Doito da cidade do Rio de Janeiro, >> do presidente da Fiocruz substituto >> Rangel, da coordenadora do centro de saúde da Escola Nacional de Saúde Pública, Janine Nascimento dos Santos, da conselheira do Conselho Gestor Intersetorial da de saúde de Manguinhos, Helenice Pessoa. >> Então, senhoras e senhores, para dar Início às intervenções, ouvem-se as palavras de boas-vindas do presidente substituto da Fio Cruz, Waltler. Comigo mesmo, >> comigo mesmo. >> Opa, boa tarde, gente. Esperar ele cumprimentar. >> Ah, desculpa. >> Falar aqui. Falar aqui. >> Obrigado, presidente. Não. Boa tarde para todos e todas. Boa tarde para
todo mundo aí. Beleza, presidente. Prazer tá aqui mais uma vez com o senhor. Eu tenho pouco tempo para falar, mas eu queria dizer da nossa emoção enquanto Fundação Osvaldo Cruz de recebê-lo mais uma vez aqui. O senhor faz parte do passado, do presente e do futuro da Fundação Osvaldo Cruz, né? Aquela escola que tá ali foi o senhor que inaugurou, né? Senhor inaugurou o CDTS, o senhor fez concurso público, o senhor fez aqui muitas coisas que são muito importante pra gente. Toda A nossa produção de vacina, nós devemos muito ao seu governo e o Brasil
deve muito ao seu governo nesse sentido. E a Fiocruz tá aqui para colaborar e aqui nós temos ex-presidentes, não posso falar de todos que estão aqui, mas temos ex-presidentes, muita gente aqui da Fi Cruz ouviu o carinho enorme que as pessoas têm com o senhor. Então eu queria dizer isso. A segunda coisa que eu queria dizer é que o Mauro, o Mário, não tá aqui porque ele tá em Lisboa numa Tarefa que o ministro pode falar melhor do que eu que tava lá com ele, levando a Felcruz também paraa cooperação internacional, né? E isso é
muito importante porque isso coloca o Brasil numa outra cena, uma outra cena de da produção do complexo industrial da saúde na uma outra cena da pesquisa no mundo. E o Mário tá lá fazendo isso. A gente sabe que o senhor estimula o Mário, Mário inclusive reclama muito que toda vez que ele viaja com o senhor, o senhor Pede para botar uma Fioocruz em algum lugar. Então, é sempre uma uma coisa importante pra gente eh eh ter isso na cabeça. Eu acho que a gente tem muito hoje o senhor tá vindo aqui para ver a carreta
da mulher, o senhor viu a implantação do Implanon. Implanon tem uma participação muito grande das pesquisas também da Fundação Edvaldo Cruz. E é é muito importante que a gente diga o seguinte: a saúde da mulher faz parte do nosso DNA. Nós temos o Instituto, cadê o pessoal? tá aí do Instituto Fernandes Figueira, o Instituto Nacional da Saúde da Mulher, Criança, Adolescente, né, que hoje tá assumindo o Hospital da Alagoa, que agora assume o Hospital da Alagoa também numa numa proposta que foi construída pela ministra Anisa, levada adiante pelo ministro Padilha, né, e muito mais do
que isso, a gente faz muita pós-graduação, muita atenção primária para a saú da mulher. Sor viu a carreta O quanto que é importante e o futuro que eu acho que tá nisso. O futuro tá a gente conseguir expandir mais ainda, fortalecer mais ainda o Sistema Único de Saúde para essas periferias como essa daqui. Cadê o pessoal de Manguins aí? Esse povo da periferia que a gente tem aqui, a diretora nossa ali do a Janine, diretora do nosso centro de saúde, a Helenice que tá ali, que é daqui de Manguinhos e que trazem aqui essa potência.
bolos, essa potência Das periferias aqui pra gente. Então, o SUS fortalecido são as periferias fortalecidas. A Fiocruz está conosco, não é isso, Simone? A Fio Cruz tá conosco. A Fio Cruz tá com com essas periferias. Fio Cruz tá trabalhando em torno disso. Então, presidente, só tem uma palavra aqui, agradecer muito o senhor por dar eh toda essa energia pra gente e fazer com que a gente possa cada vez crescer mais, fazer o Brasil crescer mais e o Sistema Único de Saúde crescer Mais. agradecer muito em nome da Fundação Valdo do Cruz a presença de todo
mundo aqui passando essa energia pra gente, passando essa vontade de cada vez fazer mais, gente. Um abraço. Viva o Sistema Único de Saúde. Viva o presidente Lula. Um abraço. Obrigado. Obrigado. Valeu, meu presidente. >> Fará uso agora da palavra o prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere. Bom, gente, boa tarde para todo mundo. Presidente, como é bom ter o senhor no Rio de Janeiro com a frequência que o senhor tem vindo desde que foi eleito novamente presidente da República e cada vinda do presidente Lula Jang e de todo o time do governo federal,
a gente tem certeza de mais investimento pro Rio e o ministro Padilha e o presidente Lula sabem que a certeza de mais pedidos Nossos para o governo federal. Mas a gente tá num momento, e eu faço questão de fazer os registos aqui, esse momento em que vai se aproximando, é hora da gente fazer o balanço do que o governo fez para que as pessoas possam comparar. E eu vou sempre restrito aqui a legislação eleitoral, me limitando, mas também de olhar pro futuro, né? Então eu tô então tô saudando aqui a deputada Jandira Fegal, o deputado
Lindberg, nossa deputada Benedita, a Nossa querida Nísia Trindade, sempre presidente da Fiocruz. Viva Nísia, >> viva Nísia Trindade, viva vacina. Tá aqui todo o time do governo. Vou cumprimentar na figura do ministro Boulos e cumprimentar o governador Ricardo Couto, a quem eu peço sempre muitas salvas de palmas pro nosso governador Ricardo Culto. Presidente, ministro Padilha, presidente, eu me lembro em 2023 A primeira inauguração que nós fizemos aqui no Rio de Janeiro juntos, eu era o secretário da Casa Civil. prefeito Eduardo Pa-eleito, novamente presidente da República. Nós inauguramos juntos um centro de especialidades, o Super Centro
Carioca de Benfica, com 21 especialidades, das mais diversas, para que a gente enfrentasse na época, presidente, quando o prefeito Eduardo Paito em 2020 Novamente, a gente tá batendo todos os recordes de fila do CISG. Eram mais de 600.000 1000 pessoas acumuladas. E é importante ter isso claro, que era mais do que tá na fila, era sem nenhuma perspectiva de fazer os exames, sem nenhuma perspectiva de fazer as cirurgias que precisavam fazer. E esse foi um dos grandes temas da eleição de 2020, pandemia, a necessidade da gente avançar com a vacinação, mas as pessoas esperando na
fila das especialidades. De lá para cá, presidente, nós inauguramos juntos o Super Centro Carioca de Benfica. Quem já foi no Super Centro Caroca de Benfica aqui? Bom demais, não é, >> presidente? É o serviço público de saúde nosso mais bem avaliado. Tem uma aprovação que as pessoas entram e falam: "Caramba, não é possível que isso aqui é assim, mas é possível sim, porque esse é o padrão do SUS". >> Esse é o padrão do SUS. Nós >> nós cadê nosso coordenador? Esse cara >> ó lá. nosso coordenador do Super Centro tá ali, presidente. Nós inauguramos
o Super Centro Carioca da Zono também o centro de especialidade junto com o governo federal. Nesse centro, além da gente atender várias especialidades, é o primeiro centro com uso de Ozenique na rede pública de saúde, também com apoio do governo federal. E de lá para cá, eu tô falando das especialidades. O Ronaldo Gazola virou um centro de especialidade de cirurgia, referência aqui no Rio de Janeiro, sempre em parceria com o governo federal. Mas eu faço questão de dizer isso. Tem uma coisa que envergonhava muito os cariocas e os fluminenses, que era a realidade da rede
federal aqui no Rio de Janeiro e que todo mundo sabe exatamente quem mandava nos hospitais federais no governo anterior. Todo mundo Sabe. Isso era conhecido. que a gente vem mostrando com antes e depois qual é a diferença pro Rio de Janeiro de ter um presidente da República que defende o Rio, que defende o SUS e que tem uma agenda só, gente, né? O, aliás, eu, Será que eu posso falar ou não? >> Melhor não, né? Ah, mas a população sabe de quem eu tô falando. >> Como é que podia a rede federal aqui no Rio
de Janeiro, quem mandava na rede, ter mais interesse no estacionamento E na no serviço de distribuição de comida do que no atendimento da população com os hospitais da rede federal. Então, acho que todo mundo já entendeu o recado, mas de lá para cá, presidente, nós reformamos inteiramente com o investimento do governo federal de mais de R 600 milhões deais com a prefeitura administrando, o Hospital Federal de Andaraí, o Hospital Federal Cardoso Fontes em Jacarapaguá, o Hospital Geral de Bom Sucesso foi reaberto integralmente. Hoje a gente vai no into, certo? Vamos no in o hospital federal
dao voltando ao pleno funcionamento, esqueci algumanema. >> Hospital federal de Ipanema também pleno funcionamento. Tudo isso, presidente, porque o senhor tem uma direção muito clara, defender os SUS, defender a população. Isso faz muita diferença na Vida da gente, né? Hoje a gente tá aqui, visitamos aqui a carreta de saúde da mulher. Só aqui no Rio de Janeiro, J, essas cinco carretas estão ativas hoje. Nós já atendemos com essas diferentes especialidades, por isso eu falei de especialidade, 50.000 pacientes. 50.000 pessoas. 50.000 pessoas que antes iam ficar na fila esperando. E a gente faz questão de dizer
isso, que é antigamente, quando a população mais pobre não tinha médico, Não tinha clínica da família para ir, ter doença era coisa de rico. O pobre não tinha nem direito de ter doença, porque não tinha uma clínica para ir, não tinha a chance de ter um atendimento no médico, de fazer um diagnóstico >> e morria. morria, porque diagnosticar doença, fazer o exame, fazer o tratamento, não pode ser só para rico. E é isso que o SUS, com as clínicas da família, com os centros de especialidade representam. Então, essas 50.000 pessoas, os mais presidente, a gente
saiu na cidade do Rio de Janeiro em 2021, na verdade 2020, né? Eram 300, 400.000 procedimentos de especialidade. No ano passado foram mais de 3 milhões de procedimentos, exames, diagnósticos, cirurgias que a gente fez na cidade do Rio de Janeiro. 3 milhões. E claro, o ministro Padilha sabe disso, não só da cidade do Rio, mas a gente fazendo também na região metropolitana. Então, presidente, falo aqui em nome dos Cariocas, faço questão de fazer esse registro porque agora é hora da gente fazer o balanço. Mas eu não podia deixar de olhar rapidamente pro futuro. A gente
tá na Fio Cruz. Faz duas semanas, o time da Fiocruz, o Mário e o time da Fio Cruz me visitaram na Prefeitura do Rio e eles têm um sonho aqui para Fio Cruz. Eu acho que eu tenho dever de dizer. Aliás, a Fiocruz foi fundada por um prefeito do Rio há mais de 100 anos atrás. A Fio Cruz tem o sonho de construir um outro complexo industrial, um outro complexo de pesquisa, de desenvolvimento de conhecimento. Volcllar sabe bem disso, na região portuária do Rio. E já tá, pelo que eu soube, já tá inscrito no PAC
ou tá se inscrevendo no PAC. Tá se inscrevendo no PAC. E aí é o seguinte, tem um tem um prédio que ia ser um nome uma nova sede do Banco Central na região portória do Rio que tá parado lá, não Foi o Banco Central para lá. E na frente tem um terreno espetacular que também pertence ao governo federal que dá uma vista pra Bahia de Guanabara. É lindo esse lugar. É o sonho de consumo da prefeitura do Rio da Fiocruz pra gente construir a futura planta de pesquisa, desenvolvimento. Certo, Vcle, não é verdade? Não nega,
não. É verdade. É mais de R 1 bilhão deais de investimento pra gente seguir avançando com a indústria da saúde aqui no Rio de Janeiro. E a segunda coisa, só dizer, fazer um anúncio aqui. A Fiocruz pediu pra Prefeitura do Rio que a gente limitasse o potencial construtivo em três terrenos aqui na frente da planta da Fiocruz para que a gente juntos possa concorrer, para que a Fio Cruz seja patrimônio da humanidade, da UNESCO. Uh, >> então, como eu não sou candidato, eu posso anunciar, presidente. Então, estamos aqui juntos anunciando. A gente vai Limitar o
potencial construtivo para que possa, né, esse lugar incrível, tão importante pro Brasil, disputar e certamente ser escolhido com patrimônio da saúde mundial, patrimônio cultural mundial aqui no Parque da Fioocruz. Vivo SUS, presidente. Muito obrigado. Viva o presidente Lula. Viva a saúde pública do Brasil. Senhoras e senhores, teremos agora a oportunidade de ouvir as palavras da senhora Janja Lula da Silva. Eduardo Piducho, >> esse prefeito cria do Eduardo Pais. Piduncho, Piduncho. Gente, bom dia. Ho, já boa tarde, né? 15 pras duas. Boa tarde. Boa tarde a todos e principalmente a todas as mulheres que estão aqui
presentes. O meu mais abraço carinhoso para vocês todas. E eu vou falar bem rapidinho porque assim, há há uns há um mês, um mês e pouco, eu venho planejando com o meu marido da gente vim visitar a o Equipamento que é a carreta, né? Eh, para eu poder fazer o a minha mamografia. E eu acabei de fazer ali na carreta. Acabei de fazer a mamografia e eu queria dizer da importância desse exame e da importância de hoje o SUS, ministro Padilha, hoje ter disponível esse exame que a gente sabe de como a fila era complicada,
a demora que uma mulher eh tinha para fazer esse exame, que é fundamental pra gente detectar, né, Qualquer problema com antecedência e poder fazer os procedimentos de prevenção. Então, então eu quero dizer que eu tô muito feliz que hoje todas as mulheres têm acesso a isso. Hoje a fila do desse exame praticamente zerou aqui no no Rio de Janeiro, né, ministro prefeito. Então eu tô muito feliz. Além da mamografia, a carreta da mulher, né, da saúde da mulher. Isso que é mais importante falar, né, da importância de de nós mulheres, né, termos esse Cuidado, termos
essa atenção, termos esse olhar. O presidente Lula sempre fala que governar é muito mais do que fazer a gestão de tudo, mas cuidar das pessoas. E hoje esse olhar paraas mulheres da preocupação dele. E eu e eu sou testemunha de que esse sonho, né, amor, da dos mais médicos, dos mais especialistas, das carretas, era um sonho que ele tinha desde o primeiro e segundo mandato. E nesse terceiro mandato ele consegue eh realizar, né, Concretizar, porque é isso que nós mulheres queremos, né? A gente quer concretude dos nossos sonhos. Eu acho que através, né, do Ministério
da Saúde, a gente tá vendo essa concretude desses nossos sonhos de poder vir aqui ser atendido com toda dignidade, que é isso que nós queremos, né? Nós queremos dignidade. E o ministro Padilha tava me falando que todo esse esse disponível que a gente tem, né, que 80% do que já foi atendido nas carretas, né, é de Mulheres, mulheres que procuram esse atendimento. Então é muito importante. A gente sabe que nós nos cuidamos mais do que os homens, mas também faço apelo aqui para que os homens também procurem, né, fazer os seus exames. Nós mulheres, a
gente nós temos uma complexidade um pouquinho maior. Então é importante hoje a gente poder ter disponível, né, através do SUS. E a gente também conheceu ali, né, amor? Presidente, desculpa, É o hábito. A gente conheceu também o o sistema contraceptivo implanerna, né, de contraceptivo. Então isso é muito importante, principalmente pra prevenção de gravidez de adolescentes. Isso é muito bom, porque uma menina com 16 anos quando engravida, né, ela tem a responsabilidade de ser mãe, mas ela também pode ter seus sonhos interrompidos, seus sonhos de de estudar, de terminar o ensino médio, de Fazer uma faculdade.
Então, a gente tem isso disponível na rede. Prevenção para mim é a palavra chave de tudo. Então a gente, né, faça um apelo aqui paraas mães que t as meninas adolescentes, que levem elas na unidade de saúde, que conversem com os médicos, com as enfermeiras, com os agentes de saúde para realmente eh fazer a prevenção de gravidez de suas filhas, das das meninas adolescentes e também das mulheres, né, que estão ali querendo construir seus Sonhos. Então, eu tô muito feliz. Agradeço ao Ministério da Saúde por essa vitória Padilha. essa vitória é sua e do presidente
Lula, sabe? Tudo isso, tudo isso que atinge diretamente a vida das mulheres. E eu falo muito disso, é de uma de uma importância sem tamanho para nós. Talvez eles não consigam ter a dimensão, homem, né? Talvez não consiga ter a dimensão do quanto que isso é importante pra gente de sair com o resultado na mão, como eu acabei de Pegar meu laudo ali agora e ver que tá tudo bem, né? Mas mesmo eh e mesmo assim, graças a Deus, e mesmo assim você poder pegar um laudo, né, com antecedência, poder, se tiver algum problema, fazer
o tratamento e pelos pelo mais especialistas agora a gente também pode, né, as mulheres também pode. É, o ministro Padilha falou esses dias num evento que a gente foi entregar um aparelho de radiologia, que é um aparelho importante para fazer o Tratamento do do câncer de mama de radioterapia, desculpa, eh para fazer o tratamento de câncer, um aparelho moderno que o SUS também, né, tá colocando em todas as unidades da federação, em todos os estados. O tratamento agora diminuiu praticamente pela metade por conta do do equipamento que é muito moderno. Então, uma mulher que fazia
30 sessões de radioterapia, hoje faz 15. Então, quer dizer, o impacto para ela é muito menor. Então, Isso é muito muito Então, isso é muito, muito importante. Eu só tenho agradecer. Vou sair daqui com meu laudo zerada. Tô ótima. E eu, né, faço o apelo aqui para todas as mulheres que procurem as carretas, procurem os hospitais, procurem as unidades de saúde, porque hoje o atendimento à saúde da mulher tá nota 10. Obrigada. >> Senhoras e senhores, eu passo agora a palavra ao senhor ministro de Estado da Saúde, Alexandre Padilha. >> Olá, Fio Cruz. Presidente, eu
antes de começar a falar, tem uma coisa, presidente, que aconteceu essa semana e não tinha lugar melhor no Brasil pra gente poder fazer isso, que não fosse aqui a nossa Fundação Osvaldo Cruz, que já teve o Akira e o Moriel como presidentes, já teve a Níia, a Trindade como presidente da Fiocruz e o Ministério da Saúde. que essa semana, presidente, tá tendo a Copa do Mundo de Futebol, né, >> que o Brasil ficou já foi eliminado há muito tempo. Mas tem uma outra Copa do Mundo que é a Copa do Mundo da vacinação, que o
UNICEF, que é aquele fundo da Organização das Nações Unidas que preocupa e tá na proteção das crianças, soltou um relatório que faz com que o Brasil, que tava na lista dos 20 países com maior número de crianças não vacinadas, o UNICEF Reconheceu que quando começou o governo do presidente Lula e a ministra Anise ali liderando o ministério. No começo a gente tinha recebido 360.000 crianças semem estar sem estarem vacinadas. Isso caiu para 240.000 em 2024 e para 2025 caiu para 50.000. E o UNICEF com esse dado de redução para 50.000 reconheceu que o Brasil Saiu
da lista, não é, dos 20, dos 40 países que menos vacinavam crianças. E por isso a Pastoral de Saúde, eu quero chamar aqui a Vera, que é a coordenadora da Pastoral da Criança, Saúde da Criança, que sempre trabalhou tanto pela proteção e vacinação, quer entregar um troféu para essa que é uma grande figura brasileira, igual o Pix. Esse é nosso, a grande figura brasileira, um herói brasileiro, Zé Gotinha do SUS, para receber o troféu que o Brasil tá na série A do Campeonato Mundial de Vacinação. E nunca mais vamos deixar alguém querer botar o nosso
país na segunda divisão da vacinação de novo. Aí, Zé Gotinha, parabéns. Craque, craque do craque da rodada, Zé Gotinha, >> vai lá, vai lá junto com o presidente Lula, Vera, Vera da Fast Janja junto, Zé Gotinho, o craque da rodada. >> E agradecer muito a Fio Cruz. Outra coisa, como disse aqui o Valcler, essa semana, presidente, a Fiocruz, o senhor é o presidente responsável a ter levado a Fioocruz para todos os estados do nosso país. Em quase todo o estado do Brasil tem uma sede da Fiocruz. E aonde não tem sede já tem parceria. Até
em São Paulo, presidente, até em São Paulo. Até em São Paulo, lá além da parceria com o Instituto Butantã, foi firmado agora na USP de Ribeirão Preto, uma parceria da Fiocruz. >> Por que até São Paulo? >> Porque era o único estado que não tinha. O senhor sabe que o estado, eu que sou paulista, a gente sempre reconhece, São Paulo por muito tempo queria negar as grandes instituições nacionais, criou uma universidade própria, tinha o Instituto Butantã, que foi criado mais ou menos na mesma época da Fundação Osvaldo Cruz e a Fiocruz foi expandindo para vários
estados do país, mas São Paulo não procurava parceria com a Fiocruz. Hoje até em São Paulo tem uma parceria com a USP de Ribeirão Preto, além da assinatura do casamento que foi a Nísia que fez, ela foi o ela foi que celebrou a união do Butantã com a Fiocruz, fazendo a parceria da Fiocruz com o Instituto Butantã. Agora, essa semana o Mário tá lá em Lisboa porque agora Fiocruz tem Escritório até em Portugal na Europa. Abriu lá o escritório que foi um pedido do senhor, o senhor que tinha pedido para que fosse criado isso em
2023. vai criar um escritório também na Etiópia, no continente africano. E além a o o Mário tá lá em Lisboa, mas antes de Lisboa a gente passou pro Moçambique em Angola porque foi inaugurado em Moçambique a primeira Escola Nacional de Saúde Pública do Continente Africano, Graças à parceria feita com a Fiocruz e o Ministério da Saúde de Moçambique. A Escola Nacional de Saúde Pública de Moçambique é inspirada na nossa Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, aqui da Fioocruz. E nós firmamos lá a parceria, presidente, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, a Escola Nacional
de Moçambique e a Escola de Saúde Pública de Lisboa criar a primeira escola multinacional Para todos os países da língua portuguesa, para formação profissional. qualificação profissional. Então, tem um time da Fiocruz que ficou por lá, por isso que não tá aqui. Mas eu tô muito feliz, presidente. Quero saudar aqui o nosso prefeito, nosso governador, em nome do Val Clé, saudar toda Fio Cruz aqui, a Janine, que é coordenadora do Centro de Saúde que a gente estava visitando, toda a comunidade Simone, em nome da Simone sa >> de Manguinhos. Mas tô muito feliz, presidente, porque o
senhor teve a oportunidade, o senhor já conhecia as carretas do Agora tem especialistas, o senhor já tinha visitado carretas da parte do cirurgia oftalmológica e da visão. O senhor já tinha visitado a carreta que faz tomografia, que tá espalhada em todo o país. A gente queria muito que o senhor visitasse a carreta de saúde da mulher. Primeiro, porque saúde da mulher é a prioridade absoluta Do seu governo e do Ministério da Saúde. As mulheres são maioria da nossa população >> e só tem homem nesse mundo porque foi parido por uma mulher. >> Então são mães
da minoria. As mulheres são aquelas que mais usam o sistema de saúde. Todo serviço de saúde, quando você vê, são mais mulheres que usam o serviço de saúde. As mulheres, em geral, quando é um homem que tá na unidade de saúde, Presidente, é a mulher que tá junto. Quando é o filho, em geral, é a mãe que tá junto. Quando é o pai, em geral, é a filha que tá junto ou a esposa. Quando é o avô, em geral vai a neta, troca de horário com a filha, troca de horário com a esposa. As mulheres
estão do lado dos homens, são as que mais usam serviço de saúde. E as mulheres são a grande maioria das profissionais de saúde no Brasil, né? Só ver aqui, ó. Fio Cruz. A grande maioria são mulheres com Profissionais de saúde. A única profissão da saúde que não tinha mais mulher do que homem, que era a profissão médica, desde 2025, graças a essa transformação que tá acontecendo no Brasil, a gente já tem mais mulheres médicas do que homens, mostrando a força cada vez mais das mulheres na saúde. E por isso é prioridade absoluta do Ministério da
Saúde, do seu governo, a saúde da mulher. O senhor teve a oportunidade de visitar aqui duas ações Muito importantes. O senhor e a primeira dama, a Janja, conheceram a transformação que isso pode acontecer. Primeiro eu quero falar do implan. Essa tecnologia que é coloca ali no braço da pessoa uso intradérmico que ao colocar nessa mulher garante por pelo menos 3 anos a prevenção na gravidez. Então é uma ótima tecnologia, sobretudo para adolescente jovem. Todo mundo sabe que adolescente jovem Tem contraindicação para usar o Dil, tem muita dificuldade às vezes de usar as pílulas anticoncepcionais, os
outros métodos. Às vezes tem até vergonha de ter uma caixinha ali de pílula, porque às vezes tem pressão na família, pressão na escola. Então essa tecnologia vem para ajudar muito, dar mais autonomia paraas mulheres e era uma tecnologia, presidente, inacessível à grande maioria da população. Custava, ainda custa hoje numa clínica privada, se qualquer mulher Do Rio de Janeiro fosse aqui numa clínica para fazer o implanão, tem que pagar entre 3.000 a R$ 5.000 para colocar. Maior parte do pessoal falando 5.000, 3 a R$ 5.000. Graças ao senhor, ao seu governo, essa tecnologia agora tá no
SUS desde ano passado. Nós já colocamos em mais de 500.000 mulheres no nosso país. Para isso, o Ministério da Saúde fez a maior compra mundial desse produto. A gente Comprou 1.800.000 unidades que estão distribuídas em todo o Brasil. O segundo país que fez a maior compra comprou 80.000. Isso é o tamanho do SUS. Por isso que nós já estamos conversando com essa empresa que hoje ela produz lá fora, que ela faça uma parceria com a dona Fio Cruz aqui para produzir aqui essa tecnologia, a gente se apropriar dessa tecnologia gerando emprego, conhecimento e renda. Rio
de Janeiro. Rio de Janeiro, com esforço aqui da prefeitura, todo o esforço feito pela Secretaria de Saúde, tá aqui o secretário Rodrigo, a Fernanda, que é secretária adjunta, já vinha colocando esse esse essa tecnologia aqui na cidade do Rio de Janeiro, antes mesmo desse apoio do governo federal e já teve uma redução de 82% na gravidez, na adolescência por est utilizando desde 2024. Saiu de 17 para menos de 5.000 e a gente tem certeza absoluta, a gente tá no Brasil inteiro, nós vamos ter um impacto rápido na redução da gravidez da adolescência, assim como a
gente já teve da vacina da bronquiolite. A vacina da bronquite que a gente colocou no SUS já ultrapassou 1 milhão de gestantes que tomaram a vacina. Toda gestante a partir da 28ª semana tem que tomar a vacina. reduziu, saiu o resultado dessa semana em 52% Das internações de bronquiolite em um ano das nossas crianças no nosso país. E nós vamos enfrentar esse tema da gravidez na adolescência, porque todo mundo aqui sabe que muitas vezes um adolescente, uma jovem tem uma gravidez que não foi planejada, significa muitas vezes ela sair da escola, sair do do trabalho,
perder inserção do mercado de trabalho. se é uma pesquisadora, muitas vezes agora tem regras, inclusive, felizmente ao seu governo, ciência e Tecnologia, a Fiocruz, tem regras para proteger a pesquisadora que engravida, mas muitas vezes tem dificuldade de fazer a sua tese, concluir seu trabalho, tem redução na progressão da carreira. Por isso que o SUS tem que garantir o que tem de melhor, mais moderno, mais acessível para as mulheres terem autonomia pro planejamento familiar decidir quando que quer engravidar, quando que tá preparada para isso. E a gente tem tecnologia para isso. >> Segunda coisa que o
senhor conheceu e viu aqui foi a carreta da saúde da mulher, que a eu acho que nem precisa falar nada porque o relato feito aqui pela Janja é o melhor relato possível. Ó, gente, a primeira dama do país fez a mamografia na mesma mamografia que a comunidade de manguinhos tá fazendo aqui. É isso. É isso o significado. Igual essas carretas, presidente, a gente já chegou nesse mês a 92 carretas Espalhadas em todo o país. No mês de agosto chega a 106 e até o final do ano serão 150 carretas espalhadas pelo país. Nós já passamos
por mais de 3.000 municípios, já tiveram pessoas atendidas. São mais de 600.000 pessoas que já foram atendidas numa estrutura que tem que ser móvel, porque você vai para um local onde você não precisa ter estrutura fixa, mas só sai de lá quando zera a fila daquela cirurgia, daquele exame, da daquele procedimento que Precisava ser feito, como a gente tá fazendo aqui, a de manguinhos tá saindo daqui daqui a uns dias, mas vai vir outra. É, é essa, essa carreta veio para cá, presidente. Na última vez que a gente veio aqui, pessoal de pediu, prefeitura já
fez o pedido, tá aqui, vai vir outra de tomografia, de cirurgia visual, até zerar o que for necessário pra gente continuar aqui no Rio de Janeiro. >> Aqui já no Rio de Janeiro tá rodando o Estado inteiro, estamos rodando em todo o país para que a gente, Isso tá ajudando a quê? Além de resolver fazer o exame de prevenção, às vezes preparar para uma cirurgia, também ajuda a gente acelerar cirurgias eletivas. Nós terminamos 2025 com quase 15 milhões de cirurgias eletivas nesse país. Isso é 42% a mais do que foi feito no começo, no comecinho
do seu governo, ou seja, reduzindo o tempo de espera quem espera tanto tempo. Daqui a pouco nós estamos Indo lá pro Into, o Instituto Nacional de Traumatortopedia. E eu quero agradecer muito aqui o prefeito, porque a parceria com a prefeitura, como ele contou aqui, parceria com o caso do Hospital da Alagoa, a parceria com o Grupo Hospitalar Conceição, que é empresa do Ministério da Saúde, no caso do Hospital Bom Sucesso, a própriação dos servidores trabalhadores do Hospital Ipanema, a parceria fundamental com a Fiocruza, com A Fiotec nesses três institutos nacionais, o Inca, o Instituto de
Traumato Ortopedia, Instituto de cardiologia estão ressuscitando, presidente, ressuscitando a rede de hospitais federais que tava sofrendo um verdadeiro apagão. Teve hospital federal aqui que fechou a UTI de criança de mulheres no meio da pandemia. Teve hospital aqui que tinha a sua unidade de queimados, que Andaraí é a primeira unidade de queimados da História do país, praticamente desativada. O Instituto Nacional de Traumatopedia tava com 101 leitos fechados. O senhor vai lá agora à tarde para ver os 101 leitos, presidente, funcionando, tratando do povo do Rio de Janeiro. Seis salas de cirurgia abertas e mais de 40%
de aumento de volume de cirurgias pelo Instituto Nacional de Automatopedia. O senhor presidente tá devolvendo os hospitais federais do Rio de Janeiro pro Verdadeiro dono deles, que é o SUS e o povo do Rio. Ninguém pode querer se meter a ser chefão ou dono dos hospitais federais do Rio de Janeiro, como a gente vivia aqui nesse estado, desse país. Um grande abraço, vivo SUS. E muito obrigado, presidente Lula. Senhoras e senhores, agora nós teremos a oportunidade de ouvir o governador do estado do Rio de Janeiro em exercício, desembargador Ricardo Couto de Castro. Boa tarde a
todos e a todas as mulheres que aqui estão. Todos sabem que não sendo político, eu não tenho o dom da oratória, tanto do prefeito quanto do ministro Padilha, que no último encontro que eu tive aqui, o presidente mencionou que competia com o falecido presidente Fidel quando falava, não é? Eh, mas nesse momento onde todos que aqui vieram e transmitiram através de falas a Importância da data de hoje deste evento, mencionando toda a dimensão que representa no plano da saúde, a mim compete, como já feito aqui, agradecer a presidência da República por tudo que vem fazendo
pelo Rio de Janeiro. Há uma coincidência de visões. Todos sabem que eu sou magistrado. No âmbito do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, nós temos a justiça itinerante, onde o ônibus ele vai à comunidade e presta suas atividades. E com uma alegre surpresa, eu vejo essa iniciativa da carreta da mulher. E aqui eu gostaria de dizer que a importância que nós temos que ver no âmbito da chefia do executivo, quando nós olhamos para o judiciário, é muito comum mencionarmos a importância do conhecimento, mas a sensibilidade, a sensibilidade para julgar. Quando nós olhamos para uma
pessoa que Deve ocupar a chefia do executivo, nós devemos ver a sensibilidade social. E hoje, eh, há um simbolismo aqui que é a importância de uma visão social no realizar as atividades do executivo. É, então aqui quando nós olhamos a carreta da mulher, quando nós olhamos tudo que vem sendo feito e toda essa visão para o estado do Rio de Janeiro e também, pelo que eu posso perceber, para todos os estados Que a presidência da República vem fazendo, o carinho que a presidência da República tem destinado ao estado do Rio. Rio de Janeiro, com a
realização do Propag e ao fazer e ao assinar o Propag, o presidente da República exigiu, no bom sentido, que a economia feita pelo Estado fosse projetada para as atuações sociais, principalmente no âmbito da educação. E claro, na educação se resvala para a ideia da saúde também. Então, nessa minha fala que volto a dizer, eu não tenho a cancha política, né, mas eu tenho a sensibilidade, a sensibilidade mencionada aqui do jogador e às vezes eu me emociono. É, eu gostaria aqui de público agradecer ao presidente, >> muito bem senhoras e senhores, com a palavra então o
ilustríssimo senhor presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva. Veja, hoje tem o microfone melhor não. Estou, >> esse aqui tá cansado. >> Hoje, ó, >> hoje >> nós não estamos inaugurando nada, porque eu não posso inaugurar mais nada até o dia das eleições. Eu vim aqui a convite do companheiro Padilha para ver de perto As coisas que estão acontecendo aqui no Rio de Janeiro. E vim ao Rio de Janeiro tratar de qualquer coisa da saúde e não passar pela Fio Cruz é não vir ao Rio de Janeiro. >> Porque a Fio Cruz tem um
simbolismo muito grande. Não sei se a Jandira sabe. Foi aqui que eu encontrei com a Jandira pela primeira vez. >> Não sei se aí já sabe. Também foi aqui encontrei com ela pela primeira vez. Você, eu me encontrei na favela Chapéu Mangueira e você eu me encontrei na UN. Bem, mas uma coisa importante, gente, que é sagrado, é a gente poder mostrar que quando a gente tem disposição de fazer as coisas e tem gente determinada a fazer, as coisas acontecem. Vocês não têm dimensão do orgulho que eu tenho de ver o SUS, dar o salto
de qualidade que o SUS tem? Vocês não têm noção, porque eu fui constituinte, eu sou um dos criadores do SUS. E desde que nós criamos o SUS, se estabeleceu um ódio de uma parcela da sociedade brasileira na área da saúde contra o SUS. tentando vender a ideia de que o que era público não prestava, só o que era privado prestava. E eu não quero fazer uma briga entre público e privado. Eu quero que o Privado seja o melhor possível, mas eu quero que o estado seja tanto quanto melhor do que o privado. Para quê? para
dar o atendimento qualificado às pessoas neste país. Eu sempre disse para vocês, a vantagem que eu tenho sobre outros tipos de político é que eu já vivi vários lados da sociedade. Se eu conversar com alguém que passou fome, eu sei o que é passar fome, porque eu só fui comer pão com 7 anos de idade. Se eu quiser conversar com alguém sobre enchente nesse país, eu sei, porque eu já morei em muitas ruas que a minha casa chegou a encher 1,5 m de água dentro. Eu sei o que é acordar de noite para tirar rato
que tá nadando, barata e fes que estão b dentro de casa. Eu sei o que é perder tudo que você tem dentro de casa. Se eu tiver conversando sobre saúde pública, eu sei também, porque eu já fui em muitos lugares públicos tratar de saúde. Aliás, eu perdi a minha primeira Mulher, na minha opinião, num erro médico, porque morreu ela e a criança na hora do parto. Então eu eu sempre tive na cabeça de que a gente tem que oferecer aquilo que é possível oferecer de melhor para as pessoas sem fazer distinção de classe. Eu não
pergunto se a pessoa ganha bem ou ganha mal. Eu não pergunto e não fico dependente se a pessoa é de tal ou qual religião, torce para qual outra time. Ao estado brasileiro cabe tratar todo mundo Em igualdade de condições, dando preferência àquelas pessoas que mais necessitam do estado. Porque tem pessoas que necessitam mais. Tem gente que precisa que tenha facilidade na casa, tem gente que tem que ter facilidade na hora de comprar comida. Tem gente que não precisa do governo, tem gente que é rica, tem gente que ganha bem, sabe? Tem gente que efetivamente se
serve do estado sem precisar do Estado. Eu vou dar um exemplo para vocês. A farmácia Popular nós aprimoramos ela. Então hoje se o presidente da empresa mais importante do Rio de Janeiro, governador, for no médico, ele tiver uma receita pedindo um remédio que está na relação dos remédios da farmácia popular e ele chegar na farmácia, ninguém vai perguntar se ele é rico ou se ele é pobre. Se ele tiver a receita e tiver dentro os remédios que o SUS oferece de graça, ele pode ser dono, sabe, da empresa mais rica. Ele vai pegar o seu
Remédio e não vai pagar nada como não vai pagar a pessoa mais pobre do Rio de Janeiro que também tiver a mesma receita. Isso chama-se tratar igualmente, mesmo os diferentes, porque esse é o papel do estado. Então, quando eu venho aqui, eu não for, não me deixaram ir no hospital do servidor. Não é que não me deixaram ir, é que o pessoal que veio na frente disse que o hospital do servidor tem muita gente, os corredores são Estreitos e que uma ida minha lá poderia atrapalhar o funcionamento do hospital. Então eu não vou atrapalhar o
funcionamento do hospital, mas eu tenho tenho frustração de não ter ido porque o hospital do servidor devia ser de tanta qualidade que era lá que o presidente Getúlio Vargas se tratava. Tem até uma sala dele lá e nunca me levaram para ver a sala do Getúlio Vargas. Eu vou nem que foi um dia meia-noite para ninguém me ver e não atrapalhar ninguém. Ora, e o Padilha sabe, a Nívia sabe, o Temporão sabe, o Humberto Costa, que foi meu primeiro ministro, sabe. Eu sempre disse para meus ministros, nós precisamos fazer com que os hospitais federais do
Rio de Janeiro sejam tratados como a coisa mais nobre, porque eles têm que ser uma referência nacional. Quando alguém quiser falar de saúde, mesmo respeitando todas saúde do Brasil, alguém tem que lembrar, no Rio de Janeiro tem seis hospitais federais e Lá o tratamento é efetivamente igual ao melhor tratamento que é feito em qualquer lugar nenhum do mundo. Porque se não for assim, não precisa ser do estado. Se o estado assumiu a responsabilidade de ter seis hospitais aqui, nós temos que dar ele qualidade. E qualidade significa contratar funcionários, significa fazer concurso público e contratar mais
médico, significa pagar significa pagar salários Com dizer com a profissão que as pessoas têm. Significa significa >> paciente, >> significa cuidado paciente. >> Hoje eu não vou dar o microfone para você não, que você vai falar em eleição e aqui não pode falar em eleição. Então significa cuidar do paciente, significa cuidar direito das pessoas. Porque vocês sabem, gente, uma coisa que nós temos que aprender é que fazer uma ponte é fácil. Fazer um viaduto, qualquer um pode fazer >> fazer todo mundo. Agora chamar os descendentes. >> Espere. Então, então vejam, fazer uma rodovia, qualquer um
pode fazer. O que é difícil quando você governa é você optar para quem que você vai destinar os sempre poucos recursos que o estado tem disponível para cuidar. É fazer opção. Quando o prefeito vai fazer o orçamento da cidade do Rio de Janeiro, quando ele vai fazer o orçamento, ele tá cheio dos secretários dele, tudo especialista num monte de coisa. Ele tá cheio de empresário conversando com o secretário, olha, ele precisa fazer tal obra, precisa fazer tal coisa. E tem pouca gente do lado do próprio exigido para fazer as coisas. Então vai da sensibilidade dele.
Eu tenho 10, eu tenho que repartir para 11. Quem são os 10? E dentro os 10, quem é que vai ter a maior parte dos recursos que eu tenho disponibilizado para gastar? Se ele for uma pessoa sensível, ele tem que saber sempre será para as pessoas mais necessitadas que a gente tem que priorizar. Não precisa ter um curso universitário ou ser doutor. É apenas ter sensibilidade que uma mãe tem. Sua mãe tiver quatro filhos, três filhos, cinco filhos, como a minha mãe teve 12 filhos e tiver sentado na mesa para Comer, ela sabe que todo
mundo tem que comer o mesmo pedaço de carne. Ninguém pode comer dois e o outro comer um. Então ela tem que fazer a repartição justa. Mas se tiver na mesa um filho debilitado, um lulinha, sabe? Um lulinha fraquinho, sabe? Então, é para aquele fraquinho que ela vai dar um pedaço a mais de carne, é para aquele fraquinho que ela vai dar um pouquinho mais de comida. É só quando você tiver que fazer o orçamento, não Perguntar pro diretor da economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro ou não chamar alguém da USP ou não chamar
alguém do FMI ou do Banco Mundial. Não pensa na sua mãe. Como é que ela fazia? Não de repartir governador, a minha mãe nasceu e morreu analfabeta. E eu quando fui trabalhar a gente chegava todos os irmãos naquele tempo a gente a gente recebia um envelope amarelo com o Dinheiro da gente dentro. Então todos meus irmãos chegava no dia 10 naquele tempo era pagar o salário dia 10 e o vale dia 25. A gente chegava com envelope, colocava em cima da mesa. A minha mãe que não sabia fazer um ó com um copo, mas sabia
contar dinheiro, ela abria envelope por envelope, colocava todo o dinheiro junto, contava quanto tinha e falava: "Isso aqui é tanto para pagar a padaria, aqui é tanto para pagar o supermercado, Esse aqui é o dinheiro do gás". Esse aqui é o dinheiro da energia. Esse aqui é o dinheiro. Aí ela falava para cada um, aqui é o dinheiro pro seu transporte até o dia do pagamento. Tanto de transporte. Se sobrasse alguma coisa, ela falava: "Isso aqui é para você comer uma pipoca, qualquer coisa". Ô gente, eu vivia numa vida tão miserável, eu nunca consegui comprar
um saco de pipoca. Eu ia no circo. Eu ia no circo e todo mundo comprava pipoca, sentava lá Para ver o espetáculo de pipoca. Você sabe o que eu fazia na vida? >> Eu ia pedir, >> eu ia pedir um saquinho de piruá também. >> Sabe o que que é o piruá? É aquele milho que não conseguiu estourar para fazer pipoca. Duro para caramba, arriscada a quebrar um dent toda hora. Mas era com aquilo que eu me confortava de dizer que eu tinha comido pipoca. Não Tinha comido, eu comi o peruá. Então eu fico pensando
como é que a gente vai detectar essas pessoas mais necessitadas pra gente mais dar a ela acesso aos benefícios. E não tem nada mais sagrado do que a saúde. Porque a saúde, quando a gente tá doente, a gente fica muito fragilizado, a gente fica muito debilitado. Quando a gente tá saúde, tá com uma dor, a gente não sabe o que fazer. Então, quando você chega num lugar que tem um Médico, uma enfermeira alegre, com sorriso no rosto, tem recebendo, você já fica com 50% de cura só do tratamento. Agora quando você chega no lugar, tem
um monte de gente deitado no corredor, tem um monte de gente cheirado, chorando nas máquas lá deitado e você percebe que não tem médico, tem mosca voando para lá e para cá, você é capaz de morrer com morte antecipada. Então, cuidar das pessoas é a coisa mais sagrada que um governo tem que ter, um Prefeito, um governador e um presidente da República. É a coisa mais sagrada. É saber se a gente tá fazendo o que a gente quer fazer. E eu tô ficando realizado com o SUS. Eu tô ficando realizado esse remédio que a Janja
já falou em planton que coloca no braço das moças aqui que coloca aqui. Eu vi colocar, coloca aqui assim nas meninas, coloca nas mulher aqui. E serve de 3 anos de prevenção. Ele custa quase 5.000. É dado De graça. Isso não tem país do mundo padilha que faça isso. As pessoas precisam aprender dizer uma coisa do SUS. Não tem nenhum país no mundo com mais de 100 milhões de habitantes que tenha um sistema único de saúde como tem o Brasil. E da mesma forma, da mesma forma que investir, que dinheiro colocado na educação é investimento,
é preciso parar com essa bobagem de dizer: "Eu gastei tanto na saúde". A saúde também é Investimento, porque uma pessoa com saúde tem mais capacidade produtiva, tem mais capacidade de estudar, tem mais capacidade de fazer as coisas do que uma pessoa debilitada. Ô gente, então eu tô feliz por isso. Tô muito, muito feliz. Eu sei que aí a gente não fez tudo e a gente nunca consegue fazer tudo. A coisa mais fácil é a gente comer, mas quando coloca um prato de comida na mesa, a gente tem que comer Colher por colher, garfo por garfo.
A gente não pode pegar o prato, jogar na boca, mas vai morrer afogado. Então eu me gasto com facilidade, bené. Então a J fica olhando, ô Lula, come devagar, come devagar, porque às vezes eu quero colocar quatro garfos na boca de uma vez, parece uma draga. e ela e ela e ela me cuida disso. Então eu acho que a gente ainda não fez tudo que tem que ser feito, governador. A gente ainda não fez tudo, mas eu tenho consciência que o que Nós estamos fazendo nesse período, a companheira Níia, quando eu chamei ela para ser
ministra, a primeira, eu tava cansado de médico ser ministro, aí eu queria o que que não fosse médico. Aí eu chamei a Nía, a primeira coisa que eu falei para ela, Jandida, foi o seguinte: Tonívia, eu queria criar o mais especialista. Eu preciso garantir a segunda consulta pro povo. Eu preciso garantir o especialista. Preciso garantir a Máquina. Por que que o Lula, presidente pode entrar numa máquina e fazer eletromagnética e o pobre não pode? Por que o Lula pode fazer radioterapia e o povo pobre não pode? Olha, se o Lula pode, o povo pobre pode.
Se o Lula pode, todo mundo pode. É isso que faz a diferença, sabe, na governança de um país, de uma cidade, de uma fábrica, sabe? É isso. Então, eu tô feliz, Padilha. Pode dizer para todo mundo que eu tô feliz com SUS, sabendo Que ainda não fizemos tudo, sabendo que falta muita coisa para fazer. Como eu tô feliz que eu fui o cruz, sabendo da importância que ela tem, mas ela ainda pode fazer muito mais. E hoje eu vou visitar o Intro. É isso. Eu, quem não sabe, eu comprei aquele prédio onde era o famoso
jornal do Brasil para fazer um hospital para cuidar ortopédico, tá? Traumatologia. É, é que é que nome de saúde é tão Difícil que eu não sei falar tudo. É só para médico. Médico fala a palavra muito difícil e escreve muito feio. Se tem uma pessoa que escreve feio, é médico. Bem, mas de qualquer forma, eu, governador, comprei aquele prédio, fizemos o hospital e ele, eu nunca, acho que eu nunca fui lá, eu nunca fui lá. E esse hospital que era para ser o melhor do Brasil, somente agora ele vai estar atendendo na sua capacidade total.
E hoje eu estou lhe convidando para ir lá Comigo para você ver o Rio de Janeiro vai ter o melhor hospital para tratar da questão, sabe, de traumatologia. É isso. >> Traumortopedia. Traum ortopedia. Pronto. Então eu tô lhe convidando do governador e prefeito porque eu nunca fui lá e eu comprei em 2004, 2005, foi por aí que eu comprei e nunca pude lá. Agora eu vou. Eu vou porque eu quero quando andar pelo mundo Aa ninguém, ninguém que ouve falar mal do Brasil. >> Ninguém. >> Ninguém. Porque nós não somos os melhores do mundo. >>
Nós não somos os melhores do mundo. Nós vimos o fracasso da nossa seleção agora na Copa do Mundo. Mas nós temos que ter orgulho de brasileiro. Nós temos que ter orgulho. Então eu vou lá porque eu quero, eu quero, eu li, eu já acho que Eu já contei para vocês, governador. Eu li um artigo de um jornalista americano aqui no no Carioca, entre jornalista e americano. Ele mora no Rio de Janeiro, ele foi na Ilha Bela em São Paulo. Eu não sei como é que com alguém que mora no rio na Bela. Ô Jorja, não
sei. Tem alguma, deve ter alguma coisa errada. Mas de qualquer forma, eu também tô falando, eu não conheço ainda, Bela, eu. Mas aí esse cidadão, esse rapaz que é americano, tava com a família dele e com O filho. E o filho dele teve um problema de saúde. Ele correu no carro para pegar um remédio pro filho e a tampa do porta-mala caiu na cabeça dele e fez um rombo e sangrou demais. Aí de repente chegou uma ambuleta do SUSF. De repente chegou a puleta do SUSF e ele ficou com medo. Eu não tenho dinheiro para
pagar. Entrou na ambulância, foi pro hospital, tomou acho que sete, oito pontos na cabeça, trataram do filho dele. Quando ele perguntou quanto custa, Aqui, meu caro, é de graça. Aqui é aqui é do SUSF, tá? É essas coisas que a gente tem que mostrar. Tem gente que é mal atendido, tem. Tem gente que não se tratou, que não conseguiu, tem. Mas o que nós temos que tirar proveito é das coisas boas para evitar que as coisas más votem a acontecer. Então eu sinceramente ganhei a minha sexta-feira vindo aqui hoje de ver de ver essa cara
essa cara de vocês de ver a imprensa. Vocês percebem, Companheiro da imprensa? Vocês percebem que eu falei para caramba e não falei do tarifá? Não vou falar porque a notícia tem que ser o susto. A notícia tem que ser as nossas carretas. A notícia tem que ser o tratamento das mulheres. Por isso eu vou deixar para falar do tarifaço. Quando o Trump falar, quando o Trump falar, eu falarei. Enquanto ele não falar, eu não falarei. Porque nós vamos mostrar que contra o Brasil ninguém Ganha mentindo. >> Ou é mais verdadeiro que nós ou não vai
enganar a sociedade brasileira. Por isso, gente, eu quero dizer ao governador, governador, >> Vossa Excelência é um magistrado, >> estudou muito, fez concurso, foi juiz, virou desembargador, é especialista na letra. Nunca fale que não é político. Você sabe por, governador, a gente nasce político. Quando você nasceu, fizeram você chorar. Aquele choro já foi o primeiro ato político teu para respirar. Depois você começa a fazer política pedindo o peito da sua mãe para mamar. Se ela não desce, você faz um escarcel desgraçado. Chora, chora, chora. Não deixa pai dormir, não deixa a mãe dormir até colocar
o peito da sua boca. É uma conquista que você vê que nem eu fazer a Greve, pagar o meu salário, você fazer a greve para sua mãe dar o peito para você. Então a gente faz político, o que você não é um político partidário. Você não tá nenhum partido político, você tá na justiça, mas você nunca esqueça. Eu já te falei que o papel que você tá cumprindo no Rio de Janeiro, eu acredito muito em Deus, sabe? Eu acredito muito em Deus e eu acho que não é de graça ter acontecido na sua vida a
oportunidade De você salvar da imoralidade o estado do Rio de Janeiro, né? Pode ter certeza que não é de graça. Pode ter certeza que tem o dedo, tem o dedo de um ser superior na sua cabeça dizendo: "Faça, não se importa que a política faça o que tem que fazer, porque esse povo sabe. Ninguém nunca votou em você. Você nunca pediu um voto para ninguém. Mas eu venho muito ao Rio de Janeiro. Eu conheço muito político aqui. Nunca teve um político eleito que criou a expectativa que esse povo tem em Vossa Excelência dele. Eu só
peço, eu só peço uma coisa para você. Só peço uma coisa para você, governador. Só peço uma coisa que é uma coisa, sabe, que eu não posso deixar de pedir. Faça o que tiver que ser feito. Faça o que tiver que ser feito. Não tenha medo. Não se assuste, porque quem tá botando fé em você é esse povo mais Humilde do Rio de Janeiro. e naquilo que for necessário o governo federal lhe ajudar. Eu já lhe disse, nós estaremos junto com você para tentar ajudar você a moralizar o estado do Rio de Janeiro, porque não
é possível esse estado, essa cidade que são símbolo desse país no mundo ser dominado, sabe, por gente que não presta. Você é uma chance que Deus tá dando a esse povo. Não fale com esse povo. Que Deus lhe dê força e lhe ajude para que a gente possa, sabe, quando chegar na época certa, a gente poder entregar esse estado alguém, sabe, que possa governar com dignidade esse estado. Por mais gente, eu quero agradecer a vocês, pedir mais uma vez que Deus abençoe vocês e dizer para vocês, eu estarei no Rio de Janeiro mais vezes, >>
porque eu eu toda vez toda vez que eu vou no estado, governador, não é arrogância minha não. Toda vez que eu Vou no estado, em qualquer estado, de Santa Catarina ao ao Amapá, eu chego em qualquer estado e peço pros professores, >> pros jornalistas, pros doutores pesquisar se houve algum presidente da República que colocou mais dinheiro no Rio de Janeiro do que eu coloquei e e a Dilma colocou. Eu duvido. Isso vale pro Rio Grande do Sul. Isso vale para mesmo São Paulo. Mesmo São Paulo. Se você for analisar hoje as obras que estão acontecendo
em São Paulo, 90% é dinheiro Do governo federal. Casa, 65% das casas feitas em São Paulo é com dinheiro no governo federal. Embora o governador diga casa paulista, quando na verdade é minha casa, minha vida que a gente tá fazendo lá no estado de São Paulo. Então nós estamos chegando na época da colheta. >> Nós plantamos, regamos, sabe? Tivemos momentos de seca, perdemos algumas coisas, mas agora é a colheta Final. E nesse aspecto eu não vou parar de fazer comparação com tudo que aconteceu nos últimos 4 anos com o que aconteceram nos últimos 8 anos.
Desde o golpe contra Dilma, esse país ficou paralisado e esse país precisa estar de cabeça erguida, porque o país não aceita que nenhum outro país do mundo faça desaforo pro Brasil. Nós queremos respeito, da mesma forma que nós damos respeito a todo mundo. Um Abraço. Parabéns, Fio Cruz. Parabéns, SUS. Parabéns, Padilha. Parabéns, governador. Parabéns, prefeito, e parabéns ao povo do Rio de Janeiro. Senhoras e senhores, senhoras e senhores, estão encerradas as intervenções. Nós queremos pedir, por favor, que todas e todas as pessoas e todos aguardem a saída do presidente da República, da senhora Janja Lula
da Silva. E do ilustríssimo senhor governador Ricardo Couto. Muito obrigado a todos.