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Fotografia Política: Usando a imagem para comunicar

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3.18k17,239 Palavras86m readGrade 8
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Marcelo Vitorino - Comunicação e Marketing Político
Muito bem, pelo que eu tô vendo, estamos ao vivo. É, estamos ao vivo mais uma vez, mais uma live, uma live especial hoje com um convidado, claro, né? Mas antes de de falar do meu convidado, você já devem ter visto quando você se inscreveu, mas daqui a pouco eu falo dele. Vamos falar um pouquinho da live de hoje, por que a gente resolveu fazer. Bom, uma parte muito importante da Comunicação política tem a ver com imagem, tem a ver com semiótica, ou seja, com aquilo que você vê e como é que o que você vê
se transforma em informação e conteúdo e depois como é que isso se reverbera dentro de uma reputação. Então, a parte das imagens, eu vou dizer que é uma das partes mais importantes que nós temos eh para dentro da comunicação política. você consegue com uma uma imagem apenas enaltecer ou Destruir uma reputação. Em São Paulo, quando eh eu atuava, né, quando eu atuei em algumas campanhas lá e quando eu era mais jovem também, antes de ter os cabelos brancos que eu tenho, a gente falava do abraço do Maluff. Que que era o abraço do Maluff? Teve
uma época que o Maluf tava com um problema de rejeição tão grande que quem saísse abraçado com ele perderia eleição. Então a gente chamava isso de abraço do Maluf. Então você ter uma foto com Maluf Era uma era um péssimo negócio. OK? Então eh a gente evitava isso. Toda vez que a gente vai começar uma campanha eleitoral, para vocês terem uma ideia, a gente faz um pente fino. Essa é uma das primeiras coisas a se fazer. é fazer um pente fino nas redes sociais do cliente, da família do cliente e de todo mundo que pode
ser utilizado amanhã como problema. Por você pegar uma foto fora do contexto e trazer ela pro tempo atual pode acabar gerando um problema de Imagem. Você sabe, na política asanças elas nem sempre eh são duradouras. Às vezes você tem uma aliança que aconteceu que depois teve uma ruptura e tudo mais. Então, a gente faz um pente fino e esse é um caminho para quem tá começando a trabalhar agora com um determinado político. É uma das coisas que eu recomendo que você faça o quanto antes, pentino nas redes sociais e pesquisa tudo que é foto para
trás. acaba acontecendo. Às vezes, isso tá Acontecendo recente comigo, eu vou, devo fazer uma campanha de governo e aí no banco de imagens tem lá uma pessoa que tá do lado do da pessoa para quem eu tô trabalhando, que hoje está na oposição e eu tenho que ter o filtro disso. Eu não posso colocar eh sair numa foto, num vídeo, um material desse cliente com uma figura da oposição. Então você vê como é importante, porque nós realmente dedicamos tempo a fazer essa escolha. E para conversar com vocês hoje, Eu trouxe o Bruno Zoto, que eu
vou colocar ele aqui daqui a pouquinho. Eu preciso fazer um preâmbulo de quem que é o Bruno para vocês entenderem melhor. Bruno Zoto é um fotógrafo que eu não me lembro qual foi o ano que eu conheci, mas já faz um tempo. É, já faz um bom tempo. Eu acho que talvez 2008 é alguma coisa por aí. O Bruno é um fotógrafo que eu gosto muito, que ele tem um olhar paraa Política muito bom, porque ele não olha para fotografia como fotojornalismo. E é bom que se diga isso. Eu não tenho nada contra a fotografia
jornalística. Ela deve acontecer, a mídia usa ela, mas como profissional de marketing, eu gosto de uma fotografia. Eh, eu não sei nem o nome que eu dou para isso, mas de uma de uma fotografia com narrativa, com emoção, com conteúdo. Então, não é a foto, o fotojornalismo. Então, pega aquelas fotos de uma Reunião, tem lá as pessoas na reunidas, mas a foto não tem não tem emoção, não me serve. O determinado político vai visitar um bairro, uma foto jornalística, ela tiraria uma foto normal dele visitando um bairro. Quando você usa uma fotografia política de verdade,
vai ter um ângulo diferente, vai ter uma um uma visão diferente. E aí tem vários eh fotógrafos muito bons, né? Você tem o Stúcar, que é o fotógrafo que o o Lula usa muito, que é um é um ótimo Profissional também, acho acho muito bom profissional que usa mais dessa dessa fotografia eh política, digamos assim. Mas tem uma coisa, eu, a única coisa que eu não gosto muito do Stooker é que eles estouram um pouco os realces da das imagens e faz com que elas fiquem muito dramáticas, né? Ô, faz gentileza, Pedro, só isso, só
encosta aqui para mim que hoje eu tô fazendo a live do escritório. Aí na sala Do lado tem o pessoal que tá com raiva do teclado e fica te tec. Eu não sei por que é essa raiva do teclado. O teclado não faz nada de errado com a pessoa e a pessoa fica lá maltratando o bichinho. Depois ele para de funcionar e a culpa é de quem? É do computador. Não é é do ser que resolveu que devia, né? Parecer aquele aquele pessoal, sabe, da pré-história tentando eh fazer fogo, né? Então, mas já fecharam aqui,
eu vou prosseguir. Eu nem perguntei, vocês Estão me ouvindo bem? Então, tão me ouvindo bem? Eu tô um pouco meio fanho por causa da da rinite alérgica, mas eu acho que de resto o o visual tá bom. Visual que eu digo é a qualidade da imagem. Tá travando, entendeu? Não, não sou exatamente eu. Eu a imagem do vídeo está boa, o som está bom, então tá tudo bem. Eu vi aqui. Bom, pessoal tá tá entrando aí, todo mundo entrando. Lucas, Luana, Luana Moraes tá sempre nas nossas lives Aqui. Lucimara, Miro, Israel, Israel, Israel trabalhou com
a gente, Israel coordenou campanha conosco, conheceu o Bruno também lá em Manaus, depois foi Paraguari, o Iúri tá lá também. Tô vendo, o pessoal entrou bem. Fred Cunha também tá sempre nas nossas liv, Fred. Bom te ver por aqui. Bom, então agora que eu já falei um pouco sobre o Bruno, eu vou trazer ele para cá para que ele mesmo fale um pouquinho de quem ele é, qual a experiência dele e depois a gente Vai prosseguir com a nossa live de hoje. OK, Bruno, boa noite. Fala, Marcelo, tudo bem? Tá bom. apresentar, BR. Tranquilo. Bom,
eh, apresentações feitas pelo Marcelo acho que já completam uma boa parte aí da da minha apresentação, mas eh sou fotógrafo aí h algum tempo já até nem sei já mais mais de uma década, mas Entrei na política meio de meio sem querer, na verdade, eh fui convidado para trabalhar com um grande amigo na Assembleia Legislativa aqui do estado e caí dentro de um turbilhão que já na no primeiro mês de trabalho já teve manifestação, invasão de plenário e tudo. Então eu consegui aprender muito eh nesse fogo cruzado aí que eu já peguei de cara e
a partir daí fiz bastante coisa. trabalhei em prefeitura, fiquei bastante tempo na assembleia Trabalhando no gabinete. Eh, enfim, tem um uma trajetória de política aí que depois acabei fazendo várias campanhas com o Marcelo, aí aprendi muito todos os tipos de cenário possível e situações políticas possíveis, né? Então isso aí vai criando calo na gente um pouquinho. Acho que é isso aí. um breve resumo. O Bruno já pegou várias situações constrangedoras e e várias situações Positivas, então ele já teve que acompanhar candidato que não sorria paraa foto, candidato que não eh que acabava não olhando eh
no nos olhos das pessoas. E aí é muito difícil fazer uma foto boa assim. Nossa, terrível, terrível. É, mas aquele cara e vai olhando pro lado, sabe? É. Pronto. Ô, ô, e candidato que não sabe, às vezes a hora de parar de falar, que essa é uma das coisas mais difíceis Também, você não consegue uma foto boa com o camarada enquanto ele tá falando. Exatamente. Exatamente. É muito difícil. Então, quem tem domínio disso sabe fazer a pausa. Ele pergunta algo pra pessoa. Enquanto a pessoa fala, o fotógrafo bate a foto. Então, é, essa é uma
questão até de quem tá assistindo ensinar, entendeu? Meu cliente falou: "Olha, vem cá, eu vou te mostrar porque que você só sai com a com a foto ruim, com a boca aberta, tudo torta. É porque Você não sabe a hora de ficar quieto. Você fala com a pessoa, aí o que que você tem que fazer? Perguntar algo pra pessoa. Me diz, dona Maria, o que que a senhora tá achando aqui do bairro? Aí quando ela tá falando, você sorri, faz assim, acende a cabeça e pronto. Ó, que beleza, você tem uma foto ótima. É, na
verdade, político só quer falar, né, Bruno? É, na verdade, o que o que eu sempre falo é assim, eh, finja que você tá interessado no que a pessoa tá te Falando, pelo menos. Eh, se você tiver interessado no que ela tá falando, o Tapos vai ser de uma pessoa interessada e que tá escutando, eh, ela vai sorrir ou vai ficar preocupado, enfim, é a reação natural, né? Bom, então temos hoje aqui a nossa live de hoje. Deixa eu já colocar aqui minha tela para eu poder comandá-la. direitinho. Esse negócio sempre de ter várias janelas é
uma coisa que Deixa qualquer um perdido. Aí Fabi deve tá vendo ela ela ela porque às vezes eu falo: "Não, Fabi, eu também me atrapalho". Ela fala: "Como?" Não, nós não atrapalha, não. Atrapalho todo mundo, todo mundo. Isso é normal. Pronto, está aqui. Então, a live de hoje é fotografia política, usando a imagem para comunicar. E uma coisa que a gente já traz logo de cara é essa história, que toda fala política, toda foto política Já é uma fala. Você não precisa de legenda nenhuma. Como por exemplo essa foto aqui que é do Marcelo Pup
junto com o cavalo. Marcelo Pup é o da direita, o cavalo é da esquerda. Então, Marcelo Pupito de Campo Largo, eh, foi é uma das figuras que mais me ensinou sobre comunicação política. Ele foi cientista político, me deu aula, inclusive. Então, já eu tive o prazer de Receber aula com o PUP. Infelizmente, ele faleceu na época da pandemia, eh, depois dele ter sido reeleito, ele acabou falecendo, mas eh deixou um legado muito grande aquela parte quando a gente fala. Deixa eu voltar aqui paraa minha tela. Vamos lá. Cadê? Eu aqui estou aqui. Quando eu falo
sobre sensibilização, motivação e mobilização, são conceitos que eu trouxe do PUP. ele tinha uma uma pegada com um com Conteúdo. Claro, eu fiz umas adaptações, mas eu transferi a sensibilização, a a motivação e a mobilização para todos os momentos de uma comunicação política. O Pop ele levava muito pro momento eleitoral, para semanas da eleição. E eu fui levando isso para todos os momentos, inclusive dentro de um conteúdo. Então assim, um conteúdo de vídeo bem feito, ele deve ter, ele deve criar uma empatia, ele deve gerar motivos e deve Pedir algo de alguém. Então isso veio
de lá até para vocês saberem que uma parte, nem tudo que eu trago aqui fui eu desenvolvi, uma parte veio dele e assim muito bem feito, muito eh vamos dizer assim, muito com muita técnica, tá? Deixa eu voltar aqui. Pronto, agora eu consigo. OK. Isso aí. Você quer falar um pouquinho dessa imagem? Ô, ô, então, posso falar? Essa foto é uma foto do Bruno. É, eh, essa imagem especificamente, ela não eh como a maioria das fotos que eu faço e e fazia pro Marcelo, enfim, em outras situações, ela não é uma foto que eu preparei.
Até parece, né? Porque tá ali o cavalo numa posi tal, mas se você pegar eh todas as fotos que eu tenho antes desse momento, que eu tenho elas ainda, você vai ver que o cavalo tava lá na na estribaria, ele foi lá, agradou o cavalo, daí o Isso aí era um um negócio Do da Polícia Militar. Aí o sargento falou: "Não, o senhor quer tirar o cavalo, dar uma voltinha com ele". Falou: "Volta não posso dar, mas posso levar ele dar uma volta, né?" E no que ele tirou o cavalo, desculpe, o cavalo veio ali
e aceitou carinho e tal. Eu eu tava na hora certa, no momento certo, eu só esperei a pose se encaixar, encaixei e fiz a foto. E isso acontecia muito com Marcelo, porque como o Vitorino comentou, ele ele ele Tinha essa essa questão de saber como que funciona a comunicação e a e a imagem dele. E ele tinha muito natural dele de gerar esses momentos. É óbvio que eu imagino que ele sabia o que eu tava fazendo, sabia onde eu estava, sabia, né? Uhum. Porque que eu tava ali. Então, só que ele fazia, ele nunca me
comunicava, ele só fazia e eu clicava. E nisso saiu milhares de fotos assim que Consentimento e eu nunca pedi nenhuma pose nada assim específica para ele. Então era muito fácil trabalhar. É muito fácil trabalhar com pessoas que sabem o valor da imagem e como elas estão se portando. E muito fácil trabalhar com pessoas que você tem intimidade. Isso eu até sempre falo que a intimidade com quem você tá fotografando é primordial para você ter uma foto eh com sentimento, tal. E engraçado que essa intimidade ela não precisa ser, sei lá, Trabalhar meses com a pessoa
para para conseguir. Isso vai da tua empatia, da tua conversa com com a pessoa, né? Eh, mesmo porque essas campanhas que a gente participou, Marcelo, às vezes tinha locais que eu fiquei ali três, qu dias com o candidato e em três, quatro dias a gente já conseguiu coisas excelentes, porque, né, saber conversar, saber ter eh educação e também ter o molejo de conversar com candidato e com políticos que estão no mandato te ajuda muito Nessa hora, né? É difícil você pedir pose. Sim. Então assim, o que que eu faço às vezes quando eu trouxe o
Bruno para me acompanhar nas campanhas? Inclusive tem um e-book que a gente fez com a os bastidores das campanhas que nós atuamos. Eu vou falar pra equipe para botar o e-book aí em algum lugar. Tem um e-book só com as fotos dos bastidores das campanhas que atuamos no ano passado. Porque o Bruno não foi Contratado para uma campanha. Eu contratei o Bruno para a gente, não para uma campanha. A gente emprestou o Bruno em algumas campanhas, mas o contrato dele era conosco, era para cobrir a gente e não cobrir a campanha. Bom, e aí eu
ia explicando para os para o os clientes como é que eles podiam fazer. Um dia na a um dia a Fabi me falou: "Não, as suas fotos do Imersão, você tá sempre bem nas fotos do Imersão. As fotos que o Bruno tira de você, você tá Bem?" É assim, porque eu sei onde o Bruno está. Então eu tô dando aula, eu sei onde ele está. Às vezes eu eu lanço uma pergunta paraa plateia e eu sei que aquele é o é o momento que ele vai bater a foto. Às vezes, eh, tem momentos do curso
em que eu até abro espaço para as pessoas gravarem uma parte. Eu sei aonde o Bruno vai estar para fazer a foto daquele momento, entendeu? Você tem que saber onde está o fotógrafo. Mas vamos continuar aqui. Deixa eu trazer aqui a Apresentação. Vamos lá. Porque aqui a apresentação de hoje ela ela é extensa, não é não vai ser uma coisinha não. Bom, qual que é o maior problema das campanhas e das fotos? É a quantidade de foto que não serve para nada. Assim, você faz um monte de foto. Eu detesto quando eu um fotógrafo me
manda 50 fotos. Você quer me deixar bravo? É o camarada me mandar 50 fotos. Eu eu aprendi, eu aprendi com você. Isso Aí. Eh, eu tenho uma história de com exatamente essa essa questão aí. Pode falar. É, é primeiro dia que eu conheci você, eh, a gente tava lá, né, discutindo sobre a campanha, tal. Eh, era uma questão do do Marcelo Pup, inclusive. E você me falou: "Ó, me manda lá cinco fotos do Marcelo". E eu animado, falei: "Nossa, agora é a hora de mostrar meu meu meus dots, né?" Fui lá, mandei, sei lá, 40
fotos. A única resposta foi: "Eu Pedi cinco e só". Foi um BAC, mas eu aprendi muito com isso aí, viu? É porque é muito chato, Bruno, porque a gente tem pouco tempo para escolher. Então assim, o olhar do fotógrafo, eh, quando o fotógrafo é bom, é melhor do que o nosso, que que eu já percebi aí quem tá assistindo vai vai saber disso ao longo do tempo. Eu percebi Que o o Bruno, por exemplo, ele tem um olhar para foto muito boa, mas ele não tem olhar paraa narrativa que eu vou construir em cima dela.
Por que que eu sei disso? Porque agora mesmo para fazer essa apresentação, eu pedi pro Bruno separar fotos para mim. Falei: "Bruno, eu só quero foto sua". Aí ele mandou várias fotos, eu usei 70% delas. O Bruno tá descobrindo isso agora, tá? Por isso que é tudo a Mas eu já imagino. Eu já imagino. Eu usei 70% delas e escolhi outras que ele não tinha escolhido dele. Por quê? Eu percebi inclusive hoje isso. Ele tem um olhar muito bom pro que aquela imagem está falando, mas ele não sabe como eu vou usar. Então, para montar
essa apresentação para vocês, eu peguei as fotos do Bruno e trouxe como exemplos, tá? Eu vou mostrando isso, vocês vão perceber a diferença desse negócio. Deixa eu voltar aqui pra gente. Vamos lá. Então, a primeira coisa é em relação essa história da gente ficar tirando um monte de foto que não serve para nada. Parem com isso daí. Parem. Como é que você trabalha? Então, você faz a coisa em três etapas. A primeira delas é um planejamento. O que que eu quero fazer com a imagem? A imagem é para falar o quê? Eu quero falar e
eu vou trazer alguns exemplos aqui de de usos paraa imagem, mas como toda foto fala, você Não deve primeiro fazer a foto e depois ver o que que ela vai falar. Você tem que pautar o o fotógrafo do que que você quer. Pô, eu preciso de uma foto do cara agora, eh, mostrando que ele gosta de criança. Aí o Bruno vai lá e vai dar o jeito dele. A gente vai ter que fazer uma agenda. Não, eu preciso, eu tô, eu tô ruim num determinado bairro. Eu preciso que o cara esteja lá naquele bairro. Então,
a primeira coisa é o planejamento paraa imagem. Então, não é Sair fazendo um monte de foto, porque você só vai jogar tempo fora, né? Você vai desperdiçar tempo, você vai a vai ficar com HD lotados que não vão servir para nada. Então, primeiro você faz o planejamento, depois você faz a execução de fato de como deve ser aquela aquela imagem e aí vem uma terceira parte que nem sempre deve acontecer no mesmo momento, que é quando você vai usar aquela imagem. Não quer dizer que você fez ela, você Vai usar ela naquele dia. Às vezes
eu guardo imagem por meses, anos, até e uso ela quando a coisa realmente precisa. Então, o nosso primeiro bloco, ele é o que que você tem que fazer antes do clique. Como toda a imagem, todo toda a imagem política tem que ter um objetivo, você precisa pensar numa ideia central. Essa é a diferença entre uma foto comum e uma foto estratégica. Qual que é a intenção por trás daquilo? Então eu quero vender o quê? Geralmente eu separei aqui alguns objetivos. Eu quero gerar empatia, que é humanizar a o político, mostrar como ele é acessível e
próximo. Eu quero mostrar quem são meus aliados sem ter que falar. Às vezes tem um aliado muito bom que basta ele tá numa imagem porque ele é popular, ele tem capacidade de articulação. Ou seja, eu escolho um aliado que tenha Características que me faltam. Eu quero mostrar vigor físico. Então, quando você vê, por exemplo, o Lula fazendo atividade física, o que que ele tá querendo mostrar? que ele ele tá em forma, que ele tem energia, que ele tem capacidade. Eh, eu vejo isso muito, por exemplo, no Topaza. O Topazio ele ele usa muito a imagem
para mostrar que ele eh ele ele, apesar de idade, ele tem vigor. E isso foi Muito importante porque a última eleição em Florianópolis, ele disputou com alguém bem mais jovem. Você pode usar para proximidade com causas, né? Você pode colocar o foco em determinadas coisas, pessoas ou símbolos. Eu vou mostrar exemplos disso aqui. Então tudo que eu tô falando aqui vocês vão ver depois, tá? Você pode demonstrar um perfil. Ah, não, você é mais executor, você é mais articulador. Eh, o que que você quer destacar? Você é um cara de bastidor, tipo um cassab, não.
Você é uma pessoa eh mais tranquila. Eh, eu vou mostrar bastidores para humanizar, para mostrar aquele gente como a gente. Eu vou despertar uma emoção que pode ser e a emoção vale indignação, vale gratidão, tá? E outros usos aqui, eh, comunicar que você escuta, isso é importante dentro do meu ponto de vista, Porque a população ela ela ela acha que o político só vai lá para pedir voto e para falar. E boa parte das vezes é verdade, mas você pode mostrar uma uma faceta diferente. Você pode comunicar a presença, transmitir energia de eventos, de locais
e também fortalecer uma identidade. O que que você quer fortalecer? Ah, não, ele é experiente, ele é técnico, ele é popular. Então, todas essas formas eh você pode usar com a fotografia Política. Por isso que eu eu separei alguns objetivos. Mas por que esse negócio? Porque não adianta você ir para um processo de fotografia sem definição de objetivo. Uma coisa é quando eu tô numa campanha eleitoral, aí vai cobrir uma agenda, eu já tô acostumado com Bruno, então eh eu eu solto o Bruno e falo: "Ó, vai lá e faz o que você quiser." Mas
em determinados momentos eu peço algo e eu falo exatamente o que eu quero para ele. Quer quer complementar aqui, Bruno? Não, eu eu acho eh que a grande dificuldade é que na maioria dos casos a gente não tem uma coordenação de comunicação com essa cabeça. Eh, eu eu mesmo eh muitos lugares que eu passei na prefeitura, enfim, eh a gente ia paraa pauta solto, né? Eh, lógico, eu na minha situação Aqui, eu era fotógrafo da prefeitura e do Marcelo. Então, eu já trazia um olhar das duas coisas, né? Eu conseguia eh separar um material, inclusive
tem muitas agendas aqui que eu tenho dois materiais, né? Que inclusive é muito importante isso, né? Você não colocou isso nas imagens, mas eu coloquei. Olha aí, ó. Eu sabia, você não colocou, mas eu separei a imagem. Exatamente deste ponto, meu caro Bruno. É, então só que quando falta esse tipo de de comunicação paraa pessoa que tá lá na ponta por fotógrafo, é é complicado. Eh, lógico que eu com com o tempo eu fui criando alguns calos e eh como você disse, eu não sei o que você quer comunicar às vezes, mas eu imagino e
consigo enxergar em algumas situações historinhas, né? Às vezes num mesmo evento eu consigo ver várias historinhas, né? A historinha da do Político atendendo a pessoa, a historinha dele eh falando firmemente com outra, a a historinha dele indo lá visitar a obra ou dele aparecendo com com apoiador, enfim. Eh, eu já já meio que comp eh crio isso dentro da minha cabeça e vou clicando já com essa historinha na cabeça, mas é óbvio que não nem sempre funciona, nem sempre dá certo. Não adianta ter a gente imaginar que tudo é ideal, né? Porque não é não
é é dificílimo. Bom, eh, tem bastidor que eu não vou trazer aqui hoje, não. Teve uma campanha que eu desisti dela por causa de uma foto que o Bruno me trouxe. Bruno me trouxe uma foto. Eu não gostei da foto. Eu falei: "Cara, eu vou sair dessa campanha por causa desse material, mas essa é uma história longa, não cabe aqui para um livro lá na frente, é, e tal, para um livro ficcional até, né? Isso, com nomes, Cois mais com outros nomes. Isso. Vou continuar aqui o material e agora eu vou trazer uma série de
imagens paraa gente falar, tá, Bruno? Tá bom? E aí vai entrar aquilo que eh eu falei que eu separei. Vamos lá. Tá bom. Bom, essa primeira imagem aqui, eu gosto muito dela, é do pup, né? O o Bruno tirou. Eh, eu não vou nem falar que ele não Separou para vocês, tá? Mas essa aqui é uma das minhas fotos favoritas por vários motivos. Você tem a iluminação dela que é muito boa. Óbvio, ela não é uma foto para impresso, ela é uma foto pro digital, ela é uma foto para um clipe. Você tem iluminação atrás
do cachorro, você tem o o político sorrindo para o cachorro, né? O cachorro ele tá numa pose, quase que sorrindo para o político também. Então assim, essa foto aqui ela ela é perfeita para mostrar Empatia eh com o cachorro. E por que cachorro? Cachorro tem um motivo para para isso, tá aí, tá, gente? Hum. Eu eu já falei isso em cursos meus, mas eu trago aqui dentro do universo ocidental, o cachorro é parte integrante da família. No oriente, em alguns lugares, não é assim, porque no Oriente tem gente que até come cachorro. Então, essa foto
aqui na China talvez não tivesse a a menor Relevância, mas no Brasil isso funciona. E não é só no Brasil. Se você for pesquisar eh o políticos, você vai ter foto do Churchill com cachorro, eh do Temer, da Dilma, eh do Obama. Tá? Você vai ter foto até de Adolf Hitler com cachorro, que era um pastor alemão, obviamente, mas você colocar o político junto com o cachorro, ele tem um simbolismo muito grande que assim, quem gosta do cachorro cuida da família. É isso que tá no pano de fundo Da imagem. Então isso aqui que vocês
estão vendo é uma foto para dizer algo. É uma foto para dizer que ele gosta não só do cachorro, mas ele gosta da família, que o cachorro é um membro da família no mundo ocidental. Inclusive, muitas vezes, quando o político faz bobagem, ele publica uma foto com cachorro, adota um cachorro novo, né? Isso é normal. Aí deixa o pessoal: "Ah, agora vamos escolher o nome do cãozinho". E Assim vai. Essa é uma outra foto que é uma foto de encontro que é um um O que que eu gosto muito dela? É uma foto em que
o político olha nos olhos do cidadão e você vê aonde estão as mãos, né, de cada um. Ele é praticamente um wing é um é um negócio, é é uma foto composta, né? E o que que tem de fundo ali, Bruno? Então, essa é o santuário Bom Jesus aqui Da cidade. Eh, era um evento que tava acontecendo lá. Você pode ver que eu, né, movi o enquadramento um pouquinho justamente para para deixar aparecendo ali a a, né, a igreja de fundo e tal. Eh, Marcelo sempre foi muito religioso, tal, mas as pessoas não conheciam muito
o íntimo dele, né? Ele ficou algum tempo eh um pouco fora, não fora da cidade, mas fora dos holofotes, assim. Então, a gente sempre tentava reforçar algumas Coisas. Ele nunca me pediu isso explicitamente, mas eu já sempre gostava de trazer onde que ele tava, né, tentar, né, mostrar um pouquinho mais assim. E acho que foi uma coisa que eu achei na hora ali, um jeito de mostrar onde ele tava. Enfim, ou seja, você não precisa dizer que ele é religioso, você tá com ele na frente, porque muitas vezes vai lá e entra na igreja e
faz uma [ __ ] dentro da igreja. Isso não é necessário. Inclusive, é bem pro fotógrafo é bem complicado porque é um é um local que é normalmente não se tem ninguém fotografando. Então se tem um político dentro da igreja e tem alguém fotografando, putz, às vezes pega muito mal assim. Mas botando assim desfocadinho até. Não é lógico, é uma situação diferenteo. Essa é uma das fotos que eu mais gosto do Bruno, que é uma visita do Marcelo Pup a uma Casa. Mas o que que eu gosto? Eu gosto que a visão é de dentro
para fora da casa. Ou seja, claro, pro Bruno tá lá dentro, ele teve que conversar antes com esse senhor aí, né, Brunão? Sim, claro. Sempre, né? A gente não é de supetão assim, né? que nem aquelas aqueles programas do Gugu, né, que bate na porta, daí tem uma câmera dentro já. Nossa, você por aqui é que, né, que coisa. Mas você vê uma foto que ela traz ali o o camarada, eu Acho que aquilo ali parece uma feijoada. Quentão. Quem? Quentão. Quentão. Ele tava preparando para uma festa que ia ter a noite lá e tava
preparando um quentão ali. É, quem é gordo já pinta logo com a feijoada. É porque eu eu como, né? Eu não bebo. Então a minha lógica já foi eu. A lógica é diferente. Foi diferente. Mas você vê é uma foto que ela traz o político para dentro da casa da pessoa, né? Essa daqui é uma foto lá de Altamira. Altamira. Uhum. em que o prefeito eh durante a sua pré-campanha ou campanha, ele visitava ali algumas pessoas e tudo mais, né? E aí você tem tudo nessa foto. Fala um pouquinho dela, Bruno. Então, é até bem
interessante essa foto, Porque pode notar ali que eu assim não é uma foto festiva, né? Eles não tão sorrindo, né? Essa senhora ali tava trazendo uma preocupação dela com o bairro. Eu não, confesso que eu não me recordo exatamente o que que era, mas o prefeito tava ali escutando e e dando atenção e e realmente foi muito natural, né? Não foi montado isso, né? A gente chegou no bairro e essa senhora já saiu na porta e eu preciso falar com o senhor e tal. Assim, não é aquela coisa alegre, Receptiva. Foi assim, preciso resolver um
problema. É quase queixa, né? É. E ele puxou uma cadeirinha ali, não falou, vou escutar a senhora aqui. Sentou e ficaram lá uns 15 minutos, 20 minutos conversando, enfim. Não. E e você vê tudo muito simples, né? Sim, sim. É um é um bairro, né? Afastado ali. Essa aqui já é uma foto de de agenda. Isso que você coloca, geralmente tem Gente que bota a todo o foco da imagem no político. Essa é uma foto de agenda que você consegue ter o político e o cidadão um do lado do outro, né? E e uma coisa
que eu que eu eh que eu acho assim interessante eh muitas vezes eh tem político, não era o caso, mas tem político que é muito criticado nas redes e tal. E uma coisa que eu percebo assim ao longo do tempo, sempre que você consegue inserir alguém Da comunidade junto na foto e que ela apareça e que ela tá sorrindo, as críticas tendem ser menores. Eh, pode ser visão minha ou não, mas parece que é o as pessoas se sentem um pouco acanhadas a criticar quando tem alguém da comunidade, né, que tá ali presente e sorrindo,
tal. E quando o foco tá muito no político, aí é um pouquinho diferente assim. É, essa é a Mariana Carvalho, né? Isso daí o Essa aqui eu tenho certeza. Aquele É churros. Não adianta, não. É, não. Esse é churros. Essa essa eu não tenho dúvida. Bom, aí vem para algumas fotos de trabalho que tem muita gente que trabalha com deputado. Eu não sei quantos de vocês, se puder deixar comentário aí, eh, até para eu ter uma ideia de quem trabalha com deputado, eh, agora eu separei um pack de fotos, algumas delas, porque o trabalho dentro
de um parlamento, ele não é tão, vamos Dizer assim, bonito, atrativo aos olhos. atrativo aos olhos como um trabalho quando você tá na rua. Sim, mas nem por isso você pode deixar de fazer uma imagem boa, né? Esse daí é do Plauto, que é deputado estadual lá do Paraná. Dá para ver pela bandeira gigantesca tem ali atrás da República do do Paraná, né? Então é é uma foto que ele tem o o Plauto num primeiro plano, mas você já traz a vinculação dele com o estado sem precisar falar nada. Sim, é isso. É verdade. E
era um evento eh o do governo do estado, né? Ele era eh era aliado ao ao governo, né? Mas ele sempre falou assim, ele gostava de falar nos eventos, tal. Então, eram eram boas oportunidades de ter umas fotos diferentes das fotos de tribuna habituais, né, do dia a dia, assim. Eh, aqui tem, já eu eu já peguei aqui Algumas perguntas, né? Tem uma ótima aqui. A dificuldade grande em agendas é a comitiva do político, não atrapalhar e tumultuar a foto. Isso é real, isso é para todo mundo. Então, assim, eh, você não está só, meu
amigo, você não está só. Todos nós passamos por isso. Em algum momento eu sou a pessoa mais odiada de um projeto político e para mim tá tudo bem, isso não é um problema. Mas assim, eu já segurei comitiva, eh, eu já tive que ser até um Pouco grosseiro às vezes. Então, às vezes o prefeito vai fazer uma visita e vai um bando de vereador junto, pô, cara. Aí não tem como ter uma foto boa. É difícil. Então, mas aí eu aviso, eu falo: "Olha, vocês vão com ele, mas primeiro ele vai fazer algumas fotos e
depois eu libero vocês para irem e fazer fotos com vocês, tá?" Então, eh, isso acontece. Eh, e muitas vezes eu tenho que falar antes Do evento. Uhum. E uma coisa, Marcelo, Jorqu estamos nesse tópico que eu acho bem importante assim, tá? Inclusive em em algumas situações, a gente já conversou sobre isso. É, o que acontece muitas vezes também que eu vejo é fotógrafos e, enfim, mídia, é, digamos, você tá entrando num uma casa ou tá entrando num evento particular de uma pessoa que não é um evento político e os fotógrafos e Cinegrafistas, enfim, eles entram
correndo tudo paraa casa, pro local, não dão bom dia, boa tarde para ninguém, entram lá porque eles querem pegar a imagem do político entrando e eu não sei, eu Eu acho uma falta de sensibilidade um pouco, né? O que que eu gosto de fazer? Se eu preciso eh pegar ele entrando realmente de de frente por algum motivo específico, né? Eu entro tento chegar muito antes, né? E conversando com as pessoas e tal, Entendendo o ambiente, mas geralmente eu fico atrás do político, espero ele entrar primeiro por dois motivos. que primeira, a primeira visão que as
pessoas vão ter é do político entrando e a segunda que de trás eu consigo pegar a reação das pessoas recebendo ele, né, né? Muitas vezes sorrisos e abraços, enfim, você pega uma coisa muito mais natural, né? É, aqui tem até, deixa eu dividir a tela aqui com você, tem o o eh Michael Pon tá Perguntando assim: "No tempo em que vídeo é preponderante, qual a importância da foto, principalmente na semiótica política?" Bom, primeiro que você consegue, o que que é o vídeo? O vídeo nada mais é do que uma sequência de fotos. Então são 24
ou 30 eh fotos por segundo, que são os frames por segundo. Quando a gente usa foto, a foto chega em todos os lugares. Quando a gente usa vídeo, já não é mais a mesma coisa. Uma Foto, por exemplo, a gente pode distribuir ela paraa imprensa. Isso pode estampar a capa de um jornal, pode estampar uma revista. eh ela acaba tendo um peso maior. A foto, por exemplo, ela pode ser utilizada para fazer um um banner que vai para um evento ou ela pode virar um um pano de fundo para um evento, coisa que eu já
tenho mais dificuldade de fazer com vídeo. Então, a a foto, do ponto de vista simbólico, ela cumpre um papel similar ao do vídeo. É que o vídeo você traz outras informações. A foto aí eu vou falar como eu, tá, Bruno? Não, não sou um fotógrafo. É, para mim a foto, ela tem um papel quase como de um livro e não como um filme, né? Se você lê Harry Potter, a experiência é diferente de você assistir o filme do Harry Potter. Eu tenho ela, a foto, ela ela me desperta mais possibilidades do que o vídeo. O
vídeo Eu fecho, a foto eu abro. É, eu eu sinto eu faço vídeo também, né, para outras outros fins e tal, política pouco, mas para outros fins, né, clientes e tal. O que eu sinto de diferença também é que o vídeo ele é muito mais cru no sentido de que você não consegue manipular tanto a emoção eh com o que tá acontecendo. Porque se tá acontecendo um evento ali e tem pouca gente no vídeo é difícil você, né, manipular isso ou você Vai fazer todos os close ou enfim, vai te limitar muito a foto. Se
você tiver uma boa foto, eh, você conta a história inteira com uma boa foto. O vídeo não, o vídeo você tem que ter vários takes, né, ângulos diferentes, enfim. É, é fácil de ver isso no que aconteceu com o Trump, por exemplo. Ah, sim. Na história do tiro, o vídeo é o tiro acontecendo, ele se abaixando e grita aí e tudo mais. Eh, foto, tem duas fotos para mim que são Emblemáticas assim e contam histórias assim diametralmente totalmente diferentes entre uma e outra. A primeira, aquela que ficou super famosa, ele lá com a mão para
cima e e, né, aquele espírito americano e vão para cima e tal. Só que tem outra foto que ele tá com o rosto colado no chão, sangue escorrendo, pés em volta dele, ele com uma cara de desespero. É o mesmo evento no vídeo você não tem como contar essas duas histórias. Com foto, você Escolhe. Eu falei: "Ó, eu quero contar essa, eu quero contar essa, né?" Ah, bom, então, respondido aí. Bom, essa daqui é uma das fotos que eu gosto muito, que ela mostra um bastidor do gabinete, ou seja, o político se preparando para fazer
sua atividade. Então, é uma foto muito tranquila, mas você consegue contar uma história nela. Então, ele faz lá a gravata dele, aquela coisa toda, fica uma imagem boa, né? Eu gosto muito de foto detalhe. Gosto também. Então, a foto, detalhe para um carrossel, para uma apresentação, então ela tem um brilho, cara, aqui assim, você tá mostrando ele com uma canetinha vagabunda, que eu imagino que é essa a intenção. É, não precisa contar que tava dentro de um avião particular indo para algum lugar, né? É, mas Entende? Num vídeo eu não conseguiria ginar essa informação na
foto, não, né? como essa aqui. Então assim, se eu preciso de uma foto para fazer um post que tem um título, cara, eu posso usar essa foto aqui tranquilamente. É tranquilamente. É, eu tenho, principalmente do Plauto, eh, tem muitas fotos assim, porque ele era, ele apresentava poucos Projetos, mas quando apresentava eram projetos muito grandes, assim, eh, que mexiam com a política do estado e tal. Então tem muita foto dele assim com mapa, com, né, com projetos, com, enfim, eh, com anotações que nem essa. Então, e a gente usava bastante realmente esse vê como isso daqui
pra gente que tá na comunicação do dia do dia a dia é importante e é claro, né? Isso aqui também poderia ser usado em vídeo se a gente quisesse. Então, fazer uma Sequência de imagem de um vídeo fácil, uma imagem de reunião, né? Como é que tá lá o Tá lá o Plaut? O o Bruno gosta de PB. Eu não gosto tanto de PB. Eu já gosto menos. Assim, eu gostava mais antigamente, mas ainda gosto. Para algumas coisas eu acho que funciona assim. É, eu não gosto tanto porque PB sempre me me remete a Não,
P tá tudo morto já. É verdade. É, toda vez que a gente usa foto PB é Porque a pessoa já foi, né? Mas esse caso aqui, por exemplo, e é um é um destaque de uma personagem dando entrevistas. Ela é o centro das atenções. É isto que a foto quer dizer. Exatamente, né? Tenho aqui o centro das atenções presentes. Presente. Uma foto que eu gosto de bastidor é essa aqui. Quem que é esse deputado? Eh, o da esquerda é o Romanelli. Ele era Líder da do governo, aliás, líder da oposição, não, líder do governo. E
o o Sara eh era eh se não ele era secretário do do governo, mas eu não recordo ao certo o secretário de de que passa eh ou era chefe de gabinete, enfim. E eles estavam discutindo sobre a aprovação de um de um projeto que ia aumentar o imposto do estado, alguma coisa assim. Essa foto já é alguns anos, eu não consigo lembrar do e e foi assim, segundo mês de trabalho meu, então eu Tava, né, caindo de para-quedas ali. E dá, dá para usar essa foto em um monte de coisa. Dá, dá. E tá ali
o Siarra tentando pressionar, ele falou: "Não, tem que pôr em votação aquela aquela coisa, né?" Eu tô olhando ali o o ele tá com deitona no braço. Ah, bom. Aí aí é tá ali no é um pouco fora do meu Do meu conhecimento. Ali num rolequzão deitona. Acho que eu não vi. Tá lá. É, mas eu gosto muito dessa imagem porque ela ela dá campo para que a gente possa inserir texto. Então, uma das coisas que eu quis trazer para vocês, deixa eu até me colocar aqui na tela grande. Uma das coisas que eu quis
trazer para vocês nesse nesse material é para que vocês possam orientar os Fotógrafos e falar: "Olha, eu queria uma foto mais ou menos como essa aqui". Porque o fotógrafo também não tem obrigação de saber exatamente o que você quer, entendeu? Então fica mais fácil você mostrar para ele como é que você quer. Falou: "Ó, tá vendo essa foto aqui? Olha esse outro estilo aqui. E a coisa vai andando, entendeu? Vamos, vamos facilitar a vida dos colegas também. Referências, né? Referências sempre são Boas. É, essa é uma das coisas que eu gosto de fazer. Quando eu
contrato alguém para alguma campanha, eu tenho lá meu manualzinho que eu mando para ele. Uma das coisas mais chatas são aquelas fotos em que o camarada tá posado um do lado do outro em foto de barreira. Horrível. Em vez de fazer aquela foto, eu vou fazer igual a a Bela Gil. Você pode Substituir aquela foto horrível de barreira de presidiário para ser reconhecido por uma foto de reunião como essa. Tá vendo? É uma foto de reunião. Eu tô ali com um plauto, eu tô ali com ratinho, eu tô ali com outros deputados. Então você tem
ali o o governador do Paraná olhando pro Plauto, o Plauto olhando pro governador, os demais prestando atenção na conversa. Qual é a dificuldade? Precisa fazer a foto com barreira? Não, não precisa. Aí toda vez que faz aquela foto pousada, morre um gatinho. Essa é uma barreira que a gente precisa romper tanto com o tanto com o político quanto com a equipe, porque assim, eh, ah, meu Deus, eu preciso de uma foto que apareçam todos, não sei o quê. Tem dois que estão de costas, OK? Mas esses dois não eram personagens tão importantes. Os Importantes estavam
lá. Então, eh, e fora isso, é uma foto que diz muito mais coisa, né? Um monte de gente abraçar não diz nada, diz que eles tiraram uma foto só. É aqui a a única diferença é o seguinte, o Bruno ele não tem autoridade para posicionar quem vai sentar do lado de quem, mas quem está na comunicação tem. O o fotógrafo não tem, não adianta, né? Agora, quem tá na comunicação pode falar: "Olha, eu quero que todos os importantes sentem do mesmo lado". Ah, mas por quê? Porque eu quero. Eu vou fazer igual mãe da gente,
né? Mãe quera assim. Mas por quê? Porque coração de mãe. Coração de mãe não se engana. Pronto. Então assim, eh, visão de marqueteiro não se engana e depois sai a foto. Agora, o que que eu acho interessante? Mostrar a foto pro retratado antes. Falou: "Ó, tá vendo essa imagem aqui? Eu quero fazer um negócio desse aqui." Do mesmo jeito que o fotógrafo precisa Ter referência, o político também. Se ele não tem referência, por que não? Essa é uma outra foto que eu gosto muito, tá? O Beto Richa aqui na direita que foi governador. Eh, essa
foto ele ainda era governador, né? Ô, ô, era governador. Era governador. Uhum. Então, o Bruno trabalhava pro plauto e aí ele enfiou na mesma foto o governador com a faixa do Plauto. Daqui você foi malandro. Não, tem mais uma malandragem, eu já conto. Pode, pode terminar aí que eu vou. Tem mais uma aqui? Não. Então conta, não deixa curioso não. Quem tá do lado do do Beto ali é o Marcelo, que era prefeito de Ponta Grossa e era meio que inimigo político do Plauta com uma cara, né, de não muitos bons amigos. E tá ali
o Beto Richa falando e a faixa do Plauto, enfim, né? Conta três histórias da mesma foto ali. Mas isso é, são Sacanagenzinhas que ficam, né, restritas a quem conhece a história um pouquinho ali da região. Eh, mas assim, e ela ela é é que o Bruno tá querendo causar ruído na política. É isso que ele fez aqui. Essa história é bem conhecida. E isso aí agora eu separei as duas imagens que o Bruno não separou, mas eu vou vou mostrar que é o seguinte. Essa daqui, pelo visto, é uma criança numa aula de robótica ou
algo parecido. Isso não é muito bem. Quem trabalha com Prefeitura, preste atenção. Esta é a foto que vai para as redes e as matérias da gestão. Atenção, presta atenção. Vamos lá. Essa é a foto que vai para a rede do prefeito. Vou voltar. Prefeitura. Prefeito, prefeitura, prefeito. Ficou fácil. Vai bem desenhadinho. Não, esse daqui bem a Deus, hein? Ó. É. E tem 5 segundos de diferença de uma para outra, né? Sim. Daqui provavelmente o Pup eh, sabendo das coisas, ele provavelmente viu tirando foto do garoto e foi lá fazer, foi lá interagir. É, muito safo,
né? É, mas é cara tem o olhar e olha como ele vai fazer a interação. Isso daqui, gente, Ele se inclina para o garoto. Você percebe a diferença? Ele está, ele abaixa na mesa, olha pro garoto, brinca com ele, se inclina com ele. Não é uma foto dele em pé tratando o moleque como se fosse leproso. É. E outra coisa também que que assim às vezes acontecia é eh enfim, as redes do Marcelo, quem cuidava era ele, ninguém punha a mão, ele que decidiu que entrava, quem não entrava. E o que eu Gostava nele é
que ele nunca ligava muito para para aquela coisa que tem muito, acontece muito assim, ah, mas nessa foto eu tô com a boca aberta. Ah, mas nessa foto tá parecendo que eu tô careca. Ele tava mais se importando com a mensagem da foto do que com essas coisinhas. Lógico que tem, né, pessoas e pessoas, né? Mas isso era uma coisa que eu gostava muito na na Tem nível de vaidade. Exato. Mas essa foto para mim, ela ela tá perfeita. Então assim, é, ela conta uma história. Aí uma das coisas também eu quis trazer para cá.
que são essas imagens de trabalho. Você pode fazer imagem do pessoal trabalhando, mas não te custa. Olha o ângulo que essa Foto foi tirada. Então aqui fatalmente o Bruno agachou para tirar. Agai, ganhei piche no sapato e um pouquinho de picho na câmera, mas valeu. Então, quando você pega a composição da foto, ó, perceba o a profundidade, tá? Olha a profundidade de campo que ela tem. As máquinas lá no fundo, os homens aqui na frente, você consegue quase sentir o cheiro do piter por causa da da textura. A foto tem que ter textura. né? E
isso é uma coisa que eh os fotógrafos usam bastante assim, uma parte técnica que é é as linhas de fuga, né? Então, se você pegar as linhas laterais ali, elas estão direcionando paraas máquinas trabalhando lá, né? Então você tem toda uma história ocorrendo nesse caminho, né? Aqui é um mesmo trabalho, só que de outro ângulo. Então o o Bruno foi muito safo aqui, porque você vê da onde tá vindo o Sol. Ele pegou um tem um buraquinho de sol passando por trás do do o do do motorista ali de dessa máquina. Então você tem a
mesma coisa, você tem profundidade. Olha aqui a perspectiva da máquina. Essa foto sem perspectiva não ia ter graça nenhuma. É, nenhuma. Inclusive, essa foto me faz pensar no negócio agora que não tinha pensado, mas Que pode ser uma saída para aquelas fotos sem graça de entrega. Uhum. Tem muita coisa, ah, vou entregar a máquina, vou entregar a máquina. OK. Uma máquina parada no pátio é uma máquina parada no pátio. Agora, se você entrega a máquina e leva ela pra rua trabalhar, tá certo? que essa não era uma máquina nova, mas se põe a máquina nova
para trabalhar, é outra, é outra história. É, é bem melhor. Aí o que que acontece, Pessoal? Isso é uma foto. Qual que é o trabalho? O trabalho do vídeo é ir lá entrevistar um morador. Agora, se eu estou nesse trabalho aqui, eu vou até tirar, vocês entendem? Vou me jogar aqui. Se eu eu sou responsável da comunicação de uma gestão que está asfaltando ou recapeando uma rua, o que que eu faria? Eu sei quando a rua vai ser asfaltada ou recapeada. Eu vou lá em obra, vou falar: "Quando é que você vai as tal dia?"
Muito bem. No dia anterior eu pego o prefeito e saio com ele tocando de casa em casa. Tudo bem com o senhor? Eh, nossa, o prefeito. Sim, prefeito, eu vim aqui e só para comunicar o senhor para amanhã, se possível, não deixar carro aqui na rua, porque a gente vai as outra coisa, conversa na sua casa para tirar as roupas do varal, porque quando faz o asfalto, sobe o poeirão, é um Negócio, vai acabar prejudicando o senhor, a senhora, vai atrapalhar muito. Então eu tô vindo só para pedir essa atenção para vocês não terem incômodo.
Imagina um vídeo desse. Não é a pessoa incrédula que alguém está indo avisar para não deixar roupa no varal porque vai subir o poeirão. E se vê aí é uma coisa simples, né, de se fazer. É meia horinha ali, tu vai lá, Faz entrevista, filma e acabou, né? É ridículo. É ridículo. Então assim, eh, você não precisa nem fazer a imagem do dia do assalto. Você fez a coisa mais legal que tinha, entendeu? Que é mostrar preocupação com o morador. Você tá indo levar para ele uma coisa bacana, que é o asfalto, mas o o
que fica, meu, caramba, o cara se importou. É, esse é o ponto. Ele se importou. Isso é uma coisa que a gente vê muito, por exemplo, vai em locais que, né, tá Entregando obra, entregando aquilo, mas é frio, é, não tem. Agora, se você tá contando o que que aquilo solucionou de problema, é outra história também, né? Não é muito, você ver, ó, eu trouxe, tô trazendo vários exemplos para vocês entenderem melhor como é que usa esse tipo de coisa. Tá vendo? Essa imagem aqui que eu trouxe, que tem a perspectiva, ela ocupa a tela.
Ela ocupa. Não é aquela imagem tosca que você tira com o Celular. Se você vai tirar essa imagem com o celular, você pode até fazer, mas você vai ter que meter ele na na grande angular. para sair minimamente parecido, você vai usar ele aquele e geralmente as pessoas tiram foto no normal, mete na grande angular e dá uma inclinadinha que você vai ter algo próximo disso. Mas isso daí você tava usando o quê? Uma 16 mm. Não, 16 mm. 16. 16. Aham. Era, eu tinha uma 1635 na época. Provavelmente tava perto de 16. Aí o
o o Essa é uma das coisas também que eu eu falo para quê? Você que trabalha comunicação política, cara, aprenda sobre fotografia, aprenda sobre lente, aprenda sobre abertura, sabe? Eh, sobre planos. Então, assim, muita gente quer fazer até vídeo num V3 ou ou as outras ferramentas de Inteligência artificial, quer fazer foto e não sai legal. Por que que não sai legal? Se você não falar qual lente você quer, qual ângulo você quer, qual a iluminação que você quer e qual a textura que você quer, não vai ficar bom, né? Então assim, não, eu quero pegar,
eu quero uma imagem de um trabalhador, eh, eu quero que a luz seja aquela luz de golden hour, que é aquela luz de entardecer que fica maravilhosa. Eu quero que seja um contraplongê. Quero. Ou seja, se você tiver isso, a lente será uma 35 mm com 1.8 de abertura. Aí você consegue sem um tem um exemplo muito bom, pena que é os assuntos surgem, né? Mas tem um exemplo muito bom de um de um designer eh mostrando eh diferença de das imagens conforme o prompt. Então ele joga lá, eu quero um dragão em cima de
uma pedra. [ __ ] era um dragãozinho. Era um dragão em cima de uma pedra com uma luz Dramática, não sei o quê, não sei o quê. Tipo, outra imagem completamente diferente. A mesma intenção, mas com técnica, né? Eu recomendo a todos que estão assistindo que assistam cursos, façam alguma coisa para aprender fotografia, porque é muito mais fácil assim, quando eu quero, eu também eu digo pro Bruno, eu falo para ele qual lente eu quero que ele use. Então fica mais fácil da do trabalho sair. Até o pessoal estranha quando eu tô dando orientação, porque
eles acham que marqueteiro não tem que saber. E eu já acho o contrário. Marketeiro tem que saber. O Pedro que trabalhou com o meu assistente em Manaus, uma das primeiras coisas que eu fiz falou: "Ó, cola no Bruno e vai aprender o que é fotografia". Nossa, muita muitas horas falando sobre Isso. Pois é. Vamos voltar aqui pra apresentação. Tem mais? Isso daqui é é uma foto que eu gosto muito, que você usa uma dupla exposição, né? Eu queria que você me explicasse um pouco sobre ela, tá? Essa a situação era a seguinte, eh, Ponta Grossa
ficou muito tempo sem receber voo comercial e era a chegada de uma linha comercial da Azul, eh, na cidade. Então, esse é o primeiro avião Que pousou depois dessa dessa nova gestão ali, enfim, que estavam reabrindo o aeroporto e tal. E na verdade ela parece uma dupla exposição, mas ela é só um reflexo do vidro. Ali são as pessoas vendo o avião chegar e o, né, toda a comitiva ali e eu do lado de fora pegando as pessoas dentro e o negócio no reflexo. Então, basicamente é isso. Interessante. Mas assim, o objetivo era mostrar que
voltou a ter voo comercial. Exatamente. A ligação agora só pode ser golpe. Vou nem entender. Ou é cliente meu que tá com problema ou é golpe. Qualquer uma das duas coisas não dá. Agora não dá. Vamos lá. Aí eu começo a trazer alguns exemplos que fala sobre uso de imagem. Lembra lá no início quando eu falo que a fotografia ela pode dar destaque para um símbolo? Você tá vendo essa essa bandeira no Braço dessa pessoa? Essa bandeira de Rondônia. Esse camarada que tá abraçando é o governador de Rondônia, Marcos Rocha. Inclusive, se você quiser saber
como foi a campanha desse governador, ô ô, pessoal que assassina o teclado, põe lá pra turma o vídeo do case do Marcos Rocha, por gentileza, né? Agora vamos ver se além de assassinar o teclado, eles são bons de De escuta também. Então, eh, essa imagem, ela tinha um sentido de mostrar que o governador era de Rondônia. Por que que essa imagem foi escolhida? Essa imagem foi escolhida por um seguinte motivo, meus caros. No início do ano eleitoral de 2022, que foi o ano da eleição da da reeleição do 2022, foi 22, reeleição do Rocha, 70%
das pessoas diziam que o governador era ausente. Não, 60 ausente, 30 muito Ausente. Então a gente fez todo um trabalho de vincular o governador ao estado, mas isso não quer ser necessariamente mostrar ele em todas as fotos. Isso aqui era para aproximar do estado. Olha essa outra foto que foi selecionada dele. O que que essa foto traz? Ela nem traz ele. E assim, mas eu preciso trazer ele sempre. Não, essa é uma foto que eu Posso usar nas redes sociais dele. Olha a alegria dessa pessoa em ver o homem. Presta atenção. Olha, olha todo o
o jeito dela em cumprimentar o governador. Aí eu também tenho outras outros cenários que a gente tinha que ir colocando. Por exemplo, ele tem que ter comando porque tá lá. Se você for assistir o vídeo, OK, você vai ver. Então assim, ele tinha que ter comando. Você percebe que aqui ele levanta a mão e as pessoas levantam a mão. Ele levantar a mão foi uma instrução. Ele tem uma, ele é muito religioso, ele é evangélico. E aí quando ele foi fazer as apresentações, ele ia falar em público, a gente só deu umas orientadas nele, falou:
"Olha, eh, até vocês saberem como é que isso funciona, deixa eu tirar aqui. Como é que você faz uma boa um, uma boa palestra?" Às vezes você condiciona as pessoas a te dizerem sim. Então você pergunta para elas assim, eh, quem quem tá feliz de tá aqui hoje, levanta a mão. As pessoas levanta a mão. Eh, quem acha que Rondônia tem que melhorar, levanta a mão, levanta a mão. Eh, quem acha que dá para fazer mais e melhor, levanta a mão. Levanta a mão. Depois de umas três levantad de mão, Você faz o que você
quer com a plateia. Aí você pode pedir o WhatsApp. Aí você pode falar: "Ah, vamos fazer um negócio". Todo mundo liga a lanterna. Liga a lanterna porque agora nós vamos fazer um negocinho. Funciona, mas primeiro você condiciona. OK. Aqui eu tô vendo o pessoal compartilhando aqui até os kits dele. Meu kit é um 17 28 mais 70 200. Ah, umas um um uma 200 fecha o kit. Sim, Para você poder tirar foto de longe, né? que eu gosto, não gosto de fotógrafo colado. Isso às vezes até inibe o político. Sim. É, quando o camaradaões, né?
Bom, vamos para mais algumas questões aqui. O que que vocês têm que sempre avaliar? Eu separei quatro quatro perguntinhas. Primeira, essa imagem transmite vitalidade ou exaustão? O candidato Parece disposto ou sobrecarregado? Porque assim, se você pegar um candidato que tá num fim do dia, o cara tá arrebentado, velho. Eu já chamei atenção de candidato que não dorme e eu já mandei candidato para casa. Eu falei: "Não, você não vai fazer agenda. Eu vou desmarcar a tua agenda de amanhã, porque depois de amanhã você vai ter uma sequência de imagens. Você não pode tá tão destruído
pra gente poder fazer Imagem. Isso a gente faz não só para foto, tá? programa de televisão, por exemplo, se o camarada vende uma agenda extensa de rua, não sei o que lá, você não tem como gravar programa de televisão com ele bem. Então, a primeira coisa é energia ou cansaço. A segunda, ele tá mostrando um político genuinamente interessado ou ele tá parecendo tá ali por obrigação, tipo almoço na casa da tia? Terceiro, Esse momento ele parece natural, porque ele tem que parecer natural, não quer dizer que ele seja, né? É igual, não, não, não precisa
ser igual aquelas historinhas do João Cléber antigamente, sabe? Mas tem que parecer natural. Se ele parecer pousado, a foto perde 80% do valor. É muito difícil ver uma foto pousada boa, mas muito difícil mesmo, né? Isso não quer dizer que ele não tenha que estar bem para foto. A gente Falou aqui sobre isso. Ele tem que estar sempre de olho no fotógrafo para poder fazer a imagem, mas ela não pode parecer pousada. E aí eu tenho mais uma pergunta. A imagem ela tá aproximando o político do eleitor ou ele tá criando uma barreira? Isso é
até um pouco controverso. Vamos lá. Vamos pegar um caso. Se o Lula parar num boteco e tiver em cima do boteco um copinho Daquele pequenininho e ele pedindo para encher dois dedinhos, não, só bota dois dedinhos, só coisinha pouca assim para o Lula, isso não ia pegar mal. Vou trocar pelo Bolsonaro enquanto ele ainda pode ir no bar. Ó a maldade. Meu Deus, eu eu não aguentei a piada. Foi mais forte. Ó, mas se você tá achando que eu sou lulista também não sou lulista, então nem vem. Sou nem lulista, nem Bolsonarista. Quem é meu
aluno sabe muito bem desse negócio que eu não tenho lado nessa história. E e é óbvio, eu faço piada com todos eles. O meu sonho era ter um reality show, Lula, Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Pronto, numa casa. Estão presos. e por 12 semanas os três juntos. Ia ser divertidíssimo, ia bater Big Brother, Big Brother [ __ ] nenhuma, ia ser uma maravilha. Não, fora que o país ia, nossa, eh, era capaz deles saírem do do Big Brother, os três, o país decolado, a gente acabou com inflação, dólar baixo, voltou o plano real. Já pensou
botar numa casa Lula, Bolsonaro e o Alexandre Moraes? Bota os três lá e falar: "Agora vamos ver o que resolve". ia ser um reality interessantíssimo, né? Tô na fila já para pagar aí o o streaming aí aí, ó. Tá vendo? Eu acho que a gente pagaria a dívida Externa do Brasil vendendo esse streaming. Ah, é uma boa sugestão, né? Vik. Pois é. Láó. Aqui, ó. Já veio, ó. Tô achando que os palcos esqueceram o foco da aula. Hum. Aí, ó. Puxando a orelha. A gente não pode nem fazer uma piada mais. Droga. Ah, paciência. Então,
vou ter que voltar paraa aula. Deixa eu voltar paraa aula Aqui. Vamos lá. Vê se tá bom. Agora vou voltar e você confere, tá? Vê se funcionou aí os demais, por favor. Aí, deixa eu voltar aqui. O pessoal fica chateado quando fala do Bolsonaro preso. Mas não fica assim não. Quando o Lula foi preso, foi dia 7 de abril, foi meu aniversário. Eu nunca mais esqueci daquela data. Isso é normal. Vamos pro bloco dois, que é o tom da imagem. Como é que o contexto define a a mensagem? Então, tem uma questão eh sobre técnicas,
só que a técnica vem sempre depois da intenção. Primeira intenção, depois técnica. E eu vejo que há um há uma preocupação muito grande com técnica antes da intenção. As pessoas querem escolher uma câmera legal, um equipamento e deixa de lado o o que motiva, né, aquela imagem. Eu separei aqui alguns exemplos. Então, Assim, você vai fazer um gabinete, o que que você quer com aquele gabinete? Você quer transmitir seriedade, competência, eh, autoridade? Então assim, tem um sentido de você fotografar um gabinete, mas não precisa ser aquele gabinete na foto tradicional. Então aqui o o Bruno
se coloca atrás do do principal eh eh orador desse gabinete para pegar o cliente dele de frente. Você pode trazer a comunidade, que é se comunicar, né, com com proximidade mais com com as pessoas, com sensibilidade. Eh eh é a mesma coisa, né? Veja a expressão dessa senhora quando vê o governador. E também vale usar um plenário quando você quer evidenciar uma atuação legislativa ou ou uma capacidade dele de debate, você trazer ele pro protagonismo Político. Então você tem a a imagem deve trazer, ela deve ser utilizada para algo, tá? Quando você vai pro vestuário,
você tem a mesma coisa. Então, você tem aqui os três momentos, vamos dizer assim, do Marcos Rocha, né? Você tem ele de terno, você tem ele com colete, você tem ele de camisa. E repara que tanto no colete quanto na camisa a gente usa as mangas dele arregaçadas. Isso tinha um motivo, não é à toa que você faz isso, né? você tava lá, ah, o governador, eh, o governador ele não gosta de trabalhar. Essa era o que os adversários dele diziam. Então, você lança uma imagem dele de manga arregaçada, aquele coletinho e tudo mais. Então,
no videocase da campanha dele, tem até um truque que a gente usa no último debate da Globo, porque o adversário dele Sempre usava uma roupa parecida com ele, a gravata era sempre parecida. Aí no último no último debate eu faço ele entrar no no estúdio ali pela na emissora vestido com terno, gravata, tudo direitinho. Seguro ele no camarim até estourar quase o prazo. E quando ele sai do camarim, ele tá de manga arregaçada e sem gravata e sem o terna. Então, quando você assiste o último debate, tá o adversário dele todo pomposo, que é o
Marcos Rogério, e ele Gente como a gente. Isso só acontece naquele debate. Eu deixei, deixei no copiar, deixei no copiar até o fim. Aí lá no último puxei a isca, que não tem jeito. Bom, então cuidado aí com as cores, com os símbolos. OK? Isso daí é importantíssimo. Agora, vocês já repararam uma coisa engraçada? Antigamente você botar um boné vermelho em alguém da Direita era pedir para que a pessoa te odiasse. Agora à direita usa um boné vermelho e à esquerda usa um boné azul. É a coisa mais doida que eu já vi. A direita
tá aparecendo, tá usando o boné do o boné do MST, que é o o eles usam as coisas uma parte da direita. Não posso falar direita toda também porque é é não é verdade. Eles usam uma uma um boné, acho que é do Trump, né, do Maga e o Lula tá usando azul. É coisa mais doida. Já pensou? Ah, eu fiz um nas minhas férias eu tava falando sobre o sobre o curso de comunicação de governo, que vai acontecer dia 25, 26 de agosto. Aí eu avisando, eu tava de férias, eu tava num trem, eu
eu acho que entre entre Bruxelas e Paris. E eu gravei um vídeo falando: "Olha, eh, o falta um pouco mais de um mês pro curso acontecer. Eu tô avisando vocês que as vagas vão acabar. E eu, Bruno, eu Falo com todas as letras, não é conversa de marketing, as vagas vão acabar, as presenciais vão acabar. Pois bem, acabaram. Só que eu me lembro que eu tava com a camiseta vermelha. A camiseta vermelha chamou atenção porque eu nunca tô de vermelho. Sim, eu eu sempre uso azul e eu uso azul há muito tempo, não é de
agora. O meu uniforme de campanha é camiseta preta. O meu uniforme de trabalho é blazer azul, Não é de hoje. Tá bom? Então você vê como são as coisas. Eu fui lá, avisei e tal, ninguém prestou atenção no que eu falei que as vagas iam acabar, mas veio um monte de comentário. Ô professor, você tá usando vermelho aí? Agora tá cheio. Tá com uma fila de mais de 50 pessoas lá esperando vaga no presencial. Então é paciência, mas dá para vocês pegarem Não. E é verdade, mas a gente sempre avisa no imersão que teve no
ano passado. Novamente eu avisei os nossos cursos, pessoal, eles fecham com um mês de antecedência. Não, não é uma coisinha. Esse de comunicação de governo, o Bruno não vai estar porque o Bruno vai estar passeando com a com a família. É, infelizmente, dessa vez não poderei. Infelizmente o cara vai passear com a família e tá assim: "Pô, se tua mulher Escutar um negócio desse, Bruno, você tá ferrado. A porta tá fechada aqui. Eu é, infelizmente eu não vou poder ir no curso porque eu vou passear com a minha família". Ô, Bruno, não é que poderia
ser datas, né? Não conflitantes. É, é terrível isso, [ __ ] Tô tentando salvar aqui. Você faz uma dessas. Deixa eu voltar aqui antes que falem que eu fugi da pauta, Tá bom? Não posso fugir da pauta. Vamos lá, voltando aqui. Bom, tem algumas questões que são os ângulos e os enquadramentos. Nós falamos isso daqui. Então assim, fotografar de baixo para cima, você tem que tomar um certo cuidado. Ele engrandece o sujeito. É verdade. Ele transmite autoridade, poder e liderança. Porém, Tem momentos. Se você tá buscando empatia, não é um bom ângulo. Se você tá
buscando empatia, eu prefiro o olho no olho. Fotografar de cima para baixo. E ele assim na na fotografia política, ele tem algumas coisas boas. Eu vou trazer aqui um exemplo. Então assim, quando você tá com muita gente junto com você, de cima para baixo, é legal. Por quê? Ele diminui, né, a pessoa. Mais Para frente eu vou vou mostrar um exemplo. Então, o ângulo da imagem ele tem que ser pensado o que que eu tô querendo? A linguagem corporal também. Então aqui, por exemplo, é uma imagem para transmitir seriedade. Então, quando você tem um sorriso,
ele vai ele vai trazer acessibilidade, otimismo, empatia. Um olhar sério já é compromisso. Braço cruzado é resistência. Eu não gosto de usar imagem Com braço cruzado. Agora também não faz aquelas imagens que o pessoal fica fazendo assim com a mão, porque isso é é ridículo. Não façam isso. É dose. A quantidade de foto que eu já tive que cropar assim terrivelmente para esconder esse tipo de mão. Não tá noível. Então assim, depende do que você quer. Por exemplo, o o toque humano. Quando um político coloca a mão aqui, ó, Perto do cotovelo da pessoa, ou
seja, não é a mão em algum lugar que pode ser considerado um um abuso. Deixa eu até me colocar numa tela grande para vocês entenderem melhor. Deixa eu voltar aqui para mim. Aqui, ó. Aqui ele bota a mão aqui bem aqui, ó. Então ele vai cumprimentar alguém, ele bota a mão no braço. Pera aí, Pedro, vem cá. Deixa eu chamar aqui alguém porque é mais fácil. Vem cá, rapidinho. Eu vou cumprimentar o Pedro. Eu seguro aqui, ó. Ó, vocês estão vendo aí? Segura aqui. Eu posso fazer isso aqui. Eu posso segurar as duas mãos dele
agora. Não é para botar a mão na cintura. Não façam isso. Então assim, segura aqui. Gosto de botar a mão aqui. Na cintura, nem de homem, nem de mulher. Você não bota a mão. No máximo, cotovelo, ombro e duas mãos. Duas mãos é O melhor. Ó, você vê, você comprimentou aqui. Pô, fica bom. Obrigado, Pedro. Ah, é melhor explicar, né, Bruno? Porque vendo fica mais fácil, né? Eu acho bem mais fácil. Então, pô, cumprimenta direito. Aí o Iúrio aqui, grande Pedro Vitorino, que não é filho do Vitorino, não é. O Pedro não tem o o
Vitorino dele não tem nada a ver com o meu. O Pedro é pernambucano. Eu sou eu sou paulistano. Tem nada a ver. Mas ele já foi, já foi irmão, já foi primo, já foi sobrinho, filho. Não é assim, é muito bom, né, para ele, porque ele vai coordenar uma campanha, aí vão falar, ih, paro Vitorino. Então, tem um lado bom. Agora, tem um lado ruim também, né? Todo mundo acha que ele é, ó, esse cara aí não é é cagoeta. Bom, então quando você faz essa linguagem Corporal, espero que vocês tenham aprendido essa história do
do comprimento das mãos, porque ele é muito importante, tá? E aí você começa a escolher que tipo de líder que você vai projetar. Eu vou projetar um um gestor técnico, um líder emocional ou um articulador político. Vitor, não quero projetar os três. Bom, eu também queria ter uma Ferrari e pagar um preço de um de um Fiat Uno. Então assim, nem sempre a gente tem o que a Gente quer. Você projetar três percepções é muito difícil. Escolha uma das delas e trabalhe um período. Então assim, o líder emocional, eu eu fiz uma cola para vocês
para ver como eu fujo da pauta, mas eu entrego uma cola, tá? Aqui outros profissionais nem isso entregam. Quero fazer um líder emocional, ambiente comunitário, vestuário casual, expressão calorosa e proximidade física. Pronto. Não, eu quero um articulador. Ambiente legislativo, vestuário formal, gesto de diálogo e reunião. Tá aqui uma cola. E aí cabe a comunicação escolher o que que ela quer eh vender. Vamos falar da imagem do mandato, né? Você tem uma estratégia de imagem para cada tipo. Então assim, executivo, prefeito e governador devem equilibrar a autoridade com a proximidade. Então aí eu foco em entregue
resultado. Quando eu vou pro legislativo, eu não tenho essa proximidade toda, principalmente de deputado e senador. Vereador eu tenho mais, mas deputado senador é muito difícil. Então aí articulação política, defesa de bandeira específica, capacidade de representação. Você percebe que não é a mesma coisa que você mostra, né, entre o executivo e o legislativo. É diferente o olhar. Você tem equipes de comunicação para Fazer esse planejamento e e aí ela tem que ser coerente, né? Ah, mas eu gosto de usar a imagem eh das horas vagas do político. Cara, se ela faz parte de uma construção
de reputação, eu acho que é válido. Para o executivo, você pode trazer ele com presença fora do gabinete. Aqui é uma foto que eu falei para vocês que eu tinha separado de exemplo. Quando é uma foto de cima para baixo, Você percebe o pup? no meio da criançada, ou seja, ele tá abaixado e a foto de cima para baixo. Você vê como eh ele é o chefe do executivo, mas ele também tá ali em contato com a população. Bom, você pode eh documentar entrega de serviço, você pode fazer essa humanização, né? Então, e essa foto
aqui, como foi a história dela? O essa foto foi num essa é é bem interessante, foi um evento bem bem legal, na verdade. Eh, aqui a gente tinha um festival de teatro eh por muitos anos que a prefeitura apoiava. Então, durante uma semana ou duas ali tinham muitas peças de teatro na cidade e espalhadas, né, em vários locais. Essa foto foi num uma comunidade bem retirada daqui, interiorzão mesmo. É uma escola Unificada que tem no interior. E nossa, quando chegou lá, as crianças assim endoideceram e elas já a imagem do Marcelo já era muito eh
assim, ele tinha essa essa aproximação com crença muito fácil, muito fácil. Onde chegava a criançada vinha mesmo, então era uma coisa bem natural dele assim. Inclusive tem uma foto que eu acho que não tá aqui, eu não sei se eu te mandei ou não, que é uma foto de trás da peça De teatro e tá com uma parede de criança assistindo e tá só a cabecinha do Marcelo lá no meio das crianças assistindo a peça assim. É bem legal. E mas é esse tipo de situação assim de de recepção das crianças no bairro e tal.
Já para o legislativo, né? Um exemplo do que a gente tava falando é uma foto que ela traz articulação política, você ver ela ela ela traz um peso ali, mas é uma foto diferente, não é uma foto Padrão. Sim. Fala um pouquinho sobre ela. É, essa foto, ela inclusive era noss momentos bem intensos assim do estado. Eh, foi logo que eu entrei na assembleia também. Eh, tava se discutindo uma mudança na no plano de aposentadoria dos professores. Então, foi um período, algumas semanas ali de discussões e aí era a sala do presidente e todos os
deputados se Reuniam ali, né, um tentando puxar o papo para um lado, pro outro, então tinha uma tensão no ar ali, né? Então eu gostava de pegar essas essas nuances dessa tensão aí que desembocou num baita de um evento ficou conhecendo no Brasil inteiro aí que teve, né, invasão em plenário e e polícia aí, como diria o o Riquão, eh, polícia e [ __ ] para tudo que lá. Pois é. Bom, tem alguns erros comuns, tá, que eu Separei aqui para vocês evitarem. Então assim, foto genérica sem proposta, esqueçam isso. Eh, aquela foto que o
cara te chama, repetição sem estratégia, ou seja, você fica fazendo um monte de foto monótona que não diz nada. O político olhando sempre pra câmera, que é o olhar constante, tem que tomar um certo cuidado com a contradição visual, verbal. Então assim, a a Você tem algumas fotos, até que a pose tem uma do Jorio Quadros maravilhosa, que ele tá olhando para um lado, o corpo tá virado pro outro, que virou um símbolo do contrassenso e tomar um certo cuidado com os apoiadores nas fotos. É horrível esse. Então, os cuidados que vocês devem ter, na
minha opinião, então a a imagem ela precisa comunicar junto com os elementos. Vocês viram aqui faixa, bandeira, Símbolo, ou seja, eh não só o personagem retratado, o contexto da do personagem é importante. Tem que tomar cuidado com as expressões faciais. Vale a pena vocês investirem em equipamentos. Eu sei que muita gente gosta de usar celular para foto, mas celular tem um problema sério com a quantidade de luz que entra pela lente dele. Então você não vai conseguir ter fotos com qualidade Em baixa iluminação usando um celular. É, e fora isso tem mais um problema técnico
aí, né, do do celular. E entrando um pouquinho na parte técnica, né? O sensor do celular é um micro sensorzinho desse tamanho, então você não tem um desfoque. Então quando você quer ter aquela aquele descolamento do assunto, né, para você ter um certo destaque, eu sei que tem lá o modo retrato, modo cinema do do celular, mas aquilo lá é inteligência artificial. É, Ele funciona. OK. Não, não é a mesma coisa. Não é mesma coisa. Aquilo a gente tá perco, mas não é. É, é, é uma amuletinha, né? É, eu recomendo que vocês organizem sessões.
Então, assim, o que que vocês podem fazer? Eh, pô, eu não tenho um fotógrafo aqui disponível a todo tempo e tal. marca uma agenda. Vamos marcar aqui três, qu dias para um fotógrafo acompanhar o político. E você faz uma agenda calibrada para Isso. Você planeja as agendas, o que que é entrega, o que que é reunião, o que que é gabinete. Você vai pegar ali três, qu dias, vai contratar um fotógrafo como o Bruno e você vai ter foto para meses em tr 4 dias, que é o que eu faço, tá? E aí, é claro,
eh, eu recomendo que você tenha essa variedade de registro, né? Então, bastidor, escuta, fala, emoção, tem que ter um pouco de tudo. Eu acho Que quatro dias com um fotógrafo bom e agendas, você faz o que precisa. Você tem fotos aí para meses. Aí você faz foto de estúdio, faz foto na rua, faz foto de plenário, foto de gabinete e e funciona bem. Então você primeiro define a os objetivos que você quer atingir, faz um briefing claro pro fotógrafo do que que você quer, separa referências também pro político, faz a variação ao longo de uma
semana, Seleciona tudo baseada nos objetivos e depois analisa os resultados que que funcionou melhor. Eu tô gostando muito agora. Vocês repararam que no Instagram, quando você faz um carrossel, você consegue ver em qual imagem as pessoas estão dando like? Vocês já viu isso, Bruno? Não, não. Eu sou, eu eu tenho grande defeito. Eu sou péssimo com rede social. É, mas tem agora eu vi esses dias. É interessante isso. Interessante. Você pega o carrossel e agora você sabe exatamente em qual foto as pessoas curtiram. Bem legal isso. Bem legal. Bem legal. Cria um banco de imagens,
tá? Eu eu recomendo criar um banco de imagens para isso. E faz um checklist para avaliar as fotos, né? Então assim, a foto comunica, ela tem um objetivo eh comunicacional. Claro, tem. Beleza. Ela Tem todos os elementos visuais, cara. Legal. Ela parece autêntica. Parece autêntica. Ela tá é uma foto diferente das que eu tô usando. Diferente, cara. A qualidade tá valorizando o objeto, sujeito da foto. Tem iluminação, tem foco, tem composição, tem. Pronto, acabou. Simples assim. Porque uma imagem bem pensada, bem pensada, ela vale por 1000 promessas. É, eu acho que é mais por aí
mesmo, entendeu? Então, quando você estrutura a imagem do jeito que você quer, eh, você não precisa prometer coisas ou falar coisas, porque quando a gente tá trabalhando com um cliente político, quanto menos você prometer, melhor vai ser a sua vida. E o que que a gente vende nesse nessa relação, né, político eleitor? O que que a gente tá vendendo? proximidade, relacionamento. A gente não tá vendendo entrega, a gente tá vendendo proximidade, relacionamento. O pra gente é muito mais importante, em vez de vender o asfalto, é vender o porquê do asfalto. A imagem precisa vender mais
do que a obra na creche. Ela tem que vender a alegria da criança, entende? Como é mudar um pouco. Ah, Vitorino, mas eu não consigo fazer isso em tudo. Você nem vai precisar fazer em tudo. É impossível fazer em tudo. Não Tem como. Eu também não consigo fazer em tudo, mas a gente consegue na maior parte das vezes. Bom, aí já tem gente perguntando aqui se vai ficar disponível. que todo mundo vai receber esses meus slides aqui, fiquem tranquilos no e-mail que que se inscreveu lá nas lives. Pode ficar tranquilo. Vamos lá, tem algumas perguntas
aqui. O Yuri, Bruno, pode nos dar mais dicas de Bons equipamentos? Putz, posso dar várias aí? Vai depender do bolso, né? Eh, eu gosto muito para trabalhar com com agenda, com político, gosto muito de usar câmeras da Sony por dois motivos. Eh, o foco é sensacional, então muito dificilmente você vai perder foto por conta de foco. Isso era uma coisa que acontecia muito quando eu trabalhava com com Canon. E, eh, não tô aqui criticando a marca porque hoje já isso já evoluiu Muito, mas para mim é o que me atende muito bem. Eh, mas tem
ótimas outras opções e modelos, enfim, tudo vai depender do orçamento. Câmeras começando em, sei lá, 6.000 e o C limite, né? Hoje eu eu trabalho com uma ACS3, que é uma câmera que idealmente ela é projetada para vídeo, porém eh ela tem pouco megapixel, né? Ela tem, na verdade, um sensor de 40 e poucos megapel, mas ela tem um sistema que Reduz isso para 12 megap para aumentar a quantidade de luz. Ou seja, em situações de pouca luz, eu consigo ter uma foto, né, bem satisfatória. Inclusive, Marcelo sabe, tem 300 fotos minhas à noite em
ambientes escuros que não parece que tava tão escuro, né? Por isso. E eu mal uso flash. Acho que posso contar nos dedos à vezes que eu usei flash. Mas tem outros bons equipamentos no mercado. As Fuji estão entrando muito forte. Inclusive eu tenho uma queridinha aqui, Minha meu brinquedinho novo, né? Ah, mas tá rico, né? Rico. É isso aí. uma X1 excelente para assim eh para coisas menores. eu levo ela para viagens e tal, mas eu acho que ela pode funcionar muito bem para situações mais controladas que você não precisa de um, né, um um
um uma tele, por exemplo, né, porque ela não tem tele, ela é só uma uma granigular ali e mais ou menos ali chega nos 50 mm, mas para algumas situações Aí eu tô falando com fotógrafo que é um kit básico. Sim, básico. Beleza. Mas é que básico é difícil. Eu vou indicar um básico. Ele não vai conseguir indicar um básico. Eu vou indicar um básico. Compra uma Sony, uma ZV e E10. ZV10. Excelente. Uma uma ZV10 é boa. Por eh, essa é uma questão que ela filma 4K, além de tirar foto, você consegue ter controle
de Áudio, que é uma das coisas raras em máquinas fotográficas que que filmam. Tinha, eu só usava na as Canon a 80D. Ah, porque quase nenhuma Canon tinha controle de áudio. Você não conseguia saber se tava captando o áudio direito. Então, a Sony ZVE10 prática, leve e deve tá quando eu comprei, eu paguei uns 500 mais ou menos. É, a grande vantagem dela é que você tem Todo set de lentes da Sony que você pode usar nela tranquilamente, né? É. E aí você pode usar lente Viltrock, se você quiser quiser usar um adaptador aí é
do seu gosto. Eu recomendo que os profissionais tenham minimamente uma 16 mm fixa. Então se você não consegue, compra uma 16 mm. Pode ser Sigma. Sigma funciona muito bem com Sony. Ton Ron é muito boa também. E são baratas. Você tem que ter uma 16, uma 35. uma 50 e uma 200. Quatro lentes dessas, eu acho que uma 75, 200, vai. É, ou alguma coisa ali. Eh, eu, por exemplo, não tenho uma 200, eu uso uma 135, tá? Mas você usa full frame também. É, então é outra outra pegada. Mas eu tô passando o os
caras, mas é que, por exemplo, ela é mais barata que a 70 200, por exemplo. É, então, mas aí que tá, para quem vai pegar uma ZVE10, ele vai ter que pegar uma 752, vai pegar uma 3550, entendeu? É, é verdade. É bom. Aí, assim, o que você acha que de f iPhone? A gente já falou sobre isso aqui. Problema do celular tá na iluminação, tá bom? Mas tem gente que faz coisa muito boa com iPhone, só que ele é limitado, né? Tem situações que funciona. Se tiver uma o qual que é o problema do
iPhone? Você não consegue tirar uma foto boa a distância. Por mais que ele tenha aquele zoom maravilhoso dele, a foto não fica a boa distância. Sim. E você não consegue fazer com pouca luz. Então assim, você tá do outro lado da rua para tirar uma foto do político falando com uma pessoa, você não consegue. É verdade. Você tá dentro de um, você tá dentro de uma comissão no parlamento. Cara, a iluminação de comissão não é boa. Hum. Você vai tirar foto com o iPhone, vai ficar ruim. Então não vale a pena. Eu eu acho que
eh pega uma10 e tá maravilhoso. Se for da Canon, pega uma 80D que continua funcionando muito bem. Vamos lá. Fernanda Lima. O discurso que Mais ouvimos é que as redes sociais têm focado mais em vídeos do que em fotos. Como lidar com isso? Chama-se diversidade, Fernanda. Se você só usar vídeo, você vai ter problema. E você pode usar vídeo baseado em fotos. Então tem muito político que não gosta de gravar, mas você pode fazer um áudio e você ilustrar ele com fotos. Ah, Jane Mara Amora, como abordar a pessoa que irá sair na foto com
o Político? É para você, Bruno. Bom, aí eu acho que vai muito da tua leitura, na verdade, porque uma das coisas que eu sempre faço, chegando num evento é entender o ambiente que eu tô. Se eu chego num ambiente que eu vejo que o político tá ali, mas não é tão bem recebido, né? Tem essa situação, geralmente eu fico um pouco mais afastado, faço algumas fotos, no final eu vejo como é que terminou aquilo ali, se a pessoa ficou contente com o que ele Falou, se a pessoa ficou, né, enfim, brava, alguma coisa assim. Aí
a gente tenta não usar isso aí. Agora, se eu não ambiente que a pessoa chegou, abraçou, sorriu, contou a piada e e recebeu o bem político, você não vai ter problema com essa foto. Muito difícil, muito difícil. A não ser que aconteça alguma coisa, enfim. É, é bom só dar uma conversadinha, né? Ah, sim. É, eu acho que só que o que eu sinto um pouco é tentar não ser o Primeiro passo conversar. Quando você chega e conversa com a pessoa primeiro, ela vai tentar ficar posando, ela vai controlar o sorriso, ela vai controlar o
gesto. Então, se for para falar, primeiro faz algumas fotos, tenta pegar essa coisa natural e depois você chega ali, conversa, enfim, e você mostra a foto pra pessoa que você tirou? Depende, depende. Se é, se é uma situação que eu tenho tempo, porque Geralmente em agenda a gente não tem muito tempo, né? Eu acabo mostrando, fal: "Ó, que legal, ficou". Porque realmente às vezes a foto fica muito fica diferente, as pessoas não estão acostumadas a ver uma foto delas, né, em uma situação assim de de naturalidade, né? Geralmente é foto pousada, tal. Eh, e geral
quando eu tenho tempo eu mostro, mas geralmente 90% dos casos não dá tempo. Não dá tempo. Vamos lá, Ana Paula, como montar um bom Acer de fotos ao longo do mandato? O que que não pode faltar? É assim, depende do mandato. Eu acho que depende de que tipo de mandato, né? Executivo, legislativo, é difícil você dizer agora sim, bons retratos, eh, boa, eh, boas, eh, imagens da pessoa discursando. Eu acho que isso você vai encontrar tanto no legislativo quanto no executivo. Menos, mas vai ter, né? Executivo você tem muito do cara em Entrevista. Isso, entrevista
tem muito, né? Eh, sempre é bom ter alguma ali na manga também, mas eh fotos detalhe, né? Eh, eu gosto bastante. Então, escrevendo, assinando, eh, às vezes um detalhe da roupa, às vezes um um simbolozinho que ele gosta de usar, uma correntinha, um, né? Essas coisas eu acho interessante. Se for uma pessoa que você já tem alguma convivência, você vai pegar alguns, Não é tiques, mas algumas expressões que são comuns. Por exemplo, Vitorina adora fazer careta, tem várias fotos, né? Inclusive tem lá no no e-book lá tem uma sequência bem interessante. Eh, o Plauto tinha
uma mania de ficar segurando a bochecha. Tem vários fotos dele assim, o Pup colocava o o óculos na ponta do nariz, fazia assim. Então, eh, são leituras que às vezes pro público em geral não fazem diferença, mas para quem Conhece a pessoa mais próxima, você consegue até ter uma leitura do que tá acontecendo no momento, se a pessoa tá nervosa, se tá preocupada e você sabe que aquilo pode te render uma boa foto logo em seguida, né? né? Se a pessoa tá preocupada, se provavelmente vai pegar uma foto dela mais séria depois, ou se a
pessoa tá descontraída, fez uma careta para você, muito provavelmente vai pegar ela sorrindo daqui a pouquinho. Então essas manhazinhas assim, você vai Pegando com o tempo, né? E isso vai compondo o teu, a tua o teu portfólio ali, né, do do político. Não, mas eu acho legal. Dá uma olhada nas fotos que a gente apresentou nessa live, porque ali tem um pouco de tudo. É. tem e e sempre tentar ter variedades de ângulos também, que eu acho que, né, eh, ter close, ter ângulo eh contraplano que a pessoa tá de costa, mas você tá vendo
O que tá acontecendo na frente dela. Enfim, você tem sempre uma uma variedade de desse tipo de situação, porque uma hora ou outra vai acabar precisando para uma matéria, para um, né, uma reportagem ou alguma coisa assim, ou para uma publicação. Então asszem, eu gosto de usar imagens que t espaço vazio, tá? João Mendes, quais são os principais erros que a gente comete na hora de fotografar ações públicas? Olha, eu acho que assim, vou dizer para mim o principal, as ações públicas geralmente se foca no político e eu acabo sem fotos do contexto. Eu não
tenho foto das pessoas que foram beneficiadas, eu não tenho foto do eh da alegria que está no lugar, da energia. Então, muitas vezes, o foco, para mim, o pior dos erros numa ação pública tá em você não focar Nas pessoas, tá em você focar no político, porque o que eu vendo não é o político, o que eu vendo é a transformação que a política faz na vida das pessoas. Se eu não mostro as pessoas, então assim, vai entregar uma ambulância, vai entregar uma ambulância. O que que para mim, se eu falo, Bruno, vai lá fotografar
essa eh essa entrega de ambulância, ele vai fotografar o motorista, vai fotografar eh a o Enfermeiro, vai fotografar os detalhes da ambulância. Então, é o o plastiquinho que tá saindo do volante. Eh, ele vai fotografar a ele vai pegar provavelmente um plano, ele vai agachar ali perto da roda traseira da ambulância e vai fazer um um uma grande angular para mim daquela foto. Ele vai pegar um detalhe na pintura da ambulância. Eh, entende? É isso que para mim vale a entrega da ambulância. Não, não é o Político falando. Você até viu as fotos, né? Eu
tô falando, você já tá vendo as fotos. Sim, sim, total. Porque eu lembrei de várias entregas que eu fiz e, né? É exatamente isso. Mas eu acho que uma coisa que é bem importante e que acaba ficando muitas vezes a cargo de outra pessoa que não é fotógrafo e que eu acho um erro, mas eu sei que às vezes eh o tempo não permite, é a curadoria das fotos. E isso Eh o que que acontece muitas vezes? muitos amigos meus trabalham com foto política e tal, fazem lá um caminão de foto e entrega pra pessoa
que vai fazer a publicação. A pessoa às vezes não sabe nem do que era agenda, nem o que que foi falado, nem eh, enfim, o contexto total. E às vezes acaba pegando uma foto que o político tá bem, mas lá atrás tem alguém fazendo uma careta pro político e porque tá tão focado no na imagem da pessoa Aparecendo ali que não presta atenção nessas coisas. Eu acho que essa curadoria tem que ser a pessoa que fotografou, né? Eu sei que é uma correria, mas assim, eu eu não eu não consigo abrir mão. Eh, tem profissionais
que conseguem separar. Eu não, eu assim tem que passar por mim essa parte, sabe? Não, eu até prefiro que passe pelo fotógrafo. Deixa eu ver aqui se tem mais alguma pergunta. Sim, tem a última pergunta que É do Bruno. Bruno Ferreira. Como garantir que as fotos reflitam a identidade do mandato da gestão? Rapaz, você não consegue garantir, garantir que a foto vai refletir a menos que você faça uma coisa, fala uma coisa que a gente colocou aqui, que é você ter um planejamento. Então assim, não é a foto que vai garantir a identidade da gestão,
é o planejamento da foto é que vai garantir. Você não vê aqui? Eu eu falei do caso da entrega da ambulância, ou seja, eu já sei o que eu vou vender, não, não é isso. Então, vamos supor que eu vou vender entrega de uniforme, tá bom? entrega de uniforme. Como é que eu eu provavelmente mandaria o Bruno fazer essa foto, Bruno, ó, vai numa casa de uma pessoa, fala com a secretária de educação, vê a casa de uma pessoa que gosta da Gestão e que tenha duas ou três crianças matriculadas na rede pública de ensino,
de preferência um casal, menino, uma menina e ou duas meninas. Vê, vê alguma coisa assim para mim, de duas a três crianças. Aí eu quero que você vá até a casa dessa pessoa, quero que ela coloque o uniforme das crianças em cima da cama da criança. Eu quero que o uniforme seja em cima da cama. Tá lá a blusa, tá o short e tá a Mochilinha dela. Eu quero uma foto disso. Você vê, eu direcionei a foto inteira pro Bruno. Sim. Aí ele vai, aí ele pode me trazer outras fotos que vão ficar bacanas e
tal, mas eu já tenho, tem na tua cabeça, você já tem um um norte, né, para começar pelo menos. Aí eu tenho eu tenho um vídeo, provavelmente Eh da menina falando que ficou lindo o uniforme. Eu tenho uma uma um vídeo da mãe dizendo que a menina não gosta de tirar o uniforme quando chega em casa, entendeu? Aí eu vou complementando a história, mas assim, isso é igual o chat GPT e outras ferramentas de ah, são ferramentas, o fotógrafo é uma ferramenta do comunicador. O fotógrafo não é fim, ele é meio. É isso que vocês
têm que ter eh como Visão. A fotografia é meio, o vídeo é meio, o texto é meio, entendeu? Eles não são fins, são meios que você usa pro seu fim. É, e afinal de contas você tem na mão aquilo, o material e você vai decidir o que você vai publicar ou não, né? Então, às vezes, ó, isso aqui não me atende, a gente vai ter que fazer diferente e vai lá e faz diferente até acertar a linguagem, né? Muito bem. 2 horas de live praticamente, Bruno. Tá bom, tá bom. Eu quero agradecer aí eh de
várias formas. Primeiro, a sessão do uso das suas fotos paraa gente poder fazer essa aula, que é uma coisa importante. Então, assim, eh, tudo bem que a gente tá acostumado no material educacional, usar fotos, não sei o que lá, mas a primeira é a sessão do uso do acervo particular do Bruno para que a gente pudesse trazer esses exemplos para vocês. Então, primeiro lugar, muito obrigado pela sessão. Segundo lugar, muito obrigado pela sua disponibilidade em fazer essa aula aqui, porque essa aula ela vai ficar online, ela vai ficar aberta, eu não vou fechá-la eh porque
eu acho que ela é muito útil para todo mundo, tá? O material da aula para quem se inscreveu vai receber, não se preocupe com isso, você vai poder rever os slides, tudo mais. Então, Bruno, muito obrigado tanto pela sessão quanto pela sua disponibilidade de em nos ajudar a falar sobre esse tema que eu acho que precisa muito. Eu acho que é um tema que as pessoas elas exploram um pouco diante da importância que ele tem. Não, imagina. Eu uma das coisas que eu gosto mais é falar sobre isso, na verdade. Eh, gosto de conversar, gosto
de trocar ideia, de receber insites assim também. Então, para mim é um Prazer, tá? Gostaria de ter eh essa abertura com todo mundo, né? Mas tem gente que não gosta muito de escutar eh de escutar o que a gente tem para falar, né? E e é tão bom ter um espaço assim que é muito legal. Muito bem. Então, Bruno, despeça-se da turma. Ah, eh, acho que a despedida é só um agradecimento. Realmente, o Marcelo sempre parceiro aí, gosta do eh gosta do Que eu faço. Aparentemente eu gosto muito do trabalho do Marcelo. Então, para mim
é um prazer estar aqui e contribuindo de da forma que eu puder, eu sempre estarei estarei aqui. É isso, Marcelo. E boa noite para todos aí. Muito bem, pessoal. Chegamos então no final da nossa live. A gente tem, estamos às vésperas, quase véspera. Hoje é dia 28 de julho, ou seja, em aproximadamente um mês, nós teremos o curso de comunicação de governos em Instituições. A gente tá aqui fazendo os últimos ajustes para o conteúdo do curso. É um curso, eh, vou te falar que é um curso muito completo, ele é muito sistematizado, ele tem as
aulas eh exclusivas também eh online que já estão gravadas. Então, se você se inscrever no curso, recomendo que assista as aulas também. Se você perder o bonde do presencial, pelo menos faça online, OK? Neste curso de comunicação de Governo, eu ensino a nossa metodologia de trabalho para sistematizar a comunicação de uma de uma instituição sem que você enlouqueça. Você vê que nessa live aqui a gente falou bastante sobre imagem. Eu já não vou falar tanto assim no curso, eu vou falar mais de planejamento, vou falar um pouco mais de conteúdo, mas essa aqui era uma
aula que eu eu precisava fazer devido à relevância e importância do tema para o nosso trabalho. Eu espero que a maioria, Né, tenha gostado da aula. Eh, quem não é meu aluno às vezes estranha uma brincadeira ou outra que eu faço. Quem é meu aluno já sabe que dentro da política para mim só existem dois lados, o de dentro e o de fora, não é esquerda e direita. Mas eu entendo às vezes que quem não tá acostumado a estranho isso daí. Mas diante de vós está aqui um professor e um consultor de marketing político e
não um militante ideológico. E assim que a gente puder, a gente se Encontra numa próxima aula. Ou a gente se vê presencialmente ou virtual no curso de comunicação de governos 25 e 26 de agosto. Até mais, pessoal.
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