Vamos lá, vamos lá. Aqui, Nicolas Carvalho pergunta: "Por favor, me dê um conselho sobre como superar mágoa, raiva e perplexidade dentro dos esquerdistas". Né?
"Quanto mais estudo, mais fico chocado com eles". Digo: "Bom, você precisa ter duas condições. A primeira é realmente você estar seguro da sua superioridade intelectual, o que isso é possível se a superioridade intelectual existir de fato.
Isso leva um tempo, então você perderia, vamos dizer, o medo dos caras. E a segunda coisa é você adquirir uma autonomia emocional e afetiva. Você não precisar que eles gostem de você ou que eles aprovem.
Né? Eu, para mim, a técnica que eu uso é o seguinte: eu escolho as pessoas que eu quero que gostem de mim e as outras eu tô pouco me lixando. Né?
Eu acho até que tem mais pessoas que gostam de mim do que eu mereço. Eu já passei há muito tempo. Tem tanta gente que gosta de mim, né?
Então, os outros não precisam gostar de maneira nenhuma. Agora, se há uma expectativa de aceitação social, né? Ou até de afeição, você tá lascado.
Você não pode precisar de jeito nenhum. Você tem que agir como o psiquiatra no hospício. >> [roncando] >> Né?
Eu vi um brilhante psiquiatra brasileiro, Dr Jurema Strackman, trabalhar assim, ele tratando com os louquinhos dele era o sujeito mais antipático do mundo. Ele queria curar os caras e os caras ele de fato curava, tá entendendo? Ele não tentava ganhar a afeição deles, ele não precisava da afeição.
Né? É. Então, hoje, hoje em dia, o pessoal dá muita importância a isso, né?
A ser gostado, é, é a carência afetiva do brasileiro. Supra a sua carência afetiva apegando-se às pessoas que você verdadeiramente gosta e desprezando os outros, Não há outro jeito de fazer isso, porque se se é aprovado, gostado por todo mundo, é nem Jesus Cristo conseguiu, por que que você vai conseguir? Não é isso?
Vamos lá. O Brian dos Santos pergunta: "Estabeleci para mim mesmo o propósito de até os 30 anos, tenho 24, me dedicar quase que exclusivamente ao estudo da literatura, da história, da língua portuguesa e de outras línguas estrangeiras. Apenas mais tarde penso em estudar filosofia".
É a melhor coisa que você faz, Brian. O sujeito que não tem uma sensibilidade linguística altamente desenvolvida, sabe quando ele vai entender um livro de filosofia? Nunca na porca vida dele, nunca, hã?
Porque você lê um livro de filosofia não é como você lê um livro de mecânica de automóveis ou de eletricidade, onde cada pecinha tem um nome específico e você reconhece a pecinha, né? Isso aqui é um transistor, isso é um não sei quê, pá, pá, pá, não é assim, né? Em filosofia, cada a definição de cada palavra é uma discussão inteira, que às vezes nunca termina.
Então você para entender cada palavra, você precisa ter toda aquela discussão viva na sua mente. Isso só é possível com um tremendo domínio da linguagem. Também você não pode esquecer que os próprios filósofos aprenderam a escrever não com outros filósofos, mas aprenderam com os poetas, com os romancistas, etc.
, etc. Então o aporte literário na obra de todos os filósofos, sem exceção, inclusive os mais técnicos, é muito grande. Não é?
Se você vê, por exemplo, se você lê Edmund Husserl, o Edmund Husserl era de formação, ele era um matemático, né? >> [limpando a garganta] >> Então ele fazia as demonstrações dele com muita precisão, muito cuidado, etc. , etc.
Mas quando por baixo dessa estrutura matemática, você tem uma riqueza de, de, de, de, semântica enorme. E sem isso você não vai entender. Agora, o preconceito em favor das chamadas ciências duras cria o quê?
Cabeças duras. Era o caso daquele que coitado rapaz do que meu Júlio não lemos, hum? Ele era absolutamente incapaz de entender qualquer coisa que não fosse um raciocínio matemático.
Ele diz: "Bom, o raciocínio matemático é muito bom, mas ele só serve para o quê? Assuntos matemáticos". Nesse então por exemplo, você não pode pular a lógica clássica e ir direto para a lógica simbólica.
Não dá para fazer isso. E a lógica clássica, não esqueça que o inventor da lógica clássica foi Aristóteles. Ele antes de chegar na lógica ele depois do livro sobre a interpretação que é um livro praticamente sobre a arte da leitura.
Não é isso? Colocou o livro da retórica, o livro da poética, o livro da retórica e o livro da dialética e daí ele chega à demonstração lógico-matemática. Mas sem esse esse começo literário, você não entende a do que ele está falando.
Porque você está subindo na escala da formalização. Hum? Acontece que quanto mais formalizado é um raciocínio menos conteúdo real ele tem.
Que você se tá usando um raciocínio formalizado, você só pode usar as palavras num sentido já previamente definido. Agora, dá uma olhada em volta né? Vê os objetos que tem na sua sala, veja quantos desses objetos você sabe definir.
Você não sabe a definição de cada um é um problema. Não é isso? Então você tem que partir de uma linguagem que em vez dela lidar com conceitos já formalizados, ela realiza todo o processo da formalização que vai desde a percepção sensível, passando pela imaginação, passando pela elaboração retórico-dialética, até chegar no formalismo.
Se você não sabe fazer todas as operações, é muito simples, você não sabe ler. Né? E se você treinar lógica matemática depois disso, você você vai ficar burro de uma maneira absolutamente irremediável, não tem conserto isso.
Isso é a pior tragédia que pode acontecer com uma pessoa. É melhor não ler nada, melhor ficar burro igual eu só lia Tio Patinhas e Almanaque da Mônica. Né?
Cuidado, que no Almanaque da Mônica tem alguma propaganda ideológica. Então vamos lá. >> [roncando] >> Nestor Emílio Lursen Júnior.
O curso Política e Cultura no Brasil pode auxiliar os alunos no estudo e combate à manipulação comportamental nas escolas e universidades? Bom, eu acho que ele é útil para isto, mas é, muito é utilidade muito pouca, muito remota, porque o curso não diz respeito, vamos dizer, à atividade militante. Ensinar como se combate essas coisas, olha, eu durante quase 10 anos eu ofereci um curso de formação de líderes e militantes políticos.
Eu só disse o seguinte: eu vou dar esse curso de graça, mas alguém tem que pagar a vinda dos alunos e a estadia deles aqui, porque eu não posso dar aula para 10, 20 caras e ainda pagar o hotel deles e pagar a comida deles, eu não vou aguentar, então alguém tem que subsidiar isso, nunca apareceu. Né? Tem um monte de caras que dizem: "Nós precisamos difundir as ideias liberais, etc.
, etc. " Né? Tudo para furar, né?
[limpando a garganta] Se eu formasse 10 caras aqui, 10 líderes assim, mesmo, a gente já tinha acabado com esses comunistas na universidade há muito tempo, mas há muito tempo. Então, mas este é um outro assunto que eu nunca lecionei, nunca vou lecionar por internet. Isso tem que ser em pessoa, tá certo?
E de uma maneira muito discreta, porque senão você vai estar entregando todos os truques para o inimigo, daí é besteira. Eles já vão saber o que que nós vamos fazer. Então, olha, em todo esse negócio, um elemento essencial é a surpresa.
É você nunca fazer o que os caras esperam que você faça. E a nossa direita, com frequência, faz exatamente o que os caras esperam que ela faça. Então, se dão mal, evidentemente.
Não é isso? Boa noite a todos. É, verdade.
Aqui, eh, Érico Azeite. Professor, sou muito jovem e estou tendo uma apreensão muito pobre do COF. Alguma recomendação do senhor a mim e é quem mais venha.
Daí tem que responder que nem o Nelson Rodrigues: envelheça. >> [risadas] >> Ou seja, você volta a este curso muitas vezes, porque veja, a apreensão no conteúdo intelectual depende da sua capacidade de processar junto com o conteúdo verbal apreendido a experiência humana a que ele se refere. E experiência humana não vem quando você chama, ela só vem com o tempo.
Verdade é filha do tempo, dizia São Tomás de Aquino. Não tenha pressa de entender nada. Você pensa assim: "Olha, eu vou dormir hoje sem ter entendido nada daquele negócio assim assim".
Eu digo: "E daí? O mundo vai acabar por causa disso? O mundo está esperando né?
O meu parecer a respeito? Se eu não, se eu não explicar tudo para o mundo, o mundo vai acabar? Não, o mundo está pouco se lixando, ele vai continuar do mesmo jeito.
Então, dê graças a Deus. Ó, Deus, que bom que o problema é seu e não meu. Então, vai, vai devagar.
Não, não se afobe. Hã? Aqui, Andreia de Faria.
Pergunta: "Tenho feito estudos de educação clássica e gostaria de sugestões de leitura. Gostei dos que já tem Trivium clássico e da irmã Miriam, Quadrivium de Magister, Como Ler Livros, etc, etc". Eu sugiro, evidentemente, uma leitura integral da História da Literatura do Otto Maria Carpeaux.
Você faz o que eu fiz quando eu tinha 18, 19 anos. Você vai lendo aquilo porque é muito bem escrito, é muito gostoso aqui, né? Eh >> [limpando a garganta] >> e você vai anotando todos os autores aos quais ele dá mais importância.
Né? Se o o ele dedicou mais de uma página àquele autor, o autor é certamente importante. E você coloca lá o nome do autor e a época a data de data de nascimento do cara para um dia você ler os livros do sujeito.
Eu fiz isto quando eu tinha 18 anos, até hoje estou lendo os livros dessa lista. Nunca acabou. E você vai vendo ali, vamos dizer, a multidão de lados e de perspectivas que existem na literatura.
Que que é assim, a experiência humana de pessoas altamente diversificadas, altamente sensíveis, altamente perceptivas, né? Que conseguiram apreender uma parte da experiência e expressá-la de modo em em palavras insubstituíveis, que não há outra maneira, né? Eh por exemplo, se você pega lê o livro Knut Knut Hamsun, Fome, é um livro de memórias escrito, né, sobre a juventude dele, quando ele tava sem emprego, ele não tinha o que comer, né?
Quer dizer, a experiência da humilhação que o sujeito passou, né? É uma ninguém conseguiu retratar isso desse jeito. Então, claro, fome todo mundo pode ter, fica, né?
Então, [roncando] você compara assim, o Lula chorando: "Ai, minha infância pobre de menino do nordeste", com o livro do Knut Hamsun, né? A fome é a mesma, entendeu? Mas a do Lula você ri, e a do Hamsun você chora.
Embora sob outros aspectos o Hamsun não prestasse absolutamente, era um cara meio nazista, etc, mas na descrição da fome foi insuperável, né? É, então eu sugiro o Otto Maria Carpeaux inteiro e o livro do Gilbert Highet, Highet é H I G H E T, Gilbert Highet, chama-se The Classical Tradition. É sobre a presença do legado greco-romano na literatura moderna.
Então quantos temas, né, da literatura greco-romana reaparecem na literatura do ocidental de 20º século. É um livro de uma riqueza extraordinária e o que você vê ali é a atualidade desses temas, da mitologia grega, do do teatro grego, do direito romano, etc, tudo está tudo presente na nossa vida. Então, estudos clássicos é isso, né?
Estudo clássico não é você se interessar pelo que se passou lá, mas tudo aquilo que de lá se transmitiu até aqui está vivo ainda hoje, né? Aqui, Edgar Gurjão do Amaral Arduíno. O plano chamado Global Compact for Migration da ONU quer o que?
Para se tornar a migração direito universal, do mesmo nível dos direitos humanos. Bom, você sabe que o truque desse pessoal, qualquer novidade que eles inventam, eles impõem como se fosse um direito universal, uma cláusula pétrea, que tem a mesma validade universal, né, dos 10 mandamentos, da álgebra elementar, da lei da gravidade, etc, etc, e quem está contra é louco. Eles fazem isso mesmo.
E fazem isso com tanto conhecimento, Eles mais absurda é a coisa que eles estão proclamando. Então, ao fazer isso, eles destroem o que é a razão humana, evidentemente. E fazem todo mundo raciocinar como maconheiro.
Você quer migração? Eu digo: "Bom, espera aí. Existem eh, dezenas de países islâmicos.
Por que se você quer migrar, por que que você não migra para um país islâmico, onde a cultura já é favorável a você? Por que que você quer ir para um lugar onde você não vai entender nada do que os caras estão falando? Você não fala a língua, você não entende a cultura.
Por que que você quer? Em vez, olha, você vai na Arábia Saudita, tem dinheiro para caramba, vai para o Irã, né? Para que vir para cá?
Hã? Se nós somos o grande Satã, por que que você quer morar no ventre do grande Satã? Em vez de morar com os seus irmãozinhos lá.
Essa é a primeira coisa. Então, eu acho que o direito dos fiéis saírem do mundo islâmico e virem para o Ocidente é nenhum. Por que?
Nós não temos o direito de entrar lá. Você tem o direito de entrar na Arábia Saudita e montar um uma igreja protestante, uma igreja católica? Não, você não tem.
Você tem direito de pegar o catolicismo, o cristianismo, o protestantismo na rua no Irã? Não tem. Eu acho que as pessoas imigrantes eles devem ter aqui os direitos que eles têm no seu país de origem e nada mais.
Isso é injusto? Isso é nazismo? Hã?
>> [roncando] >> Se isso é nazismo, então eu pergunto o que que seria democracia? O que que seria a igualdade, a tolerância? É isso.
Quer dizer, a não ser que o sujeito saia de lá provando que ele é um perseguido político. Mas se ele é um perseguido político, ele virá no Ocidente para combater em favor do Ocidente contra os tiranos islâmicos, hã? Que é exatamente o contrário do que ele faz.
O sujeito entra aqui querendo combater o Ocidente e vai dizer que ele é um perseguido político no mundo islâmico? Ora, estão gozando da nossa cara. A ONU só serve disso, para gozar da nossa cara.
Nós temos que sair da ONU correndo. Hã? William pergunta: >> [roncando] >> "O Brasil está em uma situação calamitosa há muito tempo e esses agentes disseminadores de ideias perversas possuem alta projeção midiática.
Promover a liberação da maconha é entregar o alvará aos narcotraficantes, correto? " Sim, mas essa coisa é pior ainda, porque quem começou a repressão da maconha? Hum?
Foi a esquerda. Estava lendo, essa semana eu estava lendo o depoimento de um médico inglês. Ele disse: "Olha, na Inglaterra, até os anos, acho que 50, 60, ou alguma coisa assim, maconha era liberada e os médicos estavam autorizados a receitar maconha em doses controláveis para manejar o viciado e o número de viciados era pequeniníssimo.
Daí, a pessoal da esquerda lutou para ter o controle estatal da maconha. A hora que começou o controle estatal da maconha, veio o quê? O contrabando chinês maciço.
Hum? Daí fizeram, vieram e enche, infectaram o ocidente inteiro com maconha. Veja, antigamente os brasileiros sabiam disso porque a nossa mídia não noticiava.
Existe, se você procurar nos arquivos do Estadão, há uma série de artigos de um articulista excelente, um analista político chamado Nicolas Boel, era um húngaro, imigrante, tem uma série de artigos dele sobre o uso estratégico das drogas pelo governo chinês. Eles de drogar o ocidente, estupidificar todo o mundo e conseguiram. Né?
Só que o sujeito, eu já expliquei que a inteligência, ao contrário da saúde e do dinheiro, é uma coisa que quanto mais você perde, menos você dá pela falta. O sujeito não percebe que ele é idiota por quê? Porque ele já é idiota, pô.
Né? O homem inteligente, quando ele idiotiza um pouquinho, ele já fica alarmado. Pô, "Ontem eu entendia isso, por que que eu não estou entendendo agora?
Né? Um sujeito que nunca entendeu coisa nenhuma, não entende isso também, né? Então, nós não podemos discutir isso em termos de valores, né?
Então, para um, proibição é um valor, para o outro, liberação é um valor, né? Isso. Então, transformar numa tomada de posição é ética essa questão, quando na verdade existe uma dialética aí, né?
Você vê, o pessoal comunista num dia eles são a favor da da repressão, no outro dia da liberação, amanhã ou depois eu não sei o que eles vão fazer. Então, o negócio é captar essa essa esse jogo estratégico e desmascará-lo. Falar, olha, proibir a maconha é bom, mas é menos importante do que tirar essas pessoas da cena pública.
Elas não merecem. Quem faz isso, como o Mino Carta faz, não tem nenhum direito de se intitular jornalista ou formador de opinião, porque é vigarista mesmo. Ele tá aí para enganar as pessoas e só isso e vive disso.
E tira vive de dinheiro do governo, né? Então, eu acho que o mal que a maconha tinha que fazer, ela já fez. E eu acho que o pessoal fala muito de fumo passivo.
Ora, nunca nenhuma pesquisa jamais mais comprovou a existência do fumo passivo no caso do tabaco, nunca. Mas de onde eles tiraram essa ideia de que no caso da maconha existe o fumo passivo? Né?
Então, os mesmos interessados na liberação da maconha fazem propaganda alarmista do fumo passivo com relação ao tabaco, onde não há fumo passivo, simplesmente, né? Nunca se comprovou jamais. Não é uma coisa extraordinária?
Outra coisa, os caras que fazem propaganda anti tabaco são os mesmos que fazem propaganda para a liberação da maconha, do crack, etc, etc. Por quê? Eles querem mudar o vício da humanidade.
Uma coisa notória entre os efeitos do tabaco, o tabaco estimula o raciocínio verbal. Hum? >> [limpando a garganta] >> Quer dizer, o tabaco é o vício dos caras que se reúnem numa mesa de bar para conversar, falar, falar, falar, falar, falar.
Não é isso? Então, o tabaco é o vício da era da democracia e do debate. Mas a maconha, na maconha não há comunicação verbal.
Cada um fala uma coisa, o outro responde outra completamente diferente. Cada um fica preso numa bolha verbal. Hã?
E daí vem um sujeito não maconhado de fora e manipula todos eles. Então, é, eu não digo que isso tenha sido que tudo isso tenha obedecido a um plano, mas que certos poderes tiram proveito desse fenômeno, tiram. Não é?
Quer dizer, é muito mais fácil você induzir uma galera de maconheiros a acreditar em certas coisas do que acreditar e do que induzir uma galeria de fumantes ou não fumantes de tabaco. Não é isso? Você vê aqui, o fumo penetra na sociedade europeia por volta de 1600, 1600, 1700, não é?
E ele se dissemina junto com a atmosfera de discussão pública. Que vai desembocar ali nas grandes revoluções europeias, na na república moderna, etc, etc. Quer dizer, os Quando você pega a época da da da da democracia no século XIX, todo mundo fumava.
Até até 1950. Quando você vê ali no tribunal de Nuremberg, todo mundo puf, puf, puf. Não é?
Agora, você pega o tribunal de Nuremberg, dá uma cigarra de maconha para cada um, os caras iam estar lá até hoje. "O Dara, é, não sei o que o cara fez". Você tá entendendo?
Então é isso, gente. Tá bom? Divirtam-se.
Até a semana que vem. Muito obrigado.