conteúdo temos. Então, seguindo, a teoria da codependência nasceu do a Alcoólicos Anônimos. Por quê?
Porque os familiares iam levar os seus queridos lá e aí eh ficava lá esperando. Bom, então começa a conversar. E aí começou a se descobrir o quê?
Começou a se descobrir que essas pessoas tinham uma relação. Na verdade elas atrapalhavam a recuperação dos dependentes, que agora a gente vai trocar o nome por reféns, tá bom? reféns.
Então, existe quem é o codependente? É a pessoa que nasceu em um lar em que os adultos são reféns de algo, por exemplo, do álcool, certo? E o que que significa essa pessoa ser refém?
Significa que ela não tem força, não tem estrutura interna para combater aquilo, para escolher pela vida, para escolher ser saudável. Ó, eu fui no a por algum tempo. Aí alcólatra.
É isso. Agora tá tudo bem aí, minha filha. [risadas] Tá praticamente chorando aqui porque não conseguiu.
>> Teve não conseguir no horizontal. [risadas] >> É. Então, muito bem.
Que que acontece? Essas pessoas são reféns de algo. Então, o que isso?
Refém. Aí, eh, eles atrapalhavam, eles atrapalhavam a recuperação daquelas pessoas, os codependentes. Vamos, vamos que vocês vão entender.
É aí que acontece. Essas pessoas são reféns de algo. Elas não conseguem ser mais forte que aquela compulsão ao vício de drogas, a ao álcool, a compulsão por jogo, a violência, a prostituição.
E a criança que precisa ser cuidada por esse adulto, não tem condição de ser cuidada porque assiste esse adulto sendo refém de algo. E aí essa pessoa se torna correfém. É aqui que eu queria chegar, tá?
Correfém. Por que que eu quis trocar o nome para vocês entenderem? Porque às vezes a gente fala dependente, codependente, parece uma coisa muito fofa.
Ah, a pessoa é dependente emocional, não faz nada sem o outro, não. É muito mais profundo. A gente tá falando de uma identidade refém de algo.
Essa é a questão. Então, o dependente é refém eh do álcool, por exemplo. E o codependente é corfém do álcool, não desta forma de funcionamento.
Então isso faz com que o codependente ele tem uma estrutura, é como se fosse os seus ossos, mas aqui psiquicamente falando, uma estrutura cheia de medo. Então essa pessoa é feita de medo porque ela é corfém. Ela tem medo de que a pessoa vai morrer, de vai ter uma briga e alguém vai eh vai ter alguma tipo de alguma ação violenta, eh que eh a pessoa que o filho que é drogado não volte para casa.
Então, o correfém tem uma estrutura de medo que faz com que essa pessoa se relacione com todas as coisas ao seu redor a partir de um princípio, controle. Então, se você perguntar qual é o sonho do codependente, ele vai falar segurança. É isso que ele quer.
Não quer mais nada na vida. O dependente não quer mais nada na vida, ele quer o quê? Segurança.
Então, a relação dele com, por exemplo, o que que você espera num relacionamento? Segurança. O que que você espera da sua vida profissional?
Segurança. Eu vou ter que tirar os comentários vocês continuarem com as conversinhas paralelas, entendeu? Que que você quer na vida codependente?
Segurança. O dinheiro serve para que na sua vida? segurança.
É isso sim. É isso. Falei que eu ia explicar a codependência de uma maneira fenomenal que vocês nunca tinham ouvido.
É isso. Então, há tudo que o codependente mais quer na vida é segurança. Por quê?
Por causa de toda essa estrutura de ser correfém. OK? Todo mundo aqui falando, é isso.
Segurança, segurança, segurança, segurança. Sim. Então, quando você vai, por exemplo, fazer uma sessão de coach com codependente e pergunta quais são os seus valores, as respostas vão estar sempre relacionadas à segurança.
Um codependente vai fazer um plano de eh, como é que chama aquilo? Investimento. Aí o banco manda, vamos supor que seja no banco, o banco manda lá um negócio, um formulário.
O que que você vai o que que o banco vai dizer? Que o seu perfil é conservador? Porque logicamente, logicamente o que que o o que que o codependente quer?
Ele quer segurança porque ele tem uma estrutura, ele é formatado no medo. Mesmo que o pilar da do estabelecimento da codependência não seja necessariamente medo. Pode ser, por exemplo, vergonha, pode ser raiva, mas a estrutura de personalidade sempre vai estar fundamentada no medo.
Por quê? Porque esta pessoa é corref. Todo mundo aqui falando: "Ah, meu Deus, descobriu América, minha vida em 5 minutos".
Sim, bem-vindo ao mundo encantado da codependência. Mas todo mundo não quer segurança? Não tem muitas pessoas que não são codependentes que respondem liberdade, por exemplo.
Então, eh, o codependente vai se relacionar com o mundo a partir dessa perspectiva. E esse com o mundo inclui dinheiro, OK? Então, conseguimos chegar num lugar muito bacana.
O controle garante segurança. Essa é a fantasia louca do codependente, tá? Agora eu vou tirar aqui porque senão é muito legal vocês falarem de verdade, porque eu eu vejo vocês vão trocando comigo, mas eu sou monotarefa.
O problema não é vocês, problema sou eu. Eu sou monotarefa. Eu me distraio, entendeu?
Por isso que eu tenho que eu peço para vocês pararem de falar aí no YouTube, não é mesmo? E aqui no no Instagram eu consigo tirar o os comentários. Muito bem.
Então agora, entendendo isso, entendendo que o correfém eh sonha na vida com segurança, você já vai entender que ele vai ter uma grande dificuldade de expandir seja lá o que for, porque é completamente contrário à sua necessidade primeira, a não ser que ele faça vencendo a codependência, obviamente, e construa uma nova estrutura de identidade, ou seja, um selfie verdadeiro, porque o falso self, que é esse que vive no susto, ele sonha com segurança e pronto, acabou. Essa é quem você é de verdade? Não, essa é quem você se tornou por causa do ambiente, sendo correfém do medo, tá?
Agora, e isso vai impedir só você de viver prosperidade, não vai impedir você de se arriscar em qualquer coisa, de expandir qualquer coisa. Tá? Agora, muito bem, vamos falar da relação do codependente, então, com o dinheiro.
Como é que o dinheiro entra na vida do codependente? Dinheiro serve para ajudar sempre. O dinheiro é uma forma de cuidado, é uma fantasia de segurança e é uma forma de cuidado.
Então o dinheiro ele eh pensa que é o dinheiro, não, desculpa, o codependente pensa que o dinheiro é uma forma de dar amor. Por quê? Porque uma das um dos efeitos da codependência é fazer com que a gente não compreenda exatamente o que é amor.
Por exemplo, uma uma um uma criança que cresce num lar de codependência é cobrada ser adulta, né? Você tem que ajudar, cuida do seu irmão porque eu tenho que ir atrás do seu pai. você não tá vendo, você tem um irmão, seu irmão é especial e você tem que isso e você tem que aquilo.
Então esta pessoa, ela eh entende cobrança, ela entende o amor como uma forma de cobrança e ela acha, obviamente que o amor dela nunca é suficiente e nunca é bom, o bastante, porque foi essa mensagem que ela sempre ouviu. Você tem que fazer mais, você tem que fazer mais. Você tem que fazer mais.
Então você pode imaginar o estado de alerta que é a vida do codependente, é que um parênteses, quando a gente fez esse curso, que para mim foi dificíimo, eu confesso, fiquei várias vezes de cama, apesar de eh apesar de ser um trabalho que eu fiz comigo uma vida inteira, fazer esse curso, mexer eh nessas questões profundas, eh me colocou de cama várias vezes. Se alguém puder no YouTube ajudar a gente a tirar os os desocupados, nós agradecemos. Eh, aí quando a gente eh fez quando meu marido fez o áudio, sabe?
Ele colocou um som de vidro quebrando como se fosse um copo. E aí todo mundo, todo mundo, todo mundo que entrou na primeira turma, quando via aquela abertura assim, sabe, e ouvia aquele som do copo quebrando, eh, falava: "Ah, eu acessei exatamente o sentimento que eu tinha quando eu era criança, esse estado profundo de alerta, sabe? Eu vou ter que chamar meu excelentíssimo marido.
Ô minha vida, você não pode vir aqui tirar os comentários do YouTube para minha pessoa, por gentileza? Eh, então essa essa atmosfera de a gente não saber exatamente o que é o amor, né? Porque o que você recebeu foi tudo esquisito.
O dinheiro como representante teoricamente de segurança, ele mistura com amor. Então, o dinheiro é uma forma de cuidar, é uma forma de amar, é uma forma de eh oferecer segurança. Essa é a finalidade eh do dinheiro na vida do codependente.
Então, eh, essa essa esse lugar que a gente coloca o dinheiro, primeiro, atrapalha muito a relação codependente. Por quê? Porque o codependente dessa eh por ter toda essa estrutura, ele aprende que para ele ser amado, ele tem que ser necessário.
E, portanto, na sua vida adulta, ele vai se relacionar com pessoas que dependam dele, porque é isso que ele entendeu que é amor. E aí ele muitas vezes através do dinheiro ele eh impede que essa outra pessoa com que ela se relaciona se relacione cresça, assuma responsabilidade, entende? Então, eh, essa pessoa paga tudo, ela resolve tudo, ela eh antecipa a necessidade do outro.
E quando isso vai acontecendo, ela faz o quê? Mantém a dependência daquele que é refém de algo e que nunca desenvolve a força necessária. Então o dinheiro ele sempre vai ganhando, ele patrocina a dependência.
Olha onde a gente tá. O dinheiro do codependente patrocina a dependência de quem ele se relaciona, seja do filho, do afilihado, do primo, da do namorado, da namorada, do marido, da marida, o dinheiro do codependente patrocina aquela dependência, ou seja, ele é usado para um fim ruim. o que vai fazendo com que ele mingue?
Essa é uma questão. Segunda questão, o codependente tem um medo muito grande de dizer não. E por incrível que pareça, eh, na relação com o dinheiro, antes da gente falar sim, a gente tem que aprender a falar não.
Por quê? Porque dinheiro é coisa de adulto. Dinheiro é assunto de adulto.
Então, eh, se eu não consigo falar não, tipo, não, esse preço não vou pagar porque ele não tá certo, ou não, eu não vou emprestar, mas você tem já. É, tenho, mas não vou emprestar. Eu decido o que eu vou fazer com o meu dinheiro, entendeu?
pago, dou, não dou, faço ou não faço. Enquanto você não aprende, olha, eu não vou mais trabalhar para você porque você não valoriza o meu trabalho. Ou enquanto você não aprende a falar não, ó, não vou mais atender você porque você não me paga, claramente.
Oi, tudo bem? Codependente assim, oi, tudo bem? Olha, desculpa te ligar, eh, eu não, assim, fico até sem graça de falar, de te cobrar assim, mas sabe o que acontece?
é que minha filha tá doente, eu preciso comprar remédio. Então você tem como me pagar aquelas sessões, seu terapeuta, aquelas sessões que você tá me devendo, porque eu não te cobraria, a não ser que na tivesse acontecendo uma tragédia na minha vida. Então o codependente, ele pede desculpa de cobrar o dinheiro que ele merece, sempre explicando que ele só tá cobrando, porque tem uma tragédia muito grande acontecendo na vida dele, porque ele não sabe falar não, ele não sabe estabelecer limite, porque justamente a estrutura dos da sua personalidade funciona assim.
Então a gente pode dar dinheiro para essa pessoa, só pensa não. Por quê? Agora eu quero que você pense num sentido maior, tá?
No sentido maior. Eh, vamos supor que você fala: "A vida pode dar dinheiro para essa pessoa, o universo pode dar dinheiro para essa pessoa, Deus pode dar dinheiro para essa pessoa, chame você do nome que você eh quiser. " Não.
Por quê? Porque essa pessoa com dinheiro estraga todo mundo ao redor dela. Por quê?
Porque ninguém cresce, ninguém se responsabiliza, ninguém amadurece. Por qu porque é cependente tem dinheiro. Meu Deus.
E através disso, ela acredita que está amando e está tentando de alguma maneira compensar e resgatar os seus lá de trás. Então isso faz, como ele não fala, o codependente não sabe falar não, ele empresta dinheiro quando não pode, ele paga contas que não são suas, ele aceita prejuízo para evitar conflito, porque ele tem muito medo do conflito por causa dessa estrutura de viver num campo de guerra. Ele vende barato o seu próprio trabalho, ele dá descontos excessivos.
A pessoa nem pediu, já tá dando desconto. Eh, e tudo isso por quê? Porque ele está refém.
Ele é um cfém, lembra? E ele é corfém de uma estrutura precária emocional que não permite que ele lide com as coisas da maneira como tem que lidar. Então, ele não pode prosperá-la.
Outra questão, o codependente faz uma confusão entre amor e provisão, como eu já falei aqui, né? Só que eh qual que é a grande questão aqui? Ele vai pensar: "Se eu parar de ajudar financeiramente, eu vou ser abandonado pela minha família.
Eles, se eu parar de ajudar, eu escuto muito isso aqui. Ah, meu pai sempre pede dinheiro. Se eu parar de ajudar, ele não fala mais comigo.
Ah, minha mãe, se eu parar de pagar as dívidas dela, não fala mais comigo. Esposas, o que eu recebo aqui, gente, de esposas que o meu marido, ó, a história, presta atenção. Meu marido perdeu o emprego, só que ele não vai, ele fala que ele não vai voltar para qualquer trabalho, porque ele tem uma formação.
Então, enquanto isso, a querida sustenta a casa, minha filha, e o querido fica em casa jogando. Por quê? Porque ele não vai voltar para qualquer posição, vai trabalhar em qualquer coisa.
Afinal, ele é formado. Agora, ela, ela pode trabalhar em qualquer coisa. Por quê?
Porque ela é codependente, não é mesmo? Porque ela é codependente, ele não pode ser frentista, não pode vender pano de prato no farol, mas ela pode levantar 6 horas da manhã, pegar não sei quantas condução e trabalhar, seja lá onde for, porque ela é codependente. Que mais?
Se eu não resolver os problemas, eu posso ser responsável por algo pior. Por o codependente, ele acha que eh a perspectiva de futuro dele é sempre o pior. Tocou o telefone, ele espera o quê?
pior, nunca o melhor, porque essa era a sua realidade. Essa era sua realidade. O codependente, eh, ele nunca sabia, por exemplo, como é que o pai ia chegar, se ia bater na mãe, não ia bater na mãe, ou como é que a mãe ia chegar?
Quantas histórias de mãe bêba, bêbada, bêbada, bêbada. ou mãe entrando para dentro de casa com cada homem, cada hora um homem. Então, o codependente espera o quê?
O pior. Sempre espera o pior. E aí ele fala: "Se eu não fizer, com certeza pode acontecer algo pior e aí vai ser culpa minha.
Então eu pago, então eu faço: "Então eu isso, então eu aquilo. " Porque é refém. Acabei de me descobrir codependente.
É, acontece. Tá muito bem. Que mais para o codependente?
Como ele ouviu uma vida inteira? Presta atenção que isso aqui é uma chave de ouro. Deixa eu beber uma aguinha porque esse assunto é muito indigesto, né?
para o codependente, como ele ouviu uma vida inteira que o amor dele não era bom o suficiente, essa é essa é a maior ferida do codependente. Seu seu amor não é bom o suficiente, tá? Eh, ele pensa o seguinte, ele pensa: "Se eu eh não fizer, eu nunca vou ser amado, porque o meu valor está no que eu ofereço.
E evolução para o codependente é oferecer mais. Então o codependente, ele tá bem consigo mesmo quando ele oferece mais e não menos, porque na cabeça dele agora ele ama. Agora ele ama melhor.
Meu pai não achava que meu amor era bom. Meu irmão não achava que o meu amor era bom. Minha mãe não achava que o meu amor era bom.
Mas agora que eu trabalho, que eu me formei, agora meu amor é bom, porque eu posso finalmente oferecer aquilo que eu não podia lá. Então, o codependente tenta resgatar a própria criança do sentimento de não valia através de tudo que o codependente oferece. Muito bem.
Outra questão, fora tudo isso, você fala: "Não, acabou não, não acabou. Acabou, Jéssica? " Não, não acabei ainda.
É o seguinte, além disso, o codependente, obviamente tem uma profunda baixa autoestima, um sentimento péssimo a respeito de si mesmo. Portanto, uma questão óbvia, matemática, não sabe receber. Só não sabe receber, não.
Não consegue receber. O codependente não consegue receber. Então, é por isso que ele tem dificuldade de cobrar.
É, tem codependente que fala assim: "Vê aí quanto que é. " Não, não. Como?
Vê aí quanto que é você? É seu trabalho. Você me fala quanto você cobra para limpar a casa.
Me fala quanto você cobra para roçar a grama. Não, não. Você vê aí.
Você vê aí. Você vê aí. Quanto que você acha que eu valho, né mesmo?
Então ele não sabe receber, portanto, não tem dificuldade de para cobrar, sente vergonha de ter a mais. Então o codependente é aquele que compra a blusinha e aí esconde. Comprou duas, esconde.
Fala que foi só uma. E daí fala: "Ah, eu comprei porque tá foi R$ 29,99". tava na promoção porque eu tenho, imagina, não posso, não posso.
Hum. Que mais? Essa estrutura de eh, por exemplo, eu compro uma blusa, daí eu tenho vergonha, sou eu mesmo que trabalho, tá?
Eu que trabalho, o dinheiro é meu. Mas quando eu chego na minha casa, eu tenho que dizer que eu só comprei porque tava na promoção ou eu só comprei outro sapato porque esse aqui furou. Por quê?
Porque existe uma verdade, verdade profunda na cabeça do codependente. E essa verdade é a necessidade do outro é mais importante que a minha. Porque foi isso que ele foi ensinado desde criança.
Para de chorar, você não tá vendo que a mamãe tá nervosa? Para não sei o quê. Você não tá vendo o que tá acontecendo.
Você não tá vendo que que outra coisa é muito mais importante do que quer que você esteja sentindo. Me ajuda aqui, faz isso, cuida do seu irmão, não sei qu vai trabalhar, vai atrás do seu pai, fala com o seu pai. Você tem que falar pro seu pai parar de fazer isso.
A necessidade do outro é mais importante que a sua. Então, quando o codependente assume, faz qualquer coisa por si, ele precisa pedir desculpa. Ele precisa explicar.
Olha, eu só fiz mesmo, sabe? Porque tava na promoção. Tava na promoção.
Porque você sabe, eu eu sei, não precisa me olhar assim, eu sei que as minhas necessidades não são prioridades. Eu sei que eu não mereço uma coisa assim. Agora na promoção, você não acha que eu posso merecer?
Trabalhei tanto esse mês. Que que você acha? Se eu comprar na promoção?
Você acha que eu posso? Essa é a realidade. Então você entende que é uma estrutura muito profunda que mantém o codependente num determinado lugar, certo?
Isso aqui é o arroz com feijão do codependente. Então aqui eu tô falando de prosperar. Não, não, claro que não tô falando.
Eu tô falando de sobrevivência. Eu tô falando da vida do codependente. [roncando] O codependente sentou na mesa, aí todo mundo vai comer.
O codependente sabe quantos bifes tem, porque o codependente ele ele tá ele prioriza a realidade do outro. O codependente jamais, em tempo nenhum pega maior bife. Jamais.
Jamais. Porque o maior bife é sempre para outra pessoa. Você vai sentar primeiro e lá pegar o maior bifão, aquele que tá mais bonito, botar no seu prato e os outros que lute?
Nunca. Jamais. E quando alguém faz isso, você fala: "Egoísta, credo!
Você viu? pegou o maior bif e com tudo. Quependente tá sempre olhando aí.
O dependente tá comendo aí fala: "Ó, você não quer, você não pegou isso aqui, ó. Tá todo mundo comendo, você não pegou isso daqui, amiga. Já tá bom.
Tá virando a faca dentro da ferida. Gente, é pr vocês entenderem. Entenda que é de codependente para codependente, entendeu?
Não tô falando de ninguém, não. Tô falando de alguém que eu conheço intimamente a nível de mim mesma. Tá muito bem.
Agora é possível vencer a codependência? Sim, é possível vencer a codependência. É sobre isso que a gente brinca aqui.
Vencendo a codependência. É possível. Só que não é possível eh com um aulão, é possível com um processo.
Aqui é para você se dar conta disso. Agora eu vou falar da prosperidade, tá? Falar da prosperidade.
Chega, Dani. Tá todo mundo falando: "Chega, Dani". OK.
Agora vou falar da prosperidade, tá bom? Isso aqui é para todo mundo. A prosperidade ela é uma realidade.
Ela é uma realidade em si mesma. E se eu quero entrar nessa realidade, a prosperidade é grande e eu sou pequena. [roncando] Isso quer dizer que eu me adequo às regras da prosperidade.
Não a prosperidade se adequa a minha. O que que eu quero dizer com isso? Eu não posso chegar e falar: "Oi, dona prosperidade, tudo bem?
Oi, querida, um prazer. Tô te procurando a vida inteira". Nossa, então eu queria te convidar para vir na minha vida, sabe?
Tô te procurando, faz tempo que ele te convidar. E assim, aí ela fala: "Ah, tá bom, minhas regras são Jamã. " Não, não, porque eu sou codependente, né?
Tô codependente. Então, eh, eu preciso que você se adequidade codependente, tá bom? Porque eu não consigo muito essas estruturas aí que você tá querendo.
Ela vai falar: "Gatinha mãosa, vítimas não prosperam". Tá bom? Um beijo.
Adorei te conhecer. Quando você decidir virar adulto e crescer, você me chama de novo. Tchau.
É isso. Ou você se adequa às regras da prosperidade, ou ela vai falar: "Olha, beijo, me liga. " Então, me liga, quem sabe num outro momento, né?
Quando você vai, você tenta, eh, ser contratada e a pessoa fala: "Olha, no momento num quem sabe no outro momento, a gente vai ficar com o seu currículo aqui, tá bom? " Então a prosperidade às vezes ela fala isso pra gente: "Olha, tá ótimo, adorei seu currículo, qualquer coisa eu te chamo, tá? " Então, a gente precisa se adequar a ela.
A gente precisa se adequar à prosperidade. Isso significa que a identidade, presta atenção, a identidade do codependente, ela é inimiga da prosperidade. São coisas opostas.
Hum. São coisas opostas. Por que que são coisas opostas?
Porque o codependente ele valida a sua identidade por ser necessária. Certo? Então é o seguinte, vou dar um exemplo de outro assunto, mas para você entender.
O codependente vai usar essas canetinhas emagrecedoras? Não. Lógico que não.
Por quê? porque não requere esforço e o codependente não valoriza. Então a questão não é nem que ele vai usar ou não.
A questão que alguém vai falar: "Ah, você viu o fulano que me emagreceu? Também tomando mão jajuro, não sei se é tomando que fala também usando a canetinha. Tem valor?
" Claro que não tem valor, porque valor só tem quem sofre, quem se esforça. Que que é esse negócio aí? Não, isso daí não tem valor.
Fácil não. Fácil não. O orgulho do codependente, minha filha, tem uma vida disso daí.
O orgulho do codependente é falar: "Eu vou comprar? " Claro que não. Eu mesma vou fazer.
Eu mesma vou fazer. E depois que ela gasta, ela ela gasta 30. 000 para comprar um material, entendeu?
Ela gasta um monte, mas ela fala: "Mas eu que fiz". Por quê? Porque só vale se tem esforço.
Só vale se tem esforço. O codependente não valoriza nada que tem esforço. Eu vivi isso uma vida inteira com um assunto faxineira.
Pode parecer mentira, mas é verdade. Faxineira. Eu não conseguia ficar, não conseguia dar certo com a faxineira.
Por quê? Porque aquilo dentro de mim chegava uma hora. Daí quando eu quando eu eu falava: "Não chega".
Porque ela, a faxineira não vinha e daí de repente eu falava: "Não, não dá porque eu tô sem dinheiro e não sei o qu". Daí quando eu limpava, daí eu falava: "Olha, olha como ficou melhor, olha como, olha esse cheiro de Cândida". Hum, que delícia.
Olha que não sei o quê. Hoje, minha filha, ó, fachineira pode. Eu tem a feia de aranha ali, eu nem vi, minha filha, porque o que eu quero é sossego, mas durante muito tempo eu não conseguia ter fachineira, porque eu senti uma profunda realização de fazer melhor faxineira.
Então, o que eu quero dizer é que como é que o codependente vai adentrar uma realidade de prosperidade se toda validação dessa pessoa está no esforço, ela não pode ter nada fácil. Por quê? Porque senão não tem valor.
Tudo tem que ser difícil. E o dinheiro no dentro da prosperidade, não dentro da sobrevivência. Então, dentro da sobrevivência, o codependente pode comprar blusinha, porque uma blusinha, blusinha pode, todo sobrevivente compra blusinha.
Agora, dentro da prosperidade, onde você usufrui do bom e do melhor, jamais, gente, pelo amor de Deus, eu vou ser quem? Cadê o meu valor? Por isso que dentro desse aqui, ó, eu desconfio do fácil.
Codependente, desvalorizo o fácil. Codependente. Isso aqui a gente nem entrou no que é a prosperidade.
Então agora vamos entrar no que Então a prosperidade não é difícil, Dani. Não, a prosperidade não é difícil. A prosperidade é fácil.
Exatamente isso. Você foi muito bem. A prosperidade é fácil.
Por quê? Porque a prosperidade diz respeito a fluxo e a [roncando] codependência diz respeito a controle. Por isso que eu tô falando que as duas coisas não coexistem.
Vocês precisam entender isso. O codependente ele é contração, ele é retenção. Codependente, muitos codependentes têm problema de intestino.
Assunto do codependente, culpa. Assunto do codependente. Pescoço rígido, costas rígidas, dor no quadril, contração.
Codependente é cheio de medo. Codependente ganha dinheiro. O sonho do codependente é ter dinheiro é fazer o quê?
Guardar. Ah, guardar. Por quê?
Porque vai que acontece alguma coisa ruim, ele ele precisa ter. Nossa, ficar tranquila, porque daí se acontece qualquer coisa, graças a Deus, eu tenho essa reservinha. Então, o codependente é controle e a prosperidade é expansão.
E aí o codependente chega e fala: "Oi, oi, prosperidade, vamos, vamos ter um relacionamento, eu vou te controlar, tá? Vou te controlar". E a prosperidade fala: "Gata, você não faz ideia quem eu sou.
Jamais você vai se relacionar comigo me controlando. Ou você se entrega para mim ou já era. Aí o codependente fala: "Entrega, não sei o que é isso".
Em nenhum assunto, inclusive, não sei o que é isso, desconheço. E aí de novo a codependente fala: "Tá, a prosperidade fala: "Ah, te entendo, tá claro? " Porque a prosperidade tem paciência com vítima.
Então, fala: "Aham, tá bom, então já vou indo, tá? Um beijo. Hum.
[risadas] Então, vamos falar da prosperidade. Quem é a dona prosperidade? A prosperidade e o dinheiro, porque o assunto aqui não é prosperidade, que é um assunto muito maior, mas dinheiro é uma das manifestações de prosperidade.
Por quê? Porque o dinheiro é um meio e para o codependente o dinheiro é um fim. Aí já acabou porque a sentou de novo a prosperidade e o codependente, a prosperidade financeira agora e o codependente, a prosperidade fala: "Tá bom, você tá querendo um relacionamento comigo, me fala o que que você me oferece.
Você tá querendo que eu fique com você? O que que você me oferece? " E aí o codependente fala: "Eu vou te guardar, eu vou te esconder.
" E aí o dinheiro fala: "Deus me livrará e de você. Amém, igreja? Deus me livrará e de você.
Por quê? Porque você vai fazer o quê? Me colocar no escuro guardado?
Jamais. Porque eu quero o quê? Vida.
Eu existo para viabilizar a vida. E você? codependente, tem medo da vida.
Então não tem como a gente ter um relacionamento profundo, duradouro, tá? Porque jamais você vai me guardar, jamais você vai me esconder, jamais você vai me controlar. Essa não é a minha natureza.
Aqui, ó. Ué, why? Eu me considero codependente, mas sou gastadora no nível da sobrevivência.
Não tô falando do nível da sobrevivência. Vou falar uma coisa. Todo pobre é gastador.
Todo pobre é gastador. Gasta dinheiro com bobagem. Tenta se compensar pela sua vida escrava.
Não é sobre isso que eu tô falando. Eu estou falando sobre prosperidade com letra maiúscula, sobre adentrar uma outra realidade. Por isso que o o codependente não se autoriza a prosperar, porque ele tem que deixar de viver nesse falso selfie.
Então, queria que você pensasse, eu trouxe aqui dessa perspectiva para vocês de um movimento chamado new thoughts, um tipo uma nova linha de pensamento [roncando] que é que traz essa compreensão do dinheiro como energia, mas não sentido espiritual, mas num sentido eh psicológico e simbólico, tá? psicológico e simbólico. Então, a gente vai dizer que eh dentro dessa perspectiva arquetípica, o dinheiro é alguém.
Então, o dinheiro gosta de coisas. O Bert usava muito essa linguagem. O dinheiro gosta disso, o dinheiro gosta daquilo, porque o dinheiro viabiliza a vida.
Então, o dinheiro gosta de circular. E eh na vida do codependente não há circulação, há tensão, atenção, não circulação. Então aqui entra no ponto bem importante que eu quero que vocês entendam.
Isso aqui também é eh a visão econômica, tá? Não é você vai falar: "Ah, a visão energética". Não, a visão econômica.
Toda a visão econômica, ela ela diz que o dinheiro parado não produz riqueza, não gera emprego, não financia empresas, não aumenta a produção. Quando o dinheiro circula, ele financia negócios, ele paga salários, ele gera consumo, ele aumenta investimento, mas o codependente não pode ter ninguém fazendo nada para ele, porque ele tem que fazer tudo, ele é sempre melhor. Então, por isso que condepente não consegue ter faxineira, porque a faxineira não é boa o suficiente.
É só um exemplo, tá? O condependente feliz é que fala: "Eu faço a unha na minha casa e aí o dinheiro circula". Não, não circula.
Por quê? Porque ela faz a unha na casa dela. Então, é, a ideia é quanto mais recurso eu tenho no sentido de prosperidade, ele tem que circular.
Eu posso fazer, mas eu compro. Por quê? Para ele circular.
Mas o codependente ele fala: "Não, não, eu faço, eu não vou pagar para ninguém fazer", entende? Então aqui, como eu disse, eh, eu ia falar da prosperidade agora paraa pessoa que não é codependente, entenda o seguinte, você eh vai viver etapas no seu relacionamento com dinheiro, tá? Primeira etapa, alguém falou: "Ah, eu sou gastadeira".
Isso daí, desculpa, a minha franqueza, é burrice, tá? É burrice econômica. O que quer dizer isso?
quer dizer que é uma pessoa que não sabe trabalhar com planilha, não sabe quanto ganha, não sabe quanto gasta, não decide o o destino do seu dinheiro, tanto vai fazer isso, tanto vai fazer aquilo, enfim, essa pessoa não exerce governo sobre o dinheiro. Então, existe a primeira parte, é que eu tenho que aprender a administrar o que entra e o que sai e dividir isso e fazer escolhas na minha vida. financeira para que eu possa escolher o que fazer com o dinheiro.
Aprender a investir o dinheiro, investir, por exemplo, numa boa educação, investir eh financeiramente é diferente de ser gastadeira. Quando a gente é gastadeira, a gente joga dinheiro fora, porque a gente não sabe ter relacionamento com o dinheiro. Então você vai lá, tem 30.
000 1 bijuteria que tá tudo preta, jogou o dinheiro fora, não serve para nada aquilo. Não tô dizendo que não pode comprar bijuteria, tô usando bijuteria, tô falando que é sobre isso, tá? Passou essa primeira etapa.
Então, na essa primeira etapa é uma etapa de administração. Sou adulto, eh, exerço governo sobre o meu dinheiro. Aí eu tenho que mudar, eu tenho que passar por uma outra etapa.
O que que significa passar por essa outra etapa? Eu tenho que aprender a gastar. Aprender a gastar não é ser gastadeira, é aprender a pagar pelo bom.
Aprender a pagar pelo bom, pagar para adentrar um outro nível. É como se fosse, por exemplo, ai, eu não vou entrar nesse restaurante aí, porque esse restaurante aí só tem gente assim, não vou, sim, vou e vou entrar e vou me sentir incomodada, mas vou ficar. Por quê?
Porque eu estou pagando para atravessar. A prosperidade, ela ela gosta desta possibilidade, a possibilidade para o mais. do dinheiro fala: "Eu quero ser usado para o mais.
Eu quero ser usado para que você vá para o mais. Eu quero ser usado para que para eh através de você muitas pessoas vivam a circulação do dinheiro. Só que para isso eu não posso ser vítima.
Para isso, eu não posso ter essa estrutura do codependente, porque o codependente ele precisa ser necessário. Então, por exemplo, o codependente pode trabalhar com bons profissionais? Não.
Por quê? Porque ele tem que ser necessário, tem que ser mais importante que todo mundo, ele tem que fazer o trabalho de todo mundo, então não funciona. Daí depois que ele demite todo mundo, o sonho encantado comependente é essa fantasia da IA.
Despede todo mundo, tudo tudo é IA. E a dificuldade em fazer dinheiro. Fazer dinheiro.
A gente faz dinheiro. Pensa uma, você acha que, por exemplo, acontece um país, um país pode ir lá falar: "Ai, acabou o dinheiro". Ai, liga a máquina e faz mais dinheiro funciona assim?
Não, a mesma coisa pra gente. A gente não faz dinheiro. O dinheiro precisa circular.
E o dinheiro circula porque é uma troca. A gente recebe dinheiro. Agora, qual que é o grande problema?
O grande problema é que o codependente não dá ao dinheiro o valor de dinheiro, de meio. O codependente coloca o dinheiro como um fim. Por quê?
Porque ele entende o dinheiro como um reflexo do próprio valor e não do valor do serviço que a pessoa oferece. Eu quero aumentar o tanto de dinheiro que eu recebo ou eu aumento a qualidade do trabalho que eu faço e consequentemente o preço que eu cobro por este trabalho ou eu multiplico o trabalho que eu faço. Só existe essas duas formas.
Então, o que eu quero que você entenda aqui, para você que não é codependente, a fase da prosperidade requer que você dê liberdade ao dinheiro, liberdade de movimento, que o dinheiro gere gere possibilidades, gere empregos. A prosperidade requer isso. E quando quando chega uma nova medida de prosperidade, ela vai requerer isso para você e você vai falar: "Ai, mas eu tipo assim, ó, agora você precisa contratar mais uma pessoa.
Ai, não, não dá pra gente fazer a gente mesmo. Parou já o peço da prosperidade, porque aquele movimento requer que o dinheiro circule e abençoe mais pessoas. Mas se você não sabe, esse é seu teto, então ou se você não corre risco, esse é o seu teto.
Agora, o codependente, ele não consegue nem chegar nessa porta. É isso que eu quero que você entenda. Por quê?
Justamente porque toda a identidade do codependente é contração, controle. O codependente quer controlar o dinheiro e controlar as pessoas através do dinheiro. E isso é completamente contrário ao fluxo da vida.
Então, naturalmente lá dos arquivos, vou te falar aqui do céu, o codependente tá lá, pode ter dinheiro. Não, não. Por quê?
Porque gente, essa pessoa com dinheiro, ninguém cresce ao redor dela, ninguém amadurece se você der dinheiro para essa pessoa. Por quê? Porque ela vai controlar todo mundo e vai fazer todo mundo depender dela para ela se sentir necessária.
Então não dá para ter, não dá. Dá um dinheirinho para ela, para ela passear ali na esquina, mas é o máximo que dá para dar para ela. Por isso que o codependente tem que entender, eu tenho um trabalho a ser feito, eu preciso vencer esse padrão de funcionamento que é a codependência e desenvolver espaço para que o meu verdadeiro self emja, porque é esse verdadeiro selfie que pode lidar com a prosperidade, não esse self falso.
que eu me tornei em função das circunstâncias. Vamos às perguntas de vocês. Vamos abrir aqui, tomar uma água.
Perguntas. Sejam bem-vindas todas vocês que estão começando a seguir o Terapia Inteligente. Como lidar com o codependente sem ser taxado de egoísta?
Na verdade, eh, você vai ser taxado de egoísta, mas cada um seus problemas, né? Agora, eh, o importante é você entender aí que a sua necessidade de validação também é codependência. Atropelada por um trator, mas passo bem.
Dania, codependência e escassez passa de pai para ver. Olha, gente, pode passar. A não ser que você decida existir.
Se você decidir existir, aí nenhuma coisa passa. Quanto tempo, Dani, fazendo o curso já sentimos melhor? Depende, é da sua dedicação.
Só que fala a verdade para você, você vai ter que fazer várias vezes, tá? Codependência é um assunto. É um assunto.
Tenho cursos, mas não coloco eles para o mercado porque vou ser vista. Continue se enganando dessa maneira. Acreditando nisso daí.
Como o concursado desenvolve o verdadeiro self? Entendendo que o verdadeiro self não tem nada a ver com ser ou não concursado, apesar do concursado se achar melhor do que as outras pessoas em geral, o que também é um traço de codependência, estabelecer o seu valor na sua identidade intelectual. Dani, tenho chegado perto da prosperidade, mas quando está próxima parece que é um travamento muito inconsciente.
Quero passar dessa fase. Então, banca, como viver sem ser codependente? Vencendo a codependência.
Passito, passito, tá? Porque não é assim, não é o insite. O codependente, gente, ele mora na cabeça, então ele acha que é só uma questão de entender.
O codependente fala assim: "Eu vou comprar esse curso, vou nada. Eu vou assistir todos os conteúdos gratuitos dela e vou conseguir me curar sozinha. Essa gua dependente, entendeu?
Depois de tomar a consciência, qual é o próximo passo a ser dado? Começar a trabalhar com isso, entende? Aqui a ideia é você se se entender codependente, porque a primeira coisa que você precisa entender é sou codependente.
Isso significa o quê? Sou codependente, eu preciso de ajuda. E o codependente fala o quê?
Eu acho, Aninha, não sei se é isso, mas eu vi aqui QVC. Você que quer fazer o curso vencendo na codependência, você vai digitar aí QVC, que as meninas vão mandar tudo para você do curso, tá? QVC.
Quero vencendo a codependência. Na minha codependência misturo coisas espirituais com a bondade, com a busca por validação. Isso é a vida do codependente.
Adorei, Cris. Ela falou, o codependente fala: "Ó, eu não, você acha? Eu vou pegar tudo esse conteúdo aqui, vou me curar sozinho.
Enquanto isso, eu vou ali na rede vizinha comprar umas blusinhas. " Essa é a vida do condependente, porque essa identidade dele, nós estamos, gente, e quando estamos trabalhando profissionalmente, a prosperidade financeira pode chegar. Eh, ela sempre pode, tá?
Ela sempre pode chegar. Eu ensino isso no curso Códigos de Prosperidade. A maioria das pessoas eh cruza com a prosperidade a todo momento, mas não a reconhece porque tem uma fantasia infantil do que é a prosperidade.
Últimos dias, tá? Tô olendo aqui ú, nós estamos nos últimos dias vencendo a codependência com eh com desconto. Certo, amores?
Depois eu vou amanhã, na verdade, eu vou responder várias coisas que as meninas me mandaram eh sobre as colocações de vocês no grupo, né? A gente tem grupos de apoio do Codependência e vocês mandaram muito conteúdo lá. Não consegui ver tudo ainda, mas amanhã eu vou mandar um áudio lá para vocês responder a maior parte das coisas que vocês colocaram, porque nós estamos chegando, né?
Nós estamos chegando no fim desse mês onde a gente deu mais um mergulho na codependência, todo mundo saindo. Eh, quem é codependente, né? Quem já tá aqui faz mais tempo se trabalhando, saindo mais um pouquinho da codependência, vencendo mais um pouquinho, mais um passo, não é mesmo?
Mais um passo paraa autonomia, mais um passo paraa prosperidade, mais um passo para aprender a receber, mais um passo para merecer sim, não ter que fazer tudo sozinha e poder receber ajuda, receber eh trabalhos, serviços. Só façam o curso. É sensacional.
Muito obrigada, queridas. Um beijo. Eu sei que foi difícil.
Vamos digerir tudo isso, tá bom?