เ เฮ Boa noite, pessoal. Boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa live de da aula inaugural da Residência em Games. É um prazer estar aqui com vocês essa noite. Eh, meu nome é Marcos Inícius Silva, eu sou o diretor de pesquisa e desenvolvimento do CEPED e sou o coordenador geral dessa residência em games. É, é um prazer, uma satisfação estar aqui ao vivo com por para todos Vocês nessa noite, na nossa aula inaugural na na nossa tão sonhada residência em games. Uma residência que foi pensada com muito carinho para todos vocês. Há já um
bom tempo que nós lutamos para colocar ela para funcionar. Eh, estamos muito felizes e empolgados com todas as possibilidades que a gente tem nessa residência. Nós temos algumas palavras de boas-vindas para vocês. Hoje aqui nós vamos contar com a participação da do Coordenador geral de inovação digital do MCTI, o Rubens Souza. Também contamos aqui com a presença hoje do Ion, que é o empresário sócio da Eagle Capital de Investimentos. Ele é representante de algumas empresas coreanas aqui no Brasil. Ele tem algumas palavras muito especiais para falar para vocês. O Renato Neri que da Bahia Filmes,
que também tem um recado muito especial para vocês. A Bahia Filmes embarcou com bastante empolgação nessa residência. Eles ficaram muito felizes com as possibilidades que nós podemos trazer com essa residência. O Renato, ele é diretor de inovação e novos negócios na Bahia Filmes. Também temos a participação do Eduardo Palmeira e do Luiz. São os coordenadores técnicos e pedagógicos da nossa residência. São eles que vocês vão ter mais contato durante a formação de vocês. Eles são responsáveis pela transformação de vocês como residentes em game Makakers. realmente verdadeiramente produtores de jogos. E para finalizar nossa nossa live
de hoje de boas-vindas, nós preparamos uma uma palestra, uma pequena palestra bem especial para vocês, com Márcio Filho, que ele é o atual presidente da Associação de Criadores de Jogos do Estado do Rio de Janeiro. Vai ser uma palestra sobre gamificação, vai ser bem bem interessante. Então aguardem um pouquinho. Sem muitas delongas, né, em nome do CEPED, eh, eu dou boas-vindas a vocês. Eh, saibam que nós vamos ter alguns momentos de interação, nós vamos ter vários momentos de conexão de tudo que vocês vão produzir durante essa residência, do que vocês vão aprender. O CPED já
desenvolveu algumas residências na área de desenvolvimento de software, algumas linhas de desenvolvimento de software diferente na parte de hardware, na parte de desenvolvimento de projeto De circuitos. E a gente enxergou como essa essa residência de de produção de games, essa residência de games, uma nova vertente crescente no Brasil, no na verdade de modo geral, principalmente no que diz respeito à gamificação. Com certeza o Márcio vai falar bastante sobre você para você sobre o mercado de gamificação. Eh, e nós enxergamos essa parte da indústria criativa como promissora pro pros próximos anos, pro Brasil e pro Mundo.
Então, o CEPED está muito feliz por iniciar mais esse ciclo, mais essa residência e trazer vocês para esse mundo da indústria criativa. Sem mais delongas, eu gostaria de chamar o Ruben Souza para dar algumas palavrinhas sobre a visão do MCTI no desenvolvimento dessa residência, qual é a estratégia do MCTI ao nos dar a possibilidade de desenvolver essa residência em games. Boa noite, Rubens. >> O microfone Rens lá, tá? >> Alô, me escutam bem? Ótimo. Vamos lá. Boa noite. Primeiramente, boa noite a todos, senhoras e senhores, aos alunos, a todos aqui que estão participando desse desse
momento tão importante, né, pros alunos. E inicialmente também agradecer toda a equipe do CEPED aí pela organização, pela tá celebrando esse momento importante, né, dessa jornada com os alunos. Ah, o programa do de residência em TICs, Né, ele é um programa aqui de apoio, né? Eu costumo sempre falar isso e vale muito ressaltar que ele é um programa apoiado pela lei de informática, né? Ela é uma lei de incentivo às empresas fabricantes de bens de tecnologia da informação e comunicação no Brasil, que em contrapartida, essas empresas têm como compromisso de investir em pesquisa, desenvolvimento aqui
no Brasil. Parte desses investimentos, eles podem ser feitos aí por meio de fundos, Né? um dos fundos aí considerados eh estabelecidos como prioritários, que é os chamados PPIs, os programas e projetos prioritários da lei de informática. E nós temos aí a Softx como entidade parceira e coordenadora de um desses programas. Eh, programa esse que foi fundamental aí onde que a gente teve a participação da indústria, depositando seus recursos, cumprindo suas obrigações de investimentos e por parte desse recurso que a gente foi foi possível Viabilizar aí o apoio financeiro a à execução desse programa de residência
eh em games, tá? falando um pouquinho do setor e da nossa expectativa, também acompanhamos esse setor de perto. Nós tivemos alguns debates, inclusive quando eh teve um momento 20242 sobre o PL de games, nós chegamos a atuar em conjunto. o Márcio também teve uma uma participação muito forte também com Rodrigo da Abra Games, toda a equipe, na qual nós vimos números muito Significativos e vimos que o setor de games não é simplesmente, né, aquele de produzir as consoles, os joguinhos, ele extrapola muito e o contexto de gamificação ele ele perpassa por vários setores, né, viabilizando
inclusive eh eh aplicações destinadas a setores muito específicos e importantes paraa economia brasileira, tal como a educação. tal como saúde e outros mais. Eh, não quero entrar muito em detalhes em relação às os números. Acredito que o Márcio vai Debater, mas a gente tem um setor de games brasileiro muito pujante. Ele tem crescido a cada ano. O número de usuários e também jogadores, né, de diversos eh das das diversos sabores aí da do setor de games é é muito diversificado e ultrapassa aí a centena de milhões de de usuários e jogadores de games hoje no
Brasil. acompanhando isso de perto aqui pelo MCTI, claro que a política da lei de TICS, ela não endereça diretamente ali Aos fabricantes de games, mas eh por outro lado, os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação realizados por essa empresa, nós temos observado um acrescente sobre eh o contexto de gamificação, tá aplicado, como eu falei, a diversos desses segmentos, tá? Então, eh, nós acompanhamos de perto, vimos que tem várias tecnologias que são aplicadas aí ao segmento, né? A gente vê muitos, muitas delas atreladas a realidade Aumentada, realidade virtual, contexto de sensoreamento. Então, tem muitos aspectos e
e e segmentos tecnológicos estão atrelados a isso. Então, aos alunos, o que que a gente pode colocar assim claro? Primeiro, aproveitem bastante essa oportunidade. Eh, vocês tende muito a crescer com os estudos e com a aprendizagem dentro do programa. O CEPED já é um parceiro que executa, como foi colocado pelo Marcos, tem competência, executa diversos programas, Já executou diversos outros programas também na parte de capacitação. Então vocês tendem a sair ainda mais enriquecidos desse programa de qualificação e capacitação. Nesse sentido, a gente faz uma provocação também de estimulá-los a se dedicarem ao máximo, aproveitarem a
oportunidade que o mercado está buscando justamente pessoal com qualificação e com capacidades eh eh mais acima da média. Então, aproveitem essa Oportunidade e se dediquem bastante. Obrigado a todos e tenham um bom curso eh e uma boa jornada nessa caminhada do Residência Games. >> Obrigado, Rubens. Obrigado pelas suas palavras. Eh, gostaria agora de aproveitar também, já que eu vou falar, chamar o Ion para falar um pouquinho para vocês, eu gostaria de aproveitar e agradecer nossos parceiros durante essa formação. O CEPED é a instituição executora. O Programa tem coordenação da Softex com o apoio direto do
MCTI, como colocou, são verba oriunda da Lady Ticks. Eh, tá dentro dos nossos PPIs lá na MCTI. O CEPED com a coordenação da SOFTEX, juntamente com o Instituto Federal de Sergipe, são os executores desse programa. Então, nós temos turmas de Salvador, Laura de Freitas e lá de Aracaju, tá bom? Participando desse programa. Vai ser bem interessante, inclusive essa troca de de conhecimento Entre diferentes cidades e regiões. Nós também temos, além da Bahia Filmes, nós temos o Instituto Federal da Bahia, o Instituto Federal Baiano, a UNEB e algumas secretarias do estado da Bahia que estão também
apoiando a gente nesse nesse projeto, tá bom? Eh, sem mais delongas, novamente, eh, Ion, por favor, se apresente algumas palavras para os nossos residentes. >> Eh, boa noite. Obrigado, Marcos, pela palavra, eh, e pela oportunidade. Bom, Parabéns a todos aqui residentes, né, que vocês com certeza eh trilharam o caminho não muito não fácil para estarem aqui, né? E também gostaria de parabenizar o próprio CEPED e também o MCTI pela iniciativa. Eh, tenho certeza que assim, eu vou começar antes até de me apresentar eh falando de um do presidente de uma empresa de games que tá
aqui no país, né, coreana chamada Azepeto. É, talvez vocês não tenham ouvido falar da Zepito, Mas tem um jogo que eles operam há alguns anos no Brasil chamado Point Blank, que meio que tem um fan base interessante aqui no Brasil. e ele falou: "Olha, eh, a gente fica impressionado com o nível de profissionais aqui no Brasil, né, os programadores principalmente, e ele elogia bastante e ele até acha eh assim que o pessoal tem umas características muito interessantes que destaca os brasileiros frente a outros Programadores que ele já lidou pelo mundo, né? Ele já trabalhou nos
Estados Unidos, na Coreia e ele elogia bastante, né, os profissionais brasileiros. Eu tenho certeza que esse esse programa eh prioritário com certeza vai formar ainda mais, né, desses eh profissionais que, né, que impressionam, né, até esses executivos, né, calejados aí dessa indústria. E aí sim, agora eu vou, né, eu vou me apresentar propriamente, né, me chamo Yon, né, na verdade sou sócio De uma gestora de fundos de investimento chamada Eagle Capital. a gente tem, entre outros fundos, dois fundos que investem startup e a gente acaba que eh eh atua um pouco nessa parte de inovação
e por isso o meu link com a Coreia e também com a inovação. E acontece que a gente eh soube há algum tempo da questão da da economia criativa no Brasil, né, estar eh eh sendo priorizada eh eh assim dentro do contexto da nova indústria, né? E que a gente vocês veem hoje que eh Netflix, eh OTTs diversos próprio cinema, geram muitas vezes eh eh eh eh muitos eh eh eh eh eh eh contribuições ao PIB até tanto quanto até às vezes até mais do que a indústria tradicional por vezes, né? Então, eh eh é
é por isso que a gente não tem dúvidas que é uma iniciativa eh eh que é chave para o país e também não só pela questão lúdica e tudo mais, mas eh o entretenimento mundial, por exemplo, tá avaliado, eu Dei uma pesquisada antes do do call para apresentar em números para vocês, entre 350 a R 400 bilhões de reais anuais, né, em receita, mais ou menos o que supera a indústria de cinema e música, no caso de games, tá? Esse número que eu acabei de falar é só da indústria de games e ele supera a
indústria de cinema e música. E no Brasil o mercado movimenta entre 10 a 12 bilhões por ano, eh, e cresce exponencialmente, né? logo logo já tá eh eh numa escala, né, muito maior. Eh eh Como por exemplo a Coreia que em pouco tempo eles estão hoje entre 20 a 25 bilhões, ou seja, mais ou menos o dobro, mas pela população, pelo dinamismo que a gente tem aqui, eh muito em breve e pelo pela taxa de crescimento que o mercado eh doméstico aqui no Brasil tem apresentado, muito em breve vai passar esse número da Coreia muito
rapidamente. E aí eu queria só destacar, né, a minha contribuição, é que eu pelo menos me proponho para eh contribuir para o Projeto prioritário aqui do CEPED, também do MCTI, junto aos residentes, é tentar trazer publishers, que seriam basicamente as empresas que dão voz, né, fazem a o marketing estratégico dos produtos, dos games eh eh eh eh eh eh desenvolvidos eh eh fazer esse link com publishers coreanos, né, eh de preferência, né, inicialmente, e também fazer o caminho inverso também, né, eh trazer desenvolvedores coreanos aqui e ou trabalhar com os que já estão aqui, Como
o caso da Zepeto, para que vocês tenham oportunidade de eh ter em primeira mão, por exemplo, eh como é trabalhar com uma equipe que desenvolveu algum aspecto do PUBG ou desses títulos mais conhecidos, né, alguns dos que saíram da Coreia, enfim, ou até de outros, né? Então, é esse isso que eu me proponho a a me esforçar para trazer essa essa essa interação, né, eh, de projetos ou de equipes, né, ou de publishers que venham a coordenar um Projeto real com vocês eventualmente, né? Então, essa minha eh eh contribuição que eu desejo dar e e
porque com certeza, como acabei de falar na abertura da minha fala, o o o pessoal fica bem pressionado. Eles até comentam que acho que eles acham que o brasileiro tem essa capacidade inata de autodidatismo também e ter a questão da criatividade e também a a facilidade com línguas, né? precisa ter feito um curso oficial de Inglês para, né, e muita coisa de programação, tem muita coisa ter muito termo meio que em inglês, né? Então eles ficam impressionados com a facilidade de e a velocidade de aprendizado, né, dos dos profissionais que eles lidam aqui no Brasil.
Então eu acho que queria por último parabenizar novamente a todos aqui e contem comigo para o que for necessário, não só com relação à Coreia, mas o que eu puder agregar em outras frentes. Agradeço demais mais uma vez, Marcos, a pela palavra. >> Jon, muito obrigado pelas suas palavras. Acho que a galera ainda tá olhando pelo chat, a galera tá bem empolgada, cheio de mensagenzinha de felicidade. Show. Show, show. Eh, é para se empolgar mesmo. O MCTI tá entrando com dinheiro, né, dentro do projeto prioritário. O MCTI tá nos ajudando nessa empreitada. O ION já
está trazendo várias conexões que vão nos ajudar também a desenvolver essa residência. Já Já a gente vai falar um pouquinho sobre o conteúdo técnico, mas eu vou trazer o Renato agora da Bahinha Filmes, ele é diretor de de desenvolvimento novos negócios, inovação e novos negócios. Eh, bem-vindo, Renato. Boa noite. Fala aí um pouquinho o que que a Bahia Filmes tá trazendo para essa galera ficar maisgada, mais um pouquinho ainda. >> Oi, oi, Marcos. Boa noite. Boa noite a todos aí da residência. muito, muito legal essa, essa iniciativa aí do CEPED. Eh, e aí queria agradecer
também Rubens, do MCTI por tá junto, o governo federal sempre entrando junto. Eh, a gente a gente a gente precisa muito nessa, né? E agradecer Carol também da CEPED aqui, que é a grande parceira, eh, assim, nossa, né? Eh, assim, a Baia Filmes é uma nova empresa pública que tá sendo criada aí no governo do estado da dali da Bahia, né? a gente a gente dentro desse ecossistema, né, porque o ecossistem eh assim da indústria Criativa em geral, ele precisa ser um ecossistema complexo, né, para conseguir sustentar uma indústria que não é uma indústria de
base, né? Então a gente às vezes assim pelos cenários assim políticos e tudo mais, às vezes a gente sofre alterações e essas indústrias são as primeiras que assim que tem dificuldade porque justamente são indústrias, digamos assim, mais finas. né, do ponto de vista, né, do extrato social, precisam de mais formação, Precisam, é, de um investimento maior, mas são indústrias assim que, né, que dão um resultado muito bom, que não são poluentes, são indústrias eh que o que o Brasil eh, né, consegue se inserir de uma forma muito orgânica, assim, tanto na música quanto no cinema,
no audiovisual em geral e nos games também, né? Eu eu venho de uma de uma trajetória, Marcos, em que em que eu já tipo há muito tempo eh assim lido com essas políticas públicas assim pro Setor, né? Eu estive em São Paulo como diretor da SPCINE, então as primeiras eh assim, né, assim políticas para, né, ali, né, isso ali para games na cidade de São Paulo, foi a gente que fez lá. E, e, e assim, eu tenho certeza que a Bahia ela vai ela vai, num espaço curto de tempo, ela vai ela vai superar muito
em resultado aquilo que a gente tem hoje, né? Eh, assim, a Baia Filmes, ela ela ela surge como tem no Rio de Janeiro a Rio Filme e tem a SPCINE em São Paulo, Né? é, que são as duas empresas municipais que, né, que complementam esse esse ecossistema eh assim das políticas públicas para audiovisual. Aqui na Bahia, né, a gente tá colocando no ar aí a essa essa empresa que também vai ter essa missão, digamos assim, né, não é, digamos assim, e que vai ser a primeira empresa estadual, né? Então isso já é um dado muito
interessante, porque a Baia Filmes, ela já ela já vai olhar pro Estado como um todo, então as políticas pro audiovisual já vão ser estadualizadas, né? E aí nas políticas a gente tem acho que dois destaques aqui, né? Um primeiro destaque é que nos próximos meses a gente a gente vai lançar um hub de games, né, exclusivo de games, que dentro desse contexto ali dos hubs são espaços físicos eh que ajudam as pessoas, os incubados, eh, né, os residentes, digamos assim, a ter uma rota, né, para chegar num Protótipo, num MVP, num produto, para conseguir, né,
transformar as suas ideias em startups, né? Então a gente a gente vai ter esse instrumento aqui na Bahia que vai ser incrível pro pro assim pra aceleração desse, né, enfim, desse chegar nesse lugar, né, e que vai fazer com que a gente eh assim assim dispute mercado, né? Eh, assim, quando o Rubens ele traz em princípio dos números aí, né, a gente tem sempre um número que é muito impactante, que eu não lembro Exatamente eh, né, qual que é o termo desse número, mas que o Brasil é um dos maiores mercados, né, consumidor de games
no mundo, né, e e tá lá embaixo ali na produção de games, né? Então, tem muito espaço pra gente conquistar mercado, né? E o brasileiro, como como disse Eon, ele ele ele ele responde rápido, né? Então ele ele é muito criativo, né? Eh, e é muito e é muito habilidoso também, né? Então a gente, por exemplo, eh, né, né, a gente Tá apstando muito lá no, né, numa das primeiras linhas de ação que a gente, né, que a gente vai ter na Bahia Filmes, vai ser uma linha de ação em que a gente aproxima, digamos
assim, criadores, né? Então a gente aproxima criadores, né, digamos assim, das artes analógicas com seus cetos poderosos, né, desses criadores game dev, né, que a gente sabe, né, que criar jogos é um é uma infinidade de, enfim, de tipologias aí de de assim de possibilidades, né? Então Esse encontro de criadores assim para, né, assim para você assim chegar em times criativos realmente muito potentes, né, é uma das primeiras linhas de ação que a gente tem pensando, né, pro pro assim pro setor, né, de games, né, eh, e pra gente eh lá vai ser eh, né,
assim, vai ser eh, né, a joia da coroa, né, os games, né, porque a gente sabe também que no audiovisual e essa disputa é uma disputa que a gente vem se destacando, né? Só que nos games A gente tem um resultado com relação a retorno financeiro, a inserção econômica, que o pouco que a gente tem já é muita coisa, entendeu? Então, eh eh assim, eu não tenho dúvida de que vai ser uma experiência muito interessante, muito assim boa, né? A gente saber que hoje aqui a gente tem 600 alunos, né? Que vão trabalhar com isso,
né? E a Baia Filmes tá de olho em vocês, né? Eh, deixa eu ver se tem mais alguma coisa que Carol aqui pediu para eu falar. Ah, Então, mas esse espaço hub de games, né, é um espaço que a gente vai ter mentoria, a gente vai ter incubação, né, em que a gente vai ter os laboratórios, eh, né, então a gente, a ideia é ter um motion capture pra gente, né, agilizar os processos aí de assim de motion principalmente, né, eh, a gente vai ter um atelier criativo para que as pessoas possam de alguma forma
eh assim planejar melhor os seus assets, os seus, né, os seus personagens, os seus, né, né, os Seus cenários, né, fazer testes, né, enfim, é um, assim, vai ser um espaço muito interessante para que a gente consiga de fato acelerar essa eh esses assim projetos para que eles cheguem no mercado assim assim quanto antes, né? Acho que para começo de conversa é mais ou menos por aí, né, assim, Marcos, depois a gente vai a gente vai aprimorando na conversa aí. Prontinho. Obrigado, Renato. Obrigado pelas palavras. Vamos lá. A gente já Falou do MCTI que tá
nos apoiando com os projetos prioritários. O MCTI que trouxe o interesse nacional, que trouxe o dinheiro lá dentro das leis do TIC pra gente começar essa essa residência em games. Nós estamos nos primeiros passos. Falamos com o Ion, que apresentou várias conexões, interesse e o público que tá interessado realmente no que o mercado brasileiro e baiano sergipano conseguem produzir. Renato trouxe essa perspectiva Maravilhosa da Bahia Filmes. Eles estão realmente empenhados em criar o nosso hub de inovação. Tô vendo aqui os comentários da galera no chat. tá todo mundo empolgado em ter um hub na para
indústria de games, né? Nós temos hubs aqui em na Bahia, nós temos hubs que o CPED eh gerencia, mas esse vai ser o primeiro hub na área específica de games, então é para ficar empolgado mesmo. Então a gente nós temos dinheiros, temos contatos, temos um Espaço que vai ser criado para isso. Agora a gente vai falar sobre nossa equipe, né? Nossa equipe técnica. Eu vou dar boas-vindas e passar o bastão para o coordenador geral aqui da residência, o professor Eduardo Palmeira, mas sem antes apresentar também, né, a Carolina Morais e o Luís Cláudio, que são
dois membros da nossa equipe técnica. Carol, vocês vão ter um pouquinho menos de contato, mas vocês sempre vão ver ela lá no hub. Com certeza. A Carol é Responsável por todas as conexões que nós estamos criando nessa residência. Ela que tá trazendo o pessoal para dentro da residência para poder ter material para vocês trabalharem, tá bom? O Luís é responsável pela parte pedagógica da formação de vocês e o Eduardo Palmeiras é o coordenador geral dessa residência. ele já coordenou algumas residências com a gente. Hoje ele é professor da Universidade Estadual de Santa Cruz. Ele é
um colaborador nato Aqui do CEPED na no desenvolvimento de residências. Então vamos lá, Eduardo, com você as palavras agora. >> Olá, Marcos. Boa noite. Boa noite aos demais. Eh, gostaria que, né, em nome de da diretoria do CPED, representado aqui por Marcos, cumprimentar os demais presentes na aqui nessa apresentação, né, nessa abertura da nossa residência. Estamos muito empolgados, né, com esse novo projeto. Ah, é uma satisfação muit muito grande estar mais uma vez à frente De um projeto grandioso como esse que o CEPED vem implementando em parceria com a Softex MCTI. Eh, acho foram extremamente
oportun deixar a galera bem empolgada e isso empolga a gente também aqui na coordenação, né? Porque paraa gente, até pelas experiências que já passamos eh com outros residentes, residências aí que além de entregar uma formação muito interessante, entregou eh desafios bem legais, bem bem reais, digamos assim, Para que esses alunos pudessem aprender e colocar a mão na massa. E recentemente até, né, falar aí de uma a menininha dos olhos do CEPED, que foi a residência 36, que começou lá atrás com 1000 alunos sendo formados, né, chegando ao final recentemente com três empresas criadas, né, sendo
fomentadas, já entrando dentro do mercado, produzindo seus próprios softwares. Então, paraa gente é uma satisfação extremamente grande eh poder mais uma vez estar aqui e colaborar eh Com o CEPED na coordenação desse programa, né? Vocês vão me ver com muita frequência, né? Nós estaremos aqui no bastidor acompanhando. Gosto de estar muito perto, gosto de de visitar os polos, de conversar com os residentes. A gente procura ter esse esse contato próximo, né? Essa nossa primeira fase, eh, onde a gente vai ter uma formação eh de nivelamento, né? ah, de 3s meses, que é totalmente online. Então,
eu não teria essa oportunidade, mas aqueles que Seguirem, né, a paraa fase de formação técnica na eh após finalização desse nivelamento, ah, certamente terão a oportunidade de conversar com a gente, de passar seus feedbacks, de de interagir, de de participar de eventos que promoveremos, né, para para que as pessoas se entreguem, se se integrem. Eh, e durante todo esse tempo também estaremos captando projetos eh dentro do mercado de games, né? Ah, e de gamificação, para que quando vocês Cheguem lá na fase de imersão, que é, digamos, a fase final do nosso ciclo total de formação
da residência, eh, vocês estejam prontos para que esses desafios sejam tocados e virem realidade, né? esses problemas apresentados pelas empresas, pelos atores dentro do mercado, eh, possam virar eh projetos reais, soluções reais e que a gente possa entregar paraa sociedade não só eh alunos formados, mas profissionais capacitados a atuarem nas Mais diversas frentes, né, necessárias para o mercado de games. E essa é a nossa tônica, né, nossa formação técnica. ela vai trazer uma uma abordagem bastante plural no sentido de ah atuarmos em diversas frentes. O Luiz, que é coordenador de de formação, poder falar um
pouquinho mais já. Eh, então a gente entende que os profissionais aqui capacitados eles entram com uma chance bem grande de de se eh inserirem no mercado, né, e de terem a capacidade de Desenvolver projetos tanto ah como de repente funcionários de alguma empresa, né, quanto proprietários de uma própria empresa, né? E é nossa a nossa ideia também é incentivar bastante a vocês a empreenderem, né? Ah, o CPMED já tem essa característica nata de incentivar os seus residentes, né? O CPMED possui todo um ecossistema preparado, né? E como a gente já falou também aqui, o Renato
bem trouxe, estamos preparando ainda mais eh alguma coisa, uma novidade Bem interessante que é o Hub Baia Games, que é uma uma iniciativa também junto do CEPED, que vai trazer umas uma série de outras oportunidades. Então, o CEPED vem se destacando eh dentro do mercado de de tics, eh não só ah formando, né, pessoas, profissionais eh que estão que podem que vão ser direcionada direcionados ao mercado de trabalho, mas profissionais que estão ávidos para poder empreender também. Então, essa é uma um viés muito interessante que a Gente eh quer valorizar e quer incentivá-los a seguir
por esse caminho, né? Ah, então eu queria agradecer mais uma vez a oportunidade de estar aqui com vocês, dizer que nós estamos aqui na coordenação à disposição para tirar, né, e acompanhar vocês e entregar o nosso melhor, né, eh, em termos de formação, de estrutura. Eh, ao longo do desse caminho aí dos próximos meses, nós estaremos sempre juntos, conversando, teremos momentos juntos e professor Luiz Também vai falar um pouquinho já a respeito de como isso vai funcionar, tá bom? Sei que vocês estão aí curiosos, né, para conhecer um pouquinho como é que é a nossa
formação, mas já adianta um pouquinho que nós teremos um momento bem especial para isso, né? Aqui é um momento mais de abertura, de uma conversa inicial. Nós teremos um momento mais específico para isso, aonde trataremos com muitas minúcias e tiraremos todas as dúvidas de vocês a Respeito de como nossa residência vai funcionar, tá b? Obrigações, eh, e todas as coisas que a gente precisa para que você se garanta, eh, e tente ali lograr uma vaga na fase seguinte da nossa residência, tá bom? Eh, então eu queria mais uma vez agradecer a todos aqui presentes. Eu
vou passar a palavra ao professor Luiz, que ao final eu faço então, Luís, a introdução do Márcio para que ele possa proferir a sua palestra, tá bom? Muito obrigado, Luiz. Fica à Vontade. >> Boa noite a todas as pessoas aqui presentes. Queria cumprimentar a mesa aqui que estão participando dessa nossa aula inaugural. Queria eh dar as boas-vindas a todos os dicentes, né, de todos os polos, polo Alacaju, Polo Salvador e Polo Lauro de Freitas. Como já foi bem colocado, este ciclo inicial que nós chamamos de ciclo básico da etapa um, é uma etapa de nivelamento.
Então, a gente vai ter aqui as disciplinas de matemática aplicada a jogos, física aplicada a jogos, lógica de programação, projeto de vida e empreendedorismo, startup e inovação. Então fiquem atentos porque entre hoje e amanhã a gente já vai estar enviando para vocês um e-mail porque amanhã já tem aula de matemática aplicada a jogos. Então é importante que vocês estejam atentos. Na quarta-feira já vai ter aula de projeto de vida e de Lógica de programação. Na quinta também teremos aula. Na verdade, né, Eduardo, hoje já teríamos aula, né, de física aplicada a jogos, né, só que
aí como nós tivemos essa aula inaugural, acabou que coincidi. Então, eh, eu vi aí algumas alguns desses dicentes empolgados, né, perguntando se iam aprender a desenvolver jogos com IA. Bem, realmente a gente vai tá aprendendo aqui. Então, essa etapa inicial é uma etapa que é fundamental para que vocês compreendam Este universo game, é o universo dos jogos. Afinal de contas, não tem como a gente desenvolver um jogo sem a física, sem a matemática, sem a lógica e outras áreas do conhecimento, né? Mas esses três pilares são fundamentais para que a gente tenha êxito nessa nesse
momento. Então é importante que vocês estejam atentos, porque como o professor Eduardo falou, nós já temos o ambiente virtual de aprendizagem, nós já temos o Planejamento, então a gente vai estar encaminhando todas essas informações por e-mail para que vocês fiquem atentos, porque essas aulas síncronas, elas são aulas obrigatórias. E próxima semana nós estaremos em um momento juntamente com a coordenação, eh, a coordenação pedagógica, os tutores e tutoras, para que vocês tirem dúvidas, compreendam e nós também teremos um espaço virtual especificamente com a coordenação. Então, dúvidas referente a Uma ementa, como vai funcionar a próxima etapa,
todas essas informações podem ser tratadas diretamente lá em nosso. Então é isso, eu encerro aqui é a minha fala desejando muito sucesso para cada um de vocês, como o professor Marcos, Eduardo, Ion, Márcio que tá vindo aí, Rubens e toda a equipe que tá por trás disso, Manuela, Carol, enfim, é toda uma equipe que tá por trás para que esse sonho, Alfredo também, né, que não tá aqui presente, para que esse sonho hoje possa Estar sendo realizado. Eu sempre brinco com os meus alunos, né? Eu que sou do tempo do Cadilac que pegava uma fichinha
para jogar o Fliperama. Hoje é um sonho tá aqui participando de uma Residência Games e que vai participar da capacitação de milhares de jovens e de pessoas que realmente t interesse em fomentar essa aula. Então o que eu desejo de coração para cada um de vocês é sucesso. Obrigada. >> Muito bem, Luiz. Muito obrigado. Eh, Luí, você falou aí, né, do do CAD lá que eu eu eu gosto de dizer também, mas vou até usar a palavra do uma fala aqui do do Alfredo, né, que é diretor executivo do CEPED, que ele fala assim: "No
nosso tempo a gente queria uma oportunidade para estudar, né? Hoje a molecada tem uma oportunidade, ainda recebe bolsa por isso, né? Eh, e aí essa bolsa vai evoluindo. Então, é uma oportunidade ímpar na vida de todos, eh, de se capacitar e de se tornar um profissional Cada vez mais preparado e ávido para entrar nesse mercado aí, que é um mercado, como muitos já disseram aqui, é um mercado que tem espaço, bastante espaço para para desenvolvedores, né? Eu eh na medida que encerra a minha fala eh agradeço ao Rubens pelas palavras, também o Ion, um grande
entusiasta nosso aqui do do nesse processo todo, né, o Renato também, né, Carol Luís e todos os demais presentes, ah, por estarem provendo aqui esse momento maravilhoso De abertura da nossa residência. Eh, aos residentes que estão aí falando, né, perguntando algumas perguntas, nós selecionar mesmo algumas perguntas para após a fala do Márcio a gente poder conversar um pouquinho e tirar algumas dúvidas de vocês, tá bom? Você pode deixar isso claro. Aí, sem muitas delongas, eu vou então fazer uma introdução rápida aqui do no fazer uma um pedacinho do currículo do Márcio Filho, né? Ah, trazendo
aqui um Pouquinho do que ele para vocês teriam a dimensão desta pessoa aí fantástica que vai falar um pouquinho para vocês sobre gamificação, um pouquinho só, porque o cara tem uma experiência absurda, né, dentro do mercado de games. Então, trazendo um pouco da bio dele aqui, né? São mais de 16 anos de experiência no trabalho dos de jogos eletrônicos, fundador da TF Corp, eh formado em gamification pela Warton Business School, eh especialista em virtual Teacher eh pela University of Columbia Vine, eh criador da Case, plataforma de inovação de nível global que integra jogos e aprendizado,
autor de dezenas de propriedades intelectuais registr estradas no IMPI, coordenando das principais simpósios acadêmicos no país na área de de games, né, na área de engenheiro de jogos, realidade virtual e computação desde 2018, como em conjunto com a Sociedade Brasileira de computação, desenvolvedor de mais de 60 Jogos e experiências gamificadas eh com a marca de com marcas como SESI, SESC, Furnas, entre outras. conselheiro eh do orçamento da cultura na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, parecerista da primeira edição, né, do edital a público de cultura geek no país, que aconteceu lá também em Niterói
no ano de 2022, presidente da Associação de Desenvolvedores de Jogos Digitais do Estado do Rio de Janeiro, eh articulador Do marco legal dos games da lei federal 14852/224. 24 e presidente reeleito da Associação de Criadores de Jogos do Rio de Janeiro. Então, com muita alegria, nós convidamos, gostaríamos de passar a palavra ao Márcio Filho, queá, proverá uma palavra, uma palestra para vocês a respeito de de gamificação. Má, fica muito eh nós agradecemos de antemão a sua disponibilidade e fica à vontade para Falar aí a essa galera que com certeza tá muito interessada na sua fala,
tá bom? Muito obrigado. >> Vamos lá, meus amigos, minhas amigas, muitíssimo boa noite a todas e todos que estão nos ouvindo agora ou no gravado posteriormente. Dizer que é uma gigantesca honra poder estar aqui entre vocês. Eh, deixar minha especial saudação e meu carinho a todos os dicentes na figura aí do Eduardo Palmeiras, do professor Luís Cláudio Machado, que me fez o convite para poder estar aqui proferindo essa aula inaugural que muito me honra. Chama abraço também ao Renato Nelli, a toda a equipe do Bahia Filmes e e na tua figura, Renato, abraçar também a
toda a comunidade de criadores de jogos aí da Bahia que tem eh tenho certeza tido muita interlocução no processo da Bahia Filmes, liderados aí pela Loba, né, uma querida amiga que preside esse coletivo que aí está também o Léo Souza da Gama, Né, duas grandes figuras desse ecossistema local. saudar aqui o ION, né, pela iniciativa de poder financiar esse processo que conta com o incentivo, que conta com a a o mecanismo de fomento da lei das chiques, né, da lei do bem, capitaneado aí, instrumento capitaneado em seu uso pelo pelo MCTI, a quem eu saúdo
aqui na figura do Ruben Souza, deixando também meu abraço ao seu xará, Rubens, chefe de gabinete da ministra Luciana Santos, o querido Rubens Tavares E com quem troquei muito e troquei muito também com o Edivaldo Rubens época que era o Aspar de vocês, né, o assessor parlamentar de vocês que nos acompanhou muito de pertinho durante o processo da aprovação do marco legal. Então, minha saudação a toda a equipe do MCTI que vem tocando com brilhantismo a retomada desse ministério e especialmente a retomada de programas tão fundamentais pro desenvolvimento do país. Não há país que se
pretenda soberano sem que a Ciência e tecnologia e a inovação sejam linhas centrais, né, que guiem de fato o andamento do país. O governo do presidente Lula tem se destacado na retomada desses fundos constitucionais que permitem a o fomento, o desenvolvimento e a manutenção de políticas públicas que em conjunto com a atuação da iniciativa privada e da academia, portanto, essa tripla hélice da inovação aqui perfeitamente bem representada, permitem que o país possa Avançar na construção de mecanismos fundamentais à ocupação de novos espaços, não só como país, mas fundamentalmente pelas pessoas que compõe, né, as pessoas
que compõem essa nação tão diversa, tão interessante, tão única no mundo como é o Brasil, com respeito a todas as outras nações, naturalmente, mas o Brasil de fato consegue ocupar esse lugar de ser esse país destacado. Eu queria, antes de qualquer coisa, eh, e imediatamente após Essas minhas saudações, eh, fazer minha autodescrição, que a etiqueta moderna nos manda fazer isso, né? E com com o dev com a devida ven aqui, coloco a todo mundo. Então, a minha autodcrição. Eu sou Márcio Filho, eu estou presidente da Associação de Criadores de Jogos aqui do estado do Rio
de Janeiro. Eu sou um homem branco de cerca de 1,70 m de altura. Nesse momento conversando com vocês, usando um blazer de cor bege, né? E uma camisa de manga comprida, mas Comum, né? Não, uma camisa social de cor preta. No rosto eu uso o cabelo preto bem batidinho, bem cortado, um óculos de grau de alos bem finos e barba e bigode também bem batidinhos, eh, compõe ao meu visual nesse momento também. Tão nos meus ouvidos. É visível para quem tá eh, para quem é evidente, né, para quem tá visualizando a transmissão também, fones de
ouvidos brancos sem fio, que estão no meu ouvidinho agora também nesse momento. Queria eh, portanto, a partir Daqui, começar de fato a proferir a nossa escola inaugural, a nossa palestra. Eu queria até ser mais pousado a nossa conversa. Eu tô tendo a liberdade de pedir aqui ao professor Luiz Machado que me encaminhasse no privado. Ele gentilmente me cedeu isso. Eu tô aberto aqui com o link da live, então eu tô vendo os comentários da turma. Quem tiver dúvida, quiser interromper, pode botar dúvida no chat. Eu vou ter fazer questão de interagindo Com vocês ao longo
desse processo. O nosso querido professor Eduardo Palmeiras fez uma apresentação descritivo da minha biografia bastante bastante longo, mas eu queria que vocês eh tomassem pé assim especialmente de duas questões fundamentais. A primeira delas é o tempo que eu tô fazendo isso, porque eu vou usar esse elemento pra gente poder entender a oportunidade que tá na nossa frente, a oportunidade que está aos dicentes, aos residentes desse Programa, com tanta potência que tá sendo colocado a partir dessa parceria que envolve o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Eagle Capital, o IFBA e obviamente a a o CEPED
como gestor desse processo. E um segundo elemento que a gente possa, obviamente, a partir disso, dessa dessa biografia, pedir muita atenção a vocês. É o momento que eu vou passar pela construção do marco legal dos games. Eh, o Rubens comentou, perguntou sobre a minha atuação, né? Foi Direta e eu diria até, Rubens, muito ruim a gente falar da gente mesmo, mais decisiva, né? Eh, de 15 em 15 dias, durante o período de 23 e 24, de 15 em 15 dias eu tava aí em Brasília conversando com os senadores, todos, com os congressistas, visitando muito o
governo, né? Falei muito com o Edivaldo a época que era as par de vocês, pra gente poder, dentre outros sete ministérios, né, que participaram desse processo, para que a gente pudesse de Fato ativar governo, bancadas diferentes no Senado Federal para garantir que a gente pudesse ter finalmente um marco regulatório. Queria então começar dizendo a vocês que eu tô há 16 anos com o CNPJ. Na verdade é um pouquinho mais, a gente tá indo começou agora os 18 anos de CNPJ aberto, né? Então eu empreendo na área há 18 anos. É muito tempo, né? Num país
em que normalmente as padarias não ficam abertas mais do que 2 anos, vocês imaginem o que seja empreender no Setor de jogos eletrônicos há 22 anos. 22 anos atrás não é que tudo era mato, isso tudo aqui era deserto, era uma areia, né? Não tinha nem mato pra gente capinar. o setor de jogos que hoje muit das vezes, né, é lido por vários em torno de nós, como um setor de criança, como um setor de brincadeira, como olha aquilo ali, aquela coisa feita por aqueles meninos, né? Como eu tenho comentado nas últimas palestras que tenho
dado, e eles acham que ora eles Acham que é os meninos que programam, né? Olha eles acham que é os meninos que pintam, né? Porque na cabeça deles é só homem que trabalha nessa área. O que, infelizmente nós ainda somos uma maioria, mas as mulheres vêm tomando cada vez mais espaço dentro desse segmento. E definitivamente nós não somos mais só os meninos, né? a gente de fato tem sido tem eh se transformado num volume cada vez maior de pessoas com um perfil etário, né, que vem avançando ao Longo do tempo, o que denota uma certa
maturidade desse segmento, né, desse setor econômico industrial e que obviamente também nos demonstra que aqueles que estão entrando agora, como é o caso de muitos de vocês que vão fazer essa residência, tem uma perspectiva que vai para além do sonho, para além de um futuro eventualmente cheio de oportunidades, mas que parte pedir um presente que, de fato, deve ser profundamente aproveitado para que vocês Eh possam no futuro serem as pessoas que dão aulas inaugurais como esta aqui. Espero em breve estar sendo substituído por vocês. Eh, 22 anos atrás, para dar algumas alguns elementos para vocês,
né? Primeiro, videogame era uma coisa muito mais cara do que é hoje. E é claro que na cabeça de vocês vão dizer assim: "Márcio, como assim? Como pode ser mais caro? Hoje um videogame custa três salários mínimos, dois salários mínimos e meio. Como que o videogame era mais Caro? Quando eu comecei a jogar, quando comecei com essa brincadeira, o salário mínimo era menos do que R$ 100. Os videogames lançavam-se oficialmente no Brasil a pelo menos R$ 800. As empresas eh como a Sonia, a Microsoft, a Nintendo não tinham presença oficial no Brasil. Elas tinham uma
presença que quando muito era de um representante local. durante muito tempo, a batalha dos consoles era entre a Nintendo e a Sega. Quem hoje vê o Sonic rodando no Nintendo Switch ou quem vê os filmes dos dois eventualmente fazendo eh missões e menções entre as duas as duas marcas, né, entre os dois universos, eh não pode imaginar que há 20 e poucos anos atrás havia uma guerra de consoles que era protagonizada entre as duas empresas, entre a Sega, dona do da do Sonic, né, criadora do Sonic, e entre a Nintendo, criadora do Mário, e, enfim,
cada uma das duas de tantas outras franquias que aconteceram naquele Momento. Um videogame no Brasil custava oito vezes um salário mínimo e hoje, por mais que R$ 5.000, R$ 4.000 seja um dinheiro muitíssimo importante, eh a gente não pode negar que isso equivale a dois salários mínimos e um quebradinho, né? Dois salários mínimos e meio, mais ou menos, né? Vez por ali nessa casa. Isso significa, meus amigos e minhas amigas, para além só do preço dos consoles, né, que como qualquer tecnologia ao longo do tempo tende a ter A diluição do seu preço no investimento,
significa também um conjunto de políticas públicas brasileiras que ao longo dos últimos 20 anos, 24 anos, eh conseguiu conduzir um processo de valorização do salário mínimo no país. Então, há um encontro de uma conjunção de fatores que permitiu que a gente tivesse mais pessoas tendo acesso a consoles jogos, né? Eh, essa briga que eventualmente hoje se coloca, né, a partir dessa coisa, eh, que o FIP Zero Tá comentando aqui, que é Xbox versus PlayStation, tem muito a ver com o que a gente hoje pode pensar como o sonho, o desejo de querer criar jogos um
dia. Há uma frase muito icônica, muito famosa de um querido amigo meu aqui do Rio de Janeiro, chama-se Xand de Teixeira. Ele é coordenador de games e esportes eletrônicos aqui do município do Rio de Janeiro. Ele fala uma frase que é ótima. Ele diz assim: "Imagino o que teria sido do Pelé se não tivessem apresentado a Ele a bola". Eu, obviamente completo de maneira brincalhona, ele podia, o Pel podia ter sido um bom advogado, o Pelé podia ter sido um bom engenheiro químico, mas o Pelé não teria sido o Pelé, o rei do futebol. E
eu tenho certeza que muitos e muitas de vocês que hoje sonham em construir jogos começaram jogando jogos. Então, as políticas que podem fazer com que jogos se transformem em coisas cada vez mais acessíveis precisam ser fruto do nosso alvo, fruto Do nosso esforço, fruto do nosso trabalho, fruto da nossa pressão sobre os governos, fruto da nossa do nosso esforço pessoal, particular, individual e coletivo também, para que a gente possa construir um cenário onde cada vez mais gente tem acesso a jogos eletrônicos e com isso perceba a perspectiva de um dia poder trabalhar com isso também.
Muitos de vocês estão entrando para fazer a residência em games, porque vocês sonham em um dia Construir os seus próprios jogos, criar o seu, a sua própria história, criar a sua própria narrativa, né? Então você precisa naturalmente começar de algum lugar. O primeiro lugar, eu gosto sempre de brincar e sempre de dizer: ninguém cria jogos sem ter uma profunda base cultural. Márcio, mas cultura é muita coisa. Cultura é música, cultura é filme, cultura é gastronomia, cultura é literatura, cultura é artesanato, cultura é cultura é tudo isso. que Quanto mais disso você puder conhecer, quanto mais
disso você puder se apropriar, quanto mais disso você conseguir absorver na sua vivência, portanto, não se arvorar uma ideia de que cultura boa só aquela que é sua, cultura boa é só aquela que você domina, cultura boa é só aquela que você se acostumou, você provavelmente vai conseguir, ao abrir a sua mente, ao abrir os seus horizontes, ter maior capacidade de ingressar no setor de Jogos eletrônicos, de criar produtos mais interessantes para os jogos eletrônicos e, portanto, conseguir ter uma maior chance de sucesso no setor de jogos eletrônicos. Mas é importante dizer que este elemento,
que é um elemento do aculturamento, ele não deve, portanto, estar vinculado a uma certa ideia de que para criar jogos eletrônicos eu tenho só que saber jogar jogos eletrônicos. para criar jogos, eu devo ser um bom jogador de videogame. Não, muito pelo contrário. Inclusive queria começar dando uma primeira notícia que talvez não seja das melhores. Se você entrou nessa coisa para poder jogar videogame, você talvez esteja no lugar errado. Quanto mais você trabalhar com jogos eletrônicos, mais você vai perceber que o que você precisa é beber de outras fontes, de outros alimentos, de outros lugares,
para que você possa dominar o máximo possível de formas de se expressar, de formas de Falar, porque é claro que os jogos são sobre tecnologia, que eu vou falar sobre ela na sequência, mas jogos são para pessoas. Jogos são para pessoas. Nenhum jogo é feito para que um outro computador jogue. Nenhum jogo é feito para um robô. Jogo é feito pra gente jogar. Então vocês precisam lembrar, porque vocês vão mexer aqui na residência. É uma residência focada em tecnologia da informação, né, em tecnologias Computacionais. Vocês vão mexer com tecnologia, mas não esqueçam nunca. Vocês estão
mexendo com tecnologia para pessoas. Seus jogos serão bons porque o seu código funciona bem, porque o seu código tá por trás de um sistema bem balanceado, porque o seu código executa a música no momento certo de executar, mas ele não será um jogo bom só porque o seu código está limpo. E não é que o seu código não deva estar limpo, ele deve estar limpo, ele deve estar organizado, Ele deve estar bem documentado. Tudo isso é absolutamente fundamental. Mas se você focar só nisso e esquecer que você deve produzir uma boa experiência para o jogador,
você tem metade do caminho para um grande fracasso. Então a primeira coisa é antes da gente entrar em tecnologia pensar imediatamente na questão do letramento cultural, da absorção de conteúdos e de vivências. A segunda parte, é claro, é pensar sobre a tecnologia em si. E foi fundamental, Professor Luís, dizer aqui um pouco das coisas que estão nas próximas aulas, porque isso posiciona algumas características muito importantes, muito especiais. Eu comentei com vocês que comecei nessa brincadeira muito séria há 22 anos. 22 anos atrás é muito tempo, gente. Eh, talvez vários dos que estejam no curso não
tenham 22 anos ainda, né? E eu comecei, a gente, vocês vão ouvir muito falar de motores gráficos, né? ou graphic em jeans, né, engines, enfim, Cada um pronuncia de uma forma aí de acordo com o seu local de origem pro inglês. os motores gráficos que vocês conhecem pelos nomes populares das melhores marcas, né? Para quem gosta do 3D, Unreal, Unity, para quem gosta do Godô, Construct e até outros um pouco o game maker, entre outros um pouco mais festivos, como com o RPG Maker, né, e outros que vêm mais para um campo um pouco menos
profissionalizado. Talvez Vocês t na mão um motor gráfico. O que que é um motor gráfico? Um autor gráfico, ele comporta dentro dele a capacidade de processar determinados elementos da física. Eu vou dizer do mundo, mas obviamente é do mundo que você tá criando, né? Então, de quais são os fluxos da gravidade, da luz, da do choque entre elementos, da física de elementos? Então, todos esses fatores, todos esses elementos estão hoje dentro de de motores gráficos, né, De graphicans. E eu disse a vocês, há 22 anos eu comecei a fazer esse negócio. Naquela época não tinha
isso. Naquela época muita gente ainda programava, tinha uma uma um semfim de motores gráficos começando. A própria Unit ainda no comecinho. A galera tinha que fazer a programação da física. Como é que é quando a gente joga uma bola no chão? Quanto tempo demora a bola para cair até bater no chão? Dependendo do tipo de Terreno, a bola quica ou não quica, não é verdade? Como é que é a bola se ela tá mais cheia ou mais vazia? Ela também tem um cálculo que tem que ser feito para poder dizer o quanto que ela bate
ou não ou bate e volta ou não volta, não é verdade? Imagina que cada vez que vocês fossem desenvolver um jogo, vocês tivessem que fazer todos esses cálculos na física. Isso hoje em dia não é mais necessário do ponto de vista de você desenvolver Cada um dos pontos, mas sem entender a física, sem perceber quais são as fórmulas que estão por trás do andamento do jogo, mesmo com o motor gráfico, você pode ficar num processo que faz o seu jogo se tornar absolutamente inverossímil, que torna o seu jogo, portanto, uma experiência, se não for guiada
de maneira correta para isso, numa experiência catastrófica. né? Porque os jogadores eles esperam que as coisas tenham algum tipo de narrativa Que construa e aloque aquela experiência num determinado local. E quando eu falo de jogadores, é claro que vocês estão pensando nos jogadores do jogo, né, do jogo que vocês vão fazer, mas nós vamos falar de gamificação já já. E vocês vão entender que quando eu falo de jogadores, na verdade, eu tô falando de todo mundo que interage com mecânicas de jogos, tá bom? Então, quando vocês forem criar essas questões todas, né, usar isso tudo,
ter por trás a mentalidade Dos cálculos matemáticos, as fórmulas da física, da aplicação aquilo ali, mesmo que seja para desrespeitar as regras da física, porque você precisa saber o conjunto dos cálculos, se você quer enfrentar aquele cálculo, se você quer enfrentar aquele formato, aquela forma como a física se coloca, você precisa saber as fontes, né, os a forma como aquele cálculo é feito. Então tudo isso vai ser fundamental para que vocês possam pensar em novos mecanismos ou em Aplicação dos mecanismos já existentes para tornar o jogo de vocês uma boa experiência para o usuário. Porque
no fundo, de novo, tudo é sobre o usuário. Nossa, a minha física está perfeita. Nossa, o meu código está perfeito. Uau, que arte maravilhosa que eu fiz. Ela tem exatamente as cores que eu previ que tinha que ter. Meu Deus, que efeito sonoro incrível que eu produzi. Tudo que e essa narrativa e esse roteiro e as frases desse personagem. Caramba, Arrebentei, enrazei, foi muito bem, maravilhoso. Adorei os seus autoelogios. Eles só servem se alguém que não é você resolver pegar o seu jogo, jogar e elogiar aquilo que você achou que fez bem. Se você não
fez bem, se você botou para jogar e as pessoas não sabiam onde clicar, não entendiam a forma de progressão do seu jogo, não percebiam a experiência que elas estavam vivendo como uma experiência prazerosa e autoexlicativa. Então, sinto informar, Você deve pegar a sua opinião, deve pegar o seu ego, botar ele dentro de um saquinho, dar uma guardada e deixar então para trabalhar em cima do que as pessoas que vão jogar o jogo estão te dizendo que tá faltando pro seu jogo ser o jogo que elas querem jogar. Isso se deve, meus amigos e minhas amigas,
essencialmente a um elemento fundamental da estratégia de construção de jogos, que é o olhar para a psicologia que está por detrás deles. E é este elemento, Esse prazer inerente, esse prazer que advém do próprio jogar, esse prazer que advém da experiência de se conectar com aquele mundo que um terceiro criou, que precisa muito estar presente na forma como vocês vão perceber o que vocês vão fazer daqui em frente com aquilo que vocês vão produzir para o mundo. Claro que você pode construir um jogo para você jogar. Claro que você pode construir um sistema para você
usar. Não há nenhum problema quanto a isso. Mas a Lógica de um programa como esse, que visa uma profissionalização de vocês, que visa permitir que vocês tenham uma maior chance no mercado de trabalho, deve ser justamente de sair da bolha de casa, de sair do lugar confortável, que é a gente sentado em frente ao computador, em frente ao celular, em frente ao Xbox, ao PlayStation, ao Nintendo Switch ou seja lá o que for, para que a gente possa conseguir furar esses ambientes e crescer e contaminar o Mundo com esse vírus maravilhoso. da alegria, da felicidade,
das experiências, que é o vírus que existe nesse momento dos jogos, né? Todo mundo que joga tá profundamente tocado pela experiência que tá passando durante o jogo. Eh, há uma curva, né, e vocês talvez vejam isso ao longo do do tempo. Se não verem, sugiro que pesquisem. Há uma curva chamada de para atendimento chamado flow state. Qual que é a ideia? Vocês já passaram por isso, porque vocês Já jogaram um jogo bom e vocês já jogaram um jogo ruim. O flow state é um momento de quase saída do próprio corpo. É aquele momento em que
você tá jogando e que você esquece completamente de tudo que está existindo no mundo físico à sua volta e passa a se considerar parte daquele universo que você está curtindo, que você está jogando. Então, todo mundo aqui já passou muitas horas jogando, esqueceu de sentir fome, esqueceu de sentir vontade De fazer xixi ou outras coisas, esqueceu de vontade de levantar e quando acabou a partida disse assim: "Caraca, que vontade de ir no banheiro ou meu Deus do céu, como as minhas costas estão doendo!" vocês estavam imersos num universo e conseguia construir para vocês uma experiência
que não era nem tão fácil que se tornasse ridícula, nem tão difícil que se tornasse impossível de aprender. Então, a gente tem que Conseguir fazer com que as pessoas entendam a curva de aprendizado ao longo do tempo para que elas possam ir superando as experiências do que elas têm para chegar nesse lugar que é esse lugar de regogizo, de alegria ou de emoção forte. O jogo não precisa ser sobre alegria, tá gente? O jogo pode ser triste, o jogo pode ser de suspense, o jogo pode ser de terror. As pessoas não precisam sair sorrindo, mas
elas têm que sair com emoção. Você fez algo para Tocar a emoção das pessoas, tá? Eh, com isso tudo, é bom dizer para vocês que esses motores gráficos que vocês vão usar e que eu lá há 22 anos atrás encontrei, naquela época um motor gráfico custava $.000. Eu vou repetir, vai ficar fácil. 100.000. Eu tô dizendo para vocês que antes para poder usar Unit preencher, entrar em contato com alguém nos Estados Unidos, não tinha um contato Para América Latina, você mandava para eles lá, achava alguém que tinha um contato, porque também não tinha no site
assim, fale com a gente América Latina. Não, não, não, não. América Latina para eles não existia. Você achava o contato de alguém, aí você mandava um e-mail para esse alguém pedindo pelo amor de Jesus Cristo para poder querer fazer parte do programa de desenvolvedores. Eles mandavam um questionário absurdamente gigantesco. E se você passasse naquele questionário, você desembolçava os $.000, vinha um Zé fulano lá dos Estados Unidos para cá, instalava um drive externo, pensem no HD externo, um drive externo no seu computador e passava uma chave nesse drive. você não conseguia tirar o drive do local,
não tinha como copiar o processo, não tinha como tirar nada dali, porque eles tinham um medo de pirataria gigantesco. A mesma Unit hoje, 22 anos depois, mas Já já há algum tempo, não há apenas 22, não apenas há há há pouco tempo, já algum tempinho, já uns quatro para 5 anos, a mesma unity vocês vão poder usar de graça. Antes a barreira de desenvolvimento era ferramenta, era ferramental. Eu quero esculpir um uma estátua. Não tem como eu ter o martelo. Não tem como eu ter o martelete. Não tem, porque custa 100$ 1.000. Hoje tá na
mão de vocês a chance de criarem os jogos que vocês quiserem Criar, porque hoje o martelo, o martelete, a lixa, tudo tá disponível no nosso entorno. Melhor ainda, vocês estão tendo acesso a um curso, a uma residência com bolsa, se eu entendi direito, para poder estudar esse negócio. Cara, pelo amor de Deus, aproveitem isso. Isso é muito potente, porque se vocês resolverem que querem muito trabalhar com game, mas não quiserem ir exatamente pra criação de jogos, de entretenimento, que é a cabeça Meio que de todo mundo, porque afinal de contas é o que todo mundo
meio que conhece, é o que todo mundo meio que jogou, é muito legal dizer para vocês que os jogos vão para muitos outros lugares. E eu queria começar a primeira camada de dizer assim, ó, vocês podem desenvolver jogos que têm objetivos sérios. Quem tá há mais tempo no mercado vai ter ouvido falar do termo serious games. Eu odeio esse termo com todas as minhas forças, porque sios games numa Tradução seria jogo sério. E meu Deus do céu, se o jogo é sério, definitivamente ele não é bom. O jogo precisa causar qualquer outra emoção, menos seriedade,
né? Ele pode causar desespero, ele pode causar medo, ele pode causar suspense, apreensão, mas seriedade é bravo, né, gente? Para ser sério, eu ficava fando coisa, pô. ia pra fila do banco, pelo amor de Deus. Então, hoje a gente gosta mais de falar, usa um termo que é mais legal, que é de jogos aplicados, né? Os Applied games, os jogos aplicados, que é a capacidade da gente conseguir fazer um jogo que vai ser aplicado num lugar que não é tipicamente de entretenimento, por exemplo, dentro da educação, por exemplo, dentro da saúde, por exemplo, dentro da
área corporativa, por exemplo, dentro da área de marketing, de treinamento, né? já dentro da enquanto área corporativa, você tem uma miriade de possibilidades de pensar todo esse conhecimento que Vocês estão produzindo, que vocês vão ter durante a residência e aplicar para criar soluções que cheguem a empresas, escolas, governos, entidades, corporações que vão aplicar a sua ideia, o seu conceito, a sua capacidade de desenvolver aquele flow state, aquela coisa. dele ir aprendendo a jogar enquanto joga a sua boa aplicação de código, a sua boa arte para poder ser colocada num aplicativo, para poder ser Colocada num
treinamento, para poder ser colocada num jogo que vai ser usado dentro de sala de aula. Então vocês têm múltiplas possibilidades do que se chama de jogo aplicado, que ainda é jogo. Ou seja, todos os elementos que estão ali são elementos jogáveis, mas que não é um jogo de entretenimento. Por que que não é um jogo de entretenimento? Porque o alvo central último dele não é o entretenimento. O alvo último dele é algum tipo de Passagem de conteúdo, digamos assim. Mas é bom lembrar aqui uma frase do Sator. Satoro foi o primeiro presidente da Nintendo, fora
da família Yamache. Família Yamach foi a família fundadora da Nintendo, que começou há 130 e tantos anos atrás com os baralhos de bambu, né? Os Hanafuda são baralhos específicos, típicos lá da do Japão. O primeiro presidente deles foi o presidente que lançou o Nintendo. O primeiro presidente deles fora da família Maus, o setor Ewata, foi o presidente que lançou o Nintendo Wi, foi o presidente que lançou o Nintendo DS. Então ele revolucionou o setor porque foi o primeiro periférico de captura de movimento, né, com acelerômetro, com giroscópio eh do mundo, né, antes mesmo dos celulares
terem isso. E foi o primeiro periféro, o Nintendo Wii, né, com o Wi-Remote e o Nintendo DS, que tinha tela de toque, né, que também foi um dos primeiros periféricos do mundo a popularizar a Tela de toque, né? Então, a gente tá falando de algo que é totalmente de alguém que foi totalmente revolucionário e que abriu as portas para que pessoas que não eram jogadoras desde sempre começassem a usar as ferramentas que ele tinha criado. E aí uma vez uma repórter japonesa perguntou a ele assim: "Senhor Awata, o que o senhor acha dos seus jogos
estarem sendo utilizados para outros fins que não só o entretenimento, porque ele com o controle de captura de Movimento ou a tela de toque, ele permitiu que pessoas com mais idade começassem a jogar e começaram a surgir muitos jogos, especialmente no Japão, para treinar a mente, né? E simulações virtuais do Sudoco, por exemplo, e de tantas outras ferramentas. E ele usou uma frase que para mim é icônica e que deve guiar a vida de vocês. Os jogos devem ser primeiramente divertidos, depois qualquer coisa. Então, quando Forem fazer um jogo que é um jogo aplicado, que
não é um jogo prioritariamente de entretenimento, primeiro é divertido, tá legal de jogar, de usar. Então a gente pode verificar se todo conjunto de conhecimento que a gente quer passar tá ali. Se tiver mais conhecimento do que diversão, mais conhecimento do que emoção, provavelmente o seu usuário não vai usar, tá certo? Então ele traz essa frase do cara que tem hoje o segundo Console mais vendido da história da humanidade, só pede o PlayStation 2, né, que é o caso Nintendo I, e o portátil mais vendido da humanidade, que é o Nintendo DS, as suas várias
eh subsessões, né, subsegmentações. Então, mas você pode ir trabalhar na indústria da tecnologia, você pode trabalhar na indústria do do que não da indústria da tecnologia da informação, da comunicação, da computação. E aí você pode trabalhar com gamificação Propriamente dito. E a gamificação não é jogo. Tamificação. Segundo o professor Kevin Orbck, que foi o cara que primeiro cunhou esse tema, com quem eu tive a alegria ontem estudar, é a aplicação de elementos jogáveis fora do ambiente dos jogos. Então, presta minha atenção. Quando você tá usando o Instagram ou o YouTube, como, né, nós estamos aqui
assistindo a palestra, a palestra pelo YouTube, o Apertar o botão de curtir gera em você uma emoção. Por que que gera? Porque ele deixa de ser um botão que tá vazio para ser um botão preenchido, porque ele faz um efeito de explosão que mexe com a tua mente, porque muit das vezes ele tem som, um som positivo onde as notas sobem. E cada um desses elementos é um elemento que a gente usa com muita frequência nos jogos eletrônicos. Verdade ou mentira? A gente tá sempre usando isso lá. Quando você pega o cogomelo do Mário e
ele cresce, o som de crescimento do cogomelo do Mário é um som de notas que sobem. Se você perder uma vida, as notas decaem. Então, cada um dos elementos que a gente usa no universo dos jogos tem uma função que é uma função de te manter atento, de te manter colado, conectado com o que está acontecendo no jogo. Pois bem, quando eu pego o Instagram e coloco lá que o Coraçãozinho preenche, fica vermelho, sobe na tela, geraç, gera um número, esses elementos imediatos são elementos de gamificação curta. A boa gamificação, ela acontece como um como
um triângulo, né? Um elemento geométrico perfeito, inquebrantável. elementos curtos de retorno imediato, imediativo feedback, a lógica de que você vai imediatamente saber se o que você está fazendo é bom ou ruim pela Cor, pelo som, pela animação, você precisa disso imediatamente. Você pode gamificar com elementos de médio prazo, são os fatores sociais, a gente chama, né? Então você joga ou você usa para ficar aqui nas redes sociais para não usar o elemento de jogo, você compara quantas curtidas você tem e quantas curtidas teve o post do seu amigo, quantas pessoas comentaram, os números importam porque
você tá numa comunidade que se conecta, né, a partir também Dessas comparações. A matemática tem uma uma função, o raciocínio lógico matemático é uma das 11 inteligências humanas. Ela tá desconectada o tempo todo. E a gente também tem um fator que do último fator da gamificação, que é uma gamificação de longo prazo. E quando eu te falo de futuros possíveis, então quando eu te digo assim: "Olha, tá vendo? Fulano tem 1 milhão de seguidores e um dia ele começou com zero, eu tô brincando com a sua mente para poder Garantir que você vai querer um
dia chegar também a 1 milhão de seguidores e que isso é possível. Eu quando tôando o jogo, eu te digo: "Olha, esse RPG vai até o nível 20, você tá no nível dois, mas para o nível três falta só esse pouquinho." Esses elementos são elementos dos games que estão presos dentro de um looping, que é o que não é o core looping necessariamente, mas que produz para você uma necessidade de permanência a Todo instante, criando, como o Davi Re tá comentando aqui, uma espécie de competição entre as pessoas, porque é isso, nós somos profundamente competitivos,
ainda que funcionemos de maneira mais inteligente, como somos colaborativos, mas a competição é um elemento da sociedade e ele faz com que, portanto, a gente possa pegar esses elementos e aplicar em outros ambientes. É bom dizer, meus amigos, que todo esse contexto que eu tô trazendo aqui, e com Isso vou encaminhando a minha fala pro final, eh ele tá presente na nossa sociedade como um todo. Eh, um pouquinho de dados apareceram por aqui. O setor de jogos eletrônicos é hoje um setor que movimentou no mundo 200 bilhões de dólares. É hoje o maior segmento da
economia criativa global. Eh, algumas pesquisas falam em segundo eh segmento, mas via de regra é o maior do da economia global. Isso representa hoje no Brasil como mercado de consumo, sim. Alguma coisa como 3 B de dólar, né? Então o Brasil é 1,5% do mercado global de jogos eletrônicos, ou seja, alguma coisa como uns R 15 bilhões de reais mais ou menos o mercado de consumo movimenta no Brasil. Mas o mercado de produção de jogos no Brasil movimenta apenas 0,1% do mercado global de produção de jogos. mercado global de jogos. Dos 200 bilhões de dólares
que se circulam no mundo, alguma coisa como 200 milhões de dólares Ou 1 bilhão de reais são produzidos aqui no Brasil. E isso deve acender para nós simultaneamente um alerta e uma esperança. Um alerta porque a discrepância entre o quanto nós produzimos e o quanto nós consumimos é de quase 15 vezes. Então eu tenho certeza que a gente pode falar, eu se eu pedir ao chat para citar nome de jogo gringo, vai ter milhões de comentários. Mas se eu pedir para citar nome de jogos Brasileiros, eu não vou ter tantos comentários assim. Vários sabem, eu
sei que vários vão comentar aqui e comentem, não deixem de comentar não, mas muitos não tm domínio completo de jogos que estão aqui sendo feitos aqui no Brasil. E isto é muito significativo pra gente, porque a gente precisa começar do começo. Há um provérbio chinês que fala em que não dá para a sair, para conquistar, para ganhar o mundo sem antes arrumar o seu próprio quarto ou Sua própria cama. Eh, os nossos amigos sul-coreanos tem um trabalho fantástico que vocês fizeram na consolidação da economia criativa com um elemento de soft power global, né? Eu não
vou a um evento em que as pessoas não me falem assim: "Nossa, o BTS, nossa, as guerreiras do K-pop, nossa, os jogos do da Coreia do Sul. Então vocês tão muito de parabéns porque e não é à toa que ganham Oscar, não é à toa que, né, ten grandes empresas do setor porque Conseguiram entender que esse segmento é um segmento central para a soberania de um país. Agora percebam, a Coreia do Sul tá muito de parabéns por isso. que nós não temos que reinventar a roda, nós temos que olhar porque fez a Coreia do Sul,
mas ainda antes da Coreia do Sul, o que fez os Estados Unidos da América, o que fez o Canadá, o que fez a França, o que fez boa parte da Europa, os países do G20 de via de regra tem um enorme volume de investimento dado ao setor da Economia criativa e em especial ao setor de jogos eletrônicos, porque hoje é absolutamente impossível pensar nesse segmento como um segmento que não seja central pra política de inovação e de cultura de qualquer nação que se planeja soberano para esse jogo no mundo. A gente entende isso, entende tanto
que a gente foi atrás de consolidar essa política num arco regulatório, galera. Então, para fechar aqui a a minha fala, a minha aula, falando um pouquinho do Marco legal também, a gente primeiro jogo brasileiro ou primeiro jogo desenvolvido no Brasil, vai, vamos colocar assim, é da Taito do Brasil. A Taita é uma empresa japonesa, ficou muito conhecida por desenvolver fliperamas. Quem é mais antigo vai lembrar dos fliperamas, né? Eh, e a gente, eles desenvolveram aqui em 1980 uma adaptação de um jogo de fliperama, né? Eh, que eles já tinham lá fora e que adaptaram aqui
na realidade brasileira, Pessoal. 1980. E aí, assim, o chat tava comentando ali antes, quantos anos você tem? 19, 21, 24, 1980. Eu não era nascido, turma. Então assim, tem bastante tempo essa história, 46 anos atrás, mas eu vou eu vou me localizar no ano de 2023, portanto, 43 anos antes do ano de 2023, o primeiro jogo eletrônico era realizado, era desenvolvido aqui no Brasil. E aí tem um dado muito curioso. 43 anos depois, nós estávamos discutindo No Senado Federal o andamento da do PL, né, do projeto de lei 2796 de 2021, o projeto de lei
originalmente eh de autoria, né, do deputado Quim Cataguille da União Brasil de São Paulo e que ele propõe inicialmente numa visão muito pobre. E aqui tô falando com tranquilidade porque já falei isso para ele inúmeras vezes. O K é uma figura que a gente ficou ficou com uma excelente relação. Enfim, foi alguém que teve teve a humildade de entender que o texto dele Precisava de melhoria e que a gente estava ali para poder fazer essa melhoria. Por que pobre, turma? Porque olha o quanto que eu falei aqui, um segmento multimbilionário, capaz de produzir soft power,
né, do Brasil ganhar o mundo sem abrir uma arma, sem levantar uma arma qualquer, capaz de produzir eh eh difusão cultural, capaz de produzir inovação tecnológica, capaz de produzir reconhecimento da identidade cultural nacional, capaz de unir o Próprio povo, portanto, por dentro do país. E o marco regulatório que o Quin propunha falava apenas que jogos eletrônicos eram tecnologia. e que o governo ia ter que se virar para formar programadores. Claro que a gente precisa de programadores, é fundamental que nós tenhamos programadores, mas certamente um jogo eletrônico não se faz só deles. A gente precisa também
ter artistas, Precisa também ter músicos, poiristas, design de narrativa, testadores, pessoas que produzem os os levels, né, os níveis, as fases, a mí de outras profissões. Só que o projeto do King era só um projeto fraco, mas os projetos dubladores, perfeito, Luk, boa. Eu tinha pulado eles. Verdade. Os dubladores também são fundamentais para esse processo. O os o fato, no entanto, é que ao final Da tramitação desse projeto em 2022, na Câmara Federal, ele foi cooptado por uma turma que não queria muito saber que que se tinha artista ou se não tinha. foi competitado por
uma turma que queria fugir de imposto. É a galera das bets. Em 2022, eles produziram uma emenda no projeto do Kim que citava transformava o marco legal dos jogos eletrônicos em marco legal dos games e fantasy games. Eh, eu já produzi, vocês ouviram um pouco aí o querido professor Eduardo na Abertura falar um pouco, né, do histórico, os eventos que eu já produzi. Não existe o termo fantasy games. Procurem emis de todos os congressos da América Latina. Esse termo não existe. Esse termo não existe lá fora. Fantasy game não é Final Fantasy. Fantasy game é
o que eles estavam tentando fazer. Era a colocação dos E eles escreveram depois o que era fantasy game, era a colocação dos jogos do tigrinho, das bets, dessas coisas, né, dentro da lei de jogos Eletrônicos. Eles queriam dizer que eles eram agentes. Com que intuito? com intuito de fugir da regulamentação que o governo brasileiro, caso viesse uma vitória do presidente Lula, como veio, né, naquele momento, produzisse uma regulamentação que fizesse com que eles tivessem que cumprir a lei brasileira, porque eles não gostam muito de cumprir lei, inclusive porque o que tá demonstrado amplamente, enfim, matéria
recente, o a Polícia Civil de São Paulo, Inclusive desbaratando grandes esquemas de gente lavando o dinheiro do tráfico de drogas, do tráfico de armas a partir do uso de contas de BET, né? Então o que eles estavam fazendo, na verdade, era querendo fugir da legalidade para continuar fazendo o monte das ilegalidades que eles já tecnicamente produzem. Nesse sentido, a gente quando encarou isso, quando viu isso, foi pro Senado Federal para fazer o debate contra eles, para poder sair, tirar eles Do nosso marco regulatório e mais do que isso, para garantir que o PL2796 passasse por
uma emenda, né, por uma emenda substitutiva que produzisse como efeito a colocação de tudo que é jogo eletrônico de verdade, né? Então, portanto, todas essas profissões que a gente citou aqui antes dentro do marco regulatório para que a gente pudesse ter segurança jurídica no país. Amigos e amigas, essa luta durou o ano de 2023 inteiro e quase que todo o primeiro Semestre do ano de 2024, mas e eu tô encurtando muito a história. Um dia eu faço essa essa aula para vocês completa quando vocês quiserem, mas tem muito dela na no YouTube do SB Games
do ano passado, né? tem um keynote completo sobre isso, é uma hora, uma hora e pouquinho falando sobre isso. Eh, mas prometo que eu conto de uma forma bem divertida, bem interessante. Vocês podem assistir depois vocês vão gostar. Então, a lógica pra gente é de ter conseguido Sair desse marco, sair dessa lógica que eles tinham tentado montar de captar a gente, de capturar a gente. E nós produzimos o que se transformou no marco legal dos jogos eletrônicos no Brasil, no marco legal dos games, lei federal 14.852/224. Eu tive alegria de coordenar a produção do texto,
enfim, também o processo de de articulação política, né, junto ao Congresso Nacional e ao governo brasileiro também, que sempre recebeu Com grande prioridade, com grande atenção. E a gente hoje tem um marco regulatório, portanto, o que vocês vão fazer a partir dessa residência de games vai encontrar respaldo na sequência com um setor que hoje está regulamentado, que tem um grupo de trabalho interministerial em andamento para terminar de regulamentar o marco legal. Porque o que a gente produziu foi primeiro uma identidade de que os jogos eletrônicos são obra audiovisual com Suporte de programa de computador. Portanto,
a ciência e tecnologia tem que atender os jogos eletrônicos, como tá fazendo aqui, e a cultura tem que atender os jogos eletrônicos, porque são audiovisual, como eu tô vendo o querido Renato Ner aqui também fazendo o mesmo andamento. Então isso é maravilhoso. Estão cumprindo com perfeição o que tá na lei federal 14852 de 20224. A gente também produziu como efeito uma lógica de garantir que todo investimento em Jogos eletrônicos seja lido com o investimento em ciência, tecnologia, inovação e cultura. tá lá no artigo 11 do marco regulatório, o que dá pra gente a clareza de
que programas como esse não só tem respaldo jurídico para acontecer, como também tem toda a motivação do mundo para que se perpetuem no tempo, para que a gente possa ter cada vez mais profissionais bem qualificados sendo colocados no mercado. Porque a gente a partir daqui é a partir do marco Regulatório, tá conseguindo consolidar um cenário onde há uma classificação nacional de atividade econômica, que é o código que vocês usam quando vão abrir uma empresa. Não existe 46 anos depois, ainda não existe no Brasil, tá na regulamentação do marco regulatório, para que existam os CBOs, a
classificação brasileira de ocupações, para que vocês possam ter empregos, para que vocês possam ser contratados como game designers, como artistas de jogos, Como programadores de jogos, entre as outras sete profissões que a gente cita no arco regulatório, para que vocês possam cadastrar a propriedade intelectual que vocês criaram. Vocês vão criar jogos, vocês não vão derrubar planta, vocês não vão furar montanha, vocês vão criar propriedade intelectual que deve pode ser exportada pro mundo, que deve deve pode virar cinema, virar quadrinho, virar camisa, virar tudo que puder virar, porque isto é o poder da Propriedade intelectual. E
é com isso que vocês vão ter a possibilidade de um registro unificado que hoje não tem no Brasil. Porque hoje se você pode registrar o código isoladamente, o desenho isoladamente, a logo isoladamente, a música isoladamente, o roteiro isoladamente, mas nada disso isoladamente é o jogo. O jogo é a união de todos esses elementos. E por fim, essa dificuldade de eventualmente desenvolver coisas para eh consoles, né, Que hoje você precisa ter um dev kit, esse dev kit tem que vir de fora do Brasil e que hoje paga um imposto alto para entrar quando não quando consegue
entrar, porque não há uma definição tarifária do que que é esse kit de desenvolvimento, né, o o SDK, o software development kit, que a lei também cria a obrigação de fazer o registro ao fandegário e que a gente tá durante esse processo de articulação política construindo para que ele inclusive não Pague mais os impostos que paga quando entra, permitindo que empresas com menor potencial econômico possam acessar, portanto, um cenário de ter acesso, né, de acessar, portanto, os dev kits e ter acesso à produção de jogos paraa console, que a gente sabe que vendem melhor, né?
Você pode vender por um preço mais bacana, porque o público de console paga um pouquinho mais, então isso melhora a nossa situação de mercado. Amigos, vocês estão de frente a Uma oportunidade, amigos e amigas, né? vocês estão de frente de uma oportunidade enorme. Eu tenho absoluta certeza que daqui vão sair muitos jogos legais, muitas ideias interessantes. Eu quero dizer que aqui no Rio de Janeiro a gente tá absolutamente à disposição para trocar mais, para vocês um dia encontrarem, mesmo que virtualmente com os nossos associados daqui. Aqui no Rio tá a galera que desenvolveu Deathbound, Aqui
no Rio tá a galera que desenvolveu o irmão do o jogo do irmão do Jorel, Skyrecket, tá? A galera que desenvolveu o aviãozinho do tráfico três, sabe? Tá a galera que desenvolveu Super Mambo Quest, um monte de jogo grande, bacana, muito vendido que é aqui do Rio. A galera tá à disposição para conversar um dia com vocês. Quando vocês quiserem, quando os professores chamarem, a gente tá às ordens. Foi um prazer enorme poder falar aqui com vocês. Mais uma vez Saudando o CEPED, o MCTI, saudando o IFBA, todo o corpo decente, docente que tá aqui
presente, aqueles que eventualmente ainda não me seguem. Meu nome é Márcio Filho. Eu estou nas redes sociais como filho Márcio. Tenho brincado dizendo que eu só não tenho dancinha nas redes sociais, mas um monte dessas abobrinhas que eu falei aqui estão lá nas redes repetidas também. Uma alegria gigantesca. Vida longa ao projeto de Residência em Games, a todos Os envolvidos e contem comigo pra sequência do que for necessário, viu? Um beijo no coração de vocês. >> Obrigado, Márcio. Obrigado. Obrigado pelas palavras. Obrigado pela palestra. Eh, pessoal, vamos nos encaminhar ao final da nossa live. em
nome do CEPED, do Instituto Federal do Sergipe, eu gostaria de agradecer a presença de todos nessa noite. Tenho certeza que todo mundo entendeu um pouquinho da magnitude que é essa residência em Games, qual é o nosso objetivo em trazer essa residência para vocês, de fomentar o desenvolvimento dessa indústria aqui na Bahia, em Sergipe, ajudar o Brasil a crescer numa área que é bastante promissora. A gente viu várias coisas hoje diferentes, várias perspectivas da indústria, da indústria criativa, da indústria de games, que com certeza mostra a vocês o potencial de desenvolvimento e a oportunidade, como disse
Márcio, agora no final, que vocês Estão tendo de estudar e receber uma bolsa para isso, né? Eh, como eu comentei antes, nós vamos ter uma live específica para todos vocês, em que nós vamos passar todas as orientações. Eh, professor Luiz já comentou que a partir de amanhã vocês já começam com conteúdo. Márcio falou que não é só de programadores que vivem o jogo, mas com certeza eu até vi aqui alguns comentários na Live, eh, sem saber o mínimo de matemática, física, não importa a função que você execute no jogo, você não vai eh conseguir criar
o cenário, transmitir a emoção, transmitir aquilo que você quer com o seu jogo, não é? Então, a ideia é nós criarmos jogos com propósito. O propósito de se divertir, o propósito de trazer uma emoção, o propósito de transformar a experiência que a pessoa tem. A pessoa tem que sair diferente. Ela começou a jogar de um Jeito, ela tem que sair diferente. Senão não compensou, não vale a pena jogar, não é isso, Márcio? Então, obrigado pela presença de todos. Um agradecimento especial em nome do CEPED do Instituto Federal do Sergipe ao Ruben Souza, eh, pela presença
aqui do MCTI. Um agradecimento especial ao Renato Neri pela presença da Bahia Filmes e um agradecimento super especial ao Ion por tá aqui representando a indústria de games coreana, representando uma série De de investidores que com certeza vão contribuir muito pro nosso nosso projeto. Tá bom, professor Eduardo, obrigado pela presença. Ao Luís também que teve que sair. Grande abraço a todos. Eric e Manuela, que estão aqui nos bastidores controlando a a nossa transmissão ao vivo. Muito obrigada vocês dois pelo apoio, tá bom? Residentes, boa sorte nessa nova jornada de vocês. Tô vendo muitos comentários de
Grupo de WhatsApp, Instagram, olha o Instagram do SEPED, olha o Instagram da residência, olhem o site, vocês vão ter acesso ao Moodle que vai ter todas as informações lá. Eduardo e Luís vão transmitir para vocês todas as orientações de comunicação. Importante, sempre usem os canais oficiais de comunicação da residência, tá bom? Desde já é um recado que eu trago para vocês. Os canais oficiais de comunicação são o Nosso meio de transmitir qualquer tipo de informação para vocês. Então, atentos a toda a informação que nós colocamos lá, tá bom? Muito obrigado pela presença de todos na
noite de hoje. Um grande abraço e vamos paraa frente botar essa indústria de jogos para funcionar. Valeu, obrigado.