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Como a vida moderna destrói seu foco - e o que fazer | Geração TDAH

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1.52M2,905 Palavras14m readGrade 10
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Ludoviajante
Essa é Pietá, obra prima da renascença. Quando  esculpiu, Michelangelo tinha só 23 anos. É difícil imaginar alguém tão determinado.
. . Ainda mais uma tartaruga Nunca tive essa disposição.
Com 23, enquanto amigos viajavam pelo mundo minha maior conquista foi financiar uma scooter No the sims Usando códigos Recentemente, parece que  minha falta de motivação piorou. Por exemplo: com 15 anos, eu devorava Harry Potter, de pé entre curvas, freadas e aromas que explicariam porque Voldemort arrancou o nariz Hoje, se um livro tem  mais que 3 personagens minha atenção foge mais rápido que uma mulher ao ouvir a palavra sigma O que houve? Me questiono em momentos privados Há 10 anos eu já não tinha foco.
Por que piorou?  Eu costumava culpar o celular. Tiktok, shorts, reels A internet virou um cassino Giramos a roleta em busca de dopamina Se não vier.
. . é só girar de novo E assim o cérebro se  acostuma ao prazer imediato, o que, segundo   vários estudos, corrói a capacidade de focar.
Mas sabe o que eu descobri depois de ler muito sobre o tema? Essa não é a história toda. Redes sociais são só a ponta de um iceberg chamado cultura moderna Ansiedade, má alimentação,  vício em p*rn*grafia.
São todos sintomas de um mundo doente que de tanto promover dopamina  fácil, acaba nos intoxicando. No Sudeste,   por exemplo, 70% dos jovens relatam alguma  crise mental, antes mesmo da faculdade.  Então antes de se culpar por não conseguir  focar, é preciso investigar a raiz desse dilema.  
Nietzsche pode ajudar! Há 150 anos, ele previu que os avanços da modernidade arregaçariam  a mente do palhaço Sua filosofia inspirou gerações de  psicólogos, resultando num manual de como manter o   ânimo, mesmo em tempos sombrios. Meu intuito hoje é simplificar esses conceitos para que você os  aproveite Começando pela compreensão de como foco  e motivação estão interligados.
Ao entender um,   fica bem mais fácil lidar com o outro. Eu tenho  uma história real, de um TDAH, que pode provar.  "kept you waiting, huh?
" ಥ_ಥ [metal gear] Outro dia eu precisava escrever,   mas não conseguia focar. O que é terrível  porque eu trabalho com isso e tenho bocas   pra alimentar. Tentei de tudo: café, ritalina,  rituais com virgens.
Não funcionou Péra, você é virgem né? O mês voou e eu seguia mais travado  que minha lombar aos 30 anos. Olhei no espelho,   pensei: Chega.
Desisto. O sucesso é um braço gordo  e eu, um mosquito broxa E foi nesse momento de renúncia que tudo mudou. Recebi um e-mail às 4 da  manhã.
Era uma senhora. Vamos chama-la de Ivete.  Bom dia.
Conheci seu canal buscando ajuda pra  minha neta. Estou desesperada. Ela tem 17 anos,   sempre amou desenhar, mas parou.
Agora vive no  celular, se comparando com os outros. Não estuda,   não come. Como ajudar alguém que não  vê sentido em nada, inclusive na ajuda? 
Eu li isso exausto Mas sabe quando uma coisa te toca. . .
lá no fundo? Claro que sabe ( ͡° ͜ʖ ͡°) Voltei para o PC e comecei a digitar um TCC pra essa vovó "O que é depressão", "como afeta os jovens", "o papel da terapia". .
. O tempo voou, o sol raiou e eu seguia possuído pelo espírito do rambo literário Metralhando palavras. TRA TATATÁ TATATÁ Deus desceu do céu preocupado:   "meu filho, você parece cansado.
Aceita um café? " Respondi: “SILÊNCIO" "velho TOLO! " "meu combustível é a FÉ!
" 7h15. Enviar. Capotei ali mesmo.
Dona Ivete é um amor. Esses dias me mandou um update: após 1 mês de terapia, a  neta até voltou a desenhar. Ok, mas o ponto é que essa experiência me  fez refletir sobre foco.
Durante semanas, não consegui escrever Detalhe: sobre o mesmo tema, saúde mental. Quando foi para responder a Ivete, ficou fácil. Por quê?
Nietzsche tem um palpite. Ele escreve:  “aquele que tem um porque, supera qualquer   como”. Simplificando: quem tem um motivo, age.
O  pulo do gato tá aqui: às vezes a gente acha que   tem um motivo, mas não tem. Então eu posso dizer:  quero escrever - e ok, idealizar é um bom início,   mas são só palavras. Num nível mais profundo,  pode ser que uma parte de mim não queira,   ou tenha medo, ou prefira.
. . Fazer outra coisa.
Motivos   autênticos são aqueles que convencem todo nosso  ser, e aí entramos num estado de hiperfoco,   porque a parte da mente que costuma sabotar,  se junta pra ajudar. É como se ela dissesse:   "escrever é um saco, mas pela dona Ivete, eu topo! ".
Eu tô usando esse exemplo como gancho,   mas estamos falando de um conceito maior, que  envolve a própria noção de sentido da vida.   Porque por exemplo: imagina alguém no último  semestre da faculdade, batalhou pra chegar ali,   mas por alguma razão perdeu o ânimo. Começa a  faltar, procrastinar, agir de modo suspeito.
. .  "E aí Juninho, como vai seu TCC?
" Nietzsche diria que há uma  conflito dentro desse sujeito. Ele acha que quer se formar, mas uma parte dele não quer, enquanto  isso não for abordado, ele vai continuar tendo   problemas, não só com foco, mas com a vida.  É como estar num navio que o capitão tem um   destino, mas a tripulação não concorda.
E aqui chegamos na questão de ouro:   por que a tripulação não concordaria?  O que faria uma parte de nós rejeitar,   às vezes até sabotar nossas escolhas na vida? Nos anos 90, esse psicólogo, Mihali.
. . Impronunciável, se questionou o mesmo.
Já na  época, rolava uma crescente de diagnósticos:   TDAH, burnout, depressão. E também a tendência de  buscar soluções num nível individual - medicação,   terapia. E ok, são abordagens cruciais! 
Mas convenhamos: se temos um aquário,   e os peixes começam a adoecer, não focamos só  neles. Investigamos a ambiente. Afinal, do que   adianta trata-los, se a água estiver contaminada?
Pensando nisso, Mihali propõe uma nova teoria da   motivação, considerando o contexto pós-moderno.  E é maravilhoso, porque ele demonstra que somos   todos peixes-palhaço num aquário podre.  Falta de foco, muitas vezes, é uma reação   natural do organismo a essa água insalubre –  no caso, nossa cultura – e como crescemos nela,   é difícil perceber a insalubridade, o que leva  muitos a se culparem   por não ter energia.
Enfim, recomendo  o livro dele, mas já que tamo aqui,   me permita resumir a ideia central e como explica  não só falta de foco, mas também apatia. Aquela sensação de olhar para o mundo e se sentir completamente esgotado sendo que você mal chegou na metade da sua vida.  ["a era da exaustão"] ["hiperprodutividade"] ["um mundo doente gerará cidadãos doentes.
. . "] Qual o segredo dos hiper-focados?
Sabe, indivíduos persistentes? Einstein Da Vinci Cleiton. .
. o ex da minha namorada Segundo Mihali, não tem a ver com inteligência, e sim  com um truque mental que até os estúpidos   podem dominar pra realizar feitos incríveis. Por que veja bem: esse é você, animal humano.
Sua mente é movida por 2 coisas. Motivações  intrínsecas e extrínsecas. A primeira tem a ver   com nosso senso de “eu”, quando agimos por querer. 
Por exemplo: Luiza curte rebolar. Se deixar,   sarra o dia inteiro. No almoço, no trabalho, em  eventos sociais.
A segunda é sobre recompensas   e punições. Por exemplo: Chico rebola, mas só  quando Oswaldo lhe oferece pepitas de ouro.  O resultado é o mesmo: eles rebolam - mas  a experiência muda: quem age por interesse,   tem mais chances de se envolver com a tarefa  e repeti-la.
Já quem faz pelo incentivo,   só repete com mais incentivo, e durante a tarefa  fica disperso. Troque “rebolar” por outra ação e   o resultado é o mesmo: correr, pintar, se pendurar  num caminhão. O segredo dos hiper-motivados é que,   conscientemente ou não, eles conseguem ativar seu  motor intrínseco.
Ao fazer isso, ganham acesso a   um tipo especial de foco, que os leva muito além  do que alguém movido por recompensas externas.  Segundo Mihali, todos nascemos com motivação  intrínseca. Num contexto saudável, é possível   ativá-la até em tarefas pequenas, o cérebro fica  feliz ao contribuir pro futuro.
O problema é que   isso não tem acontecido. A vida moderna tem nos  convertido em máquinas de motivação ex-trínseca.   Por que, claro, essa é a linguagem do.
. . CAPETALISMO Você é o que você possui.
Diploma, trabalho, din-din “Ain, mas e o valor inerente de cada pessoa? ” F0D4-SE. Pra economia girar, o indivíduo precisa estar insatisfeito, isto  é: querendo mais do que já tem; então assim   que aprende a pensar, ele é condicionado a buscar  significado fora de si, nunca dentro.
Resultado:   muitos adultos acabam perdendo a motivação  intrínseca, uma vez que é de dentro que ela vem Lembrando que essa é uma constatação embasada  por anos de estudo. Então calma, Enzo Musk, antes   de me mandar pra Cuba, perceba que Mihali está só apontando um efeito que qualquer um pode observar Quer um exemplo? Lembra quando  você chegava da escola, ligava o play, e podia passar horas fugindo da polícia.
. . hoje cê tem mais jogo que fio de cabelo, mas às vezes nem dá vontade de abrir?
Pois então Motivação intrínseca é atenção a serviço do “eu”. Num sistema que visa lucro acima de tudo, o  “eu” é suprimido - seja por agentes externos,   que hackeiam a química do cérebro pra nos  controlar; seja por nós mesmos, que nos culpamos   quando não estamos produzindo. Então essa dimensão  do foco acaba ficando deslocada.
Como tudo no   organismo que não é exercitado, ela enfraquece. Voltamos então para nossa questão de ouro: por que uma parte de nós nos sabotaria? No  sentido de você traçar planos e do nada perder   o ânimo, o foco, e não querer mais ser você.
É que ela tá p*ta Imagina a motivação intrínseca como uma fada, morando na sua cabeça. Um lugar  sombrio, úmido, controverso; com apenas duas   janelas, onde o mesmo filme se repete todo dia: . .
. Comer, trabalhar, consumir. .
. . .
. Comer, trabalhar, consumir. .
. Cê também não ficaria revoltado? “Ain eu preciso de foco pra terminar meu TCC” F*D4-SE!
! ! !
! ! Aqui podem argumentar: “oras, mas essa não é a  vida?
Trabalho. Rotina. Foi assim com seu avós,   seus pais, porque vocês, geração mimimi, teriam  uma fadinha revoltada dentro de si?
”. Ainda bem   que você perguntou, vovô do cruzeiro. Eu tava  precisando de outra questão de ouro, e essa   é supimpa, porque ao respondê-la, amarramos as  ideias de Mihali com as de Nietzsche, desvendando,   assim, o enigma que me levou a criar esse vídeo.
-  ["sempre cansados, sempre dispersos. . .
"] ["uma geração sem foco"] Esse sou eu, jovem moderno. Eu estudo, não por  querer, mas pela promessa de recompensa futura:   emprego, dinheiro, um PC que rode GTA. Ou seja:  a educação assume uma função utilitária,   vira um meio pra se conseguir algo,  um arranjo pra lá de problemático,   porque se baseia numa ilusão: a ideia de  que quem for bem aqui, vai ir bem na vida [risos] Mentira!
Pergunte a qualquer ex criança prodígio.  Ou melhor, não. Se não ela chora.
Afinal,   conforme entra na facul achando que o futuro  tá na mão, se depara com desemprego, inflação,   Breno, colega heterotop que sempre caga  o trabalho em grupo. "Não cara, já disse, não é assim que enumera suas referências" Resumindo: durante anos, eu luto pra ser   alguém na vida, e aí descubro que esse alguém  é um palhaço sem casa num planeta em ebulição,   que vai ganhar menos que o Breno, porque  não se engane, ele tem muito QI Essa quebra de expectativa gera uma ruptura num  nível existencial. Lembra daquela ideia   de Nietzsche?
Não somos um só. Então num  nível consciente eu posso dizer: “não pô,   tá tudo certo”. Mas num nível mais profundo, começa  um burburinho: “pera, não tá não.
Durante anos eu   colaborei nessa sua busca pela felicidade,  sendo que a gente não parece muito feliz.   Cê quer insistir nesse caminho. Por quê?
” Ninguém me ensina a responder essa questão,   sendo que ela é como meu vizinho Pereba, especialista em gatos De noite, rouba minha energia. De dia. .
. . .
. minha energia também. É como se a força  intrínseca do “eu” entrasse em greve,   me deixando ainda mais a mercê de motivadores  externos.
Prazos, cobranças, litros de café.   Fica cada vez mais difícil focar naquilo que  deveria ser importante, e aí logo vem a culpa:   devo ser preguiçoso, incompetente, uma farsa.  Sendo que não é nada disso!
Essa questão: “por que   eu faço o que eu faço? ” – é um chamado. Ignorá-lo  é o maior erro que um jovem pode cometer.
Segundo maior erro Terceiro Então, respondendo o vovô do cruzeiro. . .
O problema não está em "ter que trabalhar" Tá na falta de sentido A sensação de que tudo tá desmoronando, mas você mal tem energia pra lavar a louça Quem dirá mudar o mundo. De repente, qualquer forma de matar o tempo se torna irresistível. .
. Nem fraqueza nem preguiça Desconexão. Eu não sabia como encerrar esse vídeo.
Por trás  dos gifs e piadinhas, falta de foco é minha maior   angústia. E sei lá, eu travei, porque a conclusão  era tipo “quando você define seus motivos na vida,   fica mais fácil focar”. Mas eu achei irônico  dizer isso, sabendo que meu foco funciona   a base de remédio, que não importa o quanto  algo é urgente, às vezes minha mente congela,   afetando não só a mim, mas todos que eu amo.
Pensar nessa ironia me travou por meses,   literalmente adoeci, e sei que deve  soar estranho, afinal é só um vídeo,   mas pra mim não é, falar de foco é como mexer  numa ferida. Até que minha psicóloga disse algo:   “Thiago, às vezes o melhor jeito de lidar com  uma contradição é focando em outra”. E nisso   eu tive um estalo, porque eu pensei: sabe o que realmente  é irônico?
Travar num vídeo sobre motivação sem   nem tentar usar a filosofia que eu vim promover. "Aquele que tem uma razão, supera qualquer como. " Sentei e comecei a listar motivos pra terminar esse vídeo.
1 - Dona Ivete, quero que ela e a neta assistam 2 – Não é só sobre mim, quero ajudar  pessoas 3 (o mais intrínseco) – não vejo a hora de terminar pra começar o próximo porque apesar de ser difícil, criar é uma das poucas coisas que eu consigo   começar e não desistir No dia que eu anotei isso tava chovendo, ouvi um  trovão, CABUM, e aí tudo se encaixou. Comecei a escrever a conclusão e chorar ao mesmo tempo. Deve ter ficado muito meloso, mas.
. . Se você chegou aqui,   acho que vai fazer sentido.
[não esqueça de conferir os extras desse vídeo no APOIA. se] Na infância, confiamos nos adultos. Faça  isso, não faça aquilo.
De vez em quando,   quebramos o roteiro. Quando você sobe  onde não deve, afaga um cachorro sem dono,   abraça uma onda grande demais. Esses momentos  dizem algo sobre você, algo difícil de explicar, porque transcende as palavras.
No imenso vazio  da consciência, essas memórias são como estrelas. Retratos do passado, irradiando significado.  Se você contemplar esse Cosmo, não tem erro,   vai encontrar pistas do que faz você, você.
Aquele que tem um porque, supera qualquer como. A vida não é um jogo que se ganha, é um oceano.  Se focamos só na próxima meta, corremos o risco   de ficar girando, à deriva.
Em algum momento, é  preciso definir um norte. Não pela expectativa de   chegar lá, mas pela intuição de que é um caminho  interessante. Porque a real é que não existe "lá"   Felicidade não é um destino, é o navegar.
Um novo dia, uma nova tempestade. Pra alguns de nós é assim, sempre à beira do naufrágio.  Mas se engana quem acha que não tem escolha.
No   porão desse navio existe um baú, implorando pra ser aberto. Saudade, remorso, amores enterrados vivos Trancamos nossos fantasmas, como se  fossem enganos, quando na verdade são nosso   maior tesouro. Em cada paixão impossível, cada dor  indescritível, uma prova do nosso poder criativo. 
Bem afortunado aquele que mergulha em si mesmo  e, num ato de loucura, escancara o coração,   permitindo que os demônios se espalhem, como fogo,  consumindo a embarcação. Pra que das cinzas surja   um novo "eu", que já não teme a chuva, porque já morreu E ao ver suas certezas afundarem, ousa até se alegrar, como se não ressentisse, nem  por um instante, a indiferença do mar Nada pode afogar o espírito de quem se permite recomeçar. Um novo dia, uma nova chance de se orgulhar de si mesmo Começa com uma questão: o que faz sentido pra você?
Quando a Ivete me procurou, responder fez todo sentido. Eu lembrei da minha  avó. De repente, o adulto ansioso se foi.
No lugar,   surgiu um netinho corajoso, escrevendo  com saudade. Se esse vídeo chegou em você,   foi graças a essa criança, que insistiu pra que eu  espalhasse uma mensagem que somente outra criança,   presa num adulto cansado, poderia acreditar. Não desista Não desista Não desista.
Se chegou aqui, você deve curtir filosofia.   Te convido então pro meu discord, um lugar pra  gente estudar, filosofar e fazer amigos. Se existe   esse negócio de alma gêmea, a sua deve estar por  aqui.
Pra acessar, é só entrar no meu apoia-se.   Custa 3 reais. Além do discord, apoiadores ganham  acesso a podcasts e vídeos de bastidores, onde   eu compartilho meu processo criativo e aprofundo  ideias que vemos aqui.
Pra saber mais, é só clicar   na tela. Você também pode apoiar meu trabalho  com um pix. Eu peço essa ajuda porque não consigo   sobreviver só com a renda do youtube.
Qualquer  valor ajuda, os centavos somam. Muito obrigado. já conhece meu canal secreto?
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