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Carlos Matos [ Pré-Candidato a deputado federal ] - Podcast do Rubão

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Rubão Tv
Ativa [música] o sininho, então. Uh! Podcast do Rubão. É Rubão. É Rubão. Podcast do Rubão. [música] É Rubão. É Rubão. É Rubão. Uh. Política na palma da mão, se inscreve, [música] ativa o sininho. Então, podcast do Rubão, [música] é informação. É rubão, é rubão, é rubão. Ceará [música] inteiro na conexão. Se inscreve, ativa o sininho, então, [música] para não perder nada não. Bate-papo direto, sem enrolação. [música] Político fala, mostra solução do Ceará pro Brasil. É visão, aqui é conteúdo, é evolução. Chega mais [música] perto, cola nesse som que o debate aqui é [canto] sempre bom.
É rubão, é rubão, [música] É rubão. Uh! Uh! Política na palma da mão, se inscreve, ativa [música] o sininho. Então, podcast do Rubão é informação. Se inscreve, ativa o sininho, [música] então. Uh, podcast do Rubão. [grito] É Rubão. É Rubão. Podcast do Rubão. É Rubão. [música] É Rubão. É rubão. Uh! Política na palma da mão, se inscreve e ativa o sininho. [música] Então, podcast do Rubão, é informação. [música] É rubão, é rubão, é rubão. Ceará inteiro na conexão. [música] Se inscreve, ativa o sininho, então, para não perder nada não. Bate-papo direto, sem enrolação. [música] Político
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É Rubão. É Rubão. [música] É rubão. Uh! Política na palma da mão, se inscreve e ativa o sininho. [música] Então, podcast do Rubão é informação. É rubão, [música] é rubão, é rubão. Ceará inteiro na conexão. [música] Se inscreve, ativa o sininho. Bom dia. Atenção, atenção. Tô começando mais uma edição do podcast do Rubão. Hoje é dia 9, o mês é 7, que é julho, mês de férias. O ano é 26, meu amigo. 26. E passou tempo, né? Eu que sou de 82, tô em 264. E foi rápido, é rápido, o tempo não brinca, né? Então,
mais uma oportunidade para que a gente possa conversar, falar sobre a administração pública, política dos nossos queridos cearenses, cabecinha chata, comedorzinho de rapadura, comedorzinho de panelada, essa coisa toda. Nós que fazemos parte aqui do programa do Rubão, agradecemos demais a sua audiência, a sua sequência de Acompanhar todas as nossas redes sociais e também aqui se inscrevendo nos nossos portais e principalmente aqui no canal do YouTube que é o Rubão TV, aonde você vai encontrar vários conteúdos referentes à questão da política da administração pública. Como eu disse anteriormente, meu bom dia, meu boa tarde, meu boa
noite para quem está revendo esse momento e para quem está agora ao vivo, direto dos estúdios aqui da MSL em Fortaleza, o meu boa tarde a todos vocês. Hoje tenho alegria, aliás, de receber o ex-secretário de agricultura do estado de Ceará, que fez um movimento gigantesco. Se hoje você fala em agro, muito provavelmente alguém plantou uma sementinha lá atrás para est colhendo. Hoje o Carlos Matos está aqui, que também foi deputado estadual e vai falar um pouquinho sobre essa história. Nem mostrei porque assim, agora antigamente você na televisão, viu, deputado, deputado uma vez, deputado sempre,
né? Bota na central Davi, para não ficar muito lera aí. Bota antigamente a gente ficar se ele vem aí uma grande atração, mas eu já passei os dias tudinho anunciando, não posso mais nem dizer que você não vem, né? Não é isso? Posso embora? Volta para cá. O Rubão tá na área. Se você quer informações todos os dias, programador.com.br, é só acessar o site que você irá com certeza verificar, ver, conferir, analisar as informações sobre política no estado do Ceará. 24 horas de, preste bem atenção, notícias e informações atualizadas. Ah, nas nossas redes sociais, @programadourbão,
em todas as redes sociais, Facebook, Instagram, Friend, TikTok, Kawai. Diz outra site. Qual site. Fala para ele botar aqui. Nós não temos essa aqui não, viu? Nem o Orcut. Até se tivesse Orcut a gente ia ser programa do Rubão, viu, deputado? Então já sabe nas redes sociais. Bom, você falou rápido, não botou na descrição de, aliás, não botou na imagem, coloca, então veja aqui na descrição do vídeo, na descrição do vídeo, no canal do Rubão TV, tem todos os links e também o nosso WhatsApp. Precisa mostrar o papel não? Que eu não vou esquecer de
forma alguma que hoje eu me encontrei com o ex-deputado Eli Aguiar, que é meu companheiro de TV Show 9.2. Ele tá lá com o podcast dele. Nós estamos aqui com o nosso podcast, o grande Ancel Mororó, comandando, mandando a ver na programação. Direção geral dele, TV Show, a TV que mais cresce no Ceará. Eu não tenho dúvidas deste momento, desta situação. Já sabe, se liga. Programação diversificada é na Show TV Show 9.2, tá certo? WhatsApp é esse aqui. Esse número que tá aqui é o WhatsApp do nosso programa. Ah, Rubão, como é que eu recebo
também essas informações no WhatsApp? me ajuda. Digo, me ajude. Você faz o seguinte, salva esse número. O link tá aqui na descrição. Ou então você anota aí no vídeo, salva no seu contato, manda um alô dizendo: "Eu quero receber as notícias do programa do Rubão. Eu salvo aqui. A conexão da transmissão está estabelecida e você vai lá no WhatsApp, procura canal do WhatsApp. nos canais você procura Programa do Rubão, se inscreve que você irá com certeza conferir todos os dias as informações do Programa do Rubão no canal do WhatsApp que é importante. Quem quer que
ve sem WhatsApp no dia de hoje, né? Veve, ninguém veve sem WhatsApp, né? Então já sabe, esse é o nosso contato e se você quer resolver seus problemas de praga, é bem facinho, é só você procurar a equilíbrio soluções ambientais. Bota na tela, meu DJ. Acho que você tá meio perdido. Pronto, tá aqui o QR Code é esse aqui, ó. Você vai parar o vídeo. Para o vídeo agora faça a leitura do QR code e aí você procura o grande Thiago de Paula Santos. Porque se você tiver problemas com baratas, ratas, formigas, escorpião, cupim, quem
que nunca teve um problema com cupim? Cupim, minha amiga, é uma praga que destrói uma casa. Derriba uma casa, viu, deputado? derriba uma casa, como diz o meu meu companheiro ali do sítio ré que eu tenho no Maranguap, ele derriba, derriba mesmo, né? Então, contrate uma empresa especializada no combate às pragas. As pragas são transmissoras de doenças, brinque não, tá? que quem sabe que trabalha com agricultura a nível de agricultura é ainda muito mais agressivo. A nível domicanitário. É uma situação que se tem um controle eh contratando uma empresa de qualidade como equilíbrio soluções ambientais.
Tratamento de água, análise de água, faz também limpezas e reservatórios como caixa d'água cisternas. E o que tiver dentro das soluções e das possibilidades de utilização da água para produção ou consumo humano, procure Equilíbrio Soluções Ambientais, a melhor empresa do Brasil. Agora eu vou falar para você que sonha com a sua casa, já pensou você comprar sua casa, tá bonitinho, tal? Comprei uma 300 meses, mas eu comprei, viu? 300 meses. E mas valeu, né? A Érica Machado, corretora de móveis, ela realiza esses sonhos de você conquistar o seu lar para você, paraa sua família e
com um diferencial. Ela é especialista nos lotes de condomínio da região metropolitana, de condomínio fechado e litoral. É um sucesso de duas formas. Para você construir esse sonho que eu tanto falo e também para você investir, porque quem investe terra não erra. Erra, deputado? Não, não, não erra. E se errar o tempo corrige, viu? Não é não. Ora não. Então, Érica Machado, corretora de móveis, está aqui, ó. Ó, presta atenção. Carrecode é esse. Agora diga que ouviu, viu, veu, veu não viu, né? Viu, escutou, analisou esta possibilidade no programa do Rubão para você ganhar um
descontão. E também vem a minha comissão, né? Que eu sou filho de pobre para esse ganhar um negocinho, né? Então, Érica Machado, corretora de móveis, a melhor do Brasil, a melhor do Ceará, senão a do Brasil. Tá certo. Chama para cá que agora eu vou chamar o meu convidado esse tempo todinho. Sabe por que, deputado? É porque a gente tem que ficar enchendo linguiça pro pessoal ir chegando, a transmissão tá chegando, convocando o pessoal, tal. Aí a gente vai fazendo aqui a abertura da forma que nós precisamos desse tempo, tá? Mas hoje eu tenho a
oportunidade de receber ele, Carlos Matos, que é empresário, administrador, homem de fé, casado, pai de cinco filhos, já tem um time de futsal, né? Tem uma trajetória de conquistas entre o empreendedorismo, o campo, a gestão pública e a política. Não vou nem Ler o resto porque quem vai falar é ele que tá aqui do nosso lado. Tudo bom, deputado? Seja muito bem-vindo, viu? Como é que você tá? Agradeço, Rubão. Alegria tá aqui. O seu, você que tem feito um dos podcasts mais dinâmicos do Ceará, gera sempre uma expectativa, porque você sabe, conhece bem a economia,
conhece bem e a realidade política e contribui muito com seus debates para que nós possamos ir encontrando os caminhos, né, de desenvolvimento pro Ceará. muito feliz com a sua presença. Você sabe do respeito que eu tenho para com você, da sua eh eh lealdade em cima dos seus princípios sobre a questão da fé e a particularidade que você tem lá com a família da minha ex-esposa, que é o grande Sérgio Mangabeira, filho da tia Helena, disse que jogava bola, era porrada nas canelas, esse negócio todo. Existiu mesmo isso aí, existia. É uma comunidade muito unida
ali, né? [risadas] Nasci ali. Isso aí ali, ali é estrada do fio. Como é ali aquele pedaço ali? Parque Santa Rosa. Parque Santa Rosa. Exatamente. Parque Santa Rosa. Exatamente. Ali beirando com Eusébio, na Messejana, né? Fortaleza com Eusébio. A minha primeira pergunta é direta, já é política na veia, tá? Eu queria que você me respondesse com bastante sinceridade e olhando para mim, olhando pra câmera da verdade, quem será o próximo governador do estado do Ceará? Ciro Gomes. Mas por quê? Porque o Brasil, o Ceará tá vivendo um ciclo que ele tá patinando. Nós precisamos de
uma visão nova, de um caminho novo. O Ciro não é essa pessoa nova propriamente, mas o Ciro manteve Uma linha de busca desse novo pelo país e agora dá um passo atrás importante para o Ceará, porque eh ele tem uma visão de mundo, uma visão de Brasil, hum, para conectar o Ceará com novas possibilidades. Nós somos mais do mesmo há algum tempo. O novo que se criou não gerou esse diferencial, gerou sua expectativa em cima da ciderúrgica, que seria um polo automotivo que se criaria a partir da siderúrgica. Passou foi longe, porque as placas produzidas
são placas de 22 toneladas com contrato para 30 anos para exportar pra Coreia, pro mundo todo. E não ficou nada no Ceará dessa siderúrgica. Depois lançou-se uma expectativa sobre hidrogênio verde. Que hidrogênio verde? Hidrogênio verde é feito para rico, para transportar energia daqui paraa Europa, que é muito mais inteligente. Há vários especialistas no mundo colocando desenvolver uma economia verde aqui, um parque industrial aqui e não exportar a nossa energia para lá. É antieconômico. Quem é que iria subsidiar isso? tentou-se aí que o Brasil financiasse. O Brasil não tem finanças para isso. Então eu acho que
o Ciro traz uma sede. Ele tá com a vontade de fazer diferente. E nós estamos com algumas práticas políticas muito ruins. Você pega a Assembleia Legislativa hoje, o governo manda em tudo, decide em duas horas uma lei sem discussão, porque o governador usa a Assembleia como se fosse uma Secretaria de Estado. A pandemia gerou isso pelo virtual e hoje não tem grandes debates na assembleia, não tem uma discussão sobre uma lei. Então a democracia vai morrendo, o Ceará tá precisando de renovação e todo grupo político ele fadiga. Esse grupo político está aí, ele começou em
2006. Geralmente dizia o saudoso senador Beniveras, que um projeto político, ele tem uma vida útil de 16 anos. O projeto está com 20. Então é necessária essa renovação, é muito importante uma mudança, eh, para que se possa abraçar uma nova agenda. Você falou uma coisa que é interessante. Você tem essa experiência de ter vivido essa geração de Teriissat, Ciro Gomes, Benivas, Luci Alcântara, na qual você colaborou nesse sentido, sabe? E teve esse ciclo de 20 anos. Exatamente. Hoje estão eles estão o o grupo do Sid, do Camilo, do Elmano, dessa desse grupo político, concluindo esse
ciclo de 20 anos. Você acredita que é pela essa regra mesmo ou pela questão da administração? Pelas duas coisas. Acho que a primeira eh esse ciclo, percebo, o Tro assumiu em 1986 e o Lúcio ficou até 2006. foi exatamente um um ciclo de 20 anos. 20 anos, né? Em 2007 assumiu o SID e é esse projeto político que está aí de 2007 até 2026, né? Onde se inicia um novo ciclo. E na gestão [limpando a garganta] nós precisamos ver que é é fundamental que haja planejamento e políticas públicas eh coerente com a solução dos desafios.
Nós vemos hoje na questão da segurança pública, [roncando] o governo fez muito, se esforça muito e a situação só faz piorar. Essa desmoralização que o governo passou agora, eu não queria estar na pele do governador. Total desmoralização. Como é que uma operação não é uma política antidrogas? O cara monta uma fazenda, o produtor para montar uma fazenda para produzir girium, menino é certificado do do de todo tipo de órgão público, só falta não funcionar. Aí uma fazenda se instala grande e não tem eh eh auditoria, não tem acompanhamento e depois que é detectada a maconha,
olha esse ciclo longo que se fez para resolver. Mas não é só isso. É que nós estamos hoje num patamar entre os piores do Brasil, sem uma mudança significativa. Eu estive na Assembleia como deputado estadual 4 anos batendo na segurança pública e o governo ironizava que se tivesse algo bom para ser feito, o governo já tinha feito. O que aconteceu foi que em janeiro de 2019 o governador ficou de cócoras. Governador Camilo teve que convocar a assembleia, coisa que não acontecia há 20 anos para poder aprovar a lei da segurança pública. Passou 4 anos parado,
quando eh houve a crise, se apavorou, aí foi mandar a lei pra assembleia. Até então não tinha lei Significativa pra assembleia. E quatro leis quem aprovou foi o o deputado aqui que vos fala. Um deles foi tirar a tomada do presídio, que o governo não tinha coragem. Era para tirar mesmo, era o sinal do celular. Pera aí. A a o projeto de lei que ordenou a retirada de tomada das celas dos presídios cearenses foi seu deputado Carlos Maros saiu na Folha de São Paulo. E e foi unânime essa votação? Não, porque foi um acordo com
o governo, porque eu era da Comissão de Constituição e Justiça, o governo, o líder era o Evando Leitão. O Evando Leitão até 2 horas da tarde não tinha passado a cópia das leis pra gente estudar como deputado. Então eu fazia parte da Comissão de Constituição e Justiça, quando a comissão abriu a pedir vistas, certo? Essa faculdade que o deputado tem, eu posso estudar por 72 horas a as leis e a assembleia que tinha sido convocada extraordinariamente tinha que fechar a sessão e abrir só 72 horas depois. O Evand por conta do pedido de de vistas
de vistas. Certo. O Evand Leitão apelou para mim que o Ceará tava em crise naquele momento, tava uma tensão muito grande que eu não fizesse aquilo, que eu eu só eu poderia pedir para a comissão permanecer aberta até que eu apreciasse a matéria, certo? Então eu vou pedir à comissão, é um pedido meu, que a comissão Continuasse com a sessão aberta, certo? Fui estudar as leis, certo? e iniciou uma negociação com o governo. O secretário de governo era o Élson Batista com o Nelson Martins. E nós fomos passando lei a lei e eu consegui aprovar
quatro leis. Quais? A da da tomada. Uma eh foi a da tomada, certo? De impacto. Eu encontrei com o secretário de segurança pública na época, não, o dos presídios aqui do Ceará. E ele me disse que se não fosse essa lei os Buquerque hoje, Marquerque me disse a mim mesmo, Sim. Sim. de que se essa lei não tivesse sido aprovada, ele teria perdido o controle dos presídios. A segunda lei, segunda lei, qual foi? Sobre integridade policial, eu passei três dias imersos na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, estudando as soluções paraa segurança pública, certo?
E o secretário me disse que eles haviam feito uma mudança que representou uma uma um avanço muito grande paraa segurança pública de São Paulo, que era de colocar policiais em em eh sempre geminados, homens com mulheres, porque a Integridade policial crescia muito com a presença das mulheres, certo? respeito, companheirismo, tal, essa coisa toda. É, gera ali uma clicidade. Uma clicidade, gera ali uma mútua cooperação que deu muito resultado em São Paulo, certo? E lá eles tinham 15% do contingente era de mulheres. Quando eu cheguei no Ceará, eu fui verificar esse dado, era somente de 5%.
Então eu propus ao governo, então não dava paridade ali, não tá aproximação, não. Eu queria que pelo menos dessa paridade com o São Paulo. Foi essa a minha proposta, certo? que os novos concursos públicos eh 70% fosse de mulheres, 30% de homens, até se alcançar a paridade dos 15% em São Paulo. O governo contrapois, eu aceitei, de que eh fosse obrigatório em todo o concurso público que 15% fosse de mulheres. Já foram contratados mais de 3.000 mulheres para policial militar, fruto da minha lei. Hoje é obrigado que todo concurso público 15% seja das mulheres. Ótimo.
Depois nós fizemos um trabalho, o deputado Renato Roseno conduziu um trabalho com a juventude muito interessante na assembleia que mostrava que os jovens que deixavam a escola nos Seis meses seguintes a evasão escolar, eles cometiam um crime porque o mundo do crime organizado obrigava um batismo, que era matar uma pessoa. Então, um jovem que tinha um futuro pela frente, ele era eh constrangido, escravizado pelo mundo do crime. Então, evitar evasão seria inteligente pra segurança pública. E tinham escolas cuja evasão chegava a 25%. E então foi criado um projeto que depois o governo estruturou como projeto
superação para que esses jovens não deixassem a escola, né? Uma buscativa dos jovens é que eles não deixassem a escola. Eh, e a integração policial é um ponto muito importante que eh é uma um tema que eu vou debater e que eu acho que o Brasil precisa. Não dá para ser da forma que é hoje. Nós temos quatro inteligências no Ceará. Nós temos um sistema que é difícil integrar para gerar eh melhores soluções. Eu conversava há poucos dias com um comandante de uma tropa que diz que ele conseguiu grandes feitos lá porque ele conseguiu integrar.
Mas isso não nasce na cabeça aqui. Isso não está eh aqui o o governador deveria ser o grande integrador. Ele não conseguiu. Passou 4 anos. Nós estamos com a segurança pública aí aos frangalhos, sem uma coragem de enfrentar o crime organizado, eh com muitas narrativas e poucas respostas, pouca eh coragem por si só. Era precisa ver acompanhada de decisões e de resultados. Coragem sem decisões e resultados é vazia. Decisões não acontecem sem quebrar ovos. Muitas vezes quer agradar a todo mundo. Então é um governo que tem uma característica de de ficar agradando a todo mundo.
É mais um um governo a serviço da próxima eleição do que um governo a serviço da sociedade cearense. A gente percebe, viu? Ô Carlos, deputado, perdão, que a essa pré-campanha, esse movimento tá muito envolvido dentro da questão da violência do estado do Ceará, um alerta, uma informação, essa coisa, os dados, mas o governo nesse ano já apresentou e vem apresentando os números que estão caindo, apresentando eh eh eh números que que batem recorde mês a mês. Isso é divulgação deles. tô utilizando que tá sendo utilizado sobre esse fato, certo? E aí você acredita que essa
será e ou melhor esse será o grande viés desta eleição 2026? A questão de violência de segurança pública é muito interessante porque eh é um ano eleitoral e os números melhoram no ano eleitoral, né? E nos três anos anteriores não melhorou. E nós vemos os números aqui, eu vi do fundo da do dossiê do Atlas da Violência. O Ceará tá entre os mais violentos do Brasil. Nós estamos com eh olha, nós temos 85% dos homicídios no estado foram cometidos por armas de fogo. É a maior intensidade de todo o estado do Ceará. Por quê? O
Ceará ele não faz um combate às a às armas como os outros estados fazem. Era preciso uma agenda com asfixia do traco de armas, ação territorial em Fortaleza, qualificação de dados de segurança. Esse dever de casa, eh, ele não foi feito. O o você não consegue, eh, caminhar para um Ceará seguro. Isso o Rio Grande, o Pernambuco conseguiu de alguma forma, em algum momento aqui. O governo Camilo criou o Ceará Pacífico, que era mais uma agenda politiqueira mesmo, porque eu conversei com com alguns policiais, ele disse: "Olha, as reuniões são com 60 pessoas discutindo temas
banais. Você acha mesmo que eu ia levar para aquela reunião a situação, situações graves que envolviam o autocomando do governo? Você acha que eu ia levar pra reunião daquela?" Nunca eu iria levar. Então, o governo, eu nunca vi uma vontade, uma decidida vontade de resolver a questão da segurança. Ah, aplicou, contratou mais policiais, pagou melhor o policial, criou infraestrutura. Sim, isso resultou em quê? Resultou em nós continuar no mesmo ranking do país como uma das piores estados do Brasil. Nós há 20 anos atrás nós estávamos entre os cinco menos violentos do Brasil. Hoje nós estamos
entre os cinco piores em segurança pública do país. Então não convence, não convence. Tá faltando um sangue novo, uma coragem Nova para até errar, mas não dá para ficar com esse erro crônico e querendo culpar os outros, transferindo a culpa. Porque dizem que é federal, depende do federal. O governo do Ceará deixou de aceitar um combate ao crime organizado que a Bahia que é do PT aceitou. O Ceará não aceitou, o secretário não aceitou, o governador não aceitou. Foi implantado no Rio Grande do Norte, iniciado implantado no Rio Grande do Norte, dada a desistência do
Ceará. Se tem vontade de resolver, de combater o crime organizado, como é que não aceita uma parceria, inclusive com o governo de mesma identidade ideológica? Se não fosse, podia ter a desconfiança, né? vão querer me matar, vão querer, podia ter alguma desconfiança, mas da mesma esfera a Bahia aceita, o Ceará não aceita. Que que é isso? Certo. Tem outro ponto que eu queria ouvir de você porque, como eu disse, você acompanha de 86 para cá, de uma forma direta ou indiretamente, participou. 86 eu não era nascido ainda, Rubão. Tá, desculpa, perdão, [risadas] eu já tinha
do anos, mas tô brincando. Mas de forma e observadora e ativa, empresarial, empreendedora, você entendeu que tem o táo, essa história do governo das mudanças, reorganização financeira, tal, reconstrução, tal. E o que a situação fala, o grupo do governador Elmano de Freitas fala é que o Cío se juntou com tudo que o que Sobrou ou que não presta. Palavras deles, não é minha, não. Presto atenção. Qual a sua opinião sobre essa fala do governador? É, o governador, ele quer que ninguém se junte contra o projeto dele, né? Se se todo mundo se juntar com ele,
tá tudo bem. Ele pode se juntar com bolsonarista, ele pode pegar eh o Yúrio do Paredão que tinha sido votado no no com o Bolsonaro. Ele pode, ele não aceita. O Ceará tá doente, ele não aceita contrário, não aceita contraponto, não aceita crítica. E a crítica é que alavanca o crescimento, ela respeitosa. Não precisa a gente desrespeitar a pessoa do governador. Aliás, fui fui deputado com ele 4 anos, totalmente diferente a nossa ideologia, mas nunca faltou a cordialidade, nunca faltou o respeito pelas ideias. Tivemos grandes debates, eles sustentando debatezinhos debatez, né? Faz parte da vida
democrática. um povo que confia em mim e que eu defendo que o que eu acredito ser bom para esse povo, ele defende o que ele acredita que seja bom para esse povo. Não precisa entrar na esfera pessoal. É, e quando se quer descredenciar, como tem tentado aí dizer, porque tá se juntando e tudo, ora, se conquista o apoio para um projeto dele, o Ciro é um homem de nome nacional, um nome sério, porque se ele peitou todo mundo como ele Peita, se esse homem tivesse feito uma coisa errada, já tinham tirado o homem de cena.
Quer dizer, tem autoridade para falar, todo mundo vendo que precisa de um caminho novo, de uma solução nova, as forças políticas se agregam em torno do Ciro e aí agora não pode. Claro que pode. Eu acho que todo cearense que tá desejoso de mudança, todo cearense que quer acreditar num Ceará que possa ser mais seguro, num Ceará que possa ter serviços públicos que possam ser mais eficientes, que possam combater a pobreza, nós temos 4.200.000 Cearenses na pobreza aí, comemoramento de PIB e data cent de 200 bilhões. Isso vai para quanto pros pobres? Zero. Zero. Não.
Ocupando toda a mídia, toda a agenda, como se fosse uma coisa linda e maravilhosa. Não é ruim, é bom. Eu eu eu celebro todo qualquer investimento que venha para o Ceará. Agora, colocar isso como uma redenção para o estado do Ceará é um desrespeito intelectual, né? é chamar todo mundo de burro. Pera aí. Entendi. Entendi. Olha, você tá acompanhando aqui esse bate-papo hoje com o ex-deputado Carlos Matos, que também foi secretário de agricultura do estado do Ceará e ele tá aqui, exatamente para contar essas histórias. E o podcast, viu, secretário deputado, tem um diferenciado. A
gente pode subir aí, dar um cavalo de pau, 360 para lá, volta. É o que eu vou fazer agora. É, é verdade que o Ceará se tornou um estado agro e o agro é pop, o agro é tec, o Ceará é agro hoje? Sim, eu eu até tenho uma alegria muito grande de ter participado desse processo, porque o governo das mudanças, ele fez profundas mudanças no estado. Hum. Né? Assim, eu não sou nem historiador, nem fiz parte do início da história, mas não precisa. Eu acho que toda pessoa que acompanha o Ceará viu a transformação
e que o Ceará se transformou numa referência nacional. O cearense muitas vezes tinha vergonha de dizer que era cearense. Passou a ter orgulho. O Tasso assumiu o governo com 11 meses da folha de pagamento atrasada. Nunca mais se ouvi falar disso. Eh, e construiu uma base para o desenvolvimento. Aquela altura, só 50% das crianças tinham sala de aula. Hoje se fala de qualidade da educação. 50% não estava nem na sala de aula, então universalizou o ensino, certo? A infraestrutura de logística, de porto, de aeroporto, de estradas, o Ceará tava defasadíssimo. Foi investida uma fortuna. O
açude do Castanhão só foi viável porque o governo do Ceará deu 30% do valor da obra para que esse açude pudesse ser construído, que transformou toda a segurança hídrica do nosso estado. Então, o turismo surgiu na esteira disso, a industrialização foi tremendamente fortalecida e havia uma inquietude na agricultura quando tá quando você quando você fala dessa época e inclusive o Cío tem um episódio com a praga do algodão, que é a única esfera Que tinha assim uma produtividade considerável no estado do Ceará, se eu tiver enganado, você me corrija, tá? Era só o algodão mesmo
que tinha aqui por ali, uma coisinha, outra. Pois é, a economia era tão pobre e o agro tinha uma importância maior na economia, tá, naquela ocasião. Mas meio que agidão ele ele eh o mundo mudou no besouro do algodão, como é o bicudo? Bicudo. Exatamente. Aí, bom, ele não foi mais possível como hoje ainda, mas estão retornando, estão tentando retornar umas áreas de algodão. 6000 ha de algodão no Ceará. O Mato Grosso tem 600.000, a Bahia tem 450.000 com produtividade em 500 arbas. É incipiente, é muito pouco, né? E o Ceará tem que caminhar para
valor agregado, né? Para um caminho maior. Eu acho que alguns casos, por exemplo, tem, eu sei que tem a Santana Teixo, que ela é uma techo, verticaliza, produz para ela mesma. Eh, mas eu mesmo já disse pro Delfino, você vai produzir algodão, mas vai ter que criar a fruticultura do lado, porque a sua fazenda tem que dar mais lucro e ela vai dar mais lucro quando caminhar pra friticultura, que era algo que não existia no Ceará, certo? as três principais produtos da Por que que o Ceará ficou agro? Ele ficou agro por um conjunto de
decisões. A primeira decisão foi criar infraestrutura hídrica. Sem ela não daria pro estado ficar agro. Foi investido 1 bilhão de dólares em reservatórios hídricos para o estado do Ceará. 1 bilhão de dólares. Depois isso inclui o Castanhão. Isso inclui o Castanhão, certo? Foi eh institucionalizada uma gestão para recursos ídos que não havia. Foi criada a COGE, foi criada toda uma modelagem para fazer gestão dos recursos hídricos, distribuição dela da Isso. Depois, quando tudo isso foi construído, o Ceará se preparou para integrar as universidades, criou o governo do Ceará, criou o Centecando tecnólogos, formando profissionais, com
uma boa lembrança aqui do ex-deputado Ariosto Holanda, decisivo para essa tarefa. Eu como secretário de agricultura, eh, aqui tô o meu agradecimento póstoriostola, não teria sido implantado esse novo agro no Ceará sem o Centec. Centec. Eh, também nós aí o Tomou uma decisão corajosa. Ele criou uma secretaria única para agricultura irrigada, para essa agricultura com tecnologia, certo? Onde ali nós vimos que uma nova agenda precisaria ser construída. Nós então implantamos eh os dois maiores projetos do estado do Ceará, que se não fosse a atuação do governo, esses projetos teriam sido descontinuados. Tabuleiros De russas e
baixo a caraú, que eles são em torno de 20.000 haar, metade da área irrigada em projetos públicos do estado do Ceará, implantado nessa gestão. Hum. Nós trouxemos empresas multinacionais para produzir no Ceará, como a Delmte e isso subiu a régua tremendamente da qualidade de produto e da tecnologia adotada no agroearense. Nós criamos o Instituto Agropolos para promover o produto no mundo. O Ceará participou de todas as feiras internacionais e nós trouxemos os compradores mundiais para cá e não à toa nós saímos de zero para 120 milhões de dólares de exportação. E a fronteicultura ocupou o
seu espaço onde não era imaginável que [roncando] um estado que aparentemente não tinha água comparado aos estados que estavam à beira do São Francisco não seria eh capaz de desenvolver isso. Nós criamos o programa cearense de agricultura irrigada Proagre. Esse programa foi ousado, foi implementado e gerou as grandes respostas. Mas hoje, por exemplo, você pode pensar até, Rubão, todo mundo fala em reforma agrária há décadas, certo? Mas eu lhe convido para ir em Mauriti, no Ceará para ver lá um produtor que plantava mandioca, que hoje exporta manga e ganha R$ 15.000 R$ 1.000 por mês.
Eu, você nunca imaginou que o Ceará pudesse vir ter a fazenda, a maior fazenda de rosas do Brasil fosse em São Benedito, no Ceará. Então, houve uma grande transformação, uma virada, a grande virada do agro. Tô escrevendo um livro sobre isso agora, celebrando esses 25 anos dessa nova agricultura cearense. O deputado Felipe Mota, ele disse que os números positivos da economia cearense ainda são revertidos por conta do agro. Isso é verdade. É verdade. Em muitas situações, o PIB agrícola, o PIB cearense dependeu em muitos anos e tem acontecido, porque nós crescemos para o o agro
não é só o que se produz dentro da fazenda, os serviços agregados, o comércio agregado, isso chega a 20% do PIB. Esse número, a Federação da Agricultura encomendou um estudo, né, que nós participamos e revelou esse número que 20%, quer dizer, de cada R$ 5 gerado de riqueza no Ceará não vem do agro. É muita, é muito forte, né? Muito forte, porque se pensavam que o agro era fraco, que a indústria que era forte e tal. Então o a indústria tem um papel importantíssimo, o comércio tem um papel importantíssimo, mas o agro não é tão
fraco quanto se pensava. E olhando pra frente, vamos lá. Ciro Gomes, governador do estado do Ceará, você eleito deputado federal, toda essa conjuntura que tá montada aí, o que fazer para melhorar? Bom, eu acho que nós vamos ter que pensar, é muito importante agora o plano de governo começar não por propostas já de laboratório prontas, mas escutar escutar a sociedade. Eu acho que esse processo de escuta é muito importante, mas nós temos que conectar o Ceará com o mundo. Nós estamos hoje e mesmo com o Brasil, nós somos 2% da economia brasileira numa economia gigante,
98% da economia tá fora do Ceará. Nós temos que participar dessa festa. Nós temos que entrar nos mercados, tornar as empresas locais, empresas nacionais, empresas regionais, certo? Nós precisamos nos conectar aos principais mercados do mundo. Nós temos uma posição logística Porto Pen já não já faz isso. O Porto do PEMEN faz em frutas, em alguns produtos, mas tá ele ele tem um volume grande. O Porto Pé, não dá para imaginar o Ceará sem o Porto Pé, mas agora tem que fazer o passo dois, o versão 4.0. O que que o porto de Rotterdam gerou pro
Ceará com Porto de PEN? Ontem eu vi uma entrevista no jornal que o diretor do Porto PEN tá morto e feliz. Claro, tá dando o lucro, eles ficaram com 30% do Porto, compraram barato e aí estão satisfeitos com o lucro que tá dando. Mas a promessa do Porto Rotterdam de trazer algo para o Ceará, trouxe o quê? O que foi de novo que surgiu por conta dessa parceria com Porto de Rotterdam? Você não é a favor, você não é a favor dessa parceria? Não. Você acha que o Cear tinha condição de administrar isso de nós
temos que ter uma liberdade de administrar segundo nossos próprios interesses. O próprio porto de Rotterdam começou a direcionar tudo para Hidrogênio Verde interesse da Holanda e da Europa, não é interesse nosso. Então eh nós perdemos a liberdade de decidir segundo os nossos próprios interesses, porque se gerou uma expectativa de que o Porto Reterdan ia acelerar as exportações, nós íamos entrar na Europa, que tem um conjunto de produto. Eu não tenho conhecimento desse impacto que foi gerado fruto da parceria com Rotterdam. Muito bem. É bom, importante a gente ouvir o contraponto, né? Porque a gente tá
acostumado aqui fazer as coberturas, entender que isso inclusive hoje mesmo eu ouvi uma matéria do Egídio Serpa que está hoje na Holanda exatamente correspondendo a um evento que eh eh é é referente a essa ligação entre os portos que são sócios nesse desse detalhe. Mas essa ligação com a Europa, essa parceria com a Europa no sentido de autorização, de logística, não é importante? Parceria com todo mundo é importante, mas parceria não significa abrir mão de um porto que é nosso, construído com recurso do cearense para poder perdermos a liberdade de decidir sobre um equipamento público
estratégico para o estado do Ceará. Agora nós tivermos um veto da diretoria do porto de Rotterdam no interesse de conflito entre o dele e o nosso, nós perdemos essa liberdade. Isso é é uma perda estratégica muito grande, a não ser que tivesse um ganho objetivo. Parceria nós temos que fazer abrir mão de um equipamento nosso para os interesses de outros nem sempre é estratégico. E nós temos que ter também aprofundar mais os temas. Eu tô agora vendo preocupado com a questão das bets. Aí você vê que tem muita gente que argumenta, não, as bets são
bom porque paga imposto, financia o governo e tal. O número que me deram eu já caí sentado. Qual foi o o você tem 4,5% do que as betes faturam, que é em torno de 260, 300 bilhões por ano. Bilhões? Bilhões é muito, né? É. Ora, se o Davi que trabalha aqui comigo tava ganhando dinheiro da Copa. Cadê o Davi? Tá aí jogando na bet. Olha, tá vendo um negócio desse? V tomar o dinheiro dele todinho. Pode segurar as calças aí que o Davi vão perder a calça [risadas] aí. Eh, 4,5% arrecada de impostos. Tem uma,
eu conversei com o Conselho Nacional de Secretário de Saúde que já tem uma estimativa de que vai custar 38 bi 38 bi a saúde que tem relação com a Bets. Quando o Davi perder o dinheiro das calças dele, ele vai ficar doente na cabeça e o SUS vai ter que pagar. Ai lá vai do Davi, vai pro Como estão nessa situação muitas famílias brasileiras que o dono da casa perdeu tudo. Ora no Bolsa Família Rubão, que é um dinheiro dado para assistência pra pessoa comprar comida, no mês de agosto de 2024 saiu 3 B. 3
B. Isso corresponde a 36 bi por ano. De 170 bi que o governo brasileiro dá para o Bolsa Família, 36 B foi para Bets, 20%, meu amigo. Você você pera aí, vamos ver, mas Se tiver uma possibilidade, inclusive já cortaram, né? Assim, os planos assistenciais não podem usar mais o dinheiro para para as BEDS. Isso foi uma observação. Mas você é a favor desse tipo de comércio eletrônico? Eu acho que tudo tem que ser bem regulamentado. Eu não sou a favor de que a pessoa possa comprometer a sua família e a sua economia familiar por
apostas, certo? Né? Por exemplo, com recurso público, esse dinheiro de um do do Bolsa Família, eu acho que é proibido apostar em beds. Pronto, é proibido quem tiver com CP. Mas isso era para ter tido uma decisão antecipada, né? É por isso que precisa de novos nomes, com coragem, com decisão, com capacidade de articulação para dar soluções, porque tem o lobby das bets. O lobby das bets financia futebol. Eh, tem aí vários vários, vários sites dependente totalmente do financiamento das bets, porque aí o lobby se estabelece, tem conflitos de interesse. A sociedade é feita assim,
é plural, democrática, mas alguém tem que vir e levantar esse ponto. Você tinha essa informação, por exemplo, de que com 4,5 de imposto eu vou assumir uma despesa de 38? Não, essa não, essa eu não tinha conhecimento. Quando eu tô começando a estudar e aprofundar o tema, as informações vão se revelando. Entendi. Olha, você tá acompanhando aqui esse bate-papo com o ex-deputado, ex-secretário Carlos Matos, que está aqui hoje no nossos estúdios, exatamente Para bater um papo, relembrar aquilo que foi feito e também falar das novidades relacionadas ao nome dele. Você que tá acompanhando aqui no
nosso canal do YouTube Rubão TV, por gentileza, se inscreva no canal, aciona o sino, compartilha, comenta, porque é importante pra gente engajar, direcionar, impulsionar o nosso vídeo para quem gosta do tema que é política, administração pública, é o que eh tem como foco o trabalho do programa do Rubão. Agora, você que tá na TV Show 9.2, TV aberta. Muito obrigado pela audiência, dizer do meu carinho, da minha atenção a todos vocês. A TV que mais cresce no Ceará, uma das maiores maiores crescimentos do Brasil. E claro, não poderia ser diferente um verdadeiro show de programação.
Você acompanhando aqui mais uma oportunidade de estar compartilhando com todos vocês aqui este momento maravilhoso. Lembro que hoje me tive com Eliar na entrevista, viu? deputado disse assim: "Ali, eu compartilho com você a mesma sintonia de TV, diz: "Ah, TV Show, tal, muito gente boa." Agora eu acho que ele tá meio puxado, ele dis que ele fez uns procedimentos, ele tá meio puxadinho, meio fortinho. Abraço, Eli fez menção, trabalhou com meu pai na Trabalhou com meu pai na rádio Irapuru na década de 70, 80. Eles dois são da velha guarda do rádio. Inclusive eu fiz
a ligação, eles discutiram exatamente uma confraria, um encontro dessa galera que ainda tá inativa vivo, né, no sentido e Profissional, no sentido emocional também, para que possa relembrar esses momentos. Inclusive, vou trazer aqui no podcast, vou botar aqui uma mesa redonda ou uma mesa comprida pra gente falar desses que se o Rubão tá aqui, tem que agradecer ao Eli Aguiar, tem que agradecer o Natal Buquer, com Paulo Oliveira, tem que agradecer essa turma que lá atrás plantou, né, a sementinha. Tive com o filho do Augusto Borges, que é um dos organizadores do Fortal e o
dono da CB Fitness Academia. E eu disse assim: "Pai, seu pai merece um livro, uma série, um filme, porque o Augusto Borges é um ícone da comunicação. TV Seara lá na década de 60, meu amigo, é um negócio histórico, mas assim como todo brasileiro, nós cearenses também parece que nós temos a memória um pouquinho falha, né? Esquecida. Deputado, qual foi a conversa teve com Ciro Gomes em relação à sua pauta, ao seu retorno? Porque a gente observa que o Ciro tá agregando os nomes que passaram pelo estado do Ceará, que colaboraram. Aí eu digo aqui
um grande nome que tá também posto para essa situação, que é do ex-governador, ex-prefeito Moron e ex-deputado federal Boronho Big Torgan. Tem aí outros nomes que estão associados a esse projeto. Qual foi a conversa que ele teve para essa para essa união de forças para esse momento entre você e essa ideia e esse novo projeto do Ciro? Bom, o Cío tá vendo o fruto do trabalho que nós ele ele disse isso que tava surpreso com a performance da do agro hoje do Ceará. É algo [roncando] que ele não imaginava que pudesse eh ter acontecido essa
grande mudança no estado do Ceará. Identifico o meu nome como tendo sido um dos responsáveis por essa mudança e é uma das grandes apostas que ele quer fazer como governador, que haja uma nova política agro para o Ceará, capaz de impactar e de incluir muitas famílias. Nós precisamos ter uma agricultura que ela ela muda a realidade dos municípios, ela muda o perfil socioeconômico do município que ele está. Se você for hoje a Limoeiro do Norte, você vai ver uma nova economia que surgiu fruto dessa renda gerada no agro. né? Não era possível que aquele comércio
tivesse crescido tanto. Nós temos inclusive revenda que tem sede em Limoeiro do Norte, que é uma das maiores hoje do Nordeste. Então vai impulsionando a economia de diferentes formas com serviços. Tem mais de 200 eh funcionários. Mas você a a pergunta, você está sendo bem técnico, mas a a minha pergunta seria mais de cunho, digamos, político ou emocional. Ele lhe fez o convite? Você se sentiu à vontade de se aproximar desta nova ideia, desse novo processo na qual se encontra? Senti como há muito tempo eu não sentia. Eu tava me sentindo órfão de projeto político
no estado do Ceará. A mim não interessa só um cargo de ser deputado eh federal e de Não interessa só o cargo. A mim eh interessa participar de um processo de desenvolvimento num projeto político que queira colocar os pingos nos IS e Colocar a casa no rumo de novo. Nós estamos vendo um fisiologismo no Ceará gravíssimo. Estamos vendo a o uso das estruturas para benefícios políticos sem compromisso, com impacto e com resultado. Então, quando se diz uma coisa que que é prioridade de tudo, na boca do governador, você vai ver o orçamento, não tem dinheiro.
A agricultura tá nesse caso, você tem uma agricultura que faz mais programas sociais na agricultura básica, a secretaria da agricultura que tá na Bezerra de Menezes e [limpando a garganta] temos uma secretaria de desenvolvimento econômico que tem uma parte de agricultura que não tem orçamento. Não tem orçamento, é inglês ver, né? até com bons técnicos, bem dirigida pelo Silvio, mas não tem orçamento. Então o discurso não chega na ponta, não tem atitude concreta. Eu acho que o Ciro é muito verdadeiro, ele é muito destemido para isso e ele teve um papel importante na implantação desses
projetos de irrigação. O governador Lúcio, o governador Too tinha dado a prioridade, o governador Lúcio seguiu e como o senador já havia dado uma contribuição muito grande desses projetos, não estariam implementados sem o senador Lúcio Alcântra. ter dado o seu apoio, certo? Seguiu no seu governo e no governo o Lula quando assumiu, como é que a gente faz para continuar esses projetos? A sorte que deu é que o ministro de integração nacional era o Ciro Gomes, que deu todo o apoio e com isso nós implementamos esses dois projetos. Mas hoje nós fomos ver o fruto
desses projetos. Nós fomos lá no Baixa Caraú, em Marco, no Ceará, quase 100% do projeto ocupado, gerando 6.000 empregos Diretos, histórias lindas, gente que começou puxando, chegou puxando a cachorrinha e hoje é empresário com 50 ha, com 60 ha. É uma realidade, transformou a realidade social e econômica. E é isso que a gente quer, que chega o maior número de cearenses. No baixa caraú é coco, é mais o quê? 50% é coco. Aí tem melancia, tem inclusive leite, um dos melhores. Mas lá é perímetro irrigado também, como ali de do Vale do Curu, do Paracuru?
Lá tem as duas coisas, tem um perímetro irrigado e tem também uma ampla área, porque lá tem água subterrânea em muitas regiões só tem manga acesso fácil à água. AC é isso, né? Isso. Agora, o que é que o estado do Ceará tem potencial e que não foi explorado na agricultura, que o o que não viram ou que não tiveram entendimento ainda? Acho e se tem, né? E se tem, tem muito. Nós temos no tomate mesmo que nós representamos quase 10%. Mas diz que a Serra da Ibiapaba planta tomate bastante. Planta. Nós somos 10% da
produção nacional de tomate, mas tem lá convivendo duas realidades. Tem um produtor com 4 kg por pé e tem um produtor que produz 17 kg por pé. O governo do Ceará tem que criar um programa de modernização para produção de tomate para esse produtor sair de 4 para 10 kg que vários produtores têm. Com isso, com pouquíssimo investimento, a gente aumenta a nossa participação no Brasil do negócio que já deu certo. O programa de de floricultura foi praticamente abandonado. Não tem mais política pública para floricultura. Certo? Então, quando você diz que não tem política e
nós temos a maior eh exportação ou maior produção do Brasil, isso está no cunho, na responsabilidade do empresário. É, não tem capacidade de fazer acontecer. Olha, faz 4 anos esse governo anunciou que ia fazer um centro de cultivo protegido lá em Barbalha. Chegou aos 4 anos. Ah, ontem eu vi noticiado aí pelo Egílio Serpa que os secretário já tá anunciando para mudar para Ibiapaba, que era onde deveria ter sido desde o início, mas passou 4 anos discutindo só papo, só papo e pouco sucesso. Eh, um governo que passa 4 anos discutindo uma ideia, implementa cai
no vazio. Entendi. Entendi. Agora vamos dar aqui o outra puxada no freio de mão e dar um cavalo de pau. Hoje você me deu uma notícia bacana que o grupo eh de oração Shalom, é isso que a gente chama. Comunidade católica Shalom, surgiu. Comunidade católica Shalom. Shalom, né? Shalom. Eu eu esse nome é tão marcante para mim que eu estudei com um rapaz chamado Shalom, né? O nome dele era Shalom, o nome da mãe dele era Adiba e o nome do avô dele era Badi, lá da Messejana, que era o dono do Murilão. O terreno
do Murilão foi doado pelo Badi Amed, que era o pai da Adiba Amed, que teve o Shalom Amed, esse não, saiu. Mas hoje, dia 9 de julho, a 44 anos, 1982 era criada a comunidade católica Shalom. Você faz parte? A gente vê aí e a o símbolo desse cordão, o que que representa esse símbolo? Ele é um tal que São Francisco usava. É uma uma cruz que foi da eh surgiu na idade ali próximo da Idade Média. Eh e ele ele era no início do cristianismo e São Francisco recuperou e passou a usar como símbolo
do franciscanismo no mundo. Perfeito. E a o Shalom ele tem dois baloartes. Quais são? São Francisco e Santa Teresa Dáva, certo? São Francisco, a gente já tem um a a e a e a e a e ela, Santa Teresa, tá, né? Ela fez uma refundação dos Carmelos, que havia surgido logo no início do cristianismo, mas no século XV tava em decadência e ela foi a grande reformadora dos Carmelos no mundo, certo? E qual a importância da comunidade Shalom no estado do Ceará? Bom, esse foi um movimento importante a gente entender o shalom e o contexto.
A igreja em 1965 ela eh aprovou o Concílio Vaticano II que dava ressaltava muito o papel dos leigos na igreja. E eh as novas comunidades elas foram surgindo nos Estados Unidos e surgiram no mundo inteiro. Aqui no Ceará o Papa visitou em 1980 e o jovem Moisés Azevedo era estudante coleciarense e representava os jovens da Arquidiocese. E o bispo pediu para ele para ele dar um presente ao Papa. E ele não sabia que presente dá, até que decidiu dar a sua própria vida em favor dos jovens, da evangelização dos jovens no mundo. Isso dois anos
depois, ele mais cinco amigos, seis amigos, foram morar numa casa para montar uma lanchonete, para evangelizar através da lanchonete. Ah, [roncando] e hoje faz 44 anos dessa história, né? Eh, o Moisés ainda é um jovem de 65 anos, mas a comunidade Shalom hoje tá em quase 40 países. Pera aí, só para que eu possa entender. Nasceu de uma lanchonete que ia ser um espaço de evangelização. É, é, é isso mesmo. Isso, isso mesmo. H, há 44 anos, cinco amigos, cinco companheiros se uniram e a e a ideia era produzir um recurso para poder promover a
palavra, não era morarem juntos, confiando na providência de Deus, ah, na doação de pessoas e começaram a montar essa lanchonete como uma forma de evangelização. O nome dos sanduíches era um nome bíblico. Então, onde ficava essa lanchonete? Ela ficava na Coronel Jucá. E aquele espaço que hoje existe ainda ali pertinho. É ali pertinho, né? É ótimo. Então hoje quantas transformações, quantas vidas, quantas colaborações? Hoje nós temos acho que 14.000 consagrados no mundo, certo? O que é o consagrado? É o membro. A comunidade tem dois tipos de consagração. Ah, tem a comunidade de vida, que é
aquele que consagra a sua vida e abre mão de toda a profissão do mundo. Ele vai viver para evangelização. E a comunidade de aliança são aqueles que são profissionais, que têm as suas famílias, que eh sustentam as suas famílias e que eh tem um todo um caminho para de santidade, um caminho para eh chegar, um caminho verdadeiro de chegar a Deus. Quem confirma esse caminho? Quem confirma é o Vaticano. Então, a comunidade foi reconhecida pelo Vaticano. É uma das comunidades no mundo hoje reconhecidas e de muito reconhecimento pela criatividade e pela coragem e evangelização dos
jovens. Hoje mesmo tá acontecendo um um acampamento com mais de 800 jovens em Maranguape. Esse acampamento ocorre no Brasil inteiro. Eh, nós vamos ter a o Aleluia, que começa logo agora. É da comunidade Shalom. Comunidade Shalom. É o maior evento de jovens do Brasil. Pronto. Pronto. Aí você Boa, boa. Eu não sabia dessa informação diretamente. Eu pensei que era ali do céu, alguma coisa assim. Não, é realizado no céu. Não, no céu tem 23 instituições que compõe o céu. Shalom é uma delas. Ah, entendi. E o e o Aleluia é uma uma evento coordenado, idealizado
pelo Shal. Ele não nasceu no céu, ele nasceu aqui na no parque. Eu sei ali o cocó ali ante ante, né? Eu me lembro ali. Eu me lembro. Eu me lembro. Agora me diga uma coisa. Repita. É o maior evento. É o maior evento de jovens do Brasil. Eu fui a Natal no carnatal e tava tendo carnatal no estádio e tava tendo um raleluia do lado. Não é só o Ceará não. É. É. Não é não. Que maravilha, rapaz. Tem aleluia no Rio de Janeiro, tem aleluia São Paulo. Nós temos participação. Há esse desejo ardente
de evangelizar o jovem. Eu quero saber se esse dado é verídico. O fortal reú mée 200.000 pessoas. O aleluia no ano passado foi 300.000. Passou do fortal. Depende do Sim. Do dia. Claro. Nós tivemos houve um colapso do trânsito com Fre Gilson. Foram 300.000 pessoas e não tinha como chegar. Pois é. Nesse dia foi 300.000 pessoas lá. Tinha mais gente no Aleluia do que no Fortal. Por que que eu tô fazendo esse comparativo? Porque ocorre no período, né? Nesse período, não é isso? É ótimo. Que informação. Isso aí fica de informação. Talvez poucas pessoas sabiam
disso, viu? Que é a maior festa evangelizadora do Brasil, né? Inúmeros e atrações e e em tudo. Em tudo. E qual a participação do Carlos Matos nessa história? O Carlos Matos é um pobre filho de Deus que foi eh descoberto por Deus mesmo e acompanhou essa história de perto. Eu estava presente no, né, no dia que o Papa esteve aqui. Você você viu o Papa de perto? João Paulo I. Vi João Paulo I de perto. E o Luiz Gonzaga cantando aquela música. Vira a música me lembro. É a música como é do do do do
Bem, eu vou me lembrar. Procura aqui a música pra gente lembrar porque o Luiz Gonzaga fez uma música. Tem dois fatos. da BR116 foi feita pra chegada do Papa. É verdade, procede isso, né? E a música do Luiz e o Luiz Gonzaga era atração para poder apresentar o papel. No lançamento do do Shalomin 1982, que o Dom Aluío foi pra inauguração. [roncando] E quando eu entrei na vida pública, que eu recebi esse convite, que era uma coisa completamente diferente daquilo que eu tinha planejado paraa minha vida, eu tive um suporte muito bom do Shalom, eh,
e que passou a me acompanhar. E eu aí vi que realmente sem Deus a gente caminha para um local incerto. E com Deus a gente caminha com dificuldade, com muitos desafios, mas caminha seguro. Pega na mão de quem nunca soltará a nossa mão, Jesus Cristo. E é nele que eu coloco toda a minha confiança, é nele que eu coloco todo o meu futuro. É nele que eu coloco toda a minha vida pública e tudo que eu penso e quero fazer na vida. Quem fala assim, né, tem convicção do que é a fé, do que compreende
todos os seus princípios. Uma perguntinha que você colocou e me interessou saber como é que tu entrou na vida pública, de que forma, quem foi o convite, porque você é empresário, empreendedor, tem uma responsabilidade sobre a construção econômica, dando emprego, dando renda, essa coisa todinha. De quem foi? Como é que você adentrou nesta vida que às vezes é um tanto complicada? Minha vida teve três estágios que é incomum, né? Porque eu estive eh na empresa, morei na empresa até 22 anos, eu morei em Messejana, periferia de Fortaleza. Eu também sou de lá, viu? Olha aí,
conterrâneo total ali onde tá as novas tapioqueiras é luxo. Eu peguei foi a antiga na Barão de de Aquirais, né, que vinha só pela Ruazinha, tal, estrada do Fio, essa coisa todinha. em 1991, eh, foi houve a em 89 eu participei da fundação da Associação dos Jovens Empresários e em 91 houve um consenso de que eu seria o nome para substituir, certo? Foi doloroso porque eu tinha pouco tempo, eu tava como diretor da empresa, mas eu quis viver aquela experiência e ela transformou a minha vida. Então, a partir dali, eu fui eh ter um trabalho
de quase 10 anos de líder classista, fui presidente da associação de avicultura, eh participei do SIC, participei do Pacto de Cooperação, quando em 1998 o governador Tá me chama na sala dele e diz que quer mudar a agricultura do Ceará e gostaria da minha ajuda. Eu aceitei um convite que era só de 4 meses, era o final do segundo governo do Társo, certo? E rodei o mundo. Fiz um plano para uma nova agricultura do estado do Ceará. Ele gostou demais. e disse: "Carlos, eu vou criar uma nova secretaria e quero lhe convidar para ser o
secretário". E aí eu disse: "Não, é demais, governador, eu vou largar minha vida empresarial, vou sair, eu não tenho tempo." [roncando] E aí quando eu fui discernir, como se diz na linguagem eh de Deus, que caminho tomar, se eu continuava na na dentro da empresa ou se eu iria viver essa experiência. acabei aceitando e os frutos do trabalho foram muito bons. Aí eu fiz uma jornada na vida pública, fiquei 4 anos no governo Táo, depois 4 anos no Lúcio Alcânta, que são cargos de confiança. Eles confiaram a mim essa transformação. Depois fui deputado estadual, fui
presidente do PSDB, fui candidato várias vezes eh para eh sempre Na defesa do que eu acredito para o estado do Ceará. E eh então acabei descobrindo uma missão de vida. Com todo respeito a todos que passaram, que estão, que executaram essa tarefa, você se considera a grande referência desta pasta no estado do Ceará? Olha, eu não diria eu a minha pessoa, mas eu acho que eu liderei um processo importante de articular eh soluções e boas cabeças do Brasil com o apoio fundamental dos governadores Tásio e Lúcio. Eh, eu me considero o responsável. Se tivesse sido
fracassado, teria sido eu responsável. A culpa era sua, né? A culpa era minha. Como deu certo, a culpa também é minha. [risadas] Tá certo. É isso mesmo. Olha, você tá acompanhando aqui hoje esse bate-papo com o Carlos Matos, que foi deputado estadual, foi secretário, como ele mesmo disse, por dois por dois mandatos, um do governador Tasso, outro do governador Lúcio, também colaborou de diversas formas. Eu não saber essa questão da construção do projeto da segurança pública, na qual a retirada das tomadas, das celas tinham partido da sua observação. Isso é importante, tá na história. Você
é Marco. Trocou aqui. É porque essa hora que ele faz, eu troque da câmera da, eu tenho que saber aqui que é para poder fazer o gancho legal. Mas pessoal, o seguinte, você que tá acompanhando aqui o nosso podcast, quero agradecer a audiência da TV Show 9.2, dizer que se você quiser conferir na internet a TVshow é o tvshow.com.br, o programador.com.br. br. Lá tem o nosso podcast, lá tem as nossas coberturas e No nosso portal tem notícias, informações, tem as nossas redes sociais, a qual você pode acompanhar as manchetes, os detalhes, as informações de bastidores
que nós produzimos através da plataforma do Instagram, do Facebook, do WhatsApp também que recebe, né, as chamadas e o link é só você adicionar tudo. Tá aqui na descrição desse vídeo, você que tá acompanhando nesse instante, neste momento. Então, quero só pedir para você seguir o nosso programa nas redes sociais, compartilhar a quem possa interessar. Às vezes um conteúdo é interessante para você, um determinado grupo ou sempre também tem uma pessoa que quer colocar sua opinião, dizer, falar, opinar. Então faça isso, faça com que a gente possa integrar, interagir ainda mais dois com os seguidores
e com aqueles que também não segue a gente, mas também tem vontade de opinar e falar, tá certo? Hoje recebendo aqui o Carlos Matos, como eu mesmo tava dizendo, e o bate-papo aqui, vamos dar outro cavalo de pau, pode ser? Vamos dar uma viradinha aqui para que a gente possa caminhar sobre esse fato. Você disse um negócio que acho que é é bacana. Você assim, ah, o Ciro não é o novo, né? Mas é um cara que foi se moldando as novas tendências, essas novas observações, principalmente na economia, em outros fatos, né? Eh, o Ciro,
ele é o nome nacional, como você mesmo disse. Você participou em quatro campanhas eleitorais a nível nacional, é uma figura muito conhecida, respeitada Pela sua inteligência, né? Mas eh tanto que a gente tá vendo o cirjo mais poldado, mais calmo, essa coisa todinha na questão do temperamento, que foi uma coisa que o Brasil julgou muito ele em relação a isso, né? Na última eleição, na qual ele não participou do grupo político que a que está liderando hoje a esse comando do estado, na qual até o irmão dele faz parte, né? Ele não foi bem na
eleição aqui no estado do Ceará. Você acredita que ele ficou fragilizado e precisou da união de nomes novos como do próprio André, do próprio Carmelo, não, do próprio eh capitão Wagner e de outras figuras que há tempos atrás tinham divergências. E essa união, eh, dito pelo próprio Ciro, que tem várias divergências a nível nacional, mas que aqui eles colocaram todos os problemas de lado para que pudesse fazer frente, né, essa linha que está administrando o estado do Ceará há 20 anos. Dentro desse contexto aí, dentro de tudo isso que tá formatado, que o próprio governo
que está hoje, que é o governo é humano, Camilo, Lula, tá tudo aí, tudo dentro desse desse parâmetro. Essas isso não vai impactar na campanha não. Tipo assim, eles vão usar isso como, ó, aqui você ganhava, fora daqui você não ganhou. A ao Ciro, você entendeu a pergunta ou rodei muito? É, você rodou e me perdi aí no final. Bora. A pergunta é o seguinte, vamos lá. Até eu mesmo me perdi. Vamos aqui. [risadas] Se uniu com o André, com essas outras lideranças. Eh, na eleição passada estava unido aqui, desuniu, perdeu. Terceiro lugar, segundo a
pior derrota da vida dele não foi perder no Brasil, mas perder no Ceará, em especial no em Sobral. fez essa união. Você acredita que esta união, essa formatação desse novo grupo com pessoas novas, integradas, digitais, essa coisa todinha, vai fazer com que ele possa igualar e superar o governo? É que diz que ele perdeu porque saiu fora? O governo tava tão autoconfiante porque nunca houve na história do Ceará, hum, tanto domínio das estruturas públicas como há agora. No mesmo grupo político, você tem Câmara Municipal de Fortaleza, você tem Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado,
como maioria das pessoas indicadas por esse projeto que tá aí, eh, toda um a estrutura de Fortaleza nunca houve. O T no auge do seu poder não conseguiu ganhar Fortaleza, só ganhou uma vez e perdeu com dois anos com o Ciro. Nunca houve todo esse poderil todo. Que nome poderia agregar isso? Só o Ciro tinha esse vigor. Agora era preciso ele ter disposição, era preciso que todos os abrissem mão de uma série de divergências de pensamento para poder convergir para um novo projeto. Isso é isso é democracia pura. E a culpa disso é do próprio
Elmano e do Camilo, porque se eles tivessem aberto os seus projetos pra sociedade, para ter uma participação, para discutir e tivesse entregando o que a sociedade precisava, O Ciro não tinha 50% das do do da preferência dos cearenses, não, porque ninguém ia dar 50% da preferência para de um projeto que tá plenamente satisfeito. O Ciro representa esse novo que o Ceará tá precisando. O Ciro representa essa voz de coragem e de comando que o Ceará tá precisando. Então, essa essa esse esse esse pouco vigor no governo do Ceará abriu espaço para uma grande coalisão que
conseguiu superar profundas diferenças por conta da do convencimento de que é preciso nesse momento união de forças, de esforços para criar um novo momento para o Ceará e aí sim enfrentar com coragem, com decisão e com competências problemas crônicos como a pobreza que não inverte um modelo de desenvolvimento econômico que possa aumentar a produtividade. Nós temos a metade da produtividade do Brasil. A educação do Ceará, se ela tivesse bem, como dizem, o salário médio não seria um dos piores do Brasil. O salário médio é um dos piores do Brasil. Nós precisamos de uma nova política
de segurança hídrica. Não tem porque politizaram. Coloca um político para ser o secretário de recursos hídricos numa história que sempre se respeitou a técnica e não a politicagem. A partir de estruturas técnicas, foram feitos um conjunto de coisas de quem é dono de um território, de um estado que enfrenta desafios gigantes. Para citar só os quatro mais fundamentais, nós estamos com economia com baixo desempenho, precisando ter alta produtividade. Nós estamos com nível de pobreza altíssimo. Nós estamos com a segurança pública e eh com uma performance ruim, muito ruim. E nós precisamos animar para o empreendedorismo
crescer, para dar oportunidade pros pequenos empresários, para para que eles possam gerar emprego e poder ter uma vida melhor com políticas públicas favorecendo isso. Qual é a política pública do estado do Ceará para pequena e média empresa? Você conhece? Eu também não conheço. Boa. Deixa eu lhe perguntar um detalhe. [roncando] para não dizer: "Ah, Rubão, você só fala isso, só tá jogando pimenta". O que que falar o O que falar de bem de bom desse governo governo humano tem? Eu acho que ele é muito esforçado. Eu acho que o Elmano é um governador trabalhador, eh,
dedicado, muito empenhado, mas eu acho que ele não foi forjado pela vida para ser governador. Não dá pro cara sair lá da Assembleia Legislativa, faltou nome, chamou Elmano para ser governador do Ceará. Não dá, ele acaba não governando. E ainda o que me dizem é que a estrutura toda dominada pelo Camilo, ele não tem plena autoridade sobre o governo. O que é dominado pelo Camilo? É, tem cargos chaves. Eh, e as pessoas são do Camilo, não são do Elmano, entendeu? Esse essa essa divisão isso fragiliza o governo. Então, perdeu força, porque não tomou decisão mais
sérias antes, decisões que tem que tomar, né? Então, assim, parece que algo Trava. Eh, a sensação que você tem quando você conversa no governo não tem decisões grandes, de grande impacto, porque chega determinado momento para dali não avança. Entendi. E se a população lhe der a oportunidade de você ir pra Câmara Federal, hoje nós estamos no mês de julho, só para dizer que nós estamos dentro do contexto, posso lhe chamar como pré-candidato, na qual aí seu partido vai realizar a convenção e vai aclamar, se possível for seu nome para isso, só para que a gente
possa deixar isso aqui documentado. Mas se você tiver essa oportunidade de ser deputado representante do estado do Ceará em Brasília, o que levar de ideias e quais são essas ideias que o Carlos Matos pode colaborar? Primeiro, Brasília tá podre, né? tá precisando de eh a pessoas que têm uma história eh ilibada e que possam servir Brasília sem est se comprometido com grandes lobes, como o caso Master, que ficou evidente no Brasil, maior escândalo da nação com um grupo enorme de políticos envolvidos. Segundo, eu não acho que seja o cargo apenas a o ponto de virada
para você fazer, é a capacidade de articulação, de convencer seus pares. Eu vivi isso aqui na Assembleia. A questão da segurança pública, você acha que eu consegui sozinho? Os pares se convenceram, por isso que foi uma negociação que acabou sendo aprovada, mas na ideologia de gênero é uma questão ideológica onde eh o governo do PT e toda a estrutura de governo, de poder dos deputados estavam constrangidos a ter que votar. Nós abraçamos essa luta nos articanos e vencemos. Vencemos por 10 a 9. Eu acho que no no Congresso tem temas que eu vou me dedicar.
Esse assunto das bets, eu Estou muito interessado nele, mas por exemplo, saúde preventiva, nós temos hoje na saúde 40% do gasto com saúde vem de acidentes. Como não reduzir isso pela metade com e falta saúde com gente morrendo nas filas. Temos [limpando a garganta] também eh na oncologia a segunda maior causa mortes do Ceará não tem uma política nacional preventiva para não saber como é no tratamento do câncer. Uhum. É isso que você tá dizendo, nós temos o segundo índice de de de mortalidade do Brasil. Mas e esse avanço que o governo publiciza do do
de levar o tratamento do câncer para pro interior, hospital de L? Mas tá chegando tarde. Hoje mesmo eu reuni com o Dr. Ronald Feitosa. É um médico para Não, eu tô só dando contraponto para poder entender que você tá trazendo os números. Porque a saúde preventiva é o seguinte: se eu detectar o câncer cedo, hum, se eu vi nos exames que a proteína eh deu diferenciada, eu vou fazer uma análise e eu vou saber se é benigno ou se é maligno, porque tem ali uma inflamação. Sim. Para isso eu tenho que ter protocolos e fazer
checkups na população de baixo custo, de fácil acesso para detectar antes. Porque quando eu pego um um [limpando a garganta] uma mulher que detectou um câncer de mama já muito avançado, a as possibilidades diminuem muito e o tratamento avança mais agressivo, né? Custa caro e a pessoa perde a vida. Pronto. É isso aí. É uma equação ruim de todo jeito. Tá melhor olhar na ponta da prevenção. Ponta da prevenção, né? Isso. E não tem no estado do Ceará? Não, não tem no país. E é por isso que eu tô perguntando o que que eu seria
no no ser uma voz para insistir na prevenção da saúde, porque custa mais barato e salva vidas. Entendi. Eu também penso dessa forma, viu, secretário? Eu penso, aliás, deputado, eu penso que é mais barato prevenir do que, né, combater. É remediar, combater. Mas tem uma história que diz, né, que vamos, vamos à frente. Eu vou falar que nem o Gomes Faria. Você foi deputado com o Gomes Farias? Foi não, né? O Gomes Farias quando ele tá narrando e alguém liga para ele no a, ele diz assim: "Meu amigo, você só pode não estar me assistindo
porque eu não posso falar ao microfone e ao telefone". Cidadão desse que me ligou uma hora dessa, [risadas] mas muito provavelmente tá falando alguma coisa. Vamos aqui. O que que levou a você, como você mesmo disse, foi deputado, depois tentou outros processos a retornar. Essa decisão pessoal, aquela primeira que você pediu deliberação a Jesus, a Deus, ao seu Deus, você falou de novo com ele agora para essa nova missão? Falei, falei e eu brinco até que Jonas quis fugir da sua missão. Ele era chamado a salvar Níniv, que era uma Cidade que tava pegando fogo
e ele não foi e acabou indo parar na barriga da baleia, ficando três dias quando Deus depois tirou. Eh, eu na verdade não tô voltando porque eu nunca saí, nunca houve uma eleição que eu não tivesse participado para deputado nos últimos 20 anos. Eu participei de todas. Perfeito, perfeito. Então, eh, às vezes a situação é é muito penosa, principalmente na minha situação. Eu não tenho um padrinho político, eu não tenho um uma eu não tenho uma família envolvida na política. Eu não estou no sistema político, né? Eu venho da própria sociedade. A minha força é
da sociedade. Entendi. E essa força da sociedade nem sempre tá organizada. Nem sempre a sociedade tá acreditando que é possível transformar a política. Nem sempre a sociedade quer se engajar numa candidatura. Então eu acabo tendo esses desafios de poder participar da sociedade organizada e participar do processo político, porque senão a política fica entregue aos políticos, que muitos deles estão entranhados na corrupção, muitos deles, mesmo que não seja corrupção de dinheiro, eles estão numa corrupção onde não defendem aquilo que acredito que seja melhor para o país, mas aquilo que é conveniente, o que pedem para ele
fazer. É preciso vozes novas, uma coragem nova e uma política nova. E esse é um movimento, eu acho que é no Brasil, porque mesmo quando surgem novos, às vezes gera uma frustração enorme. A gente que bombou na rede social, tal, virou, ganhou para deputado, chegou lá, fez o quê? Pega 4 anos e vê o retrato do que que ele participou para contribuir. Então, nós temos dois extremos. ou uma pessoa com estrutura de poder e de governo já muito Consolidada e grande ou tem um populismo, né, muito forte, que pelo pelo seu discurso consegue convencer as
multidões. Eu tô nesse sanduíche aqui no imprensado, não [roncando] sou cantor, não tenho uma visibilidade grande. Muita gente não sabe nem que eu nasci, né? Eu preciso ir construindo isso, mas não desisti porque eu acredito que eu acredito demais no Brasil. Eu acho que nós temos, a nossa juventude tem um potencial gigante. Eu acho que os problemas que o Brasil vive hoje, eles não precisavam estar sofrendo essa marcura. Eu acredito em soluções. Pude ver isso na agricultura, pude ver isso agora na Secretaria de Inclusão Social, um programa que virou piloto nacional para poder fazer uma
mobilidade social. De que que adianta eu pegar uma pessoa, seu Francisco, a dona Bernadete e ficar 30 anos dar o Bolsa Família para ela? não resolve a vida dela, não é bom para ninguém. Então tem que ter um ganha ganha, tem que construir um caminho paraa saída disso, para o bem dela, para a dignidade dela, para a vida dela, né? Importante você citou aí, eu não tinha dito ao longo do nosso da nossa conversa que você esteve agora nos últimos meses como secretário do município de Maracanal do prefeito Roberto Pessoa. Como é que é trabalhar
com o Roberto Pessoa? Muito bom. O Roberto é uma visão larga, eh, é um homem que tem um espírito público impressionante e que ele coloca a experiência na prática, a esperança na prática. Ele não fica esperando que as coisas aconteçam, ele acredita, tem esperança e entra em movimento para implantar aquilo que ele acreditou. Ó, vivência, né? né? Caba diz é uma coisa, eu vi nesses últimos 20 anos, quem teve contra tudo e contra todos foi o Roberto Pessoa e não perdeu uma, né? É, foi deputado, foi prefeito, fez fez a a o seu sucessor, retornou
à prefeitura, fez a filha deputado estadual, deputado federal, fez o firme estadual e assim possível e era contra o sistema que a última eleição lá, o Julinho era o Julinho do Camilo, né? É isso. É muita competência administrativa, sem dúvida, porque Maracanaú tem dois Maracanaús, antes e depois de Roberto Pessoa. O que o Tasso fez pelo Ceará, que é impossível você dizer que ele não transformou o Ceará, você não pode dizer isso de Maracanaú. Maracanaú virou um município de referência nacional, fruto do trabalho do grupo político do Roberto Pessoa, liderado por ele. Muito respeito. A
turma tem por ele, né? Até os adversários têm. É incrível, né? E ele tá num nível tão massa que eu vou contar essa história pela milésima vez aqui no podcast, tava lá na FIEC, a empresa dele tava recebendo selo ESG, ESG, né? Aí ele falando tal, aí ele agradecendo, quero agradecer o Rio de Janeiro. Eu digo, aí o pessoal olhou o Rio de Janeiro, por quê? Porque graças ao Rio de Janeiro, todo mundo acha que a Bahia é a cidade da macumba. É, não. Quem mais faz macumba é o Rio de Janeiro, porque eu tô
vendo meus capotes tudo para lá. [risadas] Aí ele agradeceu o Rio de Janeiro e todo mundo riu aquela história. Então ele tá Assim num acho que num nível de vida tão bacana, tão realizado, tão apropriado da fé, porque ele também é um homem muito devoto, né? Principalmente é o padre Cícero e ele ele ele ajuda. Para quem não sabe, o Roberto Pessoa doa terreno, paga estruturas para que a gente possa deliberar a fé no estado do Ceará. Isso é muito importante. E ele não pede, ele não quer holofotes nem pede reconhecimento sobre esse fato. Então
é a grandeza do ser humano, né? Sem dúvida, né? Roberto é um grande ser humano. Ótimo. Carlos, eu vou retornar aqui uma situação inicial que a gente começou, que é a questão do Ciro, mas eu também quero puxar um pouquinho do To, porque ele ainda tá não como político, mas como um conselheiro maior desse grupo que se formou se formatou. Tanto Ciro como o próprio André Fernandes e o próprio capitão fazem esse reconhecimento, né? Ele tá participando desse processo, dessa reconstrução. As pessoas estão se aconselhando também com o T no sentido desta possível mudança. Paulo
To, qualquer pessoa que puder ter o privilégio de poder ter o seu apoio e conversar com ele, vai beber de uma fonte transformadora do Brasil democrático. Não vai se poder contar a história do Brasil sem passar por Tasso, porque ele que foi o grande animador pro Fernando Henrique mudou o Brasil. É, pouca gente sabe, talvez pouca gente sabe que até o nome dele era citado para ser o candidato a presidência e ele se abdicou desta vaidade, desse processo para colocar o nome do Fernando Henrique. Procede? procede e eh ele é um Grande articulador, um grande
político, um grande empresário e eh vai poder ajudar muito nisso. E eu acho que essa inquietude sobre a estado atual que o Ceará tá eh engajou o próprio Too nesse projeto político com o Ciro. Quando ele viu que você tava no projeto, que você ia ser que ia colocar seu nome à disposição, o que que ele falou para você? Não, nós temos uma amizade grande. Ele acredita muito na minha vida pública, sempre acreditou. Eu eu hoje eh tenho uma gratidão enorme porque descobri a vocação depois, mas a confiança que ele teve em mim enquanto jovem
para dar a ele dizia sempre, olha, se der errado, fui eu que errei. Se der certo, fomos nós que acertamos. Tá certo? É, me deu uma autonomia, uma liberdade de ação que é em comum, que os governos hoje não dão ao secretário. Essa visão administrativa, empresarial, incorporada dentro do poder público que o Tá trouxe pro estado do Ceará, foi foi o diferencial? Eu não diria uma visão empresarial, eu acho que a seriedade, a capacidade técnica de colocar é diferente. O poder público do poder privado, não dá para você transpor quem é um grande gestor na
área privada, pode ser um desastre na área pública. Não é assim tão igual. Eh, agora alguns princípios que foram estabelecidos, eles ajudaram o governo muito grande, que é o que há de mais moderno em gestão hoje. Governar por princípio. Se você pegar a Amazon, que tem quase 400.000 funcionários no mundo, ele tem 14 princípios que o governo Armazon. Hum. Eu acho que esses princípios que foram estabelecidos pelo Tarso, foram muito fortes que nenhum secretário se desviou dele. Honradez. Ninguém desvia recurso público, trabalha muito, entrega resultado, eh atrai equipes boas, eh enxerga bem os problemas e
busca resolvê-los. Perfeitamente. Tem tem uma definição também de um companheiro de vocês que está nesse grupo que é o prefeito de Juazeiro, o Gledson Bezerra. Ele disse o seguinte, fui, eu fui, eu fiz um podcast com ele da último, último ano que eu estive lá na Hippocrato. E aí ele disse assim: "Rubão, deixa eu fiz a pergunta sobre esse fato." Ele disse assim: "Rubão, deixa eu lhe responder da seguinte forma. Aqui na prefeitura de Juaz tem 9.000 funcionários. Você acredita que possa não ter corrupção? Eu acho difícil, mas se tiver eu descobrir, eu puno, porque
nós estamos passivos para isso. Então ele reconheceu que não é coisa, porque pode ser que ele você tenha seus princípios, mas ali quem ocupa um cargo, uma função, alguma coisa possa deliberar alguma coisa que não seja. Para mim foi a resposta mais sã no sentido de responder com clareza, porque se ó, aqui tudo não tem erro, tem situações, é gente, essa situação pode ocorrer, não é isso? Quero agradecer, mas antes de finalizar, a última pergunta é o seguinte, o rádio me ensinou, inclusive falei hoje com ele aguiar, a questão do improviso, né, essa coisa foi
legal, bate-papo até aqui, bacana, descontraído. Aí o rádio me ensinou que dizia o seguinte, você descolado, Rubão. É, aí no final você dizia o seguinte, as suas considerações finais, se eu esqueci alguma coisa a perguntar, por gentileza, se manifeste aqui nesse nesse momento. Quero agradecer e quero dizer que é muito importante nós termos uma imprensa livre assim que escuta o Rubão hoje. Eu acho que é uma referência para mim. É, ontem eu recebi a secretária de educação, hoje tô lhe recebendo para saber os dois polos que a gente tá, viu? Recebe a todos, porque eu
acho que pra sociedade é muito rico poder ouvir as duas partes. Você presta um grande serviço. Obrigado. Presta um grande serviço. E eu e eu eh acho que nós cearenses temos uma responsabilidade sobre o nosso futuro. Não dá pra gente ficar terceirizando, né? Então, as escolhas que se fizer, é, daqueles que vão nos governar e daqueles que vão construir esse Ceará, que nós sonhamos, faz parte da atuação que cada um de nós faz. Eu tô querendo fazer a minha parte, querendo eh não é nunca fácil, né? E sempre você coloca em sacrifício a família, você
coloca em sacrifício os seus projetos pessoais, coloca em sacrifício os seus negócios, mas vale a pena quando a gente luta para poder eh saber que essa vida a gente não levou em vão, uma vida medíocre. Nós conseguimos participar de projetos transformadores, estruturantes. É isso que eu eh me anima, que faz eu me levantar da cama todo dia com alegria e com vontade de transformar o mundo. Você falou um detalhe aí, passou um filme você falando, eu nem dizer, mas persistiu aqui na minha cabeça. Segunda-feira eu fui ali na Cristo Rei que tem a coroaçãozinha, tal,
o padre Eugênio tal, né, que ele desce baturé, mas essa segunda não foi ele não. Sim. E aí teve hora que o padre, até me esqueci o nome do padre que que fez a a a missa, mas a coroação, mas muito gentil, muito educado, muito sabio. Aí ele disse: "Aproveita esse momento aqui para pedir e tal". Eu digo que eu pedi, meu Deus do céu, nós temos que agradecer, agradecer a Deus por cada momento. Eu disse assim: "Mas eu não tenho mais o que pedir não, rapaz. Eu já tenho tudo que eu quis na minha
vida, eu tenho que agradecer." E aí naquele processo de agradecimento, eu comecei ali, a lágrima caiu, acho que de uma forma, né? de gratidão mesmo. Eu eu realmente, viu, ô deputado ou secretário Carlos Matos, eu não tenho mais assim assim, se eu pedir mais, eu seria injusto comigo mesmo, mas se ele me der eu aceito. Claro que a gente aceita, né? E eu acho que é faz parte desse seu processo aí, porque um homem com família, um homem de fé, um empreendedor, empresário, não precisa est se submetendo a algumas coisas que a política é escrota,
rua às vezes não reconhece aquilo que foi implantado, a história que as pessoas às vezes não reconhecem e é um desafio. Então vamos agradecer e eu acredito que você tá agradecendo também essa nova oportunidade. Muito grato, né? Quando a gente tem saúde, tem vontade de lutar e também não se sente só. Eu não me sinto só naquilo que eu acredito. Eu vejo uma multidão de pessoas que ao longo dos anos eh acreditam como eu, de que é possível Fazer um Ceará diferente, lutar para esse Ceará que a gente acredita. Ótimo. Beleza. Obrigado, meu amigo. Saúde
e paz, felicidades. Que Deus abençoe você. Bate meu nome nas orações, viu? E da minha turma aqui do Davi também para ele sair da Bet. Coloca o meu também. Vamos rezar pro Davi sair da B. sair da bet que ele não tá aguentando não. Tá bom pessoal, tô agradecendo mais uma oportunidade. Obrigado. Obrigado. Valeu. Já sabe, TV Show 9.2. A TV na telona é na TV Show, na telinha é no programa do Rubão, tá certo? Até a próxima oportunidade. Semana que vem vamos estar no Cariri, viu? Vamos fazer podcast lá, vamos fazer a cobertura da
Espocrata e muitos detalhes que vão acontecer lá na terra de Padim. Sisso, valeu. É rubão. Pronto. [música] É rubão. Podcast do Rubão. É rubão. [música] É rubão. É rubão. Uh. Política na palma da mão, [música] se inscreve e ativa o sininho. Então, podcast do Rubão é informação. É rubão, [música] é rubão, é rubão. Ceará inteiro na conexão. Inscreve.
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