Com cachorro crente. Eu conheço o programa do Cinto Liberdades do Wendel Carvalho. Só que eu já era amigo do Wendel há, sei lá, uns 3 4 anos. >> Ah, você já conhecia ele? >> Cara, eu tô falando de 2020, da pandemia. O Wendell me enche a paciência para entrar no edital desde 2015. O Instagram dele, eu vou falar aqui. Cadê? Você sabe, irmão. O Instagram vai fazer recordar.coach. Na época. [risadas] Eu tô nada contra os coach. Pelo amor de Deus, cara. Eu preciso, de verdade, eu sei que isso aqui é um podcast técnico, eu vou
daqui a pouco falar de tráfego págico e tudo, mas eu preciso contar essa história que talvez isso motive você que tá começando do zero. Você entender que eu era amigo do Wendel, ele tava ali do meu lado falando assim: "Cara, vai pro digital". E eu falava: "Irmão, não quero essa bosta". Entendeu? Não acreditava no digital. Tá aqui, ó, na cartilha do tráfego pago low ticket. Olha isso aqui, velho. Isso aqui vende, velho. >> É muito cara de lá. Olha isso aqui, ó. Tá aqui, desgraça. Pega. Tá aqui, ó. Eu esfrego nos criativos. Seja muito bem-vindo
a mais um episódio hoje inédito, viu? Algo que eu tô tentando trazer aqui há meses que essa agenda não casava. Meu Deus do céu. Estamos começando mais um dia de por Trás do sucesso. E hoje, meus amigos, vamos falar sobre a onda do digital, as polêmicas que envolvem o low ticket. Será que low ticket dá dinheiro? Será que low ticket é necessário dentro de uma esteira? O que fazer para um low ticket escalar? Será que é possível ganhar dinheiro com essa bagaça? Enfim, eu trouxe aqui o maior especialista deste Brasil, quando o assunto é low
ticket. Ele que disse, eu que criei o nome low ticket. Quem falou depois de Mim tá me copiando e vamos falar aqui dos bastidores. Se você nunca ouviu este podcast e tá caindo aqui de para-quedas, eu quero te explicar qual que é o meu objetivo. Eu não tô aqui para ficar contando historinha triste de ninguém. Eu quero mostrar o que tem embaixo da ponta do iceberg, como que pessoas que são referências hoje no digital fizeram para crescer e ganhar muito dinheiro. E o assunto hoje ele é não só importante para você desenvolver essa habilidade de
Colocar em prática no seu negócio, mas também é uma das coisas que mais tem colocado dinheiro no meu bolso do grupo Xflow. e você vai entender o contexto. A gente tem falado muito nesse podcast sobre relação LTV CAC, que é o custo de aquisição e quanto tempo uma pessoa gasta de dinheiro com você. E na minha opinião, não tem nada melhor do que o que a gente vai falar aqui hoje. Eu trouxe o cara que vai abrir todos os bastidores. Quando eu liguei para ele, Eu falei: "Olha, você pode vir preparado que eu vou extrair
tudo que você fala na tua imersão, nos seus cruos". Ele falou: "Você pode perguntar o que você quiser." Tô muito feliz. Quero deixar aqui mais uma vez, ó, meu beijo, meu agradecimento aos nossos patrocinadores, Usina, Cursed Educa, TMB, Rubla, tô esquecendo de alguém, Carol. Quem mais? Send Flow, um beijo para vocês. Obrigado por estarem comigo aqui. Sem mais delongas, Ricardo Máxima. >> Muito bom. >> Seja muito bem-vindo, meu irmão. >> Cara, obrigado pelo convite. Feliz demais de estar aqui. Que bom que casou a gente e nós vamos sentar no pau. >> Vamos. Muito bom. Eu
gosto sempre de colocar a bola no chão e vamos fazer um overview do que que a gente pode trazer de possibilidades hoje. Que que eu separei? Falar sobre os principais erros que envolvem a aplicação de um low ticket, características do que realmente Escalam num low ticket. O que que você vê de tráfego para low ticket? Quais são as operações que você já construiu e que te dão muito dinheiro, qual é o futuro do low ticket e o que você tá colocando hoje na tua empresa? Você acha que eu esqueci de alguma coisa? Cara, eu acho
que você trouxe tanto da parte estratégica ali, o que que é os low ticket que realmente vende e você também foi lá pro técnico, pro tráfego pago, esteira ali no finalzinho com o que que A gente tá de estrutura pronta, vai passar por tudo aí. >> Muito bom, maravilhoso. >> Se tiver alguma coisa que for entrar no meio, a gente coloca também aí. >> Show. Claro. >> Eh, eu quero apresentar você, pode ser que alguém ainda não te conheça. E eu acho que é legal a gente trazer quem é o Máxima antes do Máxima. Eu
quero saber quem que é o Ricardo antes de se tornar o Ricardo Máxima do Low Ticket. >> Cara, mas você quer o Ricardo? Ricardo assim, uma história lá coisa. Eu quero de forma breve, mas eu quero que você faça uma introdução de o cara que pegou latinha, a, o que que ele fez, onde ele chegou e onde ele tá agora. Breve. >> Vamos lá, cara. Bom, primeiro, o Low Ticket sempre fez parte da minha vida. >> Aham. >> Sempre fez parte da minha vida. Depois eu vou explicar isso para vocês, né? E aí, qual que
é o o ponto aqui da minha Vida? Eu sim fui, como muitos de vocês talvez estão assistindo a gente aqui, né? Muita galera aí de 1990, que foi o ano que eu nasci, a nossa geração ali atrás. vind de uma história muito difícil, como muitos do digital vem, mas eu não quero ficar aqui ai que eu não sei o quê, que eu comia abóbora podre e tal, mas assim, cara, vim de uma vida muito difícil e eu digo assim que eu vim numa vida não de pobreza, mas uma vida de miséria. Eu tive uma situação
muito Triste na minha vida, que até 8 anos de idade, junto com a minha mãe, a gente morou numa condição de rua. Então, a gente pedia dinheiro na rua, dormia de favor em algumas casas na rua. A gente foi ter a nossa primeira casa quando eu tinha 8 anos, né? né? Foi uma casa de madeira velha, de chão batido. Isso lá no interior de Santa Catarina, na cidade que eu nasci. >> Qual que é a cidade? >> Joaçaba. >> Joaçaba. >> Joaçaba é uma cidade de 27.000 habitantes no interior de Santa Catarina. >> Então foi
lá que eu nasci, né? Eh, lá que eu me criei, mas numa condição de muita miséria, muita pobreza, cara. >> E aí as coisas começaram a dar uma luz quando eu fiz 14 anos. E por incrível que pareça, cara, aqui vem o lugar da onde eu comecei a estudar e quando eu comecei a ensinar, né? dos com 14 para 15 anos eu entregava panfleto e catava latinho e papelão na rua. Então esse era o meu meu business, né? Um menino de 14 anos que ia na escola de manhã, assim como qualquer moleque pobre. À tarde
eu tava na rua ou catando a latinha em papelão junto com a minha mãe quando ela não tinha faxina, que a minha mãe é faxineira e ela me criou sozinha sem o meu pai. Quando a minha mãe não tinha faxina, a gente estava ali na rua catando lein papelão junto. Ou nos dias Que eu conseguia trabalho, eu entregar panfleta para empresas, né? Panfletos. Estamos na época da Iara, daqui a pouco a galera nem sabe que que é um panfleto, né? >> A galera dos 2000 acho que ouviram já pouco disso. >> Panfleto na rua ali.
Antigamente existia isso. As pessoas entregavam panfleto na rua. Eu era um panfleteiro. >> Só que olha que loucura. Como é que eu fui estudar tecnologia, design, eh, Enfim, como que eu caí no mundo da tecnologia e consequentemente depois no mundo do design. >> E aí, por fim, acabei no marketing digital. Eu eu entrava nas papelarias da cidade que eu entregava a panfleta ali de Joaçaba e eu comecei a comprar, cara, revistas de tutorial que tinha nas bancas. >> Uhum. >> Você lembra que tinha aquelas, não sei se quem fala, quem lembra? Eu falo essa Câmera
aqui. Se você lembra, se você é de 1990, um pouco para cima, um pouco para baixo, você vai lembrar que antigamente você queria aprender Excel. Você entrava numa banca de revista e tinha lá 50 tutoriais de Excel que vinha o CD, cara. Olha para mim, velho. Isso aí já é um princípio de low ticket. Oferta direta >> já na capa, >> 35 tutoriais de Photoshop. >> Já era um low ticket. Pode ver. >> Já era um low ticket. >> Aham. Muito bom. >> Você tá entendendo >> que tinha na banca? >> Que tinha na banca.
Aí você comprava um CD. >> Aham. >> Que tinha lá 10, 20 videoaulas ensinando aquele negócio direto. Aquilo, aquela capa daquela revista já era uma headline. Aham. Então eu naquela época ia nessas bancas de jornal, pegava o meu Dinheirinho do panfleto ali do dia >> e eu comprava isso. Só que eu não tinha computador. >> É isso que eu ia perguntar. Quebrado nessa época computador é caro. É porque eu foi 14 anos eu tava indo pra minha primeira casa lá com 8 anos eu fui na primeira casa 14 anos a gente tava ali no movimento
de de comprar as coisas. >> Aham. >> Como que eu aprendia se eu não tinha computador porque eu era muito pobre. Eu Trabalhava num bar >> de graça, lavava louça, limpava o chão, arrumava mesa de sinuca, colocava a bebida no freezer só para poder usar o computador que tinha lá que tocava música. Eu tocava música na época do Yamp, brother. >> Tô ligado. Depois veio o IAMP, >> era o Windows Media Player e o IAMP. Aí tinha o Yamp que você baixava as skin, trocav. Quem é da época do Yamp? Fala aí nos comentários. Será
que tem alguém Aqui que lembra do Yamp? >> Não, eu acho que difícil. Vamos ver >> então, cara. Eu tocava as músicas no Yamp, que era o Spotify antigamente, né? >> Tocava as músicas no IAMP e ficava estudando Photoshop ali, velho. Ficava estudando Photoshop ali com as videoaulas tutorial. Resumo da ópera, cara, eu com 16 anos, isso era com 14 para 15, com 16 anos eu começo como professor de informática >> dando aula do Photoshop. E aí eu comecei A dar aula numa rede de escolas que como eu era um professor do Photoshop lá, eu
podia fazer todos os outros cursos que tinha lá de graça como aluno. Aí eu fiz curso de programação, eu programei PHP, eu fui professor de montagem e manutenção de computadores, eu fui professor de cor dra, cara, eu fui professor de auxiliar administrativo e financeiro. Loucura. >> Porque eu fazia esses cursos e como eu era bom dando aula, eu fui virando Professor, tal. Aí, cara, para encurtar a história toda aqui, eu trabalhei nessa empresa até 21 anos de idade como um professor de informática e tecnologia. Só que no final da minha carreira lá, eu me tornei
um vendedor de curso lá >> com 18 para 20 anos. >> E aí o que que eu fazia na época? Eu vendia curso de informática, Photoshop, de porta em porta nas casas. Nossa, >> eu ia nas escolas de manhã, escola pública, eu era o cara que ia na escola Pública de manhã, pegava o nome telefone da criança, pegava o meu lead da época, >> ligava pro pai à tarde, ia lá na casa dele com horário agendado numa prancheta de mão oferecendo o curso de tecnologia. >> E aí foi assim que eu entrei no mercado da
educação. Então eu tô no digital há 5 anos, mas no mercado da educação eu tô há 20 anos. Eu tô com dava aula. >> É o cara 25 anos praticamente. >> Uhum. E aí você entrou a princípio com o Canva até pivotar pro low ticket, né? >> Com Canva. É o que a gente falava aqui no off. Quando eu entro no mercado digital foi na pandemia. >> Aham. >> Porque eu tinha uma rede de escolas de ingles que quebrou na pandemia. >> Uhum. >> E aí >> era franquia? Não, >> não era própria, era máxima
inglês. >> Máxima inglês. >> Lá em Floripa eu tinha oito escolas de Inglês. Era uma operação grande, 50 funcionários já eram era uma operação bem grande, era um negócio físico, né? Aham. Aí eu quebro essa rede de escola de inglês na pandemia e cara assim quebrar feio de de pai de família me ligar porque tinha aluguel dele para pagar. Eu não tinha dinheiro para pagar o cara, o cara me xingando de eu receber processo trabalhista em meio à pandemia ali, o pau torando e eu ferrado, velho. Porque, cara, a pandemia ninguém mais Trabalhava, que que
eles cortam primeiro? >> Lógico. >> O inglês, o jitso, o extra, >> o que é supérflo. Parar de comer, o cara não vai, >> pô. Óbvio que não. Aí o pai começou a cortar o inglês. Me ferrou, irmão. Me ferrou. E aí eu quebrei. Aí eu peguei a cozinha de uma das escolas de inglês que sobrou e montei um cachorro quente, que na época eu chamava de cachorro crente. >> Ah, não, velho. >> Era cachorro crente, uma bênção de lanche. >> Eu criei o cachorro crente. E eu sou um cara católico, né? Sou extremamente católico.
>> Só que, cara, a gente sabe que >> Mas o católico ele é crente também, pô. É, mas eu o crente mesmo era o crente do evangélico. Eu falava com o cara da da igreja evangélica lá da Assembleia de Deus, da Lagoinha, da Eu falava com esse Cara e no cachorro crente. Então era cachorro crente, uma bênção de lanche. Aí os combo era combo ô glória, combo família abençoada. A batata frita não era batata frita, era batata tremenda, tá ligado? Era umas varadas assim. E e porque assim, eu não era católico, >> mas cara, eu
tinha um carinho com o mundo evangélico por causa das músicas evangélicas. Era uma época ali que as músicas evangélicas eram muito viralizada, muito bonita. Então eu Conheci um pouco de, apesar de ser muito católico, sempre fui, sou até hoje. >> Aham. >> Eu tinha um carinho, um apreço com esse tipo de música deles, porque as letras eram muito bonitas. Então eu conhecia um pouco da da do evangélico por causa disso, >> cara. Resumo da ópera. Numa noite, eh, com um cachorro crente, eu conheço o programa do Cinco Liberdades do Wendel Carvalho. >> Nossa, >> só
que eu já era amigo do Wendel há, sei lá, uns tr 4 anos. >> Ah, já conhecia ele. >> Cara, eu tô falando de 2020, da pandemia. O Wendel me enche a paciência para entrar no edital desde 2015. >> Ô louco, vocês são amigos das antigas, então vocês conheceram onde? conhecemos na academia ali e tal da do bairro, porque ele morava na mesma cidade que eu. >> Ele era já de Floripa, é isso? >> Ele era de Floripa e ele já tava no digital e ele tinha o método Cronos, que foi o primeiro curso que
ele lançou lá e tal na época do Senhor do Tempo. O Instagram dele, vou falar aqui. Cadê? Você sabe, irmão, Instagram vai fazer record isso aqui, né? O Instagram do Wend era o Wendelcarvalho. Coach, né? É. [risadas] Eu tô nada contra os coach, pelo amor de Deus. Outra, outra fase, >> outra fase. E aí o Wend lança o método Cronos e tal, aquela história toda. E velho, ele tinha uma apostila muito feia que ele tinha feito no PowerPoint, >> a apostila do curso dele. >> E aí eu, como conhecia ele na academia, tal, falei: "Imm,
arruma essa parada para você, tá tudo horroroso". Ele ia lá pra casa dele, a gente desenhava apostila e tal. >> Mas ele já tava bem nessa época, né? >> Eu >> ele, >> ele tava bem, ele tava lá nos seus 100.000 seguidor, 200.000 seguidor, >> tava top, pô. >> 200.000 um seguidor em 2015, irmão. >> É gente para [ __ ] >> Você tá doido. Era ele era um fenômeno ali na época. >> E sa que, irmão, ele falava sempre para mim, cara, você tem que ir pro mercado digital. Eu cagava, velho. >> Cagava. Cagava.
Eu não queria ir pro Digital. >> Vamos vender o cachorro crente. >> Vou vender cachorro crente e tal. Daí no cachorro crente ele faz o lançamento do Cinco Liberdades. E aí ele fala da eu assistindo no YouTube, cara, eu não sabia que era Hotmart, o que era qualquer coisa de plataforma, fazendo ideia quem era quem. Aí, irmão, cara, eu preciso, de verdade, eu sei que isso aqui é um podcast técnico, eu vou daqui a pouco falar de tráfego pago e tudo, Mas eu preciso contar sua história, que talvez eu motive você que tá começando do
zero, para você entender que eu era amigo do Wendel, ele tava ali do meu lado falando assim: "Cara, vai pro digital". E eu falava: "Irmão, não quero essa bosta", >> entendeu? Não acreditava no digital. Sei lá, eu achava que era uma >> que louco, >> sim, entendeu? Eu era um cara do físico, eu era diretor de uma rede de escola de Inglês, eu era o cara de ter coordenadora pedagógica, pai na minha sala, ai meu filho, ó, pai, teu filho, isso. Esse era o Ricardo Máximo, cara. Eu tinha 29 anos nessa época, >> eu tô
com 35. >> Uhum. >> Tinha 29 anos. >> O capote que vinda atrás, >> você entendeu? E aí o na enfim, a escola de inglês quebra, vem o cachorro crente e numa noite que eu tava lá no cachorro Crente, o Wendel faz um lançamento do Cinco Liberdades no YouTube e eu assisto esse lançamento. >> Mas não sabia nem que era aquilo era um lançamento para mim. Ah, ele está aqui ao vivo falando, não sabia nem que que era a palavra lançamento. Lançamento para mim era ainda lançamento de um foguete. >> Aham. Eu chego ali naquele
naquele momento e escuto o Wend falar ao vivo na live. Ah, já entrou mais 1 e poucos Alunos. >> Que [ __ ] é essa, velho? >> Foi mil e poucos alunos e aluno eu não entendo porque eu fazia matrícula. >> Aham. >> Irmão, eu juro para você, aquela noit eu parei e peguei a calculadora e fiz a conta. >> É óbvio. [limpando a garganta] Ele ah, viu 1 e pouco lá. Sei que eu peguei uns 1000 e pouco vezes o valor que era, >> mano. Eleou mais de 1 milhão, >> cara. Dava 1 milhão
e pouco. Falei nem fu [risadas] >> que esse cara fez tava fazendo esse dinheiro. >> Nem ferrando, irmão. No outro dia eu liguei para chamei ele no WhatsApp. Irmão, >> esse negócio aí ele me ligouade, >> ele me ligou por vídeo no WhatsApp. >> Aham. Ô máxima, ele sabia qual era a [ __ ] em design, vídeo. Ele, ô Máxima, grava um vídeo para mim aí, um curso de Design para mim, igual você fez essas coisas para mim, sei lá, meus alunos cinco com liberdades e tal. Falei: "Irmão, eu gravo, eu gravo para você esse
curso." Mas viu, que história é essa aí de 1 milhão, não sei o que e tal. >> Você fez isso mesmo, >> pô? Falava para você fazer isso há quanto tempo, cara? Faz isso aí, grava um curso para você também e tal. Eu falei assim, ó, vou gravar o teu, vou Ver como é que é. Se for legal, grava o meu. Aí o primeiro curso digital que eu gravei foi pro Endel. Mano, que da hora. Eu não sabia desse. Eu tava programado já te perguntar em que momento o Wend entrou na sua vida, que vocês
são sócios, >> mas eu não tinha ideia de que antes do Máxima você já conhecia ele. >> Tipo, o Ricardo conheceu o Wendel. O Ricardo conheceu o Wendel. O Ricardo. Aí ele eu peguei e gravei pro Cinco Liberdades um curso de Shot na época. >> Aham. >> Ensinei lá en Shot, ensinei Canva, umas coisinhas de design ali. Não, na época eu não tinha ensinado Canva ainda, não. Tinha ensinado en Shot. Depois que veio o can, >> é em shot Snaped, que era um programa digitar foto e tal. E aí, cara, eu entrei como mentor dos
Cinco Liberdades, que era o programa do Wendel. >> E aí o Wend me joga num grupo do WhatsApp com todos os outros mentores. >> E nesse grupo tava Pedro Sobral, Corrada, Adolfo, >> Víor Damá e eu >> perdido no rolê. Não fazia ideia que era Pedro Sobral, faz ideia quem que era, não sei quem. esses maluco aí. >> Ah, fazia ideia, velho. Não fazia ideia. Aí eu começo ali a conhecer aquela galera e tal >> e beleza. Daí eu começo a perguntar no grupo umas coisas assim, boca de funil, Tá ligado? >> [ __ ]
[risadas] bosta. Passando vergonha. >> Verdade. Olha, deixa eu falar com vocês. Imagina o Damá. Pedro, Damázio, Sobral, [risadas] eh, Conrado, todos vocês que estavam no grupo, me perdoe, não sabia o que tava fazendo, cara. Eu chegava naquele grupo, velho, >> os caras se falam ou >> e falava assim: "Ô, >> quanto é que vocês ganharam hoje aí? Como é que tá? Dá para ganhar dinheiro com isso aí mesmo? >> Os cara já tinha dinheiro para [ __ ] Corrado de >> [ __ ] tá doido, velho. Os os cara que arrancaram o negócio da terra,
>> abriram o caminho e eu lá perguntando pros cara e tal. >> Enfim, irmão, lanço o curso pro Wendel e logo depois eu lanço o meu primeiro curso. >> Aham. Grave, eu peguei o curso que eu Gravei pro Wendle, regravei ele para mim e subiu o curso no ar, que era um curso lá de edição de vídeo no Snapseed e fiz um de Canva também. >> Aham. >> E coloca esses dois produtos no ar e e aí a galera começa a me seguir por causa dos cinco liberdades. Então era um cara de 1000 seguidores e
fui para 8.000. >> Animal, >> [ __ ] para mim era muita coisa aquilo. A galera começa a me seguir, me seguir, Me seguir, me seguir. Irmão, é isso, velho. Não vou estender muito que não vou ficar só na história. >> Muito bom. >> E aí eu entro no digital desse jeito, esse meio tranco barranco assim. Eu achei legal essa introdução que >> tem muita historinha na historinha, mas eu não quero deixar longo >> não. Eh, e eu curto trazer essa parada da superação, mesmo que clichê, é um negócio que pode ser que alguém neste
Momento esteja com essa mesma dúvida. Será que eu começo? Porque o low ticket eu acho que ele é muito sexy pro primeiro passo. >> E às vezes o cara ele não quer entrar. E aqui tá um exemplo de quem falou: "Mano, eu vou queimar a ponte, vou entrar e foda-se". Mas Ferrari, deixa eu falar uma coisa aqui, cara, para você, porque a galera pode ter pensar assim, [ __ ] mas pera aí, o máximo é o Wendel >> que empurrou ele pro negócio e tal. Cara, presta atenção, >> cara, que corte maravilhoso. >> Presta atenção
no que eu vou te falar agora. >> O Wend empurrou o Máxima, quinta série, >> eu entro, >> eu entro >> no mercado digital colocando meu primeiro curso com 8.000 seguidores que vieram num derramamento do curso do Wendel. O Wendol nunca pegou no Instagram e falou: "Ah, segue esse cara". dele. >> Ele nunca fez isso na época. Nunca, porque não tinha lógica fazer. Eu também não pedi. >> Uhum. >> Não que ele não queira fazer. >> Aham. E aí eu tinha aquele derramamento de audiência do Endel e eu vou pro mercado eh digital, lanço meu
primeiro curso. No primeiro ali eu fiz umas vendinha Orgânica, >> fiz lá uns R$ 3.000, >> mas depois, irmão, eu tive que estudar marketing digital, >> lógico. >> E aí eu fui estudar marketing digital e aprendi o processo na época de perpétuo tradicional, que não tem nada a ver com o low ticket que eu faço hoje. Eu falava lá na época, eu aprendi um perpétuo de aquele perpétuo tradicional lá, né, do Ladeira, do Micha lá, das épocas das Antigas, >> o perpétuo com página de venda, com não sei o quê, com vídeo de venda na
página, botão para [ __ ] em tudo quanto é bloco. É um outro movimento que eu ensino hoje, >> tá? >> E aí eu começo daquele jeito, só que, cara, eu não tinha grana para tráfego pago e eu também não ia pedir dinheiro para ele. Óbvio que não, tá louco, >> cara, eu vendi os móveis de casa, Geladeira, fogão naxit >> para pegar a grana. E na época eu pagava o boleto do Facebook para virar crédito para rodar pr de cartão. Lógico, >> foi assim que eu comecei, velho. >> Tipo assim, eu olhava aqui, [
__ ] a gente tá sentado aqui, tem duas poltronas. Era eu em casa, não, só preciso de uma. Vende essa no LX. Ah, não, cara. Tem essa TV linda e gigante. Pô, mas eu podia estar com uma TV menor. Vende essa e compra uma menor. >> E a diferença você tacava em tráfego. >> Tracava em tráfico. O meu capital de giro era os móveis da casa. Era o que eu tinha. >> Que você ia, >> eu ia, tô colocando no gerenciador, cara. Resumo da ópera ali que eu foi muito difícil meu início no perpétuo ali
>> no low ticket porque eu não tinha dinheiro para colocar tráfego pago, só que eu tinha oferta validada na mão. >> Aí eu fui fazendo esse giro, verendo as Coisas, da virando uma bola de neve, uma bola de neve e >> aí o negócio funciona. >> É essa história, gente. Vamos parar de história aqui. [roncando] >> História importante porque agora a gente vai entrar na parte mais técnica da parada >> e eu quero que você explique o que que é um produto low ticket. Para quem não sabe, pode ser alguém que esteja começando do zero
aqui. >> Produto low ticket, ele em primeiro ponto, que você precisa entender, uma frase que eu que eu quero que entre na tua cabeça, que você vai escrever nos comentários desse vídeo no caderno que você tá segurando a mão agora. Produto low ticket, ele é um produto que a pessoa tem que ter o desejo de comer com o olho. Ela tem que olhar para esse produto e querer comer esse produto. Eu te explico o que que significa isso. Que que é Querer comer um produto com o olho? O nome do produto já tem que vender.
>> Uhum. Ele tem que ser um produto com com desejo imediato. O nome já tem que a pessoa tem que ler esse nome já tipo assim, cara, eu quero esse negócio. Esse é o primeiro ponto, tá? Segundo ponto, o produto low ticket, ele não pode ter curva de aprendizagem. >> Uhum. >> A pessoa que compra um produto low ticket, ela não quer aprender nada. Produto low ticket não pode ser método. >> Produto low ticket não pode ser aprenda. >> Uhum. são fator muito importante. Então, o produto low ticket é você criar uma ferramenta, é uma
ferramenta ou algum entregável específico, editável templeado, como por exemplo, uma planilha pronta para alguma coisa, um checklist pronto para alguma coisa, uma cartilha de alguma coisa, você entregar um elemento pronto que a pessoa vai usar. Produto Low Ticket, a Pessoa não compra para aprender, ela compra para usar, >> tá? >> Tá entendendo o esquema? Perfeito. >> Eu não quero aprender Excel, eu quero usar a tua planilha de Excel. >> Aham. >> De organização financeira. >> Perfeito. >> Como que você organiza suas finan >> produto low ticket eu não aprendo. Produto low ticket eu uso. >>
Tá perfeito. >> E isso acaba com a curva de aprendizagem. >> Então ele é um produto pequeno. Eu sempre falo, o produto Low Ticket, ele é de fato produto com Púsculo. Ele é um produto. E quanto mais parecido ele for com, posso pegar aqui, Ferrari? Vou desmontar o troço. >> Não, pode pegar. >> Pode pegar. Vai vir comigo? >> Pode, pode pegar. >> Ó, se o produto, cara, que aqui se o produto low ticket eu monto ele como um objeto, o mais parecido como um produto, esse produto vai escalar. >> Entendi. >> Você entendeu? Eu
não comprei aqui o método completo para criar um boneco de montar. Não, eu comprei o boneco. Esse boneco chega na minha, eu posso meio que levantar. Esse boneco chega na minha casa e eu coloco ele aqui e eu olho e Falo: "Cara, esse negócio ficou lindo". >> Eu comprei esse negócio aqui. >> Eu comprei [limpando a garganta] bonito. Low ticket. É isso. Cara compra. Tive que pintar, montar, >> nada. >> O cara compra para usar. >> Uhum. >> E isso pode ser um agente de A, isso pode ser uma planilha, >> isso pode ser um
template de alguma coisa. >> Uhum. >> O cara compra. Isso pode ser uma playlist de Spotify. >> Uhum. >> Você entende isso? O cara compra para usar, ele não compra para prender. Então o produto, o primeiro ponto, quando a pessoa vai criar um produto low ticket, ela tem que ter isso em mente. O produto low ticket, >> ele não tem curva de aprendizagem. >> Uhum. >> Produto low ticket, a pessoa tem que olhar e dizer, cara, querer comer com o olho. >> Uhum. >> Entende? O produto low ticket, ele tem que ter o p de
produto. Ele tem que a pessoa tem que olhar para você, cara, um produto esse negócio. >> Muito bom. >> Esse é o primeiro pá do tem mais coisa, né? já traz eh uma reflexão importante que inclusive tá ligado com o que eu Venho muito falando, que é o LTV. Eu já te perguntei até uma vez, cara, mas você fomenta o cara vender segunda, terceira, quarta vez? Ele fala: "Não, você falou para mim: "Não, não é muito minha área, o negócio é, cara, eu gosto do low mesmo, mas eu vou te falar o que acontece depois
do low para mim, tá? Eu nunca tive um low ticket extremamente escalado. Eu hoje vejo uma galera falando que fatura 50, 100, 200.000 por dia com produtos low ticket de 47 a 197, 297. E eu nunca tive isso, mas o meu jogo ele acontece depois da primeira venda, que é o que a gente estava falando hoje sobre Wendel, o grupo Virtus, o perpétuo que você inclusive comanda lá. >> E o meu dinheiro do low ticket, ele vem depois da primeira venda. Por que que eu tô dando toda essa introdução? No final das contas, quando eu
tenho algo prático com P de produto, uma coisa que eu entrego, esse cara, ele sente a vontade De dar o próximo passo. E o meu dinheiro mora muito mais na segunda, terceira, quarta venda do que no low ticket. Então isso para mim fica muito claro que as pessoas têm um erro que é onde eu vou entrar agora, que é criar um produto muito [ __ ] a venda por R$ 47. E a pergunta que eu quero te fazer, além de quais são as características, que que você vê de erro de quem produz um produto low
ticket? >> Cara, o primeiro erro, Ferrari, e você Vai concordar comigo que você já deve ter visto isso várias vezes. Um erro comum de uma pessoa que vai criar um produto low ticket, o primeiro, tem vários aqui, >> mas o primeiro e o mais prejudicial é a pessoa criar amor pelo produto, >> tá? Não pode ter amor, >> cara. A pessoa cria um produto, velho, que ela coloca tanto carinho no produto, na aula que ela arrumou o cabelo para gravar, na ideia que ninguém nunca teve, Que ela teve. Ela lambe tanto aquele produto, ela incrementa
tanto aquele produto que na hora que aquela bosta não vende, na hora que você já gravou 30 criativo, mexeu na página, deu mortal para trás, aquele produto não vende, você tá ali na mentoria do máxima, aí você vai pra mentoria do outro lá, não sei quê, com o mesmo produto, carregando essa bosta desse produto que não vende, porque você se apegou emocionalmente nesse produto. >> Aham. O primeiro passo para um produto Low Ticket é você não ser apaixonado pela oferta. Até porque é uma coisa que eu sempre falo, eu sou apaixonado pela minha mulher que
tá ali, essa mulher maravilhosa. A gente vai casar daqui aos dois meses. Eu sou casado, eu sou apaixonado por essa mulher aqui, velho. Mas ela não é o seu produto L. >> Você entendeu? Eu jamais vou me apaixonar por um produto Licket. >> E aí vem um ponto aqui, >> certo? Primeira coisa, super concordo com o que você falou, produto low ticket, ele não pode ter curva de aprendizagem, ele é um produto para pessoa usar logo, não tem necessidade de ter um caminhão de aula. >> Aham. >> Não pode, não tem a necessidade dele ter
um caminhão de aula. Segunda coisa >> que é importante falar, então, primeiro ponto que é um erro principal, amor à oferta. A pessoa cria um produto e tem Uma ideia e ela fica presa emocionalmente naquela ideia. Ela não consegue selecionar aquela página de venda, aqueles criativos, apertar o botão de delete, tá? Ela fica ali. Tô desistindo desse produto. [ __ ] Ela, essa é a palavra. Ela não consegue chegar. Meu amor, olha para mim aqui. Você criatura. Presta atenção, meu pequeno Alecrm dourado. Joga fora essa bosta se ela não vender. Você tá me entendendo? faz.
>> Você fez 30 criativos, fez ângulos de oferta diferente, mudou página e essa bosta não vende. Joga isso no lixo e cria outro produto. >> E o próximo produto que você for criar, não cria com amor, não cria lá lambendo o produto por tr 4 meses para pôr esse produto no ar. Até porque o produto low ticket, ele é um produto fast food. >> Ah, isso é muito bom que você fala. >> Produto Low Ticket é um produto fast food. Ele é um produto de consumo Rápido. >> Aham. >> É um produto rápido de novo.
Ele é ferramental. É uma coisa que a pessoa usa. Ela não quer sentar ali ficar assistindo aulas. >> Uhum. >> Eu sempre falo que o produto low ticket é como se fosse uma farmácia. A pessoa tá com dor de cabeça, ela chega na farmácia, fala: "O quê, cara? Dá uma de pirona aí, pá, a aguinha acabou. Você Toma na farmácia. Por que que farmácia tem água e copinho? >> Para você tomar o remédio, >> pr você matar na hora. Tá dor de cabeça, >> cara. Pensa que você tá em casa lavando a louça e você
corta o teu dedo. Sabe aquele cortezinho pequeno que pinga sangue? >> Uhum. >> Aí você sai pingando aquele sangue pela casa toda, tá incomodando, tá ardendo. O que que você faz naquele momento? Você Tem na frente da tua casa, de um lado, uma farmácia, do outro lado um hospital. Você tá com cortezinho de bobeira no dedo. Você vai na farmácia ou vai no hospital? >> Farmácia. >> Você vai na farmácia. Por que que você vai na farmácia? >> Porque é mais prático. >> É mais prático. Você quer uma solução rápida. Ah, umativo, >> precisa fazer
um raio X, um elétr, >> nada. Se você chegar num hospital com o dedinho cortado e você falar assim: "Por favor, eu cortei meu dedo, chama o médico, me coloca na UTI, vão olhar para você, vão dizer assim: "O qu, velho? Tá louco? Você não precisa disso, >> tá tá pirado a cabeça. >> E eu falo para você, quando você cria um produto low ticket gigantesco e aí você pega esse produto e cobra barato achando que isso é um low ticket, você tá louco. É você indo no hospital pedindo para te Internar que você fez
um cortezinho no dedo. Não faz sentido isso. Se você tá com corte no dedo e você chega na farmácia, agora vamos mais, vamos em frente aqui. Por que que o produto Low Ticket ele é fast food? Porque a pessoa quer consumir rápido. Imagina que você chega na farmácia com o teu dedo cortado e aí, Ferrari, você na farmácia, você olha pro farmacêutico e fala assim: "Irmão, só queria aqui, ó, um curativo Que eu tô com o dedo cortado". O farmacêutico vai para trás do balcão e volta com bandade. O bandade não, o o espanadrapo. Ele
volta com a fita do Rex, ele volta com algodão, ele volta com uma tesourinha. Ele volta, ele volta com os sete elementos, os sete pilares. [risadas] >> Ele chega na mesa, no balcão da farmácia, você com o dedo pingando o sangue, cagando a farmácia inteira de sangue, ele vem com os sete pilares, os Sete elementos para você >> fazer o curativo, >> montar um curativo. E aí ele olha pra tua cara e fala assim: "Eu vou te ensinar agora o passo a passo de como fazer um curativo, mesmo você sendo um completo iniciante >> e
tá pingando dedo al >> o teu dedo pingando e você ali, irmão, só quero um bandade, velho. Eu só quero colar essa [ __ ] aqui. >> Ai mano, na moral, ô muito bom de Analogia, tá entendendo? >> É muito bom isso. Tá louco. >> Mas cara, isso é um produto low ticket. A pessoa não quer. >> E aí você fala: "O quê? Eu quero low ticket. Que é o que? A [ __ ] do bandade, car. Band, o cara não quer aprender a fazer um bandade. Ele quer usar o bandade. >> Aham. Muito bom.
>> Ele não quer aprender a fazer a decoração. Ele quer usar a decoração. >> Aham. >> E eu falo para você, cara, produto low ticket é literalmente como se fosse uma farmácia, porque na farmácia você tem o bandade que corrige o dedo, >> você tem a aspirina que corrige a dor de cabeça, você tem a maquiagem que tampa as falhas do rosto, >> você tem inúmeros produtinhos fast food numa farmácia. Uhum. >> Você pode observar que na farmácia você encontra água, até refrigerante, mas Você não encontra um saco de arroz. >> Aham. >> Porque arroz
é preparo. Você tá entendendo o rolê? Na próxima vez você entrar numa farmácia, você observe tudo que uma farmácia vende, mesmo que fuja dos itens farmacêuticos e entre na linha de consumo diário como o mercado, ainda assim quando eles entram na linha de bebidas e tal, tal, tal, não existe elementos ali de preparo, é de consumo imediato >> na hora. Porque o produto low ticket ele é de consumo imediato. >> Muito bom, cara. Bizarro. >> Essa é a base lógica do low ticket. E aí respondendo a tua pergunta, aonde que a pessoa erra? >> Quando
ela quer ensinar a fazer o bandidente? >> Uhum. >> Quando ela quer complicar essa oferta, quando ela torna esse produto muito robusto. Porque daí o que que acontece? Quando o teu produto low ticket é muito grande, a tua promessa vai ter que ser grande, ela vai gerar confusão e não vai alcançar o que eu chamo de ruminação mental. >> Ruminação mental, >> que é aonde tá a decisão de compra imediata de um low ticket. >> Aham. A ruminação mental é o ponto, depois a gente pode até aprofundar nisso, >> a ruminação mental é exatamente o
ponto Chave aonde a pessoa decide comprar esse produto. É aquilo que ela tá ruminando naquele momento, >> né? Que é um comportamento cognitivo de algo que está naquele momento falhando na vida da pessoa. >> Vamos dar exemplo daqui a pouco de iluminação mental, que eu acho que esse é um tópico que gasta, dá pra gente gastar energia com exemplos, erros identificados. Então, a gente falou sobre essa parada de ter muito apego, a Gente falou do segundo ponto que é deixar muito complexo, muito grande. Tem mais algum erro que você vê que é claro assim? >>
Tá na farmácia que eu citei. Eh, o erro do cara ter um produto só, só o bandid só. Perfeito. >> Produto low ticket, você tem que fazer o que eu chamo, anota aí, lateralidade de produto, >> tá? >> Que que é lateralidade de produto? Eu lá No meu fronte, eu não vou ter um low ticket só com dois bump e tal, não. Eu vou ter cinco, seis low ticket total. >> Cinco, seis low ticket. >> Uhum. >> É lindo ver o gráfico dos meus low. Eu tenho um que vende do Ah, hoje no dia teve,
sei lá, 1000 venda, 25% veio desse, 37% desse, 14% desse. >> Aham. >> Quando eu tenho todas as vendas vindo de um único low ticket, a hora que a sua Oferta morrer, eu acabo com toda esteira. Então se a pensa se a farmácia vendesse só o bandate >> Aham. Toda galera, da galera da dor de cabeça, da dor de barriga, não ia. >> Uma farmácia tem mais de 20.000 itens em média. >> Se você pega os vídeos da Simed lá, do do >> do João falando lá e tal, é mais de 20.000 itens >> que
estão à vendas dentro de uma Farmácia entre remédio e o rolê todo que tem lá. O teu low ticket tem que ser assim, você tem 20.000 low tickets. >> Aham. Mas eu sempre recomendo ter no mínimo três. >> E trazendo agora o meu testemunho sobre low ticket, inclusive aprendi muito com você. Você fez um hotsit, não sei se você lembra, pra galera do meu mastermind e a gente aprendeu para [ __ ] >> Ah, verdade, verdade. >> Lembra? E cara, nem sempre, o que acontece para mim, tá? Nem sempre o low ticket que mais vende
é o que mais me dá dinheiro. Explico. Eu tenho, por exemplo, essa lateralização. Eu sempre tô testando novos low tickets. E às vezes o cara compra o low ticket e ele fica saciado e não anda na misteira. >> Esse cara, ele não me dá dinheiro no curto prazo. Então para mim pode ser que ele não seja tão interessante assim igual um outro que o cara compre. Pode Ser que o custo de exissão dele seja um pouco mais alto, mas ele anda na esteira. Ele, cara, curou a dor de cabeça dele. Ele falou assim: "Mano, eu
acho que agora eu preciso aprender a não ter mais dor de cabeça. Ele compra meu produto principal e ele anda na mistira e me dá muito mais lucro". Então essa parada lateralização faz muito sentido para o que eu vivo, que eu tô trazendo aqui o meu testemunho que eu não sou o cara que ganha muito dinheiro com o low, Mas o dinheiro que eu ganho, eu tenho um dado que eu separei para te trazer, ele tá depois da primeira venda que se o low não existisse, eu não ia ter esse dinheiro. >> Total >> dado
interessante. Eu tive um low ticket ano passado, a gente vendeu 53.000 1 cópias de um guia que eram tipo seis eh não era seis pilares, era eh um guia prático de direito imobiliário extrajudicial, que ele é um de consumo Bem rápido também. Esse guia ele não me dava lucro na venda dele, só que no lançamento ele me deu 1.9 milhões de lucro da galera que fez ascensão e esse aqui foi com excessão baixo. Então imagina se eu não tivesse o low ticket, imagina se eu não olhasse o quanto esse cara vai andar na m esteira,
porque às vezes os caras que compram o máximo falam assim: "Não, eu quero ter eh dinheiro agora com o low", mas se você tem mais produto, mano, eu ganho Dinheiro com outras e vendas que vem após o low, que é o grande aprendizado da lateralização para jogar o jogo do longo prazo. Exato, cara. Tem uma uma coisa que a gente chama que é o low ticket porta. >> Aham. >> Né? Que é aquele produto low ticket que você faz com a intenção dele ser a porta de acesso para um outro produto. >> Aham. >> E
aí esse low ticket te porta, eu estou Disposto a esmagar o Roy para ter volume de lí. >> Às vezes até ter prejuízo. >> Às vezes até ter prejuízo. Ter prejuízo. Porque às vezes o teu, vamos supor, ah, eu tenho um low ticket aqui que tá dando ro de 0.8, >> eu tenho 0.2 de prejuízo. Só que esse prejuízo por lead representa R$ 30. Só que se eu fosse comprar esse lead, eu pagaria 180. >> Total, total. >> Isso, isso é o low ticket porta, né? Aquele low ticket que eu faço ele, que eu não
tô focado no Roy, eu tô focado em ele abrir porta, ele trazer o cara que depois vai caminhar comigo na LTV e na esteira. >> Vamos para um próximo pilar que tá inclusive conectado com o que a gente tá falando agora. Você falou que nos bastidores do grupo Virtus que você faz toda a esteira deles, eu não sei até onde você pode abrir, tá? E aí você vai Me falando, vai me segurando aqui. Eh, você falou do Protagon, que o maior funil do Protagon são os low tickets que você faz pro Wendel. Como é que
funciona essa esteira? Qual que é o objetivo? O que que você pode trazer aqui de insumo para nós? >> Cara, é interessante eu explicar antes de falar da esteira a ruminação mental, porque ela vai justificar essa esteira. Vamos então dar um break nesse fluxo do grupo Virtus com essa parada da esteira >> e vamos falar de ruminação mental primeiro. >> O que é uma ruminação mental? >> O que é uma ruminação mental? Primeiro, da onde que eu aprendi isso, né? Eu sou hipnólogo clínico. Eu me formei em 2014 em pterapia clínica. Você já falou de
umas oito profissões que você tem aqui. >> É porque eu era >> de hardware, designer, até hipnoterapeuta, coach, professor de inglês, empresário, marido. >> Então, ah, eu tenho um ponto curioso. >> Pot dó, cachorro crente, [risadas] é cozinheiro. Eu nunca na minha vida >> falei inglês, velho. >> Loucura. >> Eu tive uma rede de escola de inglês >> e não falou em inglês. >> Eu não falava em inglês. Eu sabia muito bem vender curso. >> Aham. >> Sempre soube vender muito bem curso na unha, né? >> Uhum. Mas é, esse foi o único ponto. Eu
tive uma escola de inglês, eu não falo inglês. Não falo inglês, eu falo inglês, mas não fluente, né? Eu sei meter um >> tipo pet pit pa [risadas] um inglês, the books on the table. >> Eh, cara, ruminação mental. Então, eu estudo hipnotinoterapia clínica por causa do design. >> Uhum. >> Porque existe uma coisa que nós chamamos de neurodesign que tá completamente Ligada a ox design, >> que são dois assuntos que eu ensino muito dentro da minha metodologia. as nossas páginas de venda. Hoje a gente tem página de venda de funil de quis, págin de
VSL, página de venda aberta, perpétua, aquela cheia de botão. E tem o que eu chamo de página de venda de wax design, >> que é um formato baseado em neurodesign, que é o que eu ensino, >> tá? >> É uma uma metodologia de página que eu criei lá em 2022. E aonde que nasce a ruminação mental? Nasce da minha experiência no mundo da hipnoterapia clínica. A ruminação mental, ela é um comportamento cognitivo. >> Uhum. >> Ou seja, coisa ela tá cabeça, >> tá? >> Então, quando você tem um problema na Tua vida e esse problema
da tua vida ele fica se repetindo na tua cabeça, isso é um estado de ruminação mental, tá? >> É exatamente aquelas vozes da cabeça. [roncando] >> E eu chamo isso de vozes lucrativas. Inclusive, eu tenho que dar o crédito desse voz lucrativa que é do Aguiari. Ele falou: "Mácio, mas uma voz lucrativa?" Falei: "É isso agora eu vou sempre falar que é isso. Vou te dar os crom de criar palavrinha, né? Dar nome Tava falando um dia sobre Dan esse exemplo. Ele falou: "Como assim vozes da cabeça?" Falei: "Cara, essa vozinha que você escuta, essa
vozinha é um problema. Esse é problema eu faço dinheiro com ele. Dele, então é uma voz lucrativa." Aí eu pá, peguei. >> Falei: "Peguei, cara". Então, a ruminação mental é essa vozinha que fica na tua cabeça e essa voz é lucrativa para quem resolve o problema na tua cabeça. >> Quer ver te dar um exemplo? >> Sabe como que posto de gasolina fica rico? Hum. Tem ideia >> com uma ruminação mental que você tem. Quando o teu carro tá na reserva e você tá dirigindo na estrada, que que você pensa? >> Preciso de um posto.
>> E você pensa pouco ou pensa muito? >> Muito. >> Isso é um estado de ruminação mental. >> Desado. Desesperadamente. >> Desesperadamente. Esse é um estado de ruminação mental. >> Perfeito. Também você tá disposto a adiar o abastecimento do teu carro? >> Infinitamente não. >> Isso é um estado de ruminação mental >> animal. >> Posto de gasolina ganha dinheiro com a pessoa que rumina a falta de combustível. Aham. >> Você tá numa estrada saindo de São Paulo para o Rio de Janeiro, pegando a Dutra, Uma pista, uma rodovia. Você tá aqui dirigindo teu carro, tua
esposa do lado, teus filhos atrás, duas crianças atrás, você olha pro painel e você, pim, acende o sinal de reserva porque você esqueceu de abastecer. Meu irmão, naquele momento, a música que tá tocando no carro, você já não escuta mais direito. >> Uhum. >> Você tá começando a rezar para que a tua mulher não tenha visto o sinal no painel, para ela não te encher a Paciência. E você tá, você desliga o ar, >> você fica aqui, ó, só olhando para tudo quanto é lado, querendo ver a bandeira de um posto de gasolina. >> Aham.
>> E aí, esse pensamento teu do [ __ ] preciso abastecer, preciso abastecer, precisa abastecer, ele é um estado de ruminação mental. >> Perfeito. >> O que que é um estado de ruminação mental? É uma dor, mas ela não é só uma dor. Ela é uma dor que você quer resolver na hora. >> É, você não pode esperar, >> precisa, você precisa resolver. >> Uhum. Só que olha que louco, ao mesmo tempo que a ruminação mental é uma dor que você tem que resolver na hora, por exemplo, o meu carro está na reserva, >> ela
não é uma dor profunda, é, >> ela é uma dor rasa que eu preciso resolver agora, mas ela não é uma dor Profunda. Vai acabar com a tua vida. O teu carro tá na reserva? >> Não. >> Mas te incomoda teu carro também? Você tá entendendo esse contraste? >> Muito pago. Aham. >> É diferente do lançamento que a gente vai fazer o quê? Pegar dor inconsciente, préconsciente, dor profunda, >> conscientizar. consentizar, não sei o quê, >> não precisa disso. >> Animal. >> Produto Low Ticket, ele nasce da ruminação mental. Então você tá lá na estrada
dirigindo teu carro, o carro entrou na reserva, só que, irmão, não acaba por aí. O carro tá na reserva e tá ligado quando ele sai da reserva e ele entra na reserva que ele gruda lá em cima. >> Aham. >> E aí você já não sabe mais o que que tem ali. Você tá tipo só contando café e a Desgraça do posto de gasolina não aparece. >> Já aconteceu isso com você? Comenta aqui embaixo nesse vídeo. >> Comenta aí. Comenta aí que já passou. Já passou por isso? Carro na reserva. Escreve aqui embaixo, cara. Aí
naquele aí a ruminação mental ela tem estágios. Ela tem três estágios. O primeiro estágio é o estágio de que você rumina, tipo assim, [ __ ] abasteceu o carro, precisa abastecer, precisa abastecer, Precisa abastecer. >> O segundo estágio da ruminação mental, você começa a pensar no pior cenário. >> Uhum. >> Quando o teu carro sai da pré-reserva e ele vai pra reserva absoluta que você nem vê mais o ponteiro, >> você já começa a pensar, cara, como é que eu vou empurrar esse carro? com as crianças atrás da minha mulher aqui. Você começa a pensar,
cara, >> será que eu tenho uma garrafa, >> eu vou empurrar o carro e se alguém bater atrás eu morrer? >> Aham. >> E se eu levar uma multa da Polícia Federal porque eu fiquei sem gasolina, porque dá multa isso. >> Aham. >> Aí você começa a pensar nas merdas que vão acontecer. Primeiro estágio você rumina um problema. Segundo estágio você rumina o pior cenário que pode acontecer. Uma pessoa gorda, eu já fui Gordo, já cheguei em 150 kg. Uma pessoa gorda que vai numa festa de aniversário, ela rumina o pior cenário, que é quebrar
aquelas cadeira desgraçada branca que tem festa de aniversário. Sabe aquelas cadeira branca que você senta aquela desgraça daquela cadeira larria a perna? Se for um piso liso, então você já foi gordo, Ferrari. Então você não vai entender. Você não ruminou que eu ruminei. Se você já foi gordo, fala aqui nos comentários. A pessoa acima do peso, Quando ela é convidada para uma festinha de aniversário, ela tem duas alegrias. A primeira alegria é que ela vai comer um docinho. Eu era esse cara. A segunda alegria, a segunda, não tem duas alegrias, ela tem uma alegria e
uma tristeza. A tristeza que ela tem é o medo da cadeira branca na festa de aniversário. Que aquela cadeira branca na hora que você senta, aquela desgraça [risadas] arriar e vai quebrar. [risadas] Todo gordo tem Medo de quebrar uma cadeira e festin aniversário. Eu já quebrei trens, real. Eu quebrei trem já na vida. [risadas] Aí para ele não quebrar, ele tem que passar um vechame, uma vergonha, que é pôr duas cadeiras para dar uma firmada no negócio. Então gordo quando vai numa pés de aniversário, eu não, de verdade, não tô falando aqui de gordochobinha, >>
não. Você tem lugar de fala, você era gordo, irmão. Você >> Eu era gordo, não tô aqui de Chorogordia, não sei como o nome, como é que chama aqui. Fala >> gordofobia. >> É, sei lá, gordochonia aí. Não sei, [risadas] eu não tô falando disso, velho. Entendeu? Eu tô falando do que acontecia comigo, pô. Eu ruminava isso, você entende? Então vamos voltar aqui para para descer o conteúdo. [limpando a garganta] Cara, olha que loucura, né, que eu tô indo na ruminação Mental. Ferrar, o cara que [risadas] tem uma >> tem uma crise aqui. >> O
cara que tem uma ruminação mental, bro. >> O cara que tem uma ruminação mental, ele faz o quê? Ele vai em cima >> Aham. >> Da solução. Porque ele tem ali o segundo estágio, quer pensar o pior cenário. Qual é o terceiro estágio? Primeiro estágio, ruminador. Segundo estágio, Pior cenário. Terceiro estágio, anota aí, terceiro estágio, ele começa a contar para alguém de confiança a merda que tá acontecendo com ele. >> Ah, tá. No caso, a esposa, talvez ali do carro, >> exemplo do carro, depois que você tá ali, >> amor, você não sabe, >> você
chega o qu para mã falar assim: "Amor, [ __ ] se você vê um posto aí, você me avisa." E você fala se cagando [risadas] que ela vai te dar os porros. >> Vai, vai. >> Você fala se cagando, amor. [ __ ] se achar um posto aí, me avisa. Fica de olho do lado de lá que eu olho do lado de cá. >> Uhum. >> E essa hora já tá tudo [ __ ] >> Tá tudo [ __ ] Cara, esse é um estado de ruminação mental. É essa voz que fica >> em três
pilares. >> Essa voz fica na tua cabeça te cobrando. Vamos de novo pro cara gordo. >> Uhum. >> O cara quando a mulher gorda, vamos pegar um exemplo de uma mulher aqui. A mulher gorda acorda de manhã, vai pôr a roupa. O que que ela rumina? Ah, essa roupa tá apertada, não sei o quê, barriga, calça não fecha. Ela chega no trabalho dela e ela é convidada para tirar uma foto com as amigas. Ela pensa no pior cenário. Pô, mas eu vou ficar gorda, inchada na foto. Deixa eu me Esconder aqui. Daí ela começa a
usar truque. Gordo tem truque. Eu vou te ensinar um truque de gordo para tirar foto, não parecer barrigudo. Você tá Vai pegar na câmera. Vai não. De aqui, ó. Beleza. Ó, truque de gordo. Você não vai tirar a foto assim, você vai ficar barrigudo. Você tem que meio que fazer assim, ó. >> Tá vendo? Você tem que jogar o quadril um pouco para trás. É assim que o gordo fica magro numa foto. É uma jogada do Quadril para ter um efeito de sombra. >> Aí ela já começa a se jogar para trás, começa a se
esconder atrás de alguém. >> Aham. Ela começa a tirar a foto daqui para cima para pegar mais o ângulo do rosto. >> Aham. >> Porque ela tá pensando no pior cenário. Se eu tirar essa foto aqui de ungido de qualquer jeito, eu vou ficar gorda. >> Entendi. >> Pior cenário. Terceiro estágio. Ela Chega e conta para uma amiga. Amiga, olha, fez um de tudo, eu não consigo emagrecer, meu marido não tem mais interesse em mim. Eu não sei o quê. Ela começa a se a desabafar sobre aquela ruminação. >> Entendi. >> Então a ruminação mental,
ela tem três estados. Tanto que quando você for criar um produto low ticket, você não vai fazer um estudo de persona. >> Uhum. Você vai fazer o que eu chamo de RM, um estudo de ruminação mental. >> E nesse estudo de ruminação mental, você vai responder essas três perguntas. Qual o problema que a pessoa tá ruminando? Falta de gasolina acima do peso. Segunda pergunta, qual é o pior cenário que ela tá imaginando que vai acontecer? Terceira e última pergunta, o que ela confessa pras pessoas de confiança sobre essa ruminação mental que ela tem? Essas três
perguntas vão te dar toda a base de COP para criativo e toda a base de COP Para tua página de venda. Aí quando você começa um criativo para essa pessoa gorda, você fala: "Sabe aquele momento que você acorda de manhã, a calça não fecha, você tá com a barriga inchada, você vai tirar uma foto, você fica se escondendo atrás das pessoas com medo que as pessoas vão postar aquela foto e você vai parecer uma baleia de gorda e você não aguenta mais tá acima do peso." Nem aquela amiga que você fala sobre o teu problema
de peso, você tem mais Coragem de falar. Eu eu falei todas as ruminações ali naquele no hook desse criativo. Perfeito. >> E aí, sabe o que que vai acontecer? A pessoa não tem uma ruminação. Ela tem 10, 15, 20 ruminações. >> E aí cada hook do teu criativo, cada início do teu criativo, você testa as ruminações diferentes e você vai perceber que uma das ruminações vão ser muito forte. >> Uhum. >> Eu, por exemplo, tenho um produto meu que até tá aqui, depois eu vou falar mais sobre ele. Acho que é o centênimo do produto.
>> Você vê que ele não tem amor mesmo, né? Não tem [risadas] produto. Ele >> tava sentado em cima. >> Ó, eu tenho um produto meu aqui que é a cartilha do tráfego pago low ticket. >> Existem inúmeras ruminações de quem não tem ROY. Inúmeras ruminações. Sabe qual é a principal ruminação desse produto? >> A que mais vende? >> Quando eu falo assim, você tem instabilidade no tráfego pago. Tem dias que o teu Roy é um, tem dias que o teu Roy é dois e você fica nessa coisa que sobe e desce o teu R,
você já não sabe mais o que fazer. >> Agora top. é a principal ruminação que vem nesse produto. Depois que eu acerto a ruminação, todos os meus criativos desse produto, eu pá, vou nessa ruminação. Para isso, >> porque é igual chegar pro cara e falar assim: "Você tá na estrada dirigindo o teu carro e não tem gasolina". >> Aham. >> É aquela placa dizendo assim: "Imposto a 3 km, tocou na minha ruminação." >> Aham. Resolveu. Muito bom. >> Então, ruminação mental. Três estágios. Vamos resolver uma ruminação mental. Eu vou criar um produto low ticket agora
que eu já tenho esse produto e eu quero que você me ajude. O produto é uma Masterclass de lançamento pago. Belê? >> Fala sobre o primeiro pilar. Vamos resolver aqui. >> O cara quer fazer um lançamento pago. >> É, ele ainda nunca fez ou ele já fez e fez cagado, certo? E eu tenho uma masterclass de lançamento pago. Em 25 minutos de aula eu faço ele entender sobre todo o fluxo de como funciona. É uma aula só, uma masterclass. >> E qual e qual é a principal ruminação que esse cara tem em relação a fazer
Isso? Ele tem medo de fazer? O que que pega para ele? Ele tem medo de ser dependente no lançamento gratuito porque parou de dar Roy para ele. >> Ah, então pera aí. Então, a ruminação mental dele é sofrer com lançamento gratuito. >> Pode ser >> queimar verba. >> Tá beleza. Queimar verba, >> acho que é a principal ruminação. Aí, >> tá, tá queimando verba com lançamento Gratuito e não tá tendo resultado. >> Exatamente. E aí tem aí tem ruminações complementares aí. >> Primeira ruminação desse cara, você tá colocando dinheiro para fazer um lançamento e vai
ver se vai dar certo ou não. Só daqui a 30 dias. >> Uhum. e você não dorme, tá comovido por uma ansiedade, até porque não tá só na tua mão, tá na instabilidade da meta, na atualização da Andrômeda, numa série de fatores que você não controla, fazer Lançamento gratuito não é mais como antigamente que existia uma linha estável. Hoje as coisas atualizam muito rápido, altera o teu teu rolê aí, filho. Aí eu aí o cara [ __ ] velho, essa parada. >> Aí eu peguei a rominação dele, aí eu levo ele no pior cenário agora.
vai parar de dar resultado, você vai quebrar, você vai se [ __ ] Bai. >> E se você e você sabe que se você Continuar desse jeito, esse lançamento dá errado, é só daqui a três meses para você consertar e se consertar. >> Aham. >> Aí você vai pensando nele no pior cenário. >> E o >> Mas as tuas contas vão vir nesses três meses, os teus fornecedor, teu não sei o quê. Aí eu vou lembrando ele no pior cenário que ele já sabe, que ele já rumina. Uhum. >> Você entendeu? Perfeito. >> Aí eu
vou levando ele para cenário todo. Aí eu posso parar aqui e já apontar para ele a solução do problema, porque o vamos entrar em criativo parcialmente. A estrutura do criativo, cara, vamos no flow aqui, eu vou falar. >> A estrutura do criativo low ticket é uma estrutura que anota aí que eu chamo de PR RSA, >> tá? >> Uma estrutura de COP meia clássica, algumas pessoas até já conhecem, P RSA, >> tá? >> O P aqui é o problema todo. Que que é o problema? Todas as ruinações, >> tá? >> Pior cenário, não sei o
quê, tudo que eu falei até agora. >> Em volta do P, o cara vai escrever todas as eu começo o meu criativo no P. Você tá fazendo o lançamento gratuito, tá morrendo de medo que é daqui a 20, 30 Dias na hora que abrir carrinho, vai flopar, até porque você sabe que você não tem mais o controle disso. Hora CPM é baixa, hora é alta, alterização da meta, vou blá ruminação toda dele, >> comparecimento baixo, par, >> isso aí der errado, você ainda vai poder fazer outro lançamento só daqui a tanto dias, porque você já
queimou a base toda. >> Beleza. >> Eu p ruminei o cara, cara. [ __ ] é isso Aí. Eu vou pro S. >> Que é >> o S? Eu vou, eu vou o R, o R derota >> o R. O R de rota. Prsa. O R de rota. Eu vou falar para esse cara que existe uma solução sem falar do meu produto, >> tá? >> Então eu vou chegar na rota e vou falar para esse cara o seguinte: "Mas você sabia que hoje os grandes players que ainda t muito lucro com lançamento, eles fazem os
seus lançamentos da maneira Correta, estruturada, sem precisar [roncando] passar riscos com tráfego pago?" >> Tá beleza? Usando a estratégia que você conhece, mas não sabe fazer ainda, que é o lançamento pago, >> que você já ouviu falar, mas você ainda não acredita nesse negócio. Essa forma mais inteligente nos dias atuais, com tantas instabilidades para você ter resultado no lançamento. >> Uhum. >> Aí o cara, [ __ ] >> tá, >> eu falo que tem esse caminho. Aí eu vou pro S de solução. No S de solução eu falo do meu produto. >> E eu quero
mostrar tudo isso para você numa aula profunda que eu vou fazer, que é uma masterclass do lançamento. Tá, tá, t tal tal. Beleza? >> E aí você vende no teu peixe, tá? >> E aí eu vou pro A, que a coa action, toquem saiba mais, ação, né? Eu chamo de A de ação. Toque saiba mais e cai para dentro e tal e tal e tal. >> Então essa é a estrutura do low ticket. Eu faço o P da ruminação mental, >> eu faço o o R da rota, onde eu vou falar: "Cara, tem como resolver
isso?" >> É tipo você chegar para mim e falar assim: "Cara, eu tô aqui perdido, eu preciso ir pra casa, como é que eu vou fazer? Eu vou a pé". Cara, você sabia que hoje existe uma ferramenta que as pessoas chamam um carro pelo celular? O Motorista vem aqui, te pega, leva em casa e tal e você não precisa de táxi, nada disso. Mas que ferramenta é essa, cara? Essa ferramenta é o Uber. O Uber é uma ferramenta que faz isso, isso e isso. [ __ ] eu quero isso. >> Aham. >> Você entende? Então
eu falo que tem a eu aponto essa solução. Isso é o PRSA, porque a gente acaba entrando em criativo e arruminação mental. >> Você quer voltar agora no ponto que eu Ia falar da besteira? É porque eu acho que agora é a conexão do como >> isso >> eh colocada na prática pelo que você vive hoje. >> Então aí vamos vamos juntar todas as os pontos desse podcast aqui. Você vai lembrar que no início do podcast eu falei que um dos segredos do low ticket é você ter esteira, né, que é a lateralidade de produto,
não é ter um, é ter vários, pelo menos três. >> É. Aham. >> Tá. Que que a gente faz hoje no Protagon, no grupo Virtus, no grupo empresarial do Hend Carvalho? >> Uhum. Eu tenho um programa dele que é o Protagon, programa [roncando] que a cada 45 dias coloca 3000, 3500 pessoas no auditório, >> tá? >> Se eu fosse fazer isso só com o tráfego pago na na compra de lead, nós ia morrer afogado ali. >> Sim. J são alto para [ __ ] >> É muito caro, velho. >> Celí é muito cara, CPN é
muito caro e tal. >> Aonde que o low ticket entra aqui? Eu tenho vários low ticket que gera lead qualificado pro Protagon. Perfeito. >> Que é o que a gente chama de low ticket porta. >> Porta. >> Aí vem a explicação e o conexão com a rominação mental. Por que a rominação Mental é tão importante? Porque para cada nível de ruminação mental que a pessoa tem, eu crio um produto low ticket. >> Perfeito. >> A lateralidade de produto que eu falei antes, ela nasce das ruminações mentais. E aí vem um outro fator. Os low ticket
do Wendel são farmácias. O protagon é o quê? >> É o faculdade de medicina. >> É um hospital. >> O hospital >> é um hospital. >> Por que que ele é um hospital? Porque ele é um método que corrige inúmeros problemas. >> Lá tem todas as ferramentas >> e ele não, ele é tanto, tanto, tanto um hospital que a gente interna a pessoa lá quatro dias. >> Aham. >> São três dias com o quarto dia de evento que a pessoa fica internada numa sala Escutando endel. É, a pessoa é internada e lá a gente trabalha
todas as áreas da vida. A gente trabalha todas as ruminações. >> Uhum. >> Só que se eu faço um low ticket querendo entregar todas as ruminações, >> ruim, >> eu tenho uma oferta confusa que ainda compete com a minha oferta principal da esteira. >> Uhum. >> Eu faço uma confusão, >> tá? >> Então, o que que a gente tem no caso do Protagol, por exemplo, um dos temas que é tratado lá, finanças do casal, >> tá? >> Como que esse casal enriquece? >> Então, tem um low ticket de finanças de casal, >> tem um low
ticket de finanças do casal, mas é um low ticket que trabalha a mentalidade de finanças, não, porque Mentalidade é curva de aprendizagem. como é que eu vou usar a mentalidade, >> tá? >> Então, o que que a gente tem? Nós temos a planilha financeira do casal, >> que, cara, é uma planilha que a pessoa vai lá e controla suas finanças. >> Simples, objetiva, abriu, pegou, >> ob, acabou. O outro problema que a gente tem no protagonido e da mulher, que é muito procrastinador, que não resolve as coisas, que é onde a Gente trabalha temperamentos, uma
série de coisas no Protagon. >> Qual o low ticket que aponta para essa ruminação? No caso da mulher, meu marido provedor, são 17 técnicas ocultas que a mulher faz com o marido dela sem ele perceber, por isso que elas são ocultas. 17 comportamentos simples que a gente fala em uma frase >> que ela vai fazer isso no marido dela e vai mudar a postura dele. >> Uhum. >> Sem que ele perceba. >> Tipo um PDF com 17 coisas que ela vai ter que fazer. Ó, faça isso. Pdf tem a aula explicando também cada um dos
pontos. O cara tem lá uma aula de 5 minutos explicando. >> Aham. Coisa que o cara vai gastar no máximo 30 minutos assistindo. >> Aí a mulher, a mulher assiste aquilo por quê? Porque ela quer aprender a técnica que tá ali, mas ela não vai estudar sobre mentalidade. Ela vai ler e Vai usar. >> Tipo, eu não quero entender porque isso acontece, porque não vai entrar. Exato. Ele não vai entrar, ele não vai entrar nos porquê. Ele não vai explicar, não. Vai dizer assim, ó, >> faça isso e isso e isso e isso. >> Tá
>> perfeito. >> Acabou. >> Muito bom. Então eu tenho vários low tickets, que corrige várias ruminações Mentais e gera lite qualificado. Quando a pessoa compra, vamos falar nível de esteiro, quando a pessoa compra um low ticket nosso, >> ela compra esse low ticket e ela lá na página de obrigado, na automação do WhatsApp e tal, ela cai numa área de membro para consumir esse produto. Essa não é uma área de membro comum, a gente chama de microondas, >> tá? >> É uma área de aquecimento. >> Uhum. Porque além dela ter lá o produto, ela fica
recebendo áudio >> pela aquela plataforma, ela fica recebendo lives ao vivo do Window e tal, aquecendo ela para onde? Pro protagon. >> Tá perfeito. >> E ao mesmo tempo que ela compra esse low, o lead dela cai direto no nosso CRM. >> E aí o time comercial se qualifica, já vai entrar em contato com ela. Como funciona o funil certinho, você fez a Primeira venda do low ticket, tem alguma qualificação antes de cair no CRM? Você pega, manda um apicial pro cara, explica para mim como que é o funil depois da conta. >> Ó, vou
até, vou até falar o link aqui porque se vocês quiserem entrar para ver como é que é, vocês vão poder entrar. >> Muito bom. >> Eh, tráfegoagolowticket.com.br/obrigado, >> tá? >> É o link desse produto aqui. >> Editor, coloca na tela aí, por favor, para nós, enquanto ele vai explicando. >> É tráfegoagolowticket.com.br/obrigado. Que que tem nesse link? Tem a nossa página de qualificação póscpra, >> tá? Então, o cara comprou o low ticket Ferrari. >> Uhum. >> Ele cai numa página de obrigado. Essa página de obrigado não é uma página de upel. No low ticket portal não
coloca o upcel, >> tá? >> Eu coloco a qualificação. Nessa página de obrigado, o que que o cara vai colocar? O nome dele, o faturamento. Eu vou fazer as perguntas que qualifica a minha bypersona. >> É uma pesquisa travestida de chequin do >> Ex. Tanto que o botão para enviar pesquisa é acessar meu produto agora. >> Nem mal. Isso aí. Top. >> Você entendeu? Aí o cara coloca: >> "Vocês pegaram? Pelo amor de Deus, isso Aqui é uma [ __ ] sacada. >> Pesquisa todo mundo odeia responder. Agora quando no obrigado ele coloca tipo chequin
do seu planejamento financeiro, >> é preenche os dados aqui para baixar a planilha. >> É isso. >> Preenche os dados aqui para certo área de cara faturamento, tanto momento de vida, CR emisão do >> também tu não vai enfiar 300 perguntas, tu vai pôr ali as cinco perguntas que Qualificam o teu MQL. C trê >> é poucas perguntas. No nosso caso é quatro ali, entendeu? >> Perfeito. >> Aí o cara preenche. Tô. Agora aqui vem o esquema. >> Uhum. >> Entendeu? Quando o cara preenche o Ferrari, ele aperta enviar, olha o que que rola. Aquela
informação vai pro CRM já qualificando o líd com uma tag, qualificada, desqualificada e Todas as respostas lá no contato do CRM, do lead. >> Uhum. >> Mas essa informação também vai para nós numa dasboard que mostra de qual criativo esse cara veio. >> Animal. Eu tenho uma dashboard hoje que me fala se o criativo que eu gravei ele tá trazendo quantos por cento de leite qualificado. >> Uhum. >> Então o que que é o mais importante no LIC te porta? Não é escalar pelo criativo que tá dando mais ROY, mas é escalar pelo criativo que
tá trazendo mais MQL, mesmo que o Roy dele seja baixo. >> Aham. Mesmo o fluxo que eu falei, cara. Nem sempre o bulow ticket foi o que mais dá lucro no seg. >> Então quando a gente analisa, tem um ponto curioso aqui, né? Eu tô no mercado digital há 5, 6 anos. >> Uhum. O nosso grupo empresarial hoje tem quase 200 colaboradores. Só no Low Ticket Business, >> [ __ ] tem 200 negos, velho, no grupo do >> Só no Low Ticket Business Center que fica em Florianópolis, que é o nosso, a gente construiu um
um centro de negócios low ticket em Florianópolis. >> Mas é R aquilo lá, não tem nada de low aquilo lá, cara. >> Não, o ambiente é lindo, é dois andares, Estrutura [ __ ] Só da parte de low ticket que trabalha diretamente comigo são 40 pessoas no low ticket business center. Diretos, indiretos. Neg >> 40 pessoas, >> mano. Impressionante. Não sabia. >> A galera que trampa comigo dentro da estrutura do Low Tricket Business Center, essa galera toda faz de tudo, cara. Eu tenho gestor, eu tenho assessor pessoal, cara. Eu vou terminar aqui com você, eu
vou para Floripa, >> em São Paulo, eu moro em Floripa. >> Aham. >> Velho, eu não preciso nem falar pro meu motorista que tá ali fora como é que eu vou. Ele já sabe porque o meu assessor já passa tudo. Eu tenho uma galera gigantesca que trabalha comigo com tá. >> Só tem uma pessoa que eu nunca contratei. >> Quem? gestor de tráfego pago, >> porque você, >> desde que eu entrei nesse mercado, eu Sou o único gestor de tráfego pago da minha operação. >> Você faz seu próprio tráfego. >> Eu faço meu próprio. >>
Cara, isso é uma característica muito comum, quero falar, vamos mudar já de assunto aqui. >> Eh, a galera que escala VSL, a galera que tá escalando Direct Response, tem muito essa característica, mano. Ele fala: "Eu não contrato gestor de tráfego porque como é muito dinheiro envolvido, Eu faço tráfego, eu estudo essa [ __ ] eu vou aprendendo." E aí você me chega e fala isso agora. Eu não contrato. >> Por que que você não contrata? >> Porque qual que é a força do cara que tem lançamento, por exemplo? Qual é a força do cara que
faz lançamento um evento presencial? Qual é a força que ele tem que ter na internet? Produção de conteúdo, >> tá? >> O cara fazer lançamento, a força dele é A produção de conteúdo. >> Quanto mais forte ele for na produção de conteúdo, maior vai ser o Roy desse lançamento? >> Uhum. No tráfego pago, do tráfego pago do low ticket raiz, que é o que eu ensino, low ticket raiz, qual é a nossa maior força? É o tráfego pago ou tráfego direto? É ali que tá o a ciência principal. >> É ali que tá a ciência
primária. Tanto que eu tenho uma matriz que eu chamo de Funil 3x. >> Uhum. >> Que é a matriz que analisa as três principais métricas do low ticket para escalar. >> Quais são elas? >> Quer que eu abra? >> Vamos. >> Bora. >> Bora. Primeira métrica principal do tráfego pago low ticket >> é o custo de visualização da página de Destino, >> tá? >> Essa métrica ela é importante porque ela conecta connect rate, CPC, CTR, todas as técnicas principais, se tiverem afetadas vai lá no final da merda, onde? No custo da visualização da página de
destino. No low ticket, eu tô disposto a pagar no máximo 4%. >> Beleza? Se eu pagar acima de 4%, eu cago, eu cago toda operação desse produto, >> tá? >> Ele começa a entrar muito caro na página. >> Próximo X, >> o segundo do X, a gente tem o custo de finalização de compra, que é o initiate checkout. >> Aham. Se esse ultrapassar 23%, eu cago tudo. >> Eu não posso pagar mais do que 23% por initiate checkout sobre o valor do produto. Sobre o valor do produto. Então, se eu tenho um produto low ticket
de R$ 97, eu vou pagar no máximo R$ 23 por Nint checkout. animal. >> E o último X é o resultado, os 45% para ter um ROI um pouco acima de dois ali, eu tô disposto a pagar 45% pro resultado final. Então, por exemplo, subi um Lck, vou, tem um negócio que a gente usa lá que é chamado da fase 3D, >> que é o em três dias eu sei se aquele low ticket vai ou não vai vender. >> Uhum. >> Inclusive, eh, a gente usa as estruturas de campanha que eu ensino aqui na cartilha
do tráfego pago. Fazer um seing aqui >> que eu ensino na cartilha do tráfego pago. Como que funciona essa parada >> aqui, Ferrari? Eu rodo o meu low ticket por três dias sem fazer nada. >> Eu rodo em ABO, campanha em ABO, estrutura 1 10 1, uma campanha, 10 conjuntos de anúncio, um único criativo Dentro de cada conjunto. Nesse conjunto que é ABO, eu coloco 45% do valor do produto, >> porque na minha, no meu funil 3X, eu quero quanto lá na CPA? 45% no máximo. >> Então, um produto de 97, eu vou pôr aqui
meus R$ 42, R$ 43. >> Uhum. >> Essa aqui é a a pegada aqui, R$ 45. Beleza? Então eu pego aqui esses 10 conjuntos, 45% da verba no conjunto e rodo isso por 3 dias. Depois de três Dias, o que que eu faço? Coloco as colunas do funil 3x. >> E aí eu vou olhar, passou, passou os três dias, criativo tudo estourado acima de 4%. O criativo que era para custar quatro pila tá custando 6 7 8. Aonde que eu tenho um problema nesse funil? No criativo. Não adianta eu mexer página, mexer não sei o
quê. >> Eu vou ter que trabalhar em cima dos criativos. >> Animal. Se eu fizer três rodadas de Criativo, três, se eu repetir mais duas vezes isso, 10 mais 10, já rodei 30s, esse troço não resolveu, >> pode pegar e assinar embaixo assim: "Essa oferta é uma bosta, a massa joga fora." >> Aham. Anim. >> Só que, ó, quando eu falo de criativo, importante eu falar aqui, criativo é formato. >> Aham. Não adianta o cabra me fazer 30 criativo aqui. Fecha em mim aqui, Câmera. 30 criativo aqui. Igual, só mudando a COP, com a mesma
roupa, com a mesma camisa. É 30 formatos diferente. Criativo caixinha de pergunta, criativo narrativo, criativo self movimento. Tem inúmeros formatos. Criativo teatrinho que funciona muito bem. >> Troca roupa. Troca a roupa, troca tudo, troca a casa, só não troca a mulher, [risadas] você troca tudo, velho. Você troca tudo. Criativo completamente diferente. >> Aham. Criativo que dá muito bom. Criativo objeto estranho. >> Como que é o criativo objeto estranho? É >> isso aqui, ó. >> Aí você vai meter a lapela na boca. [ __ ] que pariu. Não, esse aqui é muito bom. >> É, fecha
em mim. Aí você vai gravar um criativo assim, ó. Isso aqui é criativo. Objeto estranho. >> [ __ ] o microfone tá aqui na minha boca, velho. >> Mano, não tem como não parar para ver isso. Você me irritou nos stories. Você fez um real sobre isso e aí você me irritou que eu queria entender o que que era. Eu fiquei até o final, mano. Irrite >> criativo. Objeto estranho. Quer ver um outro que eu faço com isso aqui? Você tem óculos, tu vai pegar, não vai pegar esse agora, né? Mas depois você pega e
bota o íã entre os óculos. Você fala com com o criativo bagulho no óculos. Eu tenho um desse que vendeu muito, velho. >> Se o imã não pegar, tu pega aquele primeiro da Rollingland que teve que desmagar e prender. Você prender ele aqui, que é um que eu gravei que vendeu muito. Criativo estranho. Deixa eu arrumar teu microfone aqui. >> Aham. Um criativo estranho que eu vendi, vendeu muito, velho, foi daquele modelo novo da Holinland, o M2 Lark, >> que ele é uma voltinha de encaixar. Eu encaixei no nariz, ficou parecendo um piercing, tá ligado?
>> É criativo, objeto estranho. >> Aham. >> Só que você não vai falar: "Oi, gente, eu tô aqui com o meu piercing novo". Não, você fala normal >> e deixa o cara >> tipo assim, irmão, é normal na vida desse cara enfiar o microfone no nariz. >> Ele vai falar: "Mano, será que ele é meio babá?" Velho, esse cara é o qu? Ele é biruluco, biruleab, ele é bicho li? Ele é o que esse cara aí, velho? Esse Cara é o quê? [risadas] Esse é objeto estranho. Mas os objetos estranhos pode ser várias coisas. >>
Aham. >> Entendeu? Pode ser, por exemplo, eu tá aqui falando com você no meu criativo e ter aqui, sei lá, uma pessoa passando mal no chão. >> Aham. >> Entendeu? A pessoa tá lá passando mal e você tá aqui. Tudo bem, galera? Olha só, vou te ajudar a resolver esse problema De barriga inchada. Aí a pessoa tá lá embaixo, tá ligado? Porque sabe por que objeto estranho é bom? É, >> tecnicamente agora, deixa é, eu quero explicar tecnicamente olhar assim, velho, esse cara é um palhaço. Deixa eu te explicar tecnicamente porque que o criativo estranho
é bom. >> O criativo estranho ele gera muito comentário. >> Aham. >> Porque a pessoa quer falar o que é óbvio ali, >> certo? Esses comentários é um dos principais fatores que reduz a CPM. >> Uhum. Quanto mais comentário tem dentro de um vídeo, é porque a pessoa repetiu mais vezes ali no nível de visualização e ela fica comentando e ela aumenta a entrega daquele criativo. Isso baixa muito a CPM, porque o que que a meta entende? Esse criativo tá prendendo atenção das pessoas ao ponto delas Comentar. >> Então, cara, teve um criativo narrativo que
eu fiz. O narrativo é para quem não quer aparecer, você filma alguma coisa. >> Tem um criativo meu narrativo que eu tava mexendo no meu celular e ele virou um narrativo/ra objeto estranho. Sabe qual era o objeto estranho? Ah, >> objeto estranho era minhas unhas, velho. Eu rouo muito a unha. >> Aham. >> E aí era um produto meu que ganhava Seguidores. Ah, como fazer 1000 seguidores por semana? Deu mostrando. Olha aqui quantos seguidores eu ganhei. Aí a galera comentando, ganha seguidor e morre na ansiedade >> por causa da unha ruída. >> Vai ganhar seguidor,
mas vai não sei o quê, vai morrer, vaiar. >> É, entende? Ganhe seguidor, mas fique sem dedo. >> A galera tipo metendo haterzão. CPM cai lá embaixo, velho. >> Manimal. >> Objeto estranho era bom demais. Eu nem lembro por que que nós entramos em criativa, né? >> Não. Eh, a gente por um acaso caiu aqui, mas eu achei interessante porque eu tinha isso na pauta, perguntar características. Vamos citar aqui, você lá no começo fez a introdução dos low tickets, que são geralmente templates. O que mais que a gente pode colocar como exemplo pro cara que
tá em casa falar Assim, ó, pô, preciso de uma ideia, então vai. Que que dá para vender? >> Tá. Primeira coisa, vamos falar de um fator bem importante que eu falo na segunda parte sempre que eu explico que é um produto low ticket para não ficar muito formação. Cara, produto low ticket raiz que vende da lucro, >> ele tem que ser um produto que tenha um mecanismo único tangível, >> tá? >> Vamos lá, vamos explicar esse rolê aqui. Que que é um mecanismo único tangível? Mecanismo único tangível é algo que tem a sensação de toque.
O que que é o mecanismo único? É o que leva a pessoa ao resultado. Por exemplo, eu prometo para você que se você quiser, eu consigo você fazer ter um roy acima de dois todos os dias. >> Perfeito. >> Isso é bom para você? >> Sim, >> eu te prometi. Como fazer Roy acima de Dois todos os dias no low ticket? >> Perfeito. >> Ótimo. Essa é minha promessa. >> Como que eu faço isso? >> Uhum. >> Com estruturas de campanha que eu tenho. As estruturas de campanha são o que agora? o mecanismo único. >>
Então, o mecanismo único jeito máximo de fazer isso. >> Exato. Eu eu não sei como é que é o exatamente o nível total da audiência Que tá ouvindo aqui, mas tenho certeza que algumas pessoas talvez nem sabiam o que era mecanismo único, >> mas mecanismo único é como levar a pessoa a um resultado. Por exemplo, estou aqui agora no podcast com Ferrari, daqui a pouco eu tenho que ir para o aeroporto. O que que vai me levar até o aeroporto? O carro e o motorista. Eles são meu mecanismo único. Então, quando eu falo que eu
vou fazer você teria acima de dois com tráfego pago, é porque Eu vou te dar estruturas de campanhas que fazem você ter esse resultado. Aí, Ferrari, eu te pergunto, essas estruturas de campanhas eu poderia entregar numa aula gravada, concorda comigo? >> Concordo. >> Agora, uma aula gravada é tangível? >> Não, >> é uma aula. >> Aham. >> Não é tangível. O que que é tangível? É Toque. >> Uhum. >> Eu poderia fazer um e-book, >> talvez. poderia pôr todas essas campanhas no ebook, mas ebook é uma coisa já muito sofisticada no mercado. Todo mundo já
sabe o que é. Quando eu falo sofisticado, não tô falando de chique, eu tô falando de que já sofisticou, >> já banalizou, >> já virou comum, comod, todo mundo sabe o Que é. >> O que que eu faço nesse cenário? Então, no meu caso, que foi o que eu fiz, >> eu criei uma cartilha. >> Cartilha? >> Essa daqui é a cartilha do tráfego pago no ticket, >> que nada mais é do que um e-book. Você chama de cartilha, >> só que aqui eu tenho o quê? >> Aham. É palpável. >> É palpável. >> Aham.
>> Aí eu começo na rominação mental. >> Adorei. Carol, cartilha do lançamento pago. Fala pro Teodoro isso. >> Ruminação mental. Aqui você tem instabilidade no tráfego pago. Um dia você vende bem, outro dia você vende ruim. Tá as campanha não para de pé. Você tá toda hora sofrendo com esse sobe e desce do Roy. Aí você tem um pouco de lucro hoje, já perde amanhã. No final do mês a conta não fecha. Eu peguei auminação da pessoa. >> Acabou. Acabou. >> Aí eu falo, ó. O teu problema não é página, o teu problema não é
criativo, o teu problema é estrutura de campanha. Você sabia que existem players que vendem produtos todo dia no perpétu no low ticket e que ficam com rai acima de dois porque eles simplesmente Ferrari estão usando estruturas de campanha certas para as contas de anúncio. >> Mecanismo único. >> Aí a pessoa, [ __ ] mas como isso? Como solução? Tudo isso eu entrego para você aqui. Vem cá, deixa eu te mostrar na cartilha, irmão. Olha isso aqui que eu tô fazendo. É, tá muito palpada, ó. Tá aqui, ó. Na cartilha do tráfego pago low ticket. Olha
isso aqui, velho. Isso aqui vende, velho. >> É muito cara de L. >> Olha isso aqui, ó. Tá aqui, desgraça. Pega. Tá aqui, ó. Eu esfrego nos criativos. Vai na minha biblioteca de Anúncio, escreve Ricardo Máxima. Vai lá na biblioteca de anúncio da meta e escreve Ricardo. Vio mostrando. Essa é a cartilha do tráfego pago. Olha só, aqui eu te ensino a como testar público, irmão. O que eu recebo de mensagem dos caras, irmão, comprei tua cartilha, tô aplicando os caras. Não vem, pô. Peguei teu ebook. >> Aham. Ebook é uma parada que já tá
meio >> manjou já. >> Manjada total. >> Então isso aqui é a cartilha do tráfa, muito bom. Você é um cara que grava muito volume de criativo, né? Várias vezes em mastermind no parabelo. Tipo, te vejo fazendo 20, 30, 40 criativos assim em alguns minutos. Você acha que isso faz parte do 8020 um tráfego escalável? >> Total, >> né? >> Cara, o que que fura a bolha num produto low ticket? Formato de criativo. >> Formato, tá? >> E para você ter formato, você tem que ter volume. Mas, Máximo, eu vou virar escravo da produção de
de de volume e gravação de criativo. Não. Só que quando você tá acertando uma oferta, você vai no primeiro, pum. É igual no Instagram. Quero crescer no Instagram e viralizar. >> Aham. >> Acerta um formato que você explode, mas até acertar >> demora. >> Rafa Brito acertou com ele viralizou lá em 2023, acho, né? >> O Brito viralizou em 2023 com o quê? com o formato perguntas e respostas. >> Muito ele falando com ele mesmo. >> Ele falando com ele mesmo. >> S. >> Ô S, você esses trem aí, entendeu? Aquele jeitão dele que esses
trem não sei o que lá que esses trem tele falando com ele mesmo. >> Aham. >> Aquilo ali é um formato, cara. Dois anos para ele acertar aquele formato só >> acertou também. Tá bom. >> Acertou o pai. Então, quando eu vou gravar, eu tenho um produto meu que chama biblioteca de biblioteca de formato de criativo. >> Não, esse é aula porque eu já >> esse esse me pegou. >> Eh, eu tenho porque lá eu já tenho lá eu já tenho mais de 31 formato meu >> peg que já tá >> que todos eles já
venderam. Ah, máximo. Então, se eu fizer aqueles 31 formatos, os 31 não vai dar certo? Não, mas lá no meio vai ter cinco que vai dar certo, vai explodir o teu produto. >> É. E outra, se você acertar um que tá no meio que você ainda não faz, já tá >> aí. Tem o formato teatrinho, formato caixinha de pergunta, formato estático, tem o formato selfie movimento, tem todos os formatos. >> Aí quando você vê eu gravar o mundo de Criativo, eu gravo quando eu vou subir lá na fase 3D que eu falei antes, >> eu
faço, eu faço vários formatos diferentes. Por isso que eu falo os 10 criativos na fase 3D tem que ser 10 diferentes, >> que você tem que entender qual formato vai vender aquele produto. >> Cara, a biblioteca de criativo sabe qual foi o formato que mais vendeu? >> Hum. Minha mulher não gosta desse que >> foi o formato caganeira. >> Como que é? >> É no banheiro cagando. >> Não acredito. >> Sei. Eu botei uma bermuda me >> Você tá só com a perninha aparecendo. >> Eu botei uma bermuda meio cor da pele assim para dar
aquela ideia que eu tava >> ah, não acredito. >> Desnudido ali. Tava com uma bermuda de linho. >> Meia begezinha ali. Meia mãozinha. >> E você tá na privada? >> Uma camisa branca. Daí ele pé no chão e tal, né? Tipo pé no chão. A bermuda de uma casa tava de roupa normal. Não acredito. >> Abri a privada, sentei na privada aqui, é o formato merda. Tô sentado na privada aqui enrolando o celular. Você também senta para dar aquela descarregada e fica olhando o roy do dia. >> O cara faz isso, irmão. O cara senta
para lá, >> Lógico, lógico. Abre o TM faz e fica ch. >> É, ele abre ali o TM faz para ele para lá. Ver o Roy aqui. Assim, você senta para dar aquela cagada e para para ver o Roy, você vê que você não tá fazendo uma, você tá fazendo duas cagadas. Nossa, [risadas] mano, do céu. >> Então, o que que é o formato caganeira? Porque, cara, qual o estado que a pessoa mais para para ruminar? Um dos momentos que ela para para ruminar. >> Cagando. >> Na hora que ela vai cagar, velho. É um
dos momentos que a pessoa mais rumina na vida. >> Aham. >> Quantas coisas você pensa na hora que você tá cagando? >> Quer ver um outro momento que você romina muito? >> Hã, >> tomando banho. >> Sim. >> Quanta coisa você romina, [ __ ] tem que não sei o quê. [ __ ] tem que não sei o quê. Faz um criativo debaixo do chuveiro falando da ruminação do cara. >> Pega muito. >> Qual outro momento que você rumina muito? Dirigindo. >> Dirigindo. >> Qual outro momento que você rumina muito? Na academia fazendo um exercício.
>> Uhum. >> São momentos que você tá >> tudo isso é formato. >> Tudo isso é formato. Então, tipo, o que que você tem que entender? Claro, esse é o único formato que é o formato teatrinho, né? >> Eu estou simulando um teatro. Teatro que eu tô tomando banho, teatro que eu estou cagando, teatro que eu estou na academia. >> Aham. >> Né? Mas então esse formato do banheiro que eu falo que é o formato caganeira, >> é o formato dentro do formato teatrinho, o simular que você tá cagando. >> Formato teatrinho. Então ah, tem
um formato conversa fiada. >> Como que é esse? >> Confiar conversa fiada, tipo assim, na cozinha ali lavando a louça, conversando com a tua mulher >> e falando sobre o tema. >> Eu tenho um criativo meio da meio que eu gravei com a Maara que eu tô em casa num domingo. A gente foi secar a louça Domingão, né? Não tem funcionário na casa. Eu fui secar a louça com ela. Eu coloquei meu tripé. Aí eu tenho um tripé que ele me acompanha, sabe aquele tripé que você bota solar, ele te acompanha? Eu tenho aquele, >>
eu coloquei ele ali, pá, sabia? Liguei ele para ficar meio me acompanhando e eu comecei secando a louça, falando com a Mahar e tal, não sei o quê. A conversa fiada, eu e ela conversando sobre a ruminação mental. >> Uhum. >> Amor, sabe aquela pessoa que tem isso aqui? Ah, sim, sei o qu, né? Então é uma bosta isso, né? Então, então o formato é muito importante, cara, do criativo. >> Bom, muito bom. Nós esquecemos de alguma coisa. Eu acho que da minha lista, velho, a gente passou por todos. Eu tenho uma última pergunta, mas
antes da minha última pergunta, eu quero saber se a gente esqueceu alguma coisa na estrutura que você acha que pode Contribuir mais. >> Cara, assim, ó, a gente foi e eu tentei passar tanto, tanto, tanto que a gente foi entrando num looping, foi abrindo outro, foi abrindo outro. Eu, de verdade, espero que >> quem tá assistindo esse podcast possa pegar, sabe? Eh, a gente foi abrindo vários vários vários vários vários loopings aqui de coisas importantes. Então, ficou bastante >> eh estratégias aqui, né? Estratégia de Teste de criativo, estratégia de campanha, lógica do produto. A gente
passou por vários pontos. Eh, acho que um fator que eu não aprofundei tanto e eu posso falar rapidamente >> é sobre o formato de página de venda, >> tá? Legal. >> Eh, o que que acontece? As nossas páginas de venda, para eu fechar aqui, elas são um formato de página de venda de design, mas pô, o máximo que que é o ex design, o que que dá isso tudo agora? Seria interessante esse momento você conseguir parar para estudar, mas enquanto você não consegue parar para estudar, entenda uma coisa, o design ele tem que tá a
favor e a serviço da COP. >> Uhum. Então, toda headline, toda a COP que eu escrevo nos blocos de uma página de venda de um produto low ticket, eu penso muito nas imagens que eu vou colocar ali, porque o produto low ticket, ele é um produto no brain, a pessoa compra sem pensar. >> Uhum. >> Ela compra porque ela viu uma oferta, ela achou aquela oferta incrível, ela compra por impulso. A toda a compra no brainer que a pessoa compra por impulso, ela compra sem pensar. >> Uhum. Essa compra vai partir principalmente de impactos visuais,
>> tá? >> Então uma página de venda de produto low ticket, ela tem que ser uma página de venda muito graficamente visual, >> tipo você vai mostrar a cartilha, >> layout. >> Aham. >> O layout vende. E aí se eu já tô lá desde o meu criativo mostrando a minha cartilha com todas as minhas estruturas de campanha no passo a passo, o cara entra na página, sabe qual que é a primeira imagem que ele tem? >> Hum. Nesse produto, na primeira, primeiro bloco, tá lá, você tá sofrendo com instabilidade, porque é a principal Ruminação. Você
sofre com instabilidade no tráfego pago. Copie. Porque copie? Ah, is outro ponto. Headline, copie. Colle para low ticket. Por que copie? Só copiar, tá pronto. >> Copia as minhas estruturas de campanha que vão forçar >> Aham. >> O algoritmo da meta te entregar RID dois ou mais. >> Sabe qual é a imagem que tá embaixo? É um print do gerenciador de anúncio, onde Um lado tem uma estrutura de campanha com ROY negativo escrito seu ROY hoje e do lado seu ROY como vai ficar. Roy positivo é um print literalmente do gerenciador de anúncio, da coluninha
lá. Por que que eu coloco esse print? gerar identificação de neurodesign, uma imagem graficamente já cognitiva na cabeça da pessoa. >> Por isso que a premissa do design, desde o tempo que eu dava aula de design lá atrás, que eu sempre falo, o design não Foi feito para ser bonito, o design foi feito para gerar venda. >> Uhum. >> Então, quando eu monto uma página de venda que eu vou inserir as imagens, eu insiro as imagens que vão gerar uma conexão absurda com aquela pessoa e principalmente se é uma imagem que no consciente coletivo dela
já tá formada. Nossa, >> porque eu entro com o neurodesign aqui. Então, uma última sacada, a tua página De venda precisam ter imagens que convertem com a COP. E não é uma imagem de IA, pode ser uma IA, mas é uma imagem que a pessoa vai ver e ela vai se ver naquela dor ou naquele desejo ou ver imagem. Não é uma imagem graficamente bonita, não é o design gráfico, é o design de conversão. Não é design gráfico, é design conversão. E a base do design de conversão, ela é o neurodesign. É o que que
neurologicamente eu tô ativando Nessa pessoa por eu usar essa imagem. >> Nossa, maravilhoso. >> Entendeu? >> Velho, [ __ ] Você vai me dar essa cartilha? Vai deixar comigo? >> Perfeito. Eu quero apostila também. >> Isso que fala. Se quiser vou te mandar apostila. >> Eu quero uma apostila. >> Cartila do TR. >> Senhoras e senhores, eu adorei. Foi um papo muito produtivo, irmão. Quero te Agradecer pelo empenho de chegar até aqui. Sei que a agenda foi difícil, >> mas, mano, mais uma vez você provando que é o cara do transbordo e se abriu tudo,
velho. Eu aprendi. Saí daqui com um produto que depois eu vou te contar. Eu vou lançar a cartilha do lançamento pago, que é uma masterclass, cara. Masterclass do lançamento pago. Vai virar cartilha do lançamento pago. Por um acaso vou colocar essa mesma aula lá dentro. Vou ter uma apostilinha dessa. Minha cabeça já explodiu, velho. Depois vou te contar. Espero que dê tudo certo. >> Quero quero acompanhar isso aí. >> É, mano. Eh, fala pr essa câmera aqui o que você quiser, o que você deseja para quem te assistiu por mais de quanto tempo deu, mestre?
Mais de 1 hora. >> 1:20. >> 1:20. Fala aí o que você quiser. >> Cara, o meu desejo é, não sei que nível que você tá hoje, se você já tá no digital, vai começar no digital, mas uma Coisa eu quero te dizer. Produto low ticket é a forma mais fácil de você começar no mercado digital. É uma porta de entrada de barreira muito rápida para você que tá começando e para você que já está no mercado digital, estruturar um low ticket da maneira correta é a forma mais incrível para você reduzir o teu custo
de tráfego pago na compra de leads qualificados. Mas no final, além de todos esses benefícios colowick tem, o meu desejo verdadeiro é que você possa Na sua vida vendendo low e vivero high. É isso que eu desejo para você que acompanhou a gente aí. Esse foi Ricardo Máximo aqui por trás. Sucesso. Espero que você tenha gostado. Se inscreve aí. Quarta-feira que vem tem mais uma pedrada para você. Tamo junto. Até a próxima. Fica com Deus. Fui.