiores e menores.
E quando você ativa a tela de privacidade, esses pixels menores desativam e escurecem a parte que você selecionou e deixam praticamente impossível que outra pessoa veja o seu conteúdo. Tem quem reclamasse que a grande novidade da Samsung nesse ano é algo que pode ser substituído por um acessório de R$ 20. E eu até entendo, mas eu acho duas coisas aqui.
Primeira, o recurso é bem legal. Não tem jeito. Uma inovação que não parece mirabolante, mas que vai curar a dor do dia a dia de quem usa o celular de verdade.
Não é uma novidade pros geeks, mas para quem precisa do celular no dia a dia e não quer ser visto. Eu nem tô falando daquela conversa mais bacana com crush ou com Tatinho, mas da sua segurança para entrar no aplicativo de banco, por exemplo. Segunda, se o que sobrou pra inovação é uma tecnologia de tela, é sinal de que a Samsung já amadureceu sua linha S o suficiente em termos de hardware e software.
Aliás, bora falar nesses assuntos já que eu comentei. Mas antes, deixa eu te lembrar de se inscrever aqui no canal pr você não perder nenhum vídeo que a gente posta e aquelas duas dicas de sempre, tá? Primeiro é o comparador de escolha segura que tá disponível no Android ou como extensão do seu navegador preferido.
E também tá aqui, ó, QR code pro nosso grupo de ofertas. Não deu para acessar? Escolha.
cc/grupo. E aí você escolhe WhatsApp ou Telegram, o que for mais legal para você. E bora continuar.
Aqui no Brasil, Samsung Qual conseguem parceiras e o S26 Ultra foi beneficiado com o chipset Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Mas esse sobrenome não significa apenas um overclockzinho no processador para ele rodar mais rápido. Ele vai se refletir em uma série de otimizações que Samsung Qualcom fizeram para que o S26 Ultra ficasse mais rápido, mais esperto e com desempenho melhor em todos os sentidos.
Aliás, a Gigante Coreana colocou no mercado três versões para esse cara. 12 de RAM com 256 ou 512 de armazenamento não expansível ou essa aqui topada, como diz nosso amigo Gesial, com 16 de RAM e 1 ta de armazenamento. A gente faz os nossos testes sintéticos para entender em números qual o desempenho real desse cara.
No AnTuTuTu um dos mais conhecido entre esses foram 3. 371. 385 pontos.
Uma nota bem alta, mas dentro da expectativa para esse cara. Já no Geek Bench foram 2999. 5 core e 10.
377 1377 pontos no multicor, o que prova que o processador dele tá acima mesmo da média, mas teste sintético é uma coisa e a rua é outra. No dia eu achei que ele tá muito bom, quase não esquentou, trabalhou de boa com todos os jogos e tá com uma captura de foto em sequência bem mais rápida. Eu não esperava nada menos de um top de linha como esse, mas é bom ver quando tem alguma evolução envolvida.
E olha que o S25 Ultra já era um excelente celular, mas ele é perfeito, não. Por isso eu vou puxar um outro assunto aqui que é a bateria. Eu quero trazer esse tema logo porque o Cleayon, que tá testando uma outra unidade dele para nos ajudar com os comparativos, notou que ele tá gastando muito do tanque dele.
O consumo de 18% de energia em uma hora de LOL foi acima do esperado. Além disso, ele também exibiu o erro de uso da S Pen nas três vezes que o Clayton carregou sem fio. Mas deixa eu voltar pro começo desse tópico, vai.
A Samsung ainda parece estar distante de adotar o silício carbono como componente da sua bateria e também não se movimenta para aumentar o tanque mesmo dos seus smartphones. Então, nesse compasso, o S26 Ultra segue com seu tanque de 5000 mAh. O que mudou aqui foi o carregamento, porque agora ele aceita receber 60 W de potência com fio e 25 sem fio.
Mas adivinha? Se você quiser essa rapidez, vai precisar comprar o acessório à parte, que tá saindo por cerca de R$ 312. Na caixa você encontra mesmo o bom e velho carregador de 25 W, que é o máximo que a Samsung manda.
A gente já sabe disso. Mas sabe o que significa essa diferença de 25 para 60 W na prática? Além de você gastar dinheiro, a gente carregou os dois para te contar.
Com acessório de 60 que a Samsung nos mandou e que vem sem cabo, tá? Ele ficou exatamente uma hora na tomada com metade da carga em menos de 20 minutos, o que é legal. Já no carregador de 25 W, esse tempo foi de ironicamente 1 hora 5 minutos.
R$ 300 de carga para ter 5 minutos mais rápido? Não compensa, mas aí a resposta tá na sua mão. E deixa eu te falar como foi o desempenho dele.
Como eu já comecei falando de LOL com os seus 18%, esse consumo nos chamou atenção, mas em outros jogos ele performou assim. Asfalto Legend gastou 16%. G Impact, que é o mais pesado deles, consumiu 15 e Call of Duty foi responsável por 18% no mesmo tempo.
Nos aplicativos do dia a dia, a gravação de vídeo em 4K consumiu incríveis 24%. Ao mesmo tempo vendo vídeos no YouTube, foi responsável por 7%, enquanto Chrom e redes sociais gastaram 10%. No geral, esses números são de um aparelho gastão e eu percebi que ele tá consumindo mesmo mais energia.
E olha que tá acontecendo a mesma coisa no fold 7. Os tops de linha da Samsung nunca foram muito econômicos, mas parece ser algo dessa geração mais nova que eu espero que seja corrigido com atualizações de software. Para completar essa parte que tá por dentro do aparelho, mas que ninguém vê, falta falar de software.
E aqui falando da interface não tem realmente grandes mudanças. Até por uma questão de calendário, o Android 17 não tá pronto no começo do ano. Então a Samsung lança a linha S com uma atualização incremental da One Y que é a 8.
5. Tem algumas otimizações e correções, mas não é nada que vai mudar o jogo aqui. A curiosidade vai ficar mesmo para Android 17 com a Nu se mexeu bastante foi para trazer muito mais inteligência artificial do que ela já tinha, reforçando a sua posição de querer liderar essa parte de smartphones e ela tem conseguido.
Mas como? Primeiro agora com Perplexity integrado ao navegador Samsung. Isso se você usar.
O Perplexity é uma que responde perguntas de todo tipo, como a gente usava o Google há alguns anos atrás, mas quem melhorou bastante foi a Bixby. Tá muito mais integrada com outros aplicativos. Dá para pedir para ela agendar uma viagem de Uber e ela leva pro aplicativo em pouquíssimos segundos.
Essa integração grande entre a própria e os serviços que a Samsung tá oferecendo, fizeram a marca chamal de um iPhone ou um celular que é um agente de a. Mas muita calma nessa hora. Primeiro porque a gente precisa entender juntos o que é um agente de A e segundo porque talvez o celular não compra exatamente esse papel.
Bom, segundo a própria IA do Google, um agente de IA é um sistema de software autônomo baseado em inteligência artificial, treinado para atingir objetivos específicos, tomando decisões, executando ações complexas sem supervisão humana contínua. E a Samsung considera o S26 Ultra como celular agente de A, porque ele evolui de um assistente passivo que responde a comando simples para um sistema ativo, que antecipa necessidades, gerencia tarefas complexas entre diferentes aplicativos e toma decisões proativas em nome de usuário. E olha, as melhorias de inteligência artificial, agora bem mais integradas mesmo, são bem legais, mas o conceito de ser um celular agente de A tem muito mais de marketing do que de prática.
Mas é innegável que nesse momento a Samsung lidera com folga o uso de ar nos smartphones. Quem acompanhou o evento da Samsung vai notar que ela quase não falou sobre câmeras, talvez porque não tenha nenhuma novidade mesmo nos sensores. Eles já eram bem bons da S22 Ultra.
Imagina agora quatro gerações depois. Mas deixa eu detalhar essa câmera. Vai.
Começa com a principal traseira de 200 megapertura f1. 4, 4, um pouquinho maior que a do S25 Ultra e com recursos como estabilização ótica de imagem e autofoco multidirecional do tipo PDAF. Ela vem acompanhada por uma ultra de 50 megap com ângulo de visão de 120º, abertura de luz f1.
9, o que é ótimo e autofoco para modo macro, além do modo de super estabilização para vídeo. E aí vem duas câmeras telefoto, uma de 50 megap, abertura de luz f2. 9, Distância focal de 111 mm e zoom ótico, sem perdas na imagem de cinco vezes.
Mas a Samsung diz que consegue garantir de forma digital a mesma qualidade de zoom ótico em qualquer aproximação até 10x. A segunda telefoto é a mais normal, 10 megap, abertura f2. 4, 67 mm de distância focal e três vezes de zoom ótico.
Para completar, uma câmera frontal de 12 megap, exatamente a mesma do ano passado. A mesma abertura de luz F2. 2, 2, distância focal de 26 mm e autofoco PDAF dual pixel.
E assim, nenhuma grande novidade, tá? Esse conjunto todo grava em 4K 60/sund e a câmera principal chega em 8K a 24 ou 30/ segundo, que você só vai assistir se tiver uma TV Samsung, já que as principais concorrentes abandonaram o protocolo 8K. Onde tem novidade aqui, inteligência artificial generativa na galeria, que consegue incluir objetos no segundo plano da foto, o que vai servir para completar um bolo com um pedaço faltando ou até para dizer que você tá num lugar que não tá de fato.
Mas não se empolga, tá? Porque tudo isso vem com a etiqueta de A quando você completa a renderização. A outra novidade mistura hardware e software, que é estabilização horizontal em vídeo, que vai fazer um crop da câmera ultra wide para manter o vídeo estável, mesmo se você se mexer bastante.
E eu posso ser polêmico aqui, isso não é nem de longe uma novidade. A Motorola me levou para ver os Moto Edge fazendo isso em evento lá no Alliance Park faz um tempo, uns dois ou três anos e já fazia isso muito bem, tá? Só que a Samsung trouxe o recurso e fez barulho enquanto a Motorola não reverberou bem o discurso.
Voltando pra Samsung, ela sabe que o conjunto de câmeras S26 Ultra é bom e já era faz tempo, então não tem porque ficar mudando todo ano. O que mudou mesmo aqui foram as aberturas de luz de algumas câmeras que agora captam mais luz. Isso vai fazer diferença especialmente em baixa luz com cenários mais desafiadores.
Você vai perceber isso com mais facilidade no comparativo da S25 Ultra com S26 Ultra. A outra mudança tá na principal telefoto, que agora não é mais periscópica, e sim uma lente normal que faz a mesma função. Talvez o periscópio, que é uma peça móvel, não coubesse no corpo de um celular mais fino, mas fora isso, o conjunto de câmeras é praticamente o mesmo da S25 Ultra, que não mudou tanto quando comparado S24 Ultra, que lembra muito do S23 Ultra e que teve como base o S22 Ultra, mas ainda assim a gente tá falando de jogo bem acima da média.
A câmera principal da S26 Ultra captura fotos excelentes. Os detalhes são nítidos e a renderização das imagens só bem natural. Dá para perceber um bom nível de sateração, sem exageros e o balanço de branco automático não costuma errar.
A faixa dinâmica também é muito boa. Essa câmera manda muito bem no retrato de pessoas, com detalhes bem definidos e cores vibrantes. E quando aciona o modo retrato, o desfoque é discreto e natural.
Eu esperava talvez um pouco mais da telefoto de 3x. Sei que ela não é a principal lente de aproximação, mas fotos com essa câmera tem detalhes nítidos, mas uma granulação na textura que não parece ser de um aparelho de prateleira mais alta, mas ela manda bem em cores e na faixa dinâmica. Já a telefoto de 5x, apesar de não ser mais periscópica, entrega resultados muito próximos da mesma lente no S25 Ultra.
É difícil perceber a diferença entre as duas câmeras: saturação bem equilibrada, balanço de branco confiável e uma faixa dinâmica ampla. E ela é OK nos detalhes. E as fotos da câmera ultraangular oferecem bons detalhes, excelente alcance dinâmico e cores agradável.
O desempenho é confiável, a ponto de ser difícil perceber que é uma ultra wide e não a câmera principal, dependendo do cenário. Quem melhorou bem mesmo foi a câmera frontal, que ganhou uma lente mais ampla, que entrega fotos excelentes com ótima nitidez, faixa dinâmica ampla e cores vibrantes também. E isso tanto faz a qualidade da iluminação.
Os retratos saem bem feitos e com qualidade superior. Embaixa luz, a Samsung não aposta no modo noturno dedicado, mas o próprio hardware e o software sabem o que fazer quando o telefone encontra condições de iluminação um pouco mais complicadas. Então, quando ele percebe a baixa luz, ativa o modo e o ícone da câmera fica amarelo.
Não dá para forçar o modo noturno se o próprio aparelho não quiser. E tudo isso para dizer que eu gostei de como eles se comportam nesses cenários. Para resumir, as câmeras da Samsung seguem excelentes, mas elas já eram faz tempo, então a Samsung preferiu jogar no seguro ali.
Melhorias os detalhes onde ela percebia que dava para aprimorar, mas nada de revolucionário. Bora fechar esse vídeo. Quando você abriu esse conteúdo, você sabia que eu ia dizer que o S56 Ultra é um excelente celular, né?
E não tem como não ser. Não tem um aspecto aqui que eu diga: "Olha, isso aqui não vale o seu dinheiro". Tá tudo muito legal e tem um recurso realmente inovador que é tela de privacidade.
E eu espero que as marcas copiem isso em massa. Se tiver patente que quebre, vire código aberto, sabe? Mas eu não consigo achar que a tela de privacidade é um fator 100% decisivo para você comprar o S26 Ultra e deixar outro top de linha para trás.
Ela vai mexer bastante com a indústria? Vai, sim, certeza. Mas não é aquilo que hoje vai ser um ponto de virada, porque bem ou mal a película de 20, 30, R$ 50 já faz isso.
Mas eu entendo os fãs, todo ano a gente espera algo realmente diferente, mudanças drásticas, algo que realmente chame a atenção. Mas o ponto é que esse mercado já tá muito maduro. Eu disse essa frase algumas vezes nesse vídeo, já tem pouco espaço para uma revolução.
Os celulares top de linha de três ou qu anos atrás seguem muito bons hoje. Os intermediários de hoje performam como flagships de outros anos. Então tá tudo meio confuso, é difícil criar alguma coisa que faça realmente a diferença, sabe?
E eu falei tudo isso para dizer que o S26 Ultra mudou pouco, mas tá tudo bem. Quem muda bastante de um ano pro outro é que não alcançou um grau alto de maturidade e tem que encontrar o caminho. E ainda assim o S26 Ultra chegou caro.
A versão mais pesada, essa que você tá vendo aqui, sai por R$ 15. 000 R$ 1. 000 originalmente.
Mas a sensação que tem várias formas de quebrar um pouco desse valor, desde cupons, live shopping, um bom valor no seu aparelho usado e até variaist parcelando em 36 vezes. E assim, o S26 Ultra é excelente, mas o S25 Ultra também é. O S24 Ultra, se você achar um novo, também é.
Eu recomendo o aparelho, óbvio, mas vale usar todos os recursos para pagar mais barato nele, porque não é uma revolução quando a gente compara com antecessor dele. É exatamente o que a gente espera de uma evolução ano a ano, o resultado de um mercado que não tem mais para onde crescer. É legal, mas você não precisa sair correndo para trocar de celular, especialmente se você já tá no S25 ou S24 Ultra.
Dá para esperar o preço baixar e aí sim comprar e ele vai baixar. Mas essa é a nossa opinião. E você, o que que achou?
Me conta aqui nos comentários pra gente continuar essa conversa. Deixa o like se você gostou do vídeo. Não esquece de se inscrever e compartilha esse conteúdo com aquele amigo amiga que quer saber tudo sobre o top do top da Samsung.
Fechou? Na minha parte eu fico por aqui. Te espero nos próximos vídeos.
Um grande abraço, meus queridos. M.