Qual é? Bom, imagine um mundo que depois de décadas das nações guerreando entre si pelos recursos que restam do planeta, tudo acabou em uma grande guerra nuclear que devastou a superfície do planeta. E nesse mundo, dá para dizer que os sortudos de verdade não foram sobreviventes, porque aqueles que conseguiram sobreviver as explosões nucleares tiveram que lidar com algo ainda pior do que uma guerra nuclear.
as consequências dela. Recursos limitados, doenças, a fome, a sede, animais e insetos que se tornaram monstros devido à radiação. E o pior de tudo, o ser humano.
Ou talvez você faz parte de um seleto grupo de norte-americanos que conseguiram sobreviver em grandes abrigos nucleares construídos pela Volttech. Apesar que se você soubesse o que iria acontecer nesses abrigos, talvez você preferisse ficar do lado de fora. [Música] [Música] Bem, esses são os elementos que compõem a franquia Fallout, uma das franquias mais icônicas de todos os tempos no mundo dos videogames.
E apesar que seu primeiro jogo saiu em 1997, 28 anos atrás, o primeiro e segundo Fallout são muito nichados, muito datados e difíceis de jogar hoje em dia, o que faz com que boa parte da fanpage Fallout comece a entrar nesse mundo pelo três ou pelo New Vegas ou até mesmo pelo quatro, que são jogos bem mais acessíveis pro público geral, sabe? Só que assim, para mim, quando se trata de Fallout, Fallout não é apenas uma franquia que eu acho legal, faço uma pesquisa e trago um conteúdo para vocês. Eu me considero um pouco mais do que isso quando se trata de Fallout, sabe?
>> Essa é a diferença de um fã para um fã boy. >> E nunca ter jogado Fallout 1 e 2, eu considero meio que uma falha no meu caráter de fã, sabe? E hoje eu quero corrigir isso, já que eu quero trazer para vocês aqui hoje uma gam playay comentada e narrada de Fallout 1.
Então hoje a gente não vai só falar de Lore, hoje a gente vai viver a Lore. Hoje vamos falar de Lore também. Imagine um mundo que por séculos foi dominado por um terrível e poderoso mago.
E durante seu reinado, ele moldou o mundo com feitiços e experimentos bizarros de povos autômitos de metal, aquimas profanas, híbridos entre feras e monstros. Mas um dia ele simplesmente sumiu sem deixar nenhum vestígio do que aconteceu. O vácuo de poder criado pela sua ausência motivou guerras civis entre várias nações.
Suas criações, agora sem um mestre, estão soltas pelo mundo, espalhando o caos. E é nesse cenário que você irá viver as mais incríveis e bizarras aventuras. O mais novo RPG que a tria editora tá trazendo pro Brasil.
Shadow of the Weird Wizards, um RPG sombrio que busca oferecer simplicidade para quem quer começar a jogar RPGs ou mestres que querem um material mais adequado para one shots ou aventuras curtas, já que conta com um sistema com apenas quatro atributos e apenas dois dados são necessários para jogar, ao mesmo tempo que oferece profundidade para os veteranos do hobby ou para quem quer se dedicar um pouco mais, já que você também pode mergulhar nas várias camadas de customização do personagem, fazendo com que o seu personagem seja algo bem maluco. Então, se você se interessou, não perde tempo e participe do financiamento coletivo de Shadow of the Weird Wizard, da tria editora, para garantir ótimos preços e recompensas exclusivas. Inclusive, as metas já foram até batidas e os PDFs já estão disponíveis para os apoiadores.
Mas corre que já estamos nas últimas semanas, hein? Valeu pelo apoio, Tria Editora. Links na descrição.
[Música] A primeira coisa que eu percebi quando eu dei play no Fallout 1, que tocou a primeira cutcine, é como que apesar de ser um jogo de mais de 28 anos atrás, ele lançou em 1997, dava para perceber que desde o primeiro jogo ele já tinha vários elementos que são muito familiares para quem jogou jogos mais recentes. Recentes, entre aspas. Mas ainda assim eu percebi uma diferença muito clara, o tom.
O tom de Fallout 1 é muito mais sério, muito mais pesado, não tem aquele humor cínico característico da franquia Fallout nos dias de hoje. Outro detalhe é que, apesar que todo jogo de Fallout sempre fala a mesma frase, guerra, a guerra nunca muda, Fallout 1 é o único que exemplifica o que essa frase quer dizer. falando exemplos de vários líderes e suas guerras durante a história.
E como todas elas sempre têm algo em comum. E a Catine termina explicando brevemente qual a situação do mundo depois da grande guerra que aconteceu em 207, quando todas as nações da Terra lançaram uma quantidade absurda de bombas atômicas umas nas outras. E no período de 2 horas, toda a superfície do planeta foi destruída e agora os sobreviventes tentam reconstruir e sobreviver a esse mundo tão hostil.
Mas ainda assim tiveram alguns sortudos que conseguiram se abrigar nos chamados Volts, grandes abrigos nucleares construídos debaixo da Terra pela Volttec. E a família do nosso protagonista foi uma dessas sortudas que se abrigou no Volt número 13. Considerando que esse é o primeiro Fallout de todos, antes dele não tinha Fallout, acho que essa primeira cutscine estabelece bem o que a gente poderia esperar desse universo daqui pra frente.
Em seguida, a gente tem uma tela de seleção barraca criação de personagem. Sim. No Fallout 1, você pode criar o seu personagem como todos os outros ou você pode escolher um entre três personagens préfeitos.
Até onde eu vi, escolher um personagem pronto não muda nada na história. É só um ponto de partida mais rápido para quem não quer se arriscar a criar um personagem completamente personalizado do zero, sendo um brutamontes, uma mulher mais focada em stealth e um terceiro personagem um pouco mais equilibrado. Talvez eu devesse ter pego um personagem pronto.
Mais paraa frente vocês vão entender porquê. Posso criar do zero também. Minha primeira tentativa foi um cara chamado Kell.
meio equilibrado em tudo, um pouco mais forte, porém muito carismático. Sim, primeira tentativa. >> Em seguida, a gente tem uma ctine que, na minha opinião, é lindíssima por causa que ela é o puro suco do CGI dos anos 90.
E nessa ccine, o supervisor do Volt 13 diz que o chip responsável pelos sistemas de purificação de água do Volt 13 deu um problema muito além de qualquer reparo. E por algum motivo o nosso personagem é o escolhido, é o único capaz de ir pra superfície procurar um outro chip para substituir o chip defeituoso. E temos exatamente 150 dias para resolver esse problema, senão todo mundo lá vai morrer de sede.
Tipo, por que que o pessoal não sai para procurar também? [ __ ] o jogo não explica. Um detalhe legal é que nessa cutscine inicial temos um pequeno trecho que o nosso personagem anda pela saída do Volt em primeira pessoa como se fosse quase um presságio do que a franquia iria se tornar no futuro.
E então temos o primeiro deslumbre do nosso primeiro gameplay. E meu Deus do céu, tem uma coisa aqui legal e o resto é bem ruim. Uma coisa legal é que durante o combate todas as nossas ações são realizadas a partir de pontos de ação.
O sistema familiar para mim de uma outra franquia que eu sou simplesmente apaixonado, que é Divinity Original, sim, mas especificamente Original Sim 2. Inclusive, ambas as franquias representam seus pontos de ação por bolinhas verdes. Talvez seja uma inspiração, mas tirando isso, o combate de Fallout 1 é bem ruim, é bem lento, é pouco preciso, os controles se embananam, às vezes, a mira não é muito precisa.
Ah, mas combate é só um detalhe, né? Não é um problema que vai me acompanhar durante todo o jogo, né? Nesse primeiro momento, eu fiquei meio perdido de onde era para eu ir, mas eu acho que foi falta de atenção minha.
Ao invés de ir pro Volt 15, eu fiquei andando pelo mapa. E para minha surpresa, do nada eu encontrei Sherry Sanders. Para quem não sabe, Sherry Sandes deve ser a cidade mais importante fundada depois da Grande Guerra.
E o que começou com uma pequena vila de fazendeiros por volta de 2160, por volta de 2280 já era uma verdadeira cidade com vários luxos e facilidades do mundo pré-guerra. Mas como a guerra nunca muda, em 2283, Hank Mcin, um cabeçudo da VTech, por achar que aquela cidade era um símbolo que uma sociedade violenta podia prosperar, ele decidiu explodir ela como uma bomba atômica, deixando apenas uma cratera no lugar. [Música] Mas vouar o jogo.
Assim que eu chego nos portões de Sherry Sandies, eu sou recebido por um guarda que fala comigo que a cidade tem tido um problema com escorpiões radioativos, os Red Scorpions. E sem querer eu clico que vou ajudar e ele me manda para uma mina cheio de escorpiões radioativos. E como eu não tinha entendido ainda nem como equipava uma arma, eu morri.
[Música] Segunda tentativa, segundo personagem. Decidi fazer uma mulher que seria brutamente carismática. Eu gosto muito do conceito de brutamte carismática e gosto muito do conceito de mulher fortona.
Então, coloquei tudo quanto é ponto em força e carisma e baixei tudo, inclusive inteligência e não deu bom. Quando eu cheguei em Shades e tentei conversar com o mesmo guarda novamente, eu percebi que como eu coloquei pouco ponto em inteligência, eu era burro, muito burro. Eu tô falando a ponto de não conseguir formar uma frase, literalmente.
Bom dia, meu nome é CF. Como eu posso te ajudar? >> Cara, não quer procar para você.
>> Nossa, você parece meio mal. Como posso te ajudar? Eu não entendi o que ele falou, >> mano.
Eu coloquei a minha inteligência tão baixa para sobrar ponto, para deixar mais forte que meu personagem simplesmente não consegue conversar com ninguém. Ninguém conversa com ele, ninguém entende ele. Eu sou uma mulher das cavernas.
Ser capitão caverna. >> Mas eu não vejo isso com maus olhos não. Na verdade eu achei incrível.
É muito raro RPGs que os atributos do personagem realmente influenciam no gameplay de maneira direta. Geralmente esses atributos influenciam em algumas interações, algumas coisas do combate, alguns diálogos, mas mudar um aspecto inteiro do gameplay. Eu acho que foi três casos que eu já vi na vida.
Divinity Original. Sim, 1 e 2, que a sua percepção, por exemplo, faz você literalmente não enxergar coisas no cenário e se você tiver uma percepção alta, as coisas aparecem no cenário. Baldus gate, que funciona da mesma maneira.
E agora fal um. Originalmente eu tinha até criado um outro personagem porque eu pensei que usar um personagem de Ugabunga iria prejudicar a minha experiência. Mas eu achei tão interessante que mesmo já tendo jogado mais de 1 hora e meia, eu decidi voltar desde o começo e fazer um personagem Ugabunga.
Eu pensei assim: "Ah, quando eu jogar esse jogo de novo, eu faço um personagem Ugabunga". Cara, vai saber se eu vou jogar esse jogo de novo, né? Mas um breve resumo do que eu fiz com esse personagem aqui.
Eu fiquei mais de uma hora andando para lá e para cá. Cheguei no Volt 15, descobri que eu precisava de uma corda, não sabia onde que comprava a corda. Fiquei mais de uma hora caminhando até olhar na internet e descobrir que tinha que comprar na mão do CF.
Sim, o guarda de Shad Sands. E o jogo não fala que era para comprar a corda na mão dele. Ah, detalhe, o sistema de compra e venda com o CF tinha bugado, então não conseguia pagar ele e até eu fechar a lojinha e abrir de novo.
Agora sim vou fazer meu personagem definitivo. Pouca inteligência, muito músculo e muito carisma. Eu vou pular essa parte inicial porque eu já mostrei para vocês mais de uma vez.
Eu finalmente achei onde comprar na mão do guardinha lá para descobrir que no Volt 15 não tem nada. Vocês lembram que na minha primeira tentativa eu falei que eu fiquei uma hora tentando achar onde de acho estava a corda, né? Então como a única pista que eu tinha era a [ __ ] do Volt 15, eu fique eu na minha cabeça a solução tava no Volt 15.
Eu eu explorei cada cantinho da droga desse Volt 15. Eu peguei uma dinamite e comecei tentar explodir as portas de pedra, explodir parede, até que eu descobri que a dinamite explode no inventário se você armar o timer dela. E eu explodi.
Caramba, a bomba explodiu em mim. Só que no val 15 não tem nada. Vou confessar uma coisa para vocês.
Nesse ponto aí, eu tava completamente desanimado de continuar jogando. O jogo tem seus pontos positivos, mas ele tava me me tirando do sério. Aí eu tive que apelar pro Google ou pro chat GPT.
E pra minha surpresa, fazer uma build de idiota deixa o jogo mais difícil. Deixa mais engraçado, mas deixa mais difícil porque vários dos NPCs que me dão pistas de onde é para ir, eles simplesmente não conversam comigo e eu não consigo perguntar as coisas. Eu não sei, eu não, eu não consigo perguntar, mano.
É para ir para onde? Não consigo. Eu falo, [Música] é isso que eu falo, velho.
Ah, e assim eu tinha duas opções. Ou eu começava a fuçar o mapa inteiro, ou eu perguntava pro chat de EPT onde era para ir. Como eu não tenho tanto tempo assim, né, já que o vídeo é para sábado, eu perguntei o chat GPT.
Aí eu vi que eu tinha que ir para uma cidade chamada Necrópolis. Eu conheço a cidade de Necrópolis da Lore. Eu já pesquisei bastante sobre ela, já li bastante sobre ela, mas eu não sabia que eu tinha que ir para ela agora e o jogo não me fala isso.
E eu não sei onde que tá Necrópolis. Aí eu tive que pegar umas descrições de direção na internet para conseguir chegar lá. Aí eu descobri que no subterrâneo dela, lá nos esgotos, tem um o Valt 12 que tem uma estação de tratamento de água.
Caramba, velho. Muito complexo para um jogo tão grande assim. Ah, detalhe, essa loucura toda, essa confusão toda, enquanto o jogo bota pressão em você, que a galera do seu Vald vai morrer, eles vão morrer de sede.
Fica tocando cutcine, porque eu não sabia, mas o tempo passa nesse jogo. Só que essas viagens que você faz no mapa faz o tempo passar. Se o tempo passar o povo morre.
>> É aqui, mas aqui tá cheio de de de necrótico. Aproveitar e falar brevemente sobre a Lord de Necrópolis. Necrópolis foi uma cidade fundada em cima das ruínas de Bakersfield, Califórnia.
E ela é uma cidade diferenciada porque a maior parte de sua população são guss, são necróticos. Isso se deve porque próximo a ela, na verdade, pelo que eu vi no jogo, nos esgotos da cidade, tinha o Volt 12. E quando as bombas começaram a cair, parte da população de Bakerfield se abrigaram no Volt 12.
Só que a Valttech é uma desgraçada. E o Valt 12 tinha o objetivo de de estudar os efeitos da radiação a longo prazo no corpo das pessoas. Então, a droga da porta que era para selar a radiação das bombas atômicas do lado de fora, ela era intencionalmente falha, ela permitia a radiação entrar, ou seja, acabou matando a maior parte da população e os que sobreviveram se tornaram necróticos.
Nesse ponto aqui, eu só saí correndo, procurando bueiro mais próximo para eu ir pro subterrâneo e achar o maldito chipe de água. Finalmente eu achei a droga do chip de água. E finalmente eu posso voltar pro meu volt.
Agora, uma coisa que eu vou dar crédito a esse jogo de novo é como praticamente todos os NPCs tem diálogos específicos para falar com o meu personagem que é um uga idiota. Chip. Just give me the chip.
I I just wanted to let you know that the water supply is stabiled. Actually, we're rebuilding our reserves. You did great.
Oh, yeah. It's like this. There is a bad place where the bad mut come from.
It is bad. Aí, nesse ponto, o supervisor nos dá uma missão nova, encontrar o lugar de onde vem os mutantes, os super mutantes, e destruir o lugar. E assim, pessoal, ou eu sou muito burro, muito burro mesmo, talvez eu seja, se você já jogou o jogo, você pode falar: "Talvez eu seja muito burro".
Ou o jogo não te dá nenhuma pista de onde é para você ir e você tem que literalmente explorar o mapa todo marra, coletando cada fragmento de diálogo e informação que você conseguir. >> Não, você é burro, cara. Que loucura.
Como você é burro. No caso do meu personagem, da minha mulherzinha, que é uma Neandertal, que literalmente não consegue formar uma frase, é mais difícil ainda. Aí eu fiz as minhas pesquisas e descobri que o lugar de onde os super mutantes vêm é da base militar de Mariposa.
A base militar de Mariposa é uma das localizações mais importantes da Lord Fallout. Nela foi desenvolvido o projeto do FIV, o vírus de evolução forçada, uma substância capaz de transformar seres humanos em supermutantes. Quer dizer, não é que o FIV foi desenvolvido na base militar de Mariposa, mas em 206, quando um antigo projeto de uma super cura tava começando a apresentar reais resultados, o governo americano começou a temer espionagem de agentes infiltrados chineses.
Então, em 2076, parte da equipe responsável por esse projeto foi movida pra base militar de Mariposa. Outra coisa importantíssima pra Laur Fallout envolvendo a base de militar de mariposa, é que além do time de cientistas também tinha todo um corpo militar responsável pela segurança da base. E esse corpo militar estava sob o comando do coronel Robert Spindell e do capitão Roger Maxon.
Inclusive, foi o capitão Roger Maxon depois de descobrir que ele tava protegendo uma substância que causava tanto sofrimento nas pessoas, o vírus de evaluação forçada, ele juntamente com seus homens se sente traído pelo governo dos Estados Unidos, deserta do exército e, juntamente com seus homens, funda uma nova organização. Ele funda a lendária, a inigualável, a poderosa Brotherhood of Steel ou Irmandade do aço. [Aplausos] uma organização que é uma mistura de seita religiosa, grupo militar, como também eles são uma organização meio que cívico e dependente, já que tanto eles como seus protegidos agem de acordo com as próprias leis deles.
Pois é, como eu disse, a base militar de Mariposa é extremamente importante. Caramba, 17 minutos e você ainda tá aqui, então você não me engana, meu amigo e minha amiga. Você tá gostando desse vídeo, então que tal você me ajudar a trazer mais vídeos que você vai gostar?
E para fazer isso é muito simples, é só você curtir esse vídeo, se inscrever no canal se você ainda não for inscrito e se tiver o botão de hypar, hypa que é muito importante. Ah, e não esquece de mostrar esse vídeo para algum amigo que você acha que vai gostar. E se cober no seu orçamento, se cober, considera se tornar um membro.
A partir do valor de um pão de queijo, você ajuda diretamente no desenvolvimento do canal. Eu agradeço a todos vocês pelo apoio e vamos voltar pro vídeo. Aí eu te pergunto, onde fica a base militar de Mariposa que o jogo não me contou e o mapa não mostra?
Irineu, você não sabe nem eu. Aí eu cei um mapa na internet e descobri mais ou menos onde tinha que ir. Eu vou aproveitar que eu tô reclamando.
E meu Deus, velho, que combate punitivo e injusto. Meu Deus do céu, velho. Praticamente todos os inimigos, tirando os ratos, conseguem te matar com muita facilidade e tem muita vida.
Os escorpiões, por exemplo, junta dois a três toda vez que eles aparecem e cada um deles dá dois ataques, que causa não só dano como te envenena. Eu pesquisei aqui, esse R Scorpion, ele tem 26 pontos de vida e os meus ataques podem variar de dois pontos de dano até 14, se eu não me engano, com soco inglês, né, que eu fiz a build de força e unarmed. Mas apesar desse range todo de dano, foram pouquíssimas as vezes que eu consegui causar mais de oito de dano, enquanto essas drogas desses escorpiões sempre causavam quase o máximo, 6, 7, 8, que é o máximo deles.
Aí você pensa só, três escorpiões, cada um batendo 16 por turno. Nesse ponto aí eu tinha mais ou menos uns 40 pontos de vida, mano. Como assim?
Pera será que a quantidade de dano que eu causo foi baixa porque eu coloquei poucos pontos em sorte? Eu sei que eu dou um ataque só por turno porque eu coloquei pouco ponto em agilidade, mas não era para compensar com força. Ao invés de bater dois soquinh de cinco, eu queria bater um de 15.
Não. E morreu. Sem falar que você encontra esses malditos rádios escorpiões o tempo todo.
É o tempo todo. Você vai fazer uma viagem rápida e eles te interrompem. Eu comecei a fugir deles porque eu não conseguia matar.
E finalmente cheguei na famosíssima, na lendária, na incrível base militar de Mariposa, berço da poderosa irmandade do aço, lar de vários supermutantes, onde o meu nome será lembrado por batalhas épicas, onde eu esmagarei essa cja verde. Eu tomei hit kill do primeiro inimigo da segunda missão do jogo. Bem, já cheguei tão longe, joguei tanto tempo, é só dar load e começar de onde eu parei, né?
Esse bendito jogo, esse jogo maravilhoso, ele é diantes do advento do salvamento automático. Significa que se você tiver uma memória como a minha, uma memória de Alzheimer, uma memória de TDAH não diagnosticada igual a minha e não lembrar de salvar o seu jogo por você mesmo e você morrer depois de jogar muito tempo, você vai voltar bastante, sabe? O meu último save foi, sei lá, quando eu comecei a gravar esse vídeo, então 2 horas atrás, perdi 2 horas de jogo, né?
Antes da gente continuar, um brevíssimo recado. Tem uma forma de você ajudar o canal que você não vai gastar nada mais do que você já gastaria nas suas compras na Amazon. É só toda vez que você for comprar uma coisa na Amazon, é só você usar o meu link que vai est na descrição aqui desse vídeo, como também você pode apontar a câmera do seu telefone para o QRcode que tá na tela.
Fazendo isso, você não vai pagar nada mais nas suas compras, porém o pedacinho do dinheiro que iria pra Amazon vai vir para ajudar o meu canal. Eu só tenho agradecer o apoio de vocês, porque tem bastante gente usando o meu link para comprar as coisas na Amazon, como esse inscrito aqui que comprou um quadrinho da Patrulha do Destino, tá vendo? Pode ser coisa baratinha, gente, R$ 23, mas pode ser coisa cara também, tá bom?
Pessoal, fala com vocês do fundo do meu coração. Eu queria jogar esse jogo do começo ao final, trazendo esse aprofundamento da Lord de acordo com que eu achasse interessante durante o gameplay, durante o jogo. Mais ou menos como fiz nesse vídeo de hoje, falando um pouquinho sobre a ir hermandade do A, falando um pouquinho sobre Sherry Sands, falando um pouquinho sobre a base de mariposa, mas não dá por alguns motivos.
Primeiro, questão de tempo. Infelizmente o tempo que eu tenho disponível para dedicar o canal ainda é limitado, mas principalmente porque o jogo envelheceu feito leite no sol. Então quero compartilhar com vocês os pontos positivos e negativos que eu vi nesse jogo de acordo com a minha experiência e a minha visão.
Primeiro eu tenho que deixar claro para vocês que eu joguei um tempo somado aí de mais ou menos 5 a 6 horas. Para um RPG é muito pouco, mas isso eu já adianto que não me deêu vontade de continuar jogando. Mas eu vou dizer agora o porquê.
Começando com os pontos positivos, tem algumas coisas em Fallout 1 que eu simplesmente amei, que eu achei assim incrível. A história, os personagens, a trilha sonora, a construção de mundo, de mitologia de Lore é muito boa desde o primeiro jogo. A forma como os atributos do seu personagem interferem no gameplay e o jogo e o jogo sustenta essas escolhas de uma maneira muito individualizada, me lembrando até um pouquinho do Baldos Gate.
Esteticamente eu achei o jogo muito bonito, principalmente considerando a época dele. Então nem vem nos comentários falar que eu não gostei do jogo porque é gráfico antigo ou eu só jogo o jogo com gráfico bonito. Tecnicamente nenhum falote é bonito.
Todos eles são feios. Apesar que eu gostei dos gráficos do Fallout 1. Talvez por ser mais desenhado, mais sprite, né?
Eu gostei. Outro ponto positivo que eu achei bem interessante é o tamanho do mapa. Ele tem um mapa bem grande, com uma boa variedade de missões, de histórias, até mesmo algumas side quests.
Mas Fallout 1 tem alguns problemas, alguns problemas bem graves, como eu disse, ele envelheceu feito leite no sol. Mas só por ser muito fã da franquia, eu não posso passar pano pros problemas que eu achei nesse jogo. Eu não seria sincero nem com vocês e nem comigo mesmo.
Para começar, a movimentação do personagem. O personagem se movimenta de uma maneira extremamente lenta, meio travada, não é muito intuitivo. A interação com o cenário, apesar dos cenários serem bem interativos, dá para você analisar quase tudo no cenário, dá para você interagir de maneiras diferentes com quase tudo no cenário.
A forma como você faz isso não é muito intuitiva. Vou dar um exemplo básico aqui. Imagina que você tá explorando uma casa, aí tem um cômodo com a porta fechada.
Se você clicar para se mover para dentro daquele cômodo, o personagem não vai fazer nada. você tem que clicar para abrir a porta e depois ele entrar naquele cômodo. A maioria dos jogos que são isométricos hoje em dia, quando você manda o personagem entrar num cômodo, ele automaticamente interage com os obstáculos no caminho, a menos que tenha algum obstáculo que impeça ele de movimentar, seja uma porta trancada ou algo assim.
Então tudo isso deixa o jogo muito lento, sabe? E falando nisso, eu posso emendar no combate. O combate desse jogo, ele tem a raiz, dá para ver que ele é a raiz de combates muito sólidos que a gente tem hoje em dia, como o próprio Baldos Gate que eu citei, o Divinity Original S 2, o Wastel, Excon e vários, vários, vários outros.
É a raiz, sabe? é a planta base do que um dia se tornaria esse esse combate que eu particularmente gosto muito hoje, mas em Fallout 1 ainda é quase um protótipo, sei lá, mesmo que mesmo que você aumente a velocidade das animações nas opções, o combate continua lento. Sei lá, parece que parece que leva um tempo pro personagem bater, pegar arma, trocar de arma, abrir inventário.
Sem falar que é um dos combates de turno menos intuitivos que eu já vi na minha vida. Como eu disse, eu fiz um personagem 100% focado em mili, em combate corpo a corpo. Então, imagina o seguinte cenário, eu tenho cinco pontos de ação.
Eu gasto três para bater e dois para andar. Cada quadradinho gasta um ponto de ação. Se o meu inimigo tiver a um quadradinho de distância de mim e eu clicar para bater nele, o personagem não vai automaticamente andar um e bater com três.
Ele vai fazer nada. Eu tenho que manualmente andar até perto do personagem e bater. Parece uma coisa bobinha, né?
Tipo, ah K, para de ser fresco. Mas, cara, quando você passa algumas horas jogando, começa a ficar meio chatinho, sabe? Sempre tem que trocar para o comando de andar e depois pro comando de bater.
Outra coisa que às vezes eu sinto que esse jogo falta atalhos e certas facilitações, por exemplo, o Steam Pack, que é o item de cura. O Steam Pack para você usar ele, ele tem que tá num espaço de arma. Então, para você usar um steam pack, que é o item de cura, você tem que abrir o inventário.
Só abrir o inventário, já gasta três pontos de ação. Ou seja, para mim, toda vez que eu uso, abrir o inventário, eu não consegui atacar no turno. Aí eu equipava o steam pack num espaço de arma.
Aí eu tinha que trocar pra arma, que agora é um steampack, e usar o item de cura. Como é que eu vou usar esse item de cura? Tem um botão que eu aperto para ele curar automaticamente?
Não. Eu tenho que clicar no item de cura e depois clicar no meu personagem. É como se eu fosse atacar o meu personagem com o meu próprio item de cura.
Ah, e o item de cura no espaço de arma é uso único. Eu posso ter 35 steam packs no meu inventário. Se eu usei um steam pack, aquele espaço da arma fica vazio.
Eu tenho que abrir o inventário de novo, equipar e depois usar. Percebe como são vários processinhos que vai deixando o jogo chato e lento? Outro aspecto que eu não gostei nem um pouco em relação ao combate é o quão punitivo ele é.
Eu deixei o jogo na dificuldade normal o tempo todo, tá? E assim, um dos inimigos mais básicos do jogo, um dos inimigos iniciais, que são os R Scorpions, demoravam muitos e muitos e muitos ataques para morrer e eu fiz uma build com 10 de força. Eu acho que eu deveria conseguir matar eles com um pouco mais de facilidade.
E não só são inimigos que demoram muito para morrer, mas como também geralmente eles vêm com pelo menos dois indivíduos juntos para me atacar. Eu tenho a hipótese, eu penso na hipótese que talvez o combate ficou muito punitivo para mim porque eu fiz o personagem meio bosta. Mas assim, eu não fiz o personagem meio bosta de propósito.
Na hora de criar o personagem, eu vi os atributos, li o que que cada um fazia mais ou menos, usei um pouco da minha da minha experiência em outros RPGs e criei pensando em fazer um personagem do jeito que eu gosto, um personagem carismático e porradeiro. Só que ficou meio contraditório porque assim, eu tenho um carisma muito alto. Geralmente carisma você usa em diálogos.
Só que como a minha inteligência é baixa, eu não consigo conversar com ninguém. Então eu fiquei pensando assim, em algum momento o meu carisma alto vai ser útil para alguma coisa? Porque eu não consigo nem conversar com as pessoas.
Ah, e o jogo não avisa que se você colocar uma inteligência abaixo de quatro, você se torna um neundertal. O jogo não avisa. Da mesma forma que ter uma força tão alta assim, eu não senti que foi muita vantagem, porque tirando os ratos, eu apanhei para todos os outros inimigos.
Panhei feio. Outro aspecto que eu não gostei do jogo, a forma como você progride na história. Eu particularmente não gosto muito de jogos que sejam muito sbox.
Talvez eu seja meio lerdo, talvez eu seja meio burro, talvez eu tenha um TDH não diagnosticado, mas eu não me dou muito bem com jogos que são sbx demais, jogos que te joga no mapa e você tem que coletar informações e conversa com e conversa com NPCs e lembra NPC tal em tal lugar falou tal coisa. Cara, quando eu começo a pegar as coisas do jogo e ao invés de est no jogo, tá aqui dentro, eu me perco completamente. Eu sou o tipo de jogador que quando eu jogo um Fallout 4 ou um The Witcher 3, eu abro ali o menu de missões para ler o que eu fiz anteriormente para me localizar na missão aqui dentro, cara, só consigo guardar estratégia e história, progressão de missão, onde tá tal pista, onde tá tal coisa.
É difícil, é mais difícil para mim. Esse é um dos motivos, por exemplo, que eu nunca nem sequer tentei platinar um Dark Souls da vida, porque eu sei que eu vou me perder e vou passar raiva. Enquanto um The Witcher 3 eu já platinei, um Homem-Aranha eu já platinei, um Horá Zirodal já platinei.
Não que platina signifique muita coisa, tá gente? Eu não dou muito valor para platina não. Só tô usando como exemplo.
Para mim, o máximo de sand box que funciona é Zelda Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. E é assim, eu tô livre num mapa gigantesco, eu posso explorar tudo, eu tenho uma luzinha lá na montanha, eu posso ir lá descobrir o que tem lá, acho o NPC e tal, mas se eu quiser fazer a side quest, eu abro o menu e marco ela no mapa. Se eu quiser fazer a missão principal, eu abro o menu e marco ela no mapa.
Então, esse jogo ser tão sandbox assim, eu eu me senti meio perdido, para falar a verdade. Eu tive que olhar na internet, mas aí que tá. Quando eu olhei na internet, eu fui direto no objetivo, mas eu tenho a impressão que esse jogo não quer que eu vá direto no objetivo.
Por quê? Porque quando eu fui direto na missão, os inimigos mais básicos da missão me matavam com muita facilidade. Então eu acredito que o jogo quer que você explore ele bastante para você upar, para pegar armas melhores, equipamentos melhores para depois ir no objetivo.
Só que isso não tá claro, é a minha interpretação do funcionamento do jogo. Então assim, eu acho que o jogo poderia ser um pouco mais claro nos seus objetivos. Então pessoal, é isso.
Eu abandonei Fallout 1. É para sempre, não? Talvez um dia numa live aí eu anime de jogar ele novamente, talvez com um mod pack ali que muda algumas coisas que eu não gostei tanto.
Ou o que eu tenho mais esperança, que a Microsoft relance esse jogo com algumas facilitações dos jogos modernos. Mas eu queria a opinião de vocês. Esse formato de vídeo ficou legal?
Porque eu confesso que eu fiquei meio inseguro. Eu considero que eu ainda tô aprendendo fazer vídeo de Lore. Então, fazer um vídeo de análise de jogo assim durante gameplay é um formato que eu não sabia muito bem o que fazer e como fazer.
Ao mesmo tempo que eu queria que ficasse legal, eu queria fazer um formato um pouco mais diferente, parando o gameplay para explicar elementos da Lore durante o jogo. E assim, será que compensa eu tentar jogar o Fallout 2 da mesma forma que eu tentei jogar o Fallout 1? E assim, eu tenho uma confissão a fazer.
Apesar que eu já gerei o Fallout New Vegas e o 4 umas, sei lá, umas duas três vezes cada um. o Fallout 3. Eu nunca terminei o modo história do Fallout 3.
Eu sei muito sobre a história do Fallout 3, porque eu já li muito sobre a história dele, mas jogar mesmo, se vocês quiserem, eu posso trazer um gameplay de Fallout 3 aqui para vocês. Fallout 3, eu juro que eu só paro de fazer vídeo dele se flopar terrivelmente ou se ele crashar e eu não conseguir continuar, porque Fallout 3, eu sei que eu gosto, porque eu gosto muito do New Vegas. Agora, uma coisa bem legal no Fallout 1 é que a gente vê a origem de várias coisas da mitologia de Fallout, como os próprios VTS.
Inclusive, eu tenho uma série de vídeos onde eu falo sobre todos os ves de Fallout. Eu vou deixar um card aqui para você clicar e ver esses vídeos. Vamos também Fallout 1 possui alguns dos maiores mistérios de toda a franquia, que eu vou deixar esse card aqui para você ver.
No mais, não se esqueça de curtir o vídeo, se inscrever no canal e se tiver o botão hypar, hype, por favor. E se você for fazer compras na Amazon, use o meu link, porque um pedacinho do valor vai vir para ajudar o canal e você não paga nada mais por isso.