Pessoal, antes de mais nada, eu queria dizer o quão feliz eu tô de vocês estarem aqui, eh, de vocês terem confiado em mim como mentora de vocês. Para mim é realmente uma honra, né, ser colocada nesse lugar como alguém que pode guiar vocês, alguém que pode entrar no negócio de vocês, eh, e alguém que realmente assim vocês confiem para que eu dê justamente esses direcionamentos e vocês façam aquilo que tá sendo Proposto. Acho que isso é o mais importante de tudo na mentoria. Se vocês já fizeram alguma mentoria e se vocês estão aqui, o que
eu preciso dizer para vocês assim de primeira mão e em primeiro lugar é vocês precisam confiar em mim e no processo. Tudo que eu disser para vocês fazerem, vocês precisam fazer. Vocês precisam confiar. Eh, porque a gente sabe qual é o caminho, a gente sabe o que tá falando, a gente já viu centenas, milhares de pessoas Fazerem exatamente o processo de vocês e colherem resultado. Então assim, pô, Amanda falou para eu fazer tal e tal e tal formato, Amanda falou para eu falar sobre tal pauta. Gente, façam, façam. E lembrem que assim, a gente tá
aqui de mãos dadas com vocês, né? A gente tá olhando aqui com vocês e a gente tá pagando o preço junto com vocês. Não tenham medo, não tenham medo de ah essa história, né, do que tem ficado muito clichê assim na internet sobre essa Coisa de ser vista tentando e ser vista falhando. Lembrem que tem alguém que tá aqui para pagar o preço com vocês, tá? Tem alguém que tá olhando para vocês antes do mundo olhar para vocês. E tá tudo bem. A gente realmente vai ter percalços ao longo desse caminho e faz parte. Afinal
de contas, assim, se a gente vai parar para pensar, existe algum bebê que saiu andando sem cair? Existem bebês que saem andando sem gatinhar. É verdade. Pulam etapas, mas Ninguém sai andando perfeito, gente. E a gente precisa respeitar esse processo. É claro que eu sei e eu entendo e eu respeito vocês estarem aqui, porque vocês têm um legado a zelar. Então, ninguém quer sair fazendo, né, entre aspas, besteira e passando vergonha. E é por isso que vocês estão nessa sala. E é por isso também que eu entendi que no meu processo eu deveria acompanhar vocês
tão de perto e de forma tão constante. Então, antes da gente começar nosso Nosso encontro de hoje, eh, eu queria dar alguns avisos para vocês. Deixa eu abrir minha colinha aqui para eu lembrar o que que eu não posso esquecer de falar. Então, eh, a primeira coisa é assim, gente, o encontro de hoje ele é de fato essencial. Eh, eu preciso de vocês muito atentas aqui. Todo encontro eu vou pedir para vocês, gente, desliga a segunda tela, não fica mexendo no celular, não posta enquanto tá aqui, programa o post, se o post tem que sair
Nesse horário, eh, tenta deixar assim o o restante para acontecer, né, da forma como pode, porque é vital que vocês estejam aqui de corpo, de mente e de alma mesmo. Falando um pouco sobre o cronograma, pessoal, a aula dois, que é a aula com ADEBS, que acontece na segunda-feira da semana que vem, ela não é importante, ela é imprescindível pra jornada de vocês. Por que que eu tô falando isso? E por que que eu tô falando assim, vocês têm que estar nessa Aula. Putz, Amanda tem um compromisso, vouar no carro, vouar no não sei o
quê, ouve de fone, faz o que der e esteja nesse encontro. Por quê? Porque a maior inimiga de vocês nesse momento, sabe quem é? É isso aqui, ó. É a cabeça de vocês, tá? Eh, ah, por que que eu não cresço? Por que que eu não vendo? Por que que eu não alcanço? Por que que eu não sei o quê? Porque eu tô travada por causa disso. Então esse encontro é um Encontro que todo mundo que passa na jornada com a gente fala: "Cara, essencial, essencial mesmo." Então, estejam aqui conosco, tá? A aula três, o
encontro três é um encontro que garante a virada de chave de vocês junto com o encontro quatro. Então, assim, eles são mais mais do que essenciais, tá? Vocês estão aqui para uma jornada de aceleração e uma jornada de aceleração ela exige esse movimento constante. Então o meu combinado com vocês a partir De agora é assim: a gente vai fazer, tá? A gente vai fazer, a gente vai fazer juntos, juntas. Gostoso que não tem homem dessa vez. Eh, a gente vai fazer juntas, tá? de mãos muito dadas, muito agarradas e vocês percebendo sempre o processo e
o progresso em cada fase e em cada etapa. Certo, pessoal? Falando um pouco sobre os grupos, eh, primeira coisa, apresento a vocês a Mirela e a Juliana, que são assim o meu eu estendido. Então, meninas, deem um oi Aí. >> Oi, pessoal. Oi, gente, >> tudo bem? >> Tudo bem. >> Então, cada uma tem uma história diferente comigo. A Mirela trabalha comigo desde que eu me entendo por gente. A gente começou a carreira juntas, a gente trabalhou na XP juntas, a gente construiu o meu primeiro sonho profissional juntas e desde então a gente tem realmente
uma simbiose. A Ju Foi um presente que esteve já na cadeira de vocês, que passou pelo ciclo de vocês e eu descobri ali como uma potência. Eu falei: "Não, eu te quero perto de mim, né? Eu te quero dentro de mim, literalmente. Então, a Ju chega para somar eh no nosso time, tendo sentido tudo que vocês vão sentir, tudo que vocês vão passar na pele. E eu acho que isso é muito, muito legal para contribuir com todas vocês. Eh, sobre os grupos, gente, o grupo individual eles Está ali à disposição de vocês, tá? É para
vocês usarem, não é para ter vergonha, não é para ai, mas será que pode usar o que que a gente pede? A gente tem um SL. Então, dias de semana a gente fala de 24 horas, final de semana a gente fala de 48 horas, assim como feriado, feriado paulista e feriado nacional, tá? Eh, muitas vezes vocês vão querer compartilhar com a gente posts, ideias, pautas, que que a gente sempre repete. Eh, compartilhem. É para isso Que a gente tá aqui. Só lembrem que post do dia pro dia impossível. Impossível para todo mundo. Até porque a
gente tá aqui para entender que as nossas redes são redes, são ferramentas de trabalho e a gente não faz as coisas de trabalho no sopetão do jeito que dá, tá? Eh, então fiquem à vontade, podem compartilhar, só se lembrem desse ponto, certo? Ã, deixa eu pensar se eu tô esquecendo mais alguma coisa. Mij Ju, vocês acham que eu tenho algo mais a Dizer? Acho que é isso, né? Qualquer coisa também a gente vai falando mais adiante. Pessoal, vocês têm algum ponto que querem trazer antes da gente começar ou eu posso começar? Posso começar, né? Ah,
por fim, uma coisa que eu acho que é legal de eu comentar com vocês. Quem puder tá sempre de câmera aberta, eu agradeço imensamente a Debs que vai trazer esse encontro para vocês, né, da próxima segunda-feira. sempre fala, quem fica de Câmera fechada não prospera. Eh, e eu acho que é isso mesmo, assim, a gente tem que tá, né, presente no que a gente se propõe a fazer, mas ao mesmo tempo assim, ah, tô feia, tô jantando, tô com criança em cima de mim, não tem problema, tá? Ninguém tá aqui para isso, não é sobre
isso, certo? Então, vamos lá. Deixa eu compartilhar minha tela com vocês pra gente começar. Me d um segundinho que ele tá carregando. Vejam se vocês enxergam bem a tela. Acho que ainda não. Pessoal, só mais uma coisa que eu queria muito comentar com vocês. A partir de agora, toda vez que a gente falar de produção, de rede social, a gente vai ter du dois focos e duas vertentes. Todo mundo, tá? A gente vai falar de Insta e a gente vai falar de TikTok. Eu não queria ver vocês bitoladas em Insta, sendo que o TikTok pode
ser uma rede muito próspera, de muito vigor para Vocês. Eh, é mais óbvio, é mais direto pra gente o Insta, a não ser por algumas exceções aqui de gente que já tá mais ativa no TikTok, mas em maioria, né, a gente fica insta, insta, insta, insta. E eu quero trazer essa coragem de vocês olharem pro TikTok, porque a gente tá com mentoradas ali que tão, cara, tendo resultados muito expressivos e é uma rede que pode ser uma grande descoberta para vocês. Certo? Bom, agora sim, me desculpem Uma demora. Conseguimos. Vamos lá. Vocês me me falem
se vocês vem minha tela em tela cheia. >> Sim. >> Então, bora. pessoal, como ter uma marca irresistível no digital em 2026. É para isso que vocês estão aqui. Então eu começo dizendo para vocês que o objetivo de hoje é fazer com que cada participante saia daqui com um posicionamento claro e direto, com a capacidade de se comunicar Com esse posicionamento de forma assertiva e uma atitude para implementar tudo que for dito, tudo que for passado em termos de lição imediatamente na sua comunicação. A primeira coisa que eu quero provocar vocês e eu queria muito
que vocês assim tivessem com bloco de notas e que vocês fossem anotando tudo que a gente vem falando nesses encontros, porque depois desses três meses vocês vão revisitar e falar: "Cara, surreal! O que que é que As pessoas estão falando de você quando você não está na sala? O que que as pessoas lembram sobre você? Quais são as palavras que as pessoas são capazes de conectar a você? O que que as pessoas elas eh realmente tiram, né, em termos de memória, em termos de lembrança a respeito de tudo aquilo que você faz. Isso tem a
ver com a tua forma física, isso tem a ver com o teu jeito de falar, isso tem a ver com o que você imprime nas pessoas como uma virada de Chave. Isso tem a ver sobre um sabor que de alguma forma você entregou para elas. O que que de fato elas podem falar de você quando você não tá na sala? Muitas vezes, quando eu faço essa pergunta para vocês, eh, vocês respondem para mim aspectos mais pessoais, né? Pensando ali no ciclo de amigos de vocês e etc. Mas eu quero que vocês comecem a pensar, gente,
se alguém tiver de microfone aberto, please, todo mundo checa e fecha para mim, por favor. Eh, eu quero que vocês comecem a pensar o efeito de vocês nas redes sociais, desde um efeito positivo até um efeito negativo e inclusive pode ser um efeito neutro, né, cara? As pessoas não pensam nada, as pessoas nem me vem. Ou as pessoas olham para mim e falam: "Hum, tá fazendo por obrigação". Porque tem com isso eu provoco vocês dizendo que assim, se você não se posiciona, posicionado, você está. Todo mundo tem uma ideia de alguém, todo mundo Tem alguma
percepção de alguém. Se você não é aquela pessoa que lidera esse processo na sua vida, você coloca isso imediatamente na mão do outro e ele pensa a respeito de você, ele lembra de você do jeito que ele quiser. E a gente tá aqui para virar esse jogo. A gente tá aqui para imediatamente virar essa chave. Antes de mais nada, eu quero que vocês frisem o que eu vou falar agora para que todas As vezes que vocês vêm falando posicionamento por aqui, posicionamento, posicionamento, posicionamento, porque se fala sobre posicionamento em tudo que é canto, vocês entendam
que posicionamento é essa lembrança que você é capaz de deixar na cabeça dos outros. é esse rastro de memória. Posicionamento, segundo o pai do marketing, é o espaço que você ocupa na cabeça das pessoas. Então, quando as pessoas elas pensam em você, elas Lembram do quê? Elas lembram de uma virada de chave? Elas lembram da tua aparência? Elas lembram de alguma abobrinha que você falou? Elas lembram de algum feito grande, um marco que você teve. Elas falam do teu preço, elas falam do exagero que você tem quando faz tal coisa. Então, posicionamento não é o
que você acha que é, é o que o outro entende, sente e lembra quando ele pensa em você. Quando a gente pensa em mercado e fala sobre posicionamento, sabe o que que normalmente a gente percebe? que as pessoas vão fazendo associação. Então, ou elas te associam a uma categoria, a um nicho, ou elas te associam a algum grupo de concorrente, ou elas te associam a players semelhantes a você em virtude do teu preço, alguma coisa elas te associam. E aí eu quero que vocês comecem a ligar essa Antena se questionando ao que que me associam,
qual é esse rastro de memória? E aí se provocando no lugar de o que que eu queria que elas pensassem sobre mim. Então, posicionamento não é achismo. Posicionamento é estratégia. Por quê? Porque posicionamento é igual a percepção. É por isso que muita consultora de imagem muitas vezes fala: "Eu trabalho posicionamento de mulheres, blá blá blá". Por quê? Porque a imagem ela traz Esse primeiro encontro com a percepção. E a percepção é o que define se alguém vai te comprar, é o que define se alguém vai te contratar, te seguir, te indicar ou simplesmente passar reto
por você no feed. Agora, quando a gente fala em termos de percepção, sim, a gente tem que levar em consideração a nossa estética, a nossa imagem. Mas existem elementos que vão para além disso. Não basta a gente viver de ser bonita, gente. Viver de ser bonita não paga as contas de vocês que estão aqui, a não ser da Cam, que é modelo, que é maravilhosa e ela pode viver de ser bonita, tá? Mas ela não quer, mas ela pode. Eh, de resto, gente, não é sobre isso. Eu dou o meu exemplo para vocês, tá? Eh,
quando eu saí do corporativo e e comecei a realmente a minha jornada no digital, eu ligava muito pouco paraa minha estética e paraa minha imagem. Então, assim, os meus posts eles eram feitos da maneira mais orgânica possível. Eh, eu criava os meus posts em maioria nos stories com a fonte dos stories ou usando o bloco de notas que eram todos os recursos nativos do celular. E eu fazia exatamente assim que eu falava, cara, é do jeito que dá e é o que eu tenho e eu vou fazer e beleza. Ao mesmo tempo, quando eu falava
da minha imagem, eu ainda era presa em códigos que eram aceitos pelo Corporativo. Eh, então assim, eu andava com muita pouca maquiagem, eh, o cabelo totalmente natural, sem me preocupar com a forma dele, camiseta preta, é, ligando muito pouco pro meu ambiente. E eu falava, gente, é isso que eu tenho e beleza. Até que eu ouvi um feedback de um cliente meu de consultoria, o cara era um CEO, e no final de uma apresentação que eu tava fazendo, ele virou para mim e falou assim: "Amanda, será que você pode ficar Uns minutinhos que eu queria
trocar uma ideia com você?" Eu falei: "Claro". E aí eu achava que ele ia, né, trazer um ponto ali a respeito do nosso projeto. Eu estava para vender mais uma fase para ele, tá? da consultoria, que era um progresso assim notável que a gente precisava fazer. E ele virou para mim e falou assim: "Amanda, é difícil para mim te falar isso, mas eu preciso te dizer que você cobra muito caro pela forma como você aparece." E aquilo para mim, assim me desmoronou, né? Fez o meu mundo literalmente ruim, mas ao mesmo tempo me virou uma
baita de uma chave. Então, a minha, o meu primeiro questionamento para vocês é a respeito da sua estética, a respeito da sua estética em termos, né, corporais, em termos de roupa, em termos de acessório, em termos de iluminação, em termos de identidade gráfica, ela traz a percepção que você gostaria Ou que você acha que é o melhor do que você pode prover ao mundo. Hoje muitas vezes a gente fica apegado só à nossa identidade gráfica quando a gente pensa em post estático. E não é por aí, gente, não é por aí. Quando a gente grava
um vídeo, a forma como a gente se apresenta, a forma como a gente aumenta ou diminui o volume da nossa voz, a forma como a gente coloca a nossa postura, os nossos trajes, o nosso cabelo, a nossa maquiagem, tudo isso Conta e conta muito. Eu não sou a mentora que vai ficar ensinando vocês a respeito de estética. O meu negócio é muito mais a respeito do próximo tópico, que é a narrativa, que é a comunicação. É isso aqui que eu acredito que traz muito impacto, mas toda vez que a gente deixa de lado a estética,
a gente perde, a gente perde espaço, a gente perde ponto, a gente perde oportunidade. Precisa ser olhado para isso, tá? A narrativa, gente, ela vem em eh alguns Pontos. Então, desde como é que eu me apresento, como é que eu conto a minha história, como é que eu me coloco como essa pessoa que é capaz de liderar e guiar qualquer que seja o meu movimento, qual é a confiança que eu tenho na minha voz para colocar a ordem desses fatos? Porque uma coisa é: ah, aconteceu uma coisa, aconteceu outra coisa, aconteceu outra coisa e que
me trouxe até aqui. Outra coisa é eu trazer uma história Cheia de símbolos, cheia de marcos, mas que faça as pessoas arregalarem os olhos dela, delas quando elas olham para mim. E isso também se dá na forma que vocês vão passar a escrever cada post daqui em diante. A gente precisa entender que mais do que nunca a atenção tá muito escassa, pessoal. E se a gente não é capaz de dirigir aquilo que a gente quer falar de uma forma que a narrativa ela seja interessante e imponente pro outro, a Gente dispersa essas pessoas. E no
momento que a gente dispersa essas pessoas, a gente perde uma oportunidade. No momento que a gente perde a oportunidade, a gente deixa de pôr dinheiro no bolso. E por fim, gente, o preço, preço gera percepção. É assim, imbatível esse fator pra nossa equação. Se eu tô cobrando mais barato do que eu deveria ou do que eu tenho capacidade, eu estou jogando Imediatamente o meu posicionamento para baixo do que eu deveria. Eu sou uma enorme defensora de que vocês deveriam olhar para a mentalidade de vocês se o preço tá sendo uma questão. Tenho medo de aumentar
preço, tenho medo de de ficar com estoque, tenho medo de não conseguir o volume de cliente que eu quero. O preço ele vai vir diretamente conectado à coragem de vocês. E isso é um fato, principalmente quando a gente fala a respeito de marca pessoal. Tá? Independentemente se você venda produto físico, serviço ou infoproduto. Até aqui, pessoal, tá claro para vocês? Posso seguir? Sim. Tá bom. Então, eu volto dizendo para vocês que uma bebida preta sempre é uma bebida preta. Agora, uma Coca-Cola é uma Coca-Cola. E o que que muda nisso? O que muda é a
marca. O que muda é a história e acima de tudo o que muda é aquilo o que a marca representa e é capaz de Tocar e de aguçar em você. A a Coca-Cola se tornou esse império em virtude justamente da sua comunicação, em virtude da forma como é capaz de aguçar os teus sentimentos, as as tuas emoções. E como visualmente aquilo se encaixava e se enquadrava de uma maneira que chamava muito a tua atenção. Esse é o teu trabalho daqui em diante, a gente juntar todos esses fatores. A marca de vocês, gente, é o reflexo
da Paixão do fundador pelo seu ofício. Eu tô achando essa turma muito quieta, então eu quero pedir para vocês e abrirem o microfone e me responderem. Quem é aqui é apaixonada pelo que faz? Responde eu para mim. >> Eu. >> Eu. >> Eu. >> Eu. Eu sou. >> Eu. >> Eu. >> Eu. >> Eu. >> E aí a minha pergunta agora é outra. Quem aqui percebe que isso é muito claro na comunicação? Responde. Eu, >> eu, >> eu, >> eu, >> nossa, eu >> é, eu sinto que sim. Quanto mais evidente, gente, é a paixão
de vocês pelo que vocês exercem, Mais capacidade vocês têm de contribuir com a jornada de venda do cliente ideal de vocês. As pessoas elas realmente compram daquelas que elas sentem convicção, segurança e a paixão é muito importante para isso. E a paixão, ela é refletida na nossa coragem, da forma como a gente se coloca, na forma como a gente escolhe as nossas pautas, na forma como a gente coloca a nossa Opinião, na forma como a gente coloca a nossa voz, se a nossa voz demonstra segurança ou não na nossa postura, nas nossas feições. Toda vez
que vocês se perceberem neutras, eu quero que vocês lembrem disso. O que que eu quero ensinar para vocês daqui em diante e martelar na cabeça de vocês para sempre? Uma comunicação marcante é aquela que é capaz de Suscitar a emoção do outro. Se eu tô aqui só informando, se eu tô aqui só educando o outro, sabe o que acontece? Eu passo batido, eu sou neutra. E a verdade é que eu olho cada uma das aplicações de vocês. A gente seleciona vocês para estarem aqui e nenhuma de vocês aqui é neutra, gente. Mas quando a gente
vai pras redes, quando a gente vai pra comunicação, isso é uma realidade. Não será mais. Tá? Então, se você não vibra com o que você faz, o conteúdo sai morno, a comunicação ela sai genérica e o genérico não ocupa espaço na cabeça de ninguém. Parem de ser genéricas. Begge não cheira nem fed. Ai, Amanda, mas bege é minha cor favorita. A minha também, meu amor. Mas não é sobre isso. A nossa paixão tem outra cor. A nossa emoção tem outra cor. que não é bege. Então, eu quero agora que vocês pensem aonde é que vocês
estão hoje. Quando a gente fala sobre marca, a gente fala sobre três estágios de marca, tá? Eh, eu vou apresentar cada um deles para vocês. E aí eu queria que vocês na sequência, quando eu falar bora vocês abram o microfone e me respondam aonde vocês estão, tá? Eh, o primeiro estágio é o estágio de sonho, que é o topo do topo do topo do mundo, que são as marcas icônicas, são as marcas que se encontram Em outro patamar, são marcas que têm disciplina e consistência, são narrativas que envolvem e que em conjunto elas são inconfundíveis.
É aquele tipo de marca que o mercado todo olha, o cliente tá olhando, mas não é o cliente que tá olhando, é o público alvo inteiro que tá olhando, que tá consumindo, que tá engajando. Depois dela, a gente tem a meiuca, o filão, a maior parte das pessoas, Que é o clichê. O clichê quem fica olhando pro lado para copiar o coleguinha. Então, vive olhando o concorrente, vive se comparando, vive pensando e que fica usando códigos comuns, comuns a categoria, pautas que já se repetiram. E aí quando a gente vem comparar isso com a concorrência,
essa marca some. Essa marca não é levada em consideração. Eu falei que esse era a maioria, mas a verdade é que a maioria é o terceiro, Que é a base da pirâmide, que são as marcas desestruturadas. É um negócio que em termos de presença tem uma presença sem pensamento. É um trem desgovernado, que não tem pensamento de marca, que não tem narrativa, que não tem alma. que tá ali fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, mas não tem uma coisa de, opa, pera aí, será? Opa, é isso mesmo que eu defendo? Então, ao invés da
gente abrir o microfone, Mandem para mim no chat quem são vocês nesse jogo que a gente coloca aqui na tela. Você é uma marca icônica, você é uma marca clichê ou você é uma marca desestruturada? Gabi, você não existe. Certo? Então tá todo mundo aqui mão com mão e olho com olho comigo, né? Sem perder um mísero segundo do que eu tô falando. Se a maioria é desestruturada, ainda bem que vocês estão aqui. Então vamos lá. A Marca icônica, ela é referência para todo o mercado. A marca proprietária, a marca diferenciada, ela é referência entre
os pares. Os pares estão sempre de olho. A marca clichê, cara, ela é mais do mesmo. Se você olhar ela e você olhar o concorrente, você não sabe diferenciar. E a marca desestruturada é a maior parte do mercado. Ter estratégia de marca, gente, é ser muito menos frágil. É conseguir Construir tijolinho por tijolinho a sua reputação. E é isso que chega no ambiente antes de você. Quando a gente fala de marca, eu quero que vocês comecem a pensar como um saldo bancário, uma conta bancária, que é assim, conta bancária, vocês concordam que a não ser
de um dia pro outro, ela não fica no mesmo saldo. Ou a gente tá adicionando o saldo, ou a gente tá tirando o saldo. E tudo conta a respeito disso. um post conta, um story, conta uma presença num Evento, conta eh uma participação em qualquer que seja o ambiente conta. Tudo aqui conta. Então, todas as vezes que para um lado ou pro outro vocês se pegam muito perdidas ou soltas demais ou presas demais, vocês estão deixando de construir a jornada no caminho dessa marca icônica. Então assim, toda vez que eu me sinto travada e eu
não falo e eu não faço, que que eu tô fazendo? Tô deixando o meu espaço pro outro. Toda vez que eu saio fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, sem pensar direito, o que que eu faço? Eu também tô tirando dinheiro da minha conta bancária, porque eu não tô pensando na maximização do meu impacto. Isso quer dizer que eu não devo tentar, que eu não devo testar. Não é isso, é que eu devo ter consciência sobre o que eu tô fazendo e entender que tem estrutura, entender que tem passo a Passo. E aí quando eu falo dessa
coisa, né, das duas pontas que eu vejo que é a maioria de vocês, elas vêm desse inimigo. Se você não confia em você, gente, ninguém vai confiar em você. Se vocês não olham para tudo que você tá fazendo e fala: "Cara, eu sei o que eu estou fazendo. Eu sei como eu tô falando, eu sei o que eu tô pesquisando." Ninguém vai confiar em você. Eu preciso dessas rédeas, gente, Na tua mão. Eu não quero mais ninguém aqui dentro dessa sala delargando o conteúdo. Não tem mais delegar. A partir de agora, vocês entenderam que, idealmente,
eu peço por isso, o conteúdo de vocês é o departamento mais importante da empresa de vocês, porque hoje ele representa o comercial por muito tempo. O departamento comercial era muito cheio de gente e ele disparado era o departamento mais bem Pago nas empresas. E hoje o departamento comercial ele tá na tua mão, nas tuas rédeas, sem você precisar sair do ambiente que hoje você tá. Pô, que maravilhoso. Conhecer você é uma jornada que para mim é a jornada mais fascinante que existe, porque você é capaz de dominar sua essência e entender que o que é
do outro é do outro e o que é e o que é teu é teu. E o que é do outro, gente, não necessariamente te Cabe. E tá tudo bem. Ah, porque meu concorrente tá falando sobre isso. Deixa ele. Ah, porque o meu concorrente tá em tal lugar, deixa ele. Ah, porque eu quero falar disso e meu concorrente não tá falando. Fala, caramba. Toma esse palco. Ocupa esse palco. Ele é teu. Ai, porque Amanda, meus concorrentes t uma linguagem muito mais assim do que a que eu acho que eu posso ter. E aí você vai
ficar nivelando por baixo, vai ficar se comparando a Coleguinha, né? A gente tem que separar, inclusive separar coisas que o olho de vocês acha bonita e vocês falam: "Nossa, isso é tão lindo, eu queria isso para mim". Só que muitas vezes isso não te cabe. Nossa, isso é muito legal. Mas muitas vezes isso não te cabe. E é bancar, gente, bancar essa coragem de falar: "Meu, isso aqui não é para mim. Hoje eu não vou fazer. Hoje eu não vou entrar. Tem um exemplo que eu gosto de dar que é Quando eh veio a polêmica
da Vaianas, da Fernanda Torres em dezembro, eh é uma pauta que assim é muito a minha cara entrar, né? Eh, faz muito do meu estilo de comunicação comentar, falar, trazer a minha análise. Só que quando explodiu tudo, eu tava em viagem de férias. E quando eu olhei eh o conteúdo ali, a campanha, eu confesso que eu bati o olho e eu não vi problemática naquilo. Eu tava acho que hou atrás, mas eu tava com 6 horas de Diferença de fuso. E eu vi a campanha e logo na sequência tinha um post da Mônica Salgado descendo
a lenha, descendo a lenha ali na campanha. Eu falei: "Gente, mas eu acho que eu não peguei ou meu Deus, quanto pelo em ovo". Hã, e deixei passar o dia. Conforme o dia foi passando, eu fui ouvindo um, eu fui ouvindo outro, eu fui ouvindo outro, eu fui formando a minha opinião a respeito daquilo. E a verdade é que a minha opinião, ela tinha muito menos Apelo do que a opinião de várias outras pessoas que estavam falando, se posicionando e ganhando um altíssimo alcance em virtude daquela pauta. Só que o meu estilo de levar a
minha marca é entender exatamente o que tá na tela. O que é meu é meu e o que é do outro é do outro. Eu não vou falar só porque o outro tá falando. Eu não vou falar só porque o outro tá ganhando volume em cima disso. Cara, talvez eu não tenha timbre para Entrar nessa conversa e eu vou me abster e tá tudo bem, tá? Então, gente, o meu maior desejo é que vocês daqui pra frente >> não se apertem mais para caber, que vocês expandam para surpreender. Parem de se colocar na caixa de
fósforo. Para de ficar usando sutiã apertado, que quando você chega em casa, tudo que você mais quer soltar o treco da fivela e aí você tá toda marcada. Pelo amor de Deus, saiam desse lugar no digital. Não É sobre isso. E aí a gente chega no conceito mais central dessa mentoria, que é vocês entenderem que uma marca ela precisa ser, então ela precisa entender e dominar a sua essência. Para isso, ela precisa ser capaz de se sentir tão à vontade consigo mesma que ela é capaz de falar em alto e bom som tudo aquilo que
ela é. Porque se eu sou muita coisa, mas eu não sou capaz de fazer o outro entender tudo aquilo que Eu sou, que que adianta eu ser um monte? O outro não sabe. Somos seres relacionais, só que ao mesmo tempo, putz, eu sou muita coisa. Eu falo para caramba, eu tenho números na minha rede, nas minhas redes, só que eu não ponho dinheiro no bolso. Adianta? não adianta, gente. E aqui tá o calcanhar de Aquiles de muita gente que tá nessa sala. A gente precisa olhar pra comunicação de vocês, para ela fazer dinheiro por vocês.
Então, eh, quanto mais vocês se permitirem dominar a essência de vocês, desenhar o como vocês querem ser vistas, até onde você vai, até onde você não vai, e ter muita segurança, uma sensação muito gostosa de estar e com você no seu ambiente, sentindo que as tuas redes são a sua casa e a sua casa é um lugar que você ama, tá? mais capacidade eu vou ter de acelerar Vocês para fazer dinheiro. Sem estrutura, a sua marca ela não se sustenta. E qual é a estrutura que eu tô falando, gente? é um desenho de estratégia que
move essas três vertentes: marca, conteúdo e produto. É isso que a nossa estratégia conecta, é isso que a nossa estratégia faz, como se ela fosse uma cola mesmo. Então, antes de eu falar, eu preciso entender quem eu sou. Antes de eu vender, eu preciso falar e Atribuir. Atribuir, não, ganhar, ter, crescer a minha audiência. senão é muito difícil mesmo de eu vender. E para que esse tripé funcione de verdade, vocês precisam atrair o público, certo? E aí eu tenho uma coisa muito importante para compartilhar com vocês. A gente vive hoje agora o auge da era
digital, aonde todo mundo pode ter uma presença digital e que, principalmente com TikTok, as pessoas estão ligando menos sobre errar, então elas estão fazendo, Fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo, fazendo. Só que o histórico de tudo isso é que muita gente já comprou muito online, seja o produto que for, seja roupa, seja bens de consumo, seja curso, seja mentoria. E que aconteceu com todo esse compra, compra, compra, compra, compra, compra, compra, compra, compra, compra. As pessoas se ligaram que não é só, não é isso que torna elas fortes, não é isso que torna elas convictas. Então
esse é um momento, gente, que a possibilidade de se colocar para falar, ela é imensa, mas a possibilidade de se fazer realmente vista e relevante, ela já é menor. E que a confiança na hora de vender, ela não se constrói mais com uma promessa que você fala: "Ai, você vai ficar assim, você vai ficar assado". Ela se se constrói com a demonstração de repertório. Não é sobre a gente ficar esfregando o produto na cara da pessoa, mas é sobre a gente mostrar que a gente sabe do que a gente tá falando. É a gente mostrar
esse passo a passo de fato pra pessoa construir aquela promessa na cabeça dela e não eu forçar isso e não enfiar isso elelo abaixo. Quando eu tenho uma narrativa contínua, quando eu tenho uma leitura estratégica daquilo que eu faço, do mercado que eu tô, mais confiança eu sou capaz de conceber do público para Mim. Porque o público é capaz de olhar e falar: "Caraca, que repertório que legal, isso me vira a chave". Tá? Se em 2025 a palavra do ano foi identificação, em 2026 a palavra é entretenimento. Ai, Amanda, você tá falando que eu vou
ter que dançar? Não, você não vai ter que dançar de jeito nenhum. Mas sabe o que você vai ter que fazer? Você tem que abrir conversa. Você é responsável por abrir conversa. Você é responsável por ser aquela pessoa que chega numa mesa, num jantar aonde ninguém se conhece e você vai trazer um assunto que é um assunto que interessa ali a todo mundo e que conecta aquelas pessoas e que faz aquelas pessoas terem um olhar para você e que aquilo gere uma via de mão dupla com movimento. O que que acontece na maioria das vezes,
Gente? Na maioria das vezes, a comunicação de vocês, ela é puramente informativa, demonstrativa e é chata e é neutra. O objetivo aqui é a gente passar a gerar conversa. O público não tá mais procurando facilidade, leveza forçada, discurso aspiracional pronto. Embora a gente ainda viva na sociedade da performance, tem um cansaço que é evidente. Segundo o reporte do Pinterest, quando a gente fala do reporte anual, o tema macro desse ano foi a fadiga de tendência. As pessoas estão exaustas, gente. As pessoas estão passadas. E a busca que a gente percebe é por um conforto, por
uma curadoria pessoal. Então, realmente as pessoas estão falando assim: "Fala de alguma coisa comigo que eu gosto de ouvir, fala comigo a respeito de algo que eu Posso fazer parte, me dá um pouco disso." Então, esse público de 2026, ele tá cansado. Ele já tentou de tudo, já tentou atalho, já comprou um monte de promessa, já ouviu discurso fácil. E aí ele fala: "Ai, cara, lá vem lá". Ah, lá vem. Tem uma música que é: "Lá vem você com seu lará". É bem isso. Não queremos larar, gente. Queremos demonstrar que vocês, cara, são donos d
donas desse território, que vocês Dominam esse palco. Então, simplificar demais as coisas virou um problema cultural, porque nos últimos anos tudo ficou de muito fácil acesso, tudo virou uma grande promessa empacotada. Não é mais sobre isso. Hoje quem gera confiança não é quem simplifica demais, mas quem reconhece que as coisas são complexas. Tá difícil, né? E aí a gente chega na minha leitura Sobre o mercado, que é a gente passou por três grandes eras no conteúdo. Se a gente vai voltar basicamente assim, 10, 12 anos atrás, a gente vai falar dos conteúdos de ferramenta. Que
que eram os conteúdos de ferramenta, gente? São esses primeiros exemplos aqui. Vou te dar três dicas de livro sobre gestão e negócio. As cinco ações que mais renderam em 2019, que podem render ainda mais esse ano. Oito pessoas brilhantes que compartilham seus maiores Conselhos. Isso era conteúdo de ferramenta. Isso era o que performava nas redes sociais há basicamente 10 anos atrás. Depois disso, a gente caminhou pro conteúdo tático, erros comuns que impedem o seu perfil de crescer, taxa de engajamento do Instagram. Então ele vem num lugar que é muito implementável, ele é muito direto. E
agora, gente, com essa competição brutal de atenção, a gente chega num Lugar que, graças a Deus, todas vocês têm repertório para habitar, que é a leitura estratégica, que é trazer uma perspectiva que ninguém trouxe antes. Então, assim, por que quase todas as casas tm o teto branco? E o que acontece quando a gente muda isso? é uma provocação, é uma leitura. As pessoas não perdem a motivação do nada e ele vai contar quando é que aquele colaborador se de fato se sente desmotivado. E os símbolos do pós-lxo, qual é a leitura dessas pessoas a respeito
do mercado? Que que tá acontecendo? Qual é o comportamento? Que que eu posso trazer aqui? Então vocês percebem que a gente naturalmente foi caminhando e que muitas vezes a gente se bitola ainda em trazer conteúdo de ferramenta ou conteúdo tático, que ele é muito pá pá pá, ele é quase 2D E a gente tá numa era que é 4D. Eu quero tirar vocês daqui hoje, gente, o que que faz um vídeo, um post, ter uma alta performance nas redes? Primeiro de tudo, um bom gancho. Ai, Amanda, mas cara, eu preciso ficar muito preocupada com essa
história de gancho. Sim, precisa. É onde você vai gastar a maior parte do seu tempo. Como é que eu vou ficar boa em gancho? Você vai consumir muito conteúdo e você vai fazer um exercício que é insuportável, Mas é o exercício mais poderoso que tem. Você vai salvar posts que para você são referência, que te chamaram atenção, que tem um auto engajamento e você vai reescrever essa headline, trazendo isso para você, para o seu mundo, para o seu universo. Isso podem ser pessoas do seu nicho, isso podem ser pessoas de outro nicho. A partir de
agora, eu quero que todo momento que vocês sentem para consumir conteúdo nas redes sociais, vocês façam Exatamente isso. A segunda coisa, gente, é falar sobre algo novo, é trazer uma nova perspectiva, que é exatamente o que eu mostrei ali naqueles exemplos. É trazer um algo de um lugar e a pessoa fala: "Caceta, opa, opa, opa, preciso saber sobre isso aqui, quero ouvir mais sobre isso aqui, quero ver mais disso aqui". Não tinha pensado. O terceiro item, ele é esdrúchulo, mas Que muitas vezes a gente deixa de lado até por preguiça e que conta para caramba
que é a legenda. Em quarto, a gente tem o storytelling. Em quinto a gente tem o apelo de massa. Essa história do apelo de massa se cruza e se casa muito com o que eu falei para vocês sobre o entretenimento, sobre essa coisa da gente ser capaz de trazer pra mesa um assunto em comum que as pessoas queiram falar e não que eu quero empurrar E não que eu quero demonstrar coisas pelo qual muitas pessoas se interessam e estão disposta dispostas a interagir, a engajar. E depois disso a gente tem o despertar curiosidade. E na
sequência vocês querem ver uma coisa bem curiosa? É o conteúdo lowfy. Então muitas vezes enquanto a gente se pega ali preocupadas com a produção e meu eu preciso gravar câmera profissional e estúdio, desapega, gente, desapega. Por outro lado, é claro que vocês têm que pensar e a gente vai chegar na lição de casa, que é a ponderação do como eu quero ser vista. Lembra que eu falei que imagem conta para caramba? Então, se uma imagem ultra plástica ela faz muito sentido pra sua memória de marca, você vai continuar com isso. Pode ser que pra tua
colega de turma não faça nenhum e tá tudo bem. Agora, por outro lado, eu vejo que muita gente ficava travada nisso, embasbacada Nisso e que não precisa mais dessa preocupação e que muitas vezes a gente pode fazer um mix and match também. Gente, é legal a gente ter um high, é legal um dia a gente fazer uma produção e no outro dia a gente trazer as pessoas para dentro, pro íntimo, para perto. Então o que que chama a atenção de gente que tem dinheiro para comprar vocês? Prestem muita atenção nisso. A primeira coisa é novas
perspectivas. Tragam novos Pontos de vista. Tragam opinião. Tragam visão. Não tenham medo. A segunda coisa é soluções lógicas. Vocês são tão inteligentes. Vocês batalharam, lutaram, estudaram, trabalharam para caceta para est aqui hoje. OK. Mostrem as soluções lógicas. Mostrem, mostrem. raciocínio de vocês, o racional de vocês a respeito das coisas. Deixem as pessoas enxergarem. Terceiro, tenha o seu posicionamento claro. Quando eu falo para vocês que posicionamento é percepção, deixa claro o que você é, o que você faz, a que você veio, para de achar que o outro é capaz de enxergar e ele vai chegar numa
conclusão própria por conta própria. Ele não vai, tem que dar todas as letras, tem que dar o babá. E a profundidade, a profundidade é uma coisa que eu sou muito fã. Inclusive, gravei um vídeo hoje falando Sobre isso, como eu tenho visto a profundidade no alvo da moda. Se vocês repararem conteúdo de Lelê Burnier, Gabriela Puglies, própria Jujuna Remose, influencers de lifestyle, de moda, se colocando à frente da câmera para conversar, para demonstrar exatamente isso que tá na tela. Ser profunda, demonstrar que você é inteligente, que você tem leitura, é sexy. E a gente quer
fazer isso cada vez Mais. Então, a comunicação ela não pode ser rasa, mas ela precisa parecer simples. A partir de agora, conforme vocês forem escrever roteiros, e a gente vai ensinar vocês a escrever bons roteiros, quais são alguns comandos que vocês vão dar paraa sua inteligência artificial de estimação? Vocês vão falar sempre paraa inteligência artificial o seguinte, anotem esse comando, tá? Corte tudo. Corte tudo que possa parecer chato, confuso ou sem base para crer. Depois, reescreva esse texto de maneira simples, de modo que qualquer um possa entender. E em maioria use palavras de uma a
duas sílabas. Por que isso, gente? Vou dar um exemplo para vocês. Se vocês forem analisar os discursos dos maiores políticos, As pessoas que movem massa de verdade ou dos maiores comunicadores, sabe o que é bizarro? A maior parte das palavras que são usadas, elas têm uma ou duas sílabas. Então, o raciocínio ele pode ser complexo, mas a fala precisa ser simples. Então, a gente não pode abrir mão de profundidade, mas a gente precisa usar estímulos que o outro reconhece para conseguir organizar a atenção, desde o gancho até a linguagem. Quanto mais o meu gancho se
trata de algo que muita gente pode reconhecer, mais potencial de alcance o meu conteúdo tem. Gente, não vou olhar o chat, as meninas vão olhar. Se for muito urgente, eu já pego, tá? Eh, assim como as palavras que eu uso, elas têm que ser reconhecíveis pra maioria das pessoas. Então, quando a gente fala sobre ser reconhecível, sobre gerar identificação, que que eu quero que vocês passem a cuidar? O que vocês vão falar, o que Vocês vão fazer daqui paraa frente, eu quero que vocês guiem por conseguir trazer para perto uma pauta universal, uma pauta pop,
uma pauta quente. Que que são pautas universais, gente? Coisas que todo mundo passa, coisas que todo mundo conhece. Então, quando a gente fala, por exemplo, de maternidade, relação, mãe e filho, quando a gente fala sobre relacionamento, quando a gente fala sobre saudade, quando a gente Fala sobre amizade, se vocês forem olhar vídeos que falam a respeito de amizade, por exemplo, o quanto eles têm de alcance, o quanto eles têm de engajamento, é uma coisa brutal. Por quê? que as pessoas todas passam por isso e sentem aquilo e querem falar disso. Em segundo ponto, eu trago
as pautas pops. Então, um outro exemplo que eu dou para vocês, toda vez que alguém se põe a falar sobre signo, Ela tem uma grande possibilidade de alcance. Por quê? Porque é uma pauta que a maioria das pessoas reconhece com facilidade. Por que que é que as nossas redes estão inundadas de gente falando a respeito de celebridade, de análise de marca? Porque isso é pauta pop. Isso faz parte do repertório das pessoas, é algo que as pessoas conhecem e elas querem saber mais, elas querem saber o seu ponto de vista sobre aquilo. Então aqui a
gente Tá falando de celebridade, de filme, de marcas conhecidas. Vou dar um exemplo para vocês. Quem aí tá vendo um monte de influenciadora falando de Zara de cima para baixo, de baixo para cima? Por quê? Porque Zara virou uma pauta pop. E aí a gente chega nas pautas quentes. Que que são as pautas quentes? São essas pautas que tá todo mundo falando, que tá todo mundo opinando, que tá todo mundo querendo meter o bedelho. Também é um artifício pra gente Construir uma comunicação de impacto. Por quê? Porque essas três coisas são atalhos cognitivos. elas já
vêm carregadas de significado simbólico. Então, toda vez que a gente vai começar a falar de algo, a gente vai perceber que tem aquilo que a gente quer falar, que é a nossa pauta. Mas a pauta não é o nosso gancho. O nosso gancho é a nossa isca, é a nossa desculpa para conseguir falar com as pessoas sem Tanta fricção. A segunda coisa, gente, é eu provocar vocês. Vocês ativam a emoção quanto a comunicação de vocês hoje é capaz de ativar a emoção. Vou dar exemplos de emoção para vocês, tá? Quando a gente fala de emoção
positiva, eu tô falando de esperança, eu tô falando de admiração, eu tô falando de comoção, Eu mexo com outro. Quando eu tô falando de emoção negativa, tô falando de raiva, tô falando de ignação, tô falando de medo, muitas vezes a comunicação de vocês, ela é plenamente neutra, ela não ativa nada. E aí a gente tem uma escala das emoções. A gente tem aquelas emoções que elas provocam imediatamente e fazem as pessoas quererem pular para dentro daquela conversa, daquele tema, daquilo que tá sendo posto ali, que são as Emoções de auto ativação. A gente vai ter
um bloco dedicado só a isso, só eu ensinar vocês a respeito disso, tá? que são levantar a raiva, a revolta, o desejo, a coragem, a ambição. Depois delas vem a emoção de média ativação, que é a admiração. Então, reparem que assim, toda vez que vocês postam uma conquista de vocês, cara, aquilo ali explode, aquilo ali tem muito engajamento. Por quê? Porque isso gera admiração pras pessoas. Quando a gente faz um vídeo de voice over falando algo que é capaz de ativar a esperança, normalmente aquilo também traz muito engajamento. E aí depois disso a gente tem
as emoções de baixa ativação, que são o encantamento, a paz, o conforto, a segurança, que normalmente são pessoas que gostam muito de trabalhar em um conjunto forte com a estética. Então são pessoas que gostam de fazer esse tipo de conteúdo e que precisam Entender que de fato para eu conseguir digerir, para eu conseguir suscitar isso, a estética ela é imensamente importante. Não é que ela é importante, ela é muito importante. Deixa eu ver o que vocês estão mandando aqui que tem bastante mensagem. Ju, você pode mandar o comando completo, não escrever inteiro. A gente vai
mandar ele no grupo depois, tá? H prompt para roteiro ou legenda. Boa, mandaram. Betina, qual a dinâmica da aula? As dúvidas devem ser colocadas na hora. Não, no final, Betiná. Eh, então vamos lá. E aí, o terceiro ponto e o terceiro elemento é justamente sobre o visual. Então o visual, gente, ele conta muito para gerar esse contraste forte, essa estética em comum, essa quebra de padrão, essa sensação de movimento. Toda vez que eu não levo em conta o meu visual e eu deixo ele como algo Secundário, hum, eu tô deixando um elemento muito importante fora
da minha construção de percepção. Então, o público tá muito, muito exausto, pessoal, de gente falando de cima, do tom professoral, da aula não solicitada. O que ele tá pedindo para você é senta na roda, abre a roda, abre a roda, deixa as pessoas fazerem parte. Então essa essa mudança ela conversa diretamente Com o fim da era da Girl Boss, com o desgaste do tom impositivo, do poder performático, da estética da mulher invencível. Então o que entra nesse lugar não é fragilidade, é densidade. O fim do perfeccionismo, a rejeição do discurso polido, a valorização da imperfeição
real. Então, as pessoas elas querem educação disfarçada de distração. E para isso é preciso ativar e atiçar. O vínculo de confiança nasce de quem apresenta, que enxerga além do óbvio, que nomeia sensações coletivas, que traduz o momento cultural, que resolve angústia difusa. Quem entende tudo isso se aproxima de vocês. Então, ainda bomba sim, gente, muito polêmica, opinião forte, antagonismo, frase de impacto, eh polarização. Por quê? Porque o público sempre vai ser iniciante, pessoal. Mas o ponto é, eu quero mostrar para Vocês que a partir de tudo isso, a gente pode trazer perspectivas muito fortes e
muito interessantes, tá? Então é seguindo o jogo que você domina, mas jogando em outra camada, trazendo leitura de cenário, trazendo diagnóstico de comportamento, trazendo nomeação do não dito, trazendo organização do caos, clareza para quem decide, tá? Então, eh, a gente vai pro Mão na Massa. Qual vai ser o exercício que a gente vai fazer hoje nesse encontro? E eu preciso Que vocês entreguem ele imprescindivelmente até quarta-feira que vem para que eu consiga olhar todos, tá? Para que eu consiga direcionar vocês. E isso é a base de toda a nossa construção daqui em diante, gente. Não
deixem de fazer. Ai, Amanda, tô insegura. Talvez eu não acertei o que o que foi posto ali. A intenção não é acertar. Deixa eu falar para vocês, ó. vai mais para cá, vai mais para lá, não fiquem com esse receio, tá? Eu vou entregar para vocês Esse exercício aqui. Ele vai ser trazido para vocês em formato do de docs. Vocês vão fazer uma cópia, tá? Isso daqui é a metodologia que a gente desenhou quando eu ocupava eh a minha cadeira na XP, aonde a gente precisava entender exatamente o papel de cada marca no portfólio do
grupo. A XP tinha até então três grandes marcas que eram concorrentes entre si. E por muitas vezes a gente pegava em dúvida a respeito do que que o público entendia, Não entendia, se precisavam existir as três. E a gente desenhou isso daqui que basicamente é um grande raio X de uma marca. E aqui, gente, é o que vocês vão construir para se entender, se perceber como uma marca de valor e essencial, tá? Então é um exercício que assim ele vai exigir de vocês muito pensamento, porque eu quero que vocês tragam ali o como vocês querem
ser vistas, o como vocês querem ser lembradas, Mas ao mesmo tempo ele não tem certo e errado, ele tem complementaridades, tá? A gente vai mandar esse arquivo que eu mencionei para vocês com toda a explicação muito certinha. E a intenção é que vocês façam, devolvam pra gente, a gente devolve para vocês até isso ficar realmente redondo, tá? para que isso possa criar, por exemplo, a linha editorial de vocês, para que isso possa criar a forma como a gente vai desenvolver o cronograma de vocês, o tom De vocês, a estética de vocês, tudo tá dentro disso,
tá? Nesse arquivo que a gente vai mandar para vocês, eu já posso eu posso mostrar ele daqui a pouquinho. Eh, ele tem o meu exemplo, a construção da minha própria marca, que eu acho que ela é interessante para além de uma marca institucional, tá? Eh, então pessoal, é isso da minha parte. A minha intenção, volto, né, a colocar aqui para vocês, é que dessa desse encontro para o próximo, vocês tenham Muita clareza justamente da percepção que vocês querem gerar no mercado. Como a gente vai fazer isso a partir desses três pontos unidos, a imagem, que
é a estética, a narrativa e o preço. E aqui é, é justamente aonde eu preciso que vocês saiam com o que que é o posicionamento de vocês, o como é que eu vou fazer isso chegar no outro e a minha atitude, a minha segurança de bancar aquilo que eu decidi que eu sou. Certo? Vou interromper aqui a tela e abrir para Perguntas. Então, acho que Betina, né, que queria colocar, pode abrir o microfone e falar. Eu acabei perguntando no chat, uma das meninas respondeu, mas vou vou refazer a pergunta aqui. A minha dúvida é como
calibrar o quanto usar a IA para construir um script, né, o texto do vídeo e o quanto deixar isso o mais autoral possível, porque eu não tenho dúvida de que o Zia facilita muito, né? Ela é muito Assertiva e cirúrgica na mensagem, nas palavras, em em ser precisa e concisa. Eh, por outro lado, eu tenho a sensação às vezes assistindo vídeos no no nas redes sociais que tá ficando muito pastorizado, fica tudo com cara de chato GPT. >> Adorei. >> Então, essa calibragem é é ainda é uma uma coisa que precisa ser desmistificada para mim.
>> Vamos lá. Eu adorei que você perguntou Isso. Eu inclusive eh gravei sobre isso hoje. Eh, não sei se vocês viram uma derrapada da Nike que as pessoas ficaram da vida. Eh, a Nike tem derrapado para caramba, né, nos últimos tempos, mas não é sobre isso a discussão. Eh, a última deles foi ter gasto uma nota para patrocinar um dos maiores jogadores do tênis, que teve uma baita de uma vitória em casa histórica, linda. E aí na hora de comemorar essa vitória, que eles colocaram um caminhão de dinheiro, Né, para representar o cara, claramente a
legenda do postrá. E aí que que aconteceu? A galera caiu de pau ali. A galera caiu matando ali. mas como assim vocês estão? Que que que é isso? A Nike assim, que que tá? Então as pessoas estão cobrando isso, sabe? Eh, como é que eu gosto de tocar o processo? Primeiro que eu gosto muito de trazer para vocês essa questão do olhar treinado. Quanto mais vocês forem capazes de perceber justamente o Que é importante pro outro você trazer para conseguir se fazer chamativa, melhor. Então, a primeira coisa é: eu preciso que vocês consumam referências e
vocês treinem cima dessas referências, tá? Eu preciso que vocês olhem pro lado. Eu preciso que vocês batam o mercado, como é natural de acontecer com qualquer atividade profissional. Todo bom profissional que se preza, ele vai ao mercado pesquisar. Pesquisa de tendência Existe desde que o mundo é mundo. E é isso que vocês precisam fazer, tá? Quando a gente vai determinar a pauta e quando a gente vai determinar o gancho, quanto mais vocês treinarem isso, melhor vocês vão ficar. E aí, suponha que você tá com uma ideia de falar a respeito de alguma coisa. Então, exemplo,
tá, o meu post de hoje, o vídeo que eu postei agora a pouco, eh, ele falava justamente sobre o uso da IA nas redes sociais. Eu poderia começar Esse post B falando exatamente isso. Tá todo mundo cansado dos seus posts usando IA. Pare de usar IA nas redes sociais. Que que aconteceria se eu postasse assim? Seria mais um post palestrinha, mais um post educativo, mais um post de meio de funil, sustentação. E as pessoas não tão dando espaço para isso. Elas não tão aim desse jeito, desse lugar. Quando eu pego isso e eu junto isso
com a história da Nike ter Feito e as pessoas terem caído de pau, que que eu tô fazendo? Eu tô pegando um assunto, um tema que é chamativo pras pessoas. Tô colocando um tom ali de alarme e aí eu trago a minha perspectiva e aí eu trago o meu ponto de vista e aí eu trago o meu repertório. Então o que que eu fiz antes? Eu ampliei a minha conversa para depois eu direcionar e a funilar, tá? Eh, o que que é muito comum a gente querer ficar cagando palestrinha, Regrinha na cabeça das pessoas? E
aí quando a gente vai pra Iá, fica pior ainda, porque fica um saco, fica mega robótico e tal. Então, sobre passo a passo, tá? Eu quero vocês consumindo referência, eu quero vocês treinando em cima da referência. Vocês lembram quando a gente estava no na pré-escola, que a gente fazia aula de caligrafia, que a gente ficava passando o lápis em cima das letrinhas. Basicamente é a mesma coisa que eu tô pedindo para vocês Fazerem aqui, tá? Refaçam as headlines, as manchetes, as primeiras frases que chamam a atenção de vocês e no lugar mais avançado, tragam isso
para vocês. Como é que eu falaria? Como é que eu poderia trazer isso para mim? Como é que eu trocaria essa palavra por uma, duas, três outras palavras? Isso faria muito sentido para mim, tá? Eh, eu gosto de usar a IA para lapidar. Então, exemplo, hoje de manhã eu queria falar a respeito desse negócio do CER. Eu vou ler Exatamente o que eu coloquei na IA para dar de exemplo para vocês. Deixa eu ver só se eu acho aqui. Ó, eu coloquei assim no Cloud hoje de manhã. Você viu o tiro do pé da Nike
nessa semana? Patrocinou o Cer no campeonato de tênis e aí o post que fez claramente era um post de você viu isso? Fale comigo sobre. E aí ele vem. Sim, eu vi essa história. Deixa eu puxar os detalhes. Parará parará parará parará. Aí, eh, eu perguntei para ele assim, falei: "Puta que pariu, não é possível, a Nike não acerta mais uma. Quero que você escreva um texto exatamente nesse tom". A Nike, patrocinadora do CER, um dos atletas mais Par. Aí ele fala: "Vou escrever no seu tomativação sem deshes completando marcadores." E aí ele vem e
me escreve um texto. Eu leio aquele texto e falo: "Cara, hum, isso aqui não tem muito minha cara." E aí, que que eu pego? Eu pego aquele texto e Trago pras minhas palavras. Pego aquele texto e trago pro meu jeito de falar. Eu, Amanda, assim como os grandes players do digital, gente, sempre uso roteiro. Sempre. Eu gosto muito de usar roteiro. Pode ser que assim, eu não vá repetir todas as palavras que estejam ali, mas eu tenho essa ferramenta para me guiar. Por quê? Porque senão, na maioria das vezes, a gente vira prolixo, a gente
sai falando, a gente não tem ordem de fatores e tal, tá? Quando eu Quero ser bastante fiel a um roteiro, o que que eu faço? Eu leio e linha a linha. Então, mesmo que eu grave sozinha, eu tenho gravado muito sozinha, tenho gostado muito de gravar sozinha, eu gravo, paro, gravo, paro, gravo, paro e não tem problema a gente fazer assim, tá? Isso é muito funcional. Então, sobre o uso de IA, gente, sim, todo mundo usa. Usem, usem, tem que usar. Só que não deixa aí a pensar por você, Deixa aí a complementar você, porque
senão você perde toda a tua autenticidade, você perde toda a tua personalidade, tá? >> Sim. Exatamente. >> Quem mais, gente? Não temos perguntas. Nossa, mas que gente bem resolvida, quietas e bem resolvidas essa turma, meninas. Vamos vendo. >> Eu gostaria de perguntar uma coisa. >> Vai lá. Eh, em relação aos posts, né? Boa noite, pessoal. Primeiro de tudo, né? Boa noite para vocês. Eh, em relação aos posts, né, você conseguiu acompanhar aí que eu comecei já desenvolvendo de uma outra forma, tive uma outra percepção realmente de dessa caixinha que eu nunca tinha me colocado realmente
e que você me ativou. Só que em relação aos stories, eu ainda fico um pouco >> perdida, >> perdida, porque eu estava acostumada a lidar de uma forma. >> Uhum. >> E agora parece que tudo que eu vou colocar é fútil demais ou então não tem a autoridade que eu gostaria de passar para elas, principalmente quando eu tô em alguma viagem, alguma coisa, algum compromisso ou então quero mostrar um pouco da palestra, como que foi a abordagem das alunas. Mas eu acho que isso às vezes acaba na minha cabeça Acaba parecendo, não sei, parece que
não vai casar com aquilo que é o momento atual. Que que tem acontecido, tá gente? Eh, duas coisas t acontecido com os stories. A primeira é assim: queda vertiginosa de pelo menos 50% do alcance dos stories do começo do ano para cá. Isso é uma verdade universal. Então assim, todo mundo que tava ali acostumado a ter um certo pace, teve esse pace cortado no meio. Quando é que esse pace ele sobe, né? Quando a gente Tem um número bastante interessante ou razoável de visualização nos stories, quando as pessoas elas interagem diretamente com a gente pro
DM, quanto mais eu consigo fazer as pessoas se ã comunicarem mesmo comigo por DM, vai lá G, fica à vontade. Eh, quanto mais eu preciso, eu consigo fazer as pessoas se comunicarem comigo por DM, mais esse story tem poder de alcance, tá? O segundo, a segunda forma de eu fazer o story ter maior alcance é quando eu Consigo fazer as pessoas tocarem na tela, seja para curtir, seja para elas engajarem com uma enquete, com sticker ou alguma coisa assim. Isso também me ajuda. Isso não me resolve, mas isso me ajuda, tá? Eh, que que que
tem bombado muito nos stories? Então, as pessoas têm gostado sim de ver vida pessoal. Mãe, não corta isso. Elas têm gostado porque é um respiro, gente. Tá todo mundo exausto, esgotado, tá? Então, vida pessoal tem feito sentido? Sim. Segunda coisa, as pessoas querem ver dica, deem dicas nos stories de vocês, entreguem ali nos stories de vocês. E o terceiro ponto é que muitas vezes a gente é bitolado em postar story em vídeo e falando, falando, falando, falando. Vocês podem perceber que é muito mais performático vocês postarem uma foto estática do que cinco pontinhos de vídeo.
Então, muitas vezes a gente fica nessa nesse ainda monoflow eh do histórico do Snapchat que a gente fazia Em vídeo e parará e a gente acaba percebendo que o engajamento ali já não tá mais da forma como ele era antes. Então, faça um estático porque ele tem tido três vezes mais impacto do que o vídeo. É, com isso posto aonde é que eu recomendo muito que vocês façam vídeos mais soltos, naturais, genuínos, muito numa linguagem de tipo assim, como se eu fosse escrever um blog, tá? No TikTok. TikTok é o melhor lugar para vocês Fazerem
isso. Façam, se comportem no TikTok como vocês se comportariam nos stories. Tem que pensar em gancho pro TikTok, tem que tem que pensar numa cronologia ali do meu roteirinho, tem que, mas ele é muito mais solto em termos de produção, tá bom? A gente vai ter um momento só para falar de stories aqui dentro da mentoria também. Não se preocupe quanto a isso, >> tá bom? Só para meter um norte para seguir e alinhar tudo. Obrigada. >> Perfeito. Imagina. Eh, acho que tinha mais alguém que queria fazer alguma pergunta. que abrir o microfone? Oi, eu
quero fazer uma uma pergunta. Boa noite, gente. Eh, no roteiro que a gente que eu acabei montando aenda que eu te mandei, eu tive muita dificuldade na parte do gancho e eu sei que a gente vai falar um pouquinho mais paraa frente Sobre isso, só que eu travei assim, aí eu não sei muito como seguir, o que sabe onde buscar outras referências, enfim. >> Muito bom. Eh, boa pergunta. E, infelizmente é normal quando vocês estão para começar a mentoria, que vocês estão nesse impulso de produzir, que muitas vezes bem bem mesmo no impulso de tava
produzindo, produzindo, produzindo e agora tô mais atenta ao que eu tô fazendo, né? Então, G, a primeira, o primeiro exercício é justamente esse de Vocês irem formando esse pool, esse banco de referências, tanto aqueles que a gente trouxe para vocês e vocês validaram como boas referências. e treinar esses ganchos que em ampla maioria eles têm boa performance, tá? Então é usar assim, usar da escrita, desses ganchos para você, aproveitando que inclusive a gente tá aqui com vocês para cocriar com vocês, tragam isso pra gente. Gente, eu queria falar disso e não tô encontrando um gancho
daquilo. O Que que você por qual caminho vocês acham que que eu posso ir? Lembrem que nunca do dia pro dia, mas entendam que a gente tá aqui para ajudar. Quanto mais vocês treinarem isso, quanto mais o olho de vocês estiver atento a isso, G, melhor será. Então, por exemplo, no teu caso que tem uma narrativa muito estética, muito visual, que é o mesmo caso da Lívia, não sei se ela tá aqui, inclusive quero muito conectar vocês duas, eh, a Lívia tem uma marca de Sapato premium e e também tem muito desse lugar, né, que
o visual, a estética chama muito. E os ganchos eles também podem ser visuais. Os ganchos eles também podem partir desse lugar. Eles não necessariamente são só verbais, tá? Mas eu quero muito o teu olho atento e o teu olho atento sendo trazido pra gente, pra gente poder bater isso com você, pensar isso com você e por aí vai, >> tá? E aí vou aproveitar e já vou tirar Mais uma dúvida. Na parte, o meu conteúdo é mais moda, né? Só contextualizando pras meninas, na parte de looks, get ready with me e tal. Eh, você acha
que fazendo voice over também é uma alguma coisa? >> É, tá tipo >> colocando a linha de raciocínio assim. Exatamente. Super. E aí toda vez que a gente faz voice over, que que é muito importante a gente perceber >> que não necessariamente ou Principalmente quando a gente faz vlog, o que mais performa, eu mandei hoje isso pras meninas, eh que o que mais performa não é a cronologia dos fatores. Ah, eu fiz isso e aí eu fiz isso e aí eu fiz aquilo. Não, como eu tô me sentindo? Que que isso gerou em mim? Qual
foi a minha percepção? Qual é o meu desabafo? Qual a minha sensação? gerectar com quem tá do outro lado. Quanto mais você fizer isso, melhor ele vai se dar. Por outro lado, G, eu te vejo e te falei isso no nosso um a um como uma grande formadora de opinião e eu quero muito te ver nesse lugar, um lugar que você é provedora de eh informações, ideias, opiniões úteis pro teu público, bem como que a gente consiga trazer essa estética, que ela é muito linda, muito proveitosa, muito inspiradora para as pessoas, >> tá bom? Porque
eu tenho tenho uma influenciadora no TikTok que eu tenho Adorado assistir e ela basicamente faz receita e fica contando alguma outra coisa mais pessoal assim que conecta. Então, enfim, eu achei um jeito legal de trazer o voice over às vezes. >> Super, super. E de repente assim, a gente pode trazer isso pro seu universo, né? Eu acho que assim, eh, receita, né, principalmente assim, pensando fit, eh, equilíbrio, faz parte do seu universo, mas não necessariamente a gente precisa pensar nela como uma assinatura, vamos Dizer assim. Talvez a gente possa pensar em outras ocasiões, como uma
ocasião de assinatura, mas pra gente pensar. Tá bom? >> Obrigada. Sim. >> Boa noite todo mundo. Eh, feliz de estar aqui, mas estô impactada, mexida e desconfortável. >> Vai lá, >> porque eh acho que vou perguntar uma coisa que eu acho que eu sei a resposta, Mas considerando que tem que passar pelo processo aí de construção, né, do que a gente quer falar, principalmente porque eu tô naquela fase lá do desestruturada. A pergunta é: não tem negociação. A o que precisa aprender e fazer é vídeo? Não necessariamente. Ótima pergunta. A verdade é que assim, a
gente tem visto eh uma tendência de comportamento, aonde as plataformas elas estão privilegiando cada vez mais a produção de vídeo. Uma vez que você perde o medo da câmera, é Muito mais fácil você gravar do que você compor um post estático. Muito mais fácil, te toma muito menos tempo, as os apps de edição estão cada vez melhores, mais fáceis, mais intuitivos e etc. Por outro lado, eu entendo plenamente o receio, né, de ter um olho ali te olhando e esse olho ser o olho do mundo. Então, muitas vezes a gente vai para esse porto seguro
chamado poste estático. No Instagram a gente ainda fala de uma Necessidade de uma plasticidade para esse tipo de post. Então, a gente precisa sim se preocupar com a estética gráfica desses posts, com o que que a gente tem ali de elementos que ajudem a gente a realmente assim acender, né, chamar atenção e tal. Já no TikTok, ele também tem aceito e muito bem eh os posts estáticos, só que eles precisam ser nativos. Então, é muito um flightback ali pro que a gente via eh há anos atrás no Instagram, que é um pouco Do que eu
falei, as fontes nativas, o uso das imagens de bloco, de rolo de câmera e por aí vai. Mas se eu não queria que você ficasse assustada, tipo, ai precisa ser câmera e eu não tenho essa dicção ainda na câmera e tal. Só que a verdade é que você quanto mais você se propuser a fazer, melhor você vai ficar. Então, um conselho que eu gosto muito de dar para quem tá se sentindo travado com a câmera é: "Façam melhores amigos e Coloque só as pessoas que você mais gosta, mais confia nos seus melhores amigos. Tipo assim,
sua melhor amiga, é sua irmã, sua prima e fulana." E ali você vai se dispor a falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, falar, tipo coisas idiotas do seu dia, coisas bestas. E você vai ver que dali tem muito caldo para você entender e conceber a sua postura na frente da câmera. Eu fiz isso há tipo tr 4 anos Atrás e para mim foi assim, juro, a virada de chave da minha vida. Eu fiz um melhores amigos que eu coloquei todas minhas melhores amigas e eu só falava abobrinha o dia inteiro. Eu falava: "Nossa,
eu me gosto quando eu falo assim: "Nossa, eu me odeio quando eu falo assado". E eu percebi que, por exemplo, eu quando gravo com a câmera profissional ou com a câmera traseira sem telinha, né, sem aquele retorno, eu me odeio. Eu me odeio. Mas quando eu Coloco a câmera, tipo, num FaceTime, vai. Então, a gente também tem que testar, tá? Pra gente não ficar muito dura. Outra coisa que eu senti de mim, eu sou muito melhor falando quando eu tô sentada do que eu quando eu tô de pé. Isso que eu adoro palestrar. Amo palestrar,
mas eu me via dura de pé. Era uma postura ruim para mim. Então a gente vai se sentindo também, tá? Ass e aí qual é o ponto? A primeira tarefa que vocês têm para fazer é essa que a gente Vai mandar logo na sequência para vocês como um exercício. Façam ela e façam ela. Ai, mas eu vou postar. Façam ela. A tarefa desse encontro é esta. Deixa que a gente vai guiar vocês daqui paraa frente. Cada um com suas necessidades, no seu momento e etc. Tá? Não panica, gente, por favor, não panica. E assim, por
favor, não travem e estejam no encontro de segunda-feira da Debs, que vai falar justamente sobre essa história de mentalidade. City, respondi >> super obrigada, >> Giovana. Bom, a minha questão até vai um pouco na contramão, que é a questão de tenho muito a falar, às vezes até a profundidade, mas a forma como falar, isso me ainda eh não tá tão claro nessa questão de vídeo palestrinha hoje já não funciona, então como preencher? Talvez. Então funciona talvez essa coisa de ah, abrir a câmera porque era uma coisa que eu fazia muito nos stories, mas acaba Não
ficando no feed. Às vezes tem coisa que vale pro feed. >> Exato. >> Então essa >> é isso que tá tipo, mas só eu falando pra câmera, aí eu fico pensando, putz, tá vazio, não tem impacto, não tem >> todo o resto, >> tá? Primeira coisa que é assim, eu preciso que vocês confiem no processo. Então, o primeiro momento a gente vai falar de vocês como marca, de vocês se Perceberem e serem e fundamentarem a existência e a presença de vocês como marca, tá? A gente vai passar passo a passo sobre isso. Eu vou ensinar
vocês a construir um bom gancho, eu vou ensinar vocês a construir um bom roteiro, eu vou ensinar vocês a colher boas referências. Por enquanto, as tarefas que eu quero que vocês façam é esse exercício que eu vou mandar e vocês treinarem o olhar com as referências e trazerem as headlines para vocês. Se vocês já fizerem isso, Gente, o meu bloco de notas todos os dias eu fico treinando headline. Quanto mais vocês treinarem a escrita, mais poderosas vocês vão ficar na produção de conteúdo. Treinem, treinem, treinem, treinem, treinem, treinem, treinem. Tipo, fiquem loucas com essa história,
tá? fiquem vendo, fiquem consumindo, coloca para jogo e assim a gente vai conseguir construir. Gi, não se preocupa que a gente vai guiar vocês quanto a isso. E aí eu queria muito que Você levasse esse approach para o TikTok sem ficar preocupada com os números. Deixa flopar, deixa flopar, tá? Ser flopada no TikTok é cool. Pode ir, vai para lá, tá, Adriana? Oi, tenho três perguntas rápidas. Vamos lá. No meu caso, eu também tenho muito estética, né, de entregar a casa limpa pro meu cliente. Então, eu posso usar como gancho uma imagem da casa limpa
>> total, mas talvez mais do que usar a casa limpa, é usar a casa suja. >> Chama mais atenção do que a casa limpa. Então, >> é o antes e o depois, né? Ele é um gancho, certo? >> Eu vou te dar um exemplo. Eu até escrevi eh eu tava trocando com a Ju logo depois do teu do teu one e a gente falou muito sobre isso, tá? Então assim, sim, isso é um de um gancho. Eu quero que você use muito mais sobre isso do que uma Comunicação mais fria e mais distante, que é
onde a gente tá >> Mas eu posso usar foto? >> Pode, >> pode. Carrcel. >> Tá bom. Segunda pergunta que eu até perguntei no chat, você fala das três emoções. Eu me vejo também muito com baixa emoção quando eu mostro a casa limpa de trazer conforto, de trazer paz. Isso ser uma baixa emoção. >> Vou vou te interromper, eu li tua pergunta, mas eu quero muito mais que a gente evoque a satisfação da pessoa enxergando aquele processo, tipo a sujeira saindo do caminho, o negócio ficando branquinho e tal, do que necessariamente a gente achar que
por ver uma casa bonita e arrumada, aquilo traz conforto. traz conforto quando a gente, por exemplo, tem um ambiente que ele tem uma luz que proporciona uma sensação junto com uma música. Parará, é Uma outra referência, DRI. E é isso que eu quero te mostrar. O que muitas vezes na nossa cabeça, tipo, tá, isso deveria provocar ou gerar conforto, não necessariamente tá gerando e talvez o engajamento tá te mostrando isso. E aí eu quero encontrar outros caminhos, outros vieses pra gente fazer acontecer, tá? Terceira e última pergunta. Eh, eu fazia muito vídeo educativo, né, ensinando
como limpar até usando meus produtos, o passo a passo. E aí você Fala que o pessoal tá cansado disso. >> O pessoal tá tá cansado quando a gente não tem um gancho forte, quando a gente não tem uma provocação, quando a gente não tem uma motivação. Então, quanto, de novo, quanto mais você treinar o seu olhar e passar a consumir vídeos que você vê, vê que são performáticos, mas você vai entender como você pode ensinar sem ser chata, como você pode ensinar conseguindo evocar a atenção do outro, tá? Então, Por exemplo, as próprias referências que
a gente te traz, elas já têm muito disso. E é isso que eu quero muito que você treine, que você treine as chamadas. Então, assim, não é uma coisa que eh de novo, ela se dá no lugar neutro, ela vem trazendo, seja algum tipo daquelas emoções, daqueles grupos de emoções que foram colocados na tela. De novo, calma que a gente vai ensinar vocês a respeito disso tudo, gente. Tenham paciência, Tá? >> Claro. Imagina. >> Tá no mudo. Tá no mudo. Desculpa. Tá me ouvindo? >> Tô. >> Tá. Eu tô com uma dúvida que é a
seguinte, eh, como que a gente deve se comportar? especialmente nós que temos marca totalmente dissociada do do nosso CPF sobre aparecer com a nossa marca pessoal, porque como eu disse para você no na reunião individual, eu tenho pavor De aparecer em rede social, só que a gente sabe que inegavelmente eh as marcas que a gente conhece, os quem tá por trás da marca acaba tendo envolvimento muito maior do público. O que que você pensa a respeito disso? E o que que nós, enquanto marcas, devemos fazer durante a mentoria para aproveitar ao máximo? >> Adorei a
pergunta. Existem algumas formas da gente tratar isso e que não necessariamente é uma resposta que eu Vou te falar, tem que ir, acabou. Quando a gente pensa em formatos, por exemplo, do voiceover, quando a gente pensa em formatos eh escritos, que eles podem ou ser narrados em voz ou colocados em texto, isso já te traz uma perspectiva que você não precisa estar ali com a sua cara e a sua coragem o tempo todo. Então, há formatos que fazem isso por você, há ideias de como trazer uma atmosfera, falamos muito isso no seu a sua atmosfera,
eh, todo o seu branding Sensorial, sem você precisar estar ali à frente. Por outro lado, eu vou te trazer uma história da minha vida, que é quando eu fiz faculdade há tempos atrás, eh, um professor, na verdade, assim, o coordenador do curso chegou pra gente e falou assim: "Gente, vocês vão ser executivos, vocês precisam dominar o palco, vocês precisam dominar a apresentação." Cara, na faculdade tinha gente que fazia xixi na calça para fazer apresentação pra sala. Tipo, as Pessoas tinham muito medo e foi um trabalho da própria faculdade ensinar a gente a ir pro palco,
ensinar a gente a perder esse medo. E conforme o tempo foi passando, com essa forçação de barra de vocês têm que ir, vocês têm que falar, vocês têm que fazer, cara, as pessoas vão se soltando. Então, clar, existem formatos, mas é uma coisa que assim, se é um pedágio e se é uma coisa que precisa acontecer, ela precisa acontecer e ela vai acontecer e acabou. Tá fechado. Camila, oi, oi, tudo bem? Eh, eu tava pensando sobre essa história do TikTok, que o que eu tenho feito, na verdade, é mandado algum algumas produções do Instagram, eu
salvo e coloco lá no TikTok também, >> tá? >> Isso adianta, isso, né, reverbera? Ou eu tenho que fazer uma produção separada Para um e pro outro? >> Idealmente. Você quer a minha resposta de verdade? >> Eu quero demais. São linguagens diferentes, são linguagens que é assim, eh, outro dia eu ouvi uma garota falando isso, eu achei muito bom. Ela falou o seguinte: "No TikTok é como se você tivesse numa viagem com várias pessoas desconhecidas. você foi viajar sozinha e esse e essas pessoas também foram viajar Sozinhas e vocês se formaram um grupo ali por
vocês estão no mesmo lugar, vocês têm mais ou menos os mesmos interesses, vocês têm as mesmas vontades e ali vocês acabaram se juntando porque aquilo era conveniente para vocês em virtude daquilo que vocês têm interesse. Não necessariamente você tá com os teus melhores amigos. Não necessariamente você já pegou e trocou telefone com aquela pessoa. Não necessariamente você já criou intimidade. Você só tá ali com Pessoas que têm pontos em comum você. Quando a gente tá no Instagram, a gente tá numa área de gente que de alguma forma te conhece, sabe quem você é. Então é
o colega do colega, o amigo do vizinho, o vizinho, o primo que tá ali por conta de você e não por conta da viagem. Então é basicamente como se você tivesse falado assim: "Gente, eu vou fazer um um evento beneficiente aqui, a entrada é gratuita, pode vir quem quiser". E aí supõe que as Pessoas adoram o teu estilo, elas falam: "Nossa, é minha chance de comprar alguma coisa da Camila, porque adoro como ela se veste." E ali vai ter um monte de gente que você não conhece, mas todo mundo te conhece. São perspectivas diferentes. Então,
para eu conseguir abrir uma conversa no TikTok, ela precisa conversar com pessoas que eu não via antes. Só que é uma rede que te dá muito espaço para você ser nu e crua, sabe? Para você ser Seu lado B, para você ser quem você é de final de semana. Quem é você no final de semana? Qual é seu jeito de falar, de se comportar no final de semana? Entende? Então são linguagens diferentes. Então, sim. Posso replicar? Posso. É o melhor se fazer? Não, mas é o que dá para eu fazer? É, então faz, tá? A
gente vai trabalhar com os recursos que a gente tem. Aqui o orçamento é quase zero, >> tá? Mas eu acho que eu, essa história Que você falou, né, de falar como eu falo nos stories, falar no TikTok, de ser uma coisa meio livre mesmo assim de vou lá, gravo >> é livre, mas entender. Vou só fechar também fechar também volta para mim. Eh, é livre, mas você precisa entender que as pessoas são desconhecidas, elas não partem da tua intimidade. Oi, gente, bom dia. Acabei de acordar. Nossa, tive uma ótima noite de sono. Agora, coisas que
eu faço para Manter a minha barriga trincada aos 48 anos. animal. Pera aí, me mostra aí, fia. Entendeu? Eu não tenho, eu tô ar, mas eu quero saber que barriga é essa. Tô só dando um exemplo, tá? E aí se dispõe a falar, tomo isso, faço aquilo, não sei o quê e por aí vai. Tá, fechou, Flávia. >> E aí, gente, tudo bem? Tudo bem. Então, Amanda, produzir conteúdo para mim é meu calcanhar de Aquiles, assim, né? É a Parte mais difícil que existe. Assim, eu considero que eu tô no nível menos um, assim, né?
Até abaixo do zero. E aí você vem e traz um tanto de informação. Ah, vamos falar de pauta universal, pauta quente, pauta pop. E assim, a gente tem que entreter as pessoas. E além de entreter as pessoas e trazer essas pautas, a gente tem que prestar atenção no gancho, a gente tem que buscar referência e a gente tem que puxar uma conversa com as outras pessoas. Então Assim, basicamente o que você falou, então assim, como unir essas pontas assim, sabe? E outra coisa também, como pescar, eu eu entendi a questão das referências que vocês eh
eh me mandar, mas no sentido de estética assim e e de como eh eh montar, mas assim, o que falar considerando isso tudo? falar uma pauta quente, falar uma pauta eh universal, popa, entreter todo mundo. Então assim, como misturar isso tudo para fazer um Conteúdo. >> Calma, calma, calma, deixa tudo isso sedimentar. Eu falo sobre decantar. Isso foi o meu primeiro encontro. Isso foi minha primeira conversa com vocês. A gente vai passar três meses juntas para eu explicar isso no passo a passo para vocês. O que você vai fazer agora são as duas tarefas que
eu pedi. É a tarefa de preencher o documento que vai ser enviado para vocês até a próxima Quarta-feira e a tarefa de ficar atenta às referências e se pôr a treinar. Só por hora é isso, tá? Deixa que a gente vai te guiar, deixa que a gente vai te situar, deixa que a gente vai te colocar. Agora, suponha que você é uma pessoa curiosa, que eu sei que você é estudiosa, curiosa. Eu adoraria ver vocês buscando sobre isso, estudando sobre isso, consumindo sobre isso. Por, gente, Quanto mais repertório vocês tiverem a respeito do que de
tudo que a gente vai conversar aqui, melhor você vai se sair. Eu não quero que vocês gabaritem o que eu estou falando, mas eu quero que vocês entendam. O meu papel é explicar isso e dar as tarefas, as lições para vocês realmente fazerem. Tá, mas calma também, sejam mais amorosas com vocês. Sai da chibatada ou é agora ou não é nunca. Calma aí, a gente vai passar todo o ciclo. A gente vai ajudar vocês no passo A passo, tá? Façam as tarefas e isso vai bastar, prometo para vocês. Combinado? Fechado. Sejam mais amorosas, pessoal. Não
sejam tão duras, carrascas com vocês. Calma, calma. Estamos aqui. Tá bom, gente? Vou fechar. Muito obrigada pelo nosso encontro. Espero vocês na próxima segunda-feira, fora de horário, fora de pauta, mas com um encontro muito, muito, muito Poderoso, gente. Um beijo. Já, já tá no grupo a gravação e o exercício. Falou, pessoal. Beijo. >> Tchau. Tchau. Obrigada. Tchau.